PLENÁRIO
Sobre o Evento
Plenário do P20 discute governança global com presidentes de parlamentos de vários países. Arthur Lira como figura central.
Presidente da Câmara dos Deputados
Declaro aberta a terceira sessão de trabalho da décima cúpula de presidente dos parlamentos, do G 20. Com o tema, os parlamentos na construção de 1 governança global adaptada aos desafios do século 20 e Compõe a mesa com esta presidência, a senhora presidente da união parlamentar, Tulia Axon. Senhoras e senhores, chefes de delegação, colegas parlamentares, o sistema internacional enfrenta 1 crise multifacetada nos âmbitos geopolítico, econômico e ambiental. Para fazer frente a desafios sistêmicos de forma eficaz e produtiva, é fundamental reformar as instituições e mecanismos de governança global, aumentando sua representatividade, legitimidade e funcionalidade. Neste propósito, a reforma da ONU, e em particular do seu conselho de segurança, mostrase crucial para a sustentação da paz e segurança internacionais, e para a promoção do desenvolvimento sustentável, justo e inclusivo. Do mesmo modo, as instituições do sistema financeiro internacional, como o Fundo Monetário Internacional FMI, e o Banco Mundial, devem aprimorar seu processo decisório, e se engajar no enfrentamento de saudades e na transição rumo à sustentabilidade, direcionando os mecanismos de financiamento para promover avanços sociais e econômicos, com compromisso ambiental e atenção aos desequilíbrios e contextos nacionais. A relação do comércio e desenvolvimento sustentável, da reforma da organização mundial do comércio, do fortalecimento do sistema multilateral do comércio, do desenvolvimento sustentável em acordos de investimento, da participação das mulheres no comércios internacional, e da abordagem do desenvolvimento sustentável em acordos regionais de comércio, são alguns dos assuntos que estão sendo debatidos para aperfeiçoar a governança do comércio internacional, a fim de que seja mais aberto, justo e sustentável. Por tudo isso, precisamos discutir o papel crucial dos parlamentos neste movimento, seja na participação em organizações internacionais, seja no debate e aprovação de acordos internacionais, e na harmonização de políticas públicas em âmbito nacional. Feitas essas observações gerais, tenho a satisfação de conceder a palavra ao senhor Numann Kuturmuch, presidente do Parlamento da Turquia.
Presidente do Parlamento da Turquia
A gente vai fazer o nosso melhor para que isso aconteça. A interpretação não continua pois o microfone foi desligado, muito obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Próximo curador a ocupar a tribuna, senhor Lindsey Hollywood, presidente da câmara baixa do Parlamento do Reino Unido.
Presidente da Câmara Baixa do Parlamento do Reino Unido
E a liberdade em todo mundo obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Queria, antes do próximo orador, registrar a presença em plenário do embaixador da Itália, na tese do embaixador de Portugal Luiz Faro Ramos, e do embaixador da Turquia, Halil EMBRAIM Axa. Próximo orador escrito. Presidente da câmara baixa do parlamento da Itália, senhor Lourenço Fontana. Lorenco Fontana. Obrigado.
Presidente da Câmara Baixa do Parlamento da Itália
Presidente, engratsuei, o presidente desse senado federal, todas as pessoas de boa vontade. Nós podemos tomar conta do nosso dos nossos filhos com paz e prosperidade. Muito obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Obrigado. Próximo a ocupar a tribuna, a senhora Poan Marahane, presidente do parlamento da Indonésia.
Presidente da Câmara dos Deputados
1, vereadora Alzar à tribuna, presidente do Parlamento de São Tomé e Príncipe, senhora Selmira Sacramento. Muito obrigada senhor
Presidente do Parlamento de São Tomé e Príncipe
Saúde a todos e a todas e todo o protocolo observado. A administração dos assuntos internacionais constitui meio indispensável para assegurar a cooperação entre nações em áreas como economia, segurança, meio ambiente e direitos humanos e essa evolução significativa de na forma como as nações interagem podem ser observadas desde a influência do que levou a criação de instituições como o fundo monetário internacional e o banco mundial até a moderna dinâmica do G 20. A crise climática, as qualidades sociais, a migração forçada, o surgimento de novas pandemias e a desinformação são apenas alguns dos desafios que nos cercam. Ainda assim a despeito da gravidade destes problemas temos 1 oportunidade ímpar de transformar a maneira como governamos e nesse contexto nós os parlamentares temos papel fundamental a desempenhar. Devemos portanto enfatizar o reforço da cooperação internacional que estabelecemos refletindo no intercâmbio de boas práticas trabalhar lado a lado países desenvolvidos e em desenvolvimento para maximizar os ganhos dos progressos e garantir que ninguém seja deixado para trás. Ao fazermos isso não apenas criamos laços mais fortes entre nossas nações mas também construímos 1 base sólida para futuro mais próspero. É igualmente importante que os nossos parlamentos se dediquem à inclusão de novas perspectivas de governação dado que o mundo em que vivemos não é homogêneo e devemos escolher as vozes dos países emergentes e em desenvolvimento nas nossas mesas de decisão. Afinal regime internacional verdadeiramente eficaz é aquele que representa a diversidade de experiências e necessidades de todos os seus membros. Por conseguinte devemos rejeitar práticas unilaterais que muitas vezes perpetuam desigualdades. Abraçar a pluralidade, trabalhar na criação de normas e padrões comuns que sejam seguidos por todos os parlamentos e colaboração por em colaboração com organizações internacionais para garantir a participação ativa de todos os países membros nas negociações que conduzam a definição de princípios amplamente aceitáveis. Daí, devemos garantir que as nossas legislações internas estejam alinhadas com o desenvolvimento, com os objetivos do desenvolvimento sustentável, contribuindo assim para 1 agenda global que vise o bemestar coletivo. Inspirados por nossos valores de humanidade e solidariedade Que este evento seja marco na nossa trajetória. Preparando o caminho para novo modelo de governação. Muito obrigada.
