Painel

GRUPO DE TRABALHO SOBRE POLÍTICA DE COMBATE À VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS

14 ago. 2023 10:30 às 14:37

Sobre o Evento

Grupo de trabalho cria política de combate à violência nas escolas brasileiras.

Status
Encerrada (Final)
ID: 69184Total: 3 discursos
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Transcrição automática

Boa Tarde.

14 de ago, 13:30
#2
Transcrição automática

Sejam todos bemvindos. Damos início à reunião do grupo de trabalho sobre política de combate à violência nas escolas brasileiras, em atendimento ao requerimento número de dois mil e vinte e três de autoria do deputado federal Jorge Gueten. É com enorme satisfação que esse grupo de trabalho e experiências. Cumprimentamos a todos os presentes e convidamos para comporem a mesa. Como anfitriões o prefeito do de Blumenau, senhor Mário Rio, debrandiu deputado federal Jorge Gueten, coordenador do grupo de trabalho. Secretário de Estado de Segurança Pública de Santa Catarina, senhor Paulo César Ramos de Oliveira, representando o governador do estado. Presidente da Câmara de Vereadores do município de Blumenau, senhor Almir Vieira. Secretário de Estado de Proteção Defesa Civil de Santa Catarina, senhor coronel Luiz Armando Schreder Reis. Deputado federal Alfredo Gaspar, membro do grupo de trabalho. Deputada federal Ana Paula Lima. Deputado estadual Oscar Goots. Deputado estadual Egídio Maciel Ferrari. Procurador geral de justiça do estado de Santa Catarina senhor Fábio de Souza Trajano. Senhora Jennifer Papez, mãe de Bernardo Papis da Cunha. Senhor Paulo Edson da Cunha Júnior, pai do Bernardo Papis da Cunha. E senhora Lidiane Cristina da Cunha, tia de Bernardo Papis da Cunha. Foram também convidadas as seguintes autoridades que na sequência participarão dos painéis. O diretor da polícia de inteligência da polícia civil de Santa Catarina senhor Gustavo Madeira da Silveira representando o diretor geral da polícia civil. O comandante geral da polícia militar do estado de Santa Catarina senhor Aurélio José pelos pelos atos da Rosa. Comandante geral do corpo de bombeiros militar do estado de Santa Catarina, senhor coronel Fabiano de Souza. Presidente da Câmara de Vereadores. A viceprefeita de Blumenau, senhora Maria Regina de Souza Soar. Secretária municipal de assistência social de Blumenau senhora Patrícia Sassi. O secretário municipal de educação de Blumenau senhor Alexandre Matias. Diretora da infraestrutura escolar da secretaria de estado de educação de Santa Catarina, senhora Ana Carolina Colombo. Agradecemos a presença das autoridades da imprensa e registramos ainda também, a presença do vicepresidente da Câmara Municipal, vereador Maurício Gol. O primeiro secretário da mesa diretora, vereador Aílton de Souza, vereador Gilson de Souza, vereador João Beltrame, vereador Gustavo de Oliveira Gugu, vereadora de navegantes Lub Bittencourtte, comandante do décimo batalhão de polícia militar tenentecoronel Márcio Alberto Felipe, delegada regional de Blumenau doutora Juliana Souza Tripaldi. Tripalim. Subcomandante do terceiro batalhão de bombeiros militar Major Marcos Promotor da justiça de Florianópolis e coordenador do Centro de Apoio da Infância e Juventude doutor Éder Cristiano Viana. Promotora de justiça de Blumenau, doutora Patrícia Degostin. Doutora Débora Pereira Nicolássi, promotora de justiça de Blumenau. Promotor de justiça da comarca de Indaial, doutor Felipe Costa Bremer. Promotor de justiça de Indaial, doutor Bruno Trida Palin. Promotor de justiça de Blumenau doutor Rodrigo Andrade Viviane. Secretário municipal de Defesa Civil coronel Carlos Olímpio Menestrina. Manola Santos assessora do senador Jorge Saif Júnior. Jonatas Micael Rosenbrock é assessor da deputada federal Geovani de Sá. Nome Pedro Cardoso assessor de deputado estadual Marcos da Rosa. João Vale Neto assessor de deputada federal Júlia Zanato. Carlos Santos assessor deputado federal Ismael dos Santos. Fagner Jericó assessor do vereador Adriano Pereira. Jane Partinoli e assessor deputado estadual Carlos Humberto. Informamos que este evento está sendo transmitido ao vivo pelo canal oficial da Câmara de Deputados no YouTube, pelo portal da Câmara na internet e pelas redes sociais da prefeitura de Blumenau. Passo a palavra ao coordenador do grupo de trabalho deputado federal Jorge Gueten, para que ele possa dar prosseguimento à reunião. Alô, muito muito obrigada. Quero Iniciar agradecendo agradecendo A presença dos familiares das vítimas está aqui também A tia do Bernardo Cunha, a tia do Bernardo, os pais do Bernardo. Então agradecimento, muito especial a mais esse gesto que vocês estão fazendo. Por todas as famílias que já sofreram vítimas de monstruosidade como essa, e pela pela esperança que vocês depositam, E nós né deputado Alfredo Gaspar, no parlamento, nos deputados, e no Brasil. De nós termos, Assertividade né deputada Ana Paula, em criar políticas públicas para que eventos como esse, como esse de hoje, Não seja mais necessário. Cumprimentar ao prefeito Mário que isso é fruto, né presidente Elmira? É fruto daquela ida de vocês, esse grupo de trabalho existe, é resultado daquela ida daquele esforço, daquela renúncia, de vocês mesmo na semana de luto, né? Vocês irem a Brasília, Sensibilizar as autoridades, acreditarem primeiro que era possível nós fazer algo, né? A deputada Carmen Zanuto que acabou de chegar por gentileza, a secretária deputada Carmen Zanuto, Por gentileza, mas pode subir aqui se quiseres Carmen. Acreditaram que era possível, Nós criaram grupo de trabalho e aí eu destaco a insistência também da deputada Carol de Tony, Né? Que forçou muito para que isso acontecesse. E a ida de vocês lá sensibilizou as autoridades. Sensibilizou ministros, a ministra Rosa Weber, principalmente, e aproveito para agradecer, o presidente Arthur Lira, Que sensibilizou e aceitou a pedido dos de alguns parlamentares, destaco aqui A deputada Luiza Canziane, destaco a deputada Carol, destaco o deputado Alfredo Gaspar. Com muita insistência, Ele aceitou então criar esse grupo de trabalho, para nós discutirmos A violência é o fim da violência nas escolas. Queremos avançar mais, né prefeito? Queremos avançar também, que esse tipo, de monstruosidade não aconteça mais, não somente nas escolas, Mas seja em parque, igreja, hospitais, praças, em local nenhum. Então, e hoje estamos iniciando, não poderia ser diferente, iniciando os trabalhos dessa audiência pública, Aqui em Blumenau, que foi resultado do esforço de tantas pessoas, de tantas pessoas que, Se ombriaram e essa superação que o povo de Blumenau sempre transmite pra nós diretora, essa superação, Né? Que vem lá lá dos tempos né? A dos tempos de enchente né? Então Blumenau dá essa Esse exemplo pra nós dá essa força, então esse grupo de trabalho é uma homenagem aos familiares da cidade de Blumenau. Aproveito pra agradecer a presença de todos os membros da mesa, das demais autoridades, da imprensa, do público em geral. Aproveito para agradecer aqui o Eduardo que é servidor da câmara, consultor E é secretário do do grupo de trabalho, muito obrigado, mesmo ontem dia dos pais. O Eduardo veio sensibilizado também com a causa. Agradecer os assessores, está aqui a Patrícia, os assessores dos parlamentares que estão acompanhando. Agradecer a cada AAA vocês Mário, ao pessoal Maria Regina, vocês que tantos servidores aqui né? Que estão aqui pra participar dessa, é mar que eu acho, quem está aqui hoje, eu espero que daqui, Noventa dias, cento e vinte dias, vocês vocês vão poder registrar que vocês tiveram na primeira audiência Pública do Brasil, e quando nós apresentarmos os trabalhos, os resultados desse, que esse grupo vai fazer, Né vocês vão se sentir parte também. E esse é o grande objetivo nosso. Nós virmos hoje ouvir E escutar vocês. Ver e reparar experiências, né? Porque nós não temos resposta. Nós queremos ser o mais assertivo, queremos ser o portavoz de vocês. Nós queremos apresentar mudanças nas leis, Mudança no código penal, nós queremos quem sabe criar leis, para que tragédias como essa não aconteça. Resultado de fato já está acontecendo. O executivo já mandou projeto de lei, O projeto de lei para o Congresso Nacional há uns dias atrás, o prefeito Mário estava lá, a deputada Ana Paula eu acho Também estava presente, né, PL tornando crime hediondo. O presidente Lira gentilmente, Transferiu esse PL pra ser analisado pelo grupo de trabalho. Então já nós já temos trabalho, Trabalho pra fazer. A intenção, a intenção nossa, é Continuar ouvindo. Semana que vem nós vamos estar em Cambé, vamos estar em Realengo, amanhã tem audiência lá na câmara né? Nós ouvindo e escutando Pra nós avançarmos o mais rápido possível. Nós temos que aproveitar esse tempo, né, o time, o time, o congresso lá funciona Pouco diferente do que do que a sociedade quer, o tempo lá é pouco diferente, o clamor nosso É diferente do clamor lá no congresso, mas nós estarmos aqui hoje, falava ao meiodia com o deputado Alfredo, tem uma simbologia, tem sentido muito grande pra nós isso. A vinda de cada e Cada uma dos senhores ao qual nós somos muito gratos, energiza mais ainda, compromete mais ainda nós trabalharmos diuturnamente nesse Período, né, pra nós apresentarmos uma resposta, talvez não a resposta ideal mas a resposta possível Pra sociedade de Blumenau, de Santa Catarina e do Brasil. Nós vamos continuar aos trabalhos né? E vamos continuar ouvindo depois vai ter três painéis. Três painéis que as autoridades aqui vão participar, né, que é o painel é o painel da Educação, da segurança legislação e experiência, e o painel da saúde. Painel sobre saúde mental e educação, painel sobre segurança e educação, e painel sobre legislação e experiências, Né? Então depois da das falas aqui das autoridades que estão aqui a gente vai montar o primeiro painel e vamos fazer É trabalho né? Nós vamos trabalhar aqui nessa tarde, e vamos ter vai ter a palavra livre também pra vocês darem sua contribuição, Né, darem sugestões pra nós sermos o mais assertivo. Meu muito obrigado. Eu já vou aqui de mestre cerimônia então, vou passar a palavra pro prefeito Mário, lá marião. Então, não vou dar tempo pro Mário, o Mário é anfitrião, né, então. Sem tempo, Mari. Obrigado, deputado Jorge Guedes. Quero saudálo de modo cordial e já agradecer A oportunidade que nós temos de ter esse debate aqui na cidade de Blumenau. E até antes da gente saudar as demais autoridades quero Contextualizar pouquinho o que aconteceu. No momento da tragédia que nós vivemos aqui, chamamos as famílias Que podiam estar naquele momento ao nosso lado porque nem todos estavam em condições emocionais de estar Discutindo o tema e convidamos algumas delas pra ir conosco pra Brasília. Prontamente liguei pro deputado Jorge Goethe, que nos apoiou Nessa caminhada e nos recebeu lá no Congresso Nacional e fruto das ações que nós desenvolvemos lá É junto com o, cada dos familiares que nos acompanharam, a Jeni o Bruno e a Lídia naquele momento, Nos deu a oportunidade de hoje iniciarmos essa discussão com esse grupo de trabalho então eu sou muito grato ao deputado Jorge Gueten é que capitaneou junto com a Carol Detone esse trabalho esse essa discussão lá em Brasília. Sou muito grato também ao deputado Gaspar Que está aqui de Alagoas, né, presenciando esse momento e fazendo parte desse grupo de trabalho. A deputada Ana Paula, que como deputada federal Da nossa região e da nossa cidade está se envolvendo nesse debate também que é debate que ele é suprapartidário. É debate que ele vai além Da questão do cuidado da segurança de partido a b ou c. Ele é debate do cuidado do nosso cidadão. Então quero destacar os três deputados federais em nome deles agradecer essa mobilização do Congresso Nacional em nosso favor. Quero Agradecer aqui ao Paulo César Ramos secretário de segurança pública Santa Catarina que aqui prestigia esse evento e secretário quero fazer registro preciso fazer esse registro de gratidão às forças de segurança que lá naquele momento estiveram ao nosso lado, né? Bombeiros, polícia civil e polícia militar. Não vou citálos aqui porque estão muito bem representados, mas que estiveram ao nosso lado Nos ajudando num momento muito complexo e todos executaram o seu papel com total maestria Nos apoiando em relação a essa caminhada difícil que vivenciamos. Quero saudar aqui o secretário de estado coronel Armando E junto com ele o secretário de Defesa Civil, é Carlos Ministro, Menestrina do nosso município e dizer aqui de público que na quartafeira, Nós vamos estar lançando, na cidade de Blumenau, o nosso plano de contingência, pra enfrentamento dessas ações nas escolas. Talvez alguns se perguntam o que que é plano de contingência. Bom, nós aqui enfrentamos enchente, pra isso nós temos plano de contingência, Nós enfrentamos deslizamento, nós temos plano de contingência, nós temos plano de contingência pra situação de incêndios hospitais, Pra greve de caminhoneiros, é pra situação de incêndio em escolas, e outras ações são fruto de trabalho de organização de estruturação Da nossa Defesa Civil capitaneou junto com vários órgãos a discussão desse plano de contingência, vamos assinar esse plano com a questão da Secretaria de Educação quero destacar aqui a presença do secretário Mathias e em nome dele, todos os diretores e diretoras de unidades de ensino Da nossa cidade, que são total de cento e vinte e oito cento e trinta praticamente, unidades de ensino boa parte desse daqui Conosco nesse dia obrigado pela presença de vocês também que são tão atarefados nas suas unidades mas tiraram tempo especial pra gente poder discutir esse tema aqui e trazer contribuições. Eu acho que esse tema aqui deputados, não é pra que a gente traga a contribuição mas que a contribuição venha De lá pra que a gente possa trazer o melhor resultado em relação a isso. Quero saudar aqui mais uma vez, os familiares do Bernardo, a Jennifer mãe o Paulo pai, Ali de tia em nome deles todos os familiares, avós, tios, mães. Famílias Das quatro crianças vítimas também que foram extremamente retiradas do seu ser familiar. Lembrandonos que nós temos quatro Famílias que têm o síndrome do ninho vazio eram filhos únicos. E vejam o desafio que essas famílias estão vivenciando. Quero saudar aqui também A diretora do CEI Bom Pastor, que aqui está conosco também e que compreendeu esse debate tem nos ajudado também nessa discussão. Quero saudar aqui o deputado Egido Ferrari, deputado Oscar Guts, deputados estaduais, que também estão conosco nessa construção, e que também E o deputado Egídio e tantos outros estiveram conosco lá naquele momento difícil para a nossa cidade saudar aqui o doutor Fábio Trajano, Nosso procuradorgeral do Ministério Público relembrando também aquele debate doutor, o Ministério Público também esteve do nosso lado, promotores e promotoras Aqui de Blumenau inclusive Florianópolis vieram aqui para nos apoiar com o Cybergaeco e tantas outras ações que nos ajudaram inclusive A diminuir aquele impacto das ameaças que nós vivenciamos, eu e a Maria Regina, estávamos nesse processo de condução da cidade, a minha viceprefeita, E fomos muito cobrados naquele momento porque havia uma ameaça que dia vinte ia acontecer mais uma tragédia os diretores passaram por isso nas nossas escolas E nós com trabalho de apoio do do Ministério Público e tantos outros conseguimos amenizar esse impacto. Saudar aqui a deputada e secretária Carlos Que tem feito o trabalho também junto à à saúde aqui com certeza vai contribuir muito pra esse debate porque envolve efetivamente a saúde mental. Aqui eu quero agradecer o presidente da câmara vereador Almir Vieira, que esteve comigo lá em Brasília junto com as famílias também, Em nome deles se me permite os demais vereadores para não me alongar cada dos vereadores que aqui está e que tem contribuído e cuidado desse debate com carinho Aqui na cidade de Blumenau, e ainda preciso destacar o trabalho que foi feito pela nossa equipe multidisciplinar lá Na na na da saúde da educação da assistência social junto ao CI Bom Pastor, né inclusive dia vinte e sete de junho foi o prazo que a nossa equipe Saiu de lá mas até dia vinte e sete de junho de abril esteve junto apoiando as famílias apoiando os profissionais pra que eles pudessem Rebuscar forças para essa caminhada importante e para isso quero agradecer o secretário Lanzarin e também a secretária Patrícia Sasssi Que mobilizaram essas equipes. Jennifer eu quero usar uma frase tua. Se me permite, que eu acho que foi uma frase que impactou e eu tenho usado ela em todos os momentos. E ela usou essa frase num dos eventos que nós estávamos lá em Brasília que diz o seguinte o que eu quero hoje é o compromisso de todos vocês Para me ajudar a salvar o dia salvar o dia dos seus netos dos seus filhos, para a gente conseguir garantir Mais segurança para essas crianças, porque é muito triste, muito triste ter o seu único filho agredido e assassinado dessa forma. Essa frase eu tenho usado como referência para as nossas discussões e para os nossos debates. E realmente ela retrata a dor de uma mãe, A dor de mães que não se aquietaram no meio dessa desse sofrimento e não se aquietaram até aqui, que estão junto conosco fazendo esse debate Em relação a essa, esse tema que é extremamente importante. E o primeiro passo, que a gente foi, é buscar justiça. Que de fato esse monstro esteja mais tempo na prisão. E algo da nossa legislação hoje ela é muito superficial, Apesar do monstro de saudades ter sido condenado a trezentos e vinte e nove anos, quanto tempo ele vai ficar preso? Quais os benefícios e regalias que ele vai poder usar Pra ser liberado antes. São essas as perguntas em relação a esse monstro aqui da cidade de Blumenau. E por isso nós continuamos essa luta em defesa da vida Das nossas crianças e hoje nós estamos dando mais passo importante além daquele que aconteceu em Brasília, na assinatura do PL pelo presidente Lula, pra que a gente pudesse Gerar esse tipo de violência, transformar esse tipo de violência em crime hediondo que por si só já aumenta a pena. Mas precisamos avançar ainda mais, Avançar ainda mais nesse debate em relação a isso. Blumenau tem feito o seu papel, e nós hoje temos vigilância armada nas nossas 128 130 unidades educacionais são 150 pontos de vigilância armada na primeira semana depois na segunda semana Depois do fato isso já aconteceu, nós hoje estamos instalando já as câmeras de monitoramento e e os botões de pânico nas nossas unidades escolares. Hoje, Comece a equipe multidisciplinar para acompanhar as crianças e adolescentes que os professores e diretores vão nos indicar para que a gente possa fazer trabalho mais próximo e evitar que seja os próximos agressores da das nossas unidades escolares. E nós precisamos também Cuidar efetivamente dessas crianças, mas acho que o meu pedido aqui pra encerrar é que a gente possa trabalhar deputados e revisar o Código Penal Que o código penal traga penas mais rígidas em relação a extrema além de crimes hediondos, né? E claro o meu pedido pra que a gente possa evitar que as drogas sejam liberadas nesse país. Né? Nós estamos aí com uma situação iminente de liberação das drogas. Algo que começa pela maconha, e aqui eu vou falar a minha experiência hoje gravei vídeo sobre isso, que está nas redes sociais. A minha experiência como quem trabalhou com dependência química durante oito anos. Pra quem foi secretário de assistência social durante oito anos, Pra quem acompanhou a situação de moradores de rua, por quem acompanhou violência doméstica em todas elas. Em todas elas, Boa parte delas, ou quase noventa por cento ou mais a droga está presente. E todas os usuários de droga, Cerca de sessenta setenta por cento começou usando maconha. E começou usando de brincadeira, né, e aí virou usuário quanto mas E usuário absolutamente agressivo como aconteceu com a situação desse, monstro na creche aqui em Blumenau que inclusive muito bem apurado Pela Polícia Civil no depoimento da mãe que o comportamento dele se tornou agressivo no dia que ele começou a usar drogas, Ele mudou, ele passou a ser reconhecível. Então são alguns debates que nós precisamos trazer nosso dia a dia e precisamos fortalecer na nossa caminhada. Que Deus Abençoe e na sua graça e misericórdia nos dê sabedoria e discernimento para que a gente possa fazer o melhor Não só pela cidade de Blumenau, mas pelas crianças e adolescentes nas escolas desse país. Obrigado a todos e parabéns pela presença. Eu convido pra fazer uso da palavra O secretário de estado de segurança pública de Santa Catarina, senhor Paulo César Ramos de Oliveira, representando também no ato o 0 governador do estado Jorginho Melo. Boa boa tarde. Boa tarde, boa tarde a todos e a todas. Eu quero inicialmente cumprimentar O nosso anfitrião, o nosso o nosso anfitrião, prefeito Mário Hildebrand sua vice Maria Regina. Quero cumprimentar o presidente da mesa, deputado federal Jorge Goetheen, cumprimentar também Os deputados federais Ana Paula, a colega de colegiado da administração Carmen Zanotto, O deputado federal que nos visita, Alfredo Gaspar. Quero cumprimentar o presidente da câmara, vereador Almir Vieira, a deputada Ana Paula Lima. Quero cumprimentar, e em os cumprimentando, Também dizer, da reação quase que Imediata que o governo do estado teve então cumprimentar os deputados delegado Egídio aqui de Blumenau e Oscar Goots de Pouso Redondo. Da grande Pouso Redondo né deputado Oscar. Não é Oscar é Oscar Guts. Da reação que o governo do estado, que o 0 vereador Jorginho Melo teve e agradecer aos deputados estaduais porque já de pronto logo nos primeiros dias já se iniciou a tramitação de projeto de lei, que permitiu a instalação de Programa chamado Escola Mais Segura que hoje luta, não conseguimos ainda alcançar a totalidade das escolas estaduais, Mas que hoje luta pra que policiais da reserva remunerada possam também desenvolver e desempenhar esse trabalho que o que Que o prefeito Mário já colocou em execução aqui no município de Blumenau, com policiais armados Desenvolvendo as atividades de segurança no âmbito dessas escolas. Quero cumprimentar meu dialeto amigo Fábio de De Souza Trajano, procurador geral de justiça, cumprimentar também o doutor Eder Vieira, doutora Patrícia de da Agostin, cumprimentar os colegas de Ministério Público aqui presentes também. Cumprimentar os colegas de Ministério Público aqui presentes também. Quero cumprimentar o comandante, enfim as forças todas que se envolveram nesse trabalho. O coronel Fabiano Bombeiro, quero cumprimentar, o 0 delegado Madeira, representante daqui a Polícia Civil de Santa Catarina, o coronel Pelozato, comandante geral, da da Polícia Militar de Santa Catarina, e me permita prefeito Mário cumprimentar todas as senhoras professoras senhores professores, Funcionários de escolas, na pessoa da Ana Carolina Colombo, que lá representando A Secretaria de Educação em Florianópolis aderiu à nossa mesa de trabalho pra que nós pudéssemos, eu dizia isso sempre, a gente não pode E ingressar nas escolas sem conhecer as escolas, sem conhecer a comunidade escolar. A gente não bate na a gente não entra na na porta, Na casa das pessoas sem bater na porta. E esse bater na porta nos foi possibilitado pelo trabalho da Ana, que em várias Reuniões trouxe elementos, trouxe informações, trouxe enfim, a realidade das escolas pra que nós pudéssemos então Levar adiante já que a coordenação do Escola Mais Segura é da da Secretaria de Estado da Segurança Pública. E infelizmente, eu quero me solidarizar também aqui os familiares das crianças que pereceram. É uma grande tristeza, é uma é uma tristeza maior Das famílias evidentemente, o prefeito cita a síndrome do ninho vazio, mas também no estado ordeiro, no estado de paz e tranquilidade e crescimento quanto Como Santa Catarina, nós testemunharmos ato, uma barbárie dessa magnitude, acho que o coração de todos nós Ficar magoado, fica machucado, e nos leva, deputado deputado Jorge