CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS

13 nov. 2024 06:19 às 08:55

Sobre o Evento

Evento na Câmara dos Deputados sobre Navegação Interior Brasileira, mediado por Weslley Eliezer, com participação de deputados, diretores da ANTAQ e representantes da ABANI.

Status
Concluído
ID: 74859Total: 46 discursos
#1
Transcrição por IA

Senhoras e senhores, autoridades presentes, bom dia. Gostaria, nesse momento gostaria de convidar a todos pra tomarem seus assentos, pra dar início à reunião. Em Brasília, 9 horas e 20 minutos. Bom dia. Gostaria de convidar a todos para tomarem seus acentos. Vamos dar início a essa reunião. Obrigado senhores. Daremos início à reunião, cujo tema é o primeiro ano de realizações da frente parlamentar. E essa reunião vai ser 1 conversa, sobre as perspectivas para o desenvolvimento da navegação no interior, de cargas de passageiros. Nesse momento gostaria de convidar o deputado senhor Júnior Ferrari pra compor a mesa. Por favor deputado. Presidente da Frente Parlamentar mista da navegação interior. Gostaria também de convidar o deputado Saulo Viana, que é o vicepresidente da frente parlamentar pra compor a mesa. Convido também o senhor Dodô Carvalho, que é o presidente da ABANE. Convido nesse momento também, o senhor Dino Antunes, secretário nacional de hidrovias. Por favor senhor Dino. Damos início nesse momento. Oi? Ah tá. Convido também pra compor a mesa doutor Eduardo Neri, diretor geral da Antarctica. Daremos início à nossa reunião de, à nossa reunião, passo a palavra pro presidente da frente parlamentar da navegação no interior. Deputado Júnior Ferrari. Bom dia. Eu quero.

0:003:51
13 de nov, 09:19
#2
Transcrição por IA

Agradecer a Deus por esta oportunidade de estar aqui mais 1 vez. E pra mim, é 1 honra muito grande, privilégio poder presidir a Frente Parlamentar para o desenvolvimento da navegação interior, esse setor de suma importância para o país, especialmente para a região norte. E quero saudar aqui o meu querido amigo, deputado Saulo Viana, que é o nosso vicepresidente, parlamentar também que levanta essa bandeira, com muito carinho, com muito amor, com muita determinação, sabendo da importância desse setor para o país. Saudar o meu querido amigo conterrano do Pará, mas é amazonense mas também é paraense. Meu amigo Dodó Carvalho que preside a Abani. E já saudando o nosso futuro presidente ali, Zezinho que dispensa comentário, 1 pessoa importante nesse setor da alegação, desde já assim, desejamos pra você sucesso, nesse novo desafio conte aí com o nosso apoio total aqui na Câmara Federal. Saudar o nosso amigo Eduardo Neto, já tive o privilégio de nós estarmos aqui no encontro anterior, diretorgeral da Antaque, nosso amigo Dino Antunes, da Hidrovia também 1 pessoa que faz parte aqui do nosso dia a dia, pessoa que tem contribuído muito, com a Frente Parlamentar. Aí saudar meu amigo Breno, que é o que pediu Sinarpa no Pará, meu amigo Dario que é expresidente também é operador de passageiro, em nome de você saudar a todos que estão aqui do estado do Pará e todos do segmento de outros estados meu amigo deputado adjunto, deputado estadual do Amazonas, parabéns aí e obrigado pela sua presença. E vou ser muito breves aqui, porque aqui vai ser mais a parte técnica, mas sempre eu gosto de falar quando o assunto é a navegação interior que, na região norte, os nossos rios são as nossas estradas. Então temos de mobilizar ainda mais, cada vez mais, a navegação, com isso, a gente vai dar 1 segurança nos serviços de qualidade, que é muito importante aos nossos usuários. A Frente Parlamentar da navegação anterior tem como compromisso esse, compromisso com, não do modo geral, não só de de cargo, mas também de passageiro, que fique bem claro isso aqui. E neste ano, meu caro amigo Zezinho Dodô, que nós tivemos várias conquistas, para o setor da navegação. 1 dela foi a prorrogação da frente que foi muito importante, foi projeto de lei que eu tive o privilégio no mandato anterior em 2019 de apresentar, que é o projeto de lei 17 meia 5 19, 2019, e que não foi fácil, porque vocês sabem como é que funciona isso. Cada fazendo a defesa dos seus segmentos que faz parte da democracia, mas nós conseguimos aprovar o Afren aqui na Câmara Federal, foi para o Senado, como teve modificação, votou pra câmara, já estamos articulando para que o deputado Saulo possa ser o relator, mas está seguro já a prorrogação da FREE, que é de suma importância para o setor da navegação. É investimento em torno de bilhão de reais por ano, isso ele gera emprego, oportunidade e renda, ele impulsiona a economia, e com isso te pode modernizar o setor da navegação. Então, a gente vai continuar com essa bandeira aqui. E eu queria fazer aqui, Dodó, me permite aí, fazer 1 leitura do nosso último encontro, aí eu vou fazer a leitura porque são várias propostas, que nós tivemos aqui inclusive neste lugar Eduardo Neves, que foi o seminário que o tema era liberação dos recursos de ressarcimento do Afren retido no Tesouro Nacional, gestão RFB, e transferência da gestão futura ao Ministério de Portos e Aeroporto. Na época nós discutimos aqui as principais propostas, que era rever o arcabouço jurídico para reduzir os impasses e burocracias existentes, era a integração dos sistemas do RFB e outros como ANP, realização de ressarcimento por homologação, eliminação de formalidades tais como comprovação de operações comerciais, bastando as informações contidas no manifesto de carga e no conhecimento de transporte. Eliminação da exigência da anuência do porto, 1 vez que não possui qualquer ingerência na operação de transporte realizada, realização de ajustes no sistema mercante para segregar as operações ocorridas antes e depois da vigência da BR do Mar, diferenciação de alíquotas com tratamento diferenciado para as respectivas datas, estabelecimento de previsão de prazo para transferência da gestão do NPE que é o Ministério de Esportes, e semelhança na sistemática com demais impostos para que o ressarcimento ocorra conforme declaração do contribuinte submetida ao anterior análise das autoridades fiscais. Foram essas propostas que nós discutimos no no seminário anterior, eu estava conversando com o presidente da Band Dodô Carvalho e com o futuro presidente, Zezinho, e estava falando justamente da burocracia, e a gente não sabe se é proposital, ele me contando que na época que tivemos essa reunião aqui, o a Receita Federal faltava mais ou menos repassar para o setor do AFRen em torno de bilhão de reais. Hoje já cresceu, está quase 2 e só passaram 200000000. Então a gente já está solicitando viu Saulo, pra gente junto lá, o nosso gabinete, o gabinete do Saulo solicitando já 1 1 audiência urgente, se possível pra semana, porque esse recurso é do à frente. Não tem porque ficar parado. Então que a gente possa realmente ter essa audiência, que a gente sabe da importância desse recurso. Então, meus amigos, minhas amigas do Sul da navegação, vamos continuar levantando, defendendo essa bandeira, defendendo esse setor tão importante para o país e para a nossa região norte. Muito obrigado. Muito obrigado presidente.

0:006:44
13 de nov, 09:22
#3
Transcrição por IA

Nesse momento passo a palavra pro vicepresidente da frente deputado Saulo Viana. Bom dia a.

0:000:09
13 de nov, 09:29
#4
Transcrição por IA

Quero mais 1 vez agradecer ao nosso presidente deputado do Pará, Julio Ferrari amigo parceiro, Ferrari já cumprimentou a todos aqui presente, é importante mais 1 vez a gente estar aqui junto discutindo e trabalhando sobre essa que é 1 1 demanda muito importante dos estados da Amazônia não diferente no nosso Amazonas como assim no Pará né Ferrari? A importância que tem a navegação do interior e antes na na época Ferrari que eu ainda era candidato précandidato ainda se falava em deputado federal, eu já recebia já essa demanda do Dodôk que está aqui que é o presidente da ABANE por conta da importância que tem, porque acabava que, o setor tinha poucas pessoas, principalmente dos estados que mais têm a necessidade e o interesse disso de poder ter essa esse tipo de abertura pra poder debater esse tema aqui no Parlamento e também encontrar claro as soluções e também poder abrir as portas pra nos órgãos do governo que tratam sobre a as demandas da navegação, principalmente do interior, e no caso a nossa navegação lá na Amazônia e nesse ano dessa frente, como o Ferrari aqui falou, eu quero ressaltar os avanços que nós tivemos com essa união dos de esforços né, nós como deputados federais, e todo o setor envolvido pra que a gente possa conseguir esses avanços que são importantes e com toda a certeza tem feito diferença pro setor, porém, ainda temos outros pontos que a gente vai continuar trabalhando pra que a gente possa trazer essas conquistas. E com toda a certeza quando a gente consegue conquistas para o setor, nós também estamos conseguindo principalmente conquistas para a nossa população, principalmente para o interiorano da Amazônia. E aqui eu quero citar, 3 pontos que vejo eu como importante, que a gente possa avançar né nessa continuidade do trabalho da nossa frente parlamentar. Primeiro é sobre a nós estamos no parlamento, todos vocês são sabedores disso, discutindo a reforma tributária. Nós aprovamos a reforma tributária ainda em estado de PEC, hoje nós estamos debatendo a regulamentação da reforma tributária. E tem tema que é importante pra navegação que é o o hoje tem 1, no texto que está hoje no Senado, tem a retirada do que é esse incentivo da navegação, E já nós fomos alertados sobre isso e nós temos 1 vantagem porque o relator da regulamentação da reforma tributária no Senado é senador do Amazonas que é o senador Eduardo Braga, alguém que é o nosso é amigo que nós temos relação, nós temos possibilidade muito fácil de diálogo, e eu já tenho 1 1 agenda marcada hoje com o senador Eduardo Braga pra tratar especificamente sobre o tema do Reveillon pra que a gente possa manter no texto da regulamentação da reforma tributária pra que o setor não tenha essa perda que com toda a certeza se perder vai onerar muito Ferrari para a navegação e a gente vai trabalhar isso pra que a gente possa manter no texto da regulamentação Rev. Outro ponto que o Ferrari já falou é sobre o Afrem, né? O Afrem o Ferrari foi o relator aqui na Câmara, isso foi pro Senado, foi aprovado no Senado também, já voltou pra Câmara porque teve modificação no Senado e nós estamos trabalhando em 2 pontos. Primeiro ponto é pra que a gente possa provar em regime de urgência, pra que ele possa ir diretamente para o plenário pra ser votado e 1 vez a gente conseguindo aprovar a urgência que precisa do número de assinaturas de terço dos deputados, a gente vai trabalhar isso e o Ferrari pra que possa ser aprovada a urgência e depois trabalhar com o presidente pra que seja pautado, e claro que a gente consiga que, de nós, o caso Ferrari já foi relator, estou trabalhando, se não se não der, que seja eu, mas que seja deputado que a gente também tem a relação, pra que seja o relator em plenário, pra que a gente possa aprovar isso o ponto antes. Nós sabemos que existe várias matérias aqui na câmara e pra conseguir regime de urgência, pra conseguir também levar 1 matéria, projeto para o plenário direto pra pautar, precisa de trabalho precisa de articulação, e a gente está trabalhando pra que isso aconteça o quanto antes, de preferência esse ano ainda né Ferrari? Que seja aprovado, a gente sai por conta da necessidade que tem para o setor o afrém. E terceiro ponto, que é algo também que eu discuti recentemente com os nossos amigos da navegação e principalmente com o Dodôque que é o presidente da Abane, e com o Zezinho que é o que é o atual vice mais futuro já presidente da Abane, que a gente busque através de projeto de lei, flexibilizar a dragagem dos rios, né? Isso é 1 é 1 a demanda da dragagem dos rios é algo que antigamente há pouco tempo atrás, era algo que era, não era constante, que era vamos dizer assim, era usual principalmente na Amazônia, pouco se falava da dragagem dos rios. Agora isso vai com toda a certeza passar a ser algo constante, né? O DNIT já através também nós participamos com os como parlamentares de poder fazer com que a gente pudesse ter dragagio constante nos giros da Amazônia, 1 vez por conta das últimas secas, principalmente do ano passado, e desse ano já teve 1 intervenção mais rápida, mas no ano passado nós sofremos por exemplo, na cidade de Manaus, nós ficamos 60 dias sem poder entrar navios que abasteciam principalmente, não apenas a cidade de Manaus mas como principalmente a Zona Franca sem poder chegar até o porto da cidade de Manaus por conta de não ter dragagem e ficar impossibilitado porque o Rio baixou muito, e hoje o DNIT já conseguiu fazer, já tem alguns trechos licitados já e outros que estão em processo licitatório pra que possa ter 1 dragagem constante, porém o que que nós queremos com o que nós visamos principalmente flexibilizar o licenciamento ambiental da dragagem dos rios. Como isso vai passar a ser comum, vai chegar 1 hora que as empresas de navegação também irão fazer a dragagem dos rios e principalmente também de portos, então a gente quer já olhando essa demanda do futuro poder através da legislação flexibilizar né diminuir ali as exigências de licenciamento ambiental, nesse do DNIT agora, demorou 60 dias Ferrari pra que fosse aprovado o licenciamento ambiental lá no Amazonas pra que pudesse ter ali a a licença de de do da realização do serviço. Isso 60 dias, como muitos de vocês aqui conhecem e sabem, em 60 dias o Rio praticamente, né já já foi tudo e até que você possa começar a empresa poder fazer a mobilização enfim, ou seja, 1 vez flexibilizado, isso a gente consegue vai vai ter ganho com certeza muito grande referente a isso, e terceiro quarto ponto aqui que eu esqueci de falar eu falei 3 são 4 ponto, também que nós temos Ferrari aqui como parlamentares aqui que que criamos a frente hoje estamos aqui à frente da frente dessa frente parlamentar, tem setor específico da navegação que eu vejo que o poder público tem 1 dívida muito grande que é o setor dos, que é o a navegação de passageiros na Amazônia, né, os passageiros, o transporte de passageiros é algo assim, fundamental, como você disse, os nossos rios são as nossas estradas, a gente precisa dar olhar diferenciado, 1 atenção muito maior para a área, o setor de passageiros, isso é 1 outro ponto que a gente quer atacar e aqui tem vários aqui representantes da navegação de passageiros, que a gente se coloca aqui à disposição pra que a gente possa ajudar, que o setor possa também ser olhado e ser beneficiado, porque isso também a gente consegue mais 1 vez ajudar a população, o povo da Amazônia e a gente está inteiramente à disposição pra que a gente possa ajudar a todos, pra que a gente possa de fato fazer o que diz a nossa frente parlamentar que é desenvolver a navegação no interior, principalmente da Amazônia, a gente está bom? Muito obrigado pela presença de todos e estamos disponíveis valeu. Muito obrigado.

0:009:09
13 de nov, 09:29
#5
Transcrição por IA

Saulo Viana, jovem deputado da Amazonas que tem sido referência na luta e na representação do desenvolvimento da navegação no interior. Gostaria nesse momento também de registrar a presença da senhora Thaís Medeiros, do Ministério do Turismo que veio representando o nosso grande ministro Celso Sabino, amigo dessa casa. Muito obrigado pela presença e registrar também a presença do Adalberto Tokáski. Espero que tenha pronunciado corretamente, ele é o presidente da ADCON. Muito obrigado pela sua presença. Nesse momento, passo a palavra pro nosso querido amigo Eduardo Neri que é o diretorgeral da Antaque. Bom dia.

