COMISSÃO ESPECIAL PARA ESTUDO DAS INICIATIVAS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
Sobre o Evento
Comissão discute transição energética e hidrogênio verde em 29/09/2023.
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Bem, estamos ligados né? Depois desse vídeo da apresentação quero agradecer mais uma vez a Eletrobás que nos acolhe e quero imediatamente convidar pra que se somem a mim aqui nessa mesa, queridos e especiais amigos, nosso anfitrião, Ítalo Freitas vicepresidente de expansão engenharia da Eletrobras Ítalo por favor aqui. Convidar com muita alegria o meu colega de câmara, uma referência pra todos nós pelo trabalho que tem em defesa do Rio de Janeiro e agora emprestado aqui como secretário de energia e economia do mar, o deputado Hugo Leal, por favor Hugo. Convidaka pra que se some a nós aqui, ele que preside a nossa Câmara de Comércio Brasil Alemanha, Gence Wellington. Gence por favor, conosco aqui, convidar José Firmo CEO do Porto a Sul, por favor. E com muita alegria convidar os exministro representando a Firjan, meu querido Márcio Fortes, por favor Márcio. Bom dia a todos, eu tenho que cumprir até ritual inicial aqui e todos compreenderão porque essa seção transmitida que está sendo pelos órgãos de comunicação, redes sociais e tudo mais, também está sendo reproduzida no portal da Câmara dos Deputados, constarada dos anais, então é com muita satisfação que dou início à mesa redonda, transição energética e produção de hidrogênio, promovida pela comissão especial da Câmara dos Deputados para estudo, avaliação e acompanhamento das iniciativas e medidas adotadas para transição energética, fontes renováveis e produção de hidrogênio no Brasil, comissão que tenho a honra de presidir, agradeço muito a Eletrobás por autorizar a realização dessa câmara aqui no auditório, agradecendo ainda a presença de todos que aqui estão. A dinâmica nossa desta manhã aqui de debates trabalho interação ela consta dessa mesa de abertura e que nós teremos uma palavra de saudação por todos que aqui a Integram, e depois nós teremos, e foi bom porque muitas pessoas, o Rio de Janeiro contribuiu de uma forma muito significativa, viva, e nós vamos ter duas rodadas de debates, está certo? Agora é uma saudação mais inicial e vamos depois nos dobrar. Por exemplo, o 0 Firmo está aqui conosco, fala aí no Porto Açu e depois o Eduardo vai fazer uma a colocação mais abrangente, o querido Márcio que está, e a Cíntia depois vai falar com mais detalhes sobre as iniciativas da FiJan e assim sucessivamente Então eu quero, dizer mais uma vez da alegria de recebêlos, e aqueles que me conhecem ou conhecem há muito tempo, nós temos paixão pelas coisas que fazemos, nós temos paixão pelas coisas que fazemos, então eu vou me permitir não só fazer essa saudação, mas não só em meu nome em nome dos deputados que integram essa comissão, em nome do presidente da câmara o presidente Arthur Lira, em nome do Congresso Nacional, eu vou adiantar alguns pontos porque eu quero convidar a todos a ter objetividade naquilo que falarão, está certo? Para podermos usar bem esse tempo. Que nós estamos vivendo momento de extraordinária oportunidade, todos temos consciência, que nós temos sentido de urgência necessário, também todos passamos a ter essa percepção. Então eu quero dizer de metas que são muito ousadas, nós realizamos uma mesa redonda como essa em São Paulo, depois nós realizamos uma pela região norte em Belém. Nós estamos aqui com vocês hoje, e nós vamos ter uma próxima reunindo o Polo Nordeste que será feito em Fortaleza. Nas diversas audiências públicas que nós fizemos, alguns algumas de vocês acompanharam remotamente, ou acompanharam pessoalmente lá, nós fomos enfrentando diferentes aspectos. Nós fomos discutindo por exemplo, a questão do conceito básico do hidrogênio e da transição energética. E aí surge toda uma reflexão sobre a questão da taxonomia. Num segundo momento nós discutimos muito sobre a questão da governança, como o setor terá depois uma governança, quer seja uma governança do ponto de vista de políticas públicas, integrando a ação do governo federal, dialogando com a os estados e até os municípios nesse sentido, nós tivemos outro momento em que nós tivemos a presença das pesquisa e isso significou abordar diferentes rotas tecnológicas. Depois nós tivemos outro momento em que nós cotejamos aquilo que são experiências internacionais. E nós por exemplo vemos o tamanho do desafio do ira, inflexion reducture act, nós vemos toda a a iniciativa de compras que faz a comunidade europeia particularmente a Alemanha, está certo? Nós vamos seguindo nesse mesmo caminho de aquisição de hidrogênio, a Coreia do Sul e o Japão já também com medidas na mesa para poder fazer Nós vemos outro caminho, que é o caminho de incentivo a toda indústria vinculada a isso. A extensão do conceito de rede que nós temos aqui no Brasil pra alguns segmentos, mas isso sendo extrapolado em outros países com iniciativas ou outros apostando no caminho do fomento. Nós recebemos lá o BNDES, nós recebemos lá os bancos de desenvolvimento a FINEP para discutir exatamente o estímulo à inovação. E nós teremos diálogo na próxima terçafeira lá, com os diferentes ministérios que estão tomando iniciativa. Nós temos plano nacional de hidrogênio em vigor no Brasil, desde há quatro anos atrás já, está certo? Que foi revisto atualmente sob consulta pública e novos passos sentados. É suficiente isso enquanto política pública? Pare e passo, também digo a vocês que ontem estive no Senado, lá uma comissão similar à Câmara SE Desenvolve, é coordenada pelo senador Sid Gomes, e nós temos buscado uma grande interação. E por estímulo o nosso, meu senador Sid Gomes, o governo onde algumas iniciativas acontecem, o Ministério de Minas e Energia chegou a anunciar alguns pontos de uma regulamentação, nós vimos que o Midique através de uma secretaria ali, ministro Geraldo Alckmin e secretário Rodrigo Rollemberg, exsenador, exgovernador, está delineando uma proposta de regulação pro setor. O MMA, Ministério do Meio Ambiente, também. E nós encarecemos e fomos bemsucedido essa semana pra que o governo pudesse pouco, unificar os seus esforços, caminhar no sentido também de fazer uma ação mais integrada. É natural que ela surja ali por diferentes caminhos, mas é importante que nós possamos ter isso depois coordenado, né? Nós temos portanto aí o momento de oportunidades, óbvio. Nós mais do que isso e agora eu remeto a algumas questões bem pontuais, que desde a abertura, porque eu sei que as pessoas que aqui estão não só falarão, bom dia estamos aqui feliz de estar mas vão avançar está certo? Como os debates também vão ocorrer, estou com muito animado estou vendo aqui a qualidade das pessoas que aqui estão, isso me faz ter convicção daquilo que nós poderemos produzir hoje aqui. Eu não vou começar declinar nomes mas o Rogério me orgulha tanto aqui representando a ATGASS muito obrigado, empresas como o Shell aqui representadas está certo? Operadoras de direito como a doutora a, então tudo isso monta conjunto, está certo? Que me faz ter aqui uma multiplicidade de olhares. Pontos da regulação. E aí talvez seja até o Ziraldo olha pra ele e fala vamos dar spoiler aqui. Primeiro, item que constará básico é o conceito do hidrogênio e taxonomia. Nós, a comissão, está optando, por isso que eu quero que seja submetido à análise crítica eventual de vocês, por conceito que ao invés de entrar pelo caleidoscópio, que é bonito das cores está certo? Que nós possamos entrar num conceito e eu, o que estou trabalhando, é para que nós olhemos o hidrogênio de baixa intensidade de carbono. Segundo, com relação à governança. A governança deve significar iniciativas do Poder Público, mas ter particularmente nesse assunto que é tão dinâmico, que é tão inovador, que é tão sensível a mudanças conceituais porque há mundo de descobertas pra que ela possa interagir e ter órgãos híbridos, em que se peça se reinvide, que se estabeleça espaço para que a sociedade, pelos seus órgãos de pesquisa, o 0 compartilhar dessa governança, não pode ser uma coisa só de governo. Agências reguladoras, a doutora Marina daqui a pouco vai participar aqui conosco, mas eu estou defendendo que ao invés de uma ideia de constituir uma outra a alguns que propõe dividir responsabilidades, acho que nós temos que concentrar em uma agência, eu acho que a ANP reformulada, até o seu nome e tudo mais, deveria ser destinada a fazer isso. Nós precisamos de ter critérios claros de certificação, Greenwashing, coisas que já aconteceram no mundo nos dão aprendizado, então nós teremos capítulo sobre a questão da certificação. E tem que é o qual eu não vou dizer que eu estou perdendo cabelos porque poucos há para perdêlos, está certo? Mas que nós estamos nos discursando, que é sobre medidas de incentivo de subsídio. Subsídio em os momentos aqueles que defende como eu uma visão liberal da economia, está certo? Acham que isso pode se assemelhar a palavrão e não acho que seja, está certo? Quando a Alemanha compra, o hidrogênio, e depois vai vender por metade do para a sua indústria, está certo? É subsídio, mas não é palavrão, está certo? Porque ele tem a clara forma de induzir demanda, de criar, está certo? Novo mercado e tudo mais e tal. Da onde subsídios a quem? É Pra incorporar o hidrogênio na matriz de produção é a São Cíntia, é isso que nós vamos pensar em fazer? Nós vamos ter é os subsídios que vão na são dos equipamentos, está certo? Ou na produção diretamente do hidrogênio. Aonde e as fontes pra poder fazer isso. Então, taxonomia, critérios de governança, certificação, bloco de incentivos que nós possamos fazer. É em torno disso que nós estamos debatendo, nós estamos pisando no a dor, está certo? E queremos oferecer rapidamente essa alternativa para que o Brasil possa ter esse protagonismo e, eu tenho certeza de que vocês contribuirão muito nessa manhã, reitero o agradecimento a todos e passo imediatamente te convido a usar a palavra o nosso Ítalo vicepresidente da Eletrobras. Neto Paulo Álvaro, muito obrigado, excelente excelentes palavras, visionárias e efetivamente direto ao ponto, né? O 0 que a gente realmente tem que fazer, eu posso posso aqui dizer que eu estou nesse nessa nesse tema de hidrogênio desde dois mil e dois mil e quando eu fiz o meu mestrado e doutorado na Unicamp professor, eu acho que é o pessoa que mais entende hidrogênio aqui no Brasil, professor Enio Peres, do departamento de hidrogênio da Unicamp, a primeira célula de combustível brasileira, eu tenho até uma foto, muito novo sem barba, fazendo mestrado e doutorado no tema hidrogênio, inclusive foi AA0 projeto que deu início a Raitron, que é uma das da da e vamos dizer assim, da do orgulho brasileiro, né, porque foi empreendedor que levou o desenvolvimento de hidrogênio e de construção de eletrolizadores. Só pra dar uma introdução aqui, a gente vem debruçado na na questão do hidrogênio a gente a Eletrobras com uma equipe muito muito dedicada a isso, né inclusive nós somos a a empresa que partiu na frente na construção de eletroalizador, que realmente está produzindo hidrogênio verde em escala comercial EEE industrial, fruto aí da da iniciativa conduzida aqui pro nosso amigo Vitor, a gente tem uma Equipe de hidrogênio dedicada ao hidrogênio aqui na Eletrobras aí, se pudesse colocar a foto do nosso eletrolisador né, que está na na usina de Itumbiara, produzindo hidrogênio verde né? E isso é é motivo de muito orgulho pra Eletrobras porque nós somos a maior empresa de energia da América Latina né, e quiçá a maior uma das maiores empresas de energia renovável do mundo, né? E esse é o nosso objetivo, e ora, se nós somos uma empresa de energia renovável, óbvio que a Eletrobras tem que estar no no na economia do hidrogênio verde, somos integrantes da ABIV, não é, tivemos a o prazer de estar com o presidente Lira, na semana passada em Brasília discutindo e apresentando os as as algumas diretrizes que a Biv acha acho interessante na na na no mercado hidrogênio, muitos desafios, né? E eu trago aqui deputado, uma pequena contribuição da Eletrobras, que são considerações, é uma nota técnica com considerações aí sobre o armazenamento hidrogênio elaborado pela nossa equipe, que é dedicada como todos sabem, a Eletrobras tem porte de pesquisa, o CEPEL como se pode pesquisa e o CEPEL mais o pessoal de de pesquisa e desenvolvimento, eles desenvolvem muita pesquisa em cima de hidrogênio, né, e aqui está o nosso eletroalizador aqui a foto pra quem não conhece, Itumbiara, né, que faz uma mescla de energia solar com energia hidráulica, E a nossa a nossa pequena contribuição queria entregar pro senhor aqui, umas considerações sobre armazenamento de hidrogênio, espero que contribua na na na elaboração Quer te peço pouquinho aqui vamos, a contribuição como essa tem que ser registrada, ajuda aqui o junto aqui por favor aqui olha. Perfeito. Então é uma uma pequena contribuição pra que o senhor tenha o embasamento perfeito na hora de de ir lá e lutar por essa por esse benefício pro mundo, né? Isso é é benefício pro mundo. Eu venho nos últimos, vamos lá cinco anos, muito me envolvido com a questão do hidrogênio, e venho vendo e ouvindo Tendo e ouvindo o a evolução da economia do hidrogênio no mundo, em diferentes países EEEE diferentes como o senhor bem falou Estados Unidos e Europa, uma briga né uma briga saudável entre os as regiões né, o ira no nos Estados Unidos, e todo o 0 aporte lá de de da Europa, o Banco de Hidrogênio, 00H dois global enfim toda todo esse esse esse movimento da Europa, e também eu acho que passa pouquinho Abaixo do do radar, movimento grande eu tive a oportunidade de estar a semana há duas semanas atrás na China passei uma uma semana e meio na China, a China. É impressionante o que os caras estão fazendo pra o hidrogênio. Eu acho que está muito abaixo do radar, a gente está muito, muito vendo Estados Unidos e Europa, e está deixando de lado o que a China está fazendo na questão de hidrogênio eu tive a oportunidade de estar presente em uma fábrica em Xangai, de eletroalizadores, Onde, só no pátio da do do da fábrica, estavam quinze eletroizadores prontos. Prontos, fabricados e montados na no pátio. Cada eletroalizador de cinco megawatts. Conversei com, seis empresas grandes, chinesas, e eles estão, hoje eu tenho a capacidade de giga, mas daqui a três anos eu vou ter a capacidade de trinta giga de produção de eletrovisores. Então assim, é impressionante, o que vem, EEE0 que vai invadir nesse mercado mundial, a capacidade produtiva chinesa nos nos no no tema de de eletrólise que é dos componentes mais, mais importantes da produção de hidrogênio. E ao mesmo tempo a gente vê aqui o Brasil se despontando, ora, pela condição excelente que é, produzir hidrogênio verde no Brasil. Nós temos uma atriz, né, basicamente renovável, todo mundo já sabe disso, e uma coisa que é interessante na minhas experiências internacionais, Antes de me juntar à Casa Eletrobrás, a questão do vinte e quatro sete renovável, né? O que que é o vinte e quatro sete renovável? O eletrolizador pra produzir hidrogênio competitivo, ele precisa funcionar vinte e quatro horas, sete dias por semana, sem parar com uma alta taxa de utilização. E hoje, são poucos os países conseguem atingir isso. E dos poucos países e eu acho que é dos top dois ali, é o Brasil, pela condição das hidrelétricas. A hidrelétrica é é É uma é uma uma energia despachável, firme, sazonal mas despachável, firme, que pode, e renovável, que pode, a a tendência e requisito da eletrólise. Só como exemplo, eu trabalhei num projeto de hidrogênio no Chile, e E esse projeto de hidrogênio, ele utiliza sol, muito bom, filha espetacular em sol, e utiliza, muito baixo fator de capacidade eólico, porque eles têm pouco, principalmente no norte, no sul é melhor, Mas tem que colocar bateria. Isso aumenta demais o preço do do hidrogênio. Estados Unidos também de alguma de certa forma na mesma na mesma ou seja os países que hoje são muito ligados à à termoelétrica, vão ter dificuldades em em produzir hidrogênio competitivo. E o Brasil deputado, assim por experiência própria, está no cenário mundial. Agora, precisa de todo o suporte de políticas públicas, de de e e principalmente eu vejo o hidrogênio, iniciando por consumo interno, né? Então a gente precisa tanto, tanto apoiar a produção do hidrogênio como também o consumo do hidrogênio no Brasil. E esse consumo de hidrogênio no Brasil, ele passa na siderurgia, nos fertilizantes, nos, enfim, em toda a cadeia produtiva brasileira que a gente possa de alguma maneira, tem a barreira tecnológica mas que a gente possa converter esse pessoal a consumir o hidrogênio e exportar alumínio verde, exportar Tá soja verde, exportar outro produto verde, e aí obviamente que, a incrementar a balança comercial brasileira com a exportação do do da commodity, amônia, hidrogênio, Inclusive o Brasil pode ser dos grandes produtores de imetanol, né porque a gente tem muita plantação e tem muito co dois biogênico. Então isso é outra vantagem brasileira, nós somos país agrícola, então a país agrícola tem a capacidade de produzir muito CO dois e biogênico que é uma das composições principais pra produzir o etanol. Então pra finalizar a minha fala, deputado muito obrigado por por vim aqui a nossa casa, nossa casa sempre está disponível pro senhor e pra todos que queiram debater o hidrogênio a economia de hidrogênio, EEA nossa equipe está à disposição tanto aqui da Eletrobras como na ABIV também né? Na na na figura do nosso presidente lá da ABIV o 0 Luiz Viga que é Obrigadodor também, e o senhor claro, e estamos à disposição pra qualquer qualquer ajuda, qualquer dúvida, Crítica e a Eletrobras brasileira, e produzir hidrogênio verde como a empresa brasileira é é o melhor dos mundos. Obrigado deputado. Muito obrigado Ítalo, nosso respeito, nossa reiterado agradecimento a você e a toda equipe me permito a todos saudar na figura do Bruno Eustaquio que lá em Brasília, já fez chegar, essa contribuição que é valiosa, ela ficará disponível no nosso site. Já comunicar como todas que temos recebido aí pra que possa ser submetida a análises, sugestões e reformulação. Muito obrigado. Obrigado. Passar imediatamente ao nosso querido, Hugo Leal. Tem microfone sem fio? Aqui. Dispensa comentário, apresentação, secretário Hugo Léo. Alô alô alô Bom dia a todos amigos aqui, me permita cumprimentar a todos na figura do meu caríssimo amigo Arnaldo Jardim, de muitos embates, muitas lutas. E vocês vão entender agora O que que é o parlamento? Arnaldo é uma pessoa admirável, eu eu é uma referência nessa área de energia, Mas nós temos a condição do do parlamento poder discordar. E eu não vou fazer essa desfeita dele aqui, que ele Colocou com tanta maestria a lógica, o perfil pragmatismo que deve imperar nas discussões, Mas vou me permitir aqui estabelecer alguns pontos da divergência. Eu não sei quem foram as Quem foram as pessoas que estavam ontem lá na na Fundação Getúlio Vargas? Firmo estava, tinha mais alguém na Fundação Getúlio Vargas que acompanhou o debate, Falava sobre a cadeia de de da indústria de óleo e gás, nós tivemos discussão de petróleo, e na a fase final Houve tema que era exatamente esse que nós estávamos discutindo. Transição energética, hidrogênio. E Foi muito providencial que a diretor da Petrobras Tomás Kini que é hoje né o responsável por essa etapa Por a discussão da na Petrobras sobre o sobre transição energética, estava lá nós tivemos a oportunidade de fazer profundo debate. E e também a participação do professor Roberto Ramos, que é profundo conhecedor do tema e eu vou sugerir Viu Arnaldo, desde já AAA oitiva dele na nessa comissão. Porque eu digo o seguinte, eu Eu entendo, e aí nosso papel como parlamentar tem que ser esse, que nós temos que conduzir também pelo pragmatismo E pela o realismo. E, por óbvio, eu disse ontem e vou repetir aqui hoje, O nosso parlamento, e é natural que acontecesse isso em outros em outros locais, nós temos o discurso e o recurso. O que que estabelece o discurso, e onde estiver o recurso, o discurso se transforma na prática. Acho fundamental, acho que o debate e eu tenho aprendido ao longo desses desses meses que estou à frente da secretaria, que o papel que o país né, que o Brasil desempenha, é o papel de protagonistas. Concordo com o Ítalo, e aproveito aqui pra cumprimentar a Eletrobras, Especialmente na figura do senhor presidente Ivan Monteiro que eu tenho profunda admiração e conheço há quase vinte anos, de por onde passou fez brilhante trabalho. Dizer que, desse papel e desse pragmatismo, eu quero deixar claro a minha posição, Que o Brasil, né o Brasil é protagonista desse tema, eu eu tenho implicância que a palavra transição energética, você parece que você está interrompendo o ciclo e E vai começar outro, na realidade é uma é uma transformação, uma evolução. O Brasil é é Pode estar em qualquer mesa de debate porque o Brasil tem feito o seu dever de casa. O Ítalo falou e eu reforço a nossa matriz energética matriz De origem limpa, renovável, com as características e com Os potenciais que o país detém. E ele vai ter que trabalhar com essas características, com essa Com essa linha, com esses elementos e com os potenciais que tem. A introdução do hidrogênio, Que aliás na introdução porque quantos anos nós discutimos hidrogênio, e aí eu concordo com você que o calenda os copos pode Enviar pouco mas ele é fundamental pra gente definir em que espaço poderemos ter mais investimento que eu falo dos recursos. Esses esse esse diferencial esse hidrogênio que hoje é cantado em verso de prova e parece que basicamente só há aceitável o hidrogênio verde, É fundamental que nós, como matriz