Seminário

COMISSÃO EXTERNA PARA ACOMPANHAR A CONCLUSÃO DAS OBRAS PÚBLICAS PARALISADAS

21 ago. 2023 07:00 às 09:23

Sobre o Evento

Comissão externa analisa obras públicas paralisadas no Acre; deputada finaliza seminário cumprindo deveres.

Status
Encerrada (Final)
ID: 69376Total: 3 discursos
#1
Deputada Socorro Neri
Socorro Neri

Deputada

Transcrição por IA

Senhoras e senhores, muito bom dia, sejam todos bem

0:000:07
21 de ago, 10:00
#2
Transcrição por IA

Bemvinda à Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Hoje, em especial, seminário que visa debater a execução de obras públicas que receberam recursos federais no estado do Acre com enfoque em infraestruturas de transporte e rodovias, especificamente, as rodovias BR três meia quatro e BR trezentos e dezessete. Esse seminário é fruto de requerimento de autoria da deputada federal Socorro Neri, e foi solicitado à Assembleia Legislativa que anfitriunasse esse evento, que como parceira fizesse parte também desse debate. Gostaria de convidar para compor a mesa o excelentíssimo senhor presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre, deputado Luiz Gonzaga. Convidamos a deputada federal socorro Neri, proponente desse seminário. Representando o governo do estado do Acre, convidamos o secretário doutor Alisson Bisteni, a secretaria de governo. Convidamos o senhor Ricardo Araújo, departamento nacional de infraestrutura e transporte, DNIT. Convidamos o senhor Osmar Nilo Bezerra Neto, superintendente da ControladoriaGeral da União no estado do Acre. Convidamos o senhor José Adriano, presidente da federação das indústrias do Acre. Convidamos o senhor Beto Muradi, representante do DERAC, superintendente do DERAC. Convidamos o senhor Egídio Garó, representante da FCOMércio, federação de comércio do estado do Acre. Convidamos o senhor Alexandre Tostes, diretor de captação de recursos da secretaria de planejamento desse ato, representando o secretário Ricardo Brandão. Cerimonial solicita aos membros da mesa que fiquem perfilados olhando para frente para que nós possamos fazer a foto oficial de abertura, senhor José Drum, de pé por favor, de abertura deste seminário. Senhoras e senhores podem sentarse. Gostaria de fazer o registro aqui, da senhora Lia Berrucci, presidente em exercício do CREO, peço uma salva de palmas. E a equipe do CREC se encontra aqui conosco, da JEAC antes de darmos início, o seminário visa debater sobre as rodovias BR três meia quatro e BR trezentos e dezessete, foi a foi aprovado através do requerimento número vinte e quatro de dois mil e vinte e três de autoria da deputada Socorro Neri na Câmara Federal. Os os convidados foram departamento nacional de infraestrutura DNIT, ControladoriaGeral da União, Polícia Rodoviária Federal, Governo do Estado do Acre, Assembleia Legislativa do Estado do Acre, federação do comércio e federação das indústrias, além do CREA e demais instituições que se preocupam com a palavra o excelentíssimo senhor presidente e deputado Luiz Gonzaga, presidente da Assembleia Legislativa do estado do Acre. Bom dia a todos e a todas. Queremos cumprimentar aqui o nosso amigo que aqui também representa o nosso governador Gleice O Camille, a nossa deputada socorro Neri, proponente deste seminário, o nosso amigo Ricardo Araújo, superintendente do DNIT, o superintendente da ControladoriaGeral da União, dos o doutor Osmar Nilo e o nosso amigo José Adriano presidente da aqui muito grato por novamente estarmos juntos em uma atividade tão importante para o nosso estado o doutor Beto Murat diretor do de Acre e o nosso o amigo Alexandre Toster representando aqui o secretário de fazenda, é isso? O Catario planejamento Ricardo Brandão. Senhoras e senhores é com muita honra que nós os recebemos neste seminário que Visa debater a execução de obras públicas que receberam recursos federais no estado do Acre. Com enfoque em infraestruturas de e rodovias BR 364 e BR trezentos e dezessete conforme solicitação da deputada Federal socorro Neri sejam todos bemvindos à casa do povo esta presidência Essa parte da criação dos trabalhos, a deputada socorro Neri, autora do requerimento que deu origem a este seminário. Presidente da Assembleia Legislativa do estado do Acre, deputado Luiz Gonzaga, por esta parceria este trabalho em conjunto Com a comissão externa de obras públicas paralisadas e inacabadas do país, da Câmara dos Deputados. Declaro aberto o seminário estadual promovido pela comissão externa, destinada a acompanhar e monitorar a conclusão das obras públicas paralisadas e inacabadas no país em parceria com Assembleia Legislativa do estado do a comissão estará aqui representada por mim autora do devido requerimento junto à comissão Agradeço a Assembleia Legislativa que nos cedeu o espaço e o apoio dos demais serviços técnicos e administrativos para que pudéssemos realizar em conjunto o evento de hoje. O objetivo deste seminário é discutir A execução de obras públicas com recursos federais com enfoque na infraestrutura de transportes e rodovias, Principalmente as BR três meia quatro e três sete. Esclareço que este evento cumpre decisão do colegiado em atendimento ao requerimento número vinte e quatro dois mil e vinte e três de minha autoria aprovado pela comissão antes de dar início às Exposições gostaria de agradecer a presença dos ilustres convidados que compõem a mesa de hoje cumprimentar e sintamse todos devidamente cumprimentados cumprimentandoos na pessoa do nosso secretário de governo Doutor Alisson bistene e aqui também estendendo os cumprimentos aos membros da Polícia Rodoviária Federal que aqui estejam presentes a todos os senhores e senhoras a representante é do CREA Nossa querida colega da UFAC Doutora Lia a todos e todas que aqui compareceram para prestigiar esse Bom debate O presidente do Conselho Municipal de Turismo, Tiago Higino, leve a todos também do Conselho Estadual, os nossos agradecimentos, é por também estar participando desta pauta que também é fundamental futuro e desenvolvimento turismo no nosso estado sintamse todos portanto devidamente cumprimentados pela presença pela participação neste evento são neste evento na comissão de obras públicas na comissão de obras públicas nós temos portanto roteiro a ser seguido e eu quero aqui sei que contar com a permissão de todos e a do nosso presidente da lei Acre para seguirmos né esse roteiro mas quero antes fazer o registro da presença do vereador Jairo Pinheiro do Bujari. Muito obrigada. Vereador Sandro do município senador Guiomar. Nós tivemos o cuidado de convidar todos os deputados, todos os vereadores, todos os feitos do nosso estado cujos municípios estão relacionados a trafegabilidade da das BR três meia quatro antes de passar a a exposição dos nossos convidados Eu gostaria de fazer aqui uma breve fala para situar a finalidade deste seminário que tem caráter de audiência mas quando realizado fora da câmara da sede da Câmara dos Deputados se realiza no formato de seminário como está então no regimento né daquela casa Para dar início a evento de extrema importância para o nosso povo e para o desenvolvimento de nosso estado. Este seminário promovido pela comissão externa de obras públicas paralisadas e inacabadas do país da Câmara dos Deputados realizado em conjunto com Assembleia Legislativa do é fruto de requerimento feito por mim esta comissão da qual sou membro titular a realização do seminário é uma forma de expressar o compromisso que temos com a melhoria da infraestrutura que que proporciona a qualidade de vida de todos os cidadãos Nossas rodovias federais, BR três meia quatro e BR três sete, são muito mais do que meras vias de tráfego. Elas representam a conexão de nosso estado ao restante do país proporcionando oportunidade de desenvolvimento integração econômica e social no entanto é com grande preocupação que observamos a cada ano o atraso e a paralisação das obras que impactam diretamente a manutenção e reconstrução dessas vias tão cruciais em nosso dia a dia No dia trinta de junho passado, a comissão externa de obras públicas paralisadas e inacabadas no país, também a partir de requerimento feito por mim, realizou mais uma vez em parceria com a aleac com Denite apoio da CGU da MAC do CREA vistoria técnica ao longo da br 364 no trecho de Rio Branca Cruzeiro do Sul constatando o andamento destas obras o relatório desta vistoria eu tenho aqui posso disponibilizar quem queira fazer cópia mas ele está disponível no site da câmara dos deputados na aba da comissão externa de obras públicas paralisadas e inacabadas no país é onde nós então apresentamos o relatório descritivo daquela vistoria técnica Presidente Luiz Gonzaga e realizamos em conjunto na br três meia quatro no dia trinta de junho de dois mil e vinte e três desde então o novo acontecimento marca a agenda de investimentos em infraestrutura em nosso país no dia onze de agosto foi lançado o novo programa de aceleração do crescimento pelo governo federal o programa prevê que até dois mil e vinte e seis Sejam investidos vírgula sete trilhão de reais em todos os estados do Brasil sendo trezentos e setenta e bilhões de reais do orçamento da união e os demais recursos de empresas estatais e de financiamentos sendo quase a metade de investimentos do setor privado No Acre o programa vai investir vinte e seis vírgula seis bilhões em obras para melhorar a vida da população acreana. No programa estão obras importantes para o Acre. A ponte sobre o Rio Juruar, a construção do hospital universitário, a norma maternidade Rio Branco, moradias do programa Minha Casa Minha Vida e a restauração da BR três meia quatro objeto de nosso seminário no eixo transporte eficiente e sustentável que reúne os investimentos em rodovias ferrovias portos aeroportos hidrovias o investimento no Acre é de vírgula sete bilhão dentre as obras destaco aquelas que se relacionam com o tema que estamos em debate aqui a construção de ponte sobre Rio Juruá Com acesso a Rodrigues Alves, pela BR três meia quatro, construção do contorno de brasileira, na BR três sede, Construção do prolongamento da ponte sobre Rio Tarrauacá, na BR três meia quatro, e a restauração de dois lotes da BR três meia quatro. Uma parte dos recursos já está garantida. Agora temos que assegurar que essas obras sejam de maneira transparente eficiente e conforme os melhores padrões técnicos é fundamental evitar desperdício de recursos públicos a fiscalização e monitoramento rigoroso desde a fase de licitação a conclusão das obras cumpre papel essencial nesse processo Por isso estamos aqui debatendo as obras de reconstrução e manutenção das BR três meia quatro e três sete. Nossos esforços estão firmemente centrados em encontrar soluções concretas para este desafio Hoje durante alguns meses do ano, a situação das estradas fica em situação precária, sobretudo a BR três meia quatro, Em alguns casos, inclusive, sendo quase interrompida. Somente com a colaboração conjunta de todas as entidades e órgãos envolvidos, Podemos superar as barreiras que têm prejudicado o progresso dessas obras tão importantes. Os recursos federais alocados para esse projetos tem propósito claro assegurar que as BR três meia quatro e três sete esteja em condições operacionais ideais Garantindo a segurança, a eficiência do transporte e o bemestar dos usuários. Além da dimensão econômica, não podemos deixar de destacar a importância intrínseca dessas rodovias para a integração interestadual e nacional elas são ela fundamental Para o fluxo de mercadorias, serviços e pessoas, promovendo a interligação entre as várias regiões e enriquecendo a troca de conhecimento e cultura a sociedade é criando merece a plena realização dessas obras de infraestrutura que não só impactarão positivamente na na mobilidade mas também trarão melhorias substanciais A qualidade de vida de todos os habitantes do nosso estado. Portanto ao longo deste seminário teremos o privilégio de ouvir especialistas debater ideias e apresentar propostas concretas para que possamos juntos encontrar soluções eficazes que seminário seja uma celebração do Diálogo construtivo e do compromisso mútuo a que os resultados e que os resultados aqui se traduzam em ações concretas que ampararam o desenvolvimento de nosso estado Muito obrigado a todos que tenhamos evento produtivo e inspirador Faça o registro agradecendo a presença Do presidente da FAPAC exdeputado Moisés Diniz dos vereadores e Senador Gelmar leis Oliveira Williamene Jardim e, Reginaldo Rodrigues. Muito obrigado. Da mesa diretora da câmara do bujari o Jamas Mourão presidente vereador Jamas Mourão e o vereador Jairo Pinheiro que é o secretário já combinei aqui com o deputado Luiz Gonzaga, nosso presidente, de que ele fará portanto a a exposição por último né para fazer condensamento das falas e das Exposições né dos nossos de mais convidados. Quero convidar então pra fazer a sua fala, esclarecendo que pelo formato De seminário ou de audiência pública da câmara. Nós temos então o tempo de dez minutos para cada dos convidados. Eu pediria então Aos senhores que se mantivessem dentro desse tempo observando exatamente a finalidade deste nosso seminário. Então quero convidar pra ser o primeiro a fazer a fala, o representante do DNIT, é o superintendente Estadual do departamento de infraestrutura de transporte o denit o engenheiro Ricardo Araújo Bom dia a todos, a todos, é prazer tá aqui nesta casa, uma casa que representa todo o povo brasileiro, todo o povo acriano. Quero cumprimentar aqui A pessoa do meu grande amigo e deputado José Gonzaga, da nossa deputada que está aqui coordenando essa grande ação, deputada, eu acho que é muito importante a sua ação nessa questão Pra trazer a eu acho que a nossa transparência do que está acontecendo junto ao nosso, a nossa aos órgãos. Ao nosso Representante aqui, amigo também, companheiro de Câmara de Vereadores que foi o Alisson hoje representando o governador, Ao amigo Nilo, ao meu amigo Beto também que está aqui, ao representante do ministério do do planejamento, ao meu amigo Adriano, pela federação de e ao a fé comércio, né? Né? Fé comércio. Digigio. Bom dia a todos. Bem, deputado, eu gostaria de começar aqui a fazer aqui uma, uma retrospectiva, eu acho que é importante que a gente tenha essa situação bem explícita para o nosso órgão. O DNIT ele passou por bom tempo, Ficou três anos sem recurso