0:000:55
13 de nov, 09:38
#6
Diretor Geral da ANTAQ Eduardo Nery
Eduardo Nery

Diretor Geral da ANTAQ

Transcrição por IA

Bom dia a todos, até só pra eu me nivelar aqui na dinâmica, são só palavras iniciais e depois vão ter os debates né? Então primeiro saudar aqui o nosso presidente da frente, nosso deputado Júnior Ferrari, também saudar o deputado Saulo Viana. E não nunca é demais parabenizar os senhores deputados pela pela iniciativa né de de conduzir 1 frente tão importante pro desenvolvimento da nossa navegação interior, que tanto precisa desse olhar né do Congresso, do Poder Executivo e da sociedade. Saldando também aqui, falando de navegação anterior, é com também muita satisfação que tem e posso saudar e e compor a mesa juntamente com o Dodô Carvalho, presidente da ABANE, que tem feito trabalho também fantástico, né nessa interlocução com os órgãos da administração pública, e também né, com alegria de saudar o nosso secretário nacional de hidrovias, o Dino Antunes, grande antigo já parceiro de antigas batalhas, e é sempre também, nunca é demais também externar a satisfação de têlo né, como secretário nacional de hidrovias, o que já foi dito algumas oportunidades mas nunca é demais repetir, que mostra também mais é mais sinal, mais 1 demonstração do avanço dessa pauta. Então, há 2 anos atrás, deputado Júnior não tinha nem a Frente Parlamentar de Desenvolvimento da Navegação Interior, não tinha Secretaria Nacional de Hidrovias, e não estava na agenda do Antaque a priorização do desenvolvimento da das hidrovias no sentido de concedêlas. E projetos esses que já estão muito avançados a gente vai conversar também pouco aqui sobre isso, e também aqui aproveitar e saudar a todos os presentes associados da Band né pessoas aqui, nosso exdiretor geral da Antaque também, Adalberto Tocasco, 1 grande referência no setor, nosso superintendente de hidrovias, Antaque também não tinha 1 superintendência de estudos e hidrovias, foi criada primeiro com 1 secretaria e depois com 1 reestruturação interna que fizemos, criamos esse ano, final do ano, esse ano né, a superintendência de hidrovias, que está encarregada desses projetos de concessão, saudar aqui também demais nosso diretor executivo da ABAC, o Reezano, a diretora executiva Gabriela, o Dário, o Zezinho, pessoas né importantes aqui da navegação interior e que vão contribuir com mais 1 rodada muito essencial de debate. Acho que o deputado Saulo também foi muito feliz aqui quando falou né que o transporte de passageiros merece muita muita atenção de todos nós, porque eu não não tenho a menor dúvida que esse é dos maiores desafios pro pro não só pro desenvolvimento, a gente precisa desenvolvimento da infraestrutura, mas precisa de 1 série de outras políticas públicas, regulação, esforço integrado de diversos entes da federação pra poder fazer com que o transporte de passageiros de fato ele tem nível de prestação que a sociedade merece e precisa. Senhores então, mais 1 vez aqui quero agradecer o convite da frente e colocar à disposição teremos aqui mais 1 importante manhã de debate, obrigado.

0:003:29
13 de nov, 09:39
#7
Transcrição por IA

Obrigado. Nesse momento passo a palavra pro Dino Antunes, que é o secretário nacional de hidrovias. Alô? O senhor tem a palavra? Joia obrigado.

0:000:13
13 de nov, 09:43
#8
Secretário Nacional de Hidrovias Dino Antunes
Dino Antunes

Secretário Nacional de Hidrovias

Transcrição por IA

Senhoras, senhores, bom dia. Antes de mais nada queria agradecer o convite, deputado Ferrari, deputado Viana, obrigado pelo convite lá pro Ministério de Portos e Aeroportos, pra que a gente dê continuidade a essa parceria, né ministro Silvio Costa sempre coloca como realmente 1 prioridade lá do Ministério essa agenda da navegação interior, então agradecer não só o convite pra esse evento agora pra gente discutir esse primeiro ano, da frente parlamentar, mas também por todo esse trabalho que temos feito de maneira conjunta né? E, certamente reafirmar a abertura que temos lá no ministério pra continuar esse trabalho, de maneira conjunta não só aqui com a Frente Parlamentar, mas com todo o setor né saudar aqui, já os amigos né Dodó, Neri e tantos outros que que aqui estão, a a navegação, não só a navegação interior mas a navegação como todo, ela ela tem essa grande vantagem do Terrari, ela vai criando os amigos, né? É é segmento muito sofrido, que realmente por décadas aí não teve o devido reconhecimento por parte das autoridades, né? E e certamente por por pela força da iniciativa privada, pela força dos armadores, de donos de da da carga dos embarcadores que realmente insistiram no uso da navegação em especial da navegação interior em nossas hidrovias, que conseguiu desenvolver continuar desenvolvendo essa navegação, às vezes aos trancos e barrancos, apesar de todas as dificuldades, as dificuldades impostas não só pela natureza pela dificuldade que se tem na navegação né em nossos rios muitas vezes, mas também pelo próprio por vezes a burocracia, alguns elementos ali que são às vezes colocados parece que de de maneira proposital contra a navegação por parte do poder público, e e que realmente a gente tem percebido a iniciativa privada dando baile e conseguindo fazer desenvolvimentos significativos na navegação interior né eu queria ressaltar alguns deles né, apesar de todas as dificuldades a navegação no Madeira pujante, né iniciada lá atrás pessoal da Hermasa pessoal da Bertolini, né? A gente consegue já ter no no Madeira mais de 15000000 de toneladas sendo transportadas no no Tapajós, em menos de 10 anos a gente chegou a 17000000 de toneladas, As empresas privadas elas começaram a implantar os seus terminais ali em Miritituba, muito antes da BR meia 3 ter sido asfaltada acreditando realmente, que aquele que 000 setor né o o vetor norte né o arco norte, que realmente é a saída mais racional pra grande parte do nosso, da nossa produção né? Acho que, o o Jorge aqui também saudando o Jorge, o Jorge sempre fala que a as as infraestruturas logísticas elas não são concorrentes elas são complementares. Aqui no Brasil muitas vezes a gente fica falando em hidrovia ou ferrovia ou rodovia, quando a gente precisa é de todas elas trabalhando de maneira complementar de trabalhando de maneira a ter efetivamente sistema de transporte, com redundâncias, com segurança pra que em momentos como a gente teve esse ano, momento de estiagem bastante intensa na região norte, a gente continue, né a a fazer a a fazer o que é mais importante que é o transporte das nossas mercadorias é o transporte da nossa produção, né? Nesse ano, queria chamar atenção, e e aqui fico bastante bastante feliz também deputado Saulo, que os os temas aqui levantados não só pelo senhor como também pelo pelo deputado Ferrari, eles estão exatamente aqui na minha colinha, então é sempre bom a gente ver que existe esse alinhamento que a gente está falando a mesma língua, e nem foi combinada, então AAA gente percebe que realmente os temas prioritários do setor eles estão aqui eles estão evidentes e que a gente precisa é dar sequência a eles né mas nesse ano, a gente teve realmente acho que queria ressaltar muito a dificuldade que se teve esse ano relacionado a estiagem, né, É talvez a pior estiagem que a gente teve aí em várias décadas, né? 1 dificuldade gigantesca que a gente teve dentro, contando com o DNIT como parceiro mas percebendo as dificuldades que o DNIT tem pra fazer as contratações necessárias, né pra fazer as dragagem a contratação das dragagens que são necessárias, hoje felizmente nos 4 trechos principais ali no no na região norte, a gente já conseguiu pelo menos fazer a contratação por 5 anos, então é o trecho com Arico da JAS é o trecho Manaus e Tacoatiara, e são os 2 trechos ali próximos de Benjamin Constant, então se a gente teve ali talvez não o início da maneira como desejávamos das dragagens a gente conseguiu fazer essa contratação por tempo mais longo, o que nos permite aí pensar em em anos menos difíceis, né? Apesar das estiagens que se avisinham, a gente não há dúvida que 2025 teremos ano ainda difícil na navegação no norte do país. Mas aqui, ponto, que o deputado Saulo colocou, eu queria frisar como sendo talvez dos mais relevantes na discussão da navegação interior hoje e que a gente vai precisar do apoio aqui, não só da frente como do parlamento, que é a questão do licenciamento ambiental, né. A gente tem 1 1 1 dificuldade gigantesca de fazer os as dragagens, mesmo ela sendo dragagens de manutenção ou seja a gente não está querendo ampliar AAA capacidade das hidrovias, a gente não está querendo ampliar o tipo de comboio que por ali passa, a não está querendo ampliar a quantidade de transportes de de transporte que ali pode ser feito, o que a gente está tentando fazer nessas dragagens de manutenção via DNIT e futuramente vias concessionárias né, A gente está querendo manter principalmente condições seguras de navegação, o que é bom também pro meio ambiente, né? A gente tem que trazer pra essa discussão 1 questão que deveria ser óbvia, que a navegação, sendo ela interior ou mesmo marítima, ela faz parte da solução, para as questões de meio ambiente, né? A gente de 1 maneira muito clara, todas as metas de descarbonização que existem e foram assumidas pelo Brasil, elas não serão cumpridas se a gente não tiver 1 alteração na matriz logística nacional, se a gente não tiver efetivamente na navegação ponto forte pra essa estratégia da da descarbonização, né. Todos conhecemos aquela relação famosa que é o 3 5 né, que pra cada recurso que a navegação utiliza, pra fazer aquele mesmo transporte, a ferrovia utiliza 3 vezes mais recursos. E a rodovia utiliza 5 vezes mais recursos. E aqui eu estou falando de combustível, de todos esses recursos, além de toda a discussão de acidentes, né, segurança efetivamente segurança viária, a manutenção que no caso hidroviário é muito reduzida em relação ao que se precisa de de manutenção rodoviária né, Então a sociedade brasileira e aqui o parlamento ele representa a sociedade brasileira, ela tem que colocar esses elementos na discussão de que a navegação ela faz parte da solução, e não do problema. E assim sendo a gente precisa ter soluções mais céleres, mais claras e rápidas, pra que a gente possa fazer essas dragagens pra manter a possibilidade de navegação o ano inteiro, né? Deputado Saulo agora, essa dragagem que a gente começou no Amazonas, ela ela não foi licenciada, ela foi apenas autorizada. Esses 60 dias não foi para licenciamento ambiental, foi só para 1 autorização emergencial, porque se tivéssemos efetivamente o processo todo de licenciamento ambiental, a gente está falando de ano, 2 anos pra esse processo de licenciamento, né? Então aqui é a casa correta pra que seja discutida que a sociedade coloque pondere esses esses valores é lógico que o valor de proteção ao meio ambiente ele é muito caro à sociedade hoje, todos sabemos disso, mas é importante que a sociedade coloque que a navegação ela não vai contra esse valor ela vai a favor desse valor que é da proteção ambiental, né? Eu depois a gente pode colocar aqui outros elementos de discussão, mas apenas ressaltando 2 discussões parlamentares também de de questão legislativas fundamentais, na reforma tributária realmente deputado o rebe ele é fundamental. Se a gente não conseguir manter a questão do rebe, né, é a morte da indústria na na naval brasileira, a indústria da construção naval, e a morte da indústria da construção naval ela prejudica também a navegação. Acho que todos nós sabemos dessa relação umbilical que temos entre a construção e a navegação, né? Então a manutenção do rebe, ela ela é elemento fundamental. E por fim, nessa fala inicial eu queria falar sobre o 17 meia 5, deputado fundamental que a gente tenha realmente essa aprovação, eu só só alerto 1 preocupação que tivemos relacionada à inclusão do transporte de longo curso também, na na não incidência do do AfraEM. Essa inclusão que foi feita do transporte de longo curso norte nordeste, ela tem condão aí de dar impacto significativo nos recursos que são auferidos ali pelo fundo da Maria Mercante, tá? Então se por lado 17 meia 5 é fundamental essa prorrogação até 30 e hoje a gente temos a não incidência até 27, né, a gente ter essa prorrogação até 30 e ela é fundamental pra dar segurança pro setor que realmente esse recurso vai continuar na no nosso fluxo de caixa, mas nos preocupa pouco só essa questão da inclusão da do longo curso. Mas de toda forma, deputados todos que aqui nos acompanham, queria colocar o ministério totalmente à disposição, todos sabem que nós lá temos portas abertas o tempo todo, pra continuar discutindo, deputado nosso eterno deputado Edinha, seja bemvindo. A gente tem sempre realmente à disposição pra continuar discutindo e trabalhando em prol aqui da do desenvolvimento da navegação interior. De modo que agradeço a todos aqui pela por essa oportunidade e ficamos à disposição muito obrigado.

0:0011:47
13 de nov, 09:43
#9
Transcrição por IA

Senhor Dino Antunes. Gostaria de registrar a presença do nosso deputado Edinho, muito obrigado. E gostaria de convidar pra compor a mesa nesse momento, a senhora Gabriela Costa, que é diretora executiva da associação de terminais portuários privados. Muito obrigado que pode compor a mesa. Muito obrigado Gabriela Costa. Nesse momento, eu gostaria de franquear a palavra pro Dodó Carvalho. Presidente da ABANE, pode ir direto. Não, eu preferi ir. Aqui.

0:001:03
13 de nov, 09:55
#10
Presidente da ABANI Dodó Carvalho
Dodó Carvalho

Presidente da ABANI

Transcrição por IA

É é melhor então ela faz AAE aí depois eu já vou direto porque aí eu já faço a apresentação logo. Madrinha está com a senhora a palavra, né? Eu estou chamando ela de madrinha porque estou olhando pra frente.

0:000:21
13 de nov, 09:56
#11
Diretora Executiva Gabriela Costa
Gabriela Costa

Diretora Executiva

Transcrição por IA

Bom dia a todos, eu não posso, iniciar sem deixar de cumprimentar aqui o deputado, Júnior Ferrari. O deputado Saulo Viana, pelo excelente trabalho que vem sendo desenvolvido aqui à frente da à frente da frente parlamentar, agradecer a gentileza aí do deputado Saulo, por me emprestar a cadeira dele aqui pouquinho. Em nome dos quais eu cumprimento todos os demais parlamentares aqui presentes hoje, gostaria de cumprimentar também os colegas, dessa mesa de abertura doutor Eduardo Neri diretor geral da Antaque, doutor Dina Antunes secretário nacional de hidrovias e navegação. E Dodô Carvalho, aproveitando para desejar o Zezinho também muito sucesso nesse novo desafio, conte sempre com a gente, desafio muito muito importante, sem dúvida nenhuma você vai tirar de letra, não tenho dúvida nenhuma disso, aproveitando para cumprimentar também, doutora Adalberto Tocarzki, e o superintendente Bruno Pinheiro, em nome dos quais eu cumprimento todos os demais presentes aqui hoje. Bom, eu queria destacar a importância da Frente Parlamentar, né, na busca de melhoria nas nossas hidrovias, na ampliação da segurança nos nossos rios, na ampliação das possíveis frentes de fomento no desenvolvimento da navegação interior, e no fortalecimento junto com o eMIPORI e com o ANAC das políticas públicas voltadas pra pra navegação interior. Eu estava dando 1 1 relembrada no no ano passado, quando a frente foi lançada Dodó, e eu me lembro que você disse 1 coisa que que que foi muito interessante na época, da importância da frente pra trazer a a problemática a maior busca por a maior busca por soluções, por ideias, e o quanto é importante a gente trazer os problemas e as questões da região norte, da região amazônica pro parlamento, pra que isso seja discutido discutido de fato de 1 maneira nacional, né, e que as soluções também sejam assim apresentadas pra 1 região que eu não vou dizer nem que é importante mas é fundamental pro desenvolvimento do nosso país. E a ATP tem grande prazer de estar aqui hoje, né, muita gente se pergunta qual é a relação dos tupis né, com a navegação interior e a relação ela é imensa e intensa né, a gente tem hoje mais de 90 tupis autorizados pelo ataque em águas interiores e em 2023, deputado, nós tivemos 74.5 por 100 da movimentação de cargas na navegação interior realizadas por tupes, né, então daí a importância que existe nessa correlação de navegação interior e associação dos terminais portuários privados. Esses números eles demonstram, demonstram a importância do escoamento das cargas né no nosso país, demonstra a importância para o comércio exterior e consequentemente para nossa balança comercial demonstra a importância Como já foi colocado aqui pelo Dino na transição energética e a gente pode dizer que a navegação ela é a transição energética por si só, né, porque a alteração da matriz de transporte, automaticamente voltada mais para navegação ela automaticamente já traz benefício muito significativo na transição energética para o nosso país, o que vai nos possibilitar alcançar essas esses números que foram impostos aí não só pela IMO, mas por outras organizações internacionais. Ela é sem dúvida nenhuma muito importante pra movimentação de passageiros e a gente não pode esquecer isso aqui, e enfim importante pro crescimento do nosso país. Eu queria colocar a TP à disposição da navegação interior, dos trabalhos que são desenvolvidos aqui na frente deputado, pra compartilhar aí essa busca de soluções, né pra pra essa problemática da região amazônica, contem sempre com a gente na TP, e parabéns por esse ano aí de trabalho na frente parlamentar, obrigada.

