COMISSÃO ESPECIAL PARA ESTUDO DAS INICIATIVAS PARA A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

25 mar. 2024 15:44 às 18:55

Sobre o Evento

Comissão discute transição energética e hidrogênio verde no Piauí; deputado sugere mais debates e menciona jantar cancelado com Arnaldo Jardim.

Status
Concluído
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25 de mar, 18:44
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Senhor presidente, demais autoridades, senhoras e senhores, boa noite. O Piauí se prepara para se tornar uma das maiores plantas de hidrogênio verde do mundo. O conceito é significativo, a migração de matrizes energéticas poluentes, como combustíveis fósseis à base de carvão ou petróleo para fontes de energias renováveis como hidrelétricas eólicas solares e de bio massas e o desafio é presente e significativo Por isso, este evento assume debate fundamental sobre como será possível garantir futuro seguro a todos nós. Transformando nossas riquezas energéticas em economia verde, ao mesmo tempo em que numa escala global, ajudamos a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, e as suas consequências influentes nas mudanças do clima. Estamos diante da oportunidade única, de moldar o futuro. Por isso, reunimos aqui importantes atores de diversos segmentos, para discutir as oportunidades e desafios da transição energética e das matrizes de energia limpa. Este evento é uma realização da Câmara dos Deputados através da comissão de transição energética e energias renováveis. Com apoio do governo do estado por meio da Invest Piauí. Da Federação das Indústrias do Estado do Piauí, a FIEP e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia o CERN. Lembramos que este evento está sendo transmitido ao vivo pelo site da Câmara dos Deputados e pela página da câmara no YouTube. Agradecemos a presença de todos nesta solenidade. Mas antes de darmos inícios aos debates, convidamos a todos para acompanharem em posição de respeito a execução do hino nacional brasileiro e em seguida o hino do estado do Piauí. Agora vamos à execução do hino do estado do Piauí. Salve terra que aos céus arrebatas, nossas almas nos dons que possuies, a esperança nos verdes das matas, a saudade das serras azuis. Governo Obrigada. Convidamos neste momento para fazer parte do dispositivo de honra o excelentíssimo senhor Jadiel Alencar, deputado federal, autor do requerimento e anfitrião deste evento. Convidamos o excelentíssimo senhor Arnaldo Jardim. Deputado federal e presidente da comissão de transição energética e energias renováveis da Câmara dos Deputados. Convidamos para uma breve fala de abertura o excelentíssimo senhor Jadiel Alencar. Boa noite a todos Gostaria de cumprimentar nosso dispositivo de honra em nome do presidente, deputado federal Arnaldo Jardins e através dele cumprimentar todas autoridades presente neste evento de transição energética. Prezadas autoridades, senhoras e senhores é com grande satisfação que dou início, início a essa mesa de transição energética no Piauí. Momento histórico onde nos reunimos para discutir o futuro da nossa região e do nosso país, no que diz respeito ao fornecimento de energia limpa e sustentável. Neste cenário global em que a busca por fonte de energias renováveis e sustentáveis se torna cada vez mais urgente. O nordeste brasileiro se destaca como protagonista essencial nessa transição. O Piauí, em particular, tem papel fundamental a desempenhar nessa jornada. Hoje estamos diante de desafio significativo. A migração das matrizes energéticas poluentes como os combustíveis fósseis baseados em carvão ou petróleo, para fonte de energias renováveis, como hidroelétricas, eólicas, solares e de biomassa. Esta transição não é apenas uma opção, mas uma necessidade imperativa para garantir futuro sustentável às gerações futuras. A matriz a matriz elétrica brasileira extrai entre as mais limpas do mundo, com participação de fontes renováveis superior a oitenta por cento. No entanto, a intermitência das fontes renováveis e a queda da capacidade de regularização das hidrelétricas e a reservatório demandam alternativas para garantir fornecimento a estabilidade operacional dos a a estabilidade operacional dos sistemas elétricos e promover uma economia com baixo baixa emissão de carbono. É com grande entusiasmo que observando o progresso que vem o progresso que tem sido feito até o momento. Projetos inovadores e iniciativas estratégicas estão sendo implementadas em todo o nordeste. Incluindo o Piauí. Para promover o desenvolvimento de energias limpas e sustentáveis. Hoje reunimos importantes líderes e especialista dos mais diversos setores para discutir as oportunidades e desafios da transição energética. É momento de compartilharmos conhecimento, experiências e melhores prática visando promover o desenvolvimento sustentável da nossa região. Gostaria de cumprimentar calorosamente a todas as autoridades presente em especial Só minutinho. Nessa noite teremos a oportunidade de explorar diversas questões relacionadas a transição energética. Desde o potencial das energias renováveis até os desafios enfrentados na implementação de políticas e projetos sustentáveis em nosso estado. Estou certo de que as discussões serão serão produtivas e inspiradoras e que sairemos deste evento com novas ideias e perspectivas para avançarmos nesse caminho. Rumo a futuro mais sustentável. Por fim, gostaria de agradecer a todos os participantes por sua presença e engajamento. Desejo a todos excelente evento e que possamos aproveitar o máximo esta oportunidade para contribuir para futuro mais verde e sustentável para todos. Muito obrigado. Sintamse todos cumprimentados. Gostaríamos de registrar nesse momento e pedir na verdade a a fala o excelentíssimo senhor Arnaldo Jardim deputado federal e presidente da comissão de transição energética e energias renováveis da câmara dos deputados. Muito obrigado, boa noite a todos senhoras, senhores que aqui estão. O orgulho e uma alegria muito grande me tomam nesse instante em que, em nome da Câmara dos Deputados, dou sequência àquilo que foi requerimento do nobre e excelentíssimo senhor deputado federal pelo Piauí, nosso querido Jadiel Alencar que solicitou, teve sua proposta aprovada pela comissão especial de transição energética e energia renovável da Câmara dos Deputados e assim foi o responsável pela organização desse evento tão importante. Muito obrigado deputado Jandiel. Eu queria pedir que vocês me ajudassem a agradecêlo com uma grande salva de palma por tudo aquilo que tem feito o deputado Jadiel Alencar. Que sem dúvida tem protagonismo muito importante ali na Câmara dos Deputados. Dizer que trago não só o abraço da nossa comissão, a saudação a cada dos senhores, das senhoras que aqui estão, mas em nome particularmente do presidente Arthur Lira, que logo no início da sessão constituiu essa comissão, incumbiume de coordenála a presidila mas pediu que ela fosse constituído por deputados do quilate do deputado Janiel Alencar numa tentativa de que essa comissão que une a todos os partidos de diversas regiões pudesse expressar projeto de futuro para o nosso país. E nada melhor que nós possamos debater esse projeto aqui no Piauí. Aqui onde o nosso querido presidente Antônio José de Moraes Souza Filho, me permito chamado José Filho, está certo? Nos acolhe o presidente da nossa federação da indústria do estado do Piauí. O Saldano agradeço a toda diretoria, agradeço a todos os empreendedores que aqui estão para desse esforço participar. Menciono com satisfação também a presença ilustre do exsenador, exgovernador Freitas aqui entre nós. Assembleia Legislativa fará presente mas na figura do doutor Hélio me permito mencionar os deputados estaduais que aqui estão também. E na figura do Darlan, do CERN, que hoje nós teremos a oportunidade de dar sequência a isso, também nós teremos condições para que isso possa estabelecer. Com alegria me incumbre aqui o cerimonial de ser aquele que anuncia a chegada do nosso governador Rafael Fonteles que se soma conosco aqui. Senhor governador, por favor. Governador, queria convidálo a sentarse aqui ao lado do nosso deputado Jadiel. Muito obrigado senhor governador. Senhor governador, eu mencionava aqui agradecendo a todos os empreendedores na figura do nosso presidente da aqui da FIEP, o Zé Filho, mencionei a presença dos deputados estaduais e ia saudar o seu governo aqui representado entre tantos aqui na figura do Daniel que é secretário do meio ambiente mas faço essa saudação agora em nome do governador Rafael Fonteles. Dizer que essa parceria que se faz aqui é muito emblemática. Vai ficar vai ficar mais precisa mas cabe trazer abraço ao senhor a todo o estado do Piauí por requerimento do deputado Jadial Alencar do presidente Arthur Lira. E prestar contas aos senhores. Nesse período muito recente nós na na Câmara dos Deputados aprovamos o novo projeto que agiliza, dá sentido de objetividade, se encontra pra ser deliberado no no Senado Federal de dos problemas para que nós possamos retomar os investimentos do Brasil. E eu me refiro, me refiro à redefinição das regras para o licenciamento ambiental. Quero mencionar que também e dialoga com esse tema nosso, nós aprovamos as novas regras para o mercado de carbono, Voluntário ou compulsivo, aquilo que nós podemos fazer regulado e voluntário se encontra agora para deliberação do sendo construídos e constituídos pelos senhores aqui, que é o projeto que regulamenta eólicas offshore. Vindo do senado, foi por nós também aprovado, retorna agora ao senado para a decisão final. Mais componente regulatório importante indutor de investimentos nesse segmento. Tomo a licença de também a crescer a este rol o projeto denominado combustível no futuro. Particularmente até por conta da da responsabilidade que tem na comissão junto com o deputado Jandiel, coube a mim relatálo. E ele estabeleceu rumo para aprofundar o uso do etanol no nosso país. Etanol que originalmente da Cana surpreende por incorporar a diversidade regional ampliando as fontes de produção do etanol, só pra se ter uma ideia, muitos não sabem, na último ano fechamos a safra e vinte por cento do etanol produzido no Brasil tem origem no milho, numa questão que é simbólica daquilo que nós abrimos. Traçamos cenário de ampliação do uso do biodiesel, e todos nós sabemos, tanto pela questão do selo social, como pela questão também da diversidade e origem, tem este impulso significado importante para promover o desenvolvimento descentralizado. Vejo aqui o Anísio Neto da Embrapa e quero destacar o papel de protagonismo que a Embrapa tem tido, inclusive conosco, inovando na busca de alternativas. É também definido agora e o Senado certamente aperfeiçoará o tema, a questão do SAF, Sustentei Boviation Fill, o combustível sustentável da aviação. E nós sabemos que aqui no Piauí esse desafio estará presente como uma oportunidade também de induzir investimentos e empreendimentos desse segmento. O combustível do futuro ainda disciplinou a questão do do da captura de carbono e sua estocagem. E no momento em que se vislumbra, eu aprendia isso com o Eduardo da Solaccio aqui, há poucos instantes, a oportunidade que o carbono possa ser usado em rotas como por exemplo, do produção de combustível marítimo, nós temos aí cenário em que essa definição regulatória fará toda a diferença. O combustível do futuro definiu ainda premissas do diesel verde, dos combustíveis sintéticos e definiu e aí dialoga com o projeto de lei mover, que foi fruto de uma medida provisória doze 0 cinco, mandado pelo governo, que amanhã o governo reenvia a Câmara dos Deputados sobre a forma de projeto de lei num num numa cerimônia que será coordenada pelo presidente da república ontem para amanhã às dez horas do Palácio do Planalto para que nós possamos ter a compatibilidade, transição energética, nova inovação, programa mover no setor automobilístico, definição do ciclo de vida do poço à roda, do berço ao túmulo, para que isso signifique também a nossa visão brasileira sobre o processo de eletrificação da frota e que perspectiva terá a indústria automobilística no Brasil. E por derradeiro menciono e me ajudou nesse projeto também, como sempre tem ajudado em toda essa pauta, o deputado Jandiel que foi aprovação do PATEM, Plano de Aceleração da Transição Energética, ansiado por muitos, formulado por nós projeto que tem a capacidade de tentar mobilizar recursos para que diante de uma competição, governador Rafael, muitas vezes desigual, que nós temos com os Estados Unidos, que no inflexingureducture Etion, no chamado ira, faz programa de subsídios e de incentivo nunca visto antes, nós estamos falando de oitocentos bilhões de dólares, nós temos que ter as nossas alternativas para isso enfrentar. O do feito pelos Estados Unidos. Pra por último dizer que eu estou muito feliz de poder coordenar essa reunião da comissão aqui, atender mais uma vez, repito, o requerimento do deputado Jadial Alencar e de ver que isso se sintoniza com tudo que vocês estão fazendo. Nós estamos buscando garantir condições de contorno, como a gente se diz na nossa engenharia, condições favoráveis, mas vocês é que estão fazendo essa diferença, Com a ousadia que tem tido do governador, de dialogar, ir ao exterior, buscar parceiro, construir oportunidades e com vocês aqui que estão aprofundando essa vocação que tem o estado do Piauí. Disponibilidade extraordinária de energias renováveis, localização estratégica e uma uma disposição das suas forças políticas de se engajarem nesse processo. Termino dizendo, o nosso país, que precisa retomar de uma forma sustentável o seu desenvolvimento, não conseguirá competir em tudo. Aonde que nós temos que competir e sermos os campeões mundiais? É naqueles setores que nós temos vantagem competitivas e comparativas em relação aos outros países do mundo. Eu não tenho dúvida de que o nosso país, que já fez a sua transição energética, porque tem renováveis como nenhum outro local no mundo, tem biocombustíveis sem paralelo também de outras nações, terá na economia de baixo carbono, na economia de verde, uma vertente para o seu desenvolvimento. Bom seminário a todos. Obrigada deputado. Convidamos agora o excelentíssimo senhor Rafael Fonteles governador do estado do Piauí. Boa noite, Primeiro pedir desculpas aqui ao deputado Jardiel, deputado Arnaldo Jardim, ao presidente da FIEP, deputado Antônio José Moraes de Souza Filho, pelo atraso é que eu estava numa agenda com o ministro de estado Silvio Almeida então peço desculpas aqui pela pelo atraso Até porque essa é uma das pautas deputado Arnaldo mais importantes do estado do Piauí. E quando venho os ilustres deputados e outros convidados debater esse tema aqui eu fico mais tranquilo porque às vezes eu me sinto pregando às vezes no deserto, incompreendido, mas tem uma vantagem, aqui o povo confia, mesmo sem saber o que diabo é esse hidrogênio verde, o povo está confiando, está cheio de esperança naquilo que a gente está apresentando e demonstrando aos poucos essa que será sem sombra de dúvidas, a meu ver, a verdadeira possibilidade de industrialização do nordeste brasileiro do Piauí em especial sem ser através de instrumentos artificiais. Eu disse isso ao presidente Lula quando ele esteve aqui é claro que como todo político experiente que já viu diversas vezes novidades surgirem, algumas progredirem, outras declinarem, todo mundo tem certo pé atrás. Mas eu posso dizer, com toda a experiência que a gente acumulou, ao longo dos últimos meses, percorrendo o mundo inteiro, em oito missões internacionais, em dezessete países, colocando a pauta da transição energética como a pauta dessa nossa agenda que é irreversível, é inexorável o processo de transição energética sobre várias modalidades mas o hidrogênio verde num capítulo especial porque de fato é o que tem se demonstrado no mundo inteiro a alternativa mais viável para o transporte pesado e pra indústria intensiva em energia. Pro transporte leve e pra indústria não intensiva em energia você terá outras soluções. Mas pra indústria pesada intensiva em energia e para o transporte pesado a solução será o hidrogênio verde. E a gente também se enche de esperança quando vê o protagonismo da Câmara dos Deputados, do presidente Arthur Lira, do senhor como referência. Aqui o Jadiel tenha braçado a causa também assim como outros deputados. E fazendo o seu papel de acelerar. Uma pergunta que eu já vou lançar aqui pro debate é saber como está o diálogo com a outra casa legislativa e com pelo menos os quatro ministérios do presidente Lula, umbilicalmente ligados à questão que é obviamente o ministério da fazenda, da indústria, o ministério de Minas e Energia e o ministério do meio ambiente. É fundamental que os quatro ministérios coordenados pelo presidente Lula, a Câmara dos Deputados que tem o pulso firme do presidente Arthur Lira e quando bota pra votar vota mesmo e aprova. E eu testemunhei na reforma tributária que o pessoal dizia que não ia sair e eu já tinha escutado dele que ia sair. Aí eu disse, não rapaz, vocês estão se enganando, vai sair. E dito e feito, saiu. Agora a gente quer entender, eu já deixo essa pergunta aqui, lhe pegando de surpresa, como é que está o diálogo fino com a outra casa legislativa e com os quatro ministérios principais que estão à frente da discussão no governo federal. Por quê? De fato, o Brasil está pouco atrasado. Em termos globais, em matéria de regulamentação. Apesar de ser o país do mundo que tem a matriz energética mais limpa, que tem a matriz elétrica quase cem por cento limpa, noventa e três por cento, o Piauí é cem por cento limpa. Apesar de ser o lugar do mundo que tem a maior floresta nativa preservada, apesar