COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
Sobre o Evento
Resumo: Reunião na CCJ aborda propostas legislativas, com discussões sobre leitura de atas, obstruções, condução da presidência, invocação de regulamentos, e debates sobre posse de armas e direitos de propriedade. Deputados manifestam opiniões divergentes, resultando em votos sobre pautas e propostas, incluindo críticas à centralização de poder e à necessidade de diálogo democrático.
Deputada
Deputada em reunião deliberativa: ata da reunião anterior dispensada de leitura, de acordo com regulamento.
Deputado
Deputado expressa preocupação com diminuição da nobreza da atividade legislativa, transformando o parlamento em fábrica de votos em detrimento dos debates. Suplica leitura da ata na sessão anterior para debater e corrigir possíveis inexactidões, mantendo a importância dos debates e a atividade legislativa.
Deputada
Deputada se refere à comunicação com a Ditec e à leitura da data relacionada a uma questão de ordem anterior.
Deputada
Deputada deseja leitura da ata de sessão emblemática, querendo mostrar opinião sobre atual situação na câmara.
Deputada
Deputada rejeitou matéria vencida, citando base em ato.
Deputada
Vossa excelência não pode negar a leitura. Deputada, já rejeitei, já já a matéria vencida, já já rejeitei com base no ato da
Deputada
Regulamento sessões continua válido desde pandemia, dispensado leitura ata, rejeitada inclusão novas pautas, deputada recorrer; sobre mesa 8 requerimentos extrapauta de diferentes bancadas. Presidente interrompido.
Deputado
Eu estou pedindo o artigo noventa e cinco com cumulados do artigo cento e oitenta e seis É só ouvir solução aqui que fala o artigo noventa e cinco. Considerase questão de ordem toda dúvida sobre a interpretação desse regimento na sua prática exclusiva ou relacionada com a Constituição Federal. Portanto Precluiu a questão presidente, faz recurso, quem está indignado faz recurso, precluiu a decisão. Presidente, eu preciso terminar de falar. Só minutinho, eu estou só minutinho. Deputados, a gente percebe aqui.
Deputada
Deputada propõe modificação da ordem do dia, consultando plenário sob regimento interno; oferece opção de manter ou manifestar contra modificações, alegando inconsequência para requerimentos extra-pauta, citing Article 160, Paragraph 1.
Deputada
Deputada propõe discussion imediata de matérias através de requerimento de terço dos membros da comissão, independente das normas anteriores; ela critica falta de respeito à fala de deputados e tempo permitido.
Deputada
Deputada permite que Deputada Érica continue com sua questão de ordem, após o tempo ter acabado e estar começando de novo.
Deputada
Deputada rejeitou matéria vencida, com base no ato.
Deputada
Deputada usa artigo 160 regulamento para evitar desordem na ordem dos trabalhos, decisão não é inédita. Manifestação sobre votação é prerrogativa da presidência, indeferimento de pedido de inversão da ordem por artigo 52 que já foi superado.
Deputado
Deputado expressa descontentamento com a presidente, alegando falta de respeito e má conduta na realização de consulta prévia.
Deputada
Discurso da deputada: contra agressão, rejeita proposta chamada de "papinho ridículo".
Deputado
Eu conheço a sua questão de ordem uma vez que ela suscita dúvida na interpretação do regimento aplicada para amparar a decisão recentemente proferida. Cabe a essa presidência, por sua vez, explanar os fundamentos da decisão e inuncio elucidando que o objetivo do artigo de cento e sessenta do regimento é, após juízo da presidência, facultar ao plenário impedir o uso excessivo de requerimentos de preferência para que não ocorra tumulto na ordem dos trabalhos da comissão. Esclareço que essa presidência compartilha do entendimento aplicado à casa, no sentido de que a aplicação desse artigo não se restringe a requerimentos de preferência estrito senso, mas a todos os referentes à pauta que podem uma vez apresentado causar desordem nos trabalhos, que é o caso aqui do artigo cento e sessenta, parágrafo primeiro, que quando os requerimentos de preferência cederem a cinco, o presidente se entender que isso pode tumultuar a ordem dos trabalhos verificará por consulta prévia se a câmera admite a modificação na ordem do dia o que foi o caso que os deputados disseram que deveria ser mantido a ordem e não cabe a verificação. Não cabe a verificação uma vez Presidente, cabe. A decisão não é inédito As bancadas As bancadas estão Deputados, haja vista a recente aplicação na comissão de educação na reunião do artigo do dia. Deputado, deixa eu terminar a minha fala. Na reunião do dia doze de julho de vinte e dois, em outras diversas vezes no plenário da Câmara dos Deputados, conforme já decidido nas questões de ordem de número trezentos e quarenta dois mil e dezessete e duzentos e dezessete de dois mil e dezessete. Dessa forma, com o amparo do