PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão plenária com vários deputados fazendo comunicações e votações, alternando a presidência entre Pompeo de Mattos, Coronel Meira, Maria do Rosário, Arthur Lira e Sóstenes Cavalcante. Várias votações realizadas com diversos deputados participando.
Deputado
A lista de presença, registro o comparecimento de 167 senhoras deputadas e senhores deputados. Está aberta a sessão, sob a proteção de Deus em nome do povo brasileiro, iniciamos nosso trabalho. No centro do parágrafo único do artigo quinto do ato da mesa número 123 de 2020 fica dispensada a leitura da ata da sessão anterior. Passase as breves comunicações. Quero chamar com o primeiro escrito o deputado Medina Madeira,
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Mas, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Boa tarde senhor presidente, muito obrigado. Hoje eu venho até a tribuna desta casa, pra falar pra todos os colega, e pra todos brasileiro, de projeto nosso lá do sul de Minas, que tem dado muito certo, e projeto que precisa ir pra outras região do nosso país, pra outros estrada. O projeto da cirurgias eletiva, onde nós começamos lá em 2017, quando era deputado estadual, esse projeto está avançando muito, praticamente tem muitas cidades que já zeramos a fila da cirurgias eletiva, 1 parceria com o estado de Minas Gerais, com opera mais, com o Valor a Minas, E nós caminhamos muito com esse projeto. Mais de 50000 cirurgias foram realizada, aplicado 180000000 de reais de emenda parlamentar. Há 2 anos a gente vem desenvolvendo projeto que chama Mais Exames e Menos Espera, onde nós vamos fazer o lançamento, no dia 22 de novembro. E aí eu queria reforçar o convite, a 70 cidade que foram convidada da nossa região, a todos gestor de saúde, já confirmou a presença de 20 hospital prestador de serviço, aonde nós já sentamos o mês todo, e já separamos as emenda parlamentar pra cada serviço. Só ultrassom, 30000 exames de ultrassom vai ser realizado em 19 hospital. 16000 exames, ressonância, 16000 tomografia. Vai ser 18000000 de reais, aplicado no projeto mais exames e menos espera. E eu queria falar por, para todos os gestores de saúde, para as liderança, pra participar com a gente, com a gente no dia 22, aonde nós vamos falar a cota, pra cada município. Quantos exames vão ser ofertado pra cada município, qual os prestador de serviço, qual cidade vai ser feito, em qual hospital, isso tudo vai ser falado, lá no dia 22. Eu fico muito contente com todos os prestadores de serviço, que nós visitamos, eles tiveram em Nova Resende reunião, os 20 prestadores. Hoje eles estão recebendo a nossa equipe técnica, em cada hospital. Estou muito contente com as equipe médicas, instrumentadores, anestesista, toda a equipe de todos os hospitais, da nossa região. Da mesma maneira que o projeto, da cirurgias eletiva virou realidade, esse mais exames vai voar, porque nenhum obstáculo, nenhuma vírgula pra ser corrigida, foi 2 anos de discussão, muita conversa, muito alinhamento, e o dia 22, nós vamos lançar esse projeto pro sul e sudoeste de Minas pra 70 município. Queria pedir ao presidente que, a nossa fala vai por meio de comunicação.
Deputado
Deputado Medinho Madeira, a próxima, a próxima inscrição Maurício Marcon, minha palavra vossa excelência. Deixa deputado, não pode ser vossa excelência depois eu eu eu concedo. Só me permita deputado Maurício Marcon fazer primeiro aqui registro da presença na na casa de convidado nosso, nosso vereador Elísio Machado, eleito reeleito 3 vezes eleito pelo nosso honrado PDT, na na nossa Igreja Passos do Sobrado, ali na região, na região do Vale do Rio Pardo, do Vale do Taquari, aí você mistura próximo a nossa querida Venâncio Aires, a cidade linda, acolhedora, querida, nossa pasto do Sobrado, nosso vereador líder da bancada do PDT, seja bemvindo ao Parlamento Nacional, aqui a casa é sua também, nós vamos continuar trabalhando juntamente com vossa excelência, vossa senhoria, pela pelos recursos que temos destinado e vamos continuar destinado por pasto sobrado, porque o povo merece, precisa, tem direito e nós vamos continuar nessa parceria. Seja bemvindo vereador Elísio Machado, muito obrigado. Está feito o registro. Deputado Bigo Nunes, minuto por favor.
Deputado
O digníssimo presidente Pompeu de Matos, eu quero dizer aqui que eu estou impactado estou chocado estou estupefato, que conseguiram o número de assinaturas para 1 PEC que jamais será aprovada, mas é 1 PEC do absurdo, 1 PEC para fazer inveja Francescafka. Essa é a verdadeira situação. PEC que é 6 por que deveria ser PEC 4 por 3. Até o nome está errado, tudo errado. É esquerda. A esquerda que não tem empreendedores, não sabe o que é pagar impostos, não tem noção do que é preciso para levar adiante 1 empresa. Eles querem só direitos e deveres nada. Direito direito direito dever nada. Essa PEC de reduzir pra 4 trabalho e 3 folga não existe, é dos grandes absurdos que esta casa está vendo. E eu incrédulo, não acreditava que teria parlamentares suficientes para assinar este absurdo. Muito obrigado
Deputado
Nunes deputado Maurício Marcon tenha a palavra vossa excelência na tribuna. Muito obrigado meu amigo
Deputado
Presidente, a que ponto chega a insanidade neste parlamento? Até concordo que 1 parlamentar do PSOL propor projeto estapafúrdio é algo comum, natural e correqueiro nessa casa. Agora conceber que quase 200 parlamentares fizeram parte de 1 insanidade, aí eu já começo a ficar preocupado como essa casa se comporta perante desafios do nosso tempo. No projeto da parlamentar, nenhuma conta de terceira série ela conseguiu acertar. No inciso 13, só poderia ser 13, ela diz, duração trabalho normal não superior a 8 horas diárias, e 36 horas semanais com jornada de trabalho de 4 dias por semana. Jesus Maria José. 4 vezes 8, me parece, me parece colega Luiz que dá 32. Eu não sei como as outras horas serão preenchidas, talvez através de mágica, como ela quer resolver os problemas. Mas o brasileiro que está concordando com essa maluquice, eu pergunto a você. O que que você vai fazer com 20 por 100 a menos do salário porque o seu salário vai ser reduzido. Ah não marcou mas na proposta diz que não, mas ai meu Deus, não parou de acreditar em Papai Noel. Vai fazer o que com o seu filho que ele só vai poder estudar de segunda a quinta? Sextafeira o professor não vai poder dar aula. No mercado você não vai poder ir porque estará fechado na farmácia a mesma coisa. Ah não, mas eles vão contratar mais pessoas, pois é, vai ocasionar o quê? Aumento de preço. Aí você vai receber menos porque você, cidadão brasileiro, se o senhor a senhora que me acompanha de casa quiser trabalhar de segunda a sexta você estará proibido, será criminoso, está escrito na proposta, criminoso. A deputada vai pagar o seu salário que vai faltar obviamente que não, mas daí o senhor se vira, que ela está preocupada em fazer proselitismo político. Eu apresentei senhor presidente só pra concluir, a PEC da Alforria, que libera, se você quiser trabalhar 2 dias por semana, dia por semana, 4, 5, 6 dias por semana, você faz o que você quiser da sua vida. Não vai ser deputado, 200 deputados ou presidente que vai dizer. É muito bonito apresentar coisas mirabolantes, mas aqui, nós que temos esse broche que fomos eleitos, temos que ter responsabilidade com o país. Eu não vou vim aqui mentir pro povo que possa fazer mágica. Obrigado.
Deputado
Obrigado deputado Maurício Marcon. A próxima inscrição deputado Luiz Lima, PL Rio de Janeiro, tem a palavra vossa excelência deputado Luiz Lima. Obrigado.
Deputado
Presidente Pompeu, 1 honra ter essa sessão presidida pelo senhor. Presidente Pompeu não tem como não acompanhar a reflexão do deputado Maurício Marcon, do Rio Grande do Sul. É projeto que dificilmente terá os votos necessários aqui pra ser aprovado. Essa mudança da escala 6 pra pra 4 pra 3, como o deputado Maurício Marcon falou, inviabiliza os pequenos estabelecimentos comerciais que é onde mais da metade dos brasileiros são empregados. São pequenas lojas com 5, com 7, com 3, com 10, como o restaurante aqui da Vila Planalto, fogo de pedra, que tem 20 funcionários, vai ter que passar a ter 30. Essa esse acréscimo de despesa com os funcionários supera até o lucro do empresário ele vai ter que fechar. Mas o que me chama atenção, presidente Pompeu, é que exatamente o deputado Marcon se referiu, e 70 e deputados, que talvez por medo de pressão ali pela mídia, pelos eleitores, mas que não tem cabimento. E ontem, em entrevista à Globonews pro jornalista camarote, a deputada Érica Hilton confessou que o projeto não tem nenhum estudo. Como ela não foi conversar em pequenos estabelecimentos comerciais e como a mesma não chegou à conclusão que isso vai gerar desemprego e inflação. Mas deputado Pompeu, presidente Pompeu, é muito sério o que eu vou apresentar aqui. Canal de comunicação com 23000000 de seguidores, posta a declaração de 1 influencer chamada Fast, e olha o que ela fala. Não queria canto sequestrar deputado do PL, porque ninguém se organiza. Porra cara, você já se organiza assim Deputados, não pode ser colocado o vídeo na tribuna. É infelizmente, o presidente Pompeu dessa casa, seguindo talvez o regimento proíbe 1 ameaça a deputados de morte. É o que está no site do Luiz Bacchi e já está espalhando pra todo o Brasil. Foi assim que o presidente Trump quase perdeu sua vida com tiro de fuzil, foi assim que o presidente Bolsonaro quase perdeu a sua vida como 1 facada. Essa militante de esquerda, ela ameaça sequestrar e incentiva que militantes de esquerda sequestrem deputados do PL e deem tiro em suas cabeças caso eles não votem conforme eles desejam. Isso é atentado à democracia, o rosto da moça está aqui, em qualquer site já está sendo divulgado os veículos de comunicação, e aí eu pergunto, a polícia federal vai bater na casa dessa senhora? O supremo tribunal federal vai se preocupar com a vida de parlamentar? Toda ameaça é crime, toda ameaça é crime, essa senhora ameaça e incentiva pessoas a matarem parlamentares. O Supremo Tribunal Federal vai ficar inerte a isso, vai continuar que tem que condenar moças idosas por estarem aqui numa praça que não condena essa cidadã, está aqui o meu recado. Obrigado Presidente Pompeu.
Deputado
Muito obrigado nosso eminente deputado Luiz Lima. A próxima descrição deputado Luiz Couto. Tenha a palavra vossa excelência deputado Luiz Couto. Senhor presidente.
Deputado
2 temas que eu trato. Primeiro tema que trago hoje permeei as esperanças e anseios de milhões de trabalhadores e trabalhadoras em nosso país, a proposta da redução da jornada de trabalho, o anseio histórico do Partido dos Trabalhadores. Nesse sentido a PEC é mudar de 44 horas para 36 horas. E também essa matéria já tinha sido colocado os projetos de Reginaldo, deputado Reginaldo Lopes, em 3019, bem como do Senador, pai. Mas eu quero hoje senhor presidente falar de 1 coisa importante. Hoje é dia de muito orgulho e grande celebração para o nosso país. É com imensa satisfação que parabenizo o presidente Lula e o Ministério da Saúde, na pessoa da ministra Nezia Trindade, pelo certificado de que declara o Brasil livre do sarampo. Esse é marco histórico, que marca a recuperação do estado das Américas, como 1 região livre do sarampo, é endêmico, e reafirma o compromisso do nosso governo com a saúde pública e a proteção de nossas crianças. Saúde também os profissionais da saúde que atuam estados e municípios, que as pesquisadores e instituições, pelo esforço contínuo, e o compromisso com a saúde pública, e a retomada das altas coberturas vacinas. Essa conquista é resultado direto de esforço coordenado do Ministério da Saúde com ações como a busca ativa de suspeitos de contaminação, companhias de conscientização e prevenção, ações de vacinações em territórios mais afastados e vulneráveis, atendendo a população indígena, ribeirinhas e também quilombola. Também senhor presidente, resultado do financiamento do governo federal para a manutenção da eliminação de doenças, que somou a quantia de 724000000 em 2023. O investimento EEE em vigilância e em saúde e nessa sentido de ventre comum gostaria que todo o setor pudesse ser colocado aqui, já que o tempo é pouco, e seria dada à dívida publicidade, meio de comunicação desse nosso pronunciamento.
Deputado
Obrigado deputado padre Luiz Couto, de próxima inscrição deputado Ottoni de Paulo. Deputado Ottoni de Paulo, tem a palavra vossa excelência, se o
Deputado
O Boulos quiser falar, por favor deputado, fique à vontade. Posso, ô Tony? Por
Deputado
Eu estava ouvindo discursos aqui sobre, a escala 6 por com críticas infundadas à PEC da deputada Erica Hilton, pra poder fazer a redução da da jornada de trabalho de pessoas que tão trabalhando até o limite da saúde mental, das suas condições. Agora, é impressionante, quando se fala de desonerações, de privilégios pra o sistema financeiro pro agronegócio pra grandes empresas isso não gera grita aqui. Quando se fala, não é, de, ter mais gastos pra emendas parlamentares, isso não gera grita aqui. Agora quando se fala do direito do trabalhador isso gera 1 grita, não é? O debate de cortes tem sido negócio impressionante, querem cortar de educação, cortar de saúde, não é 1 pressão do mercado, nesse sentido. E por isso eu quero aqui fazer desafio a deputados que tem trazido o tema da economia, dos cortes, tudo mais. Nós estamos entrando com o PL, que, enfrenta privilégios dos super salários, né? De salários acima do teto com penduricalhos aqui no legislativo, no executivo, no judiciário, no Ministério Público, que pode gerar 1 economia de 5000000000 ao ano pra o país. Eu quero pedir a esses deputados que estão tão preocupados com a economia, que assinem também e apoie a SPLE. Muito
Deputado
Muito obrigado vossa excelência. Já está na tribuna o nosso iminente líder MDB Rio de Janeiro, Tony de Paula, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Senhor presidente, é incrível como que a esquerda consegue trazer a este plenário ou trazer a esse parlamento 1 proposta que eu lamento usar adjetivações como demagógica populista, mas é aquele populismo barato. A proposta de emenda a constituição que reduz a jornada de trabalho 6 por ela ela não ela não subsiste diante de 1 pequena análise e 1 pequena análise de impacto econômico. A proponente desta desta propositura, desta desta PEC é a deputada Érica Hilton ela admitiu na imprensa de que não houve estudo de impacto econômico. Ora minha gente o próprio ministro do trabalho ele defende que essas mudanças devem ser negociada entre trabalhadores e empregados, por quê? Porque não tem como esta casa querer querer legislar algo que vai impactar na vida econômica do país e na vida econômica das empresas. Ora, se 1 empresa tem 50 funcionários. Eu gosto. E esses 50 funcionários existem para fazer determinado serviço. Bem, se o número de horas de trabalho vai cair, o que que o empresário vai ter que fazer? Vai ter que dispensar funcionários para manter a conta equilibrada. Então é muito bonito aqui você defender, não é? De que o trabalhador está sendo sacrificado, ele não está tendo tempo pra nada, OK? Agora vamos pra realidade, não tem almoço grátis, Se 1 PEC dessa prevalecer nesse parlamento, esse parlamento será irresponsável. Nós não podemos jogar pra galera. É claro que nós precisamos defender de que os nossos trabalhadores tenham trabalho digno. Agora, não há nada de desumano e sabe por que que não há nada de desumano? Porque a mesma Bíblia que nós aqui amamos e defendemos, a Bíblia diz em Êxodo 34 20 e palavras do senhor, 6 dias Êxodo 34 26 dias trabalharás, mas no sétimo dia descansarás. O que Deus está defendendo na sua palavra é a escala 6 por trabalha 6, descansa dia. Então, pelo amor de Deus, eu fico com a palavra de Deus, 6 por não há nada de desumano, porque o próprio Deus entendeu que é viável e é possível.
Deputado
Muito obrigado, eminente líder, deputado Otônio de Paula, a próxima missão deputada Ana Paula Leão, enquanto vossa excelência vai à tribuna, deputado coronel Beira, minuto no microfone de aparta, tenha a palavra vossa excelência. Boa tarde.
Deputado
Bom Pedro Matos, fiquei impressionado, fiquei abismado. Acabei de ouvir aqui neste microfone onde estou, a fala do Boulos, o deputado federal Boulos. Ele veio usar inclusive os nossos microfones da direita, ele não quis nem usar o da esquerda. Pra vim dizer, pra o Brasil, que agora, agora, eles estão preocupados nos super salários, eles estão preocupados nos salários extras dos ministros, porque eles participam, está certo, dessas comissões, desses conselhos, e triplicam o salário. Aí ele vem colocar agora que vai haver corte. Eu acho que ele deveria trazer logo o corte do presidente Lula, da Janja. A Janja está gastando aí, agora mesmo recentemente, certo? No P 20, gastou 800000 reais pra contratar artistas. E isso realmente é muito ruim, essa PEC que nós denunciamos, que nós somos contra, é a PEC do desemprego, estão iludindo, esta deputada é 1 irresponsável, ela não fez conta nenhuma. Ela veio fazer aproveitar a câmara federal, pra estar produzindo fake news, pra estar enrolando o trabalhador brasileiro, pobre trabalhador brasileiro. E ela vai afetar diretamente os jovens, porque essa escala 6 por é exatamente a porta de entrada pra o trabalho dos jovens no Brasil. Na área de comércio, em Em todos os locais onde o jovem é absorvido, e o que é que ela quer? Ela quer exatamente acabar, acabar com o INSS, acabar com os auxílios que existem pro trabalhador, está certo? Como o auxílio desemprego, como AA00 auxílio exatamente pra cesta do trabalhador, enfim, é 1 PEC danosa, é 1 PEC que acaba verdadeiramente com toda 1 estrutura, e vai desempregar sim, imediatamente.
Deputada
Boa tarde senhor presidente. Eu queria registrar aqui a presença do vereador Jair Ferraz de Uberlândia, recém eleito. E quero falar hoje sobre a saúde. Os municípios brasileiros não suportam mais avançar nos níveis secundário e terciário de atenção à saúde, de responsabilidade fundamental dos estados e da união. Os bons gestores, que não relegaram a população ao Léu, implementaram serviços e estruturas de média e alta complexidade. E agora, sofrem com os efeitos do comprometimento financeiro dos recursos próprios municipais. A conta não fecha. Enquanto isso, o governo federal inerte e irresponsável, finge não ver e quando impelido a agir, não finaliza os processos administrativos de incremento do teto MAC. Inclusive, não respeita ordem cronológica e até descumpre decisão judicial. Uberlândia é exemplo desse quadro absurdo. Só no último ano, a cidade administrada pelo prefeito Adelmo Leão, aplicou mais de 37 por 100 em saúde, segundo dados do tribunal de contas, bem acima do mínimo de 15 por 100. Neste ano, até setembro, 33.50 e Quem quem suporta isso? Em razão da alta produção municipal, a SIBISUS de Minas Gerais, deliberou pela incorporação de recursos para o teto MAC de Uberlândia, no valor anual de mais de 40 e milhões. E o Ministério da Saúde fez até então, após os devidos protocolos e cobranças, quase nada, absolutamente nada, em setembro, por outras razões mais políticas do que técnica, por meio de portaria 53 25 barra 2024, houve parte do incremento para 2024. Efeito prático de pouco mais de 2500000. Ou seja, faltam mais de 38000000. Essa dívida é com o povo de Uberlândia e da região. Aproximadamente, mais de 2000000 de habitantes. Não bastasse a paralisia administrativa, agora o Ministério da Saúde insiste em não cumprir decisão da Justiça Federal de Uberlândia. Pasmem, o o Judiciário determinou a complementação dos valores devidos à Uberlândia. A AGU, manifestou a necessidade do cumprimento da determinação pelo Ministério da Saúde sob pena de mora e da sujeição do agente administrativo à responsabilização judicial pelo atraso. O governo federal informou, em puro cinismo, que a recomposição do teto MAC foi publicada e cumprida na forma da portaria citada por mim. Isso é, do universo de 40 e milhões, o montante de pouco mais de 2500000, serve como cumprimento para o Ministério da Saúde. Assim, eu gostaria de ter feito essa indagação à ministra da saúde, mas não foi possível. Não havendo a expectativa da publicação, quais as medidas indicadas por ela, pelo Ministério da Saúde, para a manutenção financeira do município de Uberlândia, e em especial, dos seus serviços e ações de assistência à saúde. E se a ministra tem conhecimento do descumprimento da determinação judicial de complementação do teto MAC de Uberlândia, senão, qual responsável pela unidade competente pelo tratamento da matéria? E se sim, quais as razões pela não tomada de providência no prazo determinado? E quando será publicada a portaria de incremento efetivo já para o presente exercício, ou seja, os 30000000 que ainda faltam. Obrigada presidente. Senhor presidente, só minuto.
Deputado
Obrigada, iminente deputada Ana Paula Leão. A próxima inscrição, deputado general Girão. E eu quero passar a presidência aqui pro nosso coronel meia, e depois em seguida eu quero usar a tribuna. Então vossa excelência me dá honra de poder presidir aqui.
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Deputado
Com a palavra o nosso grande representante do Rio Grande do Norte, deputado Girão. Quero agradecer a honra presidente Pompeu de Matos de poder presidir exatamente aqui a nossa casa, a casa do povo brasileiro.
Deputado
Caro presidente, deputado coronel Meira, é bom, os os nordestino aqui está tomando conta que o gaúcho deixou, né, ainda tem o Isidoro ali embaixo ali também com aquele cartaz dele. Mas senhor presidente, gostaria que a nossa fala tivesse eco na voz do Brasil hoje e a nossa fala é sobre essa situação dos cortes orçamentários. Essa essa demora nos cortes já levou a 1 subida do dólar assustadora. Então o Brasil está sem rumo, o Brasil está sem comandante, é 1 nave que não não tem hoje piloto, é navio que vai afundar porque a âncora está puxando pra baixo e a âncora é a nossa economia. Vejam só, agora o presidente Lula resolveu, sem combinar com os russos, né, porque não chamou o ministro da defesa, não chamou os militares, não chamou ninguém e disse assim, vamos colocar o ministério da defesa nos cortes também. Aí anunciou que será incluído nesse esforço fiscal de 2024, depois de fazer 1 gastança sem limites, ele agora quer fazer esforço fiscal. Ele deveria procurar saber e se justificar, cadê esse dinheiro todo que ele está gastando por aí afora, está certo? Com programas eleitoreiros que ele fez e aconteceu. É isso aí. Bem, arruma bagunça, mesmo de forma irresponsável. Vamos lá, além da absurda limitação de recursos para 1 área tão essencial como a defesa nacional, esses cortes também deverão atingir prioritariamente o sistema de proteção social dos militares aprovado depois de muita discussão nessa casa em 2019. Eu participei das discussões, tivemos erros e acertos, mais acertos do que erros, mas tivemos erros sim, e agora esses erros vão aumentar mais ainda. É preciso contextualizar, em 2019, na reforma da previdência, houve ajuste na alíquota de contribuição dos militares, mas é preciso lembrar que ao mesmo tempo o governo Bolsonaro também trouxe benefícios e compensações, de forma a manter certo equilíbrio. Agora por exemplo, contra o direito adquirido e a segurança jurídica de 1 lei aprovada e sancionada, as pessoas de dependentes militares por exemplo, estão sendo ameaçadas. É o que parece estar sendo proposto pela ministra, né, não vou nem dizer o nome dela, segundo informações vinculada na mídia, ainda quer a redução da indenização também recebida por militares quando passam para a reserva, o famoso fundo de garantia de tempo de serviço que o pessoal civil recebe e os militares não recebem, não têm direito a isso. Falase do ramo da previdência, porque compara o custeio dos militares e o custeio da união para esse sistema de seguridade, mas ignoram que essa relação no regime próprio de servidores públicos civis é muito pior, essa é a realidade. Além disso o TCU já declarou que o custeio do sistema dos militares, sistema de proteção social, é sim em cargo da união. Mais do que isso, a reestruturação do sistema militar provocou economia de 14000000000. Vejam os números, os números do Ministério da Defesa está mostrando, mas o a economia está insistindo. Presidente, pra pra concluir por favor. A curva de redução do déficit hoje, está em patamar superior ao da reforma de 2019. Então a redução desse déficit na previdência social, no sistema de proteção social dos militares, existe sim, também a questão da alíquota para os militares ela é fixa pela vida inteira, contribui na ativa e na reserva para os servidores civis, a contribuição é progressiva e alíquota de 10 e meio que é toda pra todos os servidores, são atingida por civis com os proventos acima de 25000. Senhor presidente, mais segundo, mais minuto só. Não esquecemos os militares não têm adicional de noturno, não têm hora extra, não têm fundo de garantia, não têm direito à greve e outros tantos direitos assegurados aos demais cidadãos. Na verdade, a eles sempre se impôs, porque é inerente à vida militar o ano da disponibilidade permanente, sem direito à greve, sem direito a nem a descanso no final de semana, se for necessário em nome da missão. A mobilidade geográfica, o juramento de da defesa com a própria vida e também o desemprego do cônjuge. Ou seja, senhor presidente, esta este ataque que o Lula está fazendo, ou é revanchismo, ou é mau má vontade mesmo com a categoria dos militares das forças armadas. Eu aqui deixo patente a minha indignação, e que se vier pra esse plenário, porque tem que vir né, não pode decreto presidencial ser contra 1 lei, o sistema de proteção social é 1 lei, presidente Lula, diminuemse as despesas, Pare de fazer a lua de mel com a Janja. Obrigado.
Deputado
Com a palavra por minuto, o deputado Orival Marques do Pará. Obrigado senhor presidente. Em seguida, o deputado, pra 3 minutos, Otônio de Paula. Obrigado presidente, eu tava na frente, vossa excelência. Vou dar minuto ao senhor agorinha. Eu respeito, mas eu estava na frente. Certo.
Deputado
Senhor presidente, só dizer que, assinei a PEC 6 por porque entendo que essa casa é a casa de leis e precisa da discussão, da ampla discussão, embora tenha o meu posicionamento, mas acho que a gente precisa ouvir o lado do empregador e o lado do empregado, para que possamos chegar a melhor posicionamento e chegarmos à posição de que aquilo que seja o melhor para a nossa nação, para os trabalhadores do nosso do nosso país, mas também ouvir o lado dos nossos empresários que, pagam seus impostos também, e fazem com que circule a economia do nosso Brasil. Esta entendo que não é 1 pauta nem de direita nem de esquerda, mas que é 1 pauta necessária para chegarmos aquilo que é de melhor para a nossa nação, e precisamos sim ouvir os lados e tomarmos a decisão necessária e chegarmos ao definidor comum. Muito obrigado.
Deputado
Com a palavra por 2 minutos, dobrei o tempo e peço desculpas está certo o nosso grande pastor Isidoro, da Bahia, representante digno da nossa.
Deputado
Senhor Presidente, primeiro parabenizo vossa excelência na condução dos trabalhos desta casa. Como trabalhador, eu tenho a obrigação de fazer a defesa da PEC, que diminui a carga horária dos trabalhadores e e trabalhadoras da nossa nação. Eu estou deputado, mas eu sou trabalhador, sou mestre de obra da construção civil, fui ajudante de pedreiro, fui cobrador de ônibus portanto rodoviário, sou técnico de enfermagem, e sou policial. E policial também é trabalhador. E contra o direito justo desses trabalhadores e trabalhadoras ter maior tempo para cuidar da sua saúde, cuidar da sua família, seria 1 injustiça praticada, 1 vez que ao longo do tempo nós temos esse projeto tratado nessa casa há muito tempo. O deputado Reginaldo Lopes já vem tratando isso com o pessoal da Força Sindical, com a CUT, e é hora de fazer isso, aproveitar o vereador do Rio de Janeiro, a nobre deputada Érica, que agora também aproveitou pra fazer a PEC, é importante, eu aproveito para parabenizar a todos os deputados e deputadas que estão se sensibilizando com este tema. Profissional que trabalha há mais do tempo, ele não tem saúde, ele finda produzindo menos, e é importante abrir esse diálogo entre o patrão, entre o empregado. Só não pode deixar o empregado refém do patrão. O governo precisa participar disso na mesa como magistrado entendendo que é o trabalhador que faz a economia crescer, é a força do trabalho que cresce a nossa nação e que a desenvolve. Portanto, respeitando a todos os pensamentos dos parlamentares, vamos diminuir. Precisamos diminuir sim a escala de trabalho daqueles que são responsáveis pela economia e pelo crescimento brasileiro. Eu tenho certeza que deputados como vossa excelência, que esse parlamento, que a presidência desta casa, do Senado, do Governo Federal, se debruçará sobre esse item muito importante, é trabalhador, não é robô, ele tem família, assim como se empresário precisa cuidar dela. Muito Obrigado senhor presidente.
Deputado
Com a palavra agora o nobre deputado do Rio de Janeiro, Otoni de Paula. Se eu abrir logo em seguida, o deputado Ramagen, também do Rio de Janeiro.
Deputado
A tempo de consertar o mal iminente. O Governo está agora por apresentar o corte de gastos, a nação brasileira. E é importante que esse corte de gastos que será apresentado pelo governo que é corte necessário necessário para o equilíbrio das contas públicas necessário para mostrar que o nosso país para e principalmente para os investidores aqui se gasta na medida do que se arrecada, isto chamase responsabilidade fiscal para que você não espante os investidores, porque quem faz a economia girar não é o Estado, quem faz a economia girar é a iniciativa privada, são os grandes investimentos internacionais e para que esses investimentos cheguem até nós, nós precisamos fazer o controle fiscal que é o dever de casa que o governo precisa fazer. É claro que este governo, o governo de esquerda, ele tem como tradição gastar mais do que se arrecada, mas parece que agora vai haver freio de arrumação e eu não sou 1 oposição do quanto pior melhor, não, eu sou 1 oposição que entende que nós não podemos torcer pro avião cair só porque não gostamos do piloto, até porque todos nós estamos nesta aeronave. Por isso é que eu defendo que os cortes de gastos que já tinha que ter sido já tinham que ter sido feito há muito tempo por esse governo, mas está sendo feito agora, ele deva ser compartilhado com os demais poderes. O Congresso Nacional precisa apresentar qual é a sua parte no corte de gastos também. Nós deputados federais, os senadores precisam apresentar também 1 proposta de corte de gastos. O Judiciário precisa fazer isto. Nós somos Congresso Nacional caríssimo. O povo brasileiro paga mais de 10000000000 de reais pela nossa manutenção. Nós temos judiciário caríssimo, segundo últimas pesquisas, o judiciário brasileiro custa mais do que a família real britânica, a despesa da família real britânica gira em torno de 600 e milhões, 250000000 a menos do que gasta a realeza do Supremo Tribunal Federal. Não é possível que a gente cobre o corte de gastos do Governo Federal, mas não vamos dar como parlamento e cobrar do Poder Judiciário que também contribua com os cortes de gastos necessários para a nossa nação. Senhor Presidente, o segundo assunto que me traz aqui, nós assistimos com com incredulidade as últimas reportagens sobre sobre a banda da propina da polícia militar do Rio de Janeiro, que foi filmada, foi foi exibida nos telejornais, é óbvio que isso chocou o Rio de Janeiro, chocou o carioca, chocou o Fluminense. Apesar de que nós já sabíamos e já sabemos que esta banda podre da polícia existe, mas é importante nós entendermos 2 coisas. Primeiro o papel da corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro precisa ser aplaudido porque estas imagens que foram cedidas para a imprensa não foram captadas por jornalista, foram imagens captadas pela própria Corregedoria, que não jogou o problema pra debaixo do tapete, só mais 30 segundos, senhor presidente. Que não jogou o problema pra debaixo do tapete, mas jogou ele a luz, a luz. E outra coisa, é importante que nós entendamos por mais chocados que nós fiquemos com essa realidade, é 1 banda podre, não é toda corporação porque a maioria dos policiais do estado do Rio de Janeiro são pessoas idôneas e sérias, trabalhadores, 30 segundos senhor presidente, são trabalhadores idôneos e sérios que têm dado a sua vida pela defesa da nossa sociedade. Por isso, a minha solidariedade aos bravos policiais sérios do Rio de Janeiro, que correspondem a maioria do nosso dos nossos batalhões e dos nossos policiais e que haja regime duro sobre a banda podre da polícia militar.
Deputado
O nobre deputado coronel Fraga do Distrito Federal por minuto e na tribuna por 3 minutos e aí eu peço ao meu presidente Pompeu de Matos que se puder ceder aqui ao nosso Helder Salomão ele está está com a urgência, senão a palavra é sua. Aí é gaúcho e capixaba se entendem.
Deputado
Com a palavra o nobre deputado Alberto Fraga. Senhor presidente, eu acho que todos já sabiam o que ia acontecer. Quando o presidente Lula se elegeu, recebeu o país com 22 ministérios. E a sanha do PT de criar ministério criou 39 ministérios. Agora atolado de dívida até o pescoço. Não sabe o que fazer. Já anunciou cortes na educação, já anunciou cortes na saúde. Mas eu quero aqui especialmente falar no corte do Ministério da Defesa. As forças armadas do Brasil já estão sucateadas há muito tempo, há muito tempo. Basta ver que o presidente Lula já anunciou que quer comprar novo AeroLula. Os caças, os aviões que transportam os ministros tudo já ultrapassados. As forças armada o exército brasileiro está com está com o orçamento de 5 anos atrás. Está defasado. E aí o presidente Lula demonstrando tipo de revanchismo anuncia o corte de 6000000000 do Ministério da Defesa. Quer dizer, parece até que ele quer que a Venezuela invada aqui o Brasil, o Peru, porque do exército da América do Sul o pior que existe é o brasileiro. Ao invés de dar investimento, está fazendo recortes que vai prejudicar demais as forças armadas no nosso país. Por isso senhor presidente, eu peço aqui que o presidente Lula repense essa situação. Repense. Se vai cortar da educação, da saúde, porque também do orçamento lá é muito grande, Mas da defesa não. E outra coisa vai desmerecer o melhor ministro que ele tem chamase José Múcio. É desrespeito ao trabalho que José Múcio vem fazendo pelas forças armada. Muito obrigado quem conste na voz do Brasil e dos anuais da casa. Com
Deputado
Nobre presidente Pompeu de Matos, em seguida, o deputado Edo Salomão e logo depois, o nobre deputado também do Rio de Janeiro, delegado Ramagem. Muito obrigado.
