Seminário

COMISSÃO ESPECIAL SOBRE O COMBATE AO CÂNCER NO BRASIL

1 set. 2023 07:00 às 10:09

Sobre o Evento

Reunião sobre combate ao câncer em Goiás, promovida por Flávia Moraes, com participação de autoridades e promessas de melhorias no tratamento.

Status
Encerrada (Final)
ID: 69579Total: 4 discursos
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Transcrição por IA

Do estado de

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01 de set, 10:00
#2
Resumo Inteligente

Reunião sobre melhoria de prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer por vídeo, promovida por Flávia Moraes, em cumprimento à decisão da Comissão Especial. Presentes: Flávia Moraes, Jorge Moraes, representantes de Secretaria de Estado da Saúde, CONASSENS, secretário municipal de saúde, presidente do hospital de câncer Araújo Jorge, e representante da Braille e Todos Juntos Contra o Câncer C. Participação remota do Ministério da Saúde. Flávia Moraes coordena reunião.

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01 de set, 10:00
#3
Transcrição por IA

Bom dia a todos e a todas, sejam muito bemvindos. Agradeço a presença de todos, acredito que nós vamos ter ótimo dia De trabalho aqui sobre esse tema tão importante, acompanhamento do câncer pelo SUS, Eu queria aqui, nós estamos com outro evento acontecendo no plenário, e dessa forma eu vou passar que ele vai coordenar o outro evento que é a homenagem que recebe hoje os institutos federais de goiano e de Goiás Aqui, na Assembleia Legislativa. Eu vou passar a palavra e depois a gente dar continuidade a nossa reunião. Bom dia, pra mim é uma alegria tema tão importante como esse né eu acho que, sem dúvida, ainda mais esse ano que está completando dez anos, que pra mim dou as leis do de uma das leis mais importantes aprovadas pelo Congresso Nacional, Daqui a lei doze mil setecentos e trinta e dois. E ela é de autoria né da deputada Flávia Moraes, que ela torna obrigatório o início do tratamento do câncer dentro máximo de sessenta dias. Pra mim, ela muda a história da saúde né pública no Brasil, porque ela começa a determinar prazo que as pessoas recebam tratamento. E o câncer todos nós sabemos né que, é uma luta contra o relógio, Né e só quem já teve câncer na família ou já teve pessoalmente pra poder saber a importância que é essa questão do tempo, a questão de sensibilidade. É questão de nós sabermos que, né o valor da vida é inestimável, principalmente quando né isso né muita das vezes nós temos a falsa impressão de que, As coisas ruins só acontecem fora da nossa casa, mas infelizmente também dia pode bater na nossa porta, que nós temos que estar preparados pra isso com a saúde pública cada vez de mais qualidade. Daí a importância né de estarmos discutindo tema tão importante como esse, a gente já está fazendo esse diagnóstico aqui com tantas entidades e com tantas pessoas representativas. Me orgulha muito né esse trabalho que a deputada Flávia tem feito né lá no governo federal, e hoje como coordenadora da bancada desempenhando muito bem. E, é por isso que eu fiz questão aqui na Assembleia Legislativa e também fazer parte da comissão de saúde dessa casa pra que nós possamos estar Há muitas mãos buscando caminhos pra que nós possamos aí né ter uma saúde pública cada vez com mais qualidade e melhor. E é com muita alegria também que eu vejo essa preocupação do do Ronaldo Caiado quando ele né começa essa construção do Cora, Né serviço serviço né que tem né a marca do amor né e da qualidade. E também, junto a ele nós sabemos da importância de que é valorizarmos né o princípio feito pelo Hospital Araújo Jorge, daquela nossa referência e tantas outras entidades que nós temos aqui é o pátio de Ataíde e tantas outras. Né eu só vou passar né aqui a coordenação do trabalho, Eu só queria dar essa introdução inicial passar a coordenação do trabalho pra deputada da própria Moraes e pedir, desculpas pra vocês, Né depois eu vou poder acompanhar, tudo o que está sendo registrado aí, todo o trabalho de toda a palestra, né mas vou coordenar né a entrega né da De títulos né de Honro Alberto nos institutos federais de Goianinos porque sem dúvida né nós temos que cuidar também da nossa educação e valorizar Né a nossa educação de Guaíba tem sido aí grande avanço, então passo a palavra à deputada Flávia Moraes, muito obrigado pela atenção. Obrigada doutor Jorge, muito importante essa parceria que a gente tem hoje com Assembleia Legislativa pra que a gente possa fazer eventos Como esse nós trabalhamos na Câmara Federal, discutindo e debatendo todos os temas a nível nacional. Só minutinho meu bem, desculpa aqui, isso é uma intimidade né meu bem né? Só pra, porque eu queria convidar, o Paciado pra poder sentar aqui no meu lugar eu vou ficar bem representado, no sítio honrado com a presença, freio frei né? Frei me perdoa viu frei, tem direito né? Açal de palmas pra ele gente. Ficar aqui abençoados né na nossa discussão, mas é muito importante que a gente tenha espaço pra gente discutir A nossa rede de atendimento em Goiás pra que a gente possa discutir o nosso estado, até porque, nós sabemos que nós temos hoje e dos dos Dos desafios que nós temos no SUS é justamente essa situação diferenciada nas diferentes regiões do nosso país. Então nós temos Regiões muito desenvolvidas e regiões que nós temos aí vazios assistenciais ainda muito grandes. Então a gente precisa trabalhar isso a nível nacional, eu Faz parte da comissão especial do câncer, na Câmara Federal, e fiquei responsável da gente articular isso aqui em Goiás, agradeço muito a todos os expositores, aqui nós temos representantes dos secretários municipais de saúde, representante dos gestores Do estado, representantes do terceiro setor né, que participam conosco, e nós temos aqui Então várias pessoas que vão contribuir muito com o nosso debate. Tivemos a provando nos últimos dias, eu queria registrar a presença do prefeito Itaguari, que Está aqui conosco todos os secretários, secretárias, gestores que vieram de vários municípios no nosso estado. Queria, Nós aprovamos há poucos dias a política nacional né de prevenção e controle do câncer, pelo SUS E a gente sabe no âmbito do SUS, e a gente sabe da importância de nós avançarmos agora com a aprovação dessa política, Pra que nós possamos cada vez mais estarmos preparados, pra essa demanda que urge, Né, nós temos aí a perspectiva, previsão de setecentos, mais de setecentos mil novos casos de câncer pra esse ano no Brasil, Né? Novos casos, fora os casos que nós já já temos rodando por aí. Então é desafio pra todos os municípios, pra todos os gestores, Pra todos nós né, e a gente precisa trabalhar com muita força nisso. Agora nós estamos, sabemos da dificuldade muitas vezes de gestão, mas sabemos também do grande problema que permeia a saúde em todos os em todas as áreas, que é a questão do financiamento né, grande problema que nós temos, e nós estamos discutindo muito isso lá na câmara federal também, nós queremos garantir recurso né, pra saúde ampliar e nós sabemos que que que que a gente tem uma perspectiva de aumento mas que ainda não de aumento, mas que ainda não significa, né, recurso que vai representar ganho real, para os municípios, Mas nós precisamos garantir também recurso específico pra oncologia. Estamos trabalhando com o Ministério da Saúde pra que a gente possa garantir uma rubrica, Verônica específica pra onco, porque o dinheiro entra e ele acaba entrando no na divisão de tantas demandas que nós temos na saúde, a gente sabe que o câncer é uma doença que corre contra o tempo, e a gente não pode demorar AAA iniciar o tratamento, a dar uma pro paciente, é diferente de outros tipos, é de de problemas de saúde que a gente tem. Então, o câncer a gente quer abrir essa rubrica, ainda temos a existência, mas nós vamos conseguir trabalhar pra essa rubrica e tentar trazer dinheiro novo né. Nós temos lá uma proposta, Deputado Wellington Prado, que é o presidente da comissão, justamente tirar trazer dinheiro do bitcoins, que é dinheiro que vai entrar no bolo da arrecadação do país, Prazer esse pra atendimento ao paciente ao câncer e outros também como a tributação que a gente está lutando na reforma tributária, a tributação do álcool, das drogas, trazer esse essa essa tributação também pra área da saúde, no caso Do fumo do tabagismo, é é justamente pra essa rubrica da onco até por causa do efeito que ele traz, principalmente para O câncer de pulmão. Então a gente tem trabalhado nessas situações, né, EEEA gente sabe da importância da gente ter O apoio eu vi vocês pra que a gente possa estar lá muito seguro das demandas que a gente está levando em nome do estado de Goiás. Eu queria então mais uma vez agradecer a presença de todos, vamos ter uma manhã de muito trabalho hoje. Eu queria agradecer o presidente Arthur Lira também que nos designou pra hoje estar aqui nesse seminário juntamente com o doutor George. Hoje o deputado Wellington Prado que costuma acompanhar não está presente muito atuante mas ele com certeza vai receber todas as informações que nós levaremos até a comissão referentes ao estado de Goiás. Queria também agradecer mais uma vez o doutor George que aqui dando todo o apoio com a sua equipe com com a estrutura da assembleia e também com a sua presença. Ele que trabalha todos os dias há muitos anos Ajudando a diminuir a demanda da prevenção com o programa saúde em movimento, ele tem atuado muito também na prevenção ao câncer em Goiás. Representa a coordenadoriageral da política nacional e controle do câncer do Ministério da Saúde. Seja bemvinda Aline. Queria agradecer A Lucenda também, que representa a gerência de atenção especializada da Secretaria do Estado. Agradecer à Verônica, que eu admiro muito, é diretora hoje secretária de saúde Senador Canedo e é diretora do Conselho Nacional de Secretários Secretarias municipais de saúde CONASEMS, Josimar que está aqui também representando o secretário municipal de saúde de, ele Ele é o secretário de saúde de Uruaçu e representa aqui o Conselho Secretários Municipais do Estado de Goiás, o Rosens, Tá aqui em nome da Patrícia, muito bem vindo viu Josimar, tem ótimas referências suas também. Queria É agradecer a presença do doutor Jales, que representa aqui é o presidente do do Hospital Araújo Jorge, que Todos vocês conhecem muito bem, é o hospital referência em atendimento a paciente de câncer em Goiás, muito atuante. Essa semana nós tivemos seminário do câncer também, Na Câmara Federal. E a gente sabe, que foi debate muito importante, foram momentos importantes. Nós vamos avançando hoje, Fazendo esse levantamento de Goiás, de forma que terminou ontem à noite, ele veio correndo, está aqui já, porque com certeza é grande defensor da Causa já esteve em reunião com a bancada Goiânia, trazendo aí a preocupação grande em relação A estruturação do atendimento aqui no estado de Goiás da da da necessidade da gente ampliar esse atendimento E com certeza vai nos trazer aqui muitas informações importantes. Queria aqui agradecer também a Luana que representa a Braille é do movimento Todos Juntos Contra o Câncer. Talvez muitos não saibam mas nós temos Atuando fortemente na Câmara Federal, a sociedade civil organizada em vários movimentos importantíssimos, alguns Com alguns focados em alguns tipos específicos de câncer, mas todos juntos contra o câncer tem aí uma abrangência Enorme e tem pautado muito as nossos debates, as nossas reuniões, tem apresentado demandas importantes não só de Goiás, do Brasil inteiro, E tem sido parceiros importantes demais que a gente tem lá na Câmara Federal. Então a gente já vai começar Com as exposições eu vou passar inicialmente a palavra pra cada pra por tempo de dez minutos que a gente depois possa ouvir também as pessoas que vieram aqui trazer as demandas dos seus municípios. Eu começo então com a Camila da Cruz Brum e Alencar, gerente da Secretaria de Estado da Saúde que representa nesse ato O nosso governador Ronaldo Caiada. Bom dia. Bom dia, meu nome é Camilla Brum, eu estou atualmente como gerente de atenção especializada na secretaria de estado da saúde de Goiás. Estou aqui né neste momento representando o nosso governador em exercício. E, é assim, Agradecer né e parabenizar a organização do evento. A gente sabe né, tanto é relevante essa pauta da gente trazer a prevenção, o diagnóstico e acesso do tratamento, que mesmo com muitos avanços e os desafios ainda são Grandes. A saúde mundial enfrenta diversos problemas atualmente, tendo câncer como dos principais. Então a gente falar sobre câncer, Atualmente tem sido muito desafiador, pois envolve mais de cem diferentes tipos de doenças malignas, que além dos fatores genéticos a gente tem, estilo de vida, sedentarismo, tabagismo, né a alimentação eles aumentam a chance de desenvolvimento dessas doenças. E ainda temos o envelhecimento da população, que vem também né contribuir pra essa realidade, no surgimento de novos casos, A gente considerando né a o fator do envelhecimento de células. Então os desafios enquanto agente de saúde pública né, que estamos e, clara ensine pesquisa. Em Goiás nós temos trabalhados com alguns critérios né para Assim adoção de estratégias de fortalecimento no atendimento à oncologia. Então a gente pode citar alguns como a questão da estimativa de casos, De câncer, que a estimativa ela é uma das principais ferramentas de planejamento na gestão, né na área da oncologia no Brasil. Que ela nos fornece informações que são fundamentais pra definição das políticas públicas, né a partir delas é que a gente vai De certa forma podemos dizer que vai nos dar rumo para onde o tratamento deve nos levar, pra onde a política deve nos levar e consequentemente também a questão do investimento. Então ela é fundamental né que nós identificamos a real citação dos casos, Com base nas evidências existentes. Além das estimativas de caso outras estratégias é a regionalização. A regionização da saúde né, a regionação do serviço, é processo fundamental para o avanço do SUS. Então ele é instrumento utilizado pra alcançar seus principais fundamentos, a universalidade, a integralidade e a equidade em saúde. E considerando a importância que a regionalização tem para, Todas as áreas né, todas as as demandas de saúde, a tensão regionalizada constitui dos principais eixos da atual gestão estadual, O qual tem buscado implementar a política nacional da saúde através dos princípios da regionalização, a descentralização de serviço, a economia da escal e escopo e a garantia de melhor acesso aos usuários. E nesse sentido, ressaltamos né a gente tem histórico, O vazio assistencial dentro do estado, na região norte e nordeste do estado, nas macrorregiões. E, no intende modificar esse cenário, Foram implantados a exemplo as policlínicas estaduais no município de Goianésia, Posse e Formosa. E também, o Estadual do CentroNorte de Goiânia no município de Uruçu. Então essas são uma das estratégias né, e além disso outras ações têm sendo têm sendo pra fortalecer a extensão oncológica no estado de Goiás, que é o incentivo à tensão primária dos municípios, com a promoção e prevenção de neoplasias além de três de alguns cânceres, elaboração e pactuação do plano de atenção para o diagnóstico e tratamento do câncer no estado de Goiás, E ampliação do diagnóstico precoce na rede estadual de saúde, através como eu disse das policlínicas, que além dos municípios né de Goianésia é posse formosa, Hoje nós temos seis unidades de policlínicas, que elas estão implantadas também no município de Quirinópolis, no município de Goiás e São Luís de Montes Belos. E todas essas unidades ofertam, atendimento especializado médico, atendimento multiprofissional, além de exames de imagem de auto complexidade. Exames laboratoriais também. Outras ações vêm acontecendo com ampliação do serviço de oncologia através da rede estadual Né, hospitalar, que vem sendo expandida para outras regiões de saúde, que antes era estava muito concentrada aqui na região metropolitana. E, né, como já foi até citado, que a principal estratégia de ampliação da rede de assistência de oncologia em Goiás, é a construção aqui no município de Goiânia, Né, de dos maiores hospitais públicos dedicado ao tratamento do câncer, que é o complexo oncológico de referência do estado de Goiás, o Cora. Essa unidade ela já está em construção, ela é uma unidade que terá mais de quarenta e quatro mil metros quadrados de área construída, Após a instalação da sua estrutura completa, ela ofertará atendimentos para pacientes adultos e pediátricos, Vai contar com cento e quarenta e oito leitos, com UTI, centro de quimioterapia, centro cirúrgico e serviço de apoio de diagnóstico completo, com exames de alta complexidade. O serviço de oncologia pediatra ele está previsto pra ser já inaugurado no segundo semestre do ano que vem. Então as obras elas estão bem adiantadas, uma estrutura muito complexa, uma estrutura muito robusta, né, e por isso ela será implantada em fases e considerando a demanda da pediatria né, da oncologia pediátrica, essa vai ser a primeira fase a ser inaugurada. Então eu digo que os desafios são grandes, Né? Há muito ainda pra fazer mas estamos empenhados uma oferta de assistente de qualidade né para a população Goiânia. E pra finalizar, eu queria compartilhar com vocês que, estou trazendo aqui é uma pequena fala, uma precisa ser breve, mas pra esse evento eu trouxe comigo a parte Né da minha equipe, da coordenação de oncologia, então é a equipe que especificamente vem trabalhando né na promoção mesmo dessa assistência de saúde no estado de Goiás que é a coordenação de oncologia, que vai fazer vai trazer aqui pra gente informações Mais detalhadas quando o panorama de Goiás com relação ao enfrentamento ao câncer, que aí a da nossa equipe é a Lucenda que vai falar, Né e eu quero desejar bom dia, tenho certeza que nós teremos hoje uma ótima manhã excelente manhã de trabalho, e muito obrigada. Obrigada Aline, queria agradecer a presença, Aline não, a Camila, obrigada. Queria convidar agora representando a coordenadoria geral da política nacional do controle do câncer, No Ministério da Saúde, Aline Leal. É a primeira vez que a gente tem uma coordenação, do câncer no Ministério da Saúde, a gente fica feliz por isso, viu Aline. Fernando tem feito aí grande trabalho, ela vai entrar remotamente né, e a gente então, Está pronta pra entrar? Sim, sejam escuta também? Sim, Aline seja bemvinda viu? Obrigada, eu queria agradecer muito o convite, a oportunidade, agradecer a deputada Flávia, A todos os presentes, pra gente é uma uma satisfação estar discutindo e a política né, oncológica, principalmente nos fóruns mais próximos né dos, da gestão estadual, da sociedade civil. Então assim eu quero agradecer muito essa oportunidade, e dizer que a gente está, assim como, né, aqui representando a CGCAM, como a deputada Flávia falou, é momento único né, que a gente tem destaque pra pra ir O câncer né, com a criação da nova coordenação, mas a gente vem como ministério né, na estruturação dessa, da atenção oncológica, já no percurso desde dois mil e treze né com a instituição da portaria oito sete quatro que instituiu né A política nacional de controle e prevenção no âmbito das redes das pessoas com doenças crônicas. Eu queria salientar deputada Flávia, foi muito importante né, como a senhora apontou aprovação dessa lei da política nacional, pra Fortalecer ainda mais essa nossa luta e esse nosso intuito de garantir a melhor assistência A todos os pacientes que necessitam. Eu queria agradecer muito a apresentação da Camila, e apontar como Deputada Fábio ponto anteriormente que nós, houve o evento né na câmara federal, foi discutido amplamente vários aspectos né, com os hospitais habilitados e outros atores, E mas é muito bom a gente ter a possibilidade de de conhecer