COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

5 nov. 2024 13:41 às 15:19

Sobre o Evento

Reunião sobre desenvolvimento sustentável da cajucultura brasileira, com participação de deputados e representantes de instituições.

#1
Deputado Danilo Forte
Danilo Forte

Deputado

Transcrição por IA

Boa tarde, declaro aberta esta reunião de audiência pública da comissão de desenvolvimento econômico, que tem como objetivo debater o desenvolvimento sustentável na cadeia do valor da cajucultura brasileira. A realização dessa reunião decorre da aprovação do requerimento 49 2024 de meia de iniciativa. Informo que a audiência está sendo transmitida pela página da câmara dos deputados e pelo YouTube. No canal oficial da câmara dos deputados. A composição da audiência. Para participar da audiência pública foram convidadas as senhoras e senhores aqui representados. Silvia Regina de Oliveira Bento, coordenadora geral da produção vegetal do Ministério da Agricultura Pecuária do MAPA. Silver Regina. Compartilhe aqui da mesa conosco. Verito de Melo, coordenador de formação e construção de conhecimento do Ministério do Zimetro Agrário e Agricultura Familiar, MDA, que participará por videoconferência. Gustavo Adolfo Pinto, chefe geral da Embrapa agroindústria tropical que participará por videoconferência. Fernando Portela, empregado da companhia nacional de abastecimento CONAB que representará como ouvinte. Bom Fernando Portela. Carlos Alberto Barreto, gerente de produtos e serviços do Banco do Nordeste do Brasil, que também participará por videoconferência. Sérgio da Silva, superintendente do Serviço Nacional de Apresidade Rural, Senar, que está presente por videoconferência. E Maurício de Souza, presidente executivo do Instituto Caju Brasil. Que deu Maurício? Antes de passar as exposições, desejo informar que as regras de condução dos trabalhos desta audiência pública, o convidado deverá limitarse ao tema em em debate. E disporá de 10 minutos para as suas preleções não podendo ser aparteados. As após as exposições serão aberto os debates e os deputados interessados em interpelar o palestrante deverão escreverse previamente e poderão fazêlo. Institamente sob o assunto da exposição. Pelo prazo de 3 minuto tendo o interpelado igual período para responder. Bem o que me motivou iniciativa de abrir essa audiência pública foi exatamente a preocupação com o setor da economia que já foi muito importante no meu estado, no estado do Ceará e que sempre teve papel na geração de emprego, na distribuição de renda e que o Brasil foi deixando de lado né? Esse importante segmento que pode nos dar conforto em relação a competitividade internacional. A castanha de caju né? O suco de caju pelo seu lado inclusive de nutricional, é de grande importância pra todos nós. E também do ponto de vista econômico o aproveitamento inclusive da madeira, da e todo o segmento vegetal da cajuicultura. Então diante disso e diante do momento de dificuldade apresentado por esse segmento industrial no estado do Ceará, Eu tive essa motivação até porque aqui já deixo 1 provocação para o debate em que nós muitas vezes perdemos oportunidades. Seja pela evolução tecnológica e aqui está a Embrapa representada e o Mistério de da convivência né? No semiárido né? Com novas tecnologias seja na parte empreendedora, né? De buscar fortalecer produto nacional e que tanto bem faz ao nosso país, seja na questão ambiental, na há espaço inclusive pra 1 política de reflorestamento a partir do caju, né? E esse debate é debate que eu já tentei levantar no estado sei lá e não tive a oportunidade de fazêlo na na no tamanho da necessidade local que isso se impõe. Isso aí também do ponto de vista do próprio valor de agregar e distribuir renda e aqui está o MDA e Agricultura Familiar, que poderão também nos ajudar muito nessa formatação, porque hoje praticamente a indústria do caju virou 1 pequena e 1 média indústria, né? Não tem mais aquelas indústrias com 5, 6000 funcionário. Como eu cheguei a ver lá no no interior do Ceará. Eu em Fortaleza mesmo e hoje o que a gente vê são pequenos empreendedores, pequenos produtores quase que de forma artesanal querendo dar sobrevida a essa atividade tão nobre. Então diante disso eu parabenizo já que já agradeço a participação de todos os palestrantes e que quando nós possamos sair daqui né? Convictos da importância desse segmento, não só pra economia, mas pra própria cultura e pra a inclusão social, principalmente no nordeste brasileiro. E por outro lado também, é que a gente possa sair daqui com desenho, né? Deputado Florentino, de políticas públicas capazes de reerguer, né? De retroalimentar esse segmento tão importante pra todos nós. Então não vamos dar início as exposições daqui dos nossos palestrantes e passo a palavra ao senhor Maurício de Souza do Instituto Caju Brasil. O senhor terá exatamente 10 minutos pra fazer a sua explanação.

0:006:34
05 de nov, 16:41
#2
Presidente Executivo - Instituto Caju Brasil Maurício de Sousa
Maurício de Sousa