renovável, é fundamental que nós possamos entender que no processo Da evolução, da evolução energética, da transformação energética, como é que você acolhe os as matrizes, como é que você acolhe os outros potenciais energéticos e como é que você faz a descarbonização desses outros potenciais energéticos. O Rio de Janeiro é porventura, ou por bênção divina, na criação do mundo, quis Que aqui nós tivéssemos mais de oitenta por cento da produção do petróleo, setenta e três por cento da produção do gás natural. Então nós temos como matriz energética, essa costa brasileira que é ativo do país Do Brasil não é do do Rio de Janeiro, mas é ativo que está aqui e que tem que ser aproveitado e que nós temos discutido permanentemente a questão Do gás natural. E o que fazer com o gás natural? Lembrando outro fator que é preponderante, e que o Brasil não precisa pedir licença Pra ninguém no mundo, a nossa matriz energética, a nossa produção de petróleo especialmente do présal, Tem baixo teor de carbono, de emissão de carbono. Alguns postos têm até nove, eu acho que salvo se eu não me engano nove quilos De, por por, pro barril. A média mundial é dezoito, dezenove. Nós temos postos Aqui na nossa média é de doze, onze doze, que isso é processo de descarbonização, isso é chamase transformação energética. Consciência de onde estamos, o que Consciência de onde estamos, o que podemos fazer, onde queremos chegar. Ah isso isso é de você interrompe ou você não quer fazer o processo de discussão? Não, pelo contrário, o processo de discussão Das energias renováveis, o processo de discussão do hidrogênio nas suas variadas matrizes, ele é inevitável. O perfil, a a proposta é agora, até onde ele é viável? Eu digo até onde eu vou investir, Porque o discurso é discurso importante num num cenário mundial e até onde ele é viável econômico e financeiramente. O seu transporte, a sua transformação, você liquefazer ele e fazer o transporte até a Europa seja onde for. Então, Esses princípios são fundamentais pra nós entendermos onde estamos e aonde queremos chegar. Esse é o acho que eu entendo que é o grande diferencial. Esse Arnaldo, né, e não é crítica é o comentário, não é divergência, mas são posições Que é assim que o 0 parlamento funciona, eu sou profundo, grande admirador de todas as outras incentivador aqui no estado, das É de das de outras energias. Nós não somos grande destaque na energia solar, talvez o sétimo, o oitavo estado na federação que Produza energia solar. E é eólica muito menos, a eólica é uma característica, eólica o Uncho é uma característica nordeste. Mas isso não quer dizer que o estado do Rio de Janeiro está deitado em berço esplêndido como diz o nosso hino, e é esperando as coisas acontecerem sobrevivendo ou vivendo dos benefícios dos beneplácito que o ROD e a indústria de petróleo. Não, pelo contrário. O que que nós estamos fazendo? Nós estamos investindo e buscando parcerias a a própria criação de uma secretaria de energia específica pelo governador do estado, dá o perfil, Da importância, da relevância do debate da e a discussão da política pública, como ela tem que ser. Porque isso Arnaldo, o que pra mim também é inevitável que os demais estados deverão passar a discutir, não é só mais o desenvolvimento econômico não é só mais a questão ambiental, e sim o princípio da questão energética. Ela é, e você não precisa aqui fazer esse convencimento, ela é matricial, ela é o 0 cabo de conectividade com todas as outros debates. Com a com com a questão ambiental, com a questão do desenvolvimento econômico, com a questão de perspectivas do que que que tipo de de Ação de que tipo de afirmações nós queremos fazer. Então quando aqui né o governador Cria né? Dá, Asos a uma uma função específica da área de energia e a economia do mar, e a economia do mar nada mais é de todas as Potenciais que o mar pode oferecer inclusive pro o óleo e gás, é pra demonstrar esse desejo de nós Seremos também coparticipantes solidários nesse debate e também atores Nessa nessa propositura. Nisso que nós que você viu nesse seu nessa sua linha pragmática que já é reconhecida dentro do Agora, vamos estabelecer o que que é o princípio do discurso, Aonde ele vai, aonde ele se encaixa, e aonde isso se torna recurso, aonde isso efetivamente, do ponto de vista financeiro, do ponto de vista da equação, Para de pé. O debate no mundo, ele é fundamental e tem acontecido. Nós não precisamos ser pautados, nós devemos pautar. Nós temos elementos e temos temos moral, temos autoridade energética pra poder pautar. Eu acho que isso é o grande diferencial. E aqui a a despeito de você falar do neol neoliberalismo não Neoindustrialização, nós também não podemos cair nas, numa numa esparrela, num perigo, do neocoldoneoismo. Nós já exportamos para o Brasil. Necessariamente nós vamos precisamos produzir hidrogênio pra exportar hidrogênio. Não é dentro dessa lógica, guardada as proporções e obviamente os fatos históricos. Nós temos matrizes energéticas para a nossa, para o nosso consumo Pra pra uma discussão até do conceito mundial, eu eu não eu não não me afasto disso em modo em momento algum. E é isso que tem Arnaldo, eu acho que a consolidação, o trabalho, a dedicação que o parlamento tem, que que o Senado tem, que a Câmara tem, que eu tenho muito orgulho de estar participando há mais de vinte anos assim como você, é o que nós temos que trazer ou a dose de realismo, o choque de realismo pra gente poder conviver, compartilhar e estabelecer quais são os mecanismos que a gente pode Pode alcançar quais são os objetivos que nós podemos alcançar? Não são excludentes, são complementares. Tendo essa visão nós vamos entender que como é que nós vamos passar por essa transformação energética, por essa evolução energética. E pra não dizer aqui, partindo pro meu encerramento que a gente porque a gente que eu vim falar aqui que eu vim fazer uma contestação e aí esses dias brincaram comigo que eu estava sendo negacionista, falei pelo amor Deus, a face de mim é esse cara, se eu estou completamente fora, eu sou, a visão como a sua, da realidade, dos nossos potenciais, De como é que nós fazemos essa essa transformação. Aliás, aspecto aqui ponto aqui, recente, eu vi uma apresentação da EPE, Se nós tivéssemos uma transição energética, fato, nós não deveríamos ter lenha. Hoje ainda o Brasil está com índice de queima de lenha, De cento e oitenta anos, ou seja, a matriz energética aumenta a qualidade mas ainda a lenha está presente ou seja, isso é algo Completamente fora de qualquer conceito. Então que tipo né de planejamento nós estamos fazendo, que tipo de avaliação, que tipo de de De olhar que nós estamos dando nessa nessa visão, nós não podemos nos isolar, no nos nos nos segregar em caixas E deixar de ver o a realidade do mundo que nós estamos vivendo, e é exatamente essa transformação. Nítido e aí você é perfil que eu acho que ficou muito Nessas nessa nessa mudança, na visão do mundo, as empresas de petróleo não são mais empresas de petróleo, são empresas de energia. Essas empresas de energia hoje, a própria Petrobras, a Shell, BP, todas outras né, que algumas já estão composta Elas entenderam isso, e elas estão aplicando isso. Os maiores investidores em energias renováveis são exatamente as empresas De petróleo. E aí passo pra os exemplos práticos aqui do Rio de Janeiro. Então você está discutindo, você está fazendo muito discurso e está tocando pouco recurso. Então, Vamos pra questão prática. Primeiro, o Rio de Janeiro, nos no potencial eólico que nós já temos com a experiência de De mais de quarenta anos de de produção, nós o estado colocou à disposição, já publicou estamos com sete subgrupos de trabalho, pra poder fazer o primeiro protótipo, o primeiro projeto piloto de eólicas offshore. E a eólica offshore, por óbvio é dos ativos Da base, até mesmo pra transformação do do hidrogênio, pra pra pra pra uma captura de energia renovável, E dos principais, vamos falar, uma dessas principais parceiros está aqui na mesa que é o Porto do Açu, Assim como outras, hoje nós já temos mais de vinte entidades entre públicos e privadas, sentadas à mesa discutindo protótipo Pra colocar de pé é uma uma proposta que hoje não tem no país nenhum exemplo de de de, Chama usinas né? Onchoe offshore de de eólica. Então a gente está fazendo nosso dever de casa. Esse que é o papel, o que que eu posso fazer? Qual é o qual é a diferimento tributário fiscal, o que que eu posso facilitar, o que onde é que eu reúno os Os ambientais pra poder dar uma agilidade no processo do nosso papel nós estamos fazendo, pra não dizer que nós estamos só no no no discurso. Outro, nós estamos Fazendo aqui, e aí o estado de São Paulo e outro estado de Minas são importantes, é dos maiores contaminantes, o 0 maior processo de carbonização são se você sabe disso é a matriz energética dos veículos do do nosso sistema rodoviário. Nosso sistema rodoviário é Que infelizmente mais emite CO dois no no no mundo. E aí, não só no Brasil mas Especialmente no Brasil da que nós estamos tratando. Que que nós estamos fazendo aqui? Reunindo várias entidades que o Rio de Janeiro já tem uma característica, perfil de de de estado que é a maior produção de GNV né, nós temos aqui A maior frota do país de GNV de gás natural veicular, que é gás natural também de baixa, de baixa emissão, Que também é é ativo aqui do nosso estado. Nós temos mais de setenta e dois por cento da frota nacional circulando aqui no então, Qual é o a equação que nós temos que fazer pra evolução? Vamos levar isso para os os caminhões, pras frotas, pras pra frota pesada. E pra foto pesada você tem que melhorar, você tem que criar condições. E aí nós estamos fazendo aqui grande debate também com entidades, Com com distribuidoras, com postos de gasolina, com estou dizendo, os a solução sempre é o diálogo, é sempre ouvir, é sempre consolidar, Pra criação na dos corredores azuis. E aí hoje já tem empresas como a Iveco, há empresas como A Scania que já estão fazendo os seus caminhões com gás natural. Então nós não podemos desprezar, não vai ser é só a eletrificação, vai ser Vai ser o hidrogênio, mas vai ser a transição através do gás, através do aproveitamento, através da captura desse CO dois, Através de vários outros processos. Nós estamos fazendo, ou seja, isso é uma realidade, nós já conseguimos fazer isso, colocação de Em parceria de bicos de alta pressão em vários postos entre o Rio e São Paulo. Ou seja, nós vamos ter corredor azul. Mesmo que você não goste Das cores né porque você fez uma crítica que é uma brincadeira aqui com o cade endoscopia, mas isso é importante. É uma contribuição efetiva Sobre essa o processo de carbonização. E por último e pra encerrar, aliás antes de encerrar eu quero registrar aqui a presença do nosso colega Deputado também Cristina Áureo, grande incentivador, né? Na nossa cidade de Macaé. E dizer o seguinte, Nós também estamos fazendo dever de casa. Aqui por exemplo, talvez nem todos saibam né A eletroconclear nós temos aqui duas usinas, usinas de Angra e Angra dois. E nessas usinas de Angra e Angra dois, Para o resfriamento da das das das turbinas, para o resfriamento das, Dos geradores, é utilizada a água do mar. Essa água do mar é utilizado em hipoclorídeo de sódio, e eletroilizador. Isso, produz hidrogênio. Nós temos as duas usinas Angra e Angra dois produzindo hidrogênio, que vai, e E que é expelido na atmosfera. Cento e cinquenta quilos de hidrogênio por dia. E ela tem uma uma contingência, ela tem backup e isso Se você estabelecer você pode produzir trezentos quilos de hidrogênio por dia. Que que vocês estão fazendo? Nós estamos dizendo o seguinte, nós estamos dialogando com eletronocriar, estamos dialogando Com a com a outras entidades e buscando colocar esse hidrogênio a captura desse hidrogênio pra poder alimentar energia da vila da da Electrac dá apoio e aí seria a primeira cidade, primeira vila do país. Então, Pra você ver Arnaldo aqui, nós precisamos às vezes exemplos pequenos, mas que são fundamentais e que são transformadores. Não abandonamos e nem vamos nos distanciar do propósito das das linhas e da transformação que o hidrogênio vai trazer. Mas vamos trabalhar ele com pragmatismo, pro realismo e também com as potencialidades que nós temos. Então, é uma imensa satisfação têlo aqui, recebêlo aqui, Mas exatamente o que o que o que nos nos espelha, o que nos deixa tranquilos, Exatamente conviver dentro do parlamento com com os mesmos objetivos às vezes com caminhos diferentes, mas tendo certeza que nós vamos alcançar isso. Parabenizar você, parabenizar toda a subcomissão por esse trabalho, tenho acompanhado para e passo e quero me juntar né me ombrear a vocês aí não só Aqui como secretário de energia do estado do Rio de Janeiro, mas também como parlamentar porque eu acredito muito nessa transformação. Na transformação energética, na transição A gente vai deixar pra pra outro capítulo. Muito obrigado. Muito obrigado Hugo Leal, querido amigo. Obviamente as colocações do Hugo vão ser tratada nas mesas de debate aqui tem olhares sobre isso aí, né? Eu que não registro vou fazer duas frase porque ele se referiu tanto as nossas divergências aqui eu acho que realmente algumas têm. Primeiro que o Hugo falou assim, não transição cuidado, mas só que toda a colocação dele foi sobre a transição, tá certo? E depois você disse o seguinte, tem que ser pragmático, eu também acho, somos assim, eu e você e tantas vezes fizemos batalha juntos, eu quero lhe parabenizar pelos exemplos concretos que você desenvolveu aqui. Tanto essa questão do reconcituamento da de Angra o potencial que tem, esse conceito de corredor azul ou corredor sustentável né, como nós temos feito aí, eu acho que são iniciativas muito importante e muito bacana. E por conta, e o projeto piloto aqui me referido, é referido sobre eólica offshore, está certo? Então esse é o Hugo, quer dizer, ele falou vamos pouco devagar mas ele está acelerando, está certo? E eu gosto disso. Só pra também botar no radar de todos, nós estamos falando de regulação da transição dos caminhos de produção do hidrogênio e tem três documentos o Cristina é craque nisso, que eu peço que vocês nos ajudem aí porque dialogam com isso. Primeiro nós vamos definir Ka de carbono. Então tem muito a ver com isso. Segundo, recebemos o projeto do governo e algumas menções feitas pelo Hugo me motivam a falar isso, que é o PL Combustível do Futuro, que discriminou exatamente a questão do aumento da edição do etanol até o cenário de trinta, o H VO, o 0 diesel renovado que pega uma outra vertente, e a questão do SAF, está certo? Para aviação também que estão, são coisas complementares. E está lá persiste aqui na casa da Eletrobras, está certo? O quatrocentos e quatorze, essa transformação tão importante, onde cativo e livre convivem, onde nós saímos de uma questão de fontes de energias fixas, de bases hidrelétricas grandes usinas para a geração distribuída, dando inclusive nova conformações pra despachos, novos critérios disso. Enfim cenário desafiador e que bom que o estado tem à frente dessa questão, fez bem o governador constituir a comissão com você, certeza de que vocês vão estar bem antenado. Jans, queremos convidálo por favor ao usada a palavra urgência que preside a Câmara de Comércio e Indústria Brasil, Alemanha. Muito obrigado, por favor. Hismado Arnaldo e também Rubão Rubão. Primeiramente muito obrigado convidar a mim aqui na mesa da abertura, acho muito muito oportuna que a gente participa aqui né? A câmara aqui no Rio tem como Tema tema no foco a transição energética e também o hidrogênio né? Mas mas temos desenvolvido aqui uma conhecimento aqui para ajudar realmente acelerar conhecimento organizando viagens para Alemanha a entender a necessidades lá trazendo também gente da Alemanha para cá para conhecer a realidade brasileira né? Que reparamos pode falar muito que quiser lá na Alemanha da Matrix É que do etanol do que temos lá, depois todo mundo fala é Amazonas né? Tem que trazer o pessoal aqui para sentir isso que é diferente e sentir esse potencial que temos aqui. Isso que que estamos fazendo. Também com seminários, organizar o né? Que você participou. Então estamos dentro estamos como a câmara já está a ajudar isso. Já na discussão antes de começarmos com Vitor e tal, chegou na minha imagem é mente uma imagem né? E todo mundo está decolando do do Santos Dumont, né? Santos Dumont quando você decola, pilota bota a moto até vinte trinta por cento, Depois tira o feno e está decolando. E acho boa imagem para a situação do hidrogênio verde né? Os motores estão andando tem plantas pilotos tem Tem seminários, tem para tudo mas tem que tirar o né? E acham por isso o seu trabalho na comissão é muito realmente criar o regulamento que precisam para decolar e sendo falado isso acho Também não sou muito, como sou alemão e não falo muito e acho muito importante parar de falar, vamos trabalhar, vamos ajudar você completar o trabalho da da comissão E realmente decolar todo mundo junto no Rio Grande do Universo. Obrigado. Muito obrigado, Jans, eu que agradeço muitíssimo, aliás reiteraram o agradecimento logo no começo do trabalho dessa comissão, foi agora alguns meses a comissão do trabalho interessa mês mas foi curto prazo. Eu estive na feira que se referiu o Janos e lá eles me entregaram a Câmara de Comércio Brasil Alemanha junto com a Bisolar, com a biólica e que a Biogás nos entregaram termo que tem sido uma das referências pro trabalho e a proposta da comissão muito obrigado. Passar imediatamente ao Zé Filipa. Zé, por favor, Porto do Assueri. Ficar É melhor porque eu fiquei no fiquei no meio dos dois microfones, bom dia, é uma honra, prazer é realmente Pra nós estar aqui nessa discussão de hidrogênio verde, discussão que está no centro da estratégia ali do Porto. Eu vou extrair pouco, aproveitando a grande oportunidade de falar a respeito do assunto, extrair pouco da minha experiência, Eu passei trinta anos na indústria de oleagás e o meu cérebro, a minha forma de pensar, Duela muito com esse tema que o Hugo tem trazido e trouxe ontem com alta intensidade lá na FGV Eu eu sou, na minha carreira profissional, estou fazendo estou fazendo essa transição justamente E eu duelo muito com essa com esse dilema do equilíbrio o dilema de como será o futuro e eu eu gostaria de De começar aí falando pouco disso depois trazer pro Brasil e pro Rio de Janeiro as oportunidades Pragmáticas de implementação, o Porto ele hoje se propõe a ser O lugar onde as coisas vão acontecer, onde elas vão sair do discurso pro recurso, onde elas irão Receber o FID, a decisão de investimento, e os projetos que a gente trabalha hoje são esses de, Tem alguns estudos, mas o que nós estamos desenvolvendo é a solução final, como é que a gente vai começar implementar projetos, eu vou falar pouco sobre Então deixa eu dar preâmbulo aqui da da indústria petroleira e e da indústria de energia que eu acho que talvez Seja interessante pra considerarmos estamos saindo do simples pro complexo esse pra mim é Absoluto. A verdade absoluta é que o que nós tínhamos de energia disponível Com a com o triângulo de segurança custo, né, e disponibilidade, Ele era muito simples, apesar de não ser fácil. Se você pegar uma molécula de energia do présal, ela ficou quietinha Há algumas dezenas de milhões de anos e a gente foi lá tira de cinco mil metros de profundidade traz pro FPSO bota num outro navio traz pro Porto do Açu porque a gente Quarenta por cento do petróleo brasileiro, aí traz pro Porto da Sul, entra num VLCC, o VLCC leva essa molécula lá pra China, ela é É refinada, entra num outro navio, vem de volta, bate num porto aqui, entra num caminhão e vai pro meio do país ser consumido, Boa parte da energia, a gente importa bastante derivada no Brasil, boa parte da energia consumida no Brasil faz esse trabalho, E a gente chama isso de eficiente, essa é a molécula mais simples, mais eficiente hoje. Ela não tem nada de eficiente porque essa logística é enlouquecedora. Entretanto, a logística, a Enlouquecedor, entretanto, a logística, a distribuição, a produção, ela é tão integrada mundialmente, Que ela é capaz de botar a molécula de energia mais barata do mundo disponível para o consumidor. Apesar de ser altamente difícil, Mas a integração logística a integração dos negócios no mundo fez o petróleo e o gás serem imbatíveis Do ponto de vista de custo energético nós estamos saindo disso não tem dúvida de que isso não será o futuro Acho que mil projetos de hidrogênio anunciados no mundo, mil projetos de hidrogênio de baixo carbono anunciados no mundo. É mar de Hemoius, tá? Noventa e cinco por cento disso são Hemoius, não são projetos de verdade. Mas cinco, dez por cento desse projeto já estão Caminhando para serem realmente projetos de implementação. Então o mundo está mudando e a aposta no hidrogênio é óbvia. Existem n outras alternativas, né, a eletrificação do semiatransporte, estamos falando aí de uma transformação muito grande no mundo, Mas o que o mundo sabe é que as né, os setores altamente de energia principalmente aqueles que precisam de aquecimento acima de mil graus, eles vão para combustível líquido chamado hidrogênio. O Brasil então sair do mundo, está está pacificado no mundo, não tem ninguém correndo atrás de outra alternativa muito não é a mudança do petróleo líquido e do gás para novo combustível aí E eu vou parar e vou trazer o Roberto ontem que é querido meu fez discurso de termodinâmica explicando porque que Que o hidrogênio é uma péssima ideia pra ser consumido como gerador de energia, ele basicamente diz que o hidrogênio é nobre demais pra ser queimado, Ele deveria não ser usado de forma a produzir energia, aí a gente pode entrar aqui