COMISSÃO DO ESPORTE
Sobre o Evento
Balanço da gestão do Comitê Paralímpico Brasileiro apresentado por Mizael Conrado e outros membros, incluindo discussões sobre atletas e novas lideranças.
Deputado
Boa tarde a todos, boa tarde a todos. Falando aqui pra, as pessoas se localizarem aqui. Vou começar com minha áudio de descrição. Eu sou homem de metro e 82 e meio, com topete, chega às vezes metro e 90. Usa bigode mexicano mas eu sou do norte do brasil, é 1 mistura de indígena com mexicano, estou usando terno azul escuro, 1 camisa branca, e 1 gravata corderosa. Boa tarde a todos e sejam muito bemvindos conforme acordado na reunião anterior informo que foram aproveitadas as presenças no painel eletrônico declaro aberta a presente reunião de audiência pública está sendo realizada em atendimento aos requerimentos número 2 e 8 e 59 de 2024 de autoria dos deputados e delegado da Cunha, Júnior Júlio César Ribeiro e Augusto Público, sobre o balanço da gestão do comitê paralímpico brasileiro e dos Jogos Paralímpicos de 2024. Tenho a honra de anunciar os convidados dessa audiência pública, senhor Misael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico brasileiro, senhor Horhentson Nascimento vicepresidente do Comitê Paralímpico brasileiro, senhor José Antônio Freire presidente eleito do Comitê Paralímpico brasileiro e senhora Luana Brito, atleta paralímpica e medalhista de prata em Paris, e minha conterrânea aqui Luana, 1 satisfação muito grande ao seu lado. Esclareço os procedimentos serão adotados na condição dessa audiência pública. Os convidados deverão limitarse ao tema do debate conforme combinado, o presidente do comitê paralímpico brasileiro disporá de 30 minutos, para sua apresentação, e os demais convidados de 10 minutos não podendo ser interrompidos. Após as posições serão abertas os debates, os deputados interessados em fazer perguntas ou considerações sobre o tema, deverão escreverse previamente pelo aplicativo Infoleg. A palavra será concedida a respeitada a ordem de inscrição, pelo prazo de 3 minutos. Comunico que esta audiência pública está sendo transmitida pelo portal da câmara dos deputados, e que todos podem participar pelo meio de perguntas dirigidas a esta mesa. As apresentações e multimídia serão disponibilizadas pra consulta na página eletrônica da comissão após a reunião. Antes de passar à disposição dos nossos convidados, aproveito a presença do presidente do comitê paralímpico brasileiro, além dos outros ilustres representantes deste comitê, para entregar moções de aplausos e louvor, de autoria dos deputados Júlio César Ribeiro, Márcio Marinho e Minha, aprovados por esta comissão, como merecido reconhecimento em homenagem a toda delegação brasileira de atletas paralímpicos, pela participação nos jogos paralímpicos Paris 2024. Passo então a palavra para o senhor Misael Conrado presidente do comitê paralímpico brasileiro. Excelente.
Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro
Deputado presidente dessa sessão, Augusto Pupio, e prostríssimo amigo presidente do Comitê Parma Brasileiro, José Antônio Freire, ilustríssimo amigo vicepresidente do Comitê Parma Brasileiro, Johnson, do Nascimento Ferreira, exatleta paraolímpico, campeão paraolímpico, campeão mundial, ilustríssima a Luana Brito, que brilhou em Paris com toda a delegação brasileira, que foi recordista mundial, que conquistou medalha de ouro no campeonato mundial, e que vai conquistar 1 medalha de ouro lá em Los Angeles pro Brasil eu tenho certeza. Ilustríssima Rosinha da DEFhal, deputada Rosinha, representando aqui o CBCP nosso Comitê Brasileiro de Clubes Paraolímpicos, Fábio Araújo, ilustríssimo Fábio, grande amigo, secretário nacional do Paradesporto, Lindberg é sempre prazer Lindberg estar com você, Daniel Brito responsável pela comunicação do comitê brasileiro, estou vendo aqui o Felipe Dias, Felipe que fez parte, que faz parte né do Projeto Paraolímpico, muito importante também no desenvolvimento dos nossos esportes sobretudo do ALTERN que agora conquistou 2 medalhas de ouro, tenho certeza da felicidade do Filipe porque ele sabe que ele contribuiu pra esse desenvolvimento e pra essa evolução do esporte. Senhoras e senhores, deputado primeiro eu quero agradecer pelo convite, é sempre 1 honra e sempre 1 alegria estar na casa do povo, que é a Câmara dos Deputados, onde aqui nós temos a criação das leis fundamentais pra nossa sociedade. Então é sempre 1 grande alegria e sobretudo aqui na Comissão de esportes, aqui são realizadas grandes discussões que contribuem pro desenvolvimento e pra evolução do esporte brasileiro. Com relação ao comitê para o aluno brasileiro, a gente finalizou esse ciclo, na realidade é ciclo mais curto, ciclo de 3 anos né, o mundo esteve parado aí por 2 anos ao longo da pandemia, a maior tragédia da nossa história contemporânea. Então, a gente encerra esse ciclo mais curto, mas particularmente esse projeto. Aliás Aliás quero cumprimentar também meu amigo Weber Magalhães que tive a felicidade aí de de revêlo depois de algum tempo, Weber prazer também te encontrar. Como eu dizia o ciclo mais curto, e pra nós né 000A gente encerra projeto né, ciclo de projeto, que na realidade foi projeto de 7 anos, mas no final das contas foi de 5 por conta exatamente da pandemia. Então, importante trazer a Ediberg aqui, como relato, exatamente a esse projeto desde a sua concepção, que na realidade foi 2017. O Brasil teve realmente 1 evolução significativa né ao longo desse período, o ciclo anterior que se iniciou lá em fevereiro de 2009, dia 14 de fevereiro de 2009, depois com a escolha do Rio de Janeiro, no dia 2 de outubro de 2009, 9, pra assediar os jogos olímpicos e paraolímpicos do Rio, então o Brasil atuou nesses nesses 2 ciclos anteriores com o objetivo de fazer 1 grande campanha, né, nos jogos em casa, que certamente a nossa geração terá bastante dificuldade de acompanhar outro, então o grande objetivo era realmente realizar 1 grande participação no Rio. Naquela época a gente identificou os talentos existentes, realizamos vários projetos pra que o Brasil pudesse realmente ter grandes atuações ao longo do ciclo, e assim foi feito, o Brasil conquistou os paraparaamericanos de Guadararara de Toronto, conquistou o sétimo lugar nos jogos de Londres, e conquistou a oitava colocação no Rio, mas com número recorde de medalhas, 72, 14 medalhas de ouro, né, o o Felipe inclusive que eu fiz referência, esteve presente, né, na construção de todo esse projeto, dessas campanhas vitoriosas, e em 2017 a gente inicia esse esse novo projeto. Quando a gente chega em 2017, a gente identificou que realmente o Brasil fez 1 grande campanha ao longo desses 2 ciclos anteriores, mas que basicamente a gente chegou no limite, com a estrutura que nós tínhamos, porque basicamente o CPB atuava, exceto a Polorilippedo Escolar, que era evento de fomento, é evento pra base, a gente basicamente atuava com alto rendimento, realizava as competições do nosso circuito caixa enfim, e os circuitos de tiro de autofiles que eram os nossos esportes, repassavam os recursos pras confederações, e depois identificávamos esses atletas nas competições e conformávamos as delegações brasileiras, ou seja, a gente selecionávamos os melhores e a partir daí trabalhávamos esses atletas com vários programas, Projeto Ouro e vários outros programas, com o objetivo exatamente de potencializar o máximo material humano existente. E aí em 2017 a gente chega à conclusão de que essa lógica de desenvolvimento esportivo tinha se exaurido, e que com a mesma lógica dificilmente a gente seguiria avançando. Juntamente com essa percepção, nós tivemos também advento da inauguração no dia 23 de maio de 2016 no nosso Centro Paraolímpico brasileiro que hoje é o maior centro paraolímpico das Américas, 1 das maiores estruturas esportivas eminentemente paraolímpicas do mundo certamente entre as 3, 4 maiores e melhores estruturas do mundo para a prática do esporte paralímpico, treinamento e competições, lá a gente tem capacidade de atender até 20 esportes. Então considerando tudo isso, no CT a gente fez esse primeiro contrato no dia 23 de maio de 2016, depois renovamos por mais 6 anos ao final de maio de 2017. Em outubro, pro dia 20 de outubro a gente celebra o o vínculo que estava vigente até o mês passado, que garantia ao CPB a gestão do do CT por 5 anos renováveis por mais 5. E agora, a gente assinou a renovação com o governo do estado de São Paulo por mais 35 anos até 2059, o CPB será responsável gestão daquelas instalações. Bom, 1 vez a gente tendo firmado esse contrato com o governo do estado, nós tomamos a decisão de levar a sede do Comitê Paraolímpico, que até então era em Brasília, pra São Paulo, e aí a partir dali construímos o nosso planejamento estratégico que que na realidade será encerrado agora ao final de 2024, inclusive o Zé Antônio aqui, que que foi recentemente eleito pra conduzir o CPB no próximo ciclo, já está juntamente com o Ionso e