de ser o paraíso dos biocombustíveis, Mas estamos às vezes com medo de perder o bonde a transição energética global. Por isso eu parabenizo enormemente o deputado Jadiel, o senhor deputado Anau, todos os convidados, o presidente José Moraes Souza por ceder aqui e fazer essa parceria. Esta casa presidente Moraes Souza Felipe tem que abraçar essa pauta porque vão surgir inúmeras possibilidades para os industriais do Piauí. Então é aqui que tem que ser o centro das discussões do estado. O governo é indutor mas os empresários, os empreendedor é que tem que abraçar, né? Incorporar como sua própria bandeira. Porque vão surgir inúmeras oportunidades. E não pode acontecer como no agro que quem todo mundo quem aprovou aproveitou foram empresários de fora. Na transição energética se os nossos empreendedor não levantarem os pés, quem vão aproveitar são de fora. E eu não estou falando só do que vai produzir o hidrogênio. Eu estou falando da cadeia produtiva ao redor do que vai gerar. Então nós já temos aqui a Solates, está aqui o Eduardo, o Pedro não pôde vir, pediu desculpas. Temos a Green Energy Park, que são os dois maiores projetos do projeto de venda do planeta. Vão começar esse ano, deputado, independente da regulamentação e dos incentivos, não há óbice e o Eduardo vai poder falar em nome da empresa de uma das empresas não há nenhum óbice pra se iniciar ou seja vai ser feito Nem que seja tudo pra exportar. Mas a gente tem que regulamentar pra usar aqui. Pra indústria nacional usar aqui. E não precisa ir muito longe. Esse país fez uma política usada para os biocombustíveis. Atendendo setor forte e importante do nosso estado, nosso país que é o setor do agro. É só seguir a mesma regra. O mesmo tratamento. Então temos que aprovar, ser usados, Dado que a gente não tem espaço fiscal, não dá pra fazer ira como os Estados Unidos fez, não dá pra fazer como a Belt and Road que os chineses fizeram, mas aqui como a gente tem amplo mercado consumidor, dá pra você começar a botar mandatos pra você ter percentual de fertilizante verde, percentual de aço verde, percentual de hidrogênio nos canos de gás natural. Dá pra gente começar a fazer isso não foi feito nos biocombustivo? Quando ninguém no mundo acreditava. Hoje a gasolina tem que ter trinta por cento de etanol. Hoje o biodiesel tem, o diesel tem que ter doze por cento de biodiesel. Então está, é possível ser feito. Quando quando se decide politicamente. Então isso tem que ser feito para o hidrogênio afora, fora outros subsídios que podem ser ventilados. Mas o Piauí eu lhe digo, vai ter esses dois projetos independente da velocidade de regulamentação e de implementação dessas políticas Eu quero dizer que o senhor é herói, tem liderado isso, acho que o senador de Gomes é uma voz importante no Senado. Eu quero também saber como está a relação porque ele tem projeto parecido. E a Câmara aprova joga pro Senado, o Senado aprova outro, joga pra Câmara. Tem que fazer igual a reforma tributária que deu certo e saiu. Então eu quero assim finalizar a minha fala de de abertura agradecendo o convite também o pessoal do cerne, o Darlan está aqui. Essa iniciativa fantástica, tem centro de excelência que vai se somar aos nossos pesquisadores aqui da universidade federal, da universidade estadual, do IF, do próprio governo do estado pra que de fato a gente também tenha transferência de tecnologia para cá, pras oportunidades ficarem aqui, pelo menos boa parte delas. Então o estado do Piauí está de portas abertas pra receber os investidores de todo lugar do planeta. Essa é uma pauta nossa de abertura econômica com participação efetiva do estado, todo o país do mundo se desenvolveu, foi desse jeito. Nada de de radicalismo de parte a parte. Nem achar que mercado vai resolver tudo sozinho, nem achar que estado vai resolver tudo sozinho. Todo lugar que se desenvolveu foi o estado e o setor produtivo juntos. Né? Abraçando setores estratégicos para cada lugar do país. É assim que a gente vai transformar o Brasil continuar tornando o Brasil essa potência energética. E eu acho que cada vez mais as grandes empresas nacionais sobretudo Petrobras e Vale tem que ser também o carrochefe na transição energética. Precisamos acelerar a transição energética nas nossas grandes companhias nacionais. E esse é o papel do governo, esse é o papel do Congresso e portanto eu parabenizo a todos que estão aqui nesse evento que vai dando mais luz para o nosso povo do Piauí do que eu já estou dizendo há vários meses tentando tornar tangível a transformação que esse estado vai viver e não é só a produção do hidrogênio, é a industrialização a partir do hidrogênio, porque jamais o Piauí vai ser grande mercado consumidor atrativo, porque não tem população grande, mas poderá ser o lugar que vai ter o insumo mais importante aos montes, barato e verde e portanto a indústria pesada vai poder ter uma vantagem comparativa natural de vir pra cá e a gente de fato industrializar o Piauí e o Nordeste do Brasil que não tenho dúvida reúne as melhores condições hub produtor de energia verde e barata. Resta saber se teremos as condições institucionais e políticas para sêlo. E o deputado Arnaldo Jardim, o deputado Jadiel estão fazendo a sua parte e eu os parabenizo. Muito obrigado. Obrigada governador. Aproveitamos para convidar o governador e Arnaldo Jardim para permanecer no dispositivo de debate. É com grande satisfação que iniciamos a composição da primeira rodada de debates desta mesa redonda que abordará o tema, hidrogênio verde e perspectiva para o futuro. Convido os seguintes participantes a ocuparem os seus lugares. O excelentíssimo senhor Franzé Silva presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. O Excelentíssimo senhor Antônio José de Moraes Souza Filho, presidente da Federação das Indústrias do Piauí. O excelentíssimo senhor Juan Aguiar coordenador do curso de energias renováveis da Universidade Estadual do Piauí. O Excelentíssimo senhor Rodolfo Ei, gerente executivo da câmara de comercialização de energia elétrica. Neste momento, passamos a palavra ao deputado Arnaldo Jardim, deputado federal, que fará a moderação deste primeiro painel. Agradecendo a presença de todos que passam a compor esse dispositivo aqui, cabe a mim nesse instante prestar contas de mais alguns pontos aqui daquilo que a comissão acabou dando passos e falo em meu nome do deputado Jadiel aí, mas é comunicar aos senhores que constituída que foi a comissão pelo presidente Arthur Lira, ela acabou aprovando relatório, foi por nós escolhido o deputado Bacelar do PV da Bahia, como o seu relator. Isso na comissão foi aprovado, foi apresentado então projeto de lei à Câmara dos Deputados e por ela foi aprovado. Eu digo isso, meu caro governador, porque nós nos orgulhamos de fazer até isso num prazo relativamente rápido. A comissão se reuniu, elaborou o parecer, o parecer se transformou num relato, foi ao plenário e está hoje na câmara. E que consiste o projeto aprovado. Ele enfrenta uma primeira questão e aí eu vou convidar particularmente o Rodolfo e o Ruan para sobre isso falarem uma grande questão hoje internacional é definir a taxonomia, a expressão, aquilo que são os conceitos que envolvem a questão do hidrogênio. É hidrogênio verde? Nós começamos falando nisso. E depois nós fomos compreendendo a variedade de rotas que se pode ter, as diferentes alternativas e cada uma delas significa uma oportunidade, uma circunstância e uma adequação que se faz a determinado estado que poderá ser mais propício a ou outro. A Câmara definiu então, isso está no senado que o conceito é hidrogênio de baixa intensidade de carbono. Isso tem a ver com as normativas nesse momento que a Europa faz compras inclusive de hidrogênio, subsia subsidia vendendo a sua indústria por até terço do valor que pagará caso clássico é aquilo que está fazendo para buscar essa utilização à Alemanha e temos também o conceito de hidrogênio renovável. Além disso tínhamos que definir a governança do setor. Isso é muito importante para o processo todo de certificação, regulação e aquilo que será o cotidiano de funcionamento do setor. E nós definimos o papel da ANP que ficou empoderada nesse sentido e queríamos ouvir a todos sobre isso. Tivemos que ter uma clareza e isso conseguimos construir num diálogo muito grande com o setor, integra também o projeto, a certificação do hidrogênio. Instituímos sistema brasileiro de certificação questão que é prérequisito para qualquer venda que se possa fazer, qualquer utilização que se possa ter do hidrogênio sem esse sistema de certificação nós não teríamos condições de avançar E o projeto definiu isso com detalhe e de uma forma muito importante. Avançamos em econômicos. Essa é uma das pautas em que o Jandiel mais nos nos ajudou. E o PL institui regime especial de incentivos. E aí falar com o nosso presidente Zé Filho, falar com o presidente da assembleia que aqui estão, mas nós instituímos aquilo que nós chamamos do regime especial para a produção do hidrogênio de baixo carbono, o chamado rehidro. E temos uma definição feita pela pela comissão que particularmente aqui tem grande sintonia por conta daquilo mencionado pelo governador que é que o rehidro se fará em concomitância com as mesmas regras que preside o funcionamento da ZPS. Toda a questão de incentivos que isso significa fica incorporado aos projetos de reído aplicandose aos beneficiários todos os benefícios fiscais previstos no rede. Instituímos ainda programa de desenvolvimento de hidrogênio de baixa emissão de carbono. Possibilitando a União conceder subvenções à produção e à comercialização de hidrogênio de baixa emissão de carbono. Todos nós sabemos da função institucional do legislativo, nós não poderíamos conceder, mas nós determinamos ali regime já autorizativo pra que isso pudesse ser feito agora em sintonia com o governo federal. Não fizemos algumas coisa na política bem sabemos que tão importante quanto aquilo que se faz é se ter muita clareza sobre aquilo que não se pode fazer. Pra que aquilo possa no momento mais adequado em circunstâncias ser constituído. E aí eu vou mencionálo para em seguida comentar aquilo que foi indacado pelo governador Rafael Fautelli. Está certo? Nós propusemos que assegurasse aos beneficiários do nas importações de equipamentos e nós achamos isso estratégico para implantar projetos como esses que vocês estão aqui desenvolvendo, a suspensão de PIS, PASEP e COFINS e PISPASEP importação. Não conseguimos chegar a ponto de acordo com o governo sobre isso, mas isso é tema da comissão que nós continuaremos a tratar. Temos ainda a necessidade de deixar assegurado o aproveitamento de crédito sobre a CID instituída relativamente a exploração de patentes, uso de marcas, importação de serviços técnicos e de assistência administrativa. Aqueles que são empreendedores sabem do que eu estou falando, é facilitar o uso disso de uma forma em que desburocratizado e retirados encargos nós possamos ter isso de uma forma mais rapidamente similar, rotas tecnológicas anterior de outros países. Permitir a depreciação integral no próprio ano de aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos. Nós estamos votando com projeto enviado pelo governo que é a depreciação acelerada, ela quase chega a isso, nós gostaríamos que fosse mais rápido porque isso abriria a possibilidade de ampliar os investimentos que pudéssemos fazer. E assegurar a suspensão do FIIS, do PIS, PASEP e COFINS para que as aqueles que adquiram hidrogênio para utilização em sua atividade econômica, ou seja, o uso, os setores foram muito bem mencionados tanto pelo deputado Jadel Alencar, como pelo governador Rafael Fonteles que de imediato avislumbramos no setor de fertilizantes no setor do aço verde, duas componentes aí muito promissores para o uso e que essas perspectivas. Então por que que eu contei e festejei com os senhores aquilo que nós já fizemos e registrei aquilo que nós queremos avançar. Porque a pergunta é tão oportuna feita eu respondo, nós combinamos com o com o senador Sid Gomes ter combinado também por nossa comissão com o senador Otto Alencar que foi relator do hidrogênio, do marco regulatório no Senado, nós fizemos intercâmbio. O projeto por nós apresentado na Câmara está lá no Senado. E o senador Sid Gomes trabalhará para que esses ponto possam ser incorporados no nosso projeto que lá está. E o projeto que veio do Senado, nós também buscaremos a ele detalhar aquilo que fizemos, acreditamos que o projeto da câmara foi pouco mais além daquilo que se pode produzir no cenário e vamos fazer uma compatibilidade. Então a resposta é sim governador. O diálogo das duas casas está muito harmônico, a sintonia se desenvolveu, o que nos permite ter certeza de que nesse primeiro semestre nós poderemos concluir esse projeto da regulamentação tão necessário. E complemento também respondendo a sua outra indagação, num diálogo muito próximo com o governo. O ministério de Minas e energia, através do Doutor Thiago Barral, conosco tem cotidianamente conversado, o Ministério da Indústria e Comércio do vicepresidente Geraldo Alckmin, através do Doutor Rodrigo Rollemberg, exsenador, exgovernador de Brasília, temos dialogado com ele nesse sentido, o Ministério de Meio Ambiente através do Doutor Adalberto Maluf e também dos secretários da ministra Marina Silva, tem discutido, ou seja, nós complementamos isso com o diálogo com o ministro Rui Costa, está certo, da Casa Civil e falou baixinho aqui, falou oportunamente, o Rafael do B, que a semana passada passou a integrar inclusive o 0 conselho administrativo da Petrobras, está certo? O Rafael do B é ali designado pelo ministro Fernando Haddad como coordenador da transição energética do ponto de vista do ministério. E ele está absolutamente sintonizado conosco. Ou seja, acho que estamos fazendo ali a lição de casa pra que isso possa seguir adiante. Mas isso só seguirá adiante porque os entes estaduais e Piauí eu festejo mais uma vez. Aqui a nossa federação da indústria, aqui o nosso presidente da assembleia, além do Rodolfo, a IX que está aqui conosco, o Juan que está aqui conosco, o produtor, nos dão a a certeza de que isso se complementa aqui e sintoniza aqui com o estado que nós estamos sendo. Eu vou passar inicialmente a palavra ao professor Juan que tem uma pequena apresentação, está certo? Depois ao Rodolfo, deixando que a conclusão possa ser feita pelo presidente do legislativo e pelo presidente da FIEP aqui, se o governador estiver de acordo, deputado Jandial podemos fazer assim? Então por favor, professor Juan, só carecendo a todos é orientação aqui que sejam mais objetivos possível porque nós teremos ainda segundo painel e eu sei que o governador tem que sair daqui a pouquinho para outro compromisso aqui também. Professor Juan. Oi Muito boa noite a todos. Passei. Muito boa noite a todos. Oi. Eu quero saudar o nosso governador Rafael Fonteles. Pra mim é uma honra governador assim como eu tem minha profissão professor né? Também ao nosso deputado Arnaldo Jardim e o nosso deputado Jardiel e toda todos os presentes aqui na composição da mesa. Né. É muito importante deputado, esse momento que está sendo feito aqui no nosso estado, e discussão de transição energética, que não é só uma discussão local, é uma discussão mundial, né? E é uma discussão que ela vai trazer muitas e muitas né, mostrar pouquinho do nosso estado, que mostra, que tenta mostrar pouquinho do nosso estado. O Piauí quando se fala do hidrogênio verde como uma uma nova fronteira energética, o Piauí talvez seria a casa dessa fronteira, né? Eu falo isso com muita segurança, né? Certo? Primeiro, pra gente falar pouquinho dessa dessa dessa transição, né. O primeiro passo, passo por gentileza, a próxima apresentação. Pronto, é a contextualização, né. Eu acho que pra gente poder entender pouquinho de transição energética, a gente tem que compreender que isso desde a COP lá em dois mil e dezesseis, vem se discutindo essa questão de redução, né, de de combustíveis fósseis, né, E a Alemanha, ela dentre os pais da União Europeia, é dos que produzem, né, eles têm uma já uma uma grande produção da parte matriz energética verde, mas ainda assim cinquenta por cento de sua matriz é poluente. Ah o restante da Europa, da união é setenta por cento né, e a Alemanha ela viu uma grande oportunidade, né, aí já em dois mil e vinte, de buscar uma nova matriz energética para a redução desses combustíveis fósseis, né? E então se optou pelo hidrogênio verde, seja porque é uma matriz energética que ela é abundante, né, e também porque ela pode ser utilizada, realizada por meio de outras matrizes energéticas, né. Passo por gentileza. Pronto, então pra gente ver aqui a questão do Brasil, como vocês podem ver o nosso país, a Alemanha ela precisava de parceiro, e dentre os parceiros que eles poderiam ter, né, ele obviamente eles precisavam de parceiro que tinha na sua matriz energética uma matriz que fosse limpa e que pudesse ser utilizada para retirada dessa molécula de hidrogênio dentro de seus dos seus subsídios, né? Certo? E no caso como nós podemos ver, o nosso país né, nós temos uma produção de pouco mais de cerca de quarenta e oito por cento de energia hidráulica, e mais de trinta por cento de energia solar e eólica né, o que faz o Brasil grande candidato como parceiro da Alemanha, porque a Alemanha ela precisa, ela não tem como por conta de sua geografia, ter a produção de hidrogênio e utilizar uma matriz energética fazer a retirada desse hidrogênio. Pode passar por gentileza. E aí vem uma questão muito peculiar do nosso estado. Nós observamos nessa nessa figura, o estado do Piauí, nós observamos ali aquela mancha, aquela mancha vermelha do cinturão