COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
Sobre o Evento
Reunião da Comissão de Legislação Participativa discute inclusão de medicamentos orais para doenças imunomediadas nos planos de saúde. Especialistas ressaltam eficácia, redução de custos e importância da atualização legislativa para garantir acesso a tratamentos. Debate envolve membros da sociedade e Ministério da Saúde, com foco na integração entre sistemas público e privado. Propostas incluem revisão de rol de procedimentos pela ANS e formação de novos parâmetros para aprovação de medicamentos.
Deputado
Deputado: Abre reunião sobre projeto de lei para incluir medicamentos orais específicos no plano de saúde para tratamento de doenças imunomediadas, seguindo aprovação do requerimento 58/2023, transmitido online via internet e acessível no site da Câmara e Youtube. Agradecimentos a convidados e assistentes.
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Normas de debate: atenção às regras, inscrição prévia para interpelar, 10 minutos de exposição e 3 minutos para considerações. Mesa composta por: Ana Carolina Navarrette, Alessandra Souza, André Aiata, Ana Cristina Marques Martins, Cláudia Pires Amaral Maia, Rafael Poloni, e Alberta Martins. Metodologia de fala alternada entre presentes e virtuais. Início das exposições com Ana Carolina Navarrette.
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Saúde suplementar deve oferecer cobertura mínima de procedimentos, incluindo atualizações e tecnologias avançadas de tratamentos em domicílio. É necessário debater assistência farmacêutica no âmbito da saúde suplementar para equilibrar com SUS e mercado privado.
Deputado
Deputado anuncia presença de Paulo Fernando e cede palavra a Cláudia Pires Amaral da Sociedade Brasileira de Dermatologia por 10 minutos.
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Apoio a inclusão de medicamentos orais para doenças imunomediadas, eficazes em casos resistentes a tratamentos atuais, menor complexidade do que medicamentos injetáveis. Discussão sobre inclusão não aumenta custo, afeta principalmente medicamentos não orais e não antineoplásicos. Suporte a análise específica para doenças imunomediadas, impacto significativo na vida de muitas pessoas.
Deputado
Confirmação de que está tudo certo e cumprimento.
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Alexandra, paciente de doenças inflamatórias intestinais, discute a importância do projeto de lei 487, que busca a cobertura de medicamentos orais por planos de saúde. Ela destaca a eficácia e os custos dos medicamentos, além do impacto positivo na saúde pública e na economia. Frisa a necessidade de acesso a tratamentos para pacientes e critica a cobertura atual limitada. Apresenta dados de estudos que mostram como a remissão de doenças pode reduzir custos médicos e beneficiar a qualidade de vida. Finaliza expressando esperança na participação ativa da sociedade civil na elaboração de leis.
Deputado
Deputado cede palavra a Rafael Poloni, coordenador geral de assistência farmacêutica básica do Ministério da Saúde, para falar por até 10 minutos.
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Medicamentos apresentados são:
Deputado
Deputado se refere a investimentos do Ministério de Saúde em medicamentos e cede palavra a Doutor André Ayata da sociedade brasileira de reumatologia por 10 minutos.
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Novos imunossupressores alvo específicos, orais e com menos efeitos colaterais, reduzem custos em longo prazo e podem ser preferidos em planos de saúde. Negociações podem further reduzir custos.
Deputada
Passar então pra Ana Cristina Marques
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Agradecimento ao deputado Pedro Quizai e ao deputado professor Paulo Fernando, e passagem da palavra para Ana Cristina Marques Martins, gerente geral da agência nacional de saúde suplementar, que se comunicará virtualmente.
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O discurso aborda a importância da definição do rol de procedimentos e tratamentos na saúde, destacando a decisão da ANS em atualizar essa lista de forma contínua e a necessidade de avaliar cada nova tecnologia em termos de eficácia, custo e estrutura disponível. Menciona também o papel da sociedade e da comissão de saúde na discussão e atualização do rol, além de ressaltar os prazos estabelecidos pela nova legislação. A integração de novas tecnologias, levando em consideração as demandas de pacientes e profissionais, é enfatizada como essencial para otimizar resultados de saúde.
Deputada
Deputada diz que Adalberta Martins falará sobre doenças inflamatórias intestinais, estão gratos por ouvir e ela quer abordar o assunto de forma clara e sucinta.
Grupo de Estudos de Doenças Iinflamatórias Iintestinais
Doenças inflamatórias intestinais classificadas como raras por SUS; terapia oral cara, mas com vantagens contra biológicos; biosimilares reduziram custos; operadoras de saúde podem fornecer acesso a terapias não incorporadas pela ANS com foco em redução de custos.
