COMISSÃO DE SAÚDE
Sobre o Evento
Reunião da Comissão de Saúde discute regulamentação da profissão de gerontólogo e reforma tributária. Deputada se compromete a dialogar com governo e encerra seminário.
Deputada
Olá boa tarde. Alô. A todos e a todas. É com muito prazer que eu estou aqui hoje como deputada federal, representando a comissão de saúde da câmara federal pra poder gente iniciar seminário sobre a regulamentação dos gerontólogos. É projeto que é vinculado a a que sai do Senado e aí tramita agora na Câmara Federal, e hoje ele iniciase também a escuta da minha relatoria porque quem está relatora do projeto na Câmara Federal, na comissão de saúde é é é o mandato né? Então eu queria iniciar aqui com vocês agora de uma forma mais formal né, que são os trâmites da câmara, então declaro aberto o seminário de regulamentação da profissão de gerontólogo, que é sobre o PL. Novecentos e três barra dois mil e dezessete. Uma iniciativa da comissão de saúde e da câmara dos deputados por meio de requerimento apresentado por mim, número cento e setenta barra dois mil e vinte e quatro, de minha autoria, deputada federal Juliana Cardoso. Informo que esse evento ele está sendo transmitido pelo ao vivo pelo canal da escola de artes e ciências e e humanidades da Universidade de São Paulo, e ficará disponível também no canal da Câmara dos Deputados pelo Youtube, para ampliar a participação social por meio da interação digital, afinal de contas nós estamos falando sobre projeto que fala do Brasil. Portanto senhoras e senhores, a proposta de regulamentação do exercício da profissão de gerontólogo é oriunda do Senado Federal, onde começou a sua tramitação em dois mil e treze, por iniciativa do nosso senador Paulo Paim. Por ter sido aprovado no Senado, o projeto foi remetido à Câmara dos Deputados onde tramita desde dois mil e dezessete, nossa faz tempo, já tendo sido aprovado nesse ano na comissão de defesa dos direitos da pessoa idosa, que é do idoso que é a comissão, e hoje o PL nove 0 três barra de dois mil e dezessete tramita na comissão de saúde dos deputados, onde fui designada a relatora. Bom, a nossa composição da mesa está enorme gente, então a gente vai ter que ser muito rigoroso com o tempo né? Eu até tinha pedido pra Regina ver se a gente conseguia diminuir pouco, porque nós vamos ficar aqui brincando umas três horas só na escuta na mesa. Em que pese é importante, é projeto importante a nível de Brasil, mas eu preciso que vocês sejam muito rigorosos no tempo, tá? Porque senão a gente vai finalizar uma sessão vazia, né? E a relatoria ela vai ser também, não só gravada, mas né, a gente também está aqui com a Regina. Regina, levanta pras pessoas te conhecerem. A Regina é do mandato, cuida da comissão de saúde, né? Então como a câmara hoje está funcionando a cem por cento, né? Está intensa, porque acho que vocês devem estar acompanhando, sobre o projeto né, que estão acontecendo lá, mas eu estou designada nessa missão oficial. Então por isso que a relatoria da câmara federal não está, mas tanto está gravado e a Regina é a nossa, né, relatora e aí também tem as pessoas que estão ali junto né, pra poder ajudar aí a a colocar o texto e não faltar nada ou chegarmos a consenso de dos textos né? Bom, então quero aqui chamar a primeira da mesa, a Vanilda né, a Anunciação que vem, aliás ela foi a grande articuladora né dessa desse encontro nosso a Vanilda, ela é coordenadora do meu mandato né chefe de gabinete de quando fui vereadora, e agora como deputada federal. Quero também chamar. Aqui presente, o senhor Paulo Mayal Gullianin, é isso? Está certo? Não então vocês me ah ele está aqui online verdade desculpa Mãe. É coordenador Qual o maior que a organização do trabalho e saúde do Ministério da Saúde que está lá em Brasília, né? Vai entrar aqui com a gente já já. Ele está nessa participação online, e a Cláudia Maria Afonso de Castro que é superintendente aqui do estado também está online. Ela me mandou uma mensagem dizendo que não está bem em saúde, né? Pegou uma gripe muito forte então é preferível mesmo por favor Cláudia, né, que se cuide, mas ela também está acompanhando a gente aqui online. Quero chamar, O senhor Humberto Miguel Garrai. Está aqui ah muito bem que é coordenador do curso de bacharelado em gerontologia da escola de artes e ciências e humanidades na Universidade de São Paulo da EASH USP. Quero também chamar o senhor Lucas Pelegrini, de Carvalho que é diretorgeral da associação brasileira de gerontologia a ADG. Quero também chamar o senhor Michael Luiz Delice inocente, é isso? Deli inocente, vicepresidente da associação brasileira de gerontologia, ABG, senhoras Cristiane Maria e Kátia Melissa representantes da brasileira de tecnólogos e gerontologia abtg e também estão presente online. Boa tarde. Boa tarde. Palma para. Quero também chamar a senhora Karina. Grama Gramani sai professora e Doutora do curso de bacharelado bacharelado em gerontologia da Universidade Federal de São Carlos, a UFSCar. Então, como já disse pra vocês né, nesse contexto da gerontologia, a sociedade brasileira de geriatria e gerontologia, é campo científico profissional que se ocupa das questões multi. Multidimensionais né, do envelhecimento e da velhice, tendo por objetivo né, essa disseminação e a explicação do processo de envelhecimento de seus mais variados aspectos. E eu acho que o mais interessante né, é que o IBGE apontou o número de pessoas com mais de sessenta sessenta e cinco anos do país, que já é superior de de até de crianças né, até nove anos de idade, e essa projeção é uma projeção que a gente vê que a a cada tempo né, isso está se crescendo, e nós não estamos conseguindo avançar muitas vezes na relação dos profissionais, quer dizer, a gente tem, a população tem envelhecido mas a relação da profissionalização né, da regulamentação, ela ainda está muito aquém a nível nacional e de todo o Brasil. Então isso é importante que a gente fazer essa escuta, pra que esse projeto possa ouvir né, todas as partes e a gente caminhar pra poder também dialogar com o governo, pra sancionar, por isso que a gente também chama aqui né, a representação da saúde, pra que ele também possa entender essa escuta pra inclusive já ir azeitando, conversando, dialogando pra a sanção desse projeto quando assim o estiver pronto pra ir pro plenário. Portanto, eu quero muito agradecer a todos e todas aqui presente, né? Vou, aqui a gente está combinado do pronunciamento de dez minutos, sendo que tem representações que vão ser duas pessoas cinco minutos cada uma, e queria iniciar né com a van pra dar essa saudação inicial, e por conta mesmo que ela como a minha chefe de gabinete coordenadora vai ter que me cobrir em outra tarefa que também aqui pertinho e inicia aqui com a gente Vanilda. Obrigada, boa tarde. Bom, primeiro, que bom a gente ter essa universidade na zona leste, né? A USP Leste ela é extremamente importante pra toda a cidade, mas em especial aqui pro nosso território da Zona Leste. E não dá pra gente falar em USP Leste sem fazer memória ao padre Ticão, né? Que juntou muita gente aqui desse território lá atrás, anos atrás, pra fazer a luta pra existir essa universidade, né? Pra USP estar aqui e a importância também desse curso, né? Esse curso de gerontologia, com essa capacidade, né, pra pra formar profissionais, trabalhadores e trabalhadoras com essa capacidade de estudar, de entender e de trabalhar, né? Todos os aspectos do envelhecimento, os aspectos sociais, os aspectos biológicos, os aspectos psicológicos. E a gente vem de uma militância na saúde, Juliana, eu, nós não somos profissionais de saúde, né? A gente vem pra militância, na saúde, pelo movimento popular de saúde. Então aproveitar pra cumprimentar todos os companheiros e companheiras que eu já encontrei aqui hoje que são militantes do movimento popular de saúde da cidade, em especial aqui da Zona Leste, Vi gente aqui do Conselho Municipal de Saúde, do Conselho Municipal da Pessoa idosa, né? Então, cumprimentar essas pessoas que estão aí na luta todo dia, porque a gente também vem desse lugar, da militância e pelo controle social, né? Do lugar de usuárias do SUS. A gente inclusive foi o movimento popular de saúde que fez a ponte entre os trabalhadores e estudantes de gerontologia e o mandato da Juliana, né? Foi através da Dona Prudência, que é uma companheira lá de São Mateus, militante histórica do movimento popular de saúde da Zona Leste, o Henrique, sobrinho dela, estudante de gerontologia, que teve, né, fez essa ponte com mandato. Então é o movimento popular de saúde, né, trabalhando e agindo. E gente, é urgente, a regulamentação dessa profissão, ela é urgente porque a gente precisa desses profissionais, desses trabalhadores e dessas trabalhadoras no SUS, né? A gente precisa desses trabalhadores, dessas trabalhadoras, nas unidades de saúde, nos equipamentos de saúde, né? Nas UBSs, nos centrosdia, nos hospitaisdia, nos núcleos de convivência do idoso e, em especial, no PAI, né? O programa de acompanhamento do idoso. Depois a Juliana pode falar pouquinho melhor sobre isso, O mandato da Juliana está apresentando projeto de lei na Câmara Federal pra que o pai, o programa de acompanhamento do idoso, se torne uma política nacional, porque é uma política pública que a gente só tem aqui na cidade, né? Assim como a distribuição, assim como a distribuição de fraldas geriátricas no SUS, que a gente só tinha na cidade de São Paulo, mas que foi uma das leis que a Juliana conseguiu aprovar nesse ano e pouquinho de mandato, no primeiro ano de mandato, a distribuição de fraldas geriátricas pelo SUS se tornou política pública nacional, né, pra ser distribuída pelo SUS em todo o território nacional. É o mesmo movimento que a gente está fazendo em relação ao pai e o programa de acompanhamento do idoso. Bom, e ressaltar que a importância desse projeto ela é gigante porque nos últimos doze anos, as pessoas com sessenta e cinco anos ou mais, o número de pessoas cresceu cinquenta e sete por cento. E0A tendência é essa, e que bom que a tendência é essa, né? É importante que a gente possa envelhecer, essa longevidade ela precisa ser celebrada, comemorada, mas a gente precisa ter condições, né, de lidar com com esse envelhecimento da população. A perspectiva é que a gente chega em dois mil e trinta, com a população idosa sendo mais numerosa do que a população de crianças e adolescentes juntas. Então é extremamente importante que a gente possa olhar, né, pra esse dado, olhar pra isso e pensar o envelhecimento da população. A gente fez uma audiência pública da comissão de saúde da Câmara Federal, também pautado pela Juliana, como membro da comissão de saúde, pra falar sobre o envelhecimento da população de São Paulo e o impacto que isso tem no serviço do SAMU. Foi uma audiência pública importante também, realizada pela comissão de saúde através de requerimento do mandato da Juliana. Então gente, é fundamental, são trabalhadores e trabalhadoras que a gente está ansiando e que a gente tem urgência, né? Que estejam na saúde, em especial fortalecendo o SUS, né? Fortalecimento do SUS, ter a gerontologia no SUS é fortalecimento extremamente importante e depende dessa regulamentação. Então, hoje esse espaço de escuta, pela comissão de saúde é extremamente importante pra gente apertar o passo e dar máxima celeridade possível pra regulamentar, né, pra passar da comissão de saúde que a Juliana está relatora e regulamentar o quanto antes a profissão e fazer a luta pra ter gerontólogos e gerontólogas no SUS. Isso é fundamental. Obrigado. Muito bem, é isso aí, está preparada né gente? Gostei, obrigada, linda, pode ficar à vontade que eu sei que a gente tem diversas coisas, aproveito quando eu estou aqui em São Paulo a gente vai destravando coisa né? Bom, então eu quero passar a palavra aqui agora pra pra professora doutora Karina né, que vai nos aqui ajudar a iniciar esse muitíssimo obrigada você veio de São Carlos ou está por aqui? São Carlos, então está bom. Obrigada. Bom primeiramente eu queria agradecer a oportunidade da deputada de estar, nessa nesse seminário conosco, é muito importante né, que os tecnólogos, os gerontólogos, a a comunidade acadêmica que os formas e a comunidade em geral estejam juntos debatendo essa regulamentação. Então eu queria agradecer a oportunidade. Pode por favor? Eu estou com o celular na mão mas é só o cronômetro, está bom gente? E justa pra eu fazer jus ao tempo que a deputada falou. Então eu queria dizer pra vocês, meu nome é Karina Gramani Sainz, sou fisioterapeuta de informação docente do departamento de gerontologia e do curso de graduação em gerontologia, estou representando a minha chefia e a minha coordenação. Hoje a gente vai falar pouquinho da importância dessa profissão de gerontólogo. Então, como eu sou a primeira, pode passar, por favor. Lembrando que a gente tem dois cursos de bacharelado no Brasil, na USP em dois mil e seis e na UFSCar em dois mil e nove e com muito orgulho eu falo que nós temos o primeiro departamento de gerontologia na UFSCar, acho que isso é muito importante para a valorização da profissão e da ciência de gerontologia no nosso país. Então o nosso curso na UFSCar, ele veio a partir da expansão das universidades federais no Reuni, é curso centrado no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UFSCar, com quarenta vagas mais duas fornecidas anualmente através do SISU, é curso integral com três mil e trezentas horas, com quatro anos integrais no mínimo ou até sete anos. Esse curso tem né a a chancela do nosso conselho maior universitário, o Consulne. E eu também queria falar pra vocês da importância do bacharel em gerontologia. Então a gente tem também a validação do MEC, então nós já recebemos por duas vezes, né, o MEC