COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
Sobre o Evento
Comissão discute novos medicamentos para autismo, com participações de autoridades e especialistas.
Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Da questão alimentar, da questão de medicamento quando há necessidade, tratamento por exemplo com com dentista, porque é 1 é 1 característica, né, pertinente a ALTEA, é algumas sensibilidades. Sensibilidade sonora, sensibilidade ao toque, então se pra gente é incômodo por exemplo, dentista ficar lá mexendo na boca da gente, no dente a gente naquela posição com a boca aberta, exposta, se isso pra gente, que não tem nenhum tipo de sensibilidade já incômodo, imagine pra 1 criança autista, pra fazer tratamento, pra tomar medicamento, que às vezes o gosto não é bom, ele precisa engolir, isso a gente precisa discutir, métodos, e isso é extremamente necessário. E aí é por isso que nós, né estamos, como a Sônia muito bem falou, estruturando a rede de pesquisa em em TEA, pra que a academia juntamente com a a sociedade, com as organizações, com as famílias, possam encontrar caminhos para que essas crianças, para que essas pessoas sejam devidamente incluídas e respeitadas dentro de suas especificidades. Lógico que nós precisamos discutir outras temáticas, por exemplo o processo de comunicação, né porque existem pessoas, pessoas autistas, crianças, adultos, que têm nível de suporte que leva comprometimento na questão comunicacional, que são pessoas nãoverbais, e aí elas precisam do processo da comunicação aumentativa e alternativa. E hoje, as plataformas e softwares que oferecem boas condições e perspectivas desse tipo de comunicação, ainda são caras e muitas vezes inacessíveis a muitas famílias, e nós precisamos desenvolver tecnologia própria e desenvolver políticas públicas que essas tecnologias possam chegar às famílias, não só nas escolas. A tecnologia assistiva ela não não pode estar restrita à escola, por quê? Porque nós temos muitas pessoas que têm a a especificidade da comunicação, porém ela não faz parte, da da comunidade escolar, ela não está matriculada, não é aluno, não é não é professor. Então nós precisamos transformar o acesso à das tecnologias assistivas, de forma pra que todos tenham acesso. E pra isso, é fundamental que nós do Poder Executivo, nós que executamos as políticas públicas, estejamos alinhados e tenhamos como bom parceiros, o nosso parlamento. Por isso que mais 1 vez me orgulho é poder estar nessa casa discutindo com os senhores e senhoras, a necessidade. Nesse sentido, eu gostaria muito de agradecer mais 1 vez a provocação, né, da nossa querida deputada Renata, por trazer esse tema pra essa casa.




