COMISSÃO ESPECIAL PARA ESTUDO DAS INICIATIVAS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
Sobre o Evento
Comissão discute transição energética e hidrogênio verde; destaca ciência na Amazônia, aquecimento global e biomassa no Pará, que sediará a COP30. Escola Legislativa oferece cursos em gestão.
Deputado
Pra fazer isso nós temos o nosso ministro da economia
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Busca de fundos internacionais para que isso possa significar aumentar os nossos investimentos aqui. E que que nós estamos enfrentando? Nós estamos enfrentando subsídios e incentivos de alta monta. E isso foi diagnosticado num dos nossos encontros, o deputado Raimundo Santos como sempre estava lá na comissão. O inflexion reduction acture, que é nome americano, a sigla chamase ira, significa De mais de quinhentos bilhões de dólares de subsídios à indústria americana no caminho da produção das energias renováveis E particularmente da busca do hidrogênio. A China caminha no mesmo sentido e agora a Alemanha acaba de fazer leilão, E o Brasil vai disputar parte disso de compra de hidrogênio verde no mundo e basicamente adquire a preço E coloca à disposição da sua indústria por metade do preço pra fazer isso. Então nós discutimos isso também porque nessa corrida Não dá pra num campo de grama ou de areia você andar de salto alto. Você precisa discutir instrumentos efetivos para poder fazer isso. Enfim, não vou cansados porque o importante é ouvirmos as contribuições, eu tenho certeza Teremos contribuições de muita qualidade, mas digo que, com a participação do deputado Raimundo Santos, com o nosso relator deputado barcelar e do conjunto Dos deputados e deputadas que integram essa comissão nós definimos cinco pontos básicos que vão constituirse Na proposta que nós faremos para que a comissão possa depois, e depois eu estou dizendo É até agora início de outubro, eu estou falando num prazo aí de mês basicamente, Nós vamos apresentar a nossa proposta de regulação para que o Brasil saia na frente na produção do hidrogênio De baixa intensidade de carbono, de baixa pegada de carbono, que é aquilo que pode nos dar uma situação diferencial no mundo. Primeiro capítulo que terá à nossa proposta é definir aquilo que se chama taxonomia, ou seja, como caracterizar o hidrogênio De que forma? Alguns, e eu conversava antes aqui com várias lideranças, alguns dizem que é o hidrogênio verde. E é verdade, O hidrogênio é verde, mas é verdadeiro caleidoscópio, tem gente que fala do hidrogênio cinza, do hidrogênio azul, tem diferentes É colorações. Por quê? Porque tem diferentes origens. Uma questão central na produção do hidrogênio É a energia que você usa para produzilo. E ele é verde quando tem uma base de energias renováveis. Mas pode ser de outra forma. Então nós vamos discutir isso. Ele é diferente pela origem da onde se extrai o hidrogênio. Então a primeira definição é com relação à denominação. Segunda definição, é com relação à certificação. Nós precisamos não só produzir, mas produzir com critérios. Agora mesmo eu conversava com o nosso representante do MAPA, nós temos uma formidável experiência, o RenoVABIO, e ele precisa, E ele possibilita emitir os CBIOS, que são os certificados dos bio combustíveis. E como é que é isso? É porque há instrumento de certificação Desenvolvido pela Embrapa, renova Calc, certificado pela ANP, então o segundo capítulo é certificação. Terceiro capítulo, incentivos. E aí como nós vamos tratar particularmente a Amazônia, pelo potencial extraordinário, Pela sua de biodiversidade, por aquilo que ela pode significar de vanguarda na produção da energia renovável aí também. E depois nós teremos todo o processo de implantação. Como é que vai ser o incentivo? Vai ser você Fazer uma uma diferencial tributário vai ser você induzindo a demanda, vai ser você criando condições Para que haja financiamento de uma forma diferenciada, nós estamos discutindo e queremos a contribuição de vocês para que fizéssemos. E eu por uma questão de justiça quero dizer que estou aqui muito feliz, agradeço mais uma vez a participação de todos, Nesse debate que se era mais é importante, se tornou ainda mais necessário pela atitude que teve o governo na quintafeira de enviar Ao à Câmara dos Deputados, novo projeto, ele teve de frequentar também o nosso debate que é o projeto de lei combustível do futuro, Que determinou o aumento da mistura do etanol pra trinta por cento, que vai possibilitar retomar o crescimento do biodiesel E que vai estabelecer uma nova vertente que é o SAF, que é o combustível sustentável para aviação entre outras questões. Então nós estamos tratando dessa legislação, nós estamos discutindo o projeto de mercado de carbono e vamos discutir o PL combustível de futuro. Desafiador, mas bem à altura da oportunidade que nós temos. Encerro dizendo da minha alegria de aqui estar E por uma questão de belo eu transfiro a presidência dos trabalhos ao deputado Raimundo Santos, vou ficar aqui Acompanhando, mas eu peço ao deputado Raimundo Santos que assuma a presidência e conduza os nossos trabalhos A partir desse instante. Muito obrigado a todos. Quero cumprimentar a todos. Saudanos com alegria, aqui da Tribuna da Casa do Povo paraense, da Assembleia Legislativa. Quero agradecer a Deus por este momento, Tão importante, pra história do Brasil que estamos construindo, é importante pra Hora do Pará é importante também prestar casa. Quero saudar aos membros da mesa, meu caro presidente, deputado Arnaldo Jardim. Dos deputados mais preparados e renomados que temos no parlamento brasileiro, com quem tem aprendido muito. E que não tem compromisso apenas político com o seu estado São Paulo. Aqui no Pará ele não tem nenhum voto. Mas fez questão de, se dispor Em viajar, chegar aqui e passar alguns dias no estado, para recolher contribuições Em favor do projeto do marco regulatório, que o Congresso Nacional precisa se debruçar, debater E aprovar, minha gratidão portanto ao deputado Arnaldo Jardim, também meu vicepresidente ali na, na comissão como é na frente Parlamentar da agropecuária e em diversos diversas instâncias do Poder Legislativo, ali no Congresso Nacional. Quero saudar. Doutor Fernando de Castro Ribeiro. Conselheiro do Tribunal de Contas, presidente em exercício representando a querida presidente Rosa Egídio. Aproveito para pedir ao nosso querido Fernando de Castro, que transmita a minha gratidão a ela pela receptividade quando eu fui levar o convite, E pela atenção, sempre prestiosa que, presta, tanto Aos deputados desta casa federais, como ao que qualquer pessoa do povo. Quero saudar, O diretor do patrimônio imobiliário e meio ambiente do exército brasileiro. General de obrigada Jorge Luiz Abreu, George de Almeida Filho. Creio que se dispôs lá de Brasília né, pra poder Especialmente meu querido presidente participar desta reunião que a gente chama de mesa redonda, Pelo caráter, bem sereno, tranquilo, e aberto ao público. Magnífica reitora, professora Betanha Fidalgo, reitor da universidade da Amazônia, Onde eu, e mais cinco filhos tivemos a alegria de, cursar alguns cursos de graduação. Diretora também da escola superior legislativo, o Ces Chendaer, presidente do Conselho de Educação, É muita coisa meu presidente, Arnaldo Jardim. Aproveito pra agradecer a doutora Betânia, Meu querido presidente, é por delegação do presidente desta casa, deputado Chicão, organizadora Juntamente com a comissão lá de Brasília, a diretoria do legislativo está participando aqui, tanto Com os convites para a academia, para pesquisadores, como também com a organização desta sessão. Minha gratidão doutora Betânia, Pelo seu empenho sempre em temas dessa natureza. Meu amigo Sebastião de Oliveira Campos, presidente do sistema fé comércio, Pará, SESC, Senac, conterrâneo, aproveito pra mandar meu abraço à sua esposa, Lá aí a família Campos, que é muito grande, estiveram comigo Fátima, Conceição, É lá no Banco da Amazônia, isso faz alguma algum tempo já, algumas décadas né, mas continuam jovens. Quero também saudar. Creio que é Walk e Mário de Paula Gomes, Chefe geral da Embrapa, Amazônia Oriental, minhas escusas se não tiver, aqui Lendo corretamente, assim como todos os debatedores. Meu presidente, eu quero apenas cumprimentar que queremos ouvir Aqueles que são convidados, e depois até conceder a oportunidade a quem quiser fazer alguma pergunta, porque Porque aquilo que está acontecendo aqui está sendo não apenas transmitido pela TV LEPA, pelas Mídias digitais, por outros meios de comunicação, como será postado Lá na página da comissão, e as informações, os debates, eles farão parte Do nosso acervo, para que possamos os próximos dias, sob a presidência do deputado Arnaldo Jardim, estamos Elaborando o projeto do marco regulatório. Mas eu queria dizer, presidente Arnaldo Jardim, que é sempre Motivo de alegria, de regozijo e de emoção, voltar à Assembleia Legislativa. Eu passei aqui vinte anos, Eu fui deputado estadual por cinco legislaturas, numa delas na primeira aliás, tive a honra De ser par do meu querido Fernando Ribeiro. Né? Hoje somos jovens naquele tempo éramos quase adolescentes. Fomos constituintes. Participando da elaboração da constituição do Pará considerada não por nós paraenses, Mas por juristas, e legisladores do mundo inteiro e com uma das mais avançadas do país, vemos o relator geral, O mestre José Veloso, Ronaldo Passarinho, integrou dos nossos mestres aqui em oratória, Que é tio do doutor Jarbas Porto, grande professor de processo legislativo, E tio também, do nosso deputado Joaquim Passarinho. Então aqui nesta casa eu Fui deputado, fui ouvidor geral, participei de mesa, fui líder, e fui lutador em favor do meu estado. Por isso eu me emociono aqui. E o nosso presidente Chicão, tem sido presidente revolucionário no sentido E abrir as portas cada vez mais desta casa para a população, e procurar construir espaços condignos pra recepcionar as pessoas, As autoridades, as lideranças, modernizando em tudo, dando atenção ao funcionalismo aos servidores, Minha gratidão ao deputado Chicão, que nos concedeu a liberação para ocuparmos esse espaço que é o espaço nobre do Parlamento, é aqui que Que são debatidas matérias, neste recinto, neste plenário, que as matérias são apreciadas, são votadas, E que a democracia exercida pelo voto daqueles que foram eleitos pra representar o povo paraense. Obrigado deputado Chicão, por mais uma vez estar nos dando essa alegria e esta honra. E eu já quero concluir presidente, Dizendo da alegria também do contentamento de fazer parte dessa comissão. A comissão de transição energética, que trata de recursos renováveis, e também do hidrogênio verde, Eu reputo hoje a comissão mais importante, ela é temporária, já já esgota o seu trabalho. Mas por que ela é tão importante assim? Presidente já expressou eu não quero me alongar, Mas quero dizer o seguinte, há poucos dias, mês de julho, nós assistimos consecutivamente É a quebra de todos os recorde de aquecimento na média global do planeta, passamos aí De dezessete graus Celsius, isso assusta muito o planeta. Não há Remédio, não há solução para, minorar esse aquecimento do planeta e permitir a vida na Terra, Merceda da graça de Deus, se não fizermos essa transição dos combustíveis fósseis Daquele que queimado gera poluição, CO dois na atmosfera e ajuda AAA esquentar todo o planeta, principalmente Petróleo, carvão, mineral, essa transição para aqueles combustíveis ou para A energia é renovável. E essa transição ela passa necessariamente pelo Brasil, Porque o Brasil é na verdade a salvaguarda do planeta, não é só pelo bioma Amazônia, nós temos a exemplo Do Pará, o Pará contribui hoje com o maior percentual dentre todos os estado da federação Para o Sistema Interligado Nacional de de produção e transmissão de energia elétrica. Itaipu, Apesar de ser a maior hidrelétrica do país, mas a maior do mundo, mas quem contribuir com oito por cento, parar sozinho passa de onze por cento, E só com duas hidrelétricas sem contarmos o resto, só com hidrelétrica de de Tucuruí, e também hidrelétrica de Belo Monte. O Pará tem essa riqueza de águas intensa, biodiversidade Inigualável, nós temos portanto, o Pará, a Amazônia e o Brasil, Nós temos todo esse potencial, essa potencialidade de socorrermos o mundo. E aí o nosso presidente já falou. Esses recursos renováveis eles estão hoje se credenciando como Mais importante do que os minérios que nós temos, que também as maiores reservas estão no Pará, e os minerais também de melhor qualidade estão no Pará. Eu não tenho culpa presidente, se Deus foi tão gracioso para comer o estado. Melhor do que todas essas riquezas, São a gente, só o povo do estado do Pará. Esse é melhor do que a riqueza. Com destaque claro pras mulheres que estão, aí passando ao estado já majoritário Nos tribunais, nos ambientes, mas eu me alegre por isso. Lá em casa tem a minha esposa e mais cinco O feed só tem eu e feed então, tem cinco netas já começaram quatro uma traduto agora já vieram cinco mulheres já passaram também, Mas isso é uma regra, é a natureza. Então nós nos alegramos, porque o Brasil ele tem essa potencialidade toda, E o Pará não poderia ficar de fora desse debate, desse debate importante. Mas presidente, eu eu finalizo agora, Dizendo que em que pese, em que pese, meu caro Fernando Ribeiro, nós Temos toda essa contribuição para o sistema elétrico nacional, o sistema de interligação de produção e transmissão de energia elétrica, Mas