Deputado
Senhor presidente, senhoras e senhores deputados. Na casa presidente tem 1 polêmica, por conta da apresentação de 1 PEC que diz respeito a o tempo de trabalho, diário semanal chamada PEC 6 por que muda pra 3 4 por 3. Eu quer dizer que eu assinei a PEC, embora eu tenha restrições à própria PEC, mas assinei para que nós possamos fazer o debate, porque eu sou a favor sim da redução dos dias de trabalho. Até pra que a gente possa ter dignidade e qualidade de vida para os nossos trabalhadores no Brasil como de resto onde quer que seja. Ora passar de 6 por pra 4 pra 3 vão combinar que é exagero. Embora que eu entenda que tem que diminuir 6 por é verdade não dá pra ficar embora eu compreenda que 4 por 3 é difícil de encaixar. Mas eu concordo com o debate, então assinei tanto concordo que eu já assinei a PEC 220 e de 2019 que trata do mesmo tema. Isso ainda lá em 2019, mais do que isso, pra demonstrar clareza na minha postura, que eu aceito quero e me proponho a esse debate, estou apresentando 1 outra PEC, de 5 por 2, 5 dias trabalhado, e 2 dias de descanso. É possível? É possível. E é razoável, se mudar de 6 e pra 4 pra 3 não dá mudar de 6 pra pra 5 padrões é possível. Aliás já existe no Brasil. Eu sou bancário, sou funcionário do Banco do Brasil e os bancários funciona assim. É 1 conquista dos bancários do governo João Belchior Marques Goulart, trabalhista lá em 1962. Então é possível, por isso eu aceito o debate, topo o debate. Aliás, eu quero dizer aqui citar 5 pontos, que nós avançamos na legislação e que ao à época o debate era muito contrário. Licença maternidade, 1943, Getúlio Vargas. As pessoas diziam que iam quebrar, que as mulheres não iam ter emprego, porque tinham licença maternidade. Hoje não se fala mais nisso, não se discute isso e as mulheres têm licença maternidade. Trabalhista fez, férias remunerada, 1943, Getúlio Vargas, como é que vão ter férias sendo pago pra pessoa ficar em casa? Era impossível de aceitar, hoje não se discute isso, coisa mais óbvia, o trabalhador ter direito a férias. Mais do que isso, décimo terceiro salário, como que vou pagar o salário a mais, se não está trabalhando, não tem mês a mais, décimo terceiro. No Rio de Janeiro, o Globo fazia manchetes e manchetes contra o João Belchior Marques Goulart. Implementar o décimo terceiro, apesar de tudo isso hoje, o comércio agradece quando chega o décimo terceiro, porque vão gastar. Quarto, expediente bancário, eu já falei também do João Belchior Marques Goulart trabalhista, não tem trabalho bancário no sábado. Então, é possível é possível avançar, e o quinto item home office que agora foi instituído home office nas pessoas que trabalham em casa. Pra concluir presidente, eu quero dizer que mudar de 6 e pra 5 pra 2 é possível, vão estão somente tirar meio expediente do sábado, que já existe no serviço bancário. Nenhum bancário no Brasil trabalha de sábado, por que que as outras pessoas têm que trabalhar? Então é perfeitamente possível nós debater esse assunto, embora haja incongruências na PEC 6 pra eu quero dizer que eu aceito o debate, vamos debater e, a proposta que estou apresentando de 5 e 2 por semana, 5 dia trabalhado e 2 descanso, eu tenho convicção que lá na frente dia isso vai ser aprovado porque o novo o novo sempre chega.
Deputado
No microfone de de aparte, o deputado Rafael Simões. E logo em seguida, por 3 minutos, o deputado Helder Salomão. Logo em seguida, o deputado Ramage. Presidente.
Deputado
Hoje nós estamos recebendo aqui nesta casa 2 pessoas ilustres que vem lá do meu querido sul de Minas. O prefeito eleito aqui Eloi Radinho, quinto mandato, fraga, quinto mandato, empresário competente que mudou a cara de São Gonçalo de Sapucaí, retorna agora à prefeitura com 1 votação maravilhosa, já está vindo aqui buscar recurso junto com todos nós aqui. E também aqui a visita da dona Helena, a prefeita de Piranguinho. E eu a cidade do pé de moleque mais gostoso do Brasil, né do mundo. Então aqui hoje nós já tivemos lá na comissão de cultura, onde foi 1 audiência pública pra transformar Piranguinho como a cidade do pédemoleque. Quero dizer a todos vocês que é 1 alegria imensa têlos aqui, parabenizálos pelos mandatos maravilhosos. Dona Helena que conseguiu inclusive fazer o seu sucessor, eu tenho certeza que o Sul de Tenho tenho certeza que o Sul de Minas está muito bem representado com essa de prefeitos e prefeitos. Muito obrigado presidente. Sejam bemvindos, viu? Obrigado. Acompanhado bem do São João. Com a
Deputado
O deputado Helder Salomão. Obrigado presidente. Eu também quero abordar, antes de iniciar, deputado desculpe, vou passar a presidência dos trabalhos ao nobre deputado Pompeu de Matos, que vai.
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Assumir. Quero agradecer presidente, também A
Deputado
Quero abordar o tema da redução da jornada de trabalho. É 1 tendência mundial. É só a gente olhar as experiências que estão acontecendo no Reino Unido, na Alemanha, na Islândia, e que mostram que a experiência de redução da jornada de trabalho, pensar o mundo do trabalho, além do que nós conseguimos pensar até hoje, e pensar a vida além do trabalho é fundamental para o bemestar das famílias dos trabalhadores, e também dos empreendedores dos empregadores. As experiências feitas nos Estados Unidos e na Alemanha, e na Islândia, onde eu quero eu quero citar apenas essas 3, mostram, primeiro, 1 maior satisfação dos trabalhadores, mais tempo com a família, mais tempo pro lazer pra cuidar da saúde, e o que resulta em maior envolvimento na atividade profissional, menos atestados médicos, e o interessante é que tanto as empresas no Reino Unido, como na Alemanha, após as experiências que foram realizadas, resolveram manter a redução da jornada de trabalho. No caso do Reino Unido, 90 e por 100 das empresas que fizeram por 6 meses a experiência de redução da carga horária de 6 por pra 5 por por 2, sem reduzir o salário, 90 e por 100 das empresas mantiveram a redução da jornada de trabalho. E o mais importante, essas empresas mantiveram a experiência realizada durante 6 meses no Reino Unido, porque houve aumento da produtividade. Houve a redução do número de atestados médicos e de faltas no trabalho, e houve aumento do faturamento das empresas. Então, nós precisamos fazer debate mais profundo sobre isso. Esse é debate inevitável. O Brasil tem 1 carga horária maior que os Estados Unidos, que o Japão, que os países da Europa, que muitos outros países. A Islândia foi além, fez 1 experiência de reduzir de 6 por pra 4 por 3. E houve crescimento de 5 por 100, do país e do faturamento das empresas então, há aí equívoco daqueles que acham, presidente, que explorar o trabalhador, que pagar salários baixos é melhor pro crescimento do país não é. Esta proposta precisa ser encarada como 1 necessidade do mundo em que vivemos. Não dá mais pra trabalhar apenas pra pagar as contas e pra receber o salário no fim do mês. É preciso compatibilizar a satisfação das pessoas com o crescimento econômico com. Obrigado presidente, obrigado. Muito obrigado.
Deputado
O eminente deputado Helder Salomão, a próxima inscrição nosso honrado delegado Hamagi, Rio de Janeiro, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Obrigado senhor presidente. Hoje se inicia começa no STF, o julgamento da DPF meia 3 5, a DPF das Favelas. Mais instrumento de judicialização da política, de invasão de competências pelo Supremo nos outros poderes. Nessa dpf, o ministro relator, que não conhece de segurança pública, que não conhece de Rio de Janeiro, e hoje dita as regras de políticas criminais no Rio, no lugar dos representantes eleitos pelo povo. Quem manda em política de segurança hoje no Rio de Janeiro é o Supremo. Está certo isso? Restringiram as atividades policiais, as operações policiais, sob o argumento de baixar a letalidade. O que que aconteceu? Houve a diminuição, houve a diminuição do enfrentamento dessas organizações criminosas, poder paralelo de alta periculosidade. Se havia grande criminalidade no Rio, hoje nós estamos perdendo o territórios para as facções criminosas. Hoje as polícias não entram mais em determinados locais no Rio de Janeiro. O próprio relatório do CNJ, Conselho Nacional de Justiça, declarou que com essa DPF meia 3 5, só aumentou o número de territórios sob o domínio das facções criminosas. Aumentou ainda o poder bélico dessas facções e a estrutura dessas facções. Houve aumento nas barricadas no Rio de Janeiro no Rio de Janeiro. Hoje no Rio de Janeiro, chefes de facções criminosas do Brasil inteiro estão indo se abrigar no Rio de Janeiro, nas favelas do Rio, porque lá eles estão intocáveis com essa dpf meia 3 5. É lógico que com essa DPF meia 3 5, não está ajudando nada auxiliando nada à nossa sociedade, só auxilia ao crime organizado. Nessa semana o Senado Federal iniciou esforço para o início de novo pacote anticrime. Aqui na câmara senhor presidente, nós estamos à frente nessa matéria, com diversos projetos, diversas medidas, para mais rigor na lei penal, menos facilidade pra que esses criminosos estejam na rua das ruas, nas ruas, e até autonomia ausentes estaduais para legislarem sobre políticas sobre políticas criminais. Nós precisamos juntos resgatar o protagonismo do legislativo a auxiliar o executivo das políticas criminais efetivas de integração eficiência e inteligência contra o crime organizado. Temos que encerrar esses abusos e interferências e invasão de poderes de pessoas que não têm experiência, muito menos não foram eleitas para isso. A iniciativa a solução tem que vir da vontade da representatividade popular do Legislativo com autonomia para o Executivo, pelo bem da sociedade e efetivo combate à criminalidade. Muito obrigado senhor presidente, peço que coloquem aí nos na TV Câmara, no no Voz do Brasil e demais. Obrigado.
Deputado
Muito obrigado o eminente delegado Ramalho e a solicitação de vossa excelência à mesa carta da divulgação na voz do Brasil nos meios de comunicação social da casa. Nós temos aqui 2 inscrições, coronel Meire e Reginaldo Veras. Quem fala primeiro? Coronel? Senhor presidente Coronel Pereira. Inclusive vossa excelência. Boa excelência tinha anunciado inclusive. Pode, o deputado Paulão pode ser? Deputado Paulão, tem a preferência então pela generosidade dos seus colegas, e também pela sua a sua agilidade pra chegar na tribuna. Tem a palavra vossa excelência deputado Paulão, com muito carinho.
Deputado
Do presidente anterior que já tinha citado a minha fala. Agradeço senhor presidente. Senhor presidente, eu venho trazer aqui mais assunto recorrente nessa casa, relativo à Brasquém, a empresa criminosa que cometeu o maior crime ambiental urbano do mundo, prejudicando mais de 5 bairros, mais de 60000 pessoas que foram deslocarem de forma abrupta, com indenização não condizentes, inclusive hoje é judicializada. Bairro como o flashhow de Baixo, o flashhow de cima, a Marquês de Abrante, a rua principal, a quebradas, sem solução que não for incluída no processo. Mas além disso, eu queria dar destaque assunto que eu já usei essa tribuna, a respeito do Portugal Ramalho. Portugal Ramalho é o nosso hospital psiquiátrico público. Foi no entorno desses desses desses bairros pedidos, hoje interditado, são bairros fantasmas, que a clínica Miguel Couto foi desativada, não existe mais, o maior hospital privado Zé Lopes também, o Luiz Pernambucana se de louco. E o único hospital público que é o Portugal Ramalho, não existe solução do ponto de vista prático e isso vem rolando há mais de 2 anos. Eu faço apelo às autoridades, Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Defensoria pública da união, defensoria pública do estado, para que possa cobrar solução da empresa criminosa Braskem, que até hoje não construiu, não encontrou 1 solução para o hospital psiquiátrico Portugal Ramalho, além disso o governo do estado, temos que ter solução, a gente está falando sobre a saúde mental, que hoje está comprometida, e infelizmente a gente não vê rapidez, em relação a assunto tão grave. A pergunta que não quer calar, é porque esses pacientes são da classe trabalhadora, são pessoas mais pobres, então, o estado de Alagoas, ele tem papel nesse processo, mas principalmente a empresa que é de nós a Braskem, ela tem que construir o o hospital psiquiátrico Portugal Romagico. Toda a solidariedade aos trabalhadores do sistema da saúde mental de Alagoas, principalmente Portugal Romagico. Senhor presidente, muito obrigado, gostaria que fosse divulgado no meio de comunicação. Só minuto senhor presidente.
Deputado
Muito obrigado, muito obrigado deputado, deputado Paulão. Então a próxima inscrição agora sim coronel Beira. Tenha a palavra vossa excelência.
Deputado
Boa tarde, família da segurança pública nacional. Boa tarde Brasil, boa tarde meu Pernambuco, boa tarde presidente Pompeu de Matos, nobres deputados aqui presentes nesta sessão. Senhor presidente e senhores deputados, estamos coletando assinaturas para apresentação de 1 verdadeira PEC da segurança pública. Esta é verdadeira. Que busca garantir piso salarial digno para os policiais militares, bombeiros militares, policiais civis. Essa proposta visa não apenas a valorização salarial, mas o reconhecimento da importância desses profissionais, que arriscam suas vidas diariamente para garantir a segurança e a paz em nossas comunidades, nos nossos estados, nos nossos municípios, nos nossos bairros, nas nossas ruas. Assim como os profissionais da saúde e da educação já conquistaram seus pisos salariais, agora é a vez dos profissionais da segurança pública. Ele merece ser valorizados por seu papel essencial, na proteção da população brasileira, que é o alicerce de 1 sociedade segura e próspera. Nós estamos falando aqui dum piso salarial, pra que a segurança pública, os profissionais, homens e mulheres que arrisçam sua vida, não fiquem reféns de governadores, de governadores, que não priorizam a segurança pública no estado, que colocam que segurança pública é custo, não é custo não governadores. Segurança pública é investimento, investimento na vida da população do seu estado. Prefeitos, investimento na população do seu município. Com o apoio dos novos colegas, também queremos incluir os policiais penais por meio de emenda, ampliando o alcance dessa PEC, e reforçando a importância de 1 polícia forte e preparada para guardar a vida e o bemestar dos cidadãos brasileiros. Fui procurado no meu no nosso gabinete, pelos policiais penais. Eles têm a importância igual nos estados das outras forças, porque são eles que têm o dever de trancafiar, de prender verdadeiramente os marginais, e não deixar que eles mantenham o contato e controlem, como hoje existe no Brasil. Diga que coronel Almeida está mentindo, existe o controle da sociedade através dos presídios, são assaltos, são mecanismo que eles fazem exatamente de fazer com que a população se sinta insegura. Novo nosso objetivo é debater e provar a constitucionalidade da nossa proposta. A aprovação desta PEC representa marco de reconhecimento e valorização, fortalecendo nossa segurança pública, e garantindo a. Concluir presidente, e garantindo a estabilidade para esses profissionais, que dia após dia dedicam suas vidas à nossa proteção. Contamos com o apoio de todos para tornar essa iniciativa 1 realidade, e fazer justiça aos guardiões da sociedade. Peço a todos que fazem segurança pública no Brasil, procure o seu deputado federal, e peça para que assinem esta PEC. Esta é a verdadeira PEC da Segurança Pública, porque só assim vamos conseguir realmente dar dignidade a, presidente, a todos que fazem a segurança pública, ao policial da ativa, da reserva, a pensionista, enfim, todos que dedicaram a sua vida, como eu também dediquei, em prol de proteger a sociedade brasileira. Meu muito obrigado. E conto com a assinatura de todos os parlamentares. Este tema não é ideológico, esse tema supera qualquer tipo de política rasteira. É tema verdadeiro. Qualquer pesquisa que se faz hoje no Brasil, presidente Pompeu de Matos, aponta a insegurança que o povo brasileiro vive. E aí, 1 PEC da segurança pública, tem que primeiro, privilegiar, quem quem verdadeiramente arrisca a sua vida e já vem arriscando há muitos anos em defesa do povo brasileiro. Meu muito obrigado.
Deputado
Muito obrigado, eminente líder, coronel Meira. A próxima inscrição já está na tribuna. Nosso honrado professor Reginaldo Veras, Distrito Federal, me permite professor conceder minuto ao nosso Otônio. Eminente líder do Rio de Janeiro, Otônio de Paula. Eu estou.
Deputado
Feliz e quero manifestar esta minha felicidade porque foi aprovado na comissão de cultura hoje o nosso projeto de lei 25 13 de 2024, que dispõe sobre a obrigatoriedade da audiodescrição nas arenas esportivas para espectadores com deficiência visual. Agora esse projeto de lei segue para a comissão da de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e pra constituição, justiça e cidadania. É o nosso mandato comprometido em dar 1 qualidade de vida melhor e o direito às pessoas com deficiência. Estamos fazendo nada mais do que a nossa obrigação nesse parlamento. É mais 1 vitória que nós alcançamos aqui. Me permita ainda deputado Reginaldo Veras,
Deputado
Deputado Albuquerque que já está aguardando o microfone de aparte por algum tempo.
Deputado
Presidente Pompeu, a minha fala nessa tarde presidente é, em forma de pedir encarecidamente a presidente dos do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, que ela dê celeridade ao processo de cassação do governo do estado de Roraima. Esse pedido é que a ministro coloca em pauta esse processo, e que possamos por vez dar definição desse processo. Esse processo parado naquele tribunal causa 1 grande estabilidade política no meu estado, esse problema se acarreta por ano, então o governador que tem 3 cassações já ali no Tribunal Regional Eleitoral, e agora está aqui no do Tribunal Superior Eleitoral essa cassação. Queremos que a ministra dê celebridade e dê a estabilidade devida ao estado de Roraima, fazendo com que o nosso povo tenha a educação, a segurança prevista presidente pela constituição federal. No mais fica o nosso apelo à ministra Cármen Lúcia que nesse processo de cassação do governo do estado.
Deputado
Obrigado deputado Albuquerque e já na tribuna nosso iminente líder professor Reginaldo Veras, Distrito Federal tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Presidente, desde que a sociedade se organizou com grupos estruturados, e passou a exercer poder e domínio sobre o outro, desde que existe a dualidade capital e trabalho, debatese jornada de trabalho na sociedade e no mundo. E esse debate presidente, é absolutamente natural, porque está relacionado ao jogo de poder, ao jogo de domínio, entre aqueles que têm o poder econômico e o político, e aqueles que não têm. E quem não tem nessa desigual luta é o trabalhador em geral. Nós estamos debatendo com muita intensidade, a proposta de emenda à constituição 6 por Também. Que eu até entendo que pode melhorar e pode ser 5 por 2, não vejo nenhum problema. Mas toda vez que a sociedade brasileira debate direito pros menos favorecidos, o setor produtivo geralmente tem 1 aversão a esse tipo de proposta. No entanto, as experiências do mundo mostram, que essa redução de jornada de trabalho, além de garantir mais dignidade ao trabalhador, ocorre também aumento da produtividade, mostrando claramente que não há impacto nas finanças das empresas. Comumente, os que são contrários a esse tipo de proposta dizem que as empresas vão fechar. A história está aí pra nos mostrar isso. Sempre que esse argumento é utilizado é quando o trabalhador exige algum direito. Por exemplo, no ato da abolição da escravatura, diziam que abolido, os cafezais iriam à falência e o país deixaria de vender café. Quando Getúlio Vargas consolida as leis trabalhistas, o setor empresariado questionou e disse que a economia brasileira colapçaria. Quando foi instituído o décimo terceiro salário, disseram que as empresas iriam falir. Quando mais recentemente, a gente garantiu direito para as empregadas domésticas disseram que isso levaria ao aumento do desemprego. Tudo falácia sem comprovação concreta e a história e a economia brasileira mostrou exatamente o contrário, continuamos produzindo, continuamos empregando, continuamos desenvolvendo o país. Agora, presidente, não é coincidência, não é coincidência, eu enfatizo. Os mesmos deputados que votaram contra a taxação das grandes fortunas, são os mesmos que questionam a PEC 6 por PEC que procura garantir dignidade aos trabalhadores. E pra gente não ficar aqui no discurso vazio, vamos pras pesquisas, pras estatísticas, pro fato concreto. Só pra. Presidente, a organização não governamental FoneyWique Global, ela faz experiências em vários países do mundo, entre eles Reino Unido, Islândia, Portugal e Espanha, incentivando as empresas a adotarem a jornada de trabalho 4 por 3. Resultado, em geral houve aumento da produtividade, trabalhouse menos e as empresas continuaram com seus lucros. É a tese dos 180 100. Presidente, é a tese dos 180 100. 100 por 100 de salário, 80 por 100 de trabalho e 100 por 100 de produtividade. Todo mundo quer produzir, mas quer ter descanso, para o lazer, para família e para aquilo que faz do ser humano ser ser humano, as relações interpessoais e as relações com a família. Somos a favor da PEC, somos a favor do debate, e vamos achar 1 legislação que melhore a vida dos trabalhadores.
Deputado
Muito obrigado o eminente deputado Reginaldo Veras. A a próxima inscrição será do deputado Ivo Valente e em seguida deputado Alberto Fraga. Eu quero antes deputado Ivo Valente fazer registro aqui a presença na casa de 2 amigos, irmãos camarada, da nossa querida Amaração Chico, São Francisco de Paula, muito obrigado nosso secretário de saúde Juliano Paz, que aliás é esposo da Suene Pompeu de Matos, minha sobrinha, nossa secretária também foi vereadora em Cachoeirinha, a sua esposa, então abraço a ela também, nossa iminente líder e o vereador do PT Mateus Barcelos, Também recebo o carinho né da recepção da mesa diretora da Câmara dos Deputados, seja bemvindo, nós temos trabalhado tanto por santo, pro nosso querido santo Francisco né, nosso São Francisco de Paula, também nosso querido prefeito Tiago, que agora é eleito prefeito era o vice, vai assumir em breve também está em Brasília, vamos continuar trabalhando por São Francisco de Paulo, lá no Ronco do Bugio, aquela terra santa abençoada, aquele povo bom e generoso de São Chico de Paulo. Muito obrigado, sejam todos bemvindos, muito obrigado. Deputado Ivan Valente, tenha a palavra vossa excelência.
Deputado
Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, quero falar aqui hoje sobre o que está pegando fogo na mídia e nas redes, que é a tal escala 6 por É engraçado que nós saímos de umas eleições, onde a patronal ganhou de tudo quanto foi jeito, e está se falando muito de terceiro setor, e tem de empreendedorismo, não sei o que, e de repente aparece algo que é da CLT mesmo, é 6 por entende? Eu quero lembrar que nesse país é o país que mais jornada de trabalho tem, 44 horas semanais. Na verdade, a média na Europa já é 38, na França é 36, no Canadá é 32 horas, de jornada de trabalho, estão certos. E mais do que isso, eu queria dizer a vocês que a mobilização nas redes sociais, entende causou verdadeiro frufru aí, porque a direita, 1 parte da direita foi apoiar o projeto como senador Cleitinho, entende? E o Nicolas Ferreira, que se julga o defensor dos trabalhadores na sua fala de banheiro unissex e ideologia de gênero, foi se meter, meter o pau, levou 1 trombada nas redes sociais, entendeu? E teve que mudar e desviar o caminho dele. E sabe por quê? Porque é 1 luta absolutamente justa. E eu estava ouvindo falar, hoje o líder o líder do do do governo no senado, o senador Rogério Marinho falou o seguinte, olha, entende? Pode ser até 1 luta justa, mas nós não podemos, isso aí vai explodir os preços e etcétera. Então vamos fazer assim, o patrão que pode, o patrão que pode, ele libera mais a jornada de trabalho, como o patrão vai ficar bonzinho, né Pompeu? E tem de segundo lugar, mesmo o ministro do trabalho chegou a ventilar também que isso devia estar num acordo coletivo, tudo bem, mas não, se for por lei é melhor, entende? Nós defendemos que essa luta vire e já é em vários em várias categorias 5 por 2. Colocar o 6 por é colocar 1 cunha, entende? Pra que a gente chegue a 308 assinaturas. Eu quero cumprimentar o nosso vereador do Rio, o Rico Azevedo e a deputada Érica Hilton, nossa líder, por ter proposto essa matéria e ela ter ganhado esse enorme espaço, porque isso garante a saúde física, a saúde mental, entende? O estudo e o preparo profissional, inclusive o argumento de aumentar a produtividade, não a escravidão de 6 por que continua como no século passado, se se discutia o primeiro do primeiro de maio em 1886. Horas, a concluir presidente, 40 horas semanais, tá? Ou seja, 8 operários foram enforcados em Chicago. A nossa jornada é 44, papel. Então, o que eu queria colocar é o seguinte, na verdade, nós temos que mostrar que é possível sim, entende? Debater, é possível negociar, é possível ver a pressão debaixo dos trabalhadores, a pressão real daqueles que estão no. Eu queria colocar o seu quando dizem que não existe mais carteira de trabalho, só de 23 a 24 foram criado 2000000 de emprego, vicentinhos, com carteira assinada, e eles querem jornada 4 por 3, ou seja, é justa, é lícita, não diminui produtividade, aumenta a produtividade, e é lógico que o o patronato vai chiar porque eles estão acostumado com a escravidão. Mas essa casa tem quanto? Opa, ainda não. Melhor. Então eu acho que essa casa não deve ter preconceito que eu ouvi aqui da tribuna ontem, todo mundo tem que trabalhar muito, o trabalho dignifica o homem, isso aí já foi minha gente, Isso é papo de patrão do século 19. Agora as coisas estão na informática, estão na robótica também e o trabalhador quer crescer, quer se intelectualizar. Alguns reacionários nunca vão querer isso no nosso Brasil. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado nosso eminente líder Presidente Professor. Nós deputado Ivan Valente, nós precisamos abrir a ordem do dia. Eu quero garantir aos colegas que estão na microfone da parte que eu concedo em seguida minuto, mas eu preciso abrir a ordem do dia, infelizmente. Então a lista de presença registra o comparecimento de 273 senhoras deputadas e senhores deputados. Passase a ordem do dia. Quero considerar primeiro aqui minuto ao deputado Vicentinho nosso iminente líder.
Transcrição automática
Dos trabalhadores da nossa querida Terra da Garoa, nossa São Paulo, tenha a palavra o excelência.
Deputado
Presidente, senhoras e senhores deputados, eu gostaria de anunciar para o Brasil e principalmente para São Bernardo de Campos, a presença do nosso querido Ananias Andrade. Ananias Andrade foi eleito agora com 1 extraordinária votação, vereador do nosso partido. Jovem lutador vai defender a juventude, a saúde, o transporte coletivo para todos, o direito à dignidade da nossa gente. Você, a sua presença aqui meu querido Ananias, dignifica este plenário. E você saiba que você é muito bemvindo e parabéns pela sua presença aqui, defendendo já o nosso povo de São Bernardo nessa caminhada. Esse é importante senhor presidente, o nosso querido Ananias Andrade vereador do partido dos trabalhadores em São Bernardo do Campo. Muito obrigado.
Deputado
O senhor quer mais tempo? Deputado Vicentin, concluiu? Eu. Já concluí presidente então muito obrigado então, gratidão deputado Vicentin, parabéns a vossa excelência, pela representatividade e pelo grande trabalho que faz essa casa, e o convidado de vossa excelência está muito bem representado do trabalho que vossa excelência faz. Muito obrigado. Obrigado Pedro. Obrigado Ronaldo Nogueira, minuto. Eu eu vou contemplar aqui cada dos que estão solicitando minuto pra nós dar sequência na ordem do dia que já está aberta e nós precisamos votar os alguns requerimentos de urgência. Obrigado, Ronaldo Nogueira.
Deputado
Presidente, eu quero fazer o registro da presença desse plenário deputado Cláudio Tachi, do estado do Rio Grande do Sul, da cidade de Cachoeira do Sul. Ele está aqui acompanhado do Luciano que é superintendente do hospital. Deputado Cláudio dedicado e trabalhador então toda a comunidade de Cachoeira do Sul do Rio Grande do Sul está aqui representada pelo nosso deputado estadual. Obrigado. Muito obrigado.
Deputado
Deputado Ronaldo Nogueira seja bemvindo deputado Cláudio Satti. Vossa excelência muito bem representa a terra de cachoeira nas Barrancos do Jacuí cidade capital do arroz informalmente mas que haverá em breve de formalmente ser a capital do arroz por conta de projeto de lei que nós somos autora aqui na Câmara dos Deputados que espero vêlo aprovado. Parabéns pelo trabalho de vossa excelência, seja bemvindo toda a comitiva está muito bem representado pelo deputado Ronaldo. Deputado deputada Dartora e deputado Marcon Reginete Bispo, deputado Dartora.
Deputada
Quero aproveitar esse minuto aqui pra convidar toda a casa a aprovar hoje o regime de urgência do PL de cotas nos serviços públicos, esse projeto que significa a inclusão da diversidade brasileira nos serviços públicos, esses serviços que são essenciais quando a gente fala em serviços públicos, a gente está falando em educação, saúde, segurança e não é mais possível que os que esses serviços essenciais não tenham a cara do Brasil. Pesquisas mostram que a maior parte dos brasileiros não se vê representado nos serviços públicos e essa realidade tem que mudar. Não é mais possível que 1 pessoa indígena nunca tenha sido atendida por médico indígena, não é mais possível que 1 pessoa negra nunca tenha tido professor negro. Então pra incluir a diversidade da população e tornar o serviço público mais representativo, promover justiça racial e ter representatividade, eu convido toda a casa hoje a aprovar o regime de urgência do PL de cotas nos serviços públicos. Bom minha amiga.
Deputado
Obrigado deputada Martha, deputado Marcon. Senhor
Deputado
Em junho do ano passado de 2023, houve 1 denúncia contra a secretaria municipal de Porto Alegre na área da educação envolvia 43000000. Ano e meio depois, agora ontem hoje, a polícia civil afastou Pablo Melo. Página meus deputado Pablo Melo é filho do prefeito reeleito. Só aconteceu depois do segundo turno. Será que não tem coisa que não é bem esclarecida? Será que não teve alguma coisa política pra que não acontecesse essa ação? O Pablo Melo, que era vereador, foi suspenso dos serviços público por 180 dia, isso é 1 vergonha. Senhor presidente, que acontece isso, eu gostaria de colocar na voz do Brasil e meu repúdio porque isso tem manipulação política na no município de Porto Alegre a polícia civil. Muito obrigado.
Deputado
Muito obrigado deputado Marcon, deputada, eu eu concedo a solicitação de vossa excelência na inclusão na nos meios de comunicação social da casa e na voz do Brasil. Deputada Reginete Bispo.
Deputada
A gente tem ouvido aqui nessa casa na tribuna, inúmeros colegas aqui fazer a denúncia de 12000000 de vacinas incineradas, pro do Ministério da Saúde. Nós sabemos que o último governo negacionista difundiu e levou a população a não acreditar na vacina, na vacinação. O governo Lula, o Ministério da Saúde, herdou 12000000 de vacinas quase vencidas porque o governo anterior não distribuiu. Então hoje usar, dessa tribuna pra denunciar o que o desgoverno anterior fez, como responsabilidade da ministra Nísia, é criminoso. Hoje 2024, o Ministério da Saúde recuperou a respeitabilidade no que diz a vacina, a vacinação, voltou a ser dos. Voltou a ser dos primeiros países no mundo a vacinar, e 2024, 95 por 100 da população brasileira vai estar vacinada então, o Ministério da Saúde atende a todos os estados, mas também está desconstruindo o negacionismo que foi difundido nesse país. Então parabéns, ministra Nísia, parabéns presidente Lula.
Deputado
Obrigado Reginete. Pessoal, eu eu eu tenho que avançar na ordem do dia. Eu vou conceder só os que estão no microfone e ninguém mais que esteja fora do microfone eu vou conceder, tá? Só pra deixar claro aqui, pra que a gente possa avançar na ordem do dia. Deputado Glauber Braga, tenha a palavra vossa excelência por minuto.
Deputado
Presidente, o deputado Kim Kataguiri está aqui no plenário, e lá no conselho de ética foi feito 1 pergunta bastante objetiva. O que o NBL fará com o senhor Benjamin Pontes, com relação com o nazismo. Parabéns. E até agora o MBL não falou absolutamente o que vai fazer com esse cidadão que é assessor do deputado estadual do MBL. Eu estou solicitando ao presidente do conselho de ética pra que a gente traga aqui mais 1 testemunha pra falar dessas relações do MBL que são perigosíssimas. O deputado Kim Kataguiri editou vídeo sobre o conselho de ética, mas não botou nada sobre a relação do senhor Benjamin Ponte com nazista. Deputado Kim Kataguiri vai manter o silêncio sobre essa questão, o que vai fazer com o senhor Benjamin Ponte? Tá. Eu
Deputado
Eu eu preciso começar com o requerimento, e no meio do requerimento eu eu posso no meio de 1 votação eu posso conceder minuto. Está bom. O requerimento com base no artigo 155 do regimento interno, regime de urgência na arrecadação, na apreciação do projeto de lei meia meia 0 meia 19 que dispõe sobre a política nacional de economia solidária e os rendimentos suise empreendimentos econômicos solidários. Cria o sistema nacional de economia solidária e dá outras providência. O projeto é do senhor, a o requerimento dos senhores líderes pra encaminhamento deputado Amarildo Rosário, pra encaminhamento deputado, Bongás, deputado Márcio Geri. Encerrada as inscrições de encaminhamento nós vamos então para, pra orientação de bancada. Orientação de bancada. Podemos colocar sim pra todos? Claro que não presidente.
Deputado
Orientação. Pois não? Obrigado presidente. Já pode orientar pelo novo. Obrigado novo e minoria, 2 minutos. Presidente, esse projeto, por diversas vezes se tem tentado tanto na CCJ como aqui, alterar o princípio básico que consta no artigo 170 da constituição federal, onde diz que nós vamos nos operar no sistema de livre mercado, de livre comércio. Não precisa ter economia solidária, essa é 1 expressão criada por Pôn Singer, ele foi economista que trabalhou no governo Dilma. É caminho para o socialismo, e não me venham com a conversa de que o cooperativismo tem a ver com a economia solidária. Por quê? Porque o corporativismo, as cooperativas, elas já existe, e são pujantes. Não é necessário qualquer alteração da lei para substituir o livre mercado, a livre iniciativa, a liberdade, por regramento de economia integrantes precisam obrigatoriamente ser respeitar regras estipuladas pelo governo central. As cooperativas elas respeitam as regras contratuais estipuladas pelos cooperados. Estipular 1 economia solidária é no sentido inverso ao que o Brasil precisa, onde precisa de mais segurança jurídica, mais desburocratização, mais desregulamentação. A ausência de 1 interferência estatal é que vai fazer o país crescer e não o contrário. Forçar que essa alteração de lei com base em leis, normas que que que apesar de boas intenções não se concretizam não é o caminho. Portanto, nossa orientação, tanto da minoria como do novo, é não, obrigado.
Deputado
Obrigado. Muito obrigado a vossa excelência. Orientação pelo União, bloco União CP, cidadania. A votação nominal. Solicitar às senhoras deputados e senhores deputados que registrem os seus votos, está aberta iniciada a votação, está aberta a votação. Está aberta a votação
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A exarar o voto no painel eletrônico. União PP PSDB Cidadania, MDB PSD, republicano, Podemos. O bloco republicanos orienta sim presidente. Quem? Republicanos MDB, o bloco ali orienta sim. Sim, o bloco republicanos, MDB, sim. PL. PL, seu presidente, orienta não à matéria. O PL orienta não à matéria. Federação, PT, PCdoB, PV. Orienta sim. Sim. Não. Orienta sim. A representação do novo já falou, é não, maioria Maioria sim. A maioria sim, minoria. Oposição é não minoria não. Minoria é não, minoria minoria não, oposição é não. Governo? Governo sim presidente. Exatamente. Trata de
Deputado
Aperfeiçoa a questão da economia solidária, que ajuda a melhorar a distribuição de renda para o povo brasileiro que mais precisa e que já está organizado e vai se organizar. Essa lei estimula isso. Muito bem. Presidente, pessoal.
Deputado
Quer orientar? Pode falar? Pois é. Vossa Excelência, pode se manifestar.
Deputado
Voto sim, pessoal rede, eu quero aproveitar esse minuto presidente pra falar que acabou de sair a liminar suspendendo a obra do complexo Sena Madureira em São Paulo, que era 1 obra da prefeitura, entende, de 530000000 de reais, 1 de 1500 metros, pra ultrapassar o único sinal de trânsito, e mais do que isso, concretando nascente derrubando mais de 200 árvores centenárias e 1 obra pra qualquer empreiteira ficar feliz. Por isso, nós parabenizamos o juiz Marcelo Sérgio da segunda vara da Fazenda Pública e que essa obra não continue de jeito nenhum, porque é muita corrupção e muita destruição ambiental na cidade de São Paulo. Parabenizo todos que se mobilizaram como nós já tivemos na manifestação.