reconhecendo o curso de bacharel em gerontologia. E aí o bacharel em gerontologia ele possui essa formação generalista, humanista e crítica, reflexiva no campo da gerontologia, nas dimensões biopsicossociais. É importante a gente lembrar da responsabilidade socioambiental, do compromisso com a cidadania e políticas públicas e garantia direito da pessoa idosa. Isso pautado em evidências científicas em princípio éticos, né. Eu sou professora de políticas públicas e não existe políticas públicas e programas de ações tanto no SUS como no suas, se isso não for pautado em evidências científicas, né. Através disso, toda a nossa graduação é voltada na gestão do envelhecimento, tanto das organizações como programas e serviços e principalmente em ações intersetoriais, porque é assim que a gente acredita no envelhecimento digno, fomentando as redes de suporte social da saúde e da educação. Acho que esses três pilares são muito importantes pra formação do bacharel em gerontologia e também nos guiando, né, pela sociedade de ensino superior internacional em gerontologia. Então social, saúde e educação. E desenvolve principalmente essas ações que a gente tem muito a avançar no campo de prevenção, promoção, proteção e intervenção nos sistemas de cuidados de longa duração, que é o que preconiza o relatório mundial da Organização Mundial de Saúde, né, de saúde e envelhecimento. Então o curso de bacharelado em gerontologia, ele tem quatro anos, sendo divididos em eixos transversais e verticais, e os eixos verticais no primeiro ano é o núcleo de fundamentos da gerontologia. No segundo ano a gente tem o núcleo de gestão da velhice saudável, no terceiro ano o núcleo de gestão velhice fragilizada e no último ano esse aluno faz estágio presencial, obrigatório, né, juntamente com as disciplinas de mercado de trabalho, mas eu queria ressaltar os eixos transversais que vocês veem no final do slide, que é gestão e pesquisa. Porque na gestão do envelhecimento a gente precisa permear também a pesquisa, como disse pra vocês, de políticas públicas. As evidências é que vão formar os programas que realmente pode trazer benefícios pra pessoa idosa. E a gestão permeia todo o decorrer do curso, então as disciplinas de gestão e pesquisa, elas permeiam os quatro anos do curso de bacharelado em gerontologia. Diante disso, eu queria ressaltar alguns pontos importantes da matriz curricular em gerontologia. Então eu destaquei alguns pra vocês, que é no primeiro ano, a disciplina de pesquisa em gerontologia e saúde coletiva, qual eu sou responsável, a disciplina de política pública, que eu também sou responsável, a de avaliação gerontológica, estou eu, a professora Fabiana e a professora Marisa também, né, e a disciplina de modelos organizacionais. Queria ressaltar pra vocês o quanto além da avaliação gerontológica, políticas públicas, saúde coletivo, permeia as disciplinas de pesquisa, desde pesquisa até pesquisa cinco, que é a apresentação da monografia, mas também a partir do segundo ano a prática profissional na gestão da velhice saudável, onde esses alunos a partir do segundo ano estão em campos de práticas no SUS, no suas, fazendo já atividades práticas nos serviços e com a pessoa idosa. Também a gente tem vínculo com departamento de engenharia de produção, onde eles têm a disciplina de gestão financeira, gestão de pessoas, pode passar por favor. Gestão de qualidade também, né, pra gente trabalhar com programas a gente precisa saber trabalhar com indicadores de qualidade, principalmente né, então continua no terceiro ano a prática profissional três já com as pessoas né, em estado de vulnerabilidade ou fragilizadas, a prática três e. Vamos esperar que eles retornem Acho que precisa de comunicar pra alguém que está lá né, de que caiu. Vou tentar mandar uma mensagem. Alguém teve alguma resposta deles lá? Eu mandei pra Juliana e pra Vanildo a mensagem. Ah obrigada. Obrigado. Eu coloquei no chat mas acho que não adianta muito. É no chat só quem está envolvido né com a transmissão eu estou tentando alguém de lá que possa estar na plateia eu vou tentar achar aqui. Obrigada obrigada obrigada. A Juliana leu a mensagem. Obrigada. Cláudia eu vou ter que ter uma reunião com a secretária agora é de urgência e eu volto daqui a pouco. Ok a gente avisa. Eu tive informação que eles lá já estão cientes né, e estão vendo que como resolver. A ministra está nesse momento anunciando novos medicamentos na farmácia popular. Para colesterol alto Parkinson, glaucoma, rinite. Que maravilha. E a gente fica aqui dividida. Mas que bonito, que boa ação. Acontecendo simultânea, agora às, acho que agora é às quinze, às quinze horas começa. É muita coisa ao mesmo tempo, gente. Hoje eu tenho que sair daqui até 15 e quarenta e cinco, que eu tenho que entrar na live dos mais médicos aqui. Gente, eu vou dizer pra vocês eu entrei no canal do Youtube da é a ch e onde deveria estar transmitindo a o seminário está aparecendo nós em vez do seminário. Não. Então alguma coisa está errada. É verdade Paulo, eu acabei de entrar agora ali pra ver e está aparecendo nós mesmos, não está aparecendo nada do seminário. Eu imagino que algum problema vai localmente, né, que. Hoje está chovendo em em São Paulo? Por incrível que pareça agora à tarde eu moro bem próximo da USP. Abriu o sol. Choveu desde. Ah lá, está o fim agora? Ela está perguntando. Não. Aqui em Brasília o tempo da época. Todos os conselhos da área da saúde, em que é a formação presencial, a gente tem outros dois tripés além da saúde que é o social EEA educação, e a gente consegue através dessa discussão chegar num num acordo e num bem comum. Muito obrigada. Obrigada professora Karina, agora vamos né que com a palavra o professor Roberto. Voto pessoal? Botou já o sinal? Então. Boa tarde a todas e todos, agradeço a oportunidade de estar aqui presente em nome do curso de, bacharelado de gerontologia da EASHUSP. Senhora, deputada, muito obrigado aí pela oportunidade né pelo, e seja bemvinda aqui à nossa escola, a gente vai contar pouco de que é o nosso bacharelado em gerontologia aqui na EASHUSP, que conta pouco da história da EASHUSP também né e como ela, como ela se gestou dentro da da da Universidade de São Paulo. Então o curso, nosso curso está sediando na na na escola de artes e ciências humanidades, né, da Universidade de São Paulo, e começou em dois mil e cinco, né? Nós fomos o primeiro curso de gerontologia no Brasil. Pode avançar? E, menos. Que foi, o 0 nossa escola foi fundada por por então, governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, agora vicepresidente né, do país. E, mas, não não é uma iniciativa do governo, não foi na época mais sido os movimentos sociais da zona leste, como já foi dito anteriormente né, e o participou principalmente, quem liderou esse movimento todo para termos universidade pública, aqui na zona leste, e a USP aqui na zona leste, hoje nós temos fotos universidades e, que aumenta esse esse foco de formação profissional. Próximo. E por que surge o curso, né, dentro dos curso aqui da escola? Pela necessidade de formar profissionais preparadas pra gestão do envelhecimento, certo? No âmbito das políticas públicas. Próximo. EE0 acesso integral à saúde sempre foi a prioridade pra população idosa e por isso a necessidade de ter curso votado a essa população. É, nós como eu já disse, o primeiro curso de graduação no Brasil, certo? O Rochi representa marco importantíssimo na na história da odontologia no país, né? Próximo. Nós oferecemos sessenta vagas anuais, das quais cinquenta por cento, né, vêm de escola pública, e vinte por cento de de do recorte de pretos parkinson indígenas mostrando todo nossa nossa política de de inclusão, né, e de de resposta nessas a as políticas afirmativas. Próximo. Vou contar pouquinho de como se estrutura o nosso curso, né, nosso curso já, e como a professora Karina contou do curso da UFSCar, né, que é nosso irmã que somos cursos irmãos né, nosso curso estrutura de uma forma parecida, nós temos quatro anos divididos em oito semestres de aulas presenciais, quatro mil e vinte horas, aulas distribuídas em cinco eixos disciplinares, certo? E ciclobásico. Né? O ciclobásico nosso é é é ponto importante da formação, no qual sustenta a formação cidadã e uma formação humanística e e de perspectiva social, só por quais se sustenta, né, os outros eixos, as que têm as ciências sociais, a as ciências biológicas, as ciências da saúde, a psicologia e a educação. Que somos e todos eles próximo, né? Dentro dum, vamos ser marco integrador que a gestão gerontológica, que da mesma maneira que o fiscal nós temos como eixo integrador do curso próximo. E como se organiza então nosso aprendizado dentro da gestão dentro do curso, né? Nós temos três níveis de aprendizado e gestão pros nossos alunos. Primeiro que a microgestão, que é se refere à avaliação multidimensional da pessoa idosa. Também à construção de plano terapêutico singular, que é o que é essa habilidade que o girontólogo que nós fomos pode e tem capacidade de fazer, e na minha sugestão, se refere à ao a gestão de serviço da área da saúde e das redes sociais também associadas ao envelhecimento, e a gestão de equipes multidisciplinares, né, então que isso também é o nosso são nossos estudantes, nossos profissionais têm capacidade de liderar. E finalmente a macrogestão que se refere ao delineamento de programas e projetos, enfim, associados às políticas públicas visando a a promoção e prevenção da saúde durante o envelhecimento das pessoas certo? E a velhice também. Então, e como o bacharel que é formado nesse a matriz curricular né, com todos esses componentes pedagógicos, eles interagem com a sociedade durante a sua formação de aí que está o grande diferencial do curso, do curso superior na universidade pública. Próximo, primeiro através dos estágios, próximo através da testa universitária, através da pesquisa científica e através da internacionalização. São quatro pontos importantes que vou detalhar a seguir. Próximo. Nos estágios, nós temos aproximadamente mil horas de estágio ao longo do curso, certo? Começando hoje no terceiro ano, e continuando de maneira ampliada no quarto ano, e tanto em equipamentos modos suas, no estado de São Paulo. Próximo. A pesquisa científica, que é outro eixo integrador, não sei se, que pelo qual o alunos interage com a sociedade, devemos dizer que nós temos a formação científica desde o ciclobásico, né? A preparação pra lidar com a ciência do ciclobásico com mais de trinta grupos de pesquisa, formados aqui no curso, o associado só o curso, que produzem uma ciência de alto impacto, que produzem uma ciência de alta qualidade, né, e temos aproximadamente quarenta dos nossos alunos envolvidos em algum projeto de pesquisa, dentro do do curso, né. O que uma coisa importante pode ver aí os nossos as publicações dos nossos docentes, nossos alunos aqui no curso. Nessa extensão nós temos os sessenta a mais, né, o maior programa de extensão de Brasil pra população idosa, certo? São mais ou menos quatrocentos idosos participando de mais de vinte e cinco projetos de extensão, né, no dentro do sessenta a mais, e os alunos e professores participa de forma né, intergeracional, né, permitindo justamente essa essa essa essa perspectiva né de formação nesse âmbito. E finalmente a internacionalização que é outro outro ponto importante, que nós temos convênios e projetos com mais de dez países no mundo, né, com intercâmbios já acontecidos que vão acontecer com dezenas de estudantes do curso nos últimos dez anos, e o que permite claro vivenciar com uma gerotologia no âmbito internacional. Esse é o grande resumo do que nós queremos trazer e assim podemos dizer então que o bacharel em gerontologia é profissional, né, formado de forma generalista, sob uma matriz pedagógica interdisciplinar, certo, de uma formação de base científica, isso é muito importante, sólida que permite o desenvolvimento de habilidades e competências, que habilitam pra propor para implementar e executar políticas públicas no âmbito das necessidades que surgem pra enfrentar os desafios né, do envelhecimento populacional. E finalmente, né, a regulamentação, vou frisar nessa questão que a pessoa Karina Mitsu também frisou, é importantíssimo a a regulamentação da profissão, por quê? Porque incentivará a abertura de novos cursos de graduação, né, em gerontologia similares ao nosso, em outras universidades do país que vai ampliar o escopo de de profissionais formados no âmbito, e que de fato seja preparados pra entender o processo de envelhecimento de forma e integral né num num num contexto biopsicossocial, propiciando atendimento integral à população idosa do Brasil, que é o que a gente quer e que a gente almeja como universidade né, e que nossa sociedade espera como a deputada bem disse, uma necessidade urgente pro país, que nossos idosos, nossas idosas sejam melhor assistidos e atendidos pelo nossos profissionais. Próximo muito obrigado, é isso que eu queria trazer pra vocês agora e agradeço a oportunidade. Obrigada professor, eu queria só que o a lista de presença, né as pessoas não de assinar para poder ter ali no nosso relatório e e agora quero pedir aqui ao Lucas, né? Ah desculpa desculpa com a a Cristiane Maria, Estaser, Estaser Lima e a Kátia Melissa Azevedo Martins, elas são representantes da Associação Brasileira de Tecnólogos em Gerontologia na ABTG, e elas têm a o tempo de dez minutos e eu queria deixar também aqui registrado que a senhora Maria Caroline Rodrigues, coordenadora do curso de gerontologia, cuidando ao idoso da UNITER, que é o Centro Universitário Internacional, né, ela tinha sido convidada, mas ontem ontem de ontem acho que mandou email dizendo que não poderia estar presente tá só esse registro então, Cristiane