o povo paraense, ele não recebe nenhuma recompensa por isso presidente, é o contrário. Ele é castigado por isso porque paga A tarifa de energia elétrica mais cara do Brasil. Olha só, se a lei é injusta, se a lei é anticidardança, a lei é cruel, Corrigase a lei. Por isso eu quero aplaudir o senador José Barbalho, meu querido Fernando Ribeiro, que acaba de apresentar na semana passada projeto Que a extermina com essa injustiça, procura equalizar essa cobrança de tarifa, De forma ecoana e portanto por todos os entes federativos. Mas presidente, eu finalizo dizendo o seguinte. Essa causa da transição energética, é uma causa conforme eu já me expressei agora há pouco, numa entrevista, Que ela, não traz pra gente questionamento, de quem ganhou a eleição, ou quem perdeu a eleição. Não vamos defender porque se trata de direita ou se trata de esquerda. Essa causa é para quem tem compromisso com o Brasil. O que se pergunta é quem está comprometido com o Brasil? Por isso eu me emociono muito em ver, o Uma figura política da expressão do deputado Arnaldo Jardim, se deslocar, se desprender de tantos afazeres, Políticos, familiares para estar aqui no Pará, ontem e hoje, nos dando a a sua contribuição Com esse Poder Legislativo, representa o povo paraense, e com toda a população do estado do Pará. Vamos portanto avançar, Eu desculpe terminei até dialogando pouco, mas nós vamos passar agora, agora e eu peço depois, logo que eu Vou ocupar a mesa, ao nosso querido mestre de cerimônia, Edson, professor Edson Farias, Que, pelo momento de condolência que esta casa vive, que nesse fim de semana, faleceu servidor, com mais de trinta anos, trinta e cinco anos, operador de som desta casa era prestar hoje aqui nesta sessão, E ele faleceu Paulo Afonso Lima Júnior. De forma que eu vou pedir Antes de começarmos os trabalhos que o presidente, professor Edson, ou melhor cerimonialista, Edson, Possa conduzir esse minuto de silêncio em respeito à memória do nosso querido Paulo Afonso Lima Júnior, E também pelo momento de consternação que todos os servidores e deputado destacadas estão vivendo. E Em homenagem também a todos aqueles que são lotados no setor de som. Finalizo agradecendo A cada departamento desta casa, a Dani, a Alda Dantas, a, Nossa querida, Haskt, o professor Gevas Porto, a todos aqueles que, De alguma forma tem contribuído sobretudo a equipe do da diretoria Da escola legislativo, é FABE, são tantas, não sei os nome, mas a minha gratidão a todos, o que nós vamos recolher aqui vai ser importante Para todo o país. A minha gratidão, portanto, meu abraço, sejam todos bemvindos, e vamos avançar, Avançar, porque o Brasil precisa e precisa não apenas da classe política, da academia, dos pesquisadores, dos cientistas, Pesquisa dos estudantes que estão aqui nos assistindo, precisa de todos, precisa da sociedade. E, quem tem o comando Da nação segundo a constituição, a soberania, na verdade é do povo, e é o povo que devemos homenagear Sempre, muito obrigado. Por gentileza, solicito para que todos fiquem de pé. E em respeito, vamos fazer minuto de silêncio, Na memória do nosso amigo companhia de trabalho Paulo Afonso. Por gentileza tome todos os seus respectivos assentos, Vamos começar agora o momento de debates e ouvir a mesa, porque a mesa está com a maioria dos debatedores, logo em seguida esse primeiro momento de debate, alguns membros da mesa vão descer pra que outros vão debatedores que estão, sentados vão poder ocupar o Passo também pra fazer parte deste debate. E já chamamos o primeiro debatedor, que é ele que está Presidente em exercício do conselho de tribunal de contas do estado do Pará, doutor Fernando de Castro Ribeiro. Pediia por favor que ela levasse o 0 saldo. Muito obrigado. Bom dia a todas e a todos presentes. Presidente, presidente, presidente Raimundo Santos, presidente Arnaldo Jardim, eu pediria licença para falar Daqui da da mesa, e ao momento em que saúdo a presença para norma muito importante Do deputado Arnaldo Jardim, presidente da comissão especial para estudo e Acompanhamento das mudanças que precisam ser implementadas no nosso sistema de energia, no sentido de buscar cada vez mais, a incrementação No nosso sistema de energias limpas e que não sejam impactantes para o meio ambiente, para o clima do nosso Planeta então é uma é uma satisfação no momento que eu cumprimento e agradeço a Presença de vossa excelência, com toda a sua experiência, com toda a as suas, seu conhecimento nessas expertise, De vir deixar lá o seu estado de São Paulo, os seus redutos eleitorais ainda no fim, num fim de fim de semana, para vir Engrandecer e trazer a palavra desta comissão para o nosso estado do Pará, por iniciativa Do meu companheiro e amigo deputado Raimundo Santos, o nosso estado que é tão importante nesse O cenário do debate energético para o nosso Brasil e em última análise para o mundo. Ao tempo também cumprimento as nossas reitoras de tuas instituições de Betânia Fidal, magnífica reitora da Universidade da Amazônia, e a professora Edivania, que também se faz presente através da UFRA. E todos os membros dessa mesa, além do general Jorge Luiz Ó de Almeida Filho, Imagino que seja de uma família com ramificações no nosso estado do Pará, a família O de Almeida é uma família De grande tradição inclusive na política aqui, nosso secretário do meio ambiente do estado Doutor Mauro de Almeida, que é advogado geral da união e uma pessoa que tem dado uma excelente contribuição ao governo atual, No sentido de consolidar as novas visões em relação a política ambiental. Cumprimento o meu amigo doutor Sebastião, pela Fecomércio aqui presente, agradeço a Sua presença e o privilégio da sua audiência aqui, assim como a todos os representantes de instituições Que estão aqui federais acompanhando esse nosso debate. Mas presidente Raimundo Santos, Deputado Arnaldo Jardim, presidente da nossa comissão que se faz presente aqui, o que eu trago aqui além de representar a nossa Essa presidenteconselheira Rose Egydia, que se encontra em viagem para evento institucional Internacional é dizer que hoje os tribunais de contas, De modo geral no Brasil inteiro, vem buscando uma participação mais efetiva Na formulação e acompanhamento de políticas públicas. Isso para que nós não fiquemos apenas na condição de sermos o julgador São de sermos o julgador e o formulador de decisões Que subsidiam o poder legislativo nos diversos âmbitos, na apreciação Da aplicação correta dos recursos públicos, nós estamos enquanto o Tribunal de Contas Evoluindo para a proposição de políticas públicas, e sobretudo para o acompanhamento Da fase final em que essas políticas efetivamente sejam implantadas E que tenham por parte da sociedade a avaliação que, juntamente com a parte Meramente institucional e legal de contas nos certifiquem da validade da sua implementação. E certamente a possibilidade de aprimoramento no componente Da geração de energia no nosso país de práticas que nos levem A implementação cada vez maior desse conceito de energia verde, que na realidade No meu entendimento é conceito, o hidrogênio verde especificamente Antes dessa pauta que nos traz aqui hoje, ele é conceito, assim como para nós amazonas, A carne de origem verde é a carne que é produzida em áreas que não são De degradação ambiental. Então ela tem a certificação do selo verde, ela pode ser exportada, Ela pode ser comercializada sem restrições. Assim como os nossos produtos de origem vegetal, a nossa madeira, Os produtos de extração para a bioquímica, para diversas finalidades, Que são produzidos e que são extraídos sem a a mutilação do meio ambiente sem a degradação do meio ambiente, sem a emissão para a atmosfera De gases que venham de alguma forma contribuir para o aumento ou para a instabilidade climática e nós temos visto em várias regiões, inclusive nosso Brasil recentemente no Sul, no Rio Grande do Sul, Essa tragédia que vitimou pessoas, e muitos eventos que são Estranhos pra nossa natureza, nós que sempre tivemos o privilégio de viver num país num paraíso Ambiental em que julgávamos totalmente protegido de catástrofes naturais E vimos recentemente no nosso país, é o episódio do litoral de São Paulo, aqui do meu Meu querido deputado Arnaldo Jardim, que passou há pouco tempo por uma episódio absolutamente inusitado pra nós, Isso tudo nos preocupa. E o Pará pode ser grande contribuinte assim como já como já É, no sentido da energia hidráulica proveniente das hidrelétricas, aqui nós temos Duas das maiores hidrelétricas do país, a hidrelétrica de Tucuruí, a hidrelétrica de Belo Monte, a hidrelétrica de Tucuruí, deputados, Eu tive o privilégio de acompanhar desde o início da constituição. Eu trabalhava na empresa de navegação da Amazônia, era uma estatal que que operava na região com grande eficiência e suprindo uma lacuna, principalmente no quesito de Segurança da navegação e que foi uma empresa muito importante no nosso passado. Lamentavelmente Chegouse a momento que se verificou a inviabilidade do governo, e era uma uma autarquia do governo federal, Manter aquela empresa foi, mas isso é outro assunto. Mas ela foi uma a grande transportadora de materiais e insumos Para a constituição de Tucuruí, eu tive o privilégio de ser aquele o meu primeiro emprego público, isso no início, fim dos anos setenta, Eu sou já carregado nos anos, embora não pareça, mas sou carregado nos anos, mas Tive o privilégio de acompanhar a construção da usina do Tucuruí desde o início. E é lamentável, apenas falando em Tucuruí que até hoje Não tenhamos a solução total da navegabilidade através do do Rio Araguaia e a Tocantins porque nos falta A conclusão do derrocamento do Pedral do Lourenço, que virá junto com a Eclusia que já está Pronta no seu primeiro estágio, resolveram o problema da navegabilidade no eixo Araguaia Tocantins, Que deságua aqui ao lado de Belém através do nosso Rio Tocantins. Mas acompanhei a constituição. E fui outro dia a Belo Monte, que eu conheci, deputados, eu conheci o projeto inicial. Eu estava no Congresso quando foi feita uma uma exposição, Se não me engano na comissão de fiscalização e controle da qual eu fazia parte. E, Pra minha surpresa, nós estivemos com o Tribunal de Contas outro dia porque temos a prática de transferir O tribunal periodicamente para municípios do interior do estado para facilitar a interação com nossos com as prefeituras, aqui no Pará nós temos dois tribunais, o Tribunal de Contas do Estado que julga as transferências de recursos Públicos do estado e o Tribunal de Contas dos Municípios que é afeto as contas das prefeituras. É Apenas três estados têm esse formato. O Pará é deles. Mas nós do Tribunal de Contas do Estado também vamos ao interior. Até para nos reciclarmos no sentido de perceber as necessidades e Essa política de aproximação das políticas públicas na ponta, então fomos à Altamira, E eu pedi que fosse incluído uma visita Depois da finalização conheci apenas o projeto inicial, que foi inteiramente alterado para atender As exigências ambientais demandadas por diversos segmentos, por diversas instituições, inclusive Por muitos dos financiadores da obra. E o que nós encontramos lá, fomos em Cinco conselheiros fomos muito bem recebido pela diretoria da da Norte Energia que se fez presente, e, Para nós foi uma surpresa porque é efetivamente uma hidrelétrica diferenciada. Ela foi inteiramente alterada de seu projeto original, ela não tem lago enorme como tem a hidrelétrica de Tucuruí, Ou mesmo como tem a a hidrelétrica de Itaipu, ela é uma hidrelétrica de fio de água, que eles chamam. Mas, se ela, com essas alterações, Passou a ter conceito maior de sustentabilidade, e isso é outra vertente dessa questão, A busca da sustentabilidade, ela teve Créscimo muito grande tanto na sua construção como na sua operação, uma vez Que ela tem uma capacidade plena de geração apenas entre cinco e sete meses do ano, Dependendo do regime de chuvas. Os outros meses ela gradativamente diminui até chegar ao período efetivamente da Seca em que ela funciona apenas com dez por cento da sua capacidade. E isto evidentemente é fator de encarecimento da manutenção da estrutura, Porque eles não podem simplesmente chegar no período em que a hidrelétrica não está com a sua capacidade Plena, e mandar os servidores pra casa sem salário, eles têm custo constante, Então eles têm que embutir isso no custo operacional de geração dessa energia De uma forma equânime, como se ela estivesse trabalhando na sua capacidade plena. E tivemos a oportunidade quando estava exatamente se tratando aqui dessa Aspecto negativo é que o Pará vive essa contradição que o Pará vive de Ser o maior produtor de energia para o sistema integrado, e foi a época em que houve aquele blackout nacional, esta viagem. Então entre os questionamentos que fizemos lá, fizemos o fato de por que o Pará tinha essa energia Diferenciada. E resumindo, da forma mais ou menos empírica que eu entendi, Eu não sou especialista do setor, as minhas informações nessa área são apenas por eu ser É ente público do estado em que essas questões são absolutamente essenciais De você enquanto agente público ter alguma informação. A informação já termino, presidente. Já termino. A informação é de que, o nosso custo de energia era porque, primeiro, o nosso Consumo era muito rarefeito, a não ser na região leste do estado, na região metropolitana de Belém, em que há uma concentração De consumidores, o resto, para chegar com energia nas áreas