colegiado que foi previamente consultado mantendo a prejudicialidade dos requerimentos extra pauta. Esclareço por fim a vossas excelência, eu estou, não, eu estou, de deixa eu terminar aqui. Não, deputado, deputado? Pessoal, eu nem terminei de responder a questão de ordem ainda. Vamos manter a calma? Vamos manter a calma como a gente deu o direito? Eu nem terminei de responder a questão de ordem. Esclareço a vossas excelências que a manifestação do plenário quanto votação. É o que diz o artigo cento e sessenta parágrafo primeiro, que eu vou consultar o plenário e de decido. Isso não é, não trata de de processo de votação, mas uma prerrogativa da presidência. Com base nisso houve o indeferimento do pedido de verificação. Fundamentação, artigo cento e sessenta, cento e oitenta e seis, o processo nominal será utilizado. Inciso terceiro, quando houver pedido de verificação de votação respeitado que prescreve o parágrafo quarto do antigo anterior. No caso em tela, quando há aplicação dos cento e sessenta, o regimento é explícito ao determinar que, parágrafo primeiro, artigo cento e sessenta, o presidente, repito, se entender que pode tumultuar a ordem dos trabalhos verificar verificará por consulta prévia se a Câmara admite a modificação da ordem do dia. Importante frisar ainda, na melhor interpretação regimental, cumpre se observar o artigo cento e quatorze, parágrafo único e cento e vinte e cinco, pois se refere a consultas realizadas ao plenário para as quais não há discussão, nem encaminhamento e são decididas pelo processo simbólico. Procedimentos adotados nessa reunião, reforça o indeferimento de verificação de votação em consultas à decisão questão de ordem trinta e de dois mil e dois mil e onze. Diante do exposto, indefiro a questão de ordem e mantenho a negativa do pedido, e vamos passar então, foi superado o assunto, vamos passar a pedido de inversão da ordem, não cabe. Com base em qual artigo deputada Érica? Cinquenta e dois. Não, cinquenta e dois já foi já foi o motivo. Não não não deputada Érica, deputada Érica, já foi superado, com relação a isso já foi superado. Deputado Chico Alencar. Artigo cinquenta, inciso três.
Deputada
Faça questão de ordem, vamos lá, pra gente tentar entender se cabe. Pois é.
Deputado
Deputado se refere à decisão do presidente de considerar proposta como extrapauta, argumentando que poderia tumultuar os trabalhos; afirma que artigo 50 não aborda isso e pede respeito ao regimento e à democracia básica.
Deputada
Deputada indeferiu questão de ordem por excesso de pedidos extraparlamentares, referindo-se ao artigo 160 e inciso do regimento interno. Artigo 95, referente ao conceito de ordem, não se aplica.
Deputada
Deputada refere-se a artigos 95 e 186, solicitando clarificação sobre a interpretação do regulamento e da Constituição Federal. Ela se opõe à decisão da presidência e pede a palavra para concluir seu discurso.
Deputada
Deputada propõe passar diretamente à análise de duas deputadas, pois considera as outras questões repetitivas e com intuito protelatório.
Deputada
Deputada questiona falta de votação nominal devido ausência de clareza na consulta da presidente sobre questão AAAAAA.
Deputada
Deputada pede questão de ordem e deseja responder a outros parlamentares.
Deputado
Deputado questiona preferência na pauta verando artigos 8.5 e 5.2, parágrafo 5. Critica possível quebra de regras e precedentes, alertando para potencial impacto na minoria. Suplica votação nominal e respeito à Constituição, legalidade e Regimento Interno.
Deputada
Fundamentais. Deputada Érica, daí eu vou responder junto. Bom venho aqui.
Deputada
Deputada discute utilização indevida do artigo 160, misturando conceitos de preferência e extra pauta, causa confusão sobre quórum e votação qualificada necessários.
Deputado
Deputado fala sobre preferência como inversão de determinada diferença.
Deputada
Deputada refuta questão de ordem, consulta sobre extrapauta é prévia e não requer votação. Modificação da pauta inclui pauta em questão e será analisada após o bloco de rádio. Consulta requer unanimidade, rejeita pedido de preferência e pede maioria para rever decisão. Recusada discussão sobre tema já indeferido. Não há exigência de ser fundamental para o Estado.
Deputado
Deputado afirma que extra pauta e inversão de pauta são diferentes, inversão será votada. Diz-se contra rasgar regimento interno e pede votação nominal de pedidos extra pauta, como determina artigo 160, inciso primero.
Deputada
Deputada refere-se a decisão já tomada sobre extrapauta com itens, mas excessiva com intenção de criar tumulto. Questão de ordem discutida, mas considerada tema encerrado e sem caráter de votação. A consulta está indeferida e recomenda-se seguir a pauta com análise de blocos de radiodifusão.
Deputado
Deputado propõe votação rápida de proposições, seguindo acordo com blocos de rádio, mantendo ordem e calma.