solar, ele vai de norte a sul do estado. Né? Você pode ver que os outros estados do nordeste também tem, mas no estado do Piauí vai de norte a sul, né? E isso faz do estado do grande candidato a ser esse protagonista nesse momento, né? Certo? O outro fator é que, pra que a gente possa fazer esses empreendimentos, né? Esses empreendimentos são empreendimentos de grande porte, médio grande porte e eles precisam ser colocado em pontos de conexão, onde tem rede elétrica, rede elétrica próxima. E aí a gente observando aqui esse essa figura da direita, onde você vê toda uma rede de de transmissão de energia, né, nós observamos que o nosso estado ele é link entre o norte e o nordeste do país, ou seja, nós é que fazemos esse esse ponto de entroncamento energético entre norte e nordeste. Daí o motivo pelo qual, o incentivo da OEP para implementação de novas linhas de transmissão e subestações no nosso estado, ela é preemente, entendeu, certo? E facilita o fluxo, né, ou seja, o envio de fluxo energético logo obviamente a partir desses desse empreendimento. Pode passar por gentileza. Pronto, então rapidamente, só para falar o que existe hoje no nosso estado, nós temos seis ponto gigawatts de carga instalada, isso equivale a quase a metade de Itaipu. Não estou falando ainda nem do empreendimento que vai ser feito em Parnaíba, né? Vinte e três ponto a ser instalado, né? O que faz o Piauí já a médio prazo, né? Com certeza, em termo de carga instalada, maior do que a própria TAIPUM, né? Ou seja, nós temos hoje a a nós temos uma infraestrutura consolidada e temos uma estrutura a consolidar, isso já são sistemas aprovados, viu, tá bom? Pode passar por gentileza. Pronto. E aí vem a questão, temos infraestrutura, temos AA0 potencial, parte geográfica, aí vem a questão, qual é a matriz que nós vamos retirar esse hidrogênio? E aí a vem da aquela pergunta do deputado Arnaldo Arnaldo Jardim, que é a questão do hidrogênio verde, né? Certo? Se nós olharmos pras rotas, essas rotas tecnológicas de eficiência, o a água e o álcool, ele está próximo ao hidrogênio cinza e azul, que é o que vem já é consolidado na Europa, né? E ou seja, em outras palavras, nós também somos ricos tanto em lençóis freáticos, tanto águas superficiais, como também águas lençóis exploração desse recurso energético, né? Pode passar. E agora a pergunta que não quer calar que é o custo, né? Quando se fala de custo, né, pra o nosso pra pra produção desse hidrogênio, se vocês observarem esses esses grafos né essas barras verde, claro, escuro e amarelo, nós observamos que o hidrogênio verde de dois mil e vinte e ele tem uma variação de preço no mundo de oito, oito dólares né por quilo a quatro, né? Só que já se espera que em dois mil e cinquenta isso fique entre abaixo de quatro, né, de quatro e entre e meio a quatro. Contudo já tem estudo da blogueberg né, que foi feito agora recentemente e foi e foi constatado que na realidade agora em dois mil e trinta esse custo ele deve reduzir para vírgula quarenta e cinco dólares por quilo. Isso é isso não tem outro país que tem esse essa essa mesma préexplosão né, certo? Aqui no país isso aqui é é ímpar né? Pode passar por gentileza. Agora, pra gente poder promover, né, essa acelerar essa redução de custo, isso vai estar associado tecnológico, formação de mão de obra né, e de pessoal. E o estado do Piauí ele já tem modelo pra isso hoje que é o núcleo de formação e pesquisa e energias renováveis do Piauí, né? Ele é espaço inter institucional interdisciplinar na Unesp, só que ele congrega todas instituições do estado, né? Certo? E por meio desse espaço, é bem claro, isso é importante falar que isso nasceu de uma demanda não foi da academia, foi do mercado. Foi pedido das empresas, entendeu? As empresas elas tanto ajudaram na implementação como hoje nós podemos fazer soluções tecnológicas pra eles como informação também, pode passar, né? E aí vem a grande questão, isso é muito importante que é a pesquisa e rede. Esse espaço NUFPERP, ele congrega outros núcleos de outros núcleos também como o NAERP, que é o núcleo de e energias renováveis da nossa Fundação de Amparo a pesquisa, né? Certo? Que congrega as instituições do Estado, né? A a USP, ISP, UF e o FDPA. E já há resultados de pesquisa e linha de pesquisa nesse núcleo né? Desde a startup CUTICULtivo, que é uma startup de bombeamento solar com monitoramento e controle, o forno solar que é forno de baixo custo que é feito por por exclusivamente uma câmara térmica pra que use energia solar, o cooktop h2v que é fogão de hidrogênio verde que está sendo desenvolvido, né, certo? Já está processo bem adiantado, né? As membranas poliméricas que utilizam material do nosso próprio Estado, né? A eficiência energética na cadeia de amônia, produção de SAFs, isso aqui já é uma linha de pesquisa que está sendo feito por meio do GAP da federal, né, certo, por meio do professor Antônio Bruno em Assis, né, e as bio refinarias e biomassa. Pode passar por gentileza, né. Mas nós não vamos conseguir chegar ao nosso objetivo, né? Isso é importante, né? Abordar sem a formação, a formação adequada nos em todos os níveis, desde o nível básico a pósgraduação, certo? E então hoje já existe uma uma pós graduação que está sendo USP, né, que é a processo lá do centro hidrogênio verde e inovação, certo? Professor Xavier deve falar também das outras instituições, né? Certo? Tem programa de formação em tecnologia de sistema de energias renováveis que já tem dois anos, já foram formadas mais de duzentas pessoas em partes específicas de tecnologias, né? Dessa cadeia produtiva e por fim, o trabalho junto ao não tem Ele não tem como fazer isso, né? De outra forma, né? Então, muito obrigado gente. É isso pode passar. Muito obrigado, viu? Me permita aqui, Débora, só sobre o custo, eu queria dar dado para vocês. Custo pra produzir energia solar diminuiu noventa e sete por cento em doze anos. Ou seja, pra você produzir mega de energia solar há doze anos atrás, você gastava mais de trinta vezes o que gasta hoje. Só pra vocês entenderem como quando o mundo se dedica à pesquisa o custo de produção ele cai vertiginosamente. É o que já está acontecendo durante porque toda a universidade do mundo, todo centro de pesquisa do mundo está estudando sobre isso. Então essa essas previsões de redução do custo do hidrogênio, elas estão cada vez mais sendo surpreendidas. A gente ia pra Europa pesquisar preço de eletroalizador há oito meses atrás, e agora a gente vai, já caiu a metade. Em oito meses, o mesmo custo pra fazer uma dor, caiu a metade em oito meses, porque a pesquisa está muito intensa. E é por isso que eu acho que a gente vai se surpreender mais do que esse grande estudo feito pela Bloomberg, de redução do custo, que é o grande ponto de dos pessimistas, né? Não mas o custo vai ser é caro demais. Então é importante dar esse exemplo da energia solar que em dois mil e catorze, dois mil e doze o Exatamente Exatamente, é a curva do aprendizado e a escala, né? Que são determinantes para que isso aconteça. Nós vamos ouvir agora, e agradecer muito por ele ter vindo o Rodolfo Ayex. E tiveram duas questões a mencionada de certificação e agora pelo professor Juan da transmissão. Então nós queremos ouvilo não só como representante da câmara de comercialização de energia elétrica, órgão muito importante que nós temos, mas até porque nós antevimos papel crescente pra CCE nesses dois sentidos aí. Nos ajude por favor Rodolfo, muito obrigado. Deputado, é uma honra estar aqui com vocês, Agradeço e e cumprimento em nome da da CCE todos os os que estão aqui. Governador, parabenizo pelo pelo evento, está muito interessante. Se eu tinha falado pouco sobre sobre falar sobre taxonomia, essas coisas todas. Então a taxonomia, qual é a importância dela, Ela diz de fato o que é o hidrogênio. Então se você tem uma regulação, cada país vai indicar qual é a regulação que mais faz sentido pra ele, né, e a taxonomia ela entra ali pra fazer uma definição específica do que é o hidrogênio. O que que o mundo estava fazendo até então? Existe uma calendoscópio, né, uma paleta de cores do hidrogênio que define a rota, né. Isso não vai se mudar, a rota é a rota, mas isso define o que que você faz com aquele hidrogênio e como é que você distribui. Então a gente precisa imaginar o seguinte, o que que está acontecendo no mundo? Você tem polo que é polo que demanda muito hidrogênio, principalmente a Europa, é quem está puxando essa corda hoje. E você tem outro polo que é polo produtor de hidrogênio, mas que talvez não tenha essa capacidade instalada ainda pra fazer o consumo. E nós estamos nessa conta. Como é que você vai suportar de lado para o outro? Você tem que de fato utilizar uma algo para você nivelar, né, o que é o hidrogênio. Então, a partir do momento que você estabelece o caleidoscópio, a cor, você limita demais. Então você não pode exportar tipo de hidrogênio porque quem está comprando do lado de lá não quer aquele hidrogênio. Então esse é ponto de atenção. E aí por conta disso o que que o mundo fez? Ele deixou de olhar para a rota com uma definição do que de fato vai acontecer e passou a olhar para níveis de emissão. Então o mundo hoje ele está equalizando a produção do hidrogênio indicando qual é o nível de emissão dele. E a gente está indo em direção a uma ISO, uma espécie de ISO, né, pra definir como que esses esse hidrogênio vai ser, aceito, né, no polo, de consumo. E aí, o projeto de lei ele fala sobre a taxonomia, então ele define o hidrogênio verde e define o hidrogênio de baixo carbono, né. Então 000000 renovável e o de baixo carbono. Renovável ele é aquele que de fato vem de energia renovável, o de baixo carbono você pode utilizar outras, né, e você vai ter do lado do lado, do lado, na ponta, o percentual de renovabilidade de emissões daquele hidrogênio. Eu acho que isso é foi uma uma uma grande inclusão pra fazer com que de fato a gente tenha essa separação clara. Ele traz também as coisas mais técnicas relacionadas à a certificação, né, ele fala sobre qual é o ciclo de vida, né, que esse hidrogênio você vai medir essas emissões, ele estabelece teto de emissões para o Brasil, são quatro quilos de CO dois equivalente por hidrogênio dali pra baixo, né. Ele estabelece, 00A cadeia de de de custódia, onde você coloca lá na ponta selo que vai dizer qual de fato é a característica esse hidrogênio. E ele traz uma grande inovação que é o Sistema Brasileiro de Certificação de Hidrogênio, que é uma governança, né, que fala sobre, ela separa do ponto de vista, estratégico, tático e operacional, os papéis, né, que serão executados dentro dessa indústria dentro do Brasil. Então você tem do lado estratégico a definição de políticas, aqui conversa também interações com a indústria e a sociedade, você tem no meio do ponto de vista tático, a definição de regulamentos, né, e a acreditação que é a liberação de empresas para trabalhar como certificadores, né. Você tem uma plataforma de registro, que é uma plataforma onde você emite todos os certificados por dentro dela e garante de que não vá haver uma coisa chamada dupla contagem, né. Então uma energia, requisito da fonte não pode ser vendido duas vezes. Por quê? Porque se for vendido duas vezes dá greenwashing, se dá greenwashing aquele certificado não vale, portanto o produto produzido naquele país não vale, né. Então essa plataforma de registro ela traz esse benefício para o país e isso é uma é uma inovação. E ela tem também, do outro lado, a parte mais tática, aliás operacional aonde você vai ter as empresas certificadoras que fazem o trabalho, você vai ter a indústria do hidrogênio que vai ser certificada e você tem os consumidores que vão comprar esse hidrogênio ou os derivados, né. Toda essa operação fica dentro de uma plataforma que ela pode ter toda transparência oferecer pra quem quiser ver vai lá ver o 0 hidrogênio, o certificado, garante a origem e também há a intenção de fazer plugála, né, em outras plataformas internacionais. Então acho que essa é uma grande inovação, né, que o projeto traz e é muito muito interessante. Governador. Só uma pergunta, Rodolfo. A Priori, o uso desse hidrogênio vai ser abastecer os países que precisam do hidrogênio, e que estão mais decididos a sair do risco geopolítico de depender de gás da Rússia, de depender de petróleo do Oriente Médio. Então, é isso pessoal que num primeiro momento vai decidir o hidrogênio que quer comprar. A minha pergunta é se essa plataforma que você citou, que está no projeto, mas claro que o projeto não detalha tudo ainda, mas o que é que está sendo pensando para o seguinte. Eu acho que a plataforma tem que classificar de diversas formas, e o consumidor é que vai dizer, eu só quero essa aqui, pra nós só serve essa. Para o nosso país, aí sim, é que o congresso com o governo federal vão ter que decidir, eu só dou incentivo aqueles mandatos né, de botar hidrogênio no no no, aí sim vai ter que ter uma discussão política pra você não beneficiar setor A ou B, aí você tem uma definição mais genérica, não, eu aceito no cano de no no duto de gás natural, hidrogênio se for desses tipos aqui. Mas o consumidor lá fora, ele vai dizer o que que ele quer. Então essa plataforma vai estar preparada pras duas opções que eu estou dizendo aqui? É isso mesmo governador. A plataforma ela ela registra todos certificados emitidos independente pra onde for, se for pra dentro do país ele está lá, se for pra também O freguês é que decide o que que vai comprar e o governo brasileiro junto com o congresso vai decidir o que incentivar, quais desses incentivar. E aí vai ter uma briga natural da turma que está defendendo o hidrogênio do etanol, a turma que está defendendo o hidrogênio da azul, o do Piauí é verde, nós vamos defender o verde. Esse é que é o bom. E essa certificação tem que ser capaz de garantir isso. Porque a pessoa pode falar, é o chamado green wash que é uma expressão que ele usou, muitos conhecem, mas não são todos, Que é aquele negócio que é passar uma tinta verde, green wash é assim. Mas não é verde. Então a pessoa vem de uma imagem sem ter a realidade. Então a CCE vai ter que ser preparar, estar organizada, certificadora que nós desejamos que seja, para garantir que realmente a energia lá foi usada, foi de tal origem, em tal momento, em tal instante. Esse é o desafio. Né Zé Filho, querido presidente, a quem convido agora para falar conosco aqui, agradecendo mais uma vez ter nos recebido aqui. Muito obrigado, boa noite a todos e a todas. Quero cumprimentar aqui o nosso querido governador Rafael. Sempre uma honra muito grande recebêlo. Aqui nessa casa. Foi uma das instituições que o governador primeiro visitou quando eleito estava e quando tomou posse, quando veio apresentar o seu plano de governo principalmente com o nosso querido Victor Hugo aqui do Piauí Invest, para os empresários aqui na na federação das indústrias. Cumprimentar o nosso deputado Arnaldo Jardim, seja muito bemvindo a essa casa, a nossa cidade, a Teresina, sempre prazer lhe receber ao nosso querido deputado Jadiel que tem levantado essa bandeira aqui em prol do Piauí, né? O nosso deputado Franzé, presidente da Assembleia Legislativa, que juntamente com o deputado doutor Hélio, os secretários de estado, o Daniel, Washington, né? Cumprimentar aqui o professor, cumprimentar o Darlan, cumprimentar a todos. Eu quero dizer, governador, que o governador é professor, né? Então ele já deu uma aula que eu acho que pra todos nós do hidrogênio verde e da energia renovável. Ele mais do que todos aqui tem levantado essa bandeira, foi uma das suas primeiras viagem para fora do país foi buscar investidores e de recurso para que o Piauí possa sair na frente na questão do hidrogênio verde, foi bemsucedido, a coisa está acontecendo, está andando. Então eu quero governador aqui eu estava até nós já temos várias parcerias com Washington através da da da educação do estado. Eu falo quando eu falo nós é o sistema FIEP, SESI, SENAI. E estava conversando aqui com o professor Juan. E antes com o Darlan, sobre o que nós podemos ajudar ainda mais na preparação de mão de obra qualificada para o setor e para aqueles que irão investir aqui através do SENAI. Né? Lá no Rio Grande do Norte mesmo, o Darlan sabe, o SENAI tem instituto dirigido especificamente para a formação de mão de obra qualificada e que dá uma sustentação muito grande ao setor. E nós queremos continuar e aumentar essa parceria para ajudar o governo do estado, ajudar as empresas que vão precisar de mão de mão de obra qualificada. E eu acredito que o sistema FIEP além de representar também as indústrias e acompanhar o 0 pensamento do governador que tem sido diferencial muito grande principalmente nessa área de de desenvolvimento do nosso estado como exemplo de várias outras áreas claro e aqui a gente dá exemplo governador e a gente fica muito satisfeito quando a gente vê o que melhorou a segurança pública do estado do Piauí. Né? Ontem mesmo o Piauí foi foi manchete nacional no Fantástico né como exemplo de de políticas públicas na área de segurança. E também nessa área. O governador é é empreendedor também, é empresário, quer sabe e entende que estado não vai crescer, não vai se desenvolver se não tiver o 0 apoio da classe produtiva, daqueles que querem empreender. E ele tem dado exemplo, tanto é que o Invest Piauí hoje é o queridinho do governador e tem que ser todo o estado que quer crescer tem que ter isso e se não tiver o apoio do governador que é a pessoa que gerencia todos os órgãos aqui do estado, não vai pra frente, né? E o governador eu tenho certeza, já anotou, já aprovou que entende isso. E queremos governador aqui como instituição, federação das indústrias continuar viu meu deputado