Goetten, Não fazer desse momento momento de debate e de reflexão. Mas fazer momento desse desse momento debate de momento de ação. Nós temos que, como vossa excelência colocou ainda há pouco, como o prefeito Mário coloca, Na questão de fazer com que a legislação seja mais dura, que medidas sejam mais duras, medida de medidas de encarceramento que não permitam progressão de regime. Se a nossa lei penal estabelece trinta anos de cumprimento de pena, terá que ser trinta anos de cumprimento de pena. Por que permitir progressão de crescimento? E as famílias que não vão ver o crescimento dos seus filhos, dos seus netos. Por que razão? Por que motiva uma legislação branda, Em desfavor da sociedade. É preciso dar basta, deputada Ana Paula. É preciso, Deputado Gaspar, que nós possamos enfrentar e enxergar essa realidade frente, essa realidade como ela é, E não baseado em falsas premissas, de uma humanidade, que sequer passou perto Da ação desse criminoso bárbaro. No momento desse ato, não houve humanidade nenhuma, e agora As benesses humanitárias de uma lei que podem beneficiálo, e e tirálo De trás das grades antes daquilo que exatamente ele merece. No entanto eu quero cumprimentar os organizadores Desse evento como eu disse, precisamos sair daqui com uma pauta de reivindicações ao Congresso Nacional. Acho que é o mais importante que nós tenhamos atitude, que nós tenhamos ação, que tenhamos a coragem de reivindicar e de pedir. Acima de tudo, endurecimento vigoroso da legislação penal nesses casos. Muito obrigado. Obrigado doutor Paulo. Convido pra fazer uso da palavra a secretária de estado de saúde de Santa Catarina. A deputada sempre deputada federal Carmen Zanotto. Obrigada, boa tarde. Nosso prefeito que nos acolhe o prefeito Mário, saúde o nosso Presidente dos trabalhos, o nobre deputado Sérgio Jorge Guedes e peço permissão em nome deles para saudar toda a mesa a todas as senhoras e senhores. Como a gente tem uma mesa na sequência, eu a passo da palavra então na sequência pra ganharmos tempo, muito obrigada. Obrigado deputada, pela compreensão. Convido pra fazer uso da palavra, O secretário de Estado de Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, o senhor coronel Luiz Armando Reis. Está bem. Algumas autoridades que estão aqui depois vão participar dos painéis, isso é é bem produtivo, ótimo. Convido para fazer uso da palavra então, O procuradorgeral de justiça do estado de Santa Catarina, senhor Fábio de Souza Trelaxano. Muito boa tarde a todos, vou fazer uso da palavra mas muito rapidamente porque depois vamos participar do painel também, Mas gostaria de cumprimentar o deputado federal Jorge Guten e em seu nome toda a comissão formada para Esse importante trabalho uma comissão efetivamente suprapartidária, são catorze partidos então isso mostra que é trabalho De muito muito muito interesse público. Cumprimento o prefeito Mário Hildebranho, cumprimento em homenageio pelas medidas já tomadas. O nosso secretário Paulo César Ramos de Oliveira em seus nomes todos os demais integrantes da mesa, o deputado federal Alfredo Gaspar, integrante também Desse grupo de trabalho, a deputada federal Carmen Zanotto, Ana Paula de Lima, os colegas do Público de Santa Catarina nós estamos aqui em mais de dez colegas do Ministério Público, doutor Eder Viana A integrante é coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância, e cito aqui os promotores de justiça que estão à frente desse trabalho, na área da infância E na área da na área criminal que é a a doutora Débora Nicolásio, doutor Mascionei Mendes e o doutor Rodrigo Viviane. Cumprimento de uma forma muito especial os familiares das vítimas os professores e o compromisso do Ministério Público Em relação a situações dessa natureza não pode ser outro senão sermos implacáveis na acusação. Nós temos semana passada o resultado do júri de saudades é trezentos e vinte e nove anos, E com certeza aqui em Blumenau nós vamos nos esforçar muito pra que resultado semelhante seja conquistado. Não sabemos que que As vítimas não serão trazidas de volta, mas nós viramos à página dessa história com uma condenação exemplar. E deixar aqui também o nosso agradecimento a todas as instituições que compõem o GAECO e o CyberGAECO, Ministério Público, polícia civil, polícia militar, corpo e o bombeiro, polícia penal e dizer que em razão do episódio de Saudade Que após o evento de Blumenau nós já efetuamos a prisão de mais de dez pessoas Que fomentavam a violência na internet. E nós só conseguimos isso em razão desse grupo de várias instituições e a mesa que representada em aspectos preventivos também É é uma simbologia. Se evita violência nas escolas com várias instituições Públicas e com envolvimento da sociedade. E o Ministério Público também vai sentar à mesa, está sentando à mesa, Pra também fazer as suas sugestões. Muito obrigado parabéns é uma grande oportunidade que a sociedade tem de levar a Câmara Federal as nossas sugestões. Muito obrigado, parabéns. Obrigado. De uma forma muito especial eu convido, pra fazer uso da palavra, O deputado federal Alfredo Gaspar, membro do grupo de trabalho, exprocurador geral de Isso do Ministério Público do Estado de Alagoas e secretário de estado de segurança pública em duas oportunidade. Obrigado. E quero fazer uma referência. Deputado, o nosso agradecimento, agradecimento de Blumenau, de Santa Catarina, expulso que o senhor fez, eu lembro semana passada quando o senhor falava não, eu quero eu quero estar presente nessa audiência Jorge. E ontem Era aniversário do deputado Alfredo Gaspar, dia dos pais também, e vindo de Maceió ele abriu mão do convívio Com a família da celebração do aniversário pra estar aqui por motivo maior. Então os nossos, em nome de todos aqui, Deputado, os nossos sinceros agradecimentos. Muito obrigado. Deputado Jorge, quero parabenizar vossa excelência por dar o pontapé inicial aqui em Blumenau. Eu estava pensando meu Deus uma cidade tão bonita com IDH tão alto, uma cidade tão segura, Aconteceu uma tragédia dessa. Então também não quero me alongar porque eu vim aqui por dois motivos. Pra dizer minha gente que o Brasil inteiro está solidário a vocês. E dar abraço especial nos pais, Nos amigos, nos professores, e em todos que direto ou indiretamente estão atingidos por por essa tragédia. E segundo vim aqui pra aprender, eu tenho vinte e cinco anos de Ministério Público pedi exoneração pra Pra concorrer a deputado, fui dez anos chefe do GAECO no estado e fui nacional, Fui duas vezes secretário de segurança e vinte e cinco anos promotor criminal. Eu nunca imaginei com a tragédia como essa pudesse Acontecer. Então a palavra que eu tenho aqui é solidariedade, dizer minha gente que tem horas que não tem o que falar, a gente tem que agir mesmo, E nós como homens públicos e estamos tendo a oportunidade de estarmos nesse grupo de trabalho coordenado Pelo deputado Jorge foi uma escolha muito feliz do presidente Arthur, a gente tem a obrigação de entregar ao Brasil algo Que possa servir do norte ao ao sul não é? Mas eu queria dizer só uma coisa Hoje o deputado Jorge me levou à escola infantil que aconteceu a tragédia. E A coisa mais bonita que eu achei foi aquela moça ali, professora desde os dezesseis anos, dona da escola E recomeçou e recomeçou com a solidariedade dos familiares que confiaram seus filhos a ela Pra educação seguir em frente que o exemplo dela e desses pais sirvam também pra nós recomeçarmos A natureza humana não foi feita pra tragédias como essa e que Blumenau com esse sofrimento ensine ao Brasil a recomeçar mas recomeçar melhor. Passo a palavra pra deputada federal Ana Paula Lima. Deputada que esteve presente nas audiências lá também em Brasília. Levando também os familiares Né? É junto com o prefeito Mário num num encontro lá no palácio né? Deputada muito obrigado isso é resultado também No seu esforço, no seu trabalho, obrigado. Obrigada deputado Jorgegate, muito obrigada também Condições desse trabalho tão importante, não só para a nossa cidade em Blumenau, mas para o estado de Santa Catarina e para o Brasil em seu nome Cumprimento também o nosso visitante aqui deputado Gaspar, deputado de primeiro mandato como eu deputado federal, deputada Carmen Zanotto. Quero cumprimentar os deputados estaduais, os vereadores aqui presente, a família eu cumprimento Das das crianças em nome da Jennifer em nome da Alconidice eu cumprimento todos os professores, cinco de abril foi dia marcante para todos nós Muito mais para os familiares. Lá naquele cinco de abril a gente estava lá na porta daquela creche, encontrei pessoas desesperadas, Os policiais, os os pais, os professores e Alconites. Esse momento foi momento que não cabia pra nossa cidade, Uma tamanha tragédia dessa natureza jamais per. Pensávamos que isso que ia acontecer com a nossa cidade, uma cidade tranquila respeitosa E que tem amor todo dedicado às nossas crianças prefeito Mário. Aquele cinco de abril realmente foi algo que impactou o Brasil. É a segunda cidade que acontece isso no estado de Santa Catarina. Primeiro em saudades dois anos atrás também numa creche, onde morreu criança, Professor Leonardo, e agora este ano cinco de abril aqui em Blumenau. Nós não queremos que isso mais aconteça. Aconteceu num ambiente que é ambiente de segurança para as nossas crianças e principalmente para as mães, que precisam trabalhar e ali deixam os seus filhos. Eu recebi sim, uma delegação de vereadores que quando o ministro Flávio Dino esteve em Santa Catarina, Já entregou essa proposta da de modificação do nosso código penal que aconteceu em Florianópolis. Logo após, Jennifer e alguns familiares, juntamente com o deputado Jorge Goethe, prefeito Mário, estiveram em Brasília Num evento que o presidente Lula chamou a todos ali pra discutir esse tema tão importante que não aconteça mais no nosso país. E ali mesmo também os familiares entregaram abaixoassinado para que a gente mudasse, né, essa legislação. E no mês passado, o presidente Lula encaminhou para o Congresso Nacional deputado Jorge projeto de lei que transforma então conforme o pedido da população aqui de Blumenau, que transformam homicídios e lesões corporal praticados dentro das escolas em crime hediondos, Que não é justo que as nossas crianças fiquem neste ambiente que é pra ser seguro, ser invadido e nada acontecer como aconteceu, em saudades que depois de dois anos, é que essa pessoa foi condenada a trezentos e vinte e nove anos de prisão, Não vai viver esse tempo todo, mas é alento para que isso não aconteça mais. Então o governo federal ele fez seu dever de casa rapidamente, O momento que aconteceu, nós estamos com programa nacional de recursos e investimento pra fazer a proteção Das nossas creches e da nossas escolas no valor de cento e cinquenta milhões de reais, que vai ser destinado a todos os municípios E também ao governo do estado de Santa Catarina. Nós não queremos que isso mais aconteça, que uma dor de pai de uma mãe que perdeu o seu filho, nós não queremos mais Ter a insegurança de que as nossas crianças estão naquele ambiente e que possa acontecer uma fatalidade como essa. Nós parlamentares deputado Gaspar, deputada Carmen, deputado Jorge, e eu temos essa tarefa agora De viabilizar projetos que garanta segurança, mas também que a gente puna os culpados por tragédias dessa natureza. As que estamos herbanados aqui. Não vamos trazer o Bernardo de volta, mas a gente pode situações dessa natureza. E agradecer a todos vocês professores professoras, a comunidade em geral que se abraçou a esse tema, dessa tragédia infelizmente, E que a gente possa se somar para que nada mais dessa natureza possa acontecer. Contem com a gente lá na Câmara Federal muito obrigado. Obrigado deputada. Convido pra fazer uso da palavra, A a Jeniferra Papis, mãe de Bernardo Papis da Cunha. Primeiramente boa tarde a todos. Quero cumprimentar o deputado Jorge, ao prefeito Mário. São pessoas que, Tenho abraçado a causa, como todos aqui membros da mesa, eu confio, e tenho muita fé que irão seguir pelo mesmo caminho. Quero cumprimentar todos aqui a todos os servidores públicos. Quero cumprimentar em especial ao CONIDES. Porque só nós sabemos, Como é que é estar aqui hoje? Né? Por muitos, muitas pessoas me perguntam, como é que eu estou de pé, né? Como é que eu estou aqui? Como é que eu aguento? Mas eu digo que não é eu que é Deus, né? Toda manhã aqui presente sabe que, Se manter de pé depois de perder filho numa tragédia dessa. Não é fácil, tá? Mas hoje quem está aqui não é só Jennifer. Hoje quem está aqui estou representando a todos os pais que perderam, né. Estou representando aos pais que tiveram os seus filhos, querendo ou não lesionados né, porque no total foram quatro crianças, que foram lesionadas. E quatro vitimadas que uma é o Bernardo que é o meu filho. Eu estou aqui representando a Regina, estou representando a Samira, estou representando a Karina, estou representando, o Bruno e também a Neide. Eu sou a mãe que estou, eu e o Paulo estamos representando a todos os pais. Talvez muitos se perguntam por que que eles não estão aqui. Porque não é fácil. Isso aqui é gatilho pra todos nós. Não é fácil estar aqui em cima. Tá? E o mais tudo que viemos a conquistar aqui que eu tenho muita fé porque se isso aqui está acontecendo como deputado mesmo É a primeira audiência pública, então é como se de uma certa forma, isso já me trouxe aconchego De que nada, a vida do dessas crianças não serão em vão. E mesmo que custe, mesmo que seja a última coisa que eu venha lutar na minha vida, Eu creio e eu acredito que algo de muito bom, é semeando hoje. Já semeamos em Brasília, Por isso que aqui estamos. E eu acredito em toda essa mesa aqui que algo de muito bom podemos gerar pra todo o nosso país. Como o prefeito falou isso não se trata de nenhum partido. Isso a gente já pôde ver quando a câmara se uniu os onze vereadores se uniram pra gerar né? Todo o documento necessário, toda a minuta. Né? E a gente também pode ver lá em Brasília. O quão tanto a Carol de Tony como o deputado se uniram e arregaçar as mangas e pra isso nós estamos aqui hoje. Agradeço claro o Arthur Lira né? Por também ter se sensibilizado e entendido porque não É fácil tudo o que a nossa cidade passou e pra nós pais muito mais ainda estar aqui pedindo né pra que algo seja feito, né? E Confesso pra vocês que estando aqui me dá muito gatilho. Né? Gatilho não só da segurança nas escolas, Porque ele fez na creche, mas ele poderia estar fazendo em qualquer lugar naquele momento. Certo? Então a gente realmente precisa estudar à saúde, né, saúde, segurança pública né, em questão de saúde mental. A gente precisa discutir, e isso foi grande Gatilho pra mim na semana nas semanas que se passou, a descriminalização das drogas. Porque esse indivíduo ele era usuário. Então pra mim é inadmissível, e eu já vou falar aqui sim, e eu peço ao STF que não libere essa descomunização das drogas. Porque se assim já está acontecendo tudo o que está acontecendo, é inadmissível que seja liberado gente. Tá? Vocês me permitem mas é inadmissível. Então hoje, eu como mãe e representante de todos aqui, Eu peço encarecidamente a todos os membros que sejam analisados o todo. Né? Tudo quanto à saúde mental. Principalmente a rigidez dessa lei. Né? Porque como saudade ali ele ele teve né? Todo esse tempo de trezentos e vinte e nove anos é isso? Trezentos e vinte e nove anos mas Estou aqui tirando ali se ele pagar quarenta vai ser muito. Né? Então assim isso eu não quero. Isso eu não admito. E é pra isso que eu estou lutando. Eu quero rigidez nesta lei, eu quero que ele esse crime hediondo, eu quero que isso seja considerado crime hediondo. Eu quero que eles antes de cometer crime desse que eles pensam duas, três vezes mais na punição. É isso que eu quero. Eu quero o meu filho não vai voltar mais gente. Meu filho não vai voltar mais. Eu estou aqui eu poderia estar na minha casa eu poderia estar vivendo o meu luto. Né? Estou aqui no meu horário de trabalho. Mas eu vou lutar até o fim pra que algo de bom a perda do meu filho e dos das demais crianças das dez crianças né? Foram quatro crianças perdidas mas foram dez lesionadas. Mas para que tudo isso porque o impacto dessas lesionadas também não é pouco. Não pense vocês que só teve quatro é vitimadas mas, o processo que está tendo com essas crianças psicologicamente não está sendo fácil e a Alponida está aqui pra não deixar mentir. Professores, crianças, né? Isso envolve muita coisa do que vocês possam imaginar. Tá? Talvez é que ele dá ali principalmente que a linha de ensino sabe do que eu estou falando. Né? Então gente é tudo que eu tenho acreditado E é o que fez eu não chegar nem a quinze dias estar indo pra Brasília pra lutar. E tudo o que eu quero acreditar é que isso aqui não está sendo em vão. Obrigado. Obrigado Jeniferna. Convido pra fazer uso da palavra A Lidiane Cristina da Cunha, tia do Bernardo. Boa tarde a todos. Quero agradecer aqui mais uma vez o apoio da nossa câmara de vereadores, ao deputado Jorge, Ao nosso prefeito Mário que abraçou essa causa conosco e e está junto com a gente. A nossa assistente social a Patrícia SASS que também tem acompanhado e nos acolhido. E todos que estão aqui presentes. Primeiramente eu peço desculpa caso de repente a razão e a emoção se misturem mas, eu realmente não imaginava que seria evento tão Grandioso esse momento né, porque querendo ou não a gente está aqui, tentando mudar algo pra nossa sociedade né. Eu sou tia e madrinha do Bernardo. Nesse momento não represento apenas o nosso Bernardo, mas total de dez crianças, que foram seis Foram quatro vítimas e seis tentativas, mais as professoras presentes que estavam naquele momento. E as demais famílias, né, e as demais crianças que lá foram salvas pelas professoras naquele momento, porque tinha, se eu não me engano, Cento e cinquenta e seis crianças no dia, cento e, a Alconisa não lembra mais mas tinha uma quantidade de crianças significativas, E que elas conseguiram, na correria poder salvar essa grande quantidade, né? E então eu estou aqui representando todas essas famílias. E se de repente eu leio algumas palavras vocês me desculpem mas é porque Eu realmente posso ser atingida pela emoção, né? Então, naquele momento, a gente perdeu vidas, Nós perdemos sonhos, só naquele local na creche da Oconides, da minha família, o total eram seis pessoas. Eu tenho eu tenho uma irmã que trabalha lá, eu tenho uma cunhada, nós temos três sobrinhos, que tem uma sobrinha que trabalha e de criança Ficavam lá são três. E o nosso Bernardo, a gente acabou perdendo né? Então a tragédia pra muitas pessoas Que que trabalham lá dentro, poderia ser muito maior, porque tem professoras lá dentro que os filhos estão lá. Então além da vida delas, Tinham os próprios filhos lá dentro, né? E recomeçar é a palavra mais difícil nesse momento pra gente. Nunca imaginamos que a palavra recomeço fosse tão difícil colocar em prática e vivenciar essa palavra. E o momento de lutar pela alteração da lei. A vontade mesmo era de lutar pela prisão perpétua. Só que infelizmente, eu vou ser, eu sou advogada, mas eu vou ser clara, eu vou falar, não quero falar em juridiquês porque eu acho que a maioria aqui tem que Entendeu o que a gente está aqui fazendo? A nossa lei, a nossa constituição federal ela não permite prisão perpétua e pena de morte. Então se a gente for buscar esse tipo de alteração na nossa lei a gente não vai conseguir. A gente vai nadar contra a maré. O que a gente precisa então é alteração da lei penal. Como o grupo de trabalho tem está fazendo pra que esse tipo de crime, bárbaro seja crime hediondos pra que a pena possa ser maior. E que não tenha benefícios, que não tenha saidinhas, que não tenha regressão de pena, progressão de pena, que não tenha nem visita, porque eu não não consigo imaginar como o indivíduo chega a esse ponto consegue ter coração dentro de si. Então o que a gente pretende então é a alteração da lei penal, Pra que possa se tornar esse tipo de crime crime hediondo pra que possa ter pouco mais de que apenas seja aumentada, né? Caso de saudades. No dia que aconteceu a situação o crime aqui em Blumenau dia cinco do quatro. Foi agendado o júri do caso de saudades. Foi levado dois anos pra ser agendado. E por coincidência eu vou dizer que é coincidência, no dia que aconteceu o crime aqui à tarde saiu a notícia de que o julgamento Tinha sido agendado pra esse ano. Não sei se realmente teria sido esse ano se não houvesse acontecido o que aconteceu aqui em Blumenau. Trezentos e vinte e nove anos. Chorei. Chorei de emoção, Porque é esse tipo de pena que a gente precisa. Ele pode ficar a pena máxima trinta quarenta anos lá dentro. Mas eu não não realmente não quero ver ele aqui fora. Se alguém me perguntasse se eu tenho ódio ou raiva do indivíduo que cometeu o crime aqui em Blumenau, eu vou dizer que eu não sinto, mas dizer que eu quero ele aqui fora de novo pra viver com a gente, eu não quero. Eu não quero. Eu penso que o tipo de crime que ele que ele cometeu, é o tipo de crime que não vai fazer ele se ressocializar lá dentro. Lá dentro ele não vai pensar com carinho o que ele fez aqui fora. Aliás ele nem deveria estar solto no dia que ele cometeu o crime, pois ele teve, ele tentou pela vida do padrasto dele, já era pra ele estar preso. E por erro de registro, ele estava com lesão corporal leve e ficou fora. E era pra ele estar lá dentro. Então assim olha, se alguém me disser que esse cara vai se ressocializar lá dentro, que ele vai sair daqui a trinta quarenta anos com coração bom, Com Jesus no pensamento pra fazer a diferença aqui, não vai me convencer. Vai tentar conversar comigo uma, duas, Três quatro horas e não vai me convencer porque a pessoa que tentou matar o próprio o próprio padrasto. E que chegou dentro de uma creche para tirar vidas de inocente. Não tem coração nenhum e não vai sair de lá diferente. Não vai querer fazer uma diferença. Eu quero utilizar também outro exemplo que a gente teve de julgamento há pouco tempo, não sei se é de conhecimento de vocês. O caso que teve o 0 traficante que derrubou o helicóptero da polícia militar, em dos casos que teve, lá em Rio de Janeiro, E ele foi julgado também há pouco tempo e levou uma pena de duzentos e vinte e cinco anos. E no momento que a juíza foi falar sobre a pena, Dele, ela fez a seguinte fala, abre aspas. Foi uma ação nevasta que se assemelha a ato terrorista, Fecha aspas. Eu adorei essa frase que ela usou. Porque eu penso, que quando Esse tipo de argumento foi utilizado para penas desses indivíduo? Quando isso for É sendo colocado e isso vai fazer com que as penas sejam mais altas. E o que a gente vivenciou aqui no dia cinco de abril foi ato terrorista. A cidade parou, vocês pararam. Vocês abraçaram a nossa dor. E no dia Saí correndo de casa pra ir até a creche pra pegar o teu sobrinho No colo. E chegar lá e não encontrar. Vocês não, Vocês como pais imaginam a dor que a gente sente. Aqui nesse momento, Eu sou tia e madrinha, do Bernardo. Mas quando eu tenho a minhas crises de ansiedade, a minha dor física, a minha dor metal, Quando a minha dor queima aqui dentro, eu potencializo essa minha dor no meu irmão e na minha cunhada, porque eles são os pais E se em mim dói, imagina neles, imagina essa dor dentro deles, imagina essa dor dentro de vocês, que eu sei que a maioria aqui são pais aqui. Então o que a gente precisa é de alteração na lei, é uma lei rígida, não só a lei mas o cumprimento dela. A gente precisa da união dos magistrado, porque os magistrado quando forem assinar, saidinhas de sete dias, Liberação de Natal, Páscoa, Dia dos Pais, revisem o indivíduo. Gente, não é possível que uma pessoa E tem vários BOs registrados, que tenha reincidência, que já cumpriu pena de vários crimes, saia de lá de dentro. Não é pra sair uma pessoa que tem reincidência, se realmente ela fosse ressocializada, Ela estaria fazendo a diferença aqui fora. Ela não estaria lá dentro de volta. Isso