0:004:26
13 de nov, 09:56
#12
Transcrição por IA

Muito obrigado pelas palavras. Gostaria de registrar que essa reunião está sendo transmitida pelo YouTube, pelo canal oficial da câmara. Gostaria de franquear a palavra agora pro nosso amigo Dodô Carvalho, presidente da ABANE.

0:000:19
13 de nov, 10:01
#13
Presidente da ABANI Dodó Carvalho
Dodó Carvalho

Presidente da ABANI

Transcrição por IA

Bom dia a todos, saudar os colegas de de de navegação, o os colega de portos e e infraestrutura, quando quando se criou o Antaque, que começou essa coisa de tupe e Etc tudo, a gente foi proibido de falar que a gente tem portos, mas lá no lá no lá no norte a gente diz que a gente tem portinho então aí, mudou a figura mas assim todos os colegas que têm terminais que é o nome técnico, pra nós Gabriela é 1 honra ter você junto da gente pra gente avançar, a gente não vê navegação sem portas, a gente não vê portas sem navegação, então é casando o outro. Doutor Eduardo Neri, hoje a gente faz ano de frente parlamentar e o senhor não tem ideia da felicidade que está o meu coração. Por toda o avanço que a gente tem. Tem quem é de marinha aqui? Levanta a mão quem é de marinha. Qual é aquela frase que tem na marinha há muito ainda a fazer não é isso? Resta muito ainda fazer então assim resta muito fazer, mas nós fizemos muito. Nós temos o plano geral de outorgas, nós estamos discutindo gente pra quem ainda não se envolveu, a concessão do primeiro rio do Brasil, na Amazônia que é o Madeira e o Madeira pra quem não conhece a importância do Madeira o Dino falou alguma coisa aqui é rio de gigante, aonde passa de tudo. Passa do transporte escolar, a comboio de 30 barcaças. E a gente vai ter 1 oportunidade que eu eu diria doutor Eduardo Neri única, de melhoramento que o futuro daqui a 30 anos vão estar lembrando desse momento ou dessa que a gente está vivendo para tornar o Madeira realmente rio concedido pra iniciativa privada. A gente escuta de tudo ah estão privatizando estão não sei o que não não, nós estamos concedendo os serviços que precisa com todo, com todo o esforço, que o o, que o DNIT faz, ele não consegue vencer a burocracia, ele não consegue vencer a necessidade que a gente tem de 1 dragagem mais mais, rápida de 1 dragagem aonde nós temos 1 janela muito curta. O Madeira vaza muito rápido e o Madeira enche muito rápido. Então assim, ou a gente tem 1 coisa sistemática, ou a gente tem 1 coisa contínua, ou a gente não vence isso. E dragal madeira é 1 necessidade, eu eu eu vivendo, eu tenho pensado muito o meu negócio. Eu eu também sou dono de negócio, e eu tenho pensado o meu negócio. Eu tenho pensado que, se essa seca é de verdade, e ela veio pra ficar, os nossos negócios estão ameaçados. Os nossos negócios de navio, os nossos negócios de navegação interior. Por quê? Porque provavelmente, a gente tenha que mudar todo o planejamento. Vamos trabalhar 9 meses com custo de 12? Como é que equilibra essa conta? É desafio enorme, então assim talvez a oportunidade do Madeira ela traga pra gente 1 esperança, de que a gente vá trabalhar 12 meses. Porque doutora, eu não creio mais na navegação sem André gás. Ou a gente incorpora e aí o deputado Saulo aqui foi muito feliz deputado, muito obrigado por todo EEEE essa encheção de saco eu venho de encher do saco dele de précampanha. Quando o senhor disse que queria ser candidato a deputado federal disse olha tem temos demandas enorme. A as pessoas às vezes perguntam apoie algum prefeito nem nada não não eu só quero deputado federal, entendeu? Porque é no parlamento que está a minha dor. Quando a senhora colocou EEE é verdade eu eu compreendo que a gente precise trazer pro parlamento e o parlamento é a casa do povo, a essa discussão, essa problemática, pra que a gente possa avançar. Pra que 00A sociedade conheça as nossas dores e a sociedade nos ajude a cobrar. Nós só teremos, é, melhorias se nós tivermos a representatividade, e a representatividade só vai ter se tiver clamor popular. Então sem isso nós não vamos então celebrar ano da frente, é celebrar realmente 000 quanto a gente avançou obrigado deputado Ferrari, que é amigo da navegação que se preocupa e não poderia ser diferente deputado, o senhor é nortista e a gente no norte tem 1 necessidade diferente. Dino, a conquista da secretaria pra mim foi o maior presente do ano. Presente do ano assim que, conforta meu coração foi nós sabermos que hoje, depois de anos, de luta nós temos 1 secretaria pra chamar de nós. Eu, eu Adalberto conheço a minha frase até porque, desde o começo eu eu várias vezes disse isso, Antark é minha dona, ela precisa tomar conta de mim. Então assim eu digo isso para o doutor Eduardo Neto, digo olha, você é o meu dono, tome conta do setor. E o setor ele ainda precisa de muita articulação, apesar de muita coisa que a gente já avançou. Mas tem muita gente que interfere, nos nossos negócios, nas nossas atividades. É 1 parte a marina, é 1 parte a receita, é 1 parte a ataque, é 1 parte o tudo interfere na delegação. Nos outros modais a gente vê isso mais leve. Rodoviário está mais dinâmico, o aéreo está mais leve, e a gente está muito ainda preso. E por que que a gente está preso ainda? Porque a sociedade ainda não olhou pra gente como solução. Ela ainda olha pra gente como problema. Eu, vivendo essa seca do Madeira agora e e eu sou operador do Madeira, estou 75 dias com, com os comboios tudo parado. Eu vi clamor da sociedade amazonense e Manauara especificamente, pela 319. Que é 1 necessidade nossa como Manauara, do nosso direito de ir e vir ter 1 estrada que conecte Manaus e Boavista ao ao Brasil. Mas eu não vi ninguém defendendo Madeira. Eu não vi blog, jornalista, ninguém que dissesse, mas e o Madeira? Por que que não tragaram? Por que que não, por que que a gente não não não acelera a questão da da concessão do Madeira? Não vi, por quê? Porque a sociedade não nos enxerga ainda como solução. Doutora Cristina, este é desafio. Talvez AAA os nossos rezando, nossos modais precisam o rio, secou o rio, e subiu o preço do contêiner pra chegar em Manaus. E olha que solução que a cabotagem deu para Itacoatiara, transborda pra balsa e chega em Manaus. Ano passado não teve nada disso e nós tivemos colapso. Mas o cidadão não está feliz com isso, porque a comunicação é falha. Porque a gente não comunica com assertividade de que efetivamente a gente precisa fazer. Mas hoje, este evento, doutor Eduardo Neri, ele enche meu coração de alegria porque nós vamos falar talvez, da maior dívida doutora Gabriela que a gente tem com a sociedade, que é o transporte de passageiro. Eu, eu creio que, se tem algo pra gente fazer mais, com mais empenho e tudo é é é muito urgente, tudo é muito necessário. Né desde o a frente é necessário deputado Saulo, 000A prorrogação é necessária, mas isso é proteção é política pública, a concessão do Madeira é 1 necessidade, o PGO é outra necessidade, mas o transporte de passageiro especial na Amazônia, no e aqui vamos dividir o transporte de passageiro em 2 partes, não dá pra gente colocar no mesmo. Bolo, AAAA barca que atravessa Rio Niterói, olhando é transporte de passageiro então assim vamos separar a travessia de transporte longitudinal, e aqui tem gente de travessia também mas tem aqui o pessoal de passageiro, que eu digo que o pessoal de passageiro na Amazônia são verdadeiros heróis. São heróis por 2 coisas, 1 por navegar na dificuldade que eles navegam, e 2 em quererem avançar em ter as embarcações melhores. Então assim, é pra eles, é pra vocês, que a gente está aqui hoje. É pra vocês que transportam passageiros com todas as dificuldades que vocês vivem, dos IP 4, dos IP 4, da da da Manaus baderna que aquilo não dá pra dizer e o porto de Manaus chamam de Manaus moderna. Imagina se fosse outro nome. Tem cidadão lá de Manaus que apelidou aquilo de Manaus baderna, porque é 1 verdadeira baderna. Quem quem já foi, quem já teve a oportunidade de ir lá, sabe do que eu estou dizendo, e quem não teve precisa ir. Porque se a capital do estado do Amazonas, estado que tem AAA pujança que tem, que tem o maior distrito, de 1 zona franca, a gente embarca e desembarca as pessoas daquela forma. Passam pela aquela Manaus baderna 2000000 e meio de passageiros. E a gente não tem dignidade. Aquilo é a maior vergonha, eu me sinto envergonhado como cidadão amazonense. EEE isso realmente precisa ser combatido. Como é que é combatido? Com o investimento, se é investimento público, se é p, se é a gente se encontrar modelo. Então assim pra vocês exportadores de passageiro, toda a nossa dedicação, todo o nosso esforço, e tudo o que a gente puder fazer, porque esta é a nossa dívida. Passageiro, ele precisa ter dignidade pro seu ir e vir. De acordo com as estatística, de acordo com 000 que a ANAC levanta a gente transporta na Amazônia algo em torno de 10000000 de passageiros. É muita coisa doutor Eduardo. E a gente, agora na seca, os I p 4 eu diria que dos, dos 40 e tantos I p quatros que tem, tem alguém do DNIT aqui da DAC que quis dizer quantos I p 4 tem? Dos IP 4 que tem eu diria que não tem 10 funcionando. Por quê? Porque secou. Secou muito além quando o deputado Saulo fala aqui na dragagem que precisa ser permanente, que precisa ser contínua, nós estamos falando disso, eu eu na minha visão de Amazônia, acho que cada prefeitura do interior precisa comprar 1 draga. Cada prefeitura precisa comprar a sua draga e quando o rio secar, eu vou lá, drago lá pro barco encostar no I p 4. Porque senão nós não vai funcionar. Doutor Alberto, eu estou nessa tese, toda a prefeitura tem 1 carregadeira, e 1 caçambinha para recolher lixo, vai ter que ter 1 draga. Haja emenda parlamentar, deputado. Está ok. Mas é é é é a forma que eu estou enxergando de como nós vamos fazer o ir e vir na Amazônia. E eu não estou falando aqui de carga não doutor Dino, estou falando aqui de passageiro entendeu? Então assim, eu tenho 1 apresentação, tem aqui eu vou passar, é número, é são sugestões da Abane, pro que a gente entende, é chutado e canela, no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no no desculpe, é é é é o papel nosso doutor desculpe, faz parte é o chutão e canela, é o chutão e canela no antaki, pra que o antaki tome conta mais da gente e enxergue realmente todas as necessidades. Doutor Eduardo Neri, absurdo no Amazonas, as linhas de passageiro não sejam concedidas. Isso é absurdo. A legislação diz que as linhas intermunicipais, quem tem que regular o estado, o estado do Amazonas não enxerga o transporte de passageiro como 1 coisa, 1 atividade. E esse povo, que faz transporte de passageiro no Amazonas, estão no limbo. Se eu, graças a Deus o meu pai foi sábio. Quando ele criou o negócio ele criou só de carga, ele não criou de passageiro. Porque senão eu estava lá você estava bem ali, entendeu? Eu estava junto ali, chorando ali junto com eles. Mas eles estão lá, eles fazem investimento de 10, 12, 15000000, no que agora a gente apelidou de ferry boat, são os barcos, a transformação do barco pé de caverna, pra barco melhor, e esses barco com recurso próprio, mas eles não têm segurança nenhuma. Se eu quiser, eu vou lá na Manaus Baderna, alugo barco, contrato 1 tripulação, compro o diesel fiado no portão, e viro o transportador e vou concorrer com a Raiújula, que está há 30 anos, transportando gente lá pro Areni, eu não sei que tanta coisa que tem no Areni Saulo, porque, os tamanho dos barco da Raiujola traz a areni todo, entendeu? É, é, você não pode, entendeu? Mas assim, é isso, então assim, enquanto eu eu vejo que o poder público do Amazonas, do meu estado, não regulamenta as linhas, como é que eu vou cobrar da ANAC que tem a obrigação das linhas de fronteira, das linhas interestaduais? Por que que o estado do Amazonas não regula intervenção? Porque ele não enxerga o transporte de passageiro como 1 atividade importante, e o mototáxi das cidades é regulado. Táxi regulado, mototáxi regulado, tudo EE0 transporte de passageiro não é regulado. Olha que coisa interessante, e isso aqui deputada adjunto Afonso, o senhor que é deputado do parlamento amazonense, entendeu? Isso é 1, eu não sei eu vou, eu eu tinha 1 palavra pra dizer mas em respeito à sua idade eu vou ficar aqui calada, junto, entendeu? Eu não vou falar, entendeu? Então assim deputado, não dá para não dá para entender o porquê que, o estado do Amazonas não regulamenta. E aí a gente fica com ciúme, Breno, Idário, a gente fica com ciúme das embarcações do Pará que chegam lá na Manual e Baderna. São mais bonitas, são maiores. Mas e aí eu fui estudar. Por que que elas são melhores que as nossas? Porque elas estão regulamentadas. Elas estão 15 anos que o estado do Pará já regulamenta a sua linha. Ninguém entra, lá no Pará pra fazer a gracinha que a gente faz aqui no Amazonas, pronto. É isso. E fez com que eles tivessem mais segurança, o agente financeiro financia com mais segurança, todo mundo financia então assim, o transporte de passageiro cara, tem muito a gente a fazer pra que a gente melhore. Doutor Dino, a sua secretaria é a nossa esperança. E não é colocar fardo muito grande no seu ombro, mas é dizer que você conte com a gente porque a gente conta com o senhor pra gente melhorar isso tudo. Doutor Eduardo Neri, eu sei que seu mandato caminha, pra pra pra pra pro primeiro semestre mas, muito obrigado, eu acho que essa é a oportunidade que eu tenho pra lhe agradecer todo o seu esforço, tanto dedicação, e acreditem, doutor Eduardo Neri não sei como, ele fez evento lá na minha cidade em Parintins, que é a qual me encheu de orgulho e eu tive que estar lá né gente então, obrigado obrigado por todo esse esforço de fazer a Antaque ser mais da gente, a gente sentir mais dono da Antaque também. Porque foi isso que que, a gente sentiu, essa aproximação, essa essa coisa, essa essa pegada que, que vem se colocando, entendeu? Esse TAC é 1 jovem também, tem 17 ou 18 anos né? 22 anos então é é é muito jovem ainda pra que a gente possa, possa cobrar mais mas a TAC precisa tomar conta de dos dos seus. Como a ANAC toma conta dos seus, como a NTP toma conta dos seus, a TAC precisa dizer isso aqui é meu, epa, aqui não, aqui pra pra mexer aqui nessa política aqui precisa passar falar comigo. E aí esse casamento EEEEEE que interessante tá, esse casamento do ministério, com a TAC tem trazido muitos benefícios pra gente e a gente tem realmente avançado muito. Eu não vou falar mais do AFREN porque o AFREN a gente já já já já falou muitas vezes e a gente realmente o o Afren é 1 necessidade, mas é interessante ontem o deputado Ferrari, relatando, buscando 1 relatoria de assunto que não tinha nada a ver, com o afrain, mas tinha lá jabuti pedindo pra tirar recurso do afrain. É todo mundo quer dar 1 1 beliscada no afrain porque, é é legal ver lá o o arrecadação, vê lá tudo, então tira do afrain. Ah está faltando 5000000000 aqui, tira do. Ah está faltando dinheiro pra financiar, tira do. Então assim, e aí deputado, imagine se o senhor não está lá e conhece o assunto a frente, isso passaria, e a gente hoje aqui ia ter a notícia, né deste do que aconteceu e olha a Rezan no trabalho que já mais que está, pra gente correr atrás. Ok, vamos vamos trazer pro tema que eu vou ser breve, de vocês fiquem à vontade, quem tiver interesse nessa apresentação a gente pode compartilhar ok Aline? Pra compartilhar essa apresentação. Transporte de passageiro, transporte de passageiro transporta 50000000 de passageiro, 14000000 somente na Amazônia. Olha aqui número. Olha aqui o resto é barca, é é Santos Guarujá, é é Rio Niterói, mas 000 pesado e o difícil está na Amazônia. Na Amazônia doutor Eduardo Neves tem de todo dentro de tudo. Tem do ao navio de 1000 passageiro. É isso. Grande importância social, coesão social, desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental. Vocês já falaram disso aqui? Não tem ninguém mais sustentável de modal do que o nosso, entendeu? Então, a relação nossa, consumo versus queima de diesel versus, atividade, não tem comparação. Mas, o cidadão, clama pelo rodoviário, é interessante. E a gente precisa isso isso isso isso é cultura que a gente vai precisar vencer. Quando eu vejo essa sala cheia, de vários atores, eu me convenço que a gente está no rumo certo. É falando falando e falando que efetivamente a gente vai mostrar para a sociedade e agora com a frente parlamentar e agora com com os outros atores dizer não, realmente a gente precisa enxergar a importância da navegação. A cabotagem é grande na minha cidade, Manaus recebe 5 navios por semana, mas ainda é pouco. Precisa ainda chega a carga no rodoviária, olha que interessante, carreta que sobe sob balsa e que chega em Manaus, olha que maluquice. Talvez a cabotagem esteja ainda 1 dívida que ela precisa pagar pra pra resolver pra essa carreta sair da balsa e ir pra dentro do navio. Necessidade de garantir benefício ao modal que transporta passageiros de travessia por meio da criação de mecanismo pra transferência. Pode passar Dino. Olha olha olha bem o assistente. Obrigado Dino. Dino. O fundo da Maria Mercante, nós já falamos aqui eu eu realmente não vou ler tá gente, mas isso aqui está tudo está aqui pra pra pra gente contextualizar EEE Dino muito obrigado pelo trabalho que vocês venham fazendo com a questão do fundo. Ontem nós tivemos 1 reunião muito proveitosa, muito. Com muita habilidade pra gente encontrar 1 saída, nós vamos encontrar gente, principalmente vocês de passageiro, nós vamos achar, se Deus quiser, com o esforço do ministério 1 solução pra nós financiarmos barco de passageiro na Amazônia. Esse é o nosso desafio. A renovação de frota passa pelo dinheiro que o Afrain tem pra poder a gente melhorar essa essa essa prestação de serviço. Não é justo com vocês, vocês estarem vendendo o que vocês herdaram, os terrenos que vocês herdaram, o esforço todos que vocês herdaram, pra poder vocês fazerem os barcos, o fundo da Maria Mercante é pra isso. Por favor. Proposta que é a proposta já, o fundo tem 18 bi, então a gente está propondo. O que eu e aonde é que pega tudo isso? No fundo garantidor. Então assim, o desafio nosso é achar 1 solução pro fundo garantidor pra que a gente possa, colocar no no no no no armador da Amazônia ou qualquer 1 outra parte de transporte passageiro também, recurso que ele tenha carência, que ele tenha longo prazo e que ele tenha 1 previsibilidade como ele vai pagar. Pode passar. Criar mecanismo de transferência de financiamento via firma para embarcação de passageiros, já falei disso, pode passar. Outras melhorias para o fundo, aumento do prazo para amortização do financiamento de contrato de reparos navais. É claro que, a gente as embarcações vão vão precisando de reparo naval, e a gente precisa realmente ter uso do fundo melhor, você pode passar. Proposta para os próximos 5 ano, apresentarmos 1 estimativa de projeto para os próximos semana que pode ser e é pouco do que a gente já falou na reunião de ontem, é pouco do que a gente entende que precisa ser feito, e é o que a gente quer, o que que a gente quer com esta este encontro da frente parlamentar? Provocar a sociedade, EEEEEEE os tomadores de decisões, que eles possam comprar essa ideia, pra que a gente possa avançar. É 1 dívida que a gente tem como sociedade e com o transporte de passageiro, e todos nós aqui temos espírito público. E todos nós aqui queremos doutora Gabriela, melhorar essa relação. Então assim, tanto ataque quer melhorar porque ela melhora a relação dela com o regulado, ela melhora a prestação de serviço, o usuário fica mais satisfeito, como o ministério que imagina AA0 coração do Dino, né desde como secretário o quanto ele vai ficar honrado em poder achar 1 solução para essa questão do do da renovação de frota de de passageiro. E são números, só é é é tem dado aqui que eu eu gosto muito. Nós temos a frota mais nova de balsa tanque do mundo. Graças ao Alfredo doutor Eduardo Neri. As balsas tanque que estão na Amazônia são as balsas mais novas do mundo transportando granés líquido. Graças ao afrém. Olha que que coisa interessante. E se não fosse o afrém? Nós tínhamos sucata está derramando combustível na Amazônia. Olha lá atrás nós tivemos 1 pessoa, que enxergou isso A00 Afrém tem 30 aí, 35 anos se não me falha a memória tem o Afrém. O pai do Zezinho, o Luiz Rebelo, enxergou nisso 1 sacada dele que fez criar o Afrém somente a parte de de de subsídio, pra que a gente, subsídio pra que a gente pudesse fazer a renovação de frota. E hoje nós temos algo em torno de 700 balsas Tanque na Amazônia, as mais novas do mundo e moderna, deputado Ferrari. Vou passar. Manaus moderna, está aí. Isto é a Manaus moderna. Pronto, isso aí não tem coisa. Deputado Saulo, tenha tem projeto né do governo federal que vai fazer o Porto da Manaus Moderna, não é isso? Hein deputado? Tem projeto? Então dá pra gente sonhar em ter porto moderno nos próximos 4 anos. Ok, que bom, boa notícia. Está aí gente, nós vamos ter no futuro porto moderno, nos próximos 5 anos.