Deputada
Deputada devolve o use de palavra à mesa e chama Ana Carolina Navarretti, coordenadora da comissão intersetorial de saúde suplementar do Conselho Nacional de Saúde, para conclusão.
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A falante defende discussão sobre inclusão de medicamentos orais em planos de saúde, vendo isso como forma de equilíbrio entre sistema público e privado, e propõe atualização do modelo jurídico que exclui doenças tratadas por medicamentos orais, considerando-o datado.
Deputada
Deputada fala sobre projeto de lei envolvendo evolução de tratamentos e terapias medicamentosas, especialmente em relação a doenças imunomediadas. Destaca a importância de fornecimento de medicamentos orais para tratamento domiciliar e a necessidade de legislação acompanhar progresso científico. Também menciona a dificuldade de armazenamento e fiscalização de medicamentos via infusão e o potencial redução de gastos com a implementação de medicação oral para tais doenças.
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Discurso gira em torno do futuro da ciência e evolução de medicamentos, destacando uso de inteligência artificial no desenvolvimento de pequenas moléculas, exemplificando com tratamentos para fibrose e colite. Falante argumenta sobre urgência da inclusão desses medicamentos em planos de saúde, facilidade de uso oral, e impacto positivo na adesão dos pacientes.
Deputada
Deputada agradece passagem de fala ao Dr. André Aita, da sociedade brasileira de reumatologia.
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Agradeceu a oportunidade e o apoio da deputada Érica Kokai, destacando a importância da atualização da legislação em benefício dos pacientes. Mencionou a necessidade de avaliar bem as tecnologias para evitar impactos negativos, priorizando as preferências dos beneficiários. Reforçou que é essencial garantir o acesso a novas medicações, agradecendo novamente pelo espaço para discutir o tema.
Deputada
Deputada agradece participação de especialista em reumatologia e apresenta Ana Cristina Marques Martins, gerente geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar.
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A oradora expressa gratidão pelo convite e pela participação dos outros membros em um debate sobre doenças imunomediadas. Ela destaca a importância dos debates sobre essas doenças crônicas e dos processos de atualização do rol de análises, incluindo etapas de participação social e consultas públicas. Ela elogia o espaço de conhecimento e tomada de decisão fornecido pela tecnologia e se mantém à disposição para contribuições adicionais. Obrigada por convite e debate.
Deputada
Deputada agradece contribuição de Ana Cristina e dá lugar a Dalberta Martins, do grupo de estudos de doenças inflamatórias intestinais, além de convidados presentes.
Grupo de Estudos de Doenças Iinflamatórias Iintestinais
Grupo de Estudos de Doenças Inflamatórias Intestinais debatió tratamentos de alto custo, destacando a necessidade de observação pela Agência Nacional de Saúde e vantagens para pacientes e operadoras de saúde. Agradecimento por oportunidade de conversar.
Deputada
Certo então passo para Cláudia Pires Amaral Maia, que é da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
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Proponente destaca importância de atualizar legislação sobre cobertura de novas moléculas em planos de saúde, que atualmente permite apenas antineoplasicos orais. Sua proposta é incluir novas classes de drogas, avaliadas individualmente pela ANS. Também solicita desmembração da discussão sobre doenças imunosmediadas e raras. Aguarda inclusão de medicamentos para tratamentos impactantes.
Deputada
O Ministério da Saúde está aberto a debates e reconhece a importância do SUS e do departamento de assistência farmacêutica, que garante acesso e qualidade de vida. Conitec é reconhecida mundialmente como excelência. Palestrante agradece convite e está à disposição para continuar o diálogo.
Deputada
Deputada concorda com tudo o que foi dito, especialmente com as palavras da doutora antes dela.
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Existem doenças raras de origem genética e não genética, divididas em inflamatórias, infecciosas e outras. Eles podem beneficiar-se de medicamentos, mas correm o risco de excluir doenças semelhantes treatadas com medicamentos imunomediados ou autoimunes se não forem cuidadosos.
Deputada
Deputada discute projeto de medicamentos orais para doenças imunomediadas, raras e outras condições. Sugestão de desapensar projetos para facilitar aprovação e criação de parâmetros, como no tratamento oncológico. Importância de aprovar medicação oral para doenças raras e outras condições. Acompanhar tramitação e tática legislativa para facilitar aprovação de todas as proposições. Convocação para espetáculo teatral seguido de debate.