com o Marcelo que será o nosso CEO, o nosso diretor geral, já estão coordenando o novo plano estratégico e a gente espera que em janeiro esteja concluído, né e esse plano será a bússola que vai conduzir o CPB até os jogos de 1000, de 2020 e 32 na Austrália, como foi o caso desse plano que a gente formulou em 2017, e que nos conduziu até agora os jogos de Paris. E esse plano estratégico ele ressignificou a atuação do CPB. Primeiro, nós trouxemos a inclusão para o centro da missão do CPB, e a nossa missão passa a ser passou a ser promover o esporte para o olimpíada da iniciação ao alto rendimento e a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. E com isso, a gente desenvolveu vários projetos com o objetivo obviamente de detectar talento, mas também de incluir a pessoa com deficiência na sociedade. Programas educacionais como o programa Educação Paraolímpica na Escola, esse programa já foi responsável pela capacitação de mais de 62000 professores de educação física ao longo desses 7 anos no país inteiro. Criamos o festival paraolímpico que esse ano nós na primeira edição reunimos 25561 crianças, e agora com a segunda edição em dezembro, nós devemos passar a 50000 crianças atendidas, é evento que a gente atende crianças com deficiência, e até 20 por 100 das crianças podem ser crianças sem deficiência, exatamente pra cumprir com o objetivo da inclusão. Criemos o programa atleta cidadão, que hoje oferece curso de idioma, oferece várias atividades de capacitação, a gente oferece hoje bolsas de de de universidade né pro ensino superior, são 300 bolsas por ano, a gente agora começou também oferecer bolsa de pósgraduação com o objetivo de fazer com que o atleta esteja preparado né pra pra pra pra competir no mercado que às vezes essa competição é maior até que a competição das caixas esportivas, então a gente avançou muito nesse tema da da da inclusão, com programas que obviamente no final pode contribuir com a formação de atletas, mas a sua a sua seu objetivo primeiro, seu objetivo precípulo é exatamente oferecer cidadania e oferecer inclusão. E nós definimos além de incluir a inclusão no centro do propósito do CPB, nós definimos mudar a lógica do desenvolvimento do esporte paraolímpico, então como eu disse a vocês a gente ia, a gente realizava as competições selecionava, selecionava os atletas e conformávamos as grandes missões. E nós mudamos essa lógica e nós detectamos ali, como eu disse que esse modelo tinha nos levado onde onde ele podia levar, e a gente passou ao invés de esperar esses atletas virem até o CPB, virem pras nossas competições, nós entendemos que nós deveriamos ir até os atletas. E aí a gente começa com esse programa né, o festival também fez parte disso, né, esse ano aqui foram 120, aliás 119 cidades no na primeira edição em setembro e serão 120 cidades agora em dezembro. Nós criamos também o centro de referência, hoje são 74 no Brasil inteiro, mais 28 serão implementados o ano que vem, então nós passaremos da das atingiremos o 100, o 102 centro de referência. Nós criamos em cada centro de referência 1 escolinha de esportes, 1 escola que tem por objetivo atender as crianças especialmente aquelas da rede pública que não tem atendimento na educação, e agora no final, o final desse ano aliás ao final desses 2, a gente concretizou essa estratégia levando competição para as 27 capitais do país. E essas competições, desde a criança de 7 anos, elas elas foram albergadas por essas competições, as crianças de 7 anos do Intercentro, passando pela seletiva dos escolares, as crianças ali com 11 anos, a seletiva do dos nossos eventos nacionais adultos a partir de 14 anos, o universitário, o de de de 000 camping militar, ou seja, a gente levou esporte pra criança desde a criança dos 7 anos até aquele com mais de 60 que faz parte do camping militar, pras 27 capitais ao longo de 4 meses, foi grande desafio, mas que fez muito sentido. E aqui eu faço parênteses aqui, eu sei que dessa comissão sai muitas ações relevantes né, pro futuro do esporte nacional, e a gente detectou ao longo dessa ida pelas capitais brasileiras levando a atividade esportiva, a carência de infraestrutura esportiva. Estados como Rondônia que não tem não tem pistas de atletismo, estado como a capital de 1 de de de Alagoas, Maceió, não tem 1 piscina oficial, Florianópolis a mesma coisa enfim, é várias vários estados né, com estrutura esportiva que foi construída lá pros jogos de 2016, que já estão deterioradas as estruturas, então aqui acho que é ponto de atenção pra essa casa, pensar na infraestrutura esportiva, porque não é possível país ter 1 cultura esportiva sem que haja infraestrutura esportiva, não dá pra formar atleta de atletismo se a gente não tem pista no Brasil, então, entendo que essa essa é 1 grande preocupação do CPB, e eu sei que essa casa pode ser 1 estimuladora de 1 de 1 criação dessa infraestrutura, de modo que a gente possa atender a todos esses, esses atletas, sobretudo esses jovens que podem se tornar grandes atletas. Então a gente concretizou essa essa essa estratégia levando as competições pras 27 capitais, e com relação ao centro de referência, né, que é o projeto mais importante nessa mudança da lógica do desenvolvimento do esporte que a gente decidiu fazer ali a partir de 2000 e e 17. A gente tem a meta de atingir pelo menos a implementação de 1000 e perdão de 560 centros de referência, isso vai vai totalizar aproximadamente 10 por 100 dos municípios brasileiros, e como cada município tem capacidade de atender, cada centro né, tem capacidade de atender 4 ou 5 municípios principalmente em estados com maior número de número de município como é o caso de Minas Gerais com mais de 800, São Paulo com 645, nesses estados é é até mais, é até maior o número de centro de referência que a gente de de de município que a gente consegue atender com a estrutura do centro de referência, então a gente acredita que em 8 anos a gente pode chegar na casa dos 560, e dessa forma, a gente pode ter metade do Brasil conectado numa estratégia de desenvolvimento do esporte paraolímpico. Eu quero inclusive mostrar aqui pra vocês, pouquinho do que foi né do do que é esse projeto, temos vídeo aqui do, de dos nossos centro de referência, pra vocês conhecerem aí do que a gente está, está trazendo. 2019 a gente percebeu a necessidade de ampliar as, eu venho de Venezuela
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2019 a gente percebeu a necessidade de ampliar as ações esportivas pra pessoas com deficiência no nosso estado. E a Universidade Estadual de Roraima e parente para brasileiro propuseram a criação do setor de referência aqui no nosso estado e desde então nós temos desenvolvido 5 modalidades esportivas pra pessoas com deficiência física visual intelectual em Roraima. Em questão ao esporte acredito que isso aumentou bastante minha autoestima, questão da confiança também, né, que antes eu ficava meio desconfortável em certas situações e agora não, e agora eu vejo que tem muitas outras pessoas ao meu redor que também fazem aquele esporte que a gente pode ser algo mais do que só 1 deficiência, né? É o principal destino dos venezuelanos. Na capital, 380 e imigrantes estão em situação de rua. No posto de apoio estão mais de 900 pessoas. Bemvindo também pessoas com deficiência, imigrantes com deficiência, né? Em 2020 e nós fizemos 1 parceria cooperação acolhida com o intermédio de como temporada brasileiro do Ministério da da Cidadania, pra que esses alunos com deficiência pudessem vir ao ser de referência e pudessem treinar nas modalidades que a gente disponibilizar. Eles fizeram teste na natação no atletismo e todos gostaram do basquete cadeirante de roda. E eu me sinto alguém mudando, me sinto alguém em outro, outra como tem outro mundo. Hoje nós temos em torno de 108 alunos, também temos 5 professores de educação física, 4 deles são contratados pelo contemporâneo brasileiro, é pela universidade estadual de Roraima, e também temos 6 acadêmicos remunerados pela especial pra que a gente possa ampliar a formação acadêmica desses alunos e qualificar o máximo de professores possíveis em nosso estado. Foi o primeiro festival paralímpicos que eu participei, me apaixonei assim de fato né, pela exclusão né das pessoas com deficiência juntamente com as pessoas que não têm, me apaixonei pelo esporte paralímpico e e quis prosseguir né, adiante. Nossa, crescer e amar como mentalmente como fisicamente também de suma importância né porque principalmente pelo fato de ser pouco mais afastado e muitas vezes não é muito visado por outras instituições né isso mostra que a gente está sendo visto né as pessoas daqui se envolvem porque elas gostam de estar envolvida com centro paralímpico é a gente vê que transforma realmente ajuda das pessoas e muda totalmente o rumo algumas pessoas né? Que se animem porque a vida continua, não é que você não cortou a vida não? A vida teremos mapa, passou o clima e antes porque se puder.
