PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão plenária com breves comunicações e várias trocas de mesa. Seguiu para a ordem do dia com debates e votações lideradas por diversos deputados. Votações iniciadas e encerradas com participações de vários membros.
Deputada
Muito obrigado senhor presidente, boa tarde a todos os colegas, boa tarde a todos e todas que nos acompanham hoje. Venho aqui como delegada de polícia falar sobre tema que verdadeiramente é urgente e que angustia a população de todos os estados em nosso país, que é a segurança pública. E apesar de todos os esforços das nossas forças de segurança, como a Polícia Federal, que hoje indicou o primeiro brasileiro que vai chefiar a Interpol na nossa história, motivo de grande orgulho pra nós. Mas a Polícia Rodoviária Federal, as polícias civis militares penais em todos os estados, as guardas civis e guardas metropolitanas. Nós vimos que a sociedade está angustiada com a criminalidade. Todos os tipos de crime, desde aqueles terroristas que atentam contra a democracia brasileira, mas também aqueles que praticam assaltos, homicídios, crimes contra mulheres e crianças e o crime organizado, que é interestadual e muitas vezes é internacional. Para tanto, quero aqui parabenizar e dizer da importância da iniciativa do presidente Lula, em convidar de forma extremamente democrática todos os governadores e governadora do nosso país, para conversar sobre 1 iniciativa que vem muito além da sua prerrogativa e da sua obrigação como presidente da república diante da constituição federal, propor 1 PEC da segurança pública, que traz a ideia da integração, a ideia de termos trabalho em conjunto de todos os estados e municípios para combater todos os tipos de crime, mas sobretudo, a criminalidade organizada, que como eu disse, transcende os estados, transcende o próprio país, é internacional, se moderniza e precisa ser trabalhada de forma conjunta em todo o Brasil. Infelizmente, o governador do estado de Goiás, já antecipando 1 pretensa disputa presidencial, vem criticar esta PEC na sua primeira reunião para dialogar com os governadores, ainda teremos reuniões com as forças de segurança, com as representações das entidades que representam as polícias no nosso país, e criticar dizendo que em Goiás não tem crime. E eu quero aqui dizer que isso é desrespeito para com as forças de segurança de Goiás, que todos os dias, homens e mulheres que arriscam as suas vidas para nos proteger e combater sim, as dezenas de feminicídios que aconteceram só esse