Arnaldo, deputado Jardiel, ser parceiro mais efetivo ainda para qualificar, ser parceiro do do Invest Piauí, do de todo o governo para que a gente possa caminhar junto e que aconteça realmente o mais rápido possível como você disse, o Piauí não vai esperar, Vamos fazer os investimento que tem que se fazer e governo tem que ser assim. Governador tem que ser assim, tem que ter o pulso forte. Tem que bater na mesa e dizer o que que o que quer e o que deseja para o nosso estado e é por isso que a gente bate palma ali apoia e pode contar com a federação das indústrias, parabéns a comissão, ao deputado Jadiel, a todos aqui presente. Muito obrigado. Obrigado presidente, rapidamente passar ao nosso presidente do legislativo, o presidente José Silva, por favor. Boa noite a todas e a todo. Salvar aqui o nosso governador Rafael Fontelli, agora pouco nós estávamos em outra atividade e saímos correndo pra cá tamanha importância desse momento aqui. Saudar aqui saudar o deputado Arnaldo, seja bemvindo ao Piauí. Agradecer aqui a articulação do deputado Jadiel e dos outros que estão aqui comigo nessa nessa mesa redonda. Mas assim, dizer da importância desse momento Governador José Filho, presidente da FIEP. Está tentando também ali a presença de Freitas Neto que também pra nós é uma referência. Dessa direção que está na frente da FIEP hoje. Dizer da importância desse momento. A exemplo do que disse o governador Rafael tanto ele quanto eu vivemos momento vivenciamos momento em que presenciamos que o empresariado do Piauí perdeu uma das oportunidades momentâneas que era as Ps que ainda são as Ps. Quando as Ps iniciaram aqui deputado Arnaldo nós buscamos o máximo possível fazer essa articulação mas foi ela foi tardia. E as grandes estações e as mais importantes foram vencidas por empresários de outros estados. Eu acho que isso que está sendo feito hoje aqui é uma coisa importante porque faz com que o nosso empresariado esteja dentro desse projeto a partir do início pra que a gente não perca a oportunidade nessa cadeia produtiva importante e rica que vai ser o hidrogênio verde. Então quero aqui parabenizar a FIEP por ter aberto as portas e trazer o nosso empresariado pra essa mesa redonda. Até porque dentro do projeto está previsto o fundo verde. Recurso que vai ser aportado no BNDES e é importante nós já discutirmos e aí a minha pergunta já desde colocado como é que vai ser a regulamentação desse fundo. Vai ter a participação somente do Congresso Nacional isso desce pra os estados pra que seja ouvido o empresariado de cada estado possa ser ouvido os governadores e prefeitos. Então minha pergunta já deixo aqui colocado para o deputado Jadiel e deputado Arnaldo. Mas aqui a nível de Assembleia Legislativa nós estamos muito antenados com o governador Rafael Fonteles. Todo o entusiasmo dele já contragiou a Assembleia Legislativa. E nós não temos dúvida nenhuma de que o hidrogênio verde vai ser a nova fonte de recurso vai ser exatamente toda a possibilidade do Piauí vencer de vez uma situação de dependência financeira e se tornar estado autônomo financeiramente a partir do hidrogênio verde. Zé Filho. Então a nível de assembleia nós estamos já nos preocupando com a fase seguinte que é a aprovação no senado. Aonde estados e municípios entram na adesão do projeto governador Rafael. Então nós já estamos discutindo a criação de uma comissão técnica permanente de transição energética do hidrogênio verde no Piauí. A a Assembleia Legislativa vai criar uma comissão técnica pra poder fazer esse debate de forma célere e de e com qualificação. E isso ouvindo todos os setores especialmente a classe empresarial. Então essa comissão técnica vai ser uma comissão técnica que vai olhar não só pra produção, mas pra toda a cadeia produtiva de hidrogênio verde que a assembleia vai estar discutindo de forma muito aberta o nosso governador Rafael pra que a gente possa ter celeridade legal. Ter segurança jurídica. E isso a assembleia já está buscando a criação ainda nesse semestre da comissão técnica de transição e toda a cadeia produtiva de hidrogênio verde. Queremos deixar a Assembleia Legislativa parceira nesse momento da história do Piauí e certamente nós vamos através da comissão técnica ter diversos debates e encontrar diversos caminhos que possam levar ao sucesso da transição energética no Piauí, especialmente através do hidrogênio verde. Muito obrigado, presidente. Acho que o aplauso de todos e a ele nos somamos aqui é por essa iniciativa da assembleia ter esse protagonismo, tomar, dar espaço mencionado por você. E pedir que em nome da nossa comissão encerre agora essa primeira rodada, o deputado Jadiel Alencar. Presidente Arnaldo agradeço mais uma vez pela pelo seu aceite de estar aqui no estado do Piauí hoje enriquecendo esse debate, nos prestigiando, Você que lidera com tanta maestria a pauta verde hoje na Câmara Federal que é grande conhecedor dessa pauta que tem debatido, tem procurado agregar em tudo que a legislação permite que o seja acelerado esse processo de transição energética no Brasil através de projetos de leis e regulamentações e outras formas. Então eu queria em linhas gerais governador falar aqui ao a todo o nosso público os poderes desde o executivo, legislativo federal, legislativo estadual, o os poderes municipais, dizer a todos ao aos aos aos profissionais autônomos, empresários que eu enquanto enquanto pessoa civil comum também tenho muitas dúvidas que vocês que estão sentados aí devem ter no dia a dia. Dessa transição energética o que é a transição energética, o que é a energia renovável, o que é o hidrogênio verde, qual é o impacto disso para a sociedade, eu que sou empresário, comerciante, que tem o meu recurso, que está aplicado, como é que eu posso investir o que é que eu tenho que estar atento no mercado? Então eu acho que hoje nós temos aqui público razoável governador mas a partir do seu entusiasmo, da sua energia que o senhor tem andado o mundo em busca de conhecimento, de experiências de sucesso e debates como esse que é o primeiro aqui no estado do Piauí eu tenho certeza que nas próximas edições nós vamos ter auditórios lotados, nós vamos ter a classe empresarial procurando estar mais presente, saber como investir justamente para que através pegando suas palavras não não seja tarde como em partes acontece hoje no agronegócio aqui no nosso estado. Que os nossos industriais, os nossos empresários eles possam nas mais diversas áreas que esse setor de transição energética permite investir. Que presidente Arnaldo? Quando se vem uma planta dessa solar ou eólica junto com ela vem uma cadeia de desenvolvimento gigante em todas as áreas. Nós precisamos também através do nosso secretário de educação Washington Bandeira e outros secretários de estado que tem aqui, nosso Felipe Araújo da Piauí fomento, a universidade federal, a universidade estadual também nos preocupar como nós estávamos conversando agora com o governador Freitas Neto, governador Zé Filho, com a parte social. Qual é o impacto social que hoje essas empresas, esse mercado, essa transição traz. E como é que nós pudemos também colocar levar uma transformação social pra vida de comunidades que estão distantes e que esse desenvolvimento quando chega nós devemos levar essa transformação social junto. Então eu quero que cada pessoa que hoje aqui assiste esse debate através do executivo, do legislativo que possam levar para o maior número de pessoas possível que procurem conhecer o que é essa transição energética, como é que nós podemos investir, o que é que está vindo para o estado do Piauí, quais os benefícios, pra quem não sabe o Piauí é abençoado por Deus, tem cinturão solar aí que cobre praticamente todo o estado. Tem vento aí que chamase né Darlan? Vento quatro ponto 0. É isso governador? É por aí né? Estou aprendendo. Tenha paciência. Então que nós temos aí uma oportunidade única. O nosso litoral onde nós vamos ter aí a planta da Solátil, o nosso porto tem uma posição estratégica como disse o 0 presidente deputado Arnaldo privilegiada E nós temos além de tudo isso esforço, entusiasmo de toda a equipe do governador Rafael, de todos os secretários, a Invest Piauí na pessoa do presidente Victor Hugo em se dedicar, estudar, se debruçar, procurar aprender, trocar experiências pra que o Piauí realmente possa sair na frente. O estado do Ceará aqui respeito, peço perdão se tiver algum cearense, Mas eles estão com dor de cotovelo, governador. Porque todo esse investimento aí que foi anunciado na sua penúltima missão pela lá da presidente da União Europeia, o estado do Ceará estava com a boca aberta pra abraçar esse projeto e esses investimentos. Então nós através do seu dinamismo, da sua energia, de toda a equipe temos conseguido trazer esses investidores, esses recursos, essa credibilidade para o estado do Piauí. Então eu fico muito feliz em ter solicitado essa reunião hoje da comissão de transição energética aqui no estado do Piauí ter sido acatada pela comissão na pessoa do presidente Arnaldo e que ele possa transmitir pouco da experiência dele, pouco do que ele tem debatido lá na Câmara Federal aqui com todos nós. Então eu agradeço a receptividade aqui do governador Zé Filho nessa casa que é importante que ela já é parceira e tenho certeza que vai ser muito mais desse momento dessa transição energética. Agradecer aqui também, cumprimentar em em nome de todos aqui nosso exgovernador Freitas Neto. E dizer que eu tenho certeza que esse hoje é mais passo do que o nosso governador tem demonstrado. Essa esse mercado ele vai transformar a vida do nosso estado, das nossas pessoas, isso vai gerar riqueza, vai fazer a roda da economia girar, vai fazer a gente ter intercâmbio com o mundo. O Piauí vai conhecer o mundo e o mundo vai conhecer o Piauí através dessa pauta. Talvez nenhuma outra pauta, nenhum outro mercado tenha condição de fazer uma troca de experiência do Piauí com o mundo, do mundo com o Piauí, Vitor Hugo. Como essa pauta da transição energética. Talvez ela seja uma pauta singular nesse aspecto. E eu queria aproveitar pra dizer pra vocês que desde quando coloquei meu nome à disposição para disputar uma vaga na Câmara Federal que essa foi uma das minhas pautas. Se vocês olharem meu Instagram aí há dois anos atrás, mais de dois anos atrás está lá todo o nosso planejamento falando de energias renováveis que nós iríamos nos dedicar a essa pauta. E buscando conhecer o que tinha o que nós temos hoje no Brasil de experiência acertada, de de experiência positiva, eu cheguei ao conhecimento do cerne. O cerne que está sediado no Rio Grande do Norte que através do do amigo nós trocamos as primeiras experiências e eu fui em busca do Darlan pra conhecer pouco dessa experiência que na pessoa do hoje presidente da Petrobras Jean Paul Prates fizeram uma experiência, uma trabalho belíssimo no Rio Grande do Norte. E fiz o convite com o Darlan já eu acho que dezenas e dezenas de vezes nós reunimos vídeo conferência presencial, nossa equipe, a equipe dele, o SENAI, sistema S, o ISE. Então foram inúmeras reuniões o presidente Victor Hugo pra gente poder saber como é que o cerne poderia contribuir com a INVEST Piauí, com todas as secretarias de estado, com a Universidade Federal, estadual, com tudo. E levei a pauta para o governador, o governador abraçou a pauta, teve muita receptividade em que o cerne possa ser né governador? Parceiro aqui para somar junto com a Invest Piauí no estado em nosso estado. Então o cerne que no Rio Grande do Norte aí colocou o Rio Grande do Norte na vanguarda da eólica, da Solar. Então chega para somar com sua energia, governador, com sua experiência. E eu aproveito a oportunidade para dizer que aqui no dia de hoje também o governador abraça, recebe o cerne na pessoa do presidente Darlan no estado do Piauí. O cerne que a com a com a Invest Piauí vai ser mediador entre a iniciativa privada e a iniciativa pública que vai trazer as experiências positiva que tem no Rio Grande do Norte, no Brasil e no mundo. O presidente Darlan que tem uma relação de confiança, uma relação de trabalho muito profunda com o presidente da Petrobras de então eu tenho certeza que nosso estado vai ganhar muito com a chegada do cerne, os empresários aí, o Eduardo, tenho certeza que ele tem conhecimento do cerne, o que é que o cerne representa chegando a estado. Então eu fico muito satisfeito, pra mim hoje é dia que o Piauí ganha, que todos vocês ganhem do dos poderes, da iniciativa privada em poder assistir pouco dessa experiência. E eu participo aqui pra lhe peço permissão presidente se alguém aqui da nossa plateia tiver alguma pergunta, alguma dúvida para o governador, para qualquer de nós aqui, fiquem à vontade após a fala do governador. Então eu eu estou feliz, estou realizado em poder contribuir com esse debate com todos vocês. Muito obrigado. Desejo boasvindas ao cerne, ao estado do Piauí, com a Invest Piauí que tenho certeza que vai ser uma parceria longa e de sucesso. Meu muito obrigado, fiquem todos com Deus. Governador Rafael Fo Teles vai ter que sair, mas ele dá a palavra final aqui desta mesa e em seguida nós vamos constituir a segunda rodada de debates que o Darlan vai coordenar pra gente aqui por favor. Governador. Desculpa interferir várias vezes viu É porque eu gosto do tema, eu gosto de falar. Tem duas coisas envolvida. O Jadiel só não disse, Darlan, uma coisa aqui. Eu disse pra ele que eu aceitava a parceria. Desde que o trabalho que a gente vai fazer aqui no Piauí seja muito maior e melhor do que o do Rio Grande do Norte. Essa é a condição. Então, porque eu sei que o Jean Paul, o presidente da Petrobabilidade, é entusiasta, e ele era mais entusiasta ainda das renováveis, mas o presidente Lula botou para ele ser presidente da Petrobras, que é óleo e gás, aí eu estou com medo viu, já deu, dele estar perdendo esse entusiasmo, Estou brincando, eu acho que o setor de óleo e gás é quem tem que estar mais atento. E o Jean Paul tem toda a experiência no senado. De ter feito inclusive proposta com o da Eólico offshore, né, que foi lá. Inclusive, deputado Arnaldo, ah é Olico Of Show, nossa costa é muito pequenininha, mas já tem projeto da japonesa Xizen, está a todo vapor, eles são muito acelerados. E está só esperando o PL ser aprovado. Porque aí sim, eu dependo obviamente de regulamentação para iniciar qualquer empreendimento deólico offshore, diferente do hidrogênio, que a gente pode tacando ficha porque a gente sabe que tem mercado já pronto pra receber então mesmo com o nosso litoral pequenininho teremos sim grande projeto de aólico offshore lá na nossa costa com a japonesa xen que nós inclusive celebramos o memorando de Atendimento na nossa viagem a Tóquio. Então eu queria só concluir aqui o raciocínio do corroborando com tudo que foi falado, não é, que a transição energética ela é obviamente uma pauta muito maior do que o hidrogênio. O hidrogênio é capítulo. Eu reputo como o capítulo mais importante a partir da experiência que nós tivemos nessas oito internacionais que a gente não ia conversar com governos, apenas. Noventa por cento da agenda era conversando com as empresas. Porque o nosso interesse era saber se essas metas de descarbonização eram reais e firmes, ou se era história da carochinha. Se de fato, o setor siderúrgico global vai produzir aço verde daqui a alguns anos. Se o setor de fertilizantes global, vai produzir fertilizante verde daqui a alguns anos. Em escala, porque piloto já tem de tudo, mas não estamos mais falando de projeto piloto. Se os navios irão ser movidos a amônia verde. Se os trens e caminhões, como eu dirigi lá em Sydney há duas semanas há uma semana atrás, serão movidos a hidrogênio. E a nossa conclusão é que é muito sério e determinada essa essa decisão das empresas globais, eu estou falando das grandes companhias globais, de abraçarem as metas de descarbonização de cem por cento em dois mil e cinquenta, cinquenta por cento em dois mil e quarenta, algumas já estão antecipando pra dois mil e trinta e cinco. Então, eu não tenho dúvida que pra esses dois segmentos, transporte pesado e indústria intensiva em energia, o combustível será o hidrogênio. E não mais o gás, o carvão, e o petróleo. Então esse é o fato consumado. Então a gente já viu experiências na Austrália agora, já de uma, bairro de quatro mil casas, abastecidos com gás natural em que cinco por cento do gás lá botado no no no duto é hidrogênio. Já vimos centenas de ônibus movidos a hidrogênio. E é o que eu menos acredito, é o transporte leve. Porque aí eu acho que nesse caso a bateria vai vai vai preponderar talvez. Mas o pesado não tem bateria que vai mover trem. Não tem bateria que vai mover avião. Não tem bateria que vai mover navio. Então essa indústria pra ela se descarbonizar é combustível molecular. Então é o hidrogênio, porque o hidrogênio verde, porque ele não emite gás carbônico. Só por isso, simplesmente por isso. O hidrogênio ele já existe, já é usado. A diferença é que ele tem que ser produzido numa rota limpa pra ele não significar queima de geração de CO dois. Mas ele já é combustível e já é combustível muito melhor do que qualquer outro. Ele queima muito melhor do que qualquer outro. Quilo de hidrogênio faz carro andar muito mais do que quilo de gasolina. Muito mais, três vezes mais. Mas ele é caro pra produzir. E é isso que eu falei do custo pra eu reduzir tecnologia, tecnologia, tecnologia. Por isso esse grupo de estudo aqui no Piauí, já existe, mas igual a esse tem milhares em todas as universidades do planeta Terra. Está todo mundo nessa corrida pra gerar eletrolisador mais barato, pra gerar uma placa solar mais barata, pra gerar a rota mais barata pra produção do hidrogênio. E, repito o que