está online, está online né? Boa tarde. Conseguem me ver e me ouvir? Fala pouquinho pra mim ver que está baixo eu acho. Vocês conseguem me ouvir? Consegue, mas eu acho que se puder por pouquinho mais alto. Ajuda aí na produção. Obrigada. Deputada, e agora? Agora está ótimo querido, estamos te ouvindo vem também. Prazer estar na sua presença, na presença de todos. Eu queria deixar registrado o timão, que nós passamos a BTG por exercício de cidadania, batemos à porta do seu gabinete, e conversamos com o senhor Vanderlei, e falamos desse projeto, né desse PL. E coincidentemente outro movimento também conversou com a senhora, e graças a Deus essa relatoria está sobre, o seu comando aí, e a gente se sente muito seguro né? Em vista de que a sociedade está com urgência de atendimento específico para os idosos e eu estou aqui falando em nome dos tecnólogos. E a gente tem uma qualificação superior, apesar de ainda haver uma certa resistência, né, de de que de reconhecer a nossa capacidade. Hoje nós estamos em torno de quarenta mil pessoas já trabalhando, nós temos pessoas já atuando, formadas, graduadas no Amazonas, no Amapá, no Ceará, Temos pessoas no em Minas Gerais, em diversos cantos já atuando e trabalhando com excelência, responsabilidade e muito comprometimento. Perdão. E o que a gente vem buscar aqui hoje é entender que esse projeto como tá o relatório como foi votado, deixando para o tecnólogo apenas artigo e as outras atribuições que dão autonomia, que dão fortalecimento, para que o profissional possa exercer de forma plena e e segura a sua função, a sua profissão, essa esses artigos estão sendo negados a gente como que essas nós vamos poder atender uma população que os bacharéis ainda não vão dar conta e por mais os próximos anos também não e e fazer essa atenção imediata imediata. Então, a minha fala tá aqui pedindo que a senhora olhe com carinho, votem separado do deputado Alexandre Lindemayer que colocou na comissão de saúde, que onde ele ali de forma muito sensível, de forma muito sábia, ele conseguiu valorizar as duas profissões e fazer com que ambas consigam exercer e atender a pessoa idosa de maneira digna, que é o que eu acho que todo mundo aqui nesse auditório que todo mundo deseja, é envelhecimento digno, assistido e orientado. Eu passo a palavra agora pra minha companheira pra Kátia. Boa tarde, estão me escutando bem? Obrigada professora Cristiane, sim, Kátia, estamos te escutando bem. Boa tarde deputada Juliana. É uma honra estar participando deste seminário que está discutindo com tanta responsabilidade esse PL de suma importância, né? Eu queria fazer uma correção de uma fala em que disseram que havia apenas dois cursos bacharéis de níveis superior aqui no Brasil né, e nós temos cinco, lá no Emeque, consultando, existe a USP né, que é de dois mil e nove, de dois mil e cinco desculpa, a UFSCar que é de dois mil e nove, a claretiano que é de dois mil e vinte e dois, a UNINTER que é de dois mil e vinte e dois, e a UNIB que é da Bahia, que é de dois mil e dezenove, né, então até pouco tempo atrás havia apenas realmente USP UFSCAR que juntas formavam em torno mais ou menos de cem bacharéis. Atualmente no emec existem dezenove faculdades ofertando o curso tecnólogo, em gerontologia, totalizando trinta e oito mil cento e quatro vagas anuais. Passar o PL de acordo com o voto que foi dado pelo relator da Sedoso, é pouco temerário, por isso que a gente trabalha pra que o voto em separado do deputado Alexandre Neemeyer, é seja acolhido, porque ali ele adota a nomenclatura gerontólogo para os para quem é de nível superior em gerontologia, e o curso tecnólogo e o curso de bacharel são cursos de níveis superiores, são graduações. Ah, e cabe também salientar que o tecnólogo no Brasil, 0CTT é algo que existe desde a década de sessenta não é uma coisa inventada de agora, é regulamentada pelo MEC, né, e ela e começou inclusive na década de sessenta 0CT em são paulo com os cursos de engenharia depois é que foram mudando né o voto em separado do deputado Alexandre adota a nomenclatura de gerontólogo para baixaréis e tecnólogos como também faz distinção de atribuições, aonde tem o bacharel gerontólogo com suas devidas atribuições, né, e o tecnólogo gerontólogo com suas devidas atribuições, eu já atuo como tal, assim como vários tecnólogos graduados em gerontologia, em todos os cantos do Brasil atuam, a gente precisa levar em consideração que hoje no Brasil, né, nós temos cinquenta e cinco pessoas idosas pra cada cem jovens de 0 a catorze anos. Em dois mil e quarenta, nós teremos cento e cinquenta e seis pessoas idosas, Para cada cem jovens de 0 a quatorze anos, então se nós regulamentarmos do jeito que está além da concentração ficar apenas no eixo São Paulo no momento, né? Muitos idosos vão ficar desassistidos nós trabalhamos é para que a população idosa tenha qualidade qualidade de envelhecimento. E é isso que a gente quer com a regulamentação desta profissão, e o reconhecimento do tecnólogo como tal, assim vai poder fazer o quê? Criação de conselhos que vão poder fiscalizar, né, e aí o próprio mercado de trabalho vai colocar lá o funil e ver quem é bom e quem não é bom. Não é o tempo de faculdade quatro anos três anos dois anos e meio que determina a excelência de profissional e sim o quanto ele se se dedica ao trabalho dele e a instrumentalização para trazer essa excelência que a população idosa necessita. Grata. Oi, professora Kátia, muito obrigada pela intervenção, e agora a gente vai passar aqui a palavra para o Lucas diretor geral da Associação Brasileira de gerontologia. Bom, eu vou usar mesmo estratégia da Karina, colocar cronômetro aqui pra que eu me atente ao tempo. Enquanto eles colocam a a apresentação eu gostaria de agradecer essa oportunidade de preocupar esse espaço na presença da deputada Juliana Cardoso, de todos os presentes, as pessoas que compõem a mesa e a todas as pessoas presentes aqui no auditório, e também que estão assistindo online, que é uma movimentação grande na nas redes né, assistindo a essa fala. Bom então, eu sou Lucas Pelegrini, sou presidente da Associação Brasileira de Gerontologia, vou iniciar a minha fala, mostrando pouquinho brevemente o que é a ABG, né a ABG é uma associação de classe sem fim lucrativo, que ela congrega e representa os bacharéis em gerontologia, e os graduados, né, os graduandos, bacharéis formados e os graduandos no curso de bacharelado em gerontologia. Nós fomos fundados em dois mil e nove, por aqui dessa casa, da EASHUSP, e nós temos a missão de constituir espaço que represente os gerontólogos e os bacharelanos né, os estudantes. Desde a fundação da BG então como eu disse, desde dois mil e nove ao longo desses quinze anos, a BG tem uma trajetória bonita né, no que se refere à prática atuação do gerontólogo do bacharel em gerontologia. A gente integra a rede latinoamericana e caribenha das graduações em gerontologia, participamos da organização de congressos internacionais né, o latinoamericano por exemplo, atua junto aos municípios contribuindo, dando suporte pra implementação de políticas públicas por exemplo, né, tivemos diversas aproximações com entidades nacionais, como por exemplo a Associação Brasileira de Alzheimer, a Sociedade Brasileira de Engenhariatriarontologia, que é bastante importante né, historicamente nessa, na história da gerontologia, tivemos marco importante que foi a CBO, que fala sobre a atuação, a classificação brasileira né, de ocupações, que fala sobre a atuação do gerotólogo, pode passar por favor, mas eu gostaria de destacar que desde o começo a BG também tem acompanhado o processo de tramitação desse nosso projeto de lei né, Então desde dois mil e doze quando começou a escrita desse projeto, em dois mil e treze ele foi pro Senado, o senador Paulo Paim é que encabeçou essa essa tarefa, em dois mil e dezesseis foi aprovado e chegou na Câmara em dois mil e dezessete, na câmara dos deputados, e ficou lá até esse ano, nasce idoso né, e esse ano tivemos então aprovação, nasce idoso, foi encaminhado pra comissão de saúde, aqui estamos pra debater sobre a atuação do gerontólogo e aprovação desse desse marco né, que é tão importante para nossa profissão. Falar pouquinho sobre a atuação do gerontólogo, bem brevemente, esses são alguns dos lugares que o gerontólogo tem atuado, né, que o bacharel tem atuado. Então no contexto do SUS, nós temos atuação nas unidades de saúde da família, nas próprias secretarias de saúde, unidade básica de saúde, em LPs, universidade abertas para terceira idade, hospital, no Sesc, Senac, operadoras de saúde, pode passar, atua no contexto de de formação de cuidadores, condomínios pras pessoas idosas, intervenção no contexto de promoção de saúde, prefeituras né, secretarias municipais e estaduais, é importante a gente destacar, que ao longo do nosso processo de formação, a gente também atua né, como a professora Karine, o Miguel, eles falaram, a gente atua num contexto muito forte de pesquisa, então, para além da atuação né, prática que a gente já observa no mercado de trabalho, existem outras inserções dos nossos colegas graduados no que se refere às publicações, e esse é marco muito importante para a história da gerontologia nesse país, porque nós temos por exemplo, gerontólogos, bacharéis em gerontologia, participando de coautoria no livro mais utilizado de referência na área de geriatriz de gerontologia deste país, que é o Tratado de geriatriz de gerontologia, né. Além disso, nós temos gerontólogos que contribuíram com a escrita de manuais técnicos de referência do Ministério da Saúde, por exemplo, esse guia é importante né de orientações técnicas pra implementação de linha de cuidado no contexto do SUS, e lançado recentemente o guia de cuidados pra pessoa idosa, né. Então acho que esses são alguns pontos importantes que a gente deve destacar, do gerontólogo bacharel também contribuindo com o avanço da do do conhecimento gerontológico em gerontologia no nosso país. Porque a gente sabe, bom e além dessas, dessas publicações, nós temos também publicações nacionais e internacionais em revistas né, de grande impacto e grande circulação. Por que que é importante esse tipo de de atividade? Porque produzir ciência, contribuir com avanço no estado da arte, contribui não só para prática baseada em evidência, e a gente estar antenado às pesquisas, entender, interpretar e colocála na nossa prática, ela é importante para fomentar essa prática baseada em evidência, mas porque também, essa essa esse referencial teórico e empírico que a gente encontra por meio das pesquisas, eles devem ser referencial pra gente criar e implementar política pública, sem dados, nós não conseguimos avançar né, nós não conseguimos nem conhecer a nossa população, então as pesquisas na área da gerontologia elas são de fato importantíssimas pro avanço do nosso campo. Pra além disso, nós temos atuações do do do bacharel em gerontologia em no SUS né, no Ministério da Saúde, no SUS nós tivemos estagiários que fizeram parte da do Ministério da Saúde, nas secretarias estaduais, então por exemplo, lá no Sul nós temos gerotólogos que atuam no departamento de atenção primária, em secretarias municipais, também no contexto de atenção primária, também no pai, aqui em São Paulo nós temos uma genetóloga que coordena uma das atividades. A professora Karina mencionou o DEGÉRIO Brasil, que foi projeto de impacto nacional, que aumentou em cento e sessenta e quatro por cento o número de registros da avaliação multidimensional da pessoa idosa, é isso, nós geramos dados né, pra que possa ser feita a gestão da velhice neste país. O isuporte também como exemplo que foi citado, é importante a gente destacar que a nossa prática profissional, que tem acontecido desde as primeiras turmas né, que se formaram aqui nessa casa, ela tem o curricular e essa prática acontece desde o segundo ano, e não é optativa, é obrigatório. Nós estamos lidando com vidas de seres humanos, precisamos ter interação, né, então é obrigatório, esse é essa é é uma informação muito importante. Essa essa formação do do bacharel em gerontologia, para além da teoria, nós temos essa prática muito forte, né, são mais de mil horas ao longo da formação. A gestão e pesquisa, ela é eixo estruturante, tanto de todos os cursos né, de bacharelado, a gente não consegue dissociar a gestão e pesquisa da atuação do gerontólogo. E por fim é importante destacar que a nossa formação ela é interdisciplinar sim, pra atuar numa perspectiva multiprofissional. Bom, pra gente encerrar a minha fala né, e passar pro Maicon, eu gostaria de deixar bem claro que o envelhecimento populacional é uma realidade nesse país, nós não temos como fugir e agradecemos que estamos passando por esse envelhecimento, significa que a sociedade está dando certo, né estamos envelhecendo, Mas nós precisamos de profissionais que tenham as competências necessárias para atuar nesse contexto, profissionais que sejam qualificados para trabalhar. Nesse contexto, eu tenho plena convicção de que todos nós, gerontólogos, tecnólogos, assim como todos os outros profissionais da saúde que têm essa qualificação, podem contribuir, cada dentro do seu campo de atuação, todos juntos pra que a gente possa construir envelhecimento digno nesse país, e atuar de maneira coerente. Então gostaria de agradecer e passar a minha palavra ao Maicon. Oi, professor Maicon Russ. Muito bem, obrigada. Ele é vicepresidente da Associação Brasileira de Gerontologia. Boa tarde a todos, eu sou Maicon dele inocente, eu sou vicepresidente da Associação Brasileira de Gerontologia, sou bacharel em gerontologia, mestre em gerontologia pela Universidade Federal de São Carlos e tive o prazer e a honra de atuar também no Degera Brasil como consultor sênior do