Mesa Redonda

COMISSÃO ESPECIAL PARA ESTUDO DAS INICIATIVAS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

15 set. 2023 06:48 às 11:42

Sobre o Evento

Deputado apoia fundo verde para royalties em energias renováveis, elogia pesquisas na Bahia sobre SAF e destaca a transição energética, prometendo marco regulatório para novembro.

Status
Encerrada (Final)
ID: 69395Total: 3 discursos
#1
Deputado Bacelar
Bacelar

Deputado

Transcrição por IA

Bom dia, bom dia bom dia. Peço a gente.

0:000:05
15 de set, 09:48
#2
Transcrição por IA

Dos companheiros e das companheiras, aceitando para que a gente possa dar início com grande satisfação, início ao encontro baiano dos municípios produtores de energias renováveis, promovido pela comissão especial da Câmara dos Deputados para o estudo, avaliação e acompanhamento das iniciativas e medidas adotadas para transição energética. Fontes renováveis e produção de hidrogênio verde no Brasil, sem energia, presidida pelo deputado Arnaldo Jardim, de São Paulo e, comissão esta que eu sou o relator. É com muita satisfação e honra que convido para compor A mesa de abertura do excelentíssimo senhor Geraldo Júnior, vicegovernador do estado da Bahia. Excelentíssimo senhor Ângelo Almeida, secretário de desenvolvimento econômico do estado da Bahia. Excelentíssimo senhor André José, secretário de ciência, tecnologia, inovação do estado da Bahia. Excelentíssimo senhor deputado Otto Alencar Filho. Representante da Bahia na Câmara dos Deputados e deputado atuante na diversas questões econômicas inicialmente na questão energética. Doutor Carlos Henrique Passos, presidente da federação das indústrias do estado da Bahia. Podemos sentar. Podemos sentar. Informo que este encontro está sendo gravado, e transmitido ao vivo pela internet, e todo o conteúdo permanecerá disponível na página da comissão, e poderá ser utilizado pelos serviços de comunicação, dos diversos órgãos de comunicação na sua íntegra, o em parte para a produção de reportagens, documentários e afins. Viver participar do encontro baiano dos municípios produtores de energias renováveis. Inicialmente, eu gostaria de pontuar que o comparecimento de todos os presentes a este encontro, demonstra de forma inequívoca o compromisso da Bahia, e dos municípios, especialmente os municípios produtores de energias renováveis, com a sustentabilidade, com a geração de emprego e renda, mas acima de tudo, com o desenvolvimento do progresso do Brasil e da Bahia. Senhoras e senhores, enquanto produtores de energias renováveis se empenham no seu ofício no interior do estado, as deputadas e deputados federais seguem se esforçando para aprimorar a legislação nacional sobre esse tema tão urgente e necessário. Este é particularmente o caso da comissão especial da qual eu tenho a honra de ser o relator. A comissão especial para estudo, avaliação e acompanhamento das iniciativas e medidas adotadas para transição energética, fontes renováveis e produção de hidrogênio no Brasil, tem desenvolvido trabalho diligente e exemplar, na busca pela construção de marco legal moderno e abrangente para este setor em ascensão. Até o presente momento no âmbito da comissão foram realizadas sete audiências públicas, duas mesas e doudas, uma no estado de São Paulo, outra no estado do Pará, e algumas reuniões técnicas. Esses e outros eventos nos permitiram coletar contribuições valiosas da sociedade civil, que serão essenciais para o trabalho da comissão. E hoje estamos aqui no estado que é o líder nacional, já é o líder nacional na produção de energia eólica, com cerca e aí os secretários vamos detalhar isso mais, com cerca de duzentos e cinquenta parques eólicos já instalados no investimentos na ordem de trinta e cinco bilhões de reais, e, geração só energia eólica de cerca de setenta e cinco mil empregos. Pra, resumir e a gente ouvir as, intervenções dessas autoridades tão inúcias aqui presentes e tão comprometidas com esse tema, eu quero lembrar o exemplo que o nosso querido amigo e exministro do meio ambiente e exdeputado federal Edson Duarte sempre dá. Vocês imaginem, na catilha vocês imaginem o 0 semiárido de baiano em regiões inóspitas, em regiões que, que não produzem como o deputado Otto Filho está aqui dizendo que não produziam nada, regiões que a agricultura não pode se desenvolver por causa não é da da terra e por causa do clima, municípios e regiões que não podem se desenvolver a pecuária, porque são regiões muito acidentadas no ponto de vista geográfico, e de uma hora para outra nessa região que só tem pedra e cacto. Pequeno produtor, pequeno proprietário da terra consegue implantar uma torre de energia eólica, duas torres, três torres, quatro torres e cerca de quinze vinte hectares de terra, e cada torre dessa gera de receita mensal pra ele por trinta anos, cinco a seis mil reais. Que revolução está ocorrendo no nordeste brasileiro, e que revolução está ocorrendo na Bahia e no Brasil, e é por isso que nós estamos aqui reunidos hoje, pra que essa geração de riqueza possa ser bem distribuída, pra que essa geração de riqueza possa trazer para Bahia a liderança na reindustrialização do Brasil, na realização desse projeto da nova indústria brasileira, e é por isso que nós estamos aqui reunidos hoje, e iniciamos os nossos trabalhos, ouvindo a intervenção do excelentíssimo senhor Angelo Almeida secretário de desenvolvimento econômico estado. Bom dia, Bom dia pra todo mundo, saudar o nosso vicegovernador, querido amigo Geraldo Júnior, Geraldinho Jerônimo saudar nosso deputado federal também querido amigo Lá agradecer pela oportunidade de estarmos aqui participando desse debate tão importante pra o povo da Bahia e pra o nordeste brasileiro. Ao dar o deputado Otto Filho, dele também mandar abraço ao nosso senador meu querido amigo colega André Juazeiro, nosso presidente da FEB que logo mais estará tomando posse aí efetivamente agora em outubro né? Ao de dúvida o nosso amigo Carlos Henrique, enfim estendendo a saudação a todos e todas. Momento eu diria que pra democratizar debate tão importante da expectativa que nós baianos e nordestinos temos de grande avanço civilizatório e por que não dizer também humanitário né? Através de bem especial que a natureza e porque também não dizer que deus colocou à nossa disposição eu lembrava aqui deputado João Bacelar que, a a minha filha tem trinta e três anos hoje, e ela devia ter uns treze anos aproximadamente vinte anos, meu pai assistindo novela meu pai tanto quanto conservador deu uma derrapada na questão de preconceito e ela aos treze anos disse ainda estava eu estava na mesa ouvindo a conversa mas meu mas meu avô são só cem anos Né? Que houve a abolição da escravatura. Então pouco mais de cem anos a gente vê ainda que a gente percebe que essa oportunidade que nós temos é que estado que num num país com essa essa questão estrutural do racismo a gente tem a oportunidade de estado como a Bahia que na medida que teve problema na na sua estrutura por conta da sua mão de obra da sua matériaprima né? Digamos assim do do do labor ter passado por tanta crueldade que foi essa extensão que houve por longos anos né? Pra gente ter e aí passamos a reconhecer que dizemos hoje realmente uma uma desequilíbrio nas com relação a a desigualdade social. E aí corroborando com o pedido do deputado a gente tem a oportunidade de ver a ciência chegando à tecnologia né? Aproveitando a riqueza dos ventos, aproveitando a riqueza da nossa da nossa força solar e a Bahia eu diria doutora Camila me permita ousar dizer que o mundo está balançando eu eu fiz esse comentário na nossa primeira reunião com o governador Jerônimo, de secretariado. Eu fiz uma uma uma fala que eu tocou ontem me lembrou essa fala o 0 querido Jorge Cury. Falou olha eu vi você falando aquilo e fiquei impressionada porque é isso mesmo. O mundo está balançando, está vibrando. Tem uma senhora sentada na cabeceira da mesa impondo muito respeito e combate a ela e ela se chama mudança climática. E a gente fazer, debate dessa natureza eu quero aqui saudar todos os prefeitos presentes que estão nesse momento vivendo momento histórico pra pra nosso estado pro da Bahia nós podemos fazer debate tão democrático e rico como esse é justamente pra nós irmos ajustando as nossas posições pra extrair o máximo que nós podemos podemos pra pra trazer pra Bahia realmente esse protagonismo. Porque o mundo discute hoje tanto grandes corporações privadas nas corporações também que estatais eles sentam e discute o que nós vamos fazer para cumprirmos essa regra básica atual que é chamase o compliance ambiental. E esse compliance ambiental, quanto mais intenso ele for, mais nós baianas e nordestino vamos ter que ser eficientes pra acolher os resultados do que nós temos a nosso favor. E que nós temos a nosso favor é o que ninguém tem no mundo. No mundo não é na América Latina e Caribe. Como estou dizendo, no mundo é a Bahia, é o nordeste, que temos a energia limpa, Abundante, segura e barata. Claro que é fundamental esse papel que nossos deputados, senadores estão desempenhando nesse momento no Congresso Nacional, batemos no marco regulatório, não que nós queremos a prioridade, o privilégio de nada, Mas é também momento de contraponto histórico. De nós podermos fazer né? Eu diria assim encontro de contas humanitário e que a gente possa ter oportunidades como teremos sem nenhuma dúvida de fazermos do que nós temos aí da nova economia mundial, economia verde, do hidrogênio verde que não tem mais volta será sim o combustível do futuro. Estão apenas tratando isso é momento de muito ainda cuidado e atenção de todos nós, porque na Europa sobretudo, e agora também o Estados Unidos com impondo muita intensidade, as pesquisas, o desenvolvimento de pesquisas e de inovação, as regras, os as formas que eles estão encontrando de subsidiar né, com recurso público, com dinheiro de estado, pra que tenhamos garantia de energia limpa e dessocializar O meio ambiente está sendo feito já há muito tempo e com muita força e cada dia que passa aumenta Né? Esse potencial de pesquisa e de dinheiro. Os fundos soberanos sobretudo na Alemanha, na Europa, no Reino Unido eles estão vocacionados a otimizar recursos pra pesquisas e estão sendo na verdade o grande laboratório do mundo. Eu começava meu governador Geraldinho aqui representando o nosso governador Jerônimo a quem quero saudar também embora não possa estar aqui. Eu começava cerca de três semanas atrás com jovem mineiro que mora foi para para o Reino Unido, pra Edimburgo há cerca de dezoito anos. E lá ele trabalhar com petróleo e gás. Ele é da área é colega do nosso líder do governo que acabou de chegar Aldenberg Pinto que era a quem quer pediu a salva de palma pelo grande trabalho que tem feito. Ele presidente lá ele ele coordena os Trabalho de pesquisa, desenvolvimento que há cerca de quatro anos ele saiu do petróleo e gás e se dedica apenas ao hidrogênio. Então estudioso do hidrogênio e passamos quase duas horas começando botei minha equipe lá da SD pra conversar com ele e ele falava das experiência, dos eletroalizadores, do que está sendo feito o nível de investimento extraordinário está sendo feito e ele começou e que depois de duas horas eu entendi pouco o que ele estava falando e fiz uma pergunta a ele. Eu falei ô Henrique, você está me dizendo então que a Europa está aí onde você está, ou seja estão fazendo investimentos pesados porque estão criando grande laboratório para o mundo, ou seja, o laboratório é lá, mas lá não vai ter o que nós podemos ter aqui. E ele disse é isso mesmo secretário, nós estamos preparando e aqui a ideia é em dois mil e vinte e cinco a gente partir em direção ao nordeste. E vamos realmente fazer o investimento porque é aqui que eles vão ter condições e nós precisamos nos preparar pra isso. E aí deputado, esse debate que o senhor traz aqui pra Bahia, eu diria aonde nós teremos com capacidade que nós temos de sermos dirigentes, né? Diligentes de sermos eficientes no que fazemos, contando com a iniciativa privada, contando com os parceiros, contando com a boa vontade e o esforço do governo e a gente tem a a oportunidade de termos senador que é reconhecido no território nacional e e mundial também como embaixador duzentos que é que é que é o senador Ja Wagner o senador como o nosso senador Alto Alencar uma equipe time que eu diria que Deus está sendo bom com com a Bahia e com o Nordeste quando colocou tudo isso e está sendo generoso especialmente com a Bahia. Porque no momento de tantas decisões importantes nós temos quadros tão relevantes e agora ainda com o presidente da CNI, baiano, né? Acessando a cadeira de importante órgão como esse pra que a gente possa com a nossa bancada, com os nossos senadores, com a força também do ministro Rui Costa colocava aí a Bahia realmente no protagonismo pra construílo na Bahia. O maior rubi de do planeta. Isso vai fazer vai trazer riqueza, vai trazer combate às desigualdades, combate à fome, vai trazer uma sociedade nova e mais justa para o nosso estado. Eu eu preciso falar, e eu sei que o tempo é curto, Mas eu preciso fazer essa essa fala pra que a gente possa pra que nós não possamos perder de vista então a importância do engajamento né, dos prefeitos darem a sua contribuição, né, de sermos proativo, de buscarmos ser parceiro das empresas, porque está só começando o que nós temos hoje de potencial e aqui saudar o meu amigo Celso Rodrigo que é o craque da rodada dessa área de energia. Que nós temos de potencial ainda pra acontecer na Bahia, sobretudo com os parques híbridos, eólicos e solares Que vão eu diria assim disparar em construções a partir de dois mil e vinte e quatro é uma coisa extraordinária. Falar de números, a gente fala aqui, você vai ouvir o número e depois não vai dar mais ou talvez talvez seja não não seja fundamental pra esse debate, Né? O 0 deputado nosso relator deputado Bacelar realmente colocou são duzentas e oitenta e seis usinas que nós temos hoje na Bahia, mas pra já já estamos aí pra ser implantada com mais em construção sessenta e oito em construção não iniciadas, duzentos e sete. Então, a gente está falando Podemos sair de sete ponto oito gigas que é o que da fotozinha de hoje pra rapidamente chegar a próximo de dez com as que estão em construção e depois chegamos chegar a dezenove. Se você ter uma ideia Itaipu são onze doze gigas né? Então nós teremos na Bahia só de energia eólica, oitenta e meio aproximadamente de energia limpa, né? Que é riqueza, que é que é o que dialogue, que conversa com o futuro da humanidade. Eu não vou nem falar número de solar porque Posso falar né Celso? Solar é absurdo, a Solar vai passar a eólica em breve. Então assim é isso que que importa nesse momento e este debate e essa participação esse engajamento do Congresso Nacional deputado, eu quero parabenizar ao presidente, aos nossos deputados, ao presidente da comissão lá o 0 deputado Jardim, Arnaldo Jardim parabenizar vossa excelência e a todos que estão fazendo parte desse momento histórico a gente que eu já sou avô de sete né, e já tenho neto de quase dez anos de idade. E a gente sabe que esse futuro que vem aí, ele precisa ser precisamos ter muitas compensações né, pra importância daí daí a importância de estarmos aqui celebrando o momento de convergência e eu voto aqui já que é evento feito para os prefeitos Eu voto aqui AAA dizer aos prefeito nós estamos aberto governo do estado a secretaria é hora de nós nos unirmos. É hora de estarmos todos unidos engajados porque concluo dizendo que está em jogo o futuro da humanidade, dos meus netos, dos seus netos. Obrigado. Nossos agradecimentos ao primeiro secretário Ângelo Almeida, pela esclarecida intervenção didática concisa, dizer aos senhores e senhoras prefeitos e prefeitas, que o secretário é o responsável por atrair os empresários. Os empresários que vão investir nessa área na Bahia vão passar pela secretaria de desenvolvimento econômico. Então os prefeitos tem que estar pressionando o nosso secretário pra defender cada o seu município da atração dos investimento Desculpa e agradecer a oportunidade também de de de saudar a minha equipe do STF que equipe extraordinária, quadros qualificadíssimo que cada dia mais estão se preparando, estamos com a turma aí preparando uma turma nova chegando já já inclusive matriculado né? No sistema SenacimaTEC para o primeiro grande em MB, MBA, né? Que sendo realizado a nível nacional se não me engano a gente está está vendo eu procurei fazer uma pesquisa botei a equipe em cima mundo muito impressionado e animado né? Com essa pósgraduação digamos assim com essa imersão que nós estamos fazendo e eu quero parabenizar então a FIEB né? Parabenizar o sistema Senai SMATEC que está nos dando essa oportunidade de termos os nossos jovens participando ativamente desse processo de conhecimento e aprofundamento na na questão do agente de vez obrigado. Reterando também fato que o secretário chamou atenção, a Bahia vive momento especial, nós temos no Senado Federal, o presidente da comissão de meio ambiente o senador Jaques Wagner. Nós temos no senado federal, o relator da comissão de transição energética, senador Otto Alencar, nós temos no PAC, comandando o PAC o ministro Rui Costa, nós temos na área da pesquisa, da tecnologia nós temos exemplo como o Sinais Simatec exemplo mundial em inovação e pesquisa. Chamo atenção, nós estamos assistindo a uma revolução silenciosa, com ventos e muito sol na economia da Bahia uma revolução muito grande no nordeste e no Brasil, cabe a nós que, por delegação do povo estamos à frente desse processo, não perder essa oportunidade e aproveitar pra destravar o enigma que na década de trinta do século passado Pinto Pinto o professor Pinto de Aguiar já chamava a atenção que era o enigma baiano, como é que uma terra com tanto potencial, com tanta riqueza, com tanta, oportunidades não tem desenvolvimento maior e essa oportunidade chega e nós vamos ouvir agora o outro secretário de estado, outro auxiliar do governador Jerônimo, e que é o responsável pela pesquisa, que é o responsável pela que é o responsável pela inovação que é o responsável pela tecnologia, o doutor André Juazeiro, secretário de ciência, tecnologia e inovação do estado da Bahia. Bom dia a todos. Vou saudar aqui a mesa meu querido vicegovernador Geraldo Júnior, deputado e colega secretário Ângela Almeida, deputado Bacelar, Otto Filho, colega da FIEP Carlos Henrique chegando aí agora com gás pra dar continuidade ao trabalho belíssimo que a Alban conduziu na FIEP. Falando aqui em nome do governo né, 00A área de energias renováveis, a área transversal com muitas secretarias envolvidas, que tem que ter uma articulação para isso funcionar direito. Angelo coordena essa área aí de atração de investimentos mas tem o Celso ali que faz o, representando aqui a Secretaria de Infraestrutura, não posso deixar de falar, que faz o trabalho que tem a superintendência de Energia, que faz a relação com o Ministério de Minas e Energia e infraestrutura trata das transmissões, o pessoal do meio ambiente Vânia está aí eu não estou vendo ela aqui mas eu ela está eu encontrei com ela mais cedo, Vânia na Secretaria de Meio Ambiente também tem trabalho importante do planejamento ambiental para que a gente faça escolhas corretas de aonde colocar os nossos parques eólicos e solares e toda a tecnologia acontecer, a secretária, eu tenho o Zezé, o Zé, desculpe Zezé, eu toda, eu não eu não posso, eu só conheço por Zezé, não consigo me lembrar o nome dele na hora de falar as coisas mas é Zé representando mas é Zé Zé pra todo mundo representando a casa civil, aqui desculpe chamado pelo apelido, Enfim, é trabalho de governo de forma transversal, que todo mundo tem papel dentro desse processo, e cada executa a sua tarefa, de forma coordenada logicamente, né? Então, o que que, a importância da divisão do trabalho é o seguinte, Existem tecnologias prontas, eu como trabalho na secretaria de ciência e tecnologia, tem tecnologia pronta, e a tecnologia pronta é responsabilidade do secretário Ângelo colocar ela para funcionar. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, ela ajuda o empresário a implantar por exemplo solar e eólica, que já tem a tecnologia madura, dentro do preço, no mercado, funcionando, então o esforço de desenvolvimento tecnológico ele é marginal nisso, ainda existe, ainda tem processo, você está sempre melhorando a tecnologia mas ele é marginal. E você tem outras tecnologias como por exemplo, hidrogênio verde EE0 biocombustível, né, não estou falando só de elétrica, estou falando do mercado de energia de uma forma geral, que estão num momento onde a, o investimento em ciência e tecnologia ele ainda é fundamental, ele é muito importante, porque são tecnologias que ainda não estão totalmente desenvolvidas, não estão prontas pro mercado, não tem preço ainda de mercado suficiente principalmente falando do hidrogênio verde, que precisa de investimento em tecnologia, o que vai acontecer agora é plantas piloto, projetos ainda experimentais né? Então tem muito desenvolvimento pra fazer, E esse é o a pauta da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Uma vez pronta, volta a pauta pra Ângela Almeida ir buscar os revestimentos pra implantar as usinas né, mas a usina tem que estar, tem que ser viável. E o maior trabalho de Angel não será implantar as usinas, será implantar mais eólica e solar, que é insumo do hidrogênio verde, sem sem eólica solar você não faz hidrogênio verde, então na hora que a gente conseguir botar de pé Uma tecnologia viável do hidrogênio verde comercial, né, produzindo em escala no preço no preço de mercado, A quantidade de óleo que é só lá, Angelo, que você vai ter que botar pra funcionar aqui na Bahia, é absurdo, é mais do que o dobro do que a gente tem de demanda no Brasil. A demanda internacional também seria muito grande, tem logicamente desafios tecnológicos para, Você trabalhar esse produto pra exportação então, o melhor seria a transformação das nossas indústrias pra usar esse tipo de combustível, Ou seja, é é uma transformação primeiro interna pra que a gente alavanque aí o mercado hidrogênio verde e aí tem que ter algum subsídio porque a tecnologia não está pronta, não é comercial ainda, não tem preço, e alguém tem que pagar essa conta e normalmente é o governo que paga essa diferença até que a tecnologia fique pronta. Já foi assim com com a eólica lá no começo, o os leilões pagavam preço maior pra ter eólica no na na rede, hoje em dia a eólica, depois disso passou a ser mais barata do que as outras energias na rede, a solar entrou, enfim. E pra isso a gente está desenvolvendo uma de governo, de desenvolvimento tecnológico, parque tecnológico de transição energética, que será feito em Camaçari, no SaPEDE, Uma uma parceria já está fazendo primeiro investimento, é uma parceria da UFBA, que coordena a nossa rede de energia da Bahia, sítio de energia coordenado pela UFBA, mas apoiado pela selling e apoiado pela ABEólica, centro de referência de energias renováveis. É importante que a Bahia tenha esse centro de referência, porque a FINEP está com a estratégia do governo federal é uma estratégia de desenvolver centro regionais, especializados, então, se a gente tem aqui o centro de referência de renováveis, Pernambuco tem centro de referência por exemplo de saúde, São Paulo tem centro de referência da agricultura, enfim, né, só como exemplos, chute aqui. Cada cada centro de referência vai ter prioridade nos recursos públicos de investimento em pesquisa daquela área, então a Bahia vai pleitear o centro de referência de renováveis, de uma forma estratégica que nós nem mandamos projetos pra outras áreas, a Bahia só mandou projeto Pra centro referência de renováveis estive lá em em no Rio falando, conversando com a FINEP, porque é o que nos interessa é o que vai tirar a Bahia de onde está para futuro melhor. E eu digo isso porque renováveis, Aí, vou sair do hidrogênio verde que a gente já falou pouco e, olha que solar, a Angelo fez aí uma explanação fantástica sobre o que é isso pra Bahia, mas nós temos mercado do biocombustível, que está começando projeto da selling de dois bilhões de investimento em pesquisa para iniciar isso com duzentos duzentos mil hectares de produção de Macaúba e Dendê Pra geração de do biocombustível. É é combustível verde que não depende de mistura com combustível fóssil. Então, realmente é uma coisa bem diferente. Pra você ter uma ideia do que é isso em pesquisa, dois bilhões de pesquisa que só esse projeto com a série, a gente está entrando com dez por cento de contrapartida, né, através da FAPESB. Só esse investimento é maior do que todo investimento que a FAPESB já fez na Bahia durante a sua existência. Então, estamos falando de pesquisas muito grandes e muito importantes disruptivas acontecendo na Bahia. O potencial para esse, pra essa produção de oleaginosa que a gente já avaliou, é milhão e meio de hectares de produção. Só a série está vindo com duzentos mil hectares no primeiro projeto, e eles farão outros projetos a partir do que da, do momento que esse der certo, e tudo isso começa com uma grande pesquisa, a pesquisa vai desde a produtividade da da da introdução da cultura da Macaúba em ambientes tipo do semiárido, no sul da Bahia, então primeiro a adaptação da da planta, depois a o aumento da produtividade, depois o melhoramento genético para que essa Macaúba seja, tenha potencial, que o óleo tenha potencial energético maior, Aí você vai até a esmagadora, você já entra na pesquisa metalmecânica, depois você vai pra petroquímica ali mesmo, pra pra o combustível em si, né, a parte química coisa, depois você vai, tem a IoT que coordena todo esse processo, são sete linhas de pesquisa para projeto de dois bilhões de reais. Né então, tem tem espaço para pesquisa em toda a universidade, então o pessoal da academia que está aqui tem espaço para todo mundo. Esse projeto vai vai movimentar o interior da Bahia, então o primeiro centro de referência com com planta, Com fazenda piloto é será em Ilhéus, na SEPLAC, segundo do semiárido lá no Baixio de Irecê, e mais Mas três outros lugares vão estar estão sendo estudados pra que a gente implante, são cinco centros de produção. Pra Macaúba, pra Dendê, eu tenho mais doze oleaginosas pra pra estudar e aí entre elas mamona, enfim, outras coisas que não são só