nenhum, o dinheiro que vinha era só mesmo pra fazer assim pequenas correções, E a BR três meia quatro como qualquer rodovia, principalmente uma estrada que corta todos os nossos igarapés e todos os nossos rios, Que tem uma média de quatro a cinco linhas de bueiro por quilômetro, ela sendo uma é uma bem diferente de qualquer outra tem dificuldades. Nós temos solo muito diferente de todo o Brasil, nós temos aqui entre Sena Madureira e ao Rio Liberdade, nós temos problema de solo totalmente, totalmente assim com resistência 0 praticamente, que é a tabatinga que a gente conhece aqui No nosso no nosso termo, eu acho que isso prejudica em qualquer tipo de construção. E eu Sinto sempre que o departamento de estradas e rodagem do do Acre fez trabalho aqui na época à frente do junto com o DNIT, fez trabalho em parceria na época Construção teve teve brilhante desempenho, mas uma rodovia que sem manutenção, ela não vem a dar Nenhuma resistência de nada. E o que eu falei para o ministro, nosso Renan, que eu falei ministro, a gente pode colocar bilhões e bilhões nessa estrada, mas se nós não tivermos O direito assegurado da manutenção em ano seguinte, ela vai dar problema. Hoje nós temos uma estrada que, graças ao presidente Lula, Que colocou do no orçamento emergencial, duzentos e setenta milhões. Só pros senhores terem ideia, nos últimos três anos, o dinheiro que entrou Para o DNIT, foi de apenas sessenta e cinco milhões. Então, isso é uma, isso pras duas rodovias. Então fica difícil, eu sempre falo aqueles nossos Engenheiros que nós temos no quadro, que são seis, sete, aqui nós temos o professor Furtado também que faz parte do quadro, ele nós temos hoje no máximo seis, sete engenheiros pra cuidar de mil cento e setenta e quatro quilômetros de rodovia. E eles consideram eles como sendo os trezentos de esparta, Sem dinheiro fizeram a luta. E hoje, com o trabalho que nós estamos lá dentro, com o recurso que nós estamos fazendo, nós já começamos a mudar pouco O rosto dessa estrada. A gente tem que mudar essa essa característica que temos nessa nessa estrada. Hoje nós estamos com Todos os lotes, todos os doze lotes, dentro da BR três meia quatro, quanto do lote da trezentos e dezessete, com empresas trabalhando. Substituindonos Algumas empresas agora ultimamente, porque não estavam mais trabalhando como deveriam estar trabalhando, nós fizemos a troca já aconteceu a licitação, Estamos licitando mais dois lotes que estão abrindo hoje, e até semana que vem abre o último. Isso mostra a importância e o zelo que Com essa estrada. Claro que uma estrada que passou por esse período, nós estamos fazendo três tipos de serviço hoje dentro da estrada. Nós estamos fazendo a correção de pista, que é o tapaburaco emergencial, tampando pra que a gente possa estar dando tráfego, pra que as pessoas possam estar se deslocando, e eu acho que isso Já está acontecendo, nós recebemos uma uma importante ajuda agora foi pela o pessoal do transporte, que já conseguiu mostrar que diminuiuse O tempo de duração de uma viagem de ônibus, de dezoito, vinte horas pra doze, de quatorze a doze horas. Isso já é uma vitória, nós estamos também fazendo remendo profundo, substituição naquele sólidos que estão degradado, fazendo camadas até de quarenta centímetros com brita. Então isso é uma coisa muito importante que está sendo feito. E trechos que estão estourando sempre, nós estamos usando o macadâmia, Uma uma uma solução que vem dando certo, nós temos experiências que foram feitas no passado aqui há oito anos atrás, Onde, onde a comissão esteve visitando a obra, e verificouse que nesses trechos onde foi feito o macadâmia, Ele não apresentou quase manutenção, são manutenções bem assim emergências pequenas, não tem nada sério. Enquanto que quando você tem trecho onde você usa solo melhorado com brita, que infelizmente o nosso solo não tem essa característica agregadora, Acaba se dando problema e é o que eu falo, se nós não tivermos hoje uma uma realidade para o Acre, onde nós tivermos que ver que não é só aquele preço do momento, o Solo de valor a inicial da obra, como por exemplo, solo melhorado com brita, custando, exemplo, dois milhões de reais, e custando dois milhões e oitocentos, a aparentemente nós teríamos uma solução quarenta por cento Cara, mas o preço agregado tem que se fazer ao longo de tempo. Por exemplo, em oito anos, quanto vai ser a a minha manutenção e meu gasto com essa manutenção? Essa estrada depois de oito anos, o que que se apresenta? É que nós temos macadâmia mais barato do que o solo melhorado em até quarenta por cento, deputada. Então, hoje nós temos que ter uma realidade que precisa para o Acre. Nosso diretor disse, olhe, as soluções apresentadas aqui, elas podem servir de exemplo para o resto do Brasil, porque o Acre é Aqui, elas podem servir de exemplo para o resto do Brasil, porque o Acre é diferenciado de todo o Brasil. O Acre tem problemas Grandes, nós estamos com problema agora, deputada, que é a ponte do Caeté. Nós estamos com problema que o solo está trabalhando, já se deslocou, ontem, mês passado ele deslocou quase oito centímetros e Aquela, o solo ali está trabalhando, já andou no período de dois mil e dez até hoje, já andou mais de quase dois metros de distância. Isso mostra que a gente precisa ter uma solução. Foi colocado cinco profissionais, cinco doutores Para vir ao Acre e eles estão tentando a solução pra que possa resolver esse problema porque não está fácil. Soluções paliativas a gente não pode mais fazer, nós temos que ter uma solução indefinitiva. Então nós estamos fazendo acesso ao lado da ponte, colocando asfalto, Trabalhando pra que dê acesso de verão a inverno, vamos ter ali no local, isso aqui o nosso diretor, o Fábio, vai vir ao Acre na semana que vem, Ele vai estar falando, dando uma reportagem sobre essa questão, ele já autorizou a contratação de uma balsa, deputada, para que no período do inverno a gente não Tenha prejuízo de ficar quando a ponte de madeira que a gente está fazendo não der mais acesso, porque o rio vai subir muito, ali nós estamos falando, o rio que sai duma uma variação de cinquenta centímetros pra dezessete, dezoito metros de altura. Então, essa balsa no inverno, ela vai instalar lá, no local, com a manutenção toda feita por parte do próprio órgão, pela questão, não pode repassar esse preço para O que a a população que utiliza. Então isso é uma coisa que a gente está tendo cuidado, o zelo pra que a a responsabilidade de aquelas pessoas que precisam pra fazer o transporte. Hoje eu tenho certeza, nós estamos trabalhando com mais de vinte frentes de trabalho Na BR três meia quatro, a nossa ideia é que a gente tenha uma uma tempo de duração na viagem de Cruzeiro do Sul até Rio Branco, Em aproximadamente oito horas, é tempo que a gente está tratando, também estamos preocupado com as oitenta e quatro deslizamentos que nós temos nessa estrada. São oitenta e quatro linhas de bueiros que foram dando problemas, e que esses problemas estão sendo já preocupados, a gente vai tratálos Com o devido cada cada é é diferente de do outro, não são iguais os problemas, né? Então a gente está tratando a Pra dar essa solução, vamos contar com a nossa coirmã, a polícia rodoviária pra nos dar o apoio, já não estamos com esse trabalho lá na do Caeté, nós estamos lá trabalhando, o Governo do Estado através do Beto também nos deu apoio com o próprio Alisson, a questão dum semáforo que nós estamos instalando Lá na ponte do, perto do Caeté, pra que a gente possa estar trabalhando, já que a ponte não vai ser feito de, com as, e duas mãos, vai ser só sentido, então vai ter sinal Parar e voltar, fazer com isso a gente vai ter todo esse trabalho, mas o importante é que o trabalho está sendo feito, deputado, com todo carinho, com todo respeito àquelas pessoas que utilizam essa estrada. Então os serviços hoje são esses três serviços de manutenção. Para A construção indefinitivo da estrada, e como a deputada falou, é na questão da empresa. Nós temos uma empresa fazendo a geosistema, Está fazendo o projeto de toda a reconstrução do trecho entre Senna Madureira e o Rei Liberdade. Esse trecho estão sendo pesquisados, nós estamos querendo o diretor quer liberar dois trechos para o ano que vem já de dezembro, pra que a licitação ocorra a gente possa estar fazendo a licitação. Em paralelo, nós não iremos parar com os serviços de manutenção da rodovia. Agradeço ao doutor Ricardo Araújo pela exposição e agora convido a fala o superintendente da Controladoriageral da união no Acre o senhor Osmar Nilo Bezerra Neto bom dia Deputado Luiz Gonzaga agradeço pelo convite, agradeço por nos receber aqui na casa do povo. A CGU está muito orgulhosa de estar aqui. Agradeço o deputado Socorro Neri, que foi quem efetivamente nos convidou pra estar aqui hoje e falar pouco, debater pouco da importância das BRs, da importância do trabalho realizado pelo DenIT na manutenção da BR três meia quatro, da BR trezentos e dezessete e também dos recursos públicos federais empregado em obras do estado do Acre, como obra do anel viário, como obra importantíssima pro estado, e outras obras que estão em planejamento, como a ponte de acesso a Rodrigues Alves, que são obras que gente conhece e sabe da importância para o desenvolvimento do estado do Acre. Eu cumprimento a mesa em nome do deputado socorro Neri, cumprimento a todos em nome Luiz Gonzaga. Eu queria esclarecer que a CGU é órgão que tem a missão de elevar a credibilidade do estado por meio da participação social, controle interno governamental, do combate à corrupção e principalmente pela defesa do estado brasileiro. Nós atuamos na fiscalização de órgãos federais como o DNIT, como Universidade Federal do Acre, como Instituto Federal do Acre, como Polícia Rodoviária Federal que aqui está, nós fazemos o controle interno órgãos federais e também fiscalizamos todos os repasses realizados pelo Governo Federal para entes subnacionais, como o estado do Acre e municípios Do estado. A nossa missão aqui no estado é zelar pelo patrimônio público e atuar na melhoria da gestão pública. Também realizamos várias ações de ouvidoria, ah de incentivo à lei de acesso à informação, várias ações no sentido de fazer a prevenção à corrupção. Em relação à BR três meia quatro, a CGU atua na fiscalização das ações do DNIT. O DNIT tem executado trabalho muito bom de manutenção da BR três meia quatro, mas é órgão que passa por diversas dificuldades, principalmente financeiras. Eu lembro Ricardo, ano passado quando eu liguei pro superintendente do DNIT porque havia notícia De que várias frentes de trabalho seriam interrompidas na BR três meia quatro e a gente entende a importância do acesso do três meia quatro pro interior do estado, E até pra chegada de insumos aqui no estado, a gente sabe que a chegada de insumos depende da BR três meia quatro e o preço dos alimentos, o preço do das lojas de material de construção, Das condições da rodovia, então eu liguei pro atual antigo superintendente do do PNIT e perguntei, em que que a CGU pode ajudar pra que estante de trabalho não sejam interrompidas, e no momento ele me falou, Nilo, a gente já tem alguns trabalhos aí em execução, junto com a CGU, mas o que a gente precisa no momento é de recursos e a gente está tendo uma interrupção de recursos, e essa interrupção de recursos vai interferir diretamente na de trabalho da três meia quatro. E hoje a gente vive momento diferente, a gente vive momento que a gente sabe que os recursos estão sendo repassados em maior quantidade, a gente sabe temos mais frentes de trabalho na BR três meia quatro, na BR trezentos e dezessete. Agora mesmo nós estamos atuando num trabalho preventivo junto ao DNIT, pra avaliar uma contratação de manutenção da BR trezentos e dezessete, e a gente entende a importância dessa atuação do DNIT, pra que a BR tenha condições de trafecabilidade boa, considerada boa pelos pelos veículos que lá transportam, pra que o preço do Fred seja mais barato, pra que o tempo de acesso aos municípios seja mais barato. É importante esclarecer a forma de atuação da CGU, como que a CGU trabalha, como que a CGU determina quais são os processos que serão audtados no DNIT. Quando a gente fala em Denite no Acre, a gente fala em uma materialidade gigantesca e volume de recursos muito grande. Então, a CGU atua baseado nessa materialidade e principalmente, baseado em inteligência. Hoje a gente tem sistema de informação que chama Alice, é sistema de inteligência artificial que ele monitora todas as contratações públicas, e a partir de alguns critérios de risco identificados por esse sistema de informação, ele alerta dos nossos auditores de que algo deve ser avaliado por auditores, pessoas físicas, por auditores mais experientes. Então a partir desses alertas sistema de informação, a gente determina quais trabalhos serão auditados no Alice. O Alice ele determina pontos no orçamento básico principalmente das contratações, então quando o 0 DenIT define o seu orçamento básico, ele apresenta, pra sociedade uma licitação por exemplo, o Alice ele faz uma análise crítica e avisa os auditores a respeito de riscos consideráveis naqueles trabalhos. E baseado nesses do Alice a gente fez trabalho muito relevante no ano de dois mil e vinte e dois, que foi trabalho num trecho da BR três meia quatro, uma licitação no valor de cento e cinquenta e sete milhões, que após a atuação da CGU, esse valor cento e cinquenta e sete foi reduzido para cento e quarenta e sete, que representou ali uma economia de dez milhões de reais. E aí a gente perguntar, mas o ele errou na na construção desse orçamento básico? A gente entende que não, a gente entende a CGU trabalha pra melhorar a qualidade do gasto público, e orçamento de cento e cinquenta e sete milhões é algo muito complexo de ser elaborado, e com terceiro olho com olho de controle interno a gente conseguiu trabalho conjunto com o DNIT, reduzir esse valor, na época até se tornou algo bem polêmico porque a gente falou de preço de insumo bem difícil aqui no Acre que é a Brita, e a brita é dos principais insumos utilizados pelo DNIT, quando ele organiza o seu orçamento, ele prioriza os seus itens contratados por uma técnica chamada de curva ABC, e a brita ela está lá na frente é dos insumos que mais é demandado nos orçamentos do DNIT, e nós verificamos que o orçamento da