numa seara grande, mas De forma simples, o que a gente sabe do hidrogênio é o seguinte. Ele tem uma densidade energética boa, comparada com os outros Energias hoje. Então por quilo, o hidrogênio tem uma densidade energética boa. Mas por volume ele é péssimo, ele é três vezes menor do que o gás natural, por exemplo. Liquefeito, o hidrogênio tem três vezes mais necessidade de volume pra carregar a mesma quantidade de energia, o que significa que a gente precisa navio três vezes maior ou precisa de tanques três vezes maiores no avião pra poder usar. Mas, e aí realmente, liquefazêlo, e tem outro probleminha de liquefazêlo que O gás natural você precisa resfriálo a setenta graus, a a menos setenta graus, e o hidrogênio, Duzentos e cinquenta e três, duzentos e cinquenta e sete graus que você quiser resfriálo, a quantidade de energia necessária é absurda. Então vamos lá, não vamos matar o hidrogênio, não Essa é a intenção, mas nós temos que entender que ele tem vocação. Eu eu falava de vocação há muito tempo atrás na indústria de animais, Eu estou voltando a falar de vocação. Não podemos esperar que ele faça aquilo que ele não foi desenhado pra fazer, ou que ele não tem características pra fazer. Mas nós Temos oportunidades extraordinárias no Brasil, mas vai demandar que nós pensemos diferente dessa vez, E não queiramos ser grande produtor de commodity na nova indústria. Tenhamos ambições muito maiores do E simplesmente ser fornecedor dos genes lá na na Alemanha. Tenhamos ambições porque ele não gosta de Ser armazenado, eu tenho certeza que é uma das coisas que está escrito aí nesse nesse, nessa nota técnica, Ele não gosta de ser armazenado, não gosta de ser imperfeito, e detesta ser transportado. Detesta, tem horror de ser transportado. O custo para transportálo é alto demais, ou seja, os clusters de hidrogênio no mundo estão se desenvolvendo, De uma forma tal que a logística seja a mais integrada possível, Da sua geração ao seu consumo, ele fique absolutamente no mesmo lugar. Onde o hidrogênio vai ser produzido, esse hidrogênio vai produzir HBI, que é uma redução direta do do minério de ferro, Metalizando, deixando o minério de ferro com noventa e sete por cento de metálicos, sendo usado numa usina siderúrgica, produzindo aço no mesmo lugar. Isso é completamente diferente de como o aço é feito no mundo hoje. O mundo hoje pensa no aço, botando A produção num lugar, siderúrgica, no outro lugar, é é é uma é uma forma diferente de pensar. Então vamos trazer pro Brasil. Então eu o que que eu estou tentando dizer? Que eu concordo com o Hugo, que nosso discurso e nossa discussão, E aí, eu eu eu sou ousada o suficiente pra sugerir uma uma ambição nossa, que é vamos descobrir a vocação do hidrogênio brasileiro. Cobrir a vocação do hidrogênio brasileiro. Onde é que ele realmente é imbatível, competitivo? Temos vantagens extraordinárias, então vou sair do mundo, vou pro Brasil. O Brasil rodou, a Eletrobras é parte extraordinária disso, a sua matriz elétrica do ano passado a noventa e três por cento renovável. Isso é inimaginável pra outros países. O único país que compara com a gente é a Noruega que fez noventa e dois por cento o ano passado, mas os outros países, grandes países Mundiais estão trinta, quarenta por cento. Nós estamos décadas na frente. O que significa que nós temos abundância de elétrons renováveis no Brasil, que têm vocação para entrar num eletroilizador e produzir hidrogênio de baixo carbono. Acho que essa é uma aceitação geral, Acho que esse é o buzz brasileiro que está todo mundo falando é que rapaz está aí uma janela de oportunidade extraordinária pro hidrogênio brasileiro Mas vamos olhar então o que que acontece depois dessa produção de hidrogênio. O que que o que que vai trazer pra esse hidrogênio A grande vantagem competitiva brasileira, que vai competir com trilhão de dólares do AREE aí por exemplo, que vai competir com as novas reformas da Europa e tudo que tá acontecendo pra nós aí eu vou trazer pro Rio de Janeiro Pra nós no Rio de Janeiro pra nós no Porto do Açu a ambição de produzir industrialização de base Do hidrogênio é a ambição correta. A vocação do hidrogênio brasileiro é industrializar As áreas brasileiras que a gente já tem bastante necessidade disso e produzir os produtos do futuro. A indústria, eu vou dar três exemplos, porque eu acho que esses são os três exemplos que estão na essência do que nós consideramos ser a vocação do hidrogênio brasileiro. A primeira delas é, o Brasil não é grande produtor de aço, dois, três por cento da produção de aço mundial, É produzida no Brasil, entretanto é grande exportador de minério de ferro. Então, o Brasil talvez não tenha uma opção de criar Uma cadeia gigantesca de nova capacidade produtiva de aço, mas ele é hoje dos maiores mundiais no minério de ferro. E o aço produz sete por cento, entre sete e oito dependendo do estudo, de todo o CO dois emitido no planeta. Então, não existe, quem lê o livro do Bill Gates diz, não existe NetZero sem descarbonizar o ácido, sem descarbonizar o cimento, sem descarbonizar a indústria química que aí são quase trinta por cento de todo o CO dois emitido então o Brasil tem a oportunidade E o hidrogênio brasileiro tem a oportunidade vocacional de descarbonizar essa cadeia através e nós estamos trabalhando assinamos anunciamos há Três dias atrás, o acordo com a Vale, assinamos uma série de HBI, para o desenho de a primeira planta de HBI no Porto do Açu, HBI é o insumo siderúrgico do futuro porque ele pega, o aço, o minério de ferro, reduz a noventa e sete por cento de de metalização, entra no alto forno ou entra no forno elétrico descarbonizando Direto. Isso pra nós é vocacional do Brasil. Descarbonizar a indústria do aço através Do gás natural ou do hidrogênio e aí eu vou entrar nessa seara de novo que é vamos fazer direto com hidrogênio ou vamos fazer com gás primeiro Oh vamos fazer o que o mundo tá chamando de transition readdy que é eu sei que eu vou levar alguns anos pra desenvolver hidrogênio de baixo Custo, vamos chamar assim, de baixo carbono e de baixo custo. Eu entro com gás primeiro e depois mudo pro pro hidrogênio ou eu vou direto no hidrogênio? Isso é preferência. Existem companhias que estão indo direto pro hidrogênio, existem companhias que querem fazer uma transição. Já descobri que o que a gente tem que fazer é oferecer o portfólio. Bota o cardápio e deixa o cliente resolver o que ele quer fazer. Nós, no Rio de Janeiro, somos os únicos Que o gás sai da produção e encontra a demanda na costa. No Brasil, tem lugar que o gás sai lá do présal e encontra a demanda na costa, É aqui no Rio. Então temos essa grande capacidade. Então acreditamos na vocação do hidrogênio pra descarbonização do aço. A outra, somos país sem dúvida nenhuma movido pelo agro. Definitivamente, o que mais cresce, o que mais traz. Mas nós importamos noventa e cinco por cento de todo o fertilizante de base nitrogenada que o Brasil precisa. Noventa e cinco, não é não é oitenta, não é setenta, é noventa e cinco por cento. O ano passado Oss, dos dois últimos anos quando o mundo entrou em ebulição aí por causa da guerra, nós pagamos quase seiscentos por cento a nós no custo do nitrogenado, Porque a gente depende dessa importação. Acreditamos firmemente que o Brasil tem caminho De produção de nitrogenados que passa ou pelo gás ou pelo o hidrogênio mesmo conceito depende do cliente Se ele quer fazer com gás ou se ele quer fazer com hidrogênio. E esse é uma vocação natural, é uma necessidade brasileira, não precisa transportar, nem o produto final porque o 0 fertilizante que for produzido de baixo carbono com o nitrogênio com o hidrogênio Vai sair direto pro consumidor aqui. Então, é de é claro essa vocação brasileira de uso Litrogênio. E por último, pra fechar, três por cento do CO dois mundial é emitido pelo transporte marítimo. Noventa e cinco por cento de tudo o que a gente está vendo aqui nessa sala, de alguma forma foi transportado pra navio. Isso é uma estatística do transporte mundial. Nossos mochilas, Nossos mochilas, nossos telefones, tudo tudo que a gente está vendo aqui, de alguma forma, ou ele, ou O produto, ou o insumo dele, tocou o navio antes. E a gente sabe que a descarbonização do transporte marítimo passa pelos novos combustíveis, ninguém sabe qual é. Se vai ser amônia verde, se vai ser imetanol, se vai ser LNG, se vai ser, hoje tem tem tem Fabricante de navio, produzindo navio, pedindo navio no estaleiro, com todo tipo de combustível. Tem a Messi anunciando combustível, tem A Kosko anunciando do outro combustível. O que todo mundo está fazendo é navio, não é navio flex, infelizmente, porque ele só usa Mas o abastecedor, o cara que vai, o posto de gasolina vai ter que ser flex. O que que nós sabemos? No hemisfério Aqui no Atlântico Sul aqui onde a gente está não tem ninguém que tem posto de gasolina flex, capaz de abastecer os navios do futuro. O Brasil é genial nisso. Somos os maiores produtores de biocombustíveis do planeta. Nessa produção de biocombustíveis a gente produz Quantidade de bioCO dois, que que é bioCO dois? É CO dois do bem, é CO dois que que Que o planeta descobriu uma forma de captar porque ele ele é de biomassa então ele foi captado do do ar, transformada em biomassa, e consequentemente, se eu consumilo, eu estou basicamente reciclando CO dois. Eu não estou criando novo, não estou botando novo To2 na atmosfera. Brasil produz, Brasil e Índia são os dois únicos países capazes de produzir e metanol em volumes industriais necessários pra descarbonização. Por quê? Porque são os dois únicos países que têm biomassa e têm bioco dois disponível. Então, Brasil tem isso, Já é é país que tem gás e provavelmente pode desenvolver a LNG já tem os outros combustíveis então Por último, a vocação do hidrogênio pra nós, é a produção de combustíveis do futuro. SAF, e metanol e e soluções desse tipo então, o que que nós estamos ancorando Aqui no Rio de Janeiro, parceria com o governo do estado, parceria com todos os, com todos, com a Ferjan, com todo mundo que está aqui no no no Rio. Vamos criar os ecossistemas, porque o hidrogênio, o maior desafio dele é que ele não é uma mudança, Orgânica. Ele é uma transformação. Você não muda só o combustível, você muda o combustível, você muda o transporte, você muda o armazenamento, você muda 000 consumo você muda o motor que vai usar você muda tudo, não não é uma mudançazinha assim, Não foi uma uma transição fácil. Então pra nós criar esses ecossistemas transformacionais, aqui no Rio de Janeiro com a sua vocação natural, É uma oportunidade, mas também o nosso o nosso grande desafio, e eu fico muito feliz de poder Estamos à disposição pra mostrar os projetos na sua na sua essência econômica, o que que tá acontecendo, Quais são os projetos que vão sair eu vou roubar essa frase do do Hugo do discurso pro recurso. Muito bom. Muito obrigado, Zé Firmo, ótima contribuição, demanda né? Não dá pra pensar sem casar com essa questão. É isso meu ministro mais forte? Uma alegria ouvilo aqui o microfone ao mais forte que representa a Firjan, por favor. Meu caro amigo Jardim, foi ótima a possibilidade de retomar nosso contato aí que vinha de Brasília há muitos anos atrás, São ter o nosso secretário o Greal que, é satisfação é uma novada todo dia né você agora não sai da Ferjan já é funcionário Nosso da FiJan está lá agora discutimos outros pontos também com o terminal pesqueiro né? Que também passa por esse problema todo aqui. E quero dizer Aqui aqui estamos a Karine, que é diretora da UNIP, não é isso? E Cintia também, Cíntia, Karine junto, Cíntia também que é vicepresidente A gente olha pra Karine e vê o link. A Cíntia, a Cíntia, a Cíntia que é vicepresidente do nosso Conselho de petróleo e gás, agora está certo, temos Fernando também aqui nosso especialista, a a Ferjan tem uma preocupação muito Direta nessa questão da da utilização do gás, né? Combustível que Pode mudar muito né o que nós queremos ver em termos de produção, competitividade, etcétera. Só queria dizer coincidência da vida, eu estive ligado aos primeiro, era secretário executivo de Minas e energia, estive ligado aos primeiros Momentos de, negociação com a Bolívia, pra trazer o gasto da Bolívia pro Brasil. Eu assinei os dia dia depois do meu aniversário dez de agosto de mil novecentos e noventa e Noventa e noventa e dois, você vê que eu sou antigo né? Das mil e noventa e dois já assinamos os primeiros contratos com a Bolívia a respeito pra trazer a Bolívia pro Brasil, mas ali o momento era definição de rotas. Ninguém pensava nessa questão de controle climático, nada disso era ali era controle de rotas pra ver que unidades industriais Poderiam se beneficiar do gás que viria da da Bolívia. Ainda naquele mesmo ano eu estive muito ligado a, Outro item importante da da produção de energia né de energia não poluente. Quer dizer, simplesmente daquele ano, coube a mim por uma instrução do presidente Jair Itamar Franco, de perdão, exatamente Itamar Franco, de Levar adiante a retomada da construção de Angra dois. Angra dois estava por causa expulsando motivo naquela época Fui assinado por Tamato, eu fiz uma reunião com cerca de oito ministros, presidente de empresas estatais, etcétera, Fúlgaro agora presidente do conselho O ônus também, então conseguimos ali definir o que foi importante pro para vários motivos, não só para essa questão de energia que é limpa, Mas também para salvar 000 Rio de Janeiro aqui do momento do do apagão, que com ponto três giga nós resolvemos problema Muito muito diretamente que não teria sido possível se não tivesse essa Angra dois funcionando. E pra quem não sabe Angra dois, porque ele funciona dessa reunião naquela época, tem uma proteção extra por causa de Chernobil, nós temos uma invólucro, uma shield Aquilo que Angra não tinha, então pra proteger mais ainda Angra dois. Mas isso é coisa do passado, já que alguns falaram aqui sobre experiência antiga, a minha é verdade, eu sou Bem mais antigo aqui da mesa, vem dessa época de número mil novecentos e noventa e dois. E eu já fui conselheiro dessa casa aqui também, Eletrosul e Itaipu. Então eu tinha uma vinculação ao setor elétrico muito grande. Atualmente na Ferjan, Como já disse nós temos preocupações muito claras através de funcionamento de de instrumentos nossos por parte de decisões Ou seja do do do Conselho do Fórum Empresa, o Conselho Empresarial de Fórum era o Fórum Empresarial de de controle de petróleo e gás, E nós temos conselho empresarial também de meio ambiente. Ou seja são duas áreas importantíssimas pra que jogam dentro O nosso hoje em dia, que é controle climático. Interessante quando eu tratava de gás lá em mil novecentos e noventa e dois ninguém pensava em clima né? Hoje em dia também. Não se pensava muito em clima, se rebatia, se rebatiam oposições trazidas por especialista etcétera, todo mundo Ah isso tem interesse de Balterno, etcetera. De uma hora pra outra virou. Virou pra todo mundo vendo a mudança climática com realidade. Todo mundo preocupado já se, O Barba vai vai invadir Ipanema e vai vir de Leblon daqui a pouco. Então então a preocupação vem direto como já está mudança climática no Rio Grande Sul, Vendavais, et cétera, coisas que não havia aqui no Brasil, de forma intensa, não havia mas não de forma intensa, a preocupação mudou. Então a palavra de uma hora pra outra, a palavra A carbonização ganhou afetividade, porque houve receio da população enfrentar problema novo. A descarbonização está na moda do dia. E aí começa aparecer as alternativas de modificação da produção industrial, né, na na Afigem, Nós temos uma preocupação que passa pela inovação, passa pela formação que nós temos o SENAI com vários institutos Decidi de de tecnologia, então eu estava pegando dado aqui que me foi passado pelo pelo presidente do do Código do Fórum empresarial, Indicando que nos últimos cinco anos cerca de cinquenta e seis mil alunos Foram treinados no no no nosso STF, para justamente tratar de temas importantes ligados ao setor elétrico. Entre, Ou seja, formando gente que poderá ter uma participação muito importante nessa cadeia que se espera Nova, de utilização de insumos novos, utilização de cadeias novas, Infelização de processos novos. O que que nós discutimos hoje em dia? Não é só saber o processo, Temos que saber a máquina, são duas coisas diferentes. Uma coisa é o processo industrial, outra coisa é a própria fabricação da máquina. Eu tenho Temos que saber se na fabricação da máquina você acaba produzindo mais mais carbonização do que o resultado final do processo na indústria. Tem que ter cuidado, tem que ter balanço muito adequado, São dois momentos diferentes. Saber o que que resulta no final de do que nós queremos, ou seja, de equilíbrio Ambiental adequado. E a competitividade é importante. Competicidade é importante porque o que que nós vamos fazer? Nós Fazer transformações no processos industriais. A que custo? Vem o jardim falando na questão dos incentivos. Que incentivos serão necessários? Os industriais estão propensos a integrar a sua produção, esse esse novo pensar, esse novo modo de produzir. A questão é muito mais mais filosófica do que parece, ou seja, não é simplesmente dizer vamos mudar tudo, vamos produzir tudo e acabar o problema É do do da mudança climática. Não é bem assim, não é bem assim. Aqui foi colocado justamente os problemas do do do hidrogênio, Né? Que todo mundo aparece uma solução fácil etcetera, mas é complicada saber que tipo de corpo vai ser, vai ser azul ou verde, E e também em função disso eu volto lá à taxonomia, mas e não em relação ao corpo, mas a questão é de Qual é a palavra adequada? Se é integração, se é transformação, se é interação, qual é a palavra final? Porque nós temos nós temos uma cadeia produtiva Que já existe, já existe, e nós não vamos simplesmente dizer acabou acabou, nós não vamos mais usar nada de origem, Tipo petróleo, ou seja, então não é bem assim. Agora há momentos interessantes aqui, não sei se vocês acompanharam, Tem eleições no Reino Unido. Sempre ocorre problema de discussões ambientais. E não é que o primeiroministro da Inglaterra está Combatendo essa questão de saída do petróleo. Por quê? Porque eles têm os os ele quer estimular outra vez A produção petrolífe do Mar do Norte. Mas que ele está na contramão? É problema político. Então é uma hora pra outra parece Com surpresa mundial, o primeiroministro da Inglaterra propondo continuidade ao aumento da produção do de exploração no no perdão, exploração no Mar do Norte. Estranhíssimo. A gente vê também que com essa guerra da da da Ucrânia, de uma hora pra outra nós estamos voltando ao carvão, em muitos casos. Eu sei a gente vai quer quer produzir algo limpo na ponta mas com origem do carvão? É uma coisa delicada. Aqui nós estamos em outro ambiente, Como foi bem assinalado o Rio de Janeiro está na porta, está na porta do da produção, da produção do gás, está na porta da através do Açu Da produção que vai vamos ter aí de itens importantíssimo, a questão da amônia, porque não adianta a gente falar do agro brasileiro que não tenha npecar no meio, E a NPK no meio ele não adianta então vai vai vai vai portar custos, sabemos que níveis. E essa guerra da Ucrânia não termina nunca, porque acho que ninguém está disposto a negociar. Se bem que a Polônia já me ameaçou não continuar a fornecer auxílio, seja financeiro, ou de equipamentos pra continuar Guerra porque é estimulado a não acabar a guerra, é pensamento claro. Do do lado americano o Biden já disse uma coisa é auxiliar, outra coisa é entrar na guerra, Não, não vamos entrar na guerra. E o Trump se se eleito ou não já disse, essa guerra não é nossa. Então nós temos que resolver esse problema da guerra pra voltar a da guerra pra voltar a outras condições que interessam ao Brasil na competitividade, porque o agronegócio Leva na cabeça com essa questão de não ter rapidamente pensado em produzir os os os insumos necessários a a produção no caso no caso o NPK a Money é o importante, é que ficou congratular com a Super os acordos feitos Como empresas para somente levar adiante essa produção, adequada lá no Porto, e também ver o seguinte, Como fazer logo a definição dessas rotas, que de que vão trazer o gás? Porque lá na Fishama discutimos somente a rota mas discutimos outra coisa. É, não tenho famosa lei do gás aí, e nós discutimos isso muito, afinal o gás é fica competitivo ou não fica competitivo Com tanta coisa no meio do caminho em transporte et cetera. Então nós temos temos que adequar o que nós queremos queremos insumo competitivo sim, Mas então eu discuti toda a aplicação da famosa lei do gás, que não foi bem assim né? Karine, nem não para de, assim também não para de negociar e toda Nós só falamos genérza pra lá e pra cá etcétera, nature por aí, então é complicado. E e lembrar como Falou nosso querido Leal, Hugo Leal. Nós temos aqui GNV, a maior fraca de cerca de milhão e seiscentos veículos Aqui no Rio de Janeiro é a maior frota nacional do GNV que realmente traz pensamento positivo em tempo de despoluição. Se bem que traz problema muito delicado A respeito ao uso dos dos equipamentos a serem colocados de veículos, que hoje tem muita gente que tem medo de levar carro pra Gasolina, gasolina ou álcool no posto que venda que venda a gás também por causa das explosões que vão acontecer há algum tempo, porque aí Aí tem que ter uma fiscalização muito forte pra evitar justamente que a reutilização de equipamentos roubados já utilizados em carros que sediários são São lançado outra vez no mercado, então isso denigem algumas vezes o nosso insumo tão importante aqui no Rio de Janeiro. Bem então mas eu queria a última coisa que eu queria falar é o seguinte, Vocês