Deputado
Ivan Valente, ainda orientação pelo PSB. PSB também não firmou orientação, o bloco união PP, PSDB Cidadania. PSB. Bloco união, pelo PSB, tem a palavra vossa excelência. PSB senhor
Deputada
Orienta assim, compreende que o projeto, o substitutivo é positivo, inclui novos integrantes aos sinais, conselhos estaduais, municipais e distrital de economia solidária, organização das cooperativas brasileiras, união nacional das organizações cooperativistas solidárias, remove completamente a previsão do fundo nacional de economia solidária e expande as diretrizes orientadoras, incluindo novos suplementos, como trabalho decente, respeito às diferenças e a dignidade da pessoa humana, envolvimento dos membros na concepção do objetivo social. O PSB orienta assim.
Deputado
O deputado Alice da Mata, o PSDB orienta sim, assim que der o número necessário e subgênero nós vamos encerrar a votação, por isso precisamos que os colegas parlamentares possam exará seus votos. Deputado Lipe. Obrigado senhor.
Deputado
Eu queria dizer da nossa luta nessa casa pra que a gente possa manter senhor presidente o equilíbrio com a zona franca de Manaus. A zona franca de Manaus teve importantes benefício, vem crescendo muito, mas nós corremos o risco de criar grande desequilíbrio com a Zona Franca de Manaus e vai prejudicar todos os estados brasileiros, colocar em risco centenas de milhares de empregos e centenas de centros de pesquisa que recebem a lei de inovação, por isso, nós somos 1 luta muito grande pra defender os empregos lá de Sorocaba, são mais de 10000 empregos diretos e indiretos, no estado de São Paulo mais de 200000 empregos diretos e indiretos, mas todos os estados brasileiros correm risco se não houver 1 correção do texto lá no Senado. Então nós precisamos corrigir o texto pra manter o equilíbrio com o Manaus. Não dá mais vantagens pra Manaus, prejudicando todo o país. Obrigado senhor presidente.
Deputado
Muito obrigado deputado Vitor Lipe. Minuto. Eu ainda quero insistir minuto. Aos colegas parlamentares da do bloco união PP, federação, PSDB, Cidadania, PDT, pra que possa exará a sua posição Senhor presidente, pelo PSDB, pela pelo bloco nós votamos sim. Votamos sim. Podem consignar lá sim pelo bloco. Obrigado deputado Vitor Lipe. Quero conceder também 1 minuto ao deputado Tadeu Renelli. Senhor presidente.
Deputado
Senhor presidente, fazendo debate, eu sei que enquanto nós estamos aguardando aqui, como a excelência já colocou, pra que nós tenhamos o número de de votos, mas nós estamos fazendo debate bastante intenso há 2 semanas sobre esse processo da jornada 6 por Eu só quero chamar atenção senhor presidente, que é importante sim que nós não tenhamos a jornada da forma como é hoje, que nós tenhamos 1 jornada menor, aliás vossa excelência como bancário sabe que é importante os 5 dias, mas que principalmente nós tenhamos regulamentado a quantidade de horas trabalhadas nas semanas. Cooperativa. Não basta que nós tenhamos 3 dias e que nesses 3 dias as pessoas trabalhem 10, 12, 15 horas por dia. Não basta que nós tenhamos 4 dias e que trabalhem em 4, 10 dias, 10 horas por cada desses 4 dias. Por isso senhor presidente, acho que esse é debate que vai ser feito com muito cuidado, Somos favoráveis a que você não tenha mais a jornada 6 por mas principalmente que nós tenhamos 1 jornada de 40 horas no mar. Ainda do Senado, já retorno do projeto, você não está sendo por isso. Senhor presidente, encaminhar em nome do União
Transcrição automática
Senhor presidente, encaminhar em nome da União Brasil. Isso é a votação presidente. Ih, votação, Gilberto. Caminhar voto. Tenho tempo, deputado. Senhor presidente, eu estou encaminhando
Deputada
Pois não deputado José Nelto. Tá, muito obrigado.
Deputado
Eu estou encaminhando favorável à urgência do projeto de lei, meia meia 0 meia, de 2019. Esse projeto que cria economia solidária, é importante para as cooperativas do Brasil. O fortalecimento das cooperativas, cooperativas de de consumo, cooperativas de produção, onde eles fazem as reuniões O pessoal está falando. Para fazer todo o projeto, planejamento, a execução, e também, da distribuição dos lucros. É projeto importante para o nosso país. Por isso, União Brasil encaminha o voto favorável à urgência desta matéria, esperando no momento correto para discutir e dar a posição nossa favorável ao projeto que que cria a economia solidária no Brasil. Obrigada deputado José Nelson, tanto
Deputada
A próxima que me levantou a mão aqui deputado Bom Gás, deputada Taliria, eu quero referir aqui a presença do reitor da UNISC, aqui conosco e presidente do KOMUNG, o conselho, o consórcio das das instituições universitárias comunitárias do Rio Grande do Sul. Fui autora da lei das comunitárias deputado Pedro nosso relator então bemvindas as instituições comunitárias do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil que defendem 1 regulamentação adequada que também acompanhada e a Câmara vai acompanhar para que o governo constitua esta regulamentação em nossa palavra também reitor Rafael Henn, Rafael Frederico Henn, forte abraço pro nosso querido UNISC. Então neste momento deputado Elvino Bongas.
Deputado
Deputada Maria do Rosário que está na presidência dos trabalhos, sempre bom ver 1 mulher, dirigindo também os trabalhos aqui na câmara como segunda secretária da mesa. Dizer que, a importância de nós aprovarmos a economia solidária. Nós já votamos aqui, já foi pro Senado. Economia solidária, falando em economia, é fazer com que haja oportunidades, que haja trabalho, que haja possibilidades das pessoas produzirem, gerarem oportunidades, gerarem trabalho, emprego, renda, e ao mesmo tempo de forma solidária. O que significa que a autogestão, a presença, o empoderamento, né a qualificação de todos os agentes que fazem parte desse processo solidário coletivo, como 1 cooperativa, a cooperação. A palavra forte, que se usa muito na economia solidária, além do tema solidário, justiça, né, compartilhamento, empoderamento, participação, democracia, é a palavra. Pra pra concluir presidente, reforçar, essa urgência pra nós podermos votar o projeto, pra termos 1 política pública que vá desde a assistência técnica, desde a pesquisa, a oportunidade de espaços de feiras, de exposições, de agregação de renda, de oportunidades e de financiamentos e créditos, para que essa economia possa surgir dando oportunidade às pessoas, de forma cooperativa. Apenas esse reforço que eu queria fazer presidente, obrigado. Só só minuto presidente, por favor? Só minuto?
Deputada
Só só minuto ao senhor, porque a deputada Taliria pediu antes. Deputada Taliria, petróleo, por favor. Depois o deputado José Trovão e depois o senhor. Eu pedi pra quê presidente? Rapidamente.
Deputada
Presidente. 50 por 100 do gabinete. Esse é projeto fundamental pro desenvolvimento das nossas cidades. Ele cria 1 estrutura legal, pra política nacional de economia solidária, criando inclusive fundo pra economia solidária. E é fundamental porque é E é fundamental porque é a valorização do produtor local, é a valorização de produções sustentáveis num cenário de emergência climática, você ter a produção local e a produção sustentável, E é 1 forma de hackear a economia, enfrentando a desigualdade, valorizando que mais renda chegue, pros pequenos produtores, valorizando o trabalho e renda a nível local. Então espero, Maria do Rosário, nossa presidente, que essa urgência seja aprovada aqui. Eu não entendo inclusive o motivo do encaminhamento contrário, a gente está organizando algo que já existe, que é a política nacional de economia solidária, e que a gente possa logo em seguida votar o mérito do projeto pra fortalecer toda a política de economia solidária que é fundamental pro desenvolvimento das cidades brasileiras. Obrigada, presidente. Obrigada, deputada.
Deputado
Senhora presidente, eu venho a essa casa com muita preocupação. Nós tivemos o prefeito recémeleito Abílio Brunini, lá em Cuiabá, Mato Grosso, e que comprou 1 guerra de político muito sério. E nós sabemos que ele comprou 1 briga contra 2 partidos criminosos, PCC e CV Comando Vermelho. E eu venho a essa casa pedir a veemência de todos os pares, inclusive da presidência dessa casa, e do governador Mauro Mendes, pra que a gente cuide da saúde e da vida deste garoto, que irá assumir 1 prefeitura problemática que tem acordos perigosos com facções criminosas. Venho aqui expor a minha preocupação com dos deputados mais brilhantes que eu já conheci, nós não podemos nos omitir. Peço aos nobres parlamentares que façam a defesa e defendam político que tem coragem de enfrentar sistema criminoso como o PCC e CV. Muito obrigado.
Deputado
Senhora presidente, eu quero lamentar senhora presidente, o que aconteceu hoje na comissão de finanças e tributação, onde a base do governo Lula foi em peso para boicotar o nosso projeto que traz justiça aos policiais e bombeiros militares dos estados, com relação ao desconto previdenciário e voltar ao status quo antes da aprovação da lei 13954, que instituiu para todos os aposentados contribuírem com a previdência. Os militares já deram a sua contribuição, os policiais e bombeiros, através de 5 anos a mais. Agora são 35 em vez de 30. Então foi 1 injustiça enorme, o que a base do governo fez hoje, não aprovando o nosso a nossa matéria, derrubando a sessão onde traziam a justiça social enorme. Isso sim, seria projeto que iria beneficiar a segurança pública brasileira, colocando para os militares aposentados apagarem o que recebem acima do teto do INSS, e quem recebe até o teto do INSS votaria o status quo, que não seria, não contribuiria senhora presidente. Soldados, cabos e sargentos, subtenentes estão sendo prejudicados de todo o Brasil por conta dessa decisão. Obrigado senhora
Deputada
Obrigada deputado cabo Gilberto deputada Juliana Cardoso depois Daniel e depois Gilmar.
Deputada
Cardoso. Obrigada, presidenta. Eu queria falar sobre esse projeto da economia solidária. É esse projeto é projeto construído por muitas mãos. Na verdade, foi no governo do presidente Lula que isso se efetivou. Já há muito tempo, já se dialoga sobre isso nas cidades, numa política depois entre os estados e nacionalmente. Eu me lembro que nos primeiros meses do governo do, mas já no período de transição, já foise pensado especificamente projeto, 1 sala só de economia solidária. E hoje a gente avança aqui pra que esse plano nacional de economia solidária que incentiva as cooperativas, incentiva incentiva as economias locais pra poder avançar. Portanto, vamos juntos construir essa política e votamos sim a todos pra poder transformar e avançar na tal economia solidária. Muitíssimo obrigada.
Deputada
Obrigada deputada Juliana Cardoso deputado Daniel e depois Gilmar Tato. Daniel, senhoras e senhoras, eu vou ouvir os que pediram a palavra aqui, Daniel Gilmar Tato e Justo Daniel, e encerrar a votação.
Deputado
Presidente, eu quero também me referir a este projeto, tratar da economia solidária no nosso país. Ela já existe, está presente em todos os lugares. São atividades que são exercidas no artesanato, na culinária, na agricultura familiar, no campo, na cidade, alternativas que as pessoas estão buscando para solidariamente, coletivamente fazer a geração de renda, gerar emprego, gerar renda para as famílias. Eu quero dizer que é passo fundamental, que nós precisamos ter 1 política estruturada, ter sistema nacional de economia solidária, que leva em conta a contribuição de todas as organizações já existentes. Quero falar de forma muito especial, da Bahia. Na Bahia nós instituímos 1 política de economia solidária, estruturada na Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda, que tem já produzido grandes fruto, tem núcleos de economia solidária espalhados em cada canto da Bahia, exatamente para reconhecer, dar suporte, dar estímulo, incentivo, fomentar a economia solidária, realizando feiras, eventos e trazendo com qualidade a economia solidária para o mercado local, para o mercado regional e até para o mercado internacional. Já estamos exportando coisas para diversos países. Parabéns, porque agora nós vamos ter 1 política permanente e estruturada.
Deputada
Bem deputado Daniel agora deputado Gilmar Tato em seguida Gilson Daniel.
Deputado
Presidência, a bancada do PT encaminha favorável a a importância da votação da urgência desse projeto porque porque logo em seguida isso são emendas que vêm do Senado, mas logo em seguida tem o projeto que vai organizar a economia solidária no Brasil. Isso é fundamental e importante, porque tem toda essa cadeia produtiva, principalmente o pessoal do campo, mas não só. Então é fundamental que então nós temos arcabouço legal, aonde organiza toda toda toda todo esse setor que gere emprego, que faz com que as pessoas tenham sobrevivência. Por isso da importância de votar logo essas emendas pra que em outro momento nós possamos votar efetivamente o o projeto que organiza a economia solidária no Brasil. Por isso que eu peço pra que todos os deputados, deputados, os partidos, nos ajude a votar sim e logo em seguida a gente votar o mérito sim aí da da economia solidária que que logo em seguida nós vamos votar não hoje evidentemente mas no momento oportuno.
Deputada
José. Gilmar Teto, antes deputado eu falei eu falei deputada e deputada Eric o deputado Adilson Daniel está na frente. Perfeito. Pois não deputado Adilson Daniel com a palavra, deputado Adilson deixa eu fazer 1 saudação pras crianças adolescentes pros adolescentes e a juventude que está aqui acompanhando essa sessão, muito obrigada sejam muito bemvindos, que é a casa da democracia, a casa do povo de vocês adolescentes por favor É bom
Deputado
Fazer o registro senhor presidente, eu, deputado Messias Donato, deputado da Vitória, estamos aqui com o prefeito de Viana, o prefeito eleito, o mais votado proporcional do estado do Espírito Santo, na minha cidade, a cidade de Viana, cidade que eu fui prefeito, tive a honra de trabalhar com o Anderson como prefeito, fez grande trabalho e agora reeleito o mais votado do Espírito Santo, faz grande trabalho, entrega muito pra sociedade vianense capixaba, é 1 referência de gestão pública, e nós estamos felizes, junto com o Messias que está aqui, que é vizinho de Cariacica, mas é de Viana também, junto com o da Vitória que fez muitas emendas lá também para a nossa cidade de Viana para o trabalho do Anderson, e nós aqui hoje registrando na casa do povo brasileiro, este prefeito que realmente faz a diferença na vida das pessoas. Estamos comemorando a sua vitória, e mais 4 anos de prosperidade pra cidade de Viana. Muito obrigado senhor presidente.
Deputada
Obrigada ao senhor deputado Gilson Daniel aos colegas parlamentares e cumprimentos ao prefeito de Viana. Deputado Alfredinho.
Deputado
Senhora presidente, o grande debate nacional hoje é a PEC da 6 por Eu queria comentar aqui bem rápido porque, eu eu tenho visto alguns deputados falarem aí, e me recorda muito do tempo que eu estava na fábrica que eu era do sindicato, e que todo ano a gente montava 1 falta de reivindicação para negociar, e era sempre a mesma pauta. Aumento de salário, redução de jornada de trabalho. Eu estou vendo que os deputados parece aqueles patrões da época, e que quando a gente apresentava a pauta, que tinha redução de jornada, aí ele dizia assim olha, não pudemos, vai criar desemprego, vai aumentar os custos. E eu lembro que a gente era 48 horas semanais, reduzimos na constituição de 88 para 44, não criou desemprego, pelo contrário, criou novos turnos, e eu não entendo porque alguns deputados desta casa é contrário com esse argumento. Aliás argumento da escravidão, na escravidão por quê? A escravidão não tinha discussão nenhuma. Compreendo isso. Os escravos ganharam ganharam consciência, fizeram a luta e se libertaram. Mas só quem nunca trabalhou, em 1 fábrica aqui na jornada longa como essa, é que pode não a ser a favor, não ser a favor da PEC da da de 6 por Era isso que eu queria falar senhor presidente, que essas minhas minha fala, vá para os meios que a obrigação dessa casa que possa ser divulgado aí na voz do Brasil.
Deputada
Deputado Ofredinho, cumprimento com sua fala deputada Erika Cocai.
Deputada
Essa matéria que cria o sistema nacional de economia solidária, ela é absolutamente fundamental para a criação de 1 economia circular, onde nós tenhamos 1 nova forma de gestão. Nós estamos discutindo e estamos apoiando a redução da jornada. E nós queremos que a atividade produtiva ela possa ter essa gestão coletiva. E essa proposição, ela estabelece conselho com a participação inclusive da organização das cooperativas aqui no Brasil. Também ela propõe a realização de conferências, políticas específicas de fomento, pra que nós possamos criar 1 nova forma de produção, sem esse nível de hierarquização de opressão, mas ao mesmo tempo que nós possamos mapear toda essa cadeia de de representantes da economia solidária, para que nós possamos construir 1 política nacional e valorizarmos cooperativas, valorizarmos organizações que pontuam na perspectiva de que nós possamos ter 1 nova forma de gestão. E por isso que é esta esta proposição, ela tem tanta importância para este país. Nós estamos falando de cooperativas recicladores, de cooperativas agrícolas, de tantas cooperativas, das pessoas que se organizam e a partir da sua própria atuação transformam a sua realidade. Portanto, é importante que nós possamos aprovar essa urgência.
Deputada
Deputada Érica Kokai. Estamos votando a urgência, o regime de urgência na apreciação do projeto que dispõe sobre a política nacional de economia solidária, empreendimentos econômicos solidários e cria o sistema nacional de economia solidário. Está encerrada a votação.
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262 votos sim, 111 votos não, está aprovada a urgência. Passamos, ao próximo requerimento de urgência 24 5 de 2024, que requer apreciação em regime de urgência do projeto de lei 23 34 de 2024 que dispõe sobre a conservação, a proteção, a restauração e o uso sustentável do bioma pantanal e da outras providências. Para encaminhar o projeto a favor, deputado Odair Cunha líder do PT. Deputada Camila Jara, do Mato Grosso do Sul, PT, delegado da Cunha. Não estando presente em suas excelências nesse momento, não tendo oradores contra, passamos a orientação de bancada. Como orienta o bloco União Brasil? Cidadania PSDB. PP. Bloco MDB PSD republicano Podemos orientação. O bloco MDB PSDB, republicamos podemos sim, o bloco do que está a União Brasil é o primeiro. Alguém apresentando aqui no plenário agora?
Deputado
Como vota? Senhora presidente, o PL orienta sim a matéria, porque nós vamos discutir esse assunto de 1 maneira bem profunda com responsabilidade. Nós queremos sim que a preservação do nosso bioma seja feito com toda a certeza. O Brasil precisa disso, o mundo precisa cuidar das nossas florestas, mas precisamos fazer isso de maneira responsável, de maneira muito coerente, não podemos simplesmente jogar e sal o vento. Mas o PL no requerimento de urgência vai indicar sim pedindo e lembrando que, na matéria nós iremos trazer ela com 1 discussão mais profunda e respeitosa a todos, não só a quem defende como nós, mas também a quem produz ali dentro do Pantanal. Obrigado, eu já vejo a deputada Dandara pra
Deputada
E aí depois da deputada Dandara fica a pergunta se nós já podemos colocar sim pra todos. Por favor deputada Dandara. Obrigada.
Deputada
Ele teve acordo com a CNA e a FPA, que esse projeto possa ser aprovado a urgência no dia de hoje. É fundamental regulamentar a preservação e o cuidado com o bioma tão importante como é o pantanal. Nós precisamos avançar na proteção da nossa sociobiodiversidade do Pantanal. Bioma que vem sendo tão atacado, que sofre com as queimadas, com as secas. Por isso, a federação PT, PV e PCdoB orienta sim a urgência do projeto.
Deputada
Deputada Dandara, pergunta aos demais partidos se eu posso colocar sim pra todos Oposição Alguém ainda oposição deputado cabo Gilberto. Nós iremos encaminhar sim presidente Está assegurada a orientação deputado Chico, então deputado cabo Gilberto depois deputado Chico Alencar pelo pessoal.
Deputado
Nós orientamos sim senhora presidente, mas não podemos, a oposição orienta sim, mas não podemos esquecer o que está acontecendo hoje no Brasil, com a senhora ministra cinzas. O Brasil está acabado praticamente, as queimadas batem recordes, falamos isso aqui reiteradas vezes, e não observamos a mesma força que as pessoas que criticavam o governo Bolsonaro falar agora, estão todos caladinhos, porque eles não estavam preocupado com o clima, não estavam preocupados com as queimadas, hoje bate recorde atrás de recorde. Alê, Rouanet calou 1 parte dos artistas que faziam músicas, Salve a Amazônia, vocês lembram? E hoje todos calados. 1 hipocrisia enorme. Então a gente tem que estar falando disso aqui, pra o senhor que está em casa, o pagador de impostos, saber do que acontece, de quem fala e de quem defende, verdadeiramente. Não há hipocrisia do governo Lula, oposição é assim.
Deputada
Posição vota assim deputado Chico Alencar pelo PSOL Rede.
Deputado
Isso. Nosso voto é sim, o projeto de conservação, proteção, restauração e uso sustentável do bioma do Pantanal é absolutamente necessário e urgente. Dados de vários institutos que avaliam o meio ambiente, inclusive WWF, indicam que neste ano de 2024, a área coberta de águas do Pantanal no período das chuvas, ficou muito menor que a feita no ano passado. Nós estamos vivendo processo gravíssimo, muito agudo e todas as medidas pra se implementar políticas públicas de conservação e uso sustentável do Pantanal, com sua riqueza maravilhosa, são absolutamente bemvindos. Tomara que ele seja efetivado depois de aprovado pelo Congresso Nacional. Nosso voto. Sim também do pessoal.
Deputada
Minoria presidente. O novo pede pra orientar.
Deputado
Favor presidente. Presidente, o partido novo tem várias restrições a esse projeto, ele tem vários problemas que precisam ser corrigidos. No entanto, dado a importância do projeto e da intenção dele, nós estamos confiantes de que esses problemas sejam corrigidos em posterior relatório e que nós podemos dar sugestões e essas sugestões sejam futuramente, acatadas mediante a nossa justificativa. Enquanto isso nós, na urgência e sem compromisso com o mérito orientamos sim, obrigado. Com esta
Deputada
Os demais eu posso colocar sim minoria pois não maioria
Deputado
Presidente. Deputado Cabo Gilberto novamente agora pela minoria. É. A minoria orienta sim Pelo governo. Eu gostaria de pedir o apoio do plenário da Câmara de Deputados ao projeto de lei, de nossa autoria, que está na comissão de Minas e energia, para que possamos aproválo o quanto antes senhora presidente. O que trata esse projeto? Obriga o Poder Executivo Federal a utilizar toda a sua frota através do etanol, ou seja, o combustível mais limpo que tem aqui no planeta. Então eu peço a a aos parlamentares para que possamos aprovar esse projeto, vai reduzir, obviamente toda a poluição, vai, vai melhorar o consumo interno através dos produtores de cana de açúcar, e as pessoas que trabalham fazendo álcool para que os carros possam andar e não ficarmos dependendo apenas do combustível refinado que exportamos de fora.
Deputada
Pela maioria? Pela maioria deputado Rogério. Rui Rosário nós.
Deputado
A maioria, todos os partidos orientamos sim, é projeto importante da nossa deputada Camila Jara, e era evidente que essa urgência pra proteção, conservação e uso sustentável do Pantanal está à vista de todos. Aproveito pra dizer que o projeto também sobre o cerrado que foi de minha autoria já aprovado na câmara, está pra ser finalizado também no senado, já aprovado aqui, que é o projeto PROPIQ, que faz a proteção do pequi mas dos frutos do cerrado, é outro bioma que precisa de ampla proteção. Então nós orientamos o voto sim pra proteção dos biomas no Brasil.
Deputada
1 relevância imensa Pelo governo você lê o governo. É onde a relevância imensa. Eu queria aqui parabenizar muito a deputada Camila jarra pela elaboração desta proposição, seguindo 1 determinação, que é 1 determinação que tem temos que ter também normas de preservação para o bioma pantanal. Então portanto, deputada Camila jarra, ela parte desse pressuposto e constrói 1 proposição que tem seguramente a unanimidade desta casa. Porque é preciso que nós possamos romper com negacionismo ambiental que provocou tantas tragédias e ainda continuará provocando se ele não for rompido. Por isso esta proposição a partir da iniciativa da deputada Camila jarra, ela representa rompimento com negacionismo ambiental e a necessidade deste parlamento elaborar proposições pra preservação do próprio Pantanal. Parabéns deputada Camila. Obrigada
Deputada
A Cocada e toda a orientação foi tomada, eu tomo que o PSB também é favorável, estão aqui ou enfim, passamos a votação. Aqueles deputados e aquelas deputadas que forem pela aprovação do requerimento, permaneçam como se acham. De eu ter voltado aprovado. Requerimento de urgência foi aprovado e eu cumprimento a deputada Camila Jara, também que é autora. Passamos ao próximo requerimento de urgência, o número 4 9 2 de 2024. Requeremos com base no artigo 5 5 do regimento interno o regime de urgência na apreciação do projeto de lei 19 5 8 de 2020 e que reserva as pessoas pretas e pardas indígenas e quilombolas o percentual de 30 por 100 das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta, das autarquias, das transações públicas, das empresas públicas, das sociedades de economia mista controladas pela união e nos processos seletivos simplificados para o recrutamento de pessoal nas hipóteses de contratação por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público para os órgãos da administração pública federal direta, as autarquias e as fundações públicas. Para encaminhar o requerimento a favor. O deputado Odair Cunha. Contrária deputada Adriana Ventura. Favorável à deputada Dandara.
Deputada
As cotas no concurso público elas constituem 1 importante ação afirmativa, pra desenvolver o nosso país com equidade, justiça e oportunidades. Ao longo desses 10 anos, as cotas cumpriram papel muito importante, inclusive fizeram avançar a participação de pessoas pretas, pardas, no serviço público e nós sabemos que isso altera inclusive a qualidade do serviço. Agora a urgência da aprovação dessa matéria, se dá pelo fato de que a lei 12990 de 2014, que rege e regulamenta hoje as cotas do concurso público, venceu em junho desse ano. A referida prorrogação que está em debate a parte dessa nova proposição, é inclusive para atender questionamentos do STF, é fundamental que essa casa possa legislar sobre as matérias que são de interesse e necessidade do povo brasileiro. Não dá mais para esperar. Nós precisamos aprovar essa urgência e já faço aqui também o apelo à mesa diretora, que o quanto antes a gente possa debater o mérito dessa matéria. A ampliação do percentual na nova legislação é fundamental, de 20 para 30 por 100. A inclusão de indígenas e quilombolas como beneficiários da política também, a inclusão do processo seletivo simplificado também nas cotas, não apenas no concurso, bem como a confirmação da autodeclaração. E também a clareza sobre as medidas que vão ser adotadas em casos de denúncia ou de fraude da aplicação das cotas eu tenho muito orgulho de ter sido relatora das cotas na graduação e sei que essa é 1 matéria inclusive de autoria da deputada Maria do Rosário foi fundamental para transformar o nosso país então nós incluímos na educação na formação nós conseguimos trazer mais pessoas de baixa renda escola pública pretas quartas indígenas e quilombolas para cadeira do ensino superior agora nós precisamos efetivar essa presença no serviço público A deputada Carol da Aurora, relatora dessa matéria, já fez diversas articulações e agora é momento de fato da gente avançar. Então queria aqui, solicitar aos deputados e toda a assessoria presente nessa casa, que a gente dê 1 resposta a algo que a sociedade espera de nós. As cotas precisam avançar, ação afirmativa é fundamental pra desenvolver o nosso país. Obrigada presidente. Com a palavra.
Deputada
Presidente, enquanto deputado vai a tribuna eu só gostaria de receber aqui 0AA nossa eterna vereadora Vanderlei de Nova Friburgo. O o vereador Cláudio Leandro também de Nova Friburgo, mais votado do nosso partido naquele município. Desejar as boasvindas aqui na Câmara dos Deputados, dizer que vieram atrás de recursos pra aquela cidade, que o prefeito inclusive é do nosso partido. Vocês são muito bemvindos, eu tenho certeza que vocês passarão dias e levarão muitos frutos pra aquela cidade que muito precisa do parlamento brasileiro. Parabéns pelo trabalho de vossas excelências.
Deputado
Presidente, enquanto deputado vai a tribuna eu só gostaria de receber aqui 0AA nossa eterna vereadora Vanderlei de Nova Friburgo. O o vereador Cláudio Leandro também de Nova Friburgo, mais votado do nosso partido naquele município. Desejar as boasvindas aqui na Câmara dos Deputados, dizer que vieram atrás de recursos pra aquela cidade, que o prefeito inclusive é do nosso partido. Vocês são muito bemvindos, eu tenho certeza que vocês passarão dias e levarão muitos frutos pra aquela cidade que muito precisa do parlamento brasileiro. Parabéns pelo trabalho de vossas excelências.
Deputada
Senhor deputado Sóchenes, a comitiva que aqui chega, que está muito bem acompanhada pelo nosso segundo vicepresidente. Bemvindos à câmara dos deputados nossa casa comum no Brasil. Com a palavra então deputado cabo Gilberto, o primeiro escrito contrariamente. Senhora
Deputado
Presidente, demais parlamentares, eu, sinceramente, em pleno século 20 e parar aqui o o parlamento pra estar debatendo, porque os senhores querem discriminar discriminarizar as pessoas, porque é isso aí pessoal, é 1 discriminação às pessoas, vocês querem dividir a nossa sociedade, somos só povo, artigo quinto da constituição ele é bastante claro, o que diferencia o deputado delegado Eden Mauro, da do deputado Gilberto. O o Gustavo aqui da liderança da oposição, a Karina, o deputado Gilson que é lá do estado de Santa Catarina, vizinho Rio Grande do Sul, ao deputado Damião do meu estado. O que é o que é que muda pessoal? 1 cor de pele, pelo amor de Deus, em pleno século 20 e estávamos debatendo aqui, os senhores querem criminalizar as pessoas, isso é discriminação, esse projeto senhora presidente, todos nós somos iguais perante as leis, Está lá no artigo quinto da constituição, e é 1 cláusula pétrea, não pode ser modificada nem por lei nem por PEC só 1 nova constituição. O que me me diferencia é que eu sou da Paraíba, tenho 1 pele parda ou branca, da deputada Silva Euapi. Porque ela é índia, somos só povo, pelo amor de Deus, pare de querer diferenciar os brasileiros, pare de querer criminalizar 1 pessoa porque é de 1 cor ou de outra. Esse esse debate já ficou para o passado, vamos construir pontes, vamos avançar, somos só povo, a constituição é clara, está em vigor de 88. Parem com isso. Essa essa pauta aqui veio tomando muito, o nosso tempo desde o início dessa legislatura. Não tem diferenciação nenhuma. Se os senhores quiserem aprovar cotas sociais a sua favor, 1 pessoa que teve mais condições obviamente não vai, e 1 pessoa que teve menos condições não vai ter, obviamente o mesmo preparo da maioria das vezes, 1 pessoa que teve mais condições, isso é óbvio. Algumas pautas sociais, tudo bem mas, cota de cor de pele, me ajudem pessoal, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus. Isso ficou no passado. Deputado Damião, o que me diferenciou eu do senhor? Porque o senhor tem a pele negra e eu sou e eu sou pardo. Somos só povo, somos da Paraíba. Nada diferencia, o caráter das pessoas. Então eu peço aos senhores, vamos vencer essas pautas. Somos só povo, artigo quinto da constituição. Obrigado senhora presidente.
Deputada
Senhor deputado Cabo Gilberto já com as 2, nos 2 encaminhamentos proferidos pela deputada Dandara e pelo deputado Cabo Gilberto, nós passamos a orientação das bancadas. Para orientar, como orienta PSD. União, bloco primeiro lá, União Brasil, PSD junto. Deputado Deputado Damião. São presidente senhoras e senhores.
Deputado
Só quem sabe, só quem sente essa necessidade somos nós. Eu gostaria muito muito presidente, de estar aqui sem discutir essa pauta. Essa pauta não devia ser discutida, Se ela tivesse aqui 1 igualdade entre as pessoas, essa pauta nem chegaria aqui. Entretanto ela se faz necessária pela questão de 1 justiça social. Justiça social o que eu falo é porque as mulheres negras ganham menos do que as mulheres branca, é porque na periferia se mata mais percentual de 30 por 100 enquanto que a não branca morre em 20 por 115 por 100 dos confrontos policiais. Porque esse os negros que moram nessa periferia não têm a oportunidade que os outros têm. É por isso que é importante que a gente faça essa justiça social. É por isso que essa essa matéria ela vem 1 reavaliação de 10 em 10 anos. Tomara, tomara que daqui a 10 anos nós não estejamos discutindo porque haja tratamento igualitário pra todas as pessoas desse país. Tomara que o o índice escolar e está aprovado foi agora pelo senso de educação senhora presidente, senhoras e senhores deputados, que os estudantes de cotas das universidades, hoje eles são os melhores alunos com as melhores notas que tem na universidade, porque eles tiveram essa oportunidade. E é essa oportunidade que nós estamos pedindo, é essa oportunidade pra que as pessoas tenham a mesma o mesmo senso em relação às outras pessoas. É isso que nós queremos. E no serviço público com racismo estrutural que nós podemos melhorar. Muito obrigado senhora presidente, o união encaminha o voto sim. Presidente
Deputada
Dado o O Bloco Felciano é o coordenador da da bancada negra nessa casa, e encaminhou o voto sim. Agora o segundo encaminhamento O Bloco PSD. O Bloco PSB. O Bloco libera.
Deputado
Deputados, o meu voto pessoal vai ser não, nós somos todos iguais, somos todos brasileiros. Não é mais possível você aumentar o percentual de cota agora pra 30 por 100. Você daqui a pouco ser branco hétero e homem vai ser crime. E ninguém é mais inteligente ou menos inteligente. A cota social pra pessoas de baixa renda seria necessária, mas não por cor, não por raça. Obrigado presidente.
Deputada
Obrigada ao senhor, o PL está solicitando a votação nominal? PL solicita votação nominal. Está deferida a solicitação nominal, a presidência solicita às senhoras deputadas e aos senhores deputados que registrem seus votos. Está iniciada a votação.
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Com orientação então, como voto o PL. O PL orienta o voto não nós.
Deputada
Admitimos que em pleno século 20 e seja atraso no Brasil à instituição de mais cotas anulando a meritocracia, dividindo negativamente a sociedade nós somos a favor das cotas econômicas, mas negamos completamente essa aberração que são as cotas raciais. Posição. Com a palavra para orientação.
Deputada
Ali PL é não gente. A federação PT, PCdoB PV é a autora do projeto deputada Carol Dartora. Muito obrigada.
Deputada
Bom, primeiro quero dizer que oriento o voto sim, né, nessa audiência, porque o PL de cotas para os serviços públicos significa 1 transformação nos serviços públicos brasileiros. Significam mais representatividade, significam inclusão. Não é mais possível que a gente esteja em país onde a população desse país não se vê nos serviços públicos. E mais 1 vez lembrar que os serviços públicos são educação, saúde, segurança. Quem aqui, e fazer a discussão sobre esse projeto pelo viés de mérito, é articular 1 atualização do racismo. Porque é 1 hipocrisia na sociedade brasileira a pessoa que tiver coragem de afirmar que sua vida seria mais fácil se fosse 1 pessoa negra. Hoje, a gente olha para os dados e a gente percebe que as pessoas negras nos serviços públicos estão nos cargos mais baixos e nos mais baixos salários, E não ocupam espaços de de liderança, não ocupam espaços de poder, não ocupam espaço de decisão. Tem dados que mostram que os os conselhos de administração desse país são ocupados por mais de 90 por 100 de pessoas brancas. Então eu oriento voto sim, pra esse projeto que vai trazer, vai garantir eficiência efetivamente para os serviços públicos. Que 1 pessoa indígena possa ser atendida por médico indígena, que 1 pessoa quilombola possa ter professor quilombola? Até quando a gente vai viver num país onde pessoas nunca tiveram professor negro por exemplo? Então não dá mais pra fazer essa discussão pelo viés de mérito, isso é 1 atualização do racismo para continuar promovendo exclusão. Então oriento voto sim e tenho a honra de ser relatora desse projeto que vai transformar a cara do Brasil. Muito obrigado.