Brito estava sendo feito com empresas locais e esse orçamento não estava correspondendo à realidade do mercado, à realidade o valor da obra entregue no trecho. Então, fizemos essa crítica relacionada ao orçamento básico, e com essa crítica conseguimos reduzir o valor que era cobrado por essa brita e às vezes, valor pequeno, a gente conseguiu reduzir de entregue no trecho, a gente vai até se assustar com o valor mas reais entregue no trecho, a gente conseguiu reduzir pra quinhentos e dez ou algo parecido com isso, não sei se o Ricardo vai lembrar bem os números, mas essa redução já representou ali, praticamente dez milhões de reais no orçamento básico. Então a gente vê a relevância desse item no orçamento do DNIT, e a gente trabalha sim, a gente trabalha tecnicamente, a CGU é órgão técnico formado por auditores de carreira, todos os auditores da CGU são de carreira, eu sou super interesse, sou auditor de carreira da CGU. A gente trabalha principalmente tecnicamente analisando o orçamento básico das obras, analisando as possibilidades de melhoria daquele orçamento, de melhoria da utilização dos recursos públicos, e de otimização dos das da utilização dos recursos públicos. Agora estamos planejando trabalho com o DNIT porque entendemos que terão recursos pra reconstrução da rodovia, e entendemos que esses recursos pra reconstrução da rodovia elas devem ser utilizados no os trechos mais críticos, e aí entendemos que esses trechos mais críticos, tem que compreender os trechos que foram demandados mais recursos nos últimos anos. É uma conversa com o Ricardo na sextafeira pra gente priorizar os trechos que receberam mais intervenções de manutenção, e priorizar esses trechos pra reconstrução, porque gente entende que esses são os trechos mais críticos da BR e que essas análises elas não têm que ser análises empíricas, análises baseadas somente nos nossos conhecimentos de que eu entendo, eu eu vivo a BR historicamente, eu conheço ela há muito tempo, sei que eu tenho que reconstruir o trecho x ou y. A gente entende que não, a gente entende que as decisões elas têm que ser baseadas em dados, a gente tem que catalogar os dados dos valores gastos nessa BR nos últimos cinco, nos últimos dez anos, identificar quais foram os trechos que consumiram mais recursos, quais foram os trechos que foram mais degradados nesses últimos anos, e iniciar a reconstrução por esses trechos claro, analisando os relacionados a isso, analisando quais seriam as ações necessárias pra mitigar esses riscos e priorizar os trechos mais adequados. A gente está sempre em conjunto com o DNIT, o DNIT hoje é dos principais órgãos atendidos pela CGU, pela materialidade de recursos que ele investe, e a gente tem uma preocupação muito grande com, com as ações do com a melhoria da gestão do e principalmente às vezes eu sou até repetitivo, mas eu falo muito em qualidade de gasto. A gente se preocupa muito com a qualidade do gasto realizado pelo DNIT porque a gente entende que os recursos investidos são os nossos recursos são os impostos que a gente paga, é o dinheiro do brasileiro que está sendo investido na BR três meia quatro, a gente não quer que de forma nenhuma esses recursos se esvaziem, esses recursos tenham uma má gestão. Então a gente está sempre sendo parceiro do DNIT, só do da NIT, como também do Governo do Estado do Acre, o Governo do Estado do Acre é dos principais empregadores dos recursos vindos da União, é dos principais órgãos que recebem recursos da união, não só para ações de infraestrutura, também como para ações de saúde e outras ações que são executadas pelo Governo do Estado. A gente atua na fiscalização desses recursos repassados pelo Governo do Estado, atuamos também em ações de combate à corrupção que são chamadas demandas externas, que acaba que não falamos muito porque a maioria delas são protegidas por segredos de justiça, mas também atuamos no combate à corrupção. E com essas palavras eu queria agradecer pela novamente e colocar a CGU à disposição da sociedade, à à disposição da casa do povo. E temos sistema que chama Fala BR, ele está na internet vinte e quatro horas por dia, qualquer cidadão que tiver alguma dificuldade ou quiser fazer alguma reclamação, algum elogio, alguma denúncia, relacionada a recursos públicos empregados por entes federais como o DNIT, por entes subnacionais como o governo do estado do Acre Se você sabe que tem recurso federal no seu estado, no seu município que não está sendo bem utilizado, ou que você queira fazer algum elogio da utilização desses recursos públicos, utilize o nosso sistema fale BR, comunique com a CGU, que a gente está sempre disponível pra receber as demandas da sociedade e alinhar os nossos trabalhos com os anseios do povo. Obrigado. Muito obrigada doutor Osmar Nilo, superintendente da CGU, pela exposição, que certamente depois vai retornar a partir da das pergunta, dos questionamentos, né? Da da nossa nossa plenária. Convido agora pra fala o José Adriano, presidente da federação das indústria do Acre. Bom dia a todos, muito obrigado, deputada Socorro Neri pelo convite, e parabenizála O tão interessante proposta pra momento tão delicado Nós vivemos que é a retomada dos investimento na BR três meia quatro. Quero agradecer mais uma vez aqui, e parabenizar também o Luiz Gonzaga, tem nos surpreendido bastante com uma nova forma como a assembleia está atuando diante dos desafios do desenvolvimento desse estado. Ele vai sair daqui, ele não vai mais sair candidato a deputado à reeleição, ele vai virar empresário porque está entendendo tudo de economia. Alisson, representando aqui o governo do Gladson, também parabenizálo tem sido importante o diálogo com O governo do estado através da Cegov, você tem mostrado que tem sensibilidade pra ouvir o empresário. Eu não ia falar do Ricardo, mas ele chegou Vou falar, deixar por último, mas o Ricardo é colega também, assim como todos os Acreanos aqui muito envolvido e muito dedicado, deputada, Achar soluções pros problemas que a gente enfrenta aqui na infraestrutura. Tem uma uma bagagem extensa aí na área de porque já estou tanto no município como no estado. E é a pessoa hoje que nos representa à frente do órgão Que tem essa missão quase impossível de acharmos as soluções pra nossa reconstrução da BR. E00 Nilo também é uma surpresa, à frente da CGU, a gente tem conversado bastante. O Nilo está aí Todo impecável hoje aqui porque ele é rigoroso demais, quase não reconheci. Mas é também profissional que nos orgulha muito à frente da CGU e tem aberto o diálogo pra gente entender como é que o órgão fiscalizador está atuando diante do desafio de se fazer entender que não está ali pra atrapalhar e sim pra ajudar e inclusive apoiar, na medida do possível, ah com orientações suficiente pra gente caminhar, trilhar caminho certo. E os demais da mesa aqui está ao meu lado aqui o meu amigo que representa o Leandro. Leandro agora é quase senador empresarial, né? Mas está muito bem representado por você, você sabe disso, né, que você, Ele inclusive ele faz questão de dizer não, está resolvido aí a questão. E o Alexandre Tocha ali que a gente já conversou e ele acompanha o estado do ponto de vista dessas captações de recurso De outros governo e de tem uma bagagem muito grande, em relação a tudo que está sendo discutido aqui. Os demais colegas que estão aqui, principalmente o professor Furtado, também muito bonito seu paletó, quase ganha do meu. Historicamente, o estado do Acre vive dilema, né? Quase uma dicotomia de fazer discussões do que realmente vale, os investimento na BR três meia quatro. Eu venho dizendo que esse discurso já está batido e não precisa mais ser trazido sob essa ótica. Hoje a gente tem que discutir a recuperação das nossas BRs, da nossa infraestrutura, Baseado no retorno social que nós temos, que nós precisamos pro povo da nosso estado. Eu não vou me alongar muito aqui, mas eu vou aproveitar a oportunidade Luiz e deputada, a gente tem trabalhado com o as instituições parceira do dos profissionais de engenharia, E o CREIO está aqui representado, né, e ele outros profissionais também dessa área Que interagem com a nossa logística, como é o caso da PRF, está aqui presente também, preciso entender que nós Temos a condição de dar solução para esses problemas aqui, né? É lógico que a gente precisa de muito recurso. Há tempo atrás, a questão era orçamento. Hoje eu não vejo esse problema como orçamento, e como a senhora mesmo colocou, precisa haver uma eficiência na aplicação desses recursos. Eu quero aqui dizer o que que está nas nossa mesa hoje, apesar do Luiz ter nos ajudado bastante, o Luiz Gonzaga tem nos ajudado bastante mesmo, À medida que traz todo tipo de pauta que diz respeito à infraestrutura principalmente e a outros temas de desenvolvimento, traz pra essa casa ele consegue De uma forma muito rápida, colocar esse sistema em debate com a sociedade, que é quem realmente interessa que a gente dê ouvidos. Então, Nós já viemos há muito tempo discutindo projeto de recuperação e reconstrução da BR três meia quatro naquele trecho, entre Senna Madureira E tarauacá. Já passa da hora que a gente, atue em cima desse tema pra que a gente não fique, fazendo Anualmente ali sem o retorno que a gente espera e a sociedade começa a ficar cansada e começa a haver discursos, que não são muito Produtivos, não sou muito bemvindo, na medida que desconfiam e realmente da, do tipo de aplicação que está sendo feito ali, acaba gerando desconforto muito grande, tanto político como empresarial como se a empresa fosse responsável. Na verdade são projetos aprovados e muito bem fiscalizado pelo DNIT nacional e aqui na presença do Ricardo, são profissionais muito tecnicamente muito bem preparados então, quando a o DNIT aprova realmente Uma aplicação de determinada intervenção num trecho por uma empresa seja local ou fora do estado ou de fora do estado, está Corroborando ali com tudo o que foi feito ali tecnicamente, mas infelizmente, em algumas oportunidades sobra, deputada, para empresas que estão ali atuando. Então, eu não estou fazendo defesa de uma, CNPJ ou outra, eu estou fazendo defesa da, da importância que nós temos de respeitar que todas as empresas que vão trabalhar dentro do DNIT atuam em cima de projeto previamente aprovado, muito bem discutido tecnicamente, mas que nós temos solo que precisa ser reconhecido e que é diferente, é solo, sedimentar, e que é diferente atuar nessas intervenções no Acre e já em Rondônia é uma realidade completamente diferente. Nós precisamos também atacar imediatamente os pontos mais críticos, né, pra garantir a trafegabilidade, regular. Quando eu digo regular, é porque hoje a gente não tem uma BR. Nós tratamos aquilo como BR, mas na verdade nós temos uma estrada, porque uma BR ela é composta por outros dispositivos de que trazem maior segurança, principalmente a sinalização no vertical e horizontal que alguns trecho não tem. A questão também de trazer mais segurança é a polícia rodoviária poder ter seus trechos, de fiscalização ali permanente pra que deem, isso dê segurança pras pessoas que estão se utilizando daquele modal de transporte. Isso é é extremamente importante discutir na medida que se fala de reconstrução de uma BR que atue, nesses órgãos que também, converse com esses órgão também que vão precisar estarem ali pra compor a nossa condição de ser tratado como BR, o trecho que nós temos principalmente até Cruzeiro do Sul. Quando se fala de trezentos e dezessete, as pessoas acham que o problema está resolvido. Conversando agora com Ricardo, sextafeira, fiquei surpreso com uma desvio Muito grave que tem ali, e que a sinalização é precária Ricardo, e precisa imediatamente ser atuado ali porque, muitas pessoas saem de casa com O problema, e não não não tem condições de se atentarem, né, existem alguns quebramolas ali mas É bom que se faça a sinalização noturna de aproximação ali o mais rápido possível pra evitar acidentes. Assim como trechos que a gente tem ao longo da BR três meia quatro Que é extremamente perigoso. O próprio Luiz aqui já foi vítima de acidente, triste ali, e tenho certeza que ele sabe do que eu estou falando. Não dá pra você ficar postergando isso. Então são intervenções que não necessitam efetivamente, de uma A atuação de de empresas de grande porte. A revisão dos modelos de contratações, já são com certeza temas Batidos e rebatidos aqui. A gente vê as empresas que vêm de fora, o Ricardo sabe muito bem disso, mas nós temos empresas locais atuam aqui na recuperação dessa BR. E quase sempre nós estamos discutindo, porque a os valores a serem tratados, não não expressam a realidade dos insumos locais. Então são, variáveis que precisam ser consideradas, eu acho que, acho não, eu já conversei com o Nilo sobre Isso, a CGU está plenamente à disposição de discutir isso de uma forma muito séria, porque ela entende que nós temos, uma gravidade muito maior principalmente na logística do insumo essencial que é o cimento, o aço e a pedra que não são produzidos aqui. Então, é necessário que também que se veja a condição, já falei isso com o Ricardo também logo que ele assumiu, que se reveja o modelo de contratação pra dar acesso às empresas locais, trazendo tamanho desses lotes, volume desses lotes que são contra licitados, pra números menores, percentuais menores, a quantidade de loja também vai atuar separando o tipo de serviço. Então necessariamente é importante rediscutir o problema como todo. A a retomada da obra de Brasília, quando o 0 petróleo e o governo do estado nos me chamou pra estar presente no lançamento, eu não sei se por uma questão Até pessoal eu não não gosto muito de falar nisso, mas eu falei pra ele, todo mundo festejando e eu falei, petróleo, é muito fácil dar ordem de serviço pra uma obra dessa envergadura, mas é bom que Deixo claro, que o que vale a pena realmente é a gente festejar a entrega. Então hoje nós temos elefante branco ali que precisa de uma solução imediata transformar num caos e numa herança maldita pra sociedade, porque é só a sociedade que está pagando ali, a obra está paralisada, se eu não me engano há três meses, Não aparece ninguém lá, e aquilo vai virando problema muito maior. E o custo, vai pra cima do próximo contratado que vier a ser É contratado futuramente que o Ricardo disse que está trabalhando pra haver uma recontratação, esse