0:0025:02
13 de nov, 10:01
#14
Transcrição por IA

Vamos acreditar. Maravilha. Obrigado deputado. A esse p 4, foi o maior sacada que eu que melhoria pra nossa navegação. A ideia é genial, porém, ela foi concebida equivocada. E hoje nós temos,

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13 de nov, 10:26
#15
Presidente da ABANI Dodó Carvalho
Dodó Carvalho

Presidente da ABANI

Transcrição por IA

Investimento de bi 500 que foram custar essas IP quatros, e a funcionalidade hoje é muito baixa. Acho que tem desafio aí Dino, de como tornar essas IP 4 e e eu gostei muito da solução do Madeira, a gente colocar isso na responsabilidade do concessão do concessionário, isso aí doutor Eduardo Neri é 1 sacada legal porque aí a gente muda a coisa, mas todas as IP quatros e agora nascer que a gente viveu, né deste a dificuldade de todos a gente precisa remodelar isso tudo imaginem, se a gente não consegue ainda resolver o problema de Manaus imagine como a gente vai resolver os problemas dessas IP 4, mas isso, é realmente assunto que, difícil, difícil não é fácil não porque, é é é ele ele é aparelho de desenvolvimento do município, A prefeitura não enxerga, deputado Ferrari e deputado Saulo, a prefeitura não enxerga a IP 4 como aparelho do município ela olha aquilo meio que distante, isso aqui é problema do governo federal, então ela não se envolve no zelo que precisa ter, e aquilo ali é tão importante quanto o mercado. As IP 4 pros municípios ribeirinhos é tão importante quanto o mercado. E e eu vejo muito descolamento da municipalidade 11 p 4. Eu acho que lá atrás na concessão quando foi concebido, a gente quis criar o distanciamento, é é de da das prefeituras e agora a conta chegou. A prefeitura não quer, a prefeitura não quer, o estado não quer, a iniciativa privada, isto não tem número pra iniciativa privada, e o governo federal está muito distante. Então assim temos problema aqui como fazer, como recuperar, como gerir e como operar essas IP 4. Que eu coloquei, pode passar. O que nós esperamos? 1 frota renovada e segura, preservação ambiental, ciclo de investimento e terminais portuário moderno. É só isso, É só isso Dino. Lê de novo Dino, entendeu? É é só é só esse o ponto gente que a gente quer, é só isso. Pra que a gente possa fazer realmente transporte passageiro e evitar EEEA dragagem e se não tiver não tem mais navegação. Pode passar. Ok gente, muito obrigado. É 1 alegria eu, eu estou 3 anos à frente da Band, este ano final de dezembro dia 30 e de dezembro encerra meu mandato, o o próximo mas eu continuo vista tá gente? Fiquem tranquilo que foi só 1 inversão. 000 Zezinho pra mim dispensa qualquer apresentação e qualquer comentário, o Zezinho tem 1 coisa que me encanta muito, que é o desejo de servir o coletivo, EE0 Zezinho tem tem tanto as pessoas às vezes eu já escutei Zezinho essa essa pergunta, mas quando tu sair da Band, a Band vai continuar falando de passageiro? Vai sim gente, podem ter certeza que o Zezinho tem o mesmo sentimento que eu tenho, e a gente vai, trazer a dor de vocês já trouxemos hoje, e a gente vai lutar pela essa dor de vocês para que o parlamento para que a a secretaria para que o os parceiros que podem nos ajudar a abrir as portas vão estar comprometido com vocês. Muito obrigado e bom dia. Eu quero aproveitar a oportunidade e parabenizar a todos os presentes

0:004:01
13 de nov, 10:27
#16
Transcrição por IA

As pessoas aqui que fizeram as falas, vou chamar o deputado Saulo Viana para conduzir os trabalhos porque eu presido a comissão de Minas e Energia, e começou às 10 horas já estão me ligando lá, e tem projetos importantes para o país, muito obrigado e sucesso nessa reunião. Deputado Saulo Viana, é com vossa excelência.

0:000:23
13 de nov, 10:31
#17
Transcrição por IA

Obrigado

0:000:23
13 de nov, 10:31
#18
Transcrição por IA

Deputado Júnior Ferrari, nesse momento, gostaria de franquear a palavra pro Eduardo Neri diretor geral Dantoki.