Deputada
Obrigada deputada Carol da Aurora, é autora? Relatora. Relatora, desculpe é a relatora da matéria deputada Carol da Aurora. Com a palavra para encaminhar para orientar o PSB. Presidente,
Deputado
Pelo PSB é sim a urgência favorável ao projeto, e me gera espanto, estranheza ver alguns parlamentares falando de princípio da da igualdade, princípio da isonomia, sem entender o que é esse princípio. O O princípio da igualdade da isonomia que está discriminado no artigo quinto da constituição federal de 88, fala em tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual nos limites em razão de sua desigualdade. Ou seja, é claro que há 1 pluralidade, é claro que nós somos diferentes. E é ainda mais claro que o serviço público tem que ter a cara do povo que representa, por isso que nosso voto é favorável à urgência e favorável a esse projeto a favor das cotas a favor de serviço público que seja a cara do povo brasileiro. Muito obrigado.
Deputada
Deputada. Com a palavra pessoal rede, deputada Taliria Petroni.
Deputada
Presidente, pra quem está nos ouvindo, esse é PL que amplia as cotas para pessoas negras, quilombolas, no concurso público. E a gente ouviu aqui, que abre aspas, em pleno século 20 e essa proposta divide o povo brasileiro. Essa proposta fere a isonomia prevista na constituição entre as pessoas do Brasil. E eu quero dizer, o que divide o povo brasileiro é o racismo. O que fere a isonomia e a igualdade é o racismo. E o racismo está presente na violência obstétrica, na mortalidade materna. O racismo dá presente quando você olha a maioria dos pobres e vê que a maioria dos pobres é negra, quando você olha a favela onde falta tudo e vê a população negra, e quando você olha os servidores públicos federais e não vê essas pessoas negras que são a maioria do povo. E pra concluir, nós somos a maioria do povo brasileiro. Nós representamos apenas 35 por 100 dos servidores públicos do executivo. E olha porque isso já avançou com a política atual de cotas. Isso é não ter a representação da maioria naqueles que vão servir a esse povo. Isso sim fere a economia prevista na constituição. E o que me espanta é que parlamentares em pleno século 20 e neguem e fecha os olhos pro racismo, que é 1 chaga no nosso Brasil que teve quase e 4 séculos de escravidão. Nós votamos obviamente. Senhora presidente
Deputada
Lira, como vota a representação do novo? Presidente.
Deputado
Terá essa nossa orientação ali do bloco MDB? Pode? Pode deputado Antônio. Senhora presidente o bloco MDB PSD republicano e Podemos altera para o voto sim, para o voto sim, se bem que eu particularmente estou votando pessoalmente não por entender que o caminho não é criarmos mais cotas raciais nesse país. O caminho sempre foi e sempre será a educação primária. Nós precisamos resolver o problema da desigualdade desse país lá na base educação primária, quando a ideia das cotas começaram, começaram com esse sentido, durante período você teria as cotas enquanto o governo investia lá na educação primária, mas ao invés disso o governo resolveu investir em universidades para fazer política.
Deputada
Deputado Antônio com a palavra o deputado Gilson.
Deputado
Obrigado presidente. Novo, representando o novo. Presidente, eu O que acontece? Fico muito frustrado com essa votação, eu estou vendo aqui a deputada Talíria e o deputado Ottoni, imagino que ambos se autoidentificam como negros, e são excelentes deputados independente da cor. E eu nem perguntei e não me interessa.
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Continuaria amigo deles e elogiando eles independente da posição deles. E ao contrário da relatora do projeto, eu não faço questão de que meu professor seja branco, belga, quilombola ou ou ou negro, tanto faz, eu quero que ele seja bom professor. Eu não faço exigência a a depender do profissional, a depender da cor. Esse que é o grande problema. Nós estamos correndo o risco de deixar o Hélio Negão, está por aqui também, excelente parlamentar. Nós não podemos ser favoráveis às cotas porque o Hélio, o Antônio.
Deputado
Maioria? Nova não? A maioria compreende?
Deputada
Voto sim, pela urgência e também sim pelo mérito. Se compreende que país com essas grandes marcas por conta do racismo precisa do investimento. Concordo com os debates que falam do investimento, da educação, do investimento em todas as áreas sociais, e é justamente por isso que aqui nós estamos morrendo pela aprovação, por nossa responsabilidade de fazer, deputada Dandara datória, e deputada Dandara e deputada da Lilia, no investimento de ter a cara do povo brasileiro nas instituições, nos estabelecimentos e atendendo esse ponto. É nossa responsabilidade de fazer com que essa aprovação sirva de modelo, e é por isso que nós vamos incessantemente fazer esse debate tratando temas com o nome que eles têm. Racismo é racismo e precisa ser dito desta forma. Se não for aprovado ainda dentro desta casa, fica extremamente complicado da gente reduzir a desigualdade. Então, encaminho novamente dizendo, pra gente ter 1 sociedade mais justa e igualitária, precisamos aprovar esse projeto, é sim o mérito Alto nível, está bom. Por isso, aí continua o texto. Prendame.
Deputada
A minoria orienta não. Eu sou 1 mulher indígena, 1 mulher do norte, da Amazônia brasileira que foi mendiga no sudeste, na cidade do Rio de Janeiro. Eu venci pelo meu esforço próprio, pela meritocracia e eu sou marcada pelos estigmas do preconceito étnicoracial. E justamente porque venci pela meritocracia, me esforçando pra estar inclusive neste parlamento, para ser tão boa quanto a pra estar inclusive neste parlamento para ser tão boa quanto todos os outros que aqui estão, eu rogo pelo voto não, até porque nós não estaremos resolvendo o problema lá da base, nós estamos mascarando processo de colocar pessoas quando você não influencia na formação dessa pessoa na base e aí pra você mascarar aquilo que você não ofertou que é 1 educação de qualidade, você tenta outro sistema de cotas. Então primeiro que se resolva o problema na ponta pra depois discutirmos isso. Fala pelo amor. Quem foi, ovelha? Agora o negão, se quiser que eu fale.
Deputado
É absurdo em 2024, nessa casa, está discutindo sobre cota racial para concurso público. Muita gente não sabe o conceito de negro, que são altosdeclarados pretos, que foi 10.2 por 100, vão trazer dados com a soma de autodeclarados pardos. Que deu 45.3 por 155 por 100 são de negros, é absurdo, eu tenho projeto nessa casa pra acabar com a cota racial. Você é a favor? Vote o meu projeto da conta social. Parem de dividir o Brasil entre negros e não negros, porque a soma do Brasil é a união do seu povo, Somos só povo, só Brasil, eu é.
Deputado
Orienta o governo. Pelo governo presidente.
Deputado
É verdade que somos todos brasileiros, mas o Brasil tem história, e o Brasil tem diferenças. Na história do Brasil teve escravidão, teve injustiças, teve incompreensões da realidade, E tem 1 parcela que não admite fazer justiça nem agora, depois de tantas injustiças que existiram na história do povo brasileiro. Alguns não admitem dividir o bolo hora nenhuma, e o bolo precisa ser dividido também entre a diferença de raças. Na política de cotas, se nós colocarmos 30 por 100 até 2047 nós vamos ter 50 por 100 de negros, negras, pardos e pardas dentro do serviço público, 50 por 100. Portanto esta cota, ela foi aplicada durante 10 anos, mas não foi suficiente ainda pra se fazer essa justiça. Por isso é preciso mais 10 anos pra que a gente faça essa avaliação e tenha 1 igualdade também de. Eu não sabia que ia ser essa era. Você é a votação presidente? Todo
Deputado
Votaram no plenário. 430 presentes na casa e 389 votantes. Respeitando, respeitando, daqui a pouco se algum líder pedir, se não eu vou dar mais uns 2, 3 minutos pra pra ver o quórum encerra a votação, está bom? Pra polinizar não, né? Pra gente abrir a sessão ao regimento, meu amigo Cabo Gilberto Silva da Paraíba. A gente vai light né? Senão daqui a pouco eu vou estar dando direito de resposta. Presidente Lira, meu presidente? Pois não, David Mas lanchinho, fazendo apelo à direção da
Deputado
Brasil de comunicação. Os servidores, os trabalhadores, as trabalhadoras dessa empresa, fizeram movimento, reivindicação por isonomia o pleito fizeram abriram negociações, isso foi muito positivo. Entretanto agora quando vem o pagamento do mês subsequente a esse movimento, o que se viu foi que todos foram descontados na sua remuneração. Querem dialogar, repor os dias parados, mas não houve apelação. Isso é muito errado sobretudo para 1 empresa vinculado a governo cujo presidente disse que jamais puniria quem reivindicasse através de greve. Então eu estou fazendo esse apelo, pelo boa concertação e diálogo dentro da EBC, pra que todos voltem à mesa de conversa e o bom trabalho sobretudo às vésperas do G 20 onde eles serão muito demandados com a sua qualidade profissional. Não é por aí presidente. Cabo
Deputado
Obrigado senhor presidente. De forma bastante light como vossa excelência determinou, estou aqui para cumprir integralmente senhor presidente, o regimento interno desta casa, e a autoridade de vossa excelência como presidente da Câmara dos Deputados. Os argumentos aqui muito simples senhor presidente, discriminação reversa. Alguns argumentam que as cotas raciais constituem 1 forma de discriminação contra aqueles que não se enquadra nos grupos beneficiados. Meritocracia, outros afirmam que o mérito individual deve ser o único critério para a seleção em concursos públicos, e que as cotas ferem esse princípio constitucional. Eficiência, há quem defenda que as cotas podem comprometer a eficiência do serviço público ao priorizar a diversidade em detrimento da qualificação. Então os senhores argumentos aqui light como vossa excelência determinou, e eu quero parabenizar aqui o deputado Hélio Negão, pela excelente explanação, mesmo sendo de 1 cor diferente da minha, não se sente, o senhor é suíço, muito bom, obrigado.
Deputado
Eu queria aqui registrar fato, acontecido hoje do governo federal da ALTT, aonde Maria do Rosário, nossa deputada, a Ecosul, apresentou a prorrogação dos contrato de pedágio da 116. Hoje eles cobram pra carro pequeno, quase 20 reais. E pra prolongar, eles queriam reduzir o valor. E a ANTT com o governo federal não vai prolongar os contratos de pedágio que vencem em 2026, lá em torno da cidade de Pelotas. Tenho certeza que o prefeito Marrone, eleito no no último domingo de outubro está comemorando esta vitória. Fernando Henrique Cardoso colocou hospedagem e o presidente Lula em 2026 não. Só minuto senhor presidente. Então presidente.
Deputado
De ontem a Frente Parlamentar Evangélica, oficialmente, cerrou fileiras ao lado do deputado Hugo Mota, para a presidência desta casa. Hugo Mota, que tem sido o nome oferecido por vossa excelência deputado Arthur Lira, como voto de consenso para o bom andamento desta casa. E tem sido assim, nós queremos enquanto frente parlamentar evangélica, em nome do nosso líder do nosso presidente Silas Câmara, agradecer ao deputado Hugo Mota por ter recepcionado todos os nossos pedidos, todas as nossas solicitações, que são solicitações republicanas, democráticas para o bom andamento desta casa e para a valorização das nossas pautas.
Deputado
Rogério Corrêa pela liderança do governo. É, então deputada Carol da Aurora pela liderança do PT.
Deputada
É muito triste a gente ainda ter que ouvir alguns discursos que demonstram o peso da com, de como as pessoas ainda aceitam viver com a exclusão que o racismo promove no Brasil. Como é possível que alguém não sinta nenhum problema em nunca ter tido professor negro? Isso é problema social porque a gente está num país que é 56 por 100 negro. 1 pessoa nunca ter tido professor negro, médico negro, significa que ela não pôde, não teve a oportunidade, de se educar pras relações étnicoraciais. E é por isso, que a gente ainda tem essa incompreensão sobre a questão no racismo no Brasil. E aqui eu quero trazer, dados concretos. As ações afirmativas, desde que implementadas, têm transformado vidas. São milhares de brasileiros e brasileiras que historicamente foram afastados dos espaços de decisão e poder. E sabemos que as quotas são 1 ferramenta poderosa, essencial para corrigir desigualdades históricas, ciclos históricos de pobreza, e fazer 1 transformação estrutural, que afeta principalmente a população negra, parda, indígena e quilombola. Pra dimensionar o tamanho dessa desigualdade, eu trago dados do Instituto Etus, de 18 de setembro. Os conselhos de administração das empresas são ocupados por 93.8 por 100 de pessoas brancas. Quem não se incomoda com isso, demonstra o seu desconhecimento sobre o que é a desigualdade, sobre o que é o racismo. Nós temos 84 por 100 de pessoas brancas em cargos de liderança, em cargos de poder, em cargos de decisão. Nos cargos executivos e de diretoria, a proporção também é alarmante. 84 por 100 são brancos, apenas 13.8 por 100 são negros, 2.2 por 100 são amarelos e por 100 é indígena. Não podemos ignorar o fato de que as pessoas indígenas não atingem nenhum por 100 dos cargos em nenhuma categoria. Esse cenário é reflexo das desigualdades históricas que atravessam esse país, mas essa luta não é apenas dos grupos afetados. É 1 luta de toda a sociedade, que acredita na justiça, que acredita na equidade, e que quer serviço público que reflita a diversidade do nosso país. O projeto de lei em questão, propõe a ampliação do percentual de vagas reservadas em concursos públicos, de 20 pra 30 por 100. Isso pode transformar a vida de inúmeras pessoas, oferecendo novas oportunidades de mobilidade social e participação política, especialmente para aqueles que ainda enfrentam barreiras estruturais da exclusão. E ao fazer isso, estaremos construindo Estado que enxerga e valoriza todos os brasileiros, independente de sua cor, etnia, raça ou origem. Porque hoje a realidade é que cor importa sim. Se você não tiver a cor certa, alguns espaços estão negados pra você. Aprovação dessa urgência pra esse projeto, é 1 resposta ao clamor de tantos brasileiros que lutam todos os dias pra superar o racismo, e a exclusão e o preconceito. É passo firme na direção de 1 sociedade justa, na na direção de 1 sociedade equânime, na direção de 1 sociedade que repare os danos da escravização e os danos do racismo que se reproduzem todo dia, em recursos e em discursos como esse, de que a gente está excluindo a questão do mérito. Se a gente for pensar em mérito mesmo, quem quem tem trabalhado há séculos nesse país, quem foi trazido pra cá sequestrado e teve que dar toda a sua força de trabalho por séculos, sem que pudesse acumular riqueza alguma. A a razão da pobreza negra no nosso país, significa a exploração que foi promovida e que foi imposta pra essas pessoas. Tapar os olhos pra essa realidade, é 1 profunda hipocrisia. Como falei anteriormente, que pessoa branca, em sã consciência, tem a coragem de dizer que sua vida seria mais fácil se tivesse na pele de 1 pessoa negra. Isso significa que existe sim reconhecimento de quanto é do quanto é pesado estar nessa sociedade racista. E aí dizer que 1 pessoa que pode entrar num concurso público por 1 reserva de vagas, e essa pessoa vai ter que ser aprovada, essa pessoa vai ter que fazer prova, essa pessoa vai ter que ter nota, Isso significa que ela vai ter que sim ter mérito. Agora dizer que ela está ganhando essa vaga sem nenhum custo, isso é 1 tremenda injustiça. A gente está numa sociedade que gosta, né, de se dizer cristã. Se a gente for discutir mesmo a questão racial, seria muito bom que a gente discutisse na perspectiva da ética, que a gente discutisse na perspectiva da moral. Porque se a gente for olhar para o que é ético, para o que é belo, para o que é bom, isso vai nos mostrar que a diversidade é a realidade. A adversidade é a realidade da natureza. Se a gente olhar pra natureza, a gente tem flores de todas as cores. Se a gente olhar pra natureza, a gente tem 1 1 riqueza enorme e o que enriquece é justamente a diversidade. A gente tem pesquisas que mostram, que espaços que conseguem equilibrar gênero e raça, se tornam espaços mais potentes, espaços que conseguem produzir mais, espaços mais criativos, espaços que diminuem a violência. Esse é o significado de aprovar. Eu posso encerrar a votação.
Deputado
Está encerrada a, cadê o deputado chegou? Sim. O seguinte
Deputada
De aprovarmos cotas é inclusão, é justiça racial, é equidade, é ética. O nosso fazer aqui ele tem que ser ético e não hipócrita. Muito obrigado.
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72 5, 140 não, 3 abstenções, total de 415, está aprovada a urgência. Pelo tempo de liderança no PL, deputado Hélio.
Deputado
Muito obrigado senhor presidente. Agora fiscal rico. Silva? Silvia? Tudo bem? Pessoal, por gentileza Silva, você que contempla o que eles estão falando aqui do meu lado, você é 1 indígena sem vitimização. Por favor capitão Alder, também, por favor. Que é pra mostrar, que somos negros, indígenas, e não somos preconceituosos. Esse negócio de reparação histórica, que o Brasil precisa de reparar, reparar como somos Brasil miscigenado. Eu, quando tinha 12, 13, 14 ano, eu pegava resto de comida na casa das pessoas, estudei em escola pública, passei em concurso pra escola militar. Se vocês querem resolver, acaba com esse negócio de raça. Vai em quem interessa, que é pro pobre. 72 por 100, de moradores da favela, são pessoas negras. Se vocês falam que a pobreza é negra, por que no contemplar com 1 cota social? Existia negro muito próspero, chamado Barão de Guaraciaba. Ele foi banqueiro, e tinha escravos. Porque escravo? Naquela época, infelizmente eu não estou falando o que é certo ou errado, mas era visto como mercadoria. O branco não pegava o negro no laço, tinha conflitos entre negros, conflitos tribais, o mais forte, derrotava o mais fraco, e, vendia, como peça. Pra trabalho. Eu não estou falando, Que foi boa escravidão. Mas a esquerda pratica. Coisas que não condiz com a verdade. Eu desafio aqui. Academia Brasileira de Letra, sabe quem criou? Érica Cocai, que está me olhando? Machado de Assis, era branco ou preto? E não é só ele não, parar com essa divisão entre preto e branco. Outro detalhe que muita gente não sabe, a cota em concurso público gente, vocês têm que se alertar pra isso. Júlia Zanatta, o pessoal não se alerta, a conta pra concurso público, diferente das universidades, é só pra raça. Quem tentou dividir o mundo por raça, foi na Europa, foi Hitler, e não ficou 1 coisa muito bacana. Como é que vai ter reparação histórica? Se você, Julia Zanata, se fizer exame, você tem dedinho na África sim, porque somos Brasil miscigenado, mas a esquerda sempre querendo defender entre pessoas brancas e não brancas. E tem aí, a tal da banca de heteroidentificação, que muitos fala, comissão de heteroidentificação eu vou além. É tribunal racial, e é proibido. Porque quando você passa no concurso, tem uns uns ungidos da banca de heteroidentificação que diz, você não vai passar, porque você tem a pele negra, mas tem o nariz fino. Você não vai passar. A Júlia Zanata, sabe por que que eles falam lá? Olha o absurdo que eles falam, pega 1 pessoa, teu caso, mas pega a pessoa negra e diz que sim, que não. E a autodeclaração? Eu não posso criar 1 lei para prejudicar outra. Parabéns o Conselho Federal de Medicina, que foi contra as contas raciais para residência médica. 1 salva de papo, o Conselho Federal de Medicina. Sabe por quê? Já teve conta pra passar pra se formar médico. Ah, mas tem que ter conta também, pra fazer residência médica. Eu quando vou no médico, como quero saber se o médico é preto, se o médico é branco. Porque seja médico bem formado. Então, gente, tem 1 solução. Acabar com a cota racial, 1 cota social. Ou vocês não gostam de pobre? Não. A esquerda não. É branco e nem banco. Ai de alguém que falar atravessado aí que vão falar que é racismo, e quando falar que você é racista, tem que ter vergonha na cara, tem que processar. Pega os anéis da casa, prova se é racista e processa. Por Porque não pode imputar vocês, fala racista, ele é racista? Não tem que aceitar não pô. Já basta eu que processo várias pessoas, que me chama de capitão do mato, negro disso daquilo, não ganho processo na justiça. E a bancada negra não vai defender. Deputado Hélio é negro, eu não sou negro, ô pra ser negro tem que estar na mesma luta deles, quer dividir o Brasil entre cores? Eu sou negro sim, meus olhos são amarelo, meu dente é amarelo, pá, mandar minha mão como é que é preta. E sou filho de negros. E sou contra a cota racial, sim. Pra melhorar o Brasil, tem que ser cota social. Se quer der passo à frente, vamos aperfeiçoar a cota racial. Acaba a cota racial e bota pra pobre. Ah, mas se botar pra pobre, eu perco o conceito de voto. A minha pauta ideológica não vai na cor da pele. Vocês não lutam. Lego rapaz. Por reparação história, e nem luta pra melhorar o Brasil, luta pelo voto. Então, eu quero que alguém fale só assim, o deputado Hélio falou isso ou aquilo que fala assim, deputado, eu sou contra a conta social. Mas não é vocês que estão falando que a pobreza é negra? Há incoerência. Não pode falar, peste negra, mulata, criado negro, mas pode comemorar. O dia da consciência negra. Mais do que absurdo. Mais do que absurdo. Senhor presidente, vou passar aqui minuto que falta pra indígena, Silva, Afonso. Negra. Gentileza. Senhores, tanto
Deputada
Existe meritocracia neste caso? Porque se eu for concorrer a 1 vaga de indígena como aconteceu agora com vários no estado do Amapá, o indígena que passou para o tribunal de justiça falaram pra ele que ele primeiro tinha que voltar até a aldeia, que no caso é na reserva do Tumukumaki, pagar frete de avião para aterrizar numa área não homologada, pra pegar 1 assinatura do cacique, do pajé, do espírito da floresta, pra ele provar que ele é indígena. Mas eu não vejo essa cobrança, quando se trata da questão do negro, por exemplo. Sabe por quê? Porque ninguém vai precisar voltar na África pra provar que é negro, mas o índio se não voltar lá na aldeia, com a dificuldade de acesso e pegar esse papel, não vale a autodeclaração. Sabe o que é que vai acontecer? Ele perde a vaga para o negro. Então, não está tendo justiça com essas cotas. Não é a justiça com as cotas, porque eu tive que intervir nesse concurso, eu tive que pedir pelo amor de Deus, ao tribunal de justiça, que reconhecesse aquele indígena, para que ele não precisasse pagar quase 60000 reais em táxi aéreo, pra voltar pra aldeia, pra poder provar que é índio. Porque a vaga dele, se ele não fizesse isso, iria para o negro, então não há justiça para o indígena. Então vamos parar de ficar inventando que vocês estão pedindo vaga pra nós, porque vocês não estão. Nós não temos ensino de qualidade dentro da aldeia, nossos professores maus sabem fazer os 4 4 operações de matemática, nos dão péssimo ensino, 1 péssima literatura, péssimo português, a ponto de nós ficarmos implorando. Obrigado.
Deputado
Número 4 4 5 4, daremos urgência do projeto de lei de número 60 12, que altera, assegura que os recursos de programa nacional de apoio às microempresa e empresas de pequeno porte, pronamp sejam permanentes. E dá outras providências. Para encaminhar o requerimento a favor deputado Zé Guimarães, deputado Heli Borges. Deputado Heli Borges.
Deputado
Presidente, esse parlamento, ele, ora retroage, no ordenamento jurídico brasileiro, numa visão distorcida de mundo, e muitas vezes não compreende a sua importância no papel de avançar. Gostei muito, meu querido Hélio Negão, da expressão quota social. Parece que é 1 grande resposta. E agora, nós estamos diante de projeto que é 1 resposta extremamente importante para o nosso querido país esse grande projeto que traz
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Baila, essa questão das nossas competências para dar ao agro a efetiva resposta. Da questão de insumos. Pra atendermos o nosso agronegócio. Eu não tenho dúvidas que a força motriz desse país, é a força do agronegócio. Em todos os seus níveis, desde o pequeno produtor ao grande produtor. Mas não justifica, em nenhum momento, que nós não possamos senhor presidente, dar 1 resposta à altura, no sentido da compreensão, de que esta casa tem que reconhecer este segmento da sociedade que dá a qualquer governante, quer seja de direito ou de esquerda, condições financeiras para tocar inclusive programas sociais etcetera. Portanto fica aqui, senhor presidente, o meu registro de apoiamento, a minha disposição de luta em parlamento, como disse no início que tem hora que retroage. Que perde a visão de mundo e de modernidade e de avanços, usando pessoas, e tipos de pessoas não compreendendo que o que o país precisa é de outras questões extremamente importantes para tocar as políticas e o nosso desenvolvimento. É o meu registro, senhor presidente, muito obrigado. Pra falar contrário à matéria, deputado
Deputado
Vossa vez que tenha a palavra. Obrigado
Deputado
Presidente, só voltando 1 página, eu gostaria de sugerir que nós votássemos à presidência dessa casa, o Hélio Negão ou a Silvia, que ou essa casa vai de novo escolher branco hétero. Está feito a sugestão. Com relação a esse projeto presidente, nós, temos muita preocupação com a manipulação do dinheiro público e a transferência de rubricas e do lugares, de 1 maneira legalizada. O que que esse projeto faz? Ele pega o direito da F, o dinheiro da FGO, que é o dinheiro do que sustenta o pronamp, que o próprio projeto diz que ele se torna permanente, e manda para o programa pé de meia sem passar pelo orçamento. Na verdade, é 1 artimanha, 1 maquiagem para burlar o gasto público. Você pega recurso, que alguns dizem que não está sendo utilizado ou que não precisa, ou vai ser utilizado para outro fim que a lei não determina, para utilizar ele politicamente em local em que ele ache adequado. E lembra que, nós voltamos a favor ao projeto pé de meia. O que não se concorda, é que os números sejam maquiados, e os valores de cada fundo não sejam utilizados para aquilo em que ele foi criado. Sem aparecer de forma transparente que esse é gasto do governo. Ah Adilson, mas qual é o problema disso? Se o dinheiro sai de lugar a, se o dinheiro sai de lugar b, qual é o problema? O problema é o desrespeito ao arcabouço fiscal. O que é o arcabouço fiscal? São os são as regras aprovadas pelo parlamento de como se deve gerenciar os recursos. De qual é o topo de recurso que se deve ou que se pode gastar. A partir do momento em que esse parlamento autoriza gasto a mais, sem passar no orçamento, o que que esse congresso está autorizando? Dizer, pode extrapolar o arcabouço fiscal. Porque não passou pelo orçamento. Eles fazem 1 jogada. Eles passam de 1 rubrica, de sistema, de programa, para o outro conforme a conveniência. Então não serve mais para nada nós aprovarmos aqui recurso para determinado programa. A orientação é não, precisa ter transparência e passar pelo orçamento em respeito. Vamos passar a orientação.
Deputado
Porém quero aqui dar as boasvindas ao vereador Thiago Garnier do município de Santo Antônio de Pádu do Rio de Janeiro, segundo vereador mais votado do município, o primeiro do meu partido PL, seja muito bemvindo a essa casa, esteja à vontade. Como orienta a bancada do União Brasil, PP, federação, PSDB, Cidadania? Como orienta a bancada MDB, PSD, Republicano Podemos? Como orienta o PL? Deputado Afonso está voltando, espera só minutinho PL, deputado Afonso. O bloco união PDT.
Deputado
Vota Sim, obrigado deputado. Sim. Muoriento pele deputado José Senhor presidente,
Deputado
O nosso deputado de Santa Catarina, Gilson Marques, a gente não pode de maneira nenhuma entrar num jogo onde o povo brasileiro vai sair perdendo novamente. É impossível trabalhar dessa maneira. O governo que não tem responsabilidade, parlamentares que não olham o que estão fazendo ou melhor olham sabe o que estão fazendo, estão todos alinhados nos pensamentos. É por isso que o PL orienta não. Como
Deputada
PC do BPV. Presidente, nós não temos, não não corresponde à verdade dizer que os recursos do fundo garantidor, eles estão por fora do próprio orçamento. Eles foram, passaram por pela LRF, por todas as regras orçamentárias, são recursos anteriores. Portanto eles estão dentro de todos os critérios necessários para que nós tenhamos a ampla e profunda legalidade nos recursos do fundo garantidor. O que nós estamos discutindo aqui, primeiro é que recursos do PRONAMP da pequena e média empresa presidente, nós estamos falando disso. Esses recursos que não foram utilizados, eles deveriam voltar 100 por 100 para a união. E nós estamos aqui dizendo que pelo menos 50 por 100 dele voltará para o PRONAMP, voltará pra pequena e média empresa e dum recurso dum fundo garantidor que passou por todos os trâmites legais pela apreciação dessa casa. E apenas pra concluir, e parte destes recursos do fundo garantidor, eles irão para o programa pedir meia, mas o fundo garantidor será rumos tecido. Nós vamos ter mais recursos para a pequena e média empresa, mais recursos para o Brasil. Portanto, votar contra essa urgência é votar contra a pequena e média empresa, é votar contra o Brasil. Nós votamos sim a favor do Brasil.
Deputado
Como orienta, a presidência solicita à senhora, às deputados e senhores deputados que registre seus votos, está iniciada a
Transcrição automática
Como orienta o o PSB? Como orienta a federação PSOL rede? A melhor pergunta. Como orienta a maioria? PSB. A PSB deputada Alites? PSB orienta sim senhor presidente.
Deputada
Pra essa matéria que necessita da urgência, para que ela possa se consolidar. É 1 matéria que, autoriza a união a participação no FGO por dotações incluídas por emendas parlamentares, e fomenta programas meritórios quais sejam o PRONAMP e o programa Pé de Meia. São 2 programas governamentais de extrema importância para a educação de lado, para os jovens brasileiros continuarem nas escolas. Tanto orienta sim.
Deputado
Como orienta a maioria? Como orienta a minoria? Como orienta a oposição? Oposição? Pela minoria. Minoria, pois não deputada? Pois não. A
Deputada
Sem 1 análise criteriosa dos impactos fiscais e econômicos pode comprometer a sustentabilidade do programa, e intensificar a dependência de recursos estatais. O PRONAMP afinal foi concebido para atender o cenário emergencial durante a pandemia da covid 19. A proposta envolve ainda 1 transferência de 4000000000 do fundo de garantia de operações, o FGO, para o fundo do pé de meia, que é o FIPEM, o que poderia comprometer a estrutura fiscal vigente. E o direcionamento de recursos para o crédito educacional do FIPEM, pode concorrer em detrimento do crédito produtivo destinado a micro e pequenas empresas, enfraquecendo o propósito inicial do PRONAM. Obrigado, deputada.
Deputado
Como orientar oposição governo? Bom, enquanto não, quer orientar pela oposição? Orienta não também. Ok. Eu só peço os líder pra que façam orientação porque nós estamos em votação nominal e muitos dos liderados poderão ficar aí sem a devida orientação no painel, se tiver algum líder no no no no plenário eu gostaria que fosse feita a orientação. Me pediu a palavra a deputada Silvia e Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wahy Wah não está escrito? Não? Tá. Maioria senhor presidente? Maioria, daqui a pouco eu dou a palavra a deputada Silvia tá? Presidente indicar a a
Deputado
Pois não deputada. Dizer que nós somos sim essa urgência, é importante que se diga pro Brasil, que tem gente que fica a campanha inteira dizendo que precisa investir em empreendedor no empreendedorismo, e quando tem projeto, que visa financiar a pequena e média empresa no Brasil, encaminha a votação contra. É importante que se liga também, que fundo não faz parte ao acabouse, não é da receita corrente portanto, a gente está aqui fazendo gesto de financiamento, que vai gerar emprego e garantir investimento nas pequenas e médias empresas, em todo o país. Então o governo orienta sim presidente.
Deputado
Obrigado deputado. Se tiver outras lideranças pra fazer orientação, eu só estou esperando o painel Governo. A votação no painel? Sim deputada Érica.
Deputada
Sentir, é muito importante que todas as pessoas que estão assistindo essa sessão saibam que nós queremos destinar parte do recurso que não foi utilizado pelo pronamp que atende a pequena e média empresa para que volte para o pronamp e não vá para a união. E que nós temos fundo garantidor que é fundo garantidor que tem receitas e este fundo garantidor passou por toda avaliação fiscal e toda avaliação orçamentária necessária. Então não é verdade que está se estabelecendo despesas que não foram discutidas por essa casa e que não tiveram todos os dados. Nós queremos aqui valorizar sim a pequena e média empresa que são fundamentais é quem emprega nesse país, é quem estar inclusive movimentando a nossa economia. Como é que pode ser contra o pronampe, contra a pequena e média empresa. E parte desse recursos vai sim pro programa, avaliado positivamente pelo conjunto da população, que significa você colocar recursos para que nós não tenhamos evasão no ensino médio. Como é que alguém pode ser aqui contra contra a pequena e média empresa, o pronampe, a o recursos para o pronampe, como alguém pode ser contra que nós tenhamos recursos para a própria educação. Por isso o governo vota sim com muita convicção, vota sim em defesa do Brasil.
Deputado
Deputado Antônio, por orientar pelo bloco, MDB. Senhor presidente
Deputado
O bloco MDB PSD republicano e podemos orienta sim. Senhor presidente, eu quero aproveitar esse momento para parabenizar em meu nome e em nome de vossa excelência também deputado Sóstines, o nosso querido líder bispo Abner Ferreira, que é seu amigo particular também. Bispo Abner Ferreira, líder das assembleias de Deus ministério de Madureira no Rio de Janeiro, meu pastor, meu líder e completou aniversário esta semana. Eu quero desse parlamento parabenizar ao meu pai na fé, ao meu pai ministerial, desejar que Deus lhe abençoe profundamente e é bom estarmos debaixo de 1 liderança espiritual tão sólida e é bom estar também sendo aconselhado por alguém que tem 1 visão macro desta nação. Deus lhe abençoe bispo Abner Ferreira, Deus lhe proteja. Faço de suas palavras deputado Otônia as minhas.
Deputado
A amizade que temos com ele o carinho que ele tenha longa vida muita saúde e quando e continue fazendo o brilhante trabalho que ele faz à frente da Assembleia de Deus Madureira no estado do Rio de Janeiro. E peço a vossa excelência que quando for também.