porque dizem que lá dentro, segundo as famílias que cobram dos direitos humanos, lá dentro eles são tratados de forma desumana. Deshumana? Mas eles voltam pra lá, Pra viver de uma forma desumana? Quem é que gostaria de viver de uma forma desumana gente? Se lá é tão ruim por que que não vem pra cá fazer a diferença? Por que que não vem trabalhar de uma forma voluntária? Tentar mudar o seu lado mental, o seu lado espiritual? Se lá dentro é tão ruim, por que não vim pra cá fazer diferença? E aí vem me dizer que uma pessoa que tem residência de três, quatro Passagem pela polícia, condenação vai vim aqui fora fazer diferente? Tente me convencer que esse indivíduo como diz o nosso prefeito ou esse monstro Vai sair de lá e fazer algo diferente aqui fora. Tente me convencer. Não vão conseguir. Vamos pegar outro exemplo. A família da a condenada Carolina Jatobá que saiu há pouco tempo, que teve A morte da Isabela Nardoni. Vocês sabiam que ela está na rua já? Ela deve ter cumprido a pena dela de quinze anos, Dezesseis anos mais ou menos. É justo isso? Pra uma mãe que perdeu uma filha de uma forma cruel? Vai fazer diferença aqui pode ser que agora ela faça porque se saiu na rede nacional pode ser que talvez ela faça a diferença. Talvez ela queira fazer alguma coisa diferente. Mas o que a gente precisa é de lei rígida. Se a gente conseguir alteração da lei, como a gente Está tentando aqui o grupo de estudo e nossos deputados estão abraçando isso. Quando a lei alterar, a lei não vai retroagir pra atingir esse indivíduo que fez aqui em em Blumenau essa esse terrorismo, esse ato terrorista. Porque a lei penal ela não retroage pra Pra prejudicar o réu, apenas pra beneficiar. Nesse caso mesmo que se a gente não que a gente consiga alteração da lei pra penas maiores, A gente não vai conseguir incluir pra ele. Mas que ele tenha uma pena igual a de saudades. Porque quando for feito qualquer cálculo Pra beneficiar ele de saidinha qualquer coisa é em cima do total que ele está ganhando. Tá? Então é isso gente, eu preciso encerrar, mas o que a gente precisa é de alteração da lei pra que a pena seja realmente rígida, e que não só seja a pena rígida, mas que ela seja cumprida, De alguma forma que eles permaneçam lá dentro. E quando quiserem fazer diferença, a gente, a sociedade até vai estar aqui fora pra abraçar eles, mas desde que realmente queiram fazer diferença. Quando quiserem voltar pra lá, continue lá, porque aqui não vai fazer nenhuma soma aqui fora pra gente. Pra fazer maldade já o mundo já está cheio, a gente precisa de de pessoas do bem, pra ajudar a gente seguir. Então é isso que a gente precisa, é de alteração Da da lei mais rígida, cumprimento da pena, e que isso seja, que a gente consiga essa essa essa conquista, não só pra nós familiares mas pra sociedade todo porque isso vai atingir o Brasil todo se a gente conseguir, está certo? Eu agradeço, desculpa ter passado pouquinho dos minutinhos. Obrigado Likia. Os pais representaram então, aqui nós temos as quatro vítimas, O Enzo Marquezine Barbosa, as mães Karina e Samira, o Bernardo Papis, Os pais Jennifer e Paulo, o a Lidiane, tia do Bernardo, PAPS, Aqui a tia, está aqui a os pais da Larissa Maria Maia Toledo, a Regina e o Robson, e está aqui a tia Do Bernardo Cunha Machado, representando o Bruno e a Neide, A Amanda né, Amanda obrigado Amanda, leva leva fraterno abraço ao Bruno que esteve lá junto Com a Jennifer e com a Lidiane lá em Brasília e sensibilizou também a todos nós tá? Leva abraço fraterno Ao Bruno, passo a palavra logo nós vamos começar os painéis só vou passar a palavra então rapidamente pro deputado estadual Egídio Ferrari, depois pro deputado Oscar Gots e depois o presidente Da Câmara Municipal de Blumenau senhor Almir Vieira. Obrigado deputado Jorge Guether. Cumprimento também todas senhoras e senhores da mesa em especial aos familiares das crianças, o recado que eu tinha pra passar já foi dito aqui. Eu estive lá no dia cinco, policiais civis eu fui a primeira equipe a chegar, atualmente estou na condição no mandato de deputado estadual, E o que a gente precisa é justamente isso, endurecimento de penas, não somente a quantidade da pena. Mas aí eu peço e rogo aos deputados federais aos nossos representantes do congresso nacional que sensibilizem seus pares agora eu faço esse pedido como pai, Pra que, altere o Código de Processo Penal. Alterem a lei de execução penal. Na condição de delegado de polícia eu estou cansado, de prender duas três quatro vezes as mesmas pessoas, traficante, Condenado há mais de trinta anos ficando preso quatro cinco anos e está na rua. Eu encontrei com ele na semana passada. Então é basicamente isso que a gente precisa cuidem das nossas famílias pelo amor de Deus, foi falado aqui. Não deixem que as drogas Fica em algo banal quem sabe de segurança e acompanha a segurança pública e nós falamos isso há muito tempo são os policiais, os membros das forças de segurança E os professores, que sofrem violência dentro das salas de aulas isso é inadmissível. Então acho que fica esse pedido principalmente parabenizar Ao Congresso Nacional assim como a Assembleia Legislativa também tem discutido que nós queremos apresentar resultado, mas principalmente nós queremos ouvir as pessoas. E ouvindo as pessoas a gente precisa praticar essas mudanças lá dentro pra que surta efeito na vida das pessoas então não deixe Que as drogas que o uso que a posse. Seja descriminalizada. E não dê e cuidem nossas famílias é isso que a gente pede. É isso que eu peço queria compartilhar com vocês eu fiquei pensando aqui tempo se eu falarei isso ou não. Eu não sei ainda o motivo, mas Mas hoje de meiodia quando eu cheguei em casa correndo pra almoçar a minha esposa me disse e a minha filha já estava em casa, oito anos, minha esposa me disse que teve que buscála às Nove e pouco da manhã na escola, porque a professora ligou e disse que ela estava chorando uma crise de pânico. Ela não passou por nada semelhante até hoje. E E ela disse à minha esposa que ela estava chorando porque ela estava com medo de morrer. Minha menina é de oito anos. Então como pai, Como delegado de polícia, como deputado estadual peço cuidem das nossas famílias por favor obrigado gente. Obrigado deputado Egídio. Passo para o deputado Oscar Guts. Nosso conterrâneo. Boa tarde a todos e a todas. Quero aqui cumprimentar o deputado Jorge Guete. Parabenizar pela iniciativa junto à Câmara dos Deputados, que acho que é muito importante esse grupo de trabalho. Parabéns deputado. Quero aqui cumprimentar a todos do Judiciário, a polícia. Polícia civil, militar, bombeiros enfim, Todos, não quero me alongar aqui porque já veio o bilhete tem que ser breve aqui, e eu concordo que mano tem que dar discurso político. Mas quero aqui também parabenizar a Jennifer e o marido dela por me atender muito bem dia de noite acho que foi sete hora da noite ficamos mais de uma hora conversando Quero parabenizar por atenção que vocês deram. Até fui reivindicar porque eu sou presidente da comissão dos direitos humanos. E eu tenho esse dever falar com as famílias né? A minha obrigação como deputado. Então quero parabenizar pelo belo atendimento que Fizeram a nós e também dizer né ao prefeito que vocês relataram que são bem atendido ao estado ainda falta alguma coisa e nós temos ido pra trabalhar pra isso. Mas do dia que aconteceu o incidente que não devia ter acontecido com esse monstro, eu fui nos primeiros As primeiras pessoas deputados a levantar uma sugestão num projeto de lei que depois junto com todos os deputados os quarenta Foi sensibilizado pra ter segurança armada nas escolas. E graças ao nosso governador Nejido, Na hora fez o projeto de lei e todos os deputados aprovaram. Mas eu também sei que isso isso não é tudo. Nós temos muito mais pra fazer. E seguranças escola, igreja e fim onde ser. Mas nós também temos que se unir. Justiça e sociedade. Tudo começa por educação e saúde. Vamos ter que trabalhar muito pra melhorar essa questão, que eu não queria estar aqui nesse momento, queria estar lá na assembleia trabalhando e não queria estar aqui, que também é trabalho, mas é dia muito triste, eu nem sei como é que eu estou conseguindo falar aqui. Eu sou muito chorão ainda mais quando mexe com esse tipo de coisa até porque eu já perdi dois filhos. Então é muito dolorido, Quero deixar o nosso gabinete duzentos e sete à disposição pra trabalhar, pra não acontecer mais isso, com monstro desse invade algum local E faz isso com nossos familiares. A gente sabe que as professoras, diretores, todos fazem belo trabalho. Mas em conjunto nós temos que fazer muito mais Passarvamos muitas vidas. Grande abraço. Alô, obrigado deputados Oscar. Quero registrar mais uma vez o deputado Tarcísio Mota nosso colega estava estava a caminho de Santa Catarina ele queria muito estar aqui presente e está problema sério de voos né Em São Paulo e Rio de Janeiro, portanto o Leonardo, Leonardo nosso coordenador estava lá em Florianópolis pra trazer ele, ele ligou então pro pro Pro deputado Alfredo, justificando então que não podia embarcar porque não não não tinha voo né. Mais uma vez registrar Que é a deputada Luiza Canziani, que é a relatora, hoje ela tinha exame de saúde agendada há muito tempo, Então ela não não pode estar presente, está acompanhando online também, os deputados da comissão, Vou ler aqui os deputados das da comissão que está aqui atrás, né só pra registrar todos eles os quatorze, quatorze partidos, Várias regiões, várias ideologias, diversas diversas opiniões, mas todos nós muito unidos e irmanados, Né? Pra combater a violência nas escolas então quero agradecer bastante, Alice Portugal, a deputada Alice Portugal, A deputada Anne Ortiz, a a deputada Franciane Bayer, a deputada Giovanna de Sá também vou registrar, hoje ela está numa audiência com o ministro dos transportes lá no sul do já agendada há muito tempo sobre a BR dois meia cinco, então ela queria muito estar aqui, não não a deputada Giovana não está aqui, Mas manda fraterno abraço pra todos. O Tarcísio Mota eu já falei, Luiza Cansiane, Professora Gorete, Deputado Rafael Brito, deputado Raymond, deputado Rodrigo Gambale, Deputada Socorro Neri, e a deputada Tábata Amaral, são os quatorze membros da do grupo de trabalho. Então passo a palavra agora pro presidente da Câmara Municipal de Blumenau, senhor Almir Vieira, E depois peço pro prefeito Mário fechar então o anfitrião e fechar o essa A rodada né os trabalhos aqui porque depois nós vamos abrir os painéis pra começar os trabalhos. Boa tarde a todos e a todas. Deputado eu vou fazer rapidamente aqui no início da minha fala só o agradecimento E parabenizar até porque eu vou ter a fala no painel é onde eu vou estar destacando as linhas que eu quero trabalhar junto dessa sessão. Quero aqui em nome do prefeito agradecer todos os os secretários da da nossa prefeitura que se envolve diretamente No assunto no momento em que aconteceu. Eu quero agradecer aqui de forma especial também o secretário de segurança pública Paulo César Ramos aqui nesse ato representando o governador. Agradecer os deputados, deputada Ana Paula que teve num momento rápido de ação, nos encaminhou direto ao ministro de justiça quando ele esteve aqui Em Santa Catarina tivemos a oportunidade de já fazer uma fala entregar pra ele o primeiro esboço do que iria acontecer. Deputado Goethe, Pela magnífica parou todos os trabalhos na câmara isso vale a pena ser registrado momento em que nós fomos pra lá, parou todos os trabalho da do legislativo pra Pra nos atender, pra nos encaminhar em todos os setores que nós precisávamos estar lá, demonstrando assim uma uma preocupação muito grande com o que aconteceu. Aos quinze vereadores, Que no primeiro momento após sabermos da notícia paramos todos os nossos trabalhos chamei todos pra uma reunião uma convocação emergencial onde já destinamos algumas questões o Executivo pôde trabalhar, o prefeito Mário já como já mencionei, a viceprefeita, todos os profissionais da área. É É momento que não se tem muito o que falar, o inesperado ninguém prevê. Nós vivemos uma vida rotineira, onde nós temos o nosso dia a dia Todo marcado, todo preparado e quando acontece uma situação dessa ninguém sabe o que fazer. E nós aí tivemos aí várias situações e depois no decorrer a gente vai estar conversando quando a gente conseguiu Rapidamente ter ações. Também agradecer a presença dos pais do Bernardo que estão representando todas as família aqui, mulher de fibra, os pais de coragem, teve força em todo o momento, Né esteve conosco aí, em Brasília aqui, falando firme, olhando pra frente e acreditando que podemos fazer uma coisa melhor pro nosso futuro, pra nossas crianças, pro nossos professores e pra nossas famílias. Obrigado nesse momento e deixo pra falar na hora do painel obrigado. Obrigado presidente da câmara, vereador Almiro em seu nome agradecer a todos os vereadores. O deputado Jorge Guedes me deu a a incumbência de terminar Esse momento eu quero agradecer todas as falas eu acho que todas precisam ser ressaltados e destacadas aqui, mas o principal objetivo é a gente partir para os painéis, E o próximo painel é saúde mental e educação, primeiro painel. Eu já quero passar a palavra cerimonialista e desfaço a mesa né deputado? Pra que o pessoal do do painel possa assumir aqui, a cerimonialista vai vai chamar Nádia está contigo. Neste momento então, desfazemos essa mesa e convidamos para compor do Painel Saúde Mental e Educação, o deputado federal Jorge Goetheen, coordenador do grupo de trabalho que presidirá o painel, a secretária de estado de saúde, Santa Catarina, senhora Carlos anoto, o comandantegeral do corpo de bombeiros militar do estado de Santa Catarina, senhor coronel Fabiano de Souza, a viceprefeita do município de Blumenau, senhora Maria Regina de Souza Soares e a secretária municipal de assistência social de Blumenau, senhora Patrícia Sassin. Que já foi chamado? Está bom. Quero registrar a presença do Guilherme Tamanini, representando a deputada Paulinha, Guilherme. Então só, pra registrar a presença do Guilherme Tamanini. Só para registro está também a mesa o secretário de promoção da saúde da prefeitura municipal de Blumenau, seu Marcelo Lanzerin. Podemos começar então? Ok, obrigado. Como como iniciamos, o deputado. Por gentileza deputado. Não, mas é importante o senhor aqui. É, senão eu me sinto. A deputada Ana Paula acho que saiu já pro aeroporto? Aqui. Aqui deputado Alfredo, mas nós gostaríamos, nós gostaríamos. A deputada Ana Paula está aí? Ana Paula eu acho que ela já saiu que ela ia pegar o voo agora às seis horas da tarde. Então, Obrigado pela pela gentileza a participação dos senhores e senhoras. Esse painel Como falamos antes o grupo trabalho, secretária Carmen, está alicerçado em três eixos E dos eixos é saúde mental e educação. Todos todos os os painéis fala de educação, nem poderia ser diferente. Falase com frequência sobre a interação entre a saúde e a educação, especialmente quando se trata do tema da violência em ambiente escolar. No entanto, a articulação entre os sistemas de ensino e serviços de saúde e de assistência social, Precisa de melhor definição com o estabelecimento de fluxos de ação e informação Que melhorem a qualidade da convivência e da saúde mental nas escolas, bem como sejam capazes de detectar precocemente Casos de interesse para intervenção em saúde mental. Então, inicio os debates, Ouvindo a secretária Carmen Zanuto. Obrigada meu boa tarde a todos esses senhoras e senhores quero, Respeitoamente saudar o nosso presidente da e coordenador do grupo de trabalho da nossa câmara dos deputados, nobre deputado Jorge Gerten. Quero saudar também os demais deputados, a nossa querida deputada Ana Paula Lima e o deputado Alfredo Gaspar, bemvindo deputado, É prazer recebêlo no nosso estado. Quero saudar o prefeito Idebrando em nome dele e da viceprefeita Maria Regina, Saudar toda a equipe do município, os nossos professores, coordenadores de escola, a comunidade como todo. Quero saudar os nossos deputados estaduais, deputado Egídio Ferrari e o deputado Oscar Guts, O nosso procurador de justiça, o nobre deputado Fábio de Souza e o nosso secretário de estado de segurança pública doutor Paulo César Ramos. E em nome dele saudar todas as autoridades que já compuseram a mesa de abertura e todos que estão aqui conosco. Quero respeitosamente Saudar os familiar. A Jennifer, o Paulo e a Lidyan. Dizer que, Não dá pra gente dizer que a gente sente a dor de vocês. A dor de vocês ela é única, E de vinte e quatro horas com certeza. Eu trago aqui uma fala e aí talvez colegas deputados que compõe A comissão eu traga também algumas pautas que nós precisamos enfrentar quando se fala de saúde mental no país. Por que que eu trago isso? Porque não dá pra gente falar de saúde mental nas escolas se nós não falarmos de saúde mental no Sistema Único de Saúde. Pra gente ter saúde mental nas escolas nós precisamos fortalecer a saúde mental Nas políticas públicas de saúde. Dentro do sistema único de saúde nós estamos aqui com o secretário Marcelo. Na mesa junto com a viceprefeita Maria Regina, que já foi secretário, estamos aqui com o Douglas e a equipe da regional de saúde, nós vamos avançar e muito Nas questões da saúde mental no nosso país. E este é o momento gente ímpar, por isso que eu preferi Não falar na abertura pra poder ouvilas e ouvilos porque nós precisamos compreender que É necessário sim o fortalecimento da saúde mental na atenção básica, precisamos reconhecer as deficiências E o número insuficiente de centro de atenção psicossocial, os nossos CAPES, porque nós não vamos conseguir ter. Saúde mental sem o enfrentamento da melhoria do financiamento, Porque esse custo mesmo que o estado aqui de Santa Catarina cofinancia os CAPS, ele é insuficiente pra manter uma equipe multidisciplinar De qualidade, e temos o número de CAPS necessários do país. Precisamos ter a coragem de enfrentar os internamentos hospitalares. Eu sei conheço o sofrimento das famílias quando preciso de internamento, quer seja por dependência de álcool, drogas ou outras doenças mentais e não se consegue uma vaca. Eu tenho uma crítica muito grande e essa crítica me acompanha, Porque eu não acredito nos resultados dos internamentos de saúde mental, em hospitais gerais. Quando a gente tem dentro de hospital geral, Cinco dez leitos de saúde mental. Impossível aquela unidade hospitalar ter equipe multidisciplinar para o atendimento daqueles pacientes lá internados. Ou tu faz medicamento de terapia durante quinze ou trinta dias, ou mobilização. Por quê? Porque não tem como você tratar doente mental sem uma equipe multidisciplinar então, fortalecimento da tensão primário, Fortalecimento e aumento do número de CAPES com financiamento adequado para essas ações, internamentos hospitalares. E aí nós temos uma grande rede de hospitais de pequeno porte, que até trinta leitos, ou pouco mais, eles dão conta sim de equipe muito Disciplinar passei por Ponte Serrada sábado que é no meio oeste do nosso estado e lá vi o atendimento não falo e voltarmos a ter em hipótese alguma três mil pacientes como nós tínhamos na coluna santana, no estado de Santa Catarina, hoje não é disso que eu estou falando, eu estou falando de uma rede de atenção, porque após o internamento num hospital, ele precisa ser encaminhado, ter a referência e contra referência com os CAPES e com atenção primária em saúde. E aí eu trago também pra comissão uma pauta que eu compreendo que seja fundamental de ser discutida essa fala eu faço como deputada federal, como profissional enfermeiro da área da saúde e como secretária de estado de Santa Catarina, que é a resolução quatro oito sete do Conselho Nacional de Justiça, em cumprimento A lei federal de dois mil e que é a lei dez mil duzentos e dezesseis de dois mil e que é a lei antimanicomial, que a partir deste mês de agosto, os hospitais de custódia não podem mais receber nenhum paciente. O sistema público de saúde o SUS não está preparado pra isso, os nossos municípios que é quem serão os que deverão estar acolhendo esses pacientes, não tem estrutura, não temos residências terapêuticas insuficientes, e muito menos financiamento para essas residências terapêuticas. Não dá pra dizer deputado Jorge, de que os estados têm financiamento suficiente, os municípios têm financiamento suficiente. Não é verdade. Os estados estão colocando em média, catorze por cento dos seus recursos na área da saúde, e os municípios já há mais de vinte e quatro por cento. Então não dá pra falar de saúde mental nas escola, sem falar de saúde mental nos municípios que é onde as pessoas vivem, e no financiamento para atendimento adequado de saúde mental. E esta resolução, Ela então suspendendo as entrada dos pacientes, nós temos que dar conta, junto com o conjunto dos municípios, de colocar essas pessoas nas residências terapêuticas, nos CAPS, ou em outras estruturas de saúde. E elas precisam ser acompanhadas então, eu precisava na condição de secretária de estado, Trazer esta fala aqui, acho e gostaria de pedir à comissão que fizesse uma audiência pública, tratando lá Na câmara do grupo de trabalho, eu digo isso pela minha experiência de parlamento, que a gente pudesse discutir a lei dez mil duzentos e dezesseis de dois mil EEEA resolução do conselho nacional de justiça. Nós secretários de estado estamos discutindo junto com o judiciário Como implementar a resolução a partir deste mês, sem as estruturas necessárias para atendimento dessas pessoas que estão nos hospitais de custódia. Isso não é uma realidade só de Santa Catarina, é uma situação de Brasil porque com a proibição da introdução ou inclusão ou recebimento de paciente no hospital de custódia, uma pessoa que esteja cerceada da liberdade, a gente vai precisar ter estruturas que acolhem essas estruturas repito, estão sendo determinadas Que sejam na rede de atenção psicossocial dos municípios e nas residências terapêuticas. Então, inclusive amanhã O nosso presidente Fábio que preside o colegiado de secretários, estaduais de saúde vai ter uma reunião em Brasília, junto ao judiciário para discutir essa situação. Por que que eu trago aqui? Porque nós só vamos ter Condições melhores e nós somos o estado de Santa Catarina, estado ordeiro, estado sem violência, estado com Todas as características, e a cidade de Blumenau, uma cidade, que viveu tragédias, Tragédias causadas pela natureza, pelas intempéries. E Blumenau se redescobriu, E Blumenau se reinventa a cada tragédia das natureza. Agora essa tragédia, ela É uma tragédia humana, ela é uma tragédia causada numa violência que é inexplicável, por ser humano que a gente não consegue dizer, mas como profissional da área da saúde eu não posso dizer que ele não é humano, mas com comportamento absolutamente diverso do comportamento dos catarinenses. E por coincidência o nosso estado, Depois de dois anos daquilo que a gente viveu e saudades, que é uma cidade pequena, calma, acolhedora, A gente vem viver essa situação no estado de Santa Catarina. A grande angústia que a gente tem é, qual é o plano? Será que todo o plano que está sendo desenhado e construído necessário para a segurança na porta da nossas escolas? Será capaz de evitar tudo isso? Ou precisamos de muito mais ações do que essas? Eu acredito que sim. Essas são necessárias e fundamentais, sem sombra de dúvida. Mas a gente precisa também olhar para toda política pública De atenção psicossocial no nosso país, nós precisamos olhar e fortalecer uma cultura de paz, e nós precisamos combater E tratar quem é dependente de álcool, porque o álcool é a porta de entrega pra para as outras drogas, e consequentemente Quando você cai nas drogas você tem o furto, você tem a violência, e muitas vezes o consumo de drogas é utilizado como justificativa pra atos desta natureza que são imperdoáveis. Com certeza absoluta, Rever legislação é importante, mas não basta rever a legislação. Nós precisamos discutir no parlamento e aproveitar a riqueza deputado Jorge Gater, deste grupo de trabalho, que sim grupo de trabalho da Câmara Federal Prepara relatórios, faz indicativos. E os indicativos que aqui eu recomendo, tenho certeza que a viceprefeita Maria Regina E o secretário Marcelo vai trazer também a questão do fortalecimento da saúde mental na atenção primária. O fortalecimento dos CAPS, os internamentos hospitalares que nós temos sim demandas e precisamos ah dar esse atendimento e a grande preocupação que estamos vivendo no momento com relação a essa resolução do CNJ que é o acolhimento nas nossas cidades, e precisa ser cumprida, mas eu acho que também precisa ser discutida no parlamento brasileiro porque está diretamente ligada a esta pauta. Porque no momento que eles foram encaminhados para os municípios, eu não posso me furtar aqui, de perante público tão seleto, tão sofrido, Não tratar do tema, e aí daqui a alguns dias, as senhoras e a senhora dizia está, mas foi lá pra mesa, e não falou de problema que está na porta, já estamos no mês de agosto. Sim, ele já está dentro dos prazos da resolução da ministra Rosa Weber em vigência então, estamos em agosto, ele já estaria em vigência, nós sabemos que não estamos preparados ainda, o país não está preparado Pra isso, e a nossa sociedade não está preparada pra isso. E olha que ouvi muito atentamente, em especial as falas dos familiares. Eu não tenho mágoa, eu não tenho ódio, mas eu não quero vêlo dentro da sociedade. Eu ouvi desta mesa os aplausos Com relação ao período de sentença que foi dada ao criminoso de saudar. Mas a nossa legislação, e não basta só mexermos na legislação então, deixo aqui o meu pedido, o subfinanciamento da saúde mental é uma realidade, temos profissionais sim, mas os municípios e os estados sozinhos mais não dão conta de atender e garantir as equipes multidisciplinares dos municípios e esse número de serviços lamentavelmente é insuficiente no Brasil. Então muito obrigado deputado. Conte conosco. Muito obrigado secretária Carmen. 