CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTO
Sobre o Evento
Evento "Encontro com o Autor" na Câmara dos Deputados destaca a escritora Micheline Verunschk e suas obras, abordando temas como memória, colonialismo, violência e literatura como ferramenta de resgate e compreensão histórica. Participantes refletem sobre a importância da narrativa e da multiplicidade de vozes, além do papel da literatura na transformação social.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX/CJOR) sauda e apresenta 49ª edição do Encontro com Autor, organizado em parceria com Câmara e Centro de Documentação. Menciona sua conduta do evento com colega Ana Cláudia Lustosa.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER é mãe e trabalha na câmara; feliz por participar do encontro com Michele.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora, Crítica Literária e Historiadora agradece presente e está pronta para falar.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista da Coordenação de Jornalismo convidou Minele Verunski, jornalista e historiadora, residente em São Paulo. Verunski escreve sobre memória, colonialismo e pertencimento em seus livros, com destaque para "O Som do Rugido da Onça" sobre duas crianças indígenas raptadas no século XIX no Brasil.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER) Ana Claudia Ellery Lustosa da Costa se refere a dois livros lançados em 2022: "Desmoronamentos" de Micheline Luteking e "Caminhando com os Mortos" da mesma autora. O segundo livro trata de um crime chocante contra uma mulher no interior do Brasil, relacionado à intolerância religiosa e misoginia. Serão parte do encontro com a autora no Centro Cultural.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora, Crítica Literária e Historiadora se expressa sobre sua alegria em falar sobre livros e literatura, destacando a relevância cultural do programa no almost-anniversary.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER lembrou encontro com escritora Micheline Verunski, autora de "Geografia Íntima do Deserto" e "Som do rugido da onça"; último livro trata história de duas crianças indígenas raptadas no século dezenove, com foco em memória, colonialismo e pertencimento.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX/CJOR) se refere ao 49º encontro com autor, realizado em parceria com a Câmara e o Centro de Documentação e Informação da Câmara, e apresenta o autor do dia com a colega Ana Clá Claudia Lustosa.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER) citou história de Ineê, usando voz/língua para "ferir, envenenar, incendiar ou curar"; história como planta que "rompe tijolo, impõe nova paisagem, procura sol".
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
No livro de Micheline, uma família pobre se depara com a terrível notícia de que a mãe e avó de uma de suas filhas estão sendo queimadas vivas. Eles são despertados no meio da noite pelo grito de socorro do filho deles e sentem medo e apreensão ante a possibilidade de maldade e armadilha. Só percebem o cheiro de queimado vindo do vento, confirmando suas piores suspeitas.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Sem a palavra, é como estar morto; significado de voz e comunicação.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Sequestrada criança indígena, privada de língua e cultura, livro propõe recuperação de linguagem e história de vida.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
A jornalista perguntou sobre a relação entre o rugido da onça (fictício versus histórico), a multiplexidade de Micheline como escritora, poeta e historiadora, e como diferentes linguagens influenciam ou não sua obra.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e histriadora que, ao escrever, pensa no ritmo e carga poética, próxima do trabalho de poeta; usa farto para narrar história, colocando-se diante de perspectivas e formas de compreender a história. Livro escrito em voz alta, forte, com som do rugido da onça.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER) destaca importância de contar histórias, preencher lacunas e estabelecer ligações com passado, usando literatura para ajudar nesse processo. História de indígenas particularmente impactante e relevante. Acha que literatura permite vínculo entre passado e presente, como mostra no seu livro.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora, Crítica Literária e Historiadora afirma: lacunas preenchidas criam outras, compreenção histórica é fragmentada, fabulação também serve para isso, não explica tudo e deixa coisas em aberto.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Ouvindo a Michele me lembrei também da daquela escritora Olga aqui ganhou 000 tocar isso ganhou o prêmio Nobel, né? Eu acho que é uma é uma é diálogo interessante entre sua obra e a dela, vou começar a reparar mais nisso agora. Dessa natureza né?
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Se você deixar eu fazer, você me
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
E aí eu faço claro não faça depois eu faço eu estou com uma aqui pronto mas eu espero
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Paisagens como personagens vivas; SECMULHER Chefe de Gabinete compara literatura a Guimarães Rosa.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora, Crítica Literária e Historiadora Micheliny Verunschk considera locais dotados de vida e personalidade, transmitindo suas determinações de forma que os humanos possam compreender, como um mato dominante, rios falantes e paisagens conversando com a humanidade.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER) disse: mundo gigante, elegância oculta, pessoas se adaptam à vida, importância dos detalhes, referência ao "lugar" e convocação de olhar. Palavra passada para o Beto.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
No livro "Caminhando com os mortos", animais e plantas também desempenham papel importante, surgindo em forma de lendas assombradas ou como presságio de eventos. A natureza é retratada como tomada e humanizada negativamente. Comparado ao primeiro livro, "O som do rugido da onça", parece haver evolução e civilização dos cenários naturais, o que foi percebido pelo Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR) como uma planejada continuidade na narrativa de Micheline.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora, Crítica Literária e Historiadora afirma: lacunas preenchidas geram outras lacunas; compreensão histórica sempre será fragmentada; fabulação também serve para isso, não explica tudo e deixando coisas em aberto.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista discorda de leitura específica, mas agradece.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Natureza colonizada, recuperando Chernobil exemplo; SECMULHER Chefe de Gabinete destacando força da natureza.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora refere-se ao mundo como algo gigante, elegante e cheio de detalhes, mas frequentemente ignorado na pressa da rotina. Ela encoraja a observação cuidadosa do "lugar" que nos convoca.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX/CJOR) refere-se à inspiração literária por Michele e escritora Olga, vencedora do Prêmio Nobel, e interesse em comparar suas obras.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER discutiu presença de violência em obras de Micheline. Violência varia de arrancar crianças de família a libertação de almas através de ações extremas. Micheline pode escrever poeticamente sobre coisas cruas e doloridas. A violência é onipresente em sua obra, com propósitos e efeitos variados.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e Historiadora explora violência no Brasil em sua trilogia, incluindo temas como religião, ditadura militar, violência no campo, contra mulheres, e influência de igrejas evangélicas. Enfatiza a necessidade de compreender essas violências para entender a formação da nação brasileira.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Literatura como apoio em falta de referências sólidas, sugerida pelo Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER).