Ministério da Saúde junto ao departamento de gerontologia, né? E poder mostrar a excelência desse trabalho enquanto bacharel. Inclusive eu começo a minha apresentação mostrando pouquinho né do dos recortes que a gente tem acerca das falas que nós pontuamos aqui hoje. Nós mostramos pouquinho, pode passar por favor. Aí obrigado. Nós mostramos pouquinho da nossa contextualização onde nós enquanto os bacharéis e gerontologia nós estamos se inserindo, né, enquanto profissional. Então a gente tem aí a nossa participação dentro do Ministério da Saúde, de secretarias estaduais, municipais, né a participação aí do da Gerabrasil, do AI suporte, a participação na na construção teórica de diretrizes e tudo mais, né que vai e vem aí regulamentando a nossa atuação, e o nosso perfil profissional dentro do mercado. Então acho importante destacar isso, e inclusive já deixo aqui, até minha indignação com a fala da capacidade né, se a gente vai dar conta ou não, de realizar esse tipo de serviço. Nós estamos falando em atendimentos de saúde, nós estamos falando da saúde das pessoas. Então a nossa formação ela passa sim por todos esses que a gente mostrou aqui, né pensando na parte do micro, da meso, da macrogestão, e todo o conhecimento da parte da velhice saudável e da velhice fragilizada. Então nós não estamos falando em contingente de população pra trabalhar, nós estamos falando na qualidade do serviço que vai ser prestado. Então isso eu tenho certeza que a gente tinha capacidade de dar conta, e o da Gera Brasil como os dados que a Karina bem colocou aqui, é capaz de mostrar isso né, a gente vê aumento, dos registros, a gente viu o aumento da da dos fluxos que foram implementados da avaliação multidimensional em todas as regiões do Brasil. E pra dar seguimento, a ABG quando começou todo esse processo da parte de regulamentação, fez levantamento né teve o cuidado de fazer pra saber onde os bacharéis estavam sendo inseridos, né então a gente tem aí que a maior parte deles né, em termos de formação, a gente tem equilíbrio dos dos bacharéis que se formam, entre o mestrado né a parte acadêmica e o mercado profissional, então a gente tem equilíbrio dessa formação, Pode passar. Entre os vínculos a gente tem que a maioria deles está incorporando aí no setor privado, né a gente tem que boa parte dele estar em CLT, e dessa desses contratados a gente tem que boa parte deles já estar registrado na CBO prevista, então acho que isso é importante relatar, teve toda uma discussão acerca da construção dessa CBO, e isso tem que ser valorizado, né a gente vê e os nossos profissionais sendo formados e sendo incorporados pela CLT de acordo com a CBO. Então é só pra mostrar 0AAA potencialidade do do bacharel em gerontologia enquanto AAA se incorporar dentro do mercado de trabalho. E por fim dentro dessa pesquisa a gente também perguntou com relação à atividade, né? Quando a gente olha pra atividade da atuação, que que a gente vê? Que o bachararanggio urontologia quando questionado sobre qual que é o seu tipo de atuação, está lá a relação às atividades de planejamento, gestão, a gente fala da parte da avaliação, do acompanhamento, o monitoramento, né? Avaliação de indicadores de saúde, tudo isso pensando não somente na atenção à saúde da pessoa idosa, como também na formulação e manutenção de políticas públicas. Né? Então acho que isso é muito importante ressaltar. Pode passar por favor? Dentre as áreas da atuação majoritariamente a gente vê a saúde, né a gente vê aí os gerentólogo inserido no campo social, na parte de ensino e pesquisa, mas a gente somar mesmo a quem está como MEI, pensando em atuação autônoma e tudo mais, o atendimento acaba sendo mais o perfil clínico e mais voltado para a área da saúde. E por fim, para a gente poder encerrar, né, acho que eu não estourei meu tempo, eu fui pouco afobado aqui para cumprir com o cronograma, mas eu acho que o envelhecimento populacional é cenário, que nós estamos enfrentando, né? É uma conquista pra população, mas a gente sabe que a gente tem inúmeros desafios aí pra ser atingidos. Né? E a gente está aqui como profissional, bachararia de odontologia, exatamente pra isso, pra poder auxiliar nesse processo e tornar esse envelhecimento cada vez mais ativo, mais saudável e digno. A gente fala da regulamentação como necessário, né por inúmeros motivos que aqui foram citados como o fato da gente poder participar de concursos mais ativamente, outras a oportunidades a serem abertas, né a parte de PETs e tudo mais pra serem elaborados e pra serem desenvolvidos em corporal profissional dentro do Sistema Único de Saúde, e a gente está enquanto representante da ABG, né e dos bacharéis de gerontologia, a gente reforça que em nenhum momento nós estamos contrários à aprovação da regulamentação dos tecnólogos, a gente só quer que isso seja feito da maneira convencendo feito, tentando mostrar essa distinção entre as profissões, né, que sejam guardadas essas devidas proporções de acordo com o nosso perfil profissional, de acordo com a nossa formação e tudo que a gente veio fazendo até aqui nesse momento. Muito obrigado. Obrigada professor. Professor Agora eu quero passar então a palavra é aqui que tá acompanhando a gente, eu não sei. E aí vocês me falam melhor se fala o primeiro fala o Paulo. Coordenador que é lá do ministério ou primeiro a Cláudia. Como eu não tô vendo vocês? Se alguém puder aqui na minha lista tá o primeiro é o Doutor Paulo. Abre para mim. Alô. Será que eles caíram? Doutor, você você acha melhor AAAA Cláudia falar primeiro que aqui superintendente aqui do estado? E o senhor falar em seguida melhor né? Acredito que sim. Está bom então então Cláudia. Boa tarde a todos todas todos. Obrigada obrigada pela presença e mesmo você estando aí né? Sim, mas teremos outros momentos pra estar presencialmente, não deixaria de participar aqui. E quero pegar talvez, Juliana, dois aspectos que eu acho pra complementar do que você mesmo trouxe. Eu acho que esse debate é mais do que necessário. A gente não está dizendo apenas de uma regulamentação de uma profissão. A gente está fazendo uma leitura da E na saúde todos aí que aí estão que estão acompanhando qual é o processo acelerado que a gente tenta organizar através do Ministério da Saúde pra recolocar a saúde no seu lugar, a ciência, a educação pra que a gente possa cuidar das pessoas que é isso que tem dito o nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva né, nossa missão é cuidar do povo brasileiro, é cuidar das pessoas E pra isso a gente enquanto é Ministério da Saúde precisa acompanhar e organizar né todas as políticas ou isso não acontece lá na ponta. E aí eu queria comentar aspecto que você trouxe da questão da participação da sociedade, da participação popular na construção das políticas e também em momentos como esse em que ela é o alvo da discussão, nós estamos falando de profissionais mas que vão cuidar da população né, e de uma população que vem que o envelhecimento como já foi dado aí os dados não quero acrescentar nada a respeito, mas de dizer que essa lugar onde está sendo realizado esse essa audiência né, que fica na zona leste que já foi dito como fruto da luta e da organização, né, e muito daqueles que percorreram esse caminho pela luta pela Lúcia leste hoje são os idosos que provavelmente serão cuidados e olhados a partir dessa discussão. E aí dizer que além, né, dessa luta e aí me dirijo aos alunos que estão aí presente, ela é permanente. Ela não se encerra com a conquista do curso nem muito menos que a conquista da regulamentação da profissão. E a maior prova disso é o movimento organizado que existe nessa região leste, na capital de São Paulo, de fóruns de idosos, que o tempo inteiro pensam política discutem e reivindicam né E aí eu acho que está representado o fórum dos idosos de São Mateus né que talvez seja o mais antigo e mais atuante, né, então que vocês também tenham como exemplo essa persistência, essa luta desses foros de idosos que estão no caminho né e na luta pra que a gente possa todos inclusive esses alunos que dia também vão envelhecer, mas antes disso que possam cuidar e dedicar né todo esse conhecimento que buscam aí na através das suas profissões no cuidado da nossa população eu acho que para só mesmo poder saudar a todos e dizer, né, regulamentação da profissão com luta e é também o cuidar da população que também luta para ter saúde, para ter uma qualidade de vida. Então parabéns aí a todos que estão trazendo o seu conhecimento e conte com o Ministério da Saúde, né? Contem conosco nessa caminhada. Obrigada. Obrigada, obrigada Cláudia. Olha, aqui está com a gente movimento popular de saúde de Sapopemba, USP sessenta mais, Damares Roberto coordenadora do Fórum da Penha do Idoso da Vila Maria, Vila Guilherme, Vila Medeiros, Zona Norte, e conselheira municipal da pessoa idosa. Projeto sessenta mais da associação de mulheres da, da Zeeg, ok, São Paulo, evangélicas pela igualdade de gênero, Paulo do movimento popular de saúde da zona leste e conselheiro municipal de saúde, docentes do curso de graduação de gerontologia e da UFSCar, alunos da UFSCar, alunos da USP e Iura Ritmo. Iura? Iura Ritmo. Cláudia Alves, tecnóloga da cidade do Rio de Janeiro. Então uma salva de palmas, tá, veio de outro estado. Rogério Gomes, Rogério Gomes da do setorial do idoso do PT de São Paulo e membro do GT da pessoa idosa do plano de governo da précandidatura do Guilherme Boulos e docente do curso de graduação em gerontologia da USP. Então são essas pessoas que estão aqui presente, uma salva de palmas pra todos, todas e todes. E é assim que a gente vai fazendo a diferença, né? Bom, agora eu vou passar a palavra pro, o doutor Paulo, a mão quem vai fazer a fala, que sempre é muito rapidinho está bom gente? Pra não a gente não é não é debate de tese né? Então é só pra gente poder colocar acrescentar ou retirar então a Vanilda ela vai indo tá vendo pra pegar os nomes fiquem com as mãos levantadas então doutor Paulo Mayal é coordenador de democratização do trabalho da saúde do ministério de saúde que está com a participação online. Muitíssimo obrigado Doutor Paulo por você estar presente aqui acompanhando a gente e nós queremos saber se esse projeto já está aí ó vocês olhando pra ele pra poder ir ajudando a gente a construir pra ser sancionado, né nos próximos aqui desse governo do presidente Lula. Muitíssimo obrigada. Obrigado senhora deputada e obrigado por nos convidar pra participar dessa palestra desse seminário, tá? E eu gostaria de começar até explicando, né, e o que faz a nossa coordenação já que é muito é muito genérico dizer coordenador de democratização do trabalho, né, quando a a maior parte do meu trabalho é justamente analisar projetos de lei sobre o trabalho em saúde, né, e escrever alguma coisa sobre eles, né, inclusive o seu o esse PL por exemplo já teve dois pareceres emitidos e assinados pelo nosso diretor do departamento de gestão e regulação do trabalho em saúde, né, e eu acredito que o ministério em breve vai enviar a nossa a nossa manifestação escrita né, mas enfim, aqui dentro do ministério e dentro deste departamento nós trabalhamos dentro de uma perspectiva multiprofissional evidentemente que eu não tenho, a pretensão de conhecer por inteiro toda a dimensão e relevância do que é a gerontologia no Brasil, né? Mas a partir de da minha experiência como pessoa que acompanha processos de regulamentação de profissões né, e ao longo dos últimos seis anos eu venho acompanhando muitas muitos projetos de lei em que se regulamentam novas profissões, né, e e ou que se incluem novas regras em profissões já reconhecidas, né, e vamos dizer que. Houve ao longo dos últimos dez anos mais de vinte e sete profissões solicitando seu reconhecimento junto ao Congresso Nacional, né, e eu gostaria de dizer que todo projeto de lei e todo reconhecimento de uma profissão, é processo extremamente delicado em que o resultado pode, ao final não ser o que se esperava. Né? Nós todos temos uma dimensão da importância da gerontologia, né? E queremos que ela seja. Utilizada pela sociedade, né para obter os melhores. Os melhores resultados e o melhor atendimento da população, não é mesmo? E aí eu. Vou fazer uma comparação com algumas outras profissões, né? Que é da experiência, né em novembro do ano passado foi finalmente depois de longo processo foi reconhecida a profissão de sanitarista, ou seja, o profissional de saúde coletiva, né? Nos anos dois mil entre dois mil e cinco e dois mil e dez o a USP criou o curso de obstetra, né? E esse curso levou muito tempo pra ser reconhecido os diplomados tiveram certo problema inclusive para trabalharem. Na na área até que os obstetras foram absorvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem. Né? O sanitarista nesse momento está necessitando de regulamentação que diga onde que ele vai ser registrado. Quem será o quem será o órgão fiscalizador. Dessa do seu trabalho, né? O musicoterapeuta foi e regulamentado nesse ano após processo de mais de vinte anos, né? De projetos de lei nesse sentido, né? E ainda está na mesma situação, né? E existem dificuldades até para reconhecêlos como profissões da área da saúde, né? Já que a única referência que temos é o a resolução. De noventa e oito do Conselho Nacional de Saúde que só reconhece quatorze profissões da área da saúde acho que tem conselhos federais e que são de nível superior né bom eu falo isso tudo por várias questões né nós mesmos identificamos aqui cerca de trinta e três diferentes categorias de trabalhadores e apenas dezessete são realmente regulamentadas por lei então. Elas estão no SUS mas não não precisa não precisaram ser nesse necessariamente regulamentadas por lei, né? Então vai o questionamento a todos nós né todos os