já ouviram que tem tal de G vinte por aí, chegando ao Brasil, não é? G vinte que foi na Índia recentemente, Mestre é uma plataforma de lançamento de muitas ideias. Marcando as ideias que interessam aos dirigentes locais. Aqui vou interessar ao presidente Lula, vou interessar especificamente ao prefeito da cidade, Eduardo Eduardo Paes porque realmente o banco será Em todo o país, mas com o maior ao relevo aqui no Rio de Janeiro. Nesse momento, pensar o seguinte, Sai alguma coisa de obrigatório depois do do evento? Nós temos o G vinte e temos o B vinte que é Business também. Sai muita discussão, porque esse evento ele não tem secretariado. Tem algum acompanhamento mas não tem nada obrigatório, não tem nenhum acordo Assinado, tive uma decisão, mas sai uma coisa muito importante, a promoção do que nós temos aqui. Tudo que foi dito aqui Pros participantes da mesa, isso vai ser amplificado de maneira muito importante pela oportunidade da presença aqui de uma quantidade muito grande de chefes de estado, chefes de governo, e você tem a oportunidade de dizer o que que você faz aqui, como a gente já fez, Ainda fez muita promoção do que era importante lá, e é o momento da gente fazer a divulgação de tudo que foi dito aqui, seja positivo ou negativo, mas o que nos interessa justamente pra dizer que nós estamos engajados nessa nessa luta da descarbonização. Então isso é muito importante e levar a ponto, deixar bem claro o seguinte, que O seguinte, que nós queremos a descarbonização na ponta, mas da origem também, porque não adianta te contar todo né, ou também você levar AAA agressões ambientais, que falase muito nas Famosas baterias de carro etcétera, e todo instante aparece os dados sobre o que a mineração que é necessária a se fazer pra poder chegar a uma bateria, Tá? E também é pra que pensaram na no recarregamento dessas baterias. Eu vejo que São Paulo, no nosso evento Agora do que tivemos o Rio, o Business Construction, e que eu trouxe o prefeito de São Paulo, prefeito do Rio, prefeito de Belo Horizonte, Houve uma competição pra dizer quem tinha comprado mais ônibus elétricos, não é São Paulo acho que já comprou mil ônibus O Rio de Janeiro perfeitamente está está cobrando, mas a gente tem que ver, se efetivamente a gente vai ter É resultado final importante ou menos importante em relação ao ao que nós vamos ter na mineração e na carbonização na na na ponto de origem. Então Então nós estamos aqui em, escorregando em vários a termos, mas nós em em muitos desse tema nós temos pé firme, não temos que porque nós estamos no Rio de Janeiro numa posição muito boa, e a questão é voltando aqui, é como fazer a indústria Aceitar os processos, manter a sua competitividade, o governo estudar os incentivo necessários que se que possam ser aplicados, pra que a gente Ganhe novos mercados em função do que nós esperamos aqui de famoso ESG. Lembrar que ESG hoje em dia é uma Bíblia, então você tem não tem ESG está fora, então você que garantir que você tenha processos ambientais adequados, sustentabilidade e governança para que seu produto seja aceito lá fora. Isso Te passa muito sobre o 0 que foi que está sendo discutido aqui nesse evento. Quero agradecer Jardim pela oportunidade aqui de estar na mesa e relembrar alguns pontos, Não sou negativista nem positivista, sou muito muito objetivo saber o que que vai dar nessa conta Se interessa ou não interessa ao Brasil, e aproveitar, se interessa, aproveitar esse momento do G vinte que é único pra a gente divulgar ao mundo o que que nós fazemos e que Como não respeitamos o meio ambiente, independentemente dessa discussão que tem Mercosul, União Europeia, em que a União Europeia quer Impor sanções por desrespeito a alguns itens que não estavam previstos na negociação anterior nem no acordo de Paris. Então nós temos que ser muito duros pra dizer, nós respeitamos, Nós temos controles ambientais muito mais riscos que em outros países, nada dessa questão de proteção de acesso a mercados como sempre houve nessa negociação Boa União Europeia. Só isso que eu queria dizer. Muito obrigado. Uma salva de palma a todos que compuseram a mesa aqui, agradecendo mais uma vez a urgência, agradecendo ao querido Hugo Leal, José Firmo, Márcio. Querido, Muito obrigado a todos. Foi muito mais do que uma mesa de abertura, né? Entramos no assunto, entramos no debate aqui. Mas eu estou muito honrado, aí de termos elenco de pessoas pra dialogar conosco, absolutamente expressivo. Nós teremos total de nove pessoas que vão falar, e eu acho que cada aqui poderia falar e seria muito útil. Eu vou passar agora a ter cuidado de, Será? O que que ela me cochichou aqui? Ela me cochichou o seguinte, será que a gente faz a pausa pra tomar café, que que vocês acham? Boa, depois a gente compensa com rigor no horário aqui, está bom? Então vamos convidar a todos a tomar café aqui. Aqueles que compuseram a mesa Zé, fica aqui, vamos tirar uma foto aqui rapidinho aqui, o Hugo já não o Hugo paguei. Bom dia, bom dia, vamos retomar. Muito bem, vamos lá gente. Gostoso que nós tomamos café, mas a conversa continuou né? Todo mundo ali trocando ideia sobre os partes aí, as observações, caminhos e estou estou muito feliz aí. Nós vamos compor numa primeira rodada, vamos ouvir cinco pessoas, e depois outras. Vamos tentar trabalhar bem no tempo, eu vou ter que ser pouco chato, eu vou pedir ajuda pra fazer sinalzinho aí quando faltar minuto, ok? E depois, a intenção Então disso tudo é pra ser respeitoso com o horário das pessoas e se possível a gente fazer debate tá? No final, perguntas pessoas participarem. Então em continente quero ter alegria de de convidar para que o Eduardo Cantes, o diretor de relações institucionais e e de ESG do Porto a Sul, deixe conosco Eduardo por favor. Convidar Fernanda Guedes que representa aqui a AB eólica e o Pacto Brasileiro pelo Hidrogênio Renovável. Fernanda, sentese conosco Fernando por favor. Convidar Roberto Brandão, pesquisador do GECEL, agradecer a Gislaine e o Maurício que o acompanham aqui. Roberto senta aqui conosco. Convidar Cíntia Silveira, presidente do conselho de Olingás da Firjan. Alguém chama a Cíntia que ela está ali terminando o café está chegando. E doutora Marina, por favor, Marina Abelha superintendente de promoção de licitações da ANP e Mestre em hidrogênio também né Marina? Está bom? O sem fio. Dez minutos, tá? Quando for eu dou uma batidinha aqui na mesa só pedir que as pessoas possam ir fechando está bem? Então Roberto Brandão. Muito obrigado Deputado, é prazer estar aqui. O José eu atua na na área de pesquisa nós temos Várias pesquisas projetos PED em curso ou ou já terminados, escrever livro sobre economia do hidrogênio, Então nós somos muito ativos na área e trazer pouquinho das nossas preocupações e sugestões aqui. Primeiro ponto, talvez Pois o mais importante. Tem que pensar em competitividade. O hidrogênio tem poder, tremendo De de induzir uma transformação da matriz industrial de país. E o Brasil é grande candidato, excelente candidato a produzir hidrogênio e seus derivados em grande escala. Só que que tem muitos outros candidatos né, né nós não somos os únicos, o fato de ter potencial eólico solar está na zona intertropical ser grande Não nos dá unicidade, tem vários outros. E a gente tem que ter uma análise de de competitividade, não E o Brasil tem problema, a energia aqui é cara. A gente não tem competitividade em energia no Brasil, a energia no Brasil é cara, é barata de produzir, Mas ela é cara pro consumidor. E ter energia barata nessa indústria é essencial, E você está falando tem várias rotas começando as rotas elétricas propriamente ditas por outro modo setenta por cento do custo é energia elétrica. Você tiver uma energia cara adeus. Você vai ter grande potencial Pra produzir hidrogênio, mas quem vai passar na frente vão ser outros. Aqui todo mundo vai olhar porque é óbvio que nós temos vocação pra isso em grande escala, Mas a questão da competitividade é muito importante. A gente tem uma uma forma na nossa legislação De, basicamente é caro por encargos, né os encargos são caros, você não tem custo é barato de produzir mas você joga encargo, O os produtores de hidrogênio eles vão ser ligados à rede básica ou seja nem pagar distribuidoras eles vão mas vão pagar o encargos se der Do mesmo jeito, exceto que sejam autoprodutores. Autoprodução a legislação já permite que o auto produtor ele não pague CDF ele está falando entre vinte reais por negócio de óleo é muito dinheiro não é? Porém essa solução não é uma boa solução deputado Por quê? Ela exige que a empresa quer produzir hidrogênio ou invista diretamente na produção de energia elétrica, Num valor muito acima da própria próprio investimento de hidrogênio, hipótese ou dois que ela empresta o seu balanço Pra, uma regime de alto processo ela na verdade vai estar garantindo A construção dos parques eólicos solares etcétera. Então, nós não temos uma boa solução, nós temos encargos demais teria que ter uma espécie de uma lei Kandir, Dos encargos né, já adora criar encargo porque não é recurso fiscal é fácil de manobrar o congresso, é bastante permeável a ideias que, Que projetos meritórios inclusive ao invés de irem por recurso fiscal vão por encargo e encargo não desonera, Tira a competitividade. Então esse é ponto, é o primeiro ponto talvez o mais importante a gente tem que estar muito atento à competitividade do Hidrogênio da cadeia do hidrogênio brasileiro, desonerar a ZPE, desonerar investimento equipamento ok, Mas se não se a energia não sair no osso, em termos de custo, qualquer coisa que você jogue a mais tira a competitividade, então, Idealmente em termos de encargo deveria estabelecer teto, que é o 0, né? Deveria Esse é 0. Por que a gente está concorrendo com outros países, que estão desonerando por lado, E por outra eles estão dando recurso fiscal na veia, que é, você qual é o seu CAPES? O meu CAPES é cem. Ok eu te pago quinze, te pago vinte. É difícil concorrer com isso, o Brasil não vai ter capacidade De dar esse nível de subsídio, mas com uma oneração na cadeia de ah olha você vai investir aqui em hidrogênio e você vai pagar baixa renda, você Você vai pagar contas de consumo de combustível na Amazônia, subsídio a renováveis, irritante, etcétera. Quanto é que isso custa? Tchau. Então é é uma concorrência difícil porque A gente pode desonerar, se fizer o esforço pode desonerar, mas a gente não vai ter capacidade fiscal de de dar o nível de subsídios que os Estados Unidos e outros países estão dando, Então acho que esse é ponto talvez o mais importante. Outro outro ponto importante eu acho que a gente deve prever A realização de de leilões pra criar esse mercado induzidos pelo estado. Que tipo de leilões? Bom tem muitas experiências, tem muitas ideias, mas o que parece pra gente mais fácil, Segui uma lógica de substituição de importações porque a base arrecadatória é evidente, né você pode, próprio o próprio Setor pode de uma forma de uma certa forma oferecer o funding pra você criar mecanismo de suporte. Então a gente citou acho que o Hugo Estava aqui citando por exemplo a a área de de ureia né de fertilizantes nitrogenados. O mais Fácil é ver, esse esse é seria bom ter ureia verde ou de baixo carbono no Brasil? Alguém pagaria mais por isso? Possivelmente sim porque Você vai ter uma uma pegada de carbono da soja do que ela quer que seja então aquilo ali vale dinheiro. Induzia a oferta no Brasil não do hidrogênio, mas na ureia porque é mais mais fácil você vai até o final toda logística você resolve de uma tacada, E você está num setor em que tem uma uma possibilidade de arrecadatória evidente porque você importa quase tudo o que produz. Então não não precisa ser ureia, isso aqui é Mas eu acho que é é por aí é mais fácil, a Alemanha por exemplo está está pegando bens intermediários que vão irrigar a sua indústria. Talvez isso funcione pra gente mas, Talvez seja mais fácil você ir direto no produto final, por exemplo nesse caso, poderia ser intermediário nesse caso é é fertilizante mesmo Então essa é uma ideia. A terceira ideia, importante é a área de certificação. Eu sei que vocês já discutiram isso, Mas a gente precisa estar atento nos fóruns internacionais porque a gente tem uma matriz elétrica, Praticamente única. E como ela é praticamente única, quem não tem, que são todos os outros, tendem a a criar uma processo de certificação que não leva em conta a as virtudes que a gente tem então é muito importante que a gente esteja Extremamente ativos nos fóruns de certificação, pra se assegurar que a nossa condição que é diferenciada, ela seja reconhecida já como maneira, que a tendência é o que dizer não, Esse cara, se eu botar esse critério só vai dar Brasil, então deixa eu botar outro, é humano, pode não ser muito bonito mas então é é eu não é muito importante que a gente participe disso porque a gente tem diferencial é muito mais barato produzir hidrogênio no sistema interligado do que num O sistema isolado é muito mais barato. E a gente tem uma matriz renovável que deveria manter, ser mantida renovável talvez isso seja uma coisa pra Incorporar no planejamento, né, incorporar na cabeça do Congresso porque era uma semana outra, sim outra também, você quer botar termoelétrica na base gerando, Mas enfim, isso é é passo importante mas a parte da certificação é importante quer dizer ninguém vai propor em fóruns internacionais, critério que nos atenda, E que nos diferencia dos demais, é humano então a gente tem que estar muito ligado nisso. Esses são os pontos, São, deixa eu ver se tem mais alguma questão aqui, certificação, é a questão dos hubs já foi falado também, E e de uma forma geral, concluindo, esse é essa é uma grande oportunidade Pra reindustrialização pra industrialização de qualquer país que entre nessa rota. Então todo mundo vai querer, muito atento, Temos que estar muito atentos pra pra fornecer uma solução competitiva, isso não está dado. Isso não está dado, a gente está concorrendo com País que estão dando subsídio alto, na frente pro CAPES, né? Porque eu recebi uma ligação de Empresário internacional querendo todo mundo olha pro Brasil né? Mecas renováveis vão investir lá né? Uma das primeiras perguntas, O Brasil vai oferecer subsídio ao investimento? Como os Estados Unidos estão dizendo, ele disse olha, não conte com isso. Não na não no mesmo nível não conte com isso. Já piorou, não é? Ele vai olhar aqui porque aqui é a Meca, Mas a gente não tem capacidade e desonerar no que é possível, e foco em energia barata, Eu acho que é talvez a mensagem principal, a gente não tem bom track Record disso, aqui no Brasil, É ruim, a nossa região não é barata. Ok. É isso. Muito obrigado Roberto Brandão. Roberto fala do custo né? É uma coisa, a nossa energia é de baixo custo, mas o preço é muito alto né? Isso é alto. Aí é o é o contraditório, a somatória, foram empilhando, né? Fomos empilhando encargos e tudo mais e tal. Mas você deu sugestões importantes, o nosso Ziraldo que me ajuda aí estar registrando isso e nós estamos aí o pessoal lá em Brasília Consultoria está acompanhando a ideia de leilões aí a questão do destaque que você deu a certificação também que a Marina só fazia, sem sem sem concordando. Eduardo, Eduardo Porto do Açu, Eduardo Campos por favor. Obrigado obrigado deputado. Eu tinha uns slides aqui que não sei se consegue colocar só pra pra ajudar aqui na na ilustração o Zé Filme já falou bastante Enquanto eles colocam aqui queria parabenizar o deputado pela liderança nesse debate na câmara, cumprimentar aqui os colegas de mesa E dizer que que o Roberto Brandão já tocou num ponto que pra mim era o primeiro e natural nessa discussão, o Brasil é país a gente Não não não pode descansar de repetir que é o país da energia barata tarifa a cara, então pro hidrogênio esse é ponto que nós precisamos Convergir como prioritário na solução, porque essa é uma competição internacional. Aqui a gente não está discutindo Se o Rio de Janeiro compete com São Paulo ou com o Ceará ou com qualquer outro hub que que se instale aqui, a gente está competindo com o Estados Unidos, Com a China, com o Oriente Médio, que entra agora também muito fortemente, norte da África, então essa é uma é uma discussão internacional. É importante que a gente entenda também essa perspectiva internacional e e tenha uma, isso nos deu direcionamento também de política pública o Brasil também não pode se posicionar como país que será exclusivamente exportador de Como o José Filme já falou novamente, essa também é uma lição que precisa ser refletida, a gente precisa pensar no mecanismo de exoneração de energia elétrica E depois na sequência na desoneração também do hidrogênio como insumo pra indústria. É importante a gente pensar também nessa segunda perna, o hidrogênio será insumo, insumo de descarbonização de determinados setores então, esta segunda perna também vai precisar ser Desonerada. Eu vou passar rapidamente aqui pra falar do Porto do Açu e tentar não ser repetitiva aqui na na apresentação do filme, Primeiro pra quem não conhece a nossa localização a Sul é porto privado localizado no norte do Rio de Janeiro, Tem uma vocação na sua na sua história aqui né, na seu surgimento pra atender a indústria de óleo e gás, estamos ali na frente da da bacia de Campos, também atendemos com muita eficiência a bacia de Santos, Hoje é ponto que movimenta cerca de cinquenta por cento de toda a logística offshore, movimenta quarenta por cento do petróleo Portado pelo Brasil, então portanto o espectro sai das plataformas, é transbordado no Porto e dali exportado O seu destino final. Isso é possível graças a calado de vinte e cinco metros, que é, alô, está me ouvindo? Está sim. Não está sim. Gração calada até vinte e cinco metros que permite o recebimento dos maiores navios do mundo. É também importante hub de geração de energia a partir do gás natural. Hoje o Açu tem contratado os três gigawatts de energia térmica, primeira térmica entrou em operação há dois anos atrás, a GNA gás natural Açu, ponto três giga, completou agora exatamente dois anos de operação comercial, e nós temos a segunda térmica em em em construção, Que é a GNA dois com mais ponto sete gigawatts, total de três giga ali. Eu gosto de lembrar o exemplo da GNA pra mostrar a complexidade que é Desenvolver projetos de larga escala no Brasil. A GNA começou o seu licenciamento ambiental em dois mil e dez. Mil e dez, parece hoje, Né mas em dois mil e dez foi apresentado aqui ao órgão ambiental do Rio de Janeiro, o estudo de impacto ambiental. Em dois mil e quinze, as obras começaram. Em dois mil e dezenove, nós entramos em operação com a primeira térmica, nós estamos agora em dois mil e vinte e três com a segunda, pra entrar em operação dois mil e vinte e cinco. Então, São projetos de longo prazo. São projetos que demandam atração de investimentos, ao longo desse trajeto nós desenvolvemos a GNA Atraindo parceiros internacionais, ABP é a nossa parceira no fornecimento do gás natural, a Simens é a nossa parceira no fornecimento de equipamentos, E a SP acima é importante geradora de energia chinesa entrou chegou pra também na na na mais recentemente pra ser parceiro então, Todo esse trajeto traz muitas lições aprendidas, sobre como desenvolver projetos de longo prazo No Brasil, e como aprender com eles olhando pra perspectiva do hidrogênio. Esse é o é o desenho do ASUS que é mate pra quem não conhece, Ali à direita o terminal de petróleo, direita abaixo dos lados de vocês, pouquinho ao lado deles ali o terminal de minério de ferro, Importante terminal de minério de ferro que hoje exporta vinte e seis milhões de toneladas, de minério por ano, esse minério chega ao porto através de mineiroduto, O senhorduto vem o minério e água, hoje a gente separa essa água, a gente é filtrada, o minério escoado até o terminal e dali exportado. Essa operação vai ser superimportante porque hoje essa água está sendo reutilizada na utilização e são influente, reutilizado com com certa facilidade, E vai ser importante vetor de fornecimento de água pro projeto de hidrogênio. E aqui à esquerda a gente tem o terminal dois com os geniais demais atividades que que acontecem aqui no Porto. Algumas fotos só pra ilustrar o que eu falei do termo dos terminais, das atividades industriais, EEEE Bom, eu comentei que o 0 Açu então nasce com essa vocação, com essa esse direcionamento pra ser o apoio da indústria De Olho e Gás e de mineração. E a partir de dois mil e dezenove a gente começa a discutir com o nosso conselho o que que a transição energética representa para porto Como a Sul, né, isso nos levou à chamada estratégia greenport que é justamente se valer das vocações Da infraestrutura de energia de óleo e gás pra permitir a inserção das novas energias do futuro. Sabendo que isso é uma transição Lenta, gradual, nós continuaremos a depender aqui do petróleo, do gás natural e precisamos deles mas ele nos permite inclusive ser mais eficiente nessa inserção. O hidrogênio naturalmente está no centro dessa estratégia, nós demos início ao licenciamento ambiental de hub de hidrogênio de baixo carbono, Com quatro gigawatts de capacidade associada à planta de amônia e metanol. Eu comentei que a jornada De aprendizado de projetos de longas de longo de longa escala aqui né, de demanda de capital, nos traz ensinamentos e deles é que nós somos muito bons Em licenciar projetos, coisa que pro investidor internacional muitas vezes é ponto de atenção. Então o que nós estamos fazendo aqui é conduzir o licenciamento ambiental deste grande projeto, deste grande hub, e oferecer aos nossos parceiros projeto já com risco diminuído, Pelo menos em relação a essa essa variável então, apresentamos agora teremos audiência