Presidente Executivo - Instituto Caju Brasil

Transcrição por IA

Alô, boa tarde a todos, primeiramente queria através do presidente da comissão aqui, queria homenagear a todos os parlamentares presente e autoridades né? Queria aproveitar também a oportunidade pra agradecer o Danilo Forte, por ter pautado essa audiência pública que foi fundamental para discutir a Casa de Cultura, lembrando que a última audiência que aconteceu aqui nessa casa na Câmara dos Deputados foi em 2017, então já faz longo tempo, acho que é 1 grande oportunidade pra gente voltar a dialogar sobre o tema né? Queria também agradecer essa casa porque a gente através de ofícios, diálogos e conversas com muitos de vocês parlamentares a gente teve a oportunidade de conseguir colocar a castanha de caju, o caju fruta e o caju polpa na cesta básica nacional que pra gente é extremamente importante e até o próprio relator também da do projeto de lei no Senado, ele se colocou à disposição também para ouvir a gente e manter manter fortalecendo aí a caju de cultura no projeto e não ter retrocesso, que pra gente é extremamente importante até pra não gerar custos para esse produtor que já está sofrendo sérios problemas aí relacionado com com toda a questão né de de insumos enfim tudo que envolve aí a cadeia como todo né? Pra quem não conhece o instituto caju Brasil é 1 instituto que ele trabalha desde 2018 fomentando e desenvolvendo a caju cultura sustentável do Brasil como todo, e a gente tem base hoje no Ceará e atua no Brasil inteiro né? Mas principalmente aí no pós pandemia a gente começou a fazer trabalho muito forte principalmente aí no setor da gastronomia nutrição até áreas de desenvolvimento e tecnologia, mais pra frente eu vou explicar qual o contexto, porque a gente pensa da seguinte maneira, a gente precisa gerar oportunidades para esses produtores. Então por exemplo você está falando hoje no Brasil de mais de milhão de bares, então é preciso que a gente pante chefe de cozinha, bartenders, baristas, profissionais do setor pra que eles possam estar estimulando. A gente tem mais de 200000 nutricionistas, temos escolas por exemplo poderia fazer a inserção aí da caju cultura dentro da merenda escolar, já tivemos até a oportunidade de fazer diálogo aí com Camilo Santana através de ofício no Ministério da Educação, lembrando que o nosso estado Ceará né, em 2000 e tem projeto de lei de 2000 do do do exgovernador Tasso Jereisatti, aonde ele colocou o suco de caju na merenda escolar, infelizmente até hoje não foi não entrou com vigor em todos os municípios, porém existe alguns municípios que colocam derivados e é 1 forma também que seria extremamente interessante até pra poder chegar nesse pequeno produtor. Partindo do princípio que hoje a caju cultura como todo na verdade ela chega aí em em no principalmente nos estados do nordeste que são muito ali a caju cultura é extremamente adaptativa a questão do semiárdu, ela consegue produzir no período de entressafra e de outras culturas gerando renda e oportunidades. Se a gente pegar por exemplo o Ceará, dos 184 municípios, 153 municípios cearenses produzem né o caju então assim, no amarelo escolar ou numa compra governamental é 1 forma de você estar gerando ali possibilidades ali no até recentemente houve 1 audiência pública no Rio Grande do Norte e deputado estadual lá do estado ele colocou ele copal tom projeto de lei pra colocar na merenda escolar, nas compras hospitalares e de presídio derivados da cajucultura, então é importante a gente poder ter esses diálogos. 1 outra coisa também extremamente importante quando eu citei a questão da tecnologia, é que hoje principalmente nesse período pósguerra, Ucrânia e Rússia, a Europa está buscando muito alternativas para produtos na verdade de energia. E nós como instituto já recebeu muitas demandas por exemplo de procura da China, do Japão, da Polônia, da Hungria, de vários países atrás da utilização por exemplo do LCC que é o líquido da castanha de caju então empresas vieram atrás buscando. Você também tem por exemplo hoje na Universidade Federal do Ceará 1 pesquisa, vou até falar aqui pra não ter erro, a professora Valderez Rocha que era pesquisador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de processos biotecnológicos da FC que ela descobriu no Pendúnculo ou seja depois que você espremeu liberou o suco a cajuína e tem literalmente aquela biomassa ali quase sem uso ela pode ser utilizado para a produção do hidrogênio verde quando a gente fala de energia renovável olha as possibilidades e lembrando que hoje no Brasil a gente tem mais de milhão e meio de toneladas de pendúnculo de caju sendo desperdiçado, só no Ceará por exemplo desperdiça aí quase 700000 toneladas então seja, de todo o pendúnculo isso aproveita 10 15 por 100 é muito pouco, a gente tem que enfim se manifestar e tentar desenvolver até pra poder gerar renda né pra esses produtores aí de de modo geral. Você também tem pesquisas por exemplo da própria Universidade Federal de Pernambuco na utilização da resina do cajueiro do ponto de vista farmacológico e cosmético, então assim você tem a castanha, tem tem a própria madeira, você tem as folhas também que tem pesquisas sendo desenvolvidas pra utilização dele em processos processos inflamatórios por exemplo de de pomadas e produtos e é claro quem quem for de Fortaleza ou tiver por lá e tiver a oportunidade por exemplo de conhecer a Embrapa acho que é fundamental o Gustavo está online e vai poder falar melhor do que eu, de todas as pesquisas que a Embrapa desenvolve e voltaram pra cajucultura, mas tem diversos centros de de pesquisa, não só universidades federais, tanto no Nordeste como fora o Nordeste, mas também institutos de universidades estaduais fazendo grande volume de pesquisas de desenvolvimento para o setor da cajucultura. Então acho que é importante a gente fortalecer e lembrar sempre desses pesquisadores através de apoio, suporte, enfim, que eu acho que é fundamental até pra continuar pra que eles possam continuar fazendo o trabalho que eles já fazem e desenvolvendo cada vez mais a caju cultura do ponto de vista tecnológico até porque muitas vezes a gente fala dessa questão da da da cultura agrícola era muito vista como 1 coisa menor ou digamos reacionário, eu acho que é importante a gente entender que hoje o setor agrícola ele pode ser tão de ponto como qualquer setor tecnológico, a gente só precisa fazer essa colab e essa união de ambas as partes, acho que é fundamental que a gente faça isso. E aí até queria aproveitar aqui também a oportunidade e pautar aqui projeto que o Instituto Caju Brasil ele vem desenvolvendo e ele vai o ano que vem ampliar ele, a gente vai ter fórum nacional em Fortaleza aonde a gente vai estar trazendo vários especialistas em áreas acadêmicas nutricionistas profissionais de pesquisa enfim e a gente quer realizar evento também voltado pro setor de AEB juntando aí, chefe de cozinha e profissionais de modo geral pra que eles possam estar fazendo aí receitas com derivados à cajucultura e capacitação. Essa capacitação vai chegar não só no setor de AEB pra mostrar também pros profissionais como utilizar os produtos e derivados à cajucultura, mas também a gente também vai estar fazendo trabalho junto aos produtores rurais até pra eles entenderem a importância de vários aspectos como por exemplo design entender pouco mais de tecnologia pra ver como é que ele pode fortalecer a venda dos produtos dele lá no campo enfim trazer todo aparato ali de estrutura né e conhecimento técnico pra agregar e valorizar. E aí dentro de tudo isso eu queria fazer pra vocês que estão aqui quem está me assistindo fazer quase que 1 venda aqui de grande negócio. Eu quero que vocês entendam que hoje a caju cultura no mundo movimenta 50000000000 de reais. E hoje o Brasil na verdade tem por 100 desse mercado, o que na verdade é, não vou nem usar o adjetivo correto mas, enfim, na verdade o que acontece é o seguinte, a gente não pode deixar isso acontecer, o caso é nosso, a gente tem a preferência desse produto tem tecnologia, a gente tem todo aparato de estrutura que é enviar você pega por exemplo e aí não é desmerecendo a questão não é essa a questão é o ponto de vista de comparativo você pega país como a GuinéBissau que ela é pouco maior que o estado de Alagoas por exemplo, e ela produz 2 vezes a produção do estado do produção do Brasil, você pega por exemplo a Costumaarfim, país também pequeno que ele tem 1 produção de hoje antes de terminar o antes de terminar o ano a gente está falando de 1 tonelada milhão e 300000 toneladas de de castanha é muita coisa é 10 vezes mais a produção e a gente não pode porque ano a ano essa produção essa commodity só aumenta 5 6 10 ou seja só aumenta se eles começarem a fazer o processamento do pendúnculo aí sim a gente vai começar literalmente perder mercado e ser massacrado porque eles só vão ganhar no castanho e vão ganhar no processamento cajuína viu de caju suco de caju e derivados. E não é a concorrência, eu acho que a gente pode unir forças, até o Brasil, industriais brasileiros também pode estar presente na África, fazendo esse intercâmbio cada vez mais fortalecendo e a gente está tanto de lado quanto o outro desenvolvendo esse trabalho. E aí eu queria pra finalizar aqui não tomando mais tempo, eu queria aproveitar, a gente teve a oportunidade de participar de 1 audiência pública na no senado federal também da caju cultura, e na oportunidade a gente chegou a falar com o deputado federal Evair de Melo e lá a gente levantou 1 pauta de algumas audiências pública aconteceram no Piauí no Rio Grande do Norte reuniões que a gente teve por exemplo na PEC Nordeste lá em Fortaleza e com outros membros e a gente fez aparato digamos de várias temáticas e questões E aí eu até vou repassar pro pro pro deputado federal Danilo Forte deixar aqui com ele, que esse é projeto de lei que ele já até colocou aqui na na casa, que seria extremamente interessante que vocês pudessem dar 1 olhada se quiserem agregar eu acho que é importante, até falando talvez aí com a com as bases enfim se tiver alguma coisa pra agregar mas é projeto bem completo que agrega muito do que a gente discutiu relacionando com essas comissões enfim e audiências como todo e pra finalizar queria agradecer novamente o deputado Danilo Forte que ouviu a Caju Cultura se colocou à disposição pra que a gente pudesse pautar quero agradecer também presença de todos o os profissionais que estão, o Gustavo da Embrapa, todo mundo, o pessoal do Senar, todo mundo que está no online e também aqui no físico, mais 1 vez aí muito obrigado por todo apoio.

0:009:59
05 de nov, 16:48
#3
Deputado Danilo Forte
Danilo Forte

Deputado

Transcrição por IA

Muito bem, obrigado Maurício de Souza. O projeto que ele fala é o projeto de lei 34 84 de 2024 de autoria do deputado Evair Vieira de Melo do Espírito Santo, com certeza nós vamos tentar dar agilidade a esse processo legislativo, e como eu tinha falado inicialmente, eu estou com esse projeto de do orçamento pra ser votado hoje e como eu fui o relator da LDO eu estou sendo cobrado pra fazer o acompanhamento e as contradições que esse projeto de reorganização orçamentária tá vindo agora no final do ano pra desfazer toda a lei orçamentária que nós fizemos desse ano para o Brasil. Então diante disso eu vou ter que me ausentar e eu queria pedir ao deputado Florentino Neto e também ao deputado Tadeu Oliveira que aqui está tem participado junto conosco. Que entendam essa momento meu e que possa aqui o deputado Florentino Neto assumir a presença dos trabalhos pra que a gente possa dar continuidade a essa audiência pública. E peço desculpa aos aos expositores porque é 1 situação muito delicada que a gente precisa resolver esse que o Brasil pode até por pra 1 paralisia né? De execução orçamentais sem resolver a votação dessa matéria o mais rápido possível. Então eu tenho que participar exatamente nesse momento fui chamado agora pra ir lá com a mesa da casa, exatamente discutir 1 tramitação desse processo que é o PLP 7 5 que vai deve ser votado com urgência hoje. Obrigado.