combustíveis né pra pra gente produzir, a gente pode produzir combustível mas pode produzir o óleo de motor, o SAF é outro tipo de de oleaginosa, cada óleo de vegetal vai dar origem a produto diferente, que que tem características diferentes para usos diferentes. E, além das essências né, os óleos essenciais que hoje pra pra indústria de cosméticos e da saúde, de medicamentos, é também valor muito grande. Isso tem potencial deputado, de mudar a vida do semiárido do baiano. A Shell já está investindo em projeto, seiscentos milhões de reais se não me engano, com o Cimatec Pra o HV, é que vai substituir talvez o 0 disputar com o álcool, é é o que não é exatamente a gasolina, mas é o álcool, Isso vai ser feito no no semiárido, e nós estamos trazendo, isso é uma notícia importante, vinte e cinco startups da de Israel pra trabalhar conosco em desenvolvimento de tecnologia pra gente aprender a plantar no semiárido. Se a gente conseguir vencer esse desafio e as oleaginosas são é, adaptáveis ao semiárido, a gente vai poder ter celeiro de produção de plantas oleaginosas numa região, é onde o DH é muito baixa, onde a gente não tem oportunidades de desenvolvimento assim. Então, estou falando de milhão e meio de hectares de produção de oleaginosas no semiárido da Bahia, começa aonde? Começa com pesquisa, e por isso essas startups estão vindo pra cá, é de Israel porque lá eles têm essa competência, eles aprenderam a a produzir nas piores condições climáticas possíveis em deserto, sem água nenhuma, e a gente tem o semeário com uma característica semelhante, não é tão ruim mas é, algumas questões que são muito parecidas e por isso a gente está trazendo essa tecnologia, fechamos acordo com PNP, de montar uma uma estrutura aqui e com o ministro de Minas e Energia que já prometeu, que o centro de referência de biocombustíveis nacional será na Bahia, e aí eu conto com a ajuda dos deputados pra gente não perder essa esse protagonismo. A Petrobras fechando o contrato, né, que está aí em discussão com o com a Celen, também teremos muito recurso de pesquisa da própria Petrobras em pra investimentos em em biocombustíveis, ou seja, Temos uma oportunidade, e aí eu estou saindo da Eólico da Solar que já é realidade, e estou indo pra, passando pro hidrogênio verde que é uma realidade daqui a pouquinho, a gente também tem investido em em tecnologia, e passando pra uma outra coisa que que já é projeto consolidado da que vai ser implantado, e a gente está esperando essa confirmação em dezembro na Bahia, pra que a gente comece novo ciclo que é o do biocombustível, E aí vem SAF, combustível de aviação, uma série de produtos que a gente pode fazer isso numa região onde a gente tem uma carência muito grande, onde tem impacto social muito grande, só no projeto da estão previstas oitenta mil pessoas trabalhando entre diretos e indiretos, dezessete mil de empregos diretos na produção, só na produção de Macaúba então, é, esse é o é o recado aí pro prefeito no interior, isso vai ser em cinco regiões da Bahia, Então, em vários municípios isso vai acontecer, tanto a produção, e estão envolvendo a agricultura familiar, num percentual discutido aí no mínimo vinte por cento dessa produção, terá que ser feito a partir da agricultura familiar no projeto da selling, a gente espera que nos outros projetos a gente consiga fazer número maior, e ainda consegue aumentar pra trinta, pra quarenta, isso é uma discussão que a gente precisa ver se a gente consegue dar conta porque também não é só querer envolver a agricultura familiar, a gente precisa saber, se a gente consegue organizar esse esse essa estrutura para poder produzir na na quantidade e na qualidade que é necessário pra produção da indústria então, estamos vivendo realmente momento de muita pesquisa, graças a Deus isso está acontecendo na Bahia, e com muita oportunidade de desenvolvimento a partir daí que será pilotada pelo Angelo, com a ajuda do Celso aí fazendo infraestrutura pra gente transmitir essa energia que vai ser gerada com a a ajuda da da Vania pra gente ter esse licenciamento feito da melhor forma possível, né garantindo que eles sejam implantados em áreas, exemplo, a gente está trabalhando da da série em áreas degradadas, já, pra gente não ter que ter desmatamento nenhum, enfim. Tudo isso, garante a sustentabilidade, garante o efeito social, garante o efeito econômico, ou seja, é projeto que tem tudo de bom e a gente precisa garantir que ele aconteça na Bahia. Então esse era o recado deputado, e vou contar aí com a ajuda do da comissão pra que a gente possa regulamentar isso da melhor forma pra gente começar a fazer isso em dois mil e vinte e quatro começar com força. Obrigado. Agradecendo a intervenção do secretário André Juazeiro que nos traz tantas informações positivas a respeito do que acontece do que está acontecendo no estado da participação do governo do estado da Bahia no processo. E veja só projeto de pesquisa, só projeto que é de pesquisa não é? Projeto é de pesquisa, investimento privado de dois bilhões de reais, já já em andamento. É essa revolução silenciosa, e que não é tão silenciosa, me permitam fazer aqui registro. Na ontem, vereador da cidade de Valente me liga e diz, Agora que eu estou vendo aqui a programação o professor Gonçalo vai estar presente? Professor Gonçalo, é professor da Unicamp, é pesquisador, baiano, não é, grande técnico na área, e sendo conhecido no interior da Bahia, mais tarde outra pessoa também ali da região de Coité, me diz mas o professor Gonçalo vai estar aí? Eu disse olha, está vendo como o assunto já começa, não é a a se espalhar no estado como o assunto começa a ser destacado a importância, não é porque fora do meio acadêmico se conhece os pesquisadores, os professores, os doutores, mas a revolução já está acontecendo e as próprias a autoridade os próprios líderes locais já reconhecem a importância dos pesquisadores e das pessoas que estão atuando nessa área. Muito obrigado secretário. Queria fazer já aqui alguns registros é agradecer a presença do deputado Rosenberg Pinto líder do governo na Assembleia Legislativa do prefeito Luizinho do município de Itagemirim, do prefeito Elton de Santa Brígida, do prefeito Aris Mário de Santa Luz, vereador Marconi de Paulo Afonso, vereadores Misa de Lage, presidente da câmara de vereadores do município de Ipirá, vereador, Jaildo Bonfim, Ivanilson Gomes presidente do Partido Verde, Luiz Gonzaga presidente da Petro Bahia, vereadores Geovani Anbupe, bilhões de Jequié, André, desculpe, André Fraga, de Salvador, Lívia também vereador da cidade de Salvador. Perfeito ao prefeito de retirolândia a presença não é? Da da da representação muito forte dos municípios da área do SISAL. Tenho agora satisfação ah e também quando falei nesse momento que a Bahia vive, me esqueci também de citar e que o secretário Ângelo já tinha citado e também secretário André a presença de baiano como presidente da confederação nacional da indústria. É essa que vai ser também a a grande entidade a liderar o processo no Brasil, e que estamos tendo essa satisfação nesse momento de têlo como presidente da CNI. Com a palavra doutor Carlos Henrique Passos, presidente da federação das indústrias do estado da Bahia. Bom dia, bom dia a todos, queria cumprimentar aqui A nossa mesa através do vicegovernador Geraldo Júnior, amigo da federação, amigo do aqui nosso que eu participo que é o setor da construção, deputado Bacelar, deputado Otto Filho e secretários André Juazeiro e o secretário Anjo Almeida que tem sido parceiro sempre constante nas ações da federação das indústria. Eu estou tendo essa esse cargo, essa responsabilidade, de estar substituindo o presidente Albban, Que ele com muita competência, muita habilidade, conseguiu ser eleito presidente da confederação nacional da indústria o primeiro baiano que será presidente dessa casa que representa todas as indústrias do Brasil, e encargo de muito orgulho mas também de muita responsabilidade, pelo momento que a indústria de uma forma geral enfrenta num desafio do mundo global onde a competição das indústrias não se restringe mais ao território seja municipal, estadual ou federal. Eu entendo que esse assunto que nós estamos aqui pra pra debater hoje é assunto de extrema importância para a Bahia em particular. Tivemos há quinze dias atrás lá no Cimatec recebendo os senadores Sid Gomes e senador Otto Alencar presidente e de relator da comissão desse mesmo tema no Senado Federal, num evento prestigiado com a presença do governador Jerônimo Santana, Rodrigo Rodrigues, do vicegovernador Geraldo Júnior, do senador Jaques Wagner, do secretário Anjo Almeida. Então por que hoje estamos aqui novamente? Porque esse mesmo tema está sendo debatido na câmara de deputados, e por coincidência temos mais baiano no cargo de relator que é o deputado Bacelar. Essa busca da regulamentação desse assunto, ela é extremamente fundamental pra que haja a segurança jurídica necessária pra que de fato, a gente tenha essa capacidade de aproveitar essa oportunidade histórica para a Bahia para o nordeste brasileiro, né. O tema que é muito vasto Ele vai desde energia renovável, biocombustível, a questão do hidrogênio verde, Ele é para a indústria, ele tem duplo papel. A energia é na indústria é produto, porque nós temos indústrias que produzem energia, e é também insumo pra indústria pra ter outros produtos. A federação das indústria desde quando se trouxe no Brasil esse tema do hidrogênio verde, e ele começou e passou a ter uma importância muito acelerada a partir dos problemas da Europa, principalmente em função da guerra da Ucrânia com a Rússia, em que a Europa toda passou a ter desafio de mudar uma matriz energética baseada no gás russo, ele é tema que normalmente quando se discutia hidrogênio verde no âmbito nas federações de indústria sempre se falava na sua produção para exportar pra Europa. Porque o hidrogênio, ao contrário das outras, dos outros modelos de energia tem essa capacidade de ser transportado. Mas desde então o presidente Alban entendeu com muita com muita clareza que nós não podemos deixar de assistir as indústrias do Brasil, Porque logo logo os produtos globais vão estar sendo classificados em função da matriz energética que ele consome. Então logo logo o produto que não tiver na sua na sua fonte de produção uma energia verde ou energia renovável ele vai ter tratamento diferenciado nas nas suas transações comerciais. Daí a importância de entendermos a questão da energia renovável como pilar estratégico da transição energética do Brasil. E é nesse ponto que a CNI já dentro incorporada dentro dessa visão do presidente Alban tem procurado participar das duas comissões, seja da comissão do senado como da comissão da câmara de deputado, mostrando a importância de se entender de uma forma ampliada essa questão da energia renovável. Mas pensando aqui na Bahia, a Bahia de fato como o secretário Ângelo costuma dizer o mundo está olhando pra Bahia. Então mas está olhando pra Bahia e nós ao mesmo tempo Costumamos dizer que é o momento da Bahia, afinal temos uma representação política hoje muito forte dentro do governo federal, agora adicionada com a presença do presidente Alban, mas nada disso será capaz de trazer para a Bahia se a Bahia não tiver a capacidade de desenvolver projetos, propostas, soluções pra que de fato essa oportunidade histórica possa ser aproveitada. A federação das indústria, além de representar as indústrias que tem por si só toda a necessidade em relação ao tema, nós temos aqui a felicidade de ter centro de pesquisa e desenvolvimento que é o Senai Cimatec. Que sempre que temos oportunidade estamos convidando a sociedade baiana a conhecêlo. Eu tenho nesses sessenta, noventa dias que tenho me dedicado com mais frequência à federação das indústria porque ainda não assumindo de forma efetiva a federação, venho assumindo de forma provisória porque o presidente Albano está construindo a sua agenda em função do desafio que ele assumirá a partir de trinta e de outubro, recepcionado diversas delegações sejam de governos, de pares empresariais, ou de missões empresariais ao Senai SIMATEC. E todos eles mostram uma reconhecimento muito grande dessa casa que foi construída ao longo do tempo. E o secretário Juazeiro falou da importância de pesquisa e desenvolvimento, inovação, mas nós temos que ter clareza, isso não ocorre apenas com vontade ou até com dinheiro, isso só acontece quando temos pessoas. E é esse pato que o SIMATEC se diferencia de muitos outros espaços. Primeiro o Cimatec é centro que lá temos técnicos que são formado pela escola técnica do SENAI, nós temos engenheiros, nós temos oito cursos de graduação em engenharia e arquitetura, que são estimulados a participar do mercado mas também participar do mundo desenvolvimento e da pesquisa, e temos cursos de mestrados, doutorados, e somos puxados pelo mercado pra desenvolver pesquisa e desenvolvimento no e buscando inovação, apenas pra gente pontuar alguns aspectos que que tem a ver com o tema, a área da energia eólica. Podemos não, essa é uma tecnologia absorvida. Toda tecnologia ela tem vencimento, ela precisa de renovação. Eu recebi da quinto Energy que temos aqui representantes nesse evento junto com o grupo chinês a busca do Cimatec de estudar 0AA0A certificação, a produção de geradores pra oito Oito mega megawatts por torre, porque hoje o padrão de quatro cinco. Ontem saiu no valor econômico que a WEG e a Petrobras firmaram acordos para o desenvolvimento desse mesmo equipamento para sete megawatts. Então aquilo que hoje está sendo produzido por torre pode ser aplicado no momento seguinte através claro de torres adequadas e de equipamentos adequados mas que tem como resultado a redução do custo unitário do do megawatts produzido naquela torre. Então a tecnologia ela obriga aqueles que saem do mundo acadêmico a voltar pra academia pra continuar estudando. E é essa ambiente vivo que o Cimatec exercita com muita força porque ele trabalha com pesquisa aplicada puxada pela indústria. Foi comentada aqui e e é importante comentar até porque nós temos diversos prefeitos representantes da região do SISAL do semiárido nordestino onde eu do lado do semiárido nordestino do Piauí, o SENAI CimaTEC formou convênio com a Shell já agora incorporado com a Petrobras desenvolvimento da produção de biocombustível a partir do que aquela planta que nós enxergamos sempre produzindo Sisal. Dando certo porque pesquisa e desenvolvimento todos têm que ter clareza que é uma aposta, mas é uma aposta consciente a partir de préestudos, nós vamos dar uma capacidade pra essa região que muitas vezes não enxerga uma produção econômica sustentável numa escala maior para competir com as áreas de produção de cana de açúcar que hoje já se produz álcool a partir dela. Isso vai dar toda uma viabilidade econômica a uma área importante do nordeste da Bahia e do nordeste brasileiro. Esse é papel que o SIMATEC pretende desenvolver. Mas a SIMATEC que nós nominamos de SIMATEC Sertão ele não vai se encerrar no estudo do Ele também contempla AA0 estudo dos recursos hídr nós precisamos buscar equilíbrio dos recursos hídricos na Bahia através de interconexão de bacias através do uso racional da água, e além de outras pesquisas voltadas Também para o uso para a indústria de de fármacos, pra indústria de cosmético, tudo isso de bioma extremamente importante dentro do nordeste brasileiro. Ainda essa semana recebi lá no da Índia que depois levamos ao SDE que tem interesse na produção de fármacos de fármacos e alto valor para doenças graves dentro do dentro da nossa sociedade brasileira. E esse é mais outro papel que o Cimatec desenvolve. Lá nós temos o Instituto Saúde. Dia oito de de setembro agora no nesse Nessa sextafeira após pós sete de setembro recebemos secretário de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde. Veio para firmar parceria com o SIMATEC no desenvolvimento dessa indústria da saúde para poder viabilizar a saúde pública. Então esse é o SIMATEC. O Cimatec é conjunto de esforços, integrado, formação de pessoas, Formação de doutores, mestres e a partir da da demanda trazida pelas indústria, desenvolvimento de para poder viabilizar produção numa escala maior, num preço menor. Isso tudo é feito em parceria com o governo do estado da Bahia. Nós temos hoje uma área fora aqui da Holanda Gomes, uma área que nós chamamos de SIMATEC que hoje tem pouco mais de quatro milhões de metros quadrados Passado pelo governo do estado da Bahia, firmamos na semana passada com o secretário Angelo protocolo para adquirir mais dois vírgula quatro milhões de metros quadrados E essa área anjo talvez daqui a pouco seja pequena pela quantidade de projetos que estão sendo demandados ao SIMATEC. Então nós gostaríamos também de agradecer muito ao governo da Bahia, o Cimatec não tem sentido se não for em parceria com o setor público, Porque essa sinergia do setor privado, do setor público, com a educação e com a ciência que a gente pode Certamente certamente visualizar ambiente social melhor pra o nosso estado, pro nosso nordeste e pro nosso Brasil. Agradeço ao deputado pelo convite de de de trazer a federação pra cá, nós temos participação em alguns painéis mais técnicos E a CNI me informou ontem do seu interesse, do seu agradecimento pelo pela abertura que o senhor tem dado para que a indústria possa contribuir, contribuir pra que a gente tenha essa legislação o mais rápido possível pra gente garantir a construção de equipamentos nacionais para poder de fato termos hidrogênio verde, porque para chegarmos o hidrogênio verde, Que nada mais é que a separação do hidrogênio e do oxigênio dentro da água, precisamos de equipamentos e esses equipamentos hoje ainda são e domínio que o Brasil não tem. Mas tendo a escala nós traremos essas pessoas pra cá, e com a garantia de transferência de conhecimento Teremos indústrias nacionais ou indústria no Brasil produzindo isso. Então muito obrigado e desejo ao senhor sucesso na construção desse marco legal junto com o senador Otto Alencar e com os demais parlamentares para que a indústria a indústria brasileira possa de fato posicionar nosso país nesse momento tão importante de transição energética. Presidente obrigado pela sua participação, obrigado pela luta que o segmento tem feito, parabéns não é por esse centro de excelência, centro de excelência mundial, como é o Senai, SIMATEC, e dizer da alegria que os baianos têm em ter à frente de uma entidade tão importante, não é, do segmento que representa O industrial baiano, o empresariado baiano, presidente tão esclarecido e com sua visão, uma visão moderna, uma visão também com caráter social muito grande. Queremos agradecer a contribuição que a CNI também tem dado nacionalmente aos trabalhos tanto da câmara quanto do senado, e a sua participação em todas as atividades na Bahia muito obrigado parabéns à FIEP. Quero aqui registrar as presenças do senhor Maciel Pinheiro, viceprefeito de Almadina, Márcio Fatel, vereador de Ibirataia, Moisés de Adailton vereador de Ourolândia nós temos aqui municípios que já estão produzindo e municípios não é? Como é o caso de Ourolândia e da região, e municípios que estão pleiteando a instalação dessas placas E dessas torres. Vereadores Marcos e o vereador Aerê de Terra Nova, a viceprefeita de Jacobina, Kátia é da saúde. Josévaldo vereador de Entre Rios, Vaval, vereador de FAFAL, vereador de esplanada, doutora Juliana Brito, chefe de gabinete da secretaria de turismo. O deputado Otto Alencar Filho irá coordenar a próxima mesa então nós vamos ouvilo na primeira mesa logo após o encerramento dessa mesa de abertura, ele que vai coordenar, como eu disse a primeira mesa. E para encerrar essa primeira rodada de abertura temos a satisfação de ouvir o excelentíssimo senhor Geraldo Júnior, vicegovernador do estado da Bahia, esse jovem com futuro político tão obrigado. Você me permite eu falar de pé né? Minhas amigas e meus amigos, pedi permissão ao deputado Bacelar, pra que pudesse fazer uso da palavra de pé. Primeiro, pra que a gente possa dar essa mensagem prefeita, olhando, Nos olhos de cada dos senhores e das senhoras. Esse tema é tão importante, Mas independentemente do tema, a Bahia tem uma importância, ministro Edson Duarte, A Bahia tem uma importância tão grande, hoje no cenário nacional, junto ao governo federal, Que em duas semanas, secretário André Juazeiro, em exatamente duas semanas, nós recebemos Esse objeto, este tema, esta discussão, aqui na capital. Na primeira semana recebemos o ministro Alexandre Silveira, que teve Uma reunião por designação do governador, ao meu lado, haja vista A posição que o governador nos colocou de discutir a transição energética Junto ao Consórcio de Governadores do Nordeste. Depois recebemos a visita Na casa do meu amigo Carlos Henrique, o novo presidente da FIeb, recebemos a visita do senador Cid Gomes. E ao lado dele, o senador Jaques Wagner, presidente da Comissão Do meio ambiente no Senado, e tivemos, ao lado dele, uma das maiores figuras de conceito, De discussão, de conhecimento, de transição energética, de produtores De energia renovável, que é, e peço uma salva de palmas pra o senador Otto Alencar. Nesta mesma, nesse mesmo cenário de discussão, Nós tivemos, e eu fiquei muito feliz quando recebi, eu teria que estar hoje, Meu amigo Marcelo Carvalho, teria que estar hoje ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, entregando as viaturas em Feira de Santana, depois em Santo Estêvão, com as entregas, mas tem aqui uma dupla professor Gonçalo. Aqui tem uma dupla importância. Primeiro, o tema. Segunda importância que tem o deputado Bacelar Na trajetória política do governador Jerônimo Rodrigues, da importância que tem governador, Deputado, estou profetizando, homem governador, Bacelar na história e na nossa trajetória, Léo, Política, pelo amor que tem a essa cidade, pelo amor que tem à Bahia, e olhe, A importância que tem governo federal, a importância a importância que o governo federal dá à Bahia. E hoje, ele dá o pontapé inicial pra discutir no Encontro Baiano dos Municípios Produtores de Energias Renováveis. Essa discussão, ele começa pela Bahia. A nossa saudação, prefeito Luisinho, A todos prefeitos, prefeitas, exprefeitos, exprefeitas, aos vereadores e vereadores da nossa cidade. Ontem fiquei muito feliz quando recebi do amigo João, Cláudio Bacelar, seu filho, sinalizações sobre a transição energética. Ele me deu uma informação ontem, que é de extrema importância, Secretário Ângelo Almeida, do desenvolvimento econômico do nosso Estado. Parabéns pelas ações, vossa excelência que é deputado estadual licenciado e está emprestando os seus conhecimentos à indústria, ao comércio, ao desenvolvimento econômico. Luiz Cláudio me passou uma informação ontem, Que é de extrema importância. E eu não tinha esse conhecimento, Paulo Costa. Nós, com as riquezas naturais que temos, seja da energia eólica, Celsius, seja da energia solar, as riquezas naturais que tenho, que temos, a Bahia tem condições de produzir sessenta milhões de toneladas de hidrogênio verde para o país. Nós temos uma transição energética, André Juazeiro, e não dá pra falar em transição energética Se a gente não falar de ciência, inovação e tecnologia, Álvaro Gomes. Não dá pra falar em transição energética se nós não tivermos, e aí o compromisso da agência de fomento do estado da Bahia? Aí o compromisso das representações do BNDES, do Banco do Nordeste, Não dá pra falar de política de descarbonização, se nós não tivermos incentivos de financiamento, Incentivos financeiros, incentivos de atrativos. Nós temos na Bahia, as informações Foram tão bem sinalizadas aqui pelo presidente da FIeb, pelo amigo Ângelo Almeida e pela técnica e o tecnicismo que tem O André Juazeiro. Nós temos trinta e trezentos e doze parques eólicos Aqui na Bahia, setenta mil empregos gerados em função disso, Uma renda de trinta e cinco por cento deste setor de energia limpa e renovável para o país, e com a expectativa de crescimento. Então é este envolvimento, deputado Bacelar, Com a sociedade civil, porque vejo aqui representações de movimentos sociais, representações empresariais. Participei ontem, de evento da central dos trabalhadores, Central Brasileira dos Trabalhadores, Central dos Trabalhadores do Brasil, A CTB. Participei ontem, dos movimentos sindicais pela capital, regiões metropolitanas E ali está o Marcelo Carvalho da UGT. A participação e o envolvimento, dessas centrais sindicais, no crescimento desse processo, ele é fundamental. Não há que se falar, Gilson, em crescimento E desenvolvimento sustentável do nosso país, porque a gente precisa acabar com aquela dicotomia de E fascismo que foi instalado, que não dá pra associar o desenvolvimento econômico, Com o crescimento do trabalhador e da trabalhadora. Nós pudemos associar esse crescimento, aqui está a sociedade empresarial, a sociedade civil, vereadores e vereadoras, prefeitos e prefeitas, Deputados federais, dá exemplo aqui do deputado federal Otto Alencar, que se dedica a esse processo. Quero que você leve a encomenda do abraço ao deputado Arnaldo Jardim, de São Paulo, Que teve ao seu lado a ideia e a autoria desse requerimento, porque todo esse processo, deputado estadual, Rosemeigue Pinto, líder do nosso governo na Assembleia Legislativa. Esse tema, nós temos que ter a discussão no meio ambiente, Também na Assembleia Legislativa. Falava ontem com o deputado Leandro de Jesus, que é o presidente da comissão, E o meu filho, que é o deputado Mateus, como vicepresidente. Esse envolvimento, e ele não está aqui hoje, porque está numa missão na cidade de Itabuna. O envolvimento desse tema é fundamental. Vânia representa aqui hoje o nosso secretário Eduardo Sodré, com toda a sua equipe, Eduardo, que tem se destacado como dos melhores secretários da história da Bahia, na condução do meio ambiente. Uma salva dizer em palmas pro secretário Eduardo Sodré. E de todo esse trabalho, esse envolvimento, essa sua iniciativa, tudo na vida que você colocou a mão, Ela deu bons bons frutos. Assim foi como vereador de Salvador, presidente da câmara, deputado estadual, deputado federal. As pessoas dizem que ultimamente eu tenho tido dom Celso, de profetizar e na última semana eu sonhei a semana toda você caminhando comigo nas ruas aqui da capital, nas ruas de Salvador. Vereador