Presidente da Câmara dos Deputados
Próximo orador à tribuna, o presidente do parlamento de Portugal, senhor José Pedro Correia Aguiar Branco. Senhor presidente, agradeço ao congresso brasileiro excelente.
Presidente do Parlamento de Portugal
Acolhimento e saúde à maneira exemplar como tem conduzido os nossos trabalhos. Gostaria de partilhar convosco 3 ideias sobre o tema que hoje nos reúne. A primeira, manter tudo o que nos está não é opção. Os desafios atuais e futuros não se compadecem com respostas passadas. Precisamos de novas respostas. A da arquitetura e das regras a nível internacional, para se fazer face aos novos desafios, é inevitável. Todos sabemos que assim é, não devemos fingir que está tudo na mesma. É necessária 1 maior representatividade das pessoas, incluindo através do acesso das mulheres a cargos decisórios, e 1 melhor inclusão dos diferentes países e regiões do mundo, de modo a conferir mais legitimidade a 1 arquitetura e ordem internacionais adaptadas a novos desafios. A crise climática, a revolução digital, a luta contra a fome e as desigualdades, são algumas das áreas que carecem de novas abordagens. As pessoas, por esse mundo fora, precisam de respostas, as pessoas importam. A própria ONU reconhece a necessidade de mudança. A cimeira do futuro, realizada em setembro deste ano, aponta para caminhos que devem ser tidos em conta. Em alguns casos, será mesmo necessário ir mais longe como na reforma do Conselho de Segurança. A segunda ideia, a diplomacia parlamentar é 1 ferramenta importante de diálogo que deve ser aproveitada. Apesar dos desafios permentes, o mundo tem respondido composições extremadas. Iniciativas que promovam o diálogo e a construção de pontes, como as que temos hoje no P 20, são exercícios necessários que fomentam a empatia, o respeito mútuo e a aceitação das diferenças. Aqui, a diplomacia parlamentar ganha particular relevância como complemento da diplomacia conduzida pelo Poder Executivo. Julgo que todos concordarão comigo quando digo a aspeto que é comum a todos os orçamentos. Eles são, por excelência, as casas do diálogo. Nós que estamos aqui somos oriundos de diferentes regiões, com diferentes contextos, nós parlamentares, que somos o produto de diferentes sistemas políticos, temos respostas e visões diferentes. Mas consciente dessas diferenças, temos de ser capazes de encontrar vias para o diálogo, com o objetivo de conhecermos e percebermos precisamente melhor essas diferenças. Da nossa parte, sem querer dar lições ao mundo, advogamos a defesa da democracia e das liberdades individuais. Sabemos que a democracia representativa é a melhor solução para conter, dentro dos parlamentos, o confronto de ideias em prol da estabilidade social e do respeito pelo indivíduo. Em cenários de maior fragmentação política ou partidária, como vivemos atualmente em muitos países, incluindo Portugal, os parlamentos ganham 1 centralidade muito relevante, assim como 1 diplomacia parlamentar. 1 terceira e última ideia, 1 ordem internacional alicerçada no direito internacional e no respeito pelos direitos humanos é importante. 1 ordem internacional ancorada no direito internacional é sempre melhor que 1 ordem alicerçada na lei da força. Podemos apontar falhas em relação à implementação e ao respeito do direito internacional. Podemos até discordar em relação a alguns aspectos específicos dessa ordem internacional. Mas 1 coisa é certa, mundo sem regras que se baseia na lei do mais forte, não pode ser a opção. Por isso, no que toca a conflitos que têm impacto para além das suas fronteiras, como é o caso da Ucrânia e da Gaza, não devemos, não podemos ser complacentes. Há que condenar o que tem de ser condenado, violações de integridade territorial, violações de direitos humanos. Se não o fizermos, estaremos a minar 1 das maiores conquistas da humanidade. Mundo baseado em regras. Por isso, não devemos concordar nunca em trocar o respeito pelo direito internacional por promessas vãos, de paz ou de prosperidade. Precisamos de paz na Europa, no Médio Oriente, na região dos Grandes Lagos. Para isso temos que trabalhar em conjunto, mas sempre guiados por respeito do direito internacional. De algo sempre, mudança inevitável, mas nunca aceitação e excedência às ameaças ao mundo com regras e de respeito pelo ser humano. Muito obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Antes de conceder a palavra ao próximo orador, eu queria dar informe, aos presentes, que estão logo encerrada a presente sessão, terá início a sessão de encerramento da décima cúpula de presidentes dos parlamentos de do G 20. Próximo orador, presidente do parlamento de Singapura, senhor Kian Ping Sia.
