Visita Técnica

GRUPO DE TRABALHO SOBRE POLÍTICA DE COMBATE À VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS

31 ago. 2023 07:00 às 09:40

Sobre o Evento

Grupo de trabalho discute política de combate à violência nas escolas brasileiras, enfatizando segurança, desigualdades e impacto positivo na sociedade.

Status
Encerrada (Final)
ID: 69657Total: 3 discursos
#1
Transcrição por IA

Energia.

0:000:01
31 de ago, 10:00
#2
Transcrição por IA

Pra mim é orgulho muito grande isso também dá dá no nosso no nosso tema aqui isso dá uma esperança muito grande é que com a com o norte com a com a coordenação são e a competência dos dois mais somado nós homens os outros doze aliás os outros doze eu e mais ontem né Eu não tenho dúvida nenhuma. Senhoras e senhores, sem dúvida nenhuma. E com a ajuda de vocês é isso que gente vai ouvir e escutar vocês as experiências de vocês. Nós vamos sim conseguir, quem sabem criar uma política nacional de segurança nas escolas, né? Precevemos recurso muito grande de departamento muito importante lá no lá no congresso essa semana na câmara que é a série Centro de Estudos e Debates Estratégicos que eles também pediram pra somar conosco né? E a melhor ideia e tem bastante professores aqui pra a melhor ideia é a soma de várias ideias né? Então nós com muita humildade ouvindo hoje de manhã por exemplo quem teve a oportunidade de estar lá no a ouvir o testemunho depoimento dos familiares das e Realengo quanto a gente aprendeu e eles trouxeram fatos novos que até agora a gente não tinha a bondade E0E0 deputado Reimon e o deputado Tarcísio bem colocaram lá da importância que foi a gente vir ouvir e escutar e não tem dúvida nenhuma que essa tarde vai ser muito enriquecedora pra nós, né? Então e aí essa essa esperança, né? Que a gente tenha ou eu falava hoje de manhã como pode faz treze anos a tragédia do e a gente não criou políticas públicas aí interna. Então, reporto que eu pedido de tragédia e nós temos todo mundo os novos. E agora nós vamos que temos que estar junto e vamos apresentar logo, porque quando cria o grupo trabalho é mais sério e mais rápido, né? Ainda mais grupo trabalho assim super participado, suprapartidário, nós aqui nós não temos, nós temos lá nós temos partidos diferentes, ideologias talvez diferentes, mas nós temos Muito que nos une, que é justamente tratar a violência nas escolas dos três eixos, né? Que os parlamentares traz para eixo que é ouvir as experiências, como nós estamos tá? Eu sempre gosto que ouvir é fácil, eu sempre gosto de falar, ouvir escutar é doutor item, aí a gente consegue se colocar no lugar das pessoas, né? Ouvindo as experiências, tratar também outro eixo que é tratar a a legislação, a legislação. E o outro eixo é tratar também a saúde mental. Então nos três eixos está indo a educação né? Né? Então muito obrigado a vocês por se exporem, né? A participar dessa audiência que é muito importante pra nós e enriquecedora pra nós, lá em Brasília dali a gente conseguir lá no parlamento conseguir atender esses anseios novos, esses anseios da população criando uma política pública de segurança nas escolas. Eu vou passar a palavra agora para o deputado Parcídio Mota né e depois o deputado Razão na pronúncia desculpe agora que estava pronunciando errado desde sempre. George Goethe assim. Obrigado Presidente queria parabenizar pela criação pela proposição da criação de grupo de trabalho muito trabalho que tem também a deputada federal Luiza Cransiani do PSD do Paraná, como relatora E tem a a participação do nesse nesse grupo de trabalho, há mais dez deputados federais, né, onze deputados federais a mais, entre eles aqui no Rio de Janeiro a deputada Jandira pegaram muitos de vocês também devem conhecer né do Rio de Janeiro somos nós passando desse jeito Quero também agradecer e muito a direção e toda a equipe de trabalhadores da escola aí dessa escola que nos acolhe aqui E aos professores presentes aos trabalhadores presentes a direção da escola queria agradecer muito pelo acolhimento né Importante que a gente passa essa atividade inclusive em escolas. A gente quando pensava essa escola, vamos procurar na Câmara dos Vereadores, não vamos numa escola pra poder, né, Não parecia que a gente continua só nos palácios do Poder e vem do chão da escola reconhecer o tanto muito obrigado né pela pela acolhida aqui. A questão da violência contra as escolas é problema grave e complexo. Ele é grave, não é de hoje, mas ele se tornou mais grave ao longo desse ano por conta do final do ano passado e descendo conta de uma sequência de atentados contra escolas, mas nós, principalmente nós aqui no Rio de Janeiro, sabemos que isso não é novidade. Nós convivemos com caso desde o ano dois mil e onze. Tanto há doze anos Completados em abril deste ano, nós combinemos com uma situação que foi atentado ser liderado contra uma escola Da rede municipal de educação que vitimou doze crianças. Estávamos lá hoje de manhã Foi absurdamente doloroso para as mães do estado, para os sobreviventes do estado, para os parentes de sobreviventes e vítimas fatais que lá em estado, Valoroso pra nós, mas absolutamente importante ter tido essa manhã de reflexão. Mas estamos portanto, e aí É importante ouvir qual as quais foram as respostas do poder público a uma situação que no nosso caso tem doze anos. E é muito importante aqui a gente quer ouvir a secretaria municipal de educação para que representada na figura do mundo e vai poder em alguns momentos aqui na mesa apresentar o seu email assim como o trabalho da defensoria pública e de entidades no governo da sociedade civil do sindicato sobre o que pensava a partir desse tempo né que nós mas aqui presidente deputado Jorge Weiden Tem uma outra dimensão que está nessa audiência pública, que é uma violência que não acontece deliberadamente no ataque contra a escola. Mas uma violência que acontece na comunidade escolar, no entorno da escola, e que tem reflexos diretos Sobre a vida escolar e direito à educação. E por isso é simbólico estarmos aqui na favela da amarela. Onde morreu o menino Marcos Vinicius, vestindo a camisa, o uniforme da rede municipal de educação e que a sua mãe Bruna vai fazer esforço para o ataque hoje ela teve uma convocação de última hora mas ela muitas vezes quando está em atividade ainda né carrega a a uniforme ensanguentado no filho e morreu no meio de uma operação policial aqui na favela da maré só para lembrar outro caso caso da estudante Maria Eduarda Bota dentro da escola, não porque alguém resolveu atacar a escola como caso de Realengo ou como caso Tribunal de Campeões, da escola Tomás em Contoro, lá em São Paulo. Mas porque ela dentro do pátio da escola foi por uma bala durante uma operação policial. A estudante vai regular. Essa dimensão De uma violência que atinge as escolas precisa ser incorporado em este território que nós utilizamos hoje tem muito a dizer sobre isso. E lembro por exemplo da iniciativa de alguns escolas de colocar no telhado das escolas aviso aqui no escola para que o helicóptero não atirasse Em cima da escola quando estivesse tirando o seu corpo aberta. O cúmulo que nós vivemos de que pra que o helicóptero saiba onde vai atirar neste território como lembro só pra fechar da situação tem bebidas escolas esse ano da região da cidade de Deus fechadas Né? Várias vezes nos últimos meses sem operações. E aí, este problema, que é problema acompanhado na da Defensoria Pública, pelas entidades da sociedade civil retém como respostas também algumas iniciativas da prefeitura que a prefeitura poderão poderá apresentar Não há dimensão aqui deputado e presidente do nosso GP e Ramon. Que bom que hoje amanhã nós conseguimos entender alguma dimensão a partir do depoimento daquelas mães ainda não tinham sido percebidas pelo GP esperamos que hoje nessa tarde isso também aconteça outras funções outras perspectivas Pra que a gente saia do trabalho desse GT, com o relatório, proposições legislativas, ações de cobrança sobre o poder efetivo Para garantir o direito à educação e à vida, não há educação sem vida, escola é lugar de vida. Vamos garantir esse direito. Muito boa tarde pra todo mundo, nosso agradecimento também A escola Bahia que nos acolhe aqui na maré, nosso agradecimento a todo mundo que está nos acompanhando no dia de hoje, Cumprimentar o nosso coordenador, coordenador do nosso GP que discute a doença das escolas e nas escolas. Também agradecer a ele e Tarcísio a pouco, mas já temos trocado Muitas boas impressões e portanto muito comprometido com o tema que ele foi designado vai discutir e não só discutir, vai discutir e não só discutir mas também ampliar, avançar em proposições que sejam realmente consolidadoras de direitos da nossa educação da comunidade antiga toda ela. Metade bem da secretaria municipal de educação, Nossa ela tem algumas alguma alguns objetivos. E dos objetivos da audiência pública, pra muitos elementos, é Objetivo da escuta, porque nossos parlamentares, embora também O também né, nas nossas vidas intensas, o chão da escola, a gente também está afastado disso, Né? Nós somos uma outra realidade, como está em novo chão, construindo novo movimento e claro comprometido sua educação não dá pra não ser Mas nós hoje estamos no Parlamento e ouvir o chão da escola, ouvir as pessoas que estão evacuitadas Por essas questões tão incluídas, tão são complexas para as quais algumas pessoas querem Dá soluções muito simplórias e que a gente sabe