000 deputado Alfredo parece Tinha alguma contribuição ali deputado da CCJ, uma votação na CCJ, eu acho que ele tem alguma informação. Não só pra informar a deputada que semana passada fizemos, esse debate na CCJ e aprovamos PDL Pra suspender essa resolução, essa política antimanicomial ela realmente é muito perversa E vai botar muito criminosos na rua e o Parlamento está fazendo essa discussão e em breve levaremos a plenário. Foi unânime Quase a aprovação na CCJ né deputado? Passo a palavra agora, Para o comandantegeral do corpo de bombeiros militar do estado de Santa Catarina. Senhor coronel Fabiano de Souza. Meu muito boa tarde a todos. Permita me saudálos os representantes da mesa e os colegas de painel de maneira muito breve. Uma pessoa deputado federal Jorge Guetten, da deputada federal Carmen Zanotto, colega secretária da saúde, deputado Alfredo Gaspar, A prefeita, Maria Regina e o secretário Marcelo. Em seus nomes estendeu os a todas as autoridades já nominadas pelo protocolo todos os presentes. E de maneira muito especial, Me compadecer né com os os familiares a senhora Jennifer, senhor Paulo Edson e a senhora Lidiane e ao mesmo tempo Da minha admiração pela coragem em participarem dos debates, no sentido de evitar evitar que novas tragédias aconteçam, Mas sem dúvida nenhuma, cada debate desse tipo vem à mente vem à memória tudo aquilo que aconteceu, e ao mesmo tempo que eu me compadço, Me entusiasma a coragem de todos vocês pra gente também continuar trabalhando e fazendo o que há de melhor pra nossa sociedade brasileira. Bom, sobre o aspecto da saúde mental e educação. No corpo de bombeiros e talvez, Sendo muito próprio das instituições da segurança pública, mas especialmente militares como todo, A gente sempre trabalhar sobre o aspecto de aprender com os erros, ou estudar procedimentos que foram adotados no passado Pra melhorar nossos protocolos para o futuro. E aí é muito comum dentro da das instituições, né. Nós. Sempre estudarmos e atuarmos com base na causa, e não efetivamente na consequência. Tudo que a gente trabalha na consequência custa caro, e é paliativo não é resolutivo. E eu sempre gosto de citar né no no nos nos meios e em em conversas em geral. Alguns exemplos que nos trazem à luz situações desse tipo. Trabalhei muitos anos na Defesa Civil e aqui está o secretário da Defesa Civil, o coronel Armando que fará uso da palavra logo depois. E em duas oportunidades eu pude ir ao Japão, e estudar pouquinho sobre prevenção de desastres e algo que o Japão Trabalhava muito né, por conta de todos os desastres que acontecem naquele país. E como regra, Eles trabalham muito na causa e não apenas na consequência. Isso não significa que medidas não devam ser tomadas para a consequência. E aí eu já antecipo pouquinho né dizendo que, vários colegas comentaram aqui comentaram antes, Do trabalho que vem sendo feito logo depois da tragédia aqui de Blumenau. Colocar a segurança nas escolas, rondas escolares e algumas medidas que foram feitas. Tudo isso era necessário foi uma medida enérgica logo após, o acontecido logo após a tragédia, Mas a gente deve ter uma exata noção de que ela é paliativa, eu não estou trabalhando na causa, estou trabalhando na consequência. E aí quando a gente trabalha na consequência eventualmente, daqui a pouco outro criminoso que invade outro estabelecimento de saúde, templo de culto, É a gente imaginar que vai resolver colocar sempre agente de segurança em cada local desse. Alguém vai lá invadir hospital vou ter que colocar agente de segurança em cada hospital, Vou colocar agente de segurança em cada tempo e cada igreja. E nessa ida no Japão, eu sempre gosto de citar Duas passagens, uma delas vai bem ao encontro do que a gente está discutindo aqui. Chamou sempre a atenção do brasileiro Em dois mil e catorze quando aconteceu a Copa do Mundo no Brasil, que os locais onde ficavam os torcedores do Japão. Finalizado o jogo, eles estavam extremamente limpos. Não havia sujeira, não havia garrafa plástica, Copo absolutamente nada onde ficava a torcida do Japão. O mesmo não dava pra dizer torcida dos outros países que era uma verdadeira produção de lixo. Só que é muito interessante a gente verificar a história, por que que o japonês ele fazia isso? Pra aqueles que gostam de acompanhar noticiários, Durante certo tempo lá no na década de dois mil ali no no início dos anos dois mil, no Japão, pra quem lembra, aconteceram algumas Alguns atentados terroristas. Grupos terroristas utilizavam como modos operandi né maneira de agir, Colocar pacote dentro das lixeiras de lixo, principalmente dentro dos metrôs, e aquela Bomba com gás sarin quando ela explodia acabava pegando todo mundo no metrô que era uma área de difícil circulação de ar, e acabava levando muita muitas pessoas a óbito. Isso aconteceu uma duas três vezes, e aí o governo japonês resolveu de imediato agir na consequência. É o que a gente está iniciando falando aqui. Medida imediata paliativa. Retira todas as lixeiras públicas de Tóquio. E vamos estudar e vamos tentar encontrar os terroristas o que efetivamente depois de algum tempo aconteceu. Encontraram e prenderam. Antes de eles retornarem às lixeiras públicas, foi feito estudo pelas pelo departamento de saúde do governo e eles verificaram, comprovaram Que diminuiu em muito doenças infectocontagiosas, principalmente por conta de roedores insetos e tal, Ou seja aquela medida que era paliativa pra uma ação, eles conseguiram estudar e viram que era a causa de problema na saúde. Resultado, eles não devolveram lixeiras públicas, e passaram a fazer uma campanha de conscientização da população Pra que levasse o próprio lixo pra casa, que haveria a coleta seletiva e o recolhimento. Eles estudaram A causa do problema de doenças infectocontagiosas por conta de algo que aconteceu. Atuara na causa. E aí o mais interessante Mudou com o tempo, o comportamento e por conseguinte tempos depois a cultura do japonês. Por isso que quando vem pro Brasil, eles não jogavam o lixo no chão. Porque eles levaram o lixo pro próprio hotel Pra que fosse feito o descarte correto, E0A destinação correta agiram na causa, não na consequência. Talvez dos grandes problemas do Brasil, quando se pensa em agir na causa, é que se achar né que a causa tudo se resume, E aí eu concordo com a secretária Carmem Zanotto, tudo se resuma à legislação. E a gente sabe que no no Brasil o que não falta É legislação dentro do nosso arcabouço jurídico. Se não me falha a memória deputado Jorge. Em dois mil e dezenove foi publicado uma legislação A treze mil novecentos e trinta e cinco de onze de dezembro de dois mil e dezenove, que trata de tema parecido com o que a gente vem discutindo. Eu até tenho ela aqui. Treze mil novecentos e trinta e cinco que dispõe sobre a prestação de serviço de psicologia e de serviço social Nas redes públicas de educação básica. Ou seja em dois mil e dezenove momentos antes da pandemia Se discutia e o Congresso Nacional aprovou uma legislação sobre a obrigatoriedade de se ter profissional de psicologia e de assistência social nas escolas. É claro que o objetivo principal desse profissional, era trabalhar, na, nas prioridades definida pra Política pública de educação. Verificar a qualidade de ensino. Mas o fato é que desde dois mil e dezenove no Brasil, Já deveria ter profissionais da área de psicologia. E de assistência social no âmbito escolar. E E que basta uma alteração legal, pra gente expandir o que esse profissional pode fazer no âmbito das escolas. E agindo na causa como eu falei eu não tenho Dúvida nenhuma, mas esse é pensamento próprio, e é óbvio que a gente respeita toda a opinião contrária, que, De início a gente precisa fortalecer as estruturas família e escola. É lá que acontece a formação do indivíduo. Família e escola. Mesmo que a gente fortaleça a família e escola, é óbvio que a gente não vai evitar que algum desvio de comportamento aconteça. E aí vem o segundo passo, que é a identificação de pessoas que têm algum desvio, algum problema E não basta apenas a identificação, mas o monitoramento desses indivíduos. Num estudo que foi feito e publicado agora em dois mil e vinte e três, em tempos bem recentes né? O número de ação em escolas principalmente, Ações desse tipo como ocorrerá em Blumenau, ele vem aumentando. Na região sudeste, os últimos registros Apontam pra onze casos, nordeste cinco casos, no sul quatro casos, dois deles em Santa Catarina. CentroOeste dois casos e deles no norte. O caso de Santa Catarina em específico era indivíduo. Que talvez não precisasse de identificação porque ele já tinha sido identificado pelos órgãos policiais. Mas não tinha monitoramento devido. E por essa razão, a consequência trágica ocorrera. E eu não estou falando do caso específico desse agente Que já tinha identificação e aí era óbvio, né, que os órgãos de segurança pública e judiciais poderiam ter, Além do monitoramento algumas medidas que pudessem ser feitas, porque me parece que talvez o caminho dele não fosse efetivamente viver em sociedade porque ele não vive não não tanto não soube viver em sociedade que cometeu aquela atrocidade. Mas existem muito muitos outros casos que surgem nas próprias escolas. Desses casos que eu elenquei aqui, O perfil do agente via de regra, e aí eu estou falando de perfil, não se resume E obviamente não se trata aqui eu estou falando da média, e não de agentes específicos. Mas via de regra, ele tem dezesseis anos de idade, Está em idade escolar, e é do sexo masculino, via de regra, esse tipo de agente. Em alguns casos ele sofre bullying, tem algum tipo de desvio, cuja saúde mental dele pode estar sofrendo algum tipo de abalo. Identificado na escola ele precisa de monitoramento. Enquanto a gente se preocupa em atuar na consequência, e aqui eu não estou fazendo nenhum tipo de alusão, A qualquer tipo de ideologia ou o que quer que se pense né, estou falando em causa e consequência. Se eu achar que a causa é o uso de arma de fogo, Eu proíbo a arma de fogo ou a gente vai usar arma branca? Se eu proíbo a arma branca, ele vai usar uma tesoura, ele vai usar o que ele tem na mão. Porque o que se passa e o que está na cabeça dele é a saúde mental dele, são as faculdades mentais dele que a gente está colocando. E pra quem tem essa índole De cometer aquele ato, qualquer objeto é uma arma. Então enquanto a gente fica trabalhando consequência, evitando qualquer tipo de objeto ou que quer que seja, eu não estou agindo na causa, eu continuo tendo problema. Então me parece que a solução Ela passa muito mais por caminho de identificação e monitoramento. Seja numa idade escolar, onde talvez esse profissional Se a lei for cumprida ela é claro que o cumprimento dela teve problema que foi a pandemia, mas a lei sendo cumprida e sendo lapidada a atuação desse profissional De psicologia e de assistência social. E sendo obviamente regulamentada a lei, dizendo exatamente o que ele tem que fazer, Identificando esse tipo de comportamento, havendo monitoramento adequado, talvez seja muito mais interessante Do que a gente achar que a solução é colocar agente de segurança fazendo a consequência. É extremamente importante, A medida era necessária, mas ela não vai resolver o problema. Ela é paliativo. O problema vai ser resolvido atingindo a causa, Fortalecendo família e escola pra formar excelentes cidadãos, mas mesmo tendo desvio, Fazendo a identificação e o monitoramento preferencialmente no ambiente escolar, mas depois junto aos órgãos de segurança ocorrecional. Penso que o caminho seja nessa linha. Pra que de modo efetivo a gente tenha Algo muito mais adequado e viva uma sociedade muito melhor lá na frente. No âmbito do Corpo de Bombeiros, a gente vem e tem A expertise de fazer esse trabalho de agir na consequência. Por exemplo, a gente faz trabalho já antecedente pra prevenção ao suicídio. Após a tragédia de Blumenau, a gente começou a rever nossos protocolos pra fazer também dentro da linha do atendimento préhospitalar, A prevenção ao trauma psicológico. Mas a gente vai estar atuando o bombeiro na consequência. A não ser o trabalho obviamente preventivo educacional que a gente faz nas escolas. Mas para que a gente tenha algo mais efetivo, identificação E monitoramento desde o ambiente escolar até posteriormente na fase adulta onde quer que ele esteja principalmente se ele passar pelo ambiente policial. Era isso fico à disposição de todos e muito obrigado. Muito. Muito obrigado coronel Fabiano. Obrigado pela contribuição. Essa era a grande expectativa nossa né? É ouvir as diversas sugestões, ouvir e escutar, né? Pra gente avançar no possível. Obrigado. Convido pra fazer uso da palavra por sim com pelo tempo necessário. A viceprega, esse coloca o tempo aqui, né? Eu não estou obedecendo, desculpa os outros painelistas, né? Porque a gente está até pouco atrasada né? Convido pra fazer uso da palavra a viceprefeita do município de Blumenau Senhora Maria Regina de Souza Soar. Boa tarde a todos. Cumprimento especial aqui a Jennifer, Paulo a Lidiane já tivemos oportunidade de estarmos juntos e acompanhei bem de perto Secretária Carmen, minha parceira de caminhada do Sistema Único de Saúde aí, hoje deputada federal mas licenciada. Só vou pedir licença que eu tenho que me ausentar pouquinho, eu vou transferir a a presidência aqui pro, Deputado Licenciada e atuando hoje como secretária de estado da saúde. E Cumprimento especial aí ao deputado Jorge. Deputado Alfredo todos que compõem a mesa aqui. Também com carinho saudar ao Conids. Várias vezes também Tive ao lado dela. Secretária Carmo, eu acho que foi o dia. Que eu posso dizer o pior dia que eu já passei na minha vida. Porque quando cheguei vi aquele cenário lá e o telefone tocou. E era meu filho que estava ligando Dizendo mãe, ligaram aqui para escola e disseram que os pais podem vim buscar. Eu disse João fica tranquilo, meu filho. A mãe já pediu para que a Tata te busque, a mãe agora está aqui numa ação. Para ajudar algumas pessoas que precisam muito de mim aqui. E você fica com ela enquanto a mãe está aqui e assim que a mãe chegar em casa a gente conversa. E passar por aquele cenário que eu passei vendo os pais vindo buscar as crianças e chegarem na escola. E alguns saírem de lá somente com as suas mochilas nas costas. Não consigo nem falar porque, me volta as cenas né daquilo que eu convivi até ao lado. Da secretária Patrícia que esteve lá comigo. Desde o primeiro momento. Terrível mas enfim como gestora que estou no cargo que estou ocupando. Eu tive que respirar fundo e pedir a Deus que me desse Tem muita muita sabedoria. Pra que junto com toda a equipe que estava ali, conseguir fazer o melhor. Pra atender a cada familiar que chegava ali. Que a nossa equipe pudesse fazer o melhor. Por todos aqueles profissionais. Daquele CI. E aí, encontrei primeiramente o Marco que está aqui. Esse Marco. Chame a equipe de saúde mental pra cá. E o Marcos disse não, viceprefeito fica tranquila porque. Eu já tomei as providências os profissionais estão vindo. Liguei para o doutor Antônio que está aqui psicólogo. Doutor Antônio eu preciso que o senhor venha pra cá eu preciso de ti aqui. Durante o ano de imediato foi pra lá. Porque recentemente nós tínhamos saído secretária. Num simulado que nós fizemos, No Hospital Santa Isabel. Simulado de incêndio dentro da UTI do Hospital Santa Isabel vocês conhecem o Hospital Santa Isabel sabem Que é o maior hospital que nós temos aqui na cidade, né? E nós fizemos simulado. E de imediato secretário Marcelo. Nos veio à mente, eu disse vamos montar Trazer o nosso knowhow pra cá e vamos montar o QG aqui, Marco. Com toda a equipe que for preciso. Pra que a gente possa, ao lado de toda a equipe da assistência social, fazer trabalho integrado, e assim nós começamos, Lá no dia cinco de abril. E ficamos por noventa dias, com a equipe Dentro do CI dando acompanhamento pra todas as famílias, e para os profissionais que estavam lá trabalhando. Pessoas que realmente a gente fez no fim somatório foram mais de aproximadamente quase mil pessoas e foram atendidas pela nossa equipe. E uma ação integrada entre as secretarias que eu nunca tinha visto. Além dos simulados logicamente que a gente integra todas as ações secretarias, mas as os profissionais da secretaria da assistência social Da saúde, da educação, da Defesa Civil, estiveram ali o tempo inteiro ao nosso lado. Desde acolher e levar o familiar. Pra identificação e depois a Patrícia vai passar pouco, qual foi o papel Que a equipe dela teve de acompanhar a família, lá no IML, de ir atrás de documento, de participar, Dos velórios de botar a equipe lá nos velórios, porque a gente sabia que nós íamos ter problema lá. E nós tínhamos cinco crianças dentro do Hospital Santo Antônio e eu disse ó o contato de vocês secretário Marcelo não estava na cidade Aquele dia, vai ser comigo e de momentos e momentos recebendo como é que estava cada criança que estava lá E uma que os pais levaram e que acabou sendo atendida na no piada Unimed seis crianças. Então assim. Não medimos esforços nenhum. E Conseguimos vencer eu posso dizer assim secretária Carmo, com sete psicólogas dentro, integralmente trabalhando dentro da Do CI pra atendimento de toda, os profissionais, alguns não retornaram, outras crianças que ainda não conseguiram retornar que aos poucos estão retornando. Mas nós estamos Logicamente demos a liberdade pra que cada fosse atendido onde quisesse, mas a nossa equipe estando lá à disposição. E aí secretária Carmen a gente vê, o que é o município ter uma equipe capacitada, Em tragédia. Nós estamos aqui capacitados, pra atender enchente. Morro que desliza, né, grandes tragédias, Mas não esse tipo de tragédia, mas nós buscamos o knowhow e forças de onde a gente não tinha, pra fazer o melhor. E aí eu quero aqui falar, secretária Carmen quando tu diz, que nós temos que mudar algumas coisas que nós estamos aí impostas, Como atenção psicossocial. Como se termina e se fecham hospitais vocacionados, pra atender pessoas que precisam ser internadas em hospitais com com profissional especializado na área. Pra atender aquelas pessoas que realmente precisam e simplesmente de uma hora pra outra dizer não. Esses pacientes têm que ser atendido em hospitais gerais. Como? Os profissionais que estão em hospitais gerais não estão capacitados como aqueles profissionais que estavam naqueles hospitais lógico que nós não queremos mais manicômios, mas nós temos que dar uma atenção especializada pra Pessoas que precisam. E hoje, se acabou os hospitais, Os antigos manicômios. Não conseguimos abrir leite em hospital geral porque não é qualquer hospital que está capacitado pra isso. E nós estamos num limbo. Num limbo. E nós temos as nossas equipes de CAPS, nós temos uma rede integrada hoje na cidade. Enquanto nós trabalharmos aqui em Blumenau, de família acolhedora dentro das escolas, escolas sem muros, Escola aberta final de semana pra comunidade sim. Hoje nós estamos tendo que morar, Botarse em pentina, colocar segurança armado, botão de pânico, Tudo mais que estão nos exigindo. E os valores estão trocados porque o bandido. Ele continua. Podemos estar aqui olha como nós estamos agora, entrar uma pessoa aqui com problema psicossocial, tirar uma arma do bolso e menos de vinte segundos como foi lá na creche acabar com muitos de nós aqui. É esse olhar para essa pessoa que nós precisamos. E nós temos capacitado a nossa rede de educação. Gente Ouçam e nós temos aqui a nossa rede aqui presente. De diretores. Ouçam as nossas crianças, Percebam as nossas crianças, aquela criança que fica lá no cantinho perto. Aquela criança quando a professora começa a falar. E ela se manifesta de uma forma diferente. Só que nós não podemos Partner A partir do momento que os professores identificam essas crianças, colocar elas numa fila de espera. Pra ela ter acesso a uma consulta de neuro, pra ela ter acesso a uma consulta com psicólogo, pra ela ter acesso a uma gente. Não dá, não dá pra ser assim. E hoje nós temos isso acontecendo, porque nós queremos que Blumenau investe muito aqui mas mesmo assim a gente não dá conta da demanda que bate na nossa porta deputado. E o que nós vamos fazer? Agora nós tivemos que implantar aqui no município de Blumenau uma central de atendimento vinte e quatro horas, pra atender pessoas que nos ligam pra tirarem mais de rua atropelado. E quando a nossa equipe dá atenção da abordagem social passa na rua e vê cidadão usuário de droga Passando frio. Tomando bebida alcoólica pra se esquentar. Isso eu não posso tirar da rua. Só se ele quiser. Como pode uma pessoa usando droga ter discernimento se ela quer ou não ser internada? Eu discuto sim internação compulsória. Porque esse cidadão ele não tem discernimento pra se internar, Pra dizer que quer ir pra uma clínica de recuperação que quer ser internado pra se recuperar. Ele não tem discernimento. Esse cidadão eu tenho que acolher eu tenho que leválo sim. E tentar tirálo dessa situação. Claro que o animalzinho tem que tirar é óbvio, nós estamos estruturando cada vez mais pra isso, mas eu não posso fechar os olhos para ser humano. Que ele vai praticar alguma coisa assim, porque se ele não tiver dinheiro para comprar droga. Ele vai roubar, Ele vai entrar numa casa como entrar esses dias, amarrar idosos, bater em idoso pra roubar pra conseguir comprar droga. Que nós estamos vivendo. Então nós temos sim e que bom eu quero parabenizar, por esse momento estamos aqui iniciando essa Expulsão de criar políticas públicas de resultado. Não políticas por claro, Discutir legislação importantíssimo pra essas pessoas não estarem aí no dia a dia nas ruas, minha casa já foi assaltada três vezes pelo mesmo cidadão. Três vezes, porque ele é preso daqui a pouco ele está lá na rua roubando de novo. O mesmo, olhe lá na câmera eu já sei até quem é, E onde ele mora. Todos os policiais sabem, de novo esse cidadão. Né? Então assim, que a gente crie