pública desse projeto no próximo mês aqui no Rio de Janeiro, então vou já desde já Convidar aqui a todos, a data vai ser divulgada oportunamente, esse é estudo que está já disponível e é público, mostra bem como é importante avaliar diversas variáveis que muitas vezes Não, estão hoje no radar, hidrogênio precisa ser, tem toda uma questão de risco, alternativa locacional precisa ser analisada, a proximidade com outras atividades, então tudo isso Está bem representado aqui no nosso projeto. E como a gente comentou, a gente enxerga esse hidrogênio como vetor de descarbonização de determinados setores e portos são, por natureza, hubs onde essa Vantagem pode ser melhores por nada, não apenas pra exportação, mas porque como a gente já comentou aqui o hidrogênio não gosta de ser transportado, se a gente puder, Fazer cluster que você combine a produção com a sua utilização, você naturalmente Está induzindo ou está buscando maior eficiência? Então, a gente comentou aqui três projetos que hoje estão avançados no seu desenvolvimento, A planta de amônia em parceria com a Toyo, o Brasil como já falou aqui não vou repetir precisa quebrar essa dependência externa No no do agronegócio, o projeto de HBI, essa semana anunciamos a parceria com a Vale, O HBI é insumo fundamental pra descarbonização da siderurgia, e o hidrogênio é vetor de redução Nesse processo, o hidrogênio pode ser utilizado para agregar mais valor às às pelotas de minério de ferro, Consequentemente produzir esse esse aglomerado que terá mais valor no mercado. Então ao invés de exportar minério de ferro, A gente pode exportar HBI, e isso é muito mais eficiente do que exportar amônia a partir do hidrogênio. E por último de combustível marítimo eu falei a gente também pode ser uma importante vetor e aí deputado Wallace a gente discutiu o PL do Combustível do Futuro, Olha muito pra pra o SAF né pra outras mas talvez a gente tenha aí uma oportunidade pra olhar também pro setor marítimo que é setor Que vai poder, que vai ter desafio grande na descarbonização. Então eu termino aqui a minha a minha intervenção, deputado, com O os as mensagem chave pra mim, e a gente já passou não vou repetir mas, vou deixar aqui só a última do senso de urgência Que a gente tem nesse momento na aprovação de marco legal, e na simplicidade da regulamentação a gente vai ter aqui a oportunidade de viver a ANP também a gente precisa Que esse seja a gente na nossa perspectiva, nós não devemos criar nada novo em relação à gestão do hidrogênio, a gente já tem Bases regulatórias que podem agora ser criadas mas sem criação de agência, sem criação de novas complexidade que vão Na nossa visão talvez ser mais uma barreira a ser superada nessa trajetória. Eu depois naturalmente deixo aqui esse material à disposição E mais uma vez agradeço e parabenizo a iniciativa. Obrigado. Muito obrigado Eduardo, nós é quem agradecemos. Reitero a importância de termos esse documento vamos incorporálo ali aos anais a Natasha nos ajuda aí tomar providência isso muito obrigada. E as três premissas aí estamos muito afinados nessa questão aí, né? A primeira de medidas de incentivo é incorporar o Hidrogênio, pode se exportar mas incorporar é a vertente aí que nos mobiliza né? Então você destacou essa questão E com relação ao Emetanol, eu também acho que isso caberia muito no combustível do futuro, nós estamos discutindo emendas, aperfeiçoamento do projeto, e isso é daqueles instrumentos que eu disse, ao ao lado do marco regulatório do hidrogênio, nós temos, PL crédito de carbono, PL combustível do futuro que tem incidências aí muito semelhante depois vamos dar. Posso fazer uma última destaque aqui que é o PL das Aólicas offshore que é importante também a gente relembrar né? Hoje PL cinco sete meia, Jean Paulia o senador Jean Paul, atual presidente da Petrobras, hoje aguarda o requerimento de urgência na câmara pra essa votação é uma aceleração importante também. Está acertado nós vamos votálo viu? Dar uma notícia então a você tem gente da imprensa aqui, especializada o relator é o Zé Vitor, deputado nosso de Minas Gerais. O Zé Vitor na semana passada dialogou no colégio líderes eu estava presente, estamos acertado pra votarmos a urgência e o projeto está bem amadurecido também, acho que vamos ter uma resolutividade rápida aí. Fernanda, por favor Fernanda, Fernanda vem na representantes da biólica, mas vem particularmente pelo Pacto Brasileiro pelo Hidrogênio Renovável que eu já na fibra do género já havia agradecido essa importante contribuição. Tinha mencionado a Biólica, que agora fala pela Fernanda Guedes, e tinha mencionado também a Absolar e a Biogás que nos ajudaram por essa importante proposta, por favor Fernanda. Obrigada deputada, eu gostaria de agradecer em nome da Biiolic e do Pacto o convite pra estar compondo aqui essa mesa, Eu vim hoje falar pouco sobre o potencial da energia eólica pra impulsionar a competitividade desse hidrogênio renovável aqui no Brasil e também vou apresentar rapidamente alguns pontos do pacto Inclusive já foram entregues, espero que sejam incluídos aí nesse texto né? Que vai ser deu spoiler pra gente. Bom vou passar rapidamente aqui, acredito todos já conheçam a Biólica, tem pouco tempo pra falar, mas a Biólica é a Associação Brasileira de Energólica e Novas Tecnologias, a gente está trabalhando fortemente Nessa temática do hidrogênio renovável, né? E aí entrando aqui, fazendo uma contextualização, né? Eu posso ser repetitiva com o que já foi falado, Mas o hidrogênio ele é tido atualmente como vetor né da transição energética, é uma solução chave para os setores de difícil de carbonização os hard to abates que já foi comentado aqui na De abertura, é uma molécula versátil, pode ser utilizado como uma, tanto como matériaprima como fonte de energia, né, Mas é realmente necessário que esse hidrogênio ele seja de fontes renováveis ele seja limpo pra que a gente consiga atingir a tão almejada neutralidade de carbono, né? Aqui menciona também a crise energética, né, guerra da Ucrânia e Rússia, a necessidade da gente eliminar essa dependência, né, as fontes fósseis E também ao momento político de mercado né, a gente vê aí o ira, o H dois global, a políticas em todo mundo né focando nessa transição e aqui no Brasil a gente realmente precisa desse apoio público pra que a gente consiga fazer com que essas fontes essas tecnologias verdes como hidrogênio sejam competitivas. Temos aí alguns PLs que estão parados né, desde abril desse ano, mencionou aqui o sete dois cinco, sete oito e dois três 0 oito, E parabenizo mais uma vez aí a iniciativa, né, pra uma criação de novo texto e pra que a gente consiga realmente avançar, né, no marco regulatório do hidrogênio. Temos também algumas alguns projetos de lei decretos da universidade estadual, né, não vou mencionar todos mas faço aqui, menção ao decreto Vinte mil novecentos e setenta de dois mil e vinte e da Bahia, que introduz a isenção de SMS na compra de energia elétrica pra produzir, hidrogênio a partir de fontes renováveis. É o hidrogênio ainda é é muito caro né, não é competitivo, o hidrogênio renovável, então a gente precisa de fato dessas desses incentivos. Falando pouco sobre a demanda interna né, a gente fala muito sobre exportação, mas já foi falado aqui que a gente precisa olhar pra demanda interna. No Brasil a gente já tem uma demanda pelo hidrogênio que atualmente é produzida a partir de fonte fósseis predominantemente gás natural, hidrogênio cinza, né? Então, a gente precisa É de fato, né, focar nesse hidrogênio, na produção do hidrogênio renovável e com isso a gente sabe que vai haver haver uma necessidade de incremento, né, da produção É da geração de de renováveis aqui no país de basicamente óleo que solar. Né eu trouxe aqui estudo da Mackenzie de dois mil e vinte e né que mostra né, Em cenário acelerado o quanto que a gente vai precisar de investimento e de incremento na capacidade adicional de renováveis né? E aí em torno de duzentos bilhões de dólares em investimentos aproximadamente cento cento e oitenta gigawatts de capacidade adicional renovável que é mais do que a nossa capacidade total de geração em dois mil e vinte. Então é bastante coisa, e com isso também vamos ter que expandir, Né, a a rede transmissão que atualmente já encontra gargalos. Temos vários planos anunciados no Brasil, inclusive Porto do Açu, Porto PC no Ceará, Porto De swap em Pernambuco, várias empresas olhando pra essa indústria de turismo verde, né, fazendo o Moius, então é realmente necessário que Defina aí esse marco regulatório. Eu trouxe aqui dado da Bloomberg né, que mostra em dois mil e trinta, O custo nivelado de energia é para o hidrogênio e aqui, bem no iniciozinho não sei se, Não não mostra mas, é o primeiro é o primeiro gráficozinho lá é o Brasil, né em azul, é o hidrogênio produzido a partir de eólica onshore né? E aí a gente tem o 0 realmente o custo dos mais competitivos entre e e meio dólares por quilo. E aí falando pouco das características da eólica né, pra produção desse hidrogênio, a Desse hidrogênio, a gente tem aqui no Brasil dos melhores ventos do mundo, né a gente já tem uma matriz elétrica basicamente renovável oitenta e quatro por cento, Desses oitenta e quatro temos treze vírgula sete por cento de capacidade de eólicas onshore, né temos vento constante, baixa volatilidade é vento previsível, Tem uma baixa pegada de carbono em sua fase de operação, é complementar com outras fontes isso é muito importante também para a produção de hidrogênio, hidrelétricas, fotovoltaica, biomassa, E temos impactos sociais e ambientais positivos para a sociedade. Eu trouxe aqui a título de informação né o preço dos leilões regulados Da da Eully Honshore né, ela está aí numa média de duzentos reais por megawattshora então é de fato preço que pode vir a a ser É é interessante competitivo para esse hidrogênio ser produzido, né? A gente sabe que dos maiores custos né para o hidrogênio é a produção Da dos eleitores né então é de fato importante que o custo da energia que vem a ser consumida ali seja competitivo também. É e aí eu trago a Ezálicas offshore né, a gente tem batido muito na tecla de que não é uma relação de causa e efeito a gente tem indústria de hidrogênio a gente tem a indústria das eólicas offshore, mas de fato a integração da eólica offshore com hidrogênio é uma opção interessante a gente sabe que a eólica É offshore ainda é muito cara então a gente tem que pensar aí no longo prazo né, mas de fato essa integração ela pode evitar essa redução restrição né, de evitar a falta de capacidade de transmissão. E aí também trouxe o conceito do powert Wax né, a produção da energia pra partir da Eulic Offshore né, a produção dos dos do hidrogênio verde pra todos os eletroizadores, e aí Produzindo os combustíveis de aviação para para o os os setores que são de difícil descarbonização. É e aí falando pouco do pacto né, o pacto ele foi assinado em maio desse ano pela BOI cabe solar, a biogás e a câmara de comércio indústria Brasil Alemanha, a HK, né? E E aí os objetivos do pacto né o nosso dos nossos principais objetivos é contribuir para a definição desse arcabolso regulatório, né que é de fato importante pra trazer a segurança jurídica pros investidores, Desenvolver o mercado de aplicação do hidrogênio renovável aqui no país, promover também o desenvolvimento socioeconômico por meio da economia desse hidrogênio, Promoveu o hidrogênio de origem renovável né? A taxonomia do hidrogênio é realmente muito importante, disseminar as oportunidades e também aumentar a competitividade da produção e uso desse hidrogênio no país. Duas fotos no dia da assinatura do pacto, e também em nove de agosto a gente teve a adesão do governo do Ceará. Eu trouxe aqui os dezessete pontos do Pacto que já foram entregues ao deputado, eu não vou passar por todos eles não temos tempo, mas eu vou aqui mencionar alguns que são de fato muito importantes. Definição né do hidrogênio e da taxonomia ele precisa ser de origem renovável produzido a partir de fontes renováveis solar, eólica, biomassa, biogás, etanol, Egeotérmica, marés ou hidráulica, né? A inserção do hidrogênio na política energética nacional, né? A inserção do hidrogênio no âmbito de competência da que a Marina vai poder falar pouco mais pra gente, né, pra gente não ter a necessidade de criação de mais uma gente de agência pra fazer a regulação e fiscalização, É desse hidrogênio, né? A alteração na lei das EPEIS com incentivos a facilitar sua criação e operacionalização, né? Então tornar as EPEIS de Desenvolvimento para projeto de hidrogênio no Brasil, a redução da carga tributária é muito importante né para a cadeia produtiva de produção do hidrogênio, Criação no mercado de carbono, e aí eu faço couro eu sou a coordenadora de g t de mercado de carbono na biólica, então a gente acredita de fato que regulamentação do mercado de carbono ela é importante sim, para impulsionar né o desenvolvimento dessa indústria, o enquadramento do projeto de produção de De hidrogênio né, pra fins de enquadramento no né, e emissão de debêntures e incentivadas né mas aí mais mais uma questão de incentivos. Adição do hidrogênio nos gasodutos e aí a gente precisa da das definições técnicas pra fazer essa adição, o aumento de limite ao de acesso ao fundo Clima para projetos de hidrogênio renovável, né, e a criação de programas de financiamento incentivado e FINEP Para a produção de hidrogênio e amônia renováveis. Aqui estão os dezessete pontos passei por alguns deles, e aí só pra finalizar, O mundo está passando por esse processo de transição energética, de carbonização, o hidrogênio verde ele é vetor né dessa transição, Temos estratégias nacionais publicadas por diversos países e a gente precisa elaborar uma estratégia nacional pro Brasil, né? E pra isso também é importante a mobilização de parcerias internacionais né cooperações essa cooperação com o Brasil e a Alemanha é muito importante, é importante que o 0 hidrogênio ele seja dirigindo renovável, E além disso a gente tem levantado aí a bandeira da necessidade de uma política industrial verde né? A gente vai ter aí a marca regulatório do hidrogênio esperamos das eálicas offshore do mercado de carbono, Então a gente precisa de fato desses marcos regulatórios pra trazer a segurança jurídica que os investidores precisam. E aí por fim, os desafios né, Que a gente encontra para o desenvolvimento da indústria do hidrogênio verde, preço da tecnologia ainda é muito elevado, reduz a competitividade a gente precisa aumentar Através desses incentivos, a gente precisa definir normas técnicas para a mistura do hidrogênio com gás natural nos dutos, Né, definição das funções a serem assumidas pelas autoridades políticas pra regulamentar esse hidrogênio, né, uma questão muito importante, demanda de materiais críticos Para a produção de dos eletroizadores, pode se tornar gargalo com aumento da demanda por esse hidrogênio, a gente precisa olhar pra isso, né, a produção do hidrogênio Por eletrólise consome muita água então é imprescindível que essas plantas elas sejam instaladas em regiões que não tenham escassez hídrica né e aí as alicas offshore No longo prazo isso torna uma opção interessante, e por fim a inexistência de mercado de carbono pode aí retardar né o desenvolvimento dessa indústria no país. É isso, gostaria de agradecer mais uma vez a convidar todos a acompanharem a ABEOL, obrigada. Falou muito rápido. Dez minutos. Foi perfeito não? Mas ficou muito o conteúdo, muito obrigado viu Fernanda? Reitero mais uma vez, esse documento repito, mas é pela qualidade do documento ele perfaz propostas de regulação, ele contempla a sugestão de políticas públicas também, e faz alguns diagnósticos que são muito relevantes aí pra esse debate. Quero reiterar que estão já ali no site da comissão à disposição aí e lhe agradecer. Você começou perguntando, vocês, as suas contribuições, nos ajudaram muito na formulação do texto que está sendo construído viu? Então é sim. Cíntia, queremos ouvila, por favor. Bom dia a todos, queria agradecer o convite em nome da Ferjandro de estarmos aqui. Ministro Márcio Forte já fez uma pequena apresentação eu vou aqui me apresentar novamente porque Eu estou agora como ocupando duas posições, eu sou o presidente do Conselho Empresarial de óleo e gás da Ferjan, então é em nome da Ferjan Eu estou aqui, e tem mês mais ou menos aí a a nossa ainda questão de informação, tem mês eu assumi a UNIP, A diretoriageral da UNIP que é a organização nacional da indústria de petróleo e gás, que é uma organização privada Suportada pelas federações das indústrias e teve muita relevância e ainda tem relevância Na valorização da indústria nacional. Eu aqui eu também, só pra contextualizar, Eu sou engenheiro eletricista, então pra mim é uma satisfação enorme estar aqui na Eletrobras, embora no setor elétrico eu tenha trabalhado, No setor elétrico eu nunca trabalhei, mas como engenheiro eletricista eu trabalhei apenas ano na minha vida. Depois eu fui fazer mestrado em, Termodinâmica, então eu tenho mestrado em termodinâmica, daí que ontem eu estava numa palestra sobre, Na na subsegurança em matriz energética na FGV, então eu ouvia todas as considerações sobre termodinâmica do professor Roberto Ramos que o 0 Hugo Leal comentou aqui, e passei dois anos na França fazendo Mestrado em transporte de gás natural na Ecolide de Míndio Paris, e quero registrar que todas esses essas minhas formações, Eu fiz com o suporte do governo brasileiro porque eu estudei engenharia elétrica na UERJ, Rio de Janeiro, Fiz higiene mecânica na COP, na aqui na UFRJ, e eu fui com o bolso do governo brasileiro Fui pro pra França fazer uma alta escola e agradeço muito toda essa oportunidade de ter Ter tido excelente estudo de alta qualidade. Então a minha praia é gás natural, Sim, apesar de eu ter começado como engenheiro eletricista. E eu gostaria então de ter de ter me preparado pouco melhor aqui pra essa Pra pra falar aqui nesse, né nesse painel sobre hidrogênio, exatamente Porque a o Rio de Janeiro tem, o Rio de Janeiro é é estado que representa pouco também o 0 Brasil né, o Rio de Janeiro tem Uma enorme diversidade de fontes energéticas assim como o Brasil, tem até a nuclear aqui, Mas e e também a gente tem uma, assim a gente tem essa vocação para a inovação e São para inovação e para tecnologia. Não é à toa que a gente está com esse emo importante que vários emos importantes que a Bruna está desenvolvendo e que é assim, extremamente importante a gente estar avançando, não é à toa que a gente tem A a câmara alemã aqui e a HK liderando também todo esse acordo Brasil Alemanha, que pra nós é Com certeza muito importante, já que a Alemanha é líder em em energias renováveis, E também é líder em tecnologia e o que o Brasil precisa nesse momento já que a gente já está tão avançado em renováveis, É muita tecnologia, eu acho que é o que esse esse acordo vai estar trazendo pra nós. Temos que também entender, também como vai se dar essa essa transformação energética EAA importância dela ser Bem planejada dessa transição a transformação energética dela ser bem planejada, esse momento é momento único pra viabilizar essa A tração de investimentos, e no caso da da aqui falando da Firjan em relação ao hidrogênio porque E depois eu vou querer falar pouquinho de gás natural que eu acho que é importante pro Rio de Janeiro. A Firjan ela está com os Instituto de Tecnologia e do Senai e e também as unidades do SESI, estudando o assunto então a gente tem senso de tecnologia Na Tijuca estudando esse assunto de hidrogênio estudando a parte de tanques de armazenamento, Revestimento com grafeno pra pra hidrogênio pra adultos então, Esqueci seu nome Fernanda. Da da bióloga, Fernanda da bióloga mencionou revestimentos Pra adultos por exemplo o material então AA0 SENAI ele está se preparando pra isso, também é centro de capacitação que importante, que a gente precisa estar sempre lembrando a indústria de utilizálo, É porque, está à nossa disposição é pra utilizarmos, e e então eu gostaria de Falar sim que, o hidrogênio ele é ele está se locando como combustível do futuro, principalmente o que a gente percebe, Eu acho que o 0 representante da promo colocou de uma maneira muito bem colocada, A questão da gente produzir amônia, E0E0 firmo também produzir amônia aqui e ureia para a nossa Indústria de fertilizantes né pra agropecuária é é fundamental que a gente Também pense no uso não apenas exportação de hidrogênio porque é difícil, já tem alguns barcos pilotos, Mas como o Firmo falou, se o gás natural é, o transporte É a temperatura criogênica de menos cento e sessenta e dois graus Celsius, 000 hidrogênio vai ser a menos duzentos. Então, a Kawasaki, por exemplo no Japão está desenvolvendo projeto piloto, mas a gente sabe que Ainda não é viável economicamente então poder ter a hidrogênio aqui e utilizar aqui eu acho que vai ser a gente vai ter grande mercado pra isso. Agora, O senhor sabe que a gente está apoiando o Ferjão a UNIP, a os vários estudos para de gás natural para Empregar gás natural para neoindustrialização. E é fundamental que a gente olhe para o setor de gás natural, E que a gente possa alinhar o discurso de descarbonização. Então quando a gente olha a matriz energética, A matriz de produção de petróleo por exemplo, a gente sabe que o Brasil está produzindo cento e quarenta e quatro milhões de metros cúbicos, Usa pouco na, na plataforma, queima muito pouquinho, e reinjeta Metade setenta e três por cento. É? Em outro país do mundo, não se permitiria nível tão elevado de reinjeção. Parte da reinjeção é alegada como técnica, parte da reinjeção é alegada como Econômica pra produzir mais petróleo, que vai