remotas, para levar para o tramo oeste, Para espalhar pela grande maioria dos município, e ainda temos na margem esquerda do Amazonas, Municípios que têm ainda graves problemas de geração de energia a serem enfrentados, Era muito caro, então que esse custo associado ao desvio de energia, ou seja, a Perda por roubo, por diversos fatores, tinha que ser computado na tarifa geral E rateado entre todos os contribuintes do sistema. Foi pelo menos o que eu recebi como Justificativa que pra mim explicou mas não justificou o fato de nós Termos uma energia diferenciadamente cara. E já voltando para o assunto em questão e primordial da e primordial da nossa desse nosso debate e ao mesmo tempo agradecendo a iniciativa Do meu amigo de longa data companheiro Raimundo Santos, e agradecendo a presença do presidente Arnaldo Jardim Em trazer esse debate aqui pro Pará, e que seja o primeiro de uma série de debate, e que Almejo que outras instituições importantes de tomarem conhecimento desse debate participem nos próximos, É, será o ideal se o Pará que tem imensos recursos hídricos e a possibilidade de geração de energia limpa Através da captação solar, ou mesmo da energia eólica, e eu particularmente considero a energia gerada Por hidrelétricas que me desculpem os que contestam mas considero também como uma energia limpa, Entendeu? É, tem enorme potencial de produção do hidrogênio verde. E o Pará, que já é reconhecido porque está buscando essa transição para a produção Com selos verdes em outras áreas seja também contemplado com investimentos Que estão previstos através de projeto de lei que foi apresentado recentemente no Congresso Nacional e que trata De iniciativa do Ministério de Minas e Energias, da instituição não só no orçamento da união de alocação de recursos Para investimento em pesquisas e em de acesso A a produção do hidrogênio que poderá ser imensamente útil para o nosso setor de transporte E para outras áreas industriais e de consumo infinitas, entendeu? Pelas peculiaridades Que ela apresenta em termos de segurança, de não agressão ao meio ambiente, enfim, e de serem renováveis, Entendeu? Então eu agradeço a oportunidade de colocar a visão do tribunal de contas e Nos convida em todas as vezes que esse tema for tratado aqui no âmbito e nos no âmbito do interesse do nosso estado do Pará. Muito obrigado. Muito obrigado pela aula meu querido amigo Fernando Ribeiro que também Ele não mencionou mas, participou de comissões quando era senador da república em nome do estado do Pará. Muito obrigada. Eu passo agora ao segundo debatedor a oportunidade, já lembrando Aqui as regras da nossa comissão, cada debatedor terá dez minutos. Nós estamos aqui Uma primeira mesa formada depois vamos dar lugar a segunda mesa. Mas nesse momento tem a palavra o general de obrigada Jorge Luiz Abreu George Almeida, filho Diretor de patrimônio imobiliário e meio ambiente do exército brasileiro. Tinha uma uma apresentaçãozinha, está sendo aberta ali, mas A única coisa que a gente compartilha com outros, e ela aumenta, é o conhecimento. Então eu saúdo O deputado Arnaldo Jardim, deputado Raimundo Santos, a última vez que eu tive aqui deputado Raimundo, nessa casa, no Palácio Cabanagem o senhor estava sendo homenageado. E aqui tem a satisfação de revêlo, conhecer o deputado Arnaldo, né, conhecer o 0 doutor Fernando também é uma grande honra às As senhoras membras da da academia, é grande prazer, Ministério da Agricultura, FCOMÉRCIO, é uma grande alegria estar aqui. Eu estava em Belém até ano passado, esse último ano eu eu estou sediado em Brasília e a gente só tem boas lembranças de Belém, com exceção de que é muito difícil embora, então a gente sai daqui e fica lá em Brasília lembrando do do filhote com castanha, lembrando da da Floresta, do açaí, e também tem protesto, né, todo mundo sairia aqui com uns quilinhos a mais, essa culinária, essa cultura maravilhosa. Mas eu sou diretor de patrimônio imobiliário e e meio ambiente, e a gente vai falar pouquinho de transição energética no exército vamos passar também pelo meio ambiente que não é tanto foco dessa desses desse dessa mesa redonda, mas a gente tem Que passar por isso, por favor, não sei se tem passador aqui, mas pode passar a próxima. Então o 0 exército ele tem esse patrimônio, Vinte e quatro mil e quinhentos mil quilômetros quadrados, né de imóveis, Dois mil e quarenta e oito imóveis, ou seja, nós estamos inseridos em todos os biomas do do Brasil. É uma grande responsabilidade de de conservar isso daí em prol do nosso país. Pode passar o próximo. E a gente vê as manchas verdes, Onde existem os quarteis, os nossos campos de instrução sempre se destacam pela preservação ambiental, né? Isso aí em qualquer local do país que a gente vê, por favor próximo, a gente vê áreas, Ali na foto superior foram engenhos de cana que foram adquiridas pela união no esforço da segunda guerra mundial e como eles estão hoje. Nós vemos também ali o 0 Morro do Leme, como era em oitenta e sete, como está hoje fruto da do trabalho de preservação que nós Tentamos desenvolver com auxílio dos nossos soldados. Pode passar o próximo? Isso aqui é uma pérola, é decreto de mil novecentos e vinte de criação do campo que eu acho, deputado, que se a gente criar uma lei com o mesmo tema não estaria muito errada, a grafia da época, mas a gente vê em mil novecentos e vinte vinte a, olha é terminantemente proibido o corte de árvores desses bosques da Serra do Gerissinó, isso é uma pérola da nossa legislação. Bem, E0A nossa tarefa é colocar essa Esses temas na cabeça da nossa juventude. Pode passar mais Ou seja, a gente tem que atender, isso é uma imposição da nova Da nossa constituição, né, temos que atender às necessidades atuais pensando nas necessidades das futuras gerações. Pode passar mais Bem, aqui a nossa legislação, o exército ele por obrigação ele tem que estar sempre alinhada com a nossa legislação desde a nossa carta magna até os nossos Manuais mais de uso cotidiano. Pode passar o próximo. Essa daí é a diretoria do nosso comandante que, Institui a importância do tema ambiental, né, e aí se insere a transição energética em todas as nossas atividades. Bem, trabalhamos com esse sistema, né, de gestão ambiental do exército, onde temos vários eixos estruturantes e que baseiam as nossas atividades militares de forma a Preservar o nosso meio ambiente e permitir a transição energética. Aqui os senhores estão vendo alguns trabalhos ambientais, nós temos corpo técnico que se dedica a isso ali é é a, são estudos ambientais em áreas nossos, ali temos armadilhas fotográficas, Levantamento de fauna, flora dos nossos biomas. Pode passar mais E Aqui, por que tem essa foto aqui? Esse é projeto muito simples, projeto plantio de árvores, né que o projeto uma árvore para cada soldado. Nós sabemos que duzentos e treze mil árvores não é número tão relevante, mas o fator Tivo na cabeça dos soldados que serão multiplicadores disso junto às suas famílias, junto às suas comunidades, é que é o nosso grande ganho. E aqui eu faço a ligação com o tema, a transição energética nós temos que vencer a guerra das Coração, dos corações e mentes, né eu faço aqui uma lembrança da década ali de sessenta, setenta, onde majoritariamente Fumava e a guerra do cigarro foi ganha por convencimento, né, não foi não foi uma imposição legal, foi convencimento E essa esse projeto visa isso, é botar na cabeça dos nossos jovens soldados dezenove anos isso daí, essa importância. Bem, Entrando agora aqui mais fortemente na transição energética, o que o exército tem de mais consistente, mais importante É a nossa luta pelas usinas fotovoltaicas. Esse aqui é o É a usina fotovoltaica lá do QG do exército, que é grande consumidor, e nós estamos buscando ampliar a nossa matriz energética para A a energia fotovoltaica de forma a diminuir aquilo que a nação tem que pagar mensalmente de conta de energia elétrica, E também colaborar com o nosso meio ambiente, com o aquecimento global e etcétera. Bem, como que isso daí é feito? Né? Os nossos grandes financiadores são o nosso próprio orçamento, os nossos as nossas emendas parlamentares dos nossos Parlamentares parceiros que têm financiado usinas Brasil afora, e também o programa de eficiência energética que é a lei nove mil novecentos e noventa e de dois mil, que ela impõe que as concessionárias invistam 0 vírgula vinte e cinco por cento, isso daí tem financiado inúmeras Usinas fotovoltaicas Brasil afora. Pode passar mais Então aqui está panorama, Projetos já implantados, né, no no no Brasil todo, tem uma uma grande vasta, são os pelotões especiais de fronteira. E aqui Cabe parênteses, os senhores imaginam pelotão isolado lá na fronteira, como é o caso do Pará, em Tireós, Que a a energia elétrica é gerada a diesel, mas é o diesel mais caro do planeta, porque ele vai de avião. Então imagine o custo de litro de diesel transportado de avião, Quanto que o contribuinte paga por essa energia fora o efeito nocivo, claro, do do combustível fóssil? Então nós colocamos uma usina lá em Tireó, está aqui alguns exemplos, E tentamos expandir esse projeto por toda a nossa fronteira, de forma a melhorar a qualidade de vida daquelas estão ali, né, os militares levam suas famílias e também propiciar essa essa economia ao pagador de imposto. Aqui são aqui é projeto chamado módulo de energia solar individual, isso aí é pra residência da família que está sediada ali na Amazônia. São pequenos módulos que propiciam conforto maior né 000 militar e sua família conseguem ligar ventilador à noite, assistir uma Uma televisão, alguma coisa assim, né? E aqui está o desafio. O exército gasta anualmente duzentos e quarenta e sete milhões, isso foi o ano de dois mil e vinte e dois, duzentos e quarenta e sete milhões Em pagamento de conta de energia, não estou nem incluindo aquela energia que é gerada a diesel transportado de forma cara. Se nós conseguirmos atingir nosso objetivo de reduzir cinquenta milhões, aqui eu coloquei só pra dar parâmetro aos senhores e senhoras, Cinquenta milhões é o preço de edifício de setenta e dois apartamentos em Porto Alegre, é dos vários projetos que o exército tem. Mas, Outra outro dado para os senhores têm, terem na cabeça, o Exército ele ele investe anualmente cerca de cinquenta milhões em treinamento, Em operações treinamento, e nós gastamos cinco vezes mais em energia elétrica. Aqui é uma uma Curva de economia que tem sido gerada pela nossa usina fotovoltaica do QG do Exército, uma economia consistente, Além dos efeitos benéficos é claro ao nosso meio ambiente. Pode passar mais E aqui eu coloquei uma coletânea de vários projetos de usinas que estão sendo construídas Brasil afora, né, dentro da nossa consistente transição energética para fontes fotovoltaicas. Bem, Aqui a nossa colaboração com o meio ambiente, a gente tem muito orgulho de ter participado da revitalização das margens do Rio São Francisco, trabalho belíssimo E demos a nossa contribuição. Aqui outra, e sempre com o foco de Difundir esse conhecimento pras gerações mais novas, de forma que a gente colabore com a com a com a expansão desse conhecimento. Alguns exemplos de de boas práticas, né, estações de tratamento de esgoto, particularmente aqui na Amazônia onde há uma carência de de redes de saneamento, Então temos vários projetos de rede de esgoto, né, tanto no Pará quanto no no restante da Amazônia. A difusão do conhecimento então a guerra de corações e mentes é é diária, é eterna, a gente tem que difundir, né? Para que a gente ganhe essa essa guerra, né? A operação acolhida ela tem sido foco de atenção Especial da da diretoria de meio ambiente, a operação lá em em Boavista e também pra Caraíma, onde recolhe os irmãos oriundos da da Venezuela, mas se nós não tivermos esse cuidado lá pode se tornar fator de foco de doenças e etcétera e tal de poluição, então nós temos dado uma atenção especial à operação acolhida. Dentro do escopo de vencermos a batalha de corações e mentes, temos diversas cartilhas e orientações ambientais para que a gente difunda esse conhecimento. Acho que tem mais alguns poucos slides, pode passar mais Treinamento de capacitados ali são professores da da rede pública que pelo Brasil afora, e temos processo projeto específico aqui pra A região amazônica vai difundir conhecimento, seminários que que nós participamos. Pode passar mais Bem, Deputado, eu acho que era isso, eu agradeço a gentileza do convite EEA minha contribuição que talvez seja a a importância do, De vencer essa guerra nos corações e mentes né? Nós não temos nada a apresentar em termos de de hidrogênio Atualmente, mas ficou no nosso radar, vamos prosseguir nisso daí. Eu gostaria de agradecer o convite em nome do general Tomás, comandante do exército, O general David, que é o diretor, perdão, é o chefe departamento de engenharia e construção, e também do nosso comandante de militar do Norte, o general Guilherme. Muito obrigado e estamos à disposição para. Nossa gratidão ilustre general obrigada Jorge Luiz Abreu, aproveito pra agradecer ao general. Obrigada Silva Neto, chefe da assessoria parlamentar do exército brasileiro, Com quem conversamos lá em Brasília, e nos deu toda a cobertura para a presença hoje aqui do General Jorge Luiz Abreu. Agradeço também o comandante militar do Norte, general de exército Luciano Guilherme Cabral Pinheiro. Inclusive pelo delicioso almoço, ele lhe ofereceu. Nós passamos agora ao próximo debatedor, a nossa querida Reitora da Universidade