políticas realmente de impacto. Trabalhar famílias. Eu olho a mochila do meu filho todo dia antes de ir pra escola. O penal dele pra saber o que que ele está levando o que ele está trazendo. Digo pra ele não aceitar chiclete e balas de de amiguinho, de Infelizmente eu tenho que dizer isso pra ele. Meu filho, existe pessoas do bem e pessoas do mal. Então cuida. É isso que a gente precisa trabalhar, as famílias, a educação está sendo jogada pros nossos professores. Os nossos professores não dão mais conta nas escolas e depois que virou a pandemia eles estão aqui pra me pra me afirmar. O quanto está ficando cada vez mais difícil crianças nas escolas e se o professor chama os pais, os pais muitas vezes vão lá e ainda criticam o professor. Por que que tu agiu assim com meu filho? Eu venho de uma educação. Eu venho de uma educação que o meu pai e minha mãe sempre dizia pra mim minha filha professor você tem que ter o mesmo respeito que vocês têm por nós. E a hora que ele Deus me livre se chegasse em casa com anotação nas na agenda de professor chamando na escola. Porque o pai e a mãe ia lá, mas quando chegava em casa a gente apanhava. Não ia lá passar a mão na cabeça da gente não. Então é isso que tem que acho que a gente tem que resgatar algumas coisas que estão se perdendo. E E como disse o doutor Antônio hoje de manhã deputado, na nossa reunião de trabalho. Criança está vivendo num mundo, trancada num quarto almoçando no quarto, na frente disso aqui olha. Ninguém mais senta a mesa pra almoçar, pra tomar café da manhã em família, pra jantar em família, e quando veio a pandemia que todo mundo teve que ficar em casa, e almoçar todo mundo junto e comer todo mundo junto o que que aconteceu? Explodiu o número de violência. Os pais não estavam mais acostumado a sentar, Ficar todo mundo em casa junto. Ninguém podia sair na rua. Todo mundo tinha que ficar ali. E aí começou a vim o quê? Não é que aumentou a violência, aumentou? Mas impacto daquilo que é a vivência familiar. Então que bom que hoje nós estamos aqui e espero que daqui saiam também construção de políticas públicas além da legislação, focada nas pessoas, nas famílias, nos seus valores e nos seus princípios. É isso que eu peço, resgate de valores e princípio. E o foco de focar naquilo que realmente a gente precisa, Que a gente conseguir trabalhar prevenção, que a gente conseguir trazer de volta As famílias préescolas mas não só pra ir lá. Fazer festa, não, conversar com o professor como é que está o meu filho na escola? Como é que ele está o comportamento? Eu de vez em quando passo na escola do meu filho e pergunto pros professor, não sou chamada lá pra isso não. Como é que está o João na escola? Eu acho que cada de nós pais temos que nos preocupar com isso. E não esperar o professor chamar. Né e eu acho que são esses valores e princípios que também nós temos que resgatar. E a gente vê na rede social das famílias eu acompanho a Jennifer Paulo. Família das crianças que estão Que era a vida deles mesmo vivendo em família. Atenção que vocês davam para cada deles, né? E os que não dão gente como é que nós vamos, realmente trabalhar com tudo isso? Desculpa se eu me estender aqui, mas eu como mãe, preocupada com os princípios e valores eu tinha que falar isso secretária Carla. Não adianta só dinheiro, não adianta só murar, não adianta só botar policial, segurança, porque o cara vai, enfim, não quero aqui me estender mais porque já me botar no bilhete aqui que eu tenho que parar de falar. Mas eu me empolgo, porque eu me preocupo, futuro que a gente tem muito breve que a gente está vivendo hoje no nosso mundo. Obrigada, boa tarde a todos. Convido para fazer uso da Palavra à secretária municipal de assistência social daqui da cidade senhora Patrícia Sassi. Boa tarde cumprimentando o deputado Gaspar Cumprimentando a nossa viceprefeita Maria Regina, cumprimento já todas as autoridades já nominadas, né. Lidiane Paulo, Amanda Jennifer Alconides em nome de vocês também. A todas as famílias né, todos que foram impactados por essa tragédia. Uma tragédia que impactou todos nós. E uma, falar diante de todas as falas que a gente já teve, Às vezes é pouco se repetir mas. Tem algumas questões que eu acho extremamente importante. Essa tragédia aconteceu numa escola privada. E o serviço público tratou como público. Primeiramente porque a Alconides permitiu. Porque a ela foi dado o direito de perguntar se nós poderíamos ou não intervir interferir naquele momento. Esse é respeito que se tem que ter mas quando acontece algo na cidade independentemente Se é público privado é da cidade o problema é da cidade e ele deve ser levada como comunidade, e tratada como comunidade sempre mantendo o respeito. Mas como comunidade, então toda a intervenção que o serviço público teve ele foi na mesma da mesma formatação Que se ocorresse numa unidade pública. Da mesma intensidade da mesma força. Sempre respeitando e às vezes até incomodando neocanides porque tudo a gente perguntava podemos podemos Porque há de se respeitar as instâncias e segmentos. E isso também é importante ressaltar. A defesa civil à saúde à educação e à assistência social elas foram extremamente ágeis sob o comando do município né? Aí na figura da nossa viceprefeita e do nosso prefeito Mário que nos convocaram e que dentre as nossas atribuições nós tínhamos papéis a a serem designados desempenhados cada respeitando a sua área de atuação porque aqui no momento de crise gente e que todos nós estávamos impactados porque era difícil de trabalhar naquele momento também. Foi muito difícil de atuar naquele momento. Nós tínhamos que saber o que cada ia fazer para não atropelar e não é prejudicar o processo porque aqui nós tínhamos que otimizar esforços já que todos nós estávamos impactados e fragilizados. Então nós tínhamos que otimizar. Esse otimizar, ele se dá muito pela formatação que o município tem e que foi exemplo de várias outras situações que é uma organização. Institucional através do plano de contingência. Isso é extremamente importante dizer que. A gente sempre se remete com o olhar do que como a gente se organiza enquanto município, que nos obriga a saber o papel de cada Saber a intensidade que cada e respeitar porque são intensidades diferentes e aqui nesse momento talvez, a segurança pública foi a mais emergencial, em sequência a saúde entrou com força total e as A assistência social junto com ela. Mas a saúde teve papel extremamente. Importante porque o tempo de atuação de resposta dela iria também impactar no tempo que esse trauma e a forma como isso ia impactar na vida de cada Então cientes disso, foi Imediato, as duas equipes principalmente naquela hora de dar né junto com a junto com a equipe da do cantinho, da creche, a gente dá as notícias, Orientar e aí eu entro bem no papel da política de assistência social do processo. Nós fizemos vínculo com essas famílias e nós estamos à disposição dessas famílias pra orientar e muitas vezes perpassa pelas demais públicas. Então de organizar. A acolhida de entender as demandas As dificuldades que elas estavam atravessando de ajudar a organizar. Aquele momento de todo o processo burocrático que tinha que ser resguardado desde o olhar com o boletim de ocorrência que é muito importante A Lidiane falou muito claramente aqui que qualquer pedacinho do processo ele pode impactar negativamente EEE com desastre muito grande do resultado. Então a forma de como o boletim de ocorrência tem que ser feito é de buscar informações lá no instituto geral de perícias, acompanhar as famílias nesse momento tão doloroso. Organizar documento, se colocar à disposição muitas vezes pra ir junto pra fazer o translado pra apoiar em coisas que talvez não seria nem o nosso papel se for olhar as diretrizes puramente mas que passa a ser papel nosso diante da Situação então sempre esse olhar sensível que, o meu processo de trabalho muda, diante do contexto que eu tenho à minha frente, e nessa situação o nosso contexto foi muito além a organização e ajudar na questão do velório de como fazer e se queriam fazer juntos se queriam fazer separado sempre respeitando. O que a família queria em cada etapa. E se colocar como retaguarda em cada momento. Pra estar lá, se a família assim o desejasse assim o pedisse. E esse contato ele é pra qualquer questão muitas vezes as famílias e a gente ainda continua com contato que seja pelo a sap e perguntam coisas que a gente a maioria das vezes eu digo eu não sei vou perguntar e vou te responder em sequência. Porque é assim a gente acaba sendo ponte e esse é o papel da área social de ser ponte com essas famílias para que as outras políticas públicas intervenho, pra que a gente oriente as demais políticas públicas nas demandas que as famílias estão trazendo, Que a gente dê financeiramente se for o caso. Que dê apoio de gerenciamento burocrático quando for o caso. E de estar acompanhando as famílias então esse é o papel da política de assistência social e eu só gostaria De trazer, né, a a os pedidos, as demandas, as famílias já trouxeram na parte legal, mas eu gostaria de dizer que a parte social ela é extremamente importante eu faço aqui e com a voz das famílias que também falem não terceiriza os seus ame cuide dos seus ame cuide do próximo isso é viver em comunidade comunidade forte que se protege é quando ela se reconhece E ela cuida dos outros, ela evita a violência, ela evita a desproteção principalmente daqueles que mais precisam das nossas crianças e adolescentes. Obrigada. Neste momento, desfazemos essa mesa e convidamos para compor a mesa do painel Segurança Educação. O deputado federal Alfredo Gaspar, membro do grupo de trabalho presidirá o painel. Desculpe, mas ainda falta o secretário de saúde do município doutor Marcelo. Perdão, perdão. Saúde do município doutor Marcelo. Perdão perdão. Isso. Boa tarde a todos, eu quero fazer uma saudação especial aos pais, né, em nome do Paulo e da Jennifer, É que representam que essas famílias enlutadas e todos aqueles que, de alguma maneira foram tocados tanto fisicamente como emocionalmente Por essa tragédia que nós vivenciamos aqui na nossa cidade deputado Alfredo Gaspar, né, que preside os trabalhos aqui, Bem rapidamente ouvindo a fala dos colegas à mesa aqui. Gostaria de que esse grupo de trabalho tão importante que foi criado, Levasse aqui à frente alguns pontos importantes levantados já pelos colegas como a deputada Carmen Zanotto colega da saúde, eu como profissional de saúde Sei dos grandes desafios que nós temos quando se trata do tema de saúde mental e nós estamos falando de painel de saúde mental nas escolas, E quero aqui aproveitar e saudar todos os colegas profissionais da saúde os os profissionais da assistência e da educação que não mediram esforços aí pra que a gente pudesse achar uma alternativa, pelo menos nós aqui, nos reinventarmos. E aí como disse o comandante Fabiano, Nós precisamos e também provocado pelo deputado Jorge Guether hoje como evitar. É desafio muito grande gigantesco como evitar isso, É algo que pra nós é novidade mas que, em outros países como os Estados Unidos que investem bilhões de dólares todos os anos Muitas vezes não conseguem evitar essas situações, mas nós aqui entendemos como fundamental deputado e esse grupo de trabalho precisa levar isso à frente. A a colega Carmen Zanotto falou muito bem, desde a reforma psiquiátrica há mais de vinte anos atrás, esses pacientes passaram a ser desassistidos de forma digna, sob a justificativa de que eles não poderiam ser estimatizados frente uma internação psiquiátrica. Pois bem, ninguém discute que não é mais admissível, termos como aquelas Carmen com duas três mil pessoas que não recebiam tratamento algum, mas ao mesmo tempo essas pessoas hoje deixaram de ser assistidas com dignidade pelo Sistema Único de Saúde, porque nós temos serviços especializados pra tratar oncologia, Nós temos serviços especializados pra tratar a a cardiologia, mais os pacientes psiquiátricos, que precisam sim em algum momento, Poderem ser pensados, receber tratamento adequado com profissionais especializados, porque num hospital geral, Aqueles enfermeiros aqueles profissionais médicos estão ali estão tratando todas as outras patologias, quando nós temos serviços especializados nós temos condições de dar tratamento mais para essas pessoas, e a deputada Carmen fez uma reflexão importante, nós temos milhares de hospitais nesse país, totalmente inviáveis financeiramente, Hospitais pequenos porque nós não precisamos realmente de uma estrutura muito grande nem queremos, aonde esses pacientes poderiam ser tratados com dignidade. E aqui eu estou falando dos pacientes e das pessoas com transtornos, é de saúde mental, que não é o caso desse rapaz né, Que cometeu esse atentado aqui porque inclusive recentemente já foi atestado que ele estava em plenas condições de das suas faculdades mentais e aí sim A legislação é importante, a mudança da legislação é importante pra que essa pessoa reflita. Será que eu vou fazer? Olha o que pode acontecer comigo, A legislação pode ter esse papel, mas como eu disse esse caso especificamente esse rapaz, não tinha nenhum transtorno mental, mas muitos outros têm. E muitas crianças como foi dito aqui pela nossa viceprefeita, hoje tem, uma educação completamente diferente da nossa realidade. E esse é o nosso mundo, e nós não podemos fugir dele. Então Como possibilidade de enfrentar as causas eu vejo que esse grupo de trabalho precisa sim deputado Gaspar, levar à frente essa que a deputada e colega da saúde Carmen trouxe, o subfinanciamento da saúde mental nesse país a necessidade da revisão Da reforma psiquiátrica no sentido de garantir que essas pessoas têm local no momento em que elas precisam não significa elas vão entrar lá e ficar meses internados não precisam. Hoje a média de uma internação psiquiátrica não passa de quatorze dias, e essa pessoa tem condições sim de aí voltar e ser atendida na rede ambulatorial, Porque quando ele está em surto, você não vai conseguir atender ele ambulatorialmente muitas vezes ele precisa ser medicado adequadamente para que ele possa minimamente entender o que está acontecendo com ele e aí sim ser atendido a nível ambulatorial. E uma segunda propositura que a gente traz aqui Deputado Gaspar, e aí já como consequência então não mais enfrentando as causas, é que a nossa condição aqui em Blumenau ela foi muito diferente no sentido da resposta. Por quê? Por No sentido da resposta, por quê? Porque nós temos profissionais capacitados, nós temos profissionais tanto na assistência quanto na educação mas particularmente na saúde, profissionais especializados deputado em estresse prótraumático, Isso fez toda a diferença no atendimento imediato daquelas crianças daquelas famílias, e isso eu gostaria de deixar aqui como sugestão, Que assim como no Brasil nós temos uma força nacional de segurança, que se estruture uma força nacional de estresse pós dramático com profissionais. Profissionais habilitados constantemente capacitados pra intervir Sob ação do governo federal nessas situações que ocorrem pontualmente aliás, aqui mais uma vez referência aos nossos profissionais de Blumenau, que já estiveram em vários locais do Brasil Como também naquela tragédia que ocorreu lá em Santa Maria no Rio Grande do Sul na boate Kiss, mas porque profissionais preparados capacitados E habilitados e o país precisa sim de uma equipe como essa seria essa minha contribuição, obrigado. Quero agradecer aos painelistas por esse debate tão rico de informações E dizer que essas ideias serão importantíssimas. Não ficarem aqui apenas na discussão. Blumenau enviar para o grupo de trabalho através do deputado Jorge, que irá enriquecer e muitas delas Senão todas serão imediatamente incorporadas. Agradeço prefeitos, secretários e A nossa deputada federal. Neste momento então fazemos essa mesa e convidamos para cumprir a mesa do painel segurança educação, o deputado federal Alfredo Gaspar membro do grupo de trabalho e presidirá o painel, o secretário de estado de segurança pública de Santa Catarina senhor Paulo César de Ramos Oliveira, o secretário de estado de proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, senhor coronel Luiz Armando Schleder Reis, o diretor da polícia de inteligência da polícia civil de Santa Catarina senhor Gustavo Madeira da Silveira, representando o diretorgeral da Polícia Civil, o comandantegeral da Polícia Militar do estado de Santa Catarina senhor Aurélio José pelo pelo exato da Rosa A diretora de infraestrutura escolar da Secretaria de Estado de Educação de Santa Catarina, a senhora Ana Carolina Colombo e o secretário municipal de educação de Blumenau, senhor Alexandre Matias. É grande profissional. Vamos dar início agora ao painel segurança e educação. Aqui tem vários convidados, mas não irei citálos cada ao tempo de de fala, Pra nós ganharmos aí momento de maior rapidez. Está aqui o secretário de estado de segurança pública, Doutor Paulo César Ramos de Oliveira representando o governador do estado a palavra é do senhor. Renovo o meu, boa tarde a todos e a todas eu queria cumprimentar o 0 deputado Alfredo Gaspar, Não vou, já fiz os cumprimentos todos hoje pela manhã, hoje pela manhã não no início da tarde agora na, na abertura do evento, E e dizer que, o governador Jorginho Melo, assim que se deparou, Com o impacto dessa tragédia absurda desse verdadeiro massacre que ocorreu Em Blumenau, na creche Bom Pastor e repetindo fato semelhante, lá numa no município pequeno, Do extremo oeste catarinense, no município de de Saudade. Então, reagiu com projeto de lei contando com Apoio, da Assembleia Legislativa criando 000 Escola Mais Segura. O Escola Mais Seguro é uma iniciativa, deputado Alfredo, que visa a exemplo do que o do que o prefeito Mário Debrand mencionava no plano municipal, fazer com que as escolas, se tornem mais seguras. EEE infelizmente, infelizmente meu querido Madeira, coronel Pelozato, Com esse trabalho, a gente começou a perceber aliás, essa era uma realidade, que a Secretaria de Educação, e eu tenho certeza que a Secretaria Municipal de Educação padece da mesma situação, com a presença Da Ana, que se faz cara da Ana que está aqui na mesa com a gente hoje, Dessa mesa, desse painel, nós percebemos que o problema, deputado Alfredo, não era só a violência que vem de fora pra dentro da escola, mas também a violência que existe hoje dentro da escola. Por incrível que pareça nós temos registros elevados de furtos, registros de tráfico e consumo de drogas, Registros de agressão, não só de alunos contra professores mas professores contra alunos, nós temos violência sexual. Praticamente todo apanhado, de crimes de que padece à sociedade de modo geral, acaba tendo modelo reproduzido no interior das escolas. Então, o que se percebeu, e essa experiência de convívio com a secretaria de educação foi muito rica, O que se percebeu é que não poderíamos a oportunidade de fazer o enfrentamento a isso também. Aproveitar, uma evento trágico, que infelizmente como foi dito aqui no início da tarde, Não vai trazer de volta, infelizmente as nossas crianças, mas, isso precisa servir de exemplo, pra que a gente possa dar basta, pra que a gente possa, De uma vez por todas, superar a questão da violência no ambiente escolar. Nós precisamos pra isso de medidas, nós precisamos, Políticas públicas, nós precisamos segurança física, mas também nós precisamos de tecnologia. Nós precisamos de monitoramento, por câmeras, por videoconmeras, nós precisamos de reconhecimento facial, E nós precisamos hoje o que muita gente fala que é ficção, deputado Alfredo, não é mais ficção. É realidade. Já existe, né deputado Oscar? A gente, hoje, Tem sistemas de inteligência artificial, que se detectarem uma pessoa, estranha ao ambiente escolar, Perambulando por alguns segundos na frente de uma escola sem nenhum objetivo definido, como se estivesse observando, Ou buscando o melhor momento pra fazer o ataque àquela escola. Esse sistema pode despertar O despertar alerta, despertar alarme não só pra própria escola, como pra viatura policial mais próxima, o georeferenciamento. Então nós precisamos de de tecnologia também, né? Óbvio que nós temos uma excelente polícia militar, que já há muito se relaciona bem com a com as escolas através do PROED, da Rede Vizinhos e tantos outros programas. Nós temos uma polícia civil, que também trabalha no ambiente escolar, uma polícia científica, bombeiro militar que participa Até, coronel Fabiano não está aí, mas nós devemos estar, iniciando projeto inédito chamado Jovem Bombeiro, Que vai atender os adolescentes de quatorze a dezoito anos pra também procurar através Desse trabalho que é trabalho de disciplina de educação física e reforço escolar, trabalhar junto né com a disciplina militar, Nas unidades do do corpo de bombeiros militar, poder trazer melhorias, poder trazer poder fazer melhor enfrentamento Em relação à violência nas escolas. É salutar o debate do Congresso Nacional, acho que medidas Precisam ser efetivadas pra o endurecimento das penas, pra o endurecimento da execução penal em crimes deste já ex, dessa natureza, Mas também nós precisamos enxergar esse universo como todo. Nós precisamos enxergar e não podemos, E não podemos desperdiçar essa grande oportunidade, de também trabalhar né Ana? Ana passou pra gente essa experiência né a gente amadureceu muito, e eu quero agradecer à Secretaria de Estado da Educação, Tenho certeza que nos municípios a realidade não é diferente, no sentido de que, a gente precisa unir todos os setores, Especialmente nós precisamos, não é coronel Pelozado, nós precisamos ouvir a segurança pública, Nós precisamos estar juntos com a segurança pública sendo os nossos grandes parceiros, nessa nessa luta, nessa luta que Não é uma luta apenas de governo, é projeto de estado e é por isso deputado que não tem nenhum viés político nisso. Por isso que existe catorze, quatorze partidos políticos né? Catorze políticos políticos políticos de dos das matizes e vieses Ideológicos os mais diversos. Por quê? Porque todos estão conscientes de que, além de ser Uma uma luta multidisciplinar, que necessariamente passa também pela pelos educadores, passa pelos pais, Pelas associações de pais e professores, ela se soma a esse trabalho, que Está sendo muito bem desenvolvido pelo pelo Congresso Nacional e eu cumprimento a todos os deputados federais engajados nessa causa, e que e que terá Certamente aqui em Santa Catarina, uma voz de apoio na nossa secretaria de estado da segurança pública. Presidente. Dando sequência ao uso da palavra Passo ao, secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Aqui de Santa Catarina, o coronel Luiz Armando Reis. Boa tarde a todos, boa tarde à mesa, eu não vou citar nome de ninguém pra gente poder aproveitar melhor o tempo. Eu cumprimento sim somente aos familiares e aos presentes. E vamos tratar do assunto. A Defesa Civil ela trabalha no do clima. Apesar da gente ter enchente, nós temos aquilo pra observar. Como está o movimento das massas polares e do clima? Mas esse evento que a gente está tratando hoje, nós como vamos monitorar A ação de uma pessoa que nós não sabemos quem é, como vai agir e quando vai agir. E aí entra o serviço de inteligência que vai ser abordado pela polícia aí. Nós temos que trabalhar com inteligência. A inteligência não é só a polícia, é também o pessoal dentro da escola, Minha mulher é psicóloga em escola, eu fui dos autores da lei que tinha que ter psicólogo na escola, por questões financeiras. Eu era deputado federal, Não passou aquele projeto. E a gente ficou aí carente numa área pra identificar porque como foi falado antes as famílias mudaram. A gente não pode dizer que a criança tem que ser educada na escola, ela tem que aprender. A educação vem de casa. E a gente então está trabalhando com pessoas diferente do que a maioria de nós fomos. A nossa, essa ameaça pra defesa civil também. E aí nós vamos ter