0:000:20
13 de nov, 10:32
#19
Diretor Geral da ANTAQ Eduardo Nery
Eduardo Nery

Diretor Geral da ANTAQ

Transcrição por IA

Bom, bom senhores, é, primeiro aqui já iniciar, parabenizando o Dodô pela pela apresentação muito precisa e também agradecendo né as palavras do Dodô e dizer que, também né, mais 1 das coincidências né, acho que não só a afinidade que eu acho que mardiou né que que ela que ela alcançou todo esse período em que pudemos trabalhar de maneira conjunta, mas também tivemos a coincidência de termos mandatos ali sendo encerrados em data muito próxima. Então eu também queria dizer, Dodô, que foi, a Binance tem sido, não tenho a menor dúvida, a grande nova propulsora da navegação interior, da parte do da da iniciativa privada do setor privado, ela que tem conduzindo essa conduzido essas discussões junto ao Antarque principalmente, e junto ao Ministério, e não tenho dúvidas que essa esse momento que a navegação interior vive né, em relação ao desenvolvimento das hidrovias, de de concessões, e estamos aqui nesse momento discutindo o transporte de passageiros, esse envolvimento do Congresso, ele decorre firmemente da atuação da Abani então foi 1 1 alegria muito grande esse convívio, é 1 aprendizagem, aprendizado e também dentre as alegrias teve também a oportunidade das da agência ela realizar projeto muito bacana que a agência tem que chama Rio Limpa Amazônia Viva, que ela busca justamente conscientizar a as populações que vivem, que dependem do Rio e da importância de preserválo, e esse ano nós fizemos em Parintins, foi 1 outra experiência incrível incrível mesmo e o Dodô como como filhos de Parintins deu todo todo o apoio, foi muito foi muito importante muito bacana também aquela essa realização. Então sobre os assuntos aqui que a gente discutiu assuntos dos mais importantes, eu vou começar só fazendo alguns highlights da dos projetos de concessão, porque eles são né, que como o Dodô colocou, precisa de 1 frota moderna pra melhorar a navegação de passageiros, isso vem sendo trabalhado já endereçado no âmbito do do do fundo da marinha mercante principalmente então, o a secretaria agora a secretaria de hidrovias né, mas já antes o Dino já se encarregava desse assunto né, com toda a sua capacidade, ele vem sendo muito bem endereçado, né, mas eu acho que isso é algo que já como os avanços já são grandes, é claro que a gente não pode parar né, nunca é demais, como você falou aquela mensagem da da resta sempre muito ainda a fazer. Questão da preservação ambiental, isso aqui é desafio aqui que a gente vai vai comentar, dos terminais portuários também, mas a condição para que a gente tenha transporte de passageiros e também de carga, a gente tem infraestrutura coaviária. Então, a infraestrutura coaviária, por tudo aqui que já foi bem colocado também, o DNIT com todos os esforços que ele tem pra fazer, ele não vai dar conta de fazer todo o volume de dragagem que a navegação interior ela exige, são 42000 quilômetros de vias navegáveis que constam do SNV, é número ainda maior, a gente sabe que esse número pode chegar a 63000 quilômetros, e quando a gente fala em concessão, a gente está falando aí, não dá, deve dar uns 5000 quilômetros, a gente tem que ter que fazer essa conta direitinho né Dino, não acho que dá, chutar aí uns 5000 quilômetros, 1000 quilômetros do Madeira, 1000 do Tocantins, Tapajós, mais é o que uns 600 talvez, mas o Paraguai, não dá 5000, estou botando, tenho que fazer a conta certinho, mas não dá 5000. Vai sobrar quase por baixo 40000 quilômetros de vias navegáveis pro DNIT cuidar. Então assim, a gente não está falando de concorrência, de pelo contrário, o que a gente está falando é de complementação, a gente está só né, passando pra iniciativa privada aquelas vias que são estruturantes e que não pode deixar de ser feita aquela dragagem, e com isso vai permitir que o DNIT também ele atenda àquelas outras necessidades em situações em que a carga não vai ter condição de viabilizar o pagamento daquela dragagem, e aí sim vai precisar de recurso direto do do do orçamento público. Então é disso que a gente está falando, e nesse caso a gente tem 6 projetos em estágio avançado, fora a hidrovia do Madeira, que semana passada já tivemos ali conversas né, o Antaque e Ministério fizeram novas rodadas de conversa em Porto Velho, estamos avançando na conversa também pra trazer 1 melhor comunicação como o Dodô também colocou das premissas do projeto e também explicando a modelagem que já está em tomada de subsídio já faz talvez mais quase 2 meses que ela já, mais de mês né Dina? Mês, tem mais de mês que ela já está em tomada de subsídio, e os interessados podem ter acesso a aos todos os dados do projeto. E 1 das premissas importante aqui que são colocadas é, não só, primeiro, passageiro não vai pagar pela tarifa, embora seja diretamente beneficiado pela aquela infraestrutura, então só na calha do Rio Madeira são quase 800000 habitantes que vão se beneficiar direto ou indiretamente dessa infraestrutura e que não vão pagar pelo uso da da da hidrovia, Outra também, aí já não foi 1 premissa, mas foi também 1 oportunidade, foi se utilizar também de recursos da Eletrobras que foram viabilizados pra poder fazer a melhoria e também garantir a manutenção dos IP quatros durante todo o período da concessão. Então foi 1 outra iniciativa muito importante dentro de contexto, isso faz parte né, do do do conceito mesmo de de concessão de hidrovias que você precisa de ter infraestrutura mas você precisa de também quatros vem nesse né com nessa busca né fora as outras condições de melhoria também nas condições de segurança da da hidrovia né, com o concessionário atuando de maneira dentro dum comitê que também vai ser criado pra fazer essa gestão da concessão e buscar endereçar situações como de segurança, de interferências no tráfego, na gestão da hidrovia, e que podem servir de exemplo também pra que a gente possa melhorar o transporte de passageiros em outras regiões. A questão das licenças da da das licenças ambientais ela é fundamental, todo mundo sabe aqui que o grande gargalo vai ser, é a dragagem, EEA gente estava até discutindo ontem né Dino, em relação a a como né a gente vai endereçar a situação dos riscos climáticos. Esse ano a gente foi surpreendido por 1, por 1 seca muito mais severa do que a do ano anterior que já tinha sido a pior, dos últimos mais de 100 anos. E e agora a gente está fazendo né inclusive projeções, estimativas pra gente já tentar incorporar no projeto e já fazer, já saber como aquilo ali o concessionário vai poder enfrentar caso 1 situação dessa se repita. E a gente já percebeu ali já numa primeira análise que o pior componente não vai ser econômico, se pensar bem não vai ser econômico. O prejuízo econômico, falando ali só com operador por exemplo ali do Rio Tapajós, que a gente está discutindo a dragagem, e que a dragagem ali é algo em torno de 30000000 e que a gente está com desafio ambiental enorme pra fazer, só 1 das operadoras falaram olha, eu tive prejuízo de 150000000. Então assim, o que o DNIT gastou no passado, está gastando no Rio Madeira, está na face, está na faixa de 50000000. Então se a gente vai desfazer o dobro que o DNIT vai fazer, olha o que que olha 000 tamanho do desafio econômico ele é muito baixo perto dos prejuízos que provocam 1 paralisação na operação da hidrovia. Então o desafio não resta dúvida, ele é ambiental. Agora pra você fazer o dobro de dragagem que o Denit fez, imagina o tamanho do desafio que a gente enfrenta hoje no Brasil. Então lembrando que a gente, a a do Rio Madeira está muito avançado né? Mas a nossa equipe trabalhando arduamente pra que até o final desse ano a gente já tenha a hidrovia do Paraguai também já sendo colocado em audiência pública. Então assim, do lado do Paraguai a gente sabe que lá 1 dragagem fundo de areia sequer precisa de licença ambiental, e aqui a gente está falando de situações ali que, com todos os benefícios que o operação de 1 hidrovia traz, a gente não consegue ainda viabilizar as intervenções mínimas pra que torne aquela via operacional e navegável. Mas tratando aqui do nosso transporte de passageiros, eu sempre, eu não tenho dúvida nenhuma de dizer que é o maior desafio que a que a Antarque tem pra regular, e eu me recordo assim numa das visitas que fiz à região norte, conversando com prefeito de 1 importante cidade da região norte, eu eu me recordo que ele não sabia a diferença entre o papel da Antaque e da capitania dos Portos. Então assim, eu estou falando de prefeito de 1 importante cidade da região norte, onde os rios são a rua as ruas, onde a cidade em que pese né, ela ela sabe muito melhor ali da importância do transporte hidroviário do que qualquer 1 outra população. E ainda assim aquele aquele governante não sabia a diferença. Então você imagina então, o cidadão que dependendo do ponto que ele estiver no Rio, ele pode estar sendo regulado pelo ente municipal, pode estar sendo regulado pelo ente estadual, pode estar sendo regulado pela Antaque, pode estar sendo também e tem ainda a capitania dos postos autoridades marítima no meio disso tudo. Ou seja, é muito complexo. Então pra gente vencer também, eu entendo que pra gente ter serviço adequado, sendo prestado ao usuário, eu acho que esse é ponto que a gente precisa precisa vencer. E eu vou dizer Dodô aqui reconhecendo, nesse ponto, cheguei a fazer esforços mas não consegui avançar, de começar primeiro por estado e a gente fazer 1 comitê integrando todos esses atores, ainda tem o que eu esqueci que ele está, que tem papel fundamental nisso tudo, mas integrando esses atores, pra fazer comitê, mas eu não digo não fórum, fórum de discussão é muito importante mas é outra é outra proposta, ele não vai trazer soluções ali pro dia a dia, com com com funções ali operacionais mesmo, você deu problema ali num num ponto do Rio, todos ali que tivessem carregados já se comunicassem, tivessem todos dentro duma, tivesse até sistema de monitoramento comum, de rastreamento de embarcações, todo mundo falando dentro da mesma plataforma, se você deu problema você fala com a pessoa da marinha, fala com a pessoa do estado, a gente tentou avançar com isso e não conseguimos. E eu acho que assim né Dino, não tinha ainda 1 secretaria nacional de hidrovias e eu acho que esse é ponto que a gente pode fazer essa reflexão, com apoio até do próprio do próprio Congresso Nacional, deputado Saloviano, pensar né, ou numa num tipo de situação talvez a partir de 1 conversa com a Band já parabenizando e desejando muito sucesso aqui ao Zezinho, tenho certeza né, por essa governança que existe, por esse alinhamento que essa pauta vai continuar né na na como 1 das prioridades da ABANE, mas que a gente tente avançar talvez a partir dessa conversa envolvendo já agora Dino a secretaria com com a a gente vê qual que seria o melhor caminho pra gente desenvolver, mas algo assim resolutivo, resolutivo, fórum pra propostas pra melhorar, tem sua o seu valor, mas é com outra finalidade né, pra mas pra gente ver o seguinte olha, dentro de 1 operação como é que a gente faz? Na concessionária a gente vai ter comitê, né, a ideia é ter comitê ali da concessão, justamente juntando todos ali, opa, você tem problema, tem problema com as toras de madeira lá do do, né, que são despejadas lá pelo concessionário, opa, vai juntar esse comitê pra resolver. Você tem 1 concessionária fazendo essa gestão que obviamente facilita muito, mas e onde não tem? Que solução que a gente pode prover pra ter a mesmo nível de governança que talvez a gente vai ter na concessão? Do contrário, pela complexidade de envolver vários atores a gente vai sempre enfrentar sérias dificuldades, esse é ponto que eu vejo. A antaki claro que ela já vem há muito né, se se esmerando pra melhorar a navegação interior, então o nosso doutor Alberto Tokaco sempre foi 1, o Tokaski sempre foi 1 voz muito ativa, quando entrei na agência tive a ainda também né a oportunidade o privilégio de ter, ser do parto do doutor Alberto naquela época ele já como diretor, foi diretor geral mas naquela época como diretor e a gente conversava muito, e tiveram vários né, vários estudos que foram realizados pela Antarctica ao longo do ano, regulações que foram feitas, o Bruno também foi superintendente de regulação pra melhorar pra buscar melhorar ali o transporte de passageiros, e e entre outras iniciativas eu posso citar aqui recentes estudos né, a pesquisa de satisfação do usuário, a primeira que foi realizada em travessia foi bem importante, foi concluída em 2022, iniciada em 2020, e já trouxe primeiro na pesquisa de satisfação da travessia, já trouxe ali elementos bem importantes pra ajudar a Antarctica a como tentar melhorar o nível de serviço né, a partir de índice de satisfação agregado, foi identificado quais são daqueles dos dos dos princípios né, que movem ali o a prestação do serviço público, eficiência, regularidade, pontualidade, modicidade tarifária, quais que seriam aquelas que o usuário via como como que atendem de maneira mais satisfatória ou insatisfatória as suas necessidade. Com base nesse primeiro retrato que a gente teve, as nossas equipes de de fiscalização agora têm meios pra poder fazer 1 fiscalização mais cirúrgica, principalmente em determinadas travessias que a gente viu que tem índice de de satisfação menor. E a gente também teve outras percepções assim, mais de 65 por 100 das travessias você só tem 1 operador quando ela é realizada em diretriz de rodovia federal. Claro que a gente tem a limitação dos pontos de atracação, mas aqui são ponto, é é aspecto que a gente precisa de enfrentar né? Eu estive agora recentemente no no âmbito dessa grave crise hídrica, os senhores bem sabem principalmente de do Amazonas, os problemas que tivemos na travessia do Manaus, careio da várzea. Então até, né diante de toda aquela aquele clamor né, tanto da sociedade, a própria bancada amazonense foi muito atuante também nos procurar, a gente numa soltou 1 1 medida, 1 em caráter emergencial, aumentou o número de balsas que pudessem atender aquela travessia, isso era gargalo estava se mostrando naquele momento com o volume de caminhões que da noite pro dia em função da da da paralisação da operação do Madeira que foram pra rodovia pra BR 319 que naquele momento da cerca ela apresentava boas condições de tráfego, então a gente teve que endereçar aquele aquele aquela situação, autorizamos novas empresas pra fazer a travessia, e e me lembro eu diretor Alberto Vasconcelos, que foi o relator desse caso, a gente foi pra pra Manaus já numa segundafeira pra lá junto com o DNIT, junto com Polícia Rodoviária Federal que fez excelente trabalho também, capitania dos Portes todos ali se juntaram pra definir ali AA0 que que tinha que ser feito por cada eram 2 pontos né, além da travessia do maneiro, do do do do do careiro, mas também ali em Guapuaçu estava com com problemas sérios, eram filas que chegavam a 5 quilômetros, e a gente conseguiu reduzir e deixar em situação de normalidade. O que a gente viu ali que realmente ali as balsas têm problema ali de capacidade pra enfrentar, pra pra pra apresentar nível de serviço adequado, e a gente já está com processo de, ali naquele caso, de 1 seleção pra ser pra ser concluída, mas a gente vê que aquilo ali foi 1 1 de de certo, em grande medida, aprendizado pras que a gente deve buscar, eu acho que a partir dessa, duma ação integrada, envolvendo não só, entendo secretaria de portos e ataque, mas também o setor privado, O Dodô, mas a partir desse desenho que você mostrou aqui, pra gente junto tentar identificar quais são as prioridades e as maiores dores, até pra nos auxiliar a gente a atacar ponto por ponto. Então talvez eu skin, estou dizendo aqui algumas alguns pontos aqui que a gente conversou aqui antes, a gente tem o meu compromisso de ainda dentro da minha gestão conseguir endereçar. E até o último dia eu vou estar me esforçando ao máximo pra cumprir todo aquilo que a gente né, todos esses compromissos que a gente firmar. Mas eu já deixo aqui como também sugestão, já numa perspectiva de médio e de longo prazo, da gente ter aqui fazer aí sim 1 grupo de trabalho que seja, 1 1 1 outra comissão não com esse objetivo operacional que eu comentei antes pra endereçar os problemas do dia a dia, mas formar 1 espécie de comitê, Dino, fica aqui tá, eu estou falando aqui já e pensando aqui contigo, foi algo que diante da discussão aqui me veio à mente. Imagina, gente formar comitê, ministério, secretaria, Antaque, Abani, Congresso e outros atores que sejam importantes pra gente pegar e identificar o seguinte, olha, vamos sentir aqui as principais dores da da do transporte de passageiro, e focar no transporte de passageiro, porque transporte de carga é outra só transporte de passageiro. E a gente ir e determinando ali quais são ali aquelas principais dores e a gente ir atacando com prioridade né, que nem ninguém melhor do que o setor privado pra chegar e dizer olha, o que está me doendo mais é isso aqui, a gente bota como prioridade e busca né endereçar. Então a questão dos p quatros pode ser 1 dela, né? O Madeira, ele está está está resolvendo aqueles que estão na calha do daquele rio, mas tem 1 série de outros p quatros como o Dodô falou aqui que hoje em dia não atendem às necessidades. Pô, ali mesmo no lado do careiro da Várzea aquilo ali é brincadeira, aquilo ali funciona praticamente não funciona né, é 1 se funcionar no máximo mês por ano ali, 2 meses por ano, então a gente pegar EEE ver de que modo aquilo ali pode ser endereçado ou numa concessão só de p 4 se isso for viável, dificilmente vai ser né de nós já pensamos nisso, mas se não for com aporte de delegação pra prefeitura, governo do estado, a gente tem que tentar buscar 1 solução. Senhores, eu vou aqui encerrar então aqui a minha a minha fala, só terminar com o último ponto também que eu acho que é que é importante dar essa compartilhar aqui essa notícia que é, em relação à taxa de cerca também que o, não foi exatamente isso que o Dodô falou, mas a a taxa de cerca ali está dentro da das das alternativas logísticas que o setor buscou oferecer pra poder vencer as dificuldades da crise climática que tivemos esse ano. Então nós fizemos já, foi concluído no âmbito da nossa superintendência, já tem mais de mês, a gente tem encaminhado essas informações pra quando o Ministério Público nos nos provoca, pro Ministério nós já encaminhamos, está dependendo de aprovar na diretoria, o relator até o diretor Caio Farias, de aprovar na diretoria, mas já tem trabalho da Superintendência de regulação, trabalho que eu considero ele de que foi muito bem fundamentado, trabalho consistente e que ele mapeou todo todo os fundamentos dessa cobrança né, e chegamos à conclusão que não há indícios de abusividade, que foi 1 solução que claro, ela tem o seu custo mas custo decorrente crise climática e que a carga que vai obviamente ela tem a opção de pagar ou não, mas quando você tem 1 solução daquela como flutuante que foi colocado lá pra pra vencer o problema né do da falta de de calado em Tacoatiara, é óbvio que aquilo ali tem custo, e o usuário ele tem a opção de não pagar por aquele custo né, mas ou ele paga ou ele não tem o transporte hidroviário né? Mas eu acho que esse trabalho do ataque que né o, tenho certeza que o diretor vai ter empenhado pra pautar o quanto antes, a partir dali a gente dá 1 publicidade ainda maior, ele vai, o quanto antes, a partir dali a gente dá 1 publicidade ainda maior, ele vai trazer também eu acho que essa né essa porque quando não se tem nenhum estudo né, eu acho que se ficou se parando dúvida, se tem acesso ou não, eu acho que esse trabalho vai vai tecnicamente vai demonstrar que essa solução ela não tem nenhum indício né, a gente comparou até ano com o outro e falou não teve o comportamento oportunista de tentar se valer daquela situação e cobrar presas orbitantes, o que houve foram soluções ali de de armadores ou terminais portuários pra viabilizar o seu negócio e fazer com que eles continuassem a operar naquele momento de dificuldade. Senhores era isso que eu tinha a dizer, agradecer mais 1 vez e parabenizar a figura do deputado Saulo Viana, né, a Frente Parlamentar pelo evento e também o Dodô, pelo por essa atuação tão atuante por né também organizar aqui juntamente com a com a frente esse evento. Muito obrigado.

0:0022:14
13 de nov, 10:32
#20
Transcrição por IA

Obrigado, senhor Eduardo Neri. Nesse momento, nós vamos franquear a palavra pros participantes. Quem quiser fazer uso da palavra por favor levanta a mão que a nossa assessoria vai anotar os nomes e em sequência, daremos a palavra a vocês. Gostaria de passar a palavra agora pro nosso, querido amigo senhor Dino Antunes, que vai fazer algumas considerações. Bom obrigado eu serei rápido aqui tentarei ser rápido. E eu queria dar foco no fundo da Maria Mercante, tá? O fundo da Maria

0:000:38
13 de nov, 10:54
#21
Secretário Nacional de Hidrovias Dino Antunes
Dino Antunes

Secretário Nacional de Hidrovias

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É instrumento que muitos não conhecem, não conhecem. Às vezes até eu estava falando pro Rezando mais mais cedo às vezes eu até acho bom que as pessoas não conheçam, porque, em geral, aparece alguma ideia meio louca pra querer abocanhar o fundo amarela Mercante pra usos que não o da navegação e o da indústria naval né? Então às vezes é até bom que que a sociedade não conheça, mas falando sério, a o fundo Amera Mercante ele teve resultado gigantesco, não só pra navegação nacional mas pra indústria naval brasileira. É resultado em termos de empregos, em termos de produção de embarcações, e no caso da da navegação interior, a gente tem tido nesses 2 últimos anos, 1 movimentação assim extraordinária, extraordinária a gente nesses 2 últimos anos a gente aprovou mais, lá no fundo da Mara Mercante, para a navegação interior do que todo o histórico anterior, tá? Então a gente está falando de centenas, 400 embarcações, 400 barcaças pra minério, a gente está falando agora os quando aparece projeto de 60, 100 embarcações, 100 barcaças lá, a a gente está achando pequeno, então tem projeto da Hermasa, da Unitapajós e várias outras, de maneira que a gente teve nesse nesse último ano, se eu estou lembrando bem, dá uns 7000000000 de reais de projetos que estão sendo aprovados pra construção de embarcações com foco na navegação interior, né? Só que isso tudo, de nada vai servir se a gente não conseguir resolver grande problema, que é efetivamente a reclamação, não é não não é, eu não considero como sendo o chute na canela não do Dodô, porque a gente sabe a gente já tem conversado sobre isso há muito tempo, é 1 demanda que o Dário também tem colocado de forma constante pra gente, e que a gente sabe que tem que estar no topo da nossa agenda, que é conseguir utilizar o Fundamara Mercante para as embarcações de passageiros. De nada adianta a gente conseguir fazer mais 6000000000 de embarcações, se a gente continuar não conseguindo fazer o empréstimo, fazer o uso do fundo amaramercante para as embarcações de passageiros. E é interessante Dodó que a cada, a cada conversa que a gente faz com as instituições financeiras, com os, com as empresas, novos problemas aparecem, novas dificuldades aparece que vão sinalizando o nosso caminho, né? Essa semana teve 1 novidade pra gente, das instituições financeiras relacionadas à dificuldade que eles têm, em utilizar as embarcações como parte da garantia. Porque a questão da alienação fiduciária de embarcações é algo que não não não é efetivo no Brasil, né? Então a gente consegue carro, de 180000 reais, a gente consegue ter controle nacional da alienação fiduciária desse veículo, de maneira que o veículo possa ser utilizado como parte da garantia, e embarcações de 10000000, e aqui eu estou focando as embarcações menores né, da navegação interior, no caso dos passageiros, a gente não consegue utilizar essas embarcações como garantia por causa dessa dificuldade da alienação. As os bancos não conseguem garantir que aquela embarcação que foi dada, que foi alienada, que ela efetivamente não teve alguma outra alienação. Isso é impensável, isso é impensável então a gente tem, é lógico que a gente tem feito trabalho, que se se tudo der certo né a gente vai anunciar aí próxima em relação ao uso de fundos garantidores né o FBI do BNDES, está mais avançado pra valores relativamente pequenos de de de de operações, operações até 6000000 de reais acho que vai estar solucionado mais rápido, só que 6000000 de reais não nos nos atendem da maneira adequada, né? Então a gente vai ter que dar o próximo passo, né então esse, é lógico que a gente são são passos que a gente vai dando pra conseguir liberar 000 FGI, FBI, a gente tem chamado 00E0 né? O está movimento mais já avançado, acho que a gente vai conseguir liberar em em pouco tempo, com o pessoal BNDES, mas o nosso foco é o FGI, que daí a gente consegue ir até 25000000 de reais, aí passa a ser realmente, passa a ter 1 efetividade maior, a gente sabe que não é a solução total dos nossos problemas mesmo porque quando a gente utiliza o FGI, a gente só vai poder utilizar outra, fazer 1 outra operação quando ele estiver totalmente amortizado né, ou seja, você não consegue somar esses operações no FGI, FBI, mas é a partir desses elementos que a gente vai conseguindo viabilizar o uso né do fundo da Maria Mercante para passageiros né? Eu acho que essa era 1 1 1 fala, 1 mensagem que é importante, é pelo ministério de portos e aeroportos que nós somos os responsáveis lá pelo fundo amera mercante. De nada vai adiantar a gente emprestar 7000000000 de reais pras barcaças, se a gente não conseguir emprestar para os passageiros essa é hoje 1 das nossas grandes tarefas lá no fundo e Dodó, a gente sabe que a gente conta com vocês também, pra conseguir desenvolver essas esses instrumentos, ok? No mais, continuamos lá à disposição no fundo da Maria Mercante, e em todos os outros temas da navegação, ok? Muito obrigado.