eu disse anteriormente, nós não estamos falando só de produzir o combustível. Nós estamos falando de virarmos o rubi, cluster a trator de indústria, de qualquer tipo que queira procurar lugar do mundo que tenha energia verde barata. É isso que vai desenvolver o nosso estado. Porque a solar, a eólica, desenvolve, mas muito pouco. É a mesma coisa que eu digo do agro. Desenvolve. Mas o que desenvolve mais é quando eu passo até a agroindústria. Mesma coisa, a energia ela é uma bênção. Mas você pode ver vários países do mundo que têm petróleo e gás e não são ricos. E você tem vários outros que têm e estão procurando vários outros segmentos para se industrializar. A exemplo dos países árabes que investem fortemente no turismo, porque é uma indústria potente e que não acaba. O petróleo acaba. O 0 turismo não acaba. E eles estão liderando investimentos no hidrogênio também. Porque sabe que vai ter a a mudança energética. Então pessoal, isso é muito sério, apesar de estar distante, ainda do nosso dia a dia, distante que eu digo assim, cinco anos, dez anos, não é agora, não é no próximo mês, mas é inevitável. E país que se preze deputado Arnaldo, se não pensar pelo menos cinco a dez anos na frente, está fadado ao fracasso. Então, eu louvo à sua disposição, só ter sido grande herói nessa pauta o arthur já falei aprovaram pessoal já seis projetos de lei da pauta Eu estava contando aqui vocês já aprovaram é óleo e coffee shop crédito e carbono o patente é o financiamento ou combustível do futuro que é, eu até fiquei com raiva porque chamado de combustível do futuro. Combustível do futuro, deputado, é o hidrogênio. Não é mais esses outro não, tá? É o hidrogênio V. Aí o PL do hidrogênio, e faltou aí que foi o Rio sexto. É o mover que é do governo. Então já são seis projetos na pauta transcendente que a câmara cinco já aprovou, a batata quente agora está no Senado e na conciliação, não é nem que está no Senado, é na conciliação dos textos que é a minha preocupação inicial pra acontecer o que aconteceu na reforma tributária, forçatarefa conjunta, os dois relatores lá, praticamente as equipes sendo as mesmas, pra gente vencer e aprovar no primeiro semestre, porque no segundo não vai aprovar. Porque a pauta política da toma de conta da vida dos parlamentares e naturalmente isso não vai passar. Então o nosso pleito é esse e conte com esse governador arretada aqui pra se precisar defender essa pauta. Se precisar de ente subnacional, conte com o governador Rafael, com o nosso time, porque a gente realmente está vislumbrando, é uma visão de futuro do Piauí, a verdadeira industrialização do nordeste sem meios artificiais, que todas as tentativas anteriores foram com metodologias artificiais, essa do do hidrogênio verde, é uma vantagem natural e vai gerar uma industrialização real e consistente pra gente deixar de ter só catorze por cento do PIB há cinquenta ano, meu caro deputado. Eu sei que isso é de São Paulo, mas você ama o nordeste. É há cinquenta anos que o Nordeste tem vinte e nove por cento da população, e só catorze por cento do PIB. Isso não pode continuar por mais cinquenta anos. A gente tem que ter pelo menos vinte e nove por cento do PIB, se a gente quer corrigir as desigualdades regionais e o instrumento mais poderoso é isso da transição energética. Muito obrigado, eu não vou poder ficar mais, mas agradeço a oportunidade. Obrigada, obrigada a todos os debatedores. Convido a todos os membros e autoridades deste dispositivo. Que tomem assento na primeira fila de autoridades para a composição da segunda rodada de debates. Vamos fazer uma foto oficial governador? Deputado Jadel, deputado Arnaldo, presidente Zé Filho por favor. Eu peço ao pessoal do painel que use a a arte da transição energética se for possível. Urbana digital. Isso, obrigada. Muito obrigada mais uma vez. As demais autoridades. Eu peço que tomem assento na primeira fila para a composição da segunda rodada de debates. Por favor sentem na primeira fila das autoridades para a composição da segunda rodada de debates. E para a composição da segunda rodada de debates. Para a composição da segunda rodada de debates desta mesa redonda que abordará o tema desenvolvimento sustentável no Piauí, políticas e estratégias para renováveis e recursos naturais. Convidamos o excelentíssimo senhor Darlan Santos, diretor presidente do de estratégias em recursos naturais e energia CERN. Convidamos também o excelentíssimo senhor Ricardo Castelo. Aqui representando o presidente da INVESP Piauí. Convidamos o excelentíssimo senhor João Xavier da Cruz Neto. Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí FAPEP. Convidamos o excelentíssimo senhor Marcos Lira. Professor da Universidade Federal do Piauí. Convidamos também o excelentíssimo senhor Daniel Carvalho Oliveira Valente. Secretário de estado do meio ambiente do Piauí. Convidamos o excelentíssimo senhor Francisco Lopes superintendente do Banco do Nordeste no Piauí. Convidamos também o excelentíssimo senhor Eduardo Azevedo. Aqui representando a empresa Solátil. Passamos a palavra ao senhor Darlan Santos. Diretor presidente do CERN para moldar este segundo painel. Então boa noite a todos. Primeiro dizer o prazer de estar aqui, a convite não apenas representado aqui pelo governador Rafael, mas pelo deputado também Jadiel, pelo amigo Marcos Lira, por todos os companheiros e novos amigos que eu fiz aqui no estado do Piauí. Dizer da do prazer do cerne está trazendo a sua aqui pro estado do Piauí, e eu queria fazer uma uma primeira observação sobre o governador que infelizmente teve que sair, mas o estado do Piauí, deputado Jardiel e todos os amigos que estão aqui, está vivendo momento muito importante. Eu conheci há pouco tempo o governador Rafael Fonteles, e eu tinha observado que o governador ele não é o apenas o homem, que tem o hidrogênio apenas como a letra h escrita no quadro, ou como quando nós éramos crianças nos mostravam uma bolinha, e diz olha, isso aqui é átomo de hidrogênio. O que é que eu quero dizer? Que ele é homem de estudo, e que quando ele fala de hidrogênio, ele fala com a propriedade de que ele entende do que ele está falando, das consequências e das possibilidades econômicas para o estado do Piauí. Então é uma oportunidade ímpar que o estado tem, de ter no seu representante máximo do executivo e do governador do estado, alguém que tenha propriedade além da capacidade política, o entendimento técnico profundo sobre esse tema. E isso é inegável que representa realmente uma vantagem enorme na hora em que ele faz uma missão com seus representantes, para países para conversar com empresas, com entidades, porque ele detém em si a propriedade sobre esse tema. E hoje aqui também a gente teve uma oportunidade ímpar que é, na mesa anterior, tivemos aqui uma mesa conduzida brilhantemente pelo nobre deputado, que é apresentar né, barco e os seus gestores apontando pra onde o estado do Piauí está indo. As estratégias em relação ao seu desenvolvimento energético e a sua transição energética. Quais são os gargalos? Quais são os desafios? Quais são os pontos que devem ser enfrentados, qual é a estratégia que o capitão do navio está apontando esse barco, pra onde está indo o estado e o que é que precisa pra fazer esse desenvolvimento aqui. E agora aqui nessa segunda mesa, nós temos representantes de entidades aqui do estado, que vão trazer de forma efetiva, como esse planejamento que foi colocado nesse debate anterior pode começar a ser aplicado aqui. Nós temos aqui, por exemplo, o representante o Ricardo, trazendo aqui a representação do Invest Piauí. Eu tive o prazer de almoçar com ele hoje de tarde e por uma feliz coincidência nós parece que temos ideias muito convergentes em relação a vários pontos do que nós entendemos e achamos que seria interessante para o estado do Piauí. O presidente, o João Xavier que está à frente da da da fundação de amparo à pesquisa o professor marcos lira que traz uma fala também sobre a universidade federal do Piauí, o secretário, né, do estado do meio ambiente, representante de uma empresa que tem uma participação importantíssima da da Solátil aqui no estado do Piauí. Então eu queria começar aqui primeiro, trazendo não a fala inicial das entidades e das universidades e dos centros aqui do estado do Piauí. Mas eu acho que a gente tem a oportunidade de começar a nossa fala pelo outro lado, pelo lado privado, de quem vai fazer o investimento então, eu queria, se possível meu amigo, que você começasse fazendo a sua primeira fala. Agradeço. Obrigado, boa noite. Bom, queria agradecer a oportunidade de estar aqui representando a Solates, representando o nosso presidente Pedro Waack, que infelizmente não pode estar presente. E antes de falar sobre o nosso projeto, queria falar rapidamente quem é a Solatil. Solatio começou em dois mil e oito, uma empresa brasileira fundada por sócios brasileiros e espanhóis, que trouxeram a experiência de mais projetos desenvolvidos na Europa e na África. E que resolveu investir no Brasil junto com parceiros locais. E dois mil e oito era, para quem não lembra do do movimento que acontecia no Brasil, era seis meses, seis anos antes do primeiro leilão de energia solar, ou seja, não existia mercado de energia solar no Brasil, mesmo assim iniciouse processo de desenvolvimento de negócios e de articulação e de aprendizado para que pudesse finalmente dois mil e catorze com os leilões leilões, a gente começar a trabalhar. Hoje depois de quinze anos de jornada, nós temos vinte e seis, quase vinte e sete gigawatts de projetos desenvolvidos, dos quais sete gigas em operação, que corresponde mais ou menos quarenta por cento da da geração centralizada solar do Brasil. E, da mesma forma que a gente acreditou que a solar seria uma aposta certa em dois mil e oito, quando não existia mercado, nós acreditamos sim que o hidrogênio é uma aposta certa e já existe o mercado. Então nós começamos a desenvolver o projeto, a ideia de fazer uma uma investimento desse de grande porte no Brasil, desde dois mil e vinte e mas foi do ano passado que a gente encontrou aqui em Piauí, das primeiras conversas que a gente teve com o governador Rafael Fonteles, a gente identificou que aqui era o lugar para gente fazer o investimento. E toda a equipe pode mostrar para gente como é que quais são as oportunidades reais que temos aqui no Piauí. E a gente decidiu em fazer investimento grande, muito ousado, em seis etapas, cada etapa, a partir da primeiro marco iniciado, a cada dois anos a segunda etapa, a terceira, a quarta. A primeira etapa é composta por uma, por uma operação de mil oitocentos megawatts de de eletroizadores, mais cem megawatts de sintetizadores de amônia. Então são mil, ponto nove gigawatts. É tamanho gigantesco. É já na primeira etapa ele vai ser dos maiores do mundo. Quando completar seis etapas, onze ponto quatro gigawatts, ele vai ser o maior do mundo disparado sem nenhuma, sem nenhuma sobre dúvidas. Os desafios são gigantes, ele estava conversando mais cedo deputado Arnaldo que o Brasil não tem necessária para uma carga tão grande. Só para a gente ter ideia do tamanho do que ele está falando, a maior carga individual do Brasil é uma Siderúrgica de quatrocentos MB, de potência salada. A gente vai instalar onze mil e quatrocentos MB. Então, muita coisa teve que ser criada do 0, a gente tem que aproveitar a experiência que a gente teve no desenvolvimento do de projetos solares e a gente está nesse processo desse trabalho já desde o ano passado. Então a primeira etapa foi licenciada LP a licença prédio foi feito foi emitida e estamos trabalhando na li que a gente espera concluir até o final de setembro, começo de outubro. Se a gente conseguir cumprir essa meta, a gente assumiu o compromisso com o governador, que no dia dezenove de outubro, que é o dia do Piauí, a gente vai fazer uma cerimônia de início das obras civis, embora os os projetos já tenha iniciado, mas obras civis ainda venciaram. Então a ideia é que ele possa começar oficialmente dia dezoito, dia dezenove de outubro desse ano. E isso passa por terraplanagem, movimentação de terra, iniciar as obras de as obras elétricas pra conexão do sistema. Em paralelo, toda a burocracia relacionada à habilitação dos projetos do ponto de vista de conexão com a rede já foram as providências já foram tomadas. Então amanhã a gente tem uma reunião do ministério de Minas e energia pra pra mais marco desse acompanhamento. Quanto à elaboração detalhada dos projetos, a gente contratou a principal empresa do mundo na área de desenvolvimento e de projetos de hidrogênio, verde e cinza, que o governador teria oportunidade de conhecer quando foi a Austrália semana passada. E esse projeto ia ser projetista, ele garante para a gente que o projeto básico, que vai até. Uma etapa antes do do detalhamento, ele vai até, ele vai ser concluído primeiro no primeiro semestre desse ano. E a partir daí a gente vai ter a identificação mais precisa de qual o capital humano que a gente precisa e quando ele precisa. A estimativa inicial é que para implantação do projeto, a gente precisa, a gente precisa de entre dois mil e dois mil e quatrocentos empregos diretos, que vão gerar outros tantos três mil e quinhentos, quatro mil empregos indiretos. Então a gente está falando de quase oito mil empregos diretos e indiretos criados só na fase de construção. Na fase de operação, gente vai precisar de a ordem de mil e setecentos mil oitocentos funcionários, dos quais setecentos nível superior. Essa esse capital não está disponível no Brasil, então a gente vai ter que começar, ele vai ter que desenvolver todo ele localmente e preferencialmente aqui no Piauí, com capital com mão de obra piauiense. A gente tem algumas parcerias já iniciadas, fora do país para que possa trazer especialistas para poder ajudar esse desenvolvimento, mas certamente com o cerne e com outros, com as universidades locais com quem já vem conversando para desenvolver projeto de pesquisa e desenvolvimento, que tem como dos objetivos a formação de pessoal, a gente está investindo pesado nesse ponto. Quanto ao Porto, a gente viu que o Porto. Tem algumas oportunidades e melhorias porque pra grandes projetos de exportação de de hidrogênio e amônia, e eventualmente no metanol também, no etanol verde, aí ele vai precisar de calado maior. E, entre as n alternativas que a gente está estudando, prevê a uma ampliação do porto atual ou a gente montar novo porto privado, terminal de uso privativo, exclusivo pro nosso projeto e isso vai facilitar a exportação e vai baratear os custos também. E a vantagem é que esse porto está sendo concebido para que ele possa ser não só porto de exportação, mas também de importação. Por que isso? Isso permite que a gente possa aproveitar as oportunidades de mercado e fazer como o governador propôs, o do Piauí de negócios sustentáveis, verdes, a partir da da economia de hidrogênio. Né? Queria colocar aqui mais ponto que eu queria colocar. Bom, era a questão do pesquisa e desenvolvimento. A gente tem edital aberto da ANEEL, pra projetos estruturantes e estratégicos e o hidrogênio foi eleito como o tema da vez. Semana passada saiu a regulação, saiu o modelo de seria a linha base para aprovação. A gente desde o ano passado fez a presidente, como tenha tido rodada de negócios com as empresas e com as das universidades locais, a gente já tem o modelo pronto. E amanhã a gente vai continuar esse desenvolvimento junto com Equatorial e com outros players na área de que tem recursos de PED para investir. E o investimento vai ser feito não só pelos pelo pela verba obrigatória de PED das concessionárias de geração transmissão e distribuição mas também por desenvolvimento nosso onde parte do projeto da do investimento que a senhora vai fazer vai ser em formação em capital capital humana EEA partir daí que a gente quer desenvolver os nossos projetos. Interessante falar de capacitação profissional. Quem acompanha o setor de geração de renováveis começou com eólica, o primeiro leilão lá em dois mil e nove, né, primeiro leilão dentro do que a gente chama de mercado regulado, e acompanhou a primeira, as primeiras instalações dos projetos aqui no no Brasil, é, o que menos, é o que mais se observa era, eram eram os profissionais alemães, eram profissionais espanhóis, eram profissionais indianos, a dificuldade de se encontrar no Brasil empresas com capacidade para executar aquelas atividades, algumas se despontaram nisso, mas a encontrar mão de obra local minimamente qualificada para a execução dos projetos, foi dos maiores gargalos no período. O que fez evidentemente que alguns centros de pesquisa, como o Senai do Rio Grande do Norte e na Bahia, acabou fomentando alguns centros que com contribuíram efetivamente para capacitação profissional e que esses estados hoje se tornaram verdadeiros exportadores de mão de obra. Só que isso foi para mercado específico. Quando a gente está falando agora por exemplo de hidrogênio, né, que é a pauta do momento e hoje a pauta principal do dia. Há toda uma visão diferente e uma necessidade específica que precisa ser trabalhada. E o momento pra se fazer isso, é agora. O que é que eu quero dizer? Esperar que os projetos se apresentem já aí nas suas fases de licença de início de obra pra ir atrás desse pessoal na verdade já está atrasado o momento correto pra fazer a busca desses itinerários, trabalhar na capacitação profissional e formar mão de gente, formar mão de obra, é agora. Até porque a própria formatação dessas graças desses profissionais demanda tempo, formatar esses cursos, botar esses cursos na rua, esperar que as pessoas incentivar que as pessoas se matriculem e entrem e se capacitem, é esse é o