Deputado
Do Pastor Silas Malafaia, vossa excelência fale o meu nome também por favor. Com toda certeza. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado colega. Eu só estou esperando os colegas que me ajudem as assessorias com os deputados, nós estamos com quórum baixo, é requerimento de urgência, o painel está dividido, essa presidência não tem intenção de prejudicar nenhum tipo de requerimento nessa casa, eu só preciso que me ajudem pra que a gente possa chegar ao número de segurança, não é, para que o o requerimento seja devidamente aprovado. Pra gente, subir pouco o nosso quórum enquanto os colegas comunicam os demais eu vou passar o tempo de liderança do PL pra deputada Silvia Yan PI. Vossa excelência tem a palavra do tempo de liderança do partido liberal. Depois deputada presidente, o senhor me permite minuto? Sim, sem problemas. Quer ser antes? Minuto
Deputada
Primeiro, eu falo na minha língua. Pra que vocês saibam que eu existo. Mas eu domino a sua língua. Eu domino a sua ciência. Eu domino a história também do seu povo. Mas o que fez com que eu dominasse isso? O ensino público. O ensino que eu tive inicialmente na minha região. Ah, mas eu encontrei dificuldades. Ah, a verdadeira brasileira, olha, 1 Índia de verdade. Mas eu fui tratada como igual. Eu tive o mesmo ensino que você, Eder Mauro. No nosso norte, na Amazônia brasileira, o mesmo ensino que este o outro indígena, o coronel Crisóstomo também teve. Nós não nos vitimamos, mesmo trazendo sobre nós flagelo histórico. Então quando estão falando sobre esse sistema de cotas para beneficiar negros, pardos, indígenas, eu vos confesso. Indígenas não serão beneficiados. Até porque aqueles que ousaram romper o ideal imaginário para ir para a sociedade estudar de igual pra igual, se passarem num concurso, eles serão obrigados a voltar para a reserva para poder se reconhecer como indígena. Se eles não fizerem isso, eles perderão a vaga para negro. Vocês sabiam que isso acontece? Em todos os concursos públicos. Então, neste projeto de lei, não existe a possibilidade apenas do índio se autodeclarar, como o negro se autodeclara. Nós vamos passar pelo tribunal racial para que branco decida quem eu sou. Então não existe neste projeto de lei dessa reserva de vagas, citaram indígenas, mas nós não teremos direito. Trago aqui pra vocês, o caso do Gilvan, jovem indígena que passou no concurso público no Amapá, e que foi exigido dele que ele voltasse pra reserva do Tumukumaki, mas ele não tinha meios pra pegar avião, pagar 60000 reais de táxi aéreo para poder pegar 1 assinatura do pajé, do cacique. Não, nós indígenas não podemos nos autoreconhecer como indígenas. É preciso ter o flagelo, saneamento porque nós somos proibidos inclusive disso, porque precisamos ser indígenas, não é assim? Estamos marcados pelo ideal imaginário e não somos tratados como iguais. Neste projeto de lei, da forma como vocês fizeram, nós não somos iguais, porque nós perderemos a nossa vaga pra vocês homens e mulheres negros. Porque nós não seremos reconhecidos nos imputando à dificuldade, teremos que retornar para aldeia. Você vai ter que retornar para aldeia, não vai adiantar o seu sacrifício, não vai adiantar. Eu perdi o meu DNA, eu perdi a minha história e o meu pertencimento, quando eu ousei ter saneamento básico, quando eu ousei ter ensino de qualidade. Quem fala é 1 indígena que nunca teve cotas, Foi menina de rua, virou atleta, pagou todos os seus estudos com a força das suas próprias pernas. Tenho nível superior, sou especialista, tenho mestrado, sou formada em transporte aromático, sou formada em relações exteriores, sou formada em política e estratégia pela escola superior de guerra, sou formada em liderança estratégica pela escola de comando em estado maior. Sou formada em relações exteriores, em defesa química, biológica, radiológica e nuclear. E eu fui mendiga no Rio de Janeiro e ninguém me ofereceu cotas. Quem me fez vencer foi o meu propósito, de ser tratada como igual ou de ser tão boa quanto vocês. Não apaguem a nossa história e a minha história como 1 mulher da Amazônia. Deem primeiro a todos nós povos indígenas, homens da floresta, a certeza de que teremos ensino de qualidade igual lá na ponta, porque o ensino que vocês dão para nós, não serve para nos qualificar ou nos deixar iguais. Precisaremos o tempo inteiro de cotas, cotas, cotas e mais cotas. E não dominamos sequer, muita das vezes, as 4 operações matemáticas. Está aqui, coronel Crisóstomo, indígena, oficial do exército brasileiro. Eu sou a primeira mulher indígena a ser oficial das forças armadas no Brasil e não fui selecionada por sistema de cotas, foi a meritocracia. O exercício e a força das minhas pernas que pagaram meus estudos. Fundei o primeiro serviço de fisioterapia de emergência do Brasil, com formação em transporte aeromédico e DQBRN. Sem sistema de cotas. A quem nós estamos defendendo? Brasileiros que defendam o seu país e a igualdade de direitos, ou ficar chorando a vida inteira por 1 história dolorosa do passado do qual não podemos voltar atrás. Não podemos voltar atrás na história, mas podemos transformar essa história com ensino de qualidade de base lá na ponta. Não deram. Aí dão cotas. Não deram pro segundo grau, dão cotas. Não deram pra universidade, dão cotas, dão cotas pro mestrado, dão cotas pra especialização, pro concurso público. Esses 30 por 100 indígenas não irão gozar deles, Serão negros que no final irão se beneficiar quando o indígena não tiver dinheiro pra voltar lá na aldeia. Porque ele precisa primeiro da autorização do cacique, do pajé, do espírito da floresta pra poder ser ele mesmo. Negros não precisam voltar da África pra África pra poder serem eles mesmos. Nós precisamos voltar pra aldeia. Não há justiça neste projeto de lei. Obrigada.
Deputado
Eu dou a palavra vossa excelência, só vou encerrar a votação, dou a palavra a ao deputado Pompeu que quer fazer registro e a deputada Érica que já havia pedido também. Está encerrada a votação.
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Sim, 323, não 106, está aprovado o requerimento. Já passo ao próximo, deputada Érica havia pedido primeiro, deputado Pompeu minuto pra cada e deputada Soraia, vamos na
Deputada
Presidente, primeiro eu queria aqui fazer minhas palavras deputado Chico Alencar, no que diz respeito à injustiça do corte de ponto dos trabalhadores empregados e empregadas da EBC, que utilizaram direito legítimo, que é direito de greve constitucional, e que não podem ser penalizado em função disso. Isso se resolve no processo negocial, aliás as reivindicações se resolvem sempre no processo negocial. E segundo dizer que 1 das formas de perpetuar o racismo é negálo, negar a sua existência. O que nós vimos aqui foi 1 negação de condições que são absolutamente evidentes por conjunto da sociedade. Nós temos ausência de luto da escravização neste país, e nós temos neste ano 2024, as mulheres negras as maiores vítimas de violência, as que ganham menos, as que ganham menos, as que primeiras são desempregadas, os jovens negros que recebem as balas que nunca são perdidas. Portanto nós temos inúmeros, inúmeros, e inúmeras evidências de que há racismo nesse país que precisa ser enfrentado. Esses que dizem que vai se dividir o Brasil, eles desconhecem a lógica racista, desconhecem e negam que este Brasil não fez o luto da escravização e é Brasil que não tem democracia racial. Esta casa respondeu bem e aprovou a urgência das cotas.
Deputado
Deputado membro dessa mesa, deputado
Deputado
Pompeu de Matos vossa excelência tem a palavra. Muito obrigado deputado sócio Cavalcante. Quero fazer o registro presidente, de pesar pelo falecimento de colega nosso, excolega nosso, deputado federal, Éden Rodrigues Pedroso, o nosso querido Éden Pedroso, lá da nossa querida amada cidade de Passo Fundo, onde nasceu, e onde teve 1 vida inteira de convívio com os amigos, grande parceiro, grande político, aliás profissional de qualidade fez carreira na receita na receita estadual, mais do que isso, advogado, formado, militante, foi deputado aliás fundou o PDT, ajudou fundar o PDT no Rio Grande do Sul, foi deputado estadual 1986 pelo PDT, deputado federal 1990, também pelo PDT, acabou concluindo o mandato já no Partido dos Trabalhadores, mas é 1 figura ímpar da política gaúcha, da política, e que fica esse registro por tudo o que ele foi, por tudo o que ele representou, pelo legado que o Éden Pedroso deixou aqui nessa casa, na Assembleia Legislativa gaúcha, ao nosso PDT a sua memória, a sua história fantástica. E quero aqui deixar aqui a homenagem a sua esposa Helena, os filhos Bianca, Rodrigo, Eduardo e dezenas centenas milhares de amigos que ele deixou pranteando o seu passamento. Que Deus o acolha nos campos dos. Que Deus o acolha lá nos campos do céu e que ele possa se encontrar lá com o Brizola, com o Getúlio, com o Jango, com os políticos que ele conviveu, com os quais ele divergiu, com os quais ele debateu, mas sempre com sua postura, sua retidão, a sua coerência, eu quero reconhecer isso na figura do Éden Pedroso, que foi político de scall de respeito e de conceito, eu aprendi muito com ele. Muito obrigado presidente. Nossa mensagem também de
Deputado
Condolências à família do excolega deputado dessa casa, somados a as falas de vossa excelência deputado Pompeu de Matos. Requerimento de urgência número 4 4 5 9 2024 requeremos com base no artigo 5 5 do regimento interno regime de urgência na apreciação do projeto de lei número 3 8 0 0 2024 que altera a lei número 8069 de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente, a fim de o sistema nacional de adoção e acolhimento. Para encaminhar o requerimento, deputado doutor Luizinho meu colega do estado, vossa excelência tem a palavra líder doutor Luizinho.
Deputado
1 honra estar aqui presidido por vossa excelência, dos maiores deputados desse parlamento. Boa tarde. Deputado só gente. Muito obrigado. Dizer da importância da criação do sistema nacional de adoção, 1 regulamentação realizada pelo Conselho Nacional de Justiça, que essa casa precisa tornar lei. O objetivo é que mais pessoas em todos os estados da federação possam ter transparência, deputada Erika, no sistema de adoção, que hoje tem 1 regulamentação muito estadual, e que a gente possa, que muitos brasileiros que querem fazer esse ato de amor, o ato de adotar 1 criança, possa sim acessar crianças que pra serem adotadas no nosso país, e hoje milhares de brasileiros saem pra fazer adoção fora do nosso país, país podendo adotar em território nacional. Por isso o Conselho Nacional de Justiça fez essa regulamentação e nós precisamos aqui aprovar presente sorte 1 medida legal pra garantir e dar lar a essas crianças que precisam ser acolhidas nas famílias brasileiras, por isso, o encaminhamento nosso também pelo nosso bloco União Brasil Progressistas e o restante pelo voto sim. O encaminhamento de vossa excelência por si só.
Deputado
Nem encaminhamento contrário nós temos, portanto, sendo assim a gente vai pra orientação de bancadas. Como orienta o bloco união PT federação PSDB Cidadania? Como orienta o bloco deputado Antônio de Paula Júnior, deputado Bloco MDB PSD Republicano Podemos. Pode orientar deputado Otônio? Adoções. Senhor presidente Posso? Eu estou como vicelíder hoje desse Pois não, então deputado Crivella. Fávoravelmente. Fávoravelmente. Como oriento o PL, dignesse
Deputado
O PL orienta sim, porque o principal objetivo do projeto, de lei, de fato, é unificar os cadastros de adoção existentes em todo o Brasil. Isso é muito bom e o PL é favorável nossa
Deputado
Sim, posso colocar sim pra todos? Apenas sim. Assim a gente adianta? É interessante, é sim, então rapidamente. Vamos lá. Como orienta a federação PT, PC do BTV? Já oriento
Deputada
Pela maioria e pelo governo também, presidente, nós somos favoráveis a essa urgência, achamos que é muito importante que essa casa responda às demandas que foram postas pelo pelo pelo conselho, na perspectiva de que nós tenhamos os 2 sistemas, o sistema de acolhimento e o sistema de adoção. Primeiro que isso assegura a transparência, e a política que está em curso no Brasil, ela diz respeito a 1 a 1 estratégia de convivência familiar e convivência comunitária. Essa política, as políticas permanecem como estão, mas ao unificar o sistema, você tira da fragmentação de unidade a unidade da federação, se possibilita o o mapa mais intenso sobre a própria demanda, e você possibilita que nós tenhamos passos seguros na perspectiva de que todas as crianças possam possam ser consideradas prioridade absoluta e detentoras, detentoras da doutrina da proteção integral. Existe política, existem políticas, famílias acolhedoras e outras que buscam inclusive, fortalecer, fortalecer a convivência familiar com as famílias que são as famílias estendidas, mas de toda sorte é fundamental que nós possamos assegurar os direitos das crianças. Criança e adolescentes são sujeitos, sujeitos de direito, diz a nossa legislação. Em 1 etapa muito peculiar das suas vidas, mas como aqui disse apenas reafirmo detentoras da política de proteção integral e da prioridade absoluta. É a única prioridade absoluta prevista na nossa constituição. Portanto processo que dá transparência, que unifica, que faz com que nós tenhamos mapeamento da demanda da do próprio país e ao mesmo tempo das nossas necessidades possibilita a construção de políticas públicas de maior qualidade e construção de políticas públicas para crianças e para os adolescentes. Por fim presidente, prioridade absoluta tem que ser de todo o estado, o estado da família, da sociedade, e o estado em todas as suas esferas. Esta casa, deveria ter como prioridade absoluta nossas crianças e nossos adolescentes bem como os outros poderes e o próprio poder executivo, para que nós possamos fazer valer os direitos fundamentais não apenas pra segurar futuro melhor, mas pra segurar presente com dignidade e com justiça. A gente percebe como como estar o país a partir de como estão as nossas crianças e os nossos adolescentes. É sim, sem
Deputado
Quero parabenizar ao meu amigo deputado doutor Luizinho porque o que nós estamos fazendo aqui nesta casa hoje é apenas colocando de forma legal aqui no parlamento aquilo que já foi sistematizado pelo nosso CNJ, que foi a formalização, a instituição do sistema nacional de adoção e acolhimento de crianças e adolescentes. O que nós estamos criando através desse projeto de lei que nós estamos hoje votando essa urgência, é dando transparência e unificação e para esse cadastro a nível nacional. Não é certo que 1 família brasileira precise buscar 1 criança fora do Brasil porque não tem transparência e não tem 1 visão única de como está esta adoção no Brasil. Então parabéns ao nosso querido amigo e colega doutor Luizinho por esse projeto de lei que nós estamos votando a urgência hoje. Doutor
Deputado
Como relator da nova lei de adoção, que foi eu tive a honra de na presidência do presidente Rodrigo Maia, relatar a nova lei da adoção com a contribuição e com a unanimidade da Câmara e do Senado, eu quero parabenizar vossa excelência porque a adoção é 1 pauta muito cara ao Brasil e às famílias brasileiras e ao nosso mandato também. Aqueles que forem pela aprovação do requerimento, permaneçam como se acham, aprovado. Requerimento de urgência número 4 4 7 meia de 2024, requeremos com base no artigo 5 5 do regimento interno, regime de urgência na apreciação do projeto de lei número 38 19 2024, que altera a lei número 13903 de 19 de novembro de 2019, que autoriza a criação da empresa pública NAV, na Avenida Brasil Avenida Brasil Serviços de Navegação Aérea SA, para encaminhar o requerimento a favor deputado José Guimarães. Não está, deputado Carlos Aratini vossa excelência tem a palavra?
Deputado
Senhores deputados, senhoras deputadas, esse projeto do executivo, elaborado pela Força Aérea Brasileira, é projeto que propõe que se crie 1 subsidiária da empresa NAV. A empresa NAV é 1 empresa que foi criada no governo passado, justamente pra tratar do controle aéreo do nosso país. Absorveu todo setor que era da Infraero e tem feito com que essa esse controle aéreo possa ser modernizado, já que vários recursos de tarifas aéreas são recolhidos pela própria empresa NAV. Agora está se discutindo, nesse projeto, exatamente a a criação de 1 nova empresa subsidiária que se chama Alada. O que seria Alada? Seria 1 empresa para gerenciar o programa espacial brasileiro, que é fundamental que seja desenvolvido. Essa empresa vai ter inclusive a função de administrar os lançamentos na base de Alcântara. Porque quando nós votamos aqui senhor presidente, o acordo com os Estados Unidos pra que a base de Alcântara pudesse fazer lançamentos com equipamentos norteamericanos, deixouse de constituir 1 forma de arrecadar os recursos dos lançamentos das empresas que utilizassem a base de Alcântara. Então esse recurso, em primeiro lugar, de alguns lançamentos que já foram feitos, foram cobrados valores muito abaixo dos valores de mercado de lançamento. Em segundo lugar, esse recurso vai para arrecadação geral do tesouro nacional, e não para o programa espacial brasileiro. O que se pretende aqui, é exatamente que essa empresa, essa nova empresa, criada a partir desse projeto de lei, ela possa gerenciar o programa espacial brasileiro, e ao mesmo tempo, fazer com que os recursos que venham do lançamento, dos lançamentos, sejam destinados à sua própria, o seu próprio funcionamento e sejam reinvestidos. Portanto é 1 empresa que vai ser completamente independente do Tesouro Nacional, vai sobreviver à base da arrecadação desse projeto, e não vai haver necessidade alguma de recursos do Tesouro Nacional, a não ser nos 2 primeiros anos, quando da sua criação, da sua implantação. Então, é avanço importante, nós vamos poder dar passo à frente no programa espacial brasileiro. E pedimos o voto de todos e todas favoráveis à urgência desse projeto. Muito obrigado.
Deputado
Falar contrário deputado Gilson Marques.
Deputado
Esse é o do tipo de projeto que decepciona. Deputado Tony, qual é a prioridade de governo, de estado? Saúde, segurança e educação. Alguém discorda disso? Todo dia nós falamos aqui que não tem saúde, segurança e educação. Que não tem. Aí, vem 1 proposta que faz o quê? Cria 1 subsidiária de 1 estatal. Já temos 700, que não cuidam de saúde, segurança e educação. 1 subsidiária de 1 estatal que já não deveria existir, criada em 2019, pra fazer o quê? Programa espacial brasileiro. Eu fico imaginando o a pessoa que está me ouvindo no sofá da casa, deputado Belinski, deputado Caveira, puxa ainda bem que os políticos de Brasília estão preocupados. Vão criar 1 estatal subsidiária, que vão dizer que é de graça, pra resolver programa espacial brasileiro. Pois é disso que o brasileiro faltava. É disso que nós precisávamos. Pois fala sério, nós precisamos fazer ao contrário, diminuir subsidiárias, diminuir estatal, diminuir gasto público, ter foco. Quem abraça muito aperta pouco. Por isso que não, se resolve saúde, segurança, educação, porque os recursos são desviados, desviados em todos os sentidos. Porque quando você deputado Zaratini, escolhe conscientemente botar recurso pra onde não precisa, você decide não ter material escolar, não ter remédio, não ter aparelho de raio x, tem hospital no Brasil no chão batido, máquina no cavalete, mas agora dinheiro para criar programa espacial brasileiro de 1 subsidiária, de 1 estatal que não deveria existir. É câncer, que está em metástase, está crescendo, evoluindo, e que nós não conseguimos mais pagar. Prova disso é recorde em arrecadação, recorde em dívida pública, quando deveria subir aqui na tribuna pra dizer, gente nós vamos economizar, não vamos mais retirar dinheiro de vocês, vamos focar naquilo que precisa. Fazem exatamente o contrário. Vamos gastar mais obviamente, o governo não tem da onde tirar senão do trabalho alheio, pra colocar em empresa subsidiária pra desenvolvimento de programa espacial, isso é 1 piada, de bom gosto. É óbvio que orientação tem que ser não, põem a mão na consciência. Obrigado.
Deputado
Bancadas como vota ao bloco união PT federação PSDB cidadania. Como vota o bloco MDB PSD republicano Podemos? Como vota o PL? Digministro presidente só.
Deputado
O PL vota contra, por quê? Nós já temos subsidiárias demais nesse governo. Agora, subsidiária na área espacial. Eu concordo que a esquerda viva no mundo da lua, mas não é por isto que vai querer também entrar no mundo aeroespacial. Até porque, nós já temos a agência aeroespacial brasileira. Não tem o porquê. É chuva no molhado, e pode continuar no mundo da lua, mas com a infraestrutura que nós temos hoje aeroespacial no Brasil.
Deputado
Federação PT, PCdoB, PV. Presidente, a
Deputado
Voto favorável a essa que é 1 iniciativa fundamental e estratégica para 1 inserção competitiva de melhor qualidade, com importância para o Brasil. Não se trata, como disse alguém há pouco, de buscar criar 1 subsidiária para gastar. Se trata de 1 subsidiária para arrecadar e para criar condições de fazer com que o Brasil tenha 1 participação ativa, tenha protagonismo do dos mercados globais em disputa de maneira estratégica no Brasil inteiro, no mundo inteiro. Nós temos lá no Maranhão o de Alcântara, em 1 operação que pode avançar muito, e é preciso que hajam esse suporte que o governo federal, o governo presidente Lulin caminhe o poder executivo pra que nós possamos modernizar esse aparato de suporte jurídico pra que o Brasil possa ter de fato a maior e melhor desenvoltura no mercado aeroespacial. Obrigado. A presidência.
Deputado
Solicito à senhoras, deputados e senhores deputados que registrem seus votos, está iniciada a votação. Já vou chegar aí.
Transcrição automática
Como orienta o PSB, eu perderia alguém dos blocos grandes até porque a votação nominal e seus liderados precisam de ter orientação se tiver aí as assessorias dos blocos união PP Federação PSB Cidadania e IMDB, por favor, com as orientações, como orienta o PSB? Como como orienta a federação pessoal rede deputado Chico Alencar? Federação.
Deputado
Voto sim, mas não deixa de externar 1 preocupação. Essa subsidiária, análise, não tem o seu controle acionário submetido, avaliado, limitado eventualmente pelo próprio está também no Congresso Nacional. Então tem essa lacuna, vamos esperar os relatórios, o procedimento, pra sempre acompanhar e fiscalizar como é nosso dever.
Deputado
Novo? Presidente, o novo orientar
Deputado
Não, obviamente que é não. E eu acho interessantíssimo que os mesmos que estão orientando sim, criticam quando bilionário Elon Musk coloca dinheiro do seu próprio Bosco para investir em tecnologia aeroespacial. Mas agora o dinheiro do povo pode ser utilizado pra isso. O dinheiro do trabalhador pode, daí não tem problema. É inacreditável como se gosta de de gastar o dinheiro alheio, principalmente por coisas que não são prioridade. O novo orienta não. Como orienta a maioria? Como orienta a minoria? E aí a presidente. Espera que tenha líder do qual bloco deputado é o? Pepêcio.
Deputado
PP, o bloco união PP federação PSDB Cidadania como orienta? Orienta sim o PP. Muito obrigado deputado. Como orienta a minoria? Deputado Paulo Belinski. Presidente.
Deputado
Elon Musk lança satélites nos Estados Unidos por 68000000 de dólares. O mesmo satélite lançado pela NASA, a estatal custa 2.2 bilhões de dólares. Esse é o exemplo da ineficiência do estado. Em tudo que o estado coloca à mão, você tem 1 prestação de serviço aquém do necessário por custo absurdo. É óbvio que a minoria orienta contra projeto de lei que quer criar mais estado, principalmente num estado das coisas, em que o particular o faz por menos da metade do preço, quarto do preço. Não sejamos razoáveis, somos contra o abuso do dinheiro público. Muito obrigado.
Deputado
Presidente, pela maioria. Pela maioria deputado. Primeiro eu acho que o o deputado que orientou anteriormente orientou pelo PP né? É pela pelo bloco união PP Federação PSD Cidadania realmente. Já colocou no painel.
Deputado
Presidente, eu acho que a oposição está confundindo as coisas aqui. Porque vê bem, essa mesma oposição quando era governo, lutou aqui pra provar o acordo de Alcântara, pra permitir que a Alcântara fosse utilizado pelo lançamento por empresas norteamericanas inclusive. Pois bem, agora nós precisamos arrecadar esse recurso. Esse recurso está, não está sendo não está sendo destinado à melhoria das condições de vida do povo brasileiro e o desenvolvimento do programa espacial. Ora, então é 1 contradição absurda. Ao mesmo tempo que quiseram fazer de Alcântara 1 lançamento dinâmico, agora querem impedir que o estado. Que o estado brasileiro possa arrecadar. Então, realmente é incompreensível o raciocínio da oposição, né? Nós queremos mais recursos para o Brasil, mais lançamentos no Brasil, mais utilização da base de Alcântara e consequentemente desenvolvimento científico e tecnológico para o nosso povo.
Deputado
Minuto presidente presidente gente pelo governo eu quero dizer só minutinho, só minutinho a gente tem terminando as orientações eu passo a vossa excelência. Tá. Opos agora é oposição, quem vai orientar pela oposição? Deputado Eli Borges. A máquina brasileira
Deputado
Está tão inchada, e tem tantas prioridades, onde agora criase encaminhamento para 1 subsidiária que vai trabalhar a questão espacial. É claro, e é de conhecimento de todos que esse tipo de proposta vai onerar muito o custo Brasil. Outra coisa, nós temos que chegar a essa tecnologia, mas estamos tão longe disso ainda, que hoje a iniciativa privada faria isso de maneira muito mais qualificada, sem que o dinheiro do erário público que tem outras prioridades possa ser utilizado nesta subsidiária, portanto orientamos não senhor presidente, entendendo que este não é o momento e o Brasil não pode ter isso como prioridade nesse tempo de crise. Obrigado.
Deputado
O governo deputado Rogério. Presidente a oposição.
Deputado
Está realmente perdido, essa empresa NAV, foi feita pelo governo passado, exatamente pra fazer com que pudesse ter investimentos tecnológicos esse era o discurso que os bolsonaristas faziam. Então eles próprio criaram a empresa. O que está sendo feito agora é tentar com que a gente possa arrecadar até pra que a empresa possa desenvolver pra aquilo que eles próprio pudessem criar. Mas agora estão contra, isso que eu digo é igual barata tonta, quer dizer não e sai por aí voando e batendo cabeça. É por isso que o bolsonarismo não leva a lugar nenhum. Aliás, aproveitar aqui pra cobrar do doutor GoNet, cadê o processo pra ser enviado ao Supremo Tribunal Federal pelo prisão do Bolsonaro pela tentativa de golpe, porque esse processo contra a democracia brasileira ele não pode permanecer, não é preciso defender democracia de acordo com o processo de lei. A orientação é sim. Não deu jeito, é muito importante. Deputado
Deputado
Presidente, eu quero responder à situação que disse que oposição estava radicalizando. Não é. Eu quero lembrar que a base de Alcântara, já existe, já existe, e no período do governo do PT ficou abandonado. Portanto, nós não queremos que criem nova subsidiária. É bem diferente comparar ao Câmara, que lá está, que o governo do PT deixou abandonado. Como eu digo, na boa, sem ofensa alguma, estar no mundo da Lua não exige que se queira avançar com subsidiárias na área espacial.
Deputado
Sim deputado Ottoni, pelo Bloco MDB. O MDB.
Deputado
Orienta sim, na verdade senhor presidente, eu eu eu sou contra, é assim a priori? Isso que a gente entende que é o aumento da máquina pública, não é? Agora, a gente tem que ser muito coerente. Quem criou a empresa foi o governo Bolsonaro lá atrás, do qual eu e vossa excelência fazíamos parte. Pelo que eu entendo, desse projeto, não está se criando a empresa, ou ou 1 nova empresa, não é isso? O que está se criando é 1 é 1 subsidiária de 1 empresa existente, ok? O bloco MDB PSD republicano podemos orienta sim senhor presidente.
Deputado
Solicito as assessorias, converse aí com os liderados, os líderes que estão presente em plenário. Eu preciso só passar aqui o número de segurança como já disse essa presidência não tem interesse em prejudicar nenhum, nenhum requerimento dessa casa. Eu só gostaria de perguntar se todos que estão em plenário já votaram, todos que estão em plenário já votaram, tem alguém que não votou vote por favor. E quem puder fazer contato com os liderados para que a gente possa passar pouco dos 400, parlamentares presentes, já temos presença na sessão de 454, para que a gente possa ter segurança da aprovação do requerimento. Deputado Zaratini, vou fechar com 399, não temos aí, todos do PT já votaram? Só pra segurança. Solicito a todos.
Deputado
Deputados e deputadas do PT que ainda não votaram, que votem pra que a gente possa concluir essa votação e solicito mais alguns minutos se o senhor puder nos aguardar senhor presidente, que é muito importante esse projeto pro desenvolvimento do nosso país.
Deputado
Agora, agora já a gente consegue garantir todos presente já votaram, né? Está encerrada a votação.
Transcrição automática
Nossa. Sim, 270, não, 133, está aprovado o requerimento. Requerimento de urgência número 15 28 de 2024, requeremos com base no artigo 5 5 do regimento interno, regime de urgência na apreciação do projeto de lei número 16 58 2024, que altera a lei número 9434 de 4 de fevereiro de 1997, que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dar outras providências, para instituir a doação informada em vida, para encaminhar o requerimento deputado Pela ordem. Delegado Paulo Belinski vossa excelência tem a palavra. Pela ordem. Aproveito.
Deputada
Deputado Paulo Belinski Pela ordem. Pela ordem. Eu estou vendo aqui requerimento de urgência de projeto deputado Paulo, que é o projeto meia 5 8 2024, que está pensado a projeto de 1000 autoria de 20 anos atrás, 15 anos atrás, projeto deputado marangoni, que trata do mesmo tema. Nós já votamos a urgência, a matéria está com o deputado Hugo Mota pra dar relatório, inclusive no projeto do deputado Paulo Belinski. E eu não entendo como é que a gente consegue votar 1 urgência em cima de 1 outra urgência já aprovada com o relatório não apresentado. Não, texto não é o mesmo, a matéria é a mesma. Na verdade todos tratam de tráfico de órgãos, ou de de, perdão, de, é que esse trem está tocando a minha mão, de transporte de de transplante de órgãos, todos tratam disso. Essa matéria está com o deputado Hugo Mota pra relatar. Não faz sentido vocês pegarem apensado dessa matéria e tirar mais 1 urgência que você já tem 1 urgência aprovada. Aí vocês me desmoralizam a mim, deputado Maragoni, deputado Hugo Mota, porque nós já estamos discutindo projeto que todos eles estão apensados. O mais antigo é projeto de minha autoria. E aí a gente vai aprovando as urgências dos dos projetos que estão, apensados, esquecem o principal então não vale a pena trabalhar nessa casa presidente. Deputada
Deputado
Entendi ou pela ordem de vossa excelência A pela mesma tem que ser apensada. Entendi pela ordem de vossa excelência, vamos transmitir a a secretaria geral da mesa, se trata só de requerimento de urgência, e aí depois a gente busca a solução pra este caso Consegue aqui outra vez foi isso. Entendi. Era o requerimento de urgência do
Deputada
Com o mesmo objetivo eu vim aqui conversei com o presidente Lira ele entendeu, sentamos eu e eu dei a coautoria do projeto pra gente discutir a matéria. E o deputado Hugo Mota foi convidado a relatar, mas isso tem acontecido, eu vou dar outro exemplo. Semana passada nós votamos projeto, inicialmente deputado Zé Guimarães, que tratava de tema. Deputada Silvier salvou a autoria, mas fez novo projeto. Só que naquele novo projeto existiam vários projetos de lei, não meus, mas eu sei que existiam, que tratavam naquela temática, que agora foram esquecidos, mas que todos estavam inseridos no que apresentou também a deputada Silveira. Então a gente tem que ter muito cuidado porque ninguém faz projeto de lei à toa aqui, ninguém está brincando aqui. Não, se você tem matemática, junta a matemática e respeita quem apresentou primeiro. Ou pela ordem de vossa excelência.
Deputado
É meritório, com certeza a secretaria geral da mesa e com a presidência depois buscará adequar esses requerimento de urgência a todos pra resolver essa questão. A palavra ao deputado pra defender o requerimento a favor, deputado e delegado Paulo Belinski.
Deputado
Obrigado presidente. Presidente, esse projeto de lei trata do transplante de órgãos de 1 forma muito moderna, por isso eu eu entendo a a insurgência deputada mas, veja, ele trata sobre a criação de banco de dados pra facilitar o transplante, ele trata sobre a utilização da declaração em vida, ele trata de 1 forma moderna deputada. Ele trata o principal problema que nós temos hoje no transporte, no transplante de órgãos no Brasil, que é a falta de autonomia da vontade. Essa é a grande dificuldade. Nós criamos banco de dados, nós criamos 1 integração entre os órgãos que fazem a captação e a destinação dos dos órgãos para transplante. Mas, antes da gente tratar sobre esse esse tema de forma técnica, eu queria esclarecer 1 parte do processo legislativo que muita gente não conhece, que é a parte pessoal. Então como eu tive contato com esse projeto de lei? Com esse tema? A doutora Maria Gabriela, me procurou, contando a história do pai dela o senhor Gilberto. A doutora Maria Gabriela dedicou a vida dela, depois que o pai teve acesso ao transplante de órgãos, a melhorar o sistema de transplante no Brasil. Esse tipo de missão pessoal, é o que move o mundo. É o que move o legislativo, é o que move o empreendedorismo, é o que move os nossos governantes. Então, deixando pouco a questão técnica porque hoje nós estamos falando só do regime de urgência. O que a gente quer aqui é reconhecer que o tema é urgente, merece ser votado em plenário de forma rápida e veloz, por quê? A cada dia que passamos sem esse projeto, temos mais dificuldade em operacionalizar o transplante de órgãos no Brasil. Por oportuno então, agradeço o trabalho da doutora Maria Gabriela, agradeço o trabalho dos de todos os médicos que foram envolvidos na confecção do texto, e peço então aos colegas que aprovem o regime de urgência. Aqui a gente vai trazer maior número de órgãos e consequentemente salvar mais vidas. Muito obrigado presidente.
Deputada
De ordem. Eu realmente vossa excelência vai ter que decidir. Projeto deputado Paulo é absolutamente meritória, eu tenho muitas conexões com o projeto porque eu entendo absurdo, na verdade o cerne da questão é, eu devo esperar a minha morte pra que a minha família decida ou eu posso simplesmente dizer que o órgão é meu, todos nós seremos doadores universais e se eu não quiser, eu declaro que não quero. Todos os projetos tratam na na essência do mesmo. Eu só queria entender porque que o projeto deputado Paulo Billins, que não está apensado ao projeto da deputada Aurora Carneiro, deputado Maragoni, se é o mesmo tema. Se é questão de hoje eu preciso partir. Não faz sentido presidente. Eu entendi. Eu não estou brincando. Como é que a Também. Então como é que a gente vota 1 urgência da urgência? Me explica.
Deputado
Aprovação da urgência não impede que as matérias depois fiquem correlatas num só projeto Mas ele não tem pensado desde sempre? Mas isso isso poderá ser feito pela presidência ou AAA0 alerta de vossa excelência Não entendi. Pela ordem, isso isso já já já será Gente olha só suficiente pra correção o que a gente está fazendo?
Deputada
A gente vai fazer o seguinte, a Soraia representa projeto, eu vou lá faço 1 modificaçãozinha e apresento o outro. A Soraia pede urgência pro dela, eu peço urgência pro meu. Aí eu gosto mais dela, voto no nela e não voto no meu. Isso não existe, presidente. Só que a câmara dos deputados isso não é 1 brincadeira a gente não está aqui à toa não é brincadeira isso eu acho isso absurdo é absurdo com os deputados é 1 falta de respeito com quem trabalha nessa casa é 1 falta de respeito com quem senta pra escrever. Então se você tem projeto de não sei quantos anos que trata desse assunto, você a pensa a todos, pega relator, senta como dizia o vereador Maurício Azevedo do Rio de Janeiro, senta a bunda na cadeira, junta todo mundo e acha texto que possa agradar a maioria da casa. É assim que eu tenho feito presidente, ao longo dos meus 9 mandatos. É assim que eu acho que funciona parlamento.
Deputado
Essa casa precisa diminuir na minha opinião pessoal e não estou falando como vicepresidente, falo como parlamentar apesar de estar na presidência, é de que a gente tem que diminuir o número de requerimentos de urgência nessa casa pra que as comissões funcionem como deve ser funcionar e os processos legislativo seguirem seu trâmite normal, aí nós não teríamos esse tipo de problema. Como orienta o bloco união PP federação PSDB cidadania? Como orienta o bloco MDB PSDB Republicano Podemos fazer encaminhamento Ah pois não, faz o encaminhamento deputada, pois não, enquanto isso O bloco união que ele tem vota sim senhor presidente. Obrigado pela orientação deputado. Doutor. Faço o encaminhamento deputado Soares. O seu primeiro vice agora.