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR) comenta sobre perguntas e reflexões enviadas por espectadores, menciona documento histórico e discussão sobre narrativa multifocal em "No Som Rugido da Onça".
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e Crítica Literária afirma que vivemos em um mundo sonoro, polifônico, com múltiplas vozes; ao escolher escrever obras polifônicas, recorta a vida como a percebe, repleta de desdobramentos e multiplicidade de vozes.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER) Ana Claudia Lustosa da Costa refletiu sobre a multiplicidade de vozes no livro "A Assobafo da Onça" e sua capacidade de manter viva e perpetuar histórias e personagens, permitindo múltiplos ângulos de visão e conferindo pereneidade a eles.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Então
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
É Tom.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Segundo o Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR), a pergunta da Maria Amélia é se a literatura, especificamente o romance atual do autor denunciando intolerância religiosa e violência contra certos grupos, pode ajudar na transformação da realidade ao influenciar os leitores a agir contra esses problemas. O jornalista confirma que a pergunta pode ser respondida, mesmo com a restrição anterior.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Literatura pode alterar mentes, não mundo; Escritora relata leitor alemão inspirado por livro para propor monumento em Munique honrando crianças abordadas no livro, lembrando ferida colonial e participação terrível de cientistas alemães em projetos de colonização.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Literatura oferece identificação, resgate, redenção e alívio; pode até redimir, dependendo da história e como é contada.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Pesquisa sobre história de crianças em tribos indígenas difícil em 2016, agora informação abundante; autora atribui isso ao impacto do livro e a um novo olhar sobre história e protagonistas indígenas.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Livro considerado contraponto à historiografia oficial; apreciado por historiador amigo, mesmo com tensão entre historiografia e literatura; aceitação atual ainda não esclarecida.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e crítica literária fala sobre boa recepção de sua obra em diferentes níveis de ensino e sua crença na capacidade da ficção histórica para broaden historical perception, particularly through narrative and guided readings of historical fragments.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
A respondeu ao que Uriar pensa, e agora é a vez de Ana.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER sobre produção literária: a poesia continua presente, embora prosa se mostre recentemente mais dominante, inclui escrita de novo livro e projetos em andamento.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora tem inéditos de poesia, novela em progresso e planeja livro de contos; também refere futuros livros de poesia nos próximos anos.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER sobre inspiração para histórias: sempre ancorada no real, frequentemente derivada de eventos e notícias, às vezes de fontes pessoais.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e crítica literária descreve como suas histórias se baseiam em relatos reais, mas também criam artefatos imaginativos, utilizando materiais like notícias e música dos anos 80 em suas ficções.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Escrever é irresistível, inspiração pode surgir em qualquer lugar; histórias capturam mente, impulsionando à criação de livros - Chefe de Gabinete da SECMULHER.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e Crítica Literária observa mundo em constante movimento, causando desassossego em quem o observa.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
É uma uma terra né Micheline?
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Assim.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR) usou ayahuasca para revelar a verdade em "O Som do Rugido da Onça"; a narradora Inee precisava passar autenticidade, levando a escritora a perguntar ao chá quem era a narradora e como se relacionar com ela. A construção da Maloca também foi uma referência fundamental na escrita do livro.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e crítica literária usou ayahuasca para descobrir verdade na sexta versão de sua narrativa "O som do rugido da onça". Ela questionou a identidade de sua narradora e como se relacionar com ela, enquanto estudava plantas e construiu maloca como referência importante na narrativa.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista na Coordenação de Jornalismo refletiu sobre a breve duração do último encontro e sugeriu abordar o assunto previamente conversado.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Governo da Dinamarca devolve mantra indígena ao Brasil; SECMULHER discute conexão com cultura e literatura brasileira.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Escritora e Historiadora redescobriu trançado e construção de mantos sagrados Tupinambá, uso em cortes europeias como exotismo; novos mantos feitos; livro "Salvar o fogo" de Itamar Vieira Júnior refere-se ao manto Tupinambá no final, ligando eventos ao passado presente e memória, significando povo valorizando história, não se ajoelhando ou rendendo.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Passado e tempo como chiclete, sempre presente.
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Jornalista agradece participação do autor, encontrações fizeram bem à programa e estão próximos da efeméride.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Com vocês, com alegria estar com com esse público e parabéns e a gente segue.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Chefe de Gabinete da SECMULHER agradece convidado e louva oportunidade de conhecer novos autores e histórias, destacando a riqueza do diálogo e aprendizado.
Escritora, Crítica Literária e Historiadora
Obrigada gente, boa noite. E seguimos os subordinados.
Chefe de Gabinete da Secretaria da Mulher (SECMULHER)
Exatamente. E até a próxima, né,
Jornalista na Coordenação de Jornalismo (DIREX / CJOR)
Até a próxima gente, obrigado viu? Boa noite.