0:006:16
13 de nov, 10:55
#22
Transcrição por IA

Senhor Dino Antunes, secretário nacional de hidrovias. Nós temos 5 inscritos aqui pra falar, e por questões de tempo, nós vamos limitar 3 minutos a fala de cada Gostaria de pedir pra se deslocar até aqui, o senhor José Rebelo, vicepresidente da Abani. Bom dia a todos, parabéns aí para todos pela pela organização, deputado.

0:000:31
13 de nov, 11:01
#23
Vice-presidente da Abani José Rebelo Iii
José Rebelo Iii

Vice-presidente da Abani

Transcrição por IA

Saulo, cumprimento também o deputado Ferrari que teve que se ausentar. Aproveitando aqui pelos 3 minutos né, aproveitando essa fala do Dino né, nós tivemos aí como disse o nosso presidente Dodó, 1 reunião muito proveitosa ontem com a equipe do Dino lá na no A gente vê e só isso a gente já fica muito agradecido de ter 1 equipe hoje em várias frente pensando na navegação e principalmente navegação de passageiros. Realmente estáse estudando iniciativas diferentes o fundo 000 FGI conforme o Dino colocou, sabendo também das limitações que são essas ou de valores ou então de tempo ou você não consegue assumir mais de financiamento a 1 vez só, só pode pegar quando acabar de pagar o outro, e assim a gente entende e concorda que tem que ser desenvolvido mas nós ontem inclusive fomos lá EAEAE esse material que vai ser encaminhado a todos também, traz algumas outras propostas da banda que a gente pensa muito assim é é 1 frase de pensador né, quando tínhamos todas as respostas e mudaram as perguntas né então assim, a gente precisa ter outra resposta pra navegação de passageiros, não não dá pra ter as mesmas respostas que a gente tem pra navegação de transporte de Carlos, né a gente precisa de outras soluções, né talvez enxergar pequeno percentual 5, 4, 3, 2, qualquer porcentagem ali do orçamento do fundo que possa ser considerado como pra pra fins de garantia não é nem pra pra pra financiamento total não, é pra fins de garantia do da das empresas de passageiro. Nós temos aqui operadores que estão construindo aí, 4 5 embarcações ao longo de 10 anos que eles poderiam construir ao longo de 2 anos. Girando a economia trocando embarcações de madeira por embarcações de aço de alumínio, produzindo, profissionalizando que é exatamente aquele do nosso último slide lá. Então a gente precisa que esse ciclo virtuoso de investimento entre no setor, né, e precisase fazer algo diferente. Fizemos a proposta da TJLP, a gente conversou ontem, ah mas é 1 dificuldade ou vai se tratar com despesa, pode ser continiciado, mas às vezes a gente tem que dar 1 outra solução, tratar como se fosse fundo da marinha mercante para passageiros e pesca, sei lá dá pra botar pesca também, e assim EEE tratar diferente e vamos brigar com os nossos parlamentares pra que seja diferente, pra ter 1 taxa subsidiada, pra ter prazos diferenciados, pra ter embarcações tipo talvez, que permitam os estaleiros também a correrem pouco mais de risco, construírem com com em maior quantidade, diminuir, melhorar sua curva de aprendizado, diminuir custos, certamente se chamar a indústria da construção reparação naval, da qual eu também faço parte, né, ela será parceira num projeto dessa natureza, né, então assim, a gente precisa pensar em outras soluções é muito válida, a gente parabeniza e está muito empolgado com esse esforço que o ministério está tendo, né através aí do do ministro e da equipe do Dina, mas a gente entende que precisamos aí pensar pouco fora da caixa também pra achar essas respostas pra que a gente possa agilizar essa mudança né que vai trazer tantos benefícios sociais, ambientais, de segurança da navegação, né, pra gente realmente tirar do discurso e ir pra prática. Então a gente deixa essa mensagem aqui, o material que foi apresentado vai ficar à disposição, e lá estão todas as propostas da ABANE. Nós teremos a solicitar o tempo deputado Saulo, pra falar sobre a questão da dragagem, a ABANE tem projeto já há certo tempo escrito, que a gente vai agora atualizar inclusive pra colocar os IP 4 sobre a dragagem, né? A dragagem precisa ser revisada a parte documental de dragagem, é CONAMA 4 5 4. Eu até estava olhando agora pouco ali, estou no discurso do doutor Eduardo, estava olhando quem são os membros do CONAMA, né? O parlamento indica pro pro conselho de meio ambiente, a ANNTAR que não tem ninguém, o ministério não tem ninguém, então assim, a gente precisa ter 1 presença e aí vou pedir também o apoio da da Gabriela e da TP, porque o nosso texto eu vou passar pra ela, eu cheguei no ano passado a conversar com o Almirante Murilo sobre isso, pra que a gente crie condições de flexibilização de licenciamentos de dragagem, para terminais privados, né, terminais privados e aí a gente pode colocar os IP 4 também porque são estão prestigiando quem está regularizados junto ao TAC e quem tem licença ambiental. Então, tupis ET 6, terminais de preso e navegação, IP 4, a gente criar 1 forma diferente, a Band já tem texto pra isso, a gente vai submeter os senhores, né, pra que possa ser trabalhado pelo pelo Ministério, pela ANTAC, junto a a ao Conselho Nacional de Meio Ambiente, pra que seja alterada essa resolução, seja facilitado, seja flexibilizada. Hoje, o texto atual traz muitas burocracias para 1 dragagem de aprofundamento de canal, e de porto também, e trata a dragagem de manutenção que deveria ser só pra manter como a mesma coisa. Então assim, você levar 2 anos pra tirar 1 1 licença de dragagem, você vai levar mais 2 pra tirar de manutenção. Até começar a manter, já perdeu 000A condição original, né? Então, é é é muito importante a gente ter essa visão, resumindo o projeto da BANE, ele considera que 1 determinada profundidade já aprovada para o canal de acesso, possa ser tratada como manutenção de todos os terminais, regularizados junto ao ataque e com licença ambiental para que eles possam fazer as suas dragas de manutenção claro que de a forma correta, dispondo na área definida pelo órgão ambiental, com equipamentos regularizados, com acompanhamento, mas não pode ter a mesma carga de burocracia que envolve 1 dragagem original, inicial, né então a gente deixa aqui esse comentário e vamos vamos apresentar primeiro provavelmente aqui fazer trabalho de alinhamento junto com o ATP e a gente apresenta aí tanto pra pra frente através do nosso deputado Saulo, né e do nosso deputado Júlio Ferrari, e também para a ANAC e para o Ministério tá? Muito obrigado. Muita.

0:006:09
13 de nov, 11:02
#24
Transcrição por IA

Muito obrigado senhor José Rebelo, vicepresidente da ABANE. Gostaria de convidar também o senhor Adalberto Tocaski. Pra fazer uso da palavra. A palavra é sua. Bom dia a todos, não que o queira.

0:000:25
13 de nov, 11:08
#25
Superintendente de Navegação Interior da ANTAQ Adalberto Tokarski
Adalberto Tokarski

Superintendente de Navegação Interior da ANTAQ

Transcrição por IA

Com o futuro presidente né? Certo? Mas olha só, imenso prazer estar participando aqui, Dodó, que bom, né? Mais fórum importante, trazendo essa discussão e você viu que a hora que a eu achei interessante a hora que abriu pra pergunta, vários levantaram a mão então que bom. Eu eu queria passar primeiro testemunho o seguinte, tá primeiro, eu tive a felicidade de ficar ano na diretoria com o doutor Neri, e aí o seguinte, ele é engenheiro civil ele é engenheiro civil, e a gente começou a conversar lá, e ele chegou a a com a proposição meio que parecida do que eu tinha na cabeça, a na no fomento a a navegação, a a própria navegação fluvial. Só que Dino, ele ultrapassou todos os limites porque ele ele foi inovador em vários aspectos e trouxe, puxou a questão da concessão. E aí eu gostaria o seguinte, aí está já liderando mais 1 entidade que defende que é a DECON que é agora a DECON é a agência sustentável das hidrovias dos corredores de exportação, dizer o seguinte a DECON, tá, defende a implementação das concessões de hidrovias. Depois nós estamos preparando vamos pôr no papel porque isso tem que ir longe, então tem que estar aqui no Parlamento muito claramente. Sobre aspecto, transporte passageiro, fique à vontade porque é o seguinte, é enquanto estava lá na ANNTAR 15 anos e meio, esse tema a gente trouxe, deputado adjunto, nós fizemos, a gente provocou 1 audiência pública na Assembleia Legislativa, doutor Eduardo Neri, do Amazonas, pra falar lá pra eles o seguinte, vocês precisam regulamentar a questão colocar dentro da da da agência reguladora lá a navegação fluvial. Dodô estava junto, mas não não resolveu. Você vê 1 agência federal foi lá não foi deputado ajuda e mesmo assim não resolveu. E eu vejo o seguinte a antaq ele a fez muito e aí a Gabriela eu lembro o seguinte, acho que foi a primeira vez que a Gabriela foi a Manaus, ela trabalhava com a gente ela foi em companhia da gente. Exatamente, fomos lá no no no no Rodway e fomos ver os outros os outros terminais. A Antaque a gente precisa fazer justiça, ela fez muito para o transporte de passageiros. Primeiro, não tem norma praticamente para revisar, está tudo normatizado e seguindo, no interestadual. Foi feito 1 pesquisa satisfação, salvo engano, 2018, tá, dos usuários. E nós tivemos 1 surpresa, a gente achava que a a nota ia ser muito ruim, e a nota veio boa, porque é o seguinte, a ANAC fisc fiscaliza o interestadual, o problema está no estadual por exemplo do Amazonas. Então a Antaque ela fez muito agora o que que precisa no meu entendimento aí? Mais terminais, terminais adequados ou adequar acesso hoje a gente hoje a gente deputado, a gente percebeu que o seguinte, pô de repente vai ter que mudar o terminal, esticar ele não. É fazer a dragagem até o terminal, ter a manutenção, aí você dá acesso. Por quê? O que eu percebi ao longo dos anos, o grande problema é a acessibilidade pra população. Tá? Eu sempre falava o seguinte, se prefeito da região norte fizer projeto de terminal, ele consegue dinheiro no governo federal. Mas ele não tem essa noção é o que o doutor Eduardo ele não olha pro Rio. Incrível tem rodoviária tem tudo agora, Pará, Pará está lá na frente e vamos lá justiça pra antaque foi antaque que foi provocar o governo de estado do Pará, só que foi 1 coisa maravilhosa. Governo começou a fazer entrou outro, de oposição, continuou o outro continuou e hoje 000 Pará é exemplo. Então assim, o Amazonas tem que assumir isso aí e os outros estados, porque fica muito no governo federal. Então vamos ver, eu acho que a gente tem que compartilhar essa questão. E finalmente o seguinte pra ficar nos 3 minutos ou mais ou menos, o licenciamento ambiental, Zezinho corroborar contigo, mas é o seguinte nós temos que brigar, numa simplificação geral. Tá? Ah, eu eu especificamente estou estou participando de processo buscando junto ao DNIT, a licenciamento ambiental da da hidrovia do Paraguai. Ano e meio tentando anormal e aí a gente foi tentar emergencial. 4 meses e não conseguimos agora já está chovendo. Então assim e não é culpa do DNIT. Está certo? A DNIT faz a ação está à disposição eu não queria estar no no no papel do do diretor aquaviário do DNIT, primeiro que é diretor aquaviário. No DNIT tem pouco dinheiro aquaviário. Segundo, que é essa questão, faz tudo prepara, e aí vai pro ambiental fica travado. Então precisa mexer porque o seguinte, o que que o Ibama acabou de falar? Não, eu não tenho competência, não tenho legislação que me me me proteja pra dar 1 licença emergencial. Foi isso que acabou de falar. Então assim, o ponto que eu deixo aí deputado é isso, precisa mudar isso aí porque senão não avança e aí o gente, com a crise climática que já está aí, vai complicar muito mais. Muito obrigado, parabéns AAAA Band, mas eu quero doutor Eduardo estar no final do seu mandato olha, realmente o senhor surpreendeu, principalmente com esse setor, a presença na Amazônia, tá, e o trabalho em defesa da navegação fluvial, muito obrigado.

0:006:18
13 de nov, 11:08
#26
Transcrição por IA

Muito obrigado, pelas palavras e considerações. Agora o deputado Adjuta Afonso, pra fazer uso da palavra. 5 minutos.