presentes aqui o que que cria a necessidade de regulamentação por lei de uma profissão que já existe, né? Que já está no mercado, né? E que os profissionais já estão atuando, né? Então. A principal necessidade ao se regulamentar uma profissão. É o risco a sociedade que o exercício ou o mal exercício dessa profissão pode causar. Né e nós analisamos por esse prisma entendemos que a profissão do sanitarista não criaria risco mas não nos opunhamos ao a sua regulamentação, assim como em alguns momentos nós emitimos na manifestação sobre o musicoterapeuta e dissemos não é exatamente uma profissão que causa grande risco né como enfim e as profissões que são hoje controladas por conselhos profissionais né? Animais saber medicina fonoaudiologia psicologia e outras né? Então e a outra razão para se regulamentar uma profissão por lei seria ter o reconhecimento legal, né? E que oriente o SUS, né? Os gestores do SUS na contratação de profissionais dessa área, né? E bom nesse ponto eu vou dizer tá a regulamentação de uma lei. Desculpe a criação de uma lei que reconhece o profissional gerantólogo e delimita quem é que exerce essa profissão. Ela não obriga. Ela não vincula o gestor do SUS seja uma prefeitura seja estado seja ministério ou seja uma conveniada, ela não obriga. A tornar o profissional gerontólogo parte da equipe multi profissional de saúde do SUS. Ok e ela dá reconhecimento e dá e e ela dá reconhecimento e dá orientação mas não cria obrigação de contratação tá? Isso é algo que se pode esperar. Né? Mas que o resultado pode não ser o esperado para todos os que estão aqui. Né e uma das coisas que eu poderia dizer é que e apesar do sanitarista ter. Já sido reconhecido por lei nós temos recebido reclamações de que olha estão acontecendo concursos processos seletivos de órgãos públicos e que mesmo assim não estão. Não estão selecionando sanitaristas e não estão oficialmente reconhecendo como uma profissão da saúde, né? Então nós precisamos de regulamentações além da lei. Para orientálos e isso é processo que vai demorar algum tempo, né? Mesma coisa com o músico terapeuta, né? E vamos dizer. Assim como na no projeto de lei da da gerontologia. Assim como na lei do sanitarista e do musicoterapeuta nós não identificamos. Processos atividades específicas que sejam totalmente privativas desse profissional, né? Por isso mesmo, né? Vocês vão. E provavelmente ver outros profissionais de saúde ou profissionais de outras áreas que vão executar atividades. Da gerontologia, né? E isso é correto porque afinal o gerontologista faz parte. Desculpe o gerontólogo faz parte de uma equipe multiprofissional, né em que muitos profissionais podem ter múltiplas e múltiplas atividades e múltiplas competências. Né e bom. Essa é uma fala no sentido de alertar vocês, né? A senhora deputada eu vi o nosso enfim a nossa manifestação assinada pelo nosso diretor, né? Eu vi o substitutivo que foi emitido, né? Não tive acesso aos debates porque isso não não veio no processo, né? O substitutivo ele. Pelo que eu li ele não estabelece diferenciação entre as atividades do do bacharel. E do tecnólogo. Né? Eu não sei em que em que ponto está o substitutivo nesse momento, mas esse foi o texto do substitutivo que eu recebi em abril. Né? Se não me engano veio da comissão do idoso, né e nós estamos plenamente de acordo com isso, né a ver como será o processo que pertence a pertence a Câmara dos Deputados e certamente não ao ministério, né? Nós colocamos na nossa manifestação a nossa preocupação. Tá com a multiplicação de cursos de gerontologia, né? Eu sei que os senhores já falaram, né? Identificaram. Os dois cursos da da USP e da Federal de São Carlos, né mais três universidades que estão ofertando, né na fala da dos professores. Desculpe se eu não me lembro de todos tá? Mas vocês já identificaram dezessete novos cursos, né? Eu mesmo fiz essa pesquisa em maio e identifiquei vinte e oito cursos de gerontologia entre tecnologia e e bacharelado, né? E nos preocupa muito porque Existe número absurdo de vagas autorizadas pelo MEC, né? Mais de quarenta e três mil. Né? E dos quais noventa por cento são à distância. Né? Ora senhora deputada nós. O Conselho Nacional de Saúde já se manifestou. Acredito que vários conselhos profissionais de saúde. Se manifestaram em momentos em outros momentos, né? Sobre a necessidade que os cursos de graduação na área de saúde né devem ser presenciais Né? Não está em discussão sequer a qualidade da dos cursos de educação a distância, né? Está. Em questão principalmente o fato de que a área da saúde é uma área que exige exige habilidades emocionais mentais psicológicas e habilidades manuais né, que não se pode aprender à distância. Né? Portanto, é uma coisa que eu gostaria que vocês, colocassem em discussão também. Né? Porque eu vejo aqui os nobres representantes da USP, né? E os representantes da UFSCAR, e eu gostaria de lembrálos que a realidade, no resto do país está nos ultrapassando de muitas maneiras, né? E nós precisamos de apoio de vocês no questionamento a esse a esse ponto. Né bom é basicamente é isso, tá? Agradeço muito pelas suas palavras. Né e bom, senhora deputada, eu estou encerrando. Obrigado. Muitíssimo obrigada, a gente vai ter ainda, é é como é projeto, né, doutor Paulo que, desde dois mil e desde dois mil e dezessete, pelo que eu já pude perceber, ele tramitou, foi pelas comissões do senado, foi e voltou, voltou, foi enfim, e agora passa também pela câmara por algumas outras comissões, né? Então eu entendi que tem parecer, né, já sobre esse processo, e que tem caminho, né, que está sendo seguido aí pelo ministério. Porém, como ele volta pela pra câmara federal, a gente ainda tem, né, essa interlocução de dialogar e e saber os caminhos melhores pra fazer essa relatoria e trabalhar nas outras comissões. Bom, pessoal, a gente agora vai pra momento que a gente volta para o seminário né? Pras pessoas aqui que se inscreveram para falar, que foi. Ai vamos ver se eu vou entender a letra da Vanilda. Aqui nós temos uma duas três quatro cinco seis sete oito nove dez onze doze pessoas escrita. Pessoal. Três. Isso. Hã? Peço perdão senhora deputada, eu vou ter que sair por alguns minutos. Ok obrigada. Tá, doutor Paula, ok obrigada. A gente tem gente que ainda me parece que ele não escreveu, Paulo, e ok então mais duas pessoas e aí a gente encerra as inscrições senão a gente não vai conseguir ficar. E eu quero dar beijo na Rosinha. Gente, dá uma salva de palmas pra ela. Ela machucou o joelho pouquinho antes de chegar, a começar aí, ela é uma das das tantas animadoras né mas militante na causa Então olha eu fico você tá aqui mas se você precisar né e promete com olha olha hein bom então o primeiro escrito é o seguinte é o Arnaldo Ribeiro em seguida aí eu vou pedir para as pessoas ficarem bem pertinho tá bom da minha relação para que termine já pegue Oi Tatiane Tatiane Andrade Rosa aí o microfone tem que ir lá Doutora Thaís Bento Doutor Doutora Beatriz Doutora Eva Paulo Betini. E Betini. Ok? Fica todo mundo pertinho. Eu vou. Ah tá? Então eu não vou ficar no seu início que eu vou e já volto correndo, está bom? Mas está gravando. Ah então vamos fazer o seguinte? Deixa a professora vai fazer só uma intervenção que aí eu volto pra fazer a escuta, pode ser? Então está bom. Todos, né? Obrigada Arnaldo. E aqui, né, estamos, agradeço, né, a presença da mesa, agradeço muito a presença da USP sessenta mais, né, que são, que é o nosso laboratório de ensino, né, o quanto eu como docente, né, preciso de vocês, né, e os graduandos em gerontologia também, tá? Então vocês sempre estão no nosso coração, muito obrigada. Então, pra que a gente consiga, né, levar avante aí, vamos estar mais de uma hora juntos ainda, né. Eu gostaria da gente, nesse momento, pensarmos pouco em nós, nós estamos envelhecendo e o que é importante nesse envelhecimento, né? Ah, é ter envelhecimento saudável, tá? Pra isso, né, nós da área de gerontologia, primeiro a gente tem que cuidar da gente, né? Eu sou enfermeira de formação, e pra gente cuidar bem do outro a gente tem que se gostar, né? A gente tem que florescer. Eu já sou idosa, né? E mais do que nunca, eu estou valorizando a minha qualidade de vida, o quanto a gente, pra gente encarar esse mundo, né, a gente tem que ter olhar diferente. E pra gente olhar pro outro primeiro a gente vai olhar pra gente, está bom? Então nesse momento, eu proponho só relaxamento, né, pra que a gente consiga aí ir até o final desse encontro de hoje. Peço desculpa, tô dando as costas para vocês, tá? Então nós vamos começar com uma massageando pouco nosso corpo, ok? E a gente pode fazer uma massagem né pegando em garra aqui né em movimento circular tá vocês já ouviram vamos lá. Vamos lá todo mundo gargalhando. Gente, muito obrigada. Espero que vocês tenham compartilhado esses momentos com a gente. Muito obrigada, obrigada deputada pela oportunidade. A razão aí deu até uma né gente? Bora turma então Arnaldo Ribeiro, três minutinhos está bom? Olá boa tarde, meu nome é Arnaldo Ribeiro Speller, eu atualmente sou aluno e estudante do curso de graduação bacharelado em gerontologia aqui da Riacho USP, mas o meu lugar de fala nesse momento é de alguém que, cuja primeira formação é como tecnólogo. Eu venho da área das engenharias e quando eu escolhi fazer a minha primeira graduação em tecnologia mecânica, modalidade, processos de produção, pela FATEC, Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Eu escolhi essa carreira por possibilitar a inserção no mercado de trabalho de uma forma mais rápida, numa área mais específica com a qual eu me identificava, pois eu já havia feito curso técnico em mecânica, e escolhi então a modalidade de processos de produção mecânica. Sabendo que, naquela época, não sei como é hoje, mas quando eu fiz nos anos noventa, o curso tinha três anos de duração presencial, com aulas de segunda a sábado e com a necessidade de você ter aulas presenciais e em laboratório. 0AA escolha, comparando com a carreira de engenheiro naquela época, o curso de engenharia era de cinco anos, se fosse feita no período matutino vespertino, e de seis anos, se fosse feito no período noturno. Pois bem, uma vez inserido no mercado de trabalho como tecnólogo, eu atuei numa empresa de engenharia multinacional que tinha a distinção clara de atribuições entre o técnico nível médio, o tecnólogo nível superior e o engenheiro nível superior. Então, as três carreiras atuavam de forma complementar e diferenciada, de modo que, por exemplo, o tecnólogo, que era o meu caso, eu não poderia assinar atestado de responsabilidade técnica, que isso era uma atribuição do engenheiro. Assim como não podia ser responsável por projeto, isso era atribuição de de engenheiro. Então o que eu venho por lado, reforçar que dentro da nossa sociedade tem espaço pra todos, e sim nós precisamos unir forças, bacharéis e tecnólogos, no sentido de atender a nossa população idosa que necessita e aumenta a cada dia. Por outro lado, eu não posso deixar de dizer que os anos que a gente estuda mais no bacharelado fazem diferença sim. O fato do curso ser presencial e ter laboratório e ter a USP sessenta mais ou a universidade aberta a terceira idade como é o caso lá da UFSCar, e ter iniciação científica e ter intercâmbio e ter empresa júnior e ter uma série de outras atividades que enriquecem a vida acadêmica do bacharelado, faz diferença. Então a minha defesa é que nós tenhamos mais cursos de bacharelado presenciais no Brasil, e pra isso gente entende que a regulamentação da profissão é importante e imprescindível. Muito obrigado. Obrigada. Agora é doutor Wilson e próxima que já fica aqui Cláudia Alves, por favor. Boa tarde a todos e todas Boa tarde. Eu primeiro quero parabenizar pela condição dos trabalhos, pelas falas bastante qualificadas que acho que vão fortalecer durante todo o processo da a elaboração do relatório. E que aqui já vou declarar favorável à regulamentação da profissão de gerontólogo com as especificidades que tem. Eu queria rapidamente fazer alguns destaques, a começar do meu lugar de fala, eu sou professor da Universidade Federal de São Carlos, tenho atuado há quinze anos e lá eu tenho a tenho vivido a minha transição, né, e a minha entrada no envelhecimento. Então, para além das evidências acadêmicas, fica aqui na primeira pessoa também a defesa dessa profissão porque a gente percebe todo o diferencial que faz. Quando nós vemos os jovens, né, que foram os nossos estudantes ocupando esses lugares, é motivo de grande orgulho e não posso deixar aqui de relatar, para além da dos colegas aqui presentes. Mas, é, e muito rapidamente, eu queria ainda destacar a sensibilidade do senador Paulo Paim por ocasião da proposição deste deste deste projeto lei. Paulo Paim ele tem histórico dentro da nossa saúde, quem é da militância do Sul sabe do que eu li ar eu estou falando, nas questões da saúde mental e todas as outras ações. Então, com muita sensibilidade, né, a gente tem esse processo. E eu não posso, não vou me alongar pelo tempo, mas obviamente eu queria ainda registrar que são fundamentais algumas ações. Primeiro, né, tudo conosco. Então aqui nós temos segmentos da sociedade civil organizada participando desse projeto e apoiando esta causa. E não sou eu dizendo, somos nós, a sociedade brasileira organizada que vem trazendo a necessidade do reconhecimento dessa profissão. Uma segunda questão que foi muito bem colocada é sobre a questão da formação presencial do profissional de saúde. O que reivindicamos neste momento é que o gerontólogo seja reconhecido entre as categorias. E por que risco, né? Infelizmente 000 Paulo não está conosco nesse momento, mas fica todo o registro aqui, o risco é que nós temos SUS comprometido ao final do curso da vida. Eu acho