Anderson Leal. Ontem nós estávamos lá em Vera Cruz, Na procissão. Hoje estamos aqui, Zeque. Daqui a pouquinho, minha prefeita, que eu tanto amo, Ela Liqueinha, dez, dá beijo, especiaria. E ela estava no Simatec Sertão. E quando no Simatec Sertão, Lembra lá no Cimatec Sertão? Quando nós estávamos lá no Cimatec Sertão, lá no Sisal, e aí começaram a Começaram dizer que a mulher vai ser importante no processo, ela gritou, mulher vai ser não, mulher já é, porque a mulher pode ser o que quiser, na hora que quiser e como quiser, salva de palmas pras mulheres. Você vê que eu me lembrei disso aí viu? Gravei. Então Rivalto, Eu quero, fica aqui de pé comigo, deputado, porque isso aqui tem simbolismo muito especial. Eu quero lhe desejar toda a sorte do mundo em nome do governador Jerônimo Rodrigues, ações transversais de governo já estão sendo efetivadas. Dei o exemplo aqui do André Juazeiro, dei o exemplo do amigo Angelo Almeida, dei o exemplo do Eduardo Sodré do Meio Ambiente. Nós nos colocamos à disposição de tema que é extremamente importante. Quando a gente fala, a gente guarda essa frase aí que é importante, E hoje pela manhã eu estava pensando comigo. Liguei até pela manhã cedo pra João Cláudio Bacelar, liguei pra ele bem cedo E disse olha, dá toque lá seu pai, que transição energética significa sabe o quê? E o Brasil vai ser referência nisso, Vai ser a jogada do século, transição energética significa transição ambiental, Transição econômica e transição social. Esse tripé nós não podemos esquecer. Eu queria que aqui estivesse ainda O vereador André Fraga e o presidente Ivanilson. Ivanilson que, destacadamente, sempre teve essa bandeira desde o início da sua militância no meio ambiente. Mas não esquece disso não João, leva essa missão, e cada dos senhores e senhoras que aqui estão. Transição energética é transição ambiental, é transição econômica, Porque a gente pode falar de transição energética, mas nós temos que pensar no processo de descarbonização, Mas de desenvolvimento econômico sustentável, que isso é fundamental. E acima de tudo sabe o quê? Ontem eu aprendi uma frase com o Presidente Lula. Não dá Juliana, você que representa o nosso Secretário Maurício Bacelar, Nosso secretário do turismo. Não dá pra falar em desenvolvimento de país, aqui ao meu lado. Essa foto aqui eu vou usar muito. Não dá pra falar, não dá pra falar em desenvolvimento social, Porque as pessoas perguntam, e aqui eu estou vendo grandes militantes de movimentos sociais. A CUT é exemplo disso, A CTB é exemplo disso. A UGT é exemplo disso. Você sabe o que que tem, eu vou finalizar agora, não queria nem ir embora, mas vou ter que, que tenho outra agenda. Você sabe porque tem os movimentos sociais e sindicais? Porque ainda há no país injustiças sociais. Deus abençoe a todos vocês. Sobre energias renováveis, sob a coordenação do ilustre deputado Otto Alencar Filho, e que teremos Doutor Celso Rodrigues, superintendente de energia e comunicação da secretaria de infraestrutura da Bahia, professor Gonçalo Pereira, professor da Unicamp, Renata ISFET, presidente da Biogás. Agradecendo a presença e a contribuição dessas importantes autoridades, agradecendo ao nosso presidente Carlos Henrique, ao secretário Ângela Almeida, o secretário André e ao nosso queridíssimo vicegovernador Geraldo Júnior, está encerrada essa primeira intervenção. Ah então, o governador deputado passo a coordenação dos trabalhos ao ilustre deputado Otolecapi. Vou lhe fazer uma proposta séria, agora que eu vou vou vou te pedir pra você Fazer, ser o responsável aqui na Bahia por projeto importantíssimo pra Pelo pelo adiantado do horário eu peço às pessoas que permaneçam em seus lugares para que a gente possa agilizar a primeira mesa. Sandra, tchau. A nossa querida prefeita de Araci, Querinha, Davi, prefeito de Glória, Gilvan Lisboa, secretário da agricultura, Paulo vereador de Belmonte, Valtinho vereador de, Mascote, Álvaro Gomes exdeputado e assessor da Doutor Marcelo Carvalho, presidente da UGT, Bárbara Cauboud, da, padre Gregório da Paróquia Santa Mãe de Deus, pediria às pessoas que, fiquem nos seus lugares para que o deputado Otto Filho possa recomeçar os trabalhos. Pessoal nós vamos começar agora A segunda fase, e eu gostaria de convidar aqui nosso amigo Celso Rodrigues, superintendente de energia da infraestrutura. Nosso amigo Gonçalo Pereira professor da universidade de Campinas. E queria também que fazer pedido ao governador, ao nosso vicegovernador Geraldo Júnior, que ele ficasse alguns minutos porque eu queria discutir com ele projeto que eu acho de extrema importância. Nós falamos aqui sobre as energias renováveis, sobre o 0 biocombustível, mas nós vamos falar agora sobre projeto que é extremamente importante para os prefeitos da Bahia que é o Biogás. E eu venho lutando desde da época do nosso exgovernador Rui Costa, projeto que seria a implantação de indústrias de biogás em cada território de identidade da Bahia, pra resolver o problema dos lixões que hoje os prefeitos têm. Hoje nós temos meu vicegovernador problema grande que é o preço do gás no Brasil. Hoje o preço do gás no Brasil Ele é em média dez por dez dólares maior do que do do nacional né, do mundo no mundo. E uma das grandes opções que nós temos, de viabilizar as indústrias brasileiras, principalmente a indústria de amônia, Principalmente a indústria de fertilizante, e também de hidrogênio, é baixar o preço do gás. A gente não consegue fazer isso, Através da Petrobras, porque ela tem o direito de fazer a política dela por ser uma empresa USA, uma economia mista. Mas, através da produção de biogás, nós podemos mudar não só a realidade da dos municípios e dos prefeitos da Bahia, Mas também transformar uma indústria que hoje é imprescindível que acabou no Brasil, a última indústria que nós tínhamos de amônia e de fertilizante que era a UNIGEL, ela fechou as portas, e hoje nós temos a oportunidade de resgatar projeto que foi de minha autoria, junto com o pessoal da Sedu, que era justamente implantar essas empresas jogás. E nós vamos agora discutir com a senhora Tamar Rottman não vai ser mais a senhora Renata isso é mais com a senhora Tamar Rottman, dar a biogás justamente essa questão. Vamos lá. Uma salva de palmas pro nosso vicegovernador. Mais uma vez, nosso colega, nosso amigo, Professor Gonçalo Pereira, para a mesa. Já se encontra o nosso amigo Celso Rodrigues. Queria convidar também nosso amigo deputado federal e Anfitrião, por favor João Costa fique aqui com a gente porque sem você também, não vai dar certo esse esse essa segunda fase. Eu queria começar saudando todos os prefeitos, viceprefeitos, vereadores, prefeitas, viceprefeitas, vereadoras aqui da Bahia, Em nome do meu amigo prefeito Vonte uma salva de palmas para esses grandes guerreiros. Temos aí Vonte uma Uma boa notícia, que vai ser a antecipação do ICMS pra que a gente possa fazer com que vocês tenham alívio Na receita corrente líquida isso é bastante importante. Então uma salva de palmas aí pro nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nós discutimos aqui amigos, vários setores, e é verdade que a Bahia e o Brasil, tem uma grande oportunidade, mas também tem grandes desafios. É uma grande verdade Que o setor de energias renováveis está bastante consolidado aqui na Bahia. Foram investidos bilhões e bilhões de reais, diria até trilhões, na geração de energia eólica, a energia solar também vai ter muitos investimentos, vai se consolidar também, Mercado livre é uma realidade, e assim como é também a produção de biocombustível, Eu acredito inclusive, Bacelar, que nós devemos continuar incentivando, A mistura dos combustíveis dos biocombustíveis junto aos combustíveis fósseis pra que a gente possa também fortalecer Esse comércio, se a gente quer realmente fortalecer o biocombustível, nós temos que criar Essa demanda eu acredito que através de projetos de lei que obriguem a fazer essa mistura, vinte ou cento que seja a gente realmente vai viabilizar nesses municípios, principalmente nos municípios, que são municípios do semiárido baiano, a produção desse desse biocombustível. E sobre o biogás como eu estava falando com vocês, desde desde desde a gestão do exgovernador governador Rui Costa, eu venho lutando pra que a gente possa fortalecer o biogás no Brasil. Por que isso? Primeiro porque o gás brasileiro ele é tem como eu falei a vocês, ele é nele não é competitivo, diante do do preço do gás internacional. E também porque a gente precisa resolver grande e sério problema que nós temos nos municípios, que é a questão dos lixões. A gente não conseguiu ainda resolver o problema dos resíduos sólidos na Bahia e no Brasil. Isso ainda é grande problema. E como é que a gente poderia resolver isso? A ideia que eu dei na época Ao exgovernador Rui Costa, era montar com o apoio do governo do estado e dos consórcios municipais, Uma indústria de biogás em cada território de identidade da Bahia, nós temos vinte e sete, seriam aproximadamente vinte e sete. E aí algum prefeito pode dizer mas por que não em cada município? Porque pra você viabilizar uma indústria de biogás, Você precisa de aproximadamente milhão de toneladas dia de resíduos sólidos pra você poder processar. Então só existe uma possibilidade de a gente viabilizar isso, através do apoio do governo do estado, E aí nesse caso, o governo do estado teria, pra viabilizar o projeto de criar os benefícios fiscais, pra que a gente possa montar essas indústrias em cada território da entidade então, eu sou a favor de que a gente, reduz a 0 os impostos estaduais e municipais pra que essas indústrias venham se instalar, E aí a gente resolve dois problemas. A gente fortalece a indústria brasileira com o preço do gás mais competitivo. E a gente resolve o problema dos prefeitos com a questão dos resíduos sólidos. Então era isso que eu queria conversar com o nosso vicegovernador Geraldo Júnior quero também discutir esse assunto com o governador Jerônimo Rodrigues, O projeto está pronto na Sedu, na época se achava eles achavam que era interessante fazer através de parceria público privada, mas eu dei uma outra opinião, eu venho desse setor eu fui presidente da Desembarhia está aqui nossos amigos da Em Bahia em nome do presidente Paulo queria saudar todos os meus amigos da de Zembaí que eu tenho muito orgulho de dizer que está lá, uma salva de palmas pra eles. Mas na época a gente percebeu que parceria público privada pra projeto tão simples não era o ideal, o ideal realmente é que os consórcios através de processo simples de licitação, né, viabilize com que as indústrias venham, se instalem, E que vocês possam juntos com o governo do estado resolver esse grande problema. Bom eu vou primeiro aqui passar a palavra A o nosso amigo, Celso Rodrigues, Nosso amigo superintendente de energia que nos tem ajudado muito, eu cobro ele demais acho que quase Quase diariamente as extensões de de rede de energia do estado da Bahia pra ajudar os nossos prefeitos, nossos vereadores com a palavra Celso Rodrigues. Uma salva de palmas. Obrigado. Estou de olho. Obrigado deputado Lopes Filho, Agradeço a participação de estar aqui com tentando contribuir com informações importantes no encontro baiano dos municípios produtores de energia renovável. Agradeço então ao ao deputado Bacelar, e a toda a organização do evento. Saúdo também ao professor Gonzalo que está conosco aqui. Eu vou pedir, rapidamente, uma pequena apresentação da cronologia da evolução das energias renováveis aqui no estado da Bahia, vou tentar tratar de tema de uma forma bem sucinta porque ela é muito grande mas nós vamos tentar colocar isso na forma mais dinâmica possível. Nós estamos falando basicamente de ponto de referência, traçado aí por volta do ano de dois mil e dez, dois mil e onze, quando a a indústria eólica efetivamente de partes centralizadas começaram a adentrar EAA se colocar como opção de produção de energia aqui no nosso estado. Nessa época, foi importantíssimo uma ação de governo que anteveio a possibilidade de prospectar os potenciais do nosso estado. Isso foi feito então uma parceria fantástica aí do governo do estado, a partir da secretaria de infraestrutura e da secretaria de ciência e tecnologia, com a parceria do Instituto Senacy, que de fato nos honra e nos orgulha muito por ser essa essa organização tão capaz do ponto de vista científico e de desenvolver metodologias de de ciência aplicada tão tão relevantes. Então, nessa época surgiu então a possibilidade de se elaborar o Atlas eólico do estado. O Atlas eólico do estado, ele na verdade é uma grande bússola para os investidores, para a academia, para o setor elétrico porque enxerga as grandes potencialidades de produção de energia elétrica a partir de fonte eólica aqui no nosso estado. Lá naquele estudo que foi realizado já faz mais de uma década, se identificou à à época no topo da tecnologia de geração eólica, a possibilidade de alguma coisa em torno de cento e oitenta e cinco mil megawatts de possibilidades de geração de energia eólica, aqui no nosso estado, seria volume realmente gigantesco, isso tudo saltou aos olhos porque foi feito com critério bastante conservador, com toda a questão da delimitação das questões principalmente de ordem ambiental sendo colocadas e respeitadas, totalmente nesse sentido. E pra pra pra todos nós à época ficou então avaliado que os ventos da Bahia eram vento de característica basicamente né, ou seja, são ventos de terra, aqueles ventos localizados principalmente nas áreas do semiárido do baiano. Identificouse então sete fronteiras naquela época. Pegando apenas o paralelo ali, já há mais de uma década também se identificou de forma preliminar e apenas de forma preliminar, isso tudo tem que ser reavaliado totalmente, a possibilidade de de geração de energia elétrica a partir dos ventos na área offshore ou seja na área do mar. Na época com oitenta e alguma coisa em torno de oitenta e sete mil megawatts já há mais de uma década, secretário Angelo, então o estado da Bahia, Em em em em imersões que foram feitas há dez anos atrás que certamente serão que ser revistas em função de toda a extensão da costa baiana, Nós já saímos de partida com oitenta e sete, né, mil megawatts de possibilidade, né, de geração a partir de de Eólico offshore, que está aí cada vez mais na pauta. Então foram sete regiões, basicamente, A a as regiões do Jacobina, a Serra do Tombador, a Caetité, a a parte da Chapada Diamantina e Morro do Chapéu, área de Sobradinho, Centro do Sé, né, e e outras áreas que foram catalogadas na época com ventos superiores a sete metros por segundo que são os ventos ideais. Disso todo, avaliouse também as condições de vento, que são ventos interessantes aqui no nosso estado, que eles basicamente eles têm predominância durante todo o período do dia, Porém, com fatores mais importantes e mais agradáveis da produção de energia elétrica a partir de fonte eólica no período seco, Aqui da da região nordeste, e são ventos basicamente de característica noturna. Do ponto de vista de variáveis da engenharia sobre a qualidade da constância de ventos, a a unidirecionalidade dos ventos também são importantes coloca o estado com potencial de de de produção gigantesco com ventos de qualidade. Isso todo atraiu então a indústria eólica Estado da Bahia de forma massiva, ou seja, existia uma bússola que viabilizava tudo isso, e aí é que começou o trabalho, o trabalho enorme de viabilizar a entrada desses parques centralizados aqui no estado, que aí A transversalidade foi plena pra dar as condições desse potencial natural que nós temos se efetivamente se transformar em em energia elétrica pra viabilizar projetos industriais em todo o país. A infraestrutura viária teve que ser muito reforçada e e contrasçados reavaliados pra equipas de extensão, né na à época a média de sessenta e quatro metros, cada uma hoje bem maiores, pudessem trafegar nas vias em todo o interior, estradas vicinais, serem refeitas ou serem inicializadas pra abarcais essa grande quantidade de torres que estavam entrando no nosso estado. Treinamento de pessoas, a a capacidade hoteleira de muitas cidades de absorver esse pessoal que está entrando enfim, foi uma está sendo ainda uma grande revolução, essa indústria pra nosso Estado. E principalmente a necessidade aí secretário Angelo, novamente, de fazer do processo da industrialização da cadeia eólica no nosso estado, que hoje está consolidada com com vários operadores presentes aqui no nosso estado desde os próprios aerogeradores, Torres, né, e todos alguns de demais componentes. Esse é o dado atual, Nós fizemos essa imersão ontem, e nós temos aí, deixa eu pegar aqui pra verificar, duzentos e oitenta e seis parques eólicos em operação comercial hoje no estado, com alguma coisa em aproximadamente oito mil megawatts de capacidade instalada. Ou seja, em uma indústria que nasceu há pouco mais de dez anos, praticamente só a a capacidade instalada de geração eólica no estado, dobrou a capacidade instalada de geração de energia elétrica no estado da Bahia em em relação a tudo que havia pretetamente a dois mil e dez. Nós estamos falando de investimentos aí da ordem de trinta milhões de bilhões de reais só nos parques que estão em operação comercial neste momento. São mais sessenta e e oito parques em construção o que vai injetar dentro da capacidade instalada do Também alguma corretora de dois, dois mil e setecentos megawatts, né, isso é é muito rápido, e dado fantástico que é o que já existe de outorga efetiva colocada, né pra entrada em operação que ainda não se iniciou a construção, isso nós temos mais duzentos e sete parques eólicos, deputado Otto Filho, já efetivamente outorgados, que vai colocar aí alguma coisa em torno de oito mil megawatts. Nós estamos falando isso num período até dois mil e trinta. Então é, se nós hoje temos oito mil em uma década, até dois mil e trinta nós vamos colocar aí mais dez mil megawatts de capacidade instalada aqui no estado. E aí vem outro desafio, que é a questão de como é que nós vamos colocar essa energia que já está aí para ser colocada a o processo construtivo desses parques para fora, né, grande desafio que rebate diretamente nas ações da secretaria de infraestrutura do estado, fazendo a transversalidade com os os organismos federais, como empresa de pesquisa energética, operador nacional de sistema a agência nacional de energia elétrica pra viabilizar a entrada de linhas de transmissão de grande porte aqui no estado. Passar rapidamente aqui pra nós não perder tempo. Essa é a é a distribuição dos municípios baianos que já possuem projetos de energia eólica. O 0 grande campeão ali é nesse momento, eu estou distante aqui, né a com alguma em torno de cinquenta e nove parques eólico instalado no estado da Bahia. E uma diversificação fantástica, são mais de trinta municípios que já recebem parques eólicos em operação aqui no nosso estado. Evidentemente algumas regiões com uma concentração maior, mas basicamente é é extremamente dinâmica. Apenas lado De dado catalogado, de projetos, já colocados para participar de leilões regulados e também no mercado livre, o estado possui mais de quinhentos projetos já também efetivamente catalogadas. Então é essa é a parte da energia eólica, paralelamente ocorreu da mesma forma, seguindo os mesmos passos, a a necessidade de se avaliar o potencial solar do estado com seus níveis de radiação, novamente o estado da Bahia, junto com a a secretaria de ciência e tecnologia transversalmente com todas as demais secretarias envolvidas, secretaria de meio ambiente, secretaria de desenvolvimento econômico, e com a parceria muito produtiva do Senai Cimatec desenvolveu lá em dois mil e dezessete o Atlas solar do estado. Aí veio uma revolução professor André. E o estado da Bahia em termos reais é com com acima de mil e oitocentos quilowatts hora por metro quadrado, tem acima de terawatts de possibilidade de geração de energia. O Brasil todo hoje, deputado Bacelar, tem duzentos mil megawatts. Nós estamos falando de milhão só de solar aqui no nosso Então é uma terra verdadeiramente abençoada, do ponto de vista natural, pra ser o grande produtor de energia renovável do Brasil, desde que tenhamos condições de infraestrutura pra viabilizar tudo isso, desde que projetos de inovação tecnológica, como o secretário Juazeiro pontuou há há minutos sejam desenvolvidos desde que a essência da academia seja utilizada pra desenvolver e inovar nessa fronteira tecnológica que é tão verdadeira. E aí, adicionado a tudo isso, o fator básico pra produção de hidrogênio verde, que é o que se avizinha logo adiante, é basicamente ter a possibilidade de que AAA energia renovável seja ela utilizada pra fazer a quebra da molécula da água, ou seja, a separação do hidrogênio e do oxigênio necessariamente tem que passar pela possibilidade de energias renováveis. Então o estado da Bahia se coloca mais uma vez diante de uma oportunidade fantástica, de produzir, de atrair indústrias eletrointensivas dessa natureza. Ontem, na na terçafeira nós estávamos em em São Paulo participando do Congresso do Brasil WindPower, com a presença do governador Jerônimo e da e de várias outras secretaria, secretaria de desenvolvimento econômico presente, secretaria de meio ambiente presente, né, casa civil presente, todos nós lá dando apoio e enxergando o apetite e o desejo do mercado de investir definitivamente na possibilidade de desenvolvimento da indústria de doadores, do do hidrogênio verde no Brasil, a Bahia se coloca com certeza como grande atrativo nesse sentido, não só mas por sermos baianos falando sempre do nosso estado, tá. Esse foi outro ponto interessante que é a possibilidade de desenvolvimento de indústria de parques hídridos de geração de energia solar e de energia eólica, utilizando e compartilhando a mesma rede de transmissão linhas de transmissão aqui no nosso estado. Então hoje são setenta e dois parques solar funcionando, há alguma coisa em torno de dois mil e e não dá está dando pra venda aqui acima de dois mil megawatts de capacidade instalada só de energia solar fotovoltaica, mas Com a possibilidade de termos aí, aproximadamente quinhentos novos parques solar aqui no estado que colocaria mais vinte mil megawatts nesse sistema. Professor Gonzaldo deve estar perguntando meu Deus como é que vai ser isso como é que vai Esse sistema vai funcionar com tanta flutuação aí de energia eólica e de energia solar nesse processo? É aí que entra mais uma vez a ciência e a capacidade de desenvolvimento das universidades e com certeza o Senai Cimatec, Instituto Federal da Bahia e UFBA contribuirão muito pra isso. A matriz baiana hoje é acima de noventa e dois por cento de base renovável, isso é impressionante. O mundo em média está abaixo de vinte e cinco, nós estamos falando em noventa e dois, ou seja o grid de produção de energia elétrica direto do grid já é renovável, é uma realidade pra nós aqui, trabalho de muito tempo. Esse mesmo gráfico em mil novecentos e setenta, ele estaria acima de noventa e noventa por cento apenas de base hídrica. Foi uma transformação gigantesca aí em uma década aí alguma coisa. Apenas pra finalizar que eu sei que eu já estou tomando muito tempo, mas é uma notícia positiva, ocorreu leilão de transmissão na bolsa de valores de São Paulo no dia trinta de junho passado, onde foram colocados seis mil quilômetros de linhas de transmissão em oferta pública à iniciativa privada, dos quais aproximadamente quatro mil quilômetros são estado da Bahia. E o leilão foi sucesso. Então o estado da Bahia contará com aproximadamente quatro mil quilómetros linha de transmissão até o ano de dois mil e trinta, o que vai com certeza viabilizar a entrada de projetos de geração de energia eólica de energia solar e também de de biocombustíveis, que que se fará necessário pra colocar essa energia toda pra fora. E principalmente na indústria de hidrogênio, que são eletrointensivos e que necessitam sim de caminho viável pra condução dessa energia pra tudo isso. Então são cerca de dezoito milhões bilhões de reais, mais pontualmente quinze bilhões de reais que foram colocados em oferta, desses quinze bilhões onze bilhões passarão pelo território baiano até do ano de dois mil e trinta. É volume fantástico de recursos que está sendo colocado. Teremos também agora no mês de março, uma nova fronteira de linhas de transmissão na região extremo oeste da Bahia, em Formosa de Rio Preto, com a nova subestação de Formosa, ligações pra pra para Dianópolis, e uma série de linhas de subtransmissão que aí sim, não mais dentro do sistema interligado nacional, como são linhas de duzentos e trinta e quinhentos, Mas aquelas linhas de subtransmissão que tanto a Bahia almeja que ficarão por conta da concessionária de distribuição nas linhas cento e trinta e oito e meia aí uma série de quase onze novos projetos de de de subtransmissão na região oeste do estado. Isso está previsto se tudo correr bem pro mês de março. Esses são os vencedores do leilão, os lotes já foram todos outorgados, tivemos problema no lote que assustou a todos nós, mas graças a Deus foi solucionado que foi a entrada da de consórcio que nos assustou, que seria o consórcio gênesis, mas a Agência Nacional de Energia Elétrica desclassificou esse consórcio, por motivos técnicos e o segundo colocado já foi validado e isso nos dá tranquilidade pra colocar essas linhas em operação. Basicamente é esse, esse é 000 mapa do sistema elétrico do sistema interligado nacional em duzentos e trinta e quinhentos kv na Bahia, esses pontos tracejados pessoal, é a quantidade de linhas de transmissão que eu vou entrar na Bahia aí até o ano de dois mil e trinta, seja, é uma verdadeira teia de aranha saindo aí do centro norte do estado da Bahia em em direção aos estados do sudeste basicamente, são pontos de escoamento da geração de energia elétrica aqui no nosso estado. São são linhas muito grandes, tem uma linha deputado, que estava sendo considerada a maior linha de transmissão em quinhentos k v em construção na no Brasil, que sai de Morro do Chapéu, e vai até o Espírito Santo. É uma linha acima de mil quilómetros, e nesse leilão saiu uma outra linha, espelho dessa daí, já vencedora pela Engi. É uma da neorenergia, do grupo neorenergia que está em construção e a emgia operando a outra. Basicamente é isso, estou à