também como A secretaria estadual tem se organizado, né, pra garantir essa questão da atenção ecológica que a gente sabe que é desafio para todos nós, né, tanto o nome do e a gente tem contado muito com a parceria, da de órgãos intervenções da OPAS, a parceria com os estados e a parceria também com a câmara Tem sido muito frutífera. E também queria apontar que nós vamos fazer também uma, O evento, chamado Onco trezentos e sessenta, debates trezentos e sessenta da oncologia, e que também a gente vai ter oportunidade de trocar Todas essas questão que a Camila apontou né, como essa estrutura da rede de de oncologia tanto pra prevenção, como a detecção precoce, E por fim o tratamento, ela, a organização dela e as parcerias nesse sentido pra que Esse paciente siga no fim da atenção básica, a tensão média complexidade, nossa complexidade, problema melhor que é o que a gente espera né pra todos nós. E, quero dizer também que nós estamos abertos pra recebêlos, e estamos estamos na experiência. Obrigada a todos. Obrigada Aline, Acompanhe conosco que nós temos mais coisa aqui, viu Aline? Muito obrigada a nossa lembrança ao Fernando. Queria agora convidálo Senda de Almeida Felipe, que representa a gerência de atenção especializada da Secretaria Estadual de Saúde, com a palavra Lucena. Bom dia a todos, meu nome é Lucenda, Faço parte da coordenação de oncologia da secretaria estadual de saúde de Goiás, e vim trazer pra vocês pouco do panorama que nós temos hoje no estado. Falar de oncologia, atualmente, como foi dito é bem complexo, porque envolve várias questões. Prevenção, promoção, o tratamento e também o que faz com esse paciente após o tratamento. A gente não pensa só em, Construir novas unidades, mas como tratar esse paciente como acompanhar esse paciente após o tratamento? Eu trouxe pra vocês as estimativas pro ano de dois mil e vinte e três que o INCA fez essa essa projeção Pras taxas de incidência de novos casos de câncer, então seis casos, os seis tipos de câncer mais incidentes é câncer de mama, Próstata, cólon e reto, traqueia, tronco e pulmão, estômago e colo de útero. Então a gente sabe que que as nossas atenções são voltadas mais pra esse Tipo de de câncer e em Goiás só no ano de dois mil e vinte e foi diagnosticado mais de quinze mil casos de câncer no Já em dois mil e vinte e dois teve uma queda, mas a gente não pode dizer que realmente houve uma queda no caso, nos casos, A gente tem que pensar se esses pacientes foram realmente diagnosticados corretamente, se eles foram encaminhados pra locais Pra ser feito esse diagnóstico certo? Próximo por favor. E aqui eu trago o ranking de óbitos de neoplasias por sexo maiores de dez anos entre dois mil e dez e dois mil e vinte e três. Apesar de o câncer de próstata a gente trabalhar muito, o câncer que mais mata os homens é o câncer de traqueia, bronco e pulmão. E as mulheres como a gente vem trabalhando sempre acontece que a gente tem trabalhado, temos recebidos várias propostas né, várias É autógrafos de lei daqui da câmara, dos deputados pra gente trabalhar essa questão e fazer com que fortaleça ainda mais a questão da prevenção e promoção de cuidados desses Pacientes. Próximo. Quando a gente já olha pra pra quantidade de de óbitos por neoplasias, A gente vê que em dois mil e vinte e dois a gente teve uma alta entre dois mil e vinte e vinte e dois, e a gente se pergunta por quê? Tivemos aí a pandemia né, que trouxe aí atraso em muitos diagnósticos pacientes que estavam em tratamento Nesse período muitos deixaram de fazer por todas a as questões que essa pandemia trouxe pra gente além de muito aprendizado a gente Né trabalhando por com mais com Covid pacientes que tinham medo de sair de casa pra fazer o tratamento, Então a gente tem que trabalhar só em dois mil e vinte e três nós já temos quatro mil cento e noventa e seis óbitos. Próximo, e A secretaria de estado de saúde pensando nessas questões tem trabalhado na importância da regionalização como a Camila trouxe. A regionalização é a gente expandir os serviços pra cada região do estado, contando com os municípios, com o Ministério da Saúde e também com o estado. Então com isso nós temos seis policlínicas implantadas pra fortalecer a atenção especializada, Duas na região Macronordeste sendo posse e formosa referência, na CentroNorte Goianésia, CentroOeste Goiás e São Luís de Montes Belos e na região Sudoeste Quirinópolis. Por que que isso é importante? Porque aqui é a tensão especializada onde o paciente tem o encaminhamento da tensão primária para mastologia, onde ele pode fazer as ultrassons, Biópsias, ter o diagnóstico mais precoce, e assim então poder ser direcionado ao hospital especializado com o menor tempo Em atendendo a a nossa portaria de levar esse paciente até sessenta dias para o tratamento. Próximo. E aqui está panorama nosso estadual buscando essa ampliação do atendimento aos pacientes oncológicos, Onde nós temos os hospitais né que são já habilitados como referência ao tratamento de câncer no estado fica em Anápolis que é a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Evangélico. Em Goiânia a Santa Casa de Misericórdia, Hospital das Clínicas e o Hospital Araújo Jorge. Trouxe em destaque o Cora, como a Camila trouxe pra gente já está em construção é complexo É gigante, como prioridade a ala pediátrica devido à demanda que nós temos atendimento às crianças né e a pediatria adolescente. Itumbiara, que fica na região sul, também a gente está trabalhando pra que esse hospital seja referência em oncologia na região Sul de Goiás, já está aí nós temos aqui o Hospital Padre Tiago que também tem trabalhado o estado tem essa parceria com o hospital a gente trabalhado pra que ele tenha também essa habilitação e oncologia. Rio Verde nós temos o destaque do Hospital Municipal de Rio Verde, Como o único do estado de Goiás habilitado pra doenças precursoras do caso é de colo de útero e tratamento de câncer de mama. Então, o estado vem buscando essa questão, em destaque eu quero trazer o Uruçu aqui representado pelo Marcelo, né, tem fazendo tem feito também trabalho fantástico de de Tratamento, acolhimento e acompanhamento das pacientes com câncer diagnosticados no estado de Goiás. Próximo por favor? É isso que eu tinha pra trazer pra vocês, agradeço o convite, está o nosso contato, pra gestores que estão aqui têm interesse de entrar em contato qualquer dúvida da secretaria do estado e a coordenação de oncologia, aqui também junto à gerência de atenção especializada, fica À disposição pra vocês. Obrigada. Obrigada Lucenda. Seja bemvinda, leve nosso abraço ao doutor Sérgio, nosso secretário de saúde, agradeço muito a presença. Daqui a pouco a gente vai terminar a fala da primeira fala das exposições e se alguém quiser fazer alguma pergunta, algum comentário depois, a Janete tá aqui do lado, ela vai já colhendo as inscrições. Você pode já começar anotar numa folha por ordem tá, de inscrição. Eu queria passar a palavra agora pra representante do Conselho Nacional de Secretários Municipais CONASEMS, e que é Goiânia né, A Verônica é uma pessoa que conhece profundamente o SUS, hoje ela é secretária de Senador Canedo, já foi de Chapadão do céu, E é uma pessoa com certeza tem muito a contribuir conosco nessa manhã. Bom bom dia a todos, queria cumprimentar a mesa no nome A nossa anfitriã, deputada Flávia Moraes que é sempre tão sensível a todas as nossas demandas né? Já Dá mesmo carinho que a senhora expressou a minha pessoa eu também faço referência sua que todas as vezes em que nós precisamos de algo ou levamos alguma demanda a senhora sempre de de pronto no nos atendeu. Cumprimentar todos os presentes também. E agradecer em nome do nosso presidente Richard, o convite de estarmos presente nessa mesa. Há mais ou menos uns vinte dias eu também tive a A possibilidade de estar participando de uma audiência pública, que estava tratando da questão do câncer infantojuvenil, Né? E lá naquele momento nós colocamos também a importância de não se discutir fragmentado a questão da oncologia. Por mais que tenha, precisam ter algumas especificidades, atendimento mais específico pra pra crianças e adolescentes, Mas é 000 desafio de discutir a política de oncologia como todo. E nós fala nós colocamos que o principal desafio na discussão da política, É de fato ela ser regulamentada, né, deputada, a política ela foi aprovada mas ela ainda não foi regulamentada justamente por falta de uma rubrica orçamentária. Então quando a senhora coloca que o Congresso ele vem buscando trabalhando pra que no orçamento Da União se tenha valor específico pra política de oncologia, é de fato concretizar tudo aquilo que foi já esboçado, que foi Idealizado na política nacional de nós vamos colocar até de enfrentamento a enfrentamento ao alcance. O Kiko nós viemos vem trabalhando muito dos nossos grupos de discussão, direcionando a oncologia no país Como todo e aí nós fazemos referência ao estado de Goiás, até como tema do seminário né? Prevenção É, prevenção, diagnóstico e tratamento. Na prevenção e diagnóstico o que nós temos é o fortalecimento de fato de uma atenção primária que possa Dar subsídios através de educação permanente, identificação e a qualificação profissional pra que os profissionais que estão na ponta Venham a desenvolver trabalho com a população, que é a porta que é a grande porta de entrada, né? No no que diz respeito à prevenção, Como a Lucenda colocou, é levar é levar o serviço pra mais próximo da população. Nós temos algumas especificidades de alguns hospitais, No país como todo, da exigência do exame complementar ou de alguns exames Ou de alguns outros exames pra tratamento da doença ser realizado na unidade hospitalar em que o paciente está sendo atendido. Isso hoje, enquanto gestores, nós estamos vendo como ponto que dificulta até mesmo o desenvolvimento e a continuidade do cuidado, por quê? Que é o deputado. Não porque, não consideramos a qualidade do serviço porque muitas vezes muitas vezes não, todos os serviços deles já estão sobrecarregados com a demanda. E aí eu eu eu preciso fazer referência ao Araújo Jorge e ao mesmo tempo agradeci. Quando o deputado Jorge fala que o 0 que é ter num caso de oncologia na família né o meu marido ainda trata no Araújo Jorge De câncer, câncer de rim e a gente sabe dos desafios e dos dilemas, que tanto a família quanto uma equipe De saúde tem nesse sentido. Então 00A exemplo do Araújo Jorge, graças a Deus agora já tem ano que ele está só em em algum algum tempo que ele está só em acompanhamento, mas no período em que ele estava toda semana tratando nós íamos a sobrecarga do do hospital. Então, como exigir e aqui eu não estou falando especificamente do Araújo Jorge porque a gente sabe que não é uma característica só do local, Mas como exigir que alguns exames complementares pra continuidade do cuidado até mesmo pra início de uma quimioterapia ou de uma radioterapia seja feito dentro da própria unidade hospitalar? A demanda já não comporta mais esse tipo de demanda. Então qual era a nossa a nossa a nossa fala em relação a isso E nós discutimos isso junto à política de atenção especializada que foi pactuada ontem na tripartite. Ter outros pontos de atenção na rede vinculada à oncologia Que sejam referenciadas e sejam referendadas e que tenham acompanhamento pra manter a qualidade desses serviços pelos próprios hospitais de referência da Onco. O Araújo Jorge tenha nós estamos dando exemplo e a gente cita o Araújo Jorge doutor Jales está na mesa, o Araújo Jorge tem Tenha qual é a outra unidade qual é o outro centro de diagnóstico referendado pelo Hospital Araújo Jorge, que será possível dar a continuidade que esse paciente terá a possibilidade de fazer a identificação de fazer uma ressonância, de fazer uma tomografia, Uma outra biópsia pra continuidade do cuidado, né? E pra de fato dar início a algum tipo de de tratamento. Nós estamos vendo isso nosso grande gargalo hoje na hematologia. Nós temos a a hematologia ela é escassa no país como todo. Não é uma realidade exclusiva do estado de Goiás então por que não ampliar e é isso a gente faz esse apelo para o Ministério da Saúde também Ampliar pontos de atenção na rede especializada que seja retaguarda dos hospitais De oncologia né? É rever mesmo as 00AA rever todo toda essa questão. Outro ponto que já foi já já começou a ser modificado agora com a questão do citopatológico pra pra alguns serviços serem habilitados algumas regras Que sai muito fora da realidade dos da do do dos municípios do país, do estado de Goiás praticamente noventa por dos municípios do estado de Goiás tem menos de vinte mil habitantes. Eu vim da região Sudoeste, como a senhora colocou né, A região Sudoeste não tinha local pra citopatológico por conta das especificidades da portaria das exigências, então toda aquela população ela era atendida No laboratório do Araújo Jorge. Né? Além de ter a distância, o custo que isso gera Pro município, demora o resultado. Então aquela mulher que podia ter o diagnóstico de câncer de colo de útero, Às vezes ali em dois, mês, dois meses nós já tivemos em alguns períodos, o 0 Temos o retorno né, temos o resultado do citopatológico e às vezes até cento e vinte, cento e oitenta dias. Isso é muito prejudicial, isso é exemplo da questão do citopatológico. E nós podemos fazer extensão isso a outras Há outras questões inclusive de todas todos os principais tipos de câncer evidenciados aqui pela Lucenda Na apresentação. Então essa questão de habilitação né dos serviços considerando também a territorialização Que é a regionalização que já foi colocado pela Secretaria de Estado, isso precisa estar em pauta de uma forma mais efetiva e incisiva Nas tomadas de decisões. Porque é tratamento, diagnóstico sendo feito de uma forma, mais ágil, Até o 0 tratamento ele se torna mais barato. Né às vezes uma intervenção que ela podia ser cirúrgica. E aí é lógico que tem tem algumas especificidades que ela pode ser cirúrgica, ela elas o paciente ele precisa passar por procedimento, vai pra uma uma radioterapia, pra controle do tamanho do tumor, né, falando assim português mais claro né? Ele vai pra uma radioterapia, Aí estabilizou, aí ele vai pro procedimento cirúrgico, só que aí provavelmente ele já teve algum ponto de metástase, ele tem que fazer química. Então aquilo que às vezes seria só cirúrgico, com x por cento do recurso, nós estamos protelando isso E trazendo recurso muito maior, EEE eu coloco aí agora como assistente social que sou, Outro ponto que é a questão social. Tratamento de oncologia ele dura anos, o meu marido está desde dois mil e dezessete, Tratando né? E as pessoas precisam se se deslocar pra outros outros locais. Então isso impacta na questão social, Precisa ter acompanhante, a pessoa precisa se ausentar do trabalho o doente e aquele que o acompanha, então Aqui é o deputado. Quanto antes do diagnóstico, aquela questão da saúde da pessoa porque ela AAA garantia de uma o tratamento é muito maior, e questões sociais e financeiras pra aquela família, pra aquela população, isso é tudo uma questão, uma questão de rede. Então é isso que nós precisamos colocar. Quando a deputada fala e de verdade deputada eu já mandei pro Richard aqui. Essa questão da rubrica pra oncologia né? Nós estamos há três décadas com o orçamento da união em dois por cento do PIB. Há mais de três décadas Isso precisa ser modificado. Enquanto o investimento em saúde dos municípios, e agora parcialmente em alguns estados, Ele vem aumentando significativamente. Hoje está nós nós apresentamos nenhuma, nenhuma discussão junto ao Banco Mundial por custos em saúde, Que os municípios brasileiros, eles financiam setenta e dois por cento dos serviços de saúde. E a prevenção e o diagnóstico está sendo feita pelos municípios. Então se nós não tivermos uma inversão dessa cadeia, a dificulta ainda mais o acesso ao serviço pra população, pra população brasileira. Então enquanto instituição que representa AAA gestão municipal o nosso principal anseio é esse né? Uma mudança de fato da forma como nós habilitamos e como nós executamos a política de oncologia, investimento em saúde E que venha de fato regulamentar a política que já foi aprovada em todas as instâncias com os valores que são correspondentes a isso. A covid dezenove ela gravou ainda mais a situação quando a Lucenta colocou dois mil e vinte e dois, ainda falei pro colega que eu falei dois mil e vinte e dois é porque nós voltamos né, As pessoas começaram a ter acesso e a gestão municipal até pelas necessidade nós tivemos algumas prioridades não que o câncer não é a prioridade Mas é a retomada, é a é a reorganização de todos os serviços então esse boom que nós teremos nós já estamos tendo agora em dois mil e vinte e quatro, Dois mil e vinte e cinco e dois mil e vinte e seis, se nós não tivermos investimento não adianta, porque nós até mudamos a nossa fala. Não é que o sistema de saúde é subfinanciado, nós não estamos tendo financiamento, né? Nós não temos financiamento. A prova disso é uma política que foi aprovada ano passado que não foi regulamentada por decreto, não saiu a portaria ainda de regulamentação por falta de saber de onde vem o dinheiro, onde vem o valor? E nós acompanhamos né a apresentação do orçamento pro ano que vem, tem alguns valores a mais, o Ministério da Saúde está com os valores a mais, Mas não tem nada pra isso e o CONASEMS colocou alguns questionamentos, Do porquê de alguns setores estarem recebendo tal investimento, enquanto os números e dados epidemiológicos Mostram o gargalo em outro lugar. E aqui não puxando pra a pra b ou pra c, como foi colocado, Como regulamentar uma política que libera maconha, não estou falando da maconha, eu estou falando de cigarro. Se o índice de câncer de pulmão vem aumentando significativamente, e aí o controle social valida isso, nós não estamos falando da maconha, estamos falando de cigarro. Como que regulamenta isso? Nós estamos sofrendo com, Gente, de verdade, eu sempre eu pego o que o meu sobrinho fala, que ele fala que o povo fuma pendrive, né? É VoIP, VoIP, não sei o nome daquilo. Que é o deputado? É é vaper, nós estamos sofrendo com isso agora, no modismo, e agora ter que lidar com a a liberação de algo que é o deputado. Que é prejudicial nessa temática que estamos discutindo hoje, então algumas coisas precisam ser ressignificadas E de fato as instâncias representativas precisam estar mais atentas, e é por isso que mais uma vez deputado eu faço referência à sua pessoa Que se atenta aos números e dados epidemiológicos pra de fato a gente discutir saúde, né, Do que as pessoas adoecem e do que as pessoas morrem. E as pessoas estão morrendo dessas questões então a gente precisa focar o orçamento e a discussão das políticas naquilo que de fato vem impactando na vida da população. Obrigada. Obrigada Verônica. É bom a gente dizer aqui que o Ichan que é o presidente do CONASENS hoje, que é o conselho De todos os secretários de saúde do país inteiro é goiano também, então a gente está lá, o desafio é grande né Verona, você tem que cuidar de Goiás né, tem lá em cima. E eu queria então passar a palavra pro Josimar que representa o Cozense, que aí no caso, São secretários municipais de Goiás né Josimar? Está aqui representando a Patrícia e é muito bemvindo. Bom dia a todos, cumprimento especial à deputada Flávia Moraes por por esse convite, Cozemos Goiás está muito satisfeito por estar aqui Com vocês dessas demandas que são tão urgentes né e necessárias pra gente discutir. Eu vou fazer eco aqui com a minha colega Verônica porque os dramas De Goiás são compartilhados né com drama do Brasil. E aqui eu dividi alguns pontos Falando das nossos desafios do estado de Goiás e algumas propostas que a gente pode discutir e aqui É quem sabe ter alguns encaminhamentos. E antes de começar a falar