0:001:38
05 de nov, 16:58
#4
Transcrição por IA

0:000:16
05 de nov, 16:59
#5
Transcrição por IA

Agradecemos ao deputado Danilo Forces, e agora, aqui dando continuidade, nessa audiência pública vamos ouvir, parabenizando aqui o doutor Maurício de Souza, pela sua disposição vamos ouvir agora a palavra do doutor Carlos Alberto Barreto do Banco do Nordeste Brasil por videoconferência.

0:000:28
05 de nov, 17:00
#6
Gerente de Produtos e Serviços - Banco Nordeste do Brasil Carlos Alberto Barreto
Carlos Alberto Barreto

Gerente de Produtos e Serviços - Banco Nordeste do Brasil

Transcrição por IA

Boa tarde a todas e a todos aí cumprimentar aí todas as autoridades aqui no nome do deputado Bruno Neto. Dizer aí que o Banco do Nordeste se sente honrado em fazer parte aqui dessa audiência. Nós falamos aqui diretamente de Fortaleza, no caso aqui especificamente da Superintendência de Políticas de Desenvolvimento Sustentável, e ainda mais especificamente do ambiente de políticas de desenvolvimento territorial e de fundos de pesquisa. Esse nosso ambiente onde eu trabalho é o ambiente responsável coordenação do programa de desenvolvimento territorial do Banco do Nordeste. É programa que tem como os principais atores aí os nossos agentes de desenvolvimento que quero crer que são de bastante convencidos pelo menos aqui na área de atuação do banco evidentemente. E dentro lógica desse programa de texto retentorial nós estamos presentes nos nossos agentes de desenvolvimento muito fortemente na nos 3 estados aqui da área de atuação do banco, que tem a que tem na Cajicultura 1 1 1 importante atividade econômica, no caso o Piauí, Ceará e o Rio Grande do Norte. Então nesses 3 estados, né, o Banco Nordeste tem 1 atuação costumeira de financiamento dessa atividade, né, o Banco Nordeste ele responde aí por mais de 60, 70 por 100 de sua nossa necessidade rural. Na cajucultura não é diferente. E pra ser pouco mais específico em relação ao que nós fazemos aqui na nossa área, como eu falei, a gente trabalha aqui com os nossos agentes né, trabalhando na na no programa de desejo territorial. E, mais especificamente nesse trabalho também da da dessa cadeia produtiva que é estratégica pra esses 3 estados e aqui eu me referi. Então, o banco faz isso evidentemente dentro do seu papel de de estruturador de empresas positivas, naquilo que compete ao banco que é o financiamento. E pra isso a gente conta também com parceiros estratégicos nesse processo né? O banco não faz nada sozinho evidentemente. O banco atua aí fortemente com a Embrapa né? Eu estou vendo aqui o Gustavo Adolfo aqui inclusive no ano passado nós fizemos 1 visita né? O pessoal do Rio Grande do Norte veio visitar aqui a experiência da Embrapa no que diz respeito ao processamento do Pedúnculo do Cajus, de tantas outras oportunidades de alternativas que essa cultura traz em termos de econômico social aqui pro nosso território. Então, não só a Embrapa como o próprio Senac também é parceiro muito forte nosso, os as prefeituras municipais né, a as empresas de assistência técnica e assistência rural também estão conosco nesse trabalho, e que visa portanto a estruturação de cadeias reprodutivas a partir de plano de ação territorial. Esse plano de ação ele ele tem gargalo a ser resolvido, eu estou falando aqui especificamente no caso da cajucultura né. Esse plano ele traz problema específico e a partir desse problema são traçadas ações, e a gente imagina que num universo de 2 3 anos essas ações elas vêm para mitigar ou minimizar esse problema que foi detectado. E no caso aqui da casicultura, o problema principal que que está presente nesses planos de ação territorial é exatamente o que foi falado aqui pelo doutor Maurício, que tem muito a ver com a baixa produtividade né. A gente sabe que, a cajucultura nos imóveis tradicionais, nos imóveis antigos, a cajucultura, o momento do cajura não, desculpa, o o cajueiro gigante tem 1 produtividade muito baixa e a ideia que já vem sendo feito isso há muito tempo, a a Embrapa é precursora nisso, que é a questão da substituição de copa e também do plantio de variedades de cajueirão precoce que dão à cultura 1 produtividade bastante significativa e muito maior em relação ao cajudo comum, ao cajudo comum, ao cajudo de dados. A gente tem aí dentro desse programa de desenvolvimento territorial do banco, excelentes resultados da caju de cultura, principalmente lá no Rio Grande do Norte, eu acho que o doutor Gustavo sabe muito bem aqui aquilo que eu estou falando, no sentido de que nós introduzimos lá né e quando eu digo nós, onde nós juntos? Banco, Embrapa, parceiros de modo geral? Nós introduzimos lá 1 produto, produto inclusive natural, chamado hidrogel, e é produto que por acumular água, ou quem permite o acúmulo de água, que permite que a casicultura ela tenha 1 sobrevive e 1 produção razoável, mesmo nos períodos de estiagem, mesmo nos terem dificuldades, sobretudo no momento da implantação da cultura, que é muito comum a gente sabe que no nordeste sabe muito bem disso, que quando nós temos aqui 1 estação chuvosa pequena né que dura pouco tempo e isso gera importantes e esse e esse componente chamado hidrogênio ele que é polímero né de carbono bem interessante ele armazena água aí por por por bom período e faz e evita a mortandade dos cajueiros sobretudo dos cajueiros pra que são os que estão ainda no momento de pega. Então já já a prova contundente disso científica inclusive creio eu validado pelo EVAPA, doutor Gustavo pode confirmar isso aqui. De sorte que foi 1 tecnologia introduzida aí através do né, com parceiros estratégicos aí, prefeituras, a PRAPA, a Senar, e que vem dando bons resultados né, o caju Cultura hoje não é grande morte sobretudo naquela região ali das da Serra do Melo, tem 1 outra cara, tem muita refeição, tem 1 produtividade interessante. Está havendo lá também a implantação de algumas agroindústrias a partir do programa, a partir dos financiamentos do banco, a partir de assistência técnica de órgão como de órgãos como o MATER e outros mais, o próprio SEBRAE também que também é parceiro nosso desse trabalho. Então é isso, então a gente também tem no caso do Piauí no território de Picos, aquela região ali nós temos o agente de desenvolvimento lá também trabalhando muito fortemente né, Essa cadeia produtiva. E aqui no Ceará a gente tem na região de Aracati, na região de Beberibe. Os nossos agentes também trabalhando nessa cadeia produtiva tão importante, fortalecendo, trazendo pra vocês terem 1 ideia no no no ano passado nós trouxemos os nossos agentes do Rio Grande do Norte pro Ceará exatamente pra introduzir aqui no Ceará essa tecnologia do hidrogelo e já tendo aí os nossos primeiros resultados bem interessantes pra pra cadeia produtiva. Então é isso. Que a gente está falando aqui de estruturação de cadeias produtivas, no caso da Cavicultura e claro que o banco entrando fortemente também com os financiamentos que geram de praxe, que é o comum, o banco já financia tanto o custeio aí como os investimentos pra pra essa cultura e aí não só pra plantio do ano precoce mas também pra substituição de copa e tantas outras possibilidades aí. E aí assim a gente concorda plenamente com o Maurício de Souza falou né? Inclusive Maurício eu eu não sabia da existência do instituto, faço questão de conhecêlo pessoalmente e conhecer também aí AA0 instituto pra que a gente possa ir trabalhando possibilidades, vendo possibilidades de estendermos aí o nosso programa de desenvolvimento territorial. 1 em mais regiões e mais em mais territórios né? Pra pra gente poder avançar aí nesse processo. E assim dizer que podem contar com o Banco Nordeste a gente está aqui pra colaborar no que for possível. Inclusive assim passa aqui nas nossas mentes a gente fazer plano de ação aí digamos assim regional, no sentido de fomentarmos aí a caju cultura de forma saída essa lógica territorial ali do Ceará ou do Rio Grande do Norte e de repente 1 ideia e aqui está no canto das ideias mesmo, 1 ideia de a gente trabalhar plano de ação territorial, território extra englobando aí os 3 estados produtores né, de maior importância e relevância. Pra isso a gente está à disposição pra discussão, pra pra fazer as parcerias, fazer os acordos de cooperação, o acordo de cooperação são instrumentos que o banco normalmente utiliza pra viabilizar essas parcerias, e aí juntamente com o nosso programa de desenvolvimento territorial, e os demais parceiros do banco nesse processo a gente está aí na luta pra gente realmente tentar me fazer isso já já faz essa multa e agora de forma mais estruturada ah tentando revitalizar aí a cultura tentando dar realmente a cultura a importância que ela tem do ponto de vista em geração de de ocupação de fronteira. Estamos à oposição, prazer e estamos aqui pra pra o debate. Muito obrigado.