ser exportado e que vai, descarbonizar onde? Então temos que olhar essa questão da descarbonização de uma maneira mais global, porque a gente deveria estar usando mais gás natural no Brasil, O gás natural deveria ser mais barato. Quando a gente pensa em nas redes de transporte de gás por exemplo, A tarifa poderia ser mais barata se a gente tivesse com o uso a produção de o uso de gás natural para produzir Fertilizante, amônia, purê e também produtos, petroquímicos. Afinal, o gás natural, os volumes de Gás natural para a indústria petroquímica e de fertilizantes eles são sete dias na semana vinte e quatro horas sete dias na semana, E isso contribuiria pra baixar também o preço de gás para a indústria, já que a gente está falando aqui de competitividade. Então, Veja bem que, o a gente tem pacto pro hidrogênio que é excelente, a gente tem vários, Programas de gás natural que precisam conversar com com o setor elétrico, com Agora o setor de hidrogênio, porque todo mundo quer usar rede de gás, mas na hora de baixar o preço da tarifa, A gente está vendo que eu não, isso não está baixando então, a o hidrogênio quer passar uma mistura de vinte por cento né, até né, a sua pode Passar, até tem experiências de até vinte por cento, na na rede de gás natural. O setor elétrico quer usar redes de gás natural de forma Flexível. E e aí você constrói redes de gás natural, que na maior parte do tempo, elas não estão, No caso do do setor elétrico não estão sendo usados porque só usa quando despacha. Então, sim, isso é pra Pra contextualizar, que para o Rio de Janeiro é muito importante a gente olhar a questão do gás natural como O Guléal já colocou aqui. E, queria também, falar sobre, Também sobre a importância aqui do do do de uma frase que, Que ele colocou do do discurso ao recurso né? Também a gente está percebendo uma, Uma dificuldade das agências de financiamento europeias de de continuar financiando projetos de gás natural, Aliás projeto de petróleo e gás. E e é importante já que vai ter o G vinte aqui que o ministro falou, que a Só olhe pra esse assunto e trate desse assunto, porque o Brasil e o mundo vão continuar precisando de petróleo e gás natural. Então é é é vai ficar mais caro se não tiver financiamento de agências de crédito europeia porque Elas decidiram que agora só, vão financiar por exemplo projetos renováveis. E recentemente a gente recebeu na firma, CEO de uma empresa de petróleo, e a gente vê claramente que até dois mil e trinta e mesmo depois de dois mil e trinta, Mais de oitenta oitenta por cento da receita da das empresas de petróleo ainda vão vir de vendas de petróleo Mais gás do que petróleo. Então o Brasil precisa olhar para o gás natural porque essa é uma vocação que a gente não pode ficar apenas Reinjetando sem olhar pro aproveitamento, então eu sei que tem outro projeto aí próescoar né que a gente, que eu não sei como é que ele está a onda a onda, mas enfim, a quando eu penso em subsídios para o hidrogênio, eu penso E0E0 escoamento? Não, Ficou de fora da lei do gás, então ele ficou ali numa situação que ele não encontrou ainda também Uma uma equação econômica pra ele, enfim, eu acho que o debate precisa ser aprofundado, Não é apenas numa sala aqui pequena que a gente vai ter esse debate ele tem que ser mais amplo, e mas eu parabenizo AAA vocês por terem trazido pro Rio de Janeiro esse esse debate, essa discussão sobre o uso do hidrogênio, E o Rio de Janeiro vai estar sempre de braços abertos aí pra todas as inovações, com certeza. Muito obrigado Cíntia. Esse tema que a Cíntia abordou várias questões ela mencionou, agradeço e agradeço à equipe da Ferjan que aqui prestigia e que ela coordena de uma forma tão correta, o papel do gás natural como aquilo que chamamos de o elemento de transição né, no processo da da matriz, acho que há consenso sobre isso. Tem que fixar cada vez mais esse papel. A questão da reinjeção, o volume de reinjeção no Brasil é uma coisa muito acima de qualquer, paramos que se tenha né, a necessidade de ter redes de escoamento, eu deputado Cristina Auro perfizemos ali linha ao lado daqueles que buscaram sempre discutir monopólio da Petrobras nessa questão, nós fomos discutindo sucessivamente, participamos de comissões que foram no sentido de abrir tanto parâmetros de preço como parâmetros de escoamento também sobre a questão do gás natural, entendendo até que isso dava mais condições de competitividade a própria Petrobras ainda, mas é capítulo ainda por se resolver né? Nós temos hoje aí o a questão toda, o ministro mais forte na sua intervenção inicial falou do Gasoduto Brasil Bolívia né, como uma primeira referência hoje claramente limitada a própria capacidade de fornecimento ali é bem determinado o potencial que temos para poder ainda explorar o gasto natural então tema muito bemvindo tem tudo a ver com tudo eu agradeço você que é uma grande conhecedor especialista de de Cíntia, muito obrigado viu? Eu vou chegar pouquinho mais pra cá, vou convidar o Roberto e a Cíntia também pra chegar, senão nós vamos botar a Marina meio de lado aqui na mesa, acho que fui eu que fui até chegando de repente aí, mas com muita alegria receber ela que representa que é a ANP Marina Abelha por favor Marina. Muito obrigada deputado, agradeço o convite a oportunidade da ANP participar aqui desse debate e cumprimento Os meus colegas de mesa, e também a todos os presentes e a todos que nos assistem. É muito importante pra ANP participar de debate de tema tão importante como a transição energética Que é a produção de hidrogênio. O mundo hoje ele discute formas da gente chegar numa economia com menores emissões de gases de efeito estufa, E pra se chegar nesse, essa transição essa essa transformação, no cerne dessa discussão, está a matriz energética mundial, Né? EAA possível mudança de protagonismo de fontes dessa matriz energética. E diferentemente de mudança de protagonismo ou substituições de fontes energéticas que a gente já viveu no passado, em razão de maiores eficiência econômicas ou O energético propriamente dita, dessa vez, o que está acontecendo é que por desejo da sociedade de se chegar nesse futuro Com menores emissões de gases de efeito estufa, se procura atingir esse objetivo. Então existem muitos desafios a serem enfrentados, muitas tecnologias ainda a serem desenvolvidas, E a gente precisa trabalhar nessa equação econômica pra gente conseguir chegar nesse objetivo. E muitos desafios se impõem né? Como já Foi citada aqui a guerra da Rússia na Ucrânia demonstrou pra gente a importância do debate da segurança energética, no âmbito desse debate da transição energética, Então são muitos desafios aí que estão pela frente e não só isso a gente tem que tratar também de uma transição que seja justa, que não gere pobreza energética né isso no Brasil tem que ser especialmente É levado em conta pra que as populações mais vulneráveis não sejam afetadas negativamente nesse processo que a gente quer, Né? É que o país se desenvolva, no âmbito dessa discussão. Então a ideia aqui dessa apresentação Mostrar o que que a ANP tem feito no âmbito dessa discussão, porque o petróleo e gás natural eles continuarão tendo uma importância muito grande na matriz energética, E esse mercado regulado vai passar por uma transformação também, e a ANP precisa se preparar, É pra enfrentar esses novos desafios então a gente vai mostrar o que nós já temos feito e o que nós enxergamos aí pro futuro. Bom, Primeiro é importante esclarecer o papel da ANP, a ANP não é formulada de políticas públicas, a ANP ela implementa Política pública política nacional de petróleo gás natural e biocombustíveis quem que é elaborada né, pelo CNP, então a ANP ela implementa e subsidia o CNPJ Com relação a essas políticas. É nossa função regular e estabelecer a regulação promovendo a livre concorrência, a garantia do abastecimento nacional e a proteção dos interesses dos Consumidores quanto a preço qualidade e oferta de produtos. Somos responsáveis também por contratar, por outorgar autorizações Pras atividades das indústrias reguladas e promover as licitações e assinar contratos em nomes da União. E também de Fiscalizar e fazer cumprir as normas das atividades da nossa indústria regulada. Esse slide eu não vou entrar Nos números mas é apenas pra mostrar pra vocês o universo né que a ANP regula é universo muito grande de mais de cento e trinta mil agentes regulados E vai do upstream passando pelo midstream até o downstream né a gente diz que a ANP regula do poço ao posto, né? Então a gente regula universo bastante grande de agente regulados. INP ela veio modificando as suas atribuições ao longo do tempo desde a sua instituição com a lei do Controle quando foi criada a Agência Nacional, houve diversas modificações em dois mil e cinco houve alteração do nome da ANP e entrada com a entrada do biodiesel Na matriz nacional, em dois mil e nove a gente teve a primeira lei do gás, em dois mil e onze a produção de etanol ela passa a ser autorizada pela ANP, Em dois mil e dezessete a gente teve a instituição do Renova Bio, em dois mil e vinte e a segunda lei do gás, e de agora em diante a gente ainda vislumbra algumas possibilidades de de modificações na nossa na nossa competência, tendo em vista que existem diversos projetos de lei em andamento, E muitos deles colocam a ANP como protagonista né, do ponto de vista de regulação em alguns temas como o hidrogênio, a captura E armazenamento de gás carbônico e ou utilização né do gás carbônico, e também o projeto de de Combustíveis do Futuro que foi bastante citado aqui que também traz novas importantes atribuições pra ANP. A ANP ela faz parte do PNH dois que é o programa nacional do hidrogênio por meio do COGIS né que é o Comitê Gestor. Eu sou a suplente da ANP o representante é o Alex De Medeiros. INP faz parte aí dos seis eixos desse programa a gente faz parte e discute de cinco eixos. Então realmente a gente está aí, Bem dentro dessa discussão e participando ativamente observando a evolução dessa discussão pra entender exatamente qual vai ser o nosso papel, No âmbito dessa regulação. Do ponto de vista do que temos feito a ANP participou, da elaboração do plano trienal por meio de sua participação no programa Canal do hidrogênio, estamos acompanhando o andamento de diversos projetos de lei e especificamente com relação ao hidrogênio eu cito esses três, o projeto de lei Mil oitocentos e setenta e oito de dois mil e vinte e dois que cria política que regula a produção e usos para fins energéticos do hidrogênio verde, o PL sete dois cinco de dois mil e vinte e dois que Disciplina inserção do hidrogênio como fonte de Energista da Ness Incentivos e o PL três quatro cinco dois dois mil e vinte e três que dispõe Conceitos incentivos ao uso de hidrogênio no Brasil, do uso energético de hidrogênio no Brasil. Citei esses três porque todos os três, no texto inicial, Ao menos eles incluem a ANP como o ente responsável pela regulação. E além disso foi publicada a portaria quatro oito de dois mil e vinte e dois da ANP Eike instituiu o grupo de trabalho pra debater e definir a estratégia da ANP no âmbito do PNGadores do programa nacional de hidrogênio E trouxe aqui as atribuições que estão listadas que enfim depois quem tiver interesse em saber com mais detalhes vai poder acessar essa apresentação, Mas basicamente a discussão sobre o tema de hidrogênio subsidiar a diretoria colegiada da ANP captar as intenções e as estratégias da agência com relação a esse tema. Existem alguns temas importantes pra regulação de hidrogênio que a gente queria destacar aqui nessa apresentação, Então como já foi dito aqui por diversos participantes a certificação da produção de hidrogênio de baixa emissão é tema extremamente importante a ser discutido, A especificação do hidrogênio pra ser usado como combustível, a autorização pra produção do uso do hidrogênio como combustível, A questão da captura e armazenamento de carbono é extremamente relevante pra discussão do hidrogênio porque hidrogênio de baixa emissão, ele não necessariamente ele precisa ser hidrogênio de fonte renovada. É possível você ter hidrogênio de baixa emissão, se você estiver aí associado a ele, A captura e armazenamento e o uso do gás carbônico produzido ao longo do ciclo de vida desse hidrogênio então é algo extremamente importante Visto que os hidrogênios de fontes renováveis, eles são mais custosos hoje, né, se trabalha muito pra que, É você tem o custo mais baixos desse hidrogênio renovável mas hoje eles ainda são mais custosos então, a captura e armazenamento de gás carbônico pode trazer ainda mais Pra produção de hidrogênio. A questão da segurança, armazenagem e movimentação como foi citado aqui hidrogênio não gosta muito de ser transportado então isso tem que ser olhado Com muito cuidado. A questão da regulação do hidrogênio branco em nenhum desses projetos de lei a gente tem a especificação da regulação Desse tipo de exploração e produção, que de alguma forma se assemelha à exploração e produção de petróleo e gás natural, o Brasil Tem potencial pra pra hidrogênio natural, sogióloga, então a gente já tem aí algumas Indicações desse potencial, ainda são pesquisas mais incipientes mas já foram identificadas, ocorrências de hidrogênio natural que não significa É que a gente tem campos de hidrogênio natural, precisa ser pesquisado pra entender se essa ocorrência efetivamente tem futuro, né, mas foi identificado em Minas Gerais, são identificadas Clareiras na vegetação que são chamadas dos círculos das fadas né? É que demonstra essa exaltação natural de hidrogênio, Em Maricá recentemente foi anunciado no Congresso Nacional de Hidrogênio que foi identificado também es doações De mais alto teor de hidrogênio lá também mas tudo isso precisa ser entendido geologicamente, pra se entender efetivamente o nosso potencial, Mas não temos ainda a indicação dessa regulação e isso é algo muito importante a ser discutido. E recursos de PDI dos contratos De concessão pra hidrogênio vou trazer aqui detalhe pouco maior nisso porque o governo e os operadores eles têm buscado apoiar o desenvolvimento das tecnologias limpas, É aqui eu trago a resolução CNPE dois de dois mil e vinte e que coloca o hidrogênio como uma das prioridades pros projetos de PDI da ANP E da ANEEL né das cláusulas de PDI as cláusulas obrigatórias de investimento em pesquisa e desenvolvimento, dos contratos de petróleo e gás. No caso da ANP, dezessete por cento do orçamento total de PDI historicamente é aplicado nos temas de proteção ambiental, de Harmonização, eficiência e tração energética. Então ainda há espaço pra uma ampliação ainda maior dessa porcentagem, mas é importante destacar que Hoje a gente já tem aí cento e oitenta e seis milhões de reais comprometidos em projetos de PDI especificamente no tema de hidrogênio que é valor bastante importante né? O Brasil ele tem potencial pra ser competitivo na transição energética, vamos citar isso desde o Upstream até o downstream né no présal que são ativos globalmente competitivos no cenário de transição energética eles têm baixo breakiving E tem baixas emissões de gases de efeito estufa, né, baixo teor de de de enxofre quando comparado aos De mais empreendimentos mundiais, a média mundial de emissão de gás carbônico, essa emissão é mais baixa no nosso présal. O Brasil ele responde hoje por quase sete por cento da produção de energia renovável do planeta, ultrapassando a sua participação de três por cento na população global e dois por cento PIB global. É há muito tempo o Brasil vem se posicionando como líder em biocombustíveis e em tecnologias hidrelétricas e quarenta e sete por cento da energia primária É de energia renovável, a gente tem a sexta maior capacidade em geração de energia eólica, e somos o segundo maior produtor de biocombustíveis, Com elevado potencial também pra armazenagem de gás carbônico, também como dialoga posso dizer pra vocês que a gente tem grande potencial principalmente quando a gente fala Dessa armazenagem aquífero salinos profundos, a gente tem uma extensão sedimentar muito grande no território brasileiro e temos inúmeras possibilidades pra esse armazenamento. A A pressão energética ela aumenta essa necessidade de atrairmos mais investimento, e a ANP ela acredita que a identificação e atuação Sobre as sinergias do hidrogênio com setor de alho e gás serão muito importantes pra segurar a nossa competitividade aí, no nível global. E pra fechar aqui essa apresentação, Quais são o que que estamos vendo aí né? A ANP ela guarda a definição do seu papel na regulamentação do hidrogênio de baixa emissão. A ANP pretende manter a nossa atenção sobre o tema participando e subsidiando as discussões no âmbito do governo, também manteremos a nossa participação No âmbito do programa nacional do hidrogênio, a INP acredita na importância desse trabalho conjunto pra definição do marco legal do hidrogênio de baixa emissão do Brasil. Bom queria agradecer a todos, assim eu finalizo a apresentação obrigada. Muito obrigado Marina, ótima apresentação, consistente, propositiva, muito obrigado. Agradecer a todos que estão aqui comigo na mesa, pedir licença pra gente renovar a mesa, ouvir aqui os demais que vão estar conosco. Muito obrigado. Foto foto, uma foto rápida Marília? Foto. Foto. Carro velho. Cíntia. Muito obrigado. Convido imediatamente a professora, pesquisadora da universidade federal da UFRJ, o professor André Santos por favor André, muito obrigado. Obrigado. Muita alegria receber o meu particular amigo exdeputado federal e aqui trazendo o olhar do Instituto Pensar Agro que é instituto que reúne as quarenta e sete mais importantes entidades do setor agropecuário e secretário de aqui no Rio de Janeiro a secretária da agricultura da Casa Civil Cristiano Alto. Já está aqui conosco desde o começo muito obrigado Vitor Hugo, voz rico, que falará em nome da Eletrobras e acabou de formalizar a contribuição. Muito obrigado Vitor. E o doutor Marcos Ludwig, que tem nos ajudado no debate sobre regulação, já tivemos juntos em outros momentos congresso e ele que constitui membro da a do Verano Associado. Ótimo. Pode ser você Andreia? Então convidar imediatamente a professora Andreia, você tem apresentação? Tenho, mas eu posso começar apresentação do professor Bom primeiramente queria agradecer aqui pelo convite é uma honra estar participando aqui desse evento né, acompanhei desde o início debates importantes pra Ajudar aí nessa nova economia do hidrogênio né, então como academia né eu eu acho que é interessante falar pouco, Do papel, né, enquanto academia eu aqui represento a Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Lideram projeto na universidade, que é justamente, coordeno uma planta de produção de hidrogênio verde, né? Foi inaugurada recentemente no dia onze de agosto desse ano, e faz parte de movimento né que é apoiado pela agência de cooperação alemã GEZ, Governo alemão e no âmbito do projeto H dois Brasil. E, assim a gente tem acompanhado de perto, Tem vários temas como eu falei são muitos os desafios, né e aqui alguns temas já foram tratados ao longo da manhã, E o pra nós enquanto universidade a gente tem papel muito importante de ajudar a responder uma série de questões, Né principalmente quando a gente vai falar de segurança, a gente está avaliando, a própria tecnologia em si, a eficiência que foi tocada a questão do Alto consumo de água e energia pra se produzir o próprio hidrogênio verde né no nosso caso, na universidade a gente tem sistema também, Produzido a partir da eletrólise e da água, questões de segurança que é bastante preocupante ainda né a gente viu aqui a discussão de, Não só da produção mas a estocagem né o armazenamento desse hidrogênio, seja na forma de gás, transporte, E a própria viabilidade né? Então aqui eu achei muito interessante na parte da manhã, essa discussão sobre a gente aproveitar as nossas potencialidades né? A competitividade EAEA potencialidade que o Brasil tem, de fato de ser grande produtor, Seja pro mercado eu sempre digo a gente tem uma oportunidade gigante pro nosso mercado doméstico, mas também pra Tá, aí é uma questão de decisão política e claro esse movimento todo que a gente espera agora surgir com a própria regulamentação. Então vou passar aqui rapidinho né? Esse é o nosso projeto, produção de hidrogênio renovável, com pressão, armazenamento e utilização Os temas de energia e mobilidade, então na universidade eu coordeno laboratório de transporte sustentável então a gente tem André, Eu só sujei, se você quiser chegar aqui pra você acompanhar Está o quê? Acho que vai ficar mais confortável. Eu consigo ver nas nas telinhas. Ótimo ótimo. Bom basicamente o projeto ele envolve a parte de provas de conceitos, também inovação tecnológica, E treinamento e intercâmbio entre pesquisadores professores e empresas a gente iniciou com alguns cursos de capacitação inclusive Pesquisadores de outros países da América Latina a gente fez primeiro curso que foi sucesso lá na UFRJ. No nosso projeto né o nosso escopo como eu falei é a gente utiliza a rota pela eletrólise, Com aplicação micromobilidade, armazenamento também a parte de, mobilidade né? A gente tem aí é uma tecnologia que a gente está Estou dando de perto, quando a gente compara aí por exemplo pra mobilidade, por exemplo bateria e super Estou então supercapacitor ele já tem uma pegada digamos assim ambiental mais bemvinda, e a própria geração de de energia e a gente está estudando A a questão também da qualidade e dessa integração em sistemas né em microredes por exemplo. Então no nosso No projeto a gente tem também a reforma de etanol, e a parte da captura do CO dois e a gente através da Da da síntese produzindo também