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Bom, esse esse é dos seres de referência dos 74 que tem
Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro
Por todo o Brasil. E nessa loja do do trabalho né, tanto de de inclusão como de iniciação esportiva, a gente agora vai iniciar 1 nova jornada, a gente acaba de de assinar convênio com o estado de São Paulo, pra que o CPB possa atender as crianças com educação física, a as crianças nas áreas de educação física, seja com deficiência, na rede pública estadual. Vamos começar piloto com 75 escolas, e a ideia é de que depois do piloto, obviamente a a gente ajustando e alinhando toda a estratégia e os processos, a gente atende as crianças das quase 1000 escolas estaduais, e aí a ideia é de levar também essa atividade pras crianças da rede municipal no contraturno, né lá nas escolas estaduais, e com isso a gente pode chegar ao número de mais de 40000 crianças só no estado de São Paulo, né esse é o nosso desejo, projeto muito importante, porque hoje em boa parte do Brasil a criança com deficiência ainda é dispensada na educação física exatamente pela falta da capacitação dos professores, né, pra atender a essas crianças. Então é projeto que a gente inicia e também que a gente tem bastante expectativa de que possa ser projeto transformador e está aí até mais relevante que os projetos que a gente já executa, que a gente já desenvolve. No plano estratégico 1 outra, 1 outro pilar fundamental foi exatamente o tema da gestão e da governança. Então lá em 2017 a gente identificou a necessidade de avançar no ESG, de avançar na governança pra além do que já determina o dezoitoA. E aí a gente ressignificou o nosso conselho de administração, que hoje tem maioria independentes, todos certificados pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, criamos departamento de compliance, com compliance Office, com canal de denúncia externo independente. Agora a gente obteve as isos 37000 e que é anticorrupção, e 37300 e que é de conformidade, o comitê próno brasileiro é a única organização esportiva do mundo que tem essas 2 isos, pra gente é muito importante né, porque atesta a transparência dos processos né, e a própria eficiência daquilo que a gente, daquilo que a gente faz. No plano ambiental, na gestão do CT, já há 4 anos a gente tem a ISO 14000 e recentemente a gente fez a a medição de carbono, o ano que vem a gente vai fazer a compensação de modo a zerar a nossa a nossa emissão de carbono, compostagem 100 por 100 feita lá nas instalações do CT, e o que não é compostagem a gente tem parceria, ou seja, 100 por 100 de tudo lá é reciclado, então realmente a gente tem muito muito cuidado com essa questão da sustentabilidade porque a gente entende a importância e nós entendemos que por mais que nós sejamos 1 entidade esportiva, nós precisamos estar atuando em convergência com aquilo que a gente acredita, com as boas práticas de governança, com governança, com a lógica da sustentabilidade, atuando na inclusão né o que é o que a gente faz, o próprio esporte que é principal elemento aí, dos principais elementos pra inclusão e pra cidadania da da pessoa com deficiência, mas nós estamos indo pra além do esporte, né criando por exemplo inspiração paraolímpica, que é 1 plataforma que tem por objetivo conectar conectar pessoas, programas, projetos, enfim, é algo que que também fez com que a gente pudesse avançar do ponto de vista da maturidade institucional, ao longo desses 7 anos, né? E até pra suportar os projetos que a gente desenvolveu ao longo desse tempo, pra que vocês tenham 1 ideia, nós tínhamos 60 colaboradores em 2016, e agora com esse projeto escola mais inclusão, esse último convênio que a gente assina, nós vamos deixar o CPB com 900 colaboradores, ou seja, crescimento de 15 vezes em 7 anos né, e aliás 5 porque 2 anos a gente ficou com o CT fechado e basicamente sem atividade esportiva. Então, foi crescimento substancial e naturalmente se a gente não tivesse avançado nos processos, não tivéssemos amadurecido a governança, certamente não teríamos condições de suportar todas essas ações e todo esse calendário. Bom, aí alguém pode perguntar, mas espera aí, o CPB então virou 1 entidade de formação esportiva? Não, a gente passou a atuar muito na formação, na iniciação e na inclusão, mas sem perder de vista o alto rendimento. E acho que o resultado de Paris, ele demonstra cabalmente isso, né primeiro Tóquio que já foi 1 grande campanha onde a gente conquista 72 medalhas sendo 22 de ouro, 20 de prata e 30 de bronze, 1 campanha histórica né, a melhor até então do Brasil em todas as edições de Jogos Para Olímpicos, realmente 1 participação muito importante, muito relevante do Brasil, num momento difícil né que a gente acabou ficando aí os atletas impedidos de treinar, de desempenhar suas atividades eu me lembro que no início da pandemia, os jogos ainda não tinham sido cancelados, e aí a gente fechou o CT, foi no dia 13 de março de 2020, fechamos o CT pelo risco da pandemia, e a gente atende pessoas com deficiência severa então risco ainda maior do que pra população convencional, então a gente fechou o CT, dali a pouco veio 1 matéria do presidente do Coe encorajando os atletas a treinar, e aí a gente chega no CT no dia seguinte o CT fechado, e os atletas você treinando na rua do lado de fora, então quer dizer foi desafio imenso, mas os nossos atletas eles são resilientes, são guerreiros né e realmente, lá em Tóquio deram 1 grande demonstração dessa resiliência. E aí a gente inicia esse ciclo também desafiador como eu disse no início, ciclo de 3 anos, começamos né foi foi abreviado então por exemplo, atletismo com mundiais em anos consecutivos 23 24, e o Brasil durante todo o ciclo teve 1 regularidade muito grande né a natação, nós ficamos em, nós ficamos na na na quarta posição com 46 medalhas, 1 participação importante, o atletismo a gente ficou em segundo lugar, perdendo apenas pra China no mundial de 2023, e aliás em número de medalhas, nós conquistamos mais medalhas que a China, conquistamos 49, 47 contra 45 medalhas do chineses então foi muito relevante, muito significativo esse resultado, e nos demais esportes né, no golball, na canoagem, no próprio triatlon, no mundial de futebol de 5, de vôlei sentado, o Brasil pela primeira vez foi campeão do mundo em 2022, então foi ciclo muito especial para todos nós. E aí nós chegamos nos jogos de Paris, jogos de Paris realmente muito foi muito desafiador também, como toda edição de Jogos Paraolímpicos, porque o Brasil já havia conquistado a melhor campanha em Tóquio, ficado em sétimo lugar, e aí a gente pensa né, quando a gente vai formular as metas e agora a gente está nesse momento inclusive no plano estratégico, e aí muita gente que que que faz parte da da gestão, muitas vezes as pessoas imaginam o seguinte, não se a gente ficou em quinto, agora a meta tem que ser ficar em quarta e em terceiro. Mas a gente tem todo o mundo com o mesmo pensamento. Então chegar entre os 10 é desafio, permanecer o desafio é maior ainda. E obviamente que o quão mais a gente avança, mais difícil fica de avançar. Nós conquistamos em em Atlanta 96, 37, o trigésimo sétimo lugar, e a gente avançou muito rapidamente, 2012 já, a 2008 em Pequim, a gente já passou a integrar o seleto grupo das 10 principais potências, então a gente avançou em 12 anos, nós avançamos 28 posições né, porque nós somos pro nono