Deputada
São votados por consenso, por não ser uma matéria que que tenha divergências nas casas. Senhora presidente, e acordo
Deputado
Deputado expressa que não se pode suplantar o regimento da casa para votar uma matéria sem discuti-la, questionando motivações de quem só deseja tumultuar.
Deputada
Deputada propõe retirar aprovação em bloco e passar a inversão de pauta. Lista de itens a serem considerados: 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 14 (outro), 15, 15 (outro), 15 (outro), 17, 17 (outro), 18, 19, 22, 23, 24. Deputada submete a votos a proposta de inversão de pauta.
Deputado
Deputado está a favor da proposta do presidente e contra a inversão de pauta.
Deputada
Deputada em obstrução por experiência ruim no Congresso Nacional.
Transcrição automática
Obstrução presidência por PT, PCdoB, PV devido a experiência ruim.
Deputado
Deputado propõe obstrução e destruição de pauta considerada impositiva e envolvendo questão ambiental, em space de suposto debate democrático.
Deputada
Deputada menciona partidos e sua posição sobre obstrução: PP e MDB/PSD/Republicanos/PDT/PSDB contra, PSOL Rede a favor.
Deputado
Deputado: Processo direcionado para resposta repressiva ao "Abril Vermelho", descuido ambiental na abordagem da terra, atropelo no procedimento democrático.
Deputada
Deputada propõe obstrução, orientada por seu partido.
Deputada
Deputada insistiu em condução de consulta, reconheceu oposição a inversão de pauta, e manteve postura inflexível sobre verificação de votação, resultando em obstrução. Sem unanimidade ou maioria mencionada.
Deputada
Deputada propõe obstrução como voto de solidariedade a presidente, Partido Republicano Democrático (PRD) concorda. Podemos orienta não à presidente. Novo partido minoritário propõe aproveitar a oportunidade.
Deputado
Parabenizar pela condução dos trabalhos e pela pauta proposta presidente. Como oriano está a maioria?
Deputada
Oposição. Maior maioria. Maioria deputada Érica. Presidente lembra a música?
Deputada
Deputada critica confusão na sessão e acusa presidente de promover pauta de ódio, prometendo obstrução em resposta.
Deputada
Deputada expressa descontentamento com a presidência da comissão, acusando de violência.
Deputada
Presidente. Como vota governo? Senhora presidente, o governo vai orientar a obstrução por
Deputado
Deputado discorda com condução parcial da comissão, citando ênfase na segurança, desmatamento ambiental, e desmobilização de movimentos sociais. Acusa tentativa de obstrução pela excelência.
Deputada
Deputada propõe esperar por quórum, aguardar mais alguns minutos e tempo é discricionário. Não há pressa, pois estamos no horário normal da comissão.
Deputada
Deputada critica condução de sessão, afirmando falta de anúncio de consulta como maioria ou minoria, ausência de votação nominal, e contradição na aplicação de procedimentos.
Deputado
Deputado defende oposição ter liberdade de defender posições, mas critica tentativa de desqualificar a presidência da CCJ por algumas oposições, pedindo aos colegas evitem colocações desse sentido.
Deputada
Deixa o deputado Alencar então a outra a gente vai dar minuto daí pra pros deputados votarem. BBSB está aqui vossa
Deputado
Deputado afirma: não há pressa, mudará obstrução por orientação; espera respeito, não é censura; governo vota pela inversão de pauta como preferência, criticando ação anterior do presidente; propõe modificar orientação do PSB.
Deputada
Antes de fazer a modificação, dizer que.
Deputado
Deputado surpreendido com exclusão de audiência pública sobre liberdade de expressão, questiona influência de Elon Musk e jornalista Shelenberg no processo de priorização da pauta na CCJ. Observa estranheza na forma como a pauta é construída e prioridades mudam semanalmente, incluindo votação para inversão de pauta.
Deputada
Tempo concedido, quórum alcançado, mudança de orientação por partidos, obstrução política, votação em andamento, escolha sim ou não. Anti-democrático descrito.
Deputada
Deputada defende direito de falar e criticiza limite de tempo aos poderes constituídos.
Deputada
Foi concedido crime contra o estado da
Deputada
Deputada interrompida durante discurso, denuncia falta de chances para falar e votação próxima.
Deputada
Presidenta. A presidente é a própria democracia. Presidenta.
Deputada
Deputada concorda com votação após garantia de respeito ao regimento e inclusão social.
Deputada
Deputada insta em voto rápido, indicando tempo de discurso esgotado e direito ao voto sim ou não, aludindo à tentativa de obstrusão.
Deputado
Deputado disse: "Tomamos opção por sim, não querer aparecer no painel é vergonhoso." Refere-se a aparição na lista de presentes na votação.
Deputada
Solidariedade altera para si também. Está encerrada a votação.