custo vai pra sociedade, e aí a gente Retoma exatamente ao ponto de partida que retomar uma obra daquela não é simples, não é como iniciar o processo do início, Tá. Então eu faço aqui, já fiz isso, em outras oportunidade, continuo dizendo, a sociedade tem que cobrar, E agora a responsabilidade está no colo do meu amigo Ricardo aqui e eu tenho certeza que o diálogo vai ser mais rápido. Já conversei com o coronel Ricardo também o estado se junte a você Ricardo, pra gente achar a solução imediata ali, qualquer desenho que a gente retome a obra e retome os empregos é muito melhor. Só ali eram gerados em torno de quatrocentos emprego deputada, e essas famílias todas estão, algumas delas inclusive por força da do problema é que aconteceu lá, estão ainda, num limbo contratual, não sabem se voltam a trabalhar ou se não. Então é bom que haja uma comunicação imediata do DNIT, nós vamos rescindir o contrato com a empresa A, B ou C, e vamos recontratar. E daí pra frente, Tanto o Ministério Público do Trabalho, que tem que atuar nessas ocasiões pra resguardar os direitos trabalhistas de quem foi contratado lá, até mesmo A sociedade entender que vai haver uma retomada daquilo e os investimentos futuro que se espera com uma obra daquela, Sejam pelo menos preservado a intenção do empresário. Os preços planejados, O, tive também com o Nilo na CGU, pedindo a compreensão. A gente tem duas planilhas oficiais que são trabalhada, É do Ciclo e do SINAP. O IBGE faz a coleta desses preços, de insumos pra compor esses valores. E quase sempre a gente está discutindo e rediscutindo itens muito pontuais. Aqui tecnicamente com certeza muita gente vai entender o que a gente está A nossa realidade, principalmente do ponto de vista da mão de obra que, a nossa região ela é é menos produtiva do da do ponto de vista desses profissionais, a gente fica muito refém da realidade de cada Então não adianta a gente estar falando de licitações e aí eu não estou me referindo só a BR três meia quatro, referendo a todas as obras do governo federal, já que a gente está na pauta aqui Sobre os investimentos que vem com recurso federal, não dá pra você ter realidade iguais, sendo que as regiões são diferente. Economicamente o Juruar precisa ter uma conta feita com ágio muito maior. Nós temos situações de obras De aeroportuárias em em regiões isoladas, que precisam ser olhada com a realidade local lá. E pra desenvolver estado, é preciso Se entenda. Não não tem problema de orçamento nesse país, tem problema de projetos, tem problema de histórico de execução de obras com qualidade, tem Lemas do ponto de vista da representação junto ao governo federal, a atuação lá, eu tenho certeza, Que bom projeto seja ele de infraestrutura que envolve o saneamento de município desse, não vai não tem dificuldade nenhuma de ser aprovado nos pelo tecnicamente pelas ah os ministérios. Mas já a nossa Capacidade de execução é que tem sido, talvez o problema mais recorrente. E aí nós estamos falando que houve aí sim desencorajamento quanto à capacitação profissional, eu represento o SENAI, a gente está muito preocupado. Essa mão de obra migrou para outras atividades e, para sobreviver, precisaram se submeter, esquecendo todo o que aprendeu e nós precisamos reconstruir essa esperança no trabalhador da construção civil. Então quando a gente está aqui pedindo, implorando Aqui as empresas, acreditem que teremos que ter, obras de todos os tamanhos aqui, principalmente as Pequeno porte, nós estamos falando da compreensão de que essas pessoas estão desalentadas. Então, me desculpem, me pouco mais porque a questão de se tratar de obras públicas, obrigatoriamente se remete à necessidade De se olhar pras pessoas que perderam seus postos de trabalho. Então que tenhamos sim documento, deputada Sim. Socorro Neri. E vai contar sempre, a senhora vai poder contar, em qualquer situação, quando se tratar desse tema, vai poder contar com o apoio da nossa federação, da federação do comércio, o Egídio vai poder confirmar isso, da federação da agricultura, das associações empresariais comerciais, nós Sim, com o desenvolvimento, e a gente não tem prazo. A gente sabe que a gente precisa dar as mãos, e a gente espera muito que a senhora à frente dessa comissão já lhe Atue com toda a segurança de poder solicitar o que precisar em termo de informação da nossa confederação nacional, das nossas confederações nacionais, e dos nossos das nossas entidades que estão diretamente relacionado a essa situação. Então, muito obrigado, parabéns mais uma vez Pela iniciativa, e esperamos sair daqui com encaminhamentos que a gente possa de fato levar isso adiante e tenho certeza que o Alisson vai transmitir a nossa preocupação ao Governo do Estado com relação a mais de, a quase bilhão de reais que nós temos de recursos Federais de obras públicas federais que estão paralisadas entre município e estado. Se bem que do estado São menos, mas os municípios estão à deriva, nenhum deles estão conseguindo sair desse Imaginem que a gente fique aqui falando de orçamento, falando de recurso. Nós precisamos ficar atento que O recurso já existe, a gente precisa fazer esse destravamento. E já pedi à Casa Civil, espero que eles tomem De apoiar os prefeitos pra tirarem de cima da mesa esse problema deputada, pra que a gente abra condições no orçamento, gente ter condições desses prefeitos solicitarem novas demandas e a gente retomar o sonho da construção civil que é De ter novamente aqui uma empregabilidade mais fácil pra população mais carente. Muito obrigado e boa sorte a todos nós. Muito obrigada presidente Adriana. Convido agora O representante da federação de comércio do Acre, o senhor Egiro Egídio Garon. Sim, e antes quero fazer o convite ao representante da PRF, o senhor chefe do núcleo de assistência técnica da polícia rodoviária federal no Acre. Por estar aqui conosco e na sequência também Fazer uso, né, aqui da tribuna, com a exposição do papel da PRF, de como a PRF Estar analisando os cenários das brs três meia quatro e três sete. Senhor Egídio, por favor. O senhor pode usar também a tribuna, se se preferir, fica mais à vontade. Bom dia as autoridades, a todos os presentes, eu estava aqui num pequeno universo da engenharia do qual não faz a minha praia, não é? Então, nós somos da área da ciências sociais, mas a engenharia é negócio fabuloso, é negócio infinito, é negócio gigantesco, é negócio que envolve ciência, que envolve tecnologia, eu fiquei muito satisfeita de ouvir algumas questões colocadas Por por todos os presentes, pelo Ricardo, pelos demais colegas, pelo Adriano que conhece bem essas estradas, né? No sentido de que há possibilidade que se consiga fazer alguma coisa importante e isso está sendo feito. Então, o importante é decidir, porque a ação depois é outra história, a decisão é mais difícil, tomar decisão é mais difícil do que Ah, então uma vez tomada a decisão, as coisas fluem. E ainda no devaneio de ouvindo todos os problemas que Ricardo comentou, que Adriano colocou, aí é o devaneio, não é? Falei, puxa, aí na minha mente de ancião, já vem assim, e se mudássemos pequeno trajeto daquilo? Bom, enfim, mas isso aí não sou eu, porque a minha arte são as ciências sociais e não as ciências exatas. Mas eu gostaria até de remeter ao que Adriano comentou ainda há pouco a respeito da do desenvolvimento da atividade econômica produtiva do Acre. Felizmente, infelizmente nós temos muitas dificuldades de desenvolver estratégicas tanto pra indústria, quanto pra agricultura, quanto pro comércio de bens serviço e turismo, turismo inclusive, né? Por conta da precariedade das estradas e a gente sabe que isso aí vem vem sendo discutido há vinte, trinta anos essas da manutenção das rodovias, mas se servir de lenitivo também não é somente aqui no Acre que só está acontecendo, Nós temos uma mesma situação, provavelmente no mesmo programa que a deputada socorrista está comentando, nós temos uma situação tal qual na BR trezentos e dezenove, Que liga Manaus a Porto Velho, tá em outro estado, tudo bem, mas é só como exemplo, pra que a gente veja as precariedades de tudo que acontece. Inclusive, há uma intenção de encerrar definitivamente aquela estrada. Resumindo, é importante pros pontos de ligação do comércio e integração de toda a Amazônia, é onde nós bonamos, onde nós habitamos, onde nós sobrevivemos, onde nós produzimos, né? Então, essas questões são relevantes, da mesma forma que Adriano comentou, essa federação do comércio, assim como a indústria, todo o setor produtivo, né? Agricultura, transporte, todo o setor produtivo do Acre, se coloca à disposição contribuir cada vez mais, contribuindo na questão técnica com eles e nas nossas questões sociais e econômicas que aquilo mais importa pra gente nesse momento, o estado do Acre infelizmente não tem linha de tendência da atividade comercial, a indústria também passa por dificuldade, né? Agricultura também passa por conta dos insumos, né? As exportações são prejudicadas por conta da, da da condição da de de contravegabilidade das estradas, a Polícia Federal tem dificuldade também de exercer seu papel por conta da possibilidade de acidentes também, mexe com a segurança de todo mundo. Não é somente do da cidade de Rio Branco ou do Acre, dos municípios envolvidos, há aspecto maior que deve ser observado, né? Comércio não apresenta linha de tendência porque é difícil. O comércio aqui não cresce, ele é estável Há muitos anos. E nós precisamos fortalecer a atividade comercial, nós precisamos fortalecer a indústria, nós precisamos fortalecer o 0 turismo, pensem os senhores, é o 0 fator principalmente, é o preponderante pra que haja toda a expansão de todas as outras atividades. Eu tendo turistas, eu preciso de habitação, preciso de hotéis, preciso de bases, preciso de restaurantes, É, eu preciso de transporte, eu preciso de segurança, eu prefiro de de preciso de mobilidade urbana, eu preciso alimentar esse olha só, então, uma atividade como ela é relevante, a gente tem essa dificuldade por conta efetivamente da trafegabilidade, Não somente, mas não é assunto no momento, todos nós já sabemos qual seria o outro assunto. No mais, a Federação do Comércio se coloca à são bem como o setor produtivo acriano, também a a aqui é contemplando o que a Adriano comentou e a Confederação Nacional do Comércio também intervir e colaborar naquilo que for necessário, tá? Era isso, muito obrigado a todos. Muito obrigada senhor Egídio. Convido agora para fala o representante da secretaria de planejamento do estado, e o senhor Alexandre Toches, E pedindo que o senhor, em sua manifestação, também aborde os pontos já que destacados em relação à paralisação Das obras do anel viário de Brasília, e outras que considerar importante. Presidente da Assembleia Legislativa Luiz Gonzaga. Estou representando o coronel Ricardo e pediu pra mim, Hoje que ele está com uma reunião sobre orçamento na secretaria e pegando a fala de alguns pessoas que alguns dos participantes aqui da mesa a preocupação em relação ao orçamento e financeira. Como falou foram dito a parte em garantia de orçamento é a parte que o próprio Adriano disse que orçamento tem. O problema dessas obras que eu entendo é a parte da do fluxo de liberação de recurso que eu acho que tinha que ter em relação ao anel viário, que a obra está paralisada há três meses. Teve essa obra é é convênio que a gente tem o DNIT, no valor aproximadamente de setenta milhões se eu não me engano. Que foi empenhado uma parte dele de vinte milhões no ano passado. Está faltando agora uma fazer uma nova parte do empenho que é o empenho de na hora de cinquenta milhões para que tenha continuidade da obra. Foi feita uma reunião no e com o Ministério do Transporte. O qual ficou pactuado. Que precisa ser concluído a parte final do projeto executivo. Pra que possa ter continuidade na obra e uma análise que a CGU fez sobre o questionamento do preço da brita para que a gente consiga o 0 não, desculpa, DERAC já fez a resposta junto com as empresas sobre o, a divergência que teve nesse valor de brita. Após essa superação dessas pendências será liberado será empenhado o restante e liberação do dos valores que devido que está na ordem de quatorze milhões aproximadamente. Nossa atrativa está sendo feita, já foi teve uma reunião na semana passada, o Beto pode até explicar melhor do que o que ele da reunião, mas a tendência é que seja dada continuidade ao convênio do anelviário. Com relação as secretaria de planejamento, ela tem papel importante que é de garantir que esse esse convênios e o fluxo de recurso seja frequente para que não haja atraso na na liberação e posterior continuidade das obras. Muito obrigado. A gente tem montante como o próprio Adriano já já falou aí que quase bilhão de recurso garantido com o governo federal parte desse montante. A gente ainda está em fase de de projeto que aguardando aprovação e cabe aqui ressaltar que todo pra gente conseguir a liberação a gente tem fluxo específico com o governo federal. A gente só pode liberar o recurso agora, a partir desse quando você apresenta o processo licitatório e tem o aceito pelo ministério e aí autorizado a ordem de serviço. Então não é, a gente às vezes fala que o recurso está garantido é porque o convênio está assinado, está, mas propriamente dito de liberação de recursos a gente tem umas etapas Então quem trabalha com projeto sabe que aprovação de projeto às vezes demora, processo licitatório nosso você sabe Às vezes demora. Então geralmente a gente fica num fluxo num num tempo entre doze há dezoito meses pra gente conseguir uma liberação de recurso. E aí tem que ter que eu falo que a a garantia do fluxo, porque a partir do momento que você dá ordem de serviço, as empresas se comprometem com o fluxo e e se eu não tiver essa continuidade de recurso, eu Vou ter o que a gente acaba, que acaba acontecendo que são as paralisações das obras, e aí acarreta outros problemas que por, Devido essa paralisação a gente consegue ter, o problema que são os reajustes por causa aí quem tem causa que Empresa que teve direito ou não de de por causa do projeto. Mas tudo fica em vão em prol da dessa garantia de fluxo. É muito obrigada o senhor Alexandre tochas que aqui também representa o secretário de estado de planejamento E quero agora convidar o nosso diretor geral do departamento de rodagens