que não resolveram, escutar da escola é pra nós, Objeto primeiro da audiência pública pra que a partir dessa escuta a gente possa elaborar não para, mas juntamente com vocês Aquilo que é possível elaborar na cobrança, na exigência, porque o parlamento ele é O estágio da fiscalização daquilo que o Executivo faz. Nós sabemos Como é que o Executivo funciona? E o Executivo precisa ser pressionado. Nós sabemos como é que o Legislativo funciona, O legislativo precisa ser pressionado. Nós sabemos como é que as instituições funcionam e as instituições todas elas precisam ser pressionadas. Ser pressionado alguns, alguns que recebem atenção, acham isso do mundo. Ao contrário, nós achamos que é muito muito importante E a comunidade e as pessoas nos cobrem e as pessoas empreendem essa essa barreira e entendam E é preciso cobrar do parlamento, cobrar do executivo de modo particular, ter as políticas verdadeiramente aconteçam na dúvida das pessoas. Nós hoje tivemos uma experiência ao mesmo tempo rica, rica e ao mesmo tempo de uma, de De uma tristeza, né? De uma melancolia, de uma lembrança que nós não queríamos ser. Nós temos uma escola Na oitava que a escola da Silveira, que é uma escola linda, belíssima, com com a gente de de de portaria, nós temos uma escola bonita, bacana, com elevador que nos leva ao segundo andar, com auditório maravilhoso, prédio louco, Mas nós não queremos ter uma escola dessa, se pra pela nós queremos que iam disfarçar por uma por uma tragédia, E vitimiza dez linhas de pessoas que leva à morte duas crianças, dos adolescentes. A gente precisa se aperfeiçoar a isso. Pra onde o nosso mundo está caminhando? Pra onde a pra onde o antagonismo, pra onde pra onde a polaridade, a polarização Das nossas relações afetivas e políticas têm nos levado. Nenhum de nós quer isso. A gente quer se encontrar no debate, A gente quer se colocar na escuta, a gente quer se encontrar no diálogo pra gente uma outra alternativa Na sociedade. Quando a gente está discutindo a escola, nós não estamos discutindo a escola. Por nós estamos discutindo Nós não estamos discutindo pras quatro paredes nem pro ambiente escolar, Nem pra pra o território onde os meninos e meninas estão, onde nós os profissionais de educação exercemos a nossa missão. Nós estamos discutindo A nossa existência enquanto seres humanos, estamos discutindo a nossa existência enquanto sociedade humana, que precisa redirecionar, que precisa ser repensado. Mas pra isso o poder público negramos responsabilidades e nós não vamos nós não vamos faltar pro nosso compromisso. Sempre. Mas não significa que sendo parlamentar do Partido dos Trabalhadores não seja eu alguém Fiscalismo o executivo e que cobre o executivo, que cobre pro governo do presidente Lula ações efetivas pra que a política pública aconteça. Porque essa é a função do parlamento que não é, não é, que não pode ser, de quem quer que seja, correto transmissão dos desejos De qualquer executivo que seja, a gente representa todo da sociedade e nós queremos procurar política pública pro Brasil. Então agradecer a vocês aqui, lembrar que nós não temos respostas pra violência dos corpos. Se alguém quiser que tem resposta, eu vou nos contar. Nós não temos respostas, mas nós temos caminhos e a gente precisa encontrar nesses caminhos algumas respostas a gente poder caminhar e que a ligação seja de fato o Balança né do que tudo o negócio de pergunte e não né a manifestação dos sonhos da nossa juventude. Então agradecer a vocês aqui a Mônica e a Luciana vai chegando aí a Guarani também né a Luciana EAEA Mônica elas têm que sair as diretoras, então elas vão fazer pronunciamento aqui, depois uns minutinhos pra vocês apresentarem, que vocês iriam fazer parte do painel na sequência, Boa tarde a todas todos todos todos. Em todo lugar eu queria saudar aqui os parlamentares federais Eu confesso que eu chego aqui hoje ainda muito impactada pelo que passamos pela manhã. Escutar o depoimento das mães não foi algo coloquial escutar com depoimento de uma dor de lacerante E ao mesmo tempo esse sentimento de uma incapacidade de poder dar a resposta que pelas mães espera. Dentro do parlamento o nosso papel fiscalizar mas de fato a gente sabe que a multinites para atuação parlamentar. É Por isso que a minha fala aqui agora não só como vereadora mas também uma vereadora que hoje compõe a comissão de educação que estava lá também representada Nas visitas semanais escolas, é é impressionante a gente Observar como a maior rede municipal da América Latina ainda apresenta muitos problemas para essa questão que está colocada. Falo aqui na presença do subsecretário vou deixar me ouvir várias vezes acima de tudo me chamou muita atenção por exemplo tinha guarda municipal da qual que a escola está assim E a gente sabe que hoje não há controle controle de acesso e quase na escola da rede municipal, A gente sabe são os diretores os diretores é juntos que descem pra abrir e fechar o portão a gente sabe como isso é uma situação muito grande. Então você chega na escola você não consegue ter aquela aquela segurança por exemplo nós estamos falando de violência contra escolas porque aqui não é violência na escola a violência está foras. Tanto falado no do Massacre de Realeno também é falar do que precisa mudar para assumir. Passamos aí o mês de abril também fiz muita preocupação, pais e mães De estudantes da da das escolas municipais do Rio de Janeiro, não querendo que seus filhos fossem na escola e e esse esse clima De de meio desse clima de segurança. Então eu acho que isso é são dois essas quintas questões, vou falar pelo universo e trazer pouco da nossa experiência algo de aparência escolar. Essas essas unidades que aqui no Rio de Janeiro muitas delas inclusive eu visitei uma delas na data receberam mensagens de violências Ou de ameaças pro evento do mês de abril. E quando nós fomos aí imediatamente após aquela situação nós ficamos escolas E percebemos o seguinte, que as mães estavam com medo de mandar essas coisas pra escola, justamente porque sabem Situação. E o clima de pânico e insegurança também leva ao medo, escolhe o que pode ser lugar de medo. Escolhe os seus tradições, lugares onde onde as famílias como é que a gente pode ter escolas mais seguros se não tem nenhum dos profissionais suficientes para esse atendimento? Estou falando de funcionários E nesse sentido vejam quando a gente olha pra questão dos controladores de acesso ou morteiros nós não temos sequer esse cargo a gente está na plantas, eu vou discutir né Mônica? Ah, vamos botar a guarda principal cercão das escolas, vamos criar Controladores aqui detectores metais, só custo de detector de metal já dava pra reformar milhares de escolas na rede Então a gente tem que pensar aqui o que que é, qual é a demanda pra proteção dessas crianças que possa fazer mais sentido. Precisamos de protocolos se isso são necessários. Mas não adianta você pensar numa proteção de uma escola e você criar condições de segurança na escola se você vai criar Porque pode ter sido diferente fisicamente, mas o impacto psicológico trauma que as mães nos trouxeram ainda é muito grande. E o preconceito grato. Então nesse sentido na época chegou após o massacre, chegou a ser feito contrato temporário para o controle de acesso, Mas ocorreram várias irregularidades a quatro do pagamento, retenção de documentos dos servidores portugueses que trabalhavam na consultoria das escolas, as escolas tiveram que se adaptar no palco de cortejo, a gente precisa pensar na escola que seja acolhedora, que faz com ter segurança de deixar os filhos Sabemos se o registro foi entregue e também não podemos achar de de função de outros servidores que lhe possa atender. E nesse sentido, a gente defende que Na realidade, não que o pacote seja só pra você fazer uma demonstração de uma uma saída de segurança. A questão também das alterações policiais do caso da maré aqui vou deixar pra pra pra vereadora falar mas muito nos preocupa também a violência da não todo na escola, Escolas são aulas, escolas que ficam abertos nas operações policiais e como que essas mães podem ficar em casa deixando outras crianças E que afeta a não só os estudantes que são novos mas também da comunidade que sofrem nossas eleições. E por fim eu quero dizer que a gente também aprovou e é a última coisa mesmo, seu presidente da comissão, a gente aprovou e a estar sido estava na comissão da educação foi aprovada uma indicação legislativa. Estamos defendendo a comissão de educação com muita intensidade mas não temos resposta. Tornado é programa que serve que Existe o Rio de Janeiro mas não foi criado por lei municipal, mas que se baseia na lei federal do que expor orçamento do Congresso para a graduação de psicólogos e assistência sociais dentro Então, Aqui também podemos trazer de novo mais uma cópia entregar o subsecretário Bruno, mas o fato é que esperamos assim como aquelas mães sinceramente Não haja não haja uma reação que seja momentânea de usar e tem que acontecer outro uma outra mas nós E pensar na necessidade dos sociais de psicólogos e pensar em segurança dos nossos alunos e alunos que têm jeito Sonhar em diante de viver essas mães também tem direito a uma vida divina e essa escola municipal assim como a casa era uma escola é uma escola municipal e essa redigidos nada além do que está previsto em lei em lei federal, nos psicólogos e redes sociais E a própria Constituição federal que garante