Deputada
Deputada rejeitou a inversão da pauta por 34 a 19, mantendo a original; agora é tempo de liderança do governo.
Deputado
O tempo liderança do PSB aqui por favor presidente. Presidenta.
Deputado
Deputado afirma: em 8/1/23, tentativa de golpe apoiada por ex-presidente e seguidores; em 16/4/24, presidente e colegas planned "April vingance" golpe, tentativa de censura e alteração unilateral do regimento; atualmente, tentativa de criminalizar movimentos sociais e liberdades políticas, mas oposição ainda tem direito à palavra; continuaremos defendendo regimento e respeitando oposição, prevenindo repetição de golpes.
Deputada
Campos pelo tempo de liderança do PSB.
Deputado
Deputado fala sobre "relatividade" em comissão: exemplos incluem prioridade e urgência relativas, votações rápidas ou atrasadas, e projeto sobre produção/comercialização de armas que antes seria considerado golpe.
Deputada
E dizer que agora vão ser as assembleias legislativas que vão decidir se o cidadão brasileiro vai ter direito a portar uma arma ou a ter posse de uma arma ou I não e ou não a clube de tiro. Então eu estou vendo que aqui na CCJ está tudo muito relativo. Item da pauta
Deputado
Deputado afirma que assembleias legislativas decidirão sobre direito de portar e possuir armas e clube de tiro será considerado.
Deputada
Deputada assume autoría de projeto legislativo e solicita sua discussão.
Transcrição automática
Autoridade mencionada é autora de uma obra chamada Rogério e está fazendo um pedido.
Deputado
Aqui pelo tempo de liderança do Partido dos Trabalhadores. Pois não, foi o tempo de liderança. Está ok?
Deputada
Claro! Por favor, forneça o texto ou discurso que você gostaria que eu resumisse.
Deputado
Momento histérico e lamentável;
Deputado
Deputado: nova lei de armas aumentará violência, facilitando acesso a criminosos, especialmente 5.200 condenados por tráfico e outros crimes, graças a decreto de 2019 que relaxou verificações de idoneidade, causando fragilidade na Lei 10.826/2003 e favorecendo grupos como o PCC; golpistas devem ser responsabilizados para fortalecer democracia.
Deputada
Tempo de liderança e reconhecimento das responsabilidades.
Deputada
Deputada, única ex-movimento social, homenageando Galdino e indígenas juridicamente punidos. Cita 8 mil indígenas torturados na ditadura. Menciona guerra no campo causando 4 mortes a cada 4 horas, segundo CPT. Denuncia obstáculos à luta social e indígena, buscando votação no plenário em favor de projetos de lei para povos indígenas, honrando assassinados e encerrando violência.
Deputada
Projeto de lei complementar concede competência a estados; deputados pedem votação nominal.
Deputado
Deputado defende União como única competente para regular armas no Brasil, arguing that oversight of arms commerce and seizure of illegal weapons is a federal responsibility. Suggests personal interests should not influence pauta setting.
Deputada
Deputada esclarece que a ordem de discussão segue regulamento e tem precedência, com base em uma questão de ordem.
Deputado
Deputado expressa preocupação sobre artigos específicos do regimento interno da Câmara dos Deputados, afirmando que, se aprovada, a matéria pode ser prejudicada. Ele zela pela boa tramitação da matéria e destaca a obrigação da comissão manifestar-se sobre o mérito, pois trata de organização do Estado e delegação de competência legislativa. O deputado questiona a possibilidade de insuficiência na tramitação da matéria, sugerindo a necessidade de exames adicionais.
Deputada
Deputada disse que recolheu questão de ordem do Deputado Chico, mas a indeferiu por não tratar de competência da CCJ. Recomendou que ele apresente requerimento de redistribuição ao presidente Arthur Lira. CCJ não pode deliberar sobre assunto no momento.
Deputado
Deputado propõe redistribuição e revisão de posição considerada equivocada, que poderá causar prejuízo se aprovada.
Deputada
Para encaminhar em sentido contrário, requerimento deputado Paulo Belins. Presidente.
Deputado
Projeto de lei democrático, permissivo a estados decidirem sobre legislação de armas, respeitando diferenças culturais e posicionamento de cada governador e população. Direito de defesa com arma é sagrado, oferecendo opção de mudar de residência. Liberdade e democracia são fundamentais. O projeto é constitucional, sem retirada de pauta, e deve ser analisado como CCJ, respeitando a constituição e democracia.
Deputada
Deputada pede aos colegas que se preparem para votação eletrônica sobre orientação do projeto de lei.
Transcrição automática
O PL orienta contra a retirada de pauta por considerar o projeto importante.
Deputada
Estados com mais armas civis têm taxas de criminalidade mais baixas.
Deputada
Deputada defende diálogo, combate à violência e busca por soluções para paz social.