combustíveis sintéticos e olhar especial pra questão do SAF. Essa é a foto da nossa planta é uma planta pequena piloto foi foi inaugurada recentemente como eu falei algumas universidades também Eu vi que hoje foi na federal de Itajubá inaugurada uma nova planta, há três semanas se eu não me engano na Universidade Federal de Santa Ainda também. Então é importante deputada essa conexão né, da academia, e a gente com os nossos projetos ajudar a subsidiar a tomada de decisão. Então acho que é muito importante, mostrando rapidamente né a gente também tem essas aplicações em micromobilidade, É essa bicicletinha aqui ela é híbrida elétrica hidrogênio a gente está testando na na universidade, a vantagem que a gente já percebe é a própria autonomia da bicicleta, cento e Cinquenta quilômetros com a carga rápida, de menos de dois minutos com dois litros do cilindro dela. Então a gente acredita que a gente pode ajudar a revolucionar A última milha em cidades por exemplo. E basicamente eu vi aqui a apresentação de outros colegas, É a gente também pretende desenvolver hub de de hidrogênio verde na na cópia UFRJ, voltando aí pras pesquisas e aplicações Esse Transportes e Energias, já estamos firmando algumas parcerias, algumas NDAs assinadas por exemplo o Embraer, Agora a gente também está apoiando o INMETRO que vai usar a nossa planta para capacitar os técnicos, Inclusive elaborar toda a parte de normativas para verificação EEE normas para instalações De sistemas né de produção de hidrogênio, e equipamentos então assim essa mais uma vez é o que eu falei o papel da universidade em apoiar nesse processo. Então basicamente é isso eu não queria tomar muito tempo porque eu sei que está apertado, e me colocar aqui à disposição pra enquanto academia apoiar Nesse processo, na no âmbito da comissão, e ajudar nas discussões. Muito obrigada deputada. Muito obrigado, professora Andreia. Muito bacana, hein? E é bom ver essa efervescência da academia, né? Vocês fazendo aqui parabéns a você e a toda equipe da UFRJ, os sinais você está mencionando Itajubá hoje, Santa Catarina fez, a Universidade de São Paulo também fez uma experiência ali os ônibus a partir do etanol também. Muito obrigado viu? Festino Áureo. Obrigado Arnaldo. Pessoal, bom dia, prazer a gente poder estar de novo conversando né e falando sobre temas tão importante. Arnaldo hoje eu vi assim meio sextou aqui no Rio, pra te receber entendeu? Porque tirar logo. É, aproveita. O que acontece é que a nossa A hospitalidade ela tem que ser sempre reafirmada, mas com você é caso à parte, porque além da Hospitalidade que que você merece visitando nosso estado todos nós temos por você respeito Grande. Pelo seu papel, não só nessa área, né, que é uma área muito significativa pra todos nós cariocas Fluminense, mas também pelo seu papel no parlamento ao longo dos anos, né? Você é uma grande referência pra mim, já era assim Antes de nós convivermos como parlamentares né? Eu como secretário aqui no Rio você lá em São Paulo a gente já teve muitas oportunidades de convivência, mas com no parlamento isso se elevou a uma potência muito grande, então ao mesmo tempo que eu cumprimento aqui Andreia, ao Vitor, ao Marcos, né? E também a todas as amigas e amigas que estão aqui, é muito importante a gente celebrar o fato de que pra gente construir, muito do que a gente vê, do que a gente toca no dia a dia, Sem política pública, sem decisão política, sem fazer isso que a gente está fazendo aqui, é simplesmente impossível, né? Falar em democracia no nosso país, a democracia ela é construída a partir não só das narrativas, das grandes narrativas da defesa da democracia. Ela é exercida através da construção diária do debate né, assim que a gente avança como sociedade, então além de defender os grandes pilares da democracia, o exercício né, a nossa geração aqui lutou, Se, o exercício né, a nossa geração aqui lutou muito exatamente pra ter parlamento com essa capacidade de de formular, De discutir, de trazer o contraditório. Então Arnaldo, o papel dessa comissão, reflete muito das entregas também que o congresso tem feito ao longo do tempo. É é impossível não destacar aqui, o fato de que a demonização da política é que construiu esse ambiente tóxico que a gente vem vivendo, é a demonização da política ao invés do reconhecimento O ministro Márcio de alguns avanços que nós fizemos no curtíssimo prazo. Arnaldo e eu por exemplo e vários deputados e deputados, Senadores e senadoras nessa última legislatura nós tivemos a oportunidade de entregar o marco do gás natural que Se não alcançou todos os objetivos, se a conjuntura é diferente, ele dormitava no congresso desde dois mil e treze, e nós Tivemos a possibilidade de pinçálo, e continua em construção, né nós aprovamos a a quatorze cento e trinta e quatro, né? Mas, a partir dali, tem projeto nosso inclusive sou coautor, É do próescoar pra, Cíntia, seguir na direção, eu dizia isso pra pra Karine que se antecedou na na UNIP, Nada está completamente resolvido em nenhum dos nossos temas, tudo é caminhar. E nesse caminhar é óbvio que, O tema do gás, ele é impossível que ele não seja visto como essa conexão da intermitência, A resposta pra muitas das coisas que nós estamos tratando aqui. Arnaldo, toda vez que eu vou a algum lugar, Eu sempre me pergunto, porque hoje talvez o 0 fator, talvez não, o fator mais precioso que nós Temos é o tempo. É o tempo de cada porque cada vez a gente quer poder viver mais. Chique hoje é você ter tempo, é você criar tempo pra Sua família chique hoje, o luxo hoje é você aproveitar o tempo, então a gente precisa aproveitar esse período aqui, né a gente tem que utilizar isso aqui, né? É bonito é é é a possibilidade nosso de extrair daqui, o que que é muito relevante pra construir conceitos e decisões. Então, eu sei que muitas vezes Política é vista como grande blábláblá, né, as pessoas estão cansada, por quê? Também têm o interesse de alguns de só pensar o que ali é muito ruim pra ser exibido como se fosse uma grande arena onde é importante trucidar as coisas As coisas relevantes. Então eu queria dizer pra vocês o seguinte, quando se vê o plenário votando, Na câmara ou no senado, aquilo já é produto de uma discussão muito ampla, que começa nos Sídios que são captados numa reunião como essa, né? Então o papel dessa comissão Ronaldo eu quero destacar porque talvez muitos não levem É justamente da oportunidade dos pesquisadores, né? Eu tenho filho que terminou agora o doutorado lá em engenharia na justamente lá no a PJ lá na COP, então eu tenho seis filhos, todos eles de alguma maneira envolvido com ciência, envolvido fundamente integrado nesse esforço, e eu vejo como é importante quando a gente vai gerar uma política pública vai gerar uma decisão, tem que ser com base Na ciência, tem que ser com base naquilo que está sendo experimentado, e quando eu falo ciência, eu falo tanto a ciência que monta protótipo, Quanto à ciência na economia que enxerga os valores que estão em discussão e toma as melhores decisões. Então nós tivemos oportunidade de criar a frente parlamentar, a FREEPER, né do qual o Arnaldo é sempre Sempre foi participante muito ativo, não sei que encaminhamento está tendo infelizmente no Congresso nesse momento, mas a FREE, a Frente Parlamentar por Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis. A FREPE já é a síntese da transição, Porque, não dá pra falar quando você fala desenvolvimento sustentável do petróleo, parece antagônico, mas Mas no estado como o estado do Rio, nós sabemos que isso faz sentido, porque se você tem mecanismo de descarbonização, ou de menor emissão São, a partir da fonte óleo e gás, e não dá pra ser negacionista em relação ao papel dessas fontes ao longo do processo, que eu dizia pro Google, eventualmente você pode implicar com o termo transição energética ou transformação energética, ou São energética ou integração, eu chamo de TE porque fica mais fácil, porque se for transição energética é TE, se for transformação energética é TE. Então quando todo mundo fala t I todo mundo sabe o que é t I não sabe? Então vamos falar t I porque ninguém briga com ninguém, né? Vai ter, ninguém briga, todo mundo, ah eu não gosto desse conceito, está bom. Eu me chamo Cristina com ch, minha Mãe ainda botou o 0 Ceará lá que é membro do meu avô, só pra eu no número primário errar o nome lá né, então, assim não vou ficar implicando por causa de letra, Mas Arnaldo é muito importante que a gente olhe pra isso, pra esse encontro e a gente possa absorver algumas coisas que Eu acho que são muito relevantes. Então, estar aqui na Eletrobras também significa que o congresso tomou algumas medidas, Eu eu estou ressaltando esse papel porque meio que me cabe aqui, eu vim como representante hoje do IPA, o instituto pensar agropecuário. E o IPA é muito representativo de quando você junta, eu vou atualizar até o Arnaldo aqui Arnaldo, nós acabamos de assinar com mais algumas entidades, hoje em vez de quarenta e sete nós já somos cinquenta e três entidades que formam o Instituto Pensar Água. Então que Que vão desde as entidades de produtores rurais até todo o complexo agroindustrial está contido, seja setor suco energético, a soja, o pequeno produtor né de de vários itens, e o setor agropecuário também é muito utilizado como essa espécie às vezes de, vamos vamos dizer, eu não vou chamar de vilania, porque o 0 termo eu acho que já passou pouco, mas é bode expiatório de de muitas questões. E o setor agropecuário como a gente viu aqui, o agro do Brasil, na verdade ele já está muito integrado nessa discussão. Só que eu sou de estado como foi mencionado aqui, o estado Do Rio é muito a síntese do Brasil porque nós temos aqui todas as demonstrações, possíveis, Das matrizes energética. Então nós temos desde a nossa formação, se o se o sucro energético explodiu em São Paulo, se expandiu pra Fronteira centrooeste do Brasil, e tem a sua posição no nordeste, mas o sucro energético de verdade estabeleceu a partir da região O norte fluminense, e conserva lá ainda alguma posição. O Rio tem o seu posicionamento na produção de óleo e gás, Relevante e sempre decantado e vai continuar assim durante vários anos, mas nós também pontuamos em em em solar, em eólica. Em em em solar em eólica, né e sem contar que nós temos a única representação da nuclear no Brasil. Agora, Nós temos que aproveitar isso, pra fazer com que o Rio olha, ao invés, eu tenho notado em Brasília, que quando olham pro Rio parece, Que nós aqui no Rio, e Arnaldo como você veio ouvir o Rio, eu preciso também expressar pouco do Rio. É parece que a gente está vinculado à energia do Passado. Porque olha o rio, né Karine? Olhe gás, poxa vocês estão. Olha, não tem nada mais equivocado do que isso, Né? Nós podemos e devemos exercer e eu eu vi aqui, quando foi a questão da certificação, eu eu concordo muito, quando nós colocamos lá, aliás Arnaldo e eu, nós A gente fez algumas dobradas importantes, mas uma lei que a lei de criação do Ele foi o autor e eu fui o relator, nós criamos o os fundos de investimento Paz, onde vão estar contidas, as CPR verdes, todas as iniciativas que foram colocadas aqui vão estar contidas dentro dos dos Os fiados quando foram lançados, nós imaginávamos que os fundos de investimento do agro, no primeiro ano teriam dez mil cotistas, a gente enchia a bolo pra Dez mil cotistas, vão ter bilhão de patrimônio. Nós estávamos completamente errado. No primeiro ano o Iago já tinha cinco bilhões de patrimônio, Dez mil cotista já tinha cem mil. Hoje, no no finalzinho de setembro, já tem trezentos e cinquenta mil cotista Os Fiacos. Já tem mais de dezessete bilhões de patrimônio. Por que que eu estou assinalando isso e por que que eu estou falando de certificação? Porque há dois anos o Fiaga era sonho do setor. Hoje é uma realidade absoluta, não só nós construímos a legislação, Como você vai em qualquer gestora hoje em qualquer banco, inclusive de varejo, e você pode aplicar seu recurso num Iago. Então assim, e como começou? Começou discutindo assim. Então quando a gente fala em certificação, Certificação o Brasil tem que se posicionar, se não vai tomar de fora pra dentro, top down, Né? Então quando nós propusemos tem projeto, que é meu e que eu quero que a autoria do AAA relatoria seja do Arnaldo Mas vou deixar aqui duas propostas pra você e pro grupo que é. Está me dando trabalho. Então vou dar trabalho, que é o que Na verdade é sistema que eu não posso escrever ISD lá porque, a legislação brasileira eu acho que tem cada vez que ser escrita mais em português mesmo. Então é o que é é a nossa proposição de como nós enxergamos que o AS o ISD De o ASG, o ambiental social e governança deve ser proposto no conjunto da economia E o brasileiro? E não ficar comprando certificação ou impondo padrões de certificação que exatamente tiram os aspectos competitivos que o Brasil tem, né? Ah, vamos certificar, essa é uma discussão dentro do agro Inclusive, se eu vou acatar que as grandes trades brasileiras, internacionais, Determinem o padrão do que que é desmatamento legal e ilegal, se nós construirmos Código Florestal? Ninguém é a favor, da bandidagem que se transveste de agro no Brasil, Que diz que está fazendo fronteira agrícola quando na verdade está fazendo e está fazendo comércio ilegal de madeira. O agro não tolera isso, O agro é formado por gente bem, o agro está aqui pra contribuir nessa matriz, já com não é com, de Narrativa, o etanol, o biodiesel, todas as rotas que estão aí, elas Passaram por esforço do agro muito grande. Não é verdade que a custo de subsídio elevado pra sociedade. Só para vocês terem uma ideia, setor que representa hoje vinte e oito por cento do PIB portanto, Dois vírgula oito trilhões de reais, tem apenas vinte e três bilhões de equalização, No crédito rural, apenas vinte e três bilhões o que não é nada, é menos do que quarto do que se paga mensalmente De Auxílio Brasil. E eu não estou comparando a política de de combate à desigualdade com o subsídio, apenas dizendo que agro que alimenta mais de vírgula dois bilhão de bocas no mundo consome apenas vinte e quatro por O por cento do que se faz hoje de Auxílio Brasil mensalmente, no Brasil. Então, É muito pouco, é setor que requer muito pouco diante das entregas, e que está presente nessa discussão de uma maneira já Já demonstrada ao longo do tempo. Então sem querer, respondi muito Arnaldo mas eu entendo que a comissão ela, Nós deixamos lá e você sabe disso está na mão do deputado Zé Vitor, de Minas Gerais, outro PL, que é o PL três dois sete barra vinte e que é o PL ponte, política nacional da energética ou da transformação ecológica do TE que todo mundo quiser colocar no final da ponte. Mas é ponte, é transição, é mudança ou evolução. E esse PL, ele espelha muito do disso. Nós Precisamos criar marca pra isso, nós precisamos ter vetor pra isso, então, Ziraldo, você que dá esse suporte no trabalho da ao Arnaldo, eu acredito que nós devemos sintetizar porque a Mariana por exemplo elencou aqui alguns PLs Que tratam do hidrogênio, nós temos lá também outros que tratam da do gás, outros que tratam. Mas eu acho que a gente devia sintetizar isso da política Nacional, por quê? Não adianta ficar com planos decenais no MME, não adianta os planos lá do do Ministério do Meio Ambiente Ou da agricultura, se a gente não coordenar via congresso. Porque no final, se essa contribuição não vier através de lei, Se ela não for encaminhada assim, vira programas que muitas vezes são lançados com pompa lá naquele saguão, né Né ministro do Palácio do Planalto, né, e depois não viram absolutamente nada, viram uma reunião do G vinte, Que você mencionou aqui com todo respeito, você juntar chefes de estado, gasto enorme, e só servir Promover aquele estado, ou aquela cidade ou aquele país é muito pouco. Então eu acho que a gente tem que parar de se conformar, formar, e aqui eu quero elogiar muito o trabalho da câmara alemã viu Janssen? Eu sou freguês né, da câmara como secretário Eu consegui trazer recurso aqui da da da Universidade de Colônia, a cooperação Pra vários programas a gente recuperou mais de oito mil nascentes nesse estado, ninguém fala disso, né? Ninguém fala, mas foi feito trabalho Muito intenso na área rural aqui, sempre olhando as microbacias que você também fomentou lá em São Paulo, mas sempre olhando pro seguinte, a gente sabia que falar PSA, programa de serviços ambientais, fomento ao etanol, mesmo que lá atrás ninguém se interessasse por esses temas, mas era o setor agro, visto por tantos como arcaico, visto por tantos Como representativo de Brasil que só exporta commodities, mas é o setor agro que incorporou lá na partida muita tecnologia, E muita presença junto ao ambiental, e vem dentro dessa época e essa essa nossa configuração. Então, Eu gostaria muito Arnaldo, encerrando aqui, de deixar justamente essa proposta que a gente tivesse A partir desses PLs e dessa e dessa dessa comissão avanço muito grande. Obrigado William. Muito obrigado Cristina Áureo, nosso cumprimento, respeito, o destino tem compromisso talvez ele tenha que sair antes ele está se forçando pra ficar aqui com relação a missão dada aqui com auxílio do Ziraldo, nós vamos recuperar esse projeto seu dentre tantos tão importantes que você apresentou lá e tentar contribuir viu? E o Cristiano mencionou várias contribuições do setor. A professora André cochichou aqui pra mim quando ele estava falando, e tem a biomassa também, né? Realmente, a o setor agro que alimenta, que produz fibras e agora com esse componente aí muito importante na área da bioenergia né? Nós tivemos, a gente vai colecionando experiências muito bacanas, que vocês sabem e que eu vou aprendendo. Então por exemplo, cada vez mais nós tivemos agora uma experiência lá em Itaipu, e tivemos outra no oeste do do Paraná também que é próximo ali, de produção de biogás e biometano, né? Hoje você imagine nós somos o maior fornecedores de proteína animal do mundo. Primeiro de bovino, segundo de aves, quarto de suíno. Você usar aquilo que é problema numa oportunidade, os resíduos ali produzindo biogás, biometano, isso é uma economia circular espetacular, Coisa assim que faz toda a diferença professora, custou sem falar da biomassa da do Bagaço da Cana e outras iniciativas mais aí. Marcos Uldvig, agora outro olhar, olhar jurídico sobre a questão da regulação e outras contribuições que das muitas que você tem conosco certamente. Marcos Woodivig por favor. Bom muito obrigado, agradeço à comissão especial Professor deputado Arnaldo Jardim, saúde os companheiros de mesa aqui, e a todos os presentes e as presentes. Bom, serei breve, eu acho que já ouvimos várias contribuições interessantes, Serei breve, acho que já ouvimos várias contribuições interessantes, eu sou advogado, não sou sócio da área de energia e infraestrutura do escritório verando advogados, Então, falo do ponto de vista de alguém que tem acompanhado clientes desenvolvendo projetos, liderando riscos né, na área de hidrogênio. Então, vou se sucinto como eu falei e vou focar em dois pontos. Primeiro, o nível de regulação quando a gente fala de marco regulatório, marco legal, arcabouço, etcétera. E segundo, uma palavra breve sobre mecanismos De fomento e incentivo. Então quanto ao primeiro tópico, regulação. Acho que é necessário Se considerar o tema da regulação numa visão tanto vertical quanto horizontal, né? E o que que eu quero dizer com Vertical é uma reflexão que nós estamos agora trabalhando com projetos de lei né, e é justamente o 0 marco legal que se Do hidrogênio, então o vertical é o que deve ser regulado em lei e o que deve ser deixado, né, para ser regulado em outro nível, Seja em decretos, seja em portarias ministeriais, resolução do Conselho Nacional de política energética, ou regulamentação pela ANP, e o mesmo raciocínio para os outros, As outras áreas reguladas que num projeto de hidrogênio podem estar envolvidas como a ANEEL, Como Ana, Silvio, foram eletrólise da água com recursos hídricos, como os órgãos ambientais e assim por diante. Então, Acho que essa é uma primeira reflexão, né? Se o projeto de lei quando seja ele qual for, né, que que venha resultar numa legislação sobre o tema, se Se ele vai ser, vai entrar mais a fundo ou entrar menos a fundo. E nesse lado, acho que é muito importante Esclarecer as competências, né, e atribuir até a missões, né, de normatizar o hidrogênio Para quem de direito, né, seja regulamentação por decreto, seja uma portaria do CNPE, como eu falei, seja a própria ANP. E também Considerar o horizontal e horizontal eu quero dizer num mesmo nível hierárquico por exemplo lei que nós estamos falando aqui né, a integração dessa nova lei com leis existentes. Isso é bastante óbvio, mas pela complexidade do termo hidrogênio, né? Essas relações Com outras leis são várias, né? E dar exemplo aqui, se a gente pensar, e a Marina, né, Pessoal da ANP, com muito mais conhecimento de caos, mas se a gente pensar por exemplo na lei do gás, a regulação do transporte de gás natural. A lei entra num nível de detalhe razoável, dizendo quais são as regras, estabelece regime de autorização Pro transporte e faz o mesmo pra outras atividades, né, de importação, exportação, de armazenamento. Então, esse tipo de Nível de detalhe. E ainda assim fala, obviamente, regulado, a ser regulado pela, esse nível de detalhe também vai ser observado No âmbito, no assunto do hidrogênio, né, e nos assuntos de compartilhamento de infraestrutura, por exemplo, né, Com gás justamente, gasodutos, estruturas de armazenamento, como isso vai funcionar? Então, se a gente olhar pro lado, Pra norma legal sobre gás natural, a regulação em lei já tem Estância bem razoável, né? Então essa é uma primeira, primeiro comentário