Deputada
Presidente, é importante, não só fazer o encaminhamento, mas 1 reflexão. E a gente tem que entender, que é problema já antigo nessa casa por exemplo, deputada Laura, muitas vezes, há pouco tempo a gente estava discutindo os a deputada Bruna Fuland de São Paulo, trabalhou durante 8 anos, aí teve projeto que veio da iniciativa do Senado, tramitou mais rápido isso. Então, eu acho que isso é 1 questão regimental, mas eu fiz questão de subir aqui, presidente, pra falar desse projeto pela por favor encaminhemos mais minutos. Por favor corrigir o tempo, são 3 minutos presidente. Agora são os dias. É importante fazer 1 reflexão. Não há dúvida deputado Otoni, não há dúvida da questão de mérito. Nós temos hoje no Brasil, gente, pra dar 1 ordem de grandeza, 66000 pessoas esperando órgãos. Esse parlamento, esse congresso, votou 1 lei, deixando claro a livre manifestação de vontade. Só que o que a gente vê na prática, presidente Sóchenes, é o seguinte, 45 por 100 das famílias, elas se recusam porque elas têm dúvidas, se a pessoa queria ou não se manifestar. Muitas vezes, a gente encontra outras situações, pessoas que queriam, se manifestaram, mas a perda mexe tanto com a emoção, que quando a família lembra aquele órgão foi embora. E de e nessa proporcionalidade, nós temos, pra ter 1 ideia, por ano, 15000 transplantados, na fila, sendo executados 15000, mas nós temos 3000 possíveis receptores que as famílias não concordaram por ano, ou seja, traduzindo em miúdo, 10 pessoas que morrem por falta de informação. Então esse projeto de iniciativa do deputado Paulo Belinski, do qual eu já quero cumprimentar e cumprimento todos que pensaram nesse assunto, nós temos que lutar pela vida. Nós temos que votar esse ano, hoje, votar essa matéria. E o que que trata esse projeto? Criar 1 central, deputado bíblico, de informações. Se a pessoa está em vida, ela comunica central, é manifestação dela, independe da família. Se por acaso ela não se manifestar e a família quiser, aí sim ela toma decisão. O que nós não podemos jogar embaixo da terra aquilo que pode servir para salvar a vida. Então cumprimento deputada Laura Carneiro, e todos os autores que pensaram nesse tema, mas hoje, que a gente deixe, de morrer 10 pessoas por vida. Então eu quero cumprimentar, a advogada Maria Gabriela, que nos procurou na procuradoria da mulher, se movimentou com a necessidade das famílias. Cumprimentar deputado Paulo Belinski, me surpreendeu deputado, essa iniciativa, por isso eu faço questão de pedir que a gente pante com a maior brevidade possível que o. Pra concluir presidente, que o Brasil tem pressa, tem pressa de salvar vidas. Volto a dizer, 66000 pessoas na fila de espera dos quais 45 por 100 das famílias se negam por dúvida. Não há, haverá mais dúvida se nós tivermos 1 central de informação. É por isso que eu peço que essa votação seja unânime nesse plenário. Muito obrigado. Sim pra todos, pode ser, alguém.
Deputado
Podemos colocar alguém que destacar
Deputado
Desse projeto, a importância da doação, a importância de doar em vida. Na minha opinião, digo ministro presidente, todos deveriam ser doadores ao natural, e quem não quisesse, botasse 1 carta que não não quer ser doador. Tem que inverter esse jogo. Todos têm que ser ao natural doadores. Presidente. Como orienta a
Deputado
Pessoal rede. Pessoal orientação?
Deputada
A urgência, mas no mérito a gente vai discutir o texto. É 1 matéria muito importante, que precisa ser regulamentada, tem toda 1 discussão de doação compulsória ou não, de órgãos, então, no mérito nossa bancada quer discutir, mas na urgência sim. E eu reforço o pedido das minhas colegas, que eu acho que a gente precisa organizar melhor o que são essas urgências. Às vezes inclusive tem que são pensadas outras matérias que não têm nada a ver inclusive o mérito, sabe? E aí tem 2 que têm a princípio o mesmo mérito e estão sendo votada separadamente. Então acho que vale em algum momento a gente ter 1 conversa pra organizar essa rotina de votações aí.
Deputado
Precisamos dessa Mas vamos ver isso, entendi a questão da da deputada Laura, mas eu mesmo no exercício da vicepresidente nesses 2 anos, já cansei de atender pedido de colegas pedindo desapensamento de projeto e de outro, isso eu já cansei de atender, pedido de colegas e eu sei que é 1 praxe da casa, porque a secretária lamentavelmente tem acontecido vossa excelência acabou de dizer que está acontecendo porque a gente acaba atendendo os pedidos dos colegas e trazem trazemos tipo de problema desse, mas está aqui a secretaria geral da mesa, tenho certeza que o presidente Arthur Lira vai resolver esse problema e nós vamos buscar Eu posso só presidente simplificar questão de ordem com o artigo, deputado. 140 A posição estava na frente,
Deputada
Estando em curso, 2 ou mais proposições na mesma espécie, que regulam matéria idêntica ou correlata, é lícito promover sua tramitação conjunta mediante requerimento de qualquer comissão deputada ou presidente da câmara observandose que. Senhor presidente, eu requeiro nesse momento a pensação do projeto deputado Paulo Belinski e sua urgência ao projeto de lei de minha autoria deputado Balangoni.
Deputado
Já votada a urgência, pronto. Recolho a oposição pra decisão de ordem vossa excelência e passarei ao presidente Arthur Lira pra tomar deliberação sobre a matéria.
Deputada
De 2018 dos deputados Laura Carneiro e
Deputado
Ok senhor presidente, deputada em 1 posição nós encaminhamos sim, quero para
Deputado
Ao deputado Paulo Belinski, pela propositura, é muito importante a atualização. Parabenizar também a deputada Laura, peço ela calma, a senhora está certa, seu projeto é muito bom, vai dar tudo certo. Doutora Laura e doutora Belinski. O importante é que a câmara vai aprovar projeto que vai atender os anseios da sociedade. Assisti à razão à deputada Laura, assiste à razão à deputado Belinski, assiste à Razão Vossa Excelência que está conduzindo muito bem o plenário, e vai dar tudo certo quando for votar o mérito. O projeto de vossa excelência que é mais antigo, vai ficar à frente obviamente. Aqui agora é só urgência, vamos se acalmar, vossa excelência trabalha muito bem, deputado Bolívia trabalha muito bem, e esse projeto vai ser importante para o povo brasileiro para a atualização da matéria como bem falou o nosso querido Paulo Belinski e a nossa querida deputada Laura Carneiro do estado do Rio de Janeiro. Senhor presidente, federação.
Deputado
Federação PTPC do B PV. Senhor
Deputada
Gente esse projeto é projeto muito importante quando a gente fala da regulamentação e principalmente da doação de órgãos no Brasil, e é claro que a federação orienta sim, fortalecendo as políticas públicas de atenção à saúde. Chamo atenção aqui pro apelo da deputada Laura Carneiro, também que fez a questão de ordem aqui com base no artigo 142 do nosso regimento interno, pra que essas matérias correlatas não criem inclusive as prerrogativas de terem atropelamentos, principalmente no regime de urgência e como vem sendo conduzido alguns debates nessa casa. Portanto, quero aqui ressaltar que essa casa é 1 casa de construção de texto, é 1 casa de construção de propostas e que nós, com o trabalho que é feito aqui no dia a dia, devemos também ter a intelectualidade e a propriedade intelectual de cada projeto de lei sendo ressalvada. Por isso aqui também o apoio à proposição da deputada Laura Carneiro. Orientamos sim. Presidente,
Deputado
Está mais do que debatido, eu acho que a ausência não vai impedir absolutamente nada. No mérito quando for julgar o mérito, pegue o apensamento, a gente está discutindo aqui. Muito obrigado, deputado. Vamos vamos lá. A experiência de vossa excelência corrobora muito com essa presidência e agradeço muito. Mais algum
Deputado
Quer fazer orientação? O deputado Belir está lá pra orientar? Deputado Eli? Presidente. Assim qual qual orientação por Pelo nome do dia presidente. A a ori
Deputado
Como de todos esses Eu quero trazer à baila, fato ocorrido. Eu fui o autor da lei ou da resolução que mudou parte do regimento. Inicialmente teve 1 proposta de urgência feita pelos líderes, foi aprovada aqui, posteriormente, como havia precedência no meu projeto, o meu projeto se tornou o pai da mudança, é o que está acontecendo aqui. Todos vão ganhar com projetos 2. Eu não vejo nenhum problema de depois dessa urgência haver 1 pensamento na urgência anterior da deputada Laura. É apenas 1 questão de de de de conversa, de convergência tranquilo, o projeto é bom. É isso, é simples. Muito
Deputado
Pela ajuda também deputado, deputado
Deputada
É importante esclarecer porque isso vai pra decisão da mesa. Deixar claro o seguinte, primeiro existem 2 conjuntos de projetos que tratam da mesma ordem. O que que diz o regimento? Que é aquele que tem a o mais antigo, ou que entrou primeiro na casa. O o projeto deputado Paulo Belinski, no conjunto de projetos apensados, não tem requerimento de urgência. Votar requerimento de urgência não impede de julgar em conjunto a matéria. O então isso é 1 análise de mesa, não vai ser decidido agora. Por isso que eu quero parabenizar vossa excelência, que nós temos que votar o requerimento urgência. O deputado Paulo está pensado em projeto do Senado, que já foi votado no Senado e entrou nessa casa. Então agora a mesa tem que reunir ou não todos Pela. Pra que possa ser já no mérito. Então eu quero dizer o seguinte, votar a urgência não é votar o mérito, votar a urgência é quando essa casa diz, essa matéria precisa ser discutida porque urge salvar vidas presidente. Presidente,
Deputada
Esse projeto deputado Paulo Beninski, está apensado a projeto de cenário de 2017, mas que só chegou na câmara em 2019. Portanto o meu projeto 2018 é anterior. Portanto é ele que puxa todos os projetos, inclusive o do Senado. Nós aprovamos a urgência ao projeto da deputada Laura Cardeal, deputado Malangoni. O que significa dizer que toda a árvore sob a qual está o projeto deputado que tem que ser apensado ao projeto da Câmara dos Deputados de 2018 senhor presidente porque a regra é posterior e que eu entenda existe Natal de direito líquido e certo adquirido antes. Portanto, o projeto que tem que ser projeto principal é deputado Marangô e da deputada Laura Carneiro. Deputado
Deputado
Essa casa tem primeiro presidente Lira que vai decidir isso com maestria, além dos técnicos exemplares que temos de técnica legislativa, que fará a análise correta pra tomar a decisão oportunamente. Deputado Paulo Belinsto também pediu Presidente, vai levar a votação, tá? Esclarecer.
Deputado
Deputada, esclarecer pra todo mundo que está acompanhando essa discussão, que existe 1 diferença muito importante entre o meu projeto e o projeto dela. Qual é a diferença? Projeto da deputada, fala sobre doação presumida. A doação presumida já foi caso de insucesso no Brasil. O meu o meu projeto não trata de doação presumida, meu projeto trata de cadastro positivo, Diz respeito à manifestação da vontade, diz respeito ao indivíduo dizer que deseja ser doador de órgãos, não há 1 imposição. Esse, essa tentativa de cadastro positivo já falhou no Brasil. O que nós trazemos é 1 inovação positiva. Muito obrigado. Isso é
Deputado
Daqui a pouco nós chegaremos a ele. Aqueles que forem pela aprovação do do requerimento, permaneçam como se acham. Requerimento aprovado. Regimento de urgência número 4 4 8 5 2024 requeremos com base no artigo 5 5 do regimento interno regime de urgência na apreciação do projeto de lei 30 e 18 de 2024, que altera a lei número 12858 9 de setembro de 2013, para incluir as políticas de assistência aos estudantes da educação superior e da educação profissional, científica e tecnológica entre as prioridades para recebimento de recursos do fundo social, a lei número 14914, de 3 de julho de 2024, para dispor sobre a aplicação de receitas para atendimento a estudantes beneficiados por políticas de ação afirmativa de reserva de vagas da educação superior e da educação profissional científica tecnológica pública federal. Para encaminhar o requerimento deputada Soraia Santos. Presidente
Deputada
Projeto é muito simples, embora ele faça total diferença. Esse projeto, ele faz 1 reserva, né? 1 reserva financeira, porque a legislação, onde cria o fundo social, onde serão repassados o programa nacional de assistência estudantil, o PNAIS, ele reserva 1 parcela dessa, justamente para a educação e para a saúde. Ele também, além de apontar os requerimentos, esse projeto que é de iniciativa do senador David Alcolumbre, teve correlatora, lá no Senado, a professora Dorinha. E, com brilhantismo que sempre atuou na educação, ela expandiu esse projeto, que passa abranger não apenas o, mas também outras políticas com finalidades semelhantes que possam surgir no futuro. Então ela já faz 1 previsibilidade de assistência, senhor presidente. A senadora também, ela faz ajuste pra quê? Pra atender os estudantes com recortes de maior Para atender os estudantes com recortes de maior vulnerabilidade. Portanto, ela reserva valor fundamental para garantir a estudantes da educação superior e profissional científica e tecnológica pública pra receber, portanto, dinheiro desse fundo que tem que ser como todo fundo, indicador de transformação da sociedade. E como que a gente transforma a sociedade através da educação? É através da formação, porque se há 1 dignidade depois da dignidade da vida, é a dignidade de você poder se formar bem e colocar comida na mesa. É assim que 1 nação se transforma, do qual eu podia pedir a cada liderança que pudéssemos também fazer por aclamação, porque ninguém aqui é contra a educação, a educação inclusiva, a aprovação desse requerimento na maior prioridade possível.
Deputado
Muito obrigada presidente. Obrigado a vossa excelência como orienta o bloco união PP federação PSDB cidadania? Como oriental a sim deputado bloco orienta sim senhor presidente. Posso colocar sim pra todos? Não Não? Dá o tempo. Então vamos lá sim como oriento. O o PL de
Deputado
Presidente orienta assim em questão de reconstruir a educação sempre é bemvindo. Como orienta o novo então?
Deputado
Não por motivo simples, que inclusive pode ser corrigido e fica aqui a sugestão. Existe o redirecionamento de recursos para o ensino superior. O ensino superior já gasta 3 vezes mais que a educação básica. A gente precisa inverter. Então qual é o objetivo? Que os recursos não sejam redirecionados, tirados da educação básica. Somente por conta disso a nossa orientação não. Obrigado presidente.
Deputado
Só 1 pergunta deputado, isso não é mérito? Que aí nós não temos como discutir mérito agora, é é urgência. Se a sua sugestão pra ser acatada, entende? Se for acatada já alterou a população. Mas nós não temos ainda o mérito, nem o relator, nem nada, mas tudo bem. Se a gente for alterado a gente recomenda o sim presidente. Ok, já entendi. Não, vou manter aqui porque a gente não tem como como saber Presidente. Como orientar a federação PT PC do BPV. Primeiro senhor presidente que eu quero
Deputada
Que investimentos na educação, seja na educação infantil, na básica e principalmente no ensino superior nunca pode ser considerado pela câmara federal e pelo congresso nacional. Portanto, acerta mais 1 vez essa casa em aprovar a urgência de projeto que está sinalizando para aqueles e aqueles e aquelas que ralam dia e noite pra estarem estudando nas universidades federais e tenham condições de concluir o curso. Nós estamos, senhor presidente, no mês de novembro negro e infelizmente há muitas taxas de abandono principalmente por estudantes que têm condições hoje no dia a dia de não terem as condições de conciliar os investimentos que são necessários para eles se manterem no curso superior Portanto, esse plenário acerta mais 1 vez em aprovar essa urgência e quiçá nós possamos aprovar. Ainda nesse mês de novembro dando recado pra toda sociedade brasileira que nós nos importamos com a educação e o ensino superior do nosso país. Muito obrigada. Quem mais quer orientar
Deputado
Bloco MDB deputado Antônio e depois passo lá. O bloco
Deputado
Sim. Senhor presidente, o governo Lula só pode estar de brincadeira, só pode estar de brincadeira. Ele criou a secretaria nacional de apostas esportivas para fiscalizar o setor das só que escolheu o senhor Rocco Neto para liderar essa secretaria. O senhor Rocco Neto, segundo a imprensa, ele já chefiou a associação em defesa dos jogos e e apostas, ou seja, como é que o governo coloca alguém que já chefiou 1 associação que defende as teoricamente, os jogos de aposta para tomar conta de 1 secretaria que vai chefiar e fiscalizar o setor, ou seja, é a raposa cuidando do galinheiro, só mais 30 segundos. Não é possível que o governo esteja tratando esse assunto das que é assunto tão sério com seriedade, colocando esse senhor que foi o lobista das então o governo faz discurso preocupado com a população, mas na prática o lobby das está dentro do governo Lula e está comprovado por esse lobista de que foi.
Deputado
Nomeado pelo governo. Como orienta ao PSB? Senhor presidente, nós do PSB temos a.
Deputado
Compreensão da importância desse tema, queremos ser favoráveis de forma unânime a esse a urgência, até porque pra nós, investir em educação não é 1 despesa, não é custo, é investimento. E quanto mais nós pudermos investir em educação nós vamos ter cidadãos e cidadãs mais preparados pro mundo do trabalho, pra vida, pra todas as áreas e portanto o PSB vota assim.
Deputado
Presidente? Presidente. Vamos vamos seguir, federação PSOL rede, deputada Cabral Kant. Presidente, o pessoal.
Deputada
A Federação Pessoal Rede orienta sim, tratase de 1 matéria extremamente importante porque vai trazer a maior democratização ao ensino superior técnico científico porque trata de políticas de permanência estudantil. O Brasil precisa democratizar o principal direito social, que é o direito à educação, garantindo condições de acesso e permanência dos estudantes. E esse projeto vai nesse sentido, sobretudo porque ele vai jogar luz aos estudantes que estão já na política de cotas e que necessitam de amparo mais significativo para que continuem exercendo seu direito. O a federação. Até mais. A federação pessoal rede, com coerência histórica na defesa da educação do acesso de todos, orienta sim.
Deputado
Como como oriental, maioria? Maioria, maioria favorável.
Deputada
É preciso que nós entendamos que você priorizar a assistência estudantil é você priorizar que todas as ações para que você democratize o ensino superior, o ensino profissional, elas passam a ter efetividade, porque não adianta apenas assegurar o acesso. É muito importante que você possa assegurar as condições pra permanência, pra permanência dos estudantes no ensino superior, enfim, o que está agora sendo efetivado no que diz respeito a priorização do próprio fundo. Investir em educação significa investir, investir num país com soberania nacional. Soberania nacional pressupõe educação. Investir em educação significa investir numa população que tenha consciência crítica e que possa assegurar a democracia e a liberdade. Portanto, maioria bota 5. Minoria, senhor presidente.
Deputado
Por divergência da bancada do PL do novo
Deputado
Iremos liberar a bancada. Eu queria agradecer aqui a presença, do presidente da ASOF, que é 1 associação de oficiais da polícia do governo militar do estado da Paraíba, o senhor Major Brito, o tenente Galdino, o tenente Diniz e a tenente Aline Rosa, junto com o advogado da associação que representa também os oficiais da polícia e Bombeiro Militar do estado da Paraíba, senhor presidente, com lutas constantes em defesa da segurança pública do nosso estado e do nosso país. Primeira vez que eles estão aqui no plenário da Câmara de Deputados, sejam sempre bemvindos em defesa da segurança pública da Paraíba e do Brasil. Muito obrigado senhor presidente. Oposição
Deputado
Governo sim. Oposição a oposição senhor presidente libera? Oposição libera.
Deputado
Senhor presidente, e gostaria aqui de lembrar o plenário, e a população que está assistindo em casa, o descaso do governo Lula com a saúde pública, senhor presidente. Muito grave a situação que o Brasil está nesse momento. Se os senhores não sabem, quase 60000000 de doses de vacina vencidas no governo do descondenado Lula, que infelizmente senhor presidente, é a maior desde 2008, onde o descondenado Lula também era presidente. Já não basta os 11 estados e o DF que o governo Lula está faltando vacina, 1 situação muito difícil e complicada do povo brasileiro, e o governo Lula perdendo vacina, não distribuindo vacina, por conta da irresponsabilidade da pasta e do senhor presidente da república. Aí eu pergunto aos senhores, que quando o presidente Bolsonaro vinha aqui do plenário, e os senhores nas redes sociais, e a comunicação, vão chamar Lula agora de genocida?
Deputado
Orienta sim, ok? Aqueles que forem pela aprovação do requerimento, permaneçam como se acha, requerimento aprovado. Projeto de lei número 699 2023 do senado federal, discussão em torno antes antes chamar o próximo item, deputada Atalir tinha me pedido tempo de líder. Posso passar o próximo item ou posso? Obrigado deputada. Quem o, ah o Pompeu desculpa o Pompeu tinha me pedido 2 minutos, vossa excelência tem a palavra pro time. Presidente, na verdade eu quero aqui
Deputado
O registro prefeito, presidente, fazendo e dando voz a queixa de muitos cidadãos gaúchos que são angustiado em função da falta de energia elétrica lá no Rio Grande do Sul, é lamentável, foi privatizada a CE e a Equatorial assumiu e olha dá vento você vai a luz, chove vai a luz, se arma tempo no céu vai à luz, volta o sol não volta à luz, não tem luz. Eu aqui recebi reclamações de várias regiões do Rio Grande, e mais especialmente em Santo Antônio da Patrulha, inclusive vou dizer o nome Daniel Costa da Silva, cidadão que em nome de 30 40 50 moradores que não tem luz, e numa região onde tem 150 famílias, 140, 140 famílias, que agora não tem água, porque a água é 1 rede própria, e precisa de energia pra tirar água do poço pra colocar água na rede de água dos moradores, não tem energia, agora falta água. Sabe aquela coisa, localidade que reluz, de dia falta água e de noite falta luz, E os moradores estão assim angustiado, apavorado, lá na localidade atravessa Maria, na localidade do terceiro distrito da ferrovia velha, em Santo Antônio da Patrulha. Presidente, é difícil alguém reclamar algo de 1 localidade no congresso nacional na câmara dos deputados, mas eu estou dizendo desta localidade que não tem água, porque não tem luz, e lá fazem dias, 7, 8 dias sem água, agora sem luz. E a Equatorial que comprou a CE pelo preço de cavalo criou, ou seja, por 100000 reais, agora não entrega luz e não entregando luz não tem água. Esse é o drama que o Rio Grande está vivendo. E eu quero dizer deputados gaúchos que ajudaram vender a serra, estou pedindo pra eles vão lá levem água, nem estou pedindo luz, luz não vai vim, Equatorial não vão entregar entregar luz, mas pelo menos levem água pros moradores, porque a luz vai chegar o dia que a galinha cria dentro e o sargento Garcia aprendeu o Zorro, ou no dia de são nunca, porque a Equatorial não faz, não faz, não faz e acredito que não vai fazer. Lamentado.
Deputado
Pelo tempo de liderança pessoal deputada Taliria. Ah desculpa pela bancada negra deputada Taliria Petroni vossa excelência tem a palavra. Obrigada.
Deputada
Vou tentar ser rápida, apenas para registrar o tema, que é o tema que tomou o Brasil nas últimas semanas. Colegas, todo mundo aqui, deseja ter vida além do trabalho. Quando a sessão vai até tarde, todo mundo espera a sessão acabar, pra poder tomar sua cervejinha, pra poder descansar. A gente fica, de forma ansiosa, esperando o momento que vai ter, pra conviver com a nossa família, com os nossos filhos. Eu fico esperando final de semana que eu não vou ter trabalho, pra ficar com a minha Moana, com o meu kaluaã, com as minhas crianças. Colegas, tem que existir vida, além do trabalho, pra existir felicidade. Mas isso, não é fácil pra alguns trabalhadores. Como que faz a caixa de supermercado, que tem 2 filhos, 1 creche que não funciona, tem 1 jornada de pelo menos 8 horas, 6 vezes na semana, tem que pegar às vezes transporte de 2 horas pra chegar no trabalho, mais de 1 hora e meia que já não é mais horário de rush, pra voltar pra casa. Acabou, são 12 horas, em dia só. E são 12 horas, 8 vezes na, 6 vezes na semana, sobra dia, pra ela ir no supermercado, pra ela conviver com seus filhos, pra ela poder ver filme, pra conviver com a sua família, como faz o atendente da farmácia, o porteiro, pra essas pessoas, a possibilidade de ter vida, além do trabalho, ela é impossível, porque há 1 super exploração num país, que há menos de 150 anos a escravidão era lei, 1 super exploração inadmissível. Esses trabalhadores hoje, eles não vivem, sobrevivem e sobrevivem mal. 50000000 de trabalhadores do Brasil, Tarcísio, ganham salário mínimo, ou seja, você é super explorado, com 1 renda insuficiente pra dar conta inclusive de sustentar sua família. A média da cesta básica, em São Paulo, é 1200 reais. Você leva 90 por 100 do salário mínimo pra cesta básica, e sendo super explorada. E a quem tem servido à superexporação. Na última década, houve aumento da renda dos por 100 mais ricos no Brasil, que de 4 vezes mais do que a média da renda do trabalhador brasileiro. Você super explora pra aumentar a renda de quem já é milionário. E não estou falando quem é classe média, tem apartamentozinho ali, eu estou falando dos por 100 mais ricos. É fundamental. E aí eu deixo o meu abraço, meu agradecimento à minha líder, à nossa líder da bancada do pessoal, Erika Hilton, por acolher a demanda do movimento, criado por vários companheiros, entre eles também o nosso vereador eleito no Rio de Janeiro, o vereador Rick, e trazer pra esse parlamento, essa necessidade que é histórica de redução da jornada de trabalho. Isso tem a ver com saúde mental, o Brasil é o segundo consumidor do mundo, de antidepressivo. E tem gente que nem sequer tem como comprar antidepressivo e adoece, fique afastado do trabalho, reduzir a jornada de trabalho que já é 1 tendência no mundo inteiro, deputada Érica, é bom pro Brasil, é bom pra economia. Primeiro porque não existe economia sem trabalhador. Vamos pensar se todos os trabalhadores que sustentam a cidade, o que porteiro sustenta a cidade, a trabalhadora da farmácia, a caixa de supermercado, a trabalhadora doméstica, todos nós que estamos aqui pra estarmos aqui na política, tem trabalhadores super explorados, que com seu trabalho, possibilitam a gente aqui ocupar a câmara federal e o congresso nacional. Mas é bom também pra economia, é bom para a saúde mental, é bom para o Brasil, e está na hora de entender, que embora essa seja 1 bandeira, trazida pela esquerda, e a esquerda não está morta não, ela está lá dos trabalhadores, e por isso essa pauta, que representa 1 demanda dos trabalhadores brasileiros, ganhou 1 repercussão nacional. Mas ela não é 1 pauta da esquerda, ela é 1 pauta do Brasil inteiro e por isso apelo para que os partidos que defendem trabalhadores, ou que entendem o seu papel enquanto deputados aqui, se some assinando essa PEC, que sem dúvida vai garantir dignidade pra cada trabalhadora e trabalhador no Brasil presidente, obrigado.
Deputado
Projeto de lei número meia 9 9 2023 do Senado Federal, discussão em turno único projeto de lei número meia 9 9 de 2023 que institui o programa de desenvolvimento da indústria de fertilizante Profet, altera as lei número 10925 de 23 de julho de 2004, número 9430 e 27 de dezembro de 1996, e a lei número 12430 e de 24 de junho de 2011 dá outras providências, tendo parecer da comissão de minas e energias pela aprovação deste subcom substitutivo relator deputado Júnior Ferrari, pendente de pareceres. Para oferecer parecer ao projeto pelas comissões de indústria, comércio e serviço de agricultura, pecuária, abastecimento e desenvolvimento rural, de finanças e tributação e de constituição, justiça e de cidadania e é concedo a palavra ao deputado Júnior Ferrari, vossa excelência tem a palavra deputado.
Deputado
Que me deu o privilégio de relatar esse projeto tão importante para a economia do Brasil. Agradecer especialmente também ao senador, autor do projeto Laércio Oliveira, que com muita competência, muito brilhantismo e habilidade, conduziu esse projeto no Senado Federal. Ao meu colega deputado estadual Ebaí de Melo, presidente da comissão de agricultura, deputado atuante, que também é autor do projeto que está pensado ao projeto original. Muito obrigado pela sua contribuição. Antes de ler, eu queria fazer umas ponderações. O país, o nosso Brasil hoje, ele depende mais de 85 por 100 de importação dos fertilizantes para o nosso agronegócio. Essa dependência, senhoras e senhores deputados, é muito perigosa. É muito preocupante, porque isso pode dar colapso na nossa economia. Veja a situação da guerra entre a Rússia EAEA Ucrânia. Bastar se os países impedirem o transporte de fertilizantes, o país ia ficar numa situação muito difícil. Todo mundo sabe, que o Brasil é dos maiores exportadores de alimento do planeta, mas dependemos dos fertilizantes mais de 80 por 100. E nós consumimos, 8 por 100 de todos fertilizantes do mundo, 8 por 100. Daí a importância desse projeto que ele visa justamente incentivar a aquisição de equipamentos e a instalação de planta produtores, com isso, gerando empregos, renda e oportunidades, além do impulsionamento da nossa economia. Esse projeto, ele é vai muito mais além no que só pertinente no que tange a economia, mas também ele é projeto de suma importância para a segurança alimentar do nosso país. Em virtude do nosso texto, do substantivo já se encontrar disponibilizado no sistema, vamos pedir licença para leitura direto ao voto. Parecer de plenário pelas comissões de indústria, comércio e serviços, agricultura, pecuária, abastecimento, desenvolvimento rural, finanças e tributação e constituição e justiça. E de cidadania ao projeto de lei número meia 9 9 de 2023 e ao PL número 4 3 7 de 2024, apensado. Projeto de lei número meia 9 9 de 2023, institui o programa de desenvolvimento da indústria de fertilizantes Profético, altera as lei número 10925 de 23 de junho de 2024, número 9430 de 27 de dezembro de de 1996, e o número 12400 e de 24 de junho de 2011, das outras providências ao todo senador federal Laércio Oliveira, relator deputado Júnior Ferrari. Voto. Merito. O presente projeto de lei, que institui o programa de desenvolvimento da indústria de fertilizantes, apresentase como 1 iniciativa estratégica e necessária para o fortalecimento do setor de insumos agropecuário brasileiro. Sua implementação é fundamental para reduzir a carga tributária que atualmente onera e compromete a viabilidade econômica de projetos estruturante voltado ao desenvolvimento e a consolidação da indústria nacional de fertilizantes. As medidas proposta no Profet são resultados de aprofundos estudos realizado no âmbito do plano nacional de fertilizantes de 2022 a 2050, instituído pelo decreto número 10990 e de 11 de março de 2022, que visa o fortalecimento das política de incremento de competitividade da produção de fertilizantes no país, tendo como objetivo principal reduzir a dependência externa desses insumos atuais de 85 por 100 para 45 por 100 até 2050. O Profético constitui a primeira momento do antigo regime de incentivo ao desenvolvimento da infraestrutura da indústria de fertilizantes. A inviabilidade econômica financeira de investimentos em razão da expressiva carga tributária brasileira de apoio reconhecida em diversos setores, sendo necessária a concessão de regimes especiais de tributação que desoneram a aquisição nacional ou estrangeira de bens e serviços como de forma de incentivo à implantação de projetos para setores considerados estratégico para desenvolvimento nacional. Embora o Brasil seja dos maiores produtores e exportadores mundial de alimentos, a indústria de fertilizantes do país não se mostra competitiva. Tal fato está intisicamente vinculado à falta de incentivos e de ambiente propício ao desenvolvimento deste setor. Apesar de o Brasil responder por 8 por 100 do mercado global de fertilizantes, a demanda brasileira tem sido atendida via importações, que hoje representa em torno de mais de 85 por 100. De acordo com a Comex State, em 2024, as principais origem de importações de fertilizantes nitrogenados foram a Rússia, a China, o Catar e os Estados Unidos. Para os fosfatados destacaramse o Egito, a China, o Marrocos e Israel. Já para os fertilizantes potássicos, os principais fornecedores são a Russa, os Ebequistão e a Belarus, que que responderam por mais de 50 por 100 das aquisições brasileiras. Pelo exposto, a forte dependência externa deixa vulnerável à agricultura brasileira, com risco à segurança alimentar da população, o que requer medidas que viabilize o aumento da produção nacional de fertilizantes, insumo estratégico para a produção de alimentos no país para tal, tornase essencial a deterioração tributária do setor de fertilizantes do que trata o projeto de lei. O projeto de lei número 4370 e de 2024 do deputado Evair de Melo, possui diagnóstico semelhante e também busca fortalecer e expandir a produção nacional de fertilizantes por meio de suspensão de tributos para empresas que investirem na implantação e expansão ou modernização de infraestrutura de produção de fertilizantes. Adequação orçamentária e financeira. O regimento interno da Câmara de Deputados, e a nova interna da comissão de finanças e tributação define que o exame de compatibilidade ou adequação se fará por meio de análise de conformidade da proposição com o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e orçamento anual. Além de além disso prescreve que também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesas pública são consideradas como outras normas especialmente a Constituição Federal e à lei de responsabilidade fiscal. O artigo primeiro, parágrafo primeiro, do da BNICFT, define como compatível a proposição que não confide com as normas do plano plurianual da lei de diretrizes orçamentárias de lei orçamentária anual e das demais disposições legais em vigor. Da análise do projeto de lei número 699 de 2023, PL meia 9 9 2023, do apensado projeto de lei número 4370 e de 2024, bem como substitutivo aprovado pela comissão de Minas e energia, depreendese que há impacto no orçamento da união sob forma de renúncia da receita, devendo a tramitação da proposição subordinação aos ditame do artigo 14 da lei de responsabilidade fiscal e da lei de diretriz orçamentária de DO, e do artigo 113 do Sato de exposições constitucionais transitória da Constituição Federal. O artigo 14 da LRF exige estar esta proposição acompanhada de estimativa do impacto orçamentário financeiro no exercício em que deve iniciar a sua vigência nos 2 seguintes, bem como atender o disposto da LDO e, pelo menos 1 das condições alternativa, 1 condição que é proponente, demonstra que a renúncia foi considerada na estimativa da receita lei orçamentária que não afetará as metas de resultados fiscais previstas no anexo próprio da LDO. Outra condição alternativa é que a proposição esteja acompanhada de medidas de compensação no período mencionado por meio de aumento de receita provenientes da elevação de alíquotas, de ampliação da base de CAPO ou de majoração ou criação de tributo e contribuição. No mesmo sentido a LDO estabelece que as proposições legislativas do que trata o artigo 59 da constituição, as suas emendas e os atos, infalegais que importe renúncia de receitas ou criação ou aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado nos termo do artigo 14 do artigo 17 da LRF. Deverão ser instruídos com demonstrativo do impacto orçamentário financeiro no exercício que deve entrar em vigor e nos 2 exercícios subsequentes, detalhando a memória de cálculo. A LDO ainda dispõe que as proposições legislativa que concede, renove ou amplie benefícios tributários deverão. A, conter causa de vigência de no máximo 5 anos. ITB, estar acompanhadas de metas e objetivos preferencialmente quantitativos. Se designar órgão gestor responsável pelo acompanhamento e pela avaliação de benefício tributário contra com, consecução das metas e dos objetivos estabelecidos. Por fim, e não menos relevante, a emenda constitucional número 95 de 2016, conferiu o status constitucional à disposição prevista na LRF e na LDO, as quais tem orientado o exame de adequação orçamentária e financeira por parte desta comissão. Neste sentido o artigo 113 do ato das disposições condicionais transitórias reforçou o controle sobre alteração legislativa geradoras de impacto orçamentário, ao estabelecer a proposição legislativa que crie ou altere despesa obrigatória ou renúncia de receita deverá ser acompanhadas de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro. O projeto de lei número 699 2023 está baseado em renúncia de receitas da união, promovendo assim impacto fiscal cujo montante foi explicitado na nota técnica. A estimativa são em torno de 4500000000 de reais de 2024, de 480000000000 de 2025, e 493000000000 de 2026. Considerando a necessidade de limitar o custo anual e total da medida, propõese novo substantivo para limitar a renúncia fiscal, com 1 trava presente no valor de bilhão e 500000000 anuais, até o máximo de 7500000000 de reais durante a vigência da nova lei que é de 5 anos. Em conformidade com o disposto no inciso do artigo 14 da LRF, o valor da renúncia será consignado nas leis orçamentárias durante a vigência do programa. Em fase desse aspecto restos atendidas a exigências e condições estabelecida pelo dispositivo constitucionais infraconstitucionais anteriormente citados, reconhecendose que a matéria em exame se mostra adequada e compatível sobre a ótica orçamentária e financeira. Presuporte de constitucionalidade. Observamos que ainda existe objeção quanto aos pressupostos de constitucionalidade ao PL meia 9 9 e ao ao pensado PL 4 3 7 de 2024. As proposições atende os preceitos constitucionais formais com concernente à competência legislativa da União e e as atribuições atribuições do Congresso Nacional no exato termo dos artigo 22, inciso 48, 59, inciso 3 e 60 e da Constituição da República. No que respeita a constitucionalidade material, também há harmonia entre a as proposições e a disposições da lei maior. Com relação à juridicamente, os projetos se revelam adequados. O mês escolhido é apropriado para atingir o objetivo pretendido. Os respectivos conteúdos possui generalidade e se mostram harmônicos com os princípios gerais do direito. No tocante à técnica legislativa, as proposições se amoldam aos preceitos da lei complementar número 95 de 1998, que dispõe sobre a elaboração, alteração e a consolidação das leis. Conclusão do voto. Anti exposto no âmbito das comissões de indústria, comércio e serviços e de agricultura, pecuária, abastecimento, desenvolvimento rural, somos pela aprovação do projeto de lei número 699 de 2023 e do seu atentado PL número 4370 e de 2024 e do substantivo adotado pela comissão de Minas e energia CME na forma do substantivo da comissão de finanças e tributação. Na comissão de finanças e tributação, somos pela compatibilidade e adequação financeira orçamentária do projeto de lei número 699 de 2023 e do seu apensado PL 4370 e de 2024 e do substantivo adotado pela CME na forma do substantivo em anexo, que saneia a inadequação da matéria e no mérito pela aprovação do projeto de lei número 699 de 2018, seu apenadodo PL número 4370 e de 2024, e do substantivo adotado pela CME na forma do substantivo anexo. Na comissão de constituição, justiça e de cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicamente e boa técnica legislativa ao projeto de lei número 699 de 2023, do seu atentado PL número 4003 7 de 2024, e dos substantivos das comissões de minas de energia, de finança e tributação. Relator deputado Júnior Ferrari. Grande Júlio.