Deputado
Deputado defende convivência fraterna, militares para segurança e cidadãos desarmados com conhecimento e justiça; anuncia voto por obstrução de projeto como orientação para Brasil.
Deputada
Deputada discute sobre partidos políticos, mencionando PP e MDB, e questiona a liderança deles.
Deputada
Deputada lembra sua experiência com leis de armamentos e cita artigos da Constituição. Ela argumenta que a União é responsável por autorizar e fiscalizar a produção e comércio de armas, e que a legislação sobre material bélico compete exclusivamente à União. A deputada conclui dizendo que não existe outra solução além de se opor a essa matéria.
Deputado
Deputado solicita remoção de seu voto do quórum e contabilização como obstrução, pois não apareceu a opção no início.
Deputada
Deputada se refere a painel com partidos políticos, fazendo alterações com PSDB, Cidadania e outros; menciona "Podemos?" em referência a alguma proposta, responde com "Pois não."
Deputado
Em resumo, o deputado enfatizou a importância do federalismo no Brasil, mencionando a autonomia dos estados em decidir sobre assuntos como o porte de armas, e enfatizou que impedir isso contradisse o conceito de democracia. Sua orientação foi contra a proposta discutida.
Deputada
Federação Pessoal Rede está em obstrução porque entende que é nosso
Deputado
O Deputado se opõe à ideia de cada cidadão armado, considerando-a errada e contrária à não-violência de Mahatma Gandhi. Ele a vê como uma disputa política menor e uma medida inconstitucional que aumentaria a violência existente.
Deputada
Deputada informa que PSB mudará voto em requerimento de retirada de pauta, debate considerado cortina de fumaça; denuncia genocídio a indígenas, trabalhadores e pequenos produtores rurais; aborda limites às leis estaduais em federação brasileira; debate não deveria ser sobre direito de estados à arma, pois não há tal direito pela constituição e diversos pronunciamentos do STF.
Deputada
Deputada discute procedimento legislativo: esperar opção obstrução, alcançar quórum, partidos votam sim exceto possível federação pessoal rede mudando para sim pela retirada de pauta.
Deputada
Deputada propõe retirada de projeto por inconstitucionalidade e falta de eficácia comprovada em outros países, especialmente nos Estados Unidos. Solidariedade também contra projeto por alta taxa de roubo de armas e armamento de criminosos em Estados que aprovaram lei similar.
Deputada
Como orienta o PRD, novo. Presidente, eu vou.
Deputado
Deputado foca na constitucionalidade da proposta, discutindo artigos 22 e 26. Ele citou que, através de lei complementar, estados podem legislar sobre questões específicas relacionadas à matéria.
Deputada
Deputada focaliza importância da maioria em decisões.
Deputado
Deputado fala sobre disputa sobre condicionalidade e ensinamentos de outro deputado. Cita artigo 22 da Constituição, afirmando que a União tem autoridade exclusiva sobre autorização e fiscalização de produção e comércio de material bélico, distinguindo do artigo 20 sobre polícias militares.
Deputada
Deputada afirma não se ofender com citação, menciona minoria querendo orientar.
Deputada
Deputada orienta contra retirada de proposta, defendendo federalismo e delegação de poderes a estados e municípios, criticando concentração de poder e recursos na União e destacando realidades diversas em diferentes regiões do país.
Deputada
Como orienta a oposição? Governo? Presidente.
Deputada
Deputada orienta não à retirada de pauta ecritica centralização de poder no Sinarme, preferindo descentralização e maior autonomia para policiais estaduais e civis. Defende menos Brasília e mais Brasil.
Deputada
Governo. Ressuscitou Brasil, vou ter que falar. Só pra,
Deputada
Deputada expressa oposição a "Menos Brasil brilhar", vendo isso como redução de poder concentrado.
Deputada
Deputada propôs isonomia, sugeriu "vossa excelência" para Laura, e quem deve orientar é o governo, especificamente o presidente.
Deputada
Deputada propõe retirada de pauta, debate sobre limite da competência da União decidido na Constituinte de 1888. Argumenta que nas armas deve haver controle do Estado e está assegurado na Constituição Federal.
Deputada
A votação. Rejeitado por trinta e seis votos não.
Transcrição automática
Votação encerrada com 22 contra rejeição de requerimento feita pela deputada Laura.
Deputada
O discurso aborda questões de competência legislativa sobre armamento, destacando que a União possui exclusividade para legislar sobre material bélico, conforme os artigos 20 e 22 da Constituição. O orador argumenta que permitir que estados legislem sobre a posse de armas é inconstitucional e levanta preocupações sobre a segurança em locais com alta criminalidade, como o Rio de Janeiro. Ele apresenta exemplos históricos e destaca os riscos de armar a população, sugerindo que isso poderia agravar a situação de violência e responsabilidade do Estado.
Deputada
A posse de armas é competência exclusiva da União. O relator do projeto, deputado delegado Paulo Belisque, fará o parecer.