tempo necessário pra que a gente não chegue, numa fase em que os projetos precisem iniciar bem suas construções, e a gente não tenha mão de obra, específica e minimamente qualificada aqui no Brasil. Ponto que a gente estava conversando hoje mais cedo, era que da importância social que essa capacitação tem, que é a contratação mínima por exemplo local, não é? E isso surtiu nos estados que a gente viu a energia eólica e a energia solar avançar de uma maneira mais forte, o impacto social em que foi promovido nesses municípios, né? Inclusive com indicadores, né? Por exemplo como o índice de desenvolvimento humano, né? Aumento do rendimento médio salarial das pessoas, o desenvolvimento ali de alguma cadeia de de produtiva em relação ao fornecimento de peças, serviços, mão de obra, e isso ajudou na economia local. Então é uma preocupação enorme, né? Essa questão da capacitação profissional e qualificação minimamente certificada e com qualidade? E aí eu já aproveito esse tema de capacitação profissional e eu convido aqui o professor marcos Lira porque além de saber que a universidade está muito preocupada com isso já também apresenta vários cursos inclusive eu já fui convidado e tive o prazer de participar de curso, que acho que era curso de pós graduação, em energia solar, né? Mas trazendo assim a expectativa e a visão da universidade, né? Entendendo que, bem, esse é uma preocupação urgente e necessária pra atender essa mão de obra né dessas empresas que vão fazer os projetos aqui. Professor. Perfeito boa noite a todos e a todas. Seja bemvindo mais uma vez ao Piauí viu Darwin? Uma satisfação ter essa mesa aqui imediata por você. Quero saudar aqui a a mesa de honra na pessoa do professor Xavier, presidente da FAPEP. E saudar os demais presentes aqui na pessoa do nosso magnífico reitor, o professor Evandro, reitor da nossa universidade estadual do Piauí. Sou professor Marcos Lira diretor do ciências de tecnologia da Universidade Federal do Piauí, centro que reúne hoje sete cursos de graduação. Então nós estamos falando de aproximadamente duas mil e setecentas pessoas entre alunos, docentes, técnicos e colaboradores terceirizados. E lá nós temos os cursos de engenharia civil, elétrica, mecânica, produção, materiais, engenharia cartográfica e o curso de arquitetura. Além de engenharia de produção. Acho que já falei. Mas quando a gente fala de de hidrogênio verde, a gente fala de energia e fala de transição energética. É importante a gente fazer resgate histórico da contribuição que a energia dá para o nosso Estado. Tem uma, e olhando pra aquele pra aquela faixa onde a gente lê ali a frase o futuro começa agora e exige de nós tomada de posicionamento cada vez mais presente pra que esse futuro de fato comece agora. Mas é muito se a gente fizer o resgate histórico talvez a gente tenha a ouvido algumas pessoas dizer há dez, há vinte, há trinta anos atrás o futuro começa agora. E eu lembrava de uma introdução de uma das minhas palestras, de uma pessoa da cidade de Lagoa do Barro no Piauí, há trinta anos atrás, tem alguém de Lagoa do Barro aqui? Pronto. Cadê o nosso prefeito? Tudo bem? É uma imagem que eu trago em uma das minhas palestras de Lagoa do Barro do Piauí, divulgada pelo jornal Estado de São Paulo onde as pessoas pela primeira vez tem contato com o aparelho de televisão na praça pública. Né? E aquela imagem meio assustada e tal eu estou falando de trinta anos. E hoje estamos aí com Lagoa do Barro, uma das cidades que mais gera energia eólica hoje no estado do Piauí. Né? Mostrando exatamente que a energia pode sim ser esse vetor de desenvolvimento para a região, para o estado, para o país. A a energia solar não é diferente, durante muito tempo a energia solar foi vista como grande vilão, né? Aquela aquele recurso que fazia com que as pessoas saíssem das suas cidades em busca de condições de vidas de vida melhor. Então hoje a gente procura desenvolver alguns projetos Darlan que traz exatamente essa pegada do aproveitamento energético para o desenvolvimento da região, como é o caso do projeto de bombeamento de água no semiárido, usando energia solar, que beneficia uma centena de pessoas no semiárido piauiense, o projeto escolas solares, que aqui é coordenado pelo meu amigo professor Alberk. E aí, ainda bem que nós temos pessoas que estão à frente dessa agenda de transição energética, como é o nosso, o caso do nosso deputado Jadiel, que é entusiasta. O deputado Jadiel esteve comigo em Brasília no final de novembro e fizemos uma agenda bem puxada, não é? Fomos ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério de Minas e Energia, apresentando os projetos desenvolvidos pela universidade. Então, temos no deputado Jadiel essa grande parceria e você pode contar com a universidade federal do Piauí. Bom, quando a gente fala de formação, nos dói muito ouvir algumas vezes e eu tenho certeza que muita gente aqui já ouviu algumas empresas que chegavam no Piauí e ainda chegam e diziam assim, olha eu vou trazer toda a mão de obra de fora porque aqui eu não encontro ninguém pra trabalhar aqui nessa usina eólica, nessa usina solar. Isso dói na gente, né? EEE isso é uma resultado de todo processo aí ao longo da da história. E qual é o nosso grande desafio sobretudo enquanto instituição de ensino, né? A nível superior, a nível técnico. Estou vendo aqui o professor, professor Gilvan do Instituto Federal. É dar essa resposta no sentido de qualificar e os números são exigentes, né? A gente ouvia aqui que os números são bem robustos. E a contribuição que a gente tem dado em constituição de ensino superior é a capacitação a nível, sobretudo superior e de pós graduação para essa necessidade. Mas a gente sabe que a gente trabalha de maneira muito diferente quando a gente olha o aspecto técnico, né? E a gente já tem projeto bem avançado, deputado Jadiel é nosso parceiro nesse projeto de levar essa capacitação pra vários lugares do Piauí através de projetos de extensão, que é quando você leva para a comunidade AAA universidade, a presença da universidade, fazendo essa via aí de mão dupla, trazendo a sociedade pra dentro da universidade e levanta a universidade pra pra fazer essa capacitação. E aí você abre as portas para capacitar meninos e meninas, jovens e jovens, que certamente serão essa mão de obra tão exigente que a gente precisa. E aí, no centro de tecnologia, a gente elegeu alguns objetivos desenvolvimento sustentável para trabalhar esse ano de dois mil e vinte e quatro. Nós já tivemos cinco, dos dezessete. Deles foi o ODS de número sete, o acesso às energias limpas. O ODS de número cinco, que vai tratar exatamente da equidade de gênero. A gente tem uma dificuldade grande quando a gente tenta atrair meninas e mulheres para os cursos das engenharias e das exatas de modo geral, não é professor Xavier? No CT, em média, nós temos de vinte a vinte e cinco por cento do público feminino e aí basta a gente olhar aqui para o nosso auditório que a gente percebe essa discrepância enorme, não é? E esse é o nosso grande desafio enquanto formadores também de atrair meninas e mulheres pras engenharias. E lá no CT nós temos o projeto chamado Atena. Que faz trabalho nas escolas da prefeitura e do estado no sentido de fazer algumas atividades práticas na escola pra essas meninas. E nos finais de semana essas meninas vão para os laboratórios do CT para exercitarem praticamente essas essas práticas da área de de energia elétrica. Isso tem tido resultados significativo na vida daquelas meninas, daquelas jovens. Então o desafio começa dentro da universidade. Não é fácil fazer extensão universitária, não é trabalho tão trivial, mas a gente precisa dar essa resposta pra sociedade e fazer com que o Piauí seja de vez esse vetor e esse catalisador de desenvolvimento através do processo de transição energética justa, sustentável e que de fato tragam como o governador colocou o desenvolvimento para o nosso estado. Então a gente enquanto universidade a gente tem muita clareza do papel que desempenhamos nesse cenário da transição energética. Então são essas minhas considerações iniciais, obrigado. Obrigado professor Marcos. Não dá para excluir do debate já que a gente está, a pauta atual agora aqui ainda na nossa mesa né, a gente está falando de capacitação profissional, do papel da universidade, mas a universidade tem que estar junto, tem que estar junto dela, dentro dela, é intrínseco a ela, o desenvolvimento e o apoio à pesquisa, né? O governador Rafael comentou da importância que talvez para grande parte da população ela não consiga fazer essa relação do impacto da pesquisa e desenvolvimento no seu dia a dia, né, ele citou como exemplo muito claro por exemplo, a redução do do do custo de CAPES de projetos em função da pesquisa e desenvolvimento ele apontou muito bem a redução drástica do quilowatt de fotovoltaica e painel fotovoltaico equipamentos, né? E a gente observou a mesma coisa no caso da energia eólica mas não só isso da energia eólica também ela teve uma redução muito drástica do valor pelo desenvolvimento da cadeia produtiva no brasil além do desenvolvimento tecnológico a gente vai observar algo muito parecido com o hidrogênio eu me lembrei de uma programa de entrevistas quem estava até era o companheiro do do ciara era o ciro Gomes. E foi perguntado pra ele, numa mesa com vários jovens, né, muito muitos entusiastas, disse olha, mas por que no Brasil já existe a tecnologia para produzir hidrogênio no mundo? Ele disse olha, e essa e ele foi muito feliz nessa fala dele. Ele disse olha, eu também sou, entusiasta disso. O problema é o seguinte, você está, isso era uns dez anos atrás, você está disposto a pagar dez mil reais de conta de energia na sua casa? Aí a pessoa disse não, isso não é é isso, né? A tecnologia existe, mas isso tem todo processo de desenvolvimento, pra que isso chegue no que a gente chama aqui no Brasil de moda a cidade tarifária né? Eu eu tenho que ser capaz das pessoas poderem pagar por energia. E evidentemente a pesquisa e desenvolvimento tem papel fundamental nisso, é dos componentes na redução do preço. E eu queria aproveitar puxando aqui já que a gente estava falando sobre universidade e o papel dela, falar, ter aqui a oportunidade da gente escutar o presidente da fundação de amparo a pesquisa aqui do estado do Piauí. Agência essa como bem todos os estados, é, contemplam também essa instituição, fundamental né, nesse papel por favor João. Boa noite a todos e a todos, obrigado Darlan, Cumprimentar aqui o a mesa em nome aqui do nosso querido professor Marcos Lira. Registrar aqui a presença de alguns professores que a FAPEPE né? Que é a nossa fundação de ar para pesquisa do estado do Piauí. Que tem como finalidade AAA promoção de formação de recurso humano EA0 fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação. Temos que saudar o nosso querido Evandro, reitor do parabenizar o deputado Jadel e o nosso Arnaldo, deputado Arnaldo Jardins pela brilhante condução até o momento. Então a fundação de amparo Darlan ela logo que o governador começou articular viagens e e principalmente aqui no estado colocar a necessidade de de formação de pessoal de fomento a ao desenvolvimento de tecnologias, embora a gente saiba que é só lá que o traga a sua tecnologia própria, mas certeza nós teremos necessidade de desenvolver tecnologias locais. Então nós criamos muito rapidamente uma rede formada por doze pesquisadores das principais instituições de ciência e tecnologia e inovação do nosso estado, a universidade estadual que aqui está o nosso reitor Evandro, a Universidade Federal do Piauí aqui representado pelo nosso queridíssimo diretor do Centro e Tecnologia, professor Marcos Lira, o IFP que é o nosso Instituto Federal do Piauí, representado aqui pelo Gilvan que faz parte da dessa rede, né? E também cumprimentar o Juan que acabou de nos falar aqui com a apresentação. E o nosso querido Bruno, professor Bruno que é professor da engenharia mecânica lá do CT. Então nós formamos uma rede com que que participam professores, pesquisadores dessa da universidade estadual, da universidade federal, do instituto e da da universidade federal Delta de Paraíba que fica lá no no do Paraíba, lá em Parnaíba. Então o senhor formado doze pesquisadores, tem aí grupo de alunos de de doutorado, alunos de mestrado e alunos de iniciação científica. E começamos então trabalhar em três frentes, né? Eu diria que uma primeira frente esse grupo Marcos, professor Marcos, popularizar a temática do hidrogênio verde. Então nós fizemos isso pra que a população pudesse compreender 0A0 discurso do nosso governador. Então fizemos isso, indo à escolas, participamos de programas da dos principais canais de televisão aqui no Piauí, nas redes da filiada da Globo, afiliada do SBT, da da Record, em todas elas nós esse grupo que eu estou citando esteve presente, agora nós vamos fazer uma rodada de pelas escolas públicas, né? Mas tudo isso pensando também Eduardo, né? A formação de recursos humano. Gostaria que de colocar que mil novecentos e sessenta e nove quando da inauguração da barragem de Boa Esperança e aqui está o nosso querido Pereira, tem o Arquelaal também que trabalhou há muito tempo na CEPISA e hoje na Equatorial, Pereira trabalhou na CEPISA. E sessenta e nove foram, né, foi necessário buscar o pessoal de fora. Nós precisamos importar pessoal pra poder trabalhar, pra poder tocar a barragem de Boa Esperança. E hoje nós não queremos passar por isso, Eduardo. Nós já estamos tão várias frentes são formado, professor Marco Lira, essa rede que a FAPEPE está fomentando, na formação de pessoal. Eu tinha planejado aqui uma uma uns slide mas dado a dinâmica aqui da da mesa eu dispensei né? Mas aí nós também estamos buscando Eduardo recurso, você citou o edital da ANEEL, eu cito aqui edital importante, que é da financiadora de estudos e projetos, a né? Que conta com uma ela é ela gerencia fundo né? Que é o FNDCT que com doze bilhões em dois mil e vinte e em no pra o ano de dois mil e vinte e quatro. E esse grupo que eu citei essa rede está submetendo agora três propostas dentro desse edital. Cada proposta pode se buscar até doze milhões. Aliás quinze milhões. Então nós estamos buscando aí quarenta e cinco milhões, que não é suficiente, nós queremos formar quatro plantas piloto, uma em Parnaíba, pra se instalar na ZPE, é uma uma também uma parceria com a Invest Piauí, uma aqui na no no campus da UF ou da ou da USP, estamos vendo aonde é melhor se colocar e uma parceria com a Universidade do Sul ali da de Portugal, né? Que esteve uma parceria com a cidade do Piauí, que aí o Juvan é é a quem lidera esse projeto aqui, que é o reuso da água, que AAA Teresina a Águas de Teresina que é a nossa agência de de águas e esgotos aqui de Teresina está em parceria conosco. Então nós temos esses projetos que estamos aí fomentando, trabalhando junto com os reitores e estamos caminhando e certamente os quarenta e cinco milhões não serão suficientes se assim formos contemplados para implantar essas três essas três plantas pilotos que servirão pra desenvolvimento e tecnologia mas também principalmente pra formação em todos os níveis de pessoal da cadeia do hidrogênio verde. Nós temos praticamente cinco cadeias, cinco etapas da cadeia, em cada uma delas está desenhado o perfil e o que nós vamos formar. E agora com a fala do nosso presidente Zé Filho fiquei muito animado que finalmente né? Hoje vamos poder fazer uma parceria forte com o Senai. Eu conheço de perto e o nos brilhantou assim, nos proporcionou trazer o pessoal do SIMATEC lá da Bahia, né? Que é os no centro ligada a ao SENAI, nós temos nessa nossa rede já estou finalizando Dalan. Quero só enfatizar Marco Lira que professor nosso dessa rede se candidatou a edital muito muito concorrida o professor Bruno que está o professor Bruno ele vai fazer estágio de pósdoutorado do ITA com a bolsa da Embraer. São dois anos com a assinado lá o termo de ter que passar pelo menos seis meses entre Estados Unidos e Canadá visitando os polos, vai desenvolver que eles já vem trabalhando nisso, da né? Que é o combustível pra pra aviação. Então nós estamos atuando firmemente, parceria aí com o Marco Lira, vamos aí reforçar nossas parceria Marco Lira e agradeço essa oportunidade mais uma vez parabenizando aí o 0 deputado por ter trazido a oportunidade de fomentar essa essa discussão aqui no nosso estado. Obrigado presidente João Xavier. Eu queria aproveitar aqui agora, eu estava comentando mais cedo sobre a sobre a conversa que eu tive mais cedo com o presidente Victor Hugo, foi a primeira vez que nós podemos nos conversar presencialmente, e de como várias várias linhas de pensamento em relação aos temas irrenováveis convergiam pra pra como ele pensava também né ele estando aqui à frente do do investe piauí sendo esse o 0 parceiro que a gente está está a parceria que a gente está estabelecendo pra tentar criar aqui dentro do estado do Piauí. Na verdade não é criar é melhorar aumentar ainda mais esse ambiente de negócios, esse ambiente de desenvolvimento pra o setor de renováveis. E aí evidentemente eu queria convidar aqui agora, o 0 Ricardo ele está aqui, representando, né, o Invest Piauí, agência essa que eu estava comentando com o Vitor mais cedo, recai sobre várias temáticas né? São várias pautas que chegam pra o invés de Piauí, não apenas o setor energético mas e outras, mas o setor energético realmente tem ganhado relevância no estado, e tem se apontado como talvez e aí eu concordo inclusive com o governador Rafael, eu acredito que o setor de energia renovável pode ser o vetor de desenvolvimento industrial para a região nordeste, Inclusive, o debate energético que tem sido feito na região