Federal Rural da Amazônia, da UFRA, Edijânia Veras, Está passando a oportunidade para o professor Otávio, não é isso? Professor Otávio, que então vai, ele está, ali uma, no plenário mas já vai, Ocupando a tribuna e terá os seus dez minutos. Seguida, professor Edson eu quero o nome de debatedores que Tem uma mesa, para que a gente possa depois substituir, chamando nominálos aqui e depois substituir aqueles que estão ainda no plenário. Professor, liga aí. Obrigado. Bom dia, agradeço a todos dessa casa, Agradeço a mesa e o convite a pra essa mesa redonda, né? Vocês podem observar o campus da nossa universidade, da Universidade Federal Rural da Amazônia, tá, temos muito verde, muita água, muitos recursos naturais propícios A energia solar e, principalmente, ao hidrogênio. O slide, por favor. Tá? Tá então nessa apresentação sobre hidrogênio verde ou H dois V, né, temos a professora Erdigênia Veras, nossa reitora e eu, Ah o professor Otávio Chase, sou da área de sistemas de energia, dentro da UFRA, né? E também trabalho no I três E, De engenheiros eletricistas eletrônicos. Bom, nesse slide a gente apresenta como Tá nossa civilização desde lá da Primeira Revolução Industrial, com a máquina a vapor, tá. Temos aqui o avanço dos últimos cinquenta mil anos Na humanidade e vocês podem observar que levamos cinquenta mil anos pra chegar ao fazendeiro moderno, Ah, em mil e quatrocentos depois de Cristo. E que as nossas atividades de energia, tá, em forma de comida, cozinhar, aquecer, A indústria, a agricultura, a energia e transporte só fizeram evoluir, avançar, tá, com o tempo E com o avanço também da população. Ah, em mil novecentos e vinte nós éramos dois bilhões de pessoas, em dezembro do ano passado chegamos a oito bilhões, A com estimativa de dois mil e cinquenta a chegar a doze milhões de pessoas. Como a gente vai Conter e suprir toda essa população, tá? Então vocês podem observar que chegamos aí, triplicamos Todas as nossas atividades, hoje a gente está na fase do homem tecnológico, né, e se vocês observarem, se jogarmos isso em termos de energia elétrica, Cada de nós aqui, na média mundial, consumimos noventa e sete mil quilowatthora ano. Em todas as nossas atividades, desde ligar a luz, acender fogão, acessar ônibus ou carro, tá? Tudo isso baseado Em noventa por cento em energias fósseis baseado em combustíveis fósseis. As principais atividades humanas são, A queima de combustíveis fósseis, desmatamento e queima de biomassa. Tudo isso contribui Pro aumento do dióxido de carbono na nossa atmosfera, né? Efetuando, efetivando e intensificando o efeito estufa, que Que uma das suas consequências é o aquecimento global e as mudanças climáticas. Próximo slide por favor. Então, desde a COP Quinze, né, que foi em Paris, né, decidiuse a iniciação Dos trabalhos pra diminuir a questão da do efeito estufa, né, o que que a gente poderia fazer, A maioria dos problemas estão relacionados à indústria e transporte, que são os melhores e os maiores consumidores A de combustíveis fósseis. Então, tudo isso causou transformações nos nossos padrões de temperatura e clima, tá? É isso que a gente chama de mudanças climáticas, essas mudanças de padrões, né, como o professor falou ainda há pouco aqui, tá? Desde dois mil e quatro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul estão enfrentando tufões, algo que até quinze, Vinte anos atrás era impossível, tá, pelo INMET, né, de se medir ou prever. Uma das principais consequências, as as consequências mais pesadas com relação a isso, tá, é o aumento do calor, Esse aumento do calor vai fazer com que a população de mosquitos aumente, aumentando assim doenças como dengue, malária, tá? O desmatamento e a degradação ambiental vai nos colocar também de frente, tá, com epidemias como a Covid dezenove, Ou seja, animais e habitat naturais que antes a gente não tinha contato, estamos tendo contato e a gente não sabe qual é a consequência disso. Uma dessas consequências foram a covid dezenove. Vocês podem observar que a nossa matriz É uma das mais renováveis do mundo, tá? Oitenta por cento da nossa matriz elétrica é baseada em energias renováveis, Tá. Então vocês podem observar aqui comparativo entre o Brasil com oitenta e três por cento, né, de energias renováveis e o mundo Com vinte e oito por cento de energias renováveis, enquanto que aqui sessenta por cento da nossa produção de eletricidade vem das hidrelétricas, Na China, sessenta por cento da produção de eletricidade vem das termoelétricas a carvão. Por favor. Nesse gráfico, tá, da empresa de pesquisa energética, vocês podem observar o seguinte, Que nós, enquanto Amazônia é legal, todos os novos estados, né, nós produzimos vinte e sete por cento Da energia elétrica no Brasil, certo? O unindo termoelétricas, hidroelétricas, vinte e sete por cento, Enquanto que o nosso consumo é de onze por cento. E, como o general falou ainda há pouco, Tá? A Amazônia Legal, ela pouco faz parte do sistema interligado nacional. Vocês podem observar que a gente tem essa grande malha amarela aqui, esse é o nosso sistema interligado nacional, Que distribui eletricidade pro país inteiro. Agora observem a área rasurada em cinza, que é a nossa Amazônia legal. Esses pontos que vocês estão vendo são as comunidades que não possuem acesso à energia elétrica. A gente não vai muito longe. Se você chegar na região insular de Belém, Combbu, tá, Cotijuba, esses locais, Ilha das onças, ilhas não tem linha de energia. Ambientalmente é inviável, é caro também do ponto de vista econômico, Tá. Então temos esses setores que em mais de três milhões de pessoas não têm acesso à rede elétrica. O que que eles usam? Geradores a diesel. Tá? Vocês podem conferir depois essa matéria, rios de diesel na Amazônia, Né? Porque a nossa região, com as maiores hidrelétricas, consome muito diesel, tá? Projetos na Amazônia. Tá? Rapidamente, tá, pessoal? A a quebra da molécula de água, Ah, ela é feita por eletrólise, tá? A gente pega o h dois o, quebra ele, vocês estão vendo essa membrana aqui que vai receber uma corrente elétrica, vai quebrar isso e Vai gerar o hidrogênio. Então aqui a gente está vendo uma planta completa, tá, de hidrogênio, Ah, o hidrogênio ele precisa de sistema de ignição, na maioria das vezes é solar ou eólico, tá, ele vai realizar quebra, Vai gerar o gás hidrogênio, tá, ele vai ser vai partir pra sistema de compressão E esse sistema de compressão vai alimentar uma célula de combustível que vai converter esse hidrogênio em eletricidade ou combustível sintético. Ok? E quais são os resíduos dele? Tá os resíduos dele são simplesmente vapor de água. Ele nesse formato, quando o sistema de ignição é por energias renováveis, ele não emite gás do efeito estufa. Então, aqui vocês têm uma simulação de como seria uma usina de hidrogênio na região amazônica, numa área ribeirinha, Aqui vocês podem observar, bem ali a gente tem o a hidrogênio H dois, né? Tubo, Tá, tanque de hidrogênio que vai guardar esse hidrogênio e embaixo dele eu tenho eletrolisador que vai quebrar essa molécula e armazenar esse hidrogênio. A partir do momento que eu posso armazenar o hidrogênio, eu posso transportar esse hidrogênio, tá? E esse hidrogênio pode ir pra postos de de de gasolina não, né? Postos de de hidrogênio, tá? Pra abastecer carros, tá? Abastecer ônibus. Passa, por favor, Creilo. Pode passar. Então tudo isso que eu falei pra vocês, tá, é o que É o formato, tá, do funcionamento duma usina de hidrogênio como seria na região amazônica, Ou seja, 0 emissões de gases. Pode passar, meu. Essa é a nossa micro planta de hidrogênio verde da UFRA, Tá, nós trabalhamos com hidrogênio verde desde dois mil e catorze, temos dois artigos internacionais e nacional publicados na área, Por favor. Esse daqui é o centro de hidrogênio verde da UNIFEI, né, da Universidade Federal de Itajubá, parceiros nossos, Tá? Aqui já estão com sistema de trezentos quilowatts instalado lá e voltado pra pesquisa em cima, por favor. Esses são os alguns exemplos de hidrogênio verde, temos o ônibus, a hidrogênio verde pela federal do Rio de Janeiro, O gás por hidrogênio do Rio Grande do Norte e o hidrogênio verde produzido no Ceará. Vocês podem observar bem aqui nesse gráfico que trinta por cento de hidrogênio verde é produzido na China. E como o professor falou aqui ainda há pouco, Ah, nós podemos usar as as nossas hidrelétricas sim pra produção do hidrogênio verde. Emite metano? Emite, mas geologicamente Tudo que está próximo dessas hidrelétricas, tá, consegue fazer o sequestro do carbono. Então, ele pode ser considerado como hidrogênio azul, Turquesa ou verde, sem problema nenhum, tá? Vocês podem nos contactar através desses emails reitoria arroba Ponto e dor ponto b r, Otávio ponto chase arroba UFRA ponto e dor ponto BRE0 nosso site. Muito obrigado, Muito obrigado professor Otávio pelas Informações técnicas preciosíssimas. Professor nosso presidente Arnaldo Jardim já está anotando tudo aqui, vamos ter esse material muito Importante informação acho que, creio que nem a nossa comissão tinha ainda né, mano? Depois o. É tudo que está sendo apresentado vai ser utilizado aqui, e ao final o nosso presidente vai estar anunciando. Mas vamos dar continuidade chamando agora. O chefe geral da Embrapa Amazônia da Amazônia Oriental. Walkie Mário de Paula Lemos. Aproveito pra render minhas homenagens à Embrapa, Que transformou o Brasil de importador de alimentos no maior fornecedor de alimentos para o planeta, Somos hoje mais exportador de soja graças à Embrapa. E dessa forma a Embrapa merece todos os aplausos pelo trabalho competentíssimo E tem feito ao longo de seus cinquenta anos de existência. Parabéns. Muito obrigado deputado Raimundo Santos, Pelas palavras carinhosas iniciais, esse, assim como todos os anos parece ser ano mais especial, Né somos uma jovem senhora enquanto instituição que transformou a agropecuária brasileira e nós temos muito orgulho disso. Sabemos os desafios, tais como o que aqui discutimos, mas eu não posso iniciar a minha fala sem primeiro Dá boasvindas à nossa terra, deputado Arnaldo Jardim. Nós sabemos o quanto o senhor É parlamentar amigo da ciência, parlamentar amigo da Embrapa e nós estamos convictos que Países e regiões só se desenvolvem consciência de qualidade. Então quando nós temos o senhor como parceiro estratégico da nossa instituição, A gente rende essa homenagem e é uma homenagem que transborda também agradecimento seguramente da nossa presidente Silver Massurar, Que eu sei que interage muito bem com o senhor, por sinal. Deputado Raimundo também eu lhe agradeço pela oportunidade Da Embrapa aqui está nesse momento nós temos desafio brasileiro de mudar a nossa Nosso padrão energético na Amazônia nós temos desafios ainda maiores, é uma equação mais complexa, deputado Jardim. E é por isso que a gente se orgulha. Mas eu gostaria de, de forma muito breve saudar os meus componentes desse Dispositivo, general de obrigada Jorge Luiz O de Almeida, eu saúdo também as Jovens meninas e parceiras dessa mesa, as duas reitoras, professora Erdiane, professora Betânia, Com as quais inclusive deputado nós compomos fórum estadual das instituições de pesquisa ensino com propósito muito claro De mostrar que, deputado, no Pará, na Amazônia tem ciência robusta de qualidade. Nós não queremos facultar terceiros essa competência, queremos parceiros, São sempre muito bemvindos, mas isso tem sido uma luta de todos nós. Ao Fernando de Castro Ribeiro, que representa aqui O Poder Judiciário é uma satisfação conhecêlo e com você está, a minha fala se propagará o meu amigo Jesus, Que representa o Ministério da Agricultura no Pará, e como eu sempre falo nada melhor do que ter amigo Jesus estar ao lado do Jesus E seguramente protegido pelo Jesus. Então somos felizardos. E a Gorete que aqui não vejo representa A desculpa a FAEPA e por fim o meu amigo sem menos importante Sebastião, dizer da nossa grande honra de estar com vocês. Gasto alguns minutos com a fala inicial, eu vou me propor deputados E demais amigos, a falar de forma breve, a gente se orgulha muito dizer que dez minuto é insuficiente pra mostrar as contribuições da Embrapa nessa temática. E eu fiquei com o desafio hercúleo de tentar apresentar quais as contribuições da Embrapa, não apenas sobre a perspectiva amazônica mas sobre a perspectiva nacional. Então as nossas contribuições, Nacional. Então as nossas contribuições ela obrigatoriamente, antes de qualquer comentário, ela me cobra Que eu apresente pra vocês de que forma essa temática se pontua estrategicamente na Embrapa. Então hoje as nossas diretrizes institucionais Ela se baseia em seis grandes eixos Sebastião. Primeiro da transição alimentar, não é? Nós temos que produzir alimento nos orgulhamos nos orgulhamos de ser Uma empresa que contribuiu pra essa revolução alimentar, produzimos alimentos, senador deputado Raimundo perdão, Pra quase bilhão de pessoas mundo afora mas a gente tem desafio de não produzir apenas em qualidade, com em quantidade, Qualidade e segurança alimentar, principalmente dos povos vulneráveis, é uma exigência. Agregação de valor, Alimentos saudáveis e diversidade, isso tudo sobre a lógica da segurança alimentar. Uma outra busca incessante nossa talvez seja deputado Jardim, A grande revolução dos próximos cinquenta anos é a gente promover a inclusão sócio produtiva, principalmente das comunidades mais vulneráveis E a Amazônia se desponta como grande polo capaz de ter essa revolução. Nós