dos nossos desafios eu fico muito feliz e quero reforçar aqui também Com essa rubrica né, pra gente ter a o financiamento adequado e diferenciado né, das ações da oncologia porque isso vai facilitar muito Não só a prestação do serviço mas a transparência da execução do mesmo que é tão necessário para esses pacientes Que são assistidos aí pelo serviço de oncologia. Bom, então nós temos aqui os desafios né, A ser enfrentados pelo estado de Goiás acredito que pela maioria dos municípios do Brasil. Nós temos aí então a ausência de protocolo de suspeita, De alta suspeita de câncer. E a gente precisa avançar nesse sentido, a gente não pode depender mais Dessa primeira consulta, de depois ter o diagnóstico, volta no médico, pede mais exames, A gente precisa encarar a forte suspeita como padrão pra tratar o paciente que depende desse atendimento de oncologia. Aqui eu faço referência ao Hospital CentroNorte, que foi muito bem falado pela Lucenda, que já faz esse serviço né, a rede estadual, Foi o primeiro hospital da rede estadual a ter o serviço de oncologia, e já trabalha com essa metodologia de forte suspeita. E o que que é isso pra quem ainda não conhece? Forte suspeita é aquele paciente que tem alguma indicação de de uma situação oncológica, E que o próprio médico da atenção primária, ele vai ter aquela indicação dizer vamos encaminhar pro serviço de forte suspeita. E lá ele vai ter o atendimento, avaliação e essa solução de continuidade pra que o médico especializado daquela unidade possa solicitar e executar a biópsia, o diagnóstico e os exames que vão fundamentar esse diagnóstico e esse tratamento então, Eu acredito que é dos pontos principais pra que a gente consiga atender inclusive deputada a Aos sessenta dias que é uma lei que já é em vigor mas que infelizmente a gente ainda negligencia por todas essas dificuldades da nossa rede de atenção a esse serviço então, pra mim, é dos pontos fortes que a gente tem que colocar em pauta nesses protocolos de acesso E de atenção ao serviço. A baixa oferta né dos exames diagnósticos né como ultrassom, endoscopia digestiva, colonoscopia, biopsias, É também desafio que a gente tem que enfrentar. Nós sabemos aí da dificuldade dos municípios, a Verônica falou muito bem os municípios já estão investindo mais do que o necessário, a gente tem uma média de investimento aí dos municípios que ultrapassa vinte e cinco por cento, E ainda assim, os municípios tentam ajudar esses pacientes antecipando esse diagnóstico e executando Esses exames que deveriam ser feitos né, nessas unidades que tem a programação pactuada ou mesmo nas unidades estaduais, Mas verificando esse drama do paciente, os municípios acabam por conta própria né, ainda com recurso apertado como eu disse, Que cada dia mais o FPM diminui, cada dia mais o 0 recurso do fundo municipal não não não custeie os serviços dos municípios, Mas a gente arruma algum recurso ali e acolá pra poder dar essa atenção EEE essa brevidade no diagnóstico pra antecipar esse tratamento. Isso é grande desafio que a gente precisa enfrentar. O tempo de espera né para o fechamento de do diagnóstico do paciente, foi isso que eu disse agora mesmo então, a gente precisa diminuir né, Reduzir esse tempo de espera, que é acelerar o diagnóstico. E eu volto a falar da forte suspeita. Pra mim, Em todo o contexto que a gente vem discutindo a forte suspeita, eu acho que ela deve ser verificada como protocolo padrão pras O serviço de oncologia que a gente tem que organizar, ampliar e os novos que estão aí para serem habilitados. Nós temos também a insuficiência de vagas né no caso dos cânceres de maior prevalência, a gente teve aqui, apresentado pela Lucenda né, o câncer de mama, câncer de próstata, câncer de pulmão, câncer de pele. Então são, São a situações que ocorrem com maior prevalência. E se ocorre com maior prevalência a gente pode ter gargalo nesse atendimento. Então a gente precisa investir mais nesses serviços e ampliar pra que essas situações que têm com maior ocorrência, tenham É atendimento adequado, então uma redução dessa fila pra que a gente consiga atender com maior brevidade que é o 0 necessário. Outro ponto importante que nós chamamos atenção a nível municipal porque é lá né que o paciente mora, é lá que o paciente está. Então essas demandas elas são extraídas das nossas reuniões de si, dos nossos grupos técnicos, Da nossa CIB e de todos os grupos né Verônica, nossos nossos colegas aqui do escritório do COSEMS sempre nos ajudam, e ela parte desse dessa verbalização dos gestores. E que é o tempo de espera também entre a solicitação, É né do agendamento da consulta, e essa consulta de fato. Então a gente pode virtualmente ter uma fila de cirurgia Com x números, mas ela não é real, porque ela não contempla aqueles pacientes que ainda estão aguardando uma avaliação. A gente precisa também ter uma maior celeridade nessa primeira avaliação desse paciente. E aí tornama ser aqui mas reforçando a questão da forte suspeita que é, é o que nós precisamos de mais É urgente nos serviços. O tempo de espera né pra realização de cirurgias oncológicas, Também é necessário a gente avaliar pra poder nessas discussões, em montar todos esses fluxos, encaminhar e quimioterapia. No estado de Goiás a gente tem né Goiânia né com a Arol Georges, Anápolis também que realiza alguns procedimentos E terapia para os pacientes oncológicos e o estado ele está abrangindo as unidades né, nós lá no norte Tínhamos vazio existencial muito, muito expressivo. Hoje nós já temos gigante do como é dito, que é Hospital CentroNorte com belíssimo serviço de oncologia. Então a gente precisa também Ampliar mais, né Marcelo, pra que a gente consiga atender daqui a pouquinho sabe radioterapia pra que toda aquela população consiga diminuir esse percurso daqui a pouco eu vou dizer que uns desafios também é a logística, é o tempo desse paciente nesse translado de uma cidade para outra. O serviço estado do município, melhor é pro paciente. E aqui eu queria também chamar atenção pra uma, uma uma ponta final da situação ecológica que é muito importante. O seminário ele tem como título A prevenção, diagnóstico e tratamento. Mas a gente precisa incluir também nessa proposta, AAA reabilitação desses pacientes, que é importante. Nós temos que incluir a reabilitação dos pacientes porque é ponto necessário pra devolver não só a autoestima desses pacientes, Mas também a atividade né e pra que ele possa voltar ao mercado de trabalho, pra que ele possa voltar ao convívio das pessoas, De toda a forma que ele necessita de suporte e de reabilitação. Quando a gente fala, Em vazios assistenciais, a gente comentava aqui com a Camila que é pouco assim absurdo né, Nós temos aqui região sudoeste sudoeste dois, norte nordeste que ela não tem serviços de exames de citopatológico, De colo uterino. E é exame muito simples, né, e a gente pensa por que que não tem? E Verônica muito bem disse né, porque a dificuldade de habilitação desse de acordo com os critérios que a portaria ela solicita. E dando continuidade aqui nós vamos Partir para ponto de desafio muito grande. É grande avanço, e aí eu quero aqui em nome do COSEMS, Levaram o recado ao governador e ao secretário doutor Sérgio, pela grande, pelo grande avanço que nós temos no nosso estado né? Tinham unidades de saúde de alta e média complexidade, e hoje nós temos, isso foi fundamental e muito bom. Estão de parabéns e tenho certeza que toda população, que todo o contribuinte, ele agradece por essa regionalização. Mas aí vem desafio, Que os municípios precisam de suporte, precisam de ajuda que é a logística, que é o transporte desse paciente. A gente tem que pensar de uma forma inteligente, e eu digo inteligente no sentido de sistemas inteligentes, pra que a gente consiga umas liberações em lote para que o município consiga levar esses pacientes de forma reunida para evitar Que ele tenha que levar várias vezes várias viagens, a gente sabe que é muito difícil porque não é só oncologia que o município cuida, Né, o município tem todas outras situações pra que ele precise levar o paciente porque o serviço não existe na região dele então a gente precisa melhorar, Discutir com os municípios, vamos precisar da ajuda do estado, né, e vamos precisar também deputada, da ajuda dos nossos legisladores pra pensar sobre isso. Que eram desconhecidas pelos municípios. E eles vão precisar dessa ajuda pra poder construir essa rede EEE quem sai ganhando é o paciente porque aí a gente não paciente cancelando a agenda porque não conseguiu, irá ter aquele local, e a gente quer que ele vá, e a gente quer construir condições pra que ele tenha esse acesso, Né? E esses são os nossos desafios. As propostas, que a gente colheu das nossas reuniões, dos nossos g t's, Elas vêm de encontro aquilo que todos já discutiram aqui né que é identificar a fila de espera, a fila de espera de procedimento, de consulta de avaliação. Porque nós, para construir algo nós precisamos de dados. A gente precisa saber real a fila Que temos? Né quando a gente vê o 0 dois mil e vinte e dois ali com declínio de casos, é dado que não é real. A gente notoriamente identifica que não é real, provavelmente em decorrência da pandemia, que houve essa retração da procura do serviço de saúde, Então, reduzir o número de diagnósticos. Então a gente precisa de fato conhecer a fila, pra que a gente possa adotar medidas A médio e a longo prazo. E eu digo longo prazo porque nós temos que daqui a pouco, Lucena, repensar a rede e já A partir de agora, porque nós temos aí gigante vindo aqui de Uruçu pra cá, eu sempre olho ali à direita do aeroporto e muito emocionado estive lá na Pedra Fundamental do Hospital Cora, e sem dúvidas esse hospital vai ser marco para o serviço de oncologia do estado. E mais uma vez leve esse agradecimento ao governador que é muito sensível a essa causa. Nós precisamos repactuar a oferta de serviços habilitados de maior prevalência. Então precisamos então repensar as as pactuações, principalmente com Goiânia, com Anápolis, Pra poder ampliar esses serviços de maior prevalência e a gente não ter aí uma fila de espera desproporcional ao tempo que ele precisa de ser Atendido. Elaborar e aprovar e implantar o protocolo de alta suspeita. E aqui eu digo é mais uma vez. A gente precisa em conjunto né com a Assembleia Legislativa, com os municípios, com o estado e com todos os órgãos de interesse, Também os órgãos de controle, pra gente fazer protocolo unificado de alta suspeita. Nós precisamos de repactuar as ofertas de serviço habilitados. Habilitar a ampliar as habilitações das unacons né, eu fico feliz que na última CIB nós habilitamos a UNACON lá no Hospital CentroNorte então, A gente verifica que há avanço nessas habilitações, a gente precisa de mais pra poder conquistar essa ampliação da da oferta do serviço. E dessa forma. E o COSM está à disposição. Nós estamos aqui à disposição para ouvir os secretários municipais e aqui eu quero pedir que os secretários municipais e técnicos do município que estiverem presente, se puderem levantar aqui pra gente identificar vocês aqui na plateia, Secretários municipais e técnicos dos municípios. Olha temos público excelente né então, O COSEMS está à disposição de vocês, nós estamos aqui juntamente com a Assembleia Legislativa do estado de Goiás, A o congresso nacional através da deputada Flávia Moraes, a secretaria estadual, os conselhos nacionais e também o estadual, Pra poder somar forças, então estamos aqui à disposição. O COSEMS é parceiro de todos, e no que for possível e preciso, As posta a as portas do nosso escritório, dos nossos técnicos são tão competentes, está à disposição para a gente continuar e seguir de fato. E eu faço votos e vou estar junto pra que o que a gente está discutindo aqui avance e daqui a pouco a gente Tenha encontro pra celebrar aquilo que nós construímos juntos viu, uma gratidão e estamos à disposição. A pedido da deputada Flávia passar agora a palavra ao doutor Jales Presidente do Hospital do Câncer Araújo Jorge. Bom dia a todos. Dizer que Estou muito feliz primeiro pelo convite da deputada e do deputado, estar aqui na casa do povo discutindo assunto tão importante, Já foi falado que no, no triênio nosso né, cada ano setecentos e quatro mil setecentos e quatro mil casos novos de câncer. Em dois mil e trinta foi falado ontem lá no seminário em Brasília que vai ser A doença de maior incidência vai ultrapassar a doença cardiovascular. E a gente sabe, que o recurso é finito e as necessidades são infinitas né? E fiquei muito, Contente de ouvir a fala da Camila e da Verônica, onde a preocupação de ter esses centros organizados Para fazer os métodos de rastreio. Eu acho o seguinte se tem que investir a gente tem que investir bem Na prevenção primária e na prevenção secundária. Que que são isso? São métodos que você utiliza pra evitar que o paciente tem uma neoplasia e dá chance à possibilidade de curar. Por quê? Que que acontece? Nós viemos numa época póspandemia, que muitos ambulatórios fecharam, hospitais, Morrendo muita gente covid, inclusive profissional de saúde, e os pacientes deixaram de fazer a sua consulta, os seus exames e, A doença evoluiu, mudou de estágio e os pacientes chegaram numa situação muito grande né e e praticamente, Ou pra fazer algumas cirurgias paliativas ou algum tratamento paliativo e a gente perdeu a oportunidade de oferecer tratamento com finalidade curativa. Por outro lado, a responsabilidade da tensão primária caiu no colo de vocês secretários municipais, vocês hoje é o dono da bola, vocês hoje é que têm que fazer A mudança é a história da oncologia porque gastar bem o dinheiro, eu acho que a política que vocês mostrarem ela é muito importante, mas esses métodos de diagnóstico têm que chegar pra população, tem que ter o rating, Tem que ter capacitação de profissional pra fazer isso, quais são as indicações, que idade, quais são as populações de alto risco né? Lá no Hospital do Câncer, como a nossa parte é tratamento, a gente tem uma população que anda lá dentro que a gente Pode fazer rastreio em famílias de alto risco né? Então às vezes os CACONs e a UNACCONs pode colaborar nesse sentido, Mas está no colo de vocês, eu não sei o tamanho do orçamento que vocês têm pra colocar na atenção primária né, Não só da oncologia mas das outras doenças também, mas saber que vocês é que vão mudar a história disso né. E fico feliz por essa né Regionalização com essa ideia, porque só concentrar em Goiânia é muito difícil. E a gente tem alguns gargalos né da da da oncologia. Primeiro, ampliar a rede né, nós temos cento e cinquenta e nove leitos lá no Hospital Araújo Jorge. Nós fazemos falo de alto volume, tratamos trezentos pacientes na radioterapia, nossa radioterapia trabalha de sete da manhã às duas da manhã. Aí acho que foi o Josimar que falou, se eu não tratar até duas da manhã a fila vai aumentar, é problema pra vocês né entendeu? Mas assim, Eu acho que a gente tem que ter seriedade no sentido de que a gente tem que ir planejar daqui pra frente. O que está aqui está cheio está lotado e Nós não vamos discutir qual que é a a política do futuro né? A gente não pode ficar. Outra coisa que é uma coisa que chama muita atenção Josimar e e Camille Verônica. É a questão assim, o paciente ele é regulado pra consulta de primeira vez, Mas depois que eu atendo, eu não só tomo a presidência, eu atendo, eu opero, eu vejo as dificuldades dos dois lados né? Então esse paciente ele entra quando ele chega pra mim lá no aparelho digestivo ele é paciente ele não é de posse ele não é de JPI ele não é de Rio Verde ele é paciente Aí a partir do momento que ele é feita a primeira consulta, eu às vezes preciso repetir exame, que o exame que veio Ô não é que o exame é ruim, ele não deu assim uma uma uma uma orientação pra pra que lado eu vou levar esse paciente? Eu tenho préoperatório, eu tenho uma tomografia pra fazer, uma ressonância pra fazer, e de repente ele é do interior. E às vezes eu tenho o serviço disponível lá, eu tenho uma imunohistoquímica, eu tenho uma tomografia pra fazer, mas ele é do interior. E aí vem grande problema também pra nós, por quê? O paciente ah a vaga que 000 município manda é lá não sei aonde E só tem tal dia? Ah não tem recurso, é assim que fala, não sei se é verdade. Ah vai liberar a tomografia só pro mês que vem, tem a tomografia de planejamento pra radioterapia que é uma dificuldade, então isso atrasa o 0 tratamento então assim, Então a gente tem aqui orçamento de quatro bilhões, foi falado ontem né? Pra pra oncologia, pra você gastar Desde o rastreio até a reabilitação, então o cobertor é curto. A gente tem que gastar bem, fazer direito né? E e eu acredito na capacitação das pessoas que fazem rastreio. Nosso hospital hoje ele trabalha assim acima do limite falar assim olha, eu preciso de mais, nós trabalhamos acima do limite, então assim é gargalo muito grande. Por isso essa ideia dum novo Hospital do Câncer é muito bom, ir para o interior muito bom. Quantas vezes eu apego o paciente já está aí e mando pro Bruno fazer A quimioterapia, quantas vezes isso acontece? Antigamente era só lá no Araújo Jorge. Então hoje nós temos o hospital patiado, Nós temos oncologista clínico lá, temos cirurgiões lá, e às vezes quando a cirurgia é maior e mais complexa, está nós aqui pra receber esse paciente, Mas nós temos a nossa limitação também. Quer ver outro gargalo? Grande que está aqui oncologista clínico doutor Gabriel levanta aí doutor Gabriel fiquei até satisfeito com sua presença, É a questão da judicialização né? Você tem AAA droga que passou na CONITEC, ela foi aprovada, ela foi incorporada, E o paciente precisa de tomar essa nova droga, que é caro pra união, e às vezes você tem que judicializar, Mas na judicialização, às vezes você perde o time do paciente pra receber a droga naquele momento, Pra ele ter os benefícios desse tratamento. Então assim são inúmeros desafios né, eu acho que nós aqui enquanto prestador de serviço e junto com você secretário a gente tinha que tentar ver uma uma maneira pro paciente rodar mais rápido na nossa instituição que eu tenho serviço. Eu imaginei eu vim de Brasília hoje Era assim o paciente da oncologia vão, eu ia falar pra doutora Flávia Moraes ter cartão, tipo cartão de crédito, ele entrou na hora hoje e falou assim, que o senhor faz de serviço aqui? Ah eu faço tomografia e ele está precisando. Você entendeu? Passa aqui cai na na regulação não sei o que for. Pra não sair aí Indo prum pro lado, pro outro e o paciente ficar perdido e na ponta ele é o estadiamento que mudou, é a cirurgia que não chegou no momento, É a radioterapia que ele não fez, é a quimioterapia que você não tem prazo de trinta a sessenta dias pra iniciar, pra ter bom efeito para o paciente. Então assim a gente entende, a gente sabe da realidade e e esse fórum aqui ele é importante Porque nós somos responsáveis pela oncologia do estado de Goiás. E a união está ali. O financiamento eu já eles não posso ficar preocupado com o financiamento do SUS, eu tenho que estar preocupado em entregar tratamento bem feito no momento certo para o paciente e por isso que temos nossos deputados, os nossos senadores que vão arrumar né junto à lei alguma coisa que possa sim acelerar e dar uma celeridade nesse processo. Eu não sei se eu esqueci alguma coisa aqui, momentinho só pra pra falar eu falei em relação as medicações outra coisa importante né que foi dito lá a questão da terapia. A radioterapia, oquematologia, é problema do Brasil. Hoje pra gente conseguir uma equipe nós fizemos padre Eu frei no ano de dois mil e vinte e dois, vinte e nove transplantes de medula óssea por várias indicações Pelo SUS, não teve nenhuma mortalidade, então e você achar médico capacitado pra vir é muito caro, E além disso, é ruim falar nesse momento, mas o que