PLENÁRIO

19 nov. 2024 11:00 às 19:38

Sobre o Evento

Sessão do Plenário com várias intervenções de deputados e múltiplas votações conduzidas por diferentes presidentes.

#461
Transcrição automática

Supremo tribunal federal, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin. O chefe, da polícia federal, Andrei Passos, e o próprio Lula. Todos eles, em conjunto, tramando o que? Falando sobre o que? Procurador geral da república inclusive, também na reunião. Senhor presidente, falouse muito, da operação Lava Jato. Falouse muito de colaboração, entre promotores e juízo, utilizouse isso inclusive pra anular, anularse provas, provas robustas de corrupção. Colocouse de volta, na presidência da república, primeiro, na rua. Sim Lula estava preso, foi retirado da cadeia, depois, seus processos foram anulados, mais tarde voltou à presidência da república, cronologia importante, tudo graças, supostamente, a vícios, nos processos judiciais, em que figurava o Lula, cuja corrupção, é indelével, cujos crimes, são de conhecimento público, mas não obstante a corrupção de Lula, da sua quadrilha, dos empresários, de todos aqueles, que estavam à sua volta, não obstante isso, em virtude, de vícios processuais, até mesmo o CEP, onde deveria tramitar o processo de Lula, supostamente deveria ser outro, em virtude de vícios processuais, urdiuse o retorno desse cletocrata ao poder. Agora está ele, com o chefe, da polícia federal que é a polícia do Lula, a polícia do PT não é mais a polícia federal. É 1 polícia infelizmente, que no seu alto escalão, serve à bandidagem da república. 1 polícia inclusive senhor presidente, que tem a empáfia, de representar contra deputado federal que usa esta tribuna para denunciála. No supremo tribunal federal. Sim, estou sendo eu, processado hoje no supremo tribunal federal, por representação de policial que não gostou, da denúncia que eu fiz contra ele. E quem decidiu dar andamento a este processo? No supremo tribunal federal, alegando que talvez eu tivesse de fato, exagerado, abusado da imunidade parlamentar deputado Afonso Mota. O seu exchefe, Flávio Dino, que hoje é ministro do STF, mas que foi ministro da justiça de Lula, e que indicou o chefe da polícia, cujo chefe de gabinete, abriu 1 notícia de fato contra mim deputado federal, que goz de imunidade parlamentar de inviolabilidade, pelo artigo 53 da constituição, por quaisquer de minhas opiniões, palavras e votos. Muito bem, fez a procuradoria desta casa inclusive, deputado Luís Tibet, ao escrever em parecer publicado, que só hoje eu também, perseguido político. Agora voltando à fatídica reunião da semana passada, ali encontraramse, aqueles que estão, a criar narrativas e narrativas que não ficam de pé, que não se sustentam, estão desesperados. As notícias de hoje demonstram isso. Estão desesperados, porque tentam fazer de 1 narrativa de suposto suposto golpe de estado ou de 1 tentativa, suposta de golpe de estado, 1 narrativa séria. Se nos limitarmos apenas ao 8 de janeiro, veremos que ali, havia indignação, havia pessoas irresignadas com o resultado eleitoral, e com a posse recente de ladrão na presidência da república. Mas a grande maioria daquelas pessoas não quebrou nada. Aliás, vídeos demonstram, inclusive que a maior parte tentava era evitar que outros quebrassem, outros quem? Infiltrados será? Outros quem? Não contidos pela segurança que deveria ter sido provida pelo governo federal? Segurança negligenciada pelo então ministro da justiça, Flávio Dino que, admitiu, assistia de tudo, do ministério da justiça, de seu escritório, de seu gabinete, e nada fez, e depois ainda, negligente, no mínimo, ou talvez, eu diria, até, com muita suspeição de que essa seja a realidade, de forma proposital. Deletando todas as imagens, que o seu prédio possuía. Pois bem senhor presidente, pois bem caros colegas parlamentares, vivemos hoje num estado policial. Não à toa os comunistas que fazem parte deste desgoverno, que tem na ideologia marxista base do programa do PT também, tanto gostam da revolução russa, chegaram a celebrála em 2017, Chegaram a celebrála. Recentemente. Senhor presidente, é triste vermos que o Brasil, agora virou, da parte de Lula, da parte do Supremo Tribunal Federal que é órgão político não é mais órgão órgão judicial, e da parte da polícia federal, com a parceria lamentável da procuradoria estado policial, estado que visa perseguir opositores do regime, pois não é mais partido político apenas, é regime ditatorial e tirando, e por isso, continuaremos a denunciálo, e a buscar todas as informações senhor presidente. Sobre o que aconteceu no Palácio da Alvorada na semana passada. O que se trabom? O que se discutiu? O que se quis? E aqui como parlamentar encerro senhor presidente, agradecendo a vossa excelência a todos aqueles que têm declarado solidariedade, dizendo que continuarei defendendo a imunidade parlamentar em invuliabilidade não apenas minha, não apenas os meus colegas, mas de cada cidadão brasileiro porque essa é 1 conquista da democracia e não individual de qualquer deputado.

19 de nov, 22:10