lugar em Pequim, foi avanço muito rápido e muito significativo, só que quando a gente chega perto das grandes potências, que já tem lá 1 cultura esportiva, Aí vocês perguntam, mas qual é a diferença né, a gente não tem investimento no Brasil? E obviamente que nós temos, e jamais a gente poderia reclamar de investimento inclusive do respaldo dessa casa pra que houvesse esse investimento. A questão é, os países como GrãBretanha, Austrália, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, França, eles já possuem 1 cultura esportiva. As crianças começam o esporte na escola. Nós fomos agora visitar a França pra definirmos a cidade que o Brasil faria a climatação, em cada bairro da França, praticamente você tem 1 piscina e 1 pista oficiais. É impressionante a quantidade de instalação esportiva que a gente encontrou no entorno de Paris pra selecionar a cidade que o Brasil faria a sua última fase de treinamento. E aqui no Brasil, vocês viram aqui o centro de referência, nós temos o trabalho dos clubes, hoje são mais de 500 clubes que são conectados ao Comitê Brasileiro por conta das das modalidades que a gente administra diretamente, além de tantos outros que estão ligados às nossas confederações, nós devemos ter próximos de 1000 clubes no Brasil, né, clubes, organizações de pessoa com deficiência, mas organizações que fazem esporte, além dos programas do comitê e de e de alguns estados e municípios, enfim a gente tem muita coisa boa também acontecendo no Brasil. Mas a gente depende de programas específicos porque lamentavelmente isso ainda não acontece onde deveria acontecer, que é na escola, que é no âmbito da educação. E no caso do Esporte para Olympe, dos pleitos que a gente tem pro Conselho Nacional de Educação, é alteração da grade curricular, porque o professor ele sai da universidade e ele sai preparado pra atuar na escola, mas essa atuação ela não contempla o indivíduo com deficiência, porque nós temos 1 disciplina de educação física adaptada que pode ser de 30 horas, em 30 horas o professor não consegue entender nem das deficiências, quanto mais de criar condição pra atender essas crianças nas escolas. Então, nosso nosso desejo e até vou dizer pra vocês o nosso sonho, é que as escolas de educação física formar profissional que vá dar que vá atender as crianças na escola as crianças e os jovens, tenha lá 1 grade curricular diferente, 1 grade curricular paraolímpica transversal, ou seja, onde há o futebol deve haver o vôlei, onde há o o vôlei onde há o vôlei deve haver o vôlei sentado, a disciplina de futebol deve contemplar 000 futebol pra 1 pessoa com deficiência, o próprio, o próprio o próprio basqueteball em cadeira de rosa, o atletismo enfim todos os esportes de modo que o professor não saia da escola, da mulheres da universidade preparado pra atender a todas as pessoas então, era grande desafio e 1 grande expectativa porque nós realizamos 1 grande campanha ao longo do ciclo. Foi realmente 1 campanha especial para todos nós, e a nossa expectativa era realmente de fazer a melhor campanha da história. E aí chegamos em Paris, e de fato isso aconteceu, a campanha ela foi extraordinária, o Brasil conquistou a quinta colocação, a histórica quinta colocação, e tínhamos potencial pra conquistar o quarto lugar, porque ficamos muito próximos da Holanda, e tem algumas medalhas né, a Holanda mesmo quebrou o recorde mundial, e dali a pouco vem a ucraniana a última a lançar, e quebra o recorde também e leva a medalha de ouro. Nós tivemos o Aser, que estava liderando a prova do salto, no último salto, o russo salta e passa o Aser. Nós vimos o Ricardo com 27 e 10 000 Ricardo, e aí o russo me faz 26 e 9. Vocês imaginam 1 distância que não dá nem pra gente imaginar quanto é que representa essa distância com relação ao aspecto temporal, é basicamente você inclinar o tronco pra frente. A Raiane aqui de Brasília, que foi campeã em recordação mundial, nos 400 metros, ela nos 100 metros fez o melhor tempo da história dentre as deficientes das pessoas com deficiência visuais das mulheres com deficiência visual incluindo B B 2 B 3, com 11 78, e aí vem 1 moça do Azerbaijão, 1 atleta excepcional também, e faz 11 7 e meia, 2 centésimo de distância, a gente perde a prova. Ou seja, várias várias situações e a parte do esporte a gente não pode reclamar, porque isso também aconteceu ao nosso favor né, e é do esporte, mas só estou dizendo isso pra dizer que nós poderíamos ter ido pra além da quinta posição, que já foi extraordinária, 25 medalhas de ouro, 26 melhores de prata, 38 melhores de bronze, foi realmente 1 campanha espetacular que eu tenho certeza que meu amigo Zé Antônio aqui vai trabalhar demais pra não só manter, mas melhorar essa campanha. Aí eu quero trazer pouquinho do que foi essa emoção que a gente viveu lá em Paris.
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E me listar pra ver se eu estava sonhando ou estava vivendo esse momento. Eu sentia que era meu momento, eu me via no pódio eu me via pegando 1 delas de ouro. Eu sonhei o tempo todo, eu me via no pódio eu via o hino nacional. Eu sempre disse né que minha meta de vida era essa né? Quando eu desci os estados eu imaginei a minha festa de debrutante. No momento que eu estou aqui eu vejo muito mais com meus ouvidos, do que propriamente na minha visão. Isso vencedor, hoje aqui eu estou cego sujo, mas plenamente feliz. Nunca tinha Como sempre em todas as provas eu sei que se eu botar na frente ninguém vai me pegar. Deu certo, a melhor natação da minha vida. Cara esse ouro é o resumo de todo o trabalho que a gente faz aí. Eu fiz o que eu tinha pra fazer. Eu saí tentei correr o mais rápido possível. Sabia da minha cabeça, né? Não desista, não desista, vá até o final. Era só isso, e era só isso que eu escutei até agora, não desista, vá até o final. 5 segundos, não é o que a Apolo treina, dá pra vencer, eu consegui e hoje eu sou campeã paralita, eu não acredito ainda. Eu estou muito feliz com o recorde, eu não sabia que ia bater agora se a gente está na melhor fase da nossa vida. Eu queria, queria muito ajudar, e hoje, hoje eu posso dizer que eu ajudei, minha medalha vai subir e Brasil no quadro de verdade. Essa é a minha quarta medalha, a terceira de ouro, minha primeira medalha foi prata, tricampeonato paralímpico. Já sou tricampeão mundial e queria muito essa medalha pra me tornar tripa paralítico também. 1 menina enorme. Essa daqui estava faltando lá em casa, e eu prometi que ia levar pra minha filha. É. Né dela, Carolina, tchau. Meus adversários merecem, todo mundo merece, mas eu sei o quanto eu merecia essa verdade. Focar sempre também na fé, a fé acima de tudo, agradecendo sempre né? Muito suor, muita abdicação, abdicação da da vida muitas vezes a abdicação da minha família, da minha esposa, sabe? Fica na vida deles pela quente. E ainda a ficha não caiu, ainda não caiu mas vai cair. Acho que a ficha ainda vai cair maus. Sabe que a ficha caiu mais ao mesmo ao mesmo tempo não né? Ainda a ficha não caiu. Eu acho que ainda não caiu a ficha, depois de tudo que passar você vai ver a dimensão que é evento maior evento esportivo do planeta. Com muita alegria, muitos olhos no rosto e seguimos bailando como sempre. Tem preço, falei muito mas não consigo explicar tudo. A idade já está meio avançada, entendeu? Mas que chegando é o que importa, não importa eu estou velho. Se eu estou, vá tudo passa, nem documento precisa.