disposição, apenas pra falar, está em curso também, secretário Juazeiro, não sei se está aqui conosco ainda, se já foi, o desenvolvimento do Atlas bioenergético do estado. É é algo também que a gente, que com toda a a temos toda a atenção e expectativa pra que seja desenvolvida essa nova fronteira, essa nova bússola dos bioenergéticos, e aí deputado Otto, capta também. Exatamente, tem outro que está sendo desenvolvido aí pela SDE, Pela secretaria de meio ambiente que é o Atlas hidrogênio verde. No caso o senhor tocou no assunto dos bio dos dos do biogás, Esse estudo vai ser desenvolvido muito em cima da possibilidade de geração de energia a partir de biometano, de recuperação de resíduos sólidos urbanos o senhor está corretíssimo, e outra uma outra fonte de energética que está aí disponível, que é o lodo de esgoto, que é energético fantástico que poderia ser utilizado aí como fonte de suprimento aí pela empresa de saneamento. Obrigado, me estendi demais. Agradeço ao meu amigo superintendente Celso Rodrigues, e aproveito pra convidar o secretário Ângela Almeida também pra fazer parte aqui nossa mesa por favor secretário. O mundo vai lutar cada vez mais por energia, alimentos, água, geração de emprego e renda. E dos mercados que está Apontandose grande vetor de crescimento não só pra geração de emprego e renda, mas também pelo fortalecimento da matriz energética, é justamente a geração de hidrogênio principalmente hidrogênio verde. Então pra falar sobre A transição da matriz energética, também do fortalecimento da matriz energética. Eu gostaria agora e convidar o professor Gonçalo Pereira pra falar pouco mais sobre esse assunto. Uma salva de palmas pessoal. Pessoal, opa, eu já comecei jogando hidrogênio no chão, você quer hidrogênio pessoal, primeiro eu gostaria muito de agradecer deputado Bacelar, deputado Otto, ao amigo Arnaldo Jardim, eu acho que isso aqui é uma coisa histórica extraordinária, eu sou baiano, é facílimo de ver né, eu saí da Bahia em, a maior Bahia nunca saiu de mim, isso não não é brincadeira é verdade, Eu queria comentar isso no final porque até explicar né, essa saída. Pessoal, eu sou professor, se vocês puderem aí no fundo fazer senhor agradeço, sério isso aqui é pra valer pessoal, eu não preciso desconcentrar. Eu vou começar essa história aqui sabe há quatro e meio bilhões de anos atrás quando o sol foi formado. A gente fala muito de energia, a gente fica impressionado com as quantidade de energia, isso é nada, em relação à quantidade de energia que o sol manda pro nosso planeta, nós usamos uma quantidade absolutamente ínfima da energia que nos chega aqui. E eu não sei se vocês sabem mas se o planeta não girasse sabe? A partir do a partir da latitude olha isso é super importante pra políticas públicas. A partir da latitude trinta e cinco se o planeta não girasse, o mundo não teria não teria energia. Você teria uma calota de gelo em cima, uma calota de gelo embaixo, e os trópicos né, onde nós estamos, com energia. Aí Aí você pergunta mas por que então né que esses caras não congelam? Porque a energia circula, né, energia circula. O problema da aceleração das mudanças climáticas não é mudança climática, sempre mudou. A vida nada mais é né do que uma contraposição à entropia. Eu não vou entrar em física aqui, Mas só isso pessoal. Então, veja bem, só tem energia nos trópicos, mas onde é que tem país desenvolvido? Tem algum país desenvolvido no trópico? Não tem. Por que que não tem? Por que quem faz desenvolvimento é cérebro, sabe qual é a temperatura ideal do cérebro pra trabalhar? Essa aqui, vinte e três graus. Quero ver isso em Conceição do Coité, no verão, quero ver uma escola pública, pessoal nós temos gênes no sertão, eu não estou brincando eu estou falando sério, porque com geneticista eu sei, que aquele pessoal ali foi submetido a uma pressão seletiva gigantesca A criatividade que o sujeito tem que ter no sertão é incrível, mas você está perdendo esse pessoal por quê? Porque o sol, que pode fazer bem como você acaba de mostrar a quantidade de negócio, fez mal por que que fez mal? Porque quem estava lá com as suas inteligências geniais, tinham que se preocupar com sobrevivência, e nada mais. É porque o clima do sertão é irregular, ele não é irregular, Eles só não têm regularidade anual. Agora a gente entende de El Niño, agora a gente entende de inclinação no planeta, agora a gente entende de A gente entende tudo isso. Agora dá pra planejar. O que é que nos falta? É simples. Formação de capital humano. A gente tem né, o melhor barro que pode encontrar, mas não está construindo isso. Então, eu eu uma vez me chamaram pra desses negócios, eu sei, conselho de pedagogia de não sei que lá, rapaz mil teorias. É uma coisa só que tem que fazer, instalar ar condicionado nas escolas. Pessoal, a gente está com excedente gigantesco de eletricidade. O que você acabou de falar né, só a Bahia consegue gerar com sem nenhum desafio tecnológico, mais do que o dobro do que o Brasil hoje produz energia, e nossas escolas com as criança pessoal é só cérebro é cérebro recursos naturais que a gente tem nem uma quantidade imensa amigo ninguém segura isso aqui. Mas quando eu falo isso lá né, na Unicamp e tal, nego dia porra esse cara é baiano esses caras exageram pra cacete. Se você quiser ir pro ITA, que é a escola mais difícil do país, sabe onde é que você tem que se preparar? É no Ceará, é no Ceará, o Itachi tem trinta por cento cearense, quem é cearense, não sei se tem cearense aqui, mas é isso aí. Pessoal, o nosso principal capital é humano, e esse capital humano, que a gente na época é mil novecentos e quarenta mil novecentos e cinquenta essas grande tragédia, e não tinha condição de desenvolver, agora a gente tem tudo, tem recursos, tem energia de sobra né, o que eu vejo aqui é histórico, eu ouvi o nome Senai Cimatec não sei quantas vezes Senai Cimatec não existe em nenhum lugar do mundo, eu te garanto, eu garanto isso. Não existe onde é que se forma desde técnico a doutor onde tem a melhor parte de computação do país e outra coisa Nós na Unicamp, que eu adoro Unicamp, Unicamp realmente é patrimônio nacional, mas nosso papel é pensar, é fazer ciência, O Cimatec pega desde o pensamento né da constituição do pensamento, até o produto, até a integração, até, só tem isso aqui. É só isso só existe esse você pode buscar o país então você pode procurar o mundo e você não vai encontrar uma estrutura como essa e aí agora eu quero falar uma coisa muito E aí a gente entra no agave nem no programa Brave bom beleza. Pessoal, as plantas aliás se eu tiver uma crítica pra fazer aqui eu só tenho uma, Aquela folhinha ali oh, não é de hves. Pô, aquilo ali né, a gente está precisando botar ali hves e uma macauba. É verdade hangio e uma macaúba porque essas plantas são extraordinárias, né? O que elas têm de diferente? Uma planta ela tem umas boquinhas chamadas estomacos, sabe? Se botar no microscópio uma folha qualquer você vai ver essas boquinhas então essas boquinhas quando pega CO dois né lembra? Na escola a gente aprende CO dois entra CO dois água e tal Quando essas boquinhas abrem pra entrar CO dois, liberar oxigênio e tal, ela perde água. O que que o Agave, o Sisal fez? Essas plantas evoluíram, elas fecham a boquinha durante o dia. Não entra água, não sai água, E só à noite elas abrem, e quando elas abrem elas pegam CO dois e convertem ácido. É por isso que abacaxi por exemplo é ácido, né? Aí durante o dia que elas fazem? Pega CO2 e bota dentro da planta. Então ela tem uma quantidade de CO2 enorme, essa quantidade de CO2 enorme produz biomassa enorme, uma planta dessas pode ter quinhentos quilos. Você consegue produzir com uma planta dessa medido oitocentos e oitenta toneladas por hectare depois de cinco anos. Pra dar uma uma noção a vocês, a cana de açúcar produz oitenta toneladas por hectare, você falou de oitocentos e oitenta. Qualquer na realidade temos vários na Bahia agora depois desse desse bate bate vocês vão começar a prestar atenção nos agabos gigantescos que a gente tem, tudo que elas vocês vão ver né, como ornamental, umas plantas enorme. Vocês sabem que o sisal Bahia é o Bahia é a maior produtora de sisal do mundo, né? Da planta do sisal a gente só usa quatro por cento que é a fibra. O resto deputado, pra fazer biogás, Está aí. E a gente está com o primeiro projeto está aqui oh, nosso patrono, né? É o Luiz Gonzaga da Petro Bahia, eu eu vou pedir uma salva de pau, eu não sou político não Esse cara merece. Então, a gente está com projeto que é o programa A gente vai fazer com o Agave o que a cana de açúcar fez. Quando você vai a Ribeirão Preto, você nem lembra, que tudo começou com pé de cana. Eu enxergo muitas ribeirão pretas do sertão sabe, muitas, povoado de biorefinaria aquele negócio todo lá. Por quê? Porque lá nós temos energia, coisa que não tem em outros lugares, com conhecimento a gente converte energia né, que nos matava antigamente, em energia útil, em dinheiro. Só que a gente tem que pensar pessoal problema, sabe, problema, por exemplo petróleo. Petróleo é sensacional, é maravilhoso. É fotossíntese ancestral, morreu e tal. Só que é concentrado. Quando você tem uma energia concentrada, a riqueza é concentrada, a desigualdade é gigantesca, é é tudo assim. Então a eólica solar tem esse risco. A biomassa não tem. Por quê? Porque você faz uma biofinaria aqui, outra ali, outra cor. Veja o interior do estado de São Paulo só tem desenvolvimento onde tem a usina de cana. Você nem lembra disso depois de tempo. Mas a usina de cana necessitou uma escola técnica, que desenvolveu pra universidade, que o cara fez que trabalha contra coisa contra coisa contra coisa contra coisa contra daqui a pouco você nem lembra que tudo começou com pé de cana. A gente vai fazer a mesma coisa com a Gabi, e esse é o papel do Brave. É projeto hoje financiado pelo petróleo, lembra que eu falei? É quem fala mal do petróleo, rapaz, nós aqui somos petróleo. Porque se não tivesse o petróleo a gente ia ter uma população que era décimo, vinte que a gente tem hoje vivendo até os quarenta anos. Foi o petróleo que eu estou até aqui. Então é o dinheiro do petróleo, é o recurso do petróleo. A gente falou em Macaúba, quem é a Celin, de onde vem o recurso? Mubada lá. Petróleo. Né? Está falando pra ele? Quem que não é, o Shell, né? Então, não é para ter ser contra o petróleo, é para usar o petróleo na transição energética, porque eles estão enxergando que isso é excelente negócio. Se não for bom negócio é papo boi dormir. É coisa de maluco né? Aqueles cara, eu sou professor sou eu, quem o maluco aquele dia ser eu, eu estou dizendo que esqueça, não fizer negócio, se não ganhar dinheiro, não vai pra lugar nenhum. Não é isso? Eu estava falando negócio do lixo que eu achei sensacional, eu vou contar uma história rápida aqui. E a gente trabalhava com uma empresa, eu não vou dar o nome e tal, eles gastavam três milhões de reais por ano salvo engano, pra jogar o lixo fora. Aí os cara começaram a produzir energia eles começaram a vender esse mesmo lixo por seis milhões de reais bicho, lixo é coisa de nossa cabeça, lixo é a nossa incapacidade de utilizar recurso. É só isso e mais nada. Então, Pra pra já ir finalizando. Então o programa Brave vai transformar o HV numa cana de açúcar e você tem razão. Existem diferentes variedade, As melhores variedades, né, tem uma produtividade incrível, e a gente está trazendo no Brasil. Por quê? Porque os mexicanos fazem com a tequila. Tequila é a cachaça, né, a mesma coisa. Mas a Tecla dá tanto dinheiro, e alguém falou aqui que a energia no México é tão barata que o pessoal não quis usar isso pra energia, nossa situação é diferente, Então, eles produzem cerca de trinta, mais ou menos, olha deixa eu botar esse número que é muito importante, eles produzem cerca de trezentos e cinquenta milhões de litros de tequila, né, álcool. É muito pra beber, né, mas pra automóvel não é nada. O Brasil produz cerca de trinta e cinco bilhões de litros de de etanol, né. A gente usa cerca de quatro e meio milhões de hectares, né, do sul do sudeste centrooeste pra produzir isso, Com a GAV a gente consegue produzir em três ponto cinco milhões de hectares do sertão, o sertão tem cento e cinco milhões de hectares. Vou repetir, com três ponto três milhões de hectares a gente consegue produzir o equivalente ao que o Brasil hoje produz usando quatro e meio milhões de hectares de terras que podem ser usado por algumas outras coisas. Você usa o que a terra do sertão? Diga aí. A migração, só que essa migração vai mudar de orientação, eu garanto pra vocês, hã. E aí eu quero tocar do hidrogênio verde, é verdade né. Pessoal, Eletricidade a gente não exporta para outros países, então, ela ela tem uso limitado, e o Brasil vai ter excedente de eletricidade gigantesco, já está tendo. Vamos fazer hidrogênio verde. Sabe qual a única coisa pior do que eletricidade para armazenar? O hidrogênio. Hidrogênio é terrível por armazenar. Não existe hidrogênio livre no mundo, em lugar nenhum. O que que a natureza descobriu que tinha que fazer com esse hidrogênio porque toda a fonte de de energia é hidrogênio. Ela conectou no carbono. Ela fez, o petróleo é isso, a biomassa é isso, é CO dois, né, eletro, hidrogênio, Aí você tem as cadeias carbônicas que formam biomassa, o própetróleo. A gente não vai produzir a GABI? Vai. Toda vez que você pega 0HE produz etanol, CO dois vem junto. Agora sim, esse CO dois, com o hidrogênio da eletricidade, a gente vai produzir negócio chamado e Phil, esse é o futuro. Por quê? Porque combustão não é problema nenhum, problema é combustível. O pessoal que fala mal de CO dois, nós somos CO dois, é só uma questão de quantidade. E a ambição do Brasil não é ser carbono neutro, é ser carbono negativo. Imagine o sertão cheio de a gente vai vai vai vai tirar todo o seu odor da atmosfera que está em excedente, não tenha dúvida, é só fazer conta. E aí pessoal pra não ficar teórico demais com esse rapaz aqui o Luís a gente não vai esperar o breve né ficar pronto pra começar a iniciativa a gente está começando as bio refinarias chamada racks baseada nessa quantidade gigantesca de biomassa do hve que não é utilizado porque é jogado fora. Se vocês olharem até essas artistas que que retratam né, cadeia do sisal, você vai caber aquele montanha de birmas. Que vinha CO dois, é jogado fora. Então a gente está começando o Ahax, grandes empresas, Petro Bahia, a Ocean, não a casa dos ventos, né, a biogás, e mais duas startups, e aí eu quero comentar o seguinte, a Unicamp. O número a a as a Unicamp incuba muitas startups. Olha esse número. As chamadas filhas da Unicamp que foram startups incubadas lá, hoje, têm faturamento anual, ao redor de quinze bilhões de reais. O orçamento da Unicamp é de três bilhões. Só o ICMS, só o imposto pago por essa empresa. Então, ciência e tecnologia, né? Aí o que o pessoal fala aqueles comunista lá da Unicamp, dá uma olhadinha. No PIB desses comunista. Pessoal, é isso que a gente tem que fazer na Bahia, falaram aqui das Incubadora incrível de startup e agora pra finalizar de verdade é o seguinte. Eu não saí da Bahia porque eu quis. Rapaz você não tem mais o quanto eu chorei quando eu fui fazer o mestrado, eu achei que não ia aguentar. De verdade. Mas aí eu tinha que sair porque eu queria fazer genética genética moleculagem não tinha condição aqui né? E aí fui fui fazer o doutorado Alemanha, porra, diga na Alemanha e digo porra, porque tudo aqui é organizado e lá tudo é bagunçado. Rapaz, quando eu entendi que na realidade, apesar de tudo que a gente tinha contra a gente, né, a Bahia tem mais de cinquenta por cento do sertão, o Ceará tem noventa por cento do sertão. O que a gente tinha conseguido construir aqui era incrível, eu saí com orgulho do Brasil gigantesco, e voltei pra dizer porra agora a gente com conhecimento né a gente converte isso, nós vamos ser o a grande nação do futuro eu não tenho dúvida, e a Bahia tem papel fundamental pessoal a história não acabou, a história mal começou, e as mudanças climáticas são pra valer, é que não dá tempo da gente detalhar aqui, mas o que vem por aí não é brincadeira, é daqui que a gente vai conseguir soluções, eu não tenho dúvida. Então, no fundo no fundo, minha carreira se deveu, é Ao fato de meu pai ter tido que sair do sertão, né? Por causa da seca, três irmãos, ele teve que migrar. E eu estou aqui. Quanta gente saiu da Bahia teve que sair do nordeste para lá por causa dessa condição? Eu tenho certeza que a gente vai ter uma migração reversa eu não tenho dúvida nenhuma baseado nas oportunidades econômicas né de ciência e tecnologia. Pessoal agradeço demais né a oportunidade e é uma honra. Obrigado ao ao professor Gonçalo Pereira. Eu acredito muito professor quando o senhor falou sobre a questão do petróleo, por isso que eu gosto muito em vez de falar de transição energética eu gosto de falar de fortalecimento da matriz energética, porque a gente não pode deixar de lado outros outras possibilidades de energia. Então eu acredito que pensando dessa forma, Uma matriz energética fortalecida, utilizando a GAV, utilizando a produção de de energias renováveis, de hidrogênio, eu acredito que no caso de hidrogênio embora se fale muito sobre hidrogênio mas o hidrogênio tem uma questão que pra Pra nós é pouco complicado, a utilização de água. E além da utilização de água que pra nós é muito mais importante pra consumo humano e animal, a gente ainda não tem mercado demandante. Então o que o professor está falando embora seja pouco né, destoante do que a gente estava falando aqui, é uma verdade. Por isso que lá em Brasília, quando o pessoal fala muito sobre transição energética, hidrogênio verde vai ser futuro futuro, Ele pode ser sim uma energia que pode ser utilizada, mas eu acredito que ela vai se fazer parte de muitas que como o professor falou, algumas são até mais importantes pra Bahia, porque não utiliza água, e porque vai gerar gerar emprego e renda principalmente numa região carente que é a região do semiárido. Bom, Gostaria agora de convidar para fazer a palestra, A senhora Tamar Roitman, da Abiogás, que vai falar pouco sobre a questão da produção de são de biogais as oportunidades, e ela vai fazer isso através de uma videoconferência, Então gostaria de pedir aos nossos amigos que estão aí pra já colocar a senhora Tamar Rottman para fazer a palestra. Pra me confirmar. Senhora Tamar Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman Rottman. Bom dia Bom dia obrigado está está aparecendo aí estão ouvindo? Beleza obrigado Eu estou eu estou vendo a imagem do palco aí. Está bem. Bom dia a todos eu sou a Tamarso gerente executivo da Biogás. Aqui falando em nome da a Renata né, Renata aí a nossa presidente teve que assumir uma outra agenda peço desculpas de eu estar entrando aqui no no lugar dela. É quero agradecer o convite, e parabenizar aqui os nossos colegas de mesa e o que que já foi trazido nesse evento, super Deputado Bacelar pela pela condução do do evento, pela discussão do tema, deputado Otto aqui nesse nesse painel Já trouxe uma contribuição enorme aí ao Biogás, já eu já pedi aqui pra nossa assessoria pra marcar uma reunião com com o senhor e com a a sua assessoria, pra gente apresentar pouco mais do do dessa oportunidades né com biogás de propostas, importantíssimo o que o senhor comentou da questão de incentivos a gente vai falar pouco aqui. O estado da Bahia, assim como o país, o Brasil inteiro, oportunidades enormes com o biobrás a gente está falando de uma fonte de energia, e uma fonte de carbono renovável então É importante a gente entender né que, não só como energia mas uma fonte de carbono pra nossa indústria, E é uma fonte de hidrogênio também né então é uma fonte de elementos super importante que a gente precisa hoje a gente depende. Não é fácil seguir aqui o professor Gonçalo, mestre uma honra, eu entrei no doutorado em função dele né por caso do do do do professor que tem ímã aí né de atração de de de pessoas pra estudarem Pra pra se debruçarem aí no nosso tema de energias renováveis o país realmente tem oportunidades gigantescas e a gente vai trazer aqui pouquinho pro estado da Bahia. Se me permitem se puder compartilhar mas eu tenho uma apresentaçãozinha não sei se é é possível se não for possível eu falo aqui também. Mas a gente tem levantamento do potencial de biogás no no estado, E o setor de saneamento sem dúvida é setor superimportante já foi comentado aqui a gente transformar esses resíduos, fazer a gestão correta dos resíduos da nossa cidade então a gente está falando de uma transformação importante aí pro nosso meio ambiente, pra sociedade, Mas a gente tem outras também igualmente importantes e que também podem gerar o biogás então o professor Gonçalo mencionou Aí AA0A produção agroindustrial com uma série de resíduos também podem ser destinados à produção do biogás e a cadeia de proteína animal então toda os dejetos animais que também são uma fonte de impacto ambiental negativo, podem se transformar em biogás. E com esse biogás a gente pode produzir energia elétrica, energia térmica, o biocombustível que é o biometano equivalente ao gás natural, e e com esse biometano a gente pode dar origem a uma série de outros produtos quando a gente fala dessa neodustrialização verde é pouco desse nosso olhar então todos os produtos que saem da cadeia né do, do gás natural hoje, esses produtos que dependem do do gás como insumo então os nossos fertilizantes, Combustíveis de aviação, combustível marítimo, a nossa cadeia aí de produção de de aço né mineração, Toda a indústria química petroquímica que defende desse desse metano, a gente pode produzir de forma renovável. Então, esse esse termo da transição a gente gosta também muito de falar que se o gás né o combustível da transição, O biometano ele já chegou ali né ele já fez essa transição. Então logicamente pra gente colocar todo esse potencial, todo potencial que o Brasil tem de produção. Em transformarse em projetos não é simples, a gente precisa de políticas governamentais né políticos direcionadoras, precisa de linhas de incentivos de investimentos, linhas de financiamentos, Preciso de uma série de de direcionamento para esses investimentos acontecerem, e só que a gente tem essa essa oportunidade né a gente tem esse essa esse papel efetivamente de de transformar esses resíduos Em em energia renovável. E aqui, trago também que a gente não não quer falar assim só porque existe esse potencial, A gente precisa transformar, precisa aproveitar. A gente precisa por quê? Porque o biogás é a fonte madura que está mais próxima de conseguirem descarbonizar uma série de setores que hoje não têm alternativas, então que são esses que a gente já comentou. Também o transporte pesado, então hoje a gente tem, a gente consegue substituir o diesel no transporte pesado Com caminhões, tratores, ônibus já movidos a gás e biometano, então já conseguiria fazer essa essa descarbonização. Hoje a gente já tem essas tecnologias acontecendo quer dizer o Brasil já tem infraestrutura, o Brasil já tem Desenvolvimento tecnológico pra produção de biogás a partir dessas diversas fontes, já tem indústria fornecedora de dessas etapas dessa cadeia de produção do a gente já tem essa tecnologia de equipamentos, de veículos né, transportes, todos esses a gente já comentou, e já temos uma indústria que está preparada para o gás natural, que é de fertilizantes do aço, da combustível de aviação, combustível marítimo que a gente poderia estar auxiliando essas indústrias a fazer a sua migração para o renovável. Então o biometano por ser equivalente ao gás natural, ele pode entrar nessa mesma rota, fazer uso das mesmas infraestruturas E Jair descarbonizando esses processos juntamente com o gás. A gente enxerga também essa integração né do biometano com o gás natural. Até porque pra gente colocar toda essa indústria em produção não é rápido né exige tempo, e e pra que isso aconteça a gente precisa fazer essa integração com o gás natural. Agora a questão da infraestrutura falênica quer dizer a gente já tem uma parte da infraestrutura E precisamos de mais, a gente precisa de mais infraestrutura de gasodutos, da conexão dessas plantas, da onde está a produção, onde está o consumo então a gente conseguir fazer esse casamento e pra isso são necessárias políticas públicas é necessário investimento pra que isso aconteça, E a gente vem também então trabalhando nesse sentido. Outro ponto que a gente enxerga como grande motivador E grande, grande forma aí de alavancar esses projetos também de biogás mercado de carbono né mercado de carbono regulado que está sendo discutido hoje no senado na câmara, ele tem o papel de efetivamente valorizar o atributo atributo renovável da da das plantas da da nossa biomassa de toda a nossa nosso potencial aqui de produção de renováveis a gente enxerga isso como ponto superimportante aí pra alavancar também os projetos de biogás. E especificamente falando aqui também pouco do hidrogênio, A gente enxerga esse mercado a gente está havendo muito falar de hidrogênio, temos o entendimento de que o biometano ele já consegue descarbonizar setores hoje né então já fazer essa descarbonização do transporte de diversas indústrias que já têm os seus processos Hoje que bastaria substituir o diesel ou o gás pelo biometano, sem depender ainda de uma uma desenvolvimento tecnológico que ele precisa ser feito por hidrogênio, mas o biogás e o biometano especificamente são rotas para a produção de hidrogênio renovado, E vão ter essas aplicações que a gente também comentando né quer dizer o desenvolvimento dessa dessa nova indústria que que vai que vai ser trazida com o desenvolvimento desse dessa nova cadeia aí de produção do hidrogênio renovado. Então, não quero me estender muito aqui acho que já foi falado muito em relação A a esse todo esse potencial da Bahia, a toda essa necessidade da gente desenvolver todos esses potenciais, a gente fala muito de O aproveitamento das potencialidades regionais, então a gente o Brasil ele é riquíssimo em fonte de energia, em fonte né a gente está falando que teórica da solar, do biogás hidrelétrica, o Brasil é riquíssimo nisso e a gente pode fazer uso de todas essas fontes para transformar a nossa realidade e ser realmente uma liderança em fontes energéticas que o Brasil tanto pode fazer como precisa, E mas pra