Presidente do Parlamento de Singapura
Nós estamos juntos hoje num momento importante da história para lidar com os, o novo momento da governança para o desafio do século 20 e Enquanto os números em casa até a ameaça sempre presente das mudanças climáticas. Nosso mundo se encontra em 1 encruzilhada precária e marcada por conflitos e rivalidades intensas. O cenário internacional tem se tornado cada vez mais que previsível e fragmentado, à medida que navegamos na mudança de ordem global unipolar para 1 complexa e múltipla. Nova realidade, papel dos parlamentos na formação de sistema robusto de governança global nunca foi tão importante. Como legisladores, nós temos a responsabilidade única de forjar novo caminho de cooperação e governança global, especialmente reforçando os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas. Devemos ser arquitetos de 1 nova ordem global que possa resistir às tempestades do século 20 e O crescimento Necessidade de primito de reformar as instituições multilaterais nunca foi tão evidente. Não, mito. Permitamme então apresentar várias considerações cruciais. Reforma das instituições globais. Então, quando a gente pensa nessa análise da reforma das instituições globais, devemos continuar a reforçar a primazia do direito internacional e da carta das Nações Unidas, inclusive princípios fundamentais, como a igualdade soberana. Eles formam o alicerce de sistema multilateral baseado em regras, que é especialmente importante, social para as nações pequenas, como Singapura, para garantir 1 participam global. Rectativa, precisamos manter as principais funções da OMC e trabalhar pra restauração de sistema de solução de de disputas e funcionem plenamente, as regras da OMC têm que ser atualizadas regularmente pra garantir que ela permaneça realmente relevante em 1 economia global rápida mudança, nós precisamos também exercitar esse multilateralismo flexível, explorar modalidades criativas que permitam aos membros avançar em questões importantes mas de maneira inclusiva que permita que a gente se junte quando estão prontos e com essa vontade de juntar, ser exemplificada pelas iniciativas de declaração conjuntas da OMC, como a JSI, sobre o comércio eletrônico, na qual a Singapura é como convocadara, nós precisamos desenvolver novas estruturas de revolução de economias, revoluções digital sustentável para governar as economias digitais sustentáveis, seguindo modelos como a parceria para a economia digital. Como parlamentares, nós temos 1 responsabilidade que vai além das nossas fronteiras, devemos fortalecer nossos laços com instituições globais garantindo que elas trabalhem as organizações, as organizações, promover redes que permitam a solução colaborativa de problemas, defender 1 legislação que apoie o desenvolvimento sustentável dos direitos humanos. Buscar parcerias econômicas que abordem questões globais como as ruas climáticas. Nosso papel não é apenas supervisionar e legislar, mas também servir como defensores de 1 estrutura governança global mais representativa e mais responsiva. Como legisladores nós não somos só observadores somos participantes de moldar a ordem global nós construímos pontes entre local e global traduzindo as aspirações dos nossos constituintes em ações concretas, no palco global. O tempo chegou para revigorar o multilateralismo e fortalecer o papel da ONU, da OMC e de outras instituições globais como veículos para a paz, o crescimento sustentável e a prosperidade compartilhado. Também oportuna analisar então como essas plataformas multiladora laterais podem enfrentar melhores desafios atuais e futuros. Sim após essa A Singapura, como estado pequeno mas membro comprometido da comunidade internacional e profundamente investido na ordem internacional, baseada em regras, está pronta para contribuir com esses esforços. Em conclusão, embora os desafios que enfrentamos sejam grandes, nosso potencial coletivo é muito maior. Trabalhando juntos, informando nossas instituições e permanecendo fiéis aos nossos princípios, podemos construir no sistema de governança global, que seja mais justo, mais resistente, residente e preparado para os desafios do futuro. Muito obrigado, tenha excelente dia.
Presidente da Câmara dos Deputados
Próximo orador à tribuna Next Speaker Vice presidente do parlamento da China, Wei Hu.
Vice-Presidente do Parlamento da China
Do desenvolvimento e suporte. Compartilhado para todos os países, obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Próximo orador para a tribuna, o vicepresidente da Câmara Alta do Parlamento da Índia, senhor Chile Harivansh. Harivansh.
Vice-Presidente da Câmara Alta do Parlamento da Índia
Nós precisamos de reformas imediatas. O Conselho de Segurança da ONU tem muita dificuldade em manter em cumprir seu mandato de manter a segurança e perdeu sua credibilidade. Da Índia fortemente a reforma da do Conselho de Segurança para que tenha maior representação do Sul global e nós que estamos dependendo esforços muito grandes para a reforma da ONU inclusive do Conselho de Segurança para que seja mais representativo, efetivo e que tenha mais credibilidade. E que seja fórum de multilateralismo que reflita 2 realidades, que tenha voz a todos os atores e que lide com os grandes desafios que o bemestar humano. Segundo tem a ver com a arquitetura financeira global. As instituições de Paddle Woods, IMF e Banco Mundial têm que ser reformados finalmente o financiamento e as lacunas dos ODS Nós precisamos de 4 trilhões que devem ser endereçados urgentemente nesse sentido, grandes espaços foram feitos na nossa presidência do G 20 com os líderes G 20 pedindo onde os bancos de desenvolvimento maiores e mais desenvolvidos. Lançamento do clima deve ir de bilhões para trilhões. Desse momento também Desanteciar. Isso continuou durante a presidência do Brasil. Índia rimas a A Índia continua fortemente e apoiando os seus compromissos do sistema multilateral. Nome de nosso governo está na frente dos programas de inclusão financeira, programa de bemestar social e de rurais que empoderaram milhões nas margens da sociedade. Recentemente passamos 1 nova cota dos nossos parlamentos e isso vai transformar a Índia em rotas para mulheres Os parlamentos que vai transformar, os parlamentos e nós temos 1 linha imensa para agricultura residente Esse arcabouço de governança global nos assegura candidaturas não importando o entendimento econômico mas precisamos então utilizar os avanços tecnológicos não apenas robusta mas que seja orientada para o desenvolvimento do Itaú. Eu sinceramente gostaria de agradecer o parlamento brasileiro e o governo brasileiro pela sua hospitalidade tão calorosa e por serem anfitriões tão bemsucedidos, muito obrigado. Próxima orador a ocupar
Presidente da Câmara dos Deputados
Ocupar a tribuna, a vicepresidente do Parlamento Europeu, senhora Christian Schhermus.