0:008:38
05 de nov, 17:00
#7
Transcrição por IA

Ao senhor Gustavo Adolfo Pinto, ou seja quero agradecer o senhor Carlos Alberto Barreto, que representou nesta audiência pública por videoconferência o Banco do Nordeste do Brasil. Instituição que reconhecemos o papel para o desenvolvimento do nordeste brasileiro. Agora vamos ouvir a palavra também por videoconferência do doutor Gustavo Adolfo Pinto, que representa a Embrapa agroindústria tropical.

0:000:41
05 de nov, 17:09
#8
Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Gustavo Adolfo Pinto
Gustavo Adolfo Pinto

Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Transcrição por IA

Deputado Filomentino Neto em nacional eu gostaria de saudar todos presentes nessa nessa audiência pública e agradecer também as palavras gentis do do colega Carlos e do e de Maurício a respeito da pessoa, e eu gostaria de solicitar então que fosse até projetada a minha apresentação que eu enviei, pra gente seguir com com a audiência pública. Doutor era possível.

0:000:39
05 de nov, 17:10
#9
Transcrição por IA

Compartilhar daí mesmo a sua apresentação?

0:000:05
05 de nov, 17:10
#10
Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Gustavo Adolfo Pinto
Gustavo Adolfo Pinto

Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Transcrição por IA

Pode ser, só Ficaria melhor pra gente aqui, está bom? Está ótimo. Pode estar tendo a apresentação.

0:001:52
05 de nov, 17:10
#11
Transcrição por IA

Pode prosseguir.

0:000:06
05 de nov, 17:12
#12
Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Gustavo Adolfo Pinto
Gustavo Adolfo Pinto

Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Transcrição por IA

0:0018:34
05 de nov, 17:12
#13
Transcrição por IA

Doutor Gustavo Adolfo Pinto, nós lhe agradecemos pela sua belíssima explanação, muito fundamentada em conhecimento técnico, e esperamos que o senhor continue conosco nessa audiência pública, pras suas manifestações finais lá ao ao final dos debates. Agora nós vamos ouvir a palavra do doutor Wellington de Melo, que representa o Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Com a palavra do doutor Wellington de Melo por videoconferência.

0:000:35
05 de nov, 17:31
#14
Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Werito de Melo
Werito de Melo

Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

Transcrição por IA

Olha, boa tarde pessoal, boa tarde deputado Neto, comentar todos os participantes que estão, fazendo parte do debate que estão acompanhando. Gostaria de parabenizar o deputado Danilo pela iniciativa, de chamar a essas instituições pra discutir esse tema que é tão importante pra gente aí, sobretudo pra familiar, né? Aqui no no Ministério de movimento Agrário e a doutora familiar, né? A partir da retomada aí do ano passado, da recriação do ministério e reestruturação, Ah o está organizado em 4 secretarias. Eu estou aqui na secretaria de agricultura familiar e agroecologia. E o ministério tem é responsável por coordenar, né, por propor e coordenar a implementação das políticas públicos para familiar. Nós estamos falando na média de 3.8 milhões de agricultores de estabelecimentos no Brasil. E tem algumas políticas né? Que são a tocadas aqui pelo pelo Ministério, mas eu gostaria de destacar na verdade, 000 plano, Plano Safra, que é nosso principal, veículo de levar a política pública a a doutora familiar. O o Plano Safra, do desse ano 2000 e e 20 24 23 24 né? Foi de 86086000000 de reais 100 e grande parte disso foi alocado pra dentro do PRONAF né? Né? Para o financiamento aí da pelo familiar. Nunca se teve volume tão grande de recursos para aplicação no plano safra e nunca se teve tanto também pra aplicação do PRONAF. Nós temos 76000000000 destinados a ao PRONAF. E com juro também, historicamente abaixo do que sendo estabelecido. Então a gente tem 1 taxa, de juros, de 3 por 100 pra produção de alimentos da cesta básica, né? E se a gente for trabalhar com produtos da sociobiodiversidade, produção agroecológica e orgânica, a gente cai com 1 taxa aí de 2 por 100 ao ano, taxa de juro. Nunca foi tão baixa essa taxa de juro, no financiamento da agricultura familiar. Doutor Wellington, a sua imagem.

0:002:16
05 de nov, 17:31
#15
Transcrição por IA

Congelada aí. Eu vou ligar e desligar a câmera para ver

0:000:05
05 de nov, 17:34
#16
Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Werito de Melo
Werito de Melo

Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

Transcrição por IA

Voltou né? Mas o som estava chegando, né? Sim, o senhor pode continuar a partir de agora. Tá obrigado, Então assim além, dentro do do plano safra, né da parte de financiamento que eu acho que é 1 das principais políticas aí coordenado pelo Ministério que chega na agricultura familiar. A gente tem também a linha que gostaria de chamar atenção para A0A linha de pequenos maquinários. Dentro aí do Mais Alimentos, foi criado 1 linha de pequeno, pequenos, maquinários, que no limite de até 50000 reais, numa taxa de juro de 2 e meio por 100 ao ano. Então a gente está falando de micro trator, roçadeira, coisa que é por aí dentro da. Então a gente também é 1 linha nova, 1 taxa de juro muito atrativo, né? Que é operacionalizado aí no Nordeste principalmente, pelo Banco Nordeste, como colega aí no caso aberto já se colocou, perde 60 por 100 aí do financiamento da região é realizado pelo pelo Banco Nordeste, tendo também outros atores aí. Então assim, a gente destacar essa questão que o esforço que o ministério fez para gerar 1 política pública de crédito que seja acessível aos agricultores e que teve 1 1 taxa de juro abaixo do que historicamente vem sendo, vinha sendo trabalhado, né, está se concretizando no no alcance aí de vários familiares a em todas regiões do Brasil. Destacar que a gente os dados parciais que a gente tem também indicam, né, aumento do acesso a esse crédito principalmente na região Nordeste aí, alguns dados preliminares ainda né, mas que a gente está conseguindo alcançar maior de atributos. 1 outra política que a gente gostaria de destacar, que tem muito a ver com a questão da caixa de cultura, é com relação à extensão técnica, e também está dentro do do plano Safra. Então isso faz parte é político coordenado aqui pelo departamento que eu trabalho que é o departamento da assistência técnica de extensão rural. Eu no ano 2 de 2023 de 2024, a gente resolveu várias chamadas públicas, né, alguns específica para a a região nordeste, mas também há alguns públicos específico como quilombolas, como mulheres, mas sempre atendendo à agricultura familiar. E destacar essa questão do atendimento da agricultura familiar 2 pontos, ponto que é que é central que é com relação a produção de alimentos saudáveis, dentro da agroecologia e produção orgânica. Então o foco do ministério hoje é fomentar a produção de alimentos saudáveis. E todas as chamadas culpa, todo o processo de formação de agentes de ATER que a gente tem realizado, é dentro dessa linha de produção de alimentos saudáveis dentro da agrologia e produção orgânica. Do que a gente tem feito do ano passado pra cá, a gente aplicou perto de 100000000 de reais em chamadas curtas, né, pra atendimento da pra prestação de serviço de altera aos equtores familiares. É grande desafio se a gente pegar aí a região Nordeste, são dados que não são totalmente precisos, mas na região nordeste a gente tem pelos dados do menos de 10 por 100 dos agricultores familiares recebem a extensão rural. Talvez até por pouco, nenhuma pergunta do senso que não é tão bem colocada, mas estudado mais oficial que a gente tem que mais se aproxima dessa realidade é esse dado senso que indica que a rede do nordeste tem aí menos 10 tinha que ser atores que recebem a assistência da extensão rural. E o que que o ministério tem feito pra ampliar o número de de atendidos no âmbito dessa política pública. A gente tem buscado algumas parcerias com as instituições de ensino, e e com a as instituições de pesquisa a exemplo do EMBRAPA, né então a gente faz alguns testes pensando principalmente na formação de agentes da tela, então a gente tem 1 ação específica de formar 1 rede de agentes de assistência rural em todo o país, mas até pela quantidade de produtos familiares e pela baixa cobertura a gente tem interesse maior na região Nordeste, direcionado a 1 organização mais específica pra região Nordeste. A gente, o ministério todo ano celebra o convênio com as matérias de cada estado, né. Então esse ano a gente está repassando mais 1 vez perto de milhão pra cada 1 das matérias do estado e da região Nordeste. 1 ou 2 memória vão receber perto de milhão e meio de de reais pra investimento pra fortalecimento dos funcionários dessa organizações pra que possam prestar melhor serviço a aos servidores familiares. As chamadas de até que no no ministério promove são realizadas através da agenda nacional de assistência de sessão rural em ANANTER. E 1 vez que o ministério encaminha o recurso às diretrizes pela Anatel, elavam chamada público e faz a contratação de empresas ou faznos através do instrumento esquecido de parceria parceria com as matérias do estado para prestação de serviço é por mais que o serviço ainda seja ilimitado tem tem sido feito esforço muito grande e nos últimos anos a gente tem aumentado o valor aplicado nessa política pública né, para ampliar o número de atendimento. Gostaria de chamar atenção também como outra estratégia que o Ministério tem adotado que é a realização de editais, dentro da do MROSC né? Pra junto aí pra selecionar projeto das organizações da sociedade civil. Esse ano foram feito alguns editais, foram 3 editais, coordenado pelo ministério, e selecionamos algumas propostas pra trabalhar cadeias específicas pra trabalhar temas específicos voltado à leitura familiar. Então essa organização da sociedade civil apresentaram projetos foram selecionados então agora num numa etapa de celebração dos termos de fomento para executar a cidade talvez essa seja 1 boa estratégia da cadeia em algumas regiões adotar e a intenção é de continuar essas ações pro próximo ano também né? Mas a gente entende que os resultados que a gente teve agora, o último edital foi o Terramesa, a gente teve 10 projetos aprovados, e aí com aplicação de 35000002 desses projetos foram na região nordeste, né? Não 3 desse projeto, a gente tocou na região nordeste e o resto é em outras regiões do país. Por fim, eu não quero tomar acho que já está encerrando meu tempo, eu queria só destacar 2 ações também que a gente tem que estar em andamento aí. 1 concretizada recente agora com parceria com a Embrapa agrobusto aí coordenado pelo gustavo e é a implementação de dentro do programa denominado até mais digital de dos rams de são temáticos e também por cadeia no caso do caju é ramo do caju e a organização de polinização de informação de interesses dos agricultores e extensionistas. Então existe portal coordenado pela EMBRAPA e onde você tem diferentes cadeias e recentemente foi lançado o a plataforma né com informações do Caju então a gente acha que isso é 1 ferramenta importante para ajudar os pensionistas agricultores estudantes e toda academia os interessados do tempo o tempo informações diversas diferentes níveis de complexidade que eles poderiam acessar é tranquilamente e 1 outra ação é que a gente tá foi celebrado o ano passado e está em fase inicial de execução ainda ao processo de contratação e foi convênio com a específico com o estado do Piauí pra implementação de umas ações junto às escolas de família agrícola no estado. Então a gente a partir dessa ação está implementando alguns viveiros de produção de de drones, multiplicação de drones, tem ações de formação também desse desse público das escolas família agrícola e é específico estado do do Piauí e o valor é de milhão perde milhão 200 e vai atender cerca de 1000 famílias. Tá? Então seria basicamente isso de forma bem resolvi que eu gostaria de trocar e fico aqui à disposição. Mais 1 vez agradecendo a oportunidade de trocar pouco aí nas políticas que o ministério tem coordenado aí que possa, né, atender de alguma forma a cadeia do Caju.

0:008:16
05 de nov, 17:34
#17
Transcrição por IA

Muito obrigado doutor Wellington de Melo, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Com a palavra agora, a senhora Silvia Regina de Oliveira Bento, do Ministério da Agricultura e Pecuária.

0:000:18
05 de nov, 17:42
#18
Coordenadora-Geral de Produção Vegetal - DECAP/SDI/MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária Silvia Regina de Oliveira Bento
Silvia Regina de Oliveira Bento

Coordenadora-Geral de Produção Vegetal - DECAP/SDI/MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária

Transcrição por IA

Boa tarde a todos, né? Saudo a todos que estão participando dessa audiência pública, tanto presencialmente quanto por videoconferência. Agradecer essa casa pelo convite ao MAPA, é o Ministério da Agricultura e Pecuária, e principalmente agradecer ao deputado Danilo Forte pela iniciativa, em colocar numa pauta tão importante que é a cajucultura, né, 1 cadeia produtiva que é extremamente importante. Os números falam por si só, né, são mais de 280000 pessoas que estão ligadas a essa cadeia produtiva, que vivem né, plenamente em função dessa cadeia, então nós temos aqui, nós tivemos aqui a explanação do nosso colega Maurício de Souza, muito didático, também do colega da Embrapa, o Gustavo onde eles relataram né explanaram muitos dados interessantes e importantes para que nós tenhamos a consciência da importância dessa cultura, né? Nós precisamos, o nosso ponto de vista é investir muito mais nessa cadeia produtiva, fazer investimentos que estejam voltados diretamente, né pra, para o que o mercado exige, então eu creio que aí nós temos 1 participação brilhante da Embrapa com o nosso braço tecnológico, nós tivemos aí como eu falei há pouco a a explanação do Gustavo, onde ele já demonstrou que há mais de 40 anos essas tecnologias elas estão presentes, talvez aí seja 1 questão de nós trabalharmos a a questão dos gargalos, o que onde nós podemos contribuir, como nós podemos contribuir, não é? Então nós temos tecnologia aí de diversas formas, o Maurício também tocou num ponto muito importante que nós temos hoje consciência disso que é a questão do intercâmbio, precisamos fortalecer essa questão do intercâmbio, né? Fortalecer a nossa cultura, levar o nosso melhor produto. O mapa ele se coloca à disposição né pra debater melhor e levar essas políticas públicas eficiente a todos os produtores seja pequeno médio ou grande nós eficiente a todos os produtores seja pequeno médio ou grande nós nós estamos trabalhando para o produtor é é é por ele e para ele que nós trabalhamos. Hoje como bem lembrado pelo colega Wellington do Ministério do Desenvolvimento Agrário, nós temos o melhor Plano Safra de todos os tempos, grande investimento. Hoje o MAPA está trabalhando na construção e no desenvolvimento da plataforma Agro Brasil Mais Sustentável, é 1 plataforma voluntária, onde nós estamos visando qualificar a produção agropecuária brasileira, nela, o produtor de forma voluntária ele vai poder inserir os seus dados e conseguir meio ponto percentual que já está na minuta da da secretaria da fazenda na na minuta da fazenda e, a partir de janeiro, então nós daremos aí 1 redução a esse produtor para que ele possa ter esse desconto, e isso é 1 forma de você dar à luz, de você mostrar o quanto a nossa agricultura é sustentável, o quanto nós temos produtores que trabalham arduamente para que essa agricultura continue sendo sustentável e nós precisamos mostrar isso ao mundo, né, precisamos da, valorizar a nossa agricultura. Então, eu como engenheiro agrônomo eu sei a importância, né, dessa nossa cadeia produtiva para o país, e como representantes do governo, colocamonos à disposição, né, pra dessa bancada para que a gente possa contribuir com a reestruturação como bem foi colocado e também para o crescimento da da casicultura no país, então verificar principalmente quais são esses gargalos que existem hoje, como é que nós podemos alavancar essa essa cultura tão importante, né, esse o fruto que é tão emblemático que é 1 tradição da cultura nordestina, não só na na na questão da da alimentação, mas todos os subprodutos que são tão bem aproveitados, nós temos nós tivemos workshop sobre perdas e desperdícios de alimentos e o caju foi 1, dos destaques, o quanto a gente pode aproveitar desse fruto é impressionante, então é eu creio que é outro fator por onde também nós podemos avançar, né, 1 forma de você reduzir essas perdas, esses desperdícios de alimentos utilizando essa cultura, então eu creio que nós podemos aproveitar por diversos fatores né, diversos nós temos diversos viés que podem ser aí trilhados. Então eu quero mais 1 vez agradecer não me estender aqui, porque já foi muito bem colocado, todos os dados que são possíveis, pelos nossos colegas, e nossos colegas técnicos e agradecer a oportunidade junto à bancada pelo convite e colocar o mapa à disposição, ao diálogo e que a gente tenha realmente o a consciência da importância dessa cultura para o nosso país, essa cadeia produtiva. Muito obrigada.