a união nos repassa pra fazer transplante medula óssea É muito baixo, o meu custo fica o dobro. Aí que vem a assim a inteligência do secretário municipal de saúde a fazer complementação então daqui uns dias o serviço fecha e fica mais caro manda o gestor mandar Brasília, pra São Paulo, pro Rio de Janeiro pra fazer. Então assim, a gente tem que falar mais, tem que comunicar, nós da filantRópicas Vivemos com dificuldade financeira muito grande, a gente sabe que o 0 SUS é bom ele é importante, Mas ele não paga toda a integridade do tratamento. A gente fica com uma passivo muito grande então, quanto mais eu atendo o paciente do SUS, Mais negativa eu fico, essa é a conta. Por outro lado, a gente tem ajuda da sociedade, das emendas de bancadas né, de todas as esferas municipais e estaduais pra que nós filantrópicos tenham condição de entregar o paciente melhor tratamento. Assim as dificuldades são de ambos os lados né, mas eu acho nós só temos horizonte em investir na tensão pro Maga, não tem outra pra oncologia. Ah, hoje o câncer de cólon, ele é o terceiro, ou o segundo, lá atrás ele era o quinto e o sexto. Que ter óleos pra montar centros né de prevenção do câncer de colo pra que esses outro problema foi diagnosticado, ele tem que ir pra algum lugar, ele tem que ser operado, tem que iniciar, E na lei de sessenta dias né? Então fico muito grato de ouvir todo mundo, e fiquei surpreso aí, tanto que está bacana essa articulação Dessa atenção primária aos pacientes. Como a deputada ainda não chegou, passar a palavra A Luana Ferreira, representante da Abrale do movimento Todos Juntos Contra o Câncer. Bom dia a todos e todas. Queria cumprimentar a mesa, todos que estão aqui pra essa discussão tão importante, Cumprimentar também a a deputada Flávia Moraes, o deputado também Georges, pela importância do evento. Gente vem de uma maratona agora em Brasília, de seminário importante, que a gente teve lá sobre os CACONS e o NACON, sobre essa integração. Então é muito oportuno esse momento né, pra gente poder dar continuidade e falar desse tema de uma forma regionalizado especificamente aqui em Goiás. Queria cumprimentar também todos que estão aqui né nessa nesse seminário, os secretários do dos municípios, as os trabalhadores da ponta que são tão importantes nesse momento de discussão e que conhecem essa realidade do paciente ali na ponta, Né, acompanham os desafios e a necessidade que a gente tem de conversar, de pactuar, discutir de discutir sobre o tema. Bem, eu represento aqui a sociedade civil. Como a deputada Flávia falou, eu represento o movimento todos juntos contra o câncer também há a ABRALI, Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, que é a entidade líder desse movimento onde nós temos mais de trezentas entidades, De sociedades médicas, hospitais, secretarias que compõem essa grande coalizão pra melhoria da tensão oncológica no país. E também temos entidades de apoio ao paciente que compõe esse movimento, né pra gente poder tratar como eu disse que dessa realidade do paciente, dessa vivência ali na ponta. Então, eu falo aqui de local muito especial que é o terceiro setor, Que essas entidades, né, de de apoio ao paciente, que é do controle social que é fundamental nessa discussão. E a gente precisa ter fala né? Nós temos tido uma boa, bom diálogo ali com a comissão especial de combate ao câncer, Dentro da Câmara dos Deputados, e destaco mais uma vez o trabalho da deputada Flávia que tem trazido temas muito importantes. E uma das questões que já desde o início do ano a gente tinha colocado é a necessidade desse debate regional. Então agradeço muito pela oportunidade aqui de fala. E eu queria começar falando sobre o nosso trabalho, não é. O nosso trabalho, o trabalho do terceiro setor Da sociedade de apoio ao paciente ele também é fundamental nesse processo. E nesse momento, que é momento chave. Foi colocado aqui panorama e cenário do câncer no Brasil. Até dois mil e trinta, o câncer vai ser a primeira causa de morte de por doença não transmissível no país. A gente tem uma política agora, uma política nacional né, uma nova política De de prevenção e controle do câncer, que foi aprovada agora na Câmara dos Deputados e foi pro Senado. Mas como nós vamos de fato preparar o país né, ter uma política que vai ser efetivada, Não é para esse cenário, que é tão crítico do câncer, que é tão crítico na oncologia. Ontem quem estava no seminário, Né? Viu o nosso, 000 doutor Nelson Paes colocou muito bem, nós não temos recursos, Como vamos, né, atuar nesse cenário sem recursos, sem pactuação, né, vários colegas estavam lá escutaram essa fala e a situação crítica que temos. Então esse é momento chave pra gente poder discutir sobre o tema, né, e junto também com a sociedade civil. E eu queria falar pouco primeiro do nosso trabalho, do que que nós fazemos né, com todo o esforço né, do controle social da sociedade Civil. Eu queria também apresentar para vocês, nós temos aqui a ABRALI Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, nós temos trabalho nacional e temos representantes. Aqui no estado de Goiás, aqui em Goiânia nós temos a Stephanie Matias, que está aqui queria apresentar pra vocês, muitos já conhecem. Agradeço por todo apoio né, que vocês gestores dão pro nosso trabalho, dão pra Stephanie para que ela possa estar, Né, dentro dos hospitais, dentro dos serviços, levando informação, conhecimento e apoio ao paciente. Então, pode passar por favor. Então eu queria falar pouco da nossa missão. A Braille ela foi fundada em dois mil e dois, então nós já temos trabalho de vinte anos, Onde a gente foi adquirindo uma experiência e conhecimento especificamente de apoio ao paciente de cânceres hematológicos, né. Então a nosso trabalho é oferecer e mobilizar parceiro para que todas as pessoas com doenças do sangue no Brasil tenham o melhor tratamento. Passar por favor. E aí nós temos quatro pilares de atuação, apoio ao paciente né, então a gente tem departamento completo de apoio, a gente atende do Brasil todo dando informação, trazendo conhecimento, encaminhamento, fazendo esse trabalho de interlocução com gestores né, A Stephanie aqui é é uma prova disso, desse trabalho que a gente constrói com vocês. Educação e informação, então, A gente tem projetos que vão desde educação e informação para o paciente, mas também para os profissionais. A gente trabalho importante de capacitação de profissionais, nós trabalhamos com o SUS né, os hospitais eles fazem convênio junto com a gente para que a gente possa capacitar profissionais que por exemplo estão locais tão distantes no norte, no nordeste, para que eles possam se em diversas áreas como oncoematologia. Políticas públicas e advocase né, que é trabalho que eu coordeno, sou coordenadora de políticas e advocase lá. Então nós fazemos essa mobilização com os parlamentares, com todos os poderes, com o judiciário, com o executivo para Levar as demandas do paciente e a gente ter melhores desfechos. E a pesquisa e monitoramento, eu vou falar pra você sobre o observatório de oncologia, a gente traz dados e subsídios para o trabalho de gestores e para que a gente possa levar conhecimento sobre a situação do câncer no país. Nossa causa e nosso alcance nós já atendemos mais de cinquenta mil pacientes E familiares, né, desde a nossa do do início da nossa atuação, nós temos mais de trinta e dois mil cursos concluídos por médicos e profissionais da saúde E também uma atuação nacional com presença em mais de duzentos e setenta e três centros de referência no país. Então isso é pra falar pouquinho do trabalho qualificado da sociedade civil também né, com relação a melhoria da tensão oncológica. Pode passar por favor. E aí nós trabalhamos nesse apoio ao paciente né, como eu disse de uma maneira qualificada, a gente tem comitê médico e multiprofissional, Uma sociedade médica que acompanha o nosso trabalho é a BHH, Associação Brasileira de de de Hematologia e Hemoterapia. É uma pena Doutor Renato recebo o meu cumprimento, ele não pode estar aqui, mas ele, né, é a representação importante da BHH no estado, nós damos apoio jurídico, apoio psicológico, segunda opinião médica. Então aquele paciente que está num local né, onde não tem especialista, a gente consegue fazer esse link com especialistas de São Paulo, do Rio, de diversos locais para que ele tenha uma segunda opinião médica. Enfim, nosso projeto bemestar que também leva conhecimento trabalha questões Mais complexas junto com os familiares dos pacientes, pode passar por favor. E aí nesse apoio ao paciente nós temos também doze representantes nas principais capitais, aqui a gente tem a nossa representante Stephanie Matias e nós atuamos em quatorze, tivemos quatorze cidades visitadas. Pode passar por favor. A gente trabalha com campanhas então vocês podem ver a gente levanta pessoas né, que são Ícones hoje no cenário nacional pra poder falar de linfoma, leucemia, mieloma, né, abraçando campanhas, né, vá de lenços, fevereiro laranja, Com o objetivo de sensibilizarmos né, sobre a prevenção, sobre a necessidade de fazer exames, mas também os gestores. Agradeço até a casa, o congresso sempre nos apoia também com essas campanhas. Pode passar. E as publicações, a gente tem a cartilha dos direitos do paciente, que é fundamental a gente falar sobre isso, a gente traz Cartilhas informativas sobre cânceres específicos e a gente tem também a tva Braille, né, que é muito interessante, a gente fala de diversos desde levar especialistas né, da área da saúde até tratar por exemplo sobre mitos correlacionados ao ao câncer. Eu estou passando rapidamente, mas é pra vocês verem qual que é de fato nossa né, a nossa contribuição. E o Anco Ensino, como eu falei, né, projeto de educação a distância que é voltado para médicos e profissionais. Então a gente tem grandes nomes como o doutor Nelson Ramos Schlak, doutor Fernando Maluf, Que nos apoiam, que dão aulas e que levam esse conhecimento pra todo o país. E o nosso trabalho de advocacy né, que é esse trabalho que eu estou muito voltada. É a gente trabalhar a produção de informação qualificada, aumentar a participação dos pacientes no espaço de discussão da política pública, não é, de controle social. Então o nosso trabalho é preparar esse paciente para que ele possa, familiares para que eles possam discutir desde a incorporação de de medicamento, de uma tecnologia, acompanhar projeto de lei que é importante E que ele possa ter voz, né, que ele possa estar ali presente né discutindo sobre seus direitos. E estimular a utilização de dados abertos pra tomada de decisão, a falou que a questão dos dados ela é fundamental ter conhecimento, então que todos possam saber né, então a gente trabalha meio do observatório de oncologia esses dados, eu vou falar alguns algumas das nossas pesquisas, com o objetivo de melhorar a jornada do paciente. E nós entramos em discussões complexas né gente? Foi falado aqui, oncologia, a gente não está falando só de diagnóstico e de tratamento. O nosso trabalho é para que a gente tenha uma linha de cuidado integral. Então a gente estava falando aqui financiamento, né Verônica? Não é só o financiamento para o diagnóstico, nós temos que falar de cuidados paliativos, de reabilitação, que é tema fundamental hoje e que não entra nessa conta, a reabilitação que é tão importante. Então esse é o nosso trabalho dentro do do Advocacia. E a participação social, nós estamos hoje dentro do Conselho Nacional de Saúde, Inclusive nós levantamos dentro do conselho a partir né da última conferência, vocês devem ter acompanhado, a necessidade de termos diretrizes e propostas específicas Para oncologia. Então nós levantamos sociedades médicas, foi trabalho incrível, sociedades médicas, entidades de apoio ao paciente, entidades de pesquisa que fazem parte do nosso movimento, Pra que fizessem suas conferências livres e estivessem lá em julho na conferência nacional de saúde. E nós conseguimos propostas aprovadas, acho que vocês, alguns devem ter tido oportunidade de estar lá e a gente conseguiu ter propostas aprovadas. E agora a nossa demanda é que isso entre de fato no PPA, que isso entre de fato dentro do do do plano nacional de saúde do Ministério da Saúde, Né porque a oncologia ela não tem destaque ainda. A gente está falando dentro do orçamento de orçamento, a gente está falando de PPA e a gente está falando desse plano, mas a oncologia, A questão do do da rede de atenção ecológica ela não tem prioridade hoje dentro da política dessa política pública. Pode passar por favor. E aí eu falo dessa desse movimento que nós lideramos, que é o movimento todos juntos contra o câncer, né. Como eu já falei a gente tem mais de trezentas organizações, trabalho, uma atuação, né, que agora vai completar dez anos, nós começamos em dois mil e E quatorze. E aí a gente tem esses diversos profissionais, então a gente tem alguns que estão juntos nessa causa, beneficência portuguesa, Sociedade Brasileira É de cirurgia oncológica, a BRACRO, a BHH, ACT Promoção da Saúde, né? Onde a gente discute a ACT né? Que tem trazido temas tão importantes a gente está falando aqui da questão dos ultraprocessados, da questão do tabaco, da questão do álcool, a necessidade da gente ter tributações especiais né, da gente ter uma uma Uma questão né, de de regulamentação mais firme, inclusive deputada, a gente ficou na mudança do texto da política nacional saíram os ultraprocessados, foi uma questão que pra gente foi muito dura, não é, e a gente sabe que a política precisa caminhar mas é tema que a gente ainda vai Vai tratar né, não agora no senado a gente quer aprovação rápida da política nacional mas foi tema que foi muito custoso pra gente a retirada do dos ultraprocessados. A Academia Nacional de Cuidados Paliativos, a SoBOPE, a SBTMO, a Sociedade Brasileira de transplante de Medula Once. Então, A gente buscou no movimento realmente ter, pessoas, organizações que são referência pro nosso trabalho. Pode passar. E aí, ainda em dois mil e quatorze nós começamos a fazer a elaboração de documento que servisse de norteador tá pra, Pra o trabalho geral com relação a oncologia. Então nós temos a declaração para melhoria da atuação ao câncer no Brasil, esse ano nós estamos Atualização dessa declaração a gente faz de dois em dois anos e aqui a gente trata nesse documento qual que é o panorama que a gente tem hoje no Brasil sobre a oncologia, Onde estamos e o pra onde devemos caminhar. Então a gente aponta questões específicas, desde projetos de lei, de reestruturação Do sistema, pontos específicos onde a gente precisa avançar para melhoria da tensão oncológica no país. Aqui eu tenho O QR Code, mas depois eu vou deixar o site também onde vocês podem ter acesso a esse documento. Esse é o é o documento norteador do do nosso movimento. E dentro do movimento TJCC a gente tem grupos de trabalho, dentro desses grupos de trabalho a gente tem membros por exemplo que são de secretarias, secretarias estaduais, tem muita proximidade por exemplo no Pará com a secretaria estadual, então não são somente sociedades médicas ou instituição de apoio ao paciente, Mas a gente se abre de uma forma geral pra poder trabalhar também com gestores. Pode passar por favor. E aí a gente tem o nosso grande congresso, né, faço o convite pra vocês dia vinte e seis, vinte e sete e vinte e oito em São Paulo no WTC, a gente faz todo ano, a gente reúne todos esses especialistas, a gente trata de temas importantes por exemplo, Atenção primária, a capacitação dentro da atenção primária. A gente vai tratar da questão da participação social no processo de incorporação de tecnologia em saúde né, como que é a valoração que é dada, a questão da informação, das fake news na saúde, Enfim e da política nacional também. Então esse também é evento nacional e que traz uma contribuição Também no cenário oncológico, e a gente faz as discussões em âmbito regional. A gente teve agora, a gente voltou no mês passado, a gente teve uma discussão Norte nordeste a gente fez fórum lá e a gente levantou as necessidades e as demandas na região norte, a gente estava no Amapá. E lá no Macapá a gente pode contribuir pra questão de pactuação. Pactuação por exemplo com com o Pará, Né, nós temos lá a ausência de alguns serviços, a gente tem o encaminhamento de paciente, mas essa pactuação não é feita. E aí esse é trabalho importante que a sociedade civil tem feito de discussão, de de falar olha, nós temos uma política pública, mas como que isso vai ser organizado? Né, o paciente ele está aqui com essa demanda, mas qual que que vai ser feita. E esse é o ponto chave hoje hoje da discussão da política nacional. A gente vem do seminário, eu estava falando deputada Flávia, né, foi tão importante A gente ter as falas, os desafios são tão grandes, mas como que a gente vai fazer pra efetivar essa política nacional? Uma das questões né, que são fundamentais é esse debate regional, né, então acho que foi num momento muito oportuno, eu estava dizendo, a gente ter esse seminário, Porque se a gente não fizer essa discussão, se a gente não levantar quais são os problemas e os gestores né, não somente os gestores mas Os entes federativos, os demais poderes, né, como aqueles que estão envolvidos por exemplo com a questão da judicialização, o Judiciário, o Ministério Público, defensoria pública, se a gente não nós não vamos avançar na efetividade dessa política pública dentro de cenário que é caótico, Né, se não houver uma integração, se não houver uma construção, né, os o cenário já é terrível, mas o que a gente Que é o deputado? Tem aí até dois mil e trinta, né, a perspectiva pra dois mil e trinta é cenário que realmente nos impõe A atenção oncológica como uma prioridade na saúde pública do país. Então, mais uma vez eu ressalto aqui as nossas ações de advocacia, pode passar, eu vou passar pra gente poder deixar aberto mais para discussão. A gente trabalhou ativamente pra aprovação do PRONOM, né a gente teve aí uma interrupção do PRONOM e que são recursos importantes né, ali dentro da atenção básica, serviços de diversos hospitais, então a gente teve uma uma atuação Né? Após o veto do PL do PRONOM no ano passado a gente teve uma uma atuação muito incisiva pra gente ter a derrubada do veto e a continuidade desses recursos. E o PRONON está aberto, né. Fechou aliás, acho que fechou essa semana, né, pro envio dos projetos, mas a gente contribuiu de forma ativa o movimento TJCC e também Na décima sétima conferência nacional de saúde. E aí eu tenho o observatório de oncologia, que é o nosso, dos nossos principais projetos onde a gente traz Dados relevantes. Sobre o tema, a partir de dados, de banco de dados públicos Né, abertos. Então, a gente tem oito fontes de dados de saúde pública, vinte milhões de microdados cruzados e aí a gente tem a base de dados também da Abralli desses pacientes, desses mais de cinquenta mil pacientes que a gente acompanha a jornada dele E mais de sessenta estudos publicados. Então uma fonte de subsídio pra vocês é o site do observatório onde vocês vão encontrar pesquisas específicas Sobre a oncologia. A gente fez, pode passar por favor. A gente fez estudo sobre o impacto da covid na oncologia, E aí a gente vê que teve uma, dos procedimentos com finalidade diagnóstica, em dois mil e vinte, né, A gente teve uma uma queda, né, no Brasil, uma e e em dois mil e vinte e aumento. Então, a gente fez estudo, na verdade, elaborado, né, que não deu para trazer por completo, mas é claro que em razão da pandemia a gente teve uma diminuição desses procedimentos de finalidade diagnóstica. E hoje nós estamos né recebendo esses pacientes que lá na pandemia não puderam E isso é grande impacto pra rede como todo. E é nós não tivemos né, tempo, a gente não pôde se preparar agora pra esse Então a a questão da implementação da política ela