que esse é risco quando a gente olha para esse processo. E nós não podemos correr esse risco. O ano de dois mil e vinte, com a pandemia, a LDB, né, pra que essa discussão ela seja técnica, jurídica e politicamente qualificada no que diz respeito ao tecnólogo e ao bacharel. Isso está muito claro pela nossa legislação, eu não vou dedicar aqui mais tempo. E aí eu não posso também me furtar, né, de perguntar, o que é que nós temos desses projetos informativos? Na relação entre o público e o privado, né. Então é importante que a gente olhe que se infelizmente nas universidades públicas nós ainda temos uma pequena oferta de de de vagas, ao meu tempo, é a pequena oferta de vagas, a iniciativa privada cresce, ótimo e precisamos também dessa parceria, mas há especificidade nas duas dos dois níveis de formação e que peço que esse processo seja reconhecido. Interprezado do SUS. Obrigada. Boa tarde, estou rouca, espero que eu consiga falar. Eu sou a Cláudia, sou do Rio de Janeiro, sou tecnóloga, tenho minha primeira formação foi em pedagogia presencial, e eu queria falar sobre unir. Eu queria falar sobre os cursos superior EAD, que foi uma oportunidade de democratizar a o estudo superior, que nunca foi acessível pra todo mundo. Eu cursei o tecnólogo com sessenta anos, através de curso EAD, eu atuo com pessoas idosas há mais de oito anos. Eu não fiz estágio, mas eu trabalho com idosos há mais de dez anos. E eu fico muito feliz de ver jovens entrando nessa profissão, e eu só queria entender qual o problema do EAD, se médicos, psicólogos, vários profissionais da área de saúde estão na telemedicina que foi uma oportunidade que aconteceu através da pandemia. Hoje em dia tem pessoas idosas que não conseguem se deslocar até uma unidade de saúde, e podem ser beneficiada com a telemedicina. Eu gostaria de perguntar, se quantos bacharelados estão pelo Brasil, presencialmente? Todos que vocês citaram, eles estão presencialmente? Será? A pessoa que faz o curso de tecnólogo em gerontologia através de curso EAD, ela está pelo Brasil inteiro, até fora do Brasil. Então, eu queria só ter oportunidade pra a gente pensar na pessoa idosa, que é a principal. É o motivo disso aqui, é a pessoa idosa. Eu queria pensar em bacharelado, tecnólogo, quem pode quem não pode, eu acho que o interesse maior é da pessoa idosa. Só isso obrigada. Obrigada a Rogério Gomes agora e o próximo é Josimar, já fica aqui pertinho e a Gabriela. É primeiro eu quero agradecer a companheira. Você falou o que precisava falar. O que interessa é a pessoa idosa. É isso que interessa. Eu não sou da área, eu sou gestor público. E a gente já vem conversando há muito tempo com muitas pessoas a respeito da necessidade de ter pessoas interessadas no idoso. O que apareceu durante muito tempo, e nos últimos tempos, foram alguns oportunistas, e eu falo isso como algumas gestões. Nós temos uma política por exemplo no município de São Paulo, onde aqui nós somos mais de dois milhões, sessenta a mais, onde a política aqui é B, bolo, bingo e baile. O idoso precisa de moradia, o idoso precisa de saúde, o idoso precisa de educação, o idoso precisa de ciência, o idoso precisa de outras coisas que não são só, eu vou passar o pano e vou passar a mão na cabeça. Existe compromisso Já existe compromisso do précandidato Boulos, a gente construiu grupo, de ele formar uma secretaria do idoso, no município de São Paulo. Já é compromisso. Lindo. Por que que isso é importante? Porque a gente precisa ter não só política pública. A gente precisa ter outra coisa precisa ter dinheiro. Porque a maior parte das pessoas que podem ter acesso por exemplo a profissionais com você, com vocês, infelizmente infelizmente, ele é o setor privado. E quanta gente está na rua, quanta gente que não tem acesso a esse tipo de serviço, como é que ele vai gente que não tem acesso a esse tipo de serviço, como é que ele vai chegar lá se não tiver no serviço público? Então eu quero só alertar isso pra vocês, precisa de dinheiro, precisa estar no orçamento. Se você não cumpre orçamento, você não vai chegar na população. E outro alerta que eu quero levar para vocês, a partir de cinquenta anos. Já começa o problema de sessenta a mais. Ele já não tem mais trabalho, ele já está com com problema financeiro, ele já começa a ter problemas de saúde, quando ele se chegar nos sessenta a mais tudo já acabou. Mercado trabalho não absorve, ele fica sem renda, o que ele ganha não é o suficiente, que eu vou eu vou lembrar de vocês, a pandemia, na pandemia, a maior parte dos idosos Sim. Companheira, trinta e cinco por cento da população era responsável pela pelo dinheiro dentro da família. Então é isso que a gente precisa lembrar. O importante é o que a companheira falou, é o idoso. É nele que a gente precisa pensar. Obrigada Obrigada. Por que alongar no tempo. Gente, não ignore a minha musiquinha beleza? Não ignore. Obrigada agora vai ser o Josimar, em seguida a Gabriela e já vou pedir pro Neymar ficar pertinho. Bom boa tarde, boa tarde a todos. Eu sou o Josimar Tadeu, sou aluno há dois anos do curso aqui da EASH USP Leste, já passei fazendo dentro da grade, gerações. Também participei da gerontologia educacional, e o que mais chama atenção é o Iura Ritmo, né, que eu aprendi a conviver. Eu sou apenas menininho que tem treze anos, e o ano que vem eu já tenho liberdade pra poder assistir Beledjour. Então eu gostaria que vocês soubessem, e, nesse congresso, que está sendo realizado começou hoje às nove horas da manhã, o terceiro encontro continental de estudos afrolatino americanos, que é justamente feito pela USP e pela próreitoria de inclusão e pertencimento. Lá está sendo discutido envelhecimento dentro das roda de conversa e dos painéis, já se discute isso dentro da comunidade pretos e pretas. E eu pergunto, gerontologia, o que a gente vê aí fora, é pra branquitude. Eu como representante dum movimento negro unificado, eu acho que a gente tem que pensar também nos excluídos, né? Na periferia. A gente sabe muito bem que hoje os negros se discute memórias erosas dentro da comunidade, dentro dos terreiros, nas escolas de samba. E aonde entra a gerotologia? Então, foi citado aqui, várias entidades educacionais, que seja do terceiro grau ou de segundo grau. Mas é preciso aproximar mais da comunidade preta. A importância disso tudo é que leva a nossa história, porque senão vai ser mais apagamento. Obrigada agora é a Gabriela, e em seguida Lima. Boa tarde a todos, a todas e todas. Eu sou aluna da Universidade Federal de São Carlos. Eu venho aqui brevemente só elucidar duas coisas que, primeiro o que que torna curso de graduação ser uma graduação, ser bacharelado? Então segundo a Conselho Nacional de Educação, resolução número dois, duas mil e quatrocentas horas curriculares no mínimo. O tecnólogo são mil e oitocentas horas, então a gente tem no Ministério da Educação falando o que é bacharelado e o que que é tecnólogo. Nós estamos aqui como futuros bacharéis de gerontologia, nós não queremos desmerecer nenhuma profissão, não queremos desqualificar nenhuma profissão já existente, nós queremos que regularmente que fale o que que são nossas atribuições, o que que é a nossa competência como bacharéis e odontologia, nós não queremos tirar o que que é o tecnólogo. A gente quer que terminamos conselho regulamentador da nossa profissão, porque a pessoa idosa é importante é muito importante é o nosso estudo sem eles nós não estudamos nós não temos objeto de estudo. Nós queremos a qualidade queremos trazer o atendimento de qualidade para as pessoas idosas. Queremos que eles sejam entendidos como singulares como pessoas em sua própria singularidade em sua própria pessoa, então nós não queremos desmerecer desqualificar o tecnólogo, nós queremos conselho regulamentador da profissão de gerontólogo, nós temos a ABG, mas nós precisamos de conselho que vá regularizar que vá ver o que a gente está fazendo, que vá ver como nós tratamos os nossos pacientes os nossos usuários usuários do SUS, vocês, população em geral, que elege todos os governantes, Nós teremos atendimento de qualidade, e pra isso é necessário o bacharelado em gerontologia, que atualmente só é regulamentado no MEC como a professora doutora Karina falou, a UFSCar e a eache nós temos online sim, mas para atender pessoas nós precisamos de contato com pessoas, não adianta nada a gente ter no papel e a gente não ter o cara a cara, então eu quero agradecer espaço de fala e dizer é importante regulamentar sim baixarei e futuramente os tecnólogos. Todos nós temos espaço no mercado de trabalho. A gente vive num Brasil muito grande, pra ter essa briga de tecnólogo, é tecnólogo é gerontólogo é gerontólogo sim, vocês estudam para parcialmente que nós estudamos, mas nós temos duas mil e quatrocentas horas mínimas e práticas profissionais para lidar com pessoas. Eu agradeço. Obrigado Gabriela. Agora o próximo é o Lima e em seguida eu peço pra Tatiane, está aqui perto, e o microfone já leva ali pra mim pra doutora Rosa. Eu sou Lima, sou USP sessenta mais, Gostaria de registrar a presença da professora Eva Betini, expresidente da ABG. Nossa atual conselheira executiva. E nossa atual conselheira executiva? Como se faz para frequentar a USP sessenta a mais? É fácil, é só você ter chegado a quarta fase da vida, convida ter tesão para aprender, a mesma tesão que tem o gerantólogo, para aprender e conhecer o novo e às vezes nem tão novo é. Você será bemvindo e se tornará fruto do meio. Curtir mais o menos que falta faz toda a diferença. Que que eu estava falando mesmo? Obrigada Lima. Tatiane está aqui e a Rosinha e depois da doutora Rosa a doutora Thaís. Boa tarde à mesa, boa tarde a todos presentes e online. Meu nome é Tatiane Andrade, sou da diretoria da ABG, mas hoje eu vou falar como aluna de escola pública. Eu sou, uma pessoa que nasci e vivi na região leste aqui de São Paulo, sou aluna de escola pública desde o meu prézinho lá da Erondina de noventa e dois e tive essa oportunidade de ser da primeira turma de gerontologia da USP. E essa oportunidade veio com muito suor deputada, por quê? Meus pais eles não tiveram a oportunidade que eu tive de ensino superior de qualidade, meus pais, minha mãe nordestina, meu pai é do interior de São Paulo, vieram pra cá pra São Paulo muito cedo trabalhar como empregada doméstica em Grashat no centro de São Paulo, e sempre me deram direcionamento que era a valorização da educação, e isso eu levei pra minha vida, e por isso eu estou aqui, eu não estou defendendo uma categoria profissional, eu estou defendendo a qualidade da educação pública, eu estou defendendo aqui os bacharéis em gerontologia estão defendendo aqui a qualidade da educação pública neste país, a qualidade da educação na área da saúde, a educação não presencial na área da saúde, os conselhos de classe são contras, o ministério da saúde já trouxe aqui pra gente. A gente não pode, não tem como, você atender uma pessoa tendo uma formação EAD, não tem como, não tem como, formação EAD, os médicos são presenciais. Eles atende por telemedicina mas a formação deles são presenciais com estágios, e isso que nós defendemos aqui, porque eu desde pequena, eu desde pequena, Fui ensinada educação que vai mudar este país e a educação mudou minha vida quando entrei nessa Universidade quando eu me formei sendo a única pessoa da minha família com ensino superior e tendo mestrado aqui, nesta universidade também. Então, nós pensamos sim na pessoa idosa, e nós pensamos sim nas universidades públicas, e damos é clamor deputada e todos deputados da comissão de saúde. Precisamos aumentar o número de bacharelado e gerontologia nas universidades federais aqui do nosso país nas universidades públicas do nosso país, a gente não pode deixar que o bacharelado de gerontologia seja. Igualitário ao tecnólogo que é NAD não podemos e isso é clamor que a gente tá aqui porque nós pensamos na qualidade da assistência prestada e nós pensamos na qualidade da educação na área da saúde, não é coisa de categoria é pensando na educação porque quando nós saímos da universidade pública é disso que a gente aprende aqui dentro educação de qualidade e qualidade na assistência aos nossos pacientes aos nossos idosos. Muito obrigada. Obrigada, Tatiane. Agora Doutora Rosinha. Olá boa tarde a todos. Infelizmente eu não posso ir aí. Eu tive problema no joelho. Eu nunca tive isso. Não estou conseguindo andar. Né? Meu marido está vindo buscar pra gente ir pro hospital. Mas eu gostaria de deixar registrado aqui que que o bacharelado em gerontologia desde que o PL foi criado tá? Ele o bacharel é chamado de gerontólogo. Depois de anos foi, então, apensado o PL dos tecnólogos, tá? Eu acho que a gente tem que ter orgulho na nossa formação, né? Se eu sou enfermeira, se tu tem orgulho de ser enfermeira. Se eu sou tecnóloga, eu tenho que ter orgulho de ser tecnólogo. E se eu sou gerontóloga, bacharel em gerontologia, eu tenho que ter orgulho, né, da da da escola que eu formei, né. E eu gostaria também de registrar aqui que várias universidades públicas estão esperando essa regulamentação pra criarem o bacharelado em gerontologia. Nós podemos citar Manaus, Paraíba, Brasília, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e outros que já nos visitaram aqui. Tá? Com sonho de criar bacharelado em gerontologia. Todo o nosso respeito aos tecnólogos em gerontologia vocês terão trabalho é como todos falaram aqui né? Lucas falou aqui com toda propriedade, nós todos iremos trabalhar. E, já que, o PL de vocês foi apunsado ao nosso, vamos juntos regulamentar essa profissão. Obrigada. Agora a próxima é a doutora Thaís em seguida já peço pra doutora Beatriz fica aqui pertinho. Boa tarde a todos, agradeço à deputada pela iniciativa. Eu vim trazer na verdade uma