COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

25 nov. 2024 14:14 às 15:47

Sobre o Evento

Proposta de redução da idade de desligamento compulsório no Serpro discutida por diversos representantes sindicais e políticos.

Status
Concluído
ID: 74910Total: 29 discursos
#1
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Vou de declarar aberta a presente reunião de audiência pública, com o objetivo de debater a redução da idade desligamento compulsório no cérebro de 75 para 70 anos essa audiência está sendo realizada realizada em estudo da aprovação do requerimento número 103 2024 de minha autoria que foi subscrito pelos deputados andré figueiredo e professora luciene cavalcante eu sou 1 mulher do cabelo curto 1 mulher branca com os cabelos com muitos fios brancos eu estou é com a echarpe verde claro com colar verde e com vestido bege com várias estampa de várias folhas nós vamos é chamar os nossos os nossos convidados nós convidamos para além dos que irão participar dessa audiência nós também convidamos o o representante do Serpro, e nos respondeu que, não que não poderia estar, nós também convidamos o ministério de gestão e inovação que também respondeu, é que agradeceu o convite, mas é que não teria como indicar representantes, ao mesmo aconteceu com o ministério da fazenda, que também disse é que não poderia estar em função de compromissos posteriormente é assumidos e eu vou então convidar as pessoas que estão aqui para debater o assunto assunto que mexe com a vida das pessoas então portanto lamento muito que os representantes da empresa, do MGI da Fazenda não estejam aqui, porque a vida das pessoas que está sendo impactada de forma muito profunda. Eu gostaria de chamar a senhora Thelma Maria de Castro Dantas, que é diretora de política sindical da federação nacional dos trabalhadores e trabalhadoras em empresas de processamento de dados, serviços de informática e similares, AFENAdados, chamado o seu Sérgio Takemoto, que é presidente da Federação Nacional das Associações do pessoal da Caixa Econômica Federal Fenae o senhor Ismael César que é da executiva nacional da CUT o representante do Sindipd de Pernambuco Reinaldo Soares e o Ricardo Bimbo, que é coordenador do setorial nacional ciência tecnologia e tecnologia da informação, do partido dos trabalhadores e das trabalhadoras. Nós estamos convidando essas pessoas que aqui estão, o Ismael, o Reinaldo e o Ricardo é para que possam ajudar nesta discussão que considero de extrema relevância. Convido as pessoas para que possam se sentar para que nós tenhamos, me parece que é mais 1 cadeira, perfeito, e nós vamos concedendo pra 7 minutos pra casa dos expositores e expositores pra poder fazer as ou de expositores e expositora pra poder fazer as suas considerações, e a partir daí nós travarmos a discussão necessária para avançarmos na perspectiva de assegurarmos os direitos que estão sendo impactados de forma injustificável diria eu, pela empresa pelo Serpro. Eu vou então começar é passando a palavra para o ricardo bingo que é coordenador do setorial nacional ciência tecnologia e tecnologia da informação do pt do PT. Deputada Érica.

0:003:54
25 de nov, 17:14
#2
Coordenador do Setorial Nacional de Ciência, Tecnologia e Informação do PT Ricardo Bimbo
Ricardo Bimbo