isso depende sim de políticas públicas direcionadoras né precisam de planejamento energético Que olhe todas essas fontes, que faça o melhor uso de todas essas fontes, e que principalmente né permitam o setor privado a investir a gente vê interesse enorme do setor privado investir em empresas robustas querendo produzir o 0 quer dizer fazer os projetos né de biogatas biometano, e ainda existem alguns entrades regulatórios, ainda existe às vezes alguma ausência regulatória, Isso acaba impedindo os investimentos então o que a gente né quer buscar é efetivamente framework né regulatório, marco que garanta estabilidade, previsibilidade aí pros investimentos E não faltam oportunidades eu acho assim, a gente tem cenário muito positivo não só dessa da gente poder produzir esse esses essas fontes renováveis, mas o nosso mercado quer dizer a gente fazer uso dessas fontes energéticas Na nossa indústria transformar essa indústria, transformar nossa indústria cada vez mais em indústria renovável de baixo carbono pra ser competitiva com outros países, e a gente tem que prestar muita atenção nisso pra que a nossa indústria ela não saia daqui e vá pra outros países. Por quê? Eu estou dizendo isso porque acontecendo ações em outros países a gente está vendo incentivos fiscais que que os Estados Unidos estão dando, a gente está vendo políticas de taxação da fronteira, para Produtos que não são renováveis ou que têm né a a alta intensidade de carbono, e existe o risco do Brasil perderem investimentos né é uma saída de investimentos pra outros países. E a gente não precisa disso né quer dizer a gente tem O maior cenário aí de potencial de produção de de renováveis e de transformação da nossa indústria pra que ela seja cada vez mais competitiva E entre seja uma indústrias de baixo carbono, extremamente competitiva no cenário internacional porque a nossa energia ela tem capacidade de ser extremamente Silva. Acho que a minha mensagem que eu queria passar aqui hoje fico à disposição pra novos comentários novos debates muito obrigada. Agradeço à senhora Tama Hotman, da Biogás que falou pouco sobre esse setor que eu acho importante, e eu não sei se vocês perceberam mas vocês estão a oportunidade de ter uma uma discussão bastante madura sobre o que é a geração de energia no Brasil e no mundo. É como eu falei, eu gosto muito de falar sobre o fortalecimento da matriz energética. Como eu como o professor falou, a gente fala muito sobre a questão da do hidrogênio, mas o hidrogênio ele é ele é produzido Através da água, pra nós, eu particularmente que sou nordestino e sertanejo, pra mim a água é a coisa mais importante Nesses elementos todos que nós discutimos, energia, alimentos, geração de emprego é água, porque é o único que não tem substituto. Você Você pode dessubstituir qualquer coisa, menos água. Então daí a minha luta, a luta do senador Otto Alencar pela revitalização do dos rios, principalmente do rio São Francisco, das matos ciliares, das nascentes, do investimento maciço em saneamento. A gente precisa avançar com isso. Isso está muito ligado também à questão da fortalecimento da matriz energética. Eu acho sim que a gente pode produzir hidrogênio verde, mas com certeza não será tão competitiva como a produção de biogás, com a produção de, biocombustível através do Agave. Então a gente precisa discutir, de forma objetiva, de forma inteligente, madura, sobre qual vai ser realmente o caminho que nós vamos seguir, principalmente aqui a Bahia. Bom, eu queria agora passar a palavra ao secretário Ângelo Almeida pra bater papo sobre o assunto, Principalmente nessa questão de como a gente pode, através do governo do estado e junto ao governo federal, viabilizar grande projeto pra fortalecimento de captação dessas indústrias de biogás, de bio combustível. Eu inclusive, Meu amigo Ângelo, já lhe digo que desde a gestão do exgovernador Rui Costa, eu venho lutando através da SEDU, que a gente construa projeto regional pra produção de biogás e de biocombustível. A ideia que eu dei a ao ao vicegovernador Geraldo Júnior, eu não tive condição de de falar isso com o governador, é que era a gente pudesse fazer essas indústrias de forma, Regional, a gente tem vinte e sete territórios de identidade, poderia se montar uma indústria de biogás pelo menos em cada uma dessas, até porque pra você viabilizar uma empresa como uma uma indústria como essa você precisa de pelo menos milhão de toneladas dia, então só município não vai viabilizar, e a gente resolveria dois grandes problemas. Primeiro, A questão do comércio de gás no Brasil. Como eu falei hoje o gás brasileiro ele não é competitivo, perante o mercado internacional. Eu não sei se vocês sabem, mas os Estados Unidos só só fortaleceu A indústria americana, depois que tomou a decisão corajosa de mudar a política de gás nos Estados Unidos. Eles forçaram, através de muitos benefícios fiscais, de financiamento de longo prazo, a taxas subsidiadas, a produção de gás, porque fortalecimento da indústria a nível nacional, ela vai ela leva muito em consideração a utilização do gás que é a mola propulsora da maioria das indústrias pesadas. E isso ainda não aconteceu no Brasil porque o nosso, O gás no Brasil hoje, né, quem produz gás hoje no Brasil é a Petrobras, e ela ela tem uma política de paridade internacional. E isso, infelizmente nos prejudica, mas é o direito da Da Petrobras ela é uma empresa é IA, ela embora seja uma empresa pública mas é é uma é uma empresa que tem ações no mercado e você não faz não tem condição de fazer uma mudança dessa de uma hora pra outra através de projeto de lei, que você estaria acabando talvez até com a capacidade da própria Petrobras de se manter competitiva no mercado mundial. Mas a gente pode fazer isso através do biogás, A gente pode fortalecer ainda mais a indústria através da produção do do biocombustível. Então pra falar pouco sobre esse assunto, como a gente pode trazer essas indústrias pro pra Bahia, eu acredito secretário que a gente já deveria ter tomado uma decisão mais corajosa, que é reduzir A00 os impostos municipais e estaduais junto com a parceria dos prefeitos, pra que essas essas indústrias de biogás e de biocombustível se instalem no interior da Bahia então, gostaria pouco de falar sobre esse assunto. Novamente aqui com vocês agradecer ao deputado Otto Alencar jovem com muito talento, baiano que nos orgulha bastante, uma honra grande estar aqui com o professor Gonçalo esse que é uma autoridade em biogenética e tecnologia professor que, amigo do meu amigo Marcelo Lira né, que já me falava muito desde até hoje deu acessado EAAA SDE saudar o Celso Rodrigues né Celso que a minha equipe tinha preparado o material pra apresentar aqui. Eu falei eu não vou por aí que eu sei que Celso vai fazer a mesma coisa que eu fiz então vamos sair do bairro do Mesmo, e a gente não conversou quer dizer Deus também, né? Porque se eu fosse falar e graças a Deus deu tudo certo, né? Então deputado veja, eu quero só fazer recorte aqui que eu penso que é histórico fala da geopolítica mundial também, que tem tudo a ver com esse momento que nós estávamos aqui. O presidente Carlos Henrique falou aqui da questão da influência do que foi a guerra Ucrânia com com Rússia né? Pra haver uma antecipação de processo estado em curso. Todo o processo de energético, combate aquela senhora que eu falei mudança climática, tudo isso estava sendo conversando mas ainda que meio que momento de de calmaria ainda, não não tinha. Aí o que é que expressou? A guerra deu o galope do processo, A guerra fez o processo galopar e acendeu a luz vermelha realmente do quanto é é grave a situação do planeta como disse a a que o professor, não é brincadeira, né? O que nós estamos falando é coisa séria e combater o combate à nossa temática é uma questão de preservação da humanidade ponto final, né então de várias formas. E pra vocês terem uma ideia, no ano de dois mil e vinte, dois mil e vinte e quando estava ali na na guerra houve aumento tão brutal da energia na Europa, que empresas que de alta intensidade de energia deixaram de fazer conta de de custo de energia, a energia passou a ser matéria prima. E teve casos inclusive está são relatos que estão aí em livros e estudos de que uma empresa que produzia cabos e fios é na Alemanha, várias delas, tiveram o custo da energia aumentado em seis vezes entre o ano de dois mil e vinte e e dois mil e vinte e dois. Então a empresa quebrou. Aperdem competitividade, o que está acontecendo inclusive aqui com o ingel agora é o comprimido do gás. AA0 ingel não está conseguindo vender, Tem competitividade com o alto preço do gás, né, que a a Petrobras está fornecendo. Isso aí acende uma luz vermelha, E hoje a gente vê muito falar professor do power sharing. O que é que os prefeitos aqui precisam compreender do da nossa do do da capacidade do estado de buscar atrair novas empresas. O post sharing é movimento né? Aonde as empresas, grandes empresas, corporações privadas ou estatais, que tem a necessidade de de de energia em alta intensidade, vão ter que sair de onde estão porque a energia está muito cara. E vão ter que procurar outros sites pra se instalarem. E o indicativo do parceiro quer, É a ancoragem aonde que essas empresas vão ancorar? Aonde elas vão encontrar energia limpa? Né? Pra dar resposta ao seu acionista, que está ali sendo forçada pela sociedade, né pelo seu cliente de que ele tem que contribuir com a vida no planeta. É, aonde tem energia limpa, Abundante, seguro e barato. Então essa é uma grande oportunidade e volto aqui a falar deputado nesse mesmo tema, Me desculpe porque assim, nós precisamos nos conscientizar disso. E o estado precisa se preparar cada dia mais pra isso. Claro, que não olhando freneticamente só pra pra uma uma matriz só pra a a energia mas também claro que o biogás tem tudo a ver porque dá democratiza né, também o a energia que vai estar mais acessível inclusive. E aí eu quero dizer que mais uma vez chamar aqui atenção EEE me colocar à disposição de vossa excelência porque nós temos no Cimatec o 0 senador chamado Walter Pinheiro que é guru também nosso E Walter Pinheiro e o Cimatec tem tudo a ver com essa com esse debate porque ele está falando hoje que ele fica eu sou de Feira de Santana, Nós vamos revolucionar a cidade, nós vamos tirar do do do lixão, do aterro, vamos produzir o biogás, 000 biometano e vamos te espalhar, botar gás naquelas casas todas ali e a agora ele já veio com outro estudo de que É o lodo da embasa nós podemos transformar aquilo ali no biogás EEE exato o chorume que chama de chorume né? O lodo de pedra do cavalo, né? Tudo isso são oportunidade, na decisão deputado aí eu agradecer pra num momento como esses, né? Num debate com esse o senhor alertar pra isso quero colocar à disposição completamente pra avançarmos nesse diálogo e e com e mais uma vez buscar a mão da ciência, né? E da tecnologia e do daqueles jovens brilhantes babaianos que estão ali na SIMATEC. Eu quero então fazer uma conclusão de me colocando então aqui firmemente a a à disposição pra gente levar esse debate adiante. Dizer que o que nós temos professor agora é desafio, é desafio enorme, de colocar em pé uma verticalização da cadeia, da nessa nova cadeia, dessa norma energética. O que me O que me preocupa, e aí deputado como eu estou escutado muito isso, vamos nos tranquilizar pouco a questão da água, porque seguramente, a água que vai ser utilizada e está no protocolo de Paris, isso já está em protocolo, a água que será utilizada para eletrólise não deverá ser água ser viveu às pessoas humanas. Essa água e aí o que que tem a ver a Bahia? A Bahia abençoada, Deus resolveu virar pouquinho pra gente e falou assim, agora eu estou com você de vez, estou pra valer, com todas as dificuldade que o doutor Gonzal falou aqui agora estou pra valer. Isso vem de dois mil e dez pra cá. É muito recente gente. É ontem. O a questão do da Gino Verde o deputado falou, é tudo muito novo também. Eu estou eu disse aqui há há pouco os estudos, os recursos, o dinheiro, fundo soberano, dinheiro, Bilhões de libras esterlina, bilhões de dólar, estão sendo investido nesse momento, ainda em de de uma de pesquisa pra garantir o transporte que não vai ser do hidrogênio, vai ser da amônia. Agora presta atenção, o que é que a gente está vendo? Nós vamos produzir amônia. O lugar mais barato de falência do mundo vai ser aqui. Aí nós vamos permitir que a amônia seja, dia assim, o cacau que do do início do século vinte, nós temos que reagir. Não é que a gente vai impedir uma mas tem que ter o equilíbrio, né? Que vai ser o café, que tudo tudo exportado, que é como faz agora com a soja, não dá porque se sai amônia daqui, no estado bruto, Ela vai chegar lá da Europa, os cara vão pegar amônia, vão transformar aquela amônia, aquele saco de de de batata de assim onde é soja, vão transformar A amônia em energia, verde limpa, vão transformar em fertilizante, Fertilizante verde. Este país, este estado nosso, nosso estado, que hoje tem uma grande fronteira agrícola De alta qualidade a segunda terceira geração daqueles sulistas que vieram e chegaram no oeste lá no Matopiba, lá na nossa fronteira agrícola no no oeste da Bahia. Essa turma está fazendo avanços extraordinários a cada ano batendo o recorde na produção de soja, na produção de milho, na produção de feijão. Agora o trigo do cerrado também chegando né? Pra produzir trigo em alta qualidade. O algodão da Bahia nunca o Egito saiu de lá Pra vim comprar quilo de algodão hoje o que o 0 algodão da Bahia está sendo vendido pela pela primeira vez dada a qualidade Bater no recorde da produção de de por hectare também. Então que nós vamos cuidar dessa cadeia produtiva. E o que é que nós não falei pra verticalizar ela? Vamos compreender de que este país não pode permitir, primeiro cuidar de nós, depois vamos cuidar dos outros. Cuidar de nós é garantir que este, por exemplo, este fertilizante, essa ureia verde, né, produzida a partir da amônia, não é isso professor? Possa estar a serviço do estado brasileiro do estado da Bahia. É você garantir Que esse fertilizante verde seja mantido aqui, porque hoje oitenta e cinco, desculpe doutora Camila, a senhora fala oitenta e seis por cento do fertilizante utilizado pra produzir neste estado, neste país, vem de fora do país. E não nos enganemos, vai ter uma reação muito forte das grandes corporações internacionais estão aí produzindo fertilizante e importando esse fertilizante. Então a reação nossa tem que ser de autonomia e de soberania nacional, Soberania de estado. É isso que a gente tem que conversar muito daqui pra frente e reagir quando for necessário reagir. Por isso que está precisando de congresso forte de uma de e e temos dado muita sorte porque graças a Deus que virou jogo, Né? Eu Deus livre com pra gente continuar como estava aquilo ali até o ano passado com O decisores animalescas né? Que em última hora sempre ficava pra trás e ali sempre as política rodando no entorno de poucos. Então é nesse sentido deputado que a gente coloca aqui eu aqui falando do lugar que estou como secretário de micro econômico deste estado com muito esforço com a confiança do governador Jerônimo de pensarmos olhando pra floresta. Não é? Porque de olhar pra árvore acho ainda Já pecamos muito de ficar em então debate com isso com essa com essa riqueza ter o professor Gonçalo aqui com a gente poder ter o senhor trazendo esse debate. É muito importante que a gente tenha lucidez e clareza aí os prefeitos os agentes políticos que estão aqui tem que nos ajudar né? A reverberar com o que está acontecendo. Eu quero concluir assim dizendo que pra só pra esclarecer quando não é a água como como não é a água servido aí eu preciso dizer por que que a Bahia está tão abençoada? Eu eu quase que falha a memória do Nós temos professor Rodrigo se eu estiver errado o senhor me corrige. Nós temos ao longo dos anos a nossa matriz energética ele falou ali né? Que vai descendo pro sudoeste, né? Toda a nossa produção de energia desde lá da das nossas hidrelétrica, né? Que ela está lá pra cima. Toda a transmissão veio pra suprir a região metropolitana, claro, o maior complexo químico, né, o polo petroquímico de Camaçari, que é o maior complexo químico da América Latina, né, com muita energia. Então sempre foi, Houve essa tendência, como na moda, né? A tendência veio acontecendo de da da produção energética vinha descendo em direção a a região Salvador, né? Passando pela gloriosa da Feira de Santana e descendo lá pro pra o pra o sul EEEE sudoeste. E, no meio desse caminho está lá, o maior polo petroquímica de Camaçari, né? Da América Latina. E ali, ao longo dos anos, A água utilizada nós temos ali manancial, extraordinário de água ali que não é mais servido. E essa água justamente vai ser reutilizada fazer uma limpeza do solo pegando essa água e fazendo leprose com ela. Aonde não puder ter essa água vai ter a a água do subsolo, aqui aqui no em território baiano, a maioria, Né? Sobretudo do semiárido é a água salobra ou seria inservível pra ser humano. E além disso nós estamos num estado que temos abençoado também com mil quilômetro, né? Né? Né? Mil quilômetros de de borda marítima pra pegar aquela água, se for o caso, se for necessário, que não será, né, dessalinizar e poder usar ela também, pra produção de dois mil e digo isso porque assim, são esses mananciais todos que nós temos, o universo cuspirando a favor, né? Uma convergência extraordinária De de posições eu diria assim muito direcionadas pra que a Bahia realmente se torne grande protagonista, estado o site mundial, rubi da da nova matriz energética mundial, e eu tenho certeza que isso vai ser com muito trabalho, com muita luta que nós vamos precisar fazer, Cuidando então sempre de manter a atenção de que não podemos perder a oportunidade de de verticalizar a cadeia né produtiva pra que a gente possa gerar riqueza e gerar distribuição de renda e combater as desigualdades sociais no estado, no nosso estado e também no país. Muito obrigado grande abraço a todos. Obrigado ao secretário Angelo. Vocês perceberam como é Importante e estão conectados à produção de hidrogênio ou cinza ou verde né, a gente falou muito sobre o hidrogênio verde, também tem o hidrogênio cinza, que não utiliza as energias renováveis. Com a indústria de amônia e de fertilizantes, Eu vou dizer uma coisa a vocês, a minha preocupação é tanta nesse caso, que eu fui o primeiro deputado federal dessa geração A semana passada, fazer o primeiro projeto de programa de benefício pra indústria de amônia e de fertilizantes. A única indústria que estava ainda produzindo amônia e fertilizantes no Brasil, Aqui era aqui da Bahia, que era o Nigel, ela fechou. O secretário acabou de falar. Por que isso? Porque nós não temos aí, volto de novo, a questão do gás. O gás brasileiro não é competitivo. Então, nós precisamos sim secretário, fazer a conexão entre a produção de gás, de biogás, de biocombustível, de produção de hidrogênio, de fortalecimento da indústria de amônia e de fertilizantes, são coisas que estão conectadas. E, fico grato, de ter participado dessa desse evento, dessas palestras, pra mim é uma uma grande alegria e uma grande satisfação porque a minha preocupação realmente com o futuro, principalmente com o futuro Principalmente com o futuro da Bahia é muito grande, e o que o secretário falou é uma grande verdade. O mercado internacional, ele é bastante competitivo. E muitos países estão vendo que a Bahia tem condição sim de crescer muito, se desenvolver e gerar muito emprego e renda. Mas eles não querem que a gente seja o produtor de hidrogênio, Eles não querem que a gente seja o produtor de biogás, eles não querem que a gente seja o produtor de biocombustível. E realmente nesse caso, Tanto eu quanto o meu colega, os deputados federais, os senadores e o presidente precisa realmente lutar pra que a gente de forma aguerrida, pensamento realmente nacionalista, a gente mude essas características na câmara e no senado e cria para fortalecer essas indústrias e faz com que a a conexão dessa matriz energética, dessa dessa produção Maravilhosa aqui as energias renováveis, tudo isso a gente possa fortalecer e se conectar. Então mais uma vez o meu muito obrigado, gostaria de agradecer mais uma vez todos os palestrantes, a todos vocês que estão nos ouvindo aqui e nos nos vendo também pela internet. Queria passar agora a palavra ao nosso anfitrião pra finalmente falar a as últimas considerações meu muito obrigado. Obrigado ao deputado Otto Alencar Filho por ter coordenado essa mesa, obrigado a todos os palestrantes, nós teremos pequeno intervalo, aí de dez minutos para voltarmos com as outras mesas. Obrigado. Dez minutos. Vamos gente, vamos retomar aí os trabalhos por pelo adiantado da hora. Sandas, convidando as pessoas, Moura, convidando as pessoas aí pra gente, reiniciar os trabalhos. E por isso mesmo nós vamos pra dar maior celeridade, juntar as duas mesas não é, a a segunda que era impactos positivos das fontes renováveis para os municípios baianos. E a terceira mesa o acesso a fundos setoriais e a outras fontes de de financiamento. Pedindo mais uma vez desculpas principalmente aos expositores de fora do estado, pelo adiantado da hora, tenho a satisfação de convidar pra compor a mesa, Camila Ramos vicepresidente de investimentos em hidrogênio verde, da Associação Brasileira de Energia Solar José Luiz de Almeida gerente executivo do Senai Cimatec. A instituição mais citada, hoje durante as nossas conversas. Doutor Maurício Maciel, do departamento de energia elétrica do banco de desenvolvimento econômico e social. Obrigado. Qualquer uma. Doutor Luiz Alberto Esteves, representante do Banco do Nordeste do Brasil. Obrigado. Paulo de Oliveira Costa, doutor Paulo Costa, Presidente da DezEM Bahia, agência de fomento do estado da Bahia. Obrigado. Doutor Edson Duarte, exministro do meio ambiente, exdeputado federal e aqui hoje na Quinto Eenerge, uma empresa baiana na área. E participarão por videoconferência, Nilton Ramatsu professor Nilton Ramatsu do FINEP. Boa tarde a todos. E a doutora Elvia Ganon, presidente da Associação Brasileira de de Energia Eólica, ABEólica. Vamos, tentar aqui com, as senhoras e os senhores expositores, sei se a gente consegue a observância aí do tempo de dez minutos, tendo em vista o adiantado da hora e iniciaremos, Estas duas mesas que foram transformadas, foram unificadas com o doutor José Luiz de Almeida do Senai CimaTEC. Bom, bom dia a todos. Quero cumprimentar toda a prazer muito grande estar aqui. Eu sou o gerente executivo do Senai Cimatec, responsável pela área do negócio de química, o negócio de química. Eu tenho uma apresentação, mas eu eu prefiro até falar, deputado, se o senhor não se incomoda, Porque vai demorar muito tempo e aí a gente vai ver as apresentações e é melhor que eu comente pouquinho sobre tudo que nós estamos realizando dentro do do Senac. Nós viemos assim muito preocupados com todo esse processo de descarbonização, há longo tempo, Assim, pois não, perfeito. Com toda, o Senac SIMATEC, né, nome SIMATEC significa campus integrado de manufatura e tecnologia, tá. O Senacy Cimatec ele tem Dois sítios agora importantes, aqui na Orlando Gomes, tá, onde nós temos toda a parte de educação e tecnologia. SIMATEC, dentro do polo industrial de Camaçari, Ele fica dentro do polo industrial de Camaçari, onde nós podemos realizar tudo o que não podemos fazer no centro da cidade. Ou seja, onde nós temos as plantas pilotos, Onde temos as unidade demos, temos uma fábrica de plantas pilotos e alguns laboratórios muito importantes, que já estamos já construindo, dentro do SIMatec, viu? Então é mais ou menos isso. O Cimatec, ele ele tem quatro vertentes muito importantes, Antes de uma fábrica se instalar, antes de uma planta se instalar, o Senai Cimatec ele pode ir antes, ele pode preparar os operadores, fazer toda a parte treinamento dos operadores, ele pode realizar, por exemplo, os exames médicos, se preocupar toda com a implantação de uma fábrica, nós já fizemos isso aqui no estado da Bahia, e fizemos também em Angola, fizemos também no México com a Ediza, fizemos com diversas empresas, né, que se instalaram e nós também fazemos isso. Temos a parte de educação, nós temos o, treinamos desde a parte de a escola técnica, póstécnico, nós temos os pós técnicos, temos oito engenharias e uma arquitetura, Temos também três programas de mestrado e dois de doutorado. Nesses programas de dúvida de mestrado e doutorado, nós temos agora programa de hidrogênio verde, onde nós estamos treinando mais de quinze alunos de mestrado e doutorado, de alto nível, é trabalho de alto nível em hidrogênio verde, Temos também a parte de serviços técnicos, né, onde nós tivemos toda a parte laboratório, consultorias E temos o que é noventa e cinco por cento do nosso orçamento, que é a parte de desenvolvimento tecnológico, pesquisa, desenvolvimento e inovação. Olhe, nós temos todos os projetos de de desenvolvimento tecnológico. Então, mais ou menos, fiz uma descrição muito rápida, viu, deputado, E sobre isso. Então, eu queria comentar pouquinho sobre o Senai Cimatec, a nossa estratégia, de desenvolvimento sustentável, né, de descarbonização sustentável do Senai Cimatec. Nós estamos muito preocupados, né, realmente com a parte de de CO2. CO2, como o Professor Gonçalo comentou anteriormente, ele é muito importante para nossa vida, Mas não com uma concentração que nós estamos tendo até agora. Nós vemos que depois da era industrial, nós passamos de cento e oitenta PPM de CO dois na atmosfera, estamos chegando já quatrocentos e vinte bpm exponencialmente, e não para de aumentar cada ano. Então, é uma concentração muito grande de CO dois, Ainda que 000 dióxido de carbono, o CO dois, ele não seja no gás efeito estufa mais importante em termos de de aquecimento global, o metano é muito mais importante que isso, mas pela quantidade que a gente emite na atmosfera, né, toda a energia praticamente hoje, né, ela está sendo emitida através de, de de de combustíveis fósseis. Então, é isso aí, praticamente por isso nós estamos tendo tanto para energia como combustíveis, como matéria prima. Então, nós estamos muito com isso estamos fazendo trabalho, além do do hidrogênio verde, né dentro desse programa que nós estamos comentando, além da parte do hidrogênio verde que