colocação, mas num contexto histórico pra ciência da deputada, de todos que estão aqui presentes, que o projeto de lei que regulamenta a profissão do gerontólogo bacharel em gerontologia, primeiramente ele nasceu no ano de dois mil e nove. Muitas pessoas não sabem, mas ele foi fruto da de grupo de trabalho, composto por egressos aqui da USP Leste, formados pela primeira e pela segunda turma, que se reuniam num escritório de advocacia de uma uma das diretoras da associação brasileira de gerontologia, e nesse escritório, né, não pagávamos aluguel porque não tínhamos condições. A gente fazia encontros semanais todo sábado, estudávamos todos os projetos de lei, né, como nasceram as regulamentações das profissões. Então, quando nós nos reuníamos, a gente tentava entender como eles destacavam a atuação de bacharelado. O projeto chegou até o senador Paulo Paim, até é importante saberem, por iniciativa da ABG, que o contatou apresentando a redação de projeto, e que treze, ele então foi fruto de reuniões e e do que a gente via que acontecia na prática do bacharelado em gerontologia. Também nos baseamos, como eu disse, na leitura de todos os conselhos de classe da área da saúde. Então o projeto não surgiu de repente, ele é fruto de grupos de trabalho desde dois mil e nove. Eu também gostaria de destacar que o bacharelado em gerontologia, ele apresenta código de ética, que também foi fruto de diversos grupos de trabalho que nós realizamos desde o ano de dois mil e nove. E nesse código de ética, a gente pauta as condutas éticas do bacharel em gerontologia pra trabalhar seres humanos e também pra trabalhar com a equipe multidisciplinar da área da saúde. Queria destacar também, tanto como gerontóloga como docente do curso de bacharelado em gerontologia, que vimos muitos processos de transição de políticas públicas no estado de São Paulo, em outros estados decorrente da atuação de gerontólogos. E aqui no estado, muitos gerontólogos contribuíram pra que cidades tivessem o selo de cidade amiga da pessoa idosa. Municípios como São Caetano do Sul, Diadema, municípios como Araraquara. Então a gente tem histórico de transição de políticas públicas no estado de São Paulo. O bacharelado em gerontologia, da Universidade de São Paulo, tem mil e duzentas horas de estágios curriculares, e eu queria finalizar dizendo que esses essas mil e duzentas horas, são em serviços do Sistema Único de Saúde, do Sistema Único de Assistência Social, e nos diferentes níveis de atenção. São obrigatórios obrigatórios. Então tornam o profissional diferenciado nas suas competências, de forma que é impossível nivelar tecnólogo em gerontologia com uma carga horária diferenciada, e com uma ênfase diferente na gerontologia que acaba sendo dos recortes que acaba sendo adotado. E por fim, eu queria dizer que o gerontólogo, além de atuar com uma pessoa idosa, o bacharel é formado pra atuar no ciclo vital. Então o gerontólogo não tem como ênfase apenas a pessoa idosa. Os bacharéis em gerontologia eles têm embasamento pra atuar em todas as fases da vida. Esse é outro diferencial do tecnólogo em gerontologia. Então não são os mesmos profissionais Obrigada. Obrigada. Doutora Beatriz Eva Paulo, são os três últimos, mas o nosso professor Maicon ele tem, horário do ônibus que ele vai voltar pra Campinas. Então eu estou passando pra ele se despedir, né, e as suas considerações finais e volto já com vocês, tá bom? Obrigada, eu queria agradecer mais uma vez a presença de todos aqui, agradecendo a deputada pela oportunidade da gente estar tendo essa discussão, né, agradecer todos vocês, a parceria de mesa aqui hoje presente, em toda a nossa discussão e reforçar mais uma vez, né, acho que tudo que foi dito aqui, tem diferença sim entre o bacharel e gerontologia e o tecnólogo, né, a gente consegue ver isso tanto pela grade da formação, quanto pela a nossa participação em estágios curriculares, como a a Thaís bem reforçou aqui a respeito das nossas diferenças entre na a entre as práticas de estágio né, os ciclos que a gente passa, né, seja na atenção básica, na especialidade, entre outros setores né, SUS, privado. Então gente tem esse conhecimento, a gente não desmerece de forma alguma a formação do tecnólogo, o que a gente reforça de fato é que existem essas diferenças e que elas têm que ser pontuadas, né. Então aqui mais uma vez reitero meu agradecimento, muito obrigado a todos. Muito obrigada, obrigada pela disposição, boa viagem, e a gente aqui caminha agora com a doutora Eva, que eu descobri Beatriz. Beatriz desculpa, que eu já descobri sobre a relação de como que é que você falou das. Infesado. Mais uma vez boa tarde a todos gostaria de agradecer novamente a presença da deputada entre nós a oportunidade da gente estar podendo falar, né? Isso é muito importante pra nossa sociedade, nós brasileiros temos que ter mais momentos dessas oportunidades. Também sou, né, Também sou, né, uma estudante que venho de escola pública, né, e hoje com muito orgulho eu falo, sou aluna USP porque a gente nunca para de estudar, e essa Universidade traz muitas oportunidades pra gente, né? Como enfermeira de formação, defendo o SUS de carteirinha, estou aqui porque eu acredito nesse profissional gerontólogo. Quando vim pra cá eu tinha aproximadamente vinte anos de hospital universitário e foi perguntado na minha seleção, mas você depois de tanto tempo tendo uma estabilidade já dentro do hospital, o que você vem fazer aqui? Eu vim porque eu devo uma satisfação pra pra sociedade brasileira, tudo o estudo que eu tenho foi estudo gratuito que vocês, os pais de vocês pagaram impostos, e eu estou aqui formada ajudando a formar os melhores profissionais gerontólogos desse país, Então eu não quero me estender muito porque assim, existe diferença sim o gerontólogo do tecnólogo, a venho assim somar a minha fala que a professora Rosa já falou, o que o Lucas já falou, nós não queremos briga com ninguém, cada atuando na sua competência, é isso que interessa pra gente, tá? E também gostaria deputada, o doutor Paulo, né, de que vocês sejam cuidados como eu quero ser cuidada por gerontólogos, muito obrigada pela oportunidade. Obrigada professora. Agora é o Paulo, do a doutora desculpa a doutora Eva desculpa, pode pra gente, hein? Desculpa. Oi pessoal, boa tarde todo mundo. Boa tarde Lima, meu fã hein? Depois a gente paga o cachê, tá bom? Bom deputada, eu gostaria só uma coisa muito importante, nós temos que pensar na hora de fazer esse relatório, que nós estamos regulamentando a profissão de profissional que saiu do ensino médio e fez o tecnólogo, tecnologia e gerotologia. Não uma pessoa que tinha outras profissões e foi fazer o curso. É diferente porque eles quando eles se apresentam, eles falam eu sei fazer isso, aquilo, aquilo, mas eram fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, psicólogos, pedagogos, ou administradores de empresas, monte de outras áreas, que foram fazer o curso de tecnólogo, então eles vão, é como se fosse uma segunda graduação, uma uma especialização, é uma pósgraduação, é diferente, eu quero pegar aluno de ensino médio, que fez o tecnólogo no no último semestre, e pegar gerontólogo que esteja no último semestre e no quarto ano, colocar os dois e falar onde vocês podem trabalhar? Eu quero ver como é que eles vão falar. Não tem como falar, porque a gente, pois os estágios, os estágios fizeram a esse esse conhecimento da gente pela pela sociedade. Então isso é muito importante, nós estamos regulamentando a profissão de uma pessoa que fez curso de de graduação, mas quando ele acabou esse curso, não como uma pósgraduação, tá? Essa era o primeiro, a Thaís falou, a doutora Thaís falou sobre o projeto de lei, nossa nossa história né do do projeto de lei, eu gostaria de falar pouquinho da CBO também. Porque todos eles quando veem a CBO, leem CBO a classificação brasileira de ocupações, e fala ah isso eu também sei fazer, isso eu também sei fazer. Só que é o seguinte, quando a gente vai construir a CBO, nós é que construímos a ABG, construiu, com o Ministério do Trabalho e com o IPEA, Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas. Eles sabatinam as pessoas que estão no mercado e aí eles constroem a CBO. Não é o que eu estudei, o que eu estudei vale, mas é onde eu estou trabalhando. Então, a CBO é a é a é o é o quadro dos dez profissionais que nós levamos lá no Ministério do Trabalho e eles já estavam trabalhando e atuando, e criamos aquela CBO, nos encaixamos naquela CBO treze doze vinte, que vocês viram aqui falar. Isso é importante pra deputada saber também, né? A outra coisa é que, alguém da da, uma das pessoas defendeu a questão dos dos tecnólogos falou do catálogo de do do ensino superior em tecnologia, né? Saiu uma edição em dois mil e vinte e quatro, e o tecnológico em gerontologia não consta, então a gente saiu, estava no no anterior e saiu, só pra não não, como é que fala, não me alongar mais, eu gostaria de dizer porque o tecnólogo nunca é o nome do bacharel, teria ser em gerontologia social, em biogeniotologia ou em pserontologia, isso causa uma certa confusão, porque na verdade é uma especialidade dentro de uma área grande que é o bacharelado, o bacharelado é o generalista de todas as disciplinas, e o tecnólogo é especialista em uma das partes dessa grande disciplina, está bom? Obrigada. Boa tarde a todas e todas, sou Paulo do movimento popular de saúde aqui da zona leste, e a Vanilda citou mas eu não posso deixar de citar novamente, nosso saudoso padre Ticão, que juntos aqui estivemos na construção dessa nossa USP não é? Mas, mais uma reflexão no meu caso que sou tanto quanto leigo né, em termos de gerontologia, mais tanto quanto necessitado das pessoas que fizeram esse curso, né, e que seja aprovado. Eu não sei por que, mas eu só não mostro 000 dedo da raiva que eu sinto, né, pra não faltar com respeito. Mas parece que tudo que é voltado a nós pessoas idosas, parece que é muito dificultoso, desde dois mil e dezessete, que está lá, e não quero nem citar no governo que ele deu entrada, porque era antisocial e nós sabemos muito bem disso, né. E espero e parabenizo a deputada Juliana Cardoso por desenterrar esse PL e vamos fazer força, né, pra não acontecer o que o Paulo estava falando, o doutor Paulo falando, o que aconteceu lá atrás na criação do SUS com os médicos sanitarista. Porque parece que tudo emperra quando é pra nós pessoas idosas. Haja visto o que acontece lá no Grande Conselho do Idoso, que tem uma representante que está lá, sabe muito bem o que acontece a nível municipal aqui, e a nível de estado então nem se compara, né, as necessidades que a gente sabe enquanto conselheiro municipal a gente sabe que acontece. Então vamos torcer, Juliana, pra que você consiga esse objetivo que vai beneficiar, porque já fazem três, sete anos praticamente que está lá parado, né, quantas pessoas que poderiam ter sido salvas, né, principalmente o período crítico da pandemia, não o foram por conta de uma política, né, de governo que não nos interessa. Nós queremos uma política de estado que seja implantado, e as correções que haverão de acontecer, obviamente, né, e que passe pra ética da do do do da própria associação do sindicato e assim por diante. Mas faço votos e torço para que isso aconteça. Meios nós temos né, como Lucas e esposa aí no Cohab, meios nós temos, falta, não falta vontade política por parte da nobre vereadora, né, Da deputada desculpe, né? Julie, que a gente vem de uma de longa data então a gente não se acostuma ainda, mas vamos torcer e o que tiver ao nosso alcance do no alcance do movimento popular de saúde da zona leste, nós vamos estar junto com vocês e gerantórias, está bom? Bom, pessoal, todo mundo assinou a lista de presença? Sim, não? Então quem não assinou pega aqui pra mim por favor, pra poder assinar e deixar registrado. Olha, as considerações finais a gente vai conceder a palavra para os nossos convidados que eu também vou pedir a gentileza de ser três minutinhos né para que a gente consiga aí aqui para os finalmente Tá bom então vou começar aqui na ordem com a professora. Obrigada pela presença. Obrigada. Queria ressaltar alguns pontos importantes. Não há, na história desse país, equiparidade entre duas profissões de ensino superior sendo bacharel e tecnólogo. Por que isso tem que acontecer na área da gerontologia? A gente respeita as duas profissões, mas elas têm competências diferentes e vão trabalhar juntos sim, mas não há equidade em nenhum outro ou em nenhuma outra profissão, e nenhum catálogo de tecnólogo, por que isso na área de gerontologia? Eu acho que está posto que aqui todo mundo defende a pessoa idosa, mas a gente precisa defender dentro da qualidade da formação. Não, o Arnaldo deixou muito claro que a gente não tem equiparidade de toda a profissão de bacharel com uma formação de tecnólogo, isso não pode ser negado pelas as outras instituições de ensino. Que bom que a gente tem novos cursos, que esses cursos ativos formam turma, que é isso que a gente não tem, né, a USP e a UFSCar, eu acho que está posto, eu não preciso dizer da importância da defesa pela qualidade do ensino, isso é responsabilidade nossa como docente, não é possível que a gente ache que pelo número epidemiológicos da pessoa idosa, que a gente tem que entrar em detrimento da qualidade de assistência e formação desses profissionais que vão assistir a pessoa idosa. Se fosse assim, porque então com o número baixo de geriatras que a gente tem, com o número baixo de qualificação dos outros profissionais, todos os conselhos da área da saúde votam inclusive o conselho da saúde coletiva, porque está dentro da portaria, que para a área da saúde a gente não pode ter curso é EAD. Isso é uma portaria de dois mil e vinte e três. Então eu acho que os nobres