Vice-Presidente do Parlamento Europeu
Presidente da Câmara dos Deputados
Aproveito também para registrar a presença da embaixadora do Reino Unido, Stephanie Okad, embaixador de Moçambique, Jacinto Januario Maguni, e o embaixador do Canadá, Emanuel, Kamaranx, Kamar Rihannax. Próxima oradora escrita, a vicepresidente da câmara baixa do parlamento da África do Sul, senhora Aneli Low Trat. Ourble Parlamentarians.
Vice-Presidente da Câmara Baixa do Parlamento da África do Sul
Instituições globais para aumentar a impulsividade. Reconhece o impacto das suas decisões inúmeras, afetadas por conflitos devastadores, incluindo no Dimector estados não permanentes, nós também defendemos a abolição do poder de diversos historicamente do poder de veto foi mal utilizado para desempoderrar o país. Realmente 1 grande necessidade de governança econômica global especialmente dentro da organização mundial do comércio, a África do Sul apoia 1 reforma da OMC transparente, aberta inclusiva, assegurando que os interesses de todos, especialmente os países em desenvolvimento, sejam levados em conta para assegurar a sua sustentabilidade e legitimidade. Onde sistema de resolução de disputas efetivo independente e funcional também é crucial para que possamos defender dos direitos e obrigações de todos os membros da OMC, assegurando a execução parcial e justa de suas regras, o governo sulafricano tem se ativamente perseguido reformas regulatórias quando é reduzido os custos relacionados do comércio, melhorando a facilidade de fazer negócio essas reformas são o debate de investimentos altos para infraestrutura, e 1 vetarejos de corredores de transporte chave cruciais para exportação de bens, alguns projetos importantes incluem a expansão do porto de dor bem a modernização sistema de trens de carga para permitir que operadores privados rodoviários acessem a rede. Nosso país também tem 1 acabouse legislativo constitucional robusto que quer assinaturas e contratos eletrônicas, ainda conclusão quando se navega os desafios do século 20 e a adaptação da governança global vira cada vez mais importante a agenda de reformas deve ganhar cada vez mais
Presidente da Câmara dos Deputados
Cada vez mais tração, e os parlamentos do dia 20 devem liderar em advogado por sistema de governança global de ritmo incluso e representa O próximo a senhora Blanca Margarita Ovelar de Duarte. Ovelado Duarte. Senhor presidente, bom dia a todos. Senhor presidente bom dia. Da governança
Presidente do ParlAmericas
Mundo atual A balança no mundo atual. Deve abordar deve abortar tanto nos novos reto como nos nos desafios remanentes que tinha nele potencial de alunos. Esse importante, que nos parlamentos em foquem sus axiones, pelas desigualdades econômicas marcadas e a sua seus impactos de de proporceados de amioclimático, de luz desastres, impacto, E os lançamentos forçados. Lavulneración de luz direitos humanos. Ele impacto elas não as tecnologias. E na vida diária entre outros. Desrespeita humanos. Para todo esse desafio complexo a todos é fundamental trabalhar em forma conjunta e colaborativa. Que trabalhamos. Na cooperação, na solidariedade internacionais, e ele multilateralismo, contribuíram, e a estratégia tanto nacionais como regionales, para enfrentar estes desafios mencionados para dessalcione governamentais, instalar harmonização de legislações existentes. Feitos do parlamento nacionales ações terem que ser parte de processo de negociações e compromisso regionales e internacionais, pra que de forma assertiva se poderão regenerar as políticas públicas, e os marca regulatórios que respondam aos desafios Com acabouse de nosso contexto atuais. Por ele, é fácil de de coordenação regional como Parlamérica. Este foro de e chegar. Para garantir sal respeito e restrito e la promoção de humanos, devemos retrasar o autoritarismos da corrupção diz câncer na região pública. No intento posso cavar esse estado de direito, e participar em diálogo político cooperativo e inclusivo pela por respeito internacional e regional sobre a matéria como por exemplo a carta da prática internacional. A carta da de Amilhamus do lado sobre para terminar. Da importante consideração, apreciar o poder parlamentarios, encerrando a minha fala, considerar, da importante consideração da pessoa à la ciência, na ciência e sua aplicação reprodutivas no investimento, ele se deveria inédito e extraordinário de álcool de la ciência. Que por esse ser, realmente é fator mais de propunização, de lá de cima. O seu fator. Esta quarta revolução industrial lá de maneira justa pra la nacional este ambiente de subre. Profunda. Profundaização este tema que estamos abordando nesta subre. É elemento para pensar, porque a ciência Em países que são. Das grandes corporações, finança de aproveitarem sua magnitude para que ele potencial transformadores mais pobres de esse crescimento que não forem realmente seja afetados. Transformador dessas ferramentas, muito obrigada.
Presidente da Câmara dos Deputados
Registrar também a presença do embaixador da Indonésia, Edi Iosup. O embaixador da Rússia, Alexei Libertsky. O embaixador da Índia, Suresh Red. Próximo orador na tribuna, o senhor vicepresidente da câmara alta do Parlamento da Rússia, Constantin Kozatschef. O Jaime amigo, eles podem me precisar
Vice-Presidente da Câmara Alta do Parlamento da Rússia
Eles que se viam vencedores da gente se aprimo serão sozinhos. Essa nova realidade tornou mundo lugar melhor. Melhor, Iroka, No nosso time, no meu padias da governança global e dos seus instituições. Vocês podem contar com a nossa contribuição. Muito obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Pela sua atenção. Mais 1 oportunidade registrar a presença do embaixador da África do Sul, Wellington Mavimbela, e o embaixador de Guiné Equatorial, Benedito Otogo Obono. Registrar ainda que o embaixador Emanuel Omarenax do Canadá está em representação a presidente da Câmara Alta. Com a palavra, o senhor vicepresidente do Parlamento dos Emirados Árabes, senhor Tarik Altayer.
