PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão do Plenário com várias intervenções de deputados e múltiplas votações conduzidas por diferentes presidentes.
Deputado
Senhor, senhor presidente, senhor presidente, senhoras, senhores deputados, ontem nós vimos 1 cena, 1 cena que não devíamos mais ver. Presidente da república, o dignatário, chefe de estado de país, vizinho nosso, o presidente argentino, Milei, ao cumprimentar ou então querer, querer participar do protocolo do g 20. Entra pra falar com o presidente Lula disfarçando 1 pasta sobre o braço. Pra não abraçar presidente vizinho, pra não fazer com os outros. Me cumprimentaram o presidente Lula, anfitrião. E ali esboçava portanto a expressão da que todos temos que ter, principalmente os chefes de estados que vieram ao Brasil discutir a fome, discutir aquilo que é o flagelo da humanidade, milhões e milhares, milhares e milhares de pessoas que passam fome. Millay não. Ele foi até o instante ali perto do Lula e apenas com o mundo a distância pegou na mão do presidente Lula. Ora, todo mundo sabe, o gênero que é o presidente Lula. Por mais diferença que tenhamos de ideias, de ideologia, nunca jamais podemos tratar as coisas do estado como se fosse inimigos. Não é nem adversário tratou como inimigos, e isso prova o grau baixo de civilidade que tem a outra direita. Não é a direita. A direita, fazemos com ela o bom combate. A direita tem a sua ideologia, mas vamos discutir e aqui discutimos, mas não a ignorância. A ignorância de não reconhecer que ali estavam nações, países em que em seus, em seus lugares, em seus continentes e aqui mesmo no nosso, praticase a democracia. Olha, ele representou exatamente o presidente Trump. É como se fosse o ponta de lança do presidente recémeleito dos Estados Unidos. É aquele tipo, é aquele estereótipo característica da última da ultra direita. Veja bem, até os presidentes militares do Brasil, na década de 60, não tratava não tratava com submissão os Estados Unidos como está tratando como vai ser tratada a Argentina em relação aos Estados Unidos. É a volta do imperialismo. Isso é 1 palavra que muitas pessoas não gostam, mas é verdade. Tem aqui agora o legítimo representante desses imperialismo que é o presidente, da Argentina, que tem apoio aqui dentro do Brasil, que tem seguidores também aqui dentro do Brasil. Eu quero lembrar que o Brasil muito atrás já teve o passado também deste tipo de subserviência aos Estados Unidos. Tinha deputado aqui deste parlamento, mas só que era lá no Palácio Tiradentes do Rio de Janeiro, chamado Otávio Mangabeira, que promoveu ato mais indecente que se possa ter, na história política deste país. Ao chegar lá na câmara federal no Rio de Janeiro, o general Azenhauer, Otávio Mangabeira, pra mostrar a subserviência, ficou de joelho e beijou a mão de Azenhaga. Isso era Brasil daquele tempo, hoje o Brasil é outro, como disse o presidente Lula, os Estados Unidos podem ter o maior VIP do que o Brasil, mas não tem a maior soberania do que em nosso país. Nós temos que nos respeitar, nós temos que mostrar que nós temos autodeterminação do que queremos, não se vive de fantoche pra qualquer país porque é mais poderoso economicamente do que nós. Por isso, me envergonhou a atitude do Belém. Ele pode ter agradado até as ordens dele, a sua craque, mas perante a nação do mundo, ele foi subserviente, a mandado, ali sendo portanto repito o faltógeno nos Estados Unidos, fazendo com que queria ele mostrar para o mundo que estava pouco fazendo do presidente Lula, mas o Lula é gênero Lula é democrata, Lula é o líder internacional, Lula é apoiado por várias nações no seu discurso, no seu discurso de acabar com a miséria, do social, de diminuir e combater a fome que era o maior objetivo do do GVinci. Por isso, eu fico muito triste em ver país vizinho praticando o tipo do nacionalismo barato, porque 1 diferença é muito grande entre patriotismo e nacionalismo. Padrotismo sim, sentimos pertencer de ao nosso país. Amamos a nossa tradução e a nossa cultura, mas somos capazes de reconhecer que Maradona foi grande jogador, que Maradona pode assemelhase ao nosso rei Pelé, mas nunca nacionalista fanático, vai dizer, vai sempre dizer que Maradona é melhor do que Pelé. É a diferença do nacionalismo do patriotismo, é a diferença da ignorância e daquele que de fato gosta do seu país, da sua tradição e compartilha com todos as com todas as situações de pobreza, de problemas sociais, que é isso que faz com que sentimos esse pertencimento que gostamos de todos os brasileiros. Era esse o presidente que queríamos que registrasse na voz do Brasil.