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Esse vídeo retrata muito
Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro
Foram os jogos de Paris né, momento épico do movimento brasileiro, todos nós muito felizes né com tudo que aconteceu, com o resultado, mas mais do que com o resultado, com a estratégia. A gente acredita demais que o o presente, né os jogos de Paris foram extraordinários, passado de Tóquio, foi muito bom, mas a gente acredita com todos esses projetos do centro de referência, do campo escolar, do campo militar, enfim, todos esses projetos de bases, projetos estruturantes, a gente acredita demais que o futuro é ainda mais promissor do que o passado. Muito obrigado. Obrigado presidente Misael.
Deputado
Passo a palavra pra senhora uana brito atleta paralímpica medalhista de prata em Paris 2024 e grande orgulho pro estado do amapar. Obrigada.
Atleta
Boa tarde senhores. Com imensos que eu me dirijo a vocês, não apenas como 1 atleta paradinha. Que, entre vários títulos que eu trouxe pro Brasil. Tipo aqui o ouro no na camisa de clubes. O ouro no arremesso de presos no mundial de ativo, em Kobe e no e no Japão. Também tipo aqui, a melhor de prata de Paris 2024. Também cito, o olho do do aumento de peso, em 2003, no Chile, no Parapan para americano. Mas como 1 amapaense que com muita luta e dedicação conquistou teu espaço no esporte, cada medalha, que conquistei, cada recorde que quebrei, representa a força do esporte paralímpico, do nosso país. Representa a superação, HEA determinação de cada atleta, que assim como eu, busca vencer desafios e inspirar a todos. Eu vou resumir pouquinho da minha história no esporte aqui pra vocês. É 1 história muito, maravilhosa. Minha experiência com resposta começou natação, 2018. Eu fiquei ano natasão. Iniciei no em 2019, treinei ano também, ano não, 6 meses eu treinei 6 meses, e com isso eu fui pra essa primeira primeira competição que foi em março antes da pandemia. Que foi em João Pessoa. Foi no nordeste. Aí eu consegui ir lá já consegui já, cheguei e cheguei no dia graças a Deus. Consegui ouro e 2 e 2 latas. E com isso já comecei a me dispensar sentimento muito maravilhoso pelo esporte. Quando cheguei ali, eu senti que eu já não precisava brigar pra ser ouvida e vista. Eu já estava na sociedade. O esporte me incluiu na sociedade de 1 forma que eu nunca imaginei se eu fosse inclusa, aceita na sociedade. E com isso, o esporte desde ali fez fez parte da minha história, o esporte tem sido maravilhoso na minha vida, A partir do momento que a gente não precisa mais brigar, brigar pra ser feita, brigar pra ser inclusivo, pra ser visto, eu acho que já é 1 inclusão. Só que a pessoa que está lá que não tem medalha, que não é 1 atleta que tem que brigar, pra ser incluso. E isso é, é pouco complicado, mas enfim, voltei pra minha história. Primeira competição, foi ouro e 2 trata que foi o ouro não é medo de peso, o o ouro do RBSB você ia fazer parte da minha história né? O peso ia fazer parte da minha história. Aí, também veio lançamento de clube, lançamento de disco, e lançamento de, que foi prata. Aí ficamos, depois que eu voltei de de Recife que foi a primeira convenção foi em 2020, de março de 2020 foi, veio a pandemia. Aí ficamos ano parado, ano, sem completar ano parado literalmente. Aí em 2000 e ano, a gente retornou com as convenções retornou os treinos tal e tudo mais, e, aí quando foi pra 2022 eu passei numa classificação, em São Paulo. A parceria mistura vamos lá mudar ainda mais. Quando, eu reclassifico pruma pruma classe mais justa, pra minha deficiência, eu consigo me destacar voar mais alto vamos dizer assim. Consigo me bater na América, bater recorde brasileiros. Com tudo isso vai acontecendo. Só que ainda não estava definindo minha classificação. Isso foi em em março de 2022. Massa ou maio, 1 coisa assim. Aí quando for em 2020, em agosto de 2002, aconteceu o MITMAPAPAR, é é 1 muito importante que acontece nas capitais do Brasil. E aí eu decidi minha classe. Com a definição da minha classe já foi alavancar tipo assim, alavancou minha carreira e 1 Emenda, enfermeira, que, eu tipo eu pude me classificar, defendi minha classe e tal e tudo mais. Aí quando foi em, em outubro de 2022, o CPB começou a me ver com outros olhos, com 1 festa de atendimentos. Comecei a me convocar pra treinamento de da seleção e tudo mais. Aí quando foi em 2003 ano passado, eu fui pra São Paulo fiz 1 1 assim, treinamento prolongado lá em São Paulo, passei 3 meses em São Paulo. Aquilo ali era alucinada na minha vida. Eu não podia repassar, não podia dar errado, eu não podia. Enfim. Aí, eu fui pra São Paulo pra tentar na classificação internacional. Classificação internacional é quando a gente classifica novamente aí o dia veio pra marca, ia ver quem tu é, ia ver quem quem é o Anabis, quem é o atleta. E quando chega a a convocação no meu celular, Convocação é 1 enquete eu estava chorando, estava bem triste esse dia, porque eu estava cansada. Aí chega a a convocação no meu celular. Eu só faço assim. Obrigado meu Deus, obrigada meu Deus, obrigada meu Deus, grito, chore, enfim. Porque eu sabia que ali era pra estudar na minha vida, sabia que ali ia mudar a minha vida, e graças a Deus mudou. Vou falar a maquete consegui olho e 1 praça de maquete, olho no arremesso de peso, e 1 praça de lançamento. Aí isso foi em Marrocos, em março de 2023. Quando foi, em julho do ano passado que foi em Paris, mundial de Paris, eu consegui 1 prata, no arremesso de peso. Aí já num para pano de Chile, que foi, que foi em nós vimos, nós vimos de 2003, eu consegui ouro, com recorde da América. Aí as coisas acordam? Aí lá gostaram. Aí quando foi, nesse ano, teve o o mundial de cobre no Japão. Aí eu me tornei campeão mundial no mercado que eu faço assim. Campeão mundial quem diria? Que honra, que maravilha poder apresentar, a nação poder apresentar nosso estádio poder apresentar o Brasil. Aí, agora em agosto, em julho veio a colocação pra parir em 2004. Paris, os outros, o era de de Paris né? Que é é o aluno atleta. É o o atleta ali é o, é o carrochefe do atleta tipo assim ali é o mundo que que todo mundo quer estar ali quer todo mundo quer ganhar, todo mundo quer, enfim. Aí eu bati o recorde o recorde mundial na minha prova da mesa de peso, mas a Ucrânia foi lá e passou, eu. E está tudo bem, é esporte, a gente pede a gente se ganha, a gente é ouro abre quebra onde a gente eu, enfim, está tudo bem. Aí agora eu estou treinando pra conseguir subir no ano aqui de novo, Tipo, conseguir superar botar a pedido do caldo de novo, porque a gente ia assim né tinha, a gente ia muito competidor. Então, competitivo né? E é isso. Aí, isso é pouquinho da minha história, eu eu resolvi me esforçar no esporte pra vocês agora eu vou continuar meu desconto está bom? O esporte para disco brasileiro tem crescido, cada dia. E com isso devese, em grande parte, o apoio, ao apoio fundamental, de empresas, de do governo federal, que acreditam no nosso potencial. E nesse ponto, gostaria de fazer agradecimento especial à Caixa Econômica, A Caixa Econômica Federal. Que acredita no nosso potencial. Pela apoio incondicional aos pós paralímpicos brasileiro. A Caixa tem sido 1, 1 parceira fundamental para o nosso desenvolvimento. E seus investimentos têm tido, têm nos permitido alcançar resultados cada vez mais divertidos. É com graça a esses investimentos porque podemos nos dedicar aos treino, aprimorar nota técnica e alcançar resultados cada vez mais depressivos, levando no no nosso Brasil e do nosso estado, aos pobres de competições internacionais. Agradeço também ao Misael presidente do comitê paralímpico brasileiro, que exerce com o papel de presidente pelo teu último, de pelo teu último ano delegado, à frente da presidência do público para nível brasileiro. Sua dedicação e competência têm sido essenciais para o crescimento do esporte para nível no país. Mas para que nós continuamos nessa trajetória vitoriosa, precisamos de, precisamos de mais apoio, precisamos que a limpeza não lhe abrace, abrace esporte para linfo, que acredite na força, na força transformadora do esporte, e investe em notchion, no nosso sonho. Afinal investir no esporte para limpo é investir em futuro mais inclusivo, onde todos têm a oportunidade de mostrar teu teu talento e potencial. Convida vocês a se juntar, se juntarem a nós nessa jornada. Vamos juntos. Vamos fortalecer os passarinhos com brasileiro e mostrar ao mundo a força a força e a capacidade do nosso povo. Acreditamos que com o apoio de todos o Brasil continuará a brilhar, nos pode e inspirar gerações futuras. Obrigada, o Ana abriu. Obrigado pelo depoimento Ana, muita.