Vice-Presidente do Parlamento dos Emirados Árabes Unidos
Os valores de E, aspirações intercadas. Que cria essas desigualdades em todo o mundo.
Presidente da Câmara dos Deputados
O próximo, orador ocupar a tribuna, o vicepresidente da câmara alta do parlamento da Espanha, senhor Javier Maroto Ramsaval.
Vice-Presidente da Câmara Alta do Parlamento da Espanha
Importantes expressões nas segurança de energia, especialmente, nosso em mais fontes renováveis e soluções de energia inovadoras que que possam atender as nossas demandas domésticas e apoiar o futuro Espanha onde 209 pessoas morreramem fazendo e nós não podemos perder de vista outra outro grande desafio que vai além das fronteiras, o terrorismo, nós e sociedades sociais e econômicas. Os ataques terroristas de 11 de setembro contra o Estados Unidos, o ataque terrorista de março de 2004 contra a Espanha, ou o último ataque de 7 de outubro contra Israel, são só alguns dos exemplos do ódio transformado em terrorismo. Mas, a principal divisão na política do século 20 e não vai ser exatamente dentro das democracias, os regimes totalitários, mas entre os seres humanos e os agentes não humanos. 1 nova forma de de rede de formação está emergindo controlado pelas decisões e metas da inteligência artificial, a informação por informação já está aqui, negócio de informação por informação, cada dia milhões de nós fazemos muitas transações com os grandes gigantes tecnológicos, nós pegamos informação deles e nós pagamos com a nossa informação. Quantos mais transações seguirem esse modelo, a economia de forma cresce, é às custas da economia monetária, então devemos desenvolver novo sistema de imposto. Imposto somente de dinheiro distorce a imagem política e economia, alguma das entidades mais ricas dos países estão pagando 0 em impostos porque seu sua riqueza são megabytes de dados em vez de bilhões de dólares ou euros. O meu último tópico é o, o populismo. A Marina Le Pen, líder da Frente Nacional da França disse, a separação não não é mais entre a esquerda e a direita, mas os globalistas e os patriotas. Em 2020, o presidente Trump disse, nós rejeitamos o globalismo e abraçamos o patriotismo. Por sorte, essa posição binária é erro, na seu pressuposto básico. A cooperação global e o patriotismo não são excludentes mutuamente. O patriotismo não tem a ver com o ódio aos estrangeiros, tem a ver com amar nossos compatriotas, e tem muitas situações em que para conseguir cuidar dos nossos compatriotas nós precisamos cooperar com os estrangeiros. A covid 19 nos forneceu exemplo muito óbvio, As pandemias são eventos globais, e sem cooperação global é muito difícil as conter, quanto menos as prevenir. Ao contrário do que os populistas argumentam, o globalismo não quer dizer abandonar as lealdades nacionais ou abrir suas fronteiras para a imigração ilimitada. De fato, a cooperação global quer dizer compromisso, só para para algumas regras globais essas regras não negam a característica única de cada nação, elas só regulam as relações entre as nações. Bom modelo está nas regras do futebol. O Brasil não pode jogar futebol contra a Espanha, ao menos que os brasileiros espanhóis primeiro concordem no mesmo conjunto de regras para o jogo. Esse é o globalismo em ação. Vamos ganhar essas partidas juntos. Muito obrigado. Como última oradora ao patrimônio nesta
Presidente da Câmara dos Deputados
Nesta sessão de discussões, a vicepresidente do Parlamento Pan Africano, senhora Lúcia Maria dos Passos. Muito obrigada senhor presidente Dermática.
Vice-Presidente do Parlamento Pan-Africano
Os presidentes dos Parlamentos, ensinado aqui presentes e os senhores deputados, bem como os os membros de corpo diplomais. Com 1 voz que encarna as aspirações populares, os Parlamentos influenciam as decisões e ajudam a criar 1 governação global mais humana, resiliente, que permita enfrentar também grandes desafios, desde as atrações climáticas, as desigualdades socioeconómicas de Irigenio, migrações e a saúde pública, o turismo, governos inconstitucionais e até essas questões por vezes põem em causa o papel crucial dos parlamentos nesta vasta cena internacional. Os parlamentos são na espinha dorsal da democracia representativa, o que os torna essenciais para legitimar as iniciativas de governança global, em evolução no mundo, interligarlhe hoje, garantindo que as vozes do povo sejam tidas em conta nas tomares de decisões internacionais. Ao ratificar tratares internacionais, definir prioridades nacionais e responsabilizar os governos, os parlamentos possibilitam a fiscalização democrática de acordos globais, proporcionando a legitimidade democrática, a transparência, a responsabilização, tornando indispensáveis nos esforços da governação global à medida que enfrentamos os desafios do século 20 e como âncora da legitimidade democrática. Os desafios do século 20 e como as alterações climáticas, as pandemias, epidemias, migrações e turismo transnacional, não reconhecem fronteiras e exigem respostas coordenadas e transfronteiriças. A fiscalização parlamentar das contribuições nacionais para os órgãos internacionais, dotações orçamentais e implementação de compromissos globais, relatórios e análises regulares de acordos e orçamentos internacionais garantem que as instituições globais funcionem de forma eficiente e mantenham a confiança do público, aumentando a transparência EAA prestação de contas por parte das instruções. Comissões e grupos parlamentares centrados em questões de residências climática, justiça ambiental, inovação verde, combate à pobreza e à segurança alimentar, direitos humanos, igualdade de gênero, educação, saúde, comércio, transporte e segurança, podem servir de plataformas para o alinhamento legislativo com quadros globais, como o acordo de Paris, a organização mundial do comércio e os objetivos de desenvolvimento sustentável, ORES. As organizações interparlamentares como por exemplo a união interparlamentar, o parlamento panoficano, a união europeia, o Parlatino, Parlasul, o parlamento Argo, oferecem canais para troca de conhecimento, harmonização de leis e advocacia coletiva, permitindo que os parlamentos trabalhem juntos, além fronteiras, e a par disso serão aliados no cumprimento das resoluções da de futuro das nações unidas realizada recentemente em Nova Iorque. À medida que a tecnologia transforma rapidamente a sociedade, os parlamentos também podem e devem liderar estabelecendo quadros jurídicos para regulamentar as tecnologias emergentes, como a inteligência artificial e a segurança cibernética, garantindo que o avanço tecnológico apoie e não prejudique a governança democrática, aproveitando as ferramentas digitais para a governança, a transparência e ligar os parlamentos aos cidadãos, além fronteiras permitindo 1 participação mais ampla nos debates sobre a governança global. Num mundo em que enfrenta crise transnacionais, os parlamentos são aliados valiosos para aproximar os cidadãos da cena global, moldando 1 governança global mais participativa e humana. Cabe a nós parlamentares enfrentar os desafios desta governação em constante evolução com lucidez e empenho. O P 20 pode dar contributo valioso para a promoção da igualdade de género, e a mudança do ordenamento político global. Através da diplomacia parlamentar nos parlamentos nacionais para aprovação da lei da paridade 40 60 até 2030. Junto poremos. Muito obrigado.