mudamos muito o padrão tecnológico da agropecuária, Precisamos mudar o padrão das nossas populações mais vulneráveis. Então a inovação para todos capacitação, tecnologias e políticas públicas. Essa casa, deputado Raimundo, ela tem através de vocês em todas as perspectiva Do legislativo papel estratégico é de alimentar e fomentar a ciência de qualidade do nosso país. E nós não poderíamos falar de transição Energética de hidrogênio verde sem nós termos modelo de agricultura sustentável para propor, para defender. Então a transição climática é uma preocupação possante da nossa agenda onde sistemas integrados de baixa emissão de carbono, modelos conservacionistas vão reverter Bônus, modelos conservacionistas vão reverter definitivamente em modelos mais eficientes do ponto de vista energético. O deputado Jardim com muita sabedoria falou da crise dos adubos, fertilizantes e corretivos do país, Precisamos definitivamente reverter essa dependência em modelos para tal nós temos. Uma outra transição Sara é Amazônia muito mais a transição digital, não é? Precisamos avançar para modelos de agricultura único que se preocupe não apenas com alimento mas se preocupe com a qualidade da saúde de quem está no campo e de quem está na cidade. Essa dicotomia campo cidade não mais deve existir, há tempo isso não deve existir, porque aquilo que se produz no campo chega às cidades e naturalmente Influências das cidades chegam para as tomadas de decisões, agricultores principalmente os mais jovens são hoje tomadores de decisões inclusive Da balança comercial. E por fim, o que nos traz aqui nessa manhã, a transição energética. A Embrapa tem pontuado muito no olhar de modelos de agricultores é onde o combustível renovável seja dos vetores dessa transformação, Bioeconomia falar de Amazônia falar de bioeconomia, agora precisamos e estamos customizando deputado, O modelo de bioeconomia que virá e que deverá ser trabalhado na nossa região, defendemos muito a bioeconomia inclusiva, Onde as decisões e as valiosas contribuições sejam a partir do conhecimento local endógeno também e lógico, química verde e bioinsumos são temas naturalmente estratégicos pra nossa agenda. Esse slide de forma muito breve pra mostrar que Toda a programação estratégica da Embrapa se pauta em grandes eixos estratégicos do governo do governo brasileiro, ali eu marquei a transição energéticas e com uma relação direta senhores, com políticas Públicas estratégicas desse país, então a gente tem na transição energética grande vetor E compromisso deputado, institucional com a sustentabilidade em todas as suas perspectivas e análises, não apenas ambiental. Sustentabilidade ambiental naturalmente, sustentabilidade econômica de viabilidade e riqueza para os nossos povos e O mais importante pra quem é Amazônia, sustentabilidade social. Nós temos o desafio de tirar Uma parcela bastante expressiva da nossa população da invisibilidade, temos tecnologias para tal, E precisamos enfrentar conjuntamente esses desafios de forma coletiva com foco muito grande no que mais se discute que é tema dessa sessão, Não é? As mudanças climáticas. De que forma as práticas mais eficazes na agricultura Podem contribuir pra mitigar mudanças climáticas, então a transição energética de baixo carbono, Energias renováveis, cidades mais eficientes e sustentáveis, sustentabilidade a partir do hidrogênio verde o que nós aqui estamos discutindo, Amônio verde, reaproveitamento de resíduos, biogás, bioenergia, a cidade de Belém gera uma quantidade exorbitante de caroço de De caroço de açaí dia, nós temos o desafio de transformar esse problema em oportunidades. Então nós deputados, senhores aqui presentes, Temos definitivamente que nos vestir do olhar o desafio, mas com uma visão de oportunidade. Aqui de forma muito breve, a Embrapa é seguramente a única instituição de ciência, tecnologia e e inovação do governo brasileiro presente em todos os estados da Amazônia Legal. Temos mais de trinta campus experimentais, O maior número de bancos ativos de germoplasma da Embrapa está na Amazônia Legal, mais de sessenta e sete unidades de referência tecnológicas E mais de oitenta laboratório, reforçando o que eu disse que nós temos condições com os diferentes parceiros de ofertar conhecimento de qualidade Para uma Amazônia cada vez mais ávida por conhecimento e por inovação sustentáveis. E é lógico que, ao falar de Amazônia, Obrigatoriamente nós falamos da biodiversidade como a nossa grande oportunidade de riqueza, e pra que a gente tenha Uma biodiversidade transformada em riqueza, nós precisamos nos preocupar com modelos eficientes, sustentáveis, Onde o olhar energético é igualmente importante. Essa lâmina aqui de forma muito breve, mostra pra vocês, Em uma pesquisa muito rápida, a quantidade de tecnologias que a Embrapa tem para os nove estados da Amazônia legal, já chegarei próximo ao fim. Trabalhamos em mais de mais de cinquenta cadeias alimentares E nós alimentamos de duzentas e quarenta tecnologias inovadora. As cadeias De atuação das unidades da Embrapa na Amazônia são cadeias consolidadas e cadeias disruptivas, pode passar, E aqui há há apenas alguns exemplos com muitas ilustrações de modelos sustentáveis preconizados e defendidos pela Embrapa Para que a gente tenha uma eficiência energética definitivamente comprovada, recuperação de pastagem e conversão de agricultura. Nós temos percentual de pastagem gigantesco em processo de degradação diverso onde nós podemos muito facilmente Utilizar essas áreas com tecnologias eficientes e não precisar derrubar uma folha sequer, não diria árvore. Então aqui a gente pode passar o número de pastagem degradada no Brasil e na Amazônia muito mais muito mais presente E as tecnologias para isso né? É o que eu gostaria de mostrar de forma muito breve pra vocês tecnologias eficientes. A integração lavourapecuária floresta tão defendida em diferentes rincões desse país deputado, no Pará ela está presente Com tecnologia da EMBRAPI e parceiros ousados e dispostos a implementar, então nós temos polos Integração lavourapecuária floresta eficientes aqui no estado do Pará, as nossas áreas prioritárias já são bem conhecidas Para a presença desses sistemas, pode passar por gentileza. O tema talvez dos mais intensos e atuais diz respeito aos insumos biológicos, a Embrapa detém uma série de tecnologias, A nossa agricultura não é tão mais vulnerável em termos de nutrientes para as plantas se não fosse tecnologia da fixação biológica de nutriente. Nós avançamos para tratamentos de semente com microorganismos capazes de solubilizar fósforo então a questão dos biológicos, Dos bioinsumos passa a ser olhar cada vez mais necessário. E veja deputado Jardim, nós estamos até mesmo na capital Do Pará, literalmente convivendo e vivendo sobre a maior biodiversidade do planeta, não podemos apenas conviver com ela sem ter A sua real utilidade aproveitada, então muitas das nossas saídas pra essa dependência seguramente estão nessa mega biodiversidade. Aqui alguns exemplos, os colegas da Embrapa Acre já vêm desenvolvendo bioinsumos a partir da biodiversidade amazônica, Onde você substitui a partir de princípios ativos de planta, pesticidas químicos e sintéticos, altamente, não é? Demandantes de energia fóssil, por favor. Aqui outro exemplo né, de inovação da Embrapa, Estudos realizados pelos colegas da Embrapa Amazônia Ocidental no Amazonas detectou uma quantidade Expressiva de microorganismos no fundo dos rios amazônicos, muitos desses organismo com potencial de controle biológico E por consequência com o potencial de impactar negativamente né, essa nossa demanda impactar positivamente o ambiente. Pode passar eu imagino que esteja próximo do fim, sistema plantio direto também o sistema poupa Terra, podemos passar. E uma das grandes cartões de visita, não apenas o único né, modelos de agropecuária como foi dito Pelo representante do Judiciário aqui há pouco nós temos modelo de carne carbono neutro né, com indicador gerado pela ciência que prova Qualquer pessoa do mundo que comer esse filé, bife, anti, o que quiser do boi nesse sistema ele está comendo boi que Não foi criado esse sistema que emite gás, que neutraliza gás, isso é ciência brasileira de qualidade, tá? Isso é contribuição para para uma região tão vulnerável em termos ambientais como a nossa, por favor? E Aqui é sistema muito semelhante de integração do estado do Acre e pra que eu não tome tempo mais do que o necessário, pode passar, Eu quero finalizar dizendo que tudo isso nós não podemos abster a Amazônia senhores deputados, da conectividade. Eu sempre carrego a dúvida de por que nós termos uma energia tão alta em valor, não é? Foi dito aqui a explicação da Norte Energia, Isso mostra vulnerabilidade estrutural. E nós não podemos, deputado Jardim, achar ser natural A agropecuária, o homem do campo do Pará e da Amazônia, ser excluído da conectividade. O agro assim como a ciência é tecnológico, É inovador e precisa ter esse olhado os tomadores de decisões. E eu queria que você olhasse essa imagem porque aqui no Pará nós falamos o seguinte, o rio é a nossa rua, Tem música inclusive pra isso e por ter ao Rio como a nossa rua, nós temos uma série de desafios em ambientes Difícil navegabilidade e de difícil acesso, e eu tenho convicção que a transformação dessas realidades Se dará consciência de qualidade. Tenham a Embrapa como parceiro dessa transformação pra gente é grande orgulho contribuir com essa revolução no agro e nas cidades, Seja da Amazônia, seja de qualquer parte do Brasil, por que não dizer do mundo? Bom dia, muito obrigado. Muito obrigado pela excelente palavra também. Inclusive pelo caroço de Açaí, vai ser tema de debate lá. Excelente, o nosso presidente aqui está Entusiasmado com o nível das palestra né presidente? É verdade. Informações novas pra nossa comissão. Vamos chamar agora o querido Sebastião de Oliveira Campos, presidente do sistema fecomércio, SESC Senac, Aqui no Pará. Minha palavra meu querido amigo. Bom dia a todos. Eu queria dar o meu bom dia à mesa, eu fiquei com medo do apito, do meu tempo então eu preferi fazer o seguinte, em vez de ficar falando, Eu estou tão acostumado a falar de forma ilimitada, mas aqui a gente tem que respeitar o tempo, Eu acabei escrevendo alguma coisa, porque escrevendo eu consigo manter esse tempo limitado, com todo o respeito. Saudar nosso presidente, deputado Raimundo dos Santos. O deputado Raimundo dos Santos, eu estou gastando tempinho mas vai ser rápido. É uma pessoa que nós temos imensa consideração. De vez em quando a gente é levado aí a Brasília, Porque nós somos ameaçados de alguma garfada nos recursos do sistema S, o deputado Arnaldo Jardim também sabe disso, E a gente sempre pede ajuda dos deputados. O Raimundo, o deputado Raimundo Santos tem sido parceiro Todas as horas conosco. E ele eu tenho o prazer de de felicitálo sabendo que ele Foi chefe da minha esposa e das minhas cunhadas lá no Banco da Amazônia, foram foram colegas de trabalho. Então muito obrigado deputado. Saudade o deputado Arnaldo Jardim, que já falei, o Alckmin, parabéns. General Ódio Almeida que eu conheci hoje, Fernando Ribeiro que eu conheço há muito tempo, nosso conselheiro, nossa querida Betânia Fidalgo, eu brinquei com ela, Diz que eu fui amigo do avô, Télio, imagino como eu já estou na minha idade. Do avô e do pai, a nossa querida reitora também Erdiane, acertei? E o doutor Daniel Sobrinho, meu colega da FIEP. Muito bem, então eu vou ler rapidinho aqui o que eu escrevi como representante No segmento do comércio, serviço e turismo do Pará, a gente tem incentivado as empresas do setor pra cooperação em todos os aspectos, Com medidas que levem ao crescimento econômico, com sustentabilidade ambiental, e isso passa pelos debates que estamos Fazendo aqui agora da mudança da matriz energética. Portanto o nosso sistema tem, o sistema comércio, Tem a compreensão da urgente necessidade da redução de gases do efeito estufa. E também entendemos que, O setor o setor deve se inserir em em debates como esse. Compreendemos que a transição energética Como uma mudança de paradigma, o conceito, como disse o nosso querido Fernando, Envolve não só a geração de energia, mas também o consumo e o reaproveitamento dela, possibilitando a migração De matrizes energéticas poluentes para fontes de energia limpas e renováveis, como é a proposta desse debate. Comungamos com uma ideia de que a transição energética se estende para o meio ambiente, E de outros meios que atingjamos assim o objetivo comum de reduzir as emissões de poluentes. Em nossa visão, a transição energética é o caminho necessário para a evolução da economia de baixo carbono. A nossa expectativa é de que esta mudança tenha alcance mais sistêmico para a sustentabilidade Ambiental e social. Muito mais que uma tomada de consciência sobre novo modelo de produção de energia, Há uma influência sobretudo nas mudanças climáticas por isso estamos, alertamos aliás, os nossos empresários do setor, Para que possamos sempre refletir sobre a origem e eficiência energética de toda a cadeia de valor, De produtos e serviços que cada de nós empresários tem a responsabilidade de gerir. Por isso, Devemos sempre colaborar e cooperar com a transformação energética e a descarbonização, como dos pilares base A ser feita a partir da realidade dos compromissos que também o setor de comércio e serviço Possam assumir e devam assumir. Entre as opções Que as empresas de comércio a ser