vereadora Mônica Cunha. Responsabilidade, né? O não olhar de humanidade, desse sistema Que pra mim é dos melhores no sentido de fazer uma pesquisa né, daquelas mortes mas assim, O tempo que aquelas crianças poderiam, aquelas crianças poderiam estar na universidade, né? O tempo que as crianças mesmo sem entrar, né? No ensino médio podem não chegar. Quer dizer, que pra mim todas as favel já que eles mostram de de pesquisa de estatística, A comissão de especial do combate ao vivo na qual eu sou presidente, matando os vereadores. E lá, A gente está discutindo nessa comissão três eixos, né? Que o nosso secretário já participou. Nós A gente não é o não é o não a gente escuta, chora, vive de espera E ver os seres humanos daquela forma, do dois dentro da saúde mental, cada seis aumenta mais, Terrível mas aí o que acontece, né? A gente vê esse futuro de A gente escutou lá jovem divide e pouco É isso. A gente também não entrou pra ser mais uma ou mais pra ficar as viradas. Estamos aí construindo programa de atendimento de apoio aos familiares de vítima de E aí ele vai ter passado pelo Estado e pelo município. Né? É o mínimo Que podemos fazer mediante essas situações. Como o senhor falou na na na TATO, né? Essa essa necessidade Ditei aquelas mães gritando, né? Por têlo escola, por têlo alguém que o douçam alguém que fala do arimori, Esse programa de alguma forma, ele vai contemplar, a gente está junto de uma de uma rede que foi fundada pelo ouvido, O também pode colocar, enfim, é isso a gente se movimentando, mas por quê? São pessoas que entraram pra eles os fatos Mas aí as coisas acontecem triste Independente da pessoa que tiver E a partir desse encontro de hoje essa construção que nós estamos aí de manhã, né? E tem outros Deputados que a gente nos está aqui agora, e de fato, a gente possa dizer que essas violências na escola ou fora da escola, ok? Muito obrigado vereadora irmã, então obrigado vereadora a palavra pra uma grande saudação, se cointe já vai compor o primeiro painel pro último da secretaria municipal de educação do do município do Rio Pegar presente quero saudar aqui na figura de presente Jorge não é mais vereador a grande inspiração pública quero saudar aqui a escola Bahia nosso diretor e nos acolheu carinho o espaço da escola e a rotina agradecer o time da secretaria o time da quarta crise apresentar também daqui a pouquinho a coordenadora Fátima Barros também que correr essa região vai estar conosco também Agradecer Nossa mãe segue, Camila moradia, que está aqui também participando do e toda a população amarelo também e a participando dessa discussão tão bonita. Eu sou Cunha como sendo, professor da rede E presidente Jorge, queria fazer minha saudação muito breve, falando de onde eu comecei, né? De nascença eu fui criado na periferia dessa cidade. Nascido em Santa Cruz, morador da Pavuna, do Chapadão, da área que hoje eu fui Chapadão, na época que eu morei em Chapadão era tão grande que até hoje, Importante destacar isso, né? Professor que desde cedo não está disponível o professor parte do conselho de nascer está aqui pega as áreas desde o Chapadão Acari o diretor da parede por oito anos inclusive Costa Barros religião os alunos privilégio de ser coordenador regional autor. E desde dezembro do ano passado, pelo privilégio de somar contribuir a nossa rede municipal com o subsecretário de articulação e integração da rede e entre outras coisas que não papel fundamental de Samuel elo com cada professor, com cada funcionário, com cada responsável, com cada parceiro da parede, as nossas três as nossas unidades escolares então pra gente está aqui hoje discutindo segurança nas escolas é uma falta fundamental a gente quando secretaria de educação e quando prefeitura do Rio a gente não tem se importado em ocupar esse espaço né agradeço muito a câmera de dificuldade esse debate é fundamental também se trata muita força em Brasília então a gente aqui no estado do Rio de Janeiro tem comitê setorial em nós quando secretaria estamos ocupando acento no âmbito do governo estadual a gente teve o debate Rodrigo na Câmara dos Vereadores começa a secretaria presente muito feliz Câmara do Deputados tem trazido também esse debate aqui pra escola Bahia como também chegando dois de CD então educação a gente não só tem feito a nossa atuação nosso diálogo né fortalecendo debate atuando a nossa cidade mas também não vai suportar nunca participar desse debate com muita transparência né e é mais do que prestar esclarecimento do que a gente está fazendo quando executivo todo mundo aqui tem algo para contribuir com a segurança das nossas crianças os nossos adolescentes jovens adulto idosos vamos lembrar que a gente tem uma população de beijo também muito obrigado brigarudo. Nós vamos liberar eu vou convidar já o deputado né? O grupo já está aqui então, público como sendo, convido a deputada Dani Monter pra fazer parte desse painel. Convido o deputado ao Rodrigo Arcanjo, doutor Rodrigo Arcanjo Arcanjo, detentor Público da coordenadoria de defesa dos peritos da criança e do adolescente. Convido a Carla Fernanda Vieira, representante do programa interdisciplinar de apoio às escolas da quarta CRE, crie Cogneradoria Regional da educação, e convido a a Kátia News, Kátia News, o gerente de lucro interdisciplinar de apoio às unidades escolares da municipal de educação. Eu faço então a coordenação dos trabalhos ao deputado Jorge O deputado Rodrigo do Podemos de São Paulo, a deputada Socorro velho Nós vamos então sem muitas demoras, vou passar logo a palavra então E hoje de manhã nós chegamos pra pra gente delimitar tempo. Mas aqui a gente vai delimitar até porque temos outra mesa depois, Então, a gente vai fazer uma uma uma abertura de sala de sete minutos na cada componente, tá certo? E Eu vou passar então pra nossa terceira pública e fazer uma diferença a essa instituição tão necessária, tão importante E que no Brasil, no Rio de Janeiro tem dado muita contradição pra democracia. Superinteressante Ocasionado nesses Ou não, a gente pede então que isso seja considerado, também pede que a as escolas tenham noções do Nelson Afonso, a Como atrás de expressão né, de uma vontade mal atendida. E aí a gente precisa tentar É endereçar Em relação ao estado do Rio de Janeiro, né? Em relação ao número de pessoas, Mas Pra que a escola consiga microfone. Eu queria parabenizar todos aqueles que estão a companhia, dividir com você as que a gente como profissional desse núcleo interdisciplinar de ações escolares tem Em torno do contexto educacional é claro que estamos aqui reunidos com uma atenção muito especial a questão da violência, Destaque da constituição desse trabalho que é que tem data E é dedicado a desenvolver o trabalho primordial que é através do programa interdisciplinar de apoio às unidades escolares. Então De constituir setor assim como vai dois em torno de uma gerência de segurança fez há treze anos atrás a opção de constituir setor que Deseja construir o trabalho eu digo o desejo de construir o trabalho tentando eu pelo meio que essa é uma constituição Né pensar no contexto da escola é pensar nas suas contradições, nas suas dificuldades, No manejo da sua realidade. Então o PROINATO que é constituído trabalho de assistentes sociais E cobre dos soros tem esta atribuição, a definição, dia, viver, O cotidiano e viver o agudo. Eu ouvi aqui depoimento de psicólogos Vivenciaram situações a todas elas o programa esteve presente. Essa eu amei André aqui que eu acho que é extremamente importante o destaque de ouvir das crianças, E uma das coisas que a gente pode fazer é estar presente inclusive Disutive debater sobre as experiências beneficiadas por estes profissionais assistentes sociais, psicólogos e professores inspirando tanto na condição traumática quanto póstraumático. Mas essa experiência eu já queria antecipar uma análise importante que a gente faz, Entender que todas essas experiências depende que da gente fazer uma atenção especial Ao cotidiano das escolas, o cotidiano tem cotidiano nem enjoeiro De vestido de impacto e sobrevivência, mas É uma atenção especial a isso, uma atenção especial com ao cotidiano das escolas. E0E0 bagulho dessa atenção No cotidiano da escola significa inclusive entender que a violência vai fazer parte eternamente desse contexto. A violência faz parte do contexto humano, Infelizmente ela é algo que pra gente começar a tentar com realidade A gente vai precisar tentar com a realidade de violento aí do teu momento. Então, adulto o outro ele Ele faz parte de uma constituição inclusiva humana, né. Nós não estaríamos aqui, Conversando sobre a experiência, sem apontar que este nível de experiência construída pelo próprio Pro próprio humano. E a escola é lugar onde a gente vai construindo essas condições por isso que estou te chamando a minha então O cotidiano da escola, que é cotidiano que eu faço presente, que eu eu umbigo as constituições De desenvolvimento e aprendizagem, e nesse cotidiano ainda assim eu vou precisar lidar com conceito de violência. Há treze anos atrás nós inauguramos no Iapio GT pra falar de violência nas escolas, Esse g p foi pontuindo no processo de trabalho que culminou numa estratégia Secretaria de Educação que é o contexto das fichas comunicação de casos de lidar com o contexto e o cotidiano da escola. Mesmo suspeitando pelas diferentes dimensões do grupo de violência, Ainda assim a gente precisa ter vegetal cuidado, então a ficha de