0:000:28
13 de nov, 11:14
#27
Deputado Estadual do Amazonas Adjunto Afonso
Adjunto Afonso

Deputado Estadual do Amazonas

Transcrição por IA

Bom dia a todos, eu quero em nome do deputado Saulo cumprimentar os demais membros da mesa, e parabenizar deputado pela essa frente que vossa excelência participa hoje que criou e idealizou com o deputado Ferrari, e não tenha dúvida da importância dessa frente pra nossa região. A gente já está vendo aqui com as pessoas que se fazem presente aqui e que estão participando porque estão acreditando realmente de que essa frente vai nos ajudar e muito a nossa região. Eu ia falar deputado Dodô como armador, mas como você me me provocou como parlamentar eu vou falar então com o parlamentar. Nós aprovamos, 1 a regulamentação da navegação do Amazonas, da navegação do Amazonas há mais ou menos 2 anos. O governador se discutiu e aqui eu estou vendo a Raiusley conversando agora eu acho a ITEC já tinha sido regulamentada esta lei, e não foi regulamentada, a lei foi aprovada, o governador mandou a lei pra assembleia, nós discutimos com o setor de passageiro, muitas reuniões fizemos lá não foi isso William, e conseguimos aprovar a lei, agora falta regulamentar, e me parece que foi pra 1 secretaria Nasce, que não tem muito interesse em regulamentar que é aliás foi pra agência de reguladora lá pra regulamentar isso aí, e até hoje não saiu e não sei se estão discutindo com com o setor, Araújo que nós vamos fazer 1 reunião, logo no começo do do do mês ou ainda no final desse mês, pra que a gente veja qual são os ponto quais dos gargalos que precisam ser tirado ou com 1 lei com projeto de lei complementar que a gente possa resolver isso aí. Eu entendo de que é o setor importante, 1 1 mensagem do executivo, foi 1 mensagem do executivo, 1 excelente acho que ainda era deputado lá quando a gente começou a discutir isso aí. E até hoje não se entende como o estado do Amazonas que tem o maior rio do mundo, lá que nossas estradas são rios e a gente não tem essa lei regulamentada. Concepção de linhas, o Dodô disse muito bem aqui, se você pegar qualquer barco, comprar diesel fiado, e botar 1 placa lá que vai fazer linha pra Tabatinga, pra Maués, enche de gente sem nenhum tipo de segurança, e faz isso aí, muitas e tem gente que faz isso, deputado Saúde e depois da trambique na na no no no posto de gasolina, da trambique lá no coisa e ganhou o dinheirinho dele e vai embora então precisa essa regulamentação, eu acho que é isso aí que a gente está dependendo e eu confesso que achava que tinha sido regulamentado isso aí, mas do governo não sei nem se o governador está sabendo já que isso não foi regulamentado, mas vai ser 1 cobrança a partir de agora, pode ter certeza disso, Vamos tirar os gargalos, ela estava me falando ali agora, doutor que a concessão de gratuidade que estão querendo que façam não existe, se você for dar essa gratuidade, o dono do recreio vai lá tem acho que tem que ter o mínimo lá de de comprovado que possa dar gratuidade senão não tem como você chegar encher o barco de de de pessoas e botar lá 15 20 30 gratuidade não existe isso, mas a gente vai resolver viu William, pode ter certeza que nós vamos trabalhar pra que a gente possa o mais rápido possível. O o enquanto não houver essa regulamentação, não pode ter acesso a crédito à linha de de de por exemplo da do do fundo da marinha mercante, mesmo que seja pra financiar, não pode ter 1 linha não pode ter por exemplo FNO do Baza, não tem porque não tem, hoje ela está numa linha pra pra rio, amanhã ela pode sair dessa linha, e no e é a garantia, eu nós dizíamos como estávamos discutindo lá, se você tem a tua linha, como é ônibus em Manaus, você sabe que vai investir ali porque tu tem aquela concessão da linha por vários, por vários anos lá da aquela concessão é tua. Da mesma forma será o recreio Inácio, você tem lá aquela concessão pro Purúida, pro Madeira, pra onde for, regulamentada e você pode ter acesso a crédito eu não tenho dúvida disso então fica aqui o meu compromisso de agilizar, até te chamar se for possível lá através da Band pra que a gente possa regulamentar isso aí, não se entende até hoje e eu quando entrei na assembleia, eu disse como é que pode a gente nossa estrada aqui são rios, e a gente não tem 1 navegação regulamentada. Conversamos com o governador ele mandou a mensagem e nós regulamentamos isso aí. Aprovamos, falta só a regulamentação que a gente vai fazer isso. Mais 1 vez parabenizar aqui aqui ao Saulo ao Ferrari, e eu acho que esse essa frente vai, ela veio pra ficar, vai ser 1 frente que todos nós do norte vamos cobrar que ela continue porque está prestando aí serviço excelente pro pro pro estado da região norte muito obrigado.

0:005:08
13 de nov, 11:15
#28
Transcrição por IA

Áudio por favor, deputado Salvinha né? Oi oi. Só ponto que eu queria.

0:000:14
13 de nov, 11:20
#29
Transcrição por IA

Observação aqui pra fazer, da importância que tem, e eu já falava e a gente já conversou isso algumas vezes, Dodô, sobre a importância da representatividade, né nós estamos aqui na câmara federal tratando do assunto da navegação, mas nós temos aqui também deputado estadual que foi meu colega deputado deputado adjuto, que é do setor e é é interiorano também conhece da necessidade e das dificuldades e essa a importância Zezinho de a gente ter o parlamento ser não apenas o federal mas o estadual inclusive também as câmaras municipais tratando e discutindo sobre o assunto pra que a gente possa ter nessa junção conseguir né destravar os problemas e em primeiro saber das necessidades e das dificuldades, pra que a gente possa através né dessa junção de trabalho, de apoios pra que a gente possa de de destravar os problemas e conseguir aí é ter levar os benefícios é importante junto que a gente possa você como deputado estadual possa é fazer essa cobrança dessa regulamentação porque eu saí lá da assembleia em 2022, a gente acho que votou isso acho que em 2020 e essa discussão já era 1 discussão antiga, nós votamos à regulamentação que foi 1 mensagem do executivo, né, de ou seja, o executivo foi que propôs essa regulamentação, ela já foi aprovada há tempo, está lá parado, e até agora ainda não foi regulamentado e isso é algo que pro setor principalmente do transporte de passageiros, é fundamental ter essa regulamentação pra que a gente possa ter essa do dó, essa aí vamos dizer assim, a regra pra poder fazer transporte de passageiros no Amazonas. Vou aproveitar que ligar o microfone pro pro deputado aqui,

0:002:01
13 de nov, 11:20
#30
Diretora Executiva Gabriela Costa
Gabriela Costa

Diretora Executiva

Transcrição por IA

Eu queria não não queria deixar passar ponto que o doutor Adalberto trouxe, que eu acho que é extremamente importante que é as hidrovias como acesso aos terminais, né? A gente costuma quando a gente fala em terminal a gente pensa muito no acesso terrestre, acesso rodoviário, acesso ferroviário, tem se discutido muito a a BR meia 3 agora com os terminais de Santarenzinho de Mirituba, e todo o problema agora na sua rediscussão, né, no no TCU, mas as hidrovias também precisam ser pensadas como vias factíveis de acesso aos terminais estão de nada adianta a gente ter na política pública e na regulação 1 exigência para o estado da arte nos terminais se a gente não consegue chegar até eles né então por isso eu queria fortalecer esse ponto que Doutora Alberto colocou do apoio né que a de com como ele mencionou e a atp tem aqui de todo o plano de dragagem mas em especial das concessões das hidrovias que a gente tenha realmente as nossas hidrovias, como vias de acesso, razoáveis, factíveis aos nossos terminais privados. Obrigado Daniela. Gostaria de convidar

0:001:08
13 de nov, 11:22
#31
Transcrição por IA

A senhora Raiugela Torres, pra fazer o uso da palavra. Bom dia a todos todos já foram saudados aqui né pelos nossos representantes quero mais 1 vez agradecer

0:000:19
13 de nov, 11:23
#32
Transcrição por IA

Salve Viana Júlio Ferraz, pela iniciativa. Muito fico agradecida por saber que vocês levantaram essa bandeira, eu volto novamente a dizer que não me sinto sozinha, me sinto abraçada por vocês e por todos aqueles que estão envolvidos na navegação. Eu represento aqui estado com 62 municípios aonde pouco mais de noves municípios são ligados por via terrestre. Deixo aqui muito claro, que a grande maioria é pela pelos rios, então é importância que tenha navegação dentro desse estado, e é triste saber que nós trabalhamos sem 1 regulamentação, Nós vivemos numa terra, rio sem ninguém, terra de ninguém, né, nós não temos 1 regulação, nós não temos 1 legislação própria, tudo é tirado do rodoviário e jogado pra navegação aonde a nossa realidade é completamente diferente. Então isso me entristece, mas ao mesmo tempo eu me sinto abraçada já por existir a questão aqui, 1 frente parlamentar e que fala e que coloca aqui a navegação de passageiro. Quando eu eu leio esse esse esse nome desenvolvimento da navegação de interior já me deixa assim muito satisfeita e quando coloco assim em pronunciamento passageiro, eu já fico assim engrandecida porque eu já não me sinto mais só. Então assim eu quero aquele a o meu pronunciamento é apenas para agradecer e saber dizer a vocês que eu não me sinto só a minha luta não é de hoje. Estive ontem num avião aonde dos nossos associados dizia o seguinte poxa vida será que vai caber todo mundo 250 passageiros e tal, será que não passou da lista que dizia que isso não é embarcação, né, e eu vi eu vejo ali todo aquele procedimento de segurança e eu olhei assim fiquei eu ri, né, porque eu disse poxa, o Kamoro está preocupado com 250 passageiros, eu transporto 800 passageiro, sou 800 vidas ali delegado sob a minha responsabilidade e eu transporto aquilo sozinha, entendeu? Então o nosso problema, deputado, não é apenas a questão de ampliar a navegação, ampliar perdão ampliar os nossos os nossos meios de transporte, é todo conjunto, é as IP 4. As IP 4 daqui a pouco elas estão absolletas pra nos atender porque elas são pequena, Tem que acabar com esse negócio de pequeno porte é grande, nós temos que pensar grande. Se dentro das embarcações, o nosso transporte, os nossos empresários que não têm apoio, eles pensam grande, 1 instituição está pensando pequeno. Com pensa grande, não é só na segurança de transportar, mas é o desembarque. Nós levamos, nós abastecemos todas as os municípios do nosso estado, abastecemos e transportamos essas pessoas, não só do estado do do só da capital Manaus como entre os município nós transportamos. Nós somos tem município que nós somos único meio de transporte e é vergonhoso a forma de como esses esses esses passageiros são desembarcados, entendeu? Então nós precisamos ter 1 visão melhor. Se nós, pequenos empresários estamos tendo 1 visão melhor, eu não posso aceitar que o ministério eu não posso aceitar que a união, eu não posso aceitar que o município, que o Estado nos veja os nossos postos pequenos. Temos que ser grande gente, tem claro que, existe calhas de rio e a necessidade de fato é 1 IP 4, mas tem calhas de rio que a necessidade é muito maior e precisamos ter essa visão de grandeza, então quando eu vejo essa palavra desenvolvimento me engrandece, porque eu eu estou querendo crer que esse essa palavra aqui não é só não é só vinda apenas de mim, mas de conjunto de pessoas que têm interesse que esse esse desenvolvimento chegue dentro do nosso estado, não só do estado do Amazonas, mas num num momento geral, em todos os estados em que em que a navegação é importante. Então eu eu assim fico meu pronunciamento é mais assim por gratidão de saber que eu não estou só, tá de saber que eu não falo sozinha, que agora nós estamos sendo ouvidos e e eu coloco aqui apresentar em em em ser ouvido, esteve em Manaus com 1 audiência pública o DanIT pra ouvir sobre o porto de Manaus porque Manaus não tem porto. Então naquele momento ali que houve audiência pública simplesmente eu tive o desprazer de ouvir de dos representantes ali, ó, passageiro vai embarcar simultaneamente com carga, pelo amor de Deus, eu não quero 1 cópia do hobby pra Manaus moderna, nada de passageiro está embarcando simultaneamente com carga nós temos eu transporto os 2, carga e passageiro mas o embarque tem que ser diferenciado. Eu trabalho com vidas, a segurança ela tem que ser do embarque ao desembarque, não só apenas no transporte em si. Então me entristece ver esse essa colocação de querer simplesmente dizer que os 2 vão estar simultaneamente. Eu preciso, nós precisamos de porto em Manaus que que faça o embarque separadamente pra que haja mais segurança 17, desde 2013, não se tem acidentes com passageiro mortes né, acidente com passageiro que vitimaram. Tipo assim, ah eu tenho acidente com navegação com o naufrágio, tá, é de navegação? É é de passageiro? É teve morte não. Ah teve morte? Teve. É da é transporte de passageiro? Não. Então a gente coloca aqui a nossa responsabilidade de transportar. Nós precisamos ampliar as nossas embarcações, não só trazer conforto mas trazer segurança e e trazer eficiência, porque eu preciso ter tempo pra desembarcar esse passageiro se eu não tiver 1 I p 4 adequada não só com estrutura mas com administração, entendeu, eu não vou fazer desembarque eficiente. Então nós precisamos ter esse conjunto aqui. Eu assim, volto dizer, mais 1 vez muito grata por isso não me sinto só, me sinto agora amparada e o que precisar de mim ou da minha associação associação a qual eu represento estou na direção da diretoria mas já vou passar à frente, mas assim eu quis precisar de de de de informação, né, de dizer que eu sou usuário do transporte né, eu não só uso os IP 4 mas eu transporte, eu sei a necessidade pra que isso venha a melhorar, pra que vocês possam ter visão de melhoria e trazer transporte mais eficiente, mais seguro, eu assim estou à disposição, tá? E eu digo mais quando eu falo que é de minha responsabilidade e a responsabilidade dos amadores 800 e poucas vidas isso não é pouco, porque 1 vez que houver neofágico ou qualquer acidente dentro dessas embarcações, dentro desse transporte, ele não acaba com a minha vida, no sentido de de tudo o que eu custo custo, construir de 1 vida inteira economicamente, mas ele acaba com o psicológico, porque eu vou responder por essa vida sem, digamos assim, responder porque isso vai ficar marcado manchado pra toda 1 vida pra mim, então acaba com a vida de armador, não só na questão financeira como acaba na questão psicológica, então assim é necessário hoje que haja hoje assim me sinto amparada por todo esse aparato por dizer eu não estou só. Tá? Então assim fica aqui o meu agradecimento, tá do deputado também o Dodób é o presidente que está sempre junto comigo. Meu deputado também creio, também creio nisso. Olha o apostar. Preciso ter visão de futuro acredito. Tá, pessoal, então fica assim apenas o meu agradecimento, tá bom? Ele deu chutado assim de Canelinha, bem devagarzinho, tá bom? Obrigado.

0:007:33
13 de nov, 11:24
#33
Transcrição por IA

Obrigado senhora Raiu Gilda Torres. Muito bem. E gostaria de convidar agora o reexame, representante da ABAC, pra fazer o uso da palavra. Bom dia a todos, cumprimentar o deputado

0:000:17
13 de nov, 11:31
#34
Diretor-Executivo da ABAC Luís Fernando Resano
Luís Fernando Resano

Diretor-Executivo da ABAC

Transcrição por IA

Cumprimento todos os presentes. E, Dodô, e deputado Saulo, apesar do nome das da frente e da, e da Abani tudo aqui ser desenvolvimento da navegação interior, nós da cabotagem nos sentimos totalmente incluído nesse assunto, que existe 1 única navegação, a navegação brasileira. E as navegações são complementares, E as atividades de transporte são complementares. O navio não chega até ao supermercado, o navio não chega até a fazenda, a balsa não chega até a fazenda, não chega até o mercado. Então, nós e o exemplo de dessa complementariedade, né doutor? Você vive, está vivendo, está certo? Até brincamos ontem aí, que foi o que aconteceu com a seca. O ano passado, como foi foi dito já aqui, foi mês e meio sem navios atingirem o porto de Manaus. Prejuízo para os terminais lá de Manaus Gabriela, que ficaram mês e meio sem operar. Prejuízo para as empresas de navegação, que tiveram a sua capacidade de carregamento reduzido, a navegação anterior que não não teve oportunidade, porque a opção de Vila do Conde não funcionou e não está funcionando de novo este ano. Mas a iniciativa privada, com todo a autorização e o entendimento da Antarque, doutor Eduardo, que eu gostaria de fazer esse esse elogio aqui a Antarque, de entender, autorizou a instalação do píer flutuante lá em lá em Itacoatiara, 2 píers flutuantes, que estão, não estão atendendo à plenitude, porque são as soluções paliativas. Nós sempre destacamos isso. E realmente aí foram soluções paliativas, existem fila de navios lá pra atracar, mas estão atendendo muito melhor do que o ano passado, quando não tinha não tivemos nada. Então essa esse trabalho Dodô, e aí o doutor Eduardo trouxe ponto aqui sobre a taxa da seca né, que foi tão criticado por falta de entendimento das pessoas. O que que é a taxa da seca? E aí Antarctica se debruçou nisso daí, fico curioso até de ver o resultado final, mas eu sei que vai ser num num bom sentido, essa que é verdade, porque realmente o importante e aí eu e aí eu pego a fala aqui da da da minha, a pessoa que me antecedeu aqui, né, nessa navegação é é 1 sorte, tá certo? É a responsabilidade das empresas de navegação, Eduardo, e aí é nisso que eu queria pegar, porque ela falou aqui, ela é responsável por 800 vidas que estão a bordo, nós somos responsáveis quando estamos lá no nosso navio, carregado com com 3000 contêineres, são milhões de de reais e de dólares que estão lá dentro, que são nossa responsabilidade, e que se na empresa não tiver capacidade. Isso quando tiver o acidente, será desastre para todos, não apenas para o dono da carga, mas para todos. E é nesse sentido então que eu vejo que, quando ela ela falou aqui da necessidade, desse apoio, o pena que o Dino já saiu aqui, mas o fundo da marinha mercante, que ele tem o seu papel, e que tem os agentes financeiros, eles não podem esquecer do lado social. E é isso que eles não estão, apesar de termos lá no BNDES, que tem s de social, ele não olha o social, ele nos pune, e o aqui o Zezinho Rebelo aqui, está até antes antes daqui falamos aqui. Ele e com com o Breno também estava falando aqui. Ele pensa que o dinheiro da conta vinculada é dele, o dinheiro da conta vinculada é nosso. Nós é que temos o direito de usálo segundo as regras, mas não ele coloca não não pode isso, não pode aquilo, não pode aquilo. E tem essa dívida absurda, absurda e de novo, volto à questão social. Seria aproximadamente 2000000000 hoje né, né, Rebel? É que nós temos a receber 2000000000 deputado, que se em pago para as empresas que são direitos dela, que elas já já realizaram aquilo ali, serão colocados na economia em 3 anos, e o governo fica retendo o dinheiro. Como é que quer desenvolver? Então nessa nesse sentido, o deputado e Dodó agradecendo muito aqui desejando muito sucesso a você, Rebelo pra na à frente da ABANE, nós nos sentimos totalmente incluídos aqui, nós sentimos que há essa frente de navegação, se tirasse o interior ali nos deixaria muito ali, mas eu não preciso não preciso não, não preciso disso não deputado, não precisa disso. A nossa presença aqui constante e discutindo os assuntos levando todas as pautas da navegação junto com a Band, nós temos tido grandes sucessos, grandes sucessos, deputados. E eu acho que é isso que nós queremos aqui, apenas reafirmar a nosso compromisso com a Frente Parlamentar, com a Band, de desenvolver a navegação brasileira. É isso que é importante, 1 navegada. E hoje nós temos, só pra complementar aqui, nós temos 1, foi dito muito aqui, a Manaus precisa de toda a nossa atividade da cabotagem, nós é que abastecemos toda aquela região, e aí a dali que das balsas vão levar a carga até Benjamin Constant vão levar e vão espalhar, se não chegar lá, é problema. Então nós precisamos disso daí. E hoje nós temos regras de da IMO, regras, regras, impostas, é cumprir ou cumprir, enquanto que outros modais são compromissos, compromissos que se não cumprir, não acontece nada. Então a gente está aqui, clama aí agora nós teremos aí COP 30, lá em em Belém, está certo, precisamos ter 1 imagem bonita do transporte marítimo, do transporte acuaviário, desculpa falar a palavra, transporte acuaviário. Como é que nós aparecemos bem lá em Belém, na COP, o transporte acuaviário? E temos trabalhado nisso aí junto com os portos, junto com a Abani, junto com todo mundo. Muito obrigado deputado pela oportunidade. Muito obrigado. Decimento pro Rezano, muito obrigado Rezano