O nosso plano de contingência pra isso. Mas também lembrar eu também sou sou da área de de inteligência e segurança tem o curso. Que pra nós esse evento é naquele momento. Mas normalmente aquele que vai na escola ele planeja, Ele reconhece o local, ele vê rota de fuga, ele sabe os horários. Então nós não tratamos ali Com trombadinha que esbarra com a gente na rua. Todos os eventos que ocorrem contra a a gravidade A pessoa planejou a ação dele. Então não não entendo que a gente está trabalhando com pessoas fáceis, pode ser e é desequilibrado mental. Mas é uma pessoa que teve a capacidade de se preparar. E nem sempre é lobo solitário. A gente vê eventos que nós temos mais de uma pessoa aqui em Santa Catarina nós tivemos eventos com só. Tanto em saudade como aqui. Mas tem eventos que se reúnem pessoas pra agir. Então a nossa dificuldade é muito é muito grande pra você agir. A polícia vai falar Da do que fazer, do Fel, depois o coronel, não vou entrar na área dele, do mas nós temos que saber o que que nós vamos fazer. E Aí começa a importância do plano de contingência das dos povos. Esse plano tem que abordar Quem são os atores? Quem são os atores que estão dentro da escola porque pode ser que seja uma pessoa dali e algumas vezes é exaluno da escola que retorna por problema que ele teve. Então quem são os atores como atua deve atuar cada professor aluno Funcionários, as famílias, tem muita escola que tem app pra estar junto ali, trabalhar esses temas e temas que às vezes, vão de encontro ao a a alguns valores pessoais que nós temos. Nós derrubamos hoje valores. Hoje é difícil você manter valores e até impõe Algumas coisas que acabam colocando em risco. Então nós temos que pensar nos valores, nos cenários de risco aonde pode ocorrer isso. Tá? Nos cenários os níveis de prontidão e aí vai pelas observações que nós colhemos pela inteligência seja da inteligência policial semana passada desculpa agora em Garuva foi identificada uma outra tentativa De antes de acontecer em Garota, o governador estava em Joinville, foi identificada uma situação dessa e ele relatou Porque houve uma prevenção, houve uma ação preparatória e aí nós temos que ter níveis de alerta. Aquele dia vinte, que era o dia da morte do Hitler, Lembro que houve uma ameaça geral e que muitas escolas nem deram aula naquele dia. E está certo. Porque havia mudou o alerta naquele dia. Então nós trabalhamos com a situação e depois Aquele dia. Então nós trabalhamos com a situação, e depois nós vamos pra resposta. E aqui muitas vezes a gente só considera a resposta. Mas no plano de contingência a gente trabalha em todas as etapas anteriores. A resposta é o final. E a gente tem que tratar também do principalmente a prevenção. A gente que é Defesa Civil A nossa secretaria da proteção e Defesa Civil, mas a proteção vem vem antes, vem por essas medidas de estruturar o plano. Como ele é muito longo, Eu não vou ter tempo aqui discriminar ele, mas nós temos planos de trabalho, está sendo elaborado lá na na Defesa Civil. O plano de contingência para a segurança escolar tá? Esse trabalho de de educação ameaça a vida em unidades educativas de Santa Catarina. Ele é trabalho que é fruto do pessoal da Defesa Civil, da do comitê técnico científico e a que apoia a Defesa Civil que são várias universidades que E nos apoiam e de outros órgãos. E ele esse plano vai apresentar às escolas uma uma modelo pra que cada uma das Possras possa preparar o seu plano de contingência. Então isso vai ser o produto dele será plano pra ser entregue a a Os colégios, a Secretaria da Educação pra que cada escola monte o seu plano. Caderno de apoio pra elaboração do plano. E o fluxo de acionamento do plano. Como que deve ser acionado esse plano? Então essas serão colaborações na Defesa Civil. Também estamos trabalhando com o comitê de operações integradas de segurança escolar pela Assembleia Legislativa. Assembleia de Santa Catarina também ao ao ver esse incidente trouxe a Defesa Civil pra junto porque nós somos órgão que coordena Todos os demais órgãos e começamos a trabalhar junto com a LESP e mais vinte e quatro entidades na elaboração de planos voltados Para essa o plano integrado de gestão de segurança escolar. Ele tem três grupos de trabalho, pensando na infraestrutura da escola, Outro de normativa de protocolos e outro pensando em comunicação. Eu particularmente eu estava no dia indo pra Joinville. E recebi uma ligação do Datena. Coronel o que que como que que está acontecendo aí em Blumenau e quero botar no ar? Eu falei calma, aí eu liguei pro coronel pelo exato, pelo exato tem cara inchando meu saco. Porque ele não está preocupado O que aconteceu lá dentro nessa escola agora. Ele quer dar notícia. E a gente tem que ter essa situação. Pelo menos pelo Armando passa pra nós E a polícia vai agir. Então nós temos que ter prevenção para reagir nessas nessas situações. E por último então esse plano tem vinte e quatro instituições do governo. Nós estamos junto porque sob o que coordena e trabalhamos juntos. A Defesa Civil ela é órgão e juntos nós somos muito mais fortes porque nós vamos ter mais resultado. Era isso que eu gostaria de falar mais mas respeitando o tempo. Agradeço a todos e venham conhecer e cobrem, cobrem o plano nas escolas e cobrem da gente. Nós estamos ali pra trabalhar Pela segurança da população. Muito obrigado. Muito obrigado coronel. Passar a palavra pro deputado Alfredo Gaspar, Que vai ter que se ausentar, tempo tem voo né, mas fica registrado o nosso agradecimento. Deputado Jorge, queria dizer da honra de poder vim a Santa Catarina, Ao lado do senhor. Gostaria de estar aqui em outra oportunidade. Mas eu saio daqui com duas lições. O Catarinense especialmente. Toda essa região aqui de Blumenau É feita por povo forte. Não era não era previsível que isso acontecesse aqui. Mas Deus, tem, vontades E traça caminhos que a gente nem entende agora, mas tinha que ser pra povo forte. A essa mãe a esse pai eu perdi uma filhinha com câncer, eu não pensei que iria suportar. Hoje eu olho pra ela todo dia e, tem uma lembrança boa. O filho de vocês não morreu em vão. Nós vamos aproveitar essa dor de vocês E transformar isso em benefício pra milhões de pessoas. Vocês foram escolhidos Porque Deus sabe que vocês são forte. Num futuro, no futuro, o Brasil vai copiar Blumenau, Vai copiar todos esses obstáculos para superálos como vocês superaram. O meu estado é estado pobre. Aqui, a gente podia precisar de uma câmera, A câmara está lá, muro ser aumentado, o estado chegou, o município chegou, Essa presença maciça de pessoas destruídas, e eu fico pensando meu Deus e uma tragédia dessa no meu estado, Você ia cercar as escolas como? Você ia padronizar os protocolos como? As diversidades do Brasil são enormes. Então saio daqui com a certeza, a certeza que Deus escolheu Blumenau porque Blumenau tem toda a capacidade de dar exemplo ao Brasil de como se reerguer. Segundo é que eu fiquei pensando. O que é que nós políticos Vamos dizer, diante de tanta dor, pra uma sociedade tão desacreditada da classe política. Mas aí Jorge, puxei isso pra dizer, eu vi a sua luta lá na Câmara dos Deputados, Eu vi o seu empenho de dar uma resposta ao povo de Santa Catarina e de Blumenau e foi por isso que eu cheguei aqui. Poxa eu hoje saio com a certeza A certeza que a escolha desta cidade uma cidade tão pacata uma cidade tão segura Uma cidade que tem tanta prosperidade foi a tragédia aqui direcionada É porque minha gente, na vida todos nós temos missões e a missão de Blumenau é vocês mostrarem essa união E mostrarem o caminho para o Brasil, pra que fatos como esse não votem a acontecer. Jorge Quero estar lá ao seu lado e ao lado dos deputados pedir a Blumenau que envie todas as Sugestões e que a gente possa salvar milhares de crianças de fatos como esse. Aqui a gente falou minha gente de como proteger a saúde mental das crianças de como proteger a saúde mental da comunidade Escolar, falamos e ainda vamos falar, da proteção física das escolas, Tanta coisa mas hoje eu fui lá com o Jorge me levou a a essa escola infantil. Minha gente a gente podia estar nos Estados Unidos no Japão podia ter polícia na esquina podia ter Qualquer tipo de prevenção, pra aquele marginal nada disso seria impedir, tão Hoje o Brasil tem exemplo de dor, mas exemplo forte de união E de recomeço. Aos pais, a gente vai continuar orando e torcendo Pra que o Bernardo e os outros se tornem anjos na vida de vocês e isso vai Acontecer essa saudade cada dia vai ficar a lembrança melhor e pra nós Jorge, O exemplo, o exemplo que nós homens públicos não podemos falhar, o povo não merece, Deputado corrupto, deputado que não se preocupa com a comunidade, deputado que Deputado que não olha o próximo como se fosse a ele e eu sinto muito orgulho Jorge de ter te conhecido E de você possibilitar esse grupo de trabalho nos ter trazido até aqui, com essa Com esse exemplo, nós vamos participar de uma grande jornada uma jornada muito difícil, Mas começamos com o pé direito, começamos em Blumenau pra dizer ao Brasil e ao mundo, essa tragédia daqui Ela vai servir de lição pra que nós saiamos mais fortes e com resolutividade E tenho certeza que isso acontecerá. Quero saudar toda a mesa e dizer Jorge que em Poucos lugares a gente ia ter uma plateia tão seleta como essa participando, eles têm muito a nos Ensinar e volto lá pra pra câmara com uma missão, lhe auxiliar a nós melhorarmos cada vez mais as causas e as consequências Pra nunca mais pai e uma mãe está chorando por essa brutalidade obrigado minha gente. Boa viagem deputado Alfredo, muito obrigado a Lairra também. Muito obrigado, tá? Obrigado. Fui. Então, o meu vulto, eu queria, dar de Eu acho que eu fico com dois microfone daí quando falha eu tenho outro né? Sim. Eu queria registrar a presença aqui, do suplente deputado estadual e vereador Jeferson Cardoso. Parece que Charaguá, a pedido do do deputado Jefferson Cardoso, foi a primeira cidade que que colocou Segurança nas escolas. E o Mauricy também que é superintendente da administração penal, que está acompanhando aí o Jefferson Cardoso. Eu queria convidar Rapidamente o deputado Oscar Goots pra seguir coordenando aqui os trabalhos desse painel, deputado por gentileza, Né, e passo a palavra, pode vir aqui deputado Oscar por gentileza, se o senhor puder fazer essa gentileza, e convido pra fazer uso da palavra, O diretor da polícia de inteligência da, o diretor da inteligência da polícia civil de Santa Catarina, Senhor Gustavo Madeira da Silveira, representando o diretorgeral da polícia civil. Bom boa tarde a todos e a todas. O então procurar ser bastante objetivo Na minha fala, principalmente falando num contexto que foi falado bastante aqui sobre proteção mental de crianças e adolescentes e depois trazendo de duas, Duas formas diferentes da polícia civil de trabalhar, no no nos últimos meses, e também alguns resultados ao final. Então rapidamente em relação à primeira questão, é que algo que, antigamente embora tivemos alguns casos, Como por exemplo Realengo enfim no passado, mas que a gente via de forma muito comum inclusive foi falado pelo deputado agora por exemplo nos Estados Unidos, Que são ataques lá às escolas a igrejas enfim algo que era distante de nós e de fato nos últimos anos Isso tem acontecido com maior frequência, então isso passa a ser uma preocupação de segurança pública pra todos os órgãos pra secretaria. Então realmente a gente vê que de dois mil e vinte e pra cá nós tivemos fato com morte em dois mil e em dois mil e dezenove, Falha vinte que tem a pandemia e vinte e vinte e dois e vinte e três então na sequência atos né, com morte. O e aí pelo menos no âmbito da segurança, o que que a gente percebe? Algo é que após a pandemia, Coisas que se passavam apenas naquilo que a gente fala lá na deep web ou ainda na dark web que é uma pontinha lá procurar garantir Anonimato isso vai para aquilo que se chama de ser face web que é o que a web comum que a gente utiliza faz nossas transações ações ver os sites ver as notícias e aí entra uma questão importante que foi falado no outro painel e na plenária também que é a proteção mental de crianças e adolescentes porque os meus dois filhos os filhos aqui os alunos né das professoras estão tendo este conteúdo de ódio por meio de fóruns que fazem citação ao crime ataques à escola na web comum ou seja nascer face web então isso é de fato uma preocupação de segurança pública então isso só tem aumentado Né? Então trago isso e como trabalhar diferente então no nome da segurança pública porque também foi falado no painel anterior realmente não é só mudança de lei, Na e aí isso entra de forma sistêmica e em várias áreas, mas pelo menos no âmbito de polícia civil, nós temos Investido muito esse ano na área da inteligência. Por quê? Porque a gente entende que a maneira que a gente vai conseguir, de fato atacar, Essas incitações, esses planejamentos de outros possíveis ataques. E aí nós temos duas estruturas importantes lá na diretoria da Uma o nosso laboratório de inteligência cibernética o nosso saberlab, o nosso cyberlab que trabalha, no da mesma forma como laboratório cibernético do Ministério da Justiça, em que nós tínhamos foco até então, até o ano passado, que ficava mais restrito à pedofilia por meio Eletrônico que também é crime grave. Mas hoje nós estamos trabalhando com busca ativa, tanto na ser face quanto na DIP, Na então temos trabalhado desta forma. E aí, por exemplo, formam todo mês Na a gente ficou com a gente acaba identificando fóruns enfim, fazendo incitação possível planejamento deste tipo De ataque e aí então uma vez identificado se passa ou para a unidade da polícia civil de Santa Catarina ou de outras polícias Porque isso transcende as divisas dos estados, né? É algo, infelizmente, que está acontecendo, Né? E provocando essa citação então a gente tem agido dessa forma. Né? Só esse mês Realmente a gente teve pelo menos cinco casos aí identificados, se isso vai ocorrer ataque ou não, a gente não sabe. Mas a gente procura realmente cortar o mal pela raiz E aí esses até esses casos para não ficarem preocupados não era em Santa Catarina, e aí a gente passa para as polícias civis dos outros estados. E aí outra estrutura importante que isso gera projeto nosso desde o início do ano, e e foi lançado há duas semanas, que é o Sistema Único de Denúncia oçude. A polícia civil trabalha com denúncias, tradicionalmente desde mil novecentos e noventa e oito através do oito que é o nosso número de recebimento de denúncias que pode vir ou não desencadear uma investigação criminal. E só que o que que acontecia? Nós além do disque denúncia desde Então desde noventa e oito, desde dois mil e dezessete nós temos o WhatsApp denúncia. E desde eu acho dois mil e onze nós Temos o boletim de ocorrência denúncia, que é boletim com anonimato. Eles eram fim em si mesmo, em suma foi criado Tema de gestão de denúncias com uma base de dados de denúncias que vai ser possível usar inteligência nela, e a gente enfim, Realmente ser mais efetivo nesse apuramento das denúncias, então foi inaugurado esse sistema Na que realmente pra nós vai trazer uma qualidade muito maior né na análise dessas denúncias. As denúncias elas são muito importantes porque por exemplo esse caso Que foi comentado de garupa, pelo coronel Armando, por exemplo veio a partir de uma denúncia anônima. E realmente Eram dois adolescentes que já estavam num estado avançado de planejamento. Então realmente é é muito importante se acontecer ou não, a gente não sabe, mas Né? Não queremos pagar pra ver. E aí pra encerrar então minha fala, né e vou fechar então os meus cinco minutos, só trazer os resultados então, após, O acontecimento aqui o ataque aconteceu em Blumenau, realmente acabou explodindo, né infelizmente por todo esse movimento que eu tinha falado, Infeliz de, possíveis ataques enfim ameaças, né, a Polícia Civil até isso é o número Atualizado até a última sextafeira, foram cento e vinte e seis investigações da polícia civil desencadeadas no estado inteiro inclusive Este caso de garupa, foram conduzidos sessenta e duas pessoas pras delegacias de polícia do estado. Foram cumpridos quarenta e três mandados de busca São ou seja quarenta e três casas residências que nós estivemos presentes e vinte e sete adolescentes aprendidos, Né? Principalmente na quando estava aquele dia vinte de abril que é o fato, o aniversário de Columbine, e que alguns adolescentes afirmavam e sim que iam fazer alguma coisa em comemoração essa data e então acabaram passando a data no casep Na. Então seria isso só para encerrar, realmente a gente tem, pensado muito em tecnologia dentro do âmbito da polícia civil, principalmente não estamos investindo muito na questão não só, nós mesmos por meio da nossa fábrica de software desenvolvemos esse sistema único de denúncia, Temos investindo principalmente pra esse ano com recursos do governo do estado, recursos do fundo a fundo que vem lá da Loteria Federal enfim e também do FRBL, Em questão de hardware esse ano, precisamos de melhores rádios pra isso, mas também de uma iniciativa do doutor Paulo na condição de Secretário de Segurança Pública, em que a partir de amanhã né iniciam os trabalhos pra gente verificar juntos também né com o representante da polícia militar enfim, Ãh ãh tecnologias que são comuns a todas as forças. Né? Porque lá na polícia civil eu estou pensando aquilo que é necessário pra polícia civil. E aí então, né, junto então o meio da secretaria junto com a polícia militar, enfim, a gente verificar aquilo que é comum e precisa ser desenvolvido, precisa ser trabalhado. Muito obrigado. Agradecer então as palavras do diretor da polícia inteligente da polícia civil de Santa Catarina, Senhor Gustavo Medeiros da Silveira representando o diretor geral da polícia civil obrigado. Convidamos para fazer uso da palavra O comandante geral da polícia militar do estado de Santa Catarina, o senhor Aurélio José Pezou pelos ato darosa. Com a palavra, nosso querido. Senhoras e senhores boa tarde. Eu não vou perder muito tempo aqui, vou ser bem objetivo ir direto, então todas autoridades da mesa, boa tarde. Talvez pais mães professores servidores não estejam me reconhecendo e também não estejam reconhecendo O major Paes que está lá conosco lá atrás, coronel Felipe. Mas nós não vimos o ataque na creche pelos jornais e pela televisão ou pela revista, nós estávamos lá no dia Do acontecido. Nós estamos em Blumenau, para evento que acabou não acontecendo, tinha algum, outro evento aqui e fomos para Brusque. E nós somos para Brusque falar disso que falamos em Blumenau recentemente, né, qual é o qual sobre preservação da ordem pública. Nós somos chamados na Comissão de Segurança do Senado em Brasília pra tratar disso e nos deram dez minutos pra falar. Infelizmente no meu estado eu só vou ter cinco minutos, então eu vou acelerar a fala aqui. Mas eu vou começar a minha fala da mesma forma que eu fiz em Brasília. A missão da polícia sanitária não é a preservação da segurança pública. Enquanto nós estivermos tratando dessa forma restrita, o campo da segurança pública e deixando a área maior que a preservação da ordem pública para trás, E nós estaremos, nós estaremos aproveitando somente 30% do que está no texto constitucional, a gente está falando aqui de ordem pública, que é muito ampla. E nós estávamos a cinco minutos da creche. O ataque foi às oito e cinquenta e seis, às oito e cinquenta e oito nós tínhamos Por empenhada, 9, 5, o criminoso estava preso no cerco na frente do nosso quartel em 5 minutos. Em 5 minutos, O problema segurança pública foi resolvido. Nós poderíamos ter dado as costas para os senhores essenciais não ter feito mais nada. Se a missão é segurança pública. Mas desde aquele dia e o próprio governador Jorginho Melo de dentro da creche nós ligamos pra ele. E ele ia pra Joinville e veio pra cá. Desde aquele dia que nós trabalhamos pra resgatar a tranquilidade nas escolas, e na sociedade. Ordem pública, tranquilidade pública, saúde pública e foi isso que foi feito aqui. Por que que a secretária da saúde veio aqui porque a segurança porque a saúde pública? Por que que a educação está aqui? E ordem pública também segurança pública, mas falar de segurança pública é incompleta, é só trinta por cento e eu não disse que está errado, estou dizendo que é incompleta. Por isso que toda essa mesa composta aqui dessa forma assim é adequada, mas como eu disse nós podemos ter prendido o criminoso virado as costas e a parte da apresentar está feita. Mas nós estamos há vinte e cinco anos nas escolas com PROERJ. Estamos com a nossa rede de segurança escolar e é essa é essa abordagem que o nosso governador Jorginho Melo está dando agora. A rede de segurança escolar é PROERJ, é policial na escola, é ronda escolar, é visita preventiva, são programas operacionais, É plano de emergência que o policial vai conversar com editores e servidores. Eu não estou aqui pra impressionar ninguém e de deixar ninguém triste, Mas quem primeiro chegou na creche com uma viatura nossa com dois policiais, extremamente tristes e frustrados, e quando aquele criminoso pulou o muro, Nove segundos, nove segundos depois a viatura passou na frente. Nove segundos, o ataque levou vinte segundos. Se algo pudesse ser feito naquele dia era pra aquela viatura que passou na frente com nove segundos. E esses policiais voltaram depois, nós socorremos as. Nós chamamos o bombeiro, nós chamamos o SAMU. Isso não é crítica nenhum órgão, é que a nossa viatura está na rua vinte e quatro horas, ela está ali perto. Aquele criminoso passou por estabelecimento de ensino entrou por segundo então no terceiro. Naqueles outros tinham os pais nas escolas, não há ataque no momento que os pais estão na escola. Psicólogo que chegou na escola Felipe, foi nosso décimo batalhão arrummar chamamos também pra cá psicólogo policial ajudar as pessoas. Eu vi policial chorando com os pais na na escola. Sim, a gente tem sangue. E nós percorremos o estado todo meses antes e continuamos fazendo isso, falando de ordem pública que é pouco entendido, o Santa quer estar ainda mais desenvolvido nisso sim. Mas pra nossa tristeza desculpe na crítica, e até o deputado falou ali desculpa o deputado ter falado, o muro da creche foi erguido dias depois, A gente tem falado no estado todo, derrube os muros. Faça uma provocação para os senhores desse horas, quando saírem aqui nos condomínios, veja os condomínios que são cercados de vidro e de grade. Aquela viatura que passou nove segundos na na frente da creche, se fosse vida ou grade, tinha enxergado lá dentro e poderia ter parado. Pessoas que circulam ao redor pode pedir ajuda. O muro foi erguido, a nossa rede de vizinhos que também faz parte da rede escolar, não enxerga mais lá dentro. Como é que vai poder nos ajudar? Policial militar não tem o dom divino da onipresença. Foi acrescentado na rede segurança escolar o cetisse na escola. E eu acho que pode ser projetado aqui na, nossa equipe aqui de apoio. Nós iniciamos, senhoras e senhores, é processo educativo que em outros países já começou há trinta anos. Que é o chamado Protocolo Fel, fugir e esconder lutar nas escolas. Eu creio que não, não conseguir projetar, eu comento rapidamente aqui. Mas senhoras e senhores, nós já temos hoje Sessenta mil professores servidores treinados e capacitados pra dar uma resposta a evento trágico como aconteceu aqui em Bloominão. A nossa secretária adjunta, Patrícia, ela já participou do treinamento. Nós temos quarenta e nove mil alunos que passaram por treinamento. Nos Estados Unidos o aluno número ele sabe que tem que pegar a mesa dele e fazer uma barricada lá na porta porque nós não vai viajar a sala, isso é coisa simples de se fazer, a gente está fazendo nas escolas. Quem pega a cadeira e a mesa faz uma barricada na porta. Em Aracruz num ataque os alunos encheram a porta de mesas e cadeiras, o criminoso não invadiu a sala. Pois eram vítimas. Servidor que