é mais uma necessidade pra gente atender essas demandas e muitos dados ficaram pra trás né, quantos casos que não foram registrados com relação né, a a ao diagnóstico de câncer? Pode pode passar por favor. E a gente fez uma pesquisa agora que foi publicada em dois mil e vinte e dois, câncer como a primeira causa de morte nos municípios brasileiros. Então a gente tem a conclusão aqui depois da análise que foi feita desses dados abertos, que em seiscentos e seiscentos e seis municípios brasileiros, né, mais de dez por A gente teve aumento de noventa municípios né, quando comparado ao último levantamento de dois mil e quinze, Do câncer como a primeira causa de morte, tá. Aqui a gente tem até nesse panorama, A gente tem aqui, a gente observa que nos, que nos, nas regiões mais desenvolvidas do país a gente teve esse aumento, Mas é por conta da ausência de registro nos outros locais, nas outras regiões, né, é o que a gente estima. Mas esse é dado para gente muito importante, Que é o deputado. Porque vejam o impacto para os municípios né, da questão do câncer. Então esse foi dado que a gente trouxe, a gente fez estudo E vocês podem conferir a íntegra no nosso site. Pode passar por favor. E aí do observatório também, a gente tem aqui Né, a partir desses desses municípios, dos seiscentos e seis, a gente tem o dado que trinta e quatro são da região Que é o deputado? CentroOeste, então isso representa seis por cento do do do total, tá? Então, desses dados a gente vê aqui que trinta e quatro municípios essa essa situação ela é mais crítica aqui no no centrooeste com relação ao câncer. Pode passar, por favor. Dos vinte e dois municípios, vinte e dois municípios de Goiás Apresentam câncer como principal causa de morte, então isso representa sessenta e cinco por cento do total da região. Então desses né, que a gente está falando do CentroOeste, vinte e dois municípios de Goiás e aí a gente tem sessenta e cinco por cento do total Da região, então isso nos, hã? Isso. Não, são vinte e dois municípios, isso representa sessenta e cinco por cento dos trinta e quatro por cento Da região centrooeste. Assim do. Não, esse vinte e dois é número absoluto, isso tá. Mas esse, a gente tem esses dados, a gente levantou esses dados abertos, mas a gente sabe que muitos casos não são né, são subnotificados. Então o panorama pode ser ainda mais, mais grave né? Pode passar por favor. Falando especificamente sobre a lei dos trinta e sessenta dias né, cumprimento mais uma vez a deputada por essa legislação tão importante E que a gente tem feito trabalho com muito afinco pra que ela seja realmente efetivada né, a lei doze mil setecentos e trinta e dois. A gente tem aqui registro do hospitalar de câncer vinte vinte que feitos em dois mil e vinte e tá. Então mais de trinta dias aí pra esse diagnóstico, tá. Dentre os cento e trinta e três casos, treze pessoas foram a óbito. Então como eu eu eu estou ressaltando, esses são os dados abertos a gente levantou do registro hospitalar de câncer né, do RHC, mas a estimativa é que a gente tenha mais casos né, o que a gente tendo em vista a subnotificação. E o tempo de início de tratamento, né, levando em conta aí a lei dos dos sessenta dias né, os sessenta dias a partir do diagnóstico, No estado de Goiás em dois mil e vinte houve duzentos e sessenta e nove casos de tratamento tardio Do total de registros que foi de quinhentos e quarenta. E aí desses duzentos e sessenta e nove casos, quarenta pessoas foram a óbito. Então esses são alguns dados, que mostram né, a necessidade urgente, Da gente melhorar essa afetividade né, do diagnóstico, do tratamento. Mas eu queria ressaltar isso não é só uma questão específica aqui de Goiás ou da região centrooeste e isso é uma realidade que a gente acompanha no país como todo. E a gente sabe, né, da importância da regionalização do serviço porque alguns serviços só são feitos em regiões específicas, né, E a gente tem uma uma problema aí com relação ao diagnóstico e início do tratamento. A gente fez uma visita técnica da Braille em julho de dois mil e vinte e três, né. Eu queria muito agradecer aos profissionais que nos acolheram, que acolheram a Stephanie. Aproveito pra deixar também abraço a todos da Camila, da Melissa né que é responsável pelo nosso apoio ao paciente. Aqui é o deputado. Cumprimentar também em nome da doutora Catherine Moura que esteve aqui no ano passado, foi recebida pelos né nos hospitais pra que a gente pudesse Acompanhar a realidade ali e também conversar com vocês. Mas dessa última visita técnica o que a gente viu né, que há dois serviços de radioterapia para todo o estado né, Que estão no no hospital Araújo Jorge e também no hospital evangélico de Anápolis. Único serviço de transplante de medula óssea, Adulto para todo o estado, localizado também no Hospital Araújo Jorge, no HGG está em andamento e a gente sabe Que hoje dos problemas principais no país não é só aqui, mas é a questão do transplante de medula óssea, né. Isso é uma questão grave, a gente não tem tantos centros habilitados, A gente está na expectativa, né Verônica? Agora de sair essa normativa realmente do lá da coordenação, né, do câncer no Ministério da Saúde, Que eu preciso pontuar que tem feito trabalho especial e tem nos escutado, tem chamado todos para o diálogo, né. Então a gente espera que avance, a gente não tem a realização ainda do transplante de medular ocio pediátrico no estado, mas de Dificuldade também de compreensão da fila de regulação, em alguns momentos o paciente ele está guardando na fila do estado, o outro ele está na fila do município. Então, esse foi ponto de destaque aqui na visita, né. Como, como está, como está essa jornada do paciente, está a questão dentro da regulação, como está a fila, onde está esse paciente, a falta de acesso também a dos pacientes Exame de PCR, né. Isso é problema que a gente tem discutido também em âmbito nacional, né. Não tem acesso ao exame e a necessidade de fortalecimento da tensão básica aqui no município de Goiânia. Então esses são desafios né que eu estou trazendo aqui. A gente tem cenário que é caótico, mas a gente também, deputado, a gente fala de vida também. Quando eu estou falando do trabalho da sociedade civil de informação, Nós temos batido o pé pelos serviços, pelos cuidados paliativos, esse cuidado integral, pela reabilitação a gente está falando de vida também. Então, esse é trabalho da sociedade civil. Eu trouxe aqui alguns pontos né, pra gente poder falar aqui no nosso debate. E eu agradeço muito por nós podermos ter os diversos setores, as diversas áreas aqui para a gente discutir essa temática. O site do observatório de oncologia ou observatório de oncologia ponto com ponto b r, do movimento TJCC WWW tjcc ponto com ponto BRE0 da abrale abrale ponto org ponto br. Eu fico aqui à disposição Para nós discutirmos. Muito obrigada. Obrigada Luana. Nós aqui então a primeira parte, e eu quero agradecer muito a participação de cada e dizer da importância da relevância da participação cada com seu ponto de vista né, agora nós vamos ouvir os nossos participantes, eu queria registrar a presença do prefeito Adelino E da primeiradama, de Taguari. Queria também registrar a presença do Daszo de Amaralina e do prefeito Cláudio Henrique de Nasiolândia. São todos muito bem vindos. Eu queria passar então algumas perguntas pra que continuidade ao debate. Eu não sei se se a Aline Leal está nos acompanhando, está? Depois você entra. Beleza amigo. Muito bom. Então nós vamos passar a palavra agora a Sônia Maria Faustino, que é secretária de saúde. Que é o deputado? Cadê a Sônia? De onde Sônia? Pegar a minha colinha aqui. Bom dia a todos, quero cumprimentar a mesa, na pessoa da deputada Flávia. Muito importante esse tema que a senhora iniciou aqui essa discussão. E eu acredito deputada que A gente teria essa pauta e esse tema, a gente teria dias pra discussão. Eu fiz aqui alguns pontos, não quero Eu quero não quero ser repetitiva mas quero enfatizar aqui a colocação do do Jocimar, da Verônica E falar pouco do município lá na ponta. Dois pontos cruciantes. Rúbia própria, que já foi falado, política nacional e a política estadual. Dentro desses dois assuntos, Aqui ó deputado. Eu queria passar pra vocês, que não tem como fazer gestão lá na ponta, garantir o acesso do paciente, Garantir os serviços que o paciente precisa, se a gente não tiver norte, uma orientação. Então a Aline é muito importante Aline o que vem de cima pra baixo. Porque assim não tem como a gente município e discutir com o prestador ou discutir com o município polo que oferta o serviço se a gente não tiver nada legal na mão pra respaldo. Então assim, o Jales colocou aqui do Araújo Jorge, é gargalo enorme o nosso acesso. A política Aline, ela tem que estar descrita. Nós estamos sofrendo muito nos municípios, Da última portaria de oncologia que foi revista pra quitar agora, que não está bem claro, De quem que é a responsabilidade do diagnóstico na oncologia? E aí lá em si, lá nos municípios nós ficamos naquela. E aí eu pergunto pra vocês, não preciso de responder. Quem executa o serviço? E aí é aonde Jales a gente demora o acesso do paciente. Essa discussão não garante o acesso e o senhor não é o primeiro que fala pra nós Que oferta os serviços. A nível nacional deputada a gente sofre com isso demais da conta. Do prestador falar que tem o serviço e a regulação não deixar a gente encaminhar E fazer o paciente chegar nesse serviço. Por isso a gente precisa de uma política nacional e uma política estadual Que defina isso. Porque aí nós vamos ter documento pra chegar e falar o que que é que a gente tem que fazer. Então assim a base de tudo é isso daí. Nós temos aí o plano estadual de oncologia Que foi início pontapé inicial que eu agradeço o estado. Mas o que que acontece? Nós não temos garantia do que fazer com esse paciente na ponta não está descrito lá. E aí os os municípios do serviço que deveria estar aqui também falar pouquinho né do que que sofre lá. Nós gestores estamos mercê de prestador. E não é só oncologia deputada. É a nível nacional, tabela, A tabela defasada, tudo que a gente vai conversar de serviços, o meu município não executa, meu município é pequeno. A gente só encaminha, mas como eu estou na coordenação da Cirpirineus, que é a região onde está os dois principais unacons Da Macrocentro norte, que é o evangelho que é Santa Casa, tem mais de doze anos que eu participo dessas discussão de oncologia dentro da região. Então assim, nós estamos à mercê de prestador, não é só oncologia não. A gente faz, cadê o complemento de tabela? Então isso aí olha está amarrando o gestor, e a gente precisa muito, porque é vocês, É o que está sendo feito nesse momento deputada a lá na na câmara e tudo esses momentos de ouvir aqui É pra isso, e a gente precisa do norte que é as legislações, tanto estadual quanto federal. Deixa eu olhar minha cola aqui. Revisão da portaria, eu já falei, uso na gente segundo a portaria é né? Espaço físico que está todos os serviços no mesmo espaço físico, e a gente sabe que isso não acontece. Cada região tem tem a sua peculiaridade, de como que funciona o serviço, mas a gente precisa de protocolos únicos. Se a gente tem plano nacional, plano estadual, os serviços são os mesmos, os exames são os mesmos, Por que os protocolos ser diferente e cada NACON agir de uma forma? E cada NACON tem sistema do do primeiro atendimento. Cada na libera tipo de exame e outro não. Então se vai vim e sempre a gente nos municípios a nossa força maior é a legislação que são as portarias e os planos nacional e estadual Então que vamos garantir lá, o que que a gente tem que fazer com esse paciente. Tá? É é fundamental, nós estamos carente disso. E os municípios gente, eu quero finalizar aqui, se não vou me prolongar muito, os municípios fazem sim gente muita coisa. E com muita seriedade. Há muitos anos que a gente sabe nos municípios a gente tem que fortalecer a atenção básica. Isso aqui, o fortalecimento da atenção básica, é uma lei pra nós nos municípios. E a gente faz milagres nos municípios. Desde a pandemia, a gente cria, a gente investe com recurso próprio, Traz especialistas pros municípios negocia com o paciente, paciente eu consegui o exame tal, é mais em conta, eu te dou o transporte porque se for esperar o exame da oncologia pra fechar diagnóstico ele não consegue o tratamento em tempo hábil, então nós municípios fazemos muito, temos muito que qualificar sim, Precisamos do apoio do estado, do ministério pra qualificar mas é é é prioridade nossa investir na atenção básica e qualificar. É muitos municípios que o índice não é mais quinze por cento. Do nosso colega Dijam, quanto que é o índice dele? Vinte e nove por cento. Então assim, O que que é isso? É a gente tentando fazer, doutor, o paciente chegar lá dentro do, do hospital mais atendido possível, tentamos fechar diagnóstico pra inserir no sistema Já com a biópsia, pra dar andamento. Então assim, é isso, é esse momento que nós estamos aqui, cada fazendo o serviço De casa, mas a gente precisa de norte que é a política nacional e a estadual. Obrigada. Qual que é seu nome? Sônia, muito bacana o que a senhora falou. A gente vê que a ponta sofre né, mas assim, não desanima não. Se eu fosse desanimado também, jogar a toalha né, só está, tem que ser forte, Tem que ser persistente e lutar que o paciente consiga o tratamento, o diagnóstico dentro da lei da doutora Flávia aqui. Obrigada, Sônia, participação importante conosco. O Walber Barreto do Núcleo Esperança de Goiânia. Bom dia deputada, eu saúdo a mesa, professora da deputada doutor Jales pessoa que eu assisti muito. Eu quase cancelei minha fala porque tudo já foi já foi falado não precisa mais compilar nada né? E mas eu queria só, Reiterar reforçar essa questão das judicializações tanto de exames quanto de medicações, nós temos Voriconazol que é Já comercializado no Brasil há tanto tempo e o ano passado a conitec incluiu no hall de medicamentos, não é, Ele é não é pro câncer específico mas pra doença oportunista né, nós temos muito caso de criança com câncer que tem invasosa invasiva e a gente está lutando com essas com essas judicializações de Voliconazol, tentado usar a sociedade viu pra comprar esse coniconazol pra servir os pacientes lá da oncologia pediátrica do Hospital Araújo Jorge, gargalo imenso né o desatinibe também que é pra pra preparação pra pro transplante nós temos paciente esperando e está como o doutor Jales falou muito bem, perdendo o time, o termo certo é esse. Perdendo o seguimento do tratamento por causa de exames e de medicações. Em relação a exames né, o PCR, É PML raro, nós temos pago todos os meses também junto com a sociedade civil pessoas, adota paciente, paga exame, PET CT também que ajuda né no estadiamento mas aí eu fico desanimado quando eu ouço Falar que em citologia parasitário está tendo problema então não dá nem pra falar né de PML dá vontade de de ir embora porque se Sim citologia que é básico está tendo esse problema, e olha olha só o que nós estamos fazendo aqui, nós estamos discutindo Financiamento né, de uma doença que em dois mil e trinta vai se tornar aquilo que foi falado aqui. E nós estamos falando ainda de coisas muito incipientes, muito pequenas ainda, e a instituição que eu faço parte tem vinte vai fazer vinte e três anos, e a gente está lançando projeto agora que A expectativa muito grande de poder salvar muita vida que vai chamar Oncopedia precoce, é aplicativo que vai ter uma Oncho pediatra na ponta, e que nós temos uma dificuldade imensa, o diagnóstico da da da de oncologia pediátrica da do do câncer infantojuvenil precisa do onco pediatra que tem olhar de oncopediatria e ele só tem contato com o onco pediatra quando ele chega lá na unidade que vai fazer né aquilo que a Sônia falou nos municípios ali está tem toda essa dificuldade em várias áreas, na oncologia pediátrica isso é muito mais acentuado. Então a expectativa é que esse sistema esteja disponível já está em teste, vai estar disponível o próximo mês, Nós né está sendo custeado por parceiros do do do Núcleo Esperança vai estar disponível né pras mais de mil e trezentas unidades básicas de saúde do estado, E o objetivo é que qualquer indício ele possa lançar no sistema, vai ter chamado pra orco pediatra ele vai fazer teleatendimento vai pedir o exame especializado, nós precisamos que funcione bem essa rede para que os exames sejam feitos porque só o oncologista atender, mas não fazer os exames, é melhor jogar no lixo também não vai funcionar. E nesse momento também já vai abrir chamado pra pro serviço de psicologia, O psicólogo vai atender porque é possível diagnóstico de câncer na infância e adolescência Já a gente sabe que já começa a ruir todas as estruturas e aí ela já vai ter também atendimento pra quando ela chegar, Seja lá onde for né daqui tempo o Arau Jorge ou Cora né, ele ele já ela já teria esse Para o emocional que já está tudo bagunçado. E pra encerrar, eu queria assunto também bem recorrente, Que eu queria lançar o desafio pra pra ser discutido tanto no estado quanto na na Secretaria Municipal de Saúde, nós temos gargalo gigante de gigante que nós não sabemos por que isso tem acontecido. O Hospital já disponibiliza duas vagas dois dois Atendimento de casos novos por dia por médico. São cinco médicos cadastrados então nós temos aí dez casos novos que poderiam ser atendidos Por dia por né todos os dias lá no Araújo Jorge. E você encontra no sistema muitas vezes da secretaria municipal de saúde, É dois casos, três casos e aí quando vem a marcação marca para daqui cinco dias seis dias e lá no hospital muitas vezes chega cinco num dia só e fica uma semana sem chegar ninguém, então a gente precisa discutir isso e pensar, onde está esse, onde está essa interrupção? Né? Nós precisamos descobrir isso porque o tempo nós estamos perdendo o time no na no no encaminhamento pra lá. Então nós precisamos discutir isso. Com a secretaria municipal de saúde, com com o estado seja lá já foi falado alguns pensam em o estado pegar não é não é não é prerrogativa do estado, mas sei lá discutem também do estado já que é, único município pra fazer toda a oncologia do estado, Sei lá, de repente o estado fazer essa distribuição dessas vagas, eu acho que é pertinente pensar de todas as formas, desde que resolva o problema, Né isso é é nós temos tido esse problema médico com e aí fica ah o hospital não está disponibilizando senão não tem vaga Tenta arrumar uma vaga lá não, o médico está de braço cruzado esperando o paciente mas o sistema lá está bloqueando isso, então nós precisamos pensar nisso de forma é bem responsável porque isso nós estamos falando de vidas e de casos que estão crescendo, crescendo crescendo e que em dois mil e trinta vai virar tudo isso que que nós nós ouvimos aqui. Obrigada Tatá. Obrigado Walbe. Colocações importantes, eu queria até registrar que a secretaria de Goiânia foi convidada pra estar aqui conosco, né, não foi nem. Mas, tem alguém aqui de Goiânia representando? Não, né? É, mas a gente queria muito que estivesse, porque é muito importante porque ela é detentora dessa regulação, então apesar de ser a gente pensa Goiânia ela Na regulação do estado né, e com isso a gente tem aí muita dificuldade porque a gente não consegue conversar né, então ela tem que estar nessa mesa, a gente tem Que é o deputado? Está falando com ela também, EEE às vezes problema é tão grande, que a gente a gente quer até fugir dele né, mas eu acho que nós não fugir Verônica, nós temos é que todo todos juntos trabalhar juntos pra gente poder trazer soluções né, a gente sabe que é peso muito grande Pro estado, pra entidade, pro governo federal, para o município, mas a gente sabe que se todos nós trabalharmos juntos tem que esperança, não podemos desistir. Então eu queria agora