comunicação de casos suspeitos ou confirmados de violência contra Nos fez desde que ao longo dos estreianos uma Coletanha de experiência e ditados né que eu acho que a gente constrói política pública também olhando Os dados que a gente vai colecionando né, então a gente coleciona dados que fazem a gente concluir que O trabalho da escola vai evidenciar sempre a questão de como é que a gente estabelece trabalho que de fato Responde alguma construção e não uma uma ideia de mitigar a violência, E é o que a gente está vivendo hoje, a gente está vivendo hoje a dedicação de Disforço pra mitigar o 0 impacto da violência. No qual que a gente precisa cuidar Pra que o espaço escolar consiga construir campo de conflitos até de doenças que ela não vai Mas ela vai ela precisa ter algo que não. Então retire o direito E as condições de pleno desenvolvimento e aprendizagem de crianças tá. Então ao longo desses treze anos durante O trabalho do governador a gente vem apontando com a ideia de que olha a gente precisa cuidar do cotidiano e não só dedicar este Para a situação as mudas quando ela acontece né eu vou né eu vou do lado do meu chefe aqui E a gente vai conversando sobre o quanto é importante investir no cotidiano da escola, Quanto é importante segurança e profissional suficiente pra lidar com as situações Então eu queria, já está eu já estou terminando aqui o meu meu tempo, eu queria deixar isso como destaque E o programa interdisciplinar de oportunidades escolares, ele ele é valorizado, ele ele percebe Como eu poderia dizer ele recebe clima de cimento e a crença De que ele é potente para o cotidiano escolar e não apenas para E o cotidiano escolar acredita pra violência, mas que pretende fazer com que esse fenômeno não seja aquele Que vai retirar da criança o direito da escola então não só no cotidiano, mas também Nesse livro que a gente vai ter que cuidar não sei até quanto tempo e nem tem como é que ele vai se estruturar ao longo desse Decidamos todos que a gente vai cuidar e acho que o propósito do GP é fazer com que a gente não vive Lembrar da escola como lugar que resolve questões de violência ou lugar que tenha que se ocupar e mitigar Muito obrigado, eu quero disponibilizar experiência e quero disponibilizar a O impacto esse profissionais tem na escola. Muito obrigado, vamos obrigado obrigado. Boa tarde, poder agradecer né? Eu estava preparada desse Pra esse lugar de representante, acho que lamentar eu não sei como é que foi feita a divulgação e aí olhar pra quantas As demandas que a gente tem nesse território sobre essa questão e ver poucos profissionais que atuam realmente nele né, eu mesma atua aqui só houve desse evento ontem, então lamentáveis de a gente poder ver uma participação maior Estou satisfeito ao do pra NAP, estou desde o início do programa já atuava no território anteriormente Quando existe novo programa que fazia com que a gente já atuasse em diálogo para escola, O que eu posso dizer que as nossas a gente atua né talvez vale a pena dizer sobre isso né, a gente atua Melhor, no período de mais ou menos dois anos, mais diretamente em algumas escolas, a gente está Como referência de grande grupo de escolas porque a gente trabalha muito de demanda, e as demandas Como deve estar quatro a todos só aumentam, e a nossa equipe só diminui, né? A gente está com o equívoco que é formada por assistente sociais Professor, acho que a gente só tem a possibilidade de aumentar com os professores porque a gente não tem concurso né, por mais Que eu esteja aqui nesse lugar de não vai ter como a gente não demandar sem concurso, não ter como esse trabalho envelhecer, Sobre essa rede toda a lei de né, a lei federal, então Não tem como a gente negar a constância de ter mais profissionais de serem chamados, o último concurso Pra outros secretarias isso então falta gente. Falar sobre a violência e falar sobre saúde mental trataria contra Sólas não tem, no no se trata apenas de aumentar a constante nutricionais né? Não adianta falar então de aumentar assim se tiver condições de trabalho. E aí condições de trabalho com experiências profissionais, estátuas de de diálogo, disputa entre experiências profissionais, Né? Por mais que a gente tenha olhar específico sobre este Então é importante quando a gente vai tratar desse tema Além de a gente dizer que vai ter que ter mais gente, se a gente não tem, a quantidade Professores que precisa ter, que a gente não te pede mais na aula de garantir pros alunos, a gente não vai não vai conseguir garantir saúde mental, se a gente não consegue garantir Muitas vezes né porque muitas vezes não chegam e podem não saber que há algum tempo porque nem sempre isso é possível. Eu acho que na minha fala O que A nós, mas eu posso destacar também as nossas grandes possibilidades né, dos fatos que a gente tem ali de algo a gente tem uma equipe de de professores Que é é muito sensível os momentos de controle que acontecem né, a gente vai criando estratégias Às vezes quando a gente sai inclusive do território a gente vê que fica tão sobre essa parte que é é muito é muito diferente O Como assegurar essas crianças como é que mantém a estabilidade né? Como é que você como é que você tem uma situação de controlo que muitas vezes Tem muitas capacidades porque isso acontece, a gente volta e a gente retoma e a gente recolhe aquela aula não é do jeito que estava previsto, sabe que aquele planejamento se altere, Mas o quanto a gente consegue atender, atender, acolher da melhor forma, mas enquanto a gente também depois precisa falar sobre isso porque todo mundo é ser humano Então acho que não tenho o seu tempo então agradeço a possibilidade de estar aqui pra falar embora E essa violência institucional. Ombro. Mas Tem produzido isso. Alguns cabem mais responsabilidade que outros, claro. Eu não quero medir O tamanho da responsabilidade do prefeito ou o tamanho da responsabilidade do professor que se diga ao resto da O Pedro destina, usando mais uma vez a o jargão da teologia, há uma expressão que diz a a quem Pra quem muito cuidado muito será cobrado, então tem mais responsabilidade tem, os próprios tem que responder com mais deficiência, e é por isso né que a gente faz essa audiência pra também fazer esse tal de provas que bom viu que você levantou a história e a esperança quando a gente viu né então quanta gente o nosso magistério entendendo os desafios que o magistério vai proporcionar vai exigir de cada de nós. A gente tem a certeza que a gente está no lugar certo porque esse é o lugar e sobretudo o que a gente lida com projeção de sonhos a gente lida com esse quase a dimensão que eu acho que outras profissões não tem esse prazer que lidar com a esperança do alimenta essa esperança a gente consegue reencontrar o aluno nosso dali a dez quinze vinte anos desse dia dois lá em Costa Barros novamente Encontrei alunos grandes, com as suas mangas, pegando segunda via de documento, perderam documento numa enchente grande lá e reconhecer a Dilma né o dobro terminou ensino médio trabalhando isso não tem preço e a gente vê que independente da circunstância né desafios das contingências que aquela família está tendo Quando que a gente fica feliz enquanto professor, quando professor educação, de ver que aquela esperança. Que a gente como professor sempre falava na minha sala de aula, olha, eu vou te contar quinze anos eu quero ter essa falando o seguinte, eu estou conseguindo fazer aquilo que eu sonhei fazer. Pra isso que a gente está na sala de aula pra fazer ele pensar grande, mas não pensar grande do que a sociedade impõe como pensar grande é ser engenheiro e médico essa grande para mim é o seguinte é conseguir ter condições consiga ter condições de abrir a padaria dele ou de trabalhar numa padaria de aumento com muito dignidade, né? E estão esperando o que nos move. Aí quando a gente traz essa frase presidente usou de manhã mexe com outro aspecto que a gente quando secretaria está faltando muito nosso debate estado e a gente está se posicionando claramente quem está acompanhando reportagem que está falando a questão da segurança pública no estado A gente tem uma fala muito clara de que as escolas elas devem ser priorizados. Está num estado todos os dias nós temos registro de operações policiais ou de conflitos entre bandidos ou de conflitos em milicianos O que é muito importante que a nossa sociedade escola profissional dentro da sala de aula profissional aí eu acho que é pacto da sociedade como todo de priorização desse espaço e priorização da grande priorização dessa comunidade seis anos e posta barros. E é muito cruel quando a gente escuta as pessoas falar escuta aqui como presidente da na favela, não, é que fez o bandido pra poder lembrar, tá? Eu fui diretor em que eu estava mais com seis anos, eu vou fazer a vaca pro bandido pra trabalhar. Eu não fazia para poder trabalhar graças a Deus e hoje a violência ela está recrudescendo mas ali entre 2010, 2008, 2014, que é o período do Atoína a comunidade lá na escola. Ninguém entrava nada na escola. É importante que a gente tenha de fato essa consciência que a gente enquanto sociedade cobre isso. O diretor tem cuidado a precisar do mundo cuidar da dignidade ali do seu profissional trabalhar só onde estudar esse é seu nosso foco e a gente tem comunicado parceria também com a coruja vermelha né Janaína trazendo peças para entender o impacto da violência causa na rotina da escola quanto que a sociedade tem que