0:005:09
05 de nov, 17:42
#19
Transcrição por IA

Nós que agradecemos a doutora Silvia Regina de Oliveira, que aqui representa o ministra da agricultura e pecuária. Senhores nós vamos pra próxima etapa da nossa audiência pública que são os debates, Finalizadas as apresentações abrimos o espaço para debates. Eu gostaria de ressaltar que essa audiência pública está sendo muito rica no sentido de nós trazermos informações e refletirmos sobre a importância de tema que é tão caro principalmente para nós do nordeste, que é a cultura do caju. Impressionante como o Brasil ele tem diminuído sua importância em nível internacional, nível mundial, com relação a produção do caju e da castanha, né? O Brasil hoje figura como décimo segundo maior produtor mundial de caju, né? Quando já esteve numa posição muito mais vantajosa. E pelo que foi demonstrado aqui, se deve justamente a agregação de tecnologia que os nossos produtores não estão tendo acesso. O caju ele é grande potencial de geração de riquezas para o nosso povo, de geração de renda, de democratização do desenvolvimento, e o caju representa tudo isso. Lá no meu estado, nós temos a cajuína, 70 por 100 da produção de cajuína no Brasil hoje é do estado do Piauí. É produto derivado do caju, que está incluído estar presente nas nossas vidas, no nossos hábitos e na nossa cultura expresso na nossa música, então a nós temos 1 relação muito forte com a cajuína. A cajuína tem 5 vezes mais vitamina C do que a laranja, o suco de laranja. E o Brasil precisa conhecer mais a cajuína. O Brasil é o país que aparentemente aparentemente ele ele ele poderia ter ganho substancial principalmente nessas áreas do semiárido com agregação de tecnologia, e nos assusta saber que a Embrapa tem pacote tecnológico que seria suficiente se utilizado para que a gente pudesse aumentar a produção e consequentemente a academia e os produtores, a indústria do caju já tem desenvolvido 1 série de utilizações do próprio fruto, certo? Com variadas utilizações, porque ali é 1 fonte de fibra, não é verdade? E que nós podemos assim, além do sulco utilizar aquela fibra com variadas utilizações que inclusive o doutor Maurício expressou aqui. O Ceará produz a estimativa pra esse ano 73000 toneladas de caju, de castanha, o Piauí 28.4 1000 tonelada de castanha, e o Rio Grande do Norte 18.6 1000 tonelada de castanha. 99.5 por 100 da produção nacional de castanha está no nordeste brasileiro, por isso, nós do nordeste, bancada, academia, governos, todos temos que nos voltar pra essa situação. E dizer aos senhores e às senhoras que eu eu acho que cada produtor, cada grupo de produtores tem que se motivar no seu estado e cobrar dos seus parlamentares para que eles possam estar imbuídos nessa luta e nessa discussão. E eu quero citar exemplo, professor Josenildo, na verdade não agricultor, produtor de cajuína, fruticultor, Josenildo, lá do distrito irrigado, tabuleiro Litorâneo, né? Ele há cerca de 2 semanas já me avisou que teria audiência. Hoje me cobrou presença na audiência, me subsidiou com informações e é isso. Nosso mandato aqui, não expressa apenas a vontade do parlamentar, tem que expressar é a vontade do povo. E nós temos que ter esse contato, e o povo tem que exercer essa essa essa função também. Então eu quero louvar aqui, a presença desse paraibano, que se tornou piauiense, e genuinamente é parnaibano, que é o Josenildo, né? Que é grande defensor, certo? Do, do, do, do, da caju cultura, certo? Da produção de cajuína, lá na minha região. E dizer a vocês, o seguinte, que nós temos que nos apropriar da cultura originária do caju, não é? Doutor Fernando Portela, eu li eu lidi a palavra. Não. Está certo, o senhor está com ouvinte aqui né? Ah está certo. Aí se o senhor quiser falar que é democrático viu? Mas deixa eu dizer, eu queria aqui lembrar Humberto de Campos. Humberto de Campos é escritor, condista brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras, que é maranhense, mas morou em Parnaíba, morou no Piauí. E Humberto de Campos muito, muito novo, plantou cajueiro, no quintal da sua casa. E vocês precisam ler as crônicas de Humberto de Campos sobre o cajueiro. A relação que ele tinha com o cajueiro, e a despedida dele é emocionante, certo? Desse cajueiro. E o reencontro com o cajueiro muitos anos depois. Então, é o cajueiro mais famoso do Brasil, que é o cajueiro do Humberto de Campos. Diz que tem o maior cajueiro lá no Rio Grande do Norte, nós do Piauí, nós nós do, nós do Piauí consideramos que o maior cajueiro está em Cajueiro da Praia, no Piauí, não é? Cajueiro da Praia do Piauí, que é o maior cajueiro realmente do mundo é esse, mas o cajueiro mais famoso, o rosto mais emblemático é o que está na terra em Parnaíba, que é o cajueiro de Humberto de Campos, não é? Que está aí eternizado por esse grande escritor, por esse grande acadêmico, intelectual brasileiro. Mas meus amigos, como aqui nós temos o debate aberto, nós vamos ouvir agora a doutora Ana Cristina, diretora do Instituto Caju Brasil. Vai me contestar não, o caju era o maior do Brasil é o de Caju da Praia, com todo respeito ao ao ao ao ao povo do Rio Grande do Norte, né? A gente, todos nós somos brasileiros e essas e essas rivalidades elas são, é pra nos unir, não é pra nos separar, mas o cajueiro mais emblemático é o da minha terra de Parnaíba, cajueiro de Humberto de Campos. E outra coisa, eu vou lhe dizer mais 1 coisa viu? Lá nós temos 1 1 1 1 doutor Maurício, lá nós temos 1 1 1, 1 lenda, mas 1 verdade entre nós, que quem a criança que saboreia, que chupa lá o fruto do cajueiro de Humberto de Campos, ela fica inteligente porque ele era muito inteligente. Então o que eu aconselho? O senhor lá na sua indústria, o senhor, eu lidou caju aí o senhor bota 1 gotinha em cada, em cada, em cada Bebida. Bebida alguma coisa, o que é pra mostrar. Está aí, muito bom. Melhor geral. Eu acho que já tem pezinho lá se aumentar Com a senhora a palavra viu dona Christian? Obrigado. Me perdoe pela pela pela forma, mas se a gente não trouxer alegria para o nosso trabalho também, nós estamos aqui.