Deputado
Deputado propõe voto sobre proposições relacionadas às armas de fogo, destacando importância de tratamento diferenciado conforme realidades regionais, garantia de direitos fundamentais, e conformidade com constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa.
Deputada
Deputada propõe Gilson Marques para líder da minoria em vez de Patrícia Ananias.
Deputado
Deputado discorda com estereótipos da esquerda sobre posse de armas; defende análise individual da pessoa e legalidade da aquisição da arma antes de definir política pública. Compara posse de arma a opção pessoal, não obrigatória. Pede colaboração com deputado Polon para usar restante do tempo de discurso.
Deputado
Deputado diz que mais armas não significa mais crimes; apenas poucas armas apreendidas no Rio de Janeiro são legais; projeto de lei não facilita compra de armas, permite estados legislarem conforme realidades; defende direito à vida e autodefesa; cita caso de homem invadido e família assassinada em Mato Grosso.
Deputada
Liderança presidência questioning; Retirada da PEC 23/19 por pedido do relator; Referência à liderança da deputada Júlia Zanatta do PL.
Deputada
Deputada defende posse responsável de armas para proteger família e propriedade, critica centralização de poder em Brasília e burocracia desarmamentista, compara desarmamento ao nazismo. Suporta acesso a armas para civis com treinamento.
Transcrição automática
Próximo
Deputada
Deputada pede retirada de pauta de discussão sobre administração de empresas públicas e subsidiárias da administração federal, após pedido de deputado Chico Alencar.
Deputado
Deputado propõe cuidadosa análise sobre transparência em empresas estatais, considerando seu escopo e relação com mercado, definição de propriedade, tratamento de acionistas, transparência na divulgação de resultados, e debates mais aprofundados sobre a gravação de reuniões. Defende que, em alguns casos, discussões em empresas estatais necessitam ser "fechadas" para evitar exposição a concorrência desleal.
Deputada
Projeto de lei estabelecendo diretrizes para Conselho Fiscal de empresas públicas, promovendo transparência e governança, discutido na comissão de construção e justiça. Deputada apresentou substitutivo com apoio geral, exceto do PSOL. Urge aprovação para melhorar gestão pública, além de esquerda ou direita.
Deputado
Este é um projeto de lei que define diretrizes para o Conselho Fiscal de Administração de empresas públicas e sociedades de economia mista, é baseado em uma lei existente e tem como objetivo aumentar a transparência e responsabilidade na gestão pública. Foi discutido anteriormente e recebeu suporte de todos os partidos, exceto o PSOL, e agora está sendo apresentado novamente para ser aprovado.
Deputada
Deputada propôs votação nominal eletrônica.
Transcrição automática
Deputados expressam posições sobre retirada de pauta: PL, PDT, PSDB e Cidadania contra; PT, Progressista, União, MDB, PSD, Republicanos e Psol em favor ou indecisos.
Deputado
Deputado propõe adiamento de votação sobre transparência de estatais para aperfeiçoar argumentos a favor e contra, por preocupação com possível fragilização diante concorrentes privadas. Voto é obstrução no momento.
Deputada
Orienta PSB. Senhora presidente, o PSB encaminha obstrução pra
Deputada
Deputada refere: ausência de membros em debate, busca-se consenso, alcançará-se com clareza e retorno futuro por unanimidade.
Deputada
Deputada se opõe à retirada de pauta presidencial, dizendo o Solidariedade e PRD favorecem diálogo entre maioria, minoria, oposição e governo.
Deputado
Deputado propõe obstrução apesar do sigilo preservado, com intenção de dialogar com o PSOL para alcançar consenso.
Deputada
Deputada diz: esperar quórum, maioria decide; obstruir permitido até quórum de 34, depois votação pode fechar; mudança de posicionamento possível antes do anúncio de encerramento, não concede novo prazo.
Deputado
Em toda e qualquer situação atingindo o quórum de trinta e quatro a senhora encerra? Em toda
Deputada
Deputada propôs encerrar votação após 34 votos, originalmente queria manter obstrução, mas como outros partidos retiraram, seguiu a mayoria, com exceção de PT e governo. Votação rejeitada por 38 votos.