imobilizou o criminoso e e feriu o braço, ferido. Nós trouxemos a partir de então soluções práticas. Tudo Tudo que foi dito aqui sim é importante, é toda a inteligência, a tua tecnologia, né, uma câmera na escola é importante? É, esse criminoso ele quer ser filmado, ele não quer anonimato. Resolveria a câmera? Não resolveria. Quando a gente sugeriu ao governador e ele concordou com policial armado na escola, ele sofreu críticas, e é bom falar aqui. Como assim, vamos colocar policial armado na escola? Não, Vamos colocar. Nós já fazemos isso há vinte e cinco anos no PROERJ. Aquele policial do PROERJ que me dá aula pros seus filhos e filhas aqui, ele vai e mata pra escola. O nosso presidente da Comissão de Segurança e combate às drogas na, ele foi nosso primeiro aluno do PROED em Lages, Hoje é deputado. Nós temos policiais. Nós estamos buscando social. Nosso ambiente escolar não é pacífico, Sem que ser dito claramente. De janeiro a julho nós atendemos quatro mil e quinhentas ocorrências na escola Santa Catarina, acho que os senhores não sabiam isso. A polícia militar está nas escolas muitas noites. O policial não pode ser visto mais como inimigo, num ambiente escolar. Nós vamos lá pra pra proporcionar a paz social. A mãe e o pai têm que parar de assustar o com o policial. Policial pode ser feio mas não é fantasma pra assustar criança. Nós Nós temos crianças que se machucaram com medo de pedir ajuda do policial porque foram assustados pelos pais. Isso acontece na nossa rotina profissional. Eu dei alguns números, mas eu não eu não não vou me prender ao que está escrito aqui. Mas o protocolo que não foi projetado ali, ele trabalha é três Reações escolares. Uma delas que as pessoas na escola fujam do criminoso. A segunda que se esconda dele. E a terceira e se a sua vida depende disso, lute contra ele. Nós temos situações em escolas que o servidor Conteve o criminoso. Não é só escola tá pessoal, nós já tivemos ataque no Brasil em cinema. E uma pessoa que estava lá conteve o criminoso, a próxima vítima seria eu, está aqui. A gente tem tratado isso com mais de sessenta mil professores e quase Cinquenta mil alunos, do que fazer. Ela não sabe o que fazer. A gente conversa com o Bombeiro e diz, bombeiros assim, Bombeiro, tem que fazer Treinamento de evacuação de incêndio em escola. Sim, o aluno que sabe sair de uma escola em Chamas sabe também. E a gente tem tratado senhoras e senhores com os prefeitos e vereadores, revisem os seus planos diretores, código de postura dos municípios. Trabalho que a gente a a chama de de prevenção do crime. Não adianta falar em evacuar uma escola se nas janelas têm grades. Como é que a gente tira o aluno pelas janelas têm grades? Mas a janela pode ser furtada, não tem soluções pra isso, não é? Se a se a sala de aula for fechada por dentro e na Libre por fora, ajuda também. Hotéis têm isso né? Uma professora me perguntou mas comandante não tem dinheiro pra fazer isso como é que eu faço? Tira o trinco do lado de fora da sala. E fique com o trinco dentro da sala, só abre por por dentro. São soluções simples e práticas que dão resultado. Enquanto tecnologia não chega, enquanto a educação não chega, enquanto as leis não mudam, eu ouvi hoje aqui falar de terrorismo, sim quem falou tem toda razão. Eu participei do do do planejamento olímpico dois mil e dezesseis, o comitê olímpico diz o seguinte, Brasil quer fazer olimpíada? Escreva uma lei antiterrorismo. Senão não vai ter. Nós só temos uma lei antiterrorismo hoje dois mil e dezesseis por isso. Não é escoltacada, nós tivemos quartel atacado em Criciúma por criminosos, nós temos policial vegetando numa Câmara vegetando com tiro de fuzil no abdômen. O estado, a polícia é atacada. A gente está falando de de ocorrências comércio do plenário de altíssimo risco, Onde pessoas morrem e policiais também. Nós tivemos sextafeira banco atacado em Florianópolis por quatro criminosos. Todos, dois com saidinha, com mandado de prisão e com liberdade condicionada. Não foi morto. Estão dizendo que a polícia sanitária é violenta agora em Santa Catarina, não somos. Saiu agora no ranking da da da competitividade do estado de Santa E tem é o mais seguro do Brasil tem a capital mais Florianópolis, a cidade mais segura Jaraguá, dois ponto três homicídio semiobitante de Jaraguá. Aqui pertinho e Brusque, três ponto cinco, os números são absurdos, inatingíveis na Europa. Essa polícia não é violenta, nós não temos bala pedida, nós não temos milícia, nós não temos grupo de extermínio na polícia. Que polícia violenta é essa? Mas se o criminoso vem pra Santa Catarina confrontar com a polícia militar, não venha, nós somos bem treinados, bem capacidade e bem armados. E a gente não está aqui fazendo apologia a nada. Mas não venha entrar em confronto com a polícia militar. Aquele que levanta as mãos ele é preso. E eu afirmo aos senhores e senhoras, né, estamos em Blumenau, nós atendemos a ocorrência em saudades também à Polícia Militar. Sim senhora, já vou encerrar. Nós estudamos Realengo, estudamos Aracruz, estudamos Pelo Brasil e pelo exterior. A gente estuda terrorismo doméstico há mais de vinte anos, terrorismo doméstico sim. Não tem sua relação política, tem ciberterrorismo que não tem nada a ver com político. Quando atacam quartel sim a uma ação terrorista. Estava nos olhos dos pais professores e servidores da da creche A expressão do terror. A primeira professora que eu encontrei disse que eu ia me deparar com a cena de terror, sim. Mas eu encerro dizendo então que o projeto da a grande expectativa da profissional está nesse processo aqui, que é processo educativo. Trinta anos em outros países nós estamos trinta anos atrasado então, e é isso que a gente está apostando, que os professores, que os alunos têm alguma reação. Nós não podemos ficar parado né recebendo uma agressão sem reagir. Intensificando cada dia né junto ao governo sempre O exgovernador Jorginho Melo é o programa que ele junto com alguns outros né como universidade e as cirurgias tem dado todo o apoio e sempre que a gente conversa com ele diz comandante Siga em frente aí que as escolas têm que ter segurança, muito obrigado. Agradecer as palavras do comandante geral Aurélio José Pelozapo Narosa. Convido para fazer o uso da palavra a diretora da infraestrutura escolar da Secretaria de Estado e De educação de Santa Catarina senhora Ana Carolina Colombo. A palavra. Boa tarde a todos obrigada. Eu quero chamar atenção de vocês hoje pra uma pra isso que está acontecendo aqui né? Quero parabenizar a Câmara de Deputados Trazer todos aqui hoje pra discutir esse tema tão importante e chamar atenção pela quantidade de pessoas que tem hoje de diversas áreas Trazendo essa diversidade pra mesa, e dando a possibilidade da escuta de vocês. Porque a gente esteve recentemente em Medellín né numa missão também promovida pela assembleia, que é mais uma prova de que o governo está envolvido né, E que está fazendo a diferença, infelizmente motivado por ato tão triste né, terrorista enfim, Mas ele está trazendo alguma coisa positiva, pro estado de Santa Catarina e a nível de Brasil. Essas discussões que estão sendo vivenciadas, elas trazem aqui na mesa só agora nessa fala, vocês já ouviram diversas ações que estão sendo realizadas, diversos dados foram coletados e que são trazidos pra mesa. E aí eu venho falar de assunto né que é que compete à secretaria onde eu estou hoje como diretora de infraestrutura Que é a educação. Em Medellín a gente viu até o doutor Eder estava estava presente a missão também o ministério público estava representado. O centro de tudo é a educação. Tudo começa ali, você estrutura uma comunidade que é muito violenta, que tem índices de homicídio altíssimos com uma escola e uma biblioteca. Você senta numa roda e você escuta o que as pessoas da comunidade querem e o que pra elas faz diferença. E a partir daí você desenha uma política pública que se assemele às vontades da comunidade. E daí a gente gera o pertencimento. E aí a gente muda a nossa cultura. Aí a gente traz pro centro o professor, como uma pessoa respeitada, a gente traz pro centro uma família estruturada é uma família que quer ver o seu filho alçar novos voos que valoriza aquela unidade escolar, Não uma escolar que tem que lidar com problema de pai brigando com professor, de aluno, brigando com professor. É fortalecimento de toda uma rede Da comunidade, da família, e isso leva tempo, né? Isso não vai ser feito hoje. Ação emergencial ela está sendo feita aqui, Colocar isso na mesa, trazer a Defesa Civil pra coordenar isso dentro de plano de contingência, talvez vocês não tenham São disso, mas eu tive a oportunidade de trabalhar no defensivo por alguns anos. E a importância que é você ter papel, com o óbvio escrito, Com com o nome do do comandante da polícia militar lá da região. Com o nome do comandante do corpo de bombeiros da região. Com os contatos que são emergenciais e com a discriminação do que cada pessoa faz. Porque no momento de desespero como essas famílias, como essa escola, como esse município passou, A gente não tem resposta, o nosso cérebro realmente não funciona. E pra isso a gente tem esses mecanismos. Então a gente já tem alguns avanços, E aí paz, eu quero sensibilizar vocês pra isso, que vocês não estão sozinhos, né? Nós estamos todos aqui com vocês, não só nós mas todo o governo né, o nosso governador desde o início deu todo o suporte e instiga nós né, pra trabalhar juntos. Secretário de segurança pública está aqui acompanhando né? Desde sempre a gente sempre trabalha em conjunto. Defesa civil, polícia militar, bombeiro. Então a gente tem tido esse olhar, e a gente espera, que não, a nossa resposta sempre foi essa, eu sou diretora de infraestrutura, Mas erguer o muro colocar a grade como como ele falou nunca foi a solução. Né? A gente hoje tem trabalhado muito em conjunto E vocês podem notar que a gente não tomou nenhuma medida emergencial de subir estruturas sem consultar a polícia militar porque essa integração gente é o segredo de tudo, todas as conversas que nós tivemos, toda todas as rodas que a gente teve oportunidade de participar e nas visitas que a gente realizou, A integração, essa essa essa diversidade das equipes enfim, escutar todos e juntar tudo dentro de protocolo, É uma coisa que eu não tinha visto acontecer antes, então eu parabenizo, parabenizo todos vocês estarem aqui presente, porque a participação de vocês, é muito mais importante do que qualquer outro trabalho, a opinião de vocês essas contribuições que vocês têm que fazer e têm que encaminhar, Porque a palavra de vocês é a representatividade de vocês. Nós estamos aqui com única exclusividade e dedicação de escutar o que a comunidade precisa e de responder a vocês o que vocês merecem que é direito de cada de vocês, que é no mínimo, uma qualidade de ensino, E no mínimo que o nosso aluno consiga se sentir seguro, e que a gente consiga se sentir seguro dentro da nossa dos nossos bem públicos. Obrigada pessoal. Agradecer a as palavra da diretora da infraestrutura escolar de da secretaria do estado e da educação de Santa Catarina. A senhora Ana Carolina Colombo. Convido agora para fazer o uso da palavra o secretário municipal da educação de Blumenau Senhor Alexandre Matias. A palavra Alexandre. Boa tarde a todos. Momento difícil relembrar o dia cinco de abril Eu tenho a certeza que pra todos que acompanharam a tragédia que aconteceu aqui na nossa cidade, No dia cinco ele vai ser relembrado de uma forma, da mesma forma com que nós nos lembramos De dois mil e oito de outras tragédias que o nosso povo já vivenciou E no dia cinco em especial pra mim pessoalmente era dia que tinha tudo pra ser dia de muita alegria. Eu tenho dois filhos de sete e uma menina de cinco. No dia cinco, de abril, é o aniversário do meu filho. De sete anos. A idade da Larissa. Naquele dia teve o seu último dia. E eu tenho certeza que Foi tão impactante aquele momento pra todos nós porque poderia ter sido o filho de de nós. Porque a motivação daquele crime não é uma motivação racional. Poderia ter acontecido em qualquer dos educandários aqui do nosso município. Particulares, públicos e poderia ser O filho de qualquer de nós. Por isso tenho a certeza que impactou tanto. Não só nossa cidade Mas posso dizer o mundo porque recebi mensagens até de pessoas do exterior tamanha grandiosidade em que essa informação acabou. Se propagando. Enquanto Secretaria Municipal de Educação e eu estava no cargo há três meses Nós tivemos que literalmente trocar o pneu com o carro em movimento. Me lembro como se fosse hoje dia após a tragédia nós reunimos A nossa rede municipal lá no Carlos Gomes. Pra tentar dar pouco de acalento ao coração da nossa rede. Da qual eu agradeço por permanecerem aqui, Recebem o nosso convite de de participar deputado Jorge, e ficarem aqui até esse momento, Tamanho a importância desse assunto. E dizer de que nós efetivamente Estamos trabalhando incansavelmente ao longo desses quase cinco meses pra poder ir de encontro ao anseio da nossa comunidade. Nós naquele final de semana tínhamos o 0 feriado de Páscoa e era sábado quase onze horas da noite nós estávamos reunidos Na prefeitura de Blumenau, eu prefeito, a viceprefeita. Tentando achar o caminho que nós faríamos Naquela próxima segundafeira. E sem sombra de dúvidas nós tomamos a melhor decisão que nós poderíamos tomar. Que foi concedeu uma semana pra nossa rede. Pra que nós pudéssemos ter tempo hábil De em tempo recorde com o Tartar uma empresa de segurança pra que nós tivéssemos seguranças armados Em todas as nossas cento e trinta unidades. Não foi fácil. Nós disparam emails pra quarenta e três empresas. Nenhuma Tinha a possibilidade de na segundafeira nos fornecer cento e cinquenta vigilantes armados. Mas nós conseguimos. Nós conseguimos unindo forças e eu queria mais uma vez agradecer ao deputado Jorge que foi muito sensível naquele momento. Nos auxiliando, no que era necessário. E dizer pra vocês que nós assumimos cinco compromissos. Deles, Duas semanas depois do acontecido nós já cumprimos que foi a segurança armada pra todos os nossos educandários. Nós assumimos o compromisso de câmeras de vigilância duzentas e vinte e de botões pânico Que nós vamos assinar na próxima quartafeira a ordem de serviço. Que nós esperamos aí que ao longo de dois, três meses nós possamos comemorar A efetiva instalação dessas câmeras, desses botões de todos os nossos educandários. Nós assumimos o compromisso De contratação de equipe multidisciplinar com psicólogos, com assistentes sociais que iniciaram hoje. Sete equipes multidisciplinares Iniciarão hoje, passaram por treinamento, uma capacitação, iniciaram hoje na nossa rede municipal de educação Nós assumimos o compromisso de elaborar plano de contingência aqui comandante geral da polícia militar. Eu queria agradecer imensamente Em nome do senhor, em nome do comandante Felipe. A parceria que nós estipulamos com o município, com o estado E nós capacitamos cem por cento da nossa rede municipal de educação. Foi uma semana longa e quase Cinco mil servidores municipais foram capacitados, passaram pelo treinamento de terrorismo doméstico Com múltiplas vítimas. Nunca mais vou esquecer. Esse nome. E o impacto que ele causa quando ele é dito. Treinamento difícil de se acompanhar principalmente diante da proximidade com o fato que nós vivenciamos aqui na nossa cidade. Mas na próxima quartafeira também em parceria com a Secretaria Municipal de Defesa Civil nós vamos apresentar A comunidade esse plano de contingência aqui no nosso município. E também a questão da estrutura física. O melhoramento do nosso cercamento, do nosso moralmente. Não o que nós da nossa cabeça estipulamos que era o correto. Mas sim seguindo as normas técnicas comandante geral. Congradiu pra que se tenha a visibilidade. De quem está fora o que está se o que está acontecendo dentro da unidade. E de quem está dentro os nossos vigilantes armados, os nossos profissionais possam também acompanhar a circulação de pessoas estranhas que estejam Dos nossos educandários. É dessa forma que nós vamos continuar buscando sempre a essência da educação do nosso município. Como sempre foi. Como sempre foi. Tendo como o centro o melhor pro nosso estudante. Durante muito tempo e foi muito bem dito pela nossa viceprefeita Maria Regina. Nós trabalhamos no desemparedamento. Tirar os nossos estudantes dentro de sala de aula. Poder trazer a família pra dentro da escola. E nós não podemos perder essa essência. A educação global ela é referência. Não só pro estado de Santa Catarina mas pra todo o Brasil. É desse forma, da mesma forma com que a gente vinha trabalhando que nós vamos continuar. Pra que o nosso estudante seja o centro das nossas atenções. Pra que nós tenhamos essa empatia que sempre foi Tão grande, mas isso tudo resultado do amor com que o nosso servidor público municipal desempenha as suas funções. Eu queria encerrar dizendo aos pais de que eventos como esse deputado Jorge, Devem acontecer uma certa regularidade. Porque o tempo ele faz com que a gente Talvez esqueça da dor que nós sentimos naquele dia. Mas esse evento hoje faz a gente reviver E nos dá uma inquietação que é positiva. Pra nós buscarmos cada vez mais o caminho Pra solucionar situações como essa que nós vivenciamos aqui. Seja questões pré como a que foi colocado aqui seja por questões Póstrauma. Mas que nós precisamos sim dessa inquietação pra gente continuar buscando sempre o melhor. Melhor pra todos os nossos estudantes. Obrigado. Agradecer as palavras também do secretário senhor Alexandre Matias. Com toda essas falas, com toda essas sugestões, vocês imaginam o que que nós temos pela frente e tudo. Então nós temos muito compromisso em trabalhar em conjunto política e sociedade, volto a dizer isso, Que a tarefa é muito arda, muito grande, em todo o sentido é que quando hoje falou de milhares de hospitais Que tem no nosso país precisa ter hospital psiquiatra pra ajudar. Pra ajudar realmente porque Uns proíbe a droga, e outros assinam, e querem liberar a droga. Então vocês imagina o nosso caminho. Nós como políticos, e nós sociedade. O que que nós temos tudo pela frente? Obrigado hein? Neste momento desfazemos essa mesa e convidamos para compor a mesa do painel Legis são experiências. O deputado federal Jorge Guetta, em coordenador do grupo de trabalho que presidirá o painel. O representante da deputada estadual Paulinha senhor Guilherme Tomanini, o procuradorgeral de justiça do estado de Santa Catarina senhor Fábio de Souza Trajano, o prefeito do município de Blumenau senhor Mário Hildebrandt e o presidente da Câmara de Vereadores do município de Blumenau senhor Almeida Vieira. Então, vamos lá. Tem celular aqui é de alguém? Então é o último painel, muito obrigado. Obrigado a paciência de todos, e a compreensão São de todos e todas né, da importância pra nós, tudo está sendo gravado, Gravado né, pela pela TV Câmera né, também está sendo transmitido nas plataformas da Câmara dos E vocês estão recebido conforme os outros painelistas a importância que está sendo Né, a experiência de a gente ouvir vocês e quão rico está sendo. Esse painel então é sobre legislação E experiências né, experiências. Então eu queria, eu queria convidar a, A Jenifer, olha o Paulo né, o Paulo pai do Bruno, Papis, pra assumir me sinto muito honrado ser substituído por você, aqui Paulo, pra você, por você aqui Paulo, pra você coordenar esse último painel assessorado pelo Eduardo aqui. Pode assumir esse trabalho. Boa tarde a todos, convido para fazer o uso da palavra O procuradorgeral da Justiça do estado de Santa Catarina senhor Fábio de Souza Trajano. Bom muito boa tarde a todos novamente, Cumprimento o presidente da mesa, cumprimento a todos os colegas novamente, A doutora Débora Nicolás nossa promotora, doutor Massonei Mendes nosso promotor, a todas as pessoas já referidas. Sei que a nossa fala é uma fala muito rápida de cinco minutos, mas queria aqui trazer algumas reflexões. Uma delas, além de destas questões relacionadas A violência nas escolas, nós não temos uma única solução. Nós temos uma série de estratégias que devem ser adotadas, e uma delas talvez nós já Temos uma lei que obriga toda a escola deve ter psicólogo e assistente social. Então talvez seja encaminhamento que a legislação existente seja cumprida Né? Com psicólogo, assistente social. Uma outra situação que eu trago aqui à reflexão, É que nós possamos implementar em cada escola uma técnica chamada Tissa restaurativa. Uma eventual briga descompasso entre O entre os alunos, uma técnica que propõe o diálogo, O acolhimento à ouvida dos envolvidos, o Ministério Público de Santa Catarina já levou A justiça restaurativa né pra Capivari de Baixo pra Rio do Sul Vai levar agora pra outros três municípios, então a nossa proposta aqui, prefeito, É que nós possamos discutir com o estado e discutir com a com com o município se essa Técnica da justiça restaurativa não seria uma boa alternativa de pacificação Envolvi envolvendo os pais os professores o psicólogo da escola o assistente social E sabe vamos escolher uma duas três escolas vamos medir né as diferenças os desentendimentos E vamos fazer uma medição dali a seis meses, né? Não é uma inovação trazida pelo Ministério Público, O Conselho Nacional de Justiça traz essa forma de resolução de conflitos, então fica aqui Uma proposta o nosso objetivo aqui é trazer algumas propostas, né umas duas ou três aqui e depois nós vamos formar grupo de trabalho No Ministério Público formado pelos promotores de Pinhalzinho, de Blumenau, Integrantes né, da área da infância, área criminal e fazer uma proposta formal a a esse grupo de trabalho da Câmara Federal. Então nós vamos voltar aqui em Blumenau, né, com grupo de pessoas do Ministério Público, nos reunirmos com integrantes do município, Uma ideia seria essa, outra ideia é olhar para as vítimas com mais cuidado o que nós podemos fazer Qual a nossa cooperação em relação às vítimas então também assumimos esse compromisso Eu tive a oportunidade de conversar lá em Saudade com cada pai e cada mãe né das vítimas que estavam Naquele momento difícil, mas eu disse a eles como representante do Ministério Público que nós estávamos lá pra prestar nossa solidariedade, E que nós estávamos lá com quatro promotores pra fazer o melhor que nós podemos fazer defendendo né, Aquelas vítimas e os familiar então é uma outra proposta que deixo aqui né trazendo à justiça Informações sobre a justiça restaurativa, sobre atendimento às vítimas e ponto que nos chama muito a atenção É também é dizer pra vocês aqui que em razão do episódio saudades hoje nós temos cibergaeco, que é referência nacional. Hoje, nós temos representantes do cibergaeco, É colaborando com a instalação de cibereck em outro ministério público. Então o episódio de saudade serviu pra criação do nosso ciberHF e volto a dizer Ministério Público Polícia Civil Polícia Militar Corpo de Bombeiro Polícia Penal. É grupo de instituições. E no episódio de Blumenau nós fizemos uma pesquisa ativa, Porque o 0 nome que se dá pro autor da assassina aqui é Lobo Solitário. Não se identificou nenhuma, Nenhum diálogo, nenhuma conversa, ele não interagiu. Mas em razão daquele episódio nós fizemos buscas ativas e não tem Né? Ninguém se esconda atrás da internet, e nós efetuamos uma operação prendemos mais de dez adolescentes. Busque apreensão em mais de quinze locais. Nós impedimos, impedimos atentado em Feira de Santana. Impedimos mesmo nós temos áudio que eu não vou mostrar Do coordenador do GAECO da Bahia. E ele é emocionado nós impedimos uma chacina. Ele estava preparado ele é se suicidar depois. Então como foi mencionado aqui episódios dessa natureza, Fazem com que os órgãos do estado a sociedade civil o Congresso Nacional se volte Pra essa pra esse grande problema. Então deixamos aqui dois registros cumprimentamos a iniciativa Né da Sociedade de Blumenau do Poder Executivo do de Blumenau dos