Deputado
Sua história, como é a história de qualquer atleta no Brasil, de esporte ou de para de desporto. E agora eu passo a palavra o senhor Johansson Nascimento vicepresidente do comitê paralímpico brasileiro. 1
Vice-presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro
Tarde a todos, deputado Augusto Pupio, presidente do comitê paralímpico brasileiro Misael Conrado, que aqui eu deixo meus pra sempre agradecimentos pelos ensinamentos desses 4 anos. Ao teu lado, Misael, na vicepresidência do Comitê Paralimpo brasileiro. José Antônio Freire, futuro presidente do CPB, estou extremamente feliz em saber que eu terei essa continuidade junto com você, que brilhantemente comandou a CBDV nesses Jogos Paralímpicos de Paris conquistando 10 medalhas pra o nosso Brasil. Aos secretários aqui Fábio Araújo, secretário nacional do paradesporto meu amigo, abraço enorme tá? Parabéns por tudo que você vem fazendo pra o nosso Brasil. Lindemberg aqui também deixa o meus cumprimentos. Rosinha Estrela, que representa o presidente do CBCP. Seu João Batista, Luana Brito, parabéns, tá por toda a história por todo o seu comprometimento e eu tenho certeza que essa medalha douradinha de Jogos Paralímpicos virá em Los Angeles em 2028. Meu amigo Daniel Brito a quem eu saúdo aqui como todos nossos amigos funcionários colaboradores do CPB e a todas autoridades aqui presentes. Como é bom né saber que o esporte transforma. Vendo aqui o discurso da Luana Brito, eu fico imaginando como seria a vida da Luana, sem o esporte paralímpico. Como seria também a minha vida sem o esporte paralímpico? Eu saindo lá de Maceió, Lagoa, sem as 2 mãos, Misel Conrado José Antônio Freire, ambos do futebol de cegos. Como o esporte transforma tanta vida de jovens crianças adultos de todo o nosso Brasil. O CPB tem essa missão de estar em todo o território nacional. Me deixa muito feliz em saber que o CPB hoje com todos os programas vem abrindo portas abrindo caminhos pra toda essa juventude. Pra todas essas pessoas que não apenas mas vão enxergar deficiência, não vai ver a ausência de mãos, não vai ver ausência de visão. Está em 1 cadeira de rodas e vê sim a potencialidade do indivíduo. Awana quando chega no Amapá, você não chega mais 1 pessoa com deficiência no Amapá, você chega como 1 estrela amapaense, 1 vitoriosa, atleta que orgulha tanto o seu povo. Eu tenho certeza o Ana que você será 1 inspiração muito grande pra novos atletas que iniciarão o esporte paralímpico no Amapá. O comitê paralímpico brasileiro como o Mizel falou tem muito a avançar. Imagina aí o Brasil com mais de 200000000 de pessoas gigantesco o nosso país. Quantas e quantas crianças ainda que nem sequer sabem que serão legalistas em Brazplay em 2032. Mas eu tenho certeza que junto com José Antônio, Nezé, faremos que o esporte paralímpico avance cada vez mais em todo o nosso território. Sei que os desafios são grandes, como Mizel fala quando ele começou ali, 1500 100 de referência, opa Mizel, ainda bem que ele corrigiu antes que eu me assustasse, mas é número bem plausível esses 500 centros de referências espalhados por todo o nosso Brasil, e merece né mais de 5000 municípios no nosso país certeza que é extremamente possível. Saber que tantas crianças tantos projetos que o CPB vem fazendo é pensando nisso como está na nossa missão ser referência da iniciação ao alto rendimento e a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade através do esporte paralímpico. Minha fala será curta aqui senhores ainda, o nosso futuro presidente José Antônio vai estar falando aqui com vocês mas, certamente eu já deixo aqui meu comprometimento que vocês continuarão tendo orgulho do esporte paralímpico. Eu tenho certeza absoluta que em 2028, o Brasil continuará avançando ainda mais e conquistando medalhas e colocando o hino do Brasil no lugar mais alto do pódio. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado em renascimento. E agora eu passo a palavra pro senhor José Antônio Freire presidente eleito do Comitê paralímpico Brasileiro. Boa tarde.
Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro
Todos, quero saudar o excelentíssimo deputado Augusto Pupio, hoje presidindo essa sessão. Quero saudar, Amisael Conrado, atualmente presidente do CTB. Com 1 1 grande relato desses 8, 16 anos, os primeiros oitos como vicepresidente e depois mais 8 terminando agora quase 8 terminando agora 30 e de dezembro. Saudar Ayó Ferreira vicepresidente vai continuar como vicepresidente. Luana Brito, grande atleta, radialista de prata. Orgulha muito o Amapá com todo esse seu relato, seu trabalho, mostrando toda a dedicação de 1 grande atleta e certamente em Los Angeles vai ganhar a tão sonhada medalha de ouro. Saudar a Rosinha Estrela, minha colega, passamos do do CONADE ela enquanto secretária nacional dos direitos da pessoa com deficiência e hoje representando o CBCP ao grande João Batista. Saudar ao meu querido Fábio Araújo, secretário nacional do para desporto, Daniel Brito assessor de comunicação amigo, a todos que fazem parte do do CPB e a todos e todas que está aqui hoje participando dessa sessão. Quero dizer que pra mim é 1 honra, não é estar aqui, falar pouco do futuro do do CPB, falar pouco da minha trajetória pra que todos e todas possa tomar conhecimento. Fui presidente lá do Instituto de Servos da Paraíba, depois presidente da CBDV com 12 mandatos de 2017 a 2024, onde conseguimos aí bons resultados ampliar o desporto de cegos no Brasil, trabalhando principalmente em parceria com o CPB nas bases, trazendo novos atletas tivemos a percepção que os nossos atletas na nas 3 modalidades que a CBDV que a CBDV administra, que é o gobol feminino masculino, judô feminino masculino futebol de cegos. A gente precisa de reposição de peças, e aí eu acho que dos alegados foi trabalhar fortemente na base, buscando desenvolvimento, fomento. E, bem como falou o meu amigo nessas últimas paralimpíadas conseguimos 10 medalhas dessas qual 4 de ouros onde ajudou perceber o o comitê paralímpico brasileiro ao quinto lugar. Escutando aqui o relato de Misael, a gente percebe que tem muito trabalho pela frente. Chega o ano que vem a 102 centros de referência em 8 anos a 560 centro de referência é trabalho duro é trabalho de muita dedicação pra que a gente chegue mais perto das pessoas com deficiência. Pra que a gente leve esses centros de referência a municípios distante aqui de Brasília, lá o centro o centro ou o centro oeste o norte o nordeste que são regiões mais pobres e que precisa de política, que seja no esporte pra que oportunize as pessoas