chamar aqui, nós estamos com alguns problemas em relação a essa regulação de Goiânia, não é só esse, temos problema também da transferência de recursos, né inclusive eu já falei isso com a Verônica, pras entidades né Goiânia demora muito né, então quando a gente do câncer com a doença sensível ao tempo, seis meses pra você receber pra conseguir fazer procedimento, você receber seis meses depois com dinheiro na conta da prefeitura, Você vai deixando pacientes em atendimento né, então isso é muito grave. A gente tem trabalhado nisso, inclusive a Aline está aqui nos ouvindo, a Camila. Camila está aí depois ela vai falar disso também. Aline está aí nos acompanhando, eu já tentei junto ao Ministério da Saúde, a possibilidade da gente conseguir carimbar as nossas emendas não chegam né, elas ficam na conta e têm dificuldade enorme de ser repassadas, da gente conseguir carimbar quando coloca a emenda, Mesmo que passe pelo fundo municipal, porque tem que ser fundo a fundo, mas a gente conseguir deixar ali, o CINES Da entidade para que esse recurso chegue, né. E a gente tem essa dificuldade grande, nós trabalhamos nisso há muito tempo e é difícil de chegar. Vou Chamar agora a Léia Mendonça, secretária de Santa Teresa de Goiás. Cadê a Léia? Ô Léia, Seja bem vinda. Janete, passa para a Leia ali. Bom dia a todos. Quero, trago aqui, deputado, abraço do nosso prefeito Edson Palmeira, da primeiradama Miriam. Bom pessoal, Como a a nossa gestora, Sônia, foi falada aqui, da nossa PPI, né, deputada. É é uma situação difícil na nossa PPI. Os nossos paciente vai fazer os exame, Como vai fazer esses exames da nossa na nossa situação que está muito complicada, muito difícil Pra fazer essa PPI? Como que a gente tem que chegar numa situação e resolver essa questão? Não dá pra continuar dessa forma. Temos que rever essa questão da nossa PPI. E eu quero aqui deputada fazer pedido pra nossa regional. Somos lá treze município. A questão do nosso HCM. Ali nós temos hospital excelente. Sou defensora do HCM. Eu quero que sou representante do nosso município, dos treze município deputada. Que A questão ali do nossos paciente ali que faz radioterapia. A logística ali vem até Anápolis. Eu gostaria que fizesse ali no HCM, fica mais prático, mais fácil pro nossos município. E o nosso hospital ali é exemplo pra nós. Nós conquistamos ali o HCM. Então eu peço apoio pra que os nossos paciente fique até ali. Até aqui pra Goiânia fica até mais Mais fácil, né, desafoga aqui o estado de Goiás, aqui no está aqui em Goiânia. Vamos centralizar ali no nosso HCM. Então pessoal, eu peço aqui a vocês deputada, que vamos dar atenção à nossa VPI, vamos chamar atenção aos demais pra que nós podemos regularizar essa situação da nossa PPI que não dá mais pra continuar desse jeito. Desde dois mil e treze essa PPI está dessa forma. Eu entrei em dois mil e dezesseis, e ela está dessa forma. Eu creio que tem mais gestores aqui que que vê essa situação. Quando os paciente chega pra fazer o exame não tem condições de fazer, é igual a Sônia falou, nós vamos no particular Pra que os paciente chega pra fazer os exames pra pra dar continuidade nos no no no nos diagnóstico. Porque não dá. Quando chega para ali, ele não chega até o final. Então eu peço AAA senhora deputada que vamos dar atenção pra nós tá? E deixo aqui o meu pedido ao nosso HCM que dá o apoio ali pra nós né, Que que que ampara a nós ali, né? O eu sou amante ali do HCM. Amo ali aquele hospital, Então hospital muito maravilhoso, e a minha região ali nós somos treze municípios. E todos os nossos treze município Depende ali daquele hospital. E o mais, muito obrigada. Obrigada Leia, realmente, o hospital de Uruaçu é grande conquista pra Goiás. A gente deve parabenizar o nosso governador Ronaldo Caiado, fico feliz porque ele coloca, podia, ainda não Tá mas ele já já está fazendo atendimento de referência à oncologia, é dos hospitais que está fazendo atendimento de oncologia no estado, Que é o deputado? Né? Então a gente vê aí uma luz né, porque a gente percebe que existe a vontade de fazer, mas sempre com grandes desafios, questão de financiamento, todas as né, eu acredito que que que daqui a pouco a nossa representante do governador, ou a Lucenda, vamos falar sobre essa questão Deu atendimento lá no HCN. Vou chamar mais uma pergunta e depois a gente passa nas considerações finais e a gente vai falando Que é o deputado? Sobre o que foi questionado aqui. Carlos Galvão, a secretária de saúde de Itaberaí, que deu Carlos, está aí? Seja bemvinda Carlos. Bom dia a todos, bom dia deputada Flávio Moraes. Nome da senhora eu cumprimento os demais participantes da mesa né, como o meu colega falou ali não sobrou muito pra se perguntar e nem pra se falar porque tudo já foi dito, interceptorial usando as palavras da Carla, nossa técnica. E é isso que a gente precisa, né? Apontar os gargalos, Saber quais são os problemas, nós temos aqui pessoas de todos os setores né, nós temos o Legislativo representado, nós temos os municípios representados, E essa é uma atitude muito nobre e como a Verônica fala a senhora tem a a as portas sempre aberto pra gente e a gente agradece isso. Então a gente tem tem visto que essa discussão intersetorial como foi apresentada pela Abralho né, ela é necessária, ela tem que acontecer, A gente lamenta que às vezes, a burocracia, a exemplo da época do Covid né, que foram feito vários decretos, várias leis de última pra que pudesse atender as demandas da saúde, pra gente poder atender a população porque senão as pessoas morreriam, né, EEE0A discussão intersetorial ela é extremamente importante pra gente poder achar os principais defeitos, alocar recurso em local correto, Financiamento adequado que a gente já ouviu aqui, né muito bem dito também pelo doutor Jales né que às vezes não é, não é suficiente, mas também há alocação do recurso No local inadequado EE0 incentivo também às vezes que não chega pra atenção primária, como a A Sônia disse né, os municípios têm feito o dever de casa né, quase é isso é quase que uma uma regra pros secretários de saúde E o Cosemes e o CONASEMS trabalha muito essa situação, gestor entrou novo, porta de entrada, tensão básica, aprender a saber o que que é, Pra poder fazer o dever de casa que é a prevenção, e só a título de contribuir com tudo que já foi dito né? O quanto é difícil às vezes a gente estabelecer uma nova política, uma Com uma novo conceito de alguma coisa dentro do município, ou na ponta, ou nas linhas de cuidado, o município de Itaberaí, Ele participa hoje de projeto de pesquisa, do doutor Ruffo, lá do Instituto Cora do Hospital das Clínicas, Que é projeto de pesquisa em prevenção ao câncer de mama. Ele é estudo longitudinal, que vai dar mais de dez anos de estudo, E basicamente pra vocês entenderem é o quê? Ele é o agente de saúde trabalhando na prevenção do câncer de mama, Né uma parte deles outra parte trabalhando de outra forma, pra auxiliar as mulheres ao toque da mama na prevenção, Antecipada do câncer de mama pra que essa mulher entre no serviço o mais rápido possível e faça o diagnóstico, como a Verônica falou, seja a cirurgia, Seja o tratamento, seja retirado de nódulo. Então assim é uma coisa simples, que nós temos já no nosso município, a gente tem o agente de saúde, a gente tem o postinho, tem a unidade básica de saúde, Porém às vezes você não pode fazer, como muito foi bem dito por todos porque a gente tem ou algum órgão ou alguma classe Ou algum alguma situação econômica, eu falo dos de várias situações, alguma política que você tem que estabelecer, e aí o trabalho do Legislativo Ele é muito importante nesse sentido porque a gente precisa levar essas demandas pra que isso também possa ser votado, que isso possa ser discutido e possa ser colocado como lei, às vezes a gente não pode colocar porque ah, o 0 agente de saúde não pode não pode tocar a mama, o agente de saúde não pode fazer isso, então a gente tem empecilhos. Então, colocando ponto simples, mas isso vá pra vai pra todos os lugares deputada. E então assim e a gente poderia às vezes alocando pequeno recurso, Num pequeno serviço a gente podia fazer diferença numa coisa lá na ponta né? A Braille colocou isso muito bem, e Por isso que eu digo que eu não tenho uma pergunta, mas se eu pudesse falar alguma coisa eu falo, continue com esse trabalho, façam leis que realmente sejam resolutivas os municípios né, os conselhos têm trabalhado pra que isso chegue na ponte e seja pactuado na SITI, na CIBI, na CIBI, na CIIS pra que a gente possa criar realmente linhas de cuidado Que atenda o nosso povo, né, e essa discussão aqui é é enriquecedor e eu saio realmente daqui feliz, eu sei que é uma ponta de uma coisa que a gente está discutindo, Mas parabenizo novamente a deputado pra abrir a porta pra essa discussão. E a minha prefeita Rita de Cássia também manda abraço pra senhora. A assessoria da senhora mandou, o comunicado pra ela né e ela me ligou ontem à noite você vai instalar? Eu falei vou instalar sim, estarei presente. Muito obrigado, Deus abençoe vocês. Obrigada Carlos, A gente aqui encerra as inscrições de participação, e eu vou fazer alguns comentários, e o doutor Jorge vai conduzir as considerações finais, Todos vão falar novamente pra gente fazer as considerações finais. Eu queria assim agradecer muito a participação de vocês, eu sei que, Talvez esse talvez nem seja o fórum adequado pra essa discussão. A gente está puxando pra nós uma coisa que talvez nem seja nossa, eu sou deputada federal só Né e na verdade é, porque na verdade a gestão da saúde ela ela não passa por nós assim, A gestão, mas mas o que que acontece eu sou uma deputada que estou nos municípios com doutor Jorge vocês sabem muito bem disso todos os dias E a gente sente uma impotência muito grande e a gente tem recurso a gente tem está lá conversando com o ministro está falando com presidente da câmara está falando com tanta gente, e eu fico assim gente o que que eu preciso fazer pra gente melhorar porque nós estamos vivendo realmente caos, caos é assim não é culpa de ninguém, não estamos aqui pra apontar dedo. A gente está aqui pra tentar construir solução, Achar caminhos, organizar, porque às vezes a gente está perdido né, todo mundo esforçando demais, cada batendo cabeça, E a gente não consegue colocar coisa pra ter fluxo, que consiga ser mais inteligente, que traga uma resposta mais inteligente pra população. Hoje a gente vê, e aqui foi falado por quase Hoje a gente vê, e aqui foi falado por quase todo mundo, a falta do diagnóstico precoce, Ela custa muito mais caro, então não está faltando dinheiro mas se está faltando por que que a gente está fazendo errado? Por que que a gente não faz com que esse Recurso seja bem aplicado a ponto da gente pegar esse paciente lá no começo, que vai representar Mais chance de cura, e que vai custar menos pro sistema, por que que a gente não está conseguindo ainda fazer isso? E aí a gente sente o esforço de todo mundo. Ministério da Saúde está tentando, está lá, criou departamento específico pra isso. E o Fernando ele tem sido muito presente lá nos debates. O 0 governo do estado está tentando, está lá, o HCN está lá, está referência. Hoje nós temos várias referência no estado, Tá tentando fortalecer, já tá aí, está tentando, está tentando a gente ver o esforço. Da mesma forma O conselho né dos nossos secretários municipais tanto nacional quanto quanto o do estado de Goiás o Cozemos, tem se reunido, tem falado, tem participado, estão sempre atuantes, apontando os problemas, as dificuldades, os desafios, Né então a gente sabe que existe uma boa vontade. Sociedade civil está aqui, todos juntos contra o câncer, é movimento fortíssimo, Presentíssimo que está aí sempre também mostrando, falando EEE apresentando dados né, então Aqui a gente está nesse momento é o momento ah é pouco Sônia dia só é pouco? É sim, mas a gente precisa sim estar dando esse pontapé, E esse espaço aqui, ele está à disposição, porque aqui vocês vão trazendo e nós vão levando pra lá, que a gente tem força política pra isso, pra ajudar a trazer resposta, a gente consegue movimentar a o esse Que foi aprovado esses dias, esse essa política nacional, eu sempre fico pensando se é plano, a política nacional do câncer que foi aprovada esses Muito importante é grande passo, então nós estamos num momento assim que a gente acredita muito que a gente vai dar uma uma virada de chave agora, né. Por por dois motivos que eu falo, é essa demanda gritante né, esses números enormes que nós temos pela frente né, isso aí Chama atenção de qualquer política pública né, setecentos mil novos casos, isso aí vai chegar na porta, vai bater na Que é o deputado? Porta né, então a gente sabe que que isso é uma coisa muito forte. É a segunda questão, a aprovação da política nacional, ela Clara que o parlamento está querendo uma resposta, né. Quando eu aprovei a lei do câncer, a lei de sessenta dias que é a autoria nossa, foi no meu primeiro mandato, Eu andava no ônibus e o pessoal vinha deputada me ajuda a conseguir, tinha paciente com ano pra conseguir tratamento, foi quando a gente apresentou, naquela época quando eu levei o projeto ele disse não isso aqui não aprova não porque não não consegue não, não vai passar, não vai aprovar. E a gente insistiu dois mil e treze já era lei, então assim a gente tem condições de de forçar, né, não tem jeito é a primeira resposta, mas não tem jeito pra mim eu nem escuto, tem jeito se a gente acreditar e trabalhar tem jeito. A questão da rubrica como eu falei, Nós vamos trabalhar por isso agora, estamos lá CMO, nós já estamos atento, vamos apresentar emenda pra isso, vamos trabalhar no PPA também, Essa questão do orçamento, isso aí é com a gente, nós vamos trabalhar nisso, nós vamos trabalhar nisso. E e vai ser muito importante. Agora a gente precisa também organizar o fluxo melhor, a gente precisa trabalhar nisso. Eu sei viu Aline, que o Fernando está empenhada, ele pode contar conosco, nós vamos estar ajudando nisso. Eu tenho uma audiência que a ministra vai estar falando conosco Daqui a umas duas semanas, a minha pauta número é essa, dessa questão da rubrica, da atenção, atendimento a pacientes com câncer. A gente que são muitas demandas que vocês têm, a gente sabe disso, mas essa questão do câncer ele nos preocupa muito pelo volume E por ser uma doença sensível ao tempo né, então a gente precisa agir melhor pra gente conseguir avançar. Tivemos uma reunião com O 0 Jales na bancada que impressionou a todos os parlamentares, ele já saiu, está aqui né, está escondidinho ali. E a gente tem certeza viu Jales, que aquela aquela sua fala foi muito impactante e e esse ano vai sair, nós vamos ter condições de ajudar. Hoje O Jales tem o serviço, tem expertise e precisa de espaço, olha aí Verônica, as contradições né, o serviço, equipe, equipamento, está tudo lá, e não cabe o povo lá dentro, As pessoas estão na rua lá, a gente chega lá os paciente está lá na rua não tem nem, não tem nem nem cobertura pra ficar não não cabe, né. Então eles têm projeto importante aí de ampliação, que com certeza tem a sensibilidade da bancada e forte, viu Jales. E a gente sabe que a gente vai rompendo nisso. Tivemos também, eu quero transmitir pra vocês acompanharem conosco a reunião da bancada com o governador Ronaldo Caiado semana passada, ele que pediu. Deputado reúne os deputados que eu quero falar com eles e ele trouxe pra nós vários alguns assuntos, Mas mas o principal preocupação maior dele que que é? Recurso pra saúde. E hoje nós estamos aí vivendo e acompanhando as dificuldades dos estados e dos municípios, ele é com essa redução do ICMS do combustível E impactar em todos os estados e municípios, nós sabíamos disso, aconteceu lá atrás, a gente sabia que ia acontecer, só que ele foi esperto, governador danado. Que que ele fez, ele criou o foi de FUNDEINFRA, na época foi, brigaram, brigaram aqui na Assembleia quebrar tudo, e ele Firme, como ele sempre foi, vou aprovar, aprovou. Hoje, os outros estados estão morrendo, e ele está lá, tem condição de investimento graças A esse fundo que ele criou pra infraestrutura, só que pra saúde ele ele sabe está consciente ele quer ele já falou pra nós a emenda esse ano de vocês é saúde, mas não é saúde, eu preciso saúde, então ele está preocupado, ele sabe disso, a a situação dos municípios é gravíssima Gravíssima gravíssima, eu estou muito preocupada, nós temos aí perspectiva de de daqui mês os municípios brasileiros né, Goiás não, Não darem conta de pagar a Folha, viu? Porque o impacto da redução do ICMS do combustível, piso que foi feito por decreto Professor que pesou muito no orçamento dos municípios e a queda do FPM que cada mês está caindo mais, Inclusive é uma pressão muito grande, alguns municípios já vão entrar em greve, então assim a situação é muito caótica. E é nesse cenário que nós estamos hoje com esses números que eu falo aqui. Então a gente sabe da nossa preocupação grande em relação a isso, mas estamos atentos e Olhando com prioridade pra essa questão do acesso. Uma uma coisa da política nacional que foi aprovada que eu achei muito importante talvez é uma parte muito Interessante e importante é a questão da da do programa nacional de navegação. Que que é isso? Qual o caminho que está percorrendo pra chegar a ter o seu atendimento, o seu diagnóstico, o seu atendimento até a princípio ele fala mais do paciente Josimar com com como é que nós vamos chamar aqui com alta suspeita. Paciente com muita suspeita, qual qual o caminho dele pra ele conseguir? Doutor Jada coloca uma coisa aqui, desafio e uma dificuldade, que aí eu A Lucenda pode olhar pra nós com a Camila, o paciente com suspeita ele consegue a consulta. Mas e os exames? Ele consegue a consulta com o Onco com especializada aí o pedido dos exames, como que ele faz? A tomografia, são vários tipos de exames, aí como Consegue. Aí ele vai pra fila normal e o paciente de câncer talvez ele tinha que estar numa fila especializada né. Ele poderia, O Jares está sugerindo que há cartão de crédito pra ele seguir essa fila, porque se ele entra na fila da tomografia normal quanto tempo ele demorar pra fazer, se ele não tiver condição né, e e uma doença sensível ao tempo. Então são muitas coisas que a gente pode estar pensando, As ideias foram muito boas, eu quero agradecer, nos colocar à disposição. Estamos à disposição viu do de toda de toda a rede, Pra gente fazer esse movimento. Nosso gabinete tem recebido muito todos que têm procurado falar sobre esse tema E a gente está à disposição pra isso, estamos muito em contato com o deputado Wellington Prado, a deputada Silvia Cristina, o deputado doutor Frederico, que é Oncologista que tem atuado muito nessa área, e vamos trabalhando juntos nós precisamos muito de vocês pra nos guiar, Pra nos pautar, pra gente poder trazer resposta. E a gente vai, viu? Pauta é que nós vamos atrás. Então eu passo agora pro Doutor George, ele vai conduzir Esse momento de considerações finais, né. E mais uma vez eu agradeço ao Doutor George, esse médico missionário que tem feito aí É grande trabalho na prevenção ao câncer. Agradeço muito a parceria que ele traz hoje nesse seminário, disponibilizando esse espaço, equipe, tanta estrutura né Joana. Agradeço a Joana também minha assessora de Brasília que está acompanhando a área Saúde do processo legislativo e ela está aqui hoje atenta já ela vai apresentar relatório sobre tudo que foi dito aqui Para a comissão especial do câncer né, nós vamos levar tudo que a gente falou aqui, ela vai levar em forma de relatório Sobre a nossa discussão em Goiás para a comissão especial do câncer. Eu, eu vou fazer o seguinte, eu vou fazer minhas considerações finais e vou retornar a palavra pra quem de direita né fazer as considerações aqui pro pessoal né. Só quer falar o seguinte, que pra mim