do Acre, estados e rodagens do O doutor Beto Muradi. Bom dia deputado Luiz Gonzaga, qual saúde o nome todos presentes, deputada professor, doutora da minha querida FAC. Alisson Bisteni, secretário do doutor Nilo, da CGU, Alexandre Tosp, Ricardo Araújo da NIT, Quem mais? Adriano da FIAC. Fecomércio não está, Representante da FCOMMERcio e representante da PRF no estado do Acre. Bom dia a todos presentes. Estou há pouco mais de mês no Deacre, e tomando pé de todas essas situações estão ocorrendo, né, da inicialmente vamos falar da BR três meia quatro, foram aproximadamente quatrocentos e trinta e seis quilômetros que foram Pelo Derracre, foram cinco grandes pontes, sem falar nas menores. E, depois passado, entregue ao DNIT. Gostaria de não esquecer de agradecer ao presidente Lula pelo recurso disponibilizado ao DNIT, passado ao DNIT para que seja feita essas melhorias na BR três meia quatro, onde o Ricardo Araújo tem empenhado com muito, com muito afinco, e Já reduziu praticamente cinquenta por cento o tempo da viagem de Rio Branco a Cruzeiro do Sul, parabéns Ricardo. Belo trabalho tem feito. Em relação ao contorno de Brasília, é obra que está há pouco mais de três meses paralisada, e estamos junto com a CGU, com o DNIT e com o Ministério dos Transportes, trabalhando para minimizar de dizimar essas essas pendências que foram apontadas pela CGU, Já tivemos reunido com o doutor Nilo, que apontou algumas inconsistências, algumas coisas que chegaram, então querendo esclarecer tudo pra que a gente possa retornar Obra, em torno de duas semanas atrás estive em Brasília, onde nos reunimos com com o diretor da, da do DenID, de infraestrutura rodoviária Fábio, e no dia seguinte no Ministério do Transportes nos reunimos com com o secretário executivo do Ministro do Transportes, o Jorge Santoro. E no dia seguinte ainda consegui de última hora uma reunião com diretor Geraldo DNIT, o Fabrício garçom. Onde temos conversado Bastante, e trabalhado para, como como o Adriano falou, na pra que essa obra não vire elefante branco. Nós temos lá uma ponte já com oitenta e mais de oitenta e cinco por cento dela executada, só falta os acesso às cabeceiras, né, o cronograma físico, está muito além do cronograma financeiro, né, está em torno de dezessete a dezoito milhões Executados, que não foram pagos ainda, né e é é uma novidade, normalmente o financeiro passa e o físico está pra trás. Nesse caso não, Caso a obra foi executada, e o físico ainda não foi liberado, né? É caso pouco adverso do que a gente costuma ver. E estamos trabalhando juntamente com a CGU, com o DNIT, e com o Mistério de Transportes para resolver isso, espero que em breve tenhamos uma solução. Ou que o Deracre continue executando a obra ou que o DenIT execute, mas claro que a gente quer continuar Mas o importante é que seja executado, ou por a ou por b, né mas que que finalize E que a população possa utilizar e não vire elefante branco lá, aquela ponte ligando nada a lugar nenhum, como está hoje. Estamos à disposição Ricardo, para auxiliar no que precisarem, na BR três meia quatro, o Acompanhamento, o que você precisar meu amigo, meu irmão, estamos à disposição gente, acho que estamos bem estreitado, né? Estamos conversando bastante. Participação, cooperação Técnica. Total disposição do DNIT e e vamos estar cada vez mais juntas. Muito obrigado. Muito obrigado doutor Beto Muradi. Quero agora convidar o representante da PRF no Acre E pedir que na sua manifestação o senhor buscasse aqui já responder, Na medida do possível, o que que a PRS está pensando no sentido de melhorar a fiscalização tanto também r três meia quatro quanto na três sete? Bom dia a todos. Primeiramente eu gostaria de informar que a nossa Superintendente já deixa grande abraço a todos aqui, Como assim a todos vocês, ela está tentando chegar agora no Chile pra encontro e curso sobre crimes contra a mulher. Então ela infelizmente não pôde estar aqui em razão também da nossa crise aérea. Ela pretendia viajar hoje à noite, mas não foi possível teve que ir à Rondônia, enfim, os senhores conhecem essas dificuldades. Bom, respondendo, vamos lá. A principal rodoviária federal até estivemos agora nessa semana passada né, no gabinete da deputada Socorro Neri lá em Brasília, que nos atendeu muito bem inclusive, apresentando a nossa proposta de melhoria pra o estado do Acre. O que que ela compõe rapidamente pra vocês? Nós estaremos agora iniciando a construção de uma unidade operacional, né, de posto da Polícia Rodoviária Federal no, em Cruzeiro do Sul. Temos projeto também para a Sena Madureira e município de Feijó. E com isso a gente vai estar concluindo Cem por cento aí da nossa da nossa BR e a atuação da PRF, né. E são obras grandes, Essa de Cruzeiro do Sul inclusive o dinheiro vem pelo AMAS, que é o plano da Amazônia, né, segurança da Amazônia. Então o Amas vai nos fornecer quatro milhões e seiscentos mil reais pra que a gente possa fazer essa unidade operacional lá em em Cruzeiro do Sul. Além disso, nós estamos agora vindo com as emendas parlamentares dos deputados federais e senadores, que estão nos fornecendo novas viaturas, novos equipamentos, nós teremos mais mais câmeras de monitoramento na rodovia, aumentando assim a segurança, melhorando as nossas apreensões e as nossas abordagens sendo mais diretas e incisivas. Além disso, pedimos, estivemos em Brasília nessa mesma semana, falando com o diretor geral, que a gente consiga mais policiais rodoviários federais aqui pro estado do Acre, né. Então nós buscamos uma média de pelo menos mais vinte e oito policiais, hoje somos em cento contando com o deputado Jellen que está licenciado. E nós vamos pedirmos mais vinte e oito policiais que devem vir num próximo concurso que a princípio acontecerá agora no final do ano, ainda não há nenhuma certeza com relação a isso. Além disso, aumentando quase com as rodovias melhoradas né, nós teremos agora esse investimento aí, bilionário, nós teremos que conserválas de uma forma melhor. Pra isso até o diretor do DNIT aqui né, nós estamos fazendo acordo de cooperação técnica que eu encaminhei já pro senhor, não chegou lá deve chegar hoje ainda. É acordo de cooperação técnica pra que a gente possa fazer operações de balança. Porque não adianta nada você ter uma rodovia nova, se o não há uma fiscalização de peso, os caminhões começam a destruir essa rodovia rapidamente. Então nós vamos fazer fiscalizações de peso em conjunto com o DNIT, com o acordo de cooperação técnica que nós vamos firmar. Além disso, vocês vão observar, infelizmente, nós teremos, ah vai agora com as rodovias melhores vamos diminuir a quantidade de acidentes. Depende, nós vamos talvez mudar o tipo de acidente. Hoje nós temos uma velocidade muito baixa na rodovia muito muito em razão dos das condições né? Você não tem como andar acima dos cem cento e vinte quilômetros por hora, muito dificilmente. Com as rodovias boas, o que nós teremos? Muitos acidentes envolvendo vítimas graves. Porque quando as rodovias estão muito boas, eu digo isso por experiência própria, nos locais que eu já trabalhei nesse Brasil, quanto melhor a rodovia, ainda mais aqui que são muitas retas, maiores e mais graves são os acidentes. Então a PRF vai estar fortalecendo e muito a fiscalização de velocidade. Vamos estar comprando novos radares, pra que a gente possa fazer com que o cidadão possa ter uma qualidade de trajeto com segurança. Então para aqueles que acham que que que a rodovia federal é uma pista de corrida, a PRF vai estar lá aguardando a todos, tá. Eu não sei se foi respondi tudo, é isso. Então grande abraço a todos, estamos sempre à disposição e qualquer dúvida e qualquer necessidade não esqueçam, liguem nove tá bom? O IEF agradece. Muito obrigada senhor do Vidal. E agora então eu convido Aos que estão aqui presentes participando desse momento que queiram fazer uso da Tribuna fazer ponderações ou questionamentos utilizando tempo máximo de dois minutos. Aproveito pra registrar a presença da vereadora Eliene, Eliane, desculpa Eliane, Eliane Rosita, do município de Jair. Vereador vereador Cleiton, Vereador Jairo, Jairo, vereador Jairo, por gentileza. Assim, tá. Registro também a presença do vereador Cleiton Nogueira de Senador Guiomar. Bom dia a todos e a todas. Quero aqui cumprimentar a mesa em nome da nossa deputada federal ao a todos dispositivo. Fiz ouvimos aqui tem atentamente as autoridades, né? A respeito disso, eu quero parabenizar socorro, a deputada, a respeito dessa iniciativa teve, né? Da, também teve a caravana da BR. E aqui eu quero três pontos. Primeiro, o representante da polícia rodoviária comentou e eu gostaria aqui de enfatizar a falta da balança no nosso município, né? Não só de dia, mais à noite. E gostaria que distender à Polícia Rodoviária Federal que fizesse AAA fiscalização à noite. Por quê? Porque como de vez em quando tem pessoas da balança móvel, lá no ponto, no Bujari, as carretas diminuem o fluxo. E quando é retirada essa balança móvel lá, o fluxo é muito grande. Então, se torna prejuízo pro nosso pra nossa estrada, né? E outro ponto que eu gostaria de enfatizar aqui também, o Adriano foi feliz quando falou, quando fala da questão de economia, a questão de da movimentação do turismo. Nós temos fluxo de, nós tínhamos fluxo muito grande, de ciclista aqui até o Bujari, ao final de semana, fazer os seus passeios. E o comércio nosso lá, tem reclamado demais, o nosso colega presidente aqui, a nosso colega chegado, chegou aqui. O impacto vem pros vereadores. Caiu mais de cinquenta por cento A00A clientela lá, da tanto da parte de de lanchonete, como do comércio mesmo, dos posto, em em geral da das das é a hospedagem lá. Então, assim, é ponto, deputada, que eu gostaria aqui também e fortalecer ao deputado, ao Alisson também, que é da Cegov, que olhasse aquele trecho nosso do aeroporto, da entrada do Bujarí, do aeroporto até a entrada do nosso município. Ali, e aqui vou pedir também ao Ricardo do DenIT, que faça fiscalização, a CGU também, se o serviço que está sendo realizado ou foi realizado naquele trecho, é competente pelo recurso que que foi destinado, porque pra nós o 0 serviço que está sendo feito lá não é de boa qualidade, melhorou, melhorou do que era antes, mas hoje está terrível. Você anda, você parece que está andando numa numa tapioca, cheio de modrongos e eu não sei avaliação. E uma outra coisa que eu gostaria de pedir ao DNIT e as autoridade, a CGU aqui, é que nesses trechos, no Bujaria é trecho só duma firma, acho que vai pegar três, lote só pra três etapas. Que colocar sua placa da extensão da, nesse lote, e o valor gasto nesse, porque nós não temos dimensão. Há dois anos atrás, a gente ia com Carlos Moraes no DNIT, e lá ele sempre falava que não tinha recurso, nunca teve recurso e tal. E agora a gente está faltando fazer uma visita ao Ricardo, para que a gente tenha essa noção. Mas aqui fica esse pedido às autoridades e, assim, quando o Adriano fala na questão do turismo, eu quero aqui pedir aos autoridades que olhem com mais carinho ao nosso município de Bujari, que precisa dessa, desse apoio e desse trecho dali do aeroporto até o Bujari para que nossos visitantes com ciclista, tenha tráfego e uma segurança melhor. Muito obrigado, deputada, e que Deus abençoe Muito obrigada e aqui lhe parabenizar por trazer à luz demandas tão importantes E questionamentos que certamente nas considerações finais os membros desta audiência pública, deste seminário, buscarão responder. Agora continuamos então com a fala facultada professor Furtado Lembrando apenas que a manutenção do tempo máximo de fala de dois minutos para que possamos Garantiu a participação maior e a conclusão no tempo estimado. Bom dia a todos presentes, eu queria cumprimentar o dispositivo de de honra na pessoa da deputada Socorro Neri, cumprimentando também o presidente da assembleia, meu chefe, doutor Ricardo Melo e todos os presentes aqui. Pois bem, queria também cumprimentar a minha presidente, Lia Beirute, e os conselheiros do CREA que não puderam estar gente aqui, mas que estão aí também torcendo pela gente contribuindo com a fiscalização do exercício profissional. Vejo que os debates aqui são da melhor qualidade possível, não é? E eu queria fazer o comentário e até pedir uma venha pra pra doutora Socorneti, porque eu como professor com mais de, quase cem anos, falo pouco devagar, queria pouco mais de dois minutos dessa fala. Pois bem, mas eu serei bem sucinto e objetivo no que vou dizer. Eu queria começar com uma reflexão. Uma oportunidade que tive de estado defendendo o DNIT em Brasília, estive nas no gabinete do ministro Augusto Mardes e lá ele falava, está escrito na sala dele, uma coisa que o doutor Nilo citou aqui, uma preocupação com a qualidade dos gastos, né? Lá está escrito assim, o que é caro é o que não deu certo, aquilo que não deu certo é que é caro. Pois bem, escreve como uma luva no entendimento do que acontece com os serviços da BR três meia quatro. A BR três meia quatro colocamos muitos recursos lá, infelizmente não tem dado certo, compramos produto que não foi entregue, e que o povo do Vale do Juruá e do Purus, que merece, não tem a estrada de qualidade que o Brasil todo tem. Não porque o DNIT não saiba fazer, não é por isso. Porque houve algumas situações que não são para ser discutidas aqui e que espero que agora possam ser corrigidas. Porque eu quero dizer que não é o dinheiro que faz a estrada, é o projeto a ser observado e executado na forma que ele está escrito. Eu vejo o moço que me antecedeu, questionando a qualidade do serviço no caminho do aeroporto, porque ali amigo, foi feito tapa buraco. Quando nós tivemos uma chamada rapperfilamento jogar uma capa, o que foi feito aqui na AC quarenta, essa ondulação desaparecerá, não é? Então, eu queria fazer uma com a comentário também sobre a manifestação do doutor Nilo com relação a atuação muito bemvinda, muito bem aceita, as anotações da CGU, doutor Nilo, muito bem recepcionadas pelo DNIT. Mas é preciso dizer também que não foram só as observações da CGU, que baixaram o orçamento de cento e cinquenta e sete milhões pra cento e quarenta e sete, não foi. Foram algumas reduções de quantitativos que o DenI também fez, muito bemvinda da recomendação da CGU. Mas o que que houve de fato, objetivamente? Dá duas regras pra se seguir o preço do Brasil. O ciclo