0:009:25
05 de nov, 17:47
#20
Participante Ana Cristina
Ana Cristina

Participante

Transcrição por IA

Eu quero agradecer o deputado, por tornar leve a audiência aqui nesse momento que eu vou falar, e agradecer ao deputado Danilo Forte porque realmente ele foi, muito célere, muito proposital em nos conseguir essa audiência. Eu quero começar dando dado, né? 8.7 milhões de brasileiros enfrentam insegurança alimentar grave. E o Brasil hoje está entre, os que mais desperdiçam alimento, 30 por 100. Aí como a pauta é o caju, fruta tipicamente brasileira. Eu quero deixar claro aqui, se nada for feito, se a gente sair dessa audiência hoje e decidimos não vamos deixar o caju como está, não vamos mais investir em nada, não vamos vamos deixar ele produzir e a gente faz o que ele quer. Nós começamos com quase 2000000 de toneladas do fruto do do pendúnculo do caju, sendo desperdiçado. 2000000 de toneladas são desperdiçadas. Deixando daí ficamos aí o caju desperdiçando 80 por 100 da sua produção, né? Aí poderia estar aí, todo mundo explanou, poderíamos estar fazendo bebidas, carne de caju, cosméticos, 1 variedade infinita, moqueca, coxinha, tudo o que você imaginar dá pra fazer com com o caju. Pesquisa de hidrogênio, pesquisa de insumos sumos, pesquisa de produtos farmacêuticos. Então é 1 lista imensa, eu posso ficar aqui a tarde toda falando pra vocês dar as oportunidades de não desperdiçar mais esses quase 2000000 de toneladas. E aí como a gente fala que hoje, mais de 85 por 100 das unidades produtoras são de agricultura familiar, não dá pra deixar de de de falar que é preciso tirar essa imagem extrativista da da da agricultura familiar. É preciso acabar com esse êxodo rural jovem, né? A gente precisa estimular esses jovens a ficar e ir em busca de tecnologia, pra pra criar aquela tempestade perfeita, jovem conectado, que traz pra sua família, coisas atuais, está na internet, está buscando certificações, e ele mantém a sua cultura, mas ele traz pra pra pra agricultura familiar, a renovação a modernidade a melhora, então fica perfeito porque você mantém a cultura e ainda dá os passos pra frente estimula esse jovem a continuar no campo, tendo acesso tendo 1 internet de qualidade tendo tecnologia de qualidade ele ele se impera com o mundo, mas ele continua sabendo da importância que tem a agricultura familiar pra isso. Então ele vai trazer à sua família toda 1 atualização. E aí, é eu acho que essa é a coisa mais importante que a gente tem que fazer hoje, a gente tirar essa imagem, tirar essa imagem a agricultura extrativista, aquele trabalho árduo, aquele aquela coisa pesada. A gente tem que trazer o jovem, o incentivo de estar no campo, estar no campo atualizado, ele não precisa estar no campo e ser jovem rural, ele pode ser jovem do agro, né, pra ele se sentir valorizado, pra ele se sentir conectado. Aí não posso deixar de falar que durante o ano de 2024 centenário do Jorge Aquino, o instituto realizou diversas homenagens aí, inclusive no Senado. Nós vamos a partir desse ano né, onde a gente está encerrando aí essa comemoração do centenário, é entregar 1 homenagem, 1 medalha, de patrono da cajucultura pra joia na quina, e queremos pros próximos anos estar entregando essas medalhas pra outros, né? Pra outras pessoas que que que comprarem essa briga, né? Com a Cojicultura. Aí finalizando deputado, eu quero falar pro senhor né? O ICB procurou todos os parlamentares. Tivemos retorno de alguns. Infelizmente, eu conto na mão os que nos deram apoio de seguir, de de falar, de de ser o parlamentar do povo, do cajucultor, né? Eu quero agradecer o deputado Danilo Foot, porque foi deles, né? Não nós não vamos estender aqui quem sim quem não. E quero, a partir desse momento sair daqui, e não não ficar 1 1 audiência pública como ficou a de 2017, que se debateu sobre o caju, se falou sobre possibilidades, e nada foi feito. Nós estamos em 2024, eu conto com o deputado Danilo Forte, hoje eu conto com o senhor deputado Florentino Neto, pra brigar pra que essa doença pública não fique só em palavras aqui, que a gente realmente consiga fazer com que toda a explanação das das oportunidades aí que tem, cheguem realmente no pequeno agricultor. Então a partir de hoje, eu conto com você também. Muito obrigada, senhor Deputado.

0:005:47
05 de nov, 17:57
#21
Transcrição por IA

Doutora Ana Cristina, pode contar comigo, pode contar com o nosso presidente Danilo Forte, pode contar com essa comissão, está bom? Fiquei, e assim, eu me coloco à disposição, da senhora, de todos que estão aqui, meu gabinete fica no anexo 4, gabinete 440, Depois minha secretária, minha assessora aqui doutora Isadora, repassar meu nossos contatos pra senhora, pro doutor Maurício, pra que a gente possa aprofundar, eu posso acompanhar vocês em audiência de desenvolvimento agrário, onde nós temos o nosso ministro Paulo Teixeira, posso acompanhar os requerimento de vocês aqui também no Ministério da Agricultura, tenho certeza que nós encontraremos lá com o ministro as portas abertas também. Eu estou me colocando à disposição para trabalhar com vocês nesse sentido. Terminado os debates, vamos pras considerações finais que devem ser muito breves, razão do adiantado da hora, nós vamos ouvir agora o senhor das suas, declarações finais sou Maurício de Souza, o senhor tem 3 minutos mas nós pedimos que a todos que seja o mais breve possível, razão que nós temos, daqui a pouco ocorre do dia e nós queremos assim, poder participar. Muito obrigado.

0:001:34
05 de nov, 18:03
#22
Presidente Executivo - Instituto Caju Brasil Maurício de Sousa
Maurício de Sousa

Presidente Executivo - Instituto Caju Brasil

Transcrição por IA

Queria agradecer ao deputado federal Danilo Forte, queria agradecer à presidência do Florentino Neto e muito obrigado por todo apoio dispensado, enfim outros parlamentares e representantes aqui presente. 1 coisa pra mim que ficou claro, acho que é importante de fazer essa fala digamos como elo final pra finalizar essa audiência pública, é que a gente teve falas do Gustavo, do ponto de vista da pesquisa, teve fala do MDA, do do MAPA, do Banco Nordeste apresentando crédito, o que a gente vê na verdade é que a gente precisa fazer 1 espécie de simbiose, ou seja, harmonizar essa toda essa discussão porque cada tem tem projeto que é aonde a caju cultura já está incluída ou que pode estender para a caju cultura. Eu acho isso importante porque hoje o governo federal por exemplo fala muito em neoindustrialização e hoje a cajucultura pode fazer parte dessa neodustrialização, a gente está falando de mercado de 50000000000, a cajucultura quer fortalecer a balança comercial, a cajucultura quer ajudar no combate contra a fome, a cajucultura quer ajudar no combate contra o êxodo rural, enfim gerar oportunidades pro pequeno produtor, então assim é muito importante que mais do que tudo é que essa audiência pública aqui possa ser finalizada com essa prática de a gente criar algum comitê, criar algum grupo de trabalho pra que a Caju Cultura faça parte desse processo de desenvolvimento do Brasil, porque é isso que os produtores querem, eles querem não só o suporte, o apoio, eles querem na verdade iniciar o movimento desse trem que com certeza a partir do deslocamento ele não vai precisar mais digamos desse apoio. Então novamente queria agradecer todo apoio, todo suporte e vontade política, só isso que a gente precisa pra fazer Sodar. Muito

0:001:36
05 de nov, 18:04
#23
Transcrição por IA

Doutor Maurício de Souza, entusiasmado com a Caisicultura. Vamos agora ao doutor Carlos Alberto Barreto por vídeo conferência, sua breve, sua breve, suas breve considerações finais. No mundo.

0:000:18
05 de nov, 18:06
#24
Gerente de Produtos e Serviços - Banco Nordeste do Brasil Carlos Alberto Barreto
Carlos Alberto Barreto

Gerente de Produtos e Serviços - Banco Nordeste do Brasil

Transcrição por IA

Quero queria agradecer né a nossa participação nesse evento importante colocar o Banco do Nordeste de fato como dos atores aí que já vêm trabalhando e acima de tudo continuar nesse trabalho Eu eu concordo plenamente com as com a fala do doutor Maurício, quando ele fala da importância de nós termos aqui 1 1 comissão, grupo de trabalho. Banco Nordeste se se dispõe da escolha fazer parte do ensino de trabalho, já que a sua sede Maurício é aqui em Fortaleza fica fácil pra gente interagir né, fica fácil também interagir aqui com a BRAPA, com representantes do MPA, com representantes do SEBRAE, com representantes do do MAPA, Então assim, fazemos questão de fazer parte desse processo, estamos nesse processo já há muito tempo, se a Embrapa tem aí mais de 40 anos de pesquisa nesse trabalho, certamente o Banco Nordeste tem mais de 70 anos que financia não a sua caixa de cultura mas como todas outras econômicas então estamos juntos. Eu também sou entusiasta, já sou em geralgrama, trabalho aqui no há mais de 35 anos, e há mais de 35 anos que a gente também vem debatendo essa cadeia e também dos cadeias importantes como a governicultura como a como a governcapicultura, enfim, estamos juntos, podemos ser aquele momento contactados e pra fazer parte desses processos coletivos e de colégios coletivos em que a gente possa de fato dar 1 contribuição maior e de a gente fomentar aí todo processo de dezembro de 89 a partir também do lado da da da da da da da da da da da junto conosco. Estamos à disposição a todos.

0:001:40
05 de nov, 18:06
#25
Transcrição por IA

Muito obrigado doutor Carlos Alberto Barreto, representante dessa instituição fundamental para a nossa região nordeste do Brasil, que é o Banco Nordeste. Agora com a palavra o doutor Gustavo Adolfo Pinto, da Embrapa agroindústria tropical.