Presidente da Câmara dos Deputados
Após ouvirmos as falas de todos os inscritos, em seguida terá início a sessão de encerramento da décima cúpula dos presidentes e dos parlamentares do G 20. Declaro encerrado esta sessão. Como avisado,
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Claro aberta.
Presidente da Câmara dos Deputados
A sessão de encerramento da décima cúpula do p 20. Compõe a mesa com esta presidência, a senhora presidente da união interparlamentar Tulia Axon. A presidência comunica que por questões familiares, o Excelentíssimo senhor presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco, não poderá participar da sessão de encerramento. A presidência tem a satisfação de informar que nossas conversações e consultas ao longo dos últimos meses, por meio de processo transparente e inclusivo, e com a ampla e construtiva participação de parlamentos dos membros do G 20, dos países convidados, e da união interparlamentar, resultaram na declaração conjunta circulada pela presidência do P 20 em 8 de novembro de 2024. A presidência ressalta e agradece o espírito construtivo que todos, repito, todos os manifestaram ao longo do processo de consultas, mesmo em relação aos temas mais complexos. Nessas condições, proponho que esta cúpula adote a declaração conjunta dos parlamentos por mundo justo e planeta sustentável. Adotada. Senhoras e senhores, à luz das negociações em torno da nossa declaração conjunta, o presidente sobre a responsabilidade de atuar como facilitador do consenso, também faz o seguinte pronunciamento da presidência. Enfatizo na qualidade de presidente, que esta manifestação é parte essencial do caminho que nos trouxe até a adoção da declaração conjunta. No contexto da décima cúpula de presidentes dos parlamentos do G 20, realizada em Brasília, em 7 e 8 de novembro de 2024, alguns membros e outros participantes manifestaram suas visões sobre questões de natureza geopolítica envolvendo, entre outros, Rússia e Ucrânia, e a situação no Oriente Médio em especial na questão de Gaza e do Líbano. Alguns membros e outros participantes consideraram que essas questões deveriam ser tratadas no P 20 por terem o impacto sobre a economia mundial e sobre os temas prioritários discutidos na cúpula. Combate à fome, à pobreza e à desigualdade, o desenvolvimento sustentável, e a construção da governança global adaptada ao século 20 e Por outro lado, outros membros e participantes consideraram que o p 20 não é o for adequado para discutir estas questões. Em meu discurso de abertura desta cúpula, renovei o apelo a que todos os parlamentos se engajem na promoção da paz, com especial atenção à proteção da vida de civis inocentes. Também recordei que, como representantes dos seus povos, os parlamentos devem aumentar sua mobilização em torno de acordos internacionais direcionados à paz. Embora tenham sido expressadas diferentes visões durante a cúpula, o p 20 deve, na visão desta presidência, fortalecer sua capacidade para ser realmente 1 plataforma robusta e inclusiva, sob o princípio do consenso, para maior diálogo e cooperação entre os presidentes dos parlamentos do G 20. Muito obrigado. Convido a excelentíssima senhora vicepresidente da Assembleia Nacional da África do Sul, Aneli Luatrich, para compor a mesa, e receber simbolicamente a presidência do P 20. Neste momento convido todos a assistirem a vídeo oferecido pela delegação da África do Sul, próximo país a ocupar a presidência do P 20.
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Mais de 60000000 de votos ecoando em harmonia na parte mais ao sul do nosso mundo de pessoas normais Trabalaram seus nomes no história extraordinária mostrando o mundo que há mais sempre é melhor que a guerra. O nosso alcance não está limitado ao que por fronteiras trazendo alegria para os corações e o ritmo os seus movimentos. Sejam bemvindos a oportunidade inspirando milhões a irem para cá procurando 1 vida melhor compartilhando o que temos de melhor rumo do raio de leite em mim somos o lar montanhas, amilores, mares, e reino animal cheio de cores nós somos Soul Cris o lar original da humanidade. Nós acreditamos na África do Sul. Estamos inspirado pelas histórias do passado e nos focando esses padrões fortes para sobrepujar nos desafios de hoje e fazermos futuro melhor. É isso que nós somos. A sulafricana, África do Sul, inspirando o novo médico.