que é regionaliza os preços rodoviários e o sinab que é o preço da construção civil. Estes dois elementos são nacionais e como foi bem dito aqui pelo presidente Adriano, a questão do da precificação regional, ela é muito forte, ela é absolutamente relevante nesse contexto, especialmente a pedra. Não tem nenhum outro lugar no Brasil que se use pedras com a distância média de transporte, que nós chamamos de DMT, de quatrocentos quilômetros, doutora socorro. Não tem, não tem. E o transporte não é só o caminhão, é tem elemento no transporte que é variável o tempo todo, chama combustível. Os preços betuminosos variam o preço todo, CAP, concreto asfáltico de petróleo, varia todos os dias, se compra à vista. E aí, bato palma e faço coro, mesmo como servidor público, a preocupação do presidente Adriano, de que nós precisamos fazer lotes pequenos para prestigiar a empresa local. Nós não pudemos concorrer com a inglesa megaempresas nacionais, mas é mais fácil cobrar pra alguém daqui serviço que possa ser recuperado. E eu preciso também dizer uma coisa que poucos sabem, que o DNIT não paga duas vezes o mesmo serviço. Alguém que faz serviço que não tem qualidade, ele faz reserviço e nós não pagamos de novo. Poucas pessoas sabem disso. Pois bem, passando dessa situação, eu acho que que nós tivemos com avaliação de cento e cinquenta e sete para cento e quarenta e sete milhões, foi que nós pegamos os preços locais. Nós, porque a nossa, os nossos normativos do DNIT, permite que a gente faça uma quarenta de preço pelo ciclo, com de preço local e foram os preços locais que alteram esses resultados. Mas eu posso dizer também que essa alteração foi tão forte, que nós tivemos a licitação deserta, nem quis trabalhar. Por quê? Porque é impraticável o preço. Não há culpas de ninguém, mas o empresário, o empresário, doutor Adriano, sabe que dá uma ordem de serviço é muito forte, qual o ao coordenador de ao o coordenador de despesa, o 0 político, o administrador macro, mas importante mesmo é entregar a obra e quem entrega a obra é quem faz e quem faz tem custos, ele vai ao mercado comprar cimento, Cap, emoções, são preços de diesel. Quem aqui não sabe que o preço varia o tempo todo? Pois bem, eu queria dizer que nós como DEMIT, trabalhamos com o maior carinho, com o maior cuidado e não estou defendendo o DNIT, eu sou cidadão aqui, eu sou engenheiro no DNIT, sou pai de família da minha casa, sou CPF para Receita Federal e aqui eu sou cidadão. O cidadão diz o seguinte, eu também preciso da BR três meia quatro. Deputada da Silva, sabe por quê? Porque eu sou de feijão. Eu vou pra região, eu tenho família em feijão, meu carro também quebra quando eu vou pra Feijó, tá certo? E quero agradecer a atenção e dizer que esse empreendimento BR dois meia quatro, ele é essencial para que o Acre saia da situação de engessamento e de não progresso que nós estamos vivido. Talvez a gente, eu gosto muito de uma frase de poeta de poeta no nosso local chamado Tiago de Melo, que num num poema chamado Estatuto do Homem escreveu entendimento que, talvez, presidente, doutora Socorro, minha colega de universidade, nós não precisamos mudar o caminho, nós precisamos mudar a forma de caminhar. Obrigado. Muito obrigada professor doutor Furtado, por suas valiosas contribuições. Não havendo mais a temos uma escrita vereadora Eliane E aí e a quem passo a palavra Bom dia a todos, eu já estou quase me acostumando aqui nessa tribuna viu? Cumprimento o dispositivo de honra Na pessoa da minha amiga Sucor Neri, muito querida, prazer estar aqui com vocês e do meu amigo Alisson, O que já estenda todos os demais componentes da mesa. Eu gostaria de ter chegado pouco mais cedo, estou com meu presidente, James, vereador Jairo, nosso assessor, Mili, que está aqui conosco. Mas eu estava no fórum importante quanto esse, que é o Fórum de Políticas Públicas para as Mulheres, com representantes da ministra da mulher, e eu tive que estar lá presente, mas aqui também é assunto muito importante. Primeiro eu gostaria de dizer que essa assembleia neste mandato tem formato diferente relação à população. Tem trazido temas pra dentro dessa casa, tem trazido as pessoas, a comunidade pra Pra cá para discutir temas tão importante. É o ano das audiências públicas. Eu já participei de algumas E é importante a gente ouvir o que a comunidade tem a dizer. Com relação às estradas, eu fico muito feliz que esse tema tenha Ganhado uma relevância muito grande esse ano, porque ao longo dos anos o que se vê no estado do Acre, com relação às estradas é vergonhoso né professor nós temos passado situações inacreditáveis Às vezes a gente vê fotos e relatos e que não podemos mais admitir. Dos maiores direitos que nós temos Na constituição é o direito de ir e vir, e que nós estamos totalmente sendo infringido desse direito, Inclusive de forma aérea também, né, que é outro tema muito importante pra cá. Mas no mais era isso, era Cumprimentar vossa excelência, por esse tema tão importante, parabenizar a assembleia por essas audiências públicas que está acontecendo, E dizer que realmente esse problema de estradas precisa ser resolvido. Eu não consigo ver país, estado, município desenvolvido Sem estradas. Não podemos pensar em nada em desenvolvimento sem que nós não temos boas estradas para que esse desenvolvimento possa chegar. No mais agradecer, desejar a todos excelente semana, muito obrigada socorro. Vamos ver se sai o nosso café essa semana, viu? Vamos. Muito obrigada, vereadora Eliane, pela relevantes contribuições e agora eu convido O presidente do Conselho Municipal de Turismo, Tiago Egino. Na fala do Tiago então nós encerraremos inscrições para esse momento de audiência. Muito bom dia a todos e a todos. Queria aqui Bem rápido cumprimentar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luiz Gonzaga e a deputada federal socorro Neri, que, promotora e coordenadora desse excelente debate e através dos dois eu cumprimento toda à nossa mesa aqui os participantes. E eu queria antes de qualquer coisa deputada Li parabenizar pela iniciativa. É debate como esse é de fundamental importância, principalmente pra nós que fazemos e debatemos o turismo todos os dias no estado do Acre então quando não tem como a gente falar do desenvolvimento do desenvolvimento econômico e principalmente através do turismo, sem que a gente fale e também discute a infraestrutura. Não tem como você ampliar o desenvolvimento turístico do nosso estado se você não tem uma infraestrutura de qualidade. Então quando a gente olha pro Juruá, por exemplo, o deputado Luiz Gonzaga tem participado e vivido isso diariamente, né, porque é debate que hoje nós temos uma região que tem potencial turístico, né, tão relevante pro nosso estado, mas quando por exemplo turista que vem de outro estado ou de país vizinho que chega aqui no Acre pra chegar em Cruzeiro do Sul, você não tem condição de otimizar o tempo dele, por exemplo, ter que passar doze a quatorze horas numa estrada onde a você também não consegue fazer com que uma região como Juruá, que tem o crua, que tem a Serra do Divisor, você não consiga chegar, né, não não consiga desenvolver a regionalização por falta de uma estrutura. E eu acho que debate como esse engrandece, as instituições representadas foram perfeitamente colocadas através das suas falas. Então eu queria, né, parabenizar cada dos oradores que fizeram as suas falas aqui, mas eu acho que para além de Todos esses investimentos que estão sendo feito e dos que vão ser feito, né? Os que já estão em andamento, mas eu acho Que eu queria pontuar a questão da fiscalização. Às vezes, né, a a principalmente Até o transporte dos insumos que circulam pelas nossas BRs acabam inclusive prejudicando o trabalho que está sendo feito. O transporte às vezes, né, de madeira com o peso, né, para além daquilo que os transportes precisam, né, na aliás devem transportar, também acabam prejudicando. E aí eu acho que a gente precisa, né, os órgãos que estão aqui representado, tem olhar diferenciado pra essa questão da fiscalização. E para além da fiscalização, de que forma, cada uma das instituições aqui representadas, é que nós possamos consolidar ou através das parcerias ou através de documento, a câmara com, né, federal com papel fundamental, de como é que nós possamos consolidar isso de uma forma que esses recursos eles não sejam apenas paliativos E que essas obras elas não sejam temporárias, mas como é que a gente põe ponto final, entendeu? Por exemplo, na Na finalização das obras da BR três meia quatro, né. A trezentos e dezessete que liga não apenas a regionalização do Acre, mas de que liga o Acre Aos nossos países vizinhos. Então eu acho que a gente, o olhar que nós precisamos ter enquanto instituições, né, enquanto governo, enquanto todas as instituições aqui representadas, é de que forma, né, qual é o caminho que nós vamos conseguir juntos encontrar pra colocar ponto final nessa discussão. Então, eu queria mais uma vez só parabenizar a iniciativa do gabinete da deputada federal e da Assembleia Legislativa, porque de fato, este é assunto, é uma pauta em que a infraestrutura ela não é, ela não é apenas uma obra física, mas ela também transforma socialmente a vida das pessoas, transforma economicamente a vida daquela daquelas pessoas que estão ali naquelas comunidades. E o turismo é setor que envolve direta e indiretamente mais de trinta e oito segmentos da sociedade. Então todos nós somos beneficiados através disso. Então, obrigado pela oportunidade uma excelente dia a cada de nós obrigado muito obrigada Thiago pelas relevantes contribuições E agora eu quero convidar aqui a tribuna presidente do CREA Acre a doutora Lia Berrute. Bom dia a todos, cumprimento a mesa na figura da deputada federal Socoroneri, do presidente dessa casa, da ANEAC, e cumprimento os demais aqui presente. Eu queria só parabenizála, né, e ressaltar que me Era muito ver uma educadora que não é da área das engenharias mas sensível à causa, né, enquanto presidente em exercício do conselho Regional de engenharia e agronomia. Eu gostaria de lhe parabenizar, agradecer, colocar o nosso conselho à disposição, né? Vejo, Fico superfeliz com a fala do professor Furtado, corrobooro com ela. Aqui nós temos o Beto, nosso conselheiro também da casa. O Ricardo foi nosso conselheiro federal. Então, a gente está à disposição pro que a senhora precisar, o que essa casa precisar, o que os demais colegas também aqui precisarem. A estrada realmente é algo que a gente precisa, né? Tá junto, dialogando e tentando encontrar uma saída pra que a gente possa ter a melhor possível, né? É bom pra toda a sociedade, é esse o nosso empenho enquanto cidadão, acriana, que sou, né? O que a gente puder fazer pra poder corroborar com o desenvolvimento do nosso estado, a gente se coloca à disposição. Muito obrigada e parabéns. Muito obrigada doutora Alia Berrucci, e ao CREA que tem sido parceiro nesse nosso desafio de fazer acompanhamento das obras públicas. Agora eu convido, consulto os participantes, os convidados né desta desse seminário, E pedir que aquele que se sentir sentir necessidade utilize tempo agora de no máximo três minutos pra fazer as suas considerações finais, lembrando os questionamentos, as ponderações que aqui foram feitas Pelos membros né desta prestigiosa plateia Alô. Bem, quero agradecer aqui a deputada socorro Neri mais uma vez, ao nosso presidente Cozaga, queria agradecer a todos e em respostas aos nossos nobres vereadores do Bujari pra começar com ele, depois eu volto às Aqui. Só pra lhe responder, como o professor acabou de falar, nós estamos fazendo essa essa, a gente chama, primeira coisa que a gente está São as correções de pista. A gente vem tampando esses buracos pra que a gente possa dar com mais fluidez aos transporte das pessoas que estão ali usando aquele Aquela rodovia. Depois nós vamos passar, vem duas equipes, uma já fazendo o trabalho de onde tem maiores problemas, a gente vem trocando a troca de solo, fazendo os remendos fundo, como os senhores já viram lá na estrada. Por último, a gente vem com uma capa fazendo toda a correção da pavimentação e isso vai dar mais Conforto ao usuário. E segundo, eu queria lembrar que nós estamos com projeto fazendo uma melhoria e aí nós estamos já conversando a diretoria do próprio da ANIT aqui que a gente tem que fazer os projeto, nós estamos pensando já em fazer entre as duas, aquela onde tem aquela de pista do dado do aeroporto, fazer ali uma ciclovia ali em cima, fechar, nós já estamos pensando colocar uma aquele em todo o trecho do aeroporto pra evitar que estão fazendo passagem por Entupindo aquela canaleta ali onde faz a drenagem e aí acaba dando problema na pista. Então, nós já estamos resolvendo, nós vamos fechar Aquele não vai vai acabar aquele problema de ficar cruzando a pista, causando acidente que já abriu vários acidentes com motos. Então, vamos fechar, vamos interromper aquele trânsito ali, vai fechar e naquele local do meio há projeto pra que a gente Uma ciclovia até o Bujari, naquele local. Eu acho que isso aí é uma das grandes. Então, a gente está Com esse projeto, a gente quer fazer, claro que AAA nossa principal meta é dar o conforto também até Cruzeiro do Sul. Então, mas está no nosso meio E a gente quer dar, eu como usuário também daquela pista, já chorei meu pneu ali pro aeroporto à noite e eu que viajado quando era conselheiro Obrigado a estar nesse hino e vindo. Quantas vezes eu me preocupava, parecia que a gente quando está andando ali fica tudo preocupado. E a gente tem que passar essa tranquilidade pra todos que ali o usam. Então é isso que a gente quer, a nossa, nossa equipe tá fazendo trabalho muito bom, já deu conforto melhor daqui pro aeroporto, a gente já tem esse conforto, Não fica tão mais preocupado com a quantidade de bueiros, então de buracos. Então a gente está fazendo. Quanto a questão da balança, Há uma determinação da nossa diretoria de colocarmos pelo menos, são quatro balanças que nós teremos que colocar, uma de imediato vai ficar uma nas quatro bocas, Outra, na no Bujari, que a gente já está fazendo esse esse trabalho lá, hoje é uma balança, ela ela é móvel, ela está dando muito trabalho porque os nossos próprios caminhões que estão trabalhando na nossa obra estão sendo mutado. Nós não estamos aliviando nada, acho que é isso que eu estava, não