nordeste, ela deveria ser feita, na minha opinião, de forma regional e não estadual, dado que várias características não são estaduais. Eu cito o exemplo da transmissão, nós temos grande gargalo de transmissão no estado do Rio Grande do Norte, e dos pontos desses gargalos de transmissão, por exemplo era transformador no estado da Paraíba. Ou seja, é setor que ele não consegue ser discutido e solucionado tratando de forma individualizada, e sim estadual. E evidentemente, é uma agência como investe piauí olha pra o seu estado mas nesse aspecto também é importante olhar pra o seu entorno ricardo meu amigo por favor coloque aqui pra gente a visão do investe em relação a esse ponto visto que parece que é uma temática que caiu sobre vocês com peso muito muito grande, muito alinhado inclusive com o governador Rafael. Obrigado Darlan. Obrigado pelo convite de estar aqui representando hoje a Invest Piauí. Eu gostaria de saudar todos em nome do deputado, Jadiel Alencar e do também deputado Arnaldo Jardim, em nome de todos muito obrigado. Eu gostaria de dizer o seguinte, ao contrário talvez do da grande maioria aqui da mesa, eu estou chegando há pouco tempo no Piauí. E eu venho pra realmente trazer ou buscar dentro da experiência de que a gente já viu aí pelo Brasil afora sim porque eu estou vindo do Brasil apesar de ser cearense eu estou vindo do Brasil, já passei pela Bahia, já passei pelo Rio Grande do Norte, já passei pelo Ceará e agora estou aqui no Piauí de coração pra desenvolver esse esse processo, esse projeto, esse projeto imenso que é o rug do hidrogênio verde da energia verde, energia da transição energética. E gostaria de o Vitor não estar mais aqui, o Vitor Hugo, mas de agradecer pela indicação de estar aqui hoje pra representar a Invest Piauí. E gostaria de dividir aqui a minha a minha fala em dois momentos, tá? O momento é é o primeiro momento está em relação à à pontuação de do que é hoje o 0 Invest Piauí, que ela está dividida, aí ela ressalta seis eixos de atuação que está bem dentro do que o governo do estado vem desenvolvendo. Que são as questões do agronegócio, da educação, da inovação, do turismo, da mineração e da energia renovável e transição energética do hidrogênio verde sustentável, OK? Dentro dessa dessa ideia e dentro do que hoje a gente vê aqui que é exatamente a a união, a junção dos segmentos de governo, segmentos da academia e segmentos da iniciativa privada da indústria que hoje os três estão aqui. Eu gostaria de de levantar uma frase que eu eu li, ouvi, né, é, de dos empresários que vem pra somar nessa empreitada de desenvolver o hidrogênio verde dentro do estado do Piauí. Em que ele aponta o seguinte, o Piauí é o melhor lugar no globo para investir e produzir. Essa foi uma frase do do CEO da da Green Enage parque, não é? Aqui eu gostaria de colocar o alguns pontos que a gente vê, que a gente já vem juntando aqui algumas informações que eu entendo que são importantes. E aqui já pode até começar a minha provocação em relação à segunda parte também, que é o Piauí ele tem energias renováveis, a gente ouviu aqui hoje isso de diversas formas. O Piauí ele tem abundância de água. O Piauí tem vontade política, tem interesse do governo em atrair, incentivar e desenvolver a economia e a economia renovável, a economia de transição energética. Hoje o Piauí tem a segunda ZPE lançada no Brasil. Hoje o 0 Piauí tem o Porto de Luiz Corrêa. Hoje o Piauí tem eólica quatro ponto gigawatts de de potência que representa aí em torno de sessenta e nove por cento da energia renovável. Hoje o Piauí tem ponto seis gigawatts de energia solar, vinte e seis por cento dessa energia renovável. Tem e tem termoelétricas também. Ou seja, hoje o Piauí ele exporta energia. Ele a energia renovável, cem por cento renovável que existe no estado é é em torno de seis vezes a energia que o estado precisa. As provocações são hoje o mundo consome em torno de noventa e cinco milhões de toneladas de hidrogênio, só que não são verdes, cem por cento ou quase cem por cento desse hidrogênio é feito a partir de reforma de energias fósseis. Pra que a gente produza aí quilo do hidrogênio do hidrogênio é necessário de nove a vinte e dois litros de de H doisO, de água. Né? Atualmente o 0 preço do hidrogênio ele está variando no no no bloco anterior pelo professor Juan que está em torno de oito dólares por por quilo de de de hidrogênio produzido, né. Pra você, hoje também foi citado aqui as questões de evolução em relação ao valor do CAPPEX em relação ao ao eletrolizador que é dos dos itens mais caros ou que mais pesam na produção do do hidrogênio. Hoje se vê eletroizadores com valores em torno de oitocentos a mil dólares por quilowatt. Ah os chineses já estão produzindo os eletroizadores estão pra lançar os eletroalizadores a quinhentos dólares o quilowatt. Nós estamos falando ali 000 colega da da da Solátil falou em torno de onze gigas de de eletroizadores que nós vamos ter aqui no Piauí. Algumas outras provocações aqui que eu estou trazendo também. O a Invest Piauí, o governo do estado do Piauí, já assinou em torno de vinte e seis memoranos de entendimentos, ou seja, são empresas que estão ávidas, estão querendo vim para o estado do Piauí. A Solate como foi dito também pelo Eduardo, no dia dezenove de outubro desse ano vai começar os trabalhos de de de limpeza do terreno pra começar a fazer as instalações, na lá no lá na ZPE. A a Green Energy Park também é uma outra é outro grande empreendimento que vem mais ou menos Em investimentos nós estamos falando, já foi falado aqui, eu estou me repetindo, como provocação em torno de duzentos bilhões de reais que vão ser feitos de investimentos no Piauí nos próximos dez anos. Serão vinte mil empregos que nós estamos falando. Então com com toda essa essa essas informações e essas provocações que eu estou trazendo agora, é realmente pra tentar fazer com que as universidades, o sistema sistema S, a iniciativa privada através dos empresários e o próprio governo, entendam que existe existem muitas, muitos passos a serem dados, mas existem muitas oportunidades a serem vencidas e ganhas também dentro desse processo como todo. E aqui a última provocação, que foi colocado aqui como pelo pelo professor em relação ao ao a formação das pessoas. Formação da das pessoas logicamente que mesmo aqui dentro desse público a gente vê muito mais homens do que mulheres, né? E dentro da formação de engenharia, da informação técnica, muito mais homens são formados em relação ao número de mulheres. E eu tive uma experiência muito interessante, eu sou do início da da da implantação das energias eólicas no estado do Ceará. E dos dos pontos interessantes e importantes que a gente não encontrava mulheres pra fazerem parte do processo de de de trabalho, ou seja, dos trabalhos apesar da gente procurar nas nas universidades, no no nos nos SINAIS e etcétera, mulheres pra trabalhar junto com a gente no no na montagem, no desenvolvimento dos projetos de de de implantação de energias eólicas. Mas aí eu resolvi ousar. Eu resolvi, mesmo as mulheres não acreditando, porque me parece que existe conceito ou preconceito que é meio muito masculino. Eu precisei buscar e colocar as mulheres pra que a gente começasse a a desenvolver essa dar essas oportunidades. Então talvez faltem oportunidades dentro do mercado de trabalho. As pessoas tomarem para si algum tipo de risco para trazer essas pessoas para trabalhar junto com a gente. Então finalizo aqui, obrigado, a ideia foi exatamente provocar pra dizer que o 0 Invest Piauí está disponível e está ávido pra colaborar com todo esse processo de desenvolvimento de hidrogênio verde e energia sustentável do estado do Piauí. Obrigado pessoal. Obrigado Ricardo. Eu queria aproveitar que a gente estava falando de de projetos, ele comentou, o Eduardo também estava da Solado comentando projeto grande da empresa como tantos outros que tem aqui, mas talvez dos dos pontos sempre muito críticos na hora do desenvolvimento do projeto e a implantação, a gente está falando sobre a questão das licenças ambientais, dos processos que são exigidos e necessários os estudos, e isso às vezes tem trazido uma grande complexidade pra algumas empresas que os procedimentos e exigências que são colocadas no estado são diferentes em outro estado. E as empresas elas fazem investimentos em vários estados do do país, e e isso é sempre fator complicante, junto com a questão fundiária, é outro ponto muito muito importante, mas a questão ambiental, ela é realmente bastante crítica também. A gente teve uma parceria muito interessante entre as empresas do setor de óleo e o órgão ambiental do estado do Rio Grande do Norte, que quando começou o processo, o estado não estava preparado não tinha estrutura e as empresas conseguiram chegar inclusive fizeram a doação da sede, hoje o 0 Idema lá no Rio Grande do Norte, a sede do Idema, e grande parte dos profissionais foram capacitados e as e foi estruturado com financiamento das empresas privadas, né? Então eu queria aqui convidar o senhor Daniel Carvalho, né, secretário de estado aqui do órgão responsável pela emissão e pelas exigências e pelo cumprimento e pela fiscalização, de todos os empreendimentos que são necessários mas também claro evidentemente do setor de energia. Obrigado. Boa noite, boa noite a todos, a todas, obrigado Darlan, parabenizálo pela excelente experiência e case de sucesso que é o cerne no Rio Grande do Norte. Cumprimentar aqui o doutor Ricardo da Invest Piauí, o professor João da nossa Fundação de pesquisa professor aqui da Universidade Federal Professor Marcos nosso representante do Banco do Nordeste e também o João Eduardo aqui da da Solátil né que falou também muito bem e me cabe aqui também trazer algumas reflexões que envolvem o licenciamento ambiental. Como o Darlan colocou essa é uma das temáticas na minha leitura junto com o marco regulatório deputado Jadiel e deputado Arnaldo no sentido de que são ações e funções meios que estão no centro da efetividade do negócio, do modelo de negócio, do modelo de geração. Então tanto essa parte regulamentar jurídica, regulamentação jurídica e a segurança jurídica dos projetos como a segurança ambiental. Na no que se refere a segurança ambiental aqui no estado do Piauí nós dialogamos no âmbito do Conselho Estadual do Meio Ambiente e também principalmente com os técnicos do órgão algumas alterações infralegais né? Para tornar o processo de licenciamento ambiental algo mais simplificado mas ao mesmo tempo cumprindo as exigências da legislação e aí nós classificamos os procedimentos de licenciamento ambiental que envolve o hidrogênio verde deputados. Toda a cadeia produtiva independente de ser o hidrogênio, de ser a amônia, de ser enfim tudo o que tiver vinculado à produção hidrogênio verde vai ter, além da prioridade de tramitação, vai ter também uma análise, digamos assim, dentro desse eixo estratégico também nós optamos por classificar como uma atividade de médio risco ambiental Então isso foi aprovado no Conselho Estadual do Meio Ambiente por quê? Porque os riscos ambientais do projeto eles são inerentes à área da segurança. Não não há riscos de outra ordem. Né? Então nós entendemos que deve ser classificado como médio risco ambiental e a partir disso tem algumas possibilidades digamos assim que tornam o processo de licenciamento mais prático e isso torna também mais atrativo pro estado do Piauí comparado por exemplo como o Ceará que foi a a primeira resolução editada no Brasil nessa temática Então a nossa legislação ela é pouco mais digamos assim liberal nesse ponto mas sem descuidar da área e das regras ambientais próprias. A a principal o principal ponto que eu considero essencial do projeto é exatamente avançar nessa temática que é a transição energética justa. E aí eu queria acrescentar esse termo no debate, Darlan, que envolve a transição energética e classificála como transição energética justa foi o termo que eu consegui e aprendi do ponto de vista técnico como de maior maior discussão na COP na COP do ano passado que que aconteceu ali em Dubai e todo o debate gira em torno da transição energética justa. Por que que não pode ser só uma transição energética? Porque é uma grande oportunidade para estados como o Piauí fazerse social e econômica com a população. Então esse raciocínio ele também deve ser central no debate. E também por ser justa você não pode também esquecer da economia de carbono que nós temos hoje e ela sendo substituída eu não posso gerar desemprego ou não tenho que tenho que ter a atenção também pra não ser fomentador de outra desigualdade você pode incluir três milhões de habitantes aqui como o estado do Piauí mas você não precisa ou não deve com essa transição energética ser fator de aumento das desigualdades regionais. Então eu acredito que esse ponto também é ponto relevante no aprofundamento do debate eu trago aqui essa ponderação e essa reflexão. E ainda sobre a a temática do licenciamento ambiental nós estamos aguardando as definições do Congresso Nacional para aprofundando isso, regulamentar aqui no estado do Piauí de modo a manter o estado do Piauí como estado em que o empreendedor vem sentese seguro e tem a segurança ambiental adequada. Não por acaso nós fomos o primeiro estado do Brasil a expedir a primeira licença ambiental para empreendimento de grande porte de nível nacional na área do hidrogênio verde. Então na área da transição energética justa. Então o projeto que está em discussão hoje no mundo e no Brasil que é esse liderado aqui pela Solati e o outro também liderado pela Green Energe, mas o da Solati está alguns passos pouco mais a frente, dentre eles o licenciamento ambiental prévio que já foi aprovado e aqui no estado do Piauí ainda na temática da da das energias eólicas solar nós encontramos mecanismo legal autorizado pela legislação estadual que é a chamada licença prévia de natureza cautelar. Que envolve e está permitido também para para os empreendimentos relacionados ao hidrogênio verde que é exatamente a licença prévia pra tornar ou para o empreendedor poder fazer a captação de recursos em iniciando o projeto ele complementa os estudos ambientais antes do início das instalações ou do projeto em sendo executado propriamente dito. Então esse modelo também é modelo que a gente considera com a agenda de desenvolvimento econômico e com a agenda ambiental. E esse é o grande desafio que o governador Rafael tem dito. A área ambiental ela não pode ser uma fator de repulsa de investimento tem que ser fator de cuidado com o meio ambiente integrado com a agenda de desenvolvimento econômico. E por fim eu aproveito aqui a o nível da plateia e do debate para colocar os dois princípios básicos que nós temos na diretriz de trabalho da secretaria e graças a Deus os técnicos tem incorporado cada vez mais. A primeira regra Darlan lá da gente é não atrapalhar. Né? Porque o empreendedor já tem muito problema. Então você não precisa atrapalhar. E a segunda regra é você ajudar dentro da lei rápido. Né? Se puder ajuda dentro da lei e de forma rápida. Então por isso também a celeridade é fator que a gente considera fundamental. Nós reduzir em alguns casos em alguns procedimentos ambientais comparado o tempo médio do processo de dois mil e vinte e três com dois mil e vinte e dois reduzimos alguns em até setenta por cento de redução de tempo deputado Jardiel. E agora a partir de junho quando o empreendedor ele der entrada no processo de licenciamento ele vai saber professor Aurélio o tempo médio do licenciamento. E ele vai cobrar o estado. Ele vai ser o fiscal do nosso fiscal, do auditor, do técnico. Pra saber onde é que o processo está parado, porque não pode ter processo de licenciamento parado. Se tem alguém pedindo, processo tem que tramitar, se tiver de lei, deferese, se não tiver indeferese. Então a gestão do tempo no licenciamento ambiental e no licenciamento da agenda de transição energética ela também é ponto que precisa ser ter bastante atenção e nós estamos preparados com sistemas, com tecnologia e com estudos também da equipe técnica nessa área. Então o estado do Piauí também já fez algumas visitas ao Ceará a outros centros de pesquisa do Brasil para cada vez mais ter a nossa equipe qualificada para licenciar e ter os cuidados necessários com o meio ambiente. Então com essas considerações eu eu aproveito também encerrando pra convidálos para o evento que nós teremos no mês de junho. Mês de junho o governo do estado juntamente com o Ministério da Ciência e Tecnologia está trazendo ao Piauí a conferência internacional de tecnologias em energias renováveis. Que tem tudo a ver com nós que nós estamos tratando aqui. Não é isso professor? De modo que esse evento acontecerá nos dias quatro e cinco três quatro e cinco de junho segunda, terça e quarta aqui no estado do Piauí ele vai coincidir com o fim de semana após a agenda do G vinte que vai discutir transição energética de modo que alguns palestrantes ficarão para vir ao estado do Piauí e no dia cinco, que é o dia mundial do meio ambiente, nós vamos fazer a conferência estadual de meio ambiente cujo tema é mudanças climáticas e transição energética justa. Então como avançar na transição energética como instrumento para minimizar os impactos das mudanças climáticas no planeta, no Piauí e no Brasil. Então aproveito aqui para informar que esse evento importante vai acontecer aqui no estado, aproveitar para convidálos, mas naturalmente nos próximos meses todos tomarão tomaremos conhecimentos formais e da programação que será aberta ao público. E no dia cinco eu quero aproveitar aqui deputado Jadel já convidálo, convidar também o deputado aqui nosso presidente para se fazer presente