colegas que formam o tecnólogo o qual a gente já deixou claro aqui em todas as falas o respeito a formação precisam avaliar que não pode ser equiparado. Os cursos são diferentes as matrizes curriculares são diferentes, a carga horária é diferente. Então a gente precisa ver a quem realmente interessa. Será que é a pessoa idosa trinta e oito mil vagas anuais? Eu deixo aqui uma reflexão pra gente. Será que realmente a qualidade de assistência à pessoa idosa, trinta pagas, trinta e trinta e oito mil vagas anuais pagas. Então eu acho que a gente tem muito que avançar, a gente tem uma defesa desses cursos nessas instituições públicas que não deixa a mínima dúvida de que a gente defende pessoa idosa, que a gente defende uma assistência diferenciada e que a gente quer envelhecimento digno no país. Isso precisa ser levado em consideração, senão todos os outros conselhos de saúde vão estar errados, vão estar equivocados. Então é preciso que a gente reveja competências de cada uma das profissões e só assim a gente vai poder trabalhar junto de forma harmoniosa e realmente em prol da pessoa idosa. Obrigada. Bom gente muito obrigado aí pela oportunidade mais uma vez deputada e todos vocês com sua presença aqui em online, eu queria acrescentar o que a professora Karina fala no seguinte sentido, a regulamentação dos profissionais é urgente, é urgente pra população idosa, é urgente de todos os profissionais, gerontólogos e tecnólogos em gerontologia, é urgente. Só que aqui nós estamos debatendo a regulamentação da gerontologia, dos profissionais gerontólicos. Isso acho que até pelo que a professora Thaís falou, agora pouco, esse PL é da gerontologia dos gerontólogos. Então existe dentro desse processo a entrada dos tecnólogos tentando agilizar o processo só que infelizmente são profissões diferentes, são matrizes curriculares diferentes, são número de horas diferentes, são perspectivas de formação diferentes. Todos os profissionais, num diversos níveis, são importantes pra população idosa, mas pra garantir a qualidade, cada quim deve se basear naquilo que está sendo formado, e ser reconhecido como tal. Então, eu acho que o caminho que cabe à à Câmara, e a gente faz essa esse chamado, é regulamentar a profissão do gerontólogo, que somente é o bacharel em gerontologia. Não existe profissional de chamado gerontólogo que não faça bacharelado de gerontologia. Os tecnólogos são super importantes e é necessário que haja PL pra isso. PL necessário e separado pra esse ponto. Mas a gerontologia, é como campo de conhecimento, a população idosa como necessidade de tempo profissional qualificado pra essa pra essa, pra esse objeto né, a gente precisa então, fazer chamado aos nossos representantes dentro da câmara a apoiarem a regulamentação da do do profissional gerontólogo, do gerontólogo bacharel e pedir as as profissionais né, tecnólogos fazerem PL pra reconhecer de maneira urgente justamente a a profissão, porque todas né, todas as profissões são importantes e cada quem tem que fazer a sua formação e sua reconhecimento dentro daquilo que foi formado. Então eu acho que esse é uma uma chamado né, AAA todas as que esse PL vai percorrer ao longo da da da sua aprovação, pra que isso se é respeitado e não por uma questão de de classe profissional, mas pela questão de ter uma melhor qualidade e adequada à necessidade da população idosa pra termos no futuro Brasil cada vez mais com esse idosos e assidosas, tendo realmente o respeito e a dignidade que merecem pro pro pro final da vida. Dedé, é isso que eu queria trazer aqui como reflexão pra todos e agradecer mais uma vez a oportunidade de poder falar aqui o nome do curso de odontologia da Muito obrigada. E aí depois você põe o eles. Você quer falar? Tá. A gente está aqui com a Cristiane Isso. E Ok Cristiane. Eu queria primeiro agradecer a oportunidade né, desse espaço tão democrático equânime e onde a gente está discutindo assunto tão relevante e deixar claro que a gente não quer se igualar ao bacharel. O que a gente está lutando o tempo todo na câmara aguerridamente é pelo fato da diminuição de atribuições pra gente. Eu não eu tenho orgulho de ser tecnológica em gerontologia, bemestar e educação. Eu me eu busquei essa formação por paixão, por vocação e por por vontade própria. Então assim, não é, a gente não quer pegar a profissão de vocês ficar igual ao bacharel não é isso mas precisa de se avaliar esse projeto de lei que a gente não entrou nele forçando barra fomos incluídos democraticamente e temos esse esse essa prerrogativa de também estar sendo avaliado aí só pra avaliação dos artigos e das nossas atribuições. É isso que a gente tá querendo chamar atenção da senhora deputada e dos demais parlamentares da comissão de saúde. A equiparação realmente não tem, não tem como se igualar, nós temos orgulho de do que nós nos formamos, nós só pedimos que ore com com carinho por favor os artigos e as atribuições pra que esse pra que todos que estão trabalhando consigam trabalhar honestamente e não cometer o exercício ilegal da lei e não queixar desassistidos idosos e famílias que já contam com esse atendimento. Muito obrigada, boa tarde a todos. Obrigada. A gente também está aqui que também vai falar que é a Kátia. O que que eu queria dizer né? Eu sou graduada, no tecnólogo, é minha segunda graduação tecnólogo, a minha primeira graduação foi numa universidade pública num curso de bacharelado. Mas é fui pro tecnólogo por vocação. Por gostar do que eu faço, né? E tenho que concordar com a colega lá que ela fala das trinta e oito mil vagas que eu também citei estado no emec não não saiu da minha cabeça está lá no site é cabe ao MEC fazer a regulação dessas universidades e desses cursos né? Não cabe a mim questionar a quantidade de vagas ofertadas, cabe ao MEC essa fiscalização, né? Eu venho de uma universidade tecnóloga, que foi reconhecido o curso agora recentemente com nota máxima do MEC inclusive. Bem como colocou a minha colega Cris, nós não estamos querendo nos equiparar aos bacharés, né, até porque em questão de graduação somos níveis superiores também, somos nível superior. Nós queremos é não ter diminuição das nossas competências. Eu sou muito capaz porque eu fui preparada, eu tive aula sobre avaliação gerontológica, eu posso fazer uma avaliação gerontológica. E isso no PL não está, por exemplo, incluso para tecnólogo, Gerantólogo, né? Eu posso fazer plano de ação gerontológica, eu fui preparada para isso eu tive disciplinas disso tive experiências disso também. Então é isso que a gente quer, né? A gente quer ser reconhecido como profissionais que somos, que estudamos, que nos preparamos pra isso, e o PL, né, pode fazer a distinção das funções? Pode mas jamais nos diminuir e nos colocarem como não qualificados a fazer alguma coisa. Gratidão. Obrigada, Kátia, então agora eu não sei se AAA Cláudia tinha falado que ela tinha uma outra atividade, que ela não ia pegar poder ficar até o final então eu já passo pra pra sua considerações finais doutor Paulo? Sim obrigada senhora deputada, e, eu tive que me ausentar por alguns minutos devido a uma emergência com nossa diretoria, mas e eu ainda tive a chance de assistir em grande parte do debate, né? Então eu gostaria de de deixar vocês. À vontade para nos procurar se for o caso aqui do ministério, tá? O nosso departamento de gestão e regulação do trabalho em saúde está sempre aberto a receber. E vocês e conversar sobre todos os assuntos relativos. A gerontologia e as políticas públicas de saúde em geral, Eu gostaria de reforçar que o Conselho Nacional de Saúde né se reúne regularmente e acredito seria importante vocês levarem esse debate ao Conselho Nacional de Saúde em especial a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho desse conselho que se reúne de dois em dois meses, né? Ou seja, temos bastante espaço para debates ao longo do ano. Muito obrigado por sua atenção. Obrigada, aqui Paulo pela sua colaboração, isso vai nos ajudar muito também aí organizando debate né, o encaminhamento. Porque no final das contas, pra vocês entenderem que projetos de lei eles tramitam nas comissões né? Então quando chega pra próxima, por exemplo, que vai ser do trabalho, também vai ter uma relatoria numa avaliação específica né, da de se na relação do trabalho dessa regulamentação então cada comissão se passa e você vai ali construindo né essa articulação até chegar no plenário né? Então quero aqui também agradecer ao professor Miguel né, porque ele ajudou nessa articulação do local, da infraestrutura. Quero agradecer a Joanita. Joanita você consegue aparecer aí pras pessoas te conhecerem. Ela é maravilhosa gente, ela nos acompanha na comissão de saúde, não sei se ela consegue, ela quando ela pode vir, se consegue se se se desvincular pra vir com a gente né, até o estado ou qualquer outro lugar do Brasil ela também vai. Quero também agradecer, né, o 0 coordenador que é lá da comissão de saúde, que meu Deus esqueci o nome dele, o coordenador da comissão de saúde que está está com a Joanita. Vou lembrar e já vou falar. EAA Rosinha e os alunos gente que trouxeram café, então quando terminar aqui ali atrás vai ter coffee break pra gente poder se alimentar, né? E todos e todas que ajudaram até agora né, que foram por várias mãos, eu sempre construo aqui Kátia, e e Cristiane, uma uma sempre quando a gente vai fazer alguma atividade a a atividade coletiva então eu também estou super à disposição né pra escuta e a gente ir caminhando junto pra pra poder fazer as coisas agora então Obrigada. Quero passar pro professor pra poder aqui fazer esse finalização né, da nossa articulação professor Lucas. Bom, gostaria de finalizar agradecendo a presença de todo mundo, eu gostei muito de ver a participação ativa das pessoas idosas nesse momento né. Eu acho que de fato, é importante a gente entender que nós estamos fazendo isso sim, pela população idosa, pelo envelhecimento digno do Brasil, mas isso não diminui a necessidade de falarmos sobre qualidade. Estamos fazendo por pelas pessoas idosas, para as pessoas idosas e nós que estamos no processo de envelhecimento, mas uma coisa não anula a outra, a gente precisa abordar qualidade sim, né. Quantos mais casos de negligência profissional a gente precisa ter pra poder tomar atitudes acerca de processo formativo que não seja presencial pras pessoas da área da saúde? Quantas mortes mais, né. Quantos casos complexos a gente vê na mídia? Curso, né, completamente à distância, está me capacitando à mesma medida que curso presencial? No que se refere ao contato com o ser humano? E aqui eu estou falando, eu reforço o que a a professora Eva disse, ela trouxe para o debate algo que é essencial e até agora não tinha surgido. Eu estou falando daquele aluno de ensino médio, que saiu agora do ensino médio, tem dezessete, dezoito anos, e está indo para sua primeira graduação. Qual é a maturidade que essa pessoa traz? Como que uma formação atrás de tela consegue passar para pessoa essa capacidade, essa habilidade que nós desenvolvemos há dez, quinze anos atuando na prática, quando eu resolvo fazer uma segunda graduação, por exemplo, o tecnólogo em Gerontologia. A que a gente precisa debater, aquele profissional que as que saiu do ensino médio e se formou tecnólogo, né. Como que à distância dois anos eu tenho condições de de lidar com outro ser humano? Eu tenho, e aqui não cabe a mim o debate. O que me, ao que me cabe, né, é entender que as profissões são necessárias. A regulamentação é imprescindível, nós precisamos dessa regulamentação. O geronthobe, aqui eu falo pelos bacharéis, nós temos habilidades, as competências necessárias pra atuar no Sistema Único Saúde, nós precisamos que os gerontólogos ocupem os espaços públicos, nós precisamos de gerontólogos no SUS, no SUS, pra que a gente consiga cada vez mais. Estar no setor público, o privado já absorveu, o privado já absorveu, eles conseguem identificar os benefícios que a atuação do gerontólogo traz pro serviço dele. Nós queremos atuar com a população sim, com a população periférica, nós queremos atuar com a população com a população pobre, nós queremos atuar no contexto de trazer melhor envelhecimento digno para todos. E pra isso precisamos dessa regulamentação. É urgente essa regulamentação. E a gente não tem nenhum problema com os tecnólogos. Então a gente precisa ter muita cautela a interpretar algumas informações. A BG, ou os bacharéis de gerontologia, por exemplo, nunca diminuiu a atuação de nenhum outro profissional. Porque única e exclusivamente nos interessa a atuação do bacharel em gerontologia. É isso que a gente, é é isso que a gente quer regulamentação. Não, a gente gostaria de trabalhar junto em harmonia, em consonância com os outros profissionais, mas queremos regulamentar o bacharelado. A gente nunca, nunca, falou sobre diferença de salário. E isso é pauta, que outras classes trazem. Nós não falamos que queremos diferença de salário. Não. Nós queremos regulamentar o bacharel em gerontologia. É isso. Precisamos sim aprofundar esse debate com no que se refere à qualidade, tá bom? Mas reitero reitero o nosso compromisso aqui de AABG enquanto representação dos bacharéis, gostaríamos dessa regulamentação, com as devidas distinções, trabalharemos unidos dia com os tecnólogos e com os demais profissionais da saúde e agradeço por esse espaço e a presença de todo mundo, muito
Deputada
A Deputada agradece a presença de todos e explica o funcionamento da comissão de saúde, destacando o impacto da reforma tributária no calendário. Ela menciona a perda do chefe de gabinete e se compromete a dialogar sobre os indicativos levantados, propondo avançar nas discussões com o governo e na Câmara. Finaliza encerrando o seminário sobre a regulamentação dos gerontólogos.