priorizar. E aí a gente, falando aqui pouquinho das nossas ações, a Mikácio trouxe muito bem Essa questão do atuação do não só nos momentos adultos, crise, mas na prevenção, porque também tem muito desse em abril especialmente esse ano parceiro. Camila está aqui que não me deixa me diga a gente travou discussões muito ricas inclusive dentro do CEC Que a gente traz e a sociedade cobra o como o fosse salvador da pátria. Acompanhando então a carga nos ombros dela grande e eu enquanto subsecretária inclusive sempre é o que você curte para pegar espera aí Né o pode ter que calibrar o que que é o trabalho do acho que é importante nessa mesa nesse painel a gente está com dois representantes aqui do nosso A gente estava recentemente na cidade de Deus, na escola em que tivemos o aluno assassinato na oportunidade Tiago e foi para lá eu fui para lá conversar com os profissionais conversar com a turma do Tiago E o Neap fez trabalho em contato com a turma do diabo depois de profissionais que colocou à disposição tempo inclusive na escola ouvindo que é isso. Você tem uma turma que acabou de perder o amigo. Ninguém abre vai chegar no dia seguinte, com pacotinho pronto, como eu vou trabalhar com a tua turma não é assim que funciona. Mas como que é importante a gente faria pra escutar, pra ser sentado, pra ser sombra amigo, pra começar a ouvir, pra deixar as crianças colocarem pra fora aquilo que elas estão sentindo a sua indignação. E eu no dia estive lá as crianças cantaram pra mim, Botaram pra fora o que nós estamos sentindo a revolta. E quando a Kátia fala dessa questão de trabalhar essas violências. É o que? É ter projeto. Otaci a criançada pra fazer poesia e botar pra fora essa revolta que elas estão sentindo a inspiração como é que a gente pode pedagogicamente trabalhar essas questões que estão afetando o emocional delas Eu trabalho do psicólogo do assistente social dentro da escola não é fazer atendimento clínico individual. Esse é o outro ponto que a gente precisa debater bastante pra que a sociedade não cobre uma coisa projeto assistente escolar, que elas não vão corresponder. O trabalho deles é produtivo, trabalho deles é reunir grupos trabalho deles é ouvir trabalhar isso inclusive para fazer bom endereçamento das questões que estão rolando lá na escola porque Não dá pra gente atropelar o papel de cada Papel da educação é papel da saúde é Essa criança, ela vai à educação, ela vai ter esse atendimento multidisciplinar coletivo, Pra pra trabalhar as questões do grupo. E evidentemente se ela tiver uma questão de atendimento individual, você tem uma rede de saúde que vai fazer esse atendimento social tem que funcionar dentro da escola porque a psicologia tem que funcionar dentro da escola aí a gente vai para o outro campo quer começar a jogar na escola e isso também mexe orçamento. Que daqui a pouco o orçamento da educação está indo inclusive pra outras questões. Né? Então defender esse trabalho fundamental e aí, eu não sei se a gente vai ter aqui outro, Esse ano. Também entendendo importância de treinarte estabelecer protocolos porque os nossos profissionais não ficar bem enfim de uma orientação diante de uma escola já ameaça durante todo aquele cenário totalmente atípico né de março ali meados de março até final de abril de ameaça já tá com chocolate a gente estabelecer o protocolo ou seja como que o gestor de chocolate diante de uma situação de ameaça deveria agir inclusive acionando a gente para quem tiver suporte nessas áreas foram ameaçadas nas redes sociais e foram ameaçadas algumas delas e como que a gente podia responder a isso integrando ali a nossa comunicação com operações com a polícia civil que teve trabalho investigação muito presente pretende é sempre a parceria do setor de inteligência civil possível Os eventos de ameaça desse ano mostraram que quando a gente tem essa coordenação nacionais funciona muito bem pra desmontar essa rede de ordem. É assim que o ministério da Justiça elaborou aquele link de denúncia de ameaça investigar né derrubarem as estava lançando escolas o quanto que isso deslocizou os eventos que estavam sendo programados pro dia vinte de abril. A importância da Justiça Polícia Federal presidência da república nível estadual você quer polícia civil trabalhando muito junto ali recebendo essas denúncias o quanto antes então a nossa parceria o diretor imediatamente reportava pra gente ameaça de concreto a gente imediatamente de inteligência da Polícia Civil mediante coletivo de ocorrência pra que isso fosse investigado e a gente consiga derrubar ou identificar quem estava ameaçando as escolas no Rio de Janeiro por exemplo pegou grupos de estudantes da gaga com aquele caso de iniciado estava ali com a mesma ameaça autor. O computador de outro amor. É aluno a princípio parece que eu autor. Integração de inteligência produz respostas muito significativas para trazer segurança também fundamental logo ali na sequência de abril para maio aplicativo para que a gente pudesse fazer uma comunicação ainda mais repetitiva com a escola principal né quando a gente até lançou aplicativo alguns profissionais falar o seguinte a Poxa vocês estão aplicativo apenas com a tonalidade de apertar botões de emergência não é nosso aplicativo de escola segura ele tem sim de emergência especificamente no território da quarta cria Num determinado nós temos ameaça de bomba. E nós vamos ter a gente tem o tom de orçamento pra ameaças e já favor principal da escola segura é a gente qualificado oi a escola não através do ela tem acesso aos dados que são reportados no aplicativo lá na escola segura a gente. Então acho que é falar de estado que acaba com os Mas pra mão das famílias mais vulnerabilizadas e pede que esses jovens dez famílias sejam mais acumulado É acabar com esse programa porque não tem dinheiro, porque há algum tipo de recuperação fiscal, mas meses depois de lançar E a dieta da integração da assistência social da violência da humanidade humana que a gente precisa ter esse olhar pra dentro do combate à violência escolar. Não adianta falar de combate a violência escolar com o estômago da criança e do adolescente vazio com a mente e com o coração Desparecido sem tentar sonhar com aquilo que Esse movimento tem que vim inclusive a partir da disputa e da do acompanhamento desses jovens então nossa comissão de direitos humanos Na disposição do congresso, na disposição também pra eles secretarias municipais aqui representadas, A seguida batendo o tema da garantia dos direitos humanos da dignidade das nossas crianças, a gente pode inclusive enviar os relatórios cinemas Vamos a duas identidades dessas crianças e adolescentes mortos, podemos enviar inclusive o nosso Instagram de trabalho do parlamento que mostra Essa necessidade do debate de saúde mental conjunta pelos nossos idiotas, enviar também os relatórios que faz após As das operações policiais que deixam muitos vítimas na comunidade como o próprio povo cruzado no O intuito das comunidades são agradáveis, então a gente tem todos esses relatórios à disposição da comissão desse grupo de trabalho da câmara e também das secretarias, Essa produção também segue à disposição Hannah. O ambiente escolar que é ambiente humano ele não está ele não está liberado das violências Saber lidar com as dificuldades também é único desafio, né? Nós não queremos uma escola onde os meninos sejam mortos, nós Na O caso de uma professora, uma das das onze empresas que me procura por esses dias E ela movimento negro nas diversas, nos bairros onde as crianças, onde as crianças demoram, e era o projeto da escola, E uma das crianças pegou o projeto, pegou E zumbido negro E aí a professora ligou com a coordenação, disse que aquele cartaz não poderia ir porque ele não cumpria o objetivo da exposição. Segundo, é uma uma manifestação racista que certamente não é daquela criança, né? É uma A manifestação que a família quer levar pra fazer essa disputa e a mãe então entra com o processo Na na ouvidoria da CRE respectiva contra a a professora, depois também na delegacia da criança Adolescente com a pressão de pessoa e a situação está Com a discussão do nosso mundo de trabalho. Não se extinguirão com a potencialização do não que predominaram uma piscina ser potencializado Vamos lembrar do do Cielo de Brizola, no Centro Integrado de Educação Pública, onde nós tínhamos todos os aspectos ligados à venda da criança E a objetividade dessa que a gente discuta não a a extinção da violência, porque a violência a a violência ela ela está no nosso cotidiano, Né? Como é que a gente lida com ela? Como é que a gente se incomoda, beija ela? Como é que a gente briga ela? Como é que a gente estabelece mais lar de tolerância? É preciso pensar na presença da da dessa lá no cotidietânea da escola e muito bem lembrou Hugo, Né? O 0 PROINAC não é o BOPE da educação, não é o BOPE da educação e nós nem queremos que esteja, nós queremos que ele seja cotidiano, que esteja no cotidiano com a escola, como o professor, como o educador da Mas pra ajudar o processo de educação seria efetiva no centro de Salvador. Eu fico por aqui, porque a economia que seja meu de acordo feio, E ela não tem olhar pra olhar pra ele aqui, mas eu falo por aqui e pertinho dessa nossa mesa né, muito obrigado concluir aqui e muito obrigado a todos os dois. Exatamente uma notícia importante aqui quando a gente não começa a segunda menos do painel, todas as O vídeo dessa atividade nossa da