vista de qualquer porte têm, a eficiência energética é dos caminhos que consideramos provavelmente o melhor. De todo modo é ponto convergente entre todos nós empresários do setor, de que é necessário mudar A base da matriz energética para uma energia mais limpa. Pois além da questão da sustentabilidade ambiental, A melhoria na qualidade de vida, no aspecto econômico, também tem a a mudança para energia menos poluentes, tornará o nosso estado, Para aí o Brasil mais atrativo a investimentos sustentáveis. O país nós sabemos que tem uma matriz energética diversificada e o potencial de expansão para inovação Nas energias limpas, agora há pouco estava conversando com o deputado Arnaldo Jardim e algumas pessoas, fazendo comentário sobre A a as novas energias eólica e solar, que já representa hoje vinte e três por cento da energia no Brasil. De todo modo eu não sou estudioso do assunto, mas fecho aqui a minha participação nesse debate Com a certeza e a posição de que como representante do setor do comércio e serviço do estado do Pará, Temos que apoiar a decisões que levem a uma melhor eficiência energética, que produza uma energia mais limpa E mais sustentável ambientalmente e economicamente. Portanto, prezado Arnaldo Jardim, deputado, prezado deputado Raimundo Santos, Agradecemos a nosso o convite à nossa participação e tenho certeza que a gente está junto sempre Pra poder contribuir com essa comissão de transição energética da câmara de deputados no que for no que formos útil, estamos à disposição. Obrigado a todos vocês. Aliás eu vou aproveitar e pedir licença se o senhor me permitir, eu tenho viagem marcada, aliás Prorroguei a viagem e atenção senhor para estar aqui Obrigado. E vou pedir ao meu, se for possível o meu Querido vicepresidente Felipe Shehman tradicional comerciante aqui de Belém, pra que possa ficar me substituindo aqui à mesa, pode ser? Muito obrigado por vocês terem. Obrigado a você. Obrigado aos senhores. Vamos ouvir agora. A representante do nosso amigo prefeito Renato Olga de Barcarena, Secretário de Educação do município, Ivana Ramos, com a palavra. Bom dia a todos e a todas, primeiro agradecer essa Delicadeza da mesa, porque realmente eu tenho compromisso logo em seguida e não ia ter oportunidade de Expressar aqui modelo que talvez eu me sinto tão pequenininha perto de vocês apesar de estar na mesma faixa etária, né? Mas de uma prefeitura. Pra Pra quem não conhece meu nome é Ivana, estou representando o nosso prefeito de Barcarena, Renato Ogala, e dizer assim. Barcarenhas é uma cidade pequena. É uma cidade de aproximadamente cento e trinta mil habitantes. Que apesar de viver na Amazônia, de estar na Amazônia, tem histórico de ser uma cidade rica. Rica porque nós temos indústrias instaladas no nossa na nossa terra, e essas indústrias notrou sérios Riqueza e mazelas sociais. Em dois mil e treze Barcarena Adere à à rede ODS e com isso muda sua estrutura de pensamento e paradigma do que se do que quer ser em quantidade. E a partir daí começa a planejar todo o seu futuro baseado nos objetivos do desenvolvimento do milênio. E diante disso, e não só, através do objetivo do milênio, mas também através da adesão A cultura oceânica, adesão a ser uma cidade resiliente a gente muda a nossa proposta e aí vem a nossa nova realidade. É difícil acreditar, mas nós ousamos pensar diferente e ver a energia limpa E acessível não como custo, mas sim como investimento. Nós fazemos partes e temos a nossa área Nas ilhas das onças, onde eu tenho aproximadamente vinte e cinco escolas que não possuem energia elétrica. Se não possui energia elétrica significa que eu tenho que atender as escolas com tipo de alimentação que não é a alimentação Da preconizada pela alimentação saudável. A partir daí a gente toma uma decisão e diz, a gente não pode aceitar a diferença que na sede do nosso município A gente possa pensar em alimentos saudável e nas nossas escolas de ilhas a gente tenha que entregar enlatados, embutidos E coisas dessa natureza. E decidimos então investir na primeira usina fotovoltaica pública do estado do Pará. Então é com muito orgulho que eu digo assim, não foi fácil. Olhando pro senhor que é do do TCE, Num primeiro momento a gente fica assustado porque parece ser valor exorbitante. E a gente diz assim, A gente vai ousar fazer isso realmente, mas na certeza de que a gente precisa garantir ao nosso cidadão o direito de Ter uma educação de qualidade e de viver a sua cidadania na sua plenitude, a gente decidiu sim Implementar a essa primeira usina volta votaica, que hoje é atende a demanda de oitenta e sete escolas no município, Cem por cento da demanda elétrica no município em dois meses, só pra gente ter uma noção, a gente já conseguiu é ter setenta e sete Mil reais de de verba De produção de energia. Pra quem tem custo mensal de aproximadamente trezentos mil, Então a gente já consegue ver dois meses de nossa energia sendo voltada enquanto financeira Financeiro pra que a gente possa empregar em outro tipo de ação. Então eu digo assim, nós enquanto Representantes de prefeitura, de pequenas prefeituras, a gente entende que a gente precisa sim de apoio maior No que se refere principalmente a financiamento. Barcarena teve a felicidade de ter condições de custear essa Usina com recursos próprios, porque além da nossas indústria nós também temos nosso porto, que Com a ajuda do nosso governador Helder Barbalho a gente consegue encontrar vários caminhos de atendimento. Mas que outra prefeitura tem essa capacidade financeira pra fazer investimento de aproximadamente dezessete milhões? Que outra que outra prefeitura pode ousar fazer isso na Amazônia? Eu diria na Amazônia, não só no Pará, mas na Amazônia como todo. Então eu entendo que a gente precisa mudar o paradigma de custo e investimento enquanto gestor de fundos, E a gente precisa entender que o nosso cidadão ele é cidadão de direito, e que portanto ele precisa ter o mesmo alcance Que tem o alcance lá do sul do sudeste, e que a gente possa realmente garantir que nossas cidades tenham energia pra Garantir alimentação saudável pra nas nossas escolas, para garantir acesso à internet, que a gente saia aqui, a gente sai o quê? Vinte quilômetros da capital, eu moro a cem, se eu saio a vinte quilômetros da capital eu não consigo mais ter energia Acesso à internet. Então, poxa, a gente já está cansado de ser o final do mundo, né? A gente ser grande campo de De ciência, campo, grande campo de produção, grande campo de possibilidade, mas ainda ser visto Como menino pobre que vai ser, minimamente passado a mão na cabeça E aguenta aí que vai chegar o teu momento, quando vai chegar o nosso momento? Nós queremos já se fazer parte desse grande momento do país E nos tornarmos também cidadãos de direito. Agradeço muito a sua presença, estar aqui ouvindo a gente, Mas é exemplo que a Barcarena traz de ousar fazer diferente. Obrigada. Eu queria mais aplauso aí viu, porque, é o exemplo presidente de município, A Federação Integrada Barcarena já fez aí a transição energética. Em favor das escola, vinte e sete escola, não é só economia de recursos públicos, Na conta de energia mas é a sustentabilidade aí ambiental, sendo garantida sustentabilidade social, Sustentabilidade econômica e cultural também, parabéns, leve o nosso abraço ao deputado Renato Olga, eu falo deputado porque ele é prefeito hoje, já foi deputado, foi nosso colega E deixou brilhante trabalho realizado aqui. Com a palavra agora, o representante da federação das indústrias do estado do Pará, FIEPA. Nosso querido Daniel de Oliveira Sobrinho. Bom dia, bom dia a todos. Quero primeiramente saudar o deputado Arnaldo Jardim, Que a gente conversou há pouco também já é parceiro da outra instituição que eu participo que é AAB solar. Queria saudar também o deputado Raimundo Santos, não sei se o senhor vai se lembrar, eu estive com o senhor me chamou aqui há uns faz tempinho já, O dicionário era deputado estadual pra gente conversar sobre energia solar na época. Tu mostra seu, pois é, e a minha também, Mostre o seu compromisso aí com a com a causa que faz parte da comissão. Queria saudar também o conselheiro Fernando Ribeiro, O general áudio Almeida, a minha amiga Betânia Fidalgo, digo minha amiga porque eu excelente ao ao ao Sebastião Campos também conheci o pai e o avô dela, né? Fomos vizinhos inclusive no prédio que tinha o nome do do do avô dela, Antônio Maria Fidalgo. Professor, a reitora Edjânia Vera que já trocamos cartões aqui, vamos poder ajudar na transição da estamos juntos. Ao ao Alckminário da Embrapa, ao representante do Reinaldo Campos, Sebastião Campos na mesa, professora Ivana já foi também hoje outros colegas aqui que vão valer parte da mesa depois. Primeiramente eu queria agradecer o convite né, em nome do do nosso presidente da FIEP Alex, Dias Carvalho, que assumiu recentemente. Nossa, nós estamos com menos de mês de gestão na federação, né? E destacar que além da federação eu estou aqui também falando pouco sobre a OAB solar, Né? Que é a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, é a maior associação do Brasil. Eu sou coordenador aqui do estadual do do Pará, né, o deputado Arnaldo já teve a oportunidade de conhecer os nossos presidentes, os dois presidentes do conselho e com o Ronaldo Kolozuki, Mandou abraço inclusive quando disse que estava por aqui. Falando pouquinho sobre a transmissão energética, eu estou fazendo algum primeiro número do segmento de energia solar, né? Primeiramente nós já temos desde dois mil e doze mais de trinta e dois vírgula seis gigawatts de potência instalada. Isso pode não dizer muito esse número pra algumas pessoas que não são do segmento, mas equivale a mais de duas usinas de Itaipu. A usina e Itaipu são catorze gigawatts. As duas dão dão vinte e oito, nós já estamos com trinta e dois vírgula seis gigawatts E energia solar fotovoltaica instalada no Brasil, né? E temos de investimento mais de cento e sessenta bilhões de novos investimentos. Próximo de milhão de empregos gerados, mais de quarenta e cinco bilhões de arrecadação de impostos, Federais, estaduais e municipais. Uma coisa que é importante que às vezes muitos disparem energia solar, da economia, Certo e não não falamos do pro meio ambiente né? Eu acho que na apresentação acho que o foi do do general, ele comentou isso aqui né, e da da da também da Embrapa né? Mais de quarenta e milhões de toneladas de CO dois evitados na atmosfera. E ano passado ela ela já é a energia Solar fotovoltaico é a segunda maior fonte de energia do Brasil. Pretendo quinze por cento. E nós já temos projeção que em dois mil e cinquenta a fonte solar fotovoltaica a autora passará a entre as hidrelétricas. Embora eu seja também grande defensor do resíduo elétrico, o conselho Fernando comentou também aqui. Falando aqui pouco do nosso estado do Pará. O Pará é o décimo terceiro, em instalações em potência instalada dos vinte e sete das vinte e sete dez da federação. E E queria destacar também o apoio do governo do estado, né, na nesse segmento. Agora em março desse ano, durante a, como Nós tivemos aqui o Abessoolar MIT Norte, com evento da Abessoolar aqui no estado, e eu E0E0 presidente Rodrigo Sawaia, só deve ter conhecido também, Nós estivemos com o governador e com a vice, o governador Elder e com a vice Hannah Cassan, E isso aí muita coisa surgiu né, primeiro nós sugerimos a realização do programa estadual de energia solar, E ele já catou, já deu start né, não se fechou formalmente o programa, mas ele já deu start no no na inauguração duma das usina da parte, Ele já deu o status onde vai começar AAAA, que é decreto que todos os próximos prédios públicos já viriam com energia renovável, Ele pediu modelos de contratação pra gente de Ps, nós passamos também a pessoa passou por governador. Ele já liberou financiamento, a professora ainda há pouco falou sobre a questão do financiamento, já liberou financiamento através do Banco Pará, Né? O Banco do Estado do Pará já está financiando projeto de energia solar fotovoltaica. Nós temos o Bazza também que está financiando. E nós demos todo o apoio na época, a época não tinha se não tinha se anunciado ainda o nosso Estado, a nossa cidade de Belém com a com a realizadora da COP trinta, nós temos todo o apoio pra COP trinta. E nós já temos uma relação com o governo de estado já desde o ano passado, nós temos acordo de cooperação técnica com a secretaria de da com a CDM, né? Falando pouco mais agora de de hidrogênio verde, nós da FIEPA, nessa nova gestão do do do presidente Alex, Nós já estamos trazendo o assunto pra pra pra, assunto da federação, né. E a Besolar também está inserir nesse Doutor a Besolar desde dois mil desde setembro de dois mil e doze, criou uma força tarefa já de hidrogênio verde. A Besolar já está cuidando de hidrogênio verde também. Na questão regulatória, modelos de negócios, é questão de disseminação de disseminação de conhecimento, etcétera. E E aí falando pouco mais hidrogênio verde, 000 Otávio já fez uma introdução ali muito melhor do que eu vou fazer aqui, né? Ele havia vendido atrás de fontes renováveis né, porque que ele é o deputado Ronaldo comentou sobre hidrogênio cinza, né Deputado? O cinza é aquele que é, Jaime, o hidrogênio já é produzido, só que o cinza é produzido através de fontes fósseis. O hidrogênio verde é justamente o verde porque ele é produzido por fontes renováveis, né. E isso é é nós temos condição de hoje em vez aqui no Brasil, Isso é uma uma