0:000:18
05 de nov, 18:08
#26
Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Gustavo Adolfo Pinto
Gustavo Adolfo Pinto

Chefe-Geral - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Transcrição por IA

Deputado Florventino, então assim também eu gostaria de agradecer o convite do deputado Danilo Forte, à sua condução dos trabalhos, dizer que a Embrapa está à disposição sempre pra contribuir, nós continuamos gerando tecnologias, então tecnologia a nível agrícola, tecnologia a nível industrial então hoje nós estamos acelerando muito a geração de tecnologias a nível industrial para a casticultura, com desenvolvimento de máquinas processos novas cultivares também, dizendo que, mas eu tenho certeza que a casticultura dá certo. Então a caixa cultura não é pra não é 1 cultura de subsistência apenas pro pro homem do do interior, homem das cidades rurais, mas é 1 caixa cultura que pode trazer muita renda, muito lucro por por pras cidades, muito lucro por homem, muito lucro por interior dos nossos estados, aqui segue a Fiocioí Rio Grande do Norte, e que todos os parativas tecnológicos 1 vez usados, de novo por pequenos médios e grandes isso eles modificam o cenário da casicultura então assim EEA gente já está vendo isso acontecer no campo. Qual é o nosso tamanho do nosso esforço? É buscar espalhar isso não só pra ou 2 municípios mas para todos os municípios, casocultores da região aqui do do nordeste. Muito obrigado pelo convite e contem sempre com a Embrapa.

0:001:36
05 de nov, 18:08
#27
Transcrição por IA

Obrigado doutor Gustavo Adolfo, o senhor que anunciou que na próxima semana, parece que foi o senhor que você anunciou que na próxima semana deve estar aqui em Brasília. Sim, não está bem. Estamos à disposição pra recebêlo no nosso caminhoneiro. Sergão por exemplo. Vamos agora às considerações, breves considerações finais do doutor, Wellington de Melo, do MDA.

0:000:28
05 de nov, 18:10
#28
Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Werito de Melo
Werito de Melo

Coordenador de Formação e Construção de Conhecimento - Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

Transcrição por IA

Obrigado, Eduardo. Gostaria de agradecer aqui pelo pelo Ministério de Agricultura, Lula da Agricultura de Cultura, por ter pelo convite, por ter a possibilidade de apresentar pouco o que o Ministério está tem feito né nos últimos anos aí. E colocar à disposição pra participar, seja de grupo de trabalho, das ações subsequentes, pensando na estruturação, né? Pensando em trazer mais segurança alimentar, renda, produtor familiar, sobretudo, né, da região nordeste aí que a gente tem 1, grande contingência de atores familiar na região. Então o ministério vai estar à disposição aí trabalhando, assim como tem feito nos últimos anos pra contribuir com o desenvolvimento familiar do país. Então conte com a gente aqui. Obrigado.

0:000:45
05 de nov, 18:10
#29
Transcrição por IA

Obrigado. Agora vamos ouvir as considerações finais, doutora Silvia Regina de Oliveira Bento, que apresenta aqui o Ministério da Agricultura e Pecuária.

0:000:16
05 de nov, 18:11
#30
Coordenadora-Geral de Produção Vegetal - DECAP/SDI/MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária Silvia Regina de Oliveira Bento
Silvia Regina de Oliveira Bento

Coordenadora-Geral de Produção Vegetal - DECAP/SDI/MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária

Transcrição por IA

Caríssimos, eu reitero os meus agradecimentos a essa bancada em especial aos deputados Danilo Forte e o senhor Florentino Neto pelo momento de fala ao MAPA, eu corro moro com os colegas que essa audiência ela seja realmente grande elo a Caju Cultura, quando nós recebemos no mapa dos deputados a questão das das das PL's como a gente chama de homenagear tal cidade pra que ela seja a capital por exemplo da farinha. Então nós mudamos pouco discurso né, a gente sabe da importância da relevância disso pra cidade, mas mais do que isso, o que a gente costuma agora colocar como parte técnica, é que esses deputados realmente apareçam e dê apoio. Não basta querer só ser a capital da cajuína, capital do caju, nacional do caju porque isso vai ficar só no papel, né? O que nós queremos realmente é que essas ações nós como a secretaria que a única secretaria do mapa que é a SDI que faz fomento o que nós queremos é que essas políticas públicas elas realmente cheguem a quem precisa, que é o produtor né, de ponta. Então nós queremos aqui em nome do MAPA do ministério colocarmos à disposição seja pra formação de grupo técnico, o que essa bancada decidir, para que a gente possa realmente alavancar essa cultura. Ontem com a nossa colaboração como ministério, como governo, muito obrigada.

0:001:33
05 de nov, 18:11
#31
Transcrição por IA

Senhores e senhoras, aqui neste encerramento, eu quero agradecer a todos que aqui estiveram, o representante da CONAB, que aqui esteve, Agradecer a doutora Silvia Regina, ao Wellington, doutor Wellington de Melo, ao Gustavo Adolfo Pinto, ao Fernando Portela que era da CONAB que aqui esteve como ouvinte, ao doutor Carlos Alberto Barreto. Doutor Carlos Alberto Barreto, ao Wellington de Melo, Gustavo Adolfo Pinto, Sérgio Sérgio da da Silva e ao nosso querido Maurício de Souza. Quero agradecer a todos que nos acompanharam todos esses momentos aqui, tiveram assim mesmo a distância acompanhando. E eu quero dizer, quero que vou conversar com o nosso presidente, certo? Danilo Forte, e vou junto com ele buscar estimulálos a criar algum tipo de organismo, não, mesmo que cada representa formalmente algum organismo mas que criar tipo 1 comissão pra que periodicamente a gente pudesse estar discutindo eu me coloco à disposição. E quero que convidem lá do meu estado, o meu querido doutor Josenildo que foi quem mais me estimulou aqui e me cobrou, e eu tenho que prestar conta a eles lá do sindicato tabuleiro litorâneo, não é verdade? E é assim, eu fiquei muito sensibilizado com o que eu vi aqui. Nós que temos a Embrapa, aquele mapa que o doutor, não sei se foi o doutor Gustavo ou foi o doutor Wellington que mostrou o mapa todo vermelho e corderosa, quando na verdade o amarelo já seria mais ou menos nós estarmos no rumo, e o azul é que estaria 1 produtividade alta, aquele mapa deveria nos envergonhar a todos. Envergonhar ao parlamento, envergonhar aos ministérios, envergonhar os governos estaduais, envergonhar a assistência técnica, é envergonhar todos nós, como como povo mesmo. O caju, tão presente, é originário da nossa região, tão presente na nossas vidas, de nós termos aquele mapa, mas que ao invés de nós ficarmos só na vergonha, nós tomamos vergonha e cuidemos efetivamente de garantir assistência técnica e a democratização do pacote tecnológico que a Embrapa tem, pra que os nossos produtores possam tendo acesso, a gente ter 1 produção e 1 posição na produção do caju mais favorável. São muitos temas nessas nessa casa, mas eu acredito que vocês possam estar conosco, dialogando, conversando, e a gente ajudando naquilo que for possível. Hoje eu hoje de manhã com os produtores lá da minha terra, certo? Sobre a questão da estação da palha da carnaúba, e a produção do pó e consequentemente depois da cera da carnaúba. É também 1 1 1 1 área aqui, a gente precisa ter muita atenção. Eu me comprometi com eles, já temos já encaminhado 1 audiência lá no Piauí, juntando o Ministério do Trabalho, vamos convidar o Ministério Público do Trabalho, Federação das Indústria, tudo pra que a gente possa discutir esse setor. E, saio daqui muito sensibilizado com a situação de vocês. Mas eu queria que você me permitisse, terminar essa audiência com, trecho do texto de Humberto de Campos, quando ele diz, o meu cajueiro ele é pequeno plantou o cajueiro, e o cajueiro começou a crescer. Aí ele diz assim, o meu cajueiro sobe, desenvolvese, prospera. Eu cresço, mas ele cresce mais rapidamente do que eu. Que nós possamos com nossa atividade crescer. Que nós possamos crescer nos nossos negócios, nas nossas atividades, nos nossos projetos. Mas que a, assim como o cajueiro de Humberto de Campos, possa crescer mais do que nós próprios, porque a casicultura pode dar mais oportunidade do que nós. Então vamos em frente, muito obrigado.

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05 de nov, 18:13