tarde, que todos os materiais que foram enviados pela Defensoria Pública, pelo IAP, Dani Monteiro, pelos demais estarão na página do grupo de trabalho Que está dentro da página da Câmara dos Deputados. Vai lá na Câmara dos Deputados, né, do Brasil, no link, bota mecanismo de de busca, Chegou violência nas escolas, vai remeter, lá tem. Afoque o nome de todos os deputados fazem parte do GPT, Todas as audiências que a gente está fazendo pelo país. O deputado Jorge Coelho Estava lembrando inclusive fomos AA0 GT foi a Blumenau né, estar em ver a realidade do Blumenau. Já realizamos duas ou três audiências públicas, Reuniões de trabalho, doutora de informações do GT, os senhores e senhoras podem encontrar Lá na página do g p, na página da da do g p, ok? Então vamos dar início, ao todo o painel desta mesa, Esse debate. E eu vou chamar para compor esta mesa. Primeiro a senhora Érica Assuntão, representante do acesso mais seguro local. Boa boa. A senhora Janaína de Souza, representante do comitê internacional da cruz vermelha, acerto, Mais seguro. A senhora Renata Costa, gerente de segurança escolar da secretaria municipal de educação, as senhoras Patrícia Viana e Isabel Barbosa, que representam a rede da maré, e o senhor Marcelo Camargo, Representando o sindicato estadual e institucionais da educação. Então, vou passar a palavra, Quero registrar inclusive a apresentação gravada entre os que será disponibilizado. E o deputado Raymond tinha compromisso inadiável inclusive relacionado a uma outra deputada com a nossa mãe brasileira deputada Benedita da Silva Ele matou com ele e e por isso ele teve que se retirar, mas eu e o deputado Jorge Guéter, até o final do dia você está a pronúncia correta, seguimos aqui. Autor. Eu gostaria de antes de abrir a missão submetida chamada a funcionar Fátima, que é coordenadora da quarta coordenadoria regional de Aqui da Secretaria Municipal de Educação para fazer uma saudação a este nosso GP e aos profissionais presentes. É prazer a gente ter esse movimento porque Ela comprei o quê? De manguinhos a parada de e aí vamos entrando naquela isso eu estou falando pra vocês a visita positiva. Vamos entrando nas ruas da Avenida Brasil Tem alguém entrando, tem alguém fazendo alguma coisa. Mas aí vindo do da pandemia o que que a gente percebe? A gente percebe que, As crianças votaram, violentas entre si. Não tinha problema De comunicação entre responsável e e escola, escola e responsável, escola e crer, E não é projeto que a gente trabalha pedagogicamente, é projeto que a gente envolve todo o crédito Que é o contra a P dez. Às vezes a gente entra numa briga a gente se discute Pode entrar em abril. E todas as nossas unidades pra que o nosso professor e diretor da da Bahia Que não deixem aqui. Todos toda todo dia dez a gente tem exemplo em todas as unidades ou a gente faz com a CRE E juntando toda a representatividade do idioma. Como eu disse não é projeto estanque é uma coisa que faz Parte da é uma coisa que o aluno é o protagonista para minimizar os confrontos internos. Principalmente né o que não se entender o de não se respeitar né de contratar com respeito a violência. E a gente trabalha uma transformação de segundo ano do projeto e a gente trabalha isso de todas as formas que a gente pode trabalhar. De volta né? A gente só não pode perder né? De vista A mãe todo pode ser mas a escola tem que pregar outra coisa. E se a partir da escola Pega outra coisa que tem outra forma de visão? Isso vai pra fora da escola, Porque hoje o Flávio além de administrar a escola ele também não administra o Fórum. Né? Isso a gente não pode negar Nós Aqui a gente possa dar aula. Que a gente briga pra dar aula, a gente não gosta de unidade de resultado, entendeu? Então a gente Esse é projeto que a gente acorda muito, a gente tem atividades Pra oferecer. Então muito obrigado pelo estado deputado e todas as vezes que o senhor puder ver a quarta crê ela está Sua disposição a mas eu sempre fiz em casa vamos então passar rapidamente a palavra queria começar a passar a palavra Para Janaína de Souza representando o contexto internacional, Darcruz vermelha acesso mais Boa tarde gente eu queria dizer que é prazer uma honra muito grande também não estar preparado pra falar de hoje Faço minhas suas palavras, mas agradeço muito a oportunidade de estar aqui me falando do do do E o comitê interna com a A secretaria de educação, com a secretaria de saúde e educação em Duque de Caxias a gente trabalha também em Goianópolis, em Porto Alegre, Imformador que a gente começou essa semana e Vila Velha e Fortaleza, né? E e sempre trabalhando com as questões relacionadas à violência armada. E no caso do programa Centro Mais Seguro, são os impactos que a violência armada causa nos serviços públicos essenciais, Né então a gente tem esse trabalho aqui no Rio de Janeiro com a secretaria já desde dois mil e dezessete né dois mil e dezessete E o programa processo mais segura ele trabalha sobre países eixo que é a gestão de risco, gestão de estresse e gestão de crise, Né? E trabalhando sempre nesses territórios com a ponto agradeados pela questão da violência animada. E a gente A gente conseguiu através desse programa já alguns indicadores interessantes que é a redução do do do fechamento de a gente já com esse trabalho até no Rio de Janeiro já conseguiu ver que apesar de todo o impacto e do aumento da violência armada nesses últimos anos Ainda assim as escolas estão fechando menos do que elas fecharam há uns anos atrás né? E é uma alegria Infelizmente não é não é uma coisa interessante isso né esse esse ter que trabalhar com isso mesmo infelizmente lida com isso todos os dias O que a gente sempre fala pros nossos parceiros é que eles trabalham apesar da violência, que a violência está instalada hoje ali naqueles territórios, Mas ainda assim eles estão ali trabalhando todos os dias porque ali tem as crianças que precisam da educação que ela quer direito Né? Garantido pela por lei e precisam para aqueles espaços moram ali muitas vezes nessa se não tiver aqueles fatos escolar aquele momento ali vão ser indicados pelos por exemplo. Então o programa acesso mais seguro ele busca reduzir mitigar o impacto da violência né sobre a educação a gente Que não trabalha com risco 0 e não é o nosso o nosso propósito dizer que a gente vai liberar o risco que aí eles não vão trabalhar mais por tipo de violência mas por exemplo mitigar impacto fazendo que profissionais Tenho mais segurança pra trabalhar e eu te garanto com que eles fiquem a retenção deles naquelas escolas que são profissionais né a gente tem conseguido alguns sucessos entre as com isso É porque as pessoas se tornam mais mais sabe o que elas precisam fazer no momento que confronto armado Poder flagrar. Nós os produtores se sentem mais seguras ontem por protocolo de segurança que ele é o 0 costumo dizer que ele é o produto do do programa certo partido, cada escola tem o seu com protocolo único porque né fazem gestão de Passo de de de de de de de marketing também de da estrutura da hipótese faz com que cada ala ela tenha o seu protocolo quando único e aí Aí as pessoas saibam que elas precisam fazer durante uma situação de risco, elas saibam que elas precisam fazer depois do que acontece, que minimamente umas pessoas físicas que tem olhar né pra pra questão de de digestão do Pra lidar com a visão, apoio à equipe, ela com faz com a aproxima a escola da gestão a partir do momento a gente não fala o tempo inteiro com olhar mais cuidadoso pra aquela escola que tenha aquele problema da violência mais forte E e faz com que as escolas não se ficam tão abandonadas a partir do momento que a gestão tem olhar Pra que eles escolham cuidado com com a com os profissionais também. E aí isso faz com que consiga auxiliar né essa A oferta da educação pra pra essas crianças e esse é o apoio que a gente tem dado. E a gente está aqui à disposição Pra conversar com os senhores deputados de Brasil Ter melhor esse programa tem falado nos outros programas que a gente tem inclusive a gente trabalha com com o doutor como O Da da dos conflitos né das guerras mas aqui no Brasil a gente acabou com o ponto dessa violência armada que é dos votos também. Muito obrigada e passo a palavra. Autor. Pedi já desde uma vez, Janaína, se você puder encaminhar os documentos que tiver pra encaminhar pra pro nosso GT e aqui os próprios indicadores que você acha que podem ser úteis para Relatório e em breve a gente também consegue marcar uma reunião em Brasília com a Ponte de Vermelha até pra apresentar outros elementos do programa. Então vou passar a palavra para a senhora Renata Costa gerente de segurança escolar da secretaria municipal de educação. Prazer estar com vocês estão me ouvindo bem? Sim. Prazer estar com vocês agradeço a todos costumo dizer que a gerência é nova né do que criada o início desse ano, mas o trabalho não é novo. Bem como a própria Janaína trouxe a parceria com o comitê internacional da Transvermelha acontece desde dois mil e dezessete. Então desde dois mil e dezessete não estava nesse lugar né na gerência dos No território aqui da quartafeira onde eu trabalhava e continuo trabalhando porque agora não tem só território eu tenho Né? Sabendo a realidade Então, é uma realidade que eu conheço e fui Cada vez mais ampliando a partir do momento que eu acertei esse desafio de estar no região central. Né? Então a gerência de segurança escolar Ela foi recentemente