chave pra reindustriiação do país, né? É inserção definitiva nossa, No mercado internacional de de da transição do do baixo carbono. Ainda mais eu acho que seja quando quando com a chegada da COP trinta aqui no Brasil, mais especificamente na nossa cidade aqui, nós temos tudo para alavancar quando em dois mil e vinte e cinco a Já sei o 0 Brasil já sei o protagonista nesse segmento. É combustível, né, que tem diversas aplicações, né, No transporte como foi falado aqui, na indústria, do segmento que eu faço parte hoje, e vai ajudar a cumprir as metas climáticas da cor de Patto Paris, Né? Que podemos reduzir, evitar que a temperatura o suba acima de vírgula cinco graus centígrados. Eu Eu vou muito a São Paulo deputada, minha filha é médica lá, eu tive agora mês passado a sentir calor em São Paulo no mês de agosto, Né, então isso é uma coisa que é inimaginável antes de calor no mês de agosto, São Paulo, trinta graus em São Paulo no mês de agosto. Então isso aí nós tem que ser revertido. As principais fontes de de demanda que nós temos do do hidrogênio verde é o mercado externo sobretudo europeu, Em busca de substituir o gás natural russo, né, essa questão dessa guerra russa com Ucrânia aí a gente, e depois no mercado doméstico também especialmente Pra produção de fertilizantes que foi comentada também aqui, né, a dependência da da nossa de fertilizante, A gente pudemos fazer o fertilizante, o deputado documento Leonardo Berthole aqui, fertilizante, amônia veja também, né? E o Brasil tem tem potencial hoje, tem estudos, de produzir mais do que a gente precisa, tá? Volume superior que pode consumir. Então essa condição transforma, pode nos transformar como grande exportador de combustível, o Brasil, né. Além de abrir uma nova matriz energética pra indústria nacional. Essa demanda global pra hidrogênio vende oportunidade Brasil atrair investimentos, eu peguei essa informação aqui, na ordem de duzentos bilhões de dólares Até dois mil e quarenta. Aí você é estudo da Consultoria McKinsey. EE0 país é muito competitivo em razão do do do do custo favorável da geração em energia limpa, né? Recebi uma informação hoje, Que do ano do ano passado pra cá o custo já baixou dezessete por cento de ano pra outro. Então cada vez mais AAA nossa energia limpa está ficando mais popularizada. E uma informação importante, que Que devido essa questão da da do custo de exercício mais barato da geração de energia limpa, o Brasil pode se tornar O produtor mais mais competitivo no mundo, mais competitivo no mundo eu vou repetir, Na produção do hidrogênio verde, né? Então 0000 que nós precisamos pra isso é é o que o deputado estão fazendo aqui, Trazer a discussão aqui, a questão da regulamentação, do marco legal como os senhores falaram aqui, entender esse como tema estratégico. E finalizando a minha parte que quase eu eu escapo aqui da da da da da campainha, por por alguns minuto, minuto. Uma coisa importantíssima que seria a previsão de geração de mais de oitenta mil empregos a médio prazo no Brasil. Então era isso o que tinha pra contribuir, muito obrigado pelo convite mais uma vez deputados, foi prazer estar aqui. Dê gratidão, leve o nosso abraço ao nosso presidente Alex. Bem nós estamos caminhando bem, já vamos para o último Debatedeu, mas eu queria mencionar a presença com muita alegria, da professora Maria Gorete Gomes. Ela representa aqui o meu amigo Carlos Fernandes Xavier, que é o diretor da Federação da Agricultura e pecuária do Pará, já há algumas décadas tem feito aí trabalho magnífico, Prestado serviços a mais alta relevância, em favor dos produtores da agricultura do estado do Pará. Eu queria só que ela mencionasse esse com a mundi aqui está a doutora professora Ah ela foi pegar, mas fica feito o registro, Feito o registro. Logo depois do professor Jesus Nazareno de Sena que eu já convido pra, Estar aqui à tribuna, ele que é o superintendente federal da agricultura, pecuária e abastecimento do Pará. Nós vamos abrir espaço se alguém tiver alguma pergunta, alguma colocação, algum questionamento, E em seguida passaremos para o nosso presidente da comissão fazer aqui a sua Mensagem final ao povo paraense e esta casa, e que está sendo também gravada para Toda a nossa comissão para todo o Brasil. Tem a palavra agora o superintendente federal da agricultura, pecuária e abastecimento, Jesus Nazareno de Sena. Obrigado deputado. Bom dia a todas e a todos. Saudação em nome de todo o Ministério da Agricultura na na pessoa do nosso Ministro Carlos Fávaro, né? Saúdo a mesa em nome dos dois presidentes nesse momento, o nosso deputado federal Jardim, mas também o nosso deputado Raimundo Santos do qual do qual nos confia a capitanear a A instituição Mistério agricultura aqui no estado, a o, as mulheres aqui presente. Permitamme duas duas amigas senhoras usar a pessoa de vocês e aqui agoraete não presente mas também merece, Nossa saudação. Excelência, nós estamos aqui honrados, né, em em pela primeira vez inclusive nessa tribuna Em participar estive aqui há dois meses atrás representando o ministro mas o nosso secretário chegou em tempo de fazer Assinatura de acordo de cooperação técnica né vinculado à cidadania, muito interessante que tem vinculação com a questão da sustentabilidade. E eu vou tentar socializar o que fiz de imediato em nível de superintendência federal de agricultura, de material textual, Uma vez que toda, toda, toda as diretrizes vinculada a execução da parte da sustentabilidade mais propriamente na matriz energética e rotas tecnológicas, ao Ministério da Agricultura elas advém dos trabalhos da nossa querida Embrapa. Então já foi bastante debatido e esgotado por toda a sorte por quem de competência e habilidade, que é o nosso querido amigo Walquimado, do qual na medida da necessidade sempre nos orienta. E o norte que tivemos pra imediatamente tratar nas nas duas lâminas que a gente vai apresentar o três, Ela vem da da orientação da Embrapa agroenergia, que é de quem detém, né Valcimário? Todo É esse domínio, né, dessa questão vinculada à transição energética. Bom, aí está apresentada O nosso organograma, ou melhor a nossa apresentação organizacional, pra deixar claro de que o Ministério da Agricultura dentro das suas secretarias, Trabalho de uma forma integrada, no sentido desde do das determinações que advém da nossa secretária executiva, Perpassando por questões das questões da das vinculações de política agrícola, defesa agropecuária, mas principalmente, a nossa secretaria de inovação e desenvolvimento Inrigação cooperativimo na sobre a batuta da nossa querida, doutora Renata Bueno. Ela que nos emana todas as informações vinculadas a transição energética. Nós estamos naquela base, deputado, De que precisamos inclusive socializar né em nível de superintendência, nível técnico, esses elementos básicos da transição energética, Uma vez que ela não ela não faz parte de forma direta ao nosso processos fiscalizatórios da defesa agropecuária, mas ela tem tudo a ver Com o desenvolvimento rural sustentável e com isso nós temos uma uma divisão, que ela trabalha de forma específica O fomento pra esse fim. Essa é a nossa apresentação e dentro dela nós temos ali a DDR que é exatamente a divisão que trata Nessa questão de fomento vinculado a projetos futuros na transição energética. Por favor, Diego, A forma como nós percebemos internalizar ou socializar Essas questões pros nossos técnicos, quando fomos demandados pelo nosso deputado Raimundo Santos pra participar dessa nesse momento, Foi trazer inclusive a forma conceitual da forma de como o Ministério da Agricultura recebe da Secretaria de Desenvolvimento e da Embrapa, Essa, a forma de se trabalhar é a questão da transição, então a gente trabalha em forma da da bioeconomia verde de base biológica, como está ali conceituado. E quem é uma economia extraída com base na utilização de recursos como está descrito, mas que necessariamente prevê uma associação Da prosperidade econômica com a questão ambiental, ou seja, o objetivo maior do Ministério da Agricultura é a produção de alimentos, certo? A partir daí então, inclusive da industrialização, se percebe a necessidade de se trabalhar essa os resíduos. E daí então se buscar, na medida da favorávelidade da possibilidade, essa então matriz. Tem uma visão estratégica de convergência, Através de complementaridade entre o progresso e a sustentabilidade, em cinegismo como está escrito aí, visando essa sustentabilidade ambiental. Relativo ao resultado previsto dentro desses conceitos de projetos e processos internos nossos, a gente Relaciona a questão do crescimento como foi comentado com pelo colega Walquimário, com a inclusão social. E aí nesse nesse Caso a entender o que foi também tratado por ele, essa questão de podermos entender a quantidade de de alimento produzida com a qualidade dela, mas dentro de nível de sustentabilidade aceitável. Pode passar a próxima a favor. Mais importante aqui é em relação às iniciativas, olha em nível Nacional, isso capitaneado pelo CDI pelo pelo pela Embrapa, nós temos estudos técnicos científicos, projetos E associação do, eu não consigo enxergar direito, conhecimento a subsidiar necessidade de de compreensão pelos partícipes da temática E já a participação do nossa, da nossa coordenação, em alguns conselhos nacionais, como é o caso do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial pra esse fim. A a fundamentação no ciclo plano da produção de De alimentos a partir de matériaprima vinculada à base ecológica, e o resíduo dela com base na biomassa, A tratar e produzir o que já foi comentado aqui, bioinsumos, Biocombustível, biomaterialiar, no caso agroplásticos, e bioenergia. Alguns planos e programas que são iniciativas locais estão bem desenvolvida, deputado, em relação à iniciativa local vinculada à sustentabilidade, que no caso é a Amazônia mais sustentável, que a gente tem tratado Em forma de território, temos três territórios implantados aqui, o território Xingu, o território Marajó e o território Baixo Tocantins, Do qual questão da sustentabilidade são vinculadas à questão de convergências em políticas públicas e também inter institucionais. A participação nesse programa aí é da GZ alemã e de outras instituições locais, secretaria de agricultura, setor produtivo, dentre outro. Outra iniciativa é o plano ABC mais, que é fórum institucional, interinstitucional, Do qual, temos plano, inclusive já estabelecido, plano estadual de de tratamento do carbono mais. E, além dos além do mais temos alguns projetos da sua subdiversidade dentro daqueles territórios sustentáveis, no Mojo estamos agora desenvolvendo vinculado à cadeia produtiva do cacau inclusive, EAE projetos de bioeconomia regional, Dos quais se trabalha também projetos de cadeias prioritárias vinculada à descarbonização. E dentro dessas iniciativas, isso executado por algum outros parceiros como por exemplo a SEPLAC e o próprio DISM, agrometodologia. Algumas iniciativas específicas de processos nossos internos é o próorgânico, a câmara de valorização de produtos vinculados à sociodiversidade, A reunião especial que já houve uma inclusive da aqui de cooperativismo e do Mercosul, E alguns processos também que são de extrema necessidade pra qualquer tipo de projeto mais robusto como é o caso da da da matriz energética, Que a regularidade de produtor, de propriedade, de orientações para organizações associativas se incluírem nesse processo, E também do que já foi comentado pra outros aqui, relativo a crédito. Pode passar uma outra. Bom, o resultado esperado naquele processo que é lá de cima. É fluxo linear, né, de produção vinculada à economia, com a mistura de materiais Técnicos e biológicos esse nesse caso aí eles eles saem do fluxo linear que vai da matériaprima ao resíduo e passam pra dois fluxos, Interessante, circulares em que eles separa a questão biológica da questão técnica. Isso aí é material pouco mais diversificado e mais técnico e a gente está pra que possa ser juntado e depois, porque de maior habilidade, né, possa, Vamos incluir nesse marco, no marco regulatório que se que se objetiva. Outro resultado esperado essa conversão de da biomassa, né, que seriam óleo de vegetais, açúcares e outros elementos, em bioprodutos, que aí estão listados também. Então, e o último é contribuir com a participação de renovável na matriz energética. Tem uma citação aí que o Brasil parece que houve uma queda, deve estar mencionado já no no no documento, ele parece que caiu de dois mil e vinte se não estou enganado, de quarenta e oito por cento a quarenta e quatro ponto sete mas também está A frente, quando comparado a nível mundial, relativo à energia renovável produzida. É uma informação que se tem de lá, Pode passar outro, é só menção do nos não renováveis e tem o último lá que é relativo à matriz energética E as potencialidades do Pará. Nós listamos algumas, isso em reunião com os colegas, que seriam, Enquanto potencialidade, áreas de agricultáveis e evolução à introdução agropecários centavos, quer dizer de que a gente caminha, conforme se vê em vários eventos que participamos, de que já se cria uma concepção, né, de aceitação dos critérios vinculados à sustentabilidade. É, incidência solar e água, isso eu não preciso comentar que a gente realmente é potente nesse sentido e basta que se use a ciência Pra que isso possa desenvolver algum projeto que, na medida da possibilidade ou então na sorte vamos dizer assim, Temos uma ideia de