que eu faria, né? De olhar o vertical e de olhar o e de olhar o horizontal quando a gente pensa na lei que vem por aí para hidrogênio. O segundo tópico que eu gostaria de comentar que é mecanismo de fomento e de incentivo, Tive a oportunidade tanto na minha profissão, assessorando os clientes no escritório, quanto como membro da diretoria do Grupo de hidrogênio verde da Câmara Alemã aqui do Rio de Janeiro, a Hacá, de analisar Não só os projetos de lei, as iniciativas no Brasil, mas de fazer uma comparação com alguns mecanismos de incentivo que nós encontramos em outros países, Principalmente a Alemanha né, porque na Câmara alemã era o objeto principal de estudo. E a Alemanha também por ter saltado na frente com Ao editor global, né? Que é mecanismo bastante interessante. Mas como é que funciona esse mecanismo H dois global, É uma estrutura que se constituiu na Alemanha, existe operador desse mecanismo que é a empresa Hentkol, existe Fundos do governo alemão comprometidos em valor razoável, e ali é processo de seleção, uma espécie de uma licitação, né, Para se contratar, então se contratarem em longo prazo, contratos de dez anos, derivados de hidrogênio. Primeiro lote foi amônia verde, tem outros, né? Esse mecanismo então funciona muito bem pra Alemanha. E qual é o interesse da Alemanha? Com isso incentivar que projetos possam sair do papel, tendo contrato de offtage de longo prazo, que sejam financiáveis, Seja onde for o projeto, para a Alemanha adquirir e chegar na Alemanha esse derivado. E a Alemanha depois se ocupa lá com a sua infraestrutura interna, seja na Alemanha, seja como o H dois Global prevê, pela Bélgica ou pela Holanda. Então tem ali os portos de entrada. Bom, se a gente olhar, bom e algo semelhante deve acontecer no nível regional europeu, né? Emulando muito do H dois global provavelmente. Se a gente olha pros Estados Unidos, os Estados Unidos estão no momento com chamadas públicas, uma chamada pública, pedido de propostas, né, para mecanismo que eles chamam de Hage to HUBS, Então, hubs de hidrogênio, cluster de hidrogênio e é outro viés, né? Porque eles ali também estão selecionando agora operador que teria papel semelhante a esse operador lá da Alemanha, né? Mas com o objetivo não de O contrato de off take pra importação de amônia verde e outros derivados que vêm do exterior, e sim pra fomento desses próprios hubs. Então a visão do mecanismo americano está mais preocupada com a criação de rubis regionais que sejam polos industriais e que ali mesmo em já haja o uso assegurado né, então é uma visão pouco mais localizada e menos Vai à demanda ou à produção aí? Em princípio pra demanda, em princípio pra demanda pelo menos nesse estão separando, salvo engano, sete bilhões de dólares. Bom, aí esse é desafio que é o desafio da capacidade que Tanto a Alemanha quanto os Estados Unidos quanto na Europeia, têm subsídio relevante, né? Mas o que eu quero dizer com isso é que, E o Brasil, né? No caso do Brasil, é como já foi dito aqui, eu acho que nós temos que olhar a realidade brasileira, os interesses brasileiros, a pluralidade, que é uma uma dádiva aí né, de de fontes, de recursos que o Brasil tem, o tamanho do Brasil com As suas diferenças regionais, né, e vocações diferentes, mas me parece, e eu sei que eu não sou o único, né, própria o próprio Ministério de Minas e Energia tem falado nisso, Thiago Barral, por exemplo, que o conceito de hubs regionais no Brasil é relevante, a maneira de estruturar Esse subs é uma definição, né, de novo, o que que vem de lei, o que que se faz por chamada pública ouvindo o mercado, né? Acho que é a discutir, eu acho que ouvir o mercado é importante, né? Mas de fazer aproveitar a lei talvez, Né? Para iniciar desenho de uma visão de HUPS que possa ter elementos em comum com os mecanismos europeus americanos etcétera mas obviamente adaptado à realidade brasileira e aí o último comentário disse Seria breve, eu me dei conta que não estou sendo tanto, mas o último comentário é que talvez essa questão do O uso interno do hidrogênio da exportação, pelo menos a meu ver, não deveria ser uma dicotomia, a gente não deveria Incluir ou outro, né? Deveria deixar espaço pra pra que todos eles se desenvolvam, Analisar o que que se pretende incentivar, saber que no caso da exportação do amônio verde por exemplo pra Europa, Ah, e vai haver mais mecanismos que já darão incentivos. Então, por isso, com uma visão aberta que não exclua nada, mas o olhar Para a industrialização, para o uso doméstico no Brasil, aí é aquela coisa, se nós no Brasil não olharmos por nós, É, acho que outros não olharão. Então, acho que essa visão da industrialização, a visão do uso doméstico, merece olhar especial Sem excluir a outra a outra rota. E agora sim última palavra, já concluindo que é Que está ligado a a tudo isso que eu falei, que é a atenção de como e quando adjetivar o hidrogênio, Né? Porque a gente já falou de hidrogênio, enfim, verde, azul, cinza tem todo o arcoíris, né? O hidrogênio renovável, hidrogênio sustentável, hidrogênio de baixo carbono, né? Então, tem vários temas, termos por aí, né? E a questão acho, de novo, né? Não necessariamente eles são excludentes, acho que pra alguns fins É necessário ser mais genérico, pra alguns fins ser mais específico. Por exemplo, quando a gente vai atribuir A competência ANP por exemplo para a regulação dos assuntos relacionados a hidrogênio, eu entendo que aí deve ser o hidrogênio Sem adjetivos. Se a gente só atribui a ANP vai ter atribuição de regular o hidrogênio verde O hidrogênio de baixo carbono, aí a pergunta é bom, mas e o hidrogênio que não for, né? E aí corre o ISO começar a desenvolver regulações que sejam incompatíveis ou que sejam incompletas. Eu digo isso porque dos PLs que está no Congresso, ele propõe dessa forma, ele propõe atribuir a competência de hidrogênio verde, a ANP, Inclusive de alterar o nome da ANP pra Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural Bio, como se diz hidrogênio verde. Então, acho que esse é exemplo Que o hidrogênio ali tem que estar como hidrogênio, como molécula, e porque tem várias coisas que vão ser regulação comum, Pras atividades e pras infraestruturas. Agora, pra fins de incentivo, de fomento, bom, aí é uma questão de política, de De ver o que que faz sentido incentivar e é o casamento desse marco legal de hidrogênio que vem aí com uma política, acho que principalmente uma política industrial. Então agradeço e fico à disposição mesmo depois do evento, Pra continuar esse debate importante, obrigado. Muito obrigado Marco, vamos precisar muito de você nessa fase afinal aí toda essa questão de, o quanto você avança na na legislação né? É muito delicado, se você detalha Ali é demais vira uma coisa que você vai engessando né, você deixa aberto então, é ali a brincadeira no meu interior de São Paulo aonde eu sou originário é o ponto da goiabada, né? Se tira antes, fica muito mole, se tira depois queima, então você tem que, escolher ali a o equilíbrio perfeito aí. Começamos na primeira rodada de abertura ouvindo a Eletrobras, o último a fazer exposição também a Elektrobras que nos, não só nos acolhe aqui queremos reiterar o agradecimento, mas que nos produziram uma contribuição por escrito aqui importante e pra falar por isso e sobre a atuação aí da empresa nesse assunto, o nosso Vitor por favor Vitor. Bom dia, Bom dia ou boa tarde, já. Boa tarde, né? Boa tarde a todos. A missão difícil, né? Depois de desse Esse time de férias aí né, a gente falar aqui vai ser difícil mas é desafio bem interessante. Bom. William diretor, a da Petrobras que tanto nos ajudou lá em Brasília no Ministério da da Avenida de Energia, ao vivo da Anatel, né? Grande. É uma grande obra e a gente está aqui hoje recebendo senhor deputado todo os palestrantes tema aí dá mais relevância Professor elétrico, grande obra por trás da da Eletrobras está presenciando esse momento aqui no nosso auditório, obrigado aí fique à vontade desculpa aí Não. Obrigado. Como eu e meu time inauguramos A primeira planta de hidrogênio do Brasil, ok? E estar presente aqui nessa mesa aqui, com esse Pra participar desse trabalho é uma grande honra, ok? Tá, a gente vê que a o pioneirismo, né, vale a pena e a gente vai chegar lá no no no sucesso Para o Brasil né? Bom, a Eletrobras como tradicional geradora e fornecedora de de energia né, ela Não podia ficar de fora da transição energética perfeito? Então ela criou uma área dedicada, tá, ao E combustíveis? Muito está se falando de hidrogênio, tá? Mas tudo passa por hidrogênio e seus combustíveis Okay? Não é o hidrogênio que vai fazer todo o papel, é o hidrogênio, tá, e aplicação nas suas rotas, Seja diretamente ou indiretamente tá. Então, o que produtor De hidrogênio, que é o caso da Eletrobras, poderia falar depois de todo mundo ter falado aqui. Vou tentar ser muito breve e Garantir que o deputado saia daqui com duas certezas. Primeira certeza, tá, temos produtor de hidrogênio verde dentro do mercado brasileiro, ponto. Essa é a primeira certeza, e a segunda certeza é de que, Fazendo uma comparação no mercado brasileiro com o mercado alemão que pra mim é uma referência em termos de tecnologia de hidrogênio verde, tá? Nós estamos muito bem, muito bem, tá? Então esse, o senhor vai sair daqui, Certo de que esse trabalho aí é importantíssimo e que temos que terminálo, ok? Muito obrigada, aí depois eu mando o meu contato. Funcionou pra todo mundo menos pra Eletrobras Depois queria suspense viu? O Brasil Já desculpe aí nós tínhamos combinado até meiodia já estou atropelando porque já Já saí é compreensível né, nós vamos ouvir o Vitor aí depois Depois Já registrava aí o telefone a todos aí, acho que a gente vai não vai conseguir fazer tempo de debate não porque já Bom, vamos lá? Foi? Bom, a Eletrobras e o hidrogênio verde, Nós inauguramos a nossa planta em dezembro de dois mil e vinte e Nossa planta fica na usina hidrelétrica de Itumbiara, Tá? Essa usina ela faz fronteira a Goiás em Minas Gerais, tá? A nossa planta, a gente chama até Eu chamo de plantas chamaria de uma plataforma porque como a gente vai mostrar ela tem ela tem toda a cadeia do hidrogênio verde Tudo dada. Nós temos aí a o nosso eletroalizador, na foto em destaque, responsável pela geração hidrogênio verde. Nós temos a parte do armazenamento nós também estudamos e armazenamos hidrogênio verde. E nós temos a célula combustível que é a responsável para reverter o processo, Hidrogênio verde em eletricidade pra jogar no sim no sistema interligado ok? Essa foto além de bonita né, Ela representa aí as características gerais do projeto tá? A nossa planta de hidrogênio verde Ela está ligada, ela utiliza a energia da usina hidrelétrica, ou seja, ela é energia é a energia hídrica tá, E aí o que que acontece? Com isso a gente consegue aquilo que o vicepresidente Ítalo falou, a energia constante, a tal da vinte e quatro barra sete, Que faz com que o eletroalizador tenha o máximo desempenho e a gente tenha competitividade no preço do hidrogênio verde. Mas a gente também para estudar como isso é uma plataforma nós fizemos também parque solar, tá? Uma parque fotovoltaico, Para também estudar a performance dessa planta com uma energia intermitente. Então a gente tem as duas que isso é o melhor dos mundos, E uma uma hibridização isso aí, tá? Nós temos lá a nossa geração que O 0 eletroizador, nós temos o nosso tanque de armazenamento, tá, e nós temos o armazenamento eletroquímico que é para o armazenamento de curto prazo, ou seja, para aplicação direta ao hidrogênio verde, gerar eletricidade e jogar na rede. Bom, Essa, tá, é a nossa planta, nós temos doze meses, tá, de o m, ou seja, é uma expertise que ninguém no Brasil tem. A gente tem doze meses dedicados a fazer operação e manutenção, a gente sabe todos os problemas Que uma planta de hidrogênio verde tem para ter o seu desempenho máximo, tá? Isso serve para fazer os nossos manuais, porque vamos implantar, vamos implantar, Mas tem a a operação e manutenção de uma planta, ok? Isso é muito importante, é uma técnica diferente, é expertise diferente, então temos que desenvolver também o OIM. Então hoje a gente tem esse essa essa essa padronização do OIM desenvolvido, e isso é interessante para os futuros projetos, Tá? Agora vamos falar pouquinho da do nosso mercado, né? Já se falou muito aqui, A nossa matriz elétrica ela é representada por mais de oitenta e cinco por cento de fontes renováveis. Você vai lá pra fora, você vai pra Europa, você vai pros Estados Unidos, eles não conseguem entender o que que é grid, grid limpo, não tem essa concepção, é uma coisa particular do nosso Brasil, Tá. E dentro, que, como é que está a Eletrobras? A Eletrobras ela tem o nosso grid noventa e sete por cento De energia limpa, energia renovável, tá? E a gente tem uma capilaridade com todo 0E0 país através das setenta e quatro Mil quilômetro de linha de transmissão, trezentos e cinco subestações, nós temos uma capacidade de geração de quarenta e dois gigawatts, Espalhadas com trinta e cinco usinas hidrelétricas, vinte eólicas, quatro parques solares em com dois flutuantes, ou seja, Noventa e sete por cento da nossa matriz ela é limpa, ok? Como é que Está lá na Europa, como é que está na Alemanha, né? A gente vê aí que pra fazer o combustível verde, tá, Ou seja, na sua totalidade tá, o consumo, a absorção da eletricidade ia ser quase metade Do que a a Alemanha tem, ou seja, existe a ausência de fonte renovável Tá, por sérios fatores que eu vou apresentar aqui, tá? Ou seja, a tecnologia do hidrogênio verde na Alemanha é uma coisa natural, ok? Porém, Gerar essa o hidrogênio verde fica muito prejudicado pela falta das fontes renováveis. Vamos falar pouquinho de fontes. No Brasil, é país abençoado por Deus, tá? Nós temos as três fontes Renováveis possíveis. A eólica, a solar e a hídrica, é eólica onshore, a eólica offshore que está Está pouquinho mais difícil por causa de custo mas é uma coisa que é totalmente viável tecnicamente, a solar também onshore e a offshore E a hídrica que a gente viu ali corresponde na faixa dos seus cinquenta e por cento e garante, a gente consegue Fazer o vinte e quatro barra sete, porque a gente faz a hibridização. Isso vai dentro daquilo que o colega falou, competitividade. Não basta Ser só. A gente fazia a prospecção técnica, tem que ser a técnica, a financeira e a comercial Tá, eu vou tentar mostrar aqui por que que fabricante de hidrogênio verde vai se lançar no mercado ok? E na Alemanha será que tem as três? Tem não, tá? Ela tem muito pouco solar, mas pra uso doméstico, tá? E ela se baseia na eólica. Aí a eólica onshore é mercado saturado, pode crescer, mas é limitado, ok? Já está limitado. E a offshore é é muito restrito, tá? Eles têm a tecnologia do offshore, não tenho dúvida nenhuma, fui feira lá em Husul, tranquilamente, porém é restrito às áreas possíveis por causa de várias adversidades naturais. Mais pouquinho fonte. Indo naquele tema sobre a competitividade, tá? O que que faz preço O competitivo do hidrogênio verde, energia constante a tal da vinte e quatro barra sete tá, isso faz com que o principal Componente de uma planta, o principal equipamento que é o eletrolizador, ele tem a sua máxima eficiência, garante preço competitivo. Isso o Brasil Tem condições total? É o preço competitivo que a Eletrobras oferece aí ao mercado ok? Na Alemanha como é que é isso? O preço não é competitivo. Por quê? Ela tem a energia insuficiente, ela não consegue Produzir hidrogênio verde que ela precisa. Por quê? Por causa das condições adversas e as condições naturais, tá? Então a energia que ela tem ela é intermitente, isso Nossa, olha amanhã não, quase toda a Europa. A energia é intermitente, com isso o eletroalizador tem uma baixa eficiência, o preço não é competitivo. Aí o deputado fala assim, ah Vitor, é sim, então vamos mostrar, ok? Lá a gente vai, Deputado vai com o carro e vai abastecer o seu carro, que tem o motor a hidrogênio verde. O senhor vai lá, abastece, Tem lá posto de abastecimento, tá, de hidrogênio verde, tá? E aí a gente está, isso está lá tanto para transporte pesado como transporte leve, Okay, é posto muito bonito. A gente chega lá e vê o preço do hidrogênio verde a doze ponto oitenta e cinco euros Por quilo, tá? Ou seja, a tecnologia está, dominada, tá? Mas por a série de fatores que eu apresentei, Lógico que o preço é mais caro ok? Em termos de benefícios governamentais tá, eu tirei de uma mídia especializada, É em especialmente na parte da siderurgia tá, ou seja, o governo europeu ele dá vários subsídios diretamente As siderúrgicas tá, para promoverem a descarbonização tá? Isso aqui caracteriza o que deputado? Mercado externo, Mercado externo, tá? Por quê? Eles têm o subsídio porém não têm o hidrogênio verde. A siderurgia é É estudo que nós temos, estamos fazendo com vários clientes, a gente injeta hidrogênio vias na tubulação de gás natural. Ela faz em três etapas, a primeira etapa dez por cento, na no no duto de gás natural, não precisa fazer nenhuma adaptação no cliente, Ele tem certeza da validação do processo. A segunda etapa a gente aumenta, aí tem uma uma uma diminuição da pegada de carbono muito maior, E a terceira etapa ele já começa a fazer modificações nos altos fornos, só que ele não pode fazer modificação no alto forno de uma vez só, porque senão ele vai falir, perfeito? Então ela é feita Em etapas. Estamos bastante avançado nisso tá? E os incentivos na Europa estão aí, porém Eles precisam de hidrogênio verde, eles estão ávidos pela exportação. Aí o deputado pergunta, mas Vitor e o mercado interno? Rapidamente a gente vê o mercado interno. Pegando o balanço energético nacional de vinte e dois, a gente tem todos os setores mapeados. Fazendo uma comparação consumo energético, consumo elétrico, potencial de eletrificação e emissão de gás carbônico. Destacamos aí, Todo mundo tem o seu potencial ou então o mercado doméstico ele é amplo, muito amplo pra gente tá? Podemos ficar tranquilamente só dentro, ou então podemos ficar dentro e fora do país. A gente destaca o setor do transporte e o setor da indústria. O consumo energético do setor do transporte é ponto 0 quatro milhão de gigawatts, ele é próximo do setor da indústria que é ponto 0 milhão de de gigawatts. Porém o potencial de eletrificação e as emissões de CO dois Para o setor do transporte são bem maiores tá, então a gente diria que diante desse quadro dessa comparação O top 1, tá, para descarbonização em termos de, eu sou fabricante, estou identificando o mercado, seria o setor de transporte, tá? Mas os outros você vê que são setores que têm tranquilamente demanda. Você vê que são setores que têm tranquilamente demanda, e aí o que que acontece? Você, a Eletrobras fornece o hidrogênio verde, Captura o CO dois e a gente faz os chamados e Combustíveis. Aí cada negócio é negócio diferente, cada prospecção, São cada cliente vai escolher o que ele quer, ou seja, o E metanol, o Ediesel, o SAF, tá? Então hoje o setor de Transportes, tá, ele é uma oportunidade de mercado aí muito grande, tá? Ele está no top 1, isso segundo os nosso, o balanço energético nacional, Tá? O que que acontece? Cada projeto desse ele tem que ser estudado e customizado. A gente está trabalhando assim, tanto na sinergia, Transporte pesado, transporte leve, agronegócio, a arte parte de fertilizantes também é mercado muito grande, o nosso mercado interno é muito grande, Mas a gente também pode, está certo, através aí dos portos já com essa infraestrutura toda pra também exportar tá? Isso Dá uma garantia de que, eu como fornecedor de hidrogênio me lançar ao mercado e ter preço competitivo, ok? Tá. O senhor sai daqui o quê? Com a certeza, tá, de que tem produtor tour de hidrogênio verde já nacional que é a Eletrobras, com preço competitivo e tem demanda interna Externa ou seja, precisamos aí do trabalho aí é importantíssimo nessa comissão ok? Eu eu eu sempre fico Nenhuma dificuldade tecnológica? Domínio total, a tecnologia está dominada, tá? Hoje para a Eletrobras, hoje nós temos Três toneladas de hidrogênio verde acumuladas, tá, ou seja, com estocadas, com treze, Então doze meses de operação e manutenção, isso é importantíssimo, como operar, como ter uma produtividade né, por quê? Porque vai fazer negócio com o cliente, vai ter que ser constante, isso é muito importante, hoje a gente está dominado, tá? Hoje a gente Tem clientes está certo, estamos fazendo prospecção, agora AA0 regulatório é muito importante tá, alguns insumos O senhor perguntou aí se os benefícios para o produtor ou para o consumidor. O produtor também precisa de uma ajuda, está certo? Por quê? Porque a gente precisa alavancar, a gente precisa sair da inércia, tá? Não podemos perder a oportunidade, ok? Eu fico brincando aqui, 000 hidrogênio verde hoje na Eletrobras ele não é futuro, ele é presente Ok, muito obrigado. Eu tenho que encerrar e não estou com vontade viu, estou querendo ficar aqui conversando mais, mas aí recomendase, são doze horas trinta e seis minutos, eu quero lhes agradecer aqui, eu não vou nominar estou olhando pra tanta pessoa querida outras que eu conheci vou me permitir só fazer agradecimento geral. Muito obrigado viu por esse momento, Eu agradeço em nome da comissão, vou buscar ser portador das coisas que aprendi aqui, os momentos serão divulgados aqui e eu quero lhes convidar pra continuar acompanhando os debates da comissão, as transmissões são feitas, a página, nós vamos apresentar num prazo bem curto, a imprensa já olhou ali e vai falar quando está certo? Mas nós vamos apresentar a num prazo bem curto é o que eu posso falar nesse instante, uma proposta de regulação, não é? E sobre ela queria.
Deputado
Obrigado, ótimo sextafeira pra todos.