criada o trabalho com acesso desde dois mil e dezessete. A gente não tem só o protocolo do acesso Segundo, a gente tem outros protocolos aqui, o nosso secretário, o professor Mencionou alguns protocolos que a gente desenvolvem na implementa na em toda a rede né. A gente no acesso mais seguro só retomando fechar aí a caixinha do acesso mais seguro e falar dos demais protocolos A gente tem uma realidade hoje com mil quinhentos e setenta unidades e aí não só eu sempre falo Minha conta é pouquinho maior porque eu sempre falo das unidades escolares e as unidades de extensão, né? Porque eu falo que ninguém fica pra trás, né? Então a gente tem a unidade de extensão, biblioteca, de uma custear, as unidades escolares então é uma planta de mil quinhentos e setenta, Hoje no acesso mais seguro a gente tem quinhentos e noventa e uma unidades a gente atualizou essa lista recentemente muito recentemente Porque a gente em dois mil e vinte e dois no fim de dois mil e vinte e dois a gente encerrou o ano com quinhentas e quarenta unidades Iniciamos dois mil e vinte e três com quinhentas e setenta unidades e agora em agosto a gente tem uma novidade. E aí a gente entende que é uma discussão da violência armada né, São territórios que antes a gente não tinha esse registro e que recentemente tem se ampliando e e aí a gente entende que É necessário e é importante ter essas unidades fazendo parte do programa E e falando pouquinho dos outros protocolos, a gente tem o protocolo de prevenção contra o incêndio eletrônico nas escolas, a gente tem o protocolo, Que é o projeto de mobilização pra proteção escolar, né? Que as unidades que estão em áreas de, Áreas que sofrem consequência de das juntas né então enche em mutação, aladamento, deslizamento, a gente também tem protocolo como também foi falado já aqui nessa mesa né dos primeiros socorros voltados pro atendimento a lei multas, né Então a gente tem aí uma gama de protocolos e a gente tem desde o ano passado se debruçado pra escrever protocolo que aí está no forno né a gente Estava conversando exatamente sobre isso né, sobre o protocolo que a gente vai Muito em breve até porque quando a gente pensa que né terminamos a gente percebe que tem mais ajuste mais alguma coisa pra incluir Mas ele em breve vai ser lançado é o protocolo de prevenção proteção e segurança escolar no qual a gente prevê Né? Justamente são situações como também já foi mencionado hoje aqui né das questões das violências como eu estou É, eu não vou acho que não vale a pena repetir aqui mas depois vocês vão perceber o que quando a gente lançar esse protocolo De fato, são ações que na verdade não são ações que a gente já desenvolve no nosso cotidiano e que a gente percebeu a necessidade no Brasil também a gente percebeu a necessidade de escrever sobre isso e e ter mais orientações e poder de fato falar pouco do que a gente faz né junto essa rede que é tão desafiadora mas que é extremamente sou apaixonada né pelo trabalho que a gente desenvolve. Falando também pouquinho sobre o aplicativo escola segura também é fruto de trabalho que a gente vem desenvolvendo E ali a gente pode né o diretor pode notificar alguns que estão correlacionados com esses protocolos que a gente tem com nossa prática dia e também sobre a questão do socioemocional né, também já foi mencionado aqui a nossa gerência de Segurança escolar ela não é uma gerência que pensa só nos protocolos é uma gerência que pensa assim como eu falei né no início da minha fala, Da gente não não deixar ninguém pra trás, não esquecer de nenhuma unidade escolar, seja ela numa situação de confronto armado ou não, Porque quando a gente não tem uma escola uma unidade que está na na que sofre consequência de violência armada a gente também tem protocolo dos comportamentos mais Então todo mundo está envolvido, todo mundo e eu falo sempre ninguém solta a mão de ninguém porque eu sei muito bem, Estar nos locais estar numa unidade escolar que a gente sofre consequência da violência armada que a gente precisa ativar o protocolo que a gente Precisa sim te proteger e colocar o mais seguro dentro daquele espaço e sim pro corredor ficar abaixado porque é isso que a gente precisa fazer, Reforto sempre que somos profissionais de educação e não não somos da segurança pública somos servidores Secretaria Municipal de Educação isso e é serviço né, acesso muito seguro para serviços públicos e centrais. Então como a gente se proteger como a gente se prevenir como a gente garantiu direito à educação mas com segurança Né? E com carinho, com esse olhar cuidadoso, esse olhar carinhoso, com essa escuta a esses profissionais, escuta a esse comunidade escolar. A gente a gente tem monitorado a campo, eu tenho ido muito a Cidade de Deus, ao Morro do Jordão, Eu tenho ido também a Chacrinha como amanhã a gente tem uma agenda lá com a sétima crise falando já passou o meu tempo E aí enfim é é o fim né a gente precisa ouvir e e estar junto. Acho que é pouco isso, desafio Falar é pouco tempo mas acho que eu consegui. Obrigada a todos. Então eu passo a palavra a época a função é que a função representante do Atlético Latino local Boa tarde, agradecendo aí na Apresenta como disse a colega de mim também não estava preparada pra companhias mas eu fico tranquilo também que a companheira aqui do lado já controle Isso é positivo, enfim. Falar pouquinho assim do porque enquanto o grupo de suporte Da gerência de segurança escolar no NAQUANTET, eu costumo dizer que nós somos, eu sou braço por, né, nós grupo de suporte, Professora Rosana somos braço da gerência de segurança escolar dentro da quarta treta, né, e cada treta e aí os seus braços que dão esse apoio e esse suporte a todo esse trabalho, todo esse protocolo que é desenvolvido pela gerência, né, a gente atua mais em contato direto com o diretor, Com o diretor, com o professor, com o aluno, com a família desse aluno, né. Como disse professora Renata, o trabalho É realmente não soltar a mão de ninguém. Então esse carinho essa empatia né é ter esse olhar diferenciado, trabalho que começa cedo, né a gente costuma dizer que o telefone começa a ter acionado por volta de quatro, Cinco da manhã, quando a gente começa essa nossa troca de comunicação, né, tá, com certeza a realidade da quarta querer não de De outras aí né, embora como disse professora Fátima, a nossa presença no Bom Dia Rem é mais né, a compulsão até do tamanho e abrangência do nosso território. A gente está, como ela disse, pega aqui desde uma luz maré e vai até lá, Parto de Lucas, Bidalio, Jardim América, abraçando todas essas comunidades, Que tudo é o Guaporé e cidade alta e assim de certa forma abrangendo algumas comunidades bem Né? Então o nosso trabalho começa muito cedo, essa escuta começa muito cedo. O ativar o protocolo começa muito cedo. E quando a gente para ativar o protocolo, né, seguindo essa orientação que a gente recebe, né, da gerência que recebe do Corretei Internacional vermelha é colocar em prática essas ações de começar a ser implementadas lá em dois mil e dezessete. Quando o protocolo vem pra auxiliar Tá claro, a segurança né dessa garantia do atendimento do serviço público, né, que a gente costuma dizer que a escola, Dentro dessas comunidades de área contragrada, a escola é uma referência do atendimento público ao público né, Porque a gente conversa muito sobre essa questão, né? Qual o serviço que chega dentro da comunidade? Quem está dentro da comunidade? Quem trabalha em prol da comunidade? Né? Quem se dispõe a acordar todo dia e se né a idealizar trabalho na tua comunidade. Né? Então é é em função disso a gente trabalha, em função desse público, né? É garantir aí esse público o melhor serviço, o serviço de qualidade Então a nossa comunicação começa cedo como disse a gente tem protocolo assumir, Cada unidade escolar com o 0 seu plano de acesso mais seguros distrito e organizado, cada uma dentro da sua realidade Territorial. A gente tem modelo de plano padrão, né, porque a gente precisa Esquematizar informações básicas que precisam conter esse plano. Mas é claro, para a humanidade escolar vai escrever isso dentro da tua realidade. E aqui na maré a gente tem uma característica até diferente, rodar a maré como exemplo porque a gente puxou até muitas vezes, Né? Usar a a região da maré como exemplo pela abrangência. Então a gente tem dentro da maré subdivisões. Então A gente não tem como ter plano de acesso mais segundo nas escolas da região da Holanda, né, como a gente tem uma A realidade do plano que é construído com o pessoal do outro lado né, do conjunto esperando, então realidades diferentes Né? Qual é o lado que acaba sendo de certa forma mais atingido, mais impactado Né? Como traçar esse trabalho? É delicado, e assim como a Na maré é delicada em cada uma das comunidades. Então, Cabe a nós assim, enquanto o braço desta gerência, dá esse suporte ao MAPULO pra essa equipe De como entrar, dá pra entrar cedo? Que horas começou? A gente tem a informação se vai ter alguma operação? Às vezes o centro de operações Rio até passa a ser como acordo com a gente. Quando uma operação que a gente consegue ter acesso, Isso não acontece com todas as operações, principalmente aquelas mais delicadas né, da das cotas especiais, São suas ações mais delicadas que a gente acaba tendo acesso. Então assim, tem a informação bem cedo a gente consegue articular com as escolas em dedo, Como a gente diante dessa pessoa pode, mas às vezes a informação