familiares das vítimas que foram até o Congresso Nacional Da câmara do deputados por intermédio sobre o presidente por esse grupo é formado por quatorze partidos então ele é suprapartidário. Vamos aproveitar essa grande oportunidade. Trezentos e vinte e oito anos, mas a contagem é em De quarenta anos no máximo. Então é adequado? Não é adequado? Então vamos aproveitar Entidades governamentais e não governamentais né é a oportunidade que a Câmara do Deputado está dando pra sociedade É de Blumenau, e nós vamos marcar viu prefeito em breve, uma uma vinda aqui em Blumenau pra Colaborar, trazer algumas reflexões, né, dentro obviamente das limitações do Ministério Público, Mas se o Ministério Público tiver todo esses órgãos de segurança o Poder Executivo Municipal e o Poder Executivo Estadual nós podemos fazer muito. E a última mensagem, a última mensagem ICMS educacional. Felizmente ano passado com o trabalho da Assembleia Legislativa nós temos Hoje percentual do ICMS, valores em dinheiro sendo destinado aos municípios que têm os melhores índices da São. E uma boa qualidade de educação também, Reflete no ambiente de paz, de prosperidade, de harmonia, recursos para os municípios. Nós estamos celebramos termo de cooperação o Ministério Público na hora de conta nós vamos premiar os municípios que mais se destacarem. Quem sabe Blumenau Não seja o primeiro município em termos de receber recursos para o ICMS em razão do da qualidade da educação. E o ministério público tem o 0 fundo de reconstituição dos bens lesados que não é do ministério é integrado por Interantes do Ministério Público entidades governamentais e não governamentais. Vamos pensar em algo algum recurso que o FRBL Possa contribuir pra projeto aqui em Blumenau, projeto lá em Pinhalzinho lá em em saudades, Né nós temos recursos parcos, considerando os cofres do estado, mas nós pudemos colaborar, Queremos colaborar vamos pensar num projeto o que é necessário pra dar algo né de positivo considerando essa tragédia. Muito obrigado pela oportunidade e todos os promotores estão à disposição dos colegas e à procuradoria geral de todos vocês e à procuradoria geral também. Muito obrigado senhor Fábio Souza Trajano, procuradorgeral de justiça do estado de Santa Catarina. Convido agora para o uso da palavra o senhor Guilherme Tamanini representando a deputada estadual Paulinha. Boa tarde a todos. É uma honra poder vir aqui representando a deputada Paulinha que infelizmente em razão de de caso de força maior não pôde Fazer presente. Quero cumprimentar a todos da mesa, né. Estender meus cumprimentos àqueles que já foram citados aqui, E em especial, transmitiu abraço fraterno. O meu respeito aos familiares da das vítimas da tragédia de Blumenau que fazem presente porque nunca é tarde pra relembrar o que o que aconteceu pra que possamos evoluir como sociedade E evoluir especialmente aprimorar o que a legislação permitir. A fim de que esse tipo de tragédia não não volte a acontecer. Deixar uma mensagem bem bem singela e rápida, especial porque imagino que pela qualidade dos membros da mesa tem muito mais aqui ouvir Do que acrescentar, mas simplesmente é importante ressaltar que desde o primeiro momento que aconteceu o presidente Mauro de Nadal, o presidente da assembleia, Concentrou esforços em reunir o máximo possível de de parlamentares e aproveitar De tudo o que os parlamentares produziram especialmente no começo logo após os primeiros os primeiros momentos depois do que do que ocorreu da tragédia, Foram apresentadas várias proposições. O deputado Mauro propôs em primeiro momento, reunirmos tudo o que fosse Apresentado referente à segurança escolar e dividimos a organização do trabalho. Num primeiro momento foram foi dado foco em cima da atuação policial no ambiente escolar. Então o primeiro foi feito foi criado O cetisp escolar para permitir a atuação dos policiais da reserva na escola né. Essa legislação inclusive esse aprimoramento da função do policial ainda está sendo muito discutido em especial Porque atribuição finalística do policial é uma inovação. Nós partimos de fato que ninguém sabia exatamente o que ia acontecer, E o que tinha o que tinha acontecido as respostas pra isso e nós fomos procurar respostas em outros estados na legislação federal E até fora do Brasil. Após isso o presidente Mauro de Nadal organizou grupo de trabalho né Contando com membros do Ministério Público, da Polícia Civil, da da Defesa Civil dentre outras instituições. E esse grupo de trabalhos se debruça ainda pra produzir relatório, a fim de apontar mecanismos legislativos Que possam atuar tanto na fase de prevenção quanto na fase de repressão A esse esse fenômeno social que é flagelo social que não é culpa das instituições mas é dever das instituições trabalhar Pra que possamos obter essa essa evolução. Cabe a nós no caso né a Assembleia Legislativa, a organização dos poderes, Público, polícias em geral, produzir mecanismos que tragam resposta a isso. Então a mensagem da assembleia é que nesse momento nós estamos Trabalhando ainda nesse grupo de trabalho, e reunindo ainda alguns legislativos, inclusive se pensou no começo pra atuação policial em criar mecanismo até parecido com o que se fazia No com com com o que se fazia em São Paulo por exemplo, Rio de Janeiro que era pagamento de uma taxa para a utilização do policial No ambiente escolar isso foi descartado depois vieram outras sugestões. E isso que é o importante. É nós estudarmos, avaliarmos, Pra que possamos evoluir como sociedade em especial produzir uma legislação no que compete à legislação Que possa atender a nossa demanda. Então é isso muito obrigado a todos e devolvo a palavra para o coordenador. Obrigado senhor Guilherme Tamanini, representando a deputada estadual Paulinho. Convido para fazer uso da palavra o prefeito do município de Blumenau Mário Windowbranntes. Bom boa tarde mais uma vez a todos ao nosso coordenador aqui E do trabalho. Acho que o deputado Jorge Guedes foi muito feliz de de envolver as famílias também nesse debate porque o debate é pra elas, E pra todas as famílias, então, acho que nós estamos evoluindo muito em relação a esse processo. Quero, não vou ser saudar aqui o doutor Fábio Fábio Trajano já falamos né? O presidente da câmara vereador Almir, o Guilherme, eu quero ser muito prático e objetivo. Não vou repetir o que eu falei na abertura, eu acho que Desnecessário. Não vou repetir isso que o 0 Matias falou acho que é desnecessário. Não vou falar isso que a viceprefeita e a secretária Patrícia todos aqui já trouxeram reflexões importantes. Eu quero trazer duas reflexões adicionais ao processo de legislação. Que talvez Pra vocês é burocrático mas pra nós gestores municipais é essencial. Por exemplo doutor Trajano, Nós estamos brigando no Tribunal de Contas, pra que a gente possa considerar a vigilância armada na escola como serviço de educação. Tribunal de Contas não quer reconhecer. Isso é debate que tem que passar inclusive por lei federal. Então é uma questão importante pra nós. Nós vamos botar a equipe multidisciplinar nas escolas, e o Tribunal de Contas não quer reconhecer. Então nós estamos com alguns desafios Frente a a nova formatação desse processo que exige de nós algumas providências adicionais. É a Blumenau é uma cidade que tem certa condição Pra bancar uma parte disso mas não toda ela né? Agora você imagina municípios menores Onde o desafio ainda é maior. Eu vi prefeito na minha frente ficando com os olhos marejados por dois motivos pela situação que aconteceu. O segundo Porque ele não teria recurso se não fosse pela educação pra botar vigilância nas escolas. Porque ele não tem, né? Cidade que vive de FPM E vive de transferência de recursos, se não houver essa questão de de reconhecimento dessa desses desses recursos como Dessa dessa aplicação de recursos na segurança e na equipe multidisciplinar pela educação, nós vamos ter sérias dificuldades pra que isso possa ser mantido. No curto espaço de tempo, todo mundo vai fazer. Mas daqui a pouco todo mundo vai parar. E nós não queremos que pare. Né? E eu acho que essa é a nossa preocupação em relação ao processo também de legislação. Então esse é o meu pedido Pro grupo de trabalho adicional que AAA LDB possa prever né essa questão apesar de que na LDB No artigo setenta inciso cinco, fala que vigilância pode ser pago com a educação. Só que aí tem as interpretações né, Aí diz que a vigilância não armada pode armada não pode, né? Qual é a diferença? A diferença é quinhentos reais, por ponto, A gente paga mais, mas aí você desconsidera todo o investimento, que custa os outros dez mil e pouco, ou seja por causa de quinhentos reais não pode considerar. Então são essas as as reflexões que eu queria colocar aqui complementares a tudo isso que já foi falado aqui embaixo, Assinando embaixo reiterando o debate. Quero agradecer aqui a manifestação do doutor Trajano né, ele já colocando recursos à disposição também, E aqui eu quero fazer registro. O governo federal liberou cento e cinquenta milhões. Pra editais Pra atender a questão da segurança nas escolas. E Blumenau ficou de fora. Blumenau ficou de fora. Aí eu fui lá, né, me manifestei e disse olha Blumenau está de fora, como Blumenau ficou de fora. Aí eles foram ver eles criaram edital que não permitia que nós nos escrevêssemos, porque nós não temos guarda armada guarda municipal armada e nós não vamos ter Né? Pelo menos não há curto espaço de tempo. Então excluiu o dominaram e tantos outros municípios porque não tinha guarda Armada então, e aí agora abrir o novo possibilidade quem sabe talvez Blumenau vai ser contemplado ou seja onde aconteceu o fato não foi contemplado. Só pra complementar aí essa essa questão aí dos desafios a gente não fica reclamando né? Mas aproveitando aí o 0 cenário pra isso. No mais, mais uma vez Deputado Jorge, toda a comissão quero agradecer a mobilização, os professores, diretores, até pra não me alongar aqui depois né? Toda a mobilização secretária A viceprefeita, a secretária Patrícia, enfim, todo o time, o Menestrina, todo o time da prefeitura que também mobilizou e ao longo dessa caminhada, desses meses pra Pra que a gente pudesse estar entregando melhor pra nossa cidade. Parabéns mais uma vez e que Deus nos dê sabedoria e discernimento pra que esse debate aqui Traga soluções de proteção e proteção à vida das nossas crianças e adolescentes obrigado. Muito obrigado prefeito, pelas suas palavras. E nesse momento convido para fazer uso da palavra presidente da Câmara de Vereadores do município de Blumenau, Almir Vieira. Melhor. Como nós temos pouco tempo aqui pra falar, vou ser bem rápido e sucinto, Agradecer novamente a presença de todos. Agradecimento especial ao deputado Jorge Gueten que nos recebeu, tomou todas as providências que Nós achamos necessário no momento, fez todo o papel de parlamentar, papel de pai, papel todos os papéis possíveis, tanto ele quanto todos os deputados que nos receberam naquele momento. Só rapidamente ilustrar o que a câmara fez no início, né, tomamos a frente, A partir do momento que do acontecido eu chamei os quatorze vereadores pra câmara secretário, e naquele momento já fizemos aí Algumas situações dando total liberdade vereador Matias, viceprefeita, prefeito, pro prefeito da cidade poder tocar Todas as condições aí de estado de emergência. É aquilo que eu falei na minha fala anterior. A novidade é coisa que não não não a gente não sabe como trabalhar quando acontece Uma situação dessa surpresa. Mas alguns dos fatos que chamaram atenção, e aí sim, da câmara de de vereadores e o prefeito também participou efetivamente disso, Foi o projeto que, na mesma semana os vereadores se reuniram aí, alguns jurídicos, e buscaram lá tinha vinte vinte e cinco projeto de lei, No Congresso Nacional tramitando pra trabalhar questões de violência com o crime hediondo. Foram captado todos os vinte e sete e foi foi feito só. E E esse projeto foi entregue para todos os, ministros, presidentes, todos aqueles que enfim, São responsáveis pela pela nossa pelas leis do nosso país, principalmente essas leis de crime hediondo. Eu na condição de militar eu tenho algumas questões que eu não consigo entender muito, né? Estou aí me até me formando agora em direito também mas eu não consigo, E eu acho que isso é uma das questões que tem que tirar fora, quando diz que vamos fazer teste de sanidade. Isso aí já é uma coisa que é claro, é álibi que o advogado usa alguma questão pra poder tentar Amenizar a situação, isso aí pra mim já tem que entrar fora na, de primeira já, deputado, isso não tem nem que entrar em questão. O cara cometeu isso aí não tem que nem entrar nessa questão E vamos ver a sanidade do do do do do indivíduo. A outra questão é que nós não podemos aqui, mais trabalhar, o que aconteceu. Nosso trabalho agora é voltado diretamente pro nosso futuro, pra segurança de cada o que nós vamos fazer, as atividades que nós vamos tomar. A câmara vem fazendo isso Dentro daquela nossa esfera, quer legislar para a sociedade, e dando o suporte pro nosso prefeito. Mas essa coisa é mais macro. Blumenau necessita de mais policiamento. Blumenau está abaixo do número de policiais, que precisam estar aqui fazendo a nossa segurança. Blumenau precisa como o prefeito falou e nós já conversamos no futuro, não sei quando, mas nós vamos precisar de uma guarda armada. Nós vamos trabalhar muito pra isso, não vai ser de hoje pra amanhã, questão é uma coisa tão simples, mas nós precisamos cada vez mais dar a segurança necessária pra nossa sociedade. E pra que isso aconteça, não adianta só nós ficarmos aqui, No nosso município. Isso tem que tomar amplitude, que é a do estado, e tem que tomar acima de tudo a amplitude do governo federal, ou dos nossos representantes escolar. Que só que os dezessete que que são de Blumenau de Santa Catarina tem o mesmo empenho que o Goethe está tendo. Que o deputado Goethe e o que os demais deputados que estão fazendo isso, que entendam a seriedade. Prefeito já disse uma vez, e por isso que nós tomamos a decisão de ir pra Brasília, A água da enchente de Blumenau não chega lá no palácio do do presidente nem no Congresso Nacional não sabe o sofrimento da nossa cidade. Nós passamos momentos de terror, como foi mencionado aqui, hoje ainda tem pessoas que têm trauma, até de passar na frente. Isso a gente não vai mais recuperar, não tem mais como recuperar. O delegado falar que a filha dele estava com medo de morrer. Então nós vivemos aí momentos Que nós não podemos mais tratar desse assunto pra trás, nós temos que ir pra frente e com muita seriedade e com muita rapidez. E Blumenau vem fazendo isso graças O que o prefeito já mencionou aqui vem fazendo e a câmara vem fazendo. Agora cabe deputado, com o seu empenho, e eu sei que sozinho o senhor não consegue isso, Mas esse trabalho e que isso daqui, essas falas que foram feitas da tarde de hoje cheguem no congresso com rapidez, com serenidade como foi A sua atuação quando nos recebeu lá e de mais alguns parlamentares. E que isso seja o primeiro ponto. Que o bandido, que o vagabundo, que o monstro saiba Que se ele cometer isso, ele não vai mais ter vida. Porque enquanto essa impunidade aflorar, qualquer ainda acaba fazendo porque além dele ter uma liberdade Logo em seguida porque não vai demorar. Ele vai poder gozar de tudo e aí vai botar desculpa a expressão. Às vezes Vai te dar aula de bom samaritano querer vender a palavra do senhor ou coisa parecida e a sociedade vai acatar, os direitos humanos vai acatar. Os cara não têm mais sair de dentro da cadeia nunca, eles são mosto. Isso tem que ficar pro resto da vida. E vale a pena citar aqui, por conta de de várias situações, Que a guarda de trânsito de Blumenau que não é uma guarda é hoje ainda é agentes, já tem o portal desse animal esse animal. Só que nada puderam fazer. Na época. E hoje nós estamos aqui, também trabalhando com essa condição, eu já falo como o prefeito falou, Os secretários, os vereadores já comentaram, são situações que a gente precisa trabalhar com muita delicadeza, mas que precisa chegar lá. Nós, Blumenauenses somos referência pela cerveja prefeito, pela pela automerfest, pela pela pelo povo pujante que trabalha, o senhor mostra isso nas suas obras, no seu trabalho por toda a cidade? O Brasil e o mundo conhece Blumenau desse jeito. E ficamos marcados, em alguns segundos com uma cidade de terrorismo. Nós precisamos mudar isso. Nosso povo quer. E tem que cobrar, e nós vamos cobrar. E o senhor deputado, é o nosso guardião pra que isso aconteça o mais rápido possível. Não só por Blumenau, Por Santa Catarina, pelo Brasil. Obrigado. Muito obrigado presidente da Câmara de Vereadores, Almir Vieira, pelas suas palavras. Muito obrigado. Neste momento, desfazemos essa mesa e convidamos o deputado federal Jorge Gueten para fazer o encerramento. Mas se permitir, eu já vou encerrar. Os amigos podem ficar aqui e a gente já vai encerrar. Paulo senta aí Paulo. Eu acho, Todos que no no que ouviram os nossos painelistas, a apresentação inicial, Eu acho constataram o que a gente constatou né Eduardo, a importância que é, a importância que vai ter Esse grupo de trabalho e o quanto de informações, tudo está registrado né, coronel Armando, O quanto de informações que a gente está levando. Olha como nós chegamos aqui hoje, Seis horas da manhã nós já estávamos de pé né prefeito Mário? Até agora olha o que nós vamos levar olha Eu eu faço uma reflexão, eu estava sentado ali, ouvindo ouvindo os painelistas, e estava constatando, Como eu cheguei aqui hoje? E como eu vou sair? Com o que nós chegamos? Com o que tu chegou ontem Eduardo? Você que fez esse gesto aqui, 00A nossa equipe, a Patrícia, 000 deputado Alfredo que já saiu, Como nós viemos e quanto nós estamos levando de informações, de sugestões, de encaminhamentos? Isso na Primeira audiência pública realizada no Brasil. Imagina com a a continuidade dos trabalhos. Então, EEE aproveito só pra dizer que a intenção prefeito Mário, como você bem colocou, Trajano, todos vocês colocaram. A intenção do Globo Trabalho apresentaram PL, projeto de lei, criando a política nacional de segurança nas escolas. Que vai envolver todos os setores envolvidos, Educação, segurança, saúde mental, na busca de soluções para o problema. Além disso, prefeito, Trajano, pretendemos criar programa no orçamento para destinação de recursos para este fim. Não podemos ter a irresponsabilidade de criar uma política nacional de segurança nas escolas, sem também criar recursos para implantar Isso nos municípios, porque é aqui nos municípios que a gente mora, que as pessoas moram, Vivem, são felizes e querem continuar vivendo. Quero dizer, Jennifer, Bruno, a tia Lidiane, Alessandra, Amanda, Amanda, A todos os pais familiares das outras vítimas. Eu quero dizer com bastante convicção, com bastante segurança, Que não foi em vão a ida de vocês. Eu acho que o que aconteceu hoje, Já justifica, confirma, valida as minhas palavras. Então continue Blumenau, continue contribuindo. Continue nos orientando, nos informando, dando sugestões, prefeito Mário, vocês que já têm, já estão bem na frente das outras cidades conforme falamos e constatamos Hoje de manhã vocês estão bem à frente. Mas nós, o Brasil é pouquinho maior do que Blumenau. Santa Catarina é pouquinho maior do que Blumenau. Não tem a estrutura, a maioria dos municípios, não tem a Que que Blumenau tem os recursos que Blumenau tem. Por isso, mais do que nunca, Nós precisamos muito muito que vocês nos ajude. Ajude o Brasil. Ajude o Brasil. Continue, façam, provoco vocês num desafio, eu acho que os entes federados Já fizeram muito, município aqui já fez muito, né Patrícia. O 0 estado já fez muito, A união já fez muito, todos e estão fazendo ainda, pra nós tratarmos as consequências. Precisamos também, se focar e não esquecer que nós temos que tratar as causas desse problema. Não só as causas no ambiente escolar. Mas as causas na nossa sociedade como todo. A sociedade está tanto quanto doente. Sociedade está doente mental. Nós temos que tratar isso, nós temos que ir no âmago do problema, eu quero dizer Almiro, e fazer registro, Os dezenove parlamentares de Santa Catarina, todos eles só podem ter catorze, por partido. Os dezenove parlamentares de Santa Catarina estão bombeados tanto quanto eu, em busca da solução. Todos eles, independente de partidos, senadores, deputados, independente de partido, né. Aí eu e a deputada Carol, que é muito responsável Quem é por esse grupo de trabalho, foi escolhido só E daí então, o Altineu, o líder me escolheu, mas ela também gostaria Estar aqui e hoje ela gostaria de estar aqui e não pôde estar, faz uma justificativa, os quatorze parlamentares ali, Todos eles muito imbuídos com os seus partidos, que isso é importante, tem uma diversidade muito grande, isso nos dá farol, uma luz, E nós vamos ter facilidade quem conhece pouco o Legislativo né Elme e o Mário que já passou por lá, EEEE tá o Guilherme, que que está aqui representando a assembleia, o deputado Oscar representando AAA Paulinha, isso nos dá uma luz que é o momento certo, é o momento adequado. EEE deixo uma reflexão pra nós, eu acho que o que o, eu não fiz mais Do que a minha obrigação como parlamentar. Nós políticos prefeito Mari, vocês praticam muito bem, Nós políticos precisamos ter mais empatia. Mais empatia. Mais capacidade de ouvir e escutar as pessoas. Ora, isso é fácil, e a gente fala no dia a dia. Mas o verdadeiro ouvir e escutar as pessoas, Jenifer, é a gente ter a capacidade De se colocar no lugar das pessoas. A gente ter a capacidade de se colocar apesar de que eu nunca vou poder De vocês, de pais, mas nós ter a capacidade de se colocar. No lugar dos pais, no lugar dos familiares, no lugar da sociedade. Seja numa tragédia como essa, Ou seja, em outras causas, em outra que a nossa sociedade tem. Se nós, Políticos, praticarmos essa empatia, de ouvir e escutar, de se colocar no lugar das pessoas, Eu não tenho dúvida nenhuma que nós vamos buscar discussões pra muitos problemas Que nós enfrentamos no nosso dia a dia. Seja na violência nas escolas, sempre nessa desigualdade Que nós temos nesse no nosso país que não combina, que não combina com o Brasil, com a riqueza do Brasil, Seja em todos os problemas nós teríamos menos problemas. Então é isso, os parlamentares de Santa Catarina não tenho dúvida nenhuma, todos eles Tem essa empatia e estão se colocando no lugar de vocês. É esse trabalho pra avançar é importante, E leva pro deputado Mauro, pro deputado Mauro, presidente da assembleia, Oscar Guilherme, e serve pra nós todos. Esse trabalho, ele não pode, quem está à frente, quem está trabalhando, todas as autoridades políticos, Autoridades constituídas, esse trabalho não pode ter como objetivo, ou forte. Não pode ter como objetivo querer status, não pode ter como objetivo, querer ser o pai da criança. Esse trabalho, tem que ser de todos. Eu não tenho dúvida nenhuma. Se nós tivermos humildade, Humildade. Se nós ouvirmos e escutarmos, nós reparar as experiências e ver as experiências, Sugestões, porque não temos respostas como vocês perceberam, nós não temos respostas, ninguém tem uma resposta ideal. Mas juntos, com humildade, com a capacidade de ouvir e escutar, nós juntos vamos encontrar Uma resposta, uma solução. Meu muito obrigado, obrigado ao deputado presidente Lira, né, por essa oportunidade a todos vocês, a todos Mário, A você, começamos muito bem a você e vocês que organizaram aqui servidores da prefeitura municipal, secretários, viceprefeita, vereadores, a todos vocês, o nosso muito obrigado, o nosso muito obrigado. Aos familiares, nosso muito obrigado, quem organizou, Cerimonial às nossas equipes, ao Eduardo, à Patrícia, às nossas equipes, assessores parlamentares, a todos vocês, muito obrigado. Não foi em vão essa

14 de ago, 13:30
#3
Transcrição automática

E quem EEE quiçá pra todo o Brasil. Obrigado, que Deus abençoe a todos, obrigado.

14 de ago, 17:37