né, não existe lei maior do que a lei da semeadura né, a gente colhe o que a gente E essa sementinha que vocês estão plantando aqui hoje, eu não tenho dúvida né que esse é o caminho, através de iniciar com pequenas discussões, depois vão ampliando, Vai despertando o sentimento das pessoas, e aí nós vamos chegar a encontrar soluções né, acho que há muitas mãos é que a gente vai poder fazer a diferença, Né e aqui, né só pra que nós possamos né ao colocar a cabeça no no travesseiro repetir sobre tudo que foi colocado aqui, nem tudo eu participei, né, mas que nós possamos nos fazer uma pergunta né. Qual que é o preço de uma vida né gente? A questão aqui é tanto é dinheiro qual que é o preço de uma vida né? A vida é bem inestimável né, não tem preço. Então que nós possamos colocar em todas as nossas discussões né este ponto, e principalmente se for alguém Né que nós amamos né, que é alguém que está no nosso elo. Né e como foi colocado aqui com setecentos mil novos casos de câncer que vão vir por aí, Certamente também vai bater na nossa porta infelizmente né, então que nós possamos né colocar né essa discussão Em todos os momentos, em todos os lugares oportuno, todo momento é oportuno, pra que nós possamos estar discutindo essa questão. A questão muito né sensível, entendeu, mas eu não tenho dúvida, que se esse é o caminho, né então, nós temos que acreditar nesse caminho cada buscar fazer a sua parte, né cada participação de cada é importante, que nós possamos né cada Né fazer a sua parte aí eu não tenho dúvida que as mudanças né vão acontecer, né e e acreditando nisso, que nós estamos aqui na Assembleia Legislativa, Né pra poder dar total apoio a qualquer ação dessa, né, acreditar nessa caminhada junto vocês fazerem diferença a cada a cada vida, né que que que é salva quando você faz diagnóstico, quando E eu falo pra vocês que eu tenho convite com tantas histórias né bonitas e cada uma me enche de esperança né. Me enche né e me dá a certeza que nós estamos no caminho certo. Então vamos continuar nesse caminho, vamos ampliar esse caminho, Né gente nós temos que estar firme nesse propósito são tantas pessoas de bem que nós temos né, então vamos estar trabalhando nesse sentido. Então passo a palavra aqui para deputada Flávia, muito obrigada pela participação de vocês. Obrigada doutor Jorge, queria só comentar a sugestão do Josimar quando a gente falar de Prevenção, diagnóstico, tratamento e colocar reabilitação e cuidados paliativos também né, que é importante. Na verdade vamos ampliando nosso escopo de de debate. Queria então retornar a palavra pra Aline, Aline é muito importante ouvir você nesse momento quando você já várias pessoas aqui de Goiás, obrigada por nos acompanhar viu desde o início da reunião, e você está com a palavra. Boa tarde, eu que agradeço deputada, deputada do Jose a oportunidade né? Nós agradecemos por poder escutar né, os gestores, os profissionais, a cidade civil em relação aos desafios do estado de Goiás. E eu queria especificamente falar pouquinho sobre a demanda de retorno em relação à demanda Sobre 0A0 protocolo de autossuspensão, nós estamos com em andamento já com uma elaboração de documento, Que pra nortear né, federalmente sim, foi protocolo de alta suspensão que está sendo discutido aqui no ministério, incluindo não só a questão especializada com atenção básica, obviamente, e outros atores, EEA gente espera o quanto antes também contar com a participação de outros atores pra discussão no fórum mais ampliado desse documento assim que ele tiver elaborado, Concordo totalmente né, com a questão da necessidade e da importância do diagnóstico precoce, da deteção precoce que a gente não só tem aí o, vamos dizer assim, o impacto orçamentário menor mas em relação à possibilidade de cura desses Paciente, né? Eu acho que isso é uma coisa muito importante, quanto antes você diagnostica esse câncer maior a chance de cura. E a gente Acredito que todos nesse, que estamos aqui nesse esforço coletivo é, dar uma boa qualidade de vida pra todos os pacientes, e possibilitar a cura de todos que nós pudermos contribuir pra esse, pra esse desfecho. Em relação às habilitações né, que foi colocado colega da, nós estamos nesse movimento também de reavaliação das habilitações, É revisitar desses critérios e a agora em agosto mesmo a gente publicou portaria e oitenta e oito que ele, que altera a portaria de consolidação dos serviços de alta complexidade. E aí a ter recomendação a Sônia, nessa portaria, Sônia, já estão descritos os parâmetros que os e Devem mínimo, obviamente, né, o 0 está fazendo acima do parâmetro, de atendimento daquela população adescrita, que corresponde a mil casos novos. Então assim, Essa portaria acabou de sair né dia vinte e oito, e eu convido a todos a tomar conhecimento dela, E, e agradeço acho que em relação também a deputada Flávio essa questão do orçamento, Nós estamos aí à disposição pra estar apoiando no que foi necessário, e essa discussão ainda está em curso, E a gente sabe que o apoio também em relação à revisão de de outras questões, Com protocolos, em relação ao câncer e fonte de juventude infantil também a gente teve algumas alterações nessa portaria Dia em relação a mutações dos hospitais oncológicos, dando destaque a essa convenção adolescente, criança adolescente, Então são algumas novidades que a gente tem trabalhado, né? Como deputada Flávia colocou, a gente tem trabalhado assim em parceria com A sociedade civil, quero agradecer também a Braille, e estamos abertos pra Qualquer demanda que venham surgir, a participação também nos fóruns regionais a gente tem participado, E agradeço a todos. Obrigada. Obrigada, obrigada, viu. Aline, eu queria trazer uma informação antes de passar pra Camila, eu secretário de Itabiraí está aí, a Rita ela foi a causadora disso. Eu sou relatora da da da ANP que vai virar projeto de lei pra conclusão prefeito de Faina Paulinho, a conclusão de obras inacabadas. E a gente está apresentando o relatório essa semana que vem, ele trata das obras do FNDE. E aí o que que nós estamos fazendo? Estamos incluindo a saúde. Então isso aí também vai ser muito importante e e surgiu da Rita. A Rita me pediu uma audiência lá no Ministério da Saúde pra resolver problema de uma unidade de saúde que está pronta, funcionando e que o Ministério notificou mandando devolver o recurso, porque ela não fez prestação de conta porque o convênio venceu, então não tem como fazer mais a de conta do convênio está vencido, e aí o nosso a nossa lei essa lei a gente vai autorizar A repactuação, a reprogramação dessa obra, nesse caso em prazo, pra ela poder fazer a prestação de conta. Em outros casos até com recurso, né. Então a gente, para o FNDE, as obras do CMEIs a gente tem quatro bilhões, que já estão garantidos nessa lei, 000 da saúde eles iam fazer outra MP Agilizar eu já vou autorizando pra ir resolvendo esses casos mas são mais de três mil obras de de unidade básica de saúde que estão também Nessa situação que vão ser entrar nessa lei que acompanha semana que vem viu que a gente vai estar votando aprovando se Deus quiser na Câmara Federal. Doutor Jorge. Pedi licença aqui pra poder, só pra fazer mais alguma, uma intervenção. Eu, quando eu estava falando, chegou uma mensagem pra mim aqui, são muitas que chegam por dia. Né porque a gente ficou médico né, hoje, Exatamente às onze e cinquenta e seis. Daí eu queria compartilhar com vocês essa mensagem. Olha é doutor Jorge, Eu me chamo Alcivânia. Meu pai, se chama Alziro. Não sei se o senhor vai ler essa mensagem, Mas eu venho aqui pedir a sua ajuda neste momento difícil pra nós. Em julho, meu pai foi diagnosticado com câncer de pulmão. Desde então ele vive internado, dia sim, dia não. Ele é do Tocantins. Ele teve a primeira consulta porém, Precisa ter outra, mas vai demorar demais. Então eu e meus irmãos que moram aqui entramos em consenso de trazêlo pra cá, Por isso né, estamos te pedindo ajuda, porque o senhor sabe que tem caminho longo a percorrer pelo SUS. Então eu queria ver se o se o senhor, se você nos ajuda no encaminhamento. Infelizmente o caso dele não é cirúrgico, Devido o tumor nesse estar muito grande e perto do coração. Entendeu gente? Eu só lendo essa mensagem pra você ver que a angústia que é, né nos sentirmos na suposição que nós estamos impotentes, Né, mas a certeza de que, né nós estamos no caminho certo então a gente nós precisamos de vocês né que seja aí a a nossa voz, o nosso para continuarmos nessa luta né. São por eles né que nós estamos aqui nessa luta tá. Obrigada doutor Jorge. Passar a palavra pra Camila que fala em nome do nosso governador Arnaldo Caiada. Agradecendo né a oportunidade, estou aqui como representante do governador mas eu faço da equipe técnica da secretaria de estado da saúde né, então todas essas demandas que são trazidas enquanto a assistência em saúde, É o nosso carrochefe de trabalho, né no sentido de garantir essa assistência, de melhorar essa política, e de também encontrar estratégias Para tratamento mais adequado. Com relação né ao que a Sônia trouxe política nacional e estadual, Isso é fundamental, porque isso traz pra gente né toda uma orientação, naquela linha de cuidado que a gente vem construindo pra Determinadas, pras linhas de cuidado prioritários que a gente tem, e o câncer é uma delas. E a gente tem visto com relação à parte nacional que o da Saúde tem investido esforços para revisão de políticas, implantação de políticas, Uma política né que que foi aprovada ontem, a Política Nacional da Atenção Especializada, é uma pauta antiga, A gente sabe que ela é extremamente desafiadora, e e nós enquanto a área técnica estamos muito assim satisfeitos de conseguir agora realmente trazer isso em pauta porque, A atenção especializada, ela tem envolvimento muito grande com prestadores, né, que são a a estão além do serviço público. Então isso também traz outro tipo de demanda, outro tipo de discussão, então a implantação de uma política nacional dessa atenção e que vai trazer norte pra todas as outras políticas específicas, na atenção especializada, ela traz uma força pra gente enquanto política estadual. A gente tem né plano de ação, para a oncologia, e a gente sabe que ele precisa ser revista ele já está, Sim na discussão de uma revisão, e a implantação da política estadual que será norteada por todas essas revisões, Que o ministério vem trazendo. Com relação né o que foi dito também a a questão da PPI, A PPI ela né, passou da hora dessa revisão, o Estado precisa né a gente já já foi montado uma comissão Com técnicos dentro da secretaria pra poder realmente fazer essa PPI, essa revisão mais adequada. A gente tem que pensar que na nos últimos quatro anos, a rede de atenção à saúde principalmente especializada no estado ela mudou muito, E mudou de uma ampliação. Tivemos hospitais estadualizados, tivemos implantação de novos serviços, então assim, se ela já Se a PPI já tinha uma trazia uma necessidade de revisão anteriormente, por conta de uma nova configuração, com essa expansão da rede de atenção à saúde no estado, agora ela É já assim, é é fundamental, né, a gente como a gente citou, foram implantados serviços especializados como as policlínicas e elas não são inseridas na PPI, Elas são inseridas no território, mas precisa ser discutido isso. E a gente precisa também construir, porque a partir do momento que a gente insere serviços dentro do território, Mesmo que a gente faça as novas pactuações, a gente também precisa pensar em estratégicas, é de logística, é de inteligência, e aí a gente tem que lançar mão de tudo aquilo que a gente tem hoje né, de de de tecnologia implantada. E uma delas, É a teleconsulta, a tele o telemonitoramento, né são serviços né de telessaúde. Isso é uma realidade, podemos colocar que a pandemia nos trouxe ela de uma forma muito forte e isso ficou permanente como benefício Ou uma estratégia muito positiva que a gente identificou, e o estado vem investindo nisso. Então nós estamos com projeto da da telessaúde Dentro da tensão primária, já com alguns municípios já iniciando esse processo, mas especificamente pra oncologia, nós temos uma parceria com a própria Braille, Né a Brag também iniciando processo de teleconsulta de teleconsultoria para os profissionais das policlínicas. É projeto muito bacana, e que especificamente pra isso a gente tem tentado né utilizar todas as estratégias possíveis, contando com parceiros, que a gente possa de fato implantar esse recurso que a gente tem visto que ele é fundamental pra que a gente possa assim dar o pontapé inicial acompanhamento dos pacientes, a gente tem que considerar a extensão territorial de estado, né e que isso assim, a logística de transporte dos pacientes ela é, Ela ainda é desafio, a a política nacional da atenção especializada ela trouxe isso muito forte, quem tiver ainda a oportunidade de ver A a minuta, até o transporte sanitário ele trouxe como uma dos eixos para A a resolução mesmo dentro da atenção especializada em saúde, né então assim a gente vê que isso é uma demanda não é só do estado Né no país, então a questão do transporte, a logística ela é realmente desafio. Então, a gente, Tem trabalhado com isso né entendendo que o estado mudou a sua rede, então ampliou então a gente precisa fazer as revisões e se encaixar nessa nova realidade. Que é o deputado. E temos esse desafio que é a regulação né a gente tem que entender que, a regulação do estado, ela é nova, né? Ela está, o hoje pra regular o serviço de alta complexidade média e alta, nós estamos falando de ano e pouco. E isso também tem sido desafiador porque nós temos agora uma Uma expansão de serviços, né, e a responsabilidade de que, de de uma regulação de de serviço a gente sabe que isso É complexo, a regulação é complexa, e pro estado isso também tem sido desafio, mas que está todo mundo muito atento. E aí está tendo alterações nas da estrutura da regulação, alterações nos processos de trabalho operacionais dentro da regulação, E agora também estamos chegando no ponto de rever a questão até do sistema, porque, com a expansão do serviço a gente tem visto que a regulação, Ela não está, o sistema hoje não está atendendo à necessidade que os municípios com com todos os seus serviços e os seus fluxos Podem pra precisam pra utilizar o nosso serviço. Então assim, são muitos desafios ainda estamos ainda com muitos iniciados, Mas a gente sabe que não temos parceiros com quem a gente pode realmente contar, pra que a gente possa realmente trazer uma linha de cuidado pra esse paciente, uma rede que ela realmente ela tenha pontos costurados né, que não seja uma rede solta, porque isso não é resolutivo e a gente quer é serviço que seja de qualidade, que seja resolutivo pros pacientes e que a gente sabe que enquanto profissionais de saúde isso é satisfatório, a gente vê realmente a oferta de serviço de qualidade. Então é isso obrigada né, agradeço pela oportunidade. Obrigada Camila. É muito clara assim o interesse Do estado, né, da secretaria estadual em em avançar a gente percebe isso e eu sou muito sincera, senão não falaria. E a gente está aqui pra pra pra colher isso e o que puder somar né e cobrar às vezes mas não cobrar pra pra Pra apontar dedo, mas cobrar pra apresentar, né, que existe a necessidade que de repente é muita coisa, né, então a gente traz. Exatamente, então a gente está aqui numa parceria importante, né, pra Goiás. Eu quero até falar sobre a telessaúde que também apresentar, eu sou, Hoje nós criamos na comissão da saúde da câmara a subcomissão pra tratar só sobre saúde digital e telessaúde só sobre isso E eu sou a relatora da comissão da subsaúde, então a da da telessaúde, então com certeza é uma resposta importante, é tema que quando a gente falava antes era espinhoso, os médicos não aceitavam muito da comissão, mas depois da pandemia, esse processo que era inevitável a longo prazo, ele acelerou, Né, e hoje ele chegou pra nós e com certeza ele é uma resposta muito importante que a gente tem hoje, principalmente Pra demanda de ambulâncias, deslocamento, também pra qualidade do paciente né, que às vezes ele não precisa estar deslocando tanto né, Mas com certeza a gente precisa também EAE estamos à disposição viu, pra informações, solicitação, a lei, A gente tem uma lei nova, mas a gente pode regulamentar melhor, acrescentar EEE à medida que forem surgindo essas demandas pode passar pra nós, pra gente Está ampliando lá esse nosso trabalho. Então eu passo agora para Lucenda viu Lucena, agradeço muito a participação. Depois eu queria pedir a apresentação Lucenda, se eu puder passar esses dados pra Joana, pra gente colocar no relatório é muito importante. Eu serei breve gostaria de pedir para Fabiana. Cristina e a Daniela ficar de pé por favor. Essa é parte da equipe da coordenação de oncologia Do estado, a Daniela está assumindo hoje a coordenação. A Cristina e eu fazemos parte da equipe técnica a Fabi também. E complementando Camila né, aqui trazendo a questão, que a Fabi ela faz parte da comissão De cuidados paliativos como projeto de intervenção de de uma pós que ela fez, então a gente está aí nesse processo né pra dar seguimento, Não pensando só no tratamento então a gente já está avançando nesse sentido, e que nós sejamos capazes né, de gastar a nossa energia, Pra construir, pra fazer diferença que a gente percebe que o estado ele tem avançado muito apesar de De termos os nossos problemas, mas tem avançado, com todas as questões da da atenção especializada e tudo, E assim, que a gente gaste a nossa energia trazendo soluções, não apontando dedos a gente está está aqui isso aqui está fazendo a Então é essa a mensagem que eu quero deixar, agradecer à deputada, ao deputado e é isso muito obrigada. Obrigada Lucenda, queria registrar a presença do prefeito Fabiano, prefeito Campestre, está fazendo grande trabalho lá no município, já foi reeleito, se pudesse ser reeleito de novo ia de novo viu Verônica? Perfeito muito bom de serviço. Queria convidar então a Verônica pras considerações finais. Bom tentando ser breve, fazer umas considerações e e aí, Uns pedidos né, mas é pra discussão. Agradecer mais uma vez agradecer a O convite pro CONASEMS estar compondo essas mesas pra nós é é de grande importância. Uma das questões que eu vou começar pelos pedidos eu acho que na fala do doutor Jales trouxe alguns pontos pra gente em que nós estamos vendo algumas Diferenças de informações. Aí então o ano passado no Mascib nós sugerimos, o Cosemio sugeriu, que fosse feito visitas técnicas nos hospitais, Com serviço de oncologia no estado, deputada principalmente por questão da humanização, do atendimento igual isso que a senhora colocou né? E é fato do Araújo Jorge não tem mais onde as não cabe mais gente lá dentro. E em outros hospitais também que foram trazidos Algumas questões pelos colegas gestores. E aí Camila, o pedido de COSEMS aqui e aí agora como, Não não não, da senhora daqui a pouquinho chega, tá? Tem uma listinha. Aí Camila dos pedidos que aí agora enquanto diretora de COSEMS, É que de fato nós possamos fazer uma reunião com o Araújo Jorge com ou sem a presença de Goiânia aí, na prerrogativa de que acesso, mas é na prerrogativa de que acesso Tem convênio né? A gente não pode esperar o município de Goiânia. Porque as informações que nós temos e algumas coisas a gente sabe que Porque a a agenda do Araújo Jorge ele é disponibilizada pelo hospital. Algumas coisas os pacientes agendam interno mesmo já sai de lá de dentro Agendado, outras precisam de autorização do do do município, mas tanto a Onco quanto a cardio, em algumas das questões ela tem ela tem uma prioridade. E aí então a gente precisa ver aonde é que está o x, aí como o doutor Jales ele coloca que se tem oferta e nós não estamos tendo acesso precisa saber de fato Aonde que está 000X