adianta você fazer uma rodovia E nós temos é causando a destruição dela. Então, nós estamos também sendo rigorosos quanto a isso, essa fiscalização, esse convênio com a Polícia Rodoviária vai nos trazer essa Polícia Rodoviária vai ser muito importante porque quando você faz essa parceria às vezes o nosso São os próprios caminhoneiros não respeitam o nossos agentes, e aí eles não querem passar ameaça do nosso pessoal, e estando com a polícia rodoviária, Isso vai também inibir mais, vai coibir esse tipo de problema, tá? A gente tem problema também, quanto a sinalização que foi colocada aqui, nós temos uma equipe, programa que é o BR legal, nós temos duas empresas trabalhando nessa questão, nós estamos cobrando mais eficiência Ela, ela já melhorou, foi bem lembrado, a gente tem cobrado todas essas questões, onde tem uma obra, deslizamento, nós estamos fazendo essa já, estou brigando Porque é uma questão de conforto pra quem usa aquela estrada, principalmente à noite, né. Eu tenho também aqui, anotei aqui, É uma uma uma trabalho que a gente tem aqui que a gente parece pouco, mas a nossa superintendência, deputada, é a menor do país. Nós somos a superintendência é que a gente classifica ela como F, ela não tem Muitas, a gente precisa de setor de meio ambiente com de desa apropriação, nós não temos o setor de medições, nós não temos o setor de de de engenharia completo, há uma necessidade hoje, eu até conversei isso com o nosso ministro, falei, o que nos Teríamos que ter, seria uma pelo menos nível G. Aí o a resposta que nós vamos ter, que aí nós vamos ter que contar com a necessidade dos parlamentares, É que pra que faça isso, pra gente aumentar uma casinha, ou a gente tira de uma, uma, uma outra superintendência, ou a gente peça pra que Seja feito ao ao ao ministério uma proposta de lei para que a gente possa ter essas nove. Nós estamos precisando no mínimo de doze Caxias. Nós não temos o setor ambiental, nós não temos o setor jurídico, tudo que nós vamos fazer aqui é reportado pra Brasília, e as outras têm. Então isso é uma uma deficiência nossa Nós precisamos estar corrigindo, é uma superintendência nova, ela só tem seis, sete anos, mas precisa e a gente como tem zelo pela coisa pública, acho que a gente precisa também ter que transmitir isso pros senhores, a nossa necessidade. Eu conversei com o ministro e aí já é uma coisa boa que nós conseguimos, dos cinquenta Cinquenta vagas de de engenheiros, para o Brasil, parece pouco, mas nós conseguimos cinco, que é dez por cento. O Acre hoje Tem dez por cento de todas as vagas do concurso, isso é pra suprir uma falta que temos na na nossos engenheiros. Então, hoje nós conseguimos esses cinco engenheiros já para a próxima, pro nosso próximo concurso, isso vai trazer também mais conforto. Eu anotei. Vamos só pra concluir aqui a questão das nossas das obras lá de de do anel viário. Elas estão faltando quatro projetos pra ser finalizados. São os projetos de iluminação, que é basicamente da ponte, Teológico que é a parte da parte que ainda falta fazer alguns acertos, a parte de ambiental E0A parte de Esses projetos, nós estamos tratando ele já em Brasília diretamente, a gente quer finalizálo, e aí está acertando entre o governo do Estado. EAE0 nosso a nossa diretoria se continua ou não a a obra. Isso aí está sendo discutido a nível de Brasília. Eu acho que eu acredito que mais uns quinze a vinte dias a gente já tem essa resposta, tá OK? Então eu quero Deixar o agradecimento, peço que a todos que a gente continue nos ajudando, nós e isso é muito importante. E dado interessante, A a nossa ouvidoria já diminuiu e muito o número de reclamações, tá OK? Então obrigado, estamos à disposição lá no departamento de estradas. Obrigado aí. Agradecer ao professor pelas palavras, isso é importante. Lia também. Abraço. Muito obrigada doutor Ricardo. E passo agora para as considerações Ao superintendente da PRF, quer dizer, o representante da superintendência da PRF no Acre. Pra responder em relação à fiscalização noturna, ela vai acontecer com mais intensidade a partir de dessas próximas semanas a gente está especializando alguns policiais com relação a madeira, né, nós vamos buscar agora inclusive junto ao Ibama esse auxílio, porque é uma fiscalização muito específica, nós teremos sim uma intensificação nas fiscalizações durante a noite, isso é uma garantia que eu posso dar aqui, tá ok? Muito obrigada senhor Gudão. Passo agora para as considerações do superintendente da CGU no Acre. Senhores novamente, como a gente foi citado, eu vou tentar esclarecer alguns pontos que são importantes, nas falas que foram realizadas. Eu vou começar pelo anel viário, que é uma preocupação nossa, uma preocupação enorme da CGU porque é uma obra muito relevante pro estado, não só na sua função social como na materialidade de recursos da união investidos ali. O anel viário é uma obra que está sendo executada pelo DERAC, E o DNIT é responsável pelo repasse dos recursos através de acordo de cooperação entre os dois órgãos, e a CGU fiscaliza essa obra. A CGU teve uma preocupação muito grande no início, e realizou trabalho de avaliação dessa contratação, da contratação das empresas que executa o anel viário. A partir da realização dessa avaliação da licitação do processo licitatório realizado, Não foi emitida nenhuma recomendação para o DNIT, e relacionado à paralisação de obra, muito menos ao DERAC, para que as obras fossem paralisadas, então a CGU não tem nesse de avaliação nenhuma recomendação nesse sentido. Posteriormente, em dois mil e vinte e dois, a CGU fez novo trabalho no anel viário, por meio de uma demanda externa de órgão de controle do estado, e esse trabalho ele se tornou sigiloso devido a uma decisão judicial. A gente não trata muito do tema, eu não posso por dever legal, abordar os achados desse trabalho relacionado à demanda externa, Mas o DenIT tem conhecimento de todos os pontos, de todos os riscos, mas o que eu tenho a acrescentar é que a CGU nesse trabalho de demanda externa em nenhum momento recomendou que o DenIT bloqueasse repasses ao governo do estado por meio dessa obra do anel viário, por meio termo de cooperação entre as unidades. Não existe nenhuma recomendação do DNIT e a CGU desconhece qualquer decisão judicial, no sentido de bloquear os repasses. Então a gente também tem uma preocupação com da obra a gente entende que a obra não deveria ter parado em nenhum momento, a gente entende que a paralisação da obra é prejuízo do estado, para o estado e a gente entende que isso esse prejuízo Vai demandar mais recursos e novamente, quem vai se prejudicar são os contribuintes. A gente tem interesse que essa obra continue, A gente tem interesse em ser parceiro do DNIT pra contribuir com avaliações, com processos que possam As decisões do DNIT. Agora a CGU não tem o poder de determinar ao DNIT ou de tomar a decisão direta do DNIT de continuar os repasses. Como o Ricardo falou, muitos são os riscos relacionados a essa obra, existe alguns projetos que ainda não estão totalmente aprovados dessa obra, acredito que o DenIT vai fazer a avaliação desses riscos, vai elaborar planos de mitigação dos riscos e vai dar continuidade à obra porque a gente a importância dela pro estado do Acre. A CGU está muito atenta a esses gastos e eu queria colaborar com a fala do doutor Jairo. Doutor, eu vereador do Bujari, eu também queria uma placa que dissesse a quantidade de gastos Que a gente tem em cada trecho da BR três meia quatro, porque eu também me preocupo com isso inclusive inclui essas recentes com a gente já iniciou, a tentativa de elaborar melhor fluxo das ordens de serviços que são executadas, porque a gente sabe que o contrato por exemplo do pregão Cento e quarenta e oito, ele foi de cento e cento e quarenta e sete milhões, mas eu não sei quanto que foi gasto exatamente naquele trecho e a população também não sabe. Pro exercício do controle social, pro senhor poder me informar ou fazer uma denúncia, uma reclamação, elogio nos órgãos de controle, o senhor precisa saber quanto que No mês de outubro, no mês de agosto, foi gasto nesse trecho da BR três meia quatro? Isso é algo que a gente vai pensar em conjunto com o Ricardo DNIT, A transparência e o controle social é sempre algo que a CGU valoriza muito. Parabéns pela sua fala. Eu vou voltar agora a a fala do doutor Furtado, professor Furtado, muito obrigado pela sua fala, o senhor foi brilhante em tudo o que o senhor falou. Eu só tenho uma pequena correção em relação Ao pregão quatro oito, que foi o que a CGU atuou, que teve a redução de valores de cento e cinquenta e sete milhões para cento e quarenta e sete milhões. Esse pregão ele foi, não foi deserto, ele foi adjudicado pra Andrade, ah e ainda teve desconto de 0 vírgula quatorze por cento. Então, a questão do da atuação da CGU, no preço de alguns insumos, no controle do preço de alguns insumos, ela é muito importante pra corrigir A gente tem uma preocupação com gasto público muito grande, EAA pedra especificamente, a brita especificamente como o senhor falou é algo muito diferente no estado do Acre, a gente tem realmente uma distância de transporte muito grande e ela encarece muito os custos A gente também tem interesses locais girando em torno desse insumo e que esses interesses eles devem ser mensurados. E eu queria deixar bem claro que o DenIT em momento nenhum ele errou ao elaborar os seus orçamentos, que o DenIT tem normativos técnicos rigorosíssimos que por força desses normativos, obrigam o DNIT a realizar uma pesquisa de preço, uma pesquisa de mercado pra definir o valor desses insumos. E que que a CGU critica? A CGU critica que esses preços, em momento nenhum eles podem ser maiores que os preços forçados pela FGV do ciclo. Por que que eles não podem? Porque a gente define que esses são a realidade do nosso mercado local na capital. Então a gente defende fortemente que a gente utilize os preços definidos na na no mercado local, na capital do E adicione o valor do transporte até o local da obra, porque adicionando o valor do transporte até o local da obra e tendo como referência o preço da capital do estado, a gente preço mais real, inclusive foi isso que foi foi feito na, na, na realização do pregão quatro oito, o orçamento básico ele foi corrigido E foi adicionado o preço ciclo, mais o transporte sinap por causa de uma uma regra do que impede que fosse adicionado o transporte Isso são detalhes técnicos, a CGU como eu falei no início é órgão bem técnico, a gente desce a nível muito analítico do orçamento básico, são questões que a gente pode discutir em outra mesa de conversa talvez com engenheiros que entendam bem do tema, até porque eu não sou da área, não sou engenheiro, a gente entende muito bem o trabalho que foi realizado e queria destacar a importância desse trabalho. E pra finalizar doutora, eu sei que a gente está com o tempo aqui avançado, eu queria falar a respeito de uma de uma ação nova, até algo que, a gente tem que colaborar pra, evitar a paralisação de obras públicas, e a gente teve uma medida provisória, a medida a medida provisória mil cento e setenta e quatro, que definiu o pacto pela retomada de obras públicas nacionais da educação básica. Retomada de obras de creche, a gente tem muitas obras de creche que estão paralisadas aqui no estado desde dois mil e dez, dois mil e onze, e o Governo Federal, meio dessa medida provisória, com a contribuição direta da ControladoriaGeral da União, definiu uma metodologia, pacto nacional que os entes podem aderir pra retomada dessas obras públicas que estão paralisadas, principalmente de creches. E hoje mesmo, a CGU enviou comunicações pros municípios de tarauacá, Jordão, Chaporí, capixaba e pro Governo do Estado do Acre, pra que eles possam fazer a adesão a esse pacto nacional, que vai Enviar mais recursos pra retomada dessas obras e contribuir pra que as unidades, os entes subnacionais, possam finalizar essas obras que foram iniciadas. A gente entende que uma obra paralisada é recursos desperdiçados, como o Professor Furtado falou, são recursos que se perdem, então não é esse o interesse da união, e a gente tem diversas ações, o governo federal, a CGU, tem diversas ações para evitar as obras fiquem paralisadas. Era isso, agradeço. Muito obrigado, doutor, doutor Nilo, pelas explicações, informações e por essa Transparência que tanto a CGU quanto o DNIT, todos os órgãos aqui presentes, buscam empreender a aplicação dos recursos públicos. Quero agora convidar pra fazer uma fala é que representando o governo do estado, o secretário de governo Alisson Visteni. Bom dia, bom dia a todos e a todas. Iniciou minha fala cumprimentando nossa deputada federal, minha amiga deputada Suco Honeri, né, presidente aqui desta desse seminário, com brilhante condução. Também meu amigo deputado, presidente desta casa, deputado Luiz Gonzaga, no qual estendo esse cumprimento aos os demais deputados, aos vinte e três. E já agradecendo sempre a parceria, né, em nome do Governo do Estado, desta casa legislativa que tem nos ajudado, né, a conduzir as ações de governo, obras importantes, programas importantes que passam aqui por essa casa e sempre com a chancela desse poder legislativo. Também estendo meus cumprimentos ao representante polícia rodoviária federal, ao nosso amigo Adriano, presidente da federação da indústria. Amigo e colega de parlamento, né, e que realiza brilhante trabalho à frente desse departamento, de obras do Governo Federal, Ricardo Araújo, obrigado meu amigo, meus cumprimentos, assim também estendo o comprimento ao nosso amigo doutor Nilo da CGU e os colegas de trabalho e equipe de governo, presidente do DERAC, Beto e o Alexandre representando aqui o nosso secretário de planejamento Ricardo. Obrigado, estendo também meus cumprimentos, né, na pessoa da nossa vereadora Eliene, Eliane, né, do progressista, de lá de Bujari, estendo a todos os vereadores do Bujari, e assim a nossa vereadora Reginaldo também, estendo aos demais vereadores, da nossa Senador Guiomar. Bem, fico feliz e honrado de estar aqui O governador Gladson, Camelí, o governo do estado, nesse excelente seminário, iniciei as palavras parabenizando a nossa deputada socorro Neri por essa iniciativa. É orgulho pra todos nós em tão pouco tempo deputada né, de mandato, a senhora participando de importantes comissões no Congresso