é importante vetor, temos todo processo de captura de carbono, concentração do carbono, tá, em até mais do que noventa e cinco por cento, a partir do carbono do CO dois, produzi metanol, que é uma plataforma imensa pra diversos produtos, podemos reduzir o CO dois gaz de síntese é monóxido de carbono e junto com o próprio hidrogênio verde, fazer da através de uma reação que chamase Fisher Tropis, fazer quase uma refinaria inteira, Como é feito hoje na África do Sul e em Catar. Em Catar eles pegam do metano, fazem reforma a vapor, Só que é uma reforma que emite muito CO dois, tá certo, do gás natural, quer dizer, para cada quilo de hidrogênio produzido, eles produzem nove quilos de CO dois e jogam atmosfera, tá, e com esse hidrogênio então e com esse gás de síntese eles produzem toda uma refinaria, isso fazem cartaz na África do Sul, hoje. Isso faz normalmente isso. Então a nossa ideia é justamente capturar esse CO dois e reutilizálo, né, a gente pode reutilizar esse esse produto, esse CO dois, através de outros tipos de reutilização direta, como na na na nas indústrias de alimentos e bebidas, como também podemos reduzilo e convertêlo em produtos químicos de alto valor agregado. Então, isso é muito importante, a gente pode produzir. Só que isso envolve uma a termodinâmica. A termodinâmica para essa Reações de redução, elas são muito, eu estou falando pouco técnico, mas é é importante a gente poder entender. As as reações de de redução são muito desfavoráveis de vista termodinâmica, reações de equilíbrio. Mas a gente vai desenvolvendo alguns processos que dá uma enganada, e dá uma enganada na termodinâmica e a gente consegue converter a quase noventa por cento. Então esses são os segredos. E também utilizando os novos catalisadores, tanto para reação de reverse shift office reaction como também de Fischer Trops, como também da reação de redução. Novos catalisadores, utilizando inclusive inteligência Pra desenhar, os cristais de maneira a encontrar intermediários, que exigem uma energia de ativação bem baixa. Com isso você consiga completar a reação rapidamente. Então são trabalhos disso. Trabalhos que nós estamos nos dedicando Outro ponto de de trabalho é o hidrogênio verde, o outro vetor é o hidrogênio verde. Nós temos cinco dimensões dentro do nosso programa do hidrogênio verde. O primeiro, o Atlas do hidrogênio verde, que deve ser lançado agora, no iniciozinho de outubro, tá, dentro do próprio SIMATEC, aonde ele identifica Quais são os principais sítios potenciais para a produção de hidrogênio a mais baixo custo? Há custos muito inferiores a dois dólares por quilo. Então a gente identificou isso, levando em consideração a disponibilidade de águas, águas subterrâneas, águas superficiais, Também a parte de infraestrutura, claro, o mais importante, as energias limpas, né, fotovoltaica e a eólica, e toda a parte de transporte, de infraestrutura de transporte. Então nós conseguimos identificar, são os pontos mais adequados para produção de hidrogênio verde estará disponível para vocês dentro de mês, para todos que tenham, para que a gente possa mais investimentos pra Bahia, que é muito importante isso. Esse é uma primeira dimensão. A segunda dimensão é a forte conexão que nós temos com as indústrias, nós temos uma forte conexão com as indústrias, vários setores da indústria, óleo e gás, que hoje já não se denomina óleo e gás, se denomina empresas de energia, ABP, por exemplo, ela não se denomina mais uma empresa de óleo e gás e uma empresa de energia como a SEPSA, como a Shell, como a Petrobras inclusive, Por quê? Porque elas estão migrando gradativamente, justamente pra tudo isso que nós estávamos conversando, pra captura de carbono, pra cada vez emitir menos CO2 para atmosfera. Então nós temos conexões muito fortes e projetos em andamento, Muitos projetos em andamento já com algumas empresas do setor de energia, do setor petroquímico, do setor de mineração, Setores também de aço, produção de aço, setor também de alimentos e setor também da parte de papel e celulose, e vidro e cimento. Então são setores no qual nós temos uma forte conexão, justamente para comentar o que vocês comentaram hoje, na parte da manhã, aumentar o valor agregado desses produtos. A gente não quer que o hidrogênio ou amônia, ela seja uma soja, não seja justamente o cacau que vocês comentaram, que o Professor Gonçalo comentou aqui de manhã cedo, a gente quer justamente melhorar a qualidade da vida do nosso povo, principalmente da Bahia. Então com isso, através da da da de produtos que tenham selo verde, da matriz limpa, ok? Então nós estamos trabalhando muito com isso, é esforço bastante grande que nós temos feito. Na, e o terceiro dimensão que nós temos, é o rugby de hidrogênio verde que está sendo instalado no polo industrial de Camaçari. Nós estamos estudando quatro tecnologias distintas, a PEN Protoexian membraine pra produção de hidrogênio, a partir de eletrólise, a aniônica, A óxido sólido e também a alcalina. Estamos comparando essas tecnologias, vendo os desgastes dos equipamentos, esse é o projeto, de maneira que a gente possa então, indicar para as empresas, né, e ajudar e apoiar as empresas, de maneira seria o melhor melhor eletroizador para cada utilização? Estamos trabalhando também na parte de armazenamento, transportes, na parte de armazenamento estamos com, TRLs alguns TRLs muito baixos inclusive, de desenvolvimento tecnológico, a partir de direitos metálicos né, pra dissolver o hidrogênio e transportálo de uma maneira mais fácil. TRL significa tecnológico revinance Level, Sai de 0, é de a nove, e é nós estamos trabalhando ali a dois em determinadas tecnologias ainda. Nove já é uma já é uma tecnologia comercial. E, esse hub também está trabalhando também na parte das aplicações, Principalmente em mobilidade e nas indústrias, né? Por isso é o Senai, sendo isso, né, o Senai nós chamamos o Senai de uma maneira diferente, Serviço de apoio às indústrias, né, não é serviço nacional de aprendizagem industrial. É uma brincadeira que a gente faz pouco lá dentro do próprio Cimatec. E, claro, aí vêm os dois dimensões que eu acredito que são os mais importantes, que são os ativos que foram comentados aqui, as pessoas. Esses são os nossos principais ativos porque sem pessoas com cérebro a gente não consegue desenvolver absolutamente nada. Então nós estamos trabalhando centro de competências, como eu comentei anteriormente, que nós temos mais de quinze alunos já de alto nível, fazendo mestrado e doutorado, estudando, Como eu digo, a difusão do próton entre o ânodo e o cátodo da membrana NAFIEL, que é copolímero e o número, Para vocês verem, nós estamos lá, lá dentro do eletroizador estudando tudo por quê? Porque nós temos que aumentar eficiência. Eletroizadores hoje têm uma eficiência em torno de sessenta e cinco a setenta por cento, muito baixa. Ou seja, de se perde praticamente trinta por cento, né, da nossa energia pela eficiência deles. Então nós estamos trabalhando nessa parte também, Formando gente, estamos trabalhando com SAF, estamos trabalhando com siderúrgica pra utilizar o hidrogênio como agente redutor auxiliar Do óxido de ferro e do óxido de cromo a aço, pra termos o aço verde também, dentro do próprio Cimatec e estamos trabalhando também na parte de alcalino, de clorosoda e também na parte de descarbonização captura, sequestro, concentração do CO dois, purificação dele e a redução dele em produtos de alto valor agregado, que podem ser reutilizados quimicamente. Outra coisa que nós estamos trabalhando com as pessoas é o hub é o é o master of Business inovation em Green Hidrogênio verde, que nós acabamos de lançar agora, né, e no, temos hoje já mais de quase cinquenta alunos, né, no Brasil inteiro, participando desse Master Of Business Innovation, em hidrogênio verde, que a que invoca, São trezentos e setenta horas, no projeto, justamente adequados para todos os tipos de engenheiros, engenheiro químico, engenheiro elétrico, engenheiro eletricista, engenheiro elétrico, mecânico, e também temos advogados, também, e temos administradores também, porque esse curso é mais gerencial para as pessoas que vão gerenciar e trabalhar com hidrogênio de uma maneira geral, Ok? E ele aborda coisas muito interessantes, por exemplo, vou dar alguns módulos, né, porque eu sou responsável técnico por esse curso. Temos módulo de mindset, que é o primeiro módulo, pra gente dar uma virada na cabeça, né, em relação à inovação. Temos também módulo que é de segurança de processos, de uma maneira geral, temos módulo que é processos industriais, que a gente vai dar nesse curso, como hidrogênio ele pode ser utilizado como insumo ou energia em diversos processos tá. E aí nós começamos com a parte de energias limpas, a parte de transição energética que é modo, Temos modo de rotas de produção do hidrogênio, tecnologias de produção de hidrogênio, depois nós temos de transporte e armazenamento do próprio hidrogênio, e temos também, a parte da economia do hidrogênio, ou seja, todas as etapas, né, todas a cadeia de produção do hidrogênio. Temos também outro módulo, que é muito importante, é o módulo de certificações, normas, tá, sobre hidrogênio. Como essas certificações evoluem no mundo? Eu já passei dos dez minutos, desculpa. Eu vou, eu vou então, é mais ou menos esse é o processo, se vocês tiverem alguma alguma dificuldade, eu acho que podem me procurar lá no Ceará ICMATEC, viu? Doutor José Luiz vossa senhoria tem que fazer uma palestra e e pedir isso nós estamos falando é num centro de pesquisas de inovação, nos Estados Unidos, ou na Alemanha, nós estamos falando na Bahia não é? O aqui na região metropolitana de Salvador e o novo lá em Coité na região do Sisal. É motivo de orgulho pra todos os baianos e brasileiros, o trabalho que vocês têm desenvolvido, o número de engenheiros, o número de empresas, não é quem quem anda no sinais cimatec o que encontra não é de árabe de americano de inglês de alemão mostrando de chinês sim estava esquecendo dos chineses, tem horas que você pensa não está nem na Bahia, então parabéns e que esse trabalho continue. Mas pra tudo isso nós precisamos de financiamento, E aí vamos também agora mesclar falando da parte de tecnologia, de tecnologia, de inovação, mas também vamos conversar sobre o financiamento ouvindo o doutor Maurício Maciel do departamento de engenharia elétrica do BNDES e em seguida, a doutora Elvia Ganum da ABEOLica. Bom boa tarde a todos. Boa tarde deputado. Agradeço pelo convite e saúde também os demais participantes da mesa. É uma satisfação enorme poder Aqui representar o BNDES, falar pouquinho sobre a visão do banco, sobre energia renovável, sobre hidrogênio verde e todo o processo de transição energética né? E pouquinho das das linhas de financiamento que a gente tem atualmente pro, pra essas novas tecnologias né. Eu tenho uma pequena apresentação, Peço aqui a licença de falar em pé que fica mais fácil de passar. Então aqui nesse primeiro slide mostra a o crescimento da matriz elétrica brasileira, do ano dois mil ao vinte e dois né até o final do ano passado. Então você vê que foram adicionados cento e treze gigawatts de de energia, De potência isso sem considerar ainda AGD né, se a gente for colocar a geração distribuída, então devem ter mais de vinte giga atualmente. Vem crescendo muito rápido também a geração distribuída, e a cada dia esse número muda. São apenas geração centralizada, e isso mostra a parceria do BNDES o apoio ao setor. A gente vê ele que cerca de setenta por cento dessa capacidade dicionário aí nas mais diferentes fontes de energia, Tiveram alguma participação do BNDES de de apoio no financiamento tá? E o que é mais relevante de tudo né oitenta e seis por cento desse apoio, Foi de energias renováveis. E muito delas aqui no nordeste. Esse gráfico é bem interessante, é levantamento feito pela Bloomberg, que é uma das grandes empresas renomadas do mundo né de, De informação e pesquisa. Então fazendo levantamento dos principais financiadores de energia limpa no mundo. E o BNDES aí com muito orgulho né ele está em primeiro lugar então nesse recorte de quase vinte anos, foram Em torno de trinta e quatro bilhões de dólares de financiamento, e aqui só o que é mais impressionante, só energia limpa, Sem considerar as as usinas hidrelétricas né que é só tem as as pequenas centrais elétricas, solar e eólica principalmente né. Eu até tive a satisfação pessoal né o meu primeiro projeto aqui na área de transição energética do banco, Foi uma é projeto eólico na Bahia que a gente financiou, na na região ali de Umburana e Cento. Tive a felicidade de de visitar a região dois anos atrás, pra estar no meio ali da da caatinga né e como já foi mencionado anteriormente, assim muito satisfatório a gente ver o 0 desenvolvimento que isso traz para a região né? E todo esse apoio do banco né ele foi possível graças a a inovações internas né, feitas pra pra viabilizar o financiamento e fomentar novas tecnologias né. Hoje a gente está falando de tecnologia do futuro mas, Se a gente for voltar pouco tempo atrás, início dos anos dois mil não existia energia eólica era, coisa de laboratório, bancada de teste né. Há muito pouco tempo atrás tudo isso também já foi novidade. E o banco ele começou lá atrás na época do Poinfrafa foi programa de financiamento né da, Das energias renováveis começou primeiro com as eólicas ele em torno de, dois mil e cinco, seis. O banco participou não apenas Financiando projetos de de energia eólica, mas também ele ajudou na na na construção Do desenho das garantias né do dos PPAs que são os contratos de venda, o que foi foi muito importante pra viabilizar a financiabilidade dos projetos tá? Lá atrás o mercado ele crescia muito o mercado de energia ele crescia muito no chamado mercado regulado né? Então eram leilões públicos onde as distribuidoras compravam energia dos geradores. E aí o banco Ele anunciava condições específicas de financiamento, para cada leilão, e ele garantia condição, porque entre ali o 0 né dos empreendedores, e depois a implantação levavam alguns anos né. Então esses regiões de energia tem o a menos três, a menos cinco, a menos sete, quer dizer, o empreendedor ele ele tinha AA0 compromisso de entregar em três ou cinco anos por exemplo. A e no momento que ele chegava no no banco de financiamento, já tinham se passado alguns anos E também as condições econômicas que poderiam ter mudado. Então foi muito importante garantir a condição do leilão Para na época do vídeo empreendedor poder fazer sua modelagem financeira e ter segurança da da viabilidade do projeto então, foi uma ferramenta muito bem sucedida que ajudou esse boom das energias renováveis no passado né. Atualmente o mercado ele é impulsionado É pelo mercado livre o mercado de energia né. E aí o banco ele também criou uma inovação, que permitiu, ajudou a alavancar O mercado livre né? Hoje a gente vê aí oitenta e cinco noventa por cento da expansão da geração elétrica no país vem dos projetos Voltados para o mercado livre. E aí você não tem mais a dinâmica dos leilões né, e e aí Surgiu desafio, como financiar essa energia? Eu não tenho contrato de longo prazo os contratos no mercado regulado são de mais de vinte anos né. Então você tem uma segurança de receita pro projeto. Grande maioria desses projetos eles são financiados na modalidade de project finance, então é muito importante a a receita do projeto é o projeto que se paga né. Então o banco ele desenvolveu uma metodologia que a gente chama de preço suporte que é como eu vou precificar a energia que ainda não está contratada. E geralmente a gente vai revisando isso porque os preços de energia eles eles oscilam muito né? Mas foi também algo que viabilizou fomentar e hoje, muitas outras instituições também usam Conceitos parecidos com esse né. E aí, também entrou a questão das debêntures sustentáveis né, O banco trabalha também com outros parceiros eu estou vendo que o BNB já tem projetos que o banco financia junto com o BNB, o banco do nordeste, É com outros organismos multilaterais, e também muitos projetos contam com emissão de debêntures então, o banco ele não entra sozinho às vezes tem uma parcela de financiamento do banco, e captações a mercado de de debêntures pra compor ali o financiamento tá. E, por fim a gente está no momento atual que a gente discute novas tecnologias então, a questão da transição energética ela é muito importante para o mundo né, questão da desse risco climático de tentar conter aí o aumento do aquecimento global E novas tecnologias surgem pra ajudar a descarbonizar a a economia né. Então Foram mencionadas algumas aqui ao longo do dia né? Então, o hidrogênio verde, o hidrogênio renovável, ele tem uma oportunidade enorme, Foi falar também em questão de biocombustíveis, biogás né, a a eletrificação você substituir combustíveis fósseis Onde é possível pelo uso de energia elétrica. Aqui O histórico do apoio do BNDES ao setor eólico, é case aqui de sucesso no banco que a gente tenta replicar pra novas tecnologias né. Então, além de apoiar os os projetos em si de geração de energia, o banco ele Ele fomentou o adensamento da cadeia, pra você produzir os os componentes né do do aerogerador, No Brasil e gerando assim muitos empregos locais. Então a gente vê com sucesso aqui, são mais de cinco fabricantes cinco fabricantes de turbinas, Então Vesta, Axia, WEG, Simigameza, tem fábrica aqui no Brasil, gerando emprego no Brasil. E isso acaba trazendo toda uma cadeia de fornecedores que vão multiplicando esses empregos, né? Então a gente tem ali Públicodor de principais componentes turbinas, PAS, né, as hélices, nas séries e torres, gerando muita mão de obra local tá. Então eles são alguns números de dois mil e treze dezesseis mas isso só cresce, então foram mais de bilhão de reais de investimento só no, no nos fornecedores tá, Com mais de quatro mil de empregos diretos industriais. E aí quando a gente vai falar agora assim, do futuro das novas tecnologias, especificamente o hidrogênio né porque ele está muito relacionado do gênero renovável Com o potencial de energia renovável. O que é interessante aqui do ele a gente gosta de dizer né que ele, Amplia o alcance da energia renovável para além do grid. É porque hoje a energia toda renovável ela é utilizada no grid. Como eu falei, dos pilares da da transição energética, É você fazer eletrificação. Mas existe alguns setores que é muito difícil você utilizar a energia elétrica, você não você não consegue. E o hidrogênio é uma das formas de e seus derivados né que já foi mencionado aqui, de você ir além do do grid você permite a descarbonização De outros segmentos então, o hidrogênio ele tem assim potencial muito grande se aplicado, por exemplo na fabricação da amônia verde e e fertilizante, O aço verde, então na siderurgia, cimento, indústria química também tem potencial É muito grande né? E e nesse cenário de transição energética no mundo, o que É assim que acho que é muito interessante e importante. Também já foi mencionado por outros debatedores. É a oportunidade que o hidrogênio tem, na verdade de inserir o Brasil nessa neoindustrialização verde que está sendo chamada né? De você, ele é a base para uma nova indústria, verde, e isso vai ser importante para o mundo inteiro né? A gente conseguir gerar produtos sustentáveis. E o Brasil ele tem uma oportunidade assim imensa né país com Com com uma enorme recursos naturais, né, com enfim uma população grande, uma democracia estável coisa que não se encontra em outros alguns outros países emergentes né, então o mundo ele acaba olhando para o Brasil pelo seu potencial. E além dessa da abundância né de recursos, ele tem o menor, se não o menor mas, Entre os menores custos de produção de energia renovável e consequentemente de hidrogênio verde né porque o maior custo do hidrogênio verde é é a energia elétrica. Então acho muito importante deixar essa mensagem e vou passar aqui, De conseguir desenvolver como foi falado e não só exportar energia mas trazer a cadeia aqui para dentro do Brasil. Aqui é só slide que mostra da Bloomberg levantamento o Brasil, ele é o primeiro aqui da esquerda, então ele mostra como o Brasil tem o menor custo de produção de estimado né, De hidrogênio verde no mundo. E aí por fim falando agora pouquinho de como que o BNDES pode apoiar esse segmento, a gente divide Basicamente os projetos em escala. Então projetos grandes a gente chama de gigawatts, seria mais projetos de exportação, Queriam a a linha tradicional do banco que é o Finen, mas ali a gente está falando de, recursos AAA custo de mercado que é a nossa taxa até LP, tá. E eventualmente o debêntures o banco pode participar, Tanto comprando como ajudando a coordenação da emissão dessas debêntures. E aí tem algumas alavancas Importante, trazer outras outras, bancos de fomento, bancos multilaterais, emissão de títulos verdes pra compor, como já foi mostrado aqui são, investimentos na casa de centenas e centenas de bilhões, de reais que vão ser necessários Pra essa transição energética, então não não é todos acho que precisam unir forças pra gente conseguir, ter recurso eficiente. Projetos ali de escala de megawatts né médio porte, são projetos mais voltados pra atender indústria que é o que a gente falou aqui né, Indústria indústria local, e aí a gente consegue no banco fazer que é usar o fundo clima e recentemente o banco Anunciou aí que tem até uma resolução do Conselho Humanitário Nacional, de tentar aportar em torno de dez bilhões de reais no fundo clima emissões que seriam feitas no exterior, ideia seria o Brasil emitir Greenbone, captar esse recurso de fora, Pra aí sim o BNDES pode ser gestor do fundo clima e aí fazer blend do fundo clima com o recurso ordinário do banco é a TLP e na média você vai ter uma taxa de juros, atraente menor né pra pra conseguir viabilizar porque hoje hoje custo de mercado ele está muito alto. E pra projetos de pequeno porte saiu também recentemente, agosto, Uma outra resolução com funding em esse sim muito baixo mas aí pra inovação, pra desenvolvimento de tecnologia, TERA hoje ela está em torno de ponto seis por cento ao ano, então seria isso mais os preds, seria valor realmente baixo pra Incentivar a pesquisa, o desenvolvimento né, de de tecnologia do do hidrogênio, o banco aqui também tem o Funtech, Que é 000 nosso fundo tecnológico, que esse esse é não reembolsável pra pesquisa E sempre ele não é ele não é feito para empresas, ele é feito pra institutos tecnológicos, pra universidades, Em parceria com empresas vão desenvolver novas tecnologias pra levar pro mercado né? E aí, essa é a forma que a gente teria hoje Pra pra apoiar aqui o segmento. Eu tenho a utilidade aqui mas a gente vai pular em benefício aqui da hora. Agradeço novamente a todos aí é uma satisfação e fico à disposição pra dúvidas. Gentileza. Muito obrigado ao doutor Maurício, doutor Maurício Maciel. E nós ouviremos agora a intervenção da Doutora Elvia Ganum da Associação Brasileira de de Energia Eólica a biólica, recomendando novamente aos expositores, faça o adiantamento da hora se nós conseguirmos, colocadas em dez minutos. Doutora Helbia Ganon. Boa tarde, boa tarde a todos e a todas, estou vendo aqui que tenho alguns colegas, o Mauro, a Camila também no no nosso painel, cumprimento pelo BNDES pela apresentação. Queria agradecer a a oportunidade, acompanhei a discussão mais cedo, e queria também agradecer o 0 deputado Bacelar pelo convite e parabenizálo pela iniciativa. Ouvi uns comentários do deputado Otto Júnior, há pouco Falando da importância do biogás e a Tamar esteve aqui também fazendo a apresentação, e a minha contribuição é que não vou utilizar slides Iberê. Gostaria até de trazer pra todos vocês, a os resultados que nós tivemos eu Infelizmente não estou aí pessoalmente até porque estava até o final do dia ontem o nosso evento Brasil Windpower, Que é o maior evento de energias renováveis do Hemisfério Sul, foi sucesso, passaram mais de seis mil pessoas e com cento e cinquenta palestrantes e tivemos a presença do Ministro Silveira, e muitos movimentos importantes a respeito da indústria de energias renováveis, Com destaque pra enegel então, offshore, e também para o hidrogênio. E o colega do BNDES acabou de mencionar o conceito de neodustrialização, o tema do nosso Este ano foi justamente a neocindustrialização, e a neocindustrialização que se passa principalmente Pelos investimentos em energias e energias renováveis. Nós estamos conversando bastante a respeito dessa política da necessidade do Brasil fazer a sua retomada econômica, e também o seu desenvolvimento econômico A partir dos investimentos em energia, tendo em vista a necessária transição energética que a economia global Está enfrentando e o Brasil como importante polo de produção de energias renováveis que pode contribuir Pra economia global alcançar os objetivos de emissão 0 em dois mil e cinquenta. Nesse contexto muito importante, é relevante levar em consideração todas as fontes de energias renováveis o Brasil tem e a riqueza do país, a diversidade dessas fontes, a energia eólica, a solar, a biomassa, O biogás e o biogás vindo de várias formas de biomassa, então a gente precisa pensar realmente nessa retomada econômica, E é fundamental ter olhar para os estados, os estados brasileiros e eu até já tive a oportunidade Conversar isso lá no emIDic com o Ministro Alckmin, da necessidade de pensarmos também numa política industrial estadual. E eu conversei bastante com a governadora Fátima e também com o governador Jerônimo que esteve conosco aqui na abertura do do nosso evento, Da importância de olharmos as especificidades regionais e dos estados pra pensar num desenho De retomada econômica de política. Doutora, o seu áudio, o seu áudio, o seu áudio, nós estamos Doutora Elvia, doutora Elvia, doutora Elvia. Doutora Elvia. Mandou uma mensagem? Então vamos então vamos vamos tentar vamos tentar enquanto isto, Olá, Estão me ouvindo? Não, agora sim. É, agora eu só não me lembro onde onde eu parei deputado por favor. A senhora estava falando da abertura do evento, a sua conversa com o governador Jerônimo, e com a governadora Fátima Bezerra do Rio Grande do Norte. Ótimo então voltamos, sim, o a minha conversa com eles foi no sentido de pensarmos em políticas De industrialização, de neodustrialização, num contexto de