com deficiência, a ter acesso a essa política. Quando a gente vê esse projeto, esse projeto com o governo de São Paulo, aonde vamos atender a 70 escolas a princípio depois 1000 escolas a gente coloca o esporte da pessoa com deficiência como maior instrumento de de inclusão e preparar os professores da educação física que atende essa criança com a conjuntamente com as outras e não essa separação que existe hoje onde a criança com deficiência sequer tem acesso a fazer educação física. Então são são diversos projetos que se tem o velódromo que é dos grandes projetos que está sendo construindo junto ao governo de São Paulo pra que essa a gente possa construir e ter dos melhores velódromo do mundo. A o ciclismo ela ela consegue entregar 50 51 medalhas de ouro. Se a gente tem ciclismo forte certamente manter o quinto lugar ou avançar já é grande vai ser vai ser grande objetivo que se tem dentro do CPB pra que a gente possa buscar. Outro outros grandes projetos projeto de transição de carreira ou aqueles atletas que muitas vezes estão estão com as 1 idade e 1 idade não tão boa pra alguns esportes a gente mudar pra ele pra outros esportes EEEA gente aí tentar viabilizar que esse atleta possa ter sucesso nesse outro esporte. Então trabalhar na ciência fortemente nas estratégias pra que a gente possa desenvolver e mais e levar o esporte muito mais distante do que é do que ainda do que se precisa. Então a gente tem, a gente tem esse legado que Misael deixa pra que a gente possa juntamente cunhar poder levar esse esporte pra muito mais pessoas com deficiência que sequer sabe que existe esportes pra pra pessoa com deficiência. Então a gente tem esse compromisso, de aumentar aí o maior número de pessoas com deficiência nos festivais, nos pra que os o CPB se torne esse grande essa grande espaço que a gente tem, como grande instrumento. Trabalhar muito forte na inclusão, Não tem não tem meio maior de inclusão como o esporte então a gente tem aí 1 1 diretoria de inclusão, onde que a gente vai fazer da dessa diretoria que ela avance muito nesse tema que é tema rico pras pessoas com com deficiência. Na governança dito por Misael, a gente tem feito pra que o CPB se torne tem aí grande grandes mostrando que a governança é instrumento pra que a gente possa usar melhor nossos recursos os nossos recursos né 95 por 100 é de recurso público que precisa ser melhor usado precisa ter instrumentos que garanta esse uso desses recursos. Temos tantas e tanta tantas projetos pra que a gente eleve o nível do do nosso paradisporto. Então o meu compromisso aqui e aqui com vocês e a partir do dia 2 de janeiro, é dar prosseguimento a todos esses projetos dito aí pelo pelo nosso Misael Conrado. Eu fui escolhido pelo movimento da das pessoas com deficiência, pra exercer esse mandato, né, com toda com toda a capacidade e competência que o CPB merece. Então quero agradecer a a todos vocês e me colocar sempre à disposição dessa casa ou do Senado para que possa, para que a gente possa dar todas as informações necessária pra que as pessoas tomem conhecimento com o do do que está acontecendo no paradesporto no Brasil. Então eu agradeço muito obrigado a todos e todas e abraço e até a próxima. Muito obrigado José Antônio Freire.
Deputado
Imagina a responsabilidade de pegar mandato logo depois do Israel Conrado né muita responsabilidade, nós temos certeza que você vai continuar e multiplicar esse trabalho, e o que que você precisar aqui da câmara especialmente do nosso, mandato pode contar 100 por 100 com a gente tá? Neste momento eu passo a palavra pro Fábio Araújo, amigo que a política me deu, secretário nacional de para desporto do Ministério do Esporte. Boa tarde.
Secretário Nacional - Ministério do Esporte
Todos e todas aqui presentes, senhor deputado Augusto Público, deputado amigo do paradesporto. É 1 honra estar de volta aqui essa comissão, poder falar pouco sobre a pauta paradesportiva. Meu amigo Misael Conrado, presidente do Comitê Para Limpo Brasileiro, meu também querido amigo Johnson Nascimento, que tanto nos deu alegria nas pistas e agora como gestor esportivo também traz muitas coisas boas pro pro pro esporte brasileiro, é 1 honra estar aqui com você e também. José Antônio Freire, presidente eleito do Comitê Paralímpico brasileiro, também amigo, deixou agora a o comando da da Confederação Brasileira do Desportos para Deficientes Visuais, fez trabalho magnífico, tenho certeza que você vai fazer trabalho magnífico à frente do CPB também mesmo. Ana Brito, obrigado. Obrigado por engrandecer o Esporte Brasil. Eu sou privilegiado. Tenho a honra de comandar a Secretaria Nacional de Parades de Porto, no momento em que Misara El Conrado mudou o esporte paralímpico brasileiro, mudou a vida de muitas pessoas. Claro que ninguém faz nada sozinho. O Johnson faz parte dessa diretoria, e aqui o Daniel Brito representa toda a equipe do CPB que eu durante todo esse tempo na Secretaria de Paradisportivo prazer de acompanhar de perto o trabalho. Que honra, que privilégio, participar desse momento. A gente sabe que no Brasil, existe sempre histórico de, eternização no poder dentro do esporte e isso nunca foi algo bom. A gente precisa sempre de renovação, a gente precisa sempre de exemplos como você Misael, pra que a gente possa desenvolver o esporte brasileiro, pra que a gente não possa ficar só no top 5 do do das paralimpíadas mas também no top 5 das olimpíadas. Meu amigo o esporte deve muito a você, as pessoas com deficiência devem muito a você. Awana é que eu acho que incorpora muito bem o trabalho que você fez durante esses 8 anos, ela foi descoberta no meeting lá em Macapá. Se você não tivesse dado essa oportunidade, a gente teria o Ana Britto, vicecampeão paralímpica, recordista mundial, campeão mundial? Não sei. Mas, se você der a oportunidade pra pessoa com deficiência, por meio do esporte, você vai mudar a vida dela ou pode não conquistar 1 1 medalha paralímpica, mas você muda a vida das pessoas, dando acesso ao esporte. E você meu amigo, parabéns. Zé, não queria estar na sua pele não, mas eu tenho certeza que o trabalho que você fez na CBDV durante todo esse tempo vai refletir também no seu trabalho, no seu legado próprio, dentro do CPB. Meus amigos, obrigado, e, vamos em frente.
Deputado
Sempre carregar de muita emoção né Fábio? Dessa vez, eu não chorei só estou, ainda, né? E agora eu passo a palavra aqui pra deputada Rosinha que é a minha inspiração aqui que eu tento seguir, o caminho a trajetória política, Rosinha do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos.