Deputado
Pra discutir a favor da matéria deputada Adriana Ventura. A favor deputado Bibo Nunes.
Deputado
Grato ou digníssimo presidente Sócio Inês Cavalcanti, eu sou totalmente a favor desse projeto, porque eu lembro que o próprio presidente Bolsonaro colocou até em risco a sua popularidade indo negociar com a Rússia buscando fertilizantes. E nós, com o tamanho que temos, o potencial que temos para produzir fertilizantes, temos que dar apoio. Porque não tem fundamento país do tamanho do Brasil, com a sua agricultura, ficar dependendo de fertilizantes. É 1 questão de bom senso. Não existe aí nada de ideológico na minha posição. Por quê? Queremos o melhor para o Brasil. O Brasil não pode ser dependente. Ser dependente é o pior que pode existir para país, para estado, 1 cidade, ou para 1 pessoa. Então estar livre, ter condições, vamos incentivar as empresas, as indústrias a produzirem o fertilizante que é imprescindível para o desenvolvimento do nosso país e principalmente para o agronegócio, que é o que também puxa. O que desenvolve o nosso país é também o agronegócio. Grato e digníssimo presidente, é sim.
Deputado
Pra falar contrário, deputado Chico Alencar é o primeiro EAA troca é com o próximo esse orador, ok? Deputado Chico Alencar contrário, vossa excelência tem a palavra.
Deputado
Presidente Sósten, colegas de representação, é meritório, o projeto trazer estímulo inegável à produção nacional de fertilizantes e consequentemente reduzindo a dependência das importações. Concede benefícios tributários significativos. Entretanto, hoje mais do que ontem, dada a gravidade da crise ambiental no planeta, e também no Brasil, a gente tem que ponderar muito os incentivos fiscais para a produção de fertilizantes, de agrotóxicos, esse universo que merece muito cuidado e muita atenção. Nós reconhecemos que o relator supriu o projeto frente a 1 lacuna que ele apresentava em relação ao impacto orçamentário e financeiro desse conjunto de benefícios tributários, com suspensão ou isenção de PIS, Cofins, IPI, impostos de importação e CID, para as empresas que invistam em novos projetos. E esse impacto está aqui assinalado 4 bi e meio em média. Não é irrelevante. Agora, o que nos faz ter 1 posição crítica ao projeto que merecia passar por comissões, em especial a de meio ambiente, ter muito mais debate, por isso votamos contra a urgência e vamos continuar nessa posição em relação ao mérito, é que faltou essa análise mais acurada. A produção de fertilizantes em especial os nitrogenados é intensivo em energia e gás natural, Isso óbvio gera muito mais emissões de dióxido de carbono. A ausência dessa análise ambiental mais detida, na comissão própria da casa, por isso que o processo legislativo é rico quando cumprido dentro dos rituais, ela é 1 falha significativa. O impacto ambiental e a avaliação da sustentabilidade também ficou ausente aqui. Portanto, as dimensões econômicas, ambientais, da isenção tributária no momento em que o governo está pressionado especialmente pelo Deus mercado pra cortar gastos, reduzir dispêndios, acabar com certos subsídios, esse projeto num certo aspecto vai na contramão e ele também não está dentro do rigor necessário nessa quadra atual para os cuidados ambientais. A questão dos resíduos industriais, o que afeta. Obrigado presidente. Pra pra apenas pra concluir então Obrigado. Os efeitos no ecossistema não estão devidamente balanceados, apenas favorecer a produção de fertilizantes nacionais, dentro desse aspecto meritório ressalvamos, não é suficiente. Nós achamos que o projeto merecia muito mais cuidado e muito mais tramitação aqui pra exata consecução dele. Por isso nosso nossa opinião é contrária.
Deputado
Retirará esse projeto de ofício pra viabilizar possível acordo a futuro, então nós estamos retirando essa matéria e passamos para o próximo item. Proposta de emenda constitucional número 5 2023 do senhor Marcelo Crivella e outros. Discussão em torno único da proposta de emenda à constituição número 5 2023, que acrescenta parágrafo quarto a ao artigo 150 da Constituição Federal para dispor sobre a imunidade tributária de que tratam as linhas BEC do inciso 4 tendo pareceres. Pa, passe se a discussão em primeiro turno. Lista discussão, pra discutir a matéria a favor deputado Antônio de Paula Júnior. Antônio de Paula.
Deputado
Senhor Presidente, senhores deputados, senhoras deputadas, nós estamos diante da votação de 1 PEC que é de suma importância e que teve o entendimento com o Governo e os deputados interessados pela aprovação desta PEC, eu quero destacar a o nobre deputado Marcelo Crivella, autor desta PEC, e também os deputados da Frente Parlamentar Evangélica e outros deputados nessa casa, que representam entidades sociais filantrópicas. Bem, pra situar todo o povo brasileiro a PEC 5 é texto que prevê isenção de impostos para entidades de qualquer religião e de suas organizações assistenciais e beneficentes tais como creches, asilos, orfanatos, comunidades terapêuticas, monastérios, seminários e conventos. Portanto, esta PEC, ela é 1 PEC meritória senhor presidente, porque na verdade, diferente do que muitos que não querem que esta PEC seja seja aprovada, esta PEC ela não beneficia em momento algum nenhum líder religioso no seu CPF por exemplo, ou seja, aquelas entidades religiosas que elas estão ligadas a pessoa física do seu líder, do seu presidente, não poderão ser contemplada por esta PEC, pelas isenções, ou seja, esta PEC não vai trazer a estas entidades e as suas organizações assistenciais beneficentes nenhum benefício. Este cuidado nós tivemos, o autor da PEC, deputado Marcelo Crivella, teve, e foi isso que chegou com muita clareza para o governo, para chegarmos a entendimento. Outro ponto também é que a a PEC ela só entraria em vigor após a a regulamentação que a a regulamentação que está tramitando no Senado Federal da reforma tributária também, não é? Portanto, ela só entra em vigor realmente após esse lapso temporal. Portanto, eu quero deputado Sóstenes, que está presidindo essa sessão, senhoras e senhores deputados, primeiro agradecer a em nome da frente parlamentar evangélica também, e em nome de outros deputados aqui que representam outros segmentos religiosos, não é? Pelo entendimento que nós chegamos junto ao Governo Federal. Inclusive essa é 1 matéria pacificada tanto com com o PT quanto com o PL, direita e esquerda e eu não tenho dúvida de que o grande mérito desta PEC é o grande benefício social e por que não dizer econômico que as entidades religiosas trazem para o país. A partir do momento que é público e notório de que estas entidades religiosas, elas, elas, configuramse na sua grande maioria, em 1 barreira impeditiva para, por exemplo, os nossos jovens estarem no crime organizado para que os nossos jovens e a nossa população se envolva com o mundo das drogas, pacífico para todos que estudam os fenômenos sociais de que quando cidadão, quando 1 pessoa ela está envolvida com 1 religião, esta manifestação da sua fé, seja que fé for, vá brindála desses desses infortúnios da vida. Portanto, o que as religiões têm feito nesse país tem sido papel muito importante por isso nós encaminhamos sim esta pra
Deputado
Falar contrário deputado Chico Alencar. Próximo a favor é deputado Bibo, não depois tá? É só pra informar pra gente ganhar tempo, e depois contrário é pra acelerar o processo mesmo. Depois o Tarcísio Motta é contrário, há essa sequência.
Deputado
Demais sóstenos demais colegas, deputado Crivella, com a gentileza habitual, me falou em tom amável, Deus está vendo hein? E eu quero dizer isso mesmo, Deus está vendo. E Deus não é mercador, como sabemos, Deus não criou 1 igreja determinada. Há quem diga que Deus mesmo todo poderoso amor nem tem religião. A fé humana inerente ao a esse ser singular, ela é inata para aqueles que creem, mas as igrejas são construções históricas, falíveis, cheias de pecados e falhas ao longo da trajetória humana. Esse projeto eu como 1 demasia, porque a constituição de 88 já isentou as igrejas de impostos diretos como o IPTU dos tempos por exemplo. Em 1997, houve a isenção de IPVA para carros de igrejas. Em 2000, isenção de tributos sobre as contribuições de fiéis à igreja. Em 2019, a flexibilização da prestação de contas para organizações religiosas, que arrecadassem menos de 4800000. Em 2019, isenção das igrejas pra pagar ICMS, que incide em serviços e produtos, com 1 conta de luz por até 15 anos. Em 2020 e perdão da dívida de 0.4 bilhão da contribuição sobre o lucro líquido, esse imposto federal. E também já no governo Lula, em 2023, houve a expansão da isenção do pagamento de impostos das igrejas pras suas associações e entidades filantrópicas, inseridas na reforma tributária. Ou seja, o Brasil é Estado laico, que é o único que garante o direito de crença e de não crença, mas não pode privilegiar essa dessa maneira entidades religiosas. Templos, conventos, monastérios, entidades da diversidade muito rica religiosa que temos. Nós estamos num momento em que o governo está pressionado por esse Deus muito nocivo que é o Deus mercado e muito poderoso, a fim de cortar gastos, cortar gastos. E quando se fala de corte de gastos, dentro dessa etapa mundial do capitalismo financeiroizado, onde o Brasil se insere, o que se diz é, conter os reajustes do salário mínimo, dar 1 segurada no benefício de prestação continuada, conter aposentadorias. Olha pro topo, pra casta inclusive do funcionalismo público, como nós inclusive, pelo menos parlamentares somos temporariamente dessa casta, tudo bem cortar, conter a rotina. Agora para a imensa população mais pobre, não dá. Eu tenho lido que o presidente Lula reage a essas propostas, botou o Ministério da Saúde, da Educação, da Previdência, do Trabalho, até da o Ministério da Defesa pra conversar com a equipe econômica e suas soluções de ajuste fiscal extremo de arroxo. E agora nós, na contramão, nessa noite aqui, vamos aprovar, como se propõe, benefício fiscal. Já existe imunidade tributária para partidos políticos, para órgãos de imprensa, para garantir a sua autonomia, para sindicatos e para igrejas. A gente está na verdade expandindo essas possibilidades, esse facilitador, essas isenções. Na verdade, o fundamental das entidades religiosas é a pregação da vida plena, da esperança, da misericórdia, do amor ao próximo, da solidariedade. Não para fazer atividades que aí elas devem ter o tratamento de quaisquer outras, atividades inclusive educacionais, atividades mercantis, atividades eminentemente humanas. A religião tem esse dom dom de querer indagar sobre o que éramos antes de vir a esse mundo e que seremos depois. Isso é bonito. Vou terminar, muito obrigado. Agora, essa dimensão da religiosidade, ela não pode ficar materializada e limitada pelo interesse objetivo das instituições humaníssimas e falíveis religiosas, que acabam muitas vezes ficando dominadas pela ânsia do ganho, pelo interesse material, reduzindo a sua dimensão espiritual. Portanto, é facilitador somos. Pra
Deputado
A favor deputado Bibu Nunes. Grato, digníssimo presidente sócio desse Cavalcante.
Deputado
Sou totalmente favorável a esta PEC. É 1 PEC laica, que favorece a todas as religiões. E foi dito aqui nesta casa, que no governo Bolsonaro, teve lucro, 1 instituição de 0.4 milhões. Eu deixo aqui bem claro, para vocês que são religiosos, que toda a instituição religiosa, ela é sem fins lucrativos. Portanto, pastor Eli, pastor Eli, 1 instituição religiosa é sem fins lucrativos. Então vir aqui dizer, que a instituição religiosa tem lucro, não tem fundamento. E é por isso, que eu sou a favor da imunidade. E também chamo atenção, que tem partidos como é o caso do PCdoB, onde o comunista não acredita em Deus. Tenho pena de quem não tem fé. Quem não tem fé não existe. E quem contestar o que eu estou dizendo, no dia que precisar de fé, vai me dar razão. Mas aí poderá ser tarde. É muito bom estar junto a Deus. É muito bom respeitar Deus. Porque quando chegar à conclusão que Deus existe, pode ser tarde. Então aproveite esse momento, esta votação, que estamos fazendo, aqui, imunidade tributária para templos, de todas as religiões. Estou falando de católico, estou falando de budista, de evangélico, todos. E digo mais, eu tenho tanto respeito pela religião, que eu estou, sendo o principal responsável pela construção da maior cruz do mundo. 1 cruz laica, com 97 metros de altura. Com elevadores, com partes temáticos, com 20 hectares. Isto é turismo religioso. E o turismo que mais cresce no mundo, é o turismo religioso. Porque as pessoas vêm para pedir 1 graça e voltam para agradecer a graça alcançada. Eu sou da comissão do turismo, sou o mais antigo membro e propago, incentivo, valorizo o turismo religioso. Agora, os templos têm que ter imunidade tributária. Foi falado aqui, que teve lucro. Presidente, e nobre presidente Sócides, deixando bem claro, que toda a instituição, todo o templo, CNPJ, a instituição, é sem fins lucrativos. Deixar isto bem claro, para que não tenha malentendido. E feliz, de quem pode ter a sua religião. De quem no momento difícil, vai ter o seu consolo. E a religião, qualquer que seja, só prega o bem. E muita gente aqui, precisa aprender a fazer o bem. Porque fazer o mal, tem gente de sobra. E nós queremos o bem, pessoas de bem com a vida, que respeitem a família, que respeitem o progresso, respeitem o trabalho. E por isso, sou totalmente favorável à PEC. 5, e deixo bem claro, instituição religiosa é sem fins lucrativos, meu voto é sim. É pra falar com
Deputado
Deputado Assâmia Bonfim? Ah desculpa, deputado Tarcísio Mota, não é eu pulei. Não, foi foi a falha dessa presidência.
Deputado
Não foi de propósito o deputado Vascoino Sóstenes Cavalcante. Senhores deputados e senhoras deputadas, em especial o digníssimo deputado Marcelo Crivella, com quem eu já debati esse assunto várias vezes. Primeiro, é preciso que se entenda exatamente o que estamos falando aqui. Imunidade tributária é 1 coisa, isenção tributária é outra. Elas podem ter efeito prático similar, é o não pagamento de impostos de algum ramo, de algum setor. Mas elas têm sentido absolutamente diferente, vereadora Eric Kocai. Da onde vem o instituto da imunidade tributária? A imunidade tributária é 1 vedação ao estado para garantir a liberdade de culto, mas não só a liberdade de culto, também a liberdade sindical, a liberdade partidária, a liberdade ideológica. Por isso no inciso 6 do artigo 150 da constituição, lá está dito, é vedado ao estado, à união, aos estados, ao município, cobrar impostos de qualquer tipo, a igrejas, partidos, sindicatos, escolas, instituições de assistência social, desde que, aquele bem patrimônio sobre o qual incidiria e não vai incidir impostos, seja da atuação finalística daquela instituição. E esse é o espírito. O espírito da imunidade tributária é ganho do estado democrático de direito, é ganho da democracia, e ele deve ser defendido por todos nós, e exatamente por isso, ele não pode ser alargado a tal ponto que subverta o seu princípio. Estivemos nós aqui discutindo, isenção tributária de universidade filantrópica mantida por 1 instituição religiosa, eu poderia votar a favor. Mas nós não estamos discutindo isso. Nós estamos discutindo agora, que toda e qualquer atividade, mesmo que sem fins lucrativos, que esteja no CNPJ de 1 instituição religiosa, gozará de imunidade tributária, de 1 proibição de que o estado cobre qualquer imposto. Notem, é é imperioso que a gente aqui discuta, não faz sentido, isso é subverter o princípio da imunidade tributária. A imunidade tributária não é benefício dado ao contribuinte, é 1 vedação ao poder, ao poder instituído, ao poder público, ao estado. E esta vedação tem que estar sendo mantida naquilo que interessa. Ao estado deve ser vedado, usar da sua capacidade de cobrança, da sua capacidade tributária, de perseguir 1 igreja, de perseguir terreiro, de perseguir templo. Porque ao estado não podem ser dados instrumentos para ferir a liberdade religiosa. É princípio do estado laico, deputados e deputadas. Não é benefício fiscal. Imunidade não é benefício. Imunidade é 1 vedação ao poder instituído. E exatamente por isso na CCJ, eu discuti com o deputado Marcelo Crivella, nós obstruímos e votamos contrários a esta PEC que é o fim e é o cabo. Ela é de interesse econômico das igrejas, e deveriam estar sendo discutidos em tese no debate da isenção, da redução de impostos, ou mesmo da não cobrança, mas enquanto benefício fiscal. Por que que não há estimativa orçamentária neste caso? Porque não é benefício fiscal que nós estamos dando. Nós estamos ampliando, nós estamos proibindo o Estado brasileiro de cobrar impostos sobre qualquer atividade econômica que esteja no CNPJ das igrejas. E aí eu pergunto aos senhores e senhoras, por que que então não estamos fazendo a mesma coisa para partidos, escolas, sindicatos, que gozam da mesmo tipo de imunidade tributária? Porque não se está discutindo aqui o princípio básico da imunidade tributária. Estáse concedendo benefício fiscal, travestido de imunidade tributária. Isso está errado deputado Sóchez Cavalcante. Isso é erro, erro de princípio desta casa. Eu não teria nada contra discutir a isenção fiscal pra 1 série de atividades valorosíssimas, que as igrejas, e que os terreiros e que os templos exercem no país inteiro. Esse deveria ser o debate, mas aqui, nós estamos ampliando a vedação ao estado brasileiro pra atividades que não são aquelas atividades essenciais do culto de cada 1 dessas religiões. A 1, nós estamos estendendo, além do que deveríamos, algo que é essencial do estado democrático de direito. O estado não pode usar do seu poder tributário pra impedir qualquer ideia, qualquer religião, qualquer sindicato, qualquer filme, qualquer escola de funcionar, na sua atividade finalística e essencial. Por isso, e não por ser contrária a qualquer culto, a qualquer igreja, a qualquer religião, o pessoal voltará contra essa PEC.
Deputado
A pedido do autor da PEC eu vou pedir a compreensão dos inscritos favoravelmente pra alterar aqui deputado Eli que é o próximo, alterar por conta de voo do colega deputado José Ayrton Cirilo do PT do Ceará, que pediu a palavra, aí por conta disso, eu chamo logo a seguir pode ser deputado? O deputado tem voo com a excelência concede? Pois não deputado José Ayrton Cirilo do PT do Ceará.
Deputado
Senhor Presidente, eu agradeço primeiro deferência os demais colegas e agradeço de coração essa oportunidade que vossa excelência me consegue, inclusive do outro colega, e quero dizer que eu juntamente com o deputado Marcelo Trivela, fomos autores dessa PEC, o que entendemos que essa PEC tem 1 importância muito grande para o trabalho e a importância que tem os diversos segmento religiosos no nosso país. E acho que essa iniciativa ela tem diferencial muito grande comparando com outros tipos de isenções tributárias e benefícios que possa ocorrer. Por quê? Porque as instituições religiosas, elas têm diferencial muito grande na nossa sociedade. E todos sabemos do alcance social, do trabalho, não só do ponto de vista religioso que as nossas diferentes religiões desempenham na sociedade brasileira e no mundo, mas sobretudo trabalho, a atuação, o objetivo que essas instituições desempenha a sociedade. Por isso, eu, como militante do Partido dos Trabalhadores, né? Do PT, me associei juntamente com o nosso deputado Marcelo Crivella, que é dos que nós tem mais respeito pela sua história de missionário, de militante religioso, que tem todo trabalho de vida dedicado às causa do nosso povo. E eu posso aqui como parlamentar que estou há muitos anos já no quinto mandato como deputado federal, dar o meu testemunho dessa figura extraordinária que é o Marcelo Crivella, que foi inclusive nosso ministro da pesca e da quicultura do nosso Governo, e que desempenhou grande trabalho para o nosso país e por isso eu fiz questão de me associálo para que nós pudesse nessa PEC fazer esse debate tão importante nesse momento da conjuntura brasileira, do papel das instituições religiosas, desempenho, não só num trabalho da e do apoio religioso, né? Espiritual que cada igreja desempenha no nosso país, mas sobretudo pelo alcance das ações que essas instituições tem desempenhado ao longo da sua história. E eu, embora seja católico, mas a minha família também metade católica, metade é evangélica, e eu conheço de perto o trabalho, a ação que todo esses companheiros, amigos, irmãos evangélicos, desempenham em prol da sociedade, como também todos os católico e outras instituições religiosas que tem na religião 1 missão de vida que é de servir ao próximo, e nada mais do que justo que o Estado brasileiro possa conceder essa essa isenção tributária porque ao contrário de outras instituições que tem na sociedade e que também usufrui desse benefício, mas há diferencial, porque esse diferencial envolve a questão mais sagrada, sublime do ser humano, que é a sua alma, a sua consciência cristã e sobretudo a sua consciência como pessoa, como cidadão de servir a sociedade. Por isso eu, eu venho aqui humildemente junto com o meu irmão camarada Marcelo Crivella, pedir o apoio de cada de vocês dessa casa legislativa, pra que possamos aprovar essa matéria tão importante para o nosso povo, para o nosso país. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado. Eu vou já vou, o próximo escrito regimentalmente eu tenho que chamar contrário. Vou perguntar aqui a próxima escrita deputada Sâmia como eu fiz pra atender o voo do deputado que falou, se eu puder já que o deputado Eli está na tribuna eu chamo mais a favor e depois eu chamo 2 contrários, segundo a ordem de inscrição. Autorizados? Deputado Eli Borges depois eu chamo os 2 contrários.
Deputado
Senhor Presidente, eu inicialmente quero parabenizar o nosso querido Crivella, pela determinação de perseguir objetivo extremamente necessário para o Brasil. A primeira coisa que eu quero ponderar presidente está na constituição federal no artigo 19. É vedada união aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, estabelecer cultos religiosos, subvencionálos. O que é que eu quero dizer com isso? Nós temos aqui 1 curiosidade, na nossa constituição, ou seja, o estado não pode passar dinheiro para as igrejas, mas, quer cobrar imposto das igrejas por falta de clareamento no que está escrito na Constituição Federal no artigo 150, onde diz, inciso sexto item b, que é vedado cobrar imposto de templos de qualquer culto. Ora, não se cobra impostos de instituições religiosas de qualquer culto, é o que está garantido na Constituição Federal. E esta proposta, a PEC 5, apenas amplia, clareia, deixa mais perceptível os objetivos desta isenção, que é a aquisição de bens, atividades que é o culto em si, e a prestação de serviços, que é creches, asilos, orfanatos, monastérios, conventos e etcétera. Portanto, é muito justo que, o artigo 150 seja aqui efetivamente clareado. Em outro ângulo senhor presidente, é preciso também de deixar claro nesse parlamento, que nós não podemos cobrar impostos das igrejas, porque nós temos em tese 1 Bitributação. Ora, se os membros de 1 comunidade já pagam, e se reúnem nas suas atividades religiosas, por que que indiretamente eles pagariam de novo? Então nós temos em tese, ou indiretamente 1 bitributação. Em outro ângulo senhor presidente, a importância da instituição religiosa no Brasil. Ora senhores, se lembram da época do covid? Quem fez o trabalho espiritual ajudando milhões de brasileiros? Quem fez o apoiamento? Quem é que faz trabalho sobretudo nas regiões mais difíceis do Brasil? Como Amazonas e tantos outros locais levando assistência médica, levando assistência espiritual, geralmente a custo 0 para o erário público. O que faz, as 1000 e os 1814 hospitais filantrópicos, que tem 184328 leitos, muitos que nascem da força do segmento religioso. E aqui eu vou dizer 1 coisa senhor presidente, estas instituições cobrem 87 por 100 da população brasileira, e geralmente nascem, nascem de instituições religiosas, e pela força das nossas preleções. Portanto senhor presidente, nada mais justo do que o clareamento desse texto, tornando tornando perceptível de que a igreja, a aquisição dos bens, que é o microfone que será usado no culto, e outros equipamentos como o som, e outras atuações, muito ligadas por exemplo, à estrutura, inclusive a filantropia, possam ser alcançados pelo benefício do artigo 50, inciso sexto, item b, a igreja, eu quero inclusive fazer 1 pergunta curiosa aqui, o que seria desse Brasil, se não fosse as igrejas, se não fossem as instituições religiosas. Então senhoras e senhores, somos Estado laico sim, por isso não recebemos recursos, né, como igreja em si, porque nós não visamos lucros. Se nós não podemos receber, por que é que nós temos que pagar? Se os membros já pagam, por que é que indiretamente tem que pagar de novo, numa bitributação? Então é grande projeto, fazse justiça, clareando esse texto do artigo 150, inciso sexto item b, para que possamos aprovar. Agradeço e parabenizo o nosso querido Trivela, o nosso relator, a consciência que internada inclusive aqui eu tenho que parabenizar também o líder do PT, que também nesse ponto somou, compreendeu. Lamento porque, e aqui eu não queria arrumar confusão, mas geralmente o pessoal não está com a gente nessas votações, mas ainda vão compreender a importância das igrejas no Brasil. Muito obrigado presidente.
Deputado
Quero agradecer mais 1 vez a bancada do PSOL, a sessão da flexibilidade de 2 chamadas. E chamo agora a deputada Sónia Bonfim pra falar contrariamente, e depois, o deputado pastor Henrique parece que não está vai ser o deputado Glauber a seguir.
Deputada
Deputado Tarcísio fez 1 excelente explanação explicando do que se trata o princípio da imunidade tributária escrita na nossa constituição federal. É justamente pra garantir a liberdade de culto, assim como ele existe também pros partidos políticos e pros sindicatos, pra que o aspecto tributário e portanto financeiro não seja impeditivo pra que as igrejas nas diferentes denominações possam ter o direito e a possibilidade de organizar, de expressar a sua fé, os seus fiéis, assim como os partidos políticos, os sindicatos, não têm esse aspecto financeiro ou tributário como elemento utilizado pelo Estado pra impedir o seu funcionamento e a sua atividade. Isso é 1 coisa, isso já está garantido na Constituição Federal, mas não é sobre isso que essa PEC se trata. Ela está sendo chamada de extensão da imunidade tributária, mas não é disso que se trata. Se trata de benefícios fiscais pra templos religiosos que têm inclusive outras entidades a ela relacionadas. Empresas, funcionam como empresas, creches, escolas, comunidades terapêuticas, asilos, espaços de cuidado, elas têm CNPJ, têm 1 gerência, têm os seus funcionários, têm aqueles que recebem os seus salários, que aliás, ponto importante, porque alguns alegam, ora, mas são somente pra aquelas que não têm nenhum retorno financeiro. Quem me garante que o retorno financeiro não vai estar no CNPJ, mas vai estar no CPF? Não vai estar no bolso de uns e outros, porque vai declarar que a empresa não arrecadou nada. Mas e as pessoas que estão em torno dela? Será que não estão ganhando dinheiro com isso? E aí a imunidade tributária que supostamente está sendo aplicada pra esse negócio, aonde é que foi parar esse dinheiro? Companheiras e companheiras que estão da nossa bancada que estão aqui me ouvindo. Se a imunidade tributária inscrita na constituição é pro exercício da liberdade de fé, de expressão, o que é que tem a ver, deputado Chico, deputado Glauber, a proposta dessa constituição com o direito de expressar a fé livremente, a aquisição de bens e materiais pra 1 obra por exemplo de 1 creche ou de tempo. No que que impede a construção de tijolo, de 1 parede, de telhado, o exercício da fé, o tributo sobre isso? Porque é isso que está proposto nessa PEC. Todas as atividades indiretas, inclusive de edificação, podem ter, e benefício tributário. Por que que isso de alguma forma impede que se exerça a fé livremente, que não se tenha intervenção sobre isso? Isso é descalabro. Estão tentando de 1 forma retórica é enganar as pessoas porque não é disso que se trata essa proposta. É 1 forma de conceder privilégio tributário pra entidades religiosas. E aí repito a pergunta que fez o deputado Tarcísio. Por que essa imunidade não é estendido por os demais? Se não é estendido por os demais, é sim, é privilégio tributário. E aí me parece bastante simples né, a abertura de novos cnpjs, de novos ramos, que se disfarçam de serem ligados a essas entidades religiosas. E aí me parece negócio bastante lucrativo com benefício tributário. E eu quero lhes fazer 1 pergunta, imagina o impacto que isso não pode ter na nossa economia? Alguém já fez algum cálculo com relação a isso? Porque a imunidade tributária de fato isso não é questionada, afinal é princípio né, pra garantir o livre exercício da fé. Agora me digam o impacto tributário que isso vai ter, em tese, nenhum projeto, diz o presidente Arthur Lira, pode tramitar na câmara o deputado seu estudo econômico financeiro, qual é o impacto que isso vai ter? Isso é absolutamente incalculável porque se pode fazer grande negócio com isso. Em que poucas pessoas vão lucrar. Eles perguntam qual a retribuição, o benefício que isso vai ter direto pros fiéis das igrejas? Esse benefício tributário vai ser pra quem afinal de contas? São pra aqueles que gerenciam essas grandes fortunas, muitas das vezes, sem que as pessoas que inclusive têm o direito de exercer a sua fé através dessas igrejas, saibam, ou vai ser de fato pra toda a comunidade de fé? Portanto senhoras e senhores, não poderia ser diferente. Nós somos contrários a essa PEC e eu insisto de que se fale a verdade pro povo brasileiro, não é ampliação do conceito de imunidade tributária, é privilégio pra gente que quer fazer negócio utilizando a fé do povo, que aí sim é algo sagrado. Obrigado.
Deputado
Com a palavra conforme combinamos pra falar contrariamente deputado Glauber Braga, aí assim equilibramos, pastor Henrique Vieira antes né que não se encontra, está ok? E logo a posterior, deputado Glauber Braga. Assim que já queima chamado pastor Henrique Vieira. Agora deputado Glauber Braga tem a palavra.
Deputado
Deputado Crivella, Edir Macedo, tem jatinho? Não tem? A igreja também não tem, a universal tem. A Record tem jatinho? A Record não. Por esse texto, que os senhores e a senhoras estão aprovando, o jatinho da igreja universal, que vier a ser comprado por Edir Macedo, vai ter cashback de 30 por 100 do valor da compra. Eu perguntei ali curioso pro Tiago, Tiago, quanto é que custa jatinho? Não tenho a menor ideia. Tiago verificou ali de 3 a 60000000 de dólares. Vamos dizer então, que Dilma cedo compre o jatinho mais barato. Dá então 15000000 de dólares, 15000000 de reais, 3000000 de dólares. E de Macedo vai receber de volta, vai sair do banco, ou com sacão de dinheiro, ou com cheque, ou com 1 transferência bancária de contas, 4000000 e meio de reais. Estou mentindo? Se eu estiver mentindo me desminta no microfone. Digam que não é isso que está escrito nessa PEC. Pelo amor de Deus. Deputados fósforos, Silas Malafaia tem jatinho? A igreja tem jatinho? Também não. Pretende comprar? Se comprar ou se quiser comprar deputado Sóchez, vai receber de volta 30 por 100 do valor pago. A universal tem. A igreja de Silas Malafai não tem. Mas é justo, ter recebimento de volta de 30 por 100, de jatinho comprado pela igreja? É justo? É correto isso? Sabem quanto é o impacto financeiro dessa medida pro ano de 2024 e depois 25 e 26? 4000000000 de reais por ano. O senhor não tem vergonha de achar isso muito natural? De achar que não tem nada demais? Ah, mas vai perder voto da igreja? Não vai não. Tem que dialogar com o povo de forma correta, objetiva e sincera. A igrejinha pequena, pergunte se ela é a favor do Silas Malafaia ou do Edir Macedo, terem de volta milhões de reais quando forem comprar jatinho. A igreja pequena é contra isso. É contra. Aí não dá pra dizer, e aí agora eu quero dialogar aqui também com os partidos da esquerda mais ampliada. Não dá pra dizer depois, ah o fundamentalismo cresce, o poder das igrejas grandes aumenta, mas na hora de votar 1 matéria como essa, onde você vai abrir mão de 4000000000 de reais por ano, pra beneficiar grandes igrejas, comedir Macedo como Silas Malafai e companhia, fica com medo de perder voto e recua. A melhor forma de não perder voto é ir pro debate sincero com o povo. É dialogar com o povo mostrando o que está em jogo. O meu voto, aqui no dia de hoje, não vai servir pra Ed Macedo sair com mala de dinheiro, ou com transferência bancária, ou com cheque, de milhões de reais do jatinho que a igreja universal possa ter a intenção de comprar. Ah desculpem senhoras e senhores, isso é o absurdo dos absurdos. Vamos botar esses 4000000000, que vai se deixar de arrecadar no ano de 24 25 26, pra ampliar os benefícios pro povo, pra botar comida na mesa, pra ampliar os investimentos em saúde e em educação pública, e não pra fomentar projetos de poder político de grandes igrejas como de Silas Malafaia, Edir Macedo e companhia. Nós temos que ter a coragem de dizer. Senhor presidente.
Deputado
Apenas pra responder? Sim. Sim deputado, autor da PEC que é, assim, vossa excelência está inscrito? Não não poderia ser pra gente evitar problemas por favor? Deputado Gilson Daniel é o próximo inscrito pra falar a favor, está? Deputado general Girão, está? Não estando então é vossa excelência deputado Marcelo Crivella é o próximo inscrito. São minuto presidente? Minuto? Como é que é? Minuto. Senhor presidente, senhoras e senhores. Espera aí espera aí. Vós, porque os inscritos aqui era Gilson Daniel, Já está aí? Não não não tranquilo estou pedindo minuto vossa excelência. Pois não, minuto a vossa excelência antes antes deputado Crivella pode pode falar. Permite bispo? Perdão, pois Obrigado obrigado.
Deputado
Presidente, deputado que nos antecede, não tem respeito nenhum com as entidades religiosas e dá pra ver a fala, porque ele trata as entidades religiosas da igreja como igrejinha, fazendo a segregação que é deles mesmo a todo momento. Eu como membro da PECSIC tive lá, e não foi nem 1 vez lá debater essa importante PEC. Então não dá pra aceitar presidente, mais 1 vez, o tratamento do nobre deputado que vem aqui falar e tratar as igrejas como igrejinha. Mais esperar o que do nobre deputado? As igrejas estão sempre de braços abertos pra receber a todos, mas o nobre deputado faz questão de expulsar da casa do povo cidadão a pontapé, esperar o que desse deputado, obrigado presidente.
Deputado
Tenha a palavra pra falar a favor da matéria na na discussão. Senhor presidente, senhora.