estado porque os estados têm as suas Cidades e quando a gente olha pras matrizes dos estados, no caso dos estados do nordeste a gente sabe da abundância dos recursos de eólica e também de energia solar, e os recursos do biogás estão no país todo. Então é muito importante a gente ter esse Olhar mais estadual. E pensando em desenvolvimento regional, e nós sabemos que mais de noventa por cento da energia eólica instalada no Brasil ela está na região nordeste, e aqui na associação nós fizemos estudo que foi Divulgada no passado e outro estudo que foi divulgado este ano, mostrando dos efeitos multiplicadores da economia com os Em energia eólica. Então esse efeito multiplicador é o quanto cada real que nós Em energia eólica, o quanto nós devolvemos isso em termos de PIB, tanto pra economia brasileira quanto para as regiões e na região nordeste, o estudo mostrou que, no na com a entrada dos hierárquicos na região e a gente começou a medir a partir de dois mil e dez, o PIB regional ele cresceu vinte e cento, e o índice de de desenvolvimento humano municipal cresceu cento devido à chegada dos parques eólicos na região nordeste. E outro estudo que nós fizemos este que ano mostra que, a cada real que nós investimos em energia eólica, Nós devolvemos dois ponto nove reais pra economia brasileira em termos de PIB. Então nós não temos dúvidas do efeito multiplicador que os investimentos em energias renováveis podem trazer para as regiões, E podem trazer em termos de impacto também de PIB. E aspecto que discutimos muito no nosso evento Essa semana e que precisa ser destacado e eu vi que já foi falado aqui por outros colegas, é que, o Brasil não pode, Não deve, e não faz sentido, ser mero exportador de commodities como fomos até determinado período. O Brasil tem grande potencial de industrialização, esse potencial de industrialização ele passa pela energia. Mas ele passa também pra indústria de mineração, ele passa pelo agro que pode se tornar agro Aqui para a produção de hidrogênio e que a Camila, minha colega Thaís vai falar também sobre isso, E o que que importa pra nós? É muito importante nós trazermos adensamento tecnológico, Fazer investimentos em tecnologia. O senador Walter Pinheiro agora à frente do Senai SIMATEC, esteve aqui conosco também na do evento, tivemos a oportunidade de comentar sobre isso. Nós temos potencial muito grande de investir em em pesquisa, desenvolvimento e inovação, e com a cadeia, com a chegada da cadeia produtiva do hidrogênio nós temos sim Capacidade de desenvolver tecnologia. Eu afirmo isso com muita propriedade, BNDES está aí mostrando a importância que o banco Tem tido com os investimentos em energia, e destaca a importância do banco na criação de índices de nacionalização. A energia eólica, oitenta por cento dessa turbina que vocês estão vendo aqui atrás da minha, no meu quadro, é produzido no Brasil. E é produzida no Brasil né essa toda essa turbina justamente porque a gente tem uma política de conteúdo nacional. Então nós vamos partir sim com a política industrial, com a na industrialização, pensando na energia como eu mencionei existe em outros setores Antes nós estamos aqui com o olhar de energia hoje, e é muito importante que a gente crie sinais de investimentos Também na cadeia produtiva, no que nós chamamos de adensamento tecnológico. Já temos adensamento em energia eólica Que precisa inclusive ser fortalecido, precisamos criar adensamento tecnológico na energia eólica, E nós precisamos nascer tanto com a indústria de eólica ou choque, quanto com a indústria do hidrogênio verde Com grau de nacionalização, para que a gente tenha de fato adensamento tecnológico. Além disso, existe mercado interno brasileiro Está pronto pra ser descarbonizado. Embora o Brasil tenha uma matriz elétrica muito renovável, cento do nosso consumo de energia no ano passado veio de energias renováveis, nós temos que pensar, Na nossa matriz energética e a gente tem muitos, principalmente na matriz de transportes e na matriz de produção Das commodities brasileiras. A gente precisa fazer essa descarbonização, e essa descarbonização ela vai vir com energia elétrica renovável, Ouvirá também com as moléculas renováveis, tanto do hidrogênio renovável, quanto também do biogás. Então a gente precisa ter esse olhar para a indústria pensando na descarbonização. De lado vamos nos tornar mais e de outro lado nós vamos trazer forte crescimento, econômico Que vai permitir que a gente tenha também grande desenvolvimento social. Eu quis destacar pra vocês, eu sei que hoje né, que neste momento a gente está com muito atraso, então quis trazer essas palavras pra vocês eu agradeço a oportunidade. Muito obrigada. Muito obrigado a doutora Elvia pela participação e pelo acompanhamento das nossas atividades. Ouviremos agora o representante do Banco do Nordeste do Brasil, Luiz Alberto Esteves. Boa tarde a todos, primeiro lugar gostaria de agradecer deputado Bacelar mais uma vez oportunidade da gente poder estar aqui Conversando pouco a atuação do Banco do Nordeste quando fala de financiamento do desenvolvimento e aqui especificamente caso do financiamento das energias renováveis. Eu vou tentar breve aqui dentro do prazo, eu não trouxe apresentação. Bom, basicamente o 0 Banco do Nordeste nos últimos Cinco anos ele aplicou trinta e bilhões em financiamento de projeto de energia renovável. Esse ano são mais dez bilhões. O que a gente observa nos últimos anos, e tudo isso com o recurso do fundo constitucional que é o FNE, né? Então o que a gente observa nos últimos anos é que se lá no passado o FNE era eram recursos considerados consideráveis assim pra pra região, dava conta dos projetos que aparecia, hoje a gente começa o ano metade dos projetos os a gente dificilmente vai atender e principalmente na na parte de energia renovável porque a gente tem alocação a gente não pode só financiar energia renovável a gente toma de micro e pequenas empresas, agricultura familiar, agronegócio, então, não são poucos os recursos que vão pra de energias renováveis, mas mesmo assim a demanda ela é muito grande, cada vez menor e a gente ainda não falando de hidrogênio verde está falando solar eólica basicamente ou seja o que vem pela frente de demanda de projetos pra hidrogênio verde, a gente já sabe que não tem, vai ter condições por recurso de fundo constitucional atender, por conta disso, no segundo semestre do ano passado O banco ele fez uma uma reavaliação, ele fez novo planejamento estratégico pros pro pro decênio né, de dois mil e vinte e três, dois mil e trinta e trinta e dois, aonde o objetivo é buscar fãs adicionais, principalmente com instituições multilaterais, a de uma reunião com a Cofiex do Ministério da Economia, que é uma captação do Banco dos BRICS porque de fato vai precisar de reforço muito grande e pouco na perspectiva que foi comentado aqui, o mercado internacional tem apetite, inclusive fundos de doação inclusive assim, interessados nessa discussão de financiamento da transição energética. Adicionalmente O banco ele também tem aportado recursos a fundo perdido pra pesquisa, né? A gente acabou de abrir edital de vinte milhões pra pesquisa científica, pesquisa de base na área de financiamento, na área de de de de transição energética com prioridade né, pra questão do hidrogênio verde. Ponto que discutido aqui de hidrogênio verde, é uma preocupação clara questão de água que é uma coisa que também a gente tem trabalhado muito lá no Banco do Nordeste, uma preocupação não só do saneamento não não só da da questão da água mas também da eficiência dessa desse setor Por exemplo, quando a gente usa água, metade da água que a gente usa quase o Brasil inteiro, tá? O nordeste tem indicadores até pouco piores, mas Porque eu vou dizer aqui é quase o Brasil inteiro, a hora que você usa água metade é reaproveitado, a outra metade se perde, uma perda muito grande, Você falou aqui de Israel, eles reaproveitam mais de noventa por cento da água, o Japão é quase cem por cento da água. Então, pra onde tem carência de água, ou seja, você tem muito ganho de eficiência que você pode obter, a gente tem essa preocupação de ao financiar essas cabeça também ter ali uma questão do do da da eficiência, principalmente do uso da água, São setores que na na, e aí o a água é duas questões né, tanto pra questão da energia renovável quanto os ganhos de eficiência que também serão necessários também pra você produzir ou gerar uma indústria verde, isso aí a gente vai ter que caminhar também com ganhos de eficiência e de produtividade, tá? Na questão no que diz respeito a a ponto que foi foi considerado aqui, uma coisa que a gente também tem a preocupação, é é interessante porque muita gente está falando isso, e isso é de fato ponto que é central é porque na hora que a gente vai falar de transição energética não está todo mundo com a mesma emergência de fazer essa transição energética. O que que eu quero dizer isso? Como é que os a maioria dos países têm adotado a questão de atender ali as metas né, do do do acordo de Paris, é reduzir as emissões de CO dois, Muitos usam aquela modelagem que é é captou trade né, coloca limite, né, e aí você, se você quiser, poluir mais ou emitir mais CO dois, você que compre créditos pra fazer isso, que acaba encarecendo obviamente 000 processo produtivo de muitos setores. Alguns setores são chamados Heart webates, ou seja, são muito difíceis de você conseguir fazer uma transição nos modos que estão colocando esperar a questão do hidrogênio verde, né? Muitas vezes tem que antecipar isso, e aí você pode ter uma realocação de plantas industriais que é uma coisa que já começa a acontecer, várias plantas que produziam e principalmente aquelas que eu mencionei esse Hart e o Ebait são setores que são altamente intensivos em consumo de energia, e têm usado energia cinza, eles basicamente têm procurado países aonde eles podem fazer essa esse processo produtivo de uma forma mais limpa. Na, no começo, na segunda semana da do próximo mês vai ter inclusive evento que é do fórum social fórum econômico mundial, Em São Paulo são três dias exatamente tratando desses setores que têm essa dificuldade e trouxeram pro Brasil não por acaso. Não é uma coisa que tem acontecido só no Brasil, a gente tem verificado ontem mesmo eu conversei com uma empresa do Uruguai que ela faz silício de grau metalúrgico pra painel fotovoltaico, pra pra alumínio, tudo pra exportação. Adicionalmente a questão da energia, a questão da mão de obra, o que a gente começa a observar no nos estudos de caso que a gente tem olhado, muito é pra atender manufatura é pra exportação e aí eu acho que tem alguns pontos que são interessantes aqui A questão do nordeste, né? Bom, primeiro que a gente tem essa essa essa questão de você ter numa localidade, você tem potencial solar eólico enorme ao mesmo tempo no mesmo lugar, isso não é todo lugar que tem. Alguns lugar tem esse solar, alguns lugares tem eólico. Eu olho pra lá na lá na Patagônia, lá embaixo então, e a gente tem uma algumas combinações interessantes que é você ter a potencialidade das duas energias, que são intermitentes, então quanto mais energia você tem ali mais opções melhor. Tem a questão geográfica, localização, tem os portos, tem bons portos na região que pode atender isso, e uma coisa que a gente começa a perceber, viu Deputado, que é importante, que são as as as VPS, as zonas que a gente tem ali no Ceará, tem aqui então, o esses outros países aqui da América Latina que também já começam a perceber esse movimento, de realocação de plantas industriais pra alguns setores principalmente pra exportação de manufaturado, ou seja manufatura de com pegada a 0 né, com produto de pegada a 0 pra Europa principalmente, a gente começa a verificar que eles começam a buscar arranjos que inclusive a gente já na frente que é questão de GPS, então são pontos que a gente tem observado é além de financiamento né, e onde eu quero chegar Além do financiamento das energias renováveis, o banco ele tem muito apetite pro financiamento das das indústrias, da manufatura, que venha a fazer essa, fatura, que venha a fazer essa, esse processo né de limpeza de do do processo produtivo ali, irem ou ou e receberem empresas multinacionais que querem se localizar no Brasil pra fazer, produção doméstica mesmo que for pra pra exportação, muito disso obviamente vai ser internalizado, então essa questão do que a gente até aqui da Bahia mencionou o powershore, ou essa neoindustrialização verde, a gente também é tem apetite pra isso, e também tem buscado recursos adicionais pra fazer frente a essa demanda que tem, a gente tem parceiro aqui BNDES, tem as agências de fomento que também são parceiros do banco inclusive as agências multilaterais e também outros fundos que têm interesse de carbonizar o próprio fundo porque muito disposto a risco de setores que são muito cinzas e eles também têm essa preocupação de mitigar os riscos né o da da sua carteira. É isso, fica à disposição muito obrigado. Muito obrigado ao doutor Luiz Alberto Esteves representante pelo nordeste do Brasil, e parabenizando pelo poder de constituição, e obediência ao horário. Aqui hoje não está bem representativo da participação feminina num processo de transição energética brasileira na na questão das energias renováveis, não está bem representado em termos quantitativos, qualitativo muito bem, porque elas estão presentes né as mulheres estão presentes nessa área, na área pública, Nos diversos ministérios, muitas mulheres comandando a área, e na iniciativa privada nós tivemos já exemplo E agora vamos ter a oportunidade de ouvirmos mais exemplo de uma mulher que se destaca nessa área, que é a doutora Camila Ramos, vicepresidente de investimentos em hidrogênio verde, do conselho de administração da Absolar. Desculpando aí pela demora, doutora Camila, e pelo atraso, e lhe concedo aí a palavra. Agora foi? Foi obrigada, Obrigada deputado. É prazer estar aqui. Queria agradecer o convite pra estar Aqui agradecer também o deputado Arnaldo Jardim tem sido super parceiro né nessa comissão de transição energética e hidrogênio verde da câmara. O Rodrigo Sauaé que é o presidente executivo da Absolar E o Ronaldo Kolozuki que é o é o presidente da do conselho da Abessolar, gostariam de estar aqui e não puderam então vim representálos mas é é prazer. Que essa terceira mesa né que eu participo da da comissão, participei uma em São Paulo, uma em Brasília e agora Salvador e é uma satisfação poder falar pouco da energia solar fotovoltaica e o papel energia solar fotovoltaica na transição energética e o tema aqui, né, sendo os impactos positivos das fontes renováveis pros municípios Baianos, né, é muito relevante, né, vocês que estão aqui sabem de todo o 0 potencial e todo o desenvolvimento que a energia solar É fotovoltaica atrás, né, pra pra pro cidadão, pros municípios, pro governo, né, e pras empresas, né. Uma fonte Que eu diria muito democrática, né, porque a gente consegue ver os grandes parques solares, as grandes fazendas solares que a gente tem aqui também na Bahia bastante, Mas também aqueles painéis que ficam lá no telhado das casas das pessoas, né. Então é uma fonte extremamente democrática que propicia a economia na conta de luz do consumidor assim de forma bem visível, bem rápida, não é à toa que a gente tem visto esse crescimento tão forte da energia solar fotovoltaica não só aqui no Brasil tá? É a fonte que mais cresce aqui no Brasil né, a fonte solar fotovoltaica, Mas é a fonte de energia que mais cresce no mundo, né, porque em grande parte do mundo a energia solar fotovoltaica já é a mais barata ou entre as mais baratos os renováveis, né, que tem. E aqui no nosso Brasil e aqui na Bahia, especialmente, o recurso solar, né, e o recurso do vento são melhor do que na grande maioria do mundo. Então é uma satisfação estar aqui falando pouquinho. Eu vou passar bem rapidamente, eu prometo que eu não vou passar do nosso tempo combinado, tá? Então só falar pouquinho sobre o que que é a ab né, pra quem não conhece, apresentando a gente aqui é a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. Nós representamos E promovemos o setor solar fotovoltaico aqui no Brasil e no mundo, tá. Também o setor de armazenamento de energia, então as baterias, E o hidrogênio verde também, né, porque o hidrogênio verde a gente faz a partir das fontes renováveis, né. Então, a gente acompanha o avanço desses mercados a gente fornece bastante informação pra quem quiser acessar o site da Absolar a gente tem infográfico que a Absolar publica e atualiza mensalmente com as informações de de capacidade instalada, de investimento, de geração de emprego, inclusive nos municípios. Então a gente vai ver lá dados específico sobre municípios da Bahia também, tá? A gente atua nos vinte e seis estados, aqui e e aqui na Bahia também o Santiago teve que agora Sai que é o nosso coordenador aqui estadual na Bahia e também no Distrito Federal e temos empresas associadas empresas nacionais e internacionais. Eu quis trazer esse primeiro slide aqui pra mostrar Como a energia solar fotovoltaica ela é democrática e ela tem impacto de desenvolvimento social muito forte, né, a fonte solar ela é a que mais gera emprego renovável no mundo. Esse é gráfico da Irena, que é a Agência Internacional de Energia Renovável. Ela mostra lá em cima a energia solar, como vocês podem ver amarelinha, né, a fonte que mais já gerou emprego no mundo entre as fontes de energia, foram mais de quatro vírgula três milhões de empregos gerados, né, e aqui no Brasil A gente gera muito emprego na no setor solar são por volta de vinte e cinco, estimado entre vinte e cinco a trinta empregos gerados Por megawatts instalado de energia solar é bastante. E aí a gente tem empregos aí gerados na instalação desses projetos solares, Na fabricação de componentes, né, pra pra pra essa pra esses projetos, na venda e na distribuição desses equipamentos, no desenvolvimento mesmo, né, no desenho, na concepção dos projetos, entre outros, né. Então eu queria apontar isso pra vocês. E trouxe aqui o mapa, né, do Atlas Solar da Bahia, que já foi apresentada aqui, né, pelo secretário, Ângelo, mostrando Todo o potencial da do estado da Bahia, então não vou não vou gastar muito tempo mas parabenizar o estado da Bahia até por ter Essa iniciativa aí de de desenvolver o 0 atlas solar da Bahia mostrando todo esse potencial. Aqui eu queria trazer algumas mensagens que o Rodrigo Sawaya me passou, né, eu não participei dessas reuniões, mas a by Solar ela participou de Diversas reuniões aqui com órgãos governamentais baianos a fim de levar as propostas pro programa Bahia mais verde, Está com destaque pra algumas propostas e iniciativas aqui que a associação colocou, tá, então vou deixar aqui com vocês, por exemplo, ter uma meta De 0 emissões, né, de 0 seria superinteressante. E também mencionar para vocês aqui O plano de mitigação e adaptação às mudanças climáticas da cidade aqui de Salvador, né, que é a que a BESOLAR também tem participado aí de algumas discussões pra realizar inventário de emissões né, dos setores de transporte, energia e resíduos, Então é uma iniciativa assim bastante importante e interessante do setor que a energia solar tem tem bastante contribuir. Em termos de oportunidades, né, falar mencionar o mercado livre, né, já foi mencionado aqui a migração dos consumidores pro mercado livre ela vai acontecendo gradualmente todo ano, no ano que vem a gente vai poder a possibilidade de todos os consumidores da alta Independente do tamanho poderem migrar, é pro mercado livre. O que que isso significa? Cada vez mais o consumidor de todos os tamanhos, menores podendo escolher a sua própria energia mesmo se ele não está no mercado regulado, né, porque a geração distribuída, né, a GD, é para quem ainda está No mercado regulado e compra, né, a energia da distribuidora, mas também tem lá o painelzinho dela instalado no telhado e consome aquela energia. Mas Todos os anos a gente está vendo migração, né, possibilitando a migração de consumidores cada vez menores. Isso vai, né, e tem já movimentado bastante O setor de de energia renovável porque aí o consumidor ele consegue comprar energia do gerador direto por exemplo, ou de comercializador de energia e ter economia na conta de luz também, se ele não tem por exemplo a possibilidade de instalar o seu próprio painel. Então, Queria deixar essa mensagem aqui como oportunidade, né, e também mostrar aqui todo o todo o peso, né, do estado da Bahia Na energia solar fotovoltaica, tá? Aqui nesse gráfico a gente mostra lá em cima, a Bahia está em segundo lugar em termos, se a gente somar, tá, Projetos solares em operação, projetos solares em construção que é a a segunda barrinha, Depois, projetos solares com a construção não iniciada. A gente está falando de quase vinte e quatro gigawatts de projetos solares só aqui no estado da Bahia, tá? Que já já estão no papel e já pediram, né, aprovações Pra estar no mercado regulado ou no mercado livre, tá? Então, quantificando aí pouquinho, isso significaria, se todos esses projetos fossem construídos, tá? Quinhentos e quarenta e dois vírgula quatro bilhões de reais em investimento, tá? Então a gente vai ver muito crescimento ainda nos próximos anos. E mantendo números aqui da energia solar na Bahia, né, foi mencionado aqui, né, pelo BNDES, né, 000A capacidade instalada solar, esses números crescem rápido na solar, né, hoje a gente já ultrapassou os trinta e três gigawatts no Brasil em capacidade instalada solar Geração centralizada e distribuída. E aqui na no estado da Bahia, a gente já tem cento e setenta e Mil quinhentos e setenta e cinco unidades consumidores, unidades consumidoras de energia solar, tá. Então, São cento e nove, quase cento e dez mil projetos, unidades instaladas com mais de cento e setenta e mil consumidores usando essa própria energia solar só aqui no estado da Bahia, tá? E aí a gente fala, nossa quanto, né? Mas aí olha, o pessoal da B Solar calculou, Isso é dois vírgula seis por cento das unidades consumidores que a gente tem aqui no estado. Então o potencial ainda É muito grande, tá? Então a gente vai continuar vendo esse crescimento muito forte. Aqui AA0 Rodrigo também me mostrou, né, O programa Salvador solar, uma foto dele aqui no em Salvador, né, em dois mil em de em outubro de dois mil e vinte e né, Quando foi o lançamento aí desse programa salvador solar e a ABsolar apoiou o desenvolvimento, vou deixar aqui com vocês também. E pros municípios, ele queria deixar aqui, a gente queria deixar uma mensagem, né, que tem possibilidades, né, a gente vê muita P, muitos programas municipais de energia solar fotovoltaica e a associação ela auxilia os municípios na estruturação desses programas. A gente tem área técnica lá na Abessolar que a gente auxilia os os municípios a ajudarem a desenhar esses programas, então a gente fica super São, tá exemplos aqui, instalação de sistemas solares fotovoltaicos em edifícios públicos, né, com o município dando exemplo então em escolas municipais, em postos de saúde, em hospitais, em edifícios administrativos etcetera. Então é grande potencial. E pra fechar, né, não podia deixar de falar, todo mundo já falou aqui, né, o hidrogênio verde. Por que que todo mundo fala tanto do hidrogênio verde? As projeções são, Né, de agências, né, internacionais. Toda a energia no mundo em dois mil e cinquenta entre oito E vinte e dois por cento, doze e vinte e por cento vai passar por hidrogênio por hidrogênio tá, essas são as projeções aí da agência internacional de energia, a agência internacional de energia renovável, Bloomberg, se a gente pegar todas elas a gente está falando de doze a a vinte e por cento. É muita coisa, né. E a gente vai precisar de muito investimento, muito programa de incentivo e programa Marco legal que a gente tem de haver aqui no Brasil ser publicado por hidrogênio nesse mês aparentemente, então muito importante. E a gente pode utilizar esse hidrogênio como foi mencionado aqui em muitos setores, especialmente né, potencial nesses setores de difícil descarbonização que já foram mencionados aqui com grande no setor de fertilizantes, no setor siderúrgico, no setor de combustíveis avançados, né. A gente teve ontem o presidente Lula lá sancionou, né, aquele projeto pra pra combustíveis avançados, né, renováveis. Então, potencial enorme aqui na Bahia, sem dúvida a gente já já Já está vendo, né, os primeiros projetos, né, já teve aquele da UNIGEL que foi o primeiro anunciado. E finalmente convidar vocês pra pra pra pros eventos da ABESOLAR, esses são eventos da Abessolar ainda que a gente vai ter ainda, que no ano de dois mil e vinte e três, né, a gente vai ter evento agora esse mês em recife, O encontro nacional anual em São Paulo e o evento show comemorativo do Jorge Ben Jor, em novembro Lá em São Paulo, então, convidálos para conhecer mais a associação e ficamos à disposição aí com o pra poder auxiliálos no desenvolvimento Solar da do setor solar fotovoltaico nos municípios aqui na Bahia, obrigada. Muito obrigado, consegui agora professor. Muito obrigado a doutora Camila Ramos, com certeza já é o terceiro evento da comissão que a doutora Camila participa, vá com certeza vão lhe convidar pra o do Ceará, vão lhe convidar pra o do Rio de Janeiro, e E eu já vou convidar a senhora pra me ajudar na elaboração do relatório. Só faltamos lhe dar o título de deputada federal. O nosso próximo expositor é o presidente dessa importância importante agência de desenvolvimento, Que a agência de de fomento do estado da Bahia, dezembro Bahia, doutor Paulo de Oliveira Costa presidente da dezembro Bahia. Bom, primeiro agradecer pelo convite, né? E parabenizar pela condução que você fez de uma discussão bem informada, bem lúcida e bem diversificada sobre o a questão energética na Bahia e no Brasil né. Eu vou ficar mais voltado para a questão bancária porque eu não sou especialista progretismo na na área de de energia né? Bom que é que precisa pra financiar o 0 sistema energético? Primeira coisa que a gente tem que é muito importante num num país como nós, num país em desenvolvimento todos desenvolvidos aí mas não é todo país em desenvolvimento que tem sistema de fomento como a gente tem no Brasil né? A gente tem BNDES a gente tem o BNDB a gente tem a FINEP né? Nós temos o Banco