Transcrição automática
O parecer. Obrigado senhora presidente, o relatório é bastante curto, breve. Tratase de projeto de lei de autoria do deputado Eduardo Cury, estabelece que os conselhos fiscal e de administração das empresas públicas ou das sociedades de economia mista, bem como suas subsidiárias controladas e coligadas da administração pública federal deverão gravar email digital e manter em arquivo pelo prazo de dez anos todas as reuniões que realizarem. Como justificativa, o autor argumenta que a providência estabelecida permitirá que em caso de dúvida acerca do acerto ou não das decisões, e das suas reais motivações, o resgate dos fundamentos à época invocados por aqueles que tiverem o direito legal de acesso às informações armazenadas. Submetido à apreciação da comissão de trabalho, administração e serviço, a proposição foi aprovada como substitutivo nos termos do voto do relator. Nessa comissão, compete ao relator nos termos do artigo trinta e dois, inciso quarto, do regimento interno da Câmara, manifestarse sobre aspectos constitucionalidade, juriicidade, técnica legislativa, do PL dezessete cinco de quinze, é o relatório. Quanto aos aspectos constitucional e jurídico, a proposição em questão atende aos pressupostos formais e materiais previstos na Constituição Federal, e está em conformidade com os princípios e normas do ordenamento jurídico brasileiro. Também foram observadas as normas regimentais de técnica legislativa, com uma ressalva em relação ao substantivo da CETAP, que necessita de dois pequenos ajustes de redação para corrigir a ao artigo quarto dessa lei, por parágrafo primeiro deste artigo presentes nos artigos dezoito A e vinte e seis A. Em Boa Hora é o projeto de lei que privilegia a devida transparência acerca das decisões administrativas no âmbito das empresas públicas e sociedades de economia mista, contribuindo para o controle social de seus atos e evitando com isso, os desvios de finalidade que contrariam o interesse público e a moralidade administrativa. A Constituição Federal favoreceu a transparência traduzida na adoção de práticas transparentes, seu artigo trinta e sete afirma que a administração pública direta indireta de qualquer dos poderes da união, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios obedecerá os princípios da ilegalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Através da publicidade o povo poderá ter acesso às informações referentes aos atos praticados por seus representantes. A publicidade sempre foi tida como princípio administrativo porque se entende que o poder público, por ser público, deve agir com a maior transparência possível, a fim de que os administrados tenham a toda hora conhecimento de que os administradores estão fazendo. Especialmente exige que se publiquem atos que devam surtir efeitos externos fora dos órgãos da administração. Lição do professor José Afonso da Silva, em comentário contextual a constituição nona edição São Paulo Malheiros, editores, Malheiros, editores, dois mil e catorze, página trezentos e quarenta e Nesse sentido essa é a lição de Eli Lopes Meirelles, que diz que a publicidade como princípio da administração pública abrange toda a atividade estatal, não só sobre o aspecto de divulgação oficial de seus atos, como também de propiciação de conhecimento da conduta interna de seus integrantes. Essa publicidade atinge assim os atos concluídos e informação, os processos em andamentos, pareceres dos órgãos técnicos e jurídicos, os despacho intermediários e finais, as atas de julgamento das licitações e os contratos com quaisquer interessados. Bem como os compromissos de despesas e a prestação de contas submetidas aos órgãos competentes. A falta de transparência nas decisões é terreno fértil para eventuais desvios de finalidade, o acompanhamento da gestão pública em especial, o acesso aos atos decisórios de seus dirigentes permite à sociedade civil exercer papel fundamental na identificação de fraudes e atos de corrupção que envergonham o país e afetam o bemestar social em prol dos interesses individuais. As regras de boa governança adotam princípios como a transparência para propor práticas de controle e acompanhamento da administração, a fim de evitar os problemas na relação à administração e administrado. A adoção desses princípios aproxima a sociedade do poder público fortalecendo a democracia e a participação social. Para Souza e Siqueira, o termo governança pública é uma evolução do termo nova administração pública. A governança pública é o 0 conjunto de princípios básicos e práticas que conduzem a administração pública, ao alcance da eficiência, eficácia e efetividade nos seus resultados através de melhor gerenciamento dos seus processos de atividades, promovendo a prestação de contas responsável, a e à transparência de suas ações. Logo, a transparência está associada à divulgação de informações que permitam que sejam averiguadas as ações dos gestores e a consequente responsabilização dos seus atos. Na lição de Bobbio, para o exercício da democracia é essencial que as ações dos governantes sejam divulgadas e assim quando tornadas públicas possam ser esmiuçadas, julgadas e criticadas. De acordo com o platineto, mais do que garantir o atendimento das normas legais, as iniciativas de transparência na administração pública constitui uma política de gestão responsável que favorece o exercício da cidadania pela população. O registro audiovisual das reuniões e decisões do Conselho de Administração das Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista, conforme almeja a proposição em análise, é fundamental pra garantir A transparência precisa ser regra na administração pública tanto por meio impresso como pela internet ou por qualquer outro meio eficaz. Vale ressaltar que a proposição teve o cuidado de resguardar resguardar o sigilo das gravações, proibindo qualquer divulgação exceto com expressa ordem judicial pra uso exclusivo como prova em processo judicial e estabelece punições do âmbito civil criminal e administrativo. Anti o exposto, parecer pela constitucionalidade e uriicidade adequada à técnica legislativa do PL dezessete cinco de quinze, e do substitutivo da CetASP, com duas subemendas que ora apresentamos, no mérito pela aprovação do PL dezessete cinco na forma substitutivo da CetASP com as submendas apresentadas. É o é o voto presidente. Presidente, é uma questão de ordem, mas até por orientação.