Nacional e uma delas essa comissão de obras públicas paralisadas, né, que o tema, de relevância, né, que todos nós aqui abordamos, né, e já parabenizo a fala de todos me recordo desde o início deste novo governo, do governo governador Gladys Cameli, que na primeira reunião que foi possível com o governo federal, com o presidente Lula, com os demais governadores fórum de governadores dentro das pautas prioritárias que o governador levou junto com a pancada foi a a reconstrução, a recuperação da BR três meia quatro. Isso lá em janeiro deste ano dois mil e vinte e três. Então o governo do o governo do estado do Acre entende né? O governador Gladson principalmente porque faz parte duma região, né, aonde nasceu, sabe a dificuldade, né, a região do Juruá, da importância que é uma obra como a BR três meia quatro Como já foi dito aqui né? Os desafio que nós temos em relação a essa BR, em relação às dificuldades e que ao longo desses anos, né? Já foi fundamentado com novas tecnologias pra essa pra essa estrada. E00 que é o que é notório de se ver, e aqui uma audiência como essa, é que nós todos, né estamos imbuídos num propósito único né de união que eu acho que essa é a palavra chave né o e aqui eu aproveito e agradeço e parabenizo aqui o doutor Lino, que é órgão de controle, olha que fiscaliza, né, junto com outros, né, que se coloca à disposição, né, pra orientar, pra ajudar em todos os processos que envolve que como foi dito obra paralisada é dinheiro desperdiçado e gerando uma obra descontinuidade de emprego, de possibilidades e oportunidade. Aqui recentemente nós tivemos, situações no estado do Acre envolveu a própria SPOACRE agora com dificuldade por conta da estrada, mas é com com união foi superado alguns desafio nós tivemos pro Acre de qualidade, né, com com bons resultados, é isso a gente tem buscado na geração de emprego e renda e não é diferente agora com a Expo Acre Juruá, né? Incentivando inclusive o turismo da região buscando aqueles empreendedores todos que lá estão. E uma obra como essa, Ricardo, que já Eu pude né através junto acompanhando aqui uma iniciativa desta casa junto com a deputada Socorro Neri de logo na na retomada, né, da da recuperação, mantendo aquela aquela rodovia, né, em manutenção constante, a gente já observou o resultado que está tendo do DNIT e através de você, todos os técnicos do DNIT, eu tenho que parabenizar, né, esse trabalho. Realmente nós temos vista notório o resultado que isso tem trazido de diminuição de tempo, né, hoje as pessoas estão trafegando na BR três meia quatro, no sentido do Juruá, com o menor tempo, né, antes se fazia em doze, quatorze horas, hoje a gente já tem relatos que sete horas e meia, oito horas é possível trafegar. Então, tudo isso nos anima e cada vez mais coloca o se coloca o governo à disposição é isso que o governador do gás tem nos pedido e a demonstração doutor Nilo a todos. Governo montou uma comissão de obra Adriano focado nesse intuito o governador Goulart tem pedido que toda a equipe de governo esteja unido com a bancada federal né, com todas as instituições em prol de superar esses desafios, essas dificuldades, essas deficiências em alguns contratos, como foi dito aqui pelo nosso presidente do Eraque pelo Alexandre essas iniciativas já já estão sendo iniciadas, começadas, né? A gente teve uma reunião lá no DNIT nacional, com a Casa Civil, para superar essa deficiência que tem né ali em relação ao anelviário né do Alto Acre lá de Brasília isso é uma obra prioritária do Governo do Estado do Acre, que diante das dificuldades que ela tem, das deficiências que tem o governo que depender do governo do estado, nós todos os bons técnicos que o governo tem está imbuído nesse suporte de superar essas pra que logo aquela obra seja retomada, como foi dito aqui pelo próprio Ricardo e Huberto que estão em conexão, que eu acho que tem isso importante. E deixo esse agradecimento inclusive ao governo federal. Primeiro por olhar pro Acre no no programa de desenvolvimento né, do PAC, recentemente os recursos que foram os aportados, inclusive pra essas obras importantes, e dizer da relação que o Governo do Estado do com os órgãos federais em busca de bem maior que é aproximar todas essas ações da nossa população. Pra eles que nós trabalhamos e é e é isso que a gente tem buscado a pedido do governador cada vez mais cuidar da população do estado do Acre. E o que depender da equipe de governo, do governo do estado do Acre, a gente vai minimizar todas essas dificuldades pra que essas obras que é uns tão sonhado, elas possam chegar à nossa população. E eu como também aqui a gente falava como usuário ali, né, principalmente no sentido Bujari também já foi diversas vezes lá no Senador Gama como ciclista, estou afastado pouquinho, né, dessa função de ciclista, mas aqui já fiz o convite ao doutor Nilo, o Beto me relembrou que também era companheiro da do ciclismo. A gente também tinha projeto Ricardo, né, eu acho que se eu não me engano na secretaria de obras a pedido do governador Glatti, de dar segmento ali a uma ciclovia em relação ao Bujari diante dessa demanda que realmente existe de grandes ciclistas lá que fomenta cada vez mais a economia desses Então se depender do governo do estado a gente vai entrar como parceiro ajudar em todas essas obras para que a gente possa concluílas que é em prol em benefício da nosso povo do estado do Acre. Finalizo parabenizando deputado socorro Neri, parabenizando essa casa legislativo deputado Luiz Gonzaga por essas iniciativas, né, sei do trabalho da deputada Suco no Congresso Nacional né, tem ajudado muito o governo do estado do Acre. Deixo aqui o agradecimento, forte abraço do governador Gladys Cameli, né, por esse trabalho, por toda a bancada federal que tem ajudado, né, ao que o governo possa cada vez mais atender os anseios da nossa sociedade. Então, forte abraço, deputado, conte com o nosso apoio aqui e agradeço essa parceria do governo federal de todos os óculos. Forte abraço que Deus nos abençoe sempre e sempre que for chamado estaremos sempre à disposição em nome do Governo do Estado do Acre forte abraço a todos Muito obrigada secretário Alisson Bistene, agora convido pra fala o nosso presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Luiz Gonzaga, e dizer ao senhor da honra que eu tenho tido, Pela receptividade, pelo carinho, pela aceitação sempre pronta de parceria, envolvendo A câmara dos deputados por meio dos requerimentos que lá aprovamos e Assembleia Legislativa do Acre e o empenho muito pessoal do seu mandato inclusive do senhor e do seu mandato de fazermos juntos essas ações Que estamos encaminhando. Estávamos inclusive agora aqui tratando já de outras iniciativas nessa linha do acompanhamento Da aplicação de recursos públicos, na infraestrutura e nas obras do nosso estado, que faremos muito em breve também Em conjunto. Então tem sido, eu diria, uma das iniciativas muito a me alegrar muito no mandato, Contar com seu mandato pra juntos realizarmos essas ações. Bom dia a todos. A nossa deputada federal, socorro Neri, o nosso secretário que representa o nosso governador Gleice Cameli, nosso comandante da CGU, doutor Nilo, meu amigo Beto, do DERAC e o Alexandre, representando a secretaria de planejamento. Cumprimentar o 0 meu amigo Ricardo, o DNIT, o José Adriano, da FIAC, e o representante também, da nossa polícia rodoviária federal. Cumprimentar todos presente, uma pessoa do meu amigo, que foi parlamentar aqui nesta casa, por bom momento, bom tempo meu amigo Moisés Diniz, líder do governo, bom período aqui. E também na pessoa dos nossos vereadores aqui, o presidente da Câmara Municipal disse Salvador Guiomar, dizer que eu também já fui vereador, sendo a importância do trabalho de vocês. Mas, meus senhores e minhas senhoras e eu com muita alegria que Assembleia Legislativa do Estado do Acre recebe todos vocês aqui, todos os nossos dispositivos e todos aqueles que participam deste seminário tão importante. Infraestrutura é algo essencial para o desenvolvimento de município, de estado e de país. E aqui, deputada socorro Neri, nós estamos tratando de infraestrutura. Nós temos duas rodovias que unem o estado do Acre. É a BR três meia quatro e a BR trezentos e dezessete. Sem dúvida nenhuma, ambas muito importantes. A BR trezentos e dezessete. Tem o prosseguimento, uma rodovia que se chama Estrada do Pacífico ou Rodovia interoceânica. É uma rodovia muito importante para o desenvolvimento do nosso Assembleia Legislativa do estado, junto com o nosso governo, junto com a FIEACRE, a CISA tem trabalhado pra realização de corredor de exportação, utilizando esta importante rodovia que foi construída com o objetivo de desenvolver Estado do Acre e estados vizinhos. Estivemos em Rondônia, do assunto daquele estado, o nosso presidente José Adriano, conversou recentemente com o vicegovernador e com o secretário de agricultura do Mato Grosso, pra participar de evento importante no Peru, e ao mesmo tempo visitar porto importante também, que é o Porto de Xangai, o maior da América Latina, pra que a gente possa realmente alcançar o nosso sonho de que essa rodovia seja corredor, né. Agora pra isso, nós precisamos do anel viário pronto, como precisamos também da ponte de Brasília. Então, nobre deputado da Socorro Neri, é isso é muito importante, que nós estejamos atentos a isso. O Governo do Estado está trabalhando, nós também iremos acompanhar juntamente com a FEACRE, juntamente com a ACISA e aqueles que acham que é muito importante esse corredor. E muito importante é que lutam também pelo desenvolvimento do nosso estado. Como também é importante a recuperação da rodovia Que está acontecendo, né, e a gente precisa dar prosseguimento pra que isso possa acontecer. A BR três meia quatro Também é outra rodovia muito importante, né? Que já está no projeto, está no parque, né, pra reconstrução, tem recurso pra manutenção, muito importante e que precisa também de acompanhamento, pra que essa rodovia, realmente, da sua reconstrução, ela seja uma rodovia reconstruída com qualidade, pra dar bom acesso a todos aqueles que trapegam nela E também já com projeto futuro que faz parte do planejamento da da rodovia quando ela foi já o prosseguimento dela até por cá o apartamento chegar ao Pacífico. E a ponte, a ponte de Rodrigues Alves é muito importante pra que isso posição pra ajudar na solução, inclusive, se precisar irmos a Brasília, nós iremos com muita alegria, porque o nosso objetivo é o desenvolvimento, é o crescimento do nosso estado, pra que a gente possa construir Dias melhores pra nossa população. É ajudar o setor produtivo. Aí em Brasília nós estamos vendo ali indústrias, O Adão Porquito, que está tendo bastante sucesso. Então, essa rodovia é importante porque as exportações já estão acontecendo. Então nós precisamos dar prosseguimento a isso. E para isso, mais uma vez, tanto O anel viário como a ponte são muito importantes. Aquela região do Juruá está lá agora com a grande produção de café. Está iniciando também a soja e o milho. Inclusive já com planejamento de construção de uma fábrica de ração. Isso traz desenvolvimento, isso traz crescimento e nós Precisamos também dessa rodovia do prosseguimento até pela facilidade que aquela rodovia tem De chegar até o Pacífico, são oitocentos quilômetros a menos, isso é muita coisa. E além disso, o governo peruano, está juntamente com o governo francês, com o projeto que já está pronto. A previsão Era pra iniciar esse ano. De fazer túnel, que vai ultrapassar a serra. Quanto, quanta facilidade nós teremos ali? E é por aqui. E é por Cruzeiro do senhor. Vai ficar ainda, se hoje já tem, diferente de oitocentos quilômetros, vai ficar muito mais próximo. E além disso, no inverno a dificuldade para subir as serra é muito grande, não terá mais esse problema. Então, Nós temos que trabalhar, nós temos que lutar. E vossa excelência deputada, é muito importante nesse processo. Pra ajudar o governo, Pra ajudar Assembleia, ajudar a Cearác, ajudar a Cida pra que esses sonhos, que são tão importantes, o desenvolvimento do nosso Ele se realize. Conte sempre com Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Nós temos trabalhado pela união. A união com a Câmara Federal, a união com o Senado, a união com os poderes, a união com as instituições, porque só assim, nós vamos conseguir alcançar os nossos objetivos. É bíblico, a casa que trabalha unida prospera. O estado que trabalha unido também há de prosperar e estamos todos juntos nesse processo e que Deus, o grande arquiteto do universo, continue abençoando todos nós. Muito obrigada deputado Luiz Gonzaga. Eu quero agora novamente agradecer a presença de todos os senhores que foram convidados pra esta Pra esse seminário e que representam o governo do estado, a Assembleia Legislativa, o DNIT, a CGU, a PRF, A Federação do Comércio, a Federação das indústrias, agradecer ao Deracre, agradecer aos senhores vereadores e senhoras Dos municípios Senador Iomai, do Bujari, agradecer os representantes da GEAC, agradecer ao professor Furtado, A presidente do CREA, a doutora Li, agradecer a cada que aqui esteve ao nosso querido exdeputado, presidente da FAPAC, Com a sua equipe deputado Moisés Diniz agradecer a todos portanto por este momento momento Em que fizemos aqui uma boa discussão com muita transparência dos órgãos envolvidos, Tanto na execução quanto na fiscalização da BR três meia quatro e da três sete, apontando também A necessidade de de que a a as obras do anel viário de Brasília, com a ponte ali já É bem adiantada a constituição, sejam efetivamente retomadas, pra garantir que ela cumpra com a sua finalidade social, agradecer de forma muito clara todas as contribuições, questionamentos, encaminhamentos que daqui Saem e que nós levaremos em formato de relatório para a comissão externa de obras públicas da Câmara dos Deputados. Finalizo então agradecendo a Assembleia Legislativa do Acre, é o seu presidente deputado Luiz Gonzaga por essa parceria, por essa ação conjunta É deste seminário que discute a BR três meia quatro e a BR trezentos e dezessete. Outras ações faremos, com certeza, buscando sempre.

0:00142:53
21 de ago, 10:00
#3
Deputada Socorro Neri
Socorro Neri

Deputada

Resumo Inteligente

Deputada conclui seminário cumprindo deveres como parlamentar, agradecendo a todos.

0:000:51
21 de ago, 12:23