0:006:37
13 de nov, 11:32
#35
Presidente da ABANI Dodó Carvalho
Dodó Carvalho

Presidente da ABANI

Transcrição por IA

Permanente e sintase acolhido, a acolha acolhida aqui, eu acho que que tirar esse interior também é irrelevante porque a gente é 1 coisa só, né deste 1 navegação só. Muito obrigado à TP, Gabriela, muito obrigado por estar aqui, você não tem ideia da importância que tem essa junção de dos 3, e a gente eu tenho certeza que junto vamos fazer 1 navegação diferente 1 operação portuária diferente, e a gente vai enfrentar junto AAA as nossas demandas então muito obrigado por todos aqui. Muito

0:000:41
13 de nov, 11:38
#36
Transcrição por IA

Eu vou convidar o senhor Dário Pantoja, da da Sindar do Pará né, fazer o uso da palavra, vai ser o nosso último escrito, logo após vamos passar para as considerações finais, e fazer o encerramento do evento. Obrigada, bom dia, deputado Saulo, prazer revêlo, Dodó, doutor Eduardo Neri, Gabriela. Realmente é assunto que toca muito é muito emotivo, né. Minha amiga, a argila ali ela depois da palavra dela podia nem

0:000:37
13 de nov, 11:39
#37
Presidente do Sindarpa Dário Pantoja
Dário Pantoja

Presidente do Sindarpa

Transcrição por IA

Mas só que eu não vou trocar em assuntos que já foram falado. Eu queria apenas fazer 1 1 pequena, parênteses, quero por juntar aqui só o fundo da Mulher Mercante, acabei de olhar aqui no site do fundo do Mercante, nos últimos 12 meses ele distribuiu 700000000, está 7 ou 8 empresas, todas as empresas de São Paulo, Rio e Santa Catarina, todas todas. E todas as empresas tenho certeza que não precisam do dinheiro. Todas. Então a gente está fomentando empresa que não precisa do dinheiro. E aí o que acontece? Quando olha para o norte. E aí como é que faz? Tem que tirar do bolso, tem que vender apartamento, vender 1 casa, vender terreno. Essa é a realidade. Então quem precisa não tem acesso ao fundo. Eu já pedi pro Dino, ontem mesmo eu reforcei, há 3 anos eu peço Dino, eu preciso de 1 cadeira do Siudarpa no fundo, não é pro Dário. Porque eu vou até ano que vem, eu saio ano que vem já, já vai de outra pessoa, mas o Sinarpa precisa ter 1 cadeira no fundo, pra poder puxar esse assunto, porque o fundo, só tem pessoas que nunca olharam pro passageiro para Amazônia, só pessoas que estão São Paulo, de Janeiro, Catarina. Então se a gente não tiver lá dentro, eu, eu há 3 anos, eu a gente pede o ofício, não favor fazendo pro Dário pro Singapura, mas é 1 grande vitória seria para o norte do Brasil. Então o apelo que eu faço, a quem puder, quem estiver escutando. Vamos dar acesso ao fundo para quem precisa realmente, Não adianta a gente distribuir bilhão de reais para quem não precisa. Não adianta, não adianta chegar aqui falar que lindo, que bonito, mas é nossas embarcações ainda de madeira. Quando a gente vê acidente, quando vocês olharem acidente. Na Amazônia, 90 porcento são barcos de madeira, 90, eu diria que quase 100 por 100, mas não vamos estar 90 por 100. Marcas de madeira. E e esses 90 a 100 por 100 são clandestinos. Então nós precisamos remodelar. Eu tenho certeza que aqui estão todos que estão tirando do seu, até da ida dos filhos, pra poder fazer 1 embarcação mais segura, porque dá problema meus amigos, quando dá problema é grande problema. Então deputado muito obrigado, conte com o Sidarpa. A gente acredita muito que é 1 grande caminhada começa com pequenos passos, isso aqui é grande passo já né? Então, muito obrigado, deixo aqui o Sinarpa à disposição. Desenho. Sucesso na sua nova, na sua nova administração. Dodô, muito obrigado. Contem com a gente, conte com o Sidarpa. Breno, obrigado aí porque né, já confundiram você 2 vezes, estamos estamos bonito então, né Breno? Estou bonito. Gente, obrigado, tá?

0:003:27
13 de nov, 11:39
#38
Transcrição por IA

Obrigado senhor Dário Pantoja, nesse momento passou a palavra pra senhora Daniela, pra fazer as considerações finais. Gabriela me desculpa. Imagina, não, problema nenhum. Você acertou o Tocasque e não acertou o Gabriel. Me perdoa. Imagina que é isso. Bom.

0:000:19
13 de nov, 11:43
#39
Diretora Executiva Gabriela Costa
Gabriela Costa

Diretora Executiva

Transcrição por IA

Eu acho que é hora de realmente celebrar esse ano da frente parlamentar, deputado, queria parabenizar ao senhor, ao deputado Júnior Ferrari, pela por estarem à frente aí nesse trabalho que é tão importante né, pro nosso país, eu acho que a gente tem grande desafio de fazer essa frente ser realmente lugar de voz pra navegação, dentro de desafio ainda maior que é a gente conseguir propor alterações a nossa matriz de transportes hoje, que é, por todas as questões históricas que a gente conhece, 1 matriz voltada pro transporte rodoviário, e nós sabemos a importância que o transporte acuaviário em especial a navegação interior, tem pro nosso país, por isso com aumento da produção, pra sustentabilidade, então eu acho que o trabalho dessa frente, é de extrema relevância, eu queria que vocês contassem com a ATP nesse e em todos os outros temas que a Frente entenda que são importantes pra trabalhar e mais 1 vez, parabenizar pelo trabalho dos senhores da Antaque, Dodó, obrigada também pelo carinho e pela parceria sempre, então queria parabenizar o trabalho da Abani também do Ministério de Portos e Aeroportos que juntos vêm tendo esse olhar diferenciado para navegação interior contem com a TP sempre para isso, obrigado. Muito obrigado Gabriela Costa.

0:001:21
13 de nov, 11:43
#40
Transcrição por IA

Professor Eduardo Neri, diretor geral da Antaque. Não, acho que só resta agradecer mais 1 vez aqui

0:000:10
13 de nov, 11:45
#41
Diretor Geral da ANTAQ Eduardo Nery
Eduardo Nery

Diretor Geral da ANTAQ

Transcrição por IA

Parlamentar na figura do nosso deputado Saulo Viana, e parabenizar né acho que como o Doda falou, rezando sempre como é com as suas considerações muito bem colocadas EEA Gabriela também, é muito é muito bacana, é muito importante ver as 3 associações juntas trabalhando de maneira harmônica e imbuídas de objetivo comum né, que é desenvolver a navegação, navegação interior, navegação brasileira como o Reezando muito bem colocou, e é isso que todo mundo aqui procura então saber que o setor privado está alinhado né deixando vaidades, vaidade institucional é tudo que nos faz frear né e quando a gente vê todo mundo aí caminhando junto, todo mundo do rumo no mesmo rumando no mesmo barco, literalmente, é é muito bom. Então mais 1 vez aqui, agradeço e parabenizo a Frente e a Band pela organização do evento. Muito obrigado.

0:000:57
13 de nov, 11:45
#42
Transcrição por IA

Senhor Dodô Carvalho, representante da ABANE, presidente.

0:000:09
13 de nov, 11:46
#43
Presidente da ABANI Dodó Carvalho
Dodó Carvalho

Presidente da ABANI

Transcrição por IA

Só somente realmente pra agradecer eu acho que é momento de de celebrar ano da frente e agradecer AA0 empenho do deputado Saulo, deputado Ferrari, que não mede esforços para agarrar os temas de navegação e e tratar não é fácil lidar com esse tema dentro do parlamento, é tema ainda desconhecido e é tema de muita interferência, eu diria que o Ofrém é a melhor solução, mas é o maior problema EEE todo mundo quer de na verdade jogar 1 pedra numa frente ou nada e e os nossos parlamentares seguiram nos 30 pra pra pra segurar essa onda, deu. Dizer pra você, Rayulzila, você não está só. Eu eu não tenho passageiro no meu DNA, mas eu tenho 1 coisa que, que me move muito que é me sentir ribeirinho da Amazônia. Eu me sinto assim entendeu? E e pode contar comigo sempre independente do local que eu tiver, entendeu? No parlamento eu não vou estar, está junto, fica tranquilo, entendeu? Não já já fiz a minha a minha experiência. E aí dizer que isso realmente é é pouco tempo, ano é é é nada, mas avançamos muito. E dizer é é que a frente realmente rezando ela veio pra ficar. Nós vamos fazer dessa frente grande instrumento de conquista para a navegação. E aqui eu vou começar a corrigir essa história da navegação interior, entendeu? Pra navegação então, eu sou muito agradecido, eu eu conheço o DNA da da da frente, eu conheço o DNA do deputado Saulo, eu conheço o DNA do deputado Ferrari, e eu sei do quanto eles querem é é ajudar a mudar essa esse esse essa dívida que a gente tem com com com o transporte de passageiro, com propriamente com a infraestrutura portuária que a gente tem, e ter hoje, como o senhor colocou doutor Eduardo, as 3 associações juntas é é é muito gratificante porque a gente sabe que pode ajudar o outro e seguir, eu eu diria que a gente entra numa segunda fase na Band, eu eu eu dizia quando o Zezinho trouxe essa ideia de a Band antiga, ele estava adormecida quando o Zezinho dia me ligou e disse, vamos recriar a banda? Ele diz ai, Zezinho não aguento mais, está bom. Não não bora pra quê? Não pra gente ajudar a colocar os temas de navegação no no no no parlamento, no na na nas entidades, a gente precisa, Dodô, a gente precisa fazer isso. Eu digo, olha, Zezinho, num tá tudo bem, mas quem vai não é tu que vai presidir. Piorou, entendeu? Então, tá bom, Zezinho, é eu, Zezinho é o seguinte, eu sei falar, mas eu não sei escrever, tu escreve eu falo. Então assim, e a gente chega Zezinho muito obrigado por toda essa parceria, por todo esse carinho que você tem comigo, você deixa de de de paciência mesmo, e e conte comigo, conte que eu vou estar junto do seu lado nessa nessa sua jornada que começa agora que é 1 jornada mais longa, eu só aceitei ficar na frente da Brani por 3 anos, o mandato do Zezinho é de 5, eu já cravei nesse de 5 é pra não tentar devolver entendeu? E, mas conte comigo sempre muito obrigado gente.

0:003:26
13 de nov, 11:46
#44
Transcrição por IA

Muito obrigado Dodó, passo a palavra pro excelentíssimo senhor deputado Saulo Viana, pra fazer o encerramento. A palavra aí sua deputada. Bem, primeiro

0:000:13
13 de nov, 11:49
#45
Transcrição por IA

Agradecer a todos acho que, engrandece esse tipo de debate, esse tipo de conversa, porque a gente ouve aqui as dores, né, como a Raujula falou aqui, inclusive eu acho que em vez do senhor é melhor a Raiuljula logo ser candidata, que ela tem, o dom da palavra né ter potencial, hã? Não não, ele não mais, ele já já desistiu já. Mas também a gente vê encaminhamentos, pra que a gente possa solucionar os problemas né encontrar caminhos pra resolver as demandas e assim a gente vai avançando através do diálogo, como o deputado Ferrari falou aqui, como eu também disse aqui quero ressaltar, nós estaremos sempre aqui à disposição pra poder avançar no que for necessário, que a gente consegue além de ajudar a navegação mas a gente consegue ajudar também a nossa população e o nosso dever aqui como servidor público e como representante da população, é de poder ajudar o nosso povo principalmente o nosso povo sofrido que a gente é lá do do da região norte, Neri, e a gente, a gente é, a gente mora longe, né a gente é o último a saber das coisas, então a gente é povo sofrido que precisa sempre de de a gente é pobre mora longe e o último a saber de tudo é responsável por tudo que desaparece. Então a gente precisa ter esse olhar, precisa ter essa atenção pra ajudar o nosso povo, principalmente o povo do interior, e essa essa frente parlamentar ela onde o motivo da criação dela realmente também é que a gente possa ajudar a nossa população, então a gente está sempre aqui à disposição, sempre nós vamos nos encontrar aqui pra poder debater, e também pra poder ser político abridor de porta, o que a gente possa ser chave pra poder abrir as portas, pra poder bater na porta de quem é necessário, pra que a gente possa avançar, e pra que a gente possa levar essa melhoria pros estados da Amazônia, principalmente para o nosso Amazonas e para o nosso, o nosso parar, eu nasci aqui é de Roraima também, mas pra poder ajudar enfim a todos e pra gente possa trazer os avanços necessários mais 1 vez muito obrigado pela participação de todos, toda vez que a gente convida, todos fazem questão de estar aqui presente pra poder participar, e assim, nessa união de esforços através do diálogo e sempre também disponíveis a gente tem conseguido aí trazer avanços importantes e necessários e tem esses pontos aqui, que eu toquei também aqui na nossa fala no início que é a questão do que é a questão do que é a questão do que é a questão do licenciamento ambiental da dragagem e dessa atenção especial pro transporte de passageiro nós vamos são, vamos dizer assim, os nossos pontos focais nessa continuidade aqui da Frente Parlamentar, está bom gente? Muito obrigado a todos, e vamos aqui fazer algo que é importante, que é tirar 1 foto pra poder fazer o registro, que é pra depois a gente ter como comprovar de que a gente estava junto, unido e trabalhando pelo bem da nossa navegação do interior, está bom? Obrigado gente, bom dia. Bora todo mundo pra frente aqui que a gente Muito obrigado, podem se deslocar aqui pro, pra frente do plenário pra tirar 1 foto oficial. Pode utilizar os 2 lados.

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13 de nov, 11:49
#46
Transcrição por IA

Em nome do deputado Saulo Viana, vicepresidente da frente parlamentar de desenvolvimento da navegação, declaro encerrado o presente ato. Muito obrigado.

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13 de nov, 11:55