Deputado
Projeto de lei exige gravação e arquivamento de e-mails de reuniões em empresas públicas por 10 anos, garantindo transparência e combate à corrupção, com suporte à constitucionalidade e juridicidade. Duas subemendas apresentadas.
Deputada
Deputada propõe: aprovação em primeira análise com urgência, envio à pauta do plenário após solicitação dos líderes, possibilidade de análise na comissão se não for aprovado. Pede votos para dar vistas ao projeto.
Deputado
Deputado concede vista do projeto na pauta, próximo item é o projeto de lei 8.262 de 2017 do Senhor André.
Deputada
Que dispõe sobre a retirada de invasores e propriedade privada. Presidente, pela ordem, só só complementar
Deputado
Projeto 0 sem urgência pode ser votado em AAA CCJ, decisão depende de ponderação política devido ao tema polêmico. Mais tarde, poderá ter requerimento de urgência.
Deputada
Deputada menciona espera por solicitação de Lira, falta de entendimento pacífico, comissões funcionando normalmente, retirada de pauta por três figuras, e abuso de paciência para falar sobre retirada da pauta para item 4. Resumido: Aguardo por solicitação de Lira, comissões funcionando, três retiraram pauta para item 4.
Deputado
Deputado discorda uso CCJ contra MST; defende reforma agrária e função social da propriedade; critica reações ao conflito no Oriente Médio; pede foco em interesse público e bem comum; solicita retirada de pauta considerada não somadora ao interesse geral.
Deputada
O deputado se posiciona contra a retirada de pauta.
Deputado
O Deputado destaca a importância de garantir segurança jurídica a proprietários de terra, criticando invasões e falta de proteção a essas pessoas. Ele fala sobre a necessidade de reforma agrária, mas também defende a proteção de direitos adquiridos por aqueles que já são donos de terra. O projeto de lei mencionado não tem relação com movimentos sociais ou agrários, mas sim com a proteção dos donos de terra contra invasões.
Deputada
Deputada propôs votação nominal eletrônica sobre requerimento, encerrando o prazo e obrigando presentes tomarem lugares.
Transcrição automática
PT se opõe à retirada da pauta sobre o direito de propriedade, desejando uma discussão mais séria.
Deputado
Deputado propõe reflexão sobre direito de propriedade legítimo, respectando direitos humanos e fundamentais, considerando futuro do país, questões rural e urbana.
Deputada
PT voto obstrução como voto união, Brasil? Progressista? Presidente,
Deputado
Deputado contrário à retirada de pauta, vota não. Contra invasões de propriedades privadas, denuncia falta de ação do governo. MST presente no Palácio do Planalto.
Deputada
Resumo: Deputada enfatiza importância de não retirar apoio a medidas progressistas.
Deputado
Deputado favor da retirada de pauta do projeto: necessita melhor debate, uso da força policial preocupa, defesa da propriedade importante, pensemos em segurança jurídica e propriedades no campo.
Deputada
Orientação contra a retirada de pauta.
Deputado
Projeto vulnera direitos sociais; propriedade limitada por função social; obstrução em oposição a governos e conservadorismo. (Resumido do discurso do Deputado Chico Alencar)
Deputada
Deputada propõe obstrução de votação, como determinação partidária.
Deputada
Deputada diz autorizar força policial sans jugamento favorise barbárie; somente quem tem maior poder econômico e político usará da força; proteção policial inatingível para o pequeno; terra no Brasil muito importante em campo e cidade, exemplificado pela morte de Marielle e disputas por terra urbana; deputada opta por obstruir voto até garantir voto do outro membro do partido.
Deputada
Deputada debate sobre obstrução do PSB, apoio de vários partidos e equilíbrio entre maioria e minoria.
Deputado
Deputado menciona projetou controverso, com mais de 30 outros projetos de lei, propõe homenagear colega, cita projeto sobre ação processual coletiva e inconstitucionalidade, governo orienta obstrução.
Deputada
Deputada propõe mudança de votação: todos concordam, incluindo PT e governo, resultando em alteração.
Transcrição automática
Votação para retirada de pauta rejeitada por 36 a 13; relator deputado Viktor Linhares para parecer.
Deputado
Deputado propõe mudar reintegração de posse, permitindo possuidor turbar ou esbulhados recuperarem posse por meios próprios ou polícia, independentemente de ordem judicial. Inclui disposições sobre usurpação e esbulho no Código de Processo Civil. Apoia PLs sobre segurança jurídica no campo e rejeita outros projetos de lei com novas disposições penais sobre esbulho.
Deputada
Deputada convoca reunião deliberativa extraordinária para amanhã às 10h para tratar pauta remanescente.