é verbo. E como que a gente vai particular essa informação? Com a própria comunidade, os parceiros desse território. Então é a escola vizinha que vai dar informação, é o responsável da escola vizinha, é a unidade de saúde que está no território, associação de moradores que vai trazendo informação E é com base nessas informações que chegam desses parceiros que a gente trata o nosso trabalho, né? E a nossa palavra Pra as unidades escolares eu sempre avaliem a sua ação, né, é seguro? Né, Essa proposta do a gente trabalha também deputada até com a sua ação a tempo. A informação veio cedo. Como que está a enxada essa informação não está ainda muito precisa de como vai vir igualar esse dia, então até dentro do próprio protocolo, A gente tem uma possibilidade de flexibilização do horário, né? Então a gente trabalha muito isso com as unidades escolares também. Está inseguro a informação ao que precisa? Vamos adiar a esse horário de entrada? Vamos esperar mais pouquinho pra gente realmente uma palavra afinal que vai ser viável oferecer o atendimento presencial nesse dia, se vai ser necessário O atendimento remoto, então essa avaliação também acontece, né? Essa troca de informação frequente que hoje o a nossa maior ferramenta de Os grupos de WhatsApp, né? A rede social vem nos ajudar muito nesse sentido, essa troca de informação e até assim com territórios Próximo, se a gente está tendo já no tempo ao encontro corpo. Se a gente sabe de uma informação de uma de uma policial que vai acontecer na maré, será que a incursão de alguma forma vai atingir ou vai atingir o território de ambiente? Será que vai atingir território de uma outra crê? Então a gente tem a nossa comunicação não com a interna com a nossa crê, Como também com as demais três. Essa troca e esse braço junto da gerência de segurança escolar que nos proporciona essa informação. Então recebemos a informação o diretor nos faz essa informação né que com certeza a gente não a gente costuma dizer que as outras pontes estão Seguras, né o diretor duas vezes falaram mas foi Amanda pro ano que me deu essa informação. A gente não passa, Né? Sempre de fato estando e puxando a informação configura pra estar trocando essa informação e garantir da melhor forma esse acesso esse atendimento às criança. Gente, eu confirmo com o microfone na mão. Então, Janaína, Jomecos. Patrícia e Isabel que vão diminuir, dividir o tempo. Esse aqui é mais rápido aqui pra nós já paramos. Vamos tentar por aqui, tá? Então Patrícia e Isabel da Rede de Boa tarde Inclusive no momento Está sendo né oficialmente gravado. Voltamos de fazer muita palavra, senhor mais Marcel Galvão representante do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro. Uma série de violências concretas às escolas né, E a gente como começou a pensar que eu preciso criticar, Por que que as disso era uma exceção, o passo da acho que recentemente a escola tem sido colocado como lugar por algumas pessoas, por alguns formas de pensar, Como colocar de Porto, como lugar da dominação, como local aonde a gente não deveria colocar os estilos expostos daquilo que o acontecimento, Né? Escolas essas que têm sim gênio, né? E as os ataques são sim, acionaram mais operamente Vou fazer o encerramento dessa mesmo e passar a palavra pro presidente encerrar o nosso dia de trabalho, deixamos de fato no nosso horário Pra caminhar também aqui, tá? Eu tenho, pessoal, três agradecimentos e três ideias. Então, vou dar pra cada e terminar com a conhecer. Primeiro agradecer a você jovem. Quero te agradecer pessoalmente pelo esforço, Pela pelo esforço à frente do grupo de trabalho, pelo esforço que é vindo. Ontem em algum momento em que a gente tinha dúvidas sobre autor. Até que a câmara dos deputados não viu, não não não não pagar, não deixar recurso específico pra isso. Eu cheguei pra ele e falei assim, olha, aqui está achando que devia cancelar. Todo. Agradecer o Jorge por isso. Acho muito importante, muito obrigado. Segundo agradecimento a equipe especialmente também aqui do nosso mandato e dentro desse especialmente referente a Cláudio E conseguiu falar com todo mundo, correu atrás. E fez as coisas aconteceram. Terceiro terceiro agradecimento aos movimentos sociais identidade da sociedade civil que estão aqui presentes as entidades do poder público especialmente aqui também a Defensoria Pública a secretaria principal de educação a quarta crê em especial Shopping principal Bahia na figura do seu diretor Aqui presente. Não acho que é muito importante o reconhecimento de todo mundo que teve aqui presente. Aí vamos três ideias, primeiro, mais a ver com a mesa anterior que com essa propriamente dito. Eu acho dos problemas, deputado Jorge, do ponto de vista da questão Saúde mental é nós temos a lei quais equipes multidisciplinares que aqui no Rio são chamadas de de o 0 núcleo inclinado a equipe. Inclusive é município pioneiro título de alimentação dessa lei que começou depois antes da existir, depois A minha ideia é relatório a gente tem uma indicação que esse projeto de lei não pode ser de iniciativa nossa. E que o governo federal passa com estas equipes que está fazendo com as escolas de peito integral. Crie programa transferência de recursos aos municípios em que os municípios aderem para atingir o determinado número de profissionais Eu estava conversando ali pra tentar dizer qual o número mais a gente sabe cada território cada período Ele teria mais iniciativa. Mas eu acho que ele. Segundo a ideia, eu queria pedir a gerência de segurança descolaria disputecho pudesse disfarçar eu entendo que os protocolos são específicos para cada escola. A escola tem que olhar por exemplo O seu espaço físico dizer onde é que pode, etc. Mas devem haver documento de orientação para a elaboração dos protocolos, Ou seja, princípios, qualquer parte desses documentos que possam ter enviados a nós. Porque aqui, deputado Jorge, eu não consigo imaginar uma iniciativa ainda legislativa, nacional sobre isso, mas acho que a gente tem muito a aprender autor nacional sobre isso, mas acho que a gente tem muito a aprender sobre essa situação e passar pro resto do GT e dos deputados Sobre essa questão, sobre o quanto a gente ficou aí de uma maneira. Olha, eu que entendi a gerência está inclusive ao orando protocolo de ação Diante de ataques violentos, como esses motivaram a criação do nosso direito. Quero muito que esse protocolo hoje vai esteja pronto, seja diário pra gente. A questão da DPE do meia três cinco. Não tem tempo de ler, acho que é separar aqui pra fazer aqui, né, ela tem elemento fundamental que por exemplo diz durante alterações judiciais elas são medidas excepcionais sequer tem grande valor quanto tem do ponto de vista oficial. A gente precisaria ter documento Melhor Que é o seguinte, qual é a relação entre estrutura da escola e vulnerabilidade aos afetados? Autor. Imagina quanto custo pra semear, vou comprar Essas ideias, embora elas pareçam ótimos, elas não são, na realidade, mas agora existe uma relação que eu achei que o Marcão está trazendo, concurso público, cultura física, etcétera, uma relação entre estrutura da escola e vulnerabilidade à violência. Lá em Blumenau a situação era o e ela era uma relação de estrutura de escola e tal. Uma secretaria pra emitir. Tu colocar grade que inclusive não afasta, uma grade mais intuitiva, não afasta escola da comunidade, mas que de uma certa forma garante que ninguém vai estar pulando muro ali. Esse tipo de coisa é importante porque a gente vai estar lá imaginando de transformar a escola num bunker, Numa apreensão achando que isso vai resolver os problemas. Não acho que a gente precisava pedir ao ou pedir a ou ao próprio autor. O concursado e a vulnerabilidade à violência. Pra que isso possa indicar algum tipo de política pública de fortalecimento das estruturas escolares. Eu aprendi isso com você, porque hoje nessa mesa, no mês anterior, e gostaria portanto partilhar com o ONU a a poesia não vai rolar. Nós estamos no auditório chamado Cecília Meirelche e curiosamente, eu falo Joaquim, ali no meio do texto vem dizendo que num determinado aumento, por razões que eu talvez não concorrece muito na época, ela fez parte de grupo estou aqui destacando a coincidência de nós estarmos no no auditório de uma e inclusive Silveira. E tinha colocado aqui numa numa conhecida que fala do planeta, que fala da vida, que fala da tal, e que no final inclusive, na minha opinião diria muito pra todo mundo que vive nas comunidades escolares e ela da cinta borboleta que é aquilo está tão bem naquela na frente da Praça da Silveira fazendo aquela chega ao final. Vai todo mundo depois em casa buscar sineerés, planeta, borboleta pra ver se acha O poema e eu tenho depois colocar na página do GT quem sabe numa licença poética, a Câmara dos Deputados desde que a escola também o poema da Cecília Meirelles

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31 de ago, 10:00
#3
Resumo Inteligente

Deputado fala sobre aprendizado adquirido em trabalho, necessidade de responder à sociedade com política nacional de segurança em escolas e comunidades, abordando realidades individuais e desigualdades, impactando positivamente vidas, especialmente das pessoas que mais necessitam, destacando importância de tempo dedicado no grupo de estudo para experiências compartilhadas e criação de políticas de segurança pública.

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31 de ago, 12:30