da questão aí né? Onde é que está sendo o gargalo. Então a gente vai pautar a essa assessoria técnica do COSEMS aqui também já coloca na agenda pra formalizar pra secretaria de estado momento desse de de visita. Segundo momento começa com o doutor Jorge tá que eu tenho pedido pros E doutor o ano passado nós recebemos a visita do INCA no COSEMS por conta dos números de Goiás em relação ao câncer de pulmão. E por conta também do uso do tabaco, do cigarro. E nós fizemos vários apontamentos e nós fizemos várias sugestões. E algumas dela nós precisaríamos inclusive de lei estadual. Né nós falamos não vamos esperar e estava bem no processo eleitoral nós não adianta Entrar nessa seara agora. Esperar passar o período eleitoral e no ano que vem nós nós nós voltamos a a conversar. E nós tivemos a questão de projeto de cirurgia eletiva E agora é é o momento né? Então o que que nós gostaríamos, e aí nós também vamos só só pautar solicitar a agenda, porque o que que nós identificamos deputada? Em vários municípios goiano, a economia doméstica ela vem da produção do tabaco do fumo. Então se nós entrarmos com uma lei proibindo venda isso e aquilo aquilo outro, nós vamos estar mexendo com, identificando outro problema que é a economia do que que essas pessoas vão sobreviver. A exemplo disso o município de Piracanjuba né? A produção de fumo ali em Piracanjuba é gigante. Muitas famílias sobrevivem disso, economia Rural, economia doméstica delas, né? Economia familiar, ela é dessa produção. Então assim, é algo que nós precisamos Conversar porque nós temos dois problemas o e eles precisam ser enfrentados. Então é isso nós nós estaremos pautando junto com a Com a Assembleia Legislativa e se o senhor puder encabeçar essa discussão, é uma discussão a gente sabe que isso não é algo que nós vamos conseguir resolver do dia pra noite, Nem de mês pro outro, mas a gente precisa sentar pra conversar sobre isso né? Então se a gente puder ter o seu gabinete Pra estar conversando pra junto à comissão de saúde pra propor algumas ah algumas questões Acho bastante importante. E pra deputada deputada, como a senhora fala Verônica antes de sair desse assunto, hoje infelizmente Goiás nas nas reuniões é o primeiro no ranking nacional de câncer de pulmão, infelizmente. É exatamente. E aí a visita do Inca foi muito bom, nós ficamos uma tarde toda discutindo isso. E aí deputada na questão igual do orçamento, como a senhora colocou a gente sabe que tem, porque teve dinheiro por orçamento de guerra, da covid e teve dinheiro pra PEC da transição. Né? Então é só saber de onde, de onde tirar. Então assim conte conosco ele é pedido mas Conte conosco também inclusive pra pra qual pra qualquer a gente já a gente se colocou à disposição. E do mais, É colocar aqui tanto pra CONASEMS quanto pra COSEMS. Esse é assunto de pauta mesmo e nós já estamos aqui nós estamos no meio da discussão, Voltando a discutir os grupos macrorregionais de discussão de rede, eu acredito que sim pro estado de Goiás nós deveríamos iniciar Considerando todo esse cenário pra pela oncologia e colocar mais uma vez o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde À disposição de todos os colegas secretários técnicos e também do legislativo, obrigada. Eu só quero já, ver qual horário você quer ser recebida hoje né? Pode ser na hora do almoço já, logo em seguida, né e falar que, quero convidar vocês também, Né nós lançamos aqui na Assembleia Legislativa, programa né na TV Alegre, ele chama Semeando Saúde. Né e o intuito nosso nesse programa é exatamente esse de trazer né a os temas, então nós estamos trazendo os temas, As leis que a gente apresenta com relação a esses temas, por exemplo com, câncer de tireoide, então aí traz o profissional da área, E ver qual a lei que a gente pode fazer pra poder ajudar né na na no no diagnóstico, no tratamento, Né e tudo isso né, num programa de quinze a vinte minutos. Então eu já quero aproveitar pra poder A gente depois vê com ela principalmente com relação a essas leis nós estamos à disposição pra discutir, né e depois até fazer programa com relação a isso. Já quero aproveitar também pra poder doutor Jarbas, né, convidálo também pra poder, O mais rápido possível a gente poder leválo também lá no programa Semeando Saúde. Eu acho que, o caminho é a gente poder, eu falo que pra poder pras pessoa porque a gente uma discussão como essa, né e, muita das vezes e acho que é saudável é tudo, mas acho que o primeiro passo pra pessoa fazer o exame de prevenção é a consciência daquela pessoa. Ou seja ela tem que procurar, Né? Eu ontem eu fiz exame de uma de uma de uma de uma de uma menina, de uma senhora, que ela estava com medo de fazer exame com medo de achar que tinha meio de descobrir que Com câncer né, e era cisto né, era cisto que era cem por cento benigno né, ou seja, é é é agora, então eu acho que o caminho primeiro, o caminho é o Conhecimento. Acho que a comunidade, a população tem que ter o conhecimento básico. Olha, eu vou dar só exemplo que nós discutimos lá, Tireóide, câncer da tireóide, doutor J sabe, a maioria dos a maioria absoluta dos câncer da tireóide você sabe que eles são assintomáticos, seja, a pessoa não sente nada, a maioria das pessoas nem sabe aonde fica a tireoide, né que está aqui na região cervical, no pescoço, que ela tem forma de borboleta, Né, e se descoberto o câncer no início, né, noventa por cento são curáveis. E vocês não, então O nosso programa com relação ao casttrágico foi exatamente esse, ou seja, simples exame de ultrassonografia, ele dá pra detectar nódulos com menos de meio centímetro gente, ou simples exemplo. Mas se a pessoa não sabe que ela pode ter isso, ela não vai procurar. Ou seja, o que que custa fazer exame de ultrassom grave? O que que custa a gente disponibilizar E vocês não imaginam, não imaginam quantos casos nós já descobrimos em pacientes Né, jovens, ou seja pacientes jovens, que fizeram fizeram a o PAF que é a pulsão, descobriram vou só citar três casos. De Cesarina, né uma uma das Secretárias da da da da secretária de saúde lá, né, Ela chegou no final do exame eu falei assim, aí eu não fiz nenhum exame doutor, falei então senta aqui vamos olhar seu tireoide, tinha nódulo, e por ecogênico, né que ele é nódulo suspeito, Eu disse a ela, dois centímetro vai lá e faz a punção, fez, voltei lá agora, se for ano passado voltei lá ela está sendo tireóide. Deu câncer, Mesma forma jovem lá de Campingorte, né de uns vinte e poucos anos, né ele deitou lá pra fazer o exame, funcionário da prefeitura quando estava terminando, nódulo na tireoide, falei suspeito viu, pelas características, faz a Bia faz a faz o par, fez Né já está já está tratado cem por cento de cura, então são são ações que muita das vezes, para as outras pessoas podem parecer né simples, Né, pode aparecer até politiqueira pra alguns que não entende, né mas que trazem resultados significativos na vida da das das pessoas, eu tenho, só pra mim completar o terceiro caso que eu me lembro bem, o outro foi de Santa Bárbara de Goiás, né uma uma menina, menos de menos de trinta anos, Fez o exame também né, e foi diagnosticado câncer de tireoide. Então estou falando nisso, quem não fez exame de câncer de tireoide, faça gente. Obrigada doutor George. Passo a palavra então pro Josimar pras considerações finais. Acho que a Verônica contemplou bastante da minha fala, eu quero só focar em dois pontos, que é a nossa atenção primária, falando do município. Nós temos trabalhado muito incansavelmente e aí a gente pede esse apoio né especialmente orçamentário Pra complementar as nossas ações e conectar de fato as redes à nossa atenção primária, pra que o profissional que esteja lá Tem uma capacitação, educação continuada adequada e pra isso a gente precisa de recurso, e ele consiga encaminhar as suas pacientes de forma adequada As redes e aqui a gente falando da rede oncológica de tratamento. E quero falar uma questão também que é ditado né frei, Que quando a gente acredita na cura, diz que já é meia cura. E o nosso deputado Jorge, ele disse sobre esperança. E a gente fala em esperança a gente fala em cuidado, em acolhimento, em humanização. A gente pensa que humanização desde quanto tempo a gente está falando em humanização? Parece que já cansativo falar em humanização, mas nunca deve ser. Humanização no SUS ela não é opcional, ela é obrigatória e a gente tem que verificar, cobrar e monitorar. Porque o que a gente tem de relatos é que especialmente nesse serviço de oncologia, Há muito que se melhorar nesse aspecto de humanização. Esse é meu ponto, agradeço aqui a participação, Cozema Uruguai está à disposição de todos, Obrigada Josimar. Então vamos agora passar pro Doutor Jales. Bom, primeiro Agradecer ao doutor George, a doutora Flávia, deputada Flávia, já duas vezes fui a Brasília, A convite dela, pela comissão especial, e a gente tem a oportunidade de discutir muita coisa e acrescentar pro nosso estado. E eu acredito é nesse tipo de discussão e nesse fórum, trazendo a ponta, igual a assistente social lá falou das dificuldades e a gente Com o Cacom temos nossas dificuldades, não vamos falar em dificuldade financeira, vamos falar, o paciente receber o melhor atendimento, o melhor diagnóstico em tempo hábil, eu acho que é essa que a gente tem que que discutir. Quando eu falei em relação a serviços ociosos no Hospital do Câncer eu não falei em consulta de primeira vez, Nós estamos abarrotado de consulta de primeira vez, nós ofertamos ao município duas mil e duzentas primeiras consultas, Aqui é o deputado. Fazendo cento e sessenta e três mil consultas no ano então a gente tem consulta de primeira vez, que é agendado pelo município. Disciplinar e também as interconsultas. O que que a gente observa que a gente pode colocar na mão do CONASENT? Nós ofertamos serviços à secretaria municipal de saúde, vou dar exemplo, ultrassom, biópsia mamária, e está ocioso, Nós ofertamos e não chega, entendeu? Então assim, tomografias, o paciente com atendido interior, Eu tenho vaga pra fazer, às vezes não faz porque tem que ir pro interior pagando, alguém falou que até assistente social falou que vai pagar é mais rápido, então assim, A gente tem que sentar, discutir o que eu posso como o CACON colaborar com vocês. Aonde eu tenho gordura Pra ceder, né, e como quando eu abro mais consultas de primeira vez, eu começo a ter problemas, que é mais paciente na minha emergência, Mais paciente de urgência, mais quimioterapia, e aqui eu tenho que agradecer a aos deputados estaduais que sentaram com a gente Então nos ajudando a aumentar a nossa quimioterapia né, a gente trouxe esse projeto, está na mão do Amauri Ribeiro, Com todos os parlamentares colaborar que eu tenho terreno eu posso aumentar a minha quimioterapia. E a deputada Fábio junto das emendas de bancada eu tive lá e muito satisfeito com a fala da senhora né, poder ampliar os nossos, 0AA nossa instalação, e a gente precisa porque serão vinte e cinco mil e quinhentos nove casos pra Goiás, ano, pra Goiânia seis mil, E a gente não pode achar, eu falei, só na conta dos secretários municipais de saúde principalmente do interior, então assim, eu eu quero me comprometer aqui deputada, E também com o doutor George, a gente sentar e construir e discutir modelo de rastreio pra atender os municípios do interior. Acho que isso é muito importante, eu fico à disposição, quando se eu quiser conversar deputada também, a gente tem uns projetos, Quem sabe a gente pode ajudar, né, o interior de Goiás tem uma celeridade pra realizar esses exames de rastreios. E agradecer a todos, a presença, os colaboradores e o pessoal aqui da da assembleia, todo mundo que veio discutir, E é essa discussão é que faz a gente crescer e faz a gente melhorar. Obrigado doutor Jailles, eu sei que o senhor fez esforço tremendo pra estar aqui hoje, o senhor teve que participar no seminário e chegou, Agora cedo já direto de Brasília. Eu passo então agora a palavra à Luana quero aqui deixar abraço a todos da Braille, Né e mais uma vez reforçar a importância de vocês né, que atuam na sociedade civil, justamente pra Levar essa pauta acompanhar para e paz, cobrar né e vocês tem toda a independência pra isso e tem nos subsidiado muito Os nossos trabalhos lá na câmara federal, obrigado pela presença Luana, leva abraço a todos da Abralhi. Muito obrigada, eu queria agradecer ao ao deputado George pela abertura por esse momento tão importante. Momento oportuno porque a gente está, né, em vias de aprovar também no senado política nacional de prevenção e controle do câncer. E deputada Flávia, também te agradecer porque eu não esqueço, a gente esteve no início do ano lá no seu gabinete falamos deputada, a gente precisa fazer debate, Né, dentro do estado, a gente precisa fazer debate regional, a gente tem nosso representante e hoje a gente está aqui, né, discutindo esse tema. Então agradeço muito porque É você sempre abriu as portas pra gente, né? EE0 momento favorável sim, agradeço aqui a Aline né, eu tenho falado muito dessa atuação CGCam E como o coordenador, o Fernando Maia, tem se disposto. E tendo em vista a política, tendo em vista né todas as demandas CONAS, CONASEMS, COSEMS, OS estados que têm cobrado, não é, uma prioridade né tendo em vista todo que foi apresentado aqui a gente está num momento, eu entendo isso num momento favorável pra construir ações e pactuação. Então a gente precisa aproveitar e levar isso como uma demanda para o secretário Euvécio, para a ministra Nisia, né. Vocês têm feito trabalho Muito importante com relação a essa demanda então pontuarmos de uma maneira bem incisiva, bem forte, a prioridade pra oncologia Dentro do Ministério da Saúde, dentro do governo federal também. E agradecer acho que Ter tantos representantes aqui do estado, as coordenações, ter os prefeitos, isso sinaliza o quanto aqui dentro do estado e para os municípios Esse é tema importante. E nós enquanto sociedade civil né, a gente mostrou pouco do nosso trabalho, nós estamos à disposição, Né a Camila falou aqui do nosso né do nosso trabalho conjunto, a Stephanie está aqui também, no município e no estado À disposição eu também me coloco à disposição né, passei aqui já as informações os dados pra vocês poderem ter o nosso contato, E continue ouvindo a voz do paciente, aquilo que o paciente tem como demanda, o que que ele está sofrendo dentro da ponta, essa fala é fundamental. Então espero né, se eu poderia pudesse deixar uma sugestão aqui, é a continuidade dos trabalhos com a voz do paciente né, que vocês possam dar continuidade E a execução também do do do plano de ação, né, do plano de ação acho que é o momento oportuno Pra vocês trabalharem juntos esse plano de ação pro estado. Muito obrigada pela né, pela oportunidade que a gente teve de fala aqui. Obrigada Luana, então nós vamos chegando no final, Eu quero agradecer muito a presença atenção a preocupação de vocês. Eu sei que vocês sofrem no dia a dia essa agonia Que a gente sente, que a gente sofre também e eu quero me solidarizar com isso, que eu sei que não é fácil, é uma luta que exige muito de todos nós, não só Trabalho, tempo de serviço, mas o emocional da gente fica muito abalado com tantas demandas e com tantos desafios né. Mas a gente quer aqui dizer que vocês não estão sozinhos, que nós podemos trabalhar todos juntos né, e a gente quer muito trabalhar pra cada vez mais nosso secretário de saúde, Os nossos municípios estejam preparados para cuidar dos nossos pacientes. Eu quero deixar registrado aqui que nós temos uma outra Luta importante lá na Câmara Federal em relação AAA recursos que a gente está trabalhando também, Que eu acho que a gente está discutindo, né, mas mas me deu branco agora, daqui a pouquinho se eu lembrar eu falo, eu vou enquanto eu tento lembrar, Eu vou pedir ao frei Daniel, que está aqui conosco desde o começo representa aqui o Hospital Padre Tiago, que é hospital referência também, No atendimento ao paciente de câncer é dos das referências que o Estado tem hoje, e a gente quer passar a palavra pra ele fazer uma bênção pra gente caminhar pro encerramento. Antes de nós fazermos uma oração final, gostaria de, Assim como todos agradecer né, essa movimentação, esse esse momento aqui hoje, e o quão importante é. E uma coisa importante nós termos sempre em mente. O caminho só se faz caminhando. E esse caminho não se começa do final. Ele se começa do início. E o fundamental é não perdermos a esperança, Como bem disse o doutor George. E eu tenho uma coisa que eu carrego comigo como quando homens E mulheres de bem acreditam numa causa e somam forças porque acreditam nessa causa. Com certeza, Nós alcançaremos a vitória dessa causa. Nós lá no Hospital Padre Tiago nós temos momento da toca do sino. E a gente vê o quanto é importante, aqueles que recebem essa alta vibram. Vibram não só por eles mas vibram por aqueles também que ainda continuam o tratamento. O Hospital Padre Tiago hoje sendo referência ali pra Vinte e oito municípios, e aí já até deixo aqui o convite assim que nós tivermos a data do lançamento pedra fundamental do novo prédio que nós também estaremos construindo, de oito andares com ampliação dos leitos E também setor de radioterapia dentro desse prédio. O nosso intuito é somar forças, Procurar ajudar. Aqui em Goiás nós só temos serviço mas no país nós temos aí juntando o país e fora mais de setenta e oito obras, Só serviços hospitalares são mais de vinte e quatro serviços, né, inclusive com uma grande representação no estado do Pará e agora também no Amazonas, o navio hospital lá, totalizando há quatro anos, Mais de trezentos e quarenta mil atendimentos, e nós queremos também poder ajudar aqui no estado de Goiás a fazer a diferença nessa luta contra o câncer. Então gostaria de convidar a todos a se colocar de pé, e eu sempre digo que a oração do Pai Nosso oração completa né, é a oração que o senhor nos ensinou ela, é a oração que todos nós independentes da fé que nós professamos, cristãos ou não cristãos também rezam essa oração. E é uma oração que Nos coloca na presença do senhor com a petição de perdão. E também nós dispensamos o perdão a tantos que nós durante o dia ou durante a nossa vida, Às vezes nós criamos alguma situação não tão boa. Então nesta oração fechamos os nossos olhos, Elevemos os nossos braços. E peçamos ao Senhor de modo especial que nós não percamos a esperança. E do início ao fim, nós tenhamos uma única certeza e único desejo. Olhar com esperança e no intuito de salvar a vida daqueles que nos procuram. Pai nosso, que estais nos céus. Santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso reino, seja feita A vossa vontade, assim na terra como no céu, o pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoainos as nossas ofensas, Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, Mas livrainos do mal, amém. Que o senhor nesta tarde, abençoe a cada de nós, Abençoe aqueles que nós cuidamos e encontramos também durante o restante deste dia, ele que é pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Obrigada frei Daniel, uma manhã abençoada de muito trabalho. Lembrei que eu tinha esquecido aquela hora rapidinho, só mais uma informação. É a questão do recurso do Covid, né, que muitos municípios e o estado de Goiás têm aquele recurso que não foi gasto, que está aí parado na conta. Nós estamos trabalhando pra ver se a gente consegue autorização pra liberação desse recurso, né. Então, a gente está atuando

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01 de set, 10:02
#4
Resumo Inteligente

Deputada afirma que estão trabalhando para utilizar 400 milhões do estado em benefício do povo e promete anunciar boa notícia em breve. Agradece a presença no seminário e deseja boa sorte a todos. Irá tirar uma foto.

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01 de set, 13:09