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Presidente da Câmara dos Deputados
É 1 honra de conceder a palavra à excelitíssima senhora, vicepresidente da Assembleia Nacional da África do Sul, Anieli Loatrich.
Vice-Presidente da Câmara Baixa do Parlamento da África do Sul
Muito obrigado, Estamos agora.
Presidente da Câmara dos Deputados
Tenho a honra de conceder a palavra à presidente da União interparlamentar a senhora Tulio Ackson.
Presidente da União Interparlamentar
Sua excelência presidente da câmara abaixo do Brasil. Feder os nossos objetivos ambiciosos e conjuntamente e adotamos para nós mesmos. Parlamentares por mundo justo e plano em relação às questões de fome, pobreza, e desencalhart, os recursos do G 20 não tenho dúvida que os meios não devem dar faltando. As consequências devastadoras das quais já estamos pagando. Weed Solidarity, carryge. Com solidariedade, coragem e vontade política Nós podemos Atendendo às expectativas do nosso povo por, Sem dúvida o décimo a décima cúpula em Brasília Bakerd de Center deve depor os povos e especialmente as mulheres do mundo no centro da nossa atenção. Nós todos concordamos que temos que avançar a igualdade de gênero como 1 précondição da do crescimento sustentável e desenvolvimento sustentável. Por isso precisamos redobrar nossos esforços para promover os direitos das mulheres e o empoderamento econômico e social das mulheres firmemente combatendo a discriminação e a violência contra as mulheres. As recomendações do primo da primeira reunião p 20 de parlamentares mulheres em Maceió deve ser 1 referência do trabalho nessa frente. Caros colegas e amigos, o tempo não está do nosso lado. A meta de 2030 para o ODS está já está chegando estamos muito longe dos nossos alvos. Nós concordamos que precisamos de políticas decisivas inclusivas e que estejam pensando no futuro, nós precisamos transformar nossas metas ambiciosos em ações e nos nossos orçamentos que atinjam as expectativas das nossas comunidades. Nós concordamos que nossos parlamentares devem ser líderes da ação e resiliência parlamentar. Em pouco mais de 1 semana nossos parlamentares vão estar se juntando no contexto da reunião parlamentar dos nossos na COP, dessa vez em Baco, Azerbaijão. Isso será 1 oportunidade para fazer inventário do nosso trabalho até agora mas claramente muito mais precisa ser feito. Eu gostaria de chamar todos vocês a agirem decisivamente em relação às 10 ações que coletivamente identificamos para fortalecer os compromissos ambientais e climáticos do nosso país. Fico muito feliz que apesar das declaração conjunta muito ampla, incluindo ações parlamentares para combater a desigualdade, a fome e a pobreza mundo afora, Assegurando as transições justas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável ajudando a construir 1 governança global mais inclusiva e representativa. Agora está na hora de tomar essa declaração conjunta para nossos lares e assegurar que nossos palavras sejam correspondidas por ações concretas e resultados. Eu sou tomar as palavras da vicepresidente da África do Sul. Então a gente não precisa, a gente não pode continuar com declarações de e 20 sem mecanismo sério de relatoria, nós também temos responsabilidade sobre as promessas que fazemos, nós queremos trabalhar de forma muito forte com o parlamento da África do Sul, antes do nosso sua cúpula do bem 20 ano que vem na África do Sul para que isso possa acontecer. Para concluir, gostaria de mais 1 vez apreciar nossos anfitriões graciosos do Brasil pela sua grande hospitalidade, seu trabalho duro e grande comprometimento ao trabalho multilateral e diplomacia parlamentar. Nós valorizamos muito o seu trabalho e sua contribuição no União Parlamentar Internacional. Então, no próximo ano como presidente do BRICS e da COP no ano que vem, ambos os quais tem elemento parlamentar muito importante. Em relação à união parlamentar internacional, vamos continuar a entregar os maiores esforços para grande engajamento político e diplomático construindo parlamentos fortes e aumentando a contribuição parlamentar na governança global. Nós queremos dar os boasvindas a todos vocês em Genebra, em julho de 2025, para sexta conferência mundial de presidentes de parlamentos, organizado conjuntamente com as Nações Unidas. A décima quinta cúpula de mulheres presidentes do parlamento que será presidida pela Parlamento Suíço, vai acontecer também antes dessa reunião. Foi 1 honra colegas e amigos e prazer ser parte dessa cúpula 20 maravilhosa. E eu gostaria de agradecer todos vocês, pela sua confiança, amizade e pelas suas contribuições. Eu lhe desejo o melhor no exercício, das suas responsabilidades tão importantes, e espero que tenhamos engajamento ainda maior. Então agora que os presidentes, a presidência da p 20 e da g 20 vai pra África do Sul, gostaria de lembrar 2 grandes líderes do continente africano. Foi o presidente Nelson Mandela, e 1 bem disse, sempre parece impossível até que seja feito. Ao mesmo tempo, como eu o pai da minha nação, Julian Hadara, presidente da Tanzânia 1 vez disse, pode ser feito, faça a sua parte, obrigado por me ouvir.