Deputado
Deputados, todos presentes e aqueles que nos assistem pela televisão e pelo rádio. Hoje a Câmara dos Deputados se engrandece, se enobrece e se dignifica ao acolher a emenda aglutinativa PEC 5 2023, proposta pelo nobre relator deputado Fernando Máximo, não podia ser mínimo, é máximo, do bravo estado de Rondônia. Com esta emenda estamos finalmente honrando nossos antepassados que há quase 100 anos, consagraram na constituição de 1948, e que foi mantido nas demais, o mandamento imperativo da imunidade tributária dos templos religiosos. A partir da aprovação da PEC 5, senhoras e senhores, 1 igreja histórica, construída por exemplo no século 17, lá no interior de Minas, cujos operários trabalharam descalços, muitos sem os dentes, que morriam antes dos 50 anos, que dedicaram sangue suor e lágrima e que hoje, está precisando de restauração, está caindo aos pedaços e a nossa geração se envergonha disso. Agora, quando for restaurada, não vai pagar mais os impostos na compra do material e na contratação do serviço. Quando os templos religiosos prestarem serviço em creche, orfanato, asilos, em hospitais filantrópicos ou oferecer educação e essência social, tudo em nome de amor incondicional, estarão livres das barreiras tributárias que muitas vezes limitam essa missão. De fogões a camas, de alimentos a uniformes, tudo que seja necessário para servir aos mais necessitados será adquirido sem tributos. Esse avanço significa que todos sem exceção, todos os templos religiosos, sejam católicos, evangélicas, espíritas ou de qualquer outra denominação, ao realizarem suas atividades e prestações de serviço, estarão livres da carga tributária. Essa PEC é portanto 1 declaração de que o Brasil valoriza o papel social e espiritual das igrejas e reconhece o impacto positivo que elas têm no amparo às famílias, na formação de valores e na promoção de atividades culturais e sociais, especialmente nas comunidades carentes. Vale destacar que essa emenda conta com apoio do governo federal, desmentindo o argumento de que o governo não respeita a fé de milhões de brasileiros. Podemos divergir, divergir com relação à defesa da vida, ao conceito da família ou à intervenção do estado na economia, mas é falso dizer que o governo não respeita a liberdade religiosa dos brasileiros, o apoio a essa PEC é 1 reafirmação do respeito a essa liberdade e o espírito de cooperação entre o estado e a igreja no desenvolvimento espiritual e social do Brasil. Com essa economia para nossas igrejas, é nossa esperança que os tempos religiosos possam expandir seu alcance, aumentando o número de creches, atraindo crianças para aulas de música e demais atividades artísticas e também o esporte, semeando no coração de nossas crianças, o amor a Deus e ao próximo. Hoje, segundo o IBGE, há mais de 550000 templos em nosso país, presente sobretudo e principalmente em comunidades carentes. 1 porta aberta que nunca se fecha, santuário pra todos sem qualquer discriminação ou preconceito. Pra finalizar agradeço senhor presidente a Deus, a Jesus e ao Espírito Santo, pedindo que nos conduza agora assim que ela for aprovada na tramitação do Senado Federal até a derradeira promulgação. Agradeço a todos os líderes pelo apoiamento, ao meu partido republicano, ao líder Hugo Mota que também é autor, somos 43 coautores e também aos 336 subscritores dessa PEC. Minha gratidão se estende ainda aos servidores dedicados do nosso gabinete e a todos que trabalharam por essa causa. Assim também como senhor presidente, a as assembleias legislativas de 20 estados e do Distrito Federal. Eu estou aqui no Congresso Nacional há mais de 20 anos, eu nunca vi 1 PEC que tivesse o apoio de moções de 21 Assembleia Legislativa, inclusive do Distrito Federal, e também de 332 municípios de todo o Brasil que mandaram moções de apoio para essa PEC, pra que pudéssemos aprovála, cumprindo finalmente a visão dos nossos antepassados constituintes fazendo prevalecer no Brasil a imunidade tributária dos tempos religiosos, renovando nosso sagrado compromisso com Deus, com a família, com a pátria, com a justiça e a liberdade. Ao meu querido Glauber, companheiro da bancada do Rio de Janeiro, a igreja tem sim jatinho, o bispo Macedo viaja por países tipo Índia, tipo China, África, nós temos igreja no Malaus, Alisson, Josimar, onde passei 10 anos na minha vida, às vezes temos que resgatar pastores em que países estão em conflito, já houve casos lá na África. Temos que resgatar pastores que foram picados por cobra no coração da Amazônia, e se não fosse aviãozinho para buscálos, teriam falecido. Eu sei que há 1 preocupação, mas Cláudia eu garanto a você, os pastores bispos de qualquer igreja católica são na verdade voluntários, são pessoas que não têm. Pela ordem presidente. Só pra concluir, é importante que o Brasil saiba disso Glauber, são vocacionados, freira, pastor, bispo, cardeal, não tem carteira assinada, não tem fundo de garantia, não tem décimo terceiro, não tem férias recebe ajuda de custo. Eu sei que todo mundo diz que há enriquecimento ilícito, mas eu garanto a você Glauber como seu companheiro, isso não existe. Essa PEC, tirando impostos da atividade e da prestação de serviço, dará grande benefício ao nosso país. Muito obrigado. Pois não deputado Sandra.
Deputada
Está noticiando que 1 pessoa com explosivo se aproximou da entrada do STF. A explosão foi ouvida de dentro do prédio após o fim da sessão do plenário e o prédio foi evacuado. Polícia militar e bombeiros confirmaram a morte de 1 pessoa em frente ao prédio. Dezenas de seguranças e policiais cercam o STF. Eles cercaram o prédio e pediram para que todas as pessoas se afastassem da janela do edifício. A segunda explosão aconteceu próxima à Câmara dos Deputados, em vídeos nas redes sociais que já estão circulando nas redes sociais de vossas excelências, é possível ver carro explodindo com fogos no estacionamento do anexo 4. Isso está acontecendo neste exato momento. Já repercutiu na Uol, já repercutiu na Veja e está em todas as redes sociais. Presidente, nós nessa condição, estamos evidentemente numa situação de muito risco, de muito perigo, eu honestamente, não me sinto nem pouco segura de continuar nesse recinto, sabendo que do lado de fora tem bombas sendo explodidas que 1 pessoa morreu em frente ao STF que é aqui do lado, em função disso que está acontecendo. Pedido direto, reto e claro, suspensão dessa sessão, pra que nós possamos voltar em segurança pras nossas casas, até que tudo seja apurado e que essa situação se resolva da melhor forma possível, porque é 1 situação grave, dramática, é pânico, eu não não estou conseguindo prestar atenção nessa sessão em função do que está acontecendo. Nós concordando, presidente, só pra poder contraditar? Sim, presidente. Deixa eu dar 1 informação.
Deputado
Priori e depois permita a contradição. Há 5 minutos atrás quando soubemos da informação já foi acionada a polícia legislativa, o GSI, que estão de nos trazer retorno sobre as informações que está na imprensa porque estou aguardando aqui da diretoria geral esse posicionamento. Quer contraditar? Eu só queria Gente, só para que eu possa
Deputado
Pra ditar a nobre deputada Sami, é importante que a gente entenda de que esses fatos estão acontecendo lá fora, e o lugar mais seguro neste momento é aqui dentro, é aqui no plenário. Eu até sugiro de que a deputada não saia nesse momento, porque ficará muito perigoso. E ainda bem que nós temos o nosso ou seja cada deputado está bem seguro em seus escritórios, ou indo para não é as os seus estados. Então está tudo em perfeita segurança. É. Quem continuar aqui dentro vai estar seguro então eu recomendo a deputada Sâmia que vote como ela quer votar e aí depois espere pouquinho saia que ela vai sair com bastante segurança, porque aqui a nossa polícia está garantindo de que nada vai acontecer. Presidente, é 1 questão de.
Deputado
Sim, não se trata não se trata da segurança exclusiva dos deputados, se trata de fato político relevante que esse plenário tem que se debruçar e pensar sobre isso. Nós estamos falando de bomba, nós estamos falando de estado beligerante, de estado onde nós temos sucessivos processos de ameaça desde o dia 8 de janeiro que a gente não pode esquecer que tem consequências. Então me parece que aqui não se trata de proteção necessariamente de deputados, e deputados, se trata de fato de que esse país está envolvido com 1 escala crescente de violência que inclusive lamentavelmente se expressa nesse parlamento, quando os deputados colocam a arminha aqui olha, no peito, estimulando exatamente esse tipo de coisa. Então eu queria só fazer essa reflexão aqui porque me parece que a coisa é muito mais profunda do que necessariamente a proteção dos deputados Minutos presidente. Coloque em votação.
Deputado
Só eu eu eu queria chamar os aqui os últimos oradores inscrito pra gente declarar encerrada a votação. Eu já pedi, já comuniquei, estou aguardando a direção geral o posicionamento dele, por quê? Tem informações que estão na imprensa outras informações oficiais. A priori pareceria e a informação que chegou pela diretoria geral pra mim aqui é de que é carro só. A imprensa quer falar em 2, não não sabemos ao certo a polícia legislativa está indo ao local e já já teremos todas as informações pra passar o plenário. Eu quero chamar pra discutir 70 e do regimento
Deputada
Fala que a sessão poderá poderá ser levantada antes do prazo previsto pro término de seus trabalhos no caso de tumulto grave, não diz que precisa acontecer dentro do plenário ou dentro das dependências da câmara. Me parece que é a explosão de bombas, e a morte de 1 pessoa a poucos metros da gente, num claro, 1 ação claramente que tem a ver com os poderes instituídos, supremo, Câmara, me parece muito mais grave do que tumulto grave da forma como o nosso regimento está expresso. Então há previsão regimental por pedido que nós estamos fazendo, eu quero reiterar, o que disse o deputado Arnaldo. Não se trata somente da nossa segurança ainda que isso também seja absolutamente importante. Há 1 série de trabalhadores que estão aqui na câmara no anexo 2, no anexo 4. Há 1 série de carros que estão estacionados inclusive os nossos, os que nos levam pra nossa residência, nós não sabemos exatamente o que está acontecendo aqui no entorno. E como é que nós vamos dar clima de normalidade ah vamos seguir aqui debatendo 1 proposta, 1 alteração na brasileira enquanto a bomba sendo Presidente, eu queria cooperar.
Deputado
Presidente Sóstenis, presidente Sóstenis, deputada Edson Gomes, gente eu Olha só operar
Deputado
Por favor, eu vi presidente, esse fato na PEC da Sistolia houve momento. Agora curiosamente temos outro momento. Eu acho curioso, vamos votar essa matéria, eu pedi pra nós fazermos. Eu eu estou
Deputado
Atento a todos os fatos, agora direção geral já passa outra informação que parece que não não há o óbito ainda, assim deixa a gente ter informação precisa, nós não precisamos especular com informação. Eu estou aqui a direção geral está indo ao local, a gente precisa de informação, precisa este plenário, não se pauta por imprensa banalização da vida, banalização da lógica, da violência, do ódio por favor olha pode explodir. Por favor este respeito vai funcionar, esse plenário vai funcionar com respeito a todas as instituições e quando tivermos informações precisas eu como na no exercício da presidência passaria a todos os colegas deputados. Pra discutir a favor deputado vermelho. Pra discutir contrário deputada Atalilia Petroni. Doutor também. Declaro encerrada a discussão em primeiro turno. Passase a votação em primeiro turno, como orienta o bloco lista de encaminhamento. Deputado Antônio de Paula Júnior abre mão, abre mão contrário, deputado Chico Alencar pra falar contrário. Senhor presidente.
Deputado
Idêntico o que acontece à Praça dos 3 Poderes pela informação que tive estar interditada, o supremo evacuado, é claro que não podemos ignorar esse contexto, pra que não tenhamos que daqui a pouco ir nos milhares de templos, vê lá, rezar pelos nossos mortos. A situação é grave, a gente tem o direito à informação. Espero que vossa excelência nos informe sobre isso. Até lá, vamos continuar nesse debate aqui, é claro que se há gente protegida nesse país, é ministro do STF, ministro de estado, deputado, senador, somos privilegiados nesse aspecto. Agora, não somos privilegiados na boa informação, o impacto dessas medidas que devem ser aprovadas aqui pelo relato dos partidos pela adesão ampla que o deputado Crivella anunciou. 4000000000, no mínimo, por ano, num país que sofre pressão, governo que sofre pressão, pela pelo corte de gastos e vai cortar, ao que tudo indica, no salário mínimo, nos direitos dos mais pobres. Então não tem cabimento, não é algo da compaixão a gente fazer esse beneficiário para instituições religiosas, independente da sua denominação, da sua crença, não é adequado, não é coerente, não é oportuno, não é bom para o Brasil essa imunidade ampliada já tem muito benefício, a constituição já abriga isso, as a nossa legislação eu relatei aqui e outros colegas também, ano após ano, sempre benefícios, sempre isenções, sempre imunidades, e claro tem que ter critério. As instituições religiosas existem para atender a demanda da população na sua ânsia natural de perenidade, de conforto, de compaixão, de misericórdia, não tem nada a ver com interesse material, com isenção mesmo pra comprar, já tinham ainda que ele preste serviço importante. Então a gente está aqui apelando para a austeridade, essa assim pra valer, dá a nossa posição, na câmara, no congresso nacional. Não ficar nesse carnaval de imunidades, de isenções demasiadas para muito além do que já existe. O interesse material não está vinculado à demanda espiritual das pessoas. Está lá nos evangelhos, vocês sabem, para se orar não precisa estar no tempo e sim em espírito e verdade. Vamos caminhar.
Deputado
Agora presidente? Calma, sim, está aberto os microfones, não tem microfone e fechado. Encaminhamento, encaminhamento. Falou contra, faltam falar falar a favor. Não microfone de lata, ah não, senhor já declarou encerrada a sessão? Não declarei encerrado. Nós estamos no encaminhamento, ouvi a favor que abriu mão deputado Antônio ouviu o contrário, são 2 encaminhamentos nós estamos Deputado Cláudia quer a palavra presidente?
Deputado
Já viu as imagens que estão circulando? Eu já vi as imagens. Eu já vi as imagens. Eu já vi as imagens. Estou falando com o chefe de da polícia legislativa, que junto com
Deputado
Presidente Lira estão conversando pra tomar a decisão de a recomendação. Eu seguirei estritamente as recomendações da do chefe de segurança da câmara dos deputados. Essa vai ser meu procedimento. Acabamos de de receber presidente, 1 imagem de corpo estendido no chão, pra vossa excelência entender, acaba de falar com o chefe da segurança ele fala que não tem corpo, então a vamos Vamos levar as imagens até vossa excelência. Nós vamos até amanhã com isso aqui. A praça dos 3 poderes está sendo evacuada nesse momento. O Supremo Tribunal Federal já foi. Eu não acredito que em nome de ter que votar essa matéria qualquer questão Eu não estou falando.
Deputado
1 sessão sem 1 suspensão, para que pelo menos os senhores possam dar 1 satisfação ao conjunto dos parlamentares e de todas as pessoas que estão acompanhando o que está acontecendo nesse plenário nesse momento. O carro explodiu aqui entre o anexo 4 e o anexo 2, tem as imagens das explosões acontecendo. Será que tem que votar esse projeto a qualquer custo nesse momento? Pelo amor de Deus. Presidente. Eu estou aguardando a o chefe da segurança da Câmara dos Deputados.
Deputado
Falando com ele, já falei 2 vezes, e assim que ele me passar a recomendação do chefe de segurança Seguiremos a Seguiremos orientação dele Presidente, senhor presidente. Encaminhamento
Deputada
Toda a imprensa está anunciando e nós estamos vendo as imagens de que há 1 pessoa que veio a óbito, e que inclusive há notícias que nos chegam e notícias de que já foram destruídos 2 drones rondando este poder legislativo. Como nós tivemos no dia 8 de janeiro processo extremamente violento contra a sede dos 3 poderes, inclusive 1 policial que quase perdeu a vida, que foi brutalmente atacada, acho que nós temos que preservar preservar a a discussão nesta se nada estivesse acontecendo e está acontecendo. 1 pessoa foi, 1 pessoa faleceu, nós temos notícias de que 2 drones foram drones que estavam sobre esse legislativo. Então portanto presidente. Presidente, presidente deputada, só pra explicar
Deputado
Eu estou em contato com o chefe de segurança da câmara, que acabou de me dizer que não tem óbito ainda Presidente nós eu quero com o com o chefe de segurança estar em contato com o presidente Lira e a recomendação dele eu seguirei à risca só isso. O presidente já falou desde lá o presidente mas a questão é tão bem política existe 1 banalização por favor eu não vou eu não vou eu não vou ficar neste embate eu já dei a decisão de que seguirei a segurança da casa os que o chefe de segurança decidir nós faremos. Para para encaminhar a favor, deputado Gilson Daniel. Está aplaudindo Gilson Daniel. Que a bomba seja estivesse acontecendo. Marcelo Crivella, pra encaminhar a favor. Os rostos de vossas excelência estão sendo registrados. Deixa eu dar ajuste é esse homem. Deputado Gilberto agora presidente? Presidente Marcelo. Marcos Paulo. Presidente, com todo respeito. Eu estou tendo todo o respeito à vossa excelência Está considerando que é normal. Eu nunca disse. Deputada Érica não coloca palavras na minha boca por favor eu respeito o plenário não sei tem o maior respeito ao plenário eu não eu não vou me submeter a que coloquem palavras que eu não tenha dito, que eu respeito todos vocês, eu estou em conversa mais daqui a pouco novamente com com o chefe de segurança da casa e vamos tomar a decisão técnica por ela.
Deputado
Sempre pra encaminhar. Presidente, você veio aqui como a esquerda o pessoal odeia as igrejas, se travessem de evangélicos aí, tem pastor fulano, padre beltrano, cambada de herege, querem a destruição das igrejas. Nós estamos trabalhando aqui pra poder viabilizar a isenção fiscal dos templos e das igrejas, e que que eles fazem? 1 balbúrdia, tumulto, usando 1 possível, possível óbito que aconteceu aqui na frente da casa, que ainda não se confirmou, pra impedir 1 votação importante dessa. O demônio está solto nessa casa essa semana, porque tentaram de todo o jeito impedir a votação da da proteção do nascituro, da proteção da vida, assassinos de bebês. E agora atacam frontalmente as igrejas. Você cristão que está aí nos escutando, você cristão que está aí nos assistindo, preste atenção, quando aquele sujeito da esquerda for pedir seu voto, te chamando de irmãozinho, de irmãzinha, são contrários sim. Tanto que essa questão que o presidente Sócio falou, ele respondeu por 5 vezes, está esperando a confirmação, mas não, deleiteiamse na balbúrdia, deleiteiamse no desrespeito, odeiam declaradamente os cristãos e se pudessem, nos alvejariam em plenário. A permanência de cristãos nessa casa, atenta contra os olhos dos demoníacos da esquerda, estão mobilizando agora o STF pra tirar os símbolos religiosos porque sabem que aqui eles vão perder. Olhem ali pra cruz, olhem ali pra aquela cruz, temam o Deus verdadeiro cambada de demônios, vocês se levantam contra a igreja e não prosperarão. Vocês se levantam contra os fetos, os bebês, e não prosperarão. Hipócritas, hipócritas. Não bastasse a pauta abjeta de identidade de gênero, agora, enganam as pessoas que passam fome e trabalham num turno desigual, que eu por muito tempo trabalhei, levando 1 pé que fajuta e mentirosa pra enganar os incautos dos pobres, falando que todos aqui não trabalham e são privilegiados, vamos cortar então os privilégios, vamos abrir mão de todas as emendas? Eu hoje entrei com 1 PEC pra acabar com a emenda, vamos abrir mão de todos os salários, eu hoje propus 1 lei pra zerar os salários, vamos abrir de tudo quanto é penduricalho que existe, outros cargos de conselho que os seus pupinchas têm, que chegam a ganhar mais de milhão por ano, e alguns até mais de 800000 por mês nas estatais, e vem falar do povo coitado, hipócritas, sepulcros, caiados, raça de cobra e de víboras. Eu encaminhe pela aprovação, presidente. Presidente, artigo 70 do regimento interno, questão de
Deputado
Artigo 70 diz, o presidente poderá suspender a sessão por 1 única vez, pelo prazo máximo de 1 hora, fim do qual considerarseá encerrada. Vossa excelência, disse no microfone que está buscando informações, e que espera informações chegarem a vossa excelência pruma tomada de decisão se a sessão deve ser encerrada ou não, ou se deve ter a continuidade dos trabalhos. Aí eu pergunto, por que vossa excelência, que deveria estar com as atenções voltadas pra mediar os debates como presidente, não pode suspender por 1 hora essa sessão. A suspensão da sessão pra que informações cheguem e se não tiver informações definitivas ou informações que levem a necessidade de encerramento, se encerrará a sessão. Agora qual é o motivo de vossa excelência dar sustentação a qualquer custo a essa votação dessa PEC? Por que que estão tão desesperados que tem que votar essa PEC de qualquer maneira, de qualquer jeito? Por quê? Suspenda presidente, essa sessão de acordo com o que determina o artigo 70 do regimento, já que vossa excelência não dispõe de todas as informações, a partir do momento que vossa excelência tiver as informações e puder então formar 1 convicção relacionada a continuidade ou interrupção dos trabalhos, o faz, mas essa sessão deve ser suspensa imediatamente. O deputado que acabou aí à tribuna, esbravejando, falando contra a esquerda, parece que quer votar isso de todo jeito. Por que que essa matéria tem que ser votada a todo custo? Os senhores aparentemente tem maioria pra aprovação do texto. Agora o jatinho do Malafaia, que até agora não tem, mas se vier a ter, o jatinho do Edir Macedo, que a Igreja Universal já tem, não pode esperar, tem que ser imediatamente ter o desconto dos 30 por 100 pra compra de mais jatinhos, Pelo amor de Deus. Vamos encerrar essa sessão. Se tem 1 pessoa morta na esplanada dos ministérios, do lado, mais especificamente, melhor dizendo, mais precisamente, do lado do supremo tribunal federal, se essa informação se confirma, e se explodiu carro entre o anexo 2 e o anexo 4 da câmara dos deputados, o mínimo que se pede é a suspensão da sessão, pra que essa questão possa ser averiguada. Por que continuar a sessão num clima e numa situação como essa? Não tem o menor cabimento. Presidente, sorte em cima e Bericite pela hora já passa vossa excelência.
Deputado
1 questão de ódio, vou vou recolher a questão de ódio de vossa excelência, estou conversando com todas as pessoas, acabei de receber outra informação que o chefe de segurança nosso está no local, chovendo, aguardando o esquadrão antibomba, que não tem nenhuma desordem por fora é a informação que eu estou recebendo, estou falando com ele aqui o tempo todo. Só pra vossa excelência pois não deputado Presidente eu quero antecipar que o governo vai orientar sim essa matéria. Então eu fico muito confortável em dar minha.
Deputado
Vossa excelência, nós encerramos a discussão, o encaminhamento já foi feito, o próximo passo é a votação. Nós não temos certeza do que está acontecendo. Tem gente aguardando esquadrão antibomba, só depois nós saberemos se há 1, 2, outras ou não. Imaginemos que a gente abra o processo de votação e descubrasse que tem algo mais grave. Macula de alguma forma, inclusive esta votação, que eu repito, o governo vai orientar sim. Então o pedido que eu faço à vossa excelência encerro o encaminhamento, mas não abre o processo de votação. Para isso a gente suspende a sessão, o painel está mantido, o quórum está mantido, o Infoleg está mantido até a gente ter certeza absoluta do que está acontecendo. É o pedido que Presidente, só acrescentar aqui 1
Deputado
Na linha do 15 Só eles que fala Já rodar vossa excelência. A ditadura calma calma. Por gentileza.
Deputado
Na linha do que o deputado Rubemju já mencionou, não vamos agir de forma incoerente, se aqui não se preocupa com sua própria vida, veja ao seu redor, veja os assessores, veja a equipe de comunicação, vejam nos corredores do Congresso Nacional, funcionários que estão sendo obrigados a manter o seu trabalho porque nós ainda estamos em sessão. Vamos suspender a sessão, nós não sabemos o que está acontecendo lá fora, mas as imagens são claras, inequívoca e mostram que houve 1 explosão, há indício de que 1 pessoa morreu, a força de segurança está ao redor do Congresso Nacional, e nós não podemos, não há razoabilidade pra manter o funcionamento dessa sessão, colocando em risco a vida de outras pessoas. Esse é o nosso encaminhamento, essa é a nossa orientação, esse é o nosso pedido pelo PSB. Deputado Duarte, eu vou falar aqui com o
Deputado
Mas vamos passar a vossa alemã, mas deixa eu falar 1 1 1 presidente. Nós temos total responsabilidade com a segurança, até porque você se o se estivesse da forma em que está sendo apresentado pelo deputado Duarte até pra questão de saída nós precisaríamos aqui da segurança da casa pra nos garantir segurança a todos nós e aos funcionários ou servidores. A informação que eu tenho do chefe da segurança é que não tem nada deste estardalhaço todo pro lado de fora. Eu estou falando com ele o tempo todo. Então a nossa segurança é garantida pela pela segurança da casa. Eu não vou ser irresponsável com os colegas nem com a minha vida, nem com a vida de terceiros aqui. Então fiquem tranquilos. A gente está tomando as decisões. Entendi a proposta e não tem o menor problema pra deixar claro ao plenário em que a gente possa fazer intervalo, intervalo, suspender 1 sessão se for necessária por alguns minutos pra dirimir qualquer dúvidas necessária. A proposta do deputado Rubens é pertinente e eu não tenho problema em tomar essa decisão em conjunto com a segurança da casa, com o presidente Lira, e eu não tenho o menor problema em decidir dessa forma. Só quero que os colegas entendam que eu estou diretamente falando com a segurança da casa pra dar tranquilidade a todos nós que é o mínimo dever meu neste momento presidente. Se nós eu pedi primeiro não eu pedi primeiro sim espera aí o deputado
Deputado
Eu parabenizo sempre vossa excelência aqui pelo seu ar democrático de conduzir exceções, mas todos os parlamentares que estão falando estão falando a mesma coisa, e só respondendo a mesma coisa, que está aguardando as determinações. Eu peço a vossa excelência para que prossiga na votação, se porventura, quem de direito determinar que o senhor encerra a sessão por questões de segurança, externas ou internas, o senhor assim o faça, mas o senhor deixou 20 parlamentares do lado esquerdo falarem a mesma coisa e o senhor respondendo a mesma coisa. Está claro que eles não querem votar, a gente entende e respeita, e que está claro que todos querem segurança interna e externa. O senhor já falou, já explicou, eu peço à vossa excelência para que possa prosseguir a votação, se o senhor recebeu 1 determinação contrária, a gente encerra a sessão. Presidente. Presidente. Sim deputada.
Deputado
Deputada Érica Pereira depois Sâmia que já saiu pode ser a gente segue. Também presidente.
Deputada
Presidente Bem que? Veja, nós estamos com as vias intertentes Presidente, vem tema Nós estamos com o Esquadrão antibombas acionado. Tem notícias de que foram destruídos 2 drones que estavam sobre sobre o parlamento. Então portanto presidente, não é 1 situação que nós temos que esperar, porque há 1 anormalidade, aqueles que acham que é normal o que aconteceu no dia 8, que é normal os atentados à vida que o Brasil vivenciou, não podem, não podem perpassar esta concepção como se fosse normal e natural desta situação que nós estamos vivenciando agora. Existe ameaças ameaças, existe 1 pessoa que foi morta, existe carro que explodiu nas imediações da câmara federal. Por isso eu sugiro que vossa excelência possa suspender até que tenhamos as informações que assegurem o funcionamento Presidente, questão de ordem, presidente,
Deputado
Sim vou seguir, por favor. Samuel tinha pedido anteriormente, que todos. O outro lado aqui presidente. Qual o artigo 2? Artigo
Deputada
Meia 7 do regimento interno. Presidente, neste momento está sendo feito 1 varredura, ali na região ao lado do anexo 4, justamente pra se identificar Presidente a mesma coisa. Se há mais focos de bomba. Calma aí, deixa eu ter Calma, vamos ouvir, vamos ouvir, vamos lidar, por favor. Continuando. Já foram expostos todos os motivos de segurança e também os motivos políticos pra que a gente não leve adiante 1 sessão. É 1 banalização de 1 situação grave, de risco. 1 pessoa, aparentemente se explodiu ou a explodiram em frente ao Supremo, essa pessoa veio a óbito. Acabou de passar a imagem no Jornal Nacional. E aí tem gente dizendo que pode ser mentira, tenham a santa paciência. Carro explodiu, aqui em frente à Câmara. O Supremo foi evacuado, a Praça dos 3 Poderes foi evacuada, está acontecendo 1 varredura ali do lado. É pedido simples, claro e objetivo. Necessário fazer 1 varredura neste plenário. Nós não sabemos o tamanho, a proporção da gravidade do que está em curso neste momento na Praça dos 3 Poderes. O que nos garante que inclusive aqui não seja lugar de risco, com toda a tranquilidade, sem querer gerar mais pânico, do que essa situação por si só já gera. Então Presidente. Isso é objetivo, Suspensão dessa nossa sessão pra que possa ser feita 1 varredura nesse lugar, pra que as autoridades policiais técnicas responsáveis possam identificar, o senhor diz que aqui é o lugar mais seguro para nós estarmos nesse momento. Não sei como o senhor consegue afirmar isso sem ter nenhum tipo de informação precisa ainda das forças policiais. Bastante contraditório o que nós queremos, o que eu estou pedindo é que se faça justamente 1 varredura desse lugar, que é o nosso lugar de trabalho. Há 1 série de trabalhadores ali da comunicação, há trabalhadores ali no café, há trabalhadores em toda a câmara e ainda há pessoas, população brasileira que estão circulando aqui pelo prédio da câmara. Vossa excelência é o presidente da câmara nesse momento. O presidente é a primeira pessoa que tem que estar com todas as suas atenções voltadas única e exclusivamente pra esse problema. E me parece contraditório estar com as atenções voltadas pra esse problema ao mesmo tempo em que está votando tema que altera a constituição brasileira. Existe 1 banalização do mal, da violência, da gravidade da do drama que está acontecendo do lado de fora, ao momento em que se normaliza, mas quero repetir. Solicito que se faça 1 varredura, inclusive deste plenário, porque o senhor afirmou que aqui é o lugar mais seguro, mas eu não tenho nenhuma certeza de que isso seja verdade. A gente não sabe a gravidade do que está acontecendo e é necessário que todos estejamos seguros. É por isso que eu
Deputado
Só minutinho por favor, se vossa excelência não tem certeza nem eu e aí nós temos que nos remeter à segurança da casa com quem estou falando constantemente. Perfeito. Se for necessário varredura aqui não sou eu e nem nenhum parlamentar que decide a segurança da casa com quem estou falando e eles maior risco à Eu não vou ficar em bate boca em plenário, por favor. Calma que eu vou abrir pela ordem, já havia pedido o deputado Chico, depois eu passo aqui pela ordem, ah também tinha pedido lá atrás, As eu vou seguir a sequência de quem pediu a inscrição, deputado Chico mais lá atrás depois deputado Bibo Nunes. Obrigado presidente.
Deputado
Gente, pouquinho de serenidade aqui. Só ir embora. Presidente Sóstremis. Só. Nós precisamos mais do que a sua recorrente informação de que está consultando DEPOL, nós precisamos saber que ninguém aqui tem informação precisa do estado da arte, ou seja, o que aconteceu, o que já se apurou, e o que está sendo providenciado pelas forças de segurança pública aqui no nosso entorno. Isso é elementar. Se vossa excelência puder trazer 1 informação para esse plenário sobre o que está acontecendo, se a varredura já está sendo feita, se há outras possibilidades de explosão é muito natural e é óbvio Acabou o tempo acabou o tempo. Só minutinho por favor gente.
Deputado
Presidente Sim, deixa o deputado Chico concluir por favor. Pois é, eu estou 1 informação
Deputado
Objetiva da atual situação, que ninguém sabe direito. Está havendo varredura, a situação está controlada, foi evacuado o supremo interditada a Praça dos 3 Poderes, o que as forças de segurança recomendam para a câmara dos deputados e para o Senado. Presidente, a senhora insegura é só embora pra casa, só embora deputado. Senão, fica aqui a gente só ir pra casa. Como se nada tivesse acontecendo, é 1 insensível Só fica de quem quer trabalhar. Cristã, cristã, não tem nada a ver com o mundo, só queremos saber de votar a matéria a toque de cachorro Está no parágrafo e o policial morrendo e ninguém fala nada. Senhor presidente. Presidente. Senhor presidente. Presidente, garanta aqui presidente. Senhor presidente. Pessoal da esquerda aí quiser ir embora já está liberado, vamos começar a trabalhar presidente. O Brasil não aguenta pagar tanto imposto pra esquerdaália ficar dando pitaca aqui não. Respeite. A escala 4 por 3 já acabou pode ir embora colegas. Senhor presidente.
Deputado
Pergunta de vossa excelência, deputado Chico, eu estava falando com o chefe da segurança não consegui ouvir porque conforme já disseram, eu não consigo fazer as 2 coisas ao mesmo tempo. Mas eu acabo de receber a confirmação do óbito, agora. Tá? Então por conta disso, por conta disso, eu vou suspender a sessão pra que a gente averiguar eu vou fazer o outro pedido pro policial espera aí espera só minutinho espera só minutinho. Eu vou pro os teus colegas eu vou pedir os colegas que inclusive por questão de segurança de vossa excelência, aguardem no plenário pra eu falar novamente com ele pra que todos os senhores e as senhoras possam ter totais garantia de segurança de sair com segurança, contudo porque nós não sabemos como estar todas as questões. Vou pedir, inclusive, vou falar com o chefe de segurança pra vim aqui, pra que com autorização dele, porque se eu autorizo, suspende e autorizo que vocês saiam, aconteça qualquer coisa com qualquer de nós ou com qualquer servidor desta casa, a responsabilidade será minha pelo exercício. Então por favor, não é pra alardear, pode estar tudo sob controle lá fora, só que eu vou pedir pra que esteja aqui alguém da da segurança pra que eles possam passar as orientações corretamente com as devidas técnicas pra que todos possamos estar seguros. Então a sessão está suspensa até devida hora. Gente não pode sair. Presidente. Não, eu peço que não saiam. Presidente Sim, está aberto. A vibração de carro está suspensa. Suspensa, eu não sei, por isso eu estou pedindo. Presidente, projeto, Agora que o plano está suspenso, tá? Vamos aguardar. No estado do Pará senhor presidente, mais eram 4 depois da primeira mala, governador está fazendo propaganda de sorvete quero propor minuto silêncio já que foi confirmado o óbito, de silêncio e a gente suspende a sessão após o minuto silêncio. Peça a sessão.
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Você vai começar de lá rapaz. Dá zoom. Vai lá ligeiro e volta. Senhor presidente, continuarei defendendo as.
Transcrição automática
Deputados, vou reabrir a sessão e comunicar. Escutem por favor. Nós a partir de agora, damos tempo de 10 minutos combinado com o chefe da segurança, pra que ele possa organizar as nossas saídas pelos anexos 2, 3, chapelaria pra quem vai pela chapelaria, com total segurança a todos parlamentares a todos os servidores e cargos comissionados da casa. Eu preciso que todos ainda permaneçam aqui mais 10 minutos que quando ele chegar e der o ok é porque está tudo sob controle pra que todos nós possamos sair daqui com segurança. Já chegou, já está ok, inclusive acaba de chegar e já disse que está ok. Então nos termos do artigo calma, nos termos do artigo 70 e a presente sessão será levantada, esta
Deputado
Convocará oportunamente sessão deliberativa extraordinária, com data horário e ordem do dia a serem divulgados ao plenário, nos termos regimentais. Está encerrada a sessão, e estamos com todas as seguranças em todos os acessos pra garantir a nossa saída com segurança daqui até os nossos lares muito obrigado a todos está encerrada a sessão.