do Brasil que também faz operações de de de de longo prazo e de financiamento do do desenvolvimento. Temos os os mais os bancos estaduais, as redes de fomento como é a nossa. Então A gente tem sistema bastante complexo de financiamento que eu não tenho muita dúvida de que a gente vai conseguir carrear pro setor energético os recursos que forem necessário ao longo do tempo né? Ao longo do tempo é importante esclarecer isso porque o a gente está Muito aqui da potencialidade do setor energético, mas a implementação de de de ou ou índio ou seja o que for você só faz na medida que o consumidor precisa mesmo que a gente tenha como o Celso colocou as linhas de transmissão mas é preciso que a ponta puxe Se a ponta não puxar você vai ficar com com energia não utilizado né? Isso já acontece em alguns lugares do mundo aqui no Brasil hoje a energia está até baixando né? Por isso foi criado o 0 mercado livre justamente porque a gente tinha mais energia do que usa. Então os projetos não entrarão de uma vez só. Eles vão começar a funcionar ao longo do tempo. Eu acho que ao longo do tempo o sistema nacional tem condição de atender os financiamentos que forem forem necessários pro pro setor energético né? Bom, além do sistema financeiro é claro que a gente tem que pensar nos negócios propriamente ditos né? E aí na questão dos negócios A gente tem que eu acho que é é preciso trabalhar muito a questão da regulamentação né? No setor elétrico mesmo não tem muito problema ah solar e o índio já está mais muito bem delineado como é que funciona o setor quem super quais são as condições técnicas que eu preciso Mas não é a mesma coisa ainda nos setores que estão por vir como a biomassa ou mesmo energia do do hidrogênio. Então Eu acho que na questão da regulamentação do que já está OK não tem muito problema mas pra frente a gente tem que pensar Quem vai regular quais são as novas como é que vai funcionar né? Estamos aqui diante de de uma modificação no sistema tributário é bastante complicado a gente tem que entender como é que o sistema vai atuar e e aqui pro nordeste a gente tem que ter uma preocupação muito grande porque Quando você joga o ICMS pra ponta que consome você começa a ter o problema de que novos instrumento de atração e investimento você vai conseguir fazer no no no não será mais esse. Exatamente isso, a gente vai ter que criar outro modelo de de desenvolvimento. Daí tem que pensar qual é o papel do estado que a pode fazer pra mudar as coisas, né? Claro que coisa importante que a gente está fazendo aqui na Bahia é a formação de mão de obra né? Quando você tem o 0 Cimatec consegue formar mestres doutores né? Mas precisa falar muito mais do que isso. Você precisa chegar até do operador né? Você foi da indústria química também né? Você tem que formar o cara que está lá na na no chão de fábrica, né? É preciso a gente ter grande programa de treinamento e uma coisa que hoje nós não não conhecemos bem. Então eu acho que o estado tem trabalhar muito a questão da da da segurança jurídica né? E principalmente a questão tributária né? Todo mundo tem falado pouco de hidrogênio em vez eu não conheço tanto quanto vocês né? Mas assim do ponto de vista financeiro que a gente vê É que no mundo hoje o 0 hidrogênio verde ele é muito mais caro do que o hidrogênio normal né? Como já foi falado aqui A rota normal de fazer hidro a reforma de de de me né? Isso você faz quilo de hidrico mais ou menos é dois dólares, tem gente que consegue fazer por e pouco. E o hidrogênio verde dependendo de que está cada condição do preço da energia e outras coisas, Talvez esteja aí mais na na casa entre oito e os doze. Então você tem grande caminho aí a percorrer, a tentar baixar o valor que hoje se consegue no mundo de Rio Grande do Rio Grande do Rio Grande desafio né? E pra vencer esse desafio aí tem muita coisa a trabalhar na escala nos eletro e o esse esse eu acho que é o que é o grande desafio no Brasil primeiro baixar Esse esse valor, né? É claro que o governo aí também tem papel muito importante que é de criar os sentidos que sejam necessários Pra que a gente consiga ao longo do tempo ir baixando esse valor. Por outro lado é preciso entender também que você não troca sistema de produção de de hidrogênio a partir de metano pra hidrogênio verde de dia pro outro mas como você trocar de carro não É bem assim esse processo será longo ao longo do tempo você vai ter as duas tecnologia convivendo EAA partir de algum tempo talvez dois mil e cinquenta como a doutora falou a gente deixe partir do metano pra partir das energias renováveis mas Tenho todo caminho muito complexo pra trabalhar a questão do preço do hidrogênio verde, da escala de produção, né? E também concordo com o que já foi dito aqui. No início se deve possivelmente usar o hidrogênio nas indústrias que a gente já tem. Vocês deram uma ideia Você faz hidrogênio basicamente do reci na produção de amô e alguma coisa no ferro e aço né? Eu acho que são os principais consumidores de hidrogênio do mundo. Então o cara não vai mudar a energia o 0 hidrogênio dele do limpo do do que ele tem hoje do hidrogênio verde simplesmente de uma hora pra outra. Ele tem que ter certeza de que a nova tecnologia é segura que inclusive é difícil de de de de trabalhar com ele né você tem tem que ter muito cuidado é é uma substância muito explosiva e ele tem que ser confiável porque uma coisa é produzir em laboratório. Outra coisa é você rodar uma planta durante ano, dois anos né e fazer uma manutenção pequena. Então essa confiabilidade da nova tecnologia ela tem que ser mostrado antes que você comece realmente a funcionar. Tem a questão da da do preço né? Tem que ser, como diz a empresa você tem que ter não dá pra ser esse cara. Quem faz negócio não não não não perde dinheiro. E tem que ser sustentável. O meu sustentável o hidrogênio já é. Então acho que a gente tem muita condição de de de crescer na área energética mas não cresceremos assim, extremamente rápido né, eu acho que não é uma uma exponencial né, mas o é uma curva pouco mais Mas é suavizado, acho que o Brasil tem tem todo o potencial energético energia limpa né? Bom deixa eu falar pouquinho do que é que onde é que entra uma pequena agência de fomento né? O 0 bacharelário me chama aqui no meio aqui do do do de grandes, sou assim gente grande né? Mas como a doutora disse na parte a gente tem obviamente eu eu queria ter slide bonito como esse do BNDES né financiando milhões de gigawatts de de de energia eólica mas não a gente tem trabalhado Com a energia com energia solar com as prefeituras a gente tem feito bom trabalho com as prefeituras e de qualquer forma Nós que trabalhamos com as empresas de menor porte quando você planta parques solares em algum lugar e aquela riqueza transborda a gente pode trabalhar com os os negócios menores e de certa forma potencializar o desenvolvimento. É mais ou menos isso o que eu queria sintetizar e agradecer. Muito obrigado a doutor Paulo presidente da Desembaria. Nós estamos chegando ao final do evento temos ainda dois dois expositores. Convidarei o senhor, convido o senhor Nilton Ramatsu professor Nilton Ramatsu, superintendente da FINEP, a quem eu apresento os meus cumprimentos. Olá boa tarde. Boa tarde. Vocês conseguem me ouvir? Ah sim. Ah sim, mas não conseguimos agora sim. Espera aí. Tá, está dando eco aqui pra mim. Mas boa tarde a todos. Acho agora melhor. Também participar, fico bastante honrada em ser convidado aqui pra participar. Infelizmente eu já tinha aqui uma outra uma outra agenda que no dia não consegui me deslocar, Mas agradeço bastante aqui o convite do deputado Bacelar e e cumprimento também todos aqui os demais membros da mesa né. Eu vou falar aqui também acompanhando aqui o adiantado da hora né, eu queria também deixar aqui pouco Alguns recados né eu vou deixar deixa eu primeiro, se eu puder também colocar minha apresentação, seria, agradeceria. Mas, bom, quanto isso, eu queria comentar que, essa agenda da da transição energética realmente é crítica aqui pro país né, acho que todo já foi muito bem comentado aqui por todos. FINEP como agência brasileira de salvação ela está bastante engajada em toda em toda essa agenda. A gente sabe né que o Brasil ele tem tudo pra uns líderes né, senão grande líder por exemplo na produção de hidrogênio né, a produção dessas dessas energias renováveis, acho que não é nem segredo a ninguém que hoje Brasil já tem mais de oitenta por cento da sua matriz elétrica de fonte renovável que é o que nenhum país tem. Então a gente está muito preparado Pra pra ter uma posição de destaque também nesse futuro né do setor como por exemplo aqui no caso do Do do hidrogênio de de baixo carbono, hidrogênio crowsaco, mas de outras fontes também né? Como por exemplo novos combustíveis, combustíveis de aviação, então a gente está muito absolutamente bem colocado pra pra todos esses desafios. Agora, Certamente a gente precisa trabalhar uma política né, uma política industrial como está sendo já está sendo trabalhada né pelo pelo pelo governo federal né, que que está trabalhando né pra lançar Em breve aí, essa nova política industrial, que vai ser baseada em missões, e uma dessas missões é a questão da transição energética. Então, é é muito importante a gente trazer nessa nova política industrial, tanto elementos de regulamentação, compras públicas quando for necessário, Mas também em ações de financiamento a gente sabe que esses investimentos, uma mudança significativa por exemplo de matriz né, de as empresas aderirem Há novos insumos né isso tudo demanda grandes investimentos risco né complexidade então, Incentivos né, mecanismos de de incentivo são bastante importantes pra isso então, a FINEP, é como agência brasileira de inovação, aí. Está está está colocando bastante destaque, bastante ênfase, em apoiar aqui o desenvolvimento desse setor. Então, No âmbito dessa nova política industrial que está sendo construída né, tanto a FINEP como todos os parceiros como bem colocado o próprio BNDES né, as agências de fomento, o Banco do Nordeste a gente está, É, vai disponibilizar pacote bastante amplo de recursos tá? Só aqui da FINEP, no âmbito dessa nova política industrial, Vão ser aí mais de quarenta bilhões de reais nesses próximos quatro anos tá? Pra que a gente possa desenvolver tecnologias né? Possa aprimorar dos temas principais pra de aplicação desses recursos certamente vai ser a questão da transição energética né? Com destaque a tecnologias como essas que a gente está colocando né o hidrogênio mas também a novos combustíveis, a quem sabe aí a gente conseguir também Alavancar nossa cadeia produtiva da da geração solar né trazer a a produção por exemplo de de módulos né, fotovoltaicos né, a gente Consegui avançar ainda mais a produção do do diários geratores, né tecnologias de captura de carbono, Melhor desenvolver essa cadeia de minerais estratégicos né, cada vez vai ser mais demandado aqui pra sua transição energética. Temos uma grande riqueza pra questão da bioeconomia então por isso, A gente está vai disponibilizar pacote bastante amplo de recursos com ênfase especialmente nesses setores né? Eu aproveito também né pra mencionar Que, além de pacote né como eu falei da ordem de quarenta bilhões nessa política né, mais ou menos quinze bilhões em recursos não reembolsáveis ou seja aqueles os grants né cursos aí pra estimular né que dão, que serve pra uma uma pra pra pra apoiar atividades de maior risco tecnológico a FINEP vai disponibilizar ainda cerca de vinte e cinco bilhões, Em recursos de crédito, tá, pra projetos de de inovação também aqui das empresas. Especialmente também nesses setores então é pacote bastante amplo. A FINEP já tem também hoje né, quem entrar no site da FINEP já vai ver que a FINEP tem uma chamada hoje aberta de inovações radicais aqui setor elétrico são oitenta e cinco milhões de reais aqui nessa chamada. A gente aceita que, é é modelo de fluxo contínuo então, as empresas podem entrar a qualquer momento solicitando esse recurso, a gente tem sido, feito processo super célere então a empresa entra em cerca de quarenta dias a gente já Aprova ou não o projeto dela então, é processo superrápido, focando nesses temas que eu falei né e olha a cadeia solar e Trochet, armazenamento de energia, entre outros tá? É então, eu esse aqui é o é o é o meu recado tá? De que realmente o Brasil tem uma grande oportunidade, A gente precisa aproveitar essa essa oportunidade, essa nova política industrial, e esse apoio concentrado e focado né de das agências momento inclusive aí que a FINEP vai ser essencial pra isso a FINEP está aqui à disposição tá pra apoiar o empresário né pra apoiar todos os projetos aqui, tenham inovação e que e que possam aí e que a gente possa apoiar a atirar do papel. Então novamente agradeço aqui pela oportunidade. Nós é que agradecemos Professor Nilton Ramatsu, e apresento os meus cumprimentos e agradecimentos. Eu estou agora entendendo pouco, eu estou na dúvida doutor Paulo, se O senhor não citou os números porque os números da Desembaí se foi porque ficou meio tímido frente ao Banco e desenvolvimento econômico, frente à FINEP, e em menor escala mas mesmo assim, numa escala comparativa desfavorável ao Banco do Nordeste. Ou então o senhor está segurando esses o valor desses investimentos pra que hoje mesmo o senhor não comece a receber os nossos prefeitos, e prefeitas lá na Desembaria. Para encerrar esse encontro, nós vamos ouvir agora a o pronunciamento de nosso queridíssimo conterrâneo, exministro da do meio ambiente, exdeputado federal, e o entusiasta do meio ambiente, da defesa do meio ambiente, de uma sociedade que tem uma economia sustentável e o incentivador do desenvolvimento de energias renováveis na Bahia, Edson Duarte. Bom, fiquei com a missão de ser o último, mas com Muita alegria e gratidão pelo convite, vindo dessa comissão que exerce papel tão importante Nesse momento da história do país, o governo federal criou em pelo menos sete ministérios, secretarias que tenha ligação ou com transição energética ou com energias renováveis descarbonização E é preciso que nesse momento os caminhos possam ser trilhados juntos, E me parece que essa comissão tem esse papel político de coordenar, articular, unificar todas essas políticas de todos os seus organismos, muitos inclusive aqui, aqui presente. E principalmente por ter como relator, Como presidente da comissão, grande amigo, foi meu colega deputado, Arnaldo Jardim, dos grandes parlamentares que que nós temos no país. EE0 Bacelar que me dá muito orgulho como baiano em ter deputado federal com a envergadura do Bacelar, Que traz pra discussão tema que é tão importante para o mundo, a a importância da inserção do Brasil com as energias renováveis. Com a transição energética e hidrogênio verde toda a discussão que envolve esse tema. Ontem, o presidente Lula assinou então de medidas legislativas que foram encaminhadas ao congresso nacional, e que ele batizou de incentivos ao combustível do futuro. E ontem atracou em Compenhague, e está sendo abastecido hoje o primeiro navio, O porta contêiner gigante com metano verde, então é é momento histórico hoje esse abastecimento, navio que será movido ao metano verde, proveniente a partir do hidrogênio, de tal forma que eu posso dizer que, Transição energética não é mais uma promessa, é uma realidade. Estamos ganhando escala e acredito inclusive que essa escala ela vai ter uma velocidade E gigante, a cada dia. Porque os elementos apontam pra isso. As condições tecnológicas nós temos, as bases produtiva nós temos. Nós temos os investimentos que são necessários e aqueles que estão interessados em fazer os investimentos. Nós estamos estamos num processo de mudança e de impactos climáticos, desastrosos que Pressiona os governos e os coletivos de governo a imprimir uma política nesse sentido, e há uma necessidade geopolítica e da economia mundial, que aponta e aí alguém já disse aqui, pós guerra, mas pós guerra não, na atual guerra, mas uma guerra Que indica algo que nós precisamos fazer que é buscar alternativas energéticas para o planeta. Então todas essas condições e essas notícias, que aliás, a cada momento que a gente abre portal de notícia a gente encontra uma notícia nova, anúncio, acordo na área de transição energética, com grandes volumes grandes investimentos. E, no final do ano passado, lá em Charmelshake, no no Egito, em qualquer fórum de discussão que você entrava, a discussão não era mais sobre AA0A importância da transição energética. Esse debate já passou. O quanto isso é importante? Esse debate ficou lá atrás. O que estavam discutindo lá era, como fazer inserir aqueles que são mais pobres nessa discussão? Pra que mais uma vez tudo aquilo que é novo para a qualidade de vida da humanidade não fique restrito apenas aos ricos E deixando chegar por último os que são mais pobres, como aconteceu com a vacina da covid. Então, Como fazer com que todos possam participar desse momento de transição que é tão importante que não é só uma discussão ambiental, É notadamente uma discussão de desenvolvimento, de inserção, De mudanças de padrões de produção, de consumo e de qualidade de vida. Então esse era o grande debate lá. Como inserir os mais pobres? Como inserir os africanos nesse debate? Quando eu estive na França, Agora em junho, eu estava numa agenda que era particular, e desembarcou o presidente Lula. E o presidente Lula fez discurso que foi muito na linha dessa discussão de Charmander Shake e o Lula também estava presente. E ele disse o seguinte, o 0 mundo está está buscando equilíbrio os países precisam cumprir com suas obrigações em relação aos acordos climáticos. Prometem, discutem mas não executam, não fazem o seu dever de casa. E ele diz o seguinte, mas não adianta ter planeta equilibrado ecologicamente tendo pessoas passando fome. Então é preciso que essas duas agendas elas andem juntas. O combate à pobreza, a fome, A necessidade e equilíbrio maior na distribuição de renda e preservação ambiental. Pois bem, a Bahia é tudo isso. O nordeste é isso, o semiárido é isso. É potencial de desenvolvimento de atração de investimentos em transição energética, Numa das regiões e dos bolsões mais pobres e carentes do planeta. E sabem que logicamente do Brasil. Nós temos, segundo valor econômico, nos próximos seis anos, devese movimentar algo em torno de dois ponto quatro trilhões de dólares em transição energética. Uma parte significativa desses recursos devem vim para o Brasil. E uma parte muito significativa desses recursos estão sendo canalizados por semiárido e para o nordeste brasileiro. E aí é uma dádiva. É uma bênção da natureza, porque Toda condição de aridez, condição climática que o semiárido, tem que enfrentar e enfrenta historicamente, Tem por outro lado uma condição que já foi dito aqui, eu não vou repetir, extraordinária para as energias renováveis. Os ventos, eu sou diretor de uma empresa chamada Kito Energy, que desenvolve projetos aqui na Bahia. Só a Kito Energy, desenvolve hoje, Catorze gigas em projetos que estão prontos para o próximo ano iniciar sua fase de construção. Catorze gigas. Esse projeto transformados em amônia, significa em ureia tornar o Brasil autossuficiente de ureia e mais ureia verde. O Brasil é uma grande potência agrícola, mas tem oitenta por cento da sua dependência da ureia vinda principalmente da China e da Rússia. Veja, eu estou falando de uma empresa em estado com tantas possibilidades, o potencial econômico que tem o Brasil. De investimento três ponto cinco talvez bilhões, transformaria o Brasil autossuficiente em metano, metano verde. Poderia e pode Ser responsável por parcela significativa do abastecimento dos aviões, que passarão em breve a usar o SAF que é o combustível de São verde. Eu estava antes de ontem em São Paulo com a TAM, que prometeu visitar a Bahia. EE0 pessoal da Tânia diz o seguinte, olha, é decisão da empresa. E não é decisão só porque entende que precisamos contribuir com o planeta. Uma necessidade porque barreiras vão existir como já estão existindo. Como já existe pra carros por exemplo a combustão, centro de de vários países da Europa você não entra mais com carro a combustão, só carro elétrico. E isso vai acontecer com aviação, vai acontecer com navios Tiveira. A a tracarem tem que ter uma presença significativa do metano verde. Então é esse o mundo que nós estamos andando. Agora gente E aí esse recorte que eu quero fazer pra encerrar porque já percebi que eu eu eu viajei demais na minha fala, eu queria trazer recorte aqui que eu considero importante. Esses projetos que estão sendo desenvolvidos, que é o caso da Bahia, é no semiárido. Esse ano o semiárido já foi registrado que ele saltou na Bahia de setenta e por cento do seu território pra oitenta e seis por cento. Ou seja, o semiárido, a área seca, ela está se alargando, ela está avançando sobre as áreas subúmidas secas, que são áreas altamente produtivas da Bahia, mudando a temperatura, regiões que estavam produzindo café Estão com dificuldade pelo aumento da temperatura e está mudando a fisiologia e o funcionamento das plantas. Nós estamos mudando a geografia agrícola. O coração do semiárido que é onde estão por exemplo os nossos projetos, está avançando de forma assustadora pra uma condição de aridez, Que é uma uma condição de desertificação avançada, em que as condições humanas pra viver nesse local se torna quase que impossíveis. As mudanças climáticas estão sendo tão rigorosas, até porque essas regiões são as mais susceptíveis às mudanças climáticas. Até a agricultura de subsistência está comprometida, que já não se sabe quando chega e quando vai embora a chuva. A cobertura vegetal que sempre foi uma condição para criação de substância principalmente do caprini ouvindo, está comprometido. E essas pessoas estão vivendo notadamente principalmente de Bolsa Família, bolsas ajudas, Emprego em prefeitura e aí uma pressão sobre prefeitos, prefeitas, sobre vereadores, aposentados. Já se percebe que o aposentado hoje segura numerosos membros da sua família com o seu dinheiro mensal ali que ele recebe todo mês. Agora nós estamos falando que esses projetos estão indo para essa região, mas eu quero terminar fazendo recorte trazendo exatamente para o tema. Os municípios como ficam? Eles estão trazendo e têm nos seus territórios uma possibilidade gigantesca do Brasil Se reposicionar frente ao mundo. O Brasil está precisando e isso é importante para todas as cadeias produtivas que nós temos, Principalmente as de exportação. O aço, a soja, a carne, as frutas, o aço. Todos eles são impactados positivamente se o Brasil melhorar sua imagem lá fora. E vai mudar, está mudando a sua imagem, Principalmente, adotando e avançando nas energias renováveis que é compromisso brasileiro na sua, no seu compromisso no acordo de Paris. E o município como fica? E aí é que vem a discussão. Importante essa mesa e esse representantes que são de instituições importantes. Eu queria dizer que, esses municípios precisam ter tratamento que eu chamaria de tratamento, não é VIP, mas de justiça. Eles precisam ter prioridade e critérios diferenciados pra contrair empréstimo, ter acesso aos programas que tenham programas próprio Específico pra esses municípios. O 0 Banco do Nordeste, que eu sou muito fã, e o Banco do Nordeste Só nos quatro primeiros meses desse ano, já contratou algo em torno de onze bilhões de reais em vários projetos uma diversidade de negócios. É papel importante no nordeste e o papel do banco. Pois bem, que tem ali recorte que pro microempresário daquele município, pro agricultor daquele município, pro empreendedor, pra o Pra o prefeito daquele município que quer contrair aquela lista gigante de oportunidades de negócio, ele possa ter diferencial, De taxa de juro, de acesso, de crédito e facilidades, que justifiquem numa questão de justiça pra quem está trazendo tanto recurso pro Brasil e causando uma uma diferenciação competitiva pra tantos produtos do nosso país. Mas eu falei Banco do Nordeste mas o Desemb Bahia, Banco do Brasil, fundo de participação dos municípios. Fundo de participação leva em consideração, número de habitantes. O semiárido está esvaziado pelas condições de sobrevivência. O município está sendo punido. Ele precisa e talvez fosse o caso de se pensar no FPMV. Fundo de participação dos municípios verde para compensar a situação desse município porque eles estão gerando riqueza e eles não têm essa contrapartida. E o ICMS? É sobre circulação de de produtos de do comércio de produtos. No semiárido é difícil atrair negócio que possa gerar algo significativo. Aí tem tramitando dois projetos na câmara, na câmara do senado, Que são os royalties. Que os municípios possam ter participação e eu acho que a comissão pode ter papel importante nessa discussão. Eu teria uma série de de de de ideias, digamos assim, que nós poderíamos tratar e vou passar pra comissão e pro deputado Bacelar, Mas em resumo pra encerrar, pelo adiantado da hora e o estômago está avisando a todo mundo aqui que eu já falei demais. É que esses municípios sejam enxergados, sejam vistos e que eles possam ter tratamento diferenciado. Quando eu fui ministro, criamos o 0 município mais, que foi para Amazônia. Percebemos uma questão de uma injustiça cruel. Os municípios da Amazônia que mais preservam a floresta, é os que recebem menos porque não tem atividade econômica, população baixa, e e eles eram eram penalizados por preservar algo que era para o bem de todos, do Brasil e da humanidade. Então nós passamos a discutir critérios pra que esses municípios pudessem em todos os programas federais acesso diferenciado que se fizesse justiça. E até a CBF nós envolvemos, pra que a CBF criasse programa de sustentabilidade de programa verde apoiando as escolas municipais desses pequenos municípios com coisa que não significa nada pra CBF, Mas se torna passo gigantesco da contribuição dela.

0:00290:24
15 de set, 09:48
#3
Deputado Bacelar
Bacelar

Deputado

Resumo Inteligente

Deputado mencionou apreciando ideia de fundo verde para royalties em energia eólica e solar, sem carga adicional para empresários. Elogiou Bahia por pesquisar combustível verde SAF para aviação. Destacou transição energética como terceira na história humana, com compromisso de apresentar marco regulatório em novembro.

0:003:31
15 de set, 14:38