Dietora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos
Tarde a todos, deputado, todos que fazem o CTB. Primeiro eu trago aqui abraço fraterno do nosso presidente, do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos tudo nervosa olha. Do Comitê Brasileiro de Clubes paralímpicos o João que é amigo de Misael posso dizer também agora do deputado e de muitos aqui dizer que trago também abraço de toda a equipe para o CPB de toda a equipe do CBCP para o CPB porque a gente dá passo fica olhando para vocês né porque vocês como bem falou Misael são excelência e a gente tem orgulho enorme eu estou nervosa aqui mesmo porque também estou assim emocionada né, fica olhando pro Yorson, não posso olhar muito senão eu choro também. Lembrando enquanto a gente ficava juntando ali os trocadinhos não é Yorson, pra poder o Yorson participar de 1 competição. Eu Yorson foi atleta da DEFAL, na instituição que eu eu dirigi por alguns anos fui diretora de esporte então a responsabilidade maior de que os atletas participassem era minha e assim nossa foi mas que bom que eu e o Anderson conseguiu novas oportunidades e tá aí não só ganhou medalha e como atleta de excelência no alto rendimento mas a medalha da vida da inclusão né de chegar à vicepresidência do cbcp e ser 1 fonte de inspiração assim como é o Misael Zé Antônio essa maravilhosa lindona aí que põe a medalha mulher para quem está assistindo a gente aí na TV te ver Olha só que coisa mais linda. Deputado eu fui atleta de natação, né? Eu vou ter que dizer o período né mas vou me vou me entregar aqui. Misael não ri, Misael. Tu é contemporâneo meu Misael. Quando o Iago começou eu já tinha parado, só para se dizer isso. Sou lá da década de finalzinho de 80, né, início de 90 quando nem existe ainda o CPB. Então eu peguei toda essa organização do para desporto acompanhei de perto muitas vezes outras vezes de longe o crescimento do de toda essa organização a nível de Brasil e principalmente do CPB tem orgulho enorme é assistimos Israel a palestra sobre compliance que o aí eu esqueci o nome lá do que Paulo deu lá no na COB Expo fiquei maravilhosada porque eu já conhecia né muitas coisas já sei que é tudo isso, mas os detalhes das certificações e dos resultados e de toda toda essa construção que parece muito tempo mas é pouco tempo, né, em pouquíssimo tempo. Então a gente tem todo o orgulho mas, o mais importante de todo esse trabalho, é saber exatamente o quanto todo esse esse esforço, né, mudou a vida das pessoas lá na ponta. O Fábio foi muito feliz na fala dele né? Eu eu sou 1 resgatada para a sociedade maravilhosa assim como você por conta do esporte nem toda a minha trajetória de chegar onde eu cheguei foi o esporte que me trouxe foi o esporte que me fez cidadã, então é orgulho enorme está podendo falar isso aqui pra vocês. Agora a gente está na outra missão lá no Comitê Brasileiro de Clubes, que aí o primo do CPB, a bem novinho, 3 anos de atividade ainda, mas com certeza também dando a sua grande contribuição na formação de atletas. E com certeza também a gente precisa estar cada vez mais de mão mãos dadas né deputado? O parlamento, pra que a gente possa aí ajustar na legislação aquilo que ainda não está, ajustado, trazer e aí eu falo inclusive deixar aqui 1, 1 1 1 dever de casa pra gente, a questão da isenção para os equipamentos, né da importação dos equipamentos né Misael? A gente precisa aí fazer grande trabalho, a legislação está parada e a gente precisa Deputado retomar isso depois eu vou te levar essa pauta que tudo que ela é deputada ele bota para frente eu tenho maior orgulho desse trabalho que é assim que ele faz eu falo 1 coisa ele vai lá agora ele não chorou hoje Fábio porque ele não conseguiu ir lá na paralimpíada que se ele tivesse ido ele tava aí sem lenços para enxugar as lágrimas Então é isso gente Zé Antônio muito sucesso na tua trajetória realmente Como disse o deputado é é 1 missão que já não é fácil ser CPB por si só e depois de toda a atuação do Misael de todo o crescimento nesses últimos anos né Misael claro Misael e equipe e aí o meu meu meu agradecimento e meus parabéns também por Johan San Avice Que, Deus te dê sabedoria nesse novo momento eu tenho certeza também que você vai deixar muito de você assim como Misael deixou e tantos outros, eu sou da época ainda quando o João Batista era o presidente do do do CPB, e tem lembranças maravilhosas mas é isso dessa dessa medalha da vida medalha da inclusão que todo esse trabalho refere tão importante quanto as ou mais importante até para nossa sociedade do que as medalhas para quem não é atleta né quem atleta só que a medalha só que a conquista só que a vitória mas parabéns sucesso e daqui a pouco novo ciclos começa e aí já começou né pessoal não parou de treinar já tá esperando né mulher já sucesso mais 1 vez para vocês e como eu falei Logo no início antes de começar a sessão Misael tenho certeza que esse esse time só está reforçado com a vinda de José Antônio porque você não pode sair aí desse contexto nem porque principalmente porque a gente não vai deixar né? Então é isso, vamos em frente deputado parabéns pela sua atuação tem sido realmente mais do que sensível a causa porque sensível aqui nessa casa muitos são mas é o envolvido e comprometido com o paradesporto, com o crescimento do paradesporto, em todas as suas nuances, inclusive com relação a investimentos. E vamos fazer aquele evento bem grande lá no Amapá viu? E neste próximo ano. Obrigada e parabéns.
Deputado
Obrigado toda rosinha, eu não fui por 2 motivos que eu não tive índice, hoje. E o segundo que eu tentei todas as maneiras aqui mas a casa não me liberou, Tá eu ia tomar mais falta bem pesado aqui, mas acompanhei bastante aqui pela pela televisão. Bem muito obrigado pela presença de todos, mas a gente teve aqui 1 pergunta tá? Essa pergunta eu vou direcionar aqui ao ao presidente Misael, a pergunta foi de Miguel Horácio de La Fiori, e, é a seguinte pergunta como foi feita a eleição de presidente do comitê para o próximo ciclo e por que os atletas não puderam votar? Bom, primeiro.
Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro
Obrigado meu amigo Fábio pela generosidade de sempre, é grande amigo que sofreu com a gente lá nos Jogos né? Teve momento ali que a gente começou a medalha que pô, por 2 centésimos por último lançamento, e o Fábio estava com a gente lá e a gente viu que ele tem alma paraolímpica, porque ele sofreu com a gente o tempo todo, e também pô depois celebrou, porque realmente nós nos mostramos muito. Rosinha, muito obrigado também pelo carinho de sempre viu? Você que é 1 pessoa, foi não ia dizer foi, mas você não foi, está longe ainda de de de chegar nesse tempo verbal né, você é 1 pessoa que contribui demais aliás ontem, importantíssimo aí numa conquista legislativa, né, consignando de fato o Sistema Nacional de Portes, incluindo diversas comitês e confederações, e você foi 1 peça fundamental né, como vem sendo nessas conquistas que a gente vem conseguindo aí pro esporte, né? E aliás não só pro paraolímpico, né? Porque as ações elas são em prol do esporte nacional, né? E você realmente parabéns e muito obrigado pelo que você vem fazendo, né? Você e o Johnny Boy que está lá também trabalhando bastante com todo entusiasmo que sempre teve. E o deputado Augusto também acompanho, né, a o trabalho dele, não só dele, né, como como a gente tem dito aqui, a gente ninguém faz nada sozinho, é a sua equipe inteira, o Sérgio é obstinado aí pelo trabalho também, acho que ele está aqui presente, né Sérgio? E e trabalhando sempre bastante aí apoiando a casa para Olímpio, entusiasmo incrível. Sérgio que eu tive a oportunidade de falar poucas vezes mas já deu pra perceber que ele realmente deputado é 1 pessoa aí que representa demais as boas causas e o trabalho. Miguel? Miguel Miguel. Ah o Miguel? Ô Miguel, a eleição ela aconteceu com o processo regular previsto pelo estatuto, e naturalmente com a presença dos atletas, Miguel. Nós temos terço da nossa assembleia composta por atletas, que votaram unanimemente no Zé Antônio. Então o Zé foi, foi eleito por aclamação, contando essa Assembleia que elegeu o Zé Antônio, com terço de atletas, então os atletas votaram sim, eu não sei de onde saiu essa informação, mas os atletas sim votaram e os canais do CPB estão à sua disposição lá, se você tiver alguma dúvida, qualquer questão do esclarecimento a gente está lá sempre à disposição, mas não houve nos últimos tempos Miguel e pra quem todos que nos acompanham, e não haverá, tampouco no futuro, qualquer assembleia dessa instituição sem pelo menos terço delegados serem representantes, e no nosso caso não é nem representantes, todos os membros da Assembleia Delegados dos Atletas são atletas, necessariamente que disputaram pelo menos 1 das últimas 2 edições de Jogos Paraolímpicos, então, no nosso caso lá poderia ser representante, mas não temos nenhum representante, todos os integrantes da assembleia são atletas, então votaram e seguirão votando em tantas quantas assembleias acontecerem lá na estrutura do CPB. Muito obrigado a todos, nada
Deputado
Vendo a tratar, agradeço a presença, e declaro encerrada essa audiência pública.