uma matriz energética uma vez que já está muito definida as cinco que se trabalham aí. A aptidão agropecuária diversificada e em adaptação. Quer dizer, nós temos aqui não precisa dizer que já é uma filosofia tanto do produtor quando de quem beneficia produto aqui trabalhar dentro regularidade e até porque precisa alcançar mercados diversificados e mercados especializados que nas tratativas estabelecem essa necessidade. Isso tudo somado a uma a uma indústria especializada, e além do mais, as nossas instituições estão todas integradas, basta se dizer que, Dos diferentes fóruns que a gente participa, que trata de políticas públicas vinculada à integração, se fazem presente não só as que estão aqui, Federações, né, da agricultura, AAA própria academia, tivemos uma reunião última, né, professora, com lá na lá na Sudan, né, tratando da integração do Marajó. E citar de que nós estamos dentro daquele foco mais social só pra Pra pegar o último item aqui que foi muito comentado pelo Valquimado, é o Ministério da Agricultura através da sua assessoria especial de participação em diversidade, Ela vai ter aqui dezessete dia dentro do Marajó tratar de situação de vinculação e inclusão, do povo que trabalha a questão da produção vegetal e animal com Projetos sociais. E aí vem rogo de proposta e recomendação de nossos técnicos que que seja incluso nessa discussão projetos inter instrucionais, em transição Energética pra que todos tenham a capacidade de tratar do assunto, viabilização de recursos pra capacitação, nivelamento e treinamento de técnicos, Estruturação das instituições de ensino, né, pra que possa também participar o os acadêmicos e isso possa dar continuidade Futura, meus projetos que aqui forem desenvolvidos, pesquisa e extensão da produção agropecuária, isso vinculado ao produtor pequeno, médio e grande, A gente tem muito bem desenhada situações aí mas a gente precisa trazer ao encontro deles né, inclusive incluílos. Projetos vinculado à associação familiar e técnica regional, tem grande exemplo aí, deputado, que é o residência profissional vinculado à agricultura familiar. Então, dentro desse projeto da transição energética, acredito ser uma necessidade de de acordo com os os cursos que se vinculam a essa temática aí, possa Posso também criar uma possibilidade de aproximação da academia e também de quem trabalha a formação, No caso do projeto, num projeto dessa natureza nós nós aqui a UFRA se eu não tenho enganado foi a UFRA, ela ela conseguiu aprovar cinquenta e seis por Seis por cento dos projetos internacional na em plena crise na época era o chefe da agricultura familiar na época. Então, residência nacional agrícola E outra iniciativa, desculpe, outra iniciativa, já vai acabar, a outra iniciativa é que foi tratada aqui em relação a uma possibilidade de uma política vinculada a crédito. Existe uma dentro do Ministério da Uma política vinculada a crédito. Existe uma dentro do Ministério da Agricultura que é a política do projeto Marlite e Saudade que é uma renúncia de crédito de dois tributos. Então é uma outra proposta também do nosso técnico nessa nessa visão, tá certo? Então, são dez minutos, nós temos uma outra Palestra que não seria essa textual, mas que a gente está deixando aí que foi a nossa amiga Roberta de lá da agro da agrologia que nos enviou, tá bom? Muito obrigado e vamos pro debate que é mais fácil. Ok, peço mais uma salva de palma a todos os palestrantes que participaram desse momento aqui, todo especial. E lembrando que esta mesa redonda ela está sendo transmitida pela rádio e TV A lepra com a sensibilidade em libras E pelo portal alepa ponto pa ponto GOV ponto b r. Nós registramos aqui a presença Nesta reunião do tenente coronel Barros da PM que aqui representa o coronel Dilson Júnior, que é o comandante geral da nossa Gloriosa polícia militar, também a Lúcia Cristina de Andrade de Lisboa, ela é assessora econômica da Federação No comércio do estado do Pará, a Fécomércio, e também conosco hoje é Raimundo Santos Júnior, Ele é o presidente das centrais de abastecimento do estado Pará, CEASA. Logo após o término desta reunião, nós temos coquetel pra todos que estão participando desta deste evento. E pra fazer as considerações finais, sua excelência, deputado Raimundo Santos. Nós não temos Aindagações daqui do plenário. Eu vou pedir ao nosso presidente da comissão, deputado Arnaldo Jardim, que faça as suas Considerações finais, mas antes quero anunciar, que o deputado, que preside a comissão de agricultura da Assembleia Legislativa, deputado Fábio Freitas, do Partido Republicano, ele se faz representar pelo Denis Faria. Deputado, este está em missão, e onde é que está o Denis? Está ali, permita nossos agradecimentos ao deputado que, Faz trabalho magnífico em favor do povo do Pará. Meu querido presidente, vossa excelência pode falar daqui, Durante suas considerações finais. Seu deputado Raimundo Santos me desse A incumbência de dizer uma única palavra, eu não tenho dúvida de qual seria. E diria em nome da Câmara dos Deputados, da nossa comissão De energia, obrigado. Obrigado que eu remeto ao nosso deputado Raimundo dos Santos. Alguns chegaram quando nós já havíamos Eu no momento em que transmitia a ele a presidência da sessão, por uma questão de instituto de justiça, Eu aproveitei pra relatar a todos que aqui estavam e repito isso a todos vocês que aqui chegaram, Que nós temos imenso orgulho de ter o deputado Raimundo Santos na nossa comissão, e o privilégio da Câmara dos Deputados de têlo. Deputado diligente, dedicado, presente nas sessões, não só trabalha pelo seu estado, pelo pelo povo do Pará, Mas participa ali nas decisões que tem a ver com as questões nacionais. Então eu lhe agradeço muito deputado, Obrigado. Obrigado aos nossos debatedores aqui. Eu estou muito feliz, nós não só vamos recolher aquilo que Foi apresentado por escrito, vamos pedir que aqueles que não fizeram por escrito, se quiserem nos brindar com considerações, Possam fazêlo e como disse o deputado Raimundo, estarão integradas à disposição nos anais da da câmara, não só, Mas particularmente na página da comissão que tem sido muito consultada porque no momento em que nós vamos entrar será muito breve Na definição de projetos de lei, sem dúvida essas questões serão de muita relevância e terão Muito impacto, subsídios importantes às nossas decisões. Eu não tenho a pretensão de fazer resumo, seria Muito ousado fazêlo, não daria contas, mas eu quero destacar alguns pontos aí Conforme havia conversado aqui com o deputado Remundo Santos. Primeiro, o fato de que todas as intervenções no meu entender, Acabaram demonstrando o extraordinário ativo ambiental que a região tem, que o estado possui. Ou seja, transformar aquilo que muitas vezes no período anterior era visto como obstáculo numa oportunidade. Então qualificar isso significa monetizar. Eu quero destacar duas matérias, O deputado Raimundo, a ela se dedicou também, nós aprovamos na câmara, estão em momento de implementação, Mas eu queria que as instituições do setor produtivo que aqui estão, de pesquisa, órgão de controle, nosso tribunal de contas, O nosso exército nacional e a representação de todos vocês, nos ajudassem a isso. Há dispositivo que é o pagamento por serviços ambientais. E na sua regulamentação que está sendo feita agora, eu não tenho dúvidas que Várias das iniciativas aqui descritas podem ser reconhecidas e remuneradas. Uma segunda questão muito importante, nós já aprovamos a nova lei de concessão de áreas florestais. O Brasil hoje, se nós reunirmos toda a área plantada do nosso país, tudo aquilo que nós produzimos de madeira, Tudo aquilo que nós produzimos de grãos, soja, milho, sorgo, trigo nas suas variadas É modalidades, o arroz, o feijão, tão necessário subsistência, outros produtos, a cana de açúcar que ocupa várias tensões, Toda a área destinado aos à cultura e à produção de frutas que nós temos, isso corresponde a aproximadamente Nove por cento do território nacional. Nós estamos falando de toda a área plantada do nosso país, Ela chega à casa de oitenta milhões de hectares. Qual o tamanho do Brasil? Nós chegamos na escola e a primeira coisa, Oito milhões e meio de quilômetro quadrado, Pedro Álvares Cabral, é aquilo que logo se fala do ponto de vista do país. Oito milhões e meio de quilômetros quadrado, quanto é em hectares? Oitocentos e cinquenta milhões de hectares. Esse é o tamanho do país. E repito, área plantada do nosso país, oitenta milhões de hectares. As áreas de preservação florestal, e muitas vezes nós não temos condições então São áreas demarcadas, mas não respeitadas, porque não temos recursos, Condições humanas ou de financeiras de fazêlo são quarenta e dois milhões de hectares. Então nós podemos transformar agora com essa nova legislação Em parcerias, Ps, concessões, como algo produtivo que faça a diferença. Mas eu quero ressaltar Aquilo que eu vi de consenso aqui, que é considerar o ativo ambiental, a biodiversidade, e ninguém tem mais No nosso país continental, onde tem lá a minha região, lá da Mata Atlântica, onde temos os Pampas, onde temos o Pantanal, Onde temos o Planalto central e temos a nossa Amazônia. Ninguém tem como vocês a biodiversidade. O segundo ponto, É todo o compromisso com a energia renovável. Entendimento, dados foram inclusive ressaltados aqui sobre o papel diferenciado Que o Brasil tem nessa área da energia renovável. Campeões do mundo, né, por aquilo que foi reiterado por todos aqui nisso. Aqui se lembrou a rápida inserção na nossa matriz da energia eólica e solar. Então nesse momento em que a questão da integração é tão importante, aquele dado, eu acho absolutamente relevante, De que as comunidades isoladas, sem acesso à energia elétrica, conformam número, a mim confesso, Surpreendeu é uma das várias coisas que eu aprendi aqui, de três milhões de pessoas. Abastecidas aqui por sistema de diesel. Caro, poluente e portanto aquilo que vocês, o exército nacional com exemplos que deu, Aquilo que as diferentes políticas relatadas aqui, saúdo aquilo que foi dito de que o 0 governador Helder Barbalho decidiu Implementar plano estadual de energia solar, como uma ótima notícia porque é instrumento para efetivamente Enfrentar a questão dos desafios dessas comunidades isoladas. Terceiro aspecto é a questão da produção do agro. Nós falamos da utilização da floresta, e eu quero dizer do agro, onde o Pará é grande produtor, setor agro, agropecuário aqui. O compromisso que todos ressaltaram, exemplos foram mencionados, de que o Brasil aceita o desafio De combate ao desmatamento ilegal, a FPA Frente Parlamentar Agropecuária, que é integrada pelo deputado Raimundo, Eu sou vice presidente nacional da FPA e tenho a honra também de ser presidente da frente do cooperativismo, e nós Que defendemos o agro, dissemos de uma forma muito clara, que o agro do Brasil é agro sustentável. O compromisso com a sustentabilidade. Isso significa avançar na pecuária, foi mencionado aqui o programa ABC ABC mais Foi dito da vertente toda de bioinsumos e nós sabemos que podemos produzir Com respeito ao meio ambiente, ao contrário, está certo? A agricultura bem conduzida significa inclusive recuperar a mata ciliar, Preservar nascentes, conservar solo, porque não tem ninguém que deseja mais que o solo, que o ar, que as condições de Hídricas sejam respeitados do que aquele que é o bom agricultor. E a ciência, a boa ciência indica isso. Quero cumprimentar particularmente, não sabia também, aprendi mas que vocês constituíram, saudando as duas reitoras, os professores Que nos brindaram com as suas intervenções, o Walkimário também, está certo, constituíram fórum integrado das instituições de pesquisa Aqui da região da Amazônia, isso é uma notícia muito positiva e muito importante. Quero Sómar último talvez aspecto aqui, que é a questão da educação e da mudança cultural. E olha, todos mencionaram isso, mas quem falou uma, duas, três vezes na questão da mudança cultural E conquistar corações e mentes, vem da palavra do general. Talvez seria num primeiro momento que eu olhasse essa mesa e falava assim, Talvez quem vá falar pouco mais rápido disso, por conta de suas outras prioridades, tenha sido seria teria sido general, Mas ele enfatizou muito essa questão de mudança comportamental, né? Comportamental na relação com a natureza, Na relação com a questão social para buscar superála, integrala nisso, né. Eu saio portanto muito animado Com relação a tudo que eu ouvi aqui, certamente os nossos companheiros da comissão, Augusto remotamente acompanharam E todos terão acesso ao material, vão como eu dizer obrigado. Obrigado a vocês que nos prestigiaram aqui, Obrigado aos debatedores, obrigado ao deputado Raimundo Santos, e reafirmar a nossa convicção. O Brasil Não é algoz ambiental. O Brasil é a vanguarda da nova economia, Da economia de baixo carbono, da economia verde no mundo, está certo? E nossa comissão, Quando formaliza as regras da transição energética, quando apresenta projeto de regulação Para a produção do hidrogênio, do hidrogênio de baixa densidade de carbono, do hidrogênio verde, buscará dar uma contribuição nesse sentido. Muito obrigado a todos.
Deputado
Deputado agradece participantes redonda sobre transição energética e destaque para ciência na Amazônia; menciona aquecimento global récord e chama atenção para potencial da biomassa no Pará. Pará hospedará COP30. Escola Legislativa tem cinco turmas de graduação e pós-graduação em gestão.