na conferência estadual assim como quase todos aqui que estão participando desse nível de debate que com certeza agregará muito tanto na conferência internacional como na estadual que teremos no mês de junho aqui no Piauí. Muito obrigado. Obrigado, Daniel. Eu sou eu a gente faz também essa esse entendimento em relação à transição justa como elemento de inclusão, né? Tem que ter esse cuidado e não apenas uma visão técnica, tecnicista do processo, mas que também sirva como elemento de inclusão. Eu queria finalizar aqui a nossa mesa, não menos importante, muito pelo contrário porque é uma temática que ela envolve não apenas geração centralizada. Normalmente nós falamos aqui, em grande maioria, de projetos de grande porte, né? Projetos fotovoltaicos, hidrogênio verde, energia eólica, mas quando a gente fala de fotovoltaico a gente também tem outro lado que é o lado de geração distribuída, que a gente está falando de empresas, e essa temática aqui agora e aqui eu estou já adiantando, né o senhor Francisco Lopes que é o superintendente do Banco do Nordeste que é falar de financiamento, mas como também dos representantes né de grande capacidade de financiamento e de financiamento também de projetos de geração distribuída, né? Ou seja está nas duas pontas sendo esse setor, que eu eu eu geralmente comento que é a parte da, quando se fala de projetos centralizados são grandes empresas, mega estrutura, mas as gerações distribuídas são pequenas empresas, são CNPJs que são abertos em todos os às vezes uma empresa pequena, e que se faz uso também de financiamento para os seus projetos então, é muito interessante porque são agentes de fomento das duas pontas né? Tanto pra geração de grande porte, como também para aquele que está fazendo investimento de pequenas empresas. Então eu queria chamar aqui, pra finalizar a nossa mesa, o seu Francisco Lopes, superintendente do Banco do Nordeste do Piauí, pra falar pouco sobre essa temática. OK obrigado. Boa noite a todos e a todas. Queria inicialmente cumprimentar o deputado Jadiel, agradecer pelo convite formulado ao Banco do Nordeste pra participar desse debate na condição de banco de desenvolvimento e financiador os projetos de energias de todos os portos. Cumprimentar o deputado Arnaldo Jardim. Dizer que é uma honra o Piauí recebêlo aqui com sua expertise no tema. E cumprimentar todo o dispositivo em nome do secretário Daniel. E cumprimentar a todos a plateia e prometo ser rápido aqui dado avançado da hora e também quem é de banco fala de de números e a coisa muito exata também será rápido. Como é sabido, o Nordeste ocupa posição de liderança em energias renováveis. E o Piauí ocupa posição também de destaque em crescimento e energias renováveis. Ano de vinte e a vinte e dois o crescimento foi mais de vinte e quatro por cento. E o Banco do Nordeste por sua vez na condição de banco de desenvolvimento, banco de desenvolvimento da região. Financiou no nordeste durante os últimos no no decorrer dos últimos cinco anos trinta e dois ponto dois bilhões em energias renováveis. No estado do Piauí no mesmo no mesmo período nós financiamos em torno de três bilhões de reais. Isso beneficiando desde a geração de energia pra residencial até o grande empresário. E aí está a energia distribuída, está em energia pra os parques industriais, comerciais e de serviço e o grande a grande geração, a geração centralizada solares, parques solares e distribuidoras também tanto teórica como parques de energia solar. Este só pra esse ano nós já temos tramitando em torno de bilhão e quinhentos em projetos de energias renováveis. Então o banco abraçou essa pauta, trabalha tem em vista também da sustentabilidade dos seus os empreendimentos financiados na prospecção e na atração de investimento do governo de do estado. A gente prioriza as as empresas que irão utilizar esse potencial do estado ao chegar explorar se tem suas atividades aqui projetos também hoje demos o primeiro passo Daniel na no trâmite daquele projeto de de etanol de milho que nós tivemos lá no dia de campo do Cornelio já foi encaminhado o primeiro passo. Vamos já negociamos com os empresário, vai ser o banco com recurso do fundo constitucional que é o recurso mais atrativo do ponto de vista de custo do dinheiro e de prazo vamos poder financiar oitenta por cento esse é valor significativo e importante Os os empresários demonstram estarem muito satisfeito com a negociação que a gente teve dia onze. E estamos trabalhando em todo em todos esses setores de energia renovável e outros mais projetos estruturantes e e estratégico do governo do estado do Piauí. Faz parte inclusive de nosso planejamento estado apoiando os projetos que sejam considerado para o desenvolvimento do estado de cada estado da da região. Então vamos continuar apoiando se faltar recurso do fundo constitucional o FNE constituído de ponto oito por cento de todo o imposto de renda e de todo o IPI arrecadados no país é colocado no Banco do Nordeste pra financiar o desenvolvimento da região. Até a pouco, até outrora aí era considerado suficiente pra atender toda a demanda. A partir do ano passado já não é mais suficiente. A gente já está buscando recurso de outras fontes, de outros organismos. Nacionais, internacionais, bilaterais, mas de sorte que nós vamos a sempre não vai faltar recurso pra atender as demandas da região. Salvo os grandes projetos, grande onde às vezes é necessário consórcio, de banco, sindicato de banco pra atender. Mas o Banco do Nordeste na condição de banco de desenvolvimento vai estar presente em todos os projetos ainda que com a parcela inclusive os grandes projetos como Helder Solária. Então temos esse trabalho firme atendendo desde o micro produtor, empresário, empreendedor até o grande empresário e dos em todos os setores da economia. Então vamos estar sempre presente acompanhando, atendendo todos os projetos estruturadores do estado. O estado tem uma economia muito heterogênea. Você tem o cerrado, é grãos e agora já na parte de integração e verticalização. Temos o litoral que vem espontâneo com o turismo e necessitando de infraestrutura. E nesses e todos os esses setores e além da capital que também tem turismo de saúde, dado muito importante. Acho que alguns nem todos os estados tem esse registro em torno de catorze por cento de quem ingresso a Teresina é turismo de saúde. E a gente precisa atender isso como prioridade. Precisamos estruturar essa cadeia que é muito importante e atende os estados vizinhos do Pará, Maranhão e todo o estado do Piauí. É uma referência o estado do Piauí tanto a educação como saúde. E nós precisamos atender porque isso dá muita sustentabilidade e destaque ao estado. Então o banco está nessa pauta de desenvolvimento continua, foi criado pra desenvolver a região e cumprir a sua missão. No setor de energias a gente financia desse como já falei do micro, do médio, do grande, todas as as fases. Vamos continuar atendendo e queremos colocar o banco à disposição da sociedade, à disposição do governo do estado e que nos demande e que nos convoquem, nos chamem pra palestra, pra informação, pra prestar esclarecimentos. Nosso dia é dia é esse. O Banco do Nordeste aplica com recurso do fundo constitucional como já falei é recurso da sociedade aplica o FNE nos duzentos e vinte e quatro municípios. Todo ano. Em torno de operações no ano passado do micropequeno a gente chegou a atingir quatrocentos e setenta mil operações. Na área de micro finanças urbanas fizemos trezentos e trinta e nove mil operações todas digitais. Isso fomenta, movimenta a economia informal no estado, sim também como no na na microfinança ah rural e do micro ao grande. O pequeno atendimento massificado a grande quantidade e o grande apresenta maiores volume. Então foi prazer grande, eu agradeço o deputado Jadel mais uma vez pelo convite. Coloco o banco à disposição e na câmara pode dizer que conta com o banco de desenvolvimento da região deputados. E aqui a gente vai estar à disposição e a inteira disposição do governo do estado, viu? Secretário Daniel. Muito obrigado. Amigos, eu queria finalizar aqui já está, estamos já com avançada hora e também pra finalizar aqui a nossa mesa, na verdade eu queria só apresentar três imagens aqui, e aí nós finalizamos e eu convido a todos que estão aqui no dispositivo comigo pra compartilhar comigo né desse momento, que esse evento além de ser momento de de compartilhar informações para a sociedade aos interessados sobre o momento que o estado do Piauí está passando em relação à transição energética, em relação às expectativas em hidrogênio, mas também a gente está aqui aproveitando esse momento como foi comentado pelo deputado Jadiel, pelo governador, pelos amigos, de que o cerne está vindo aqui pra o estado do Piauí fisicamente também né, abrindo escritório aqui pra contribuir com todos, com todas, com com o governo do estado, com a universidade, com todos os agentes, pra ajudar a melhorar ainda mais esse ambiente de de negócio e de investimento aqui no estado do Piauí. Entendendo que isso é processo que não ocorre apenas aqui no estado do Piauí, é algo que a gente observa com muita força na região nordeste, conversávamos mais cedo sobre a possibilidade da região nordeste encontrar na transição energética no desenvolvimento de energias renováveis, vetor de desenvolvimento e de industrialização da região, trazendo consigo capacitação profissional, melhor a melhoria nos índices de desenvolvimento humano, e uma região que durante tanto tempo ficou pouco a parte, né? Eu me lembrei aqui da fala do governador né, que o estado tem quase trinta por cento da população do Brasil no entanto uma porcentagem em relação ao PIB muito menor. Então o setor energético realmente pode oferecer pra o estado do Piauí, e o cerne está e o próximo slide, o próximo, por gentileza, e hoje eu queria já apresentar pra todos os senhores aqui a proposta de três projetos iniciais que nós estamos apresentando e querendo desenvolver aqui com todos os colegas do estado do Piauí. O primeiro deles, é a formação de uma câmara setorial temática para tratar exclusivamente do setor de energias renováveis. A gente entende que essa câmara, com o apoio tanto do Invest Piauí, como também da federação das indústrias do estado do Piauí, a presença do banco do nordeste por exemplo, de empresas, das associações, representantes da secretaria de desenvolvimento econômico do governo do estado, criar o ambiente e uma agenda para a discussão né estabelecimento de metas, cronogramas, ações para o setor de energias renováveis aqui dentro do estado do Piauí ou seja, montar uma agenda temática e a partir das discussões que são feitas nessa agenda, indicar quem pode realizar tal atividade, trazer esses resultados, gerar indicadores, gerar caminhos de desenvolvimento, só que de uma forma ordenada, né? Com reuniões por exemplo mensais ou a cada dois meses, e a sugestão que nós havíamos trazido era pra que essas reuniões inclusive acontecessem dentro da federação das indústrias sendo ambiente normal aonde o setor industrial já está diretamente ligado então são experiências que a gente já observou em outras regiões do país que têm trazido também muitos benefícios então esse seria o primeiro projeto. O segundo projeto seria a retomada de uma pauta que já aconteceu aqui no estado do Piauí, parece que deu uma paralisada mas que agora talvez seja o momento da gente retomar que é retomar a discussão sobre o atlas eólico e solar do estado do piauí documento esse fundamental como dos documentos mesmo que em baixa resolução é fator de olhar, é fator de atração de investimento. A gente observou isso também em vários outros estados da região do Brasil, e que mesmo sem o Atlas evidentemente o desenvolvimento ele é orgânico, as empresas vêm e fazem seus projetos. No entanto, ele também é motivo de entender que o Estado, ele também está atento ao setor, está investindo, está querendo apresentar informações, está querendo mostrar as suas potencialidades e muitas dessas informações são aproveitadas pelos desenvolvedores Eu cito exemplo sobre de que atlas que foram desenvolvidos há dez anos atrás, né, hoje eles são se foram, documentos desenvolvidos como edições a alturas no caso de energia eólica, a cinquenta metros de altura, os aerogeradores tinham até só cinquenta, sessenta, setenta metros de altura, e a tecnologia aumentou. A tecnologia avançou. E esses documentos como Atlas, eles precisam também ser atualizados. Inclusive que nessa atualização começam a aparecer áreas que há dez anos atrás eram inviáveis viáveis, porque eram áreas que, a oitenta metros de altura, com a tecnologia que existia por exemplo não era interessante fazer projeto, mas como as máquinas hoje estão a cento e vinte, cento e cinquenta metros, essa máquina ela consegue já tirar ali o proveito, pra trazer a viabilidade necessária pra esses projetos. Então, é uma tecnologia, é avanço constante nisso então, esse era o segundo projeto, que a gente está apresentando a retomada da discussão pra elaboração de atlas eólico e solar, trazendo aí todas as camadas necessárias como por exemplo aproveitar o daniel está aqui por exemplo as camadas em relação à áreas que são áreas críticas, já isso inclusive foi motivo até de uma sugestão de conversa, né lá em cima com a gente quando estava conversando, que é uma informação muito importante. Áreas que são muito críticas ambientalmente falando, e ali a gente já tem a possibilidade de enxergar essas áreas como outras camadas também como linhas de transmissão, conexão, infraestrutura de logística rodoviária, ferroviária, todos os pontos cruciais para o desenvolvimento de projeto. E terceiro projeto, isso só nessa primeira fase, tá? A gente tem aí ainda uma carteira de a ser apresentada ainda até o segundo semestre desse ano, que seria uma agenda de eventos específicos, em relação a energias renováveis para o estado do Piauí. De novo. Eventos, situações, elas e o próprio desenvolvimento de projetos elas até ocorrem de maneira orgânica, naturalmente a empresa vem, procura, faz o projeto, ou uma empresa que está interessada em fazer evento aqui no estado do Piauí, vem e faz projeto. Mas se a gente consegue fazer isso, de uma forma estruturada e ordenada com temáticas específicas, o resultado é mais proveitoso para todos, tanto para quem está indo presencial o evento atrás de projetos, atrás de financiamento, como também para as empresas que estão oferecendo os seus serviços e em busca de clientes. Então gente, e eu queria apresentar só o próximo slide, pra dizer que nós do cerne já temos uma equipe aqui no Piauí. Colaboradores, que são pessoas que algumas são do conhecimento dos senhores e eu queria apresentar aqui rapidamente, né, como o professor Marcos Lira, que está aqui conosco, que será o nosso coordenador executivo em gestão de projetos aqui no estado do Piauí, o professor Alber Merk, também pesquisador aqui do estado do Piauí como nosso coordenador executivo de assuntos estratégicos, o nosso amigo Husseenbergson Brito, coordenador de relações institucionais daqui também muito conhecido por grande parte dos senhores, o Caio Almeida advogado coordenador jurídico do estado do Piauí, está ali também colega de todos, e eu em conversa inclusive tinha sido uma pessoa que tinha sido aventada pelo deputado Jadiel mas depois eu conversando com ele eu disse olha seria também muito interessante eu acabei de, nós conversamos, e ele também acabou integrando que é a Oi, oito senhor eu aqui pinheiro coordenador de projetos locais aqui do estado do piauí então finalizamos aqui tá não há mais nenhum slide dizer que é uma satisfação pra nós vim aqui pro estado do Piauí, é estado onde em relação à pauta de energias renováveis, a pauta é múltipla, né? Nós aqui conversamos rapidamente durante duas horas sobre diversos pontos que podem e que precisam ser analisados e debatidos, tudo isso em prol do desenvolvimento do estado do Piauí, mas de novo estendendo a fala do governador, né, pensando também na região nordeste. Então meus amigos é isso, eu finalizo aqui a nossa mesa, passo para a colega Lian e muito obrigado. Obrigada Darlan pela sua fala, obrigada aos convidados, aos painelistas. E neste momento eu convido novamente o deputado federal Jadiel Alencar pra encerrar as atividades e no final, fiquem aí pra gente fazer uma foto oficial. Amigos, eu aproveito esse momento para mais uma vez agradecer a oportunidade de todos, cumprimentar aqui o nosso segundo dispositivo na pessoa aqui do Eduardo, do presidente Darlan e todos os demais. Dizer pra vocês que declaro encerrada a nossa mesa redonda, nossa reunião aqui com a presença do nosso presidente, deputado Arnaldo Jardim. E dizer que espero que tenha sido muito proveitoso. Que a gente possa levar esses debates para a sociedade. Que nós possamos aí com a chegada do CERN avançar com essa câmara, esse conselho temático aí para tornar o ambiente de investimento aqui Eduardo no estado do Piauí ainda mais transparente, ainda mais seguro e que nós possamos ter desse momento e de toda a energia que nosso governador tem depositado transformar pauta de transição energética numa verdadeira revolução de emprego e de geração de renda para o nosso estado e para toda a região nordeste. Então muito obrigado pela presença de

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25 de mar, 18:44
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Resumo Inteligente

Deputado sugeriu debater mais, conversar com amigos e agradeceu a presença de todos, mencionando um jantar com o presidente Arnaldo Jardim que acabou sendo cancelado por Questões de horário.

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25 de mar, 21:55