Presidente da Câmara dos Deputados
Senhoras e senhoras presidentes de parlamento, senhora presidente da União Interparlamentar, minha amiga Tulia Ackson, senhora vicepresidente da Assembleia Nacional da África do Sul, Andeli Lutrack, demais colegas chefes de delegação, colegas parlamentares, senhoras e senhores representantes do corpo diplomático. Senhoras e senhores, é com duplo sentimento de agradecimento e de satisfação, que me dirijo a todos os presentes na conclusão da décima cúpula do P 20. Agradeço o empenho de todas as delegações, pelo amplo comparecimento, pela intensa participação nos debates, pelas relevantes contribuições que aqui deixaram. Meu cumprimento especial aos parlamentares brasileiros, deputados federais, deputadas federais, senadoras e senadores. Pela cooperação e entusiasmo desde o primeiro momento. Agradeço também às organizações internacionais, que marcaram presença com a menção especial à união interparlamentar parceira desde a primeira hora na organização desta cúpula. Cumpre igualmente registrar meu reconhecimento e minha gratidão aos servidores da Câmara dos Deputados, sem cuja dedicação competente ao lado dos servidores do Senado Federal, este evento não teria ocorrido com a qualidade que teve. O segundo sentimento que ressalto neste encerramento, é o de plena satisfação pelo que alcançamos ao longo da presidência brasileira do quando recebemos esta responsabilidade das mãos dos nossos amigos do Parlamento da Índia, até hoje, quando a repassamos aos nossos amigos do Parlamento da África do Sul, o parlamento brasileiro envidou os seus melhores esforços para fortalecer o p 20 como peça chave no âmbito do G 20. Se parlamento é o foro por excelência de discussões da sociedade, A união de parlamentos não poderia ser outra coisa senão palco de grandes debates sobre os problemas e desafios globais. O G 20 ao reunir as maiores economias do mundo, é espaço qualificado para gerar e disseminar ideias e ações que possam impactar positivamente a vida das pessoas, o que é o fim mesmo da política. Está claro que o P 20 pode, e deve, dar 1 contribuição valiosa ao G 20, no debate das questões globais, ao aproximar os parlamentos nos processos decisórios, e portanto, facilitar a implementação de acordos no âmbito de cada país. Com efeito, temos visto a diplomacia parlamentar ganhar cada vez mais relevância nas interlocuções bilaterais. Regionais e multilaterais. Salta aos olhos a importância crescente do diálogo no mundo marcado pela volatilidade do equilíbrio geopolítico. Nós aqui reunidos, não podemos como representantes de nossos povos, nos furtar a participar da busca por entendimento que construa as bases mais sólidas para a paz e a prosperidade. Não poderia assim, ser mais oportuno o lema desta décima cúpula, parlamentos por mundo justo e sustentável. Por quanto tempo homens e mulheres de todos os povos sonharam com este ideal? Nunca teve à humanidade tantos recursos para alcançálo. Devemos sim, insistir na busca por mundo melhor, justo, próspero e pacífico. O diálogo entre as nações é meio fundamental para atingirmos esse objetivo. Não há porém, justiça com pessoas passando fome. Não há justiça quando há pobreza e a desigualdade estão presentes na vida de bilhões de seres humanos. A sessão de trabalho sobre o tema foi profícua, o que ganha ainda mais relevância numa conjuntura em que o mundo ainda se recupera do aumento da pobreza durante a pandemia do covid 19. O desenvolvimento sustentável também é assunto candente, e exige soluções corajosas e compartilhadas. Nos últimos 2 anos, aprovamos nesta Câmara dos Deputados conjunto robusto e abrangente de medidas para a preservação ambiental e a transição energética. Diante de todos os esforços internacionais sobre as mudanças climáticas, avulta a oportunidade dos debates gravados na sessão de trabalho e sustentabilidade desta cúpula. Tendo em vista também a proximidade da COP 29 no Azerbaijão. A começar claro daqui a poucos dias. Senhoras e senhores, se desejamos que os desafios globais sejam adequadamente debatidos e resolvidos, se desejamos que as instituições internacionais sejam respeitadas e suas decisões aceitas, é inevitável tratarmos da reforma da governança global. Queremos instituições internacionais mais transparentes e representativas. Assim, é auspiciosa a aprovação pela Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro, do Pacto Pelo Futuro, que prevê ações específicas sobre a governança global. São portanto, dignos de todos os elogios, os debatedores da exceção de trabalho sobre construção de governança global adaptada aos desafios do século 20 e Tema que tende a ganhar cada vez mais força nos foros multilaterais e em nossos parlamentos. Quero aproveitar esta oportunidade, de reflexão sobre os desafios globais, para reiterar a importância da participação das mulheres na construção de 1 nova realidade mais equilibrada inclusiva. Permitamme 1 vez mais sublinhar o pioneirismo da primeira reunião de mulheres parlamentares do P 20, que dá à presidência brasileira imenso orgulho. Realizado em julho deste ano, na cidade de Maceió, o evento foi liderado por mulheres, e seu documento, o seu documento final integrou os debates desta cúpula. A carta de Alagoas já faz parte da história do P 20. Estou certo de que terá efeitos duradouros nos rumos do grupo. Antes de concluir, caros parlamentares, gostaria de solidarizarme com o esforço das delegações aqui presentes, no sentido de reverberar os frutos desta reunião em suas casas legislativas, e também juntamente aos chefes de estado, e de governo, e de seus países, e à sociedade civil. Tenho a convicção da importância da diplomacia parlamentar, no nosso tempo, e contamos com a ajuda de todos. A delegação do Parlamento da África do Sul, transmito em nome da presidência do P 20, votos de êxito na liderança deste grupo pelo próximo ano. Estaremos à disposição para ajudar sempre que for necessário. Ao concluirmos a presente conferência, reafirmo minha alegria, que creio ser compartilhada por todos aqui presentes. Diálogo substantivo foi estabelecido, ideias construtivas foram compartilhadas, importantes propostas para a ação futura foram apresentadas. Laços de cooperação e amizade se fortaleceram com meus renovados agradecimentos, desejo em nome da Câmara dos Deputados do Brasil, bom retorno a todos, muito obrigado. Antes de encerrar esta solenidade, eu queria sinceramente, agradecer às autoridades presentes e a todos que nos honraram com o seu comparecimento. Está encerrada a sessão.