Coordenador do Setorial Nacional de Ciência, Tecnologia e Informação do PT

Transcrição por IA

Boa tarde companheiros e companheira de mesa, boa tarde. Primeiro agradecer e parabenizar a deputada Érica, pela iniciativa, pela abrir o espaço pra gente, enquanto coordenação do setorial do partido, a gente vem, num trabalho e num esforço de apoiar essa luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Serpa, a gente vem num denunciar o etarismo que está sendo feito, né na empresa do Serpro, comentário muito pequeno pra gente fazer pro debate que inclusive, conversando em casa ontem sobre isso sobre o programa do Fantástico que falou sobre inteligência artificial. Os 2 cientistas da computação que ganharam o prêmio nobre de física sobre inteligência artificial, são maiores, são mais velhos de 70 anos, e conduziram suas pesquisas com mais de 70 anos. Eu só enquanto setorial de ciência e tecnologia e tecnologia da informação a gente quer tirar o espectro de que a tecnologia ela é trabalho, de conhecimento, ela é trabalho de aprimoramento e muitos desses trabalhadores alcançam a sua maturidade técnica, na casa dos 60 70 anos então, o como 1 empresa estatal do ramo de tecnologia ela perde esses trabalhadores essas trabalhadoras, que teriam tempo inclusive pra transferir o conhecimento e transferir a tecnologia, né pra outros colegas que possam entrar. É 1 contribuição pequena aqui que a gente pode dar, nós temos muitos filiados e filiadas o partido dos trabalhadores, que são funcionários do certo, na qual a gente se soma, pra rever essa posição da diretoria do certo, rever esse condicionamento que está sendo feito, e permitir com que a gente faça debate mais amplo, dentro do governo, dentro do partido, e dentro do próprio serviço de processamento de dados com os seus funcionários com seus empregados e colaboradores. Obrigado deputada fico à disposição da mesa.

0:002:23
25 de nov, 17:18
#3
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Ricardo pela contribuição, passar por Reinaldo Soares que é do do de Pernambuco.

0:000:11
25 de nov, 17:20
#4
Sindpd - PE Reinaldo Soares
Reinaldo Soares

Sindpd - PE

Transcrição por IA

Tarde boa tarde deputada demais companheiros aqui da da mesa todos que estão aqui presentes. Começar a minha fala lamentando a ausência dos que foram convidados pra AA0 Serpro, o seu presidente, a diretoria da empresa porque teria a oportunidade de debater o assunto não é? E a ausência aqui ela é até constrangedora né, a gente vê aqui pessoas que fazem parte dessa empresa e mais ou menos pouco na linha do que o Bimbo falou há pouco, eu queria destacar que hoje em dia também no segmento de tecnologia as empresas privilegiam trabalhadores e trabalhadoras que têm muita experiência acumulada e que têm mais idade, inclusive programas específicos de contratação com esse público específico aí em mente. O Serpro vai na contramão disso, é 1 questão que a gente não entende, é 1 ação iniciativa que não foi debatida, eu estou aqui represento dos sindicatos estaduais aqui a gente vai ter a fala da da federação, todo o movimento sindical está engajado, unido em torno disso, né? A gente agradece muito essa casa por essa iniciativa de debater esse tema, né? Além disso, eu queria destacar também, hoje no Serpro, a gente tem obviamente várias iniciativas de gestão em andamento, mas a gente percebe de forma muito clara que há olhar e viés muito forte pelo lado de cortar despesa, né? E aí quando se isso quando isso direciona as ações, né, de 1 forma desproporcional, você a a gestão da empresa perde a capacidade de olhar para as pessoas e passar a olhar somente números. Então a gente tem com essa ação do Serpro, em torno de 160 pessoas impactadas diretamente e essas pessoas pra gestão da empresa são números. Nós não encaramos essas pessoas como números, são pessoas que contribuíram a vida toda pro certo e que têm muito a contribuir. Então hoje a gente vê isso dentro do certo é lamentável não que a empresa não tenha que performar da melhor forma o certo é 1 empresa lucrativa é 1 estatal muito bem gerida, mas esse de forma desproporcional esse olhar né, mais aguçado pro lado de cortar despesa e gasto faz com que você não enxergue as pessoas e sim enxergue números. Essa é minha contribuição pro debate encerro aqui minha fala muito obrigado.

0:002:54
25 de nov, 17:21
#5
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Seu Reinaldo e passar a palavra pro Ismael César que é da executiva nacional da CUT.

0:000:07
25 de nov, 17:23
#6
Executivo Nacional da CUT Ismael César
Ismael César

Executivo Nacional da CUT

Transcrição por IA

Deputado deputada Rebeca, saudar essa importante iniciativa de vossa excelência, né? Saudar aqui cada 1 das pessoas presentes aqui nessa importante audiência pública, as federações, os sindicatos, né? Muito importante essa audiência pública, né? Falo aqui em nome da Central Única dos Trabalhadores, sou membro da executiva nacional da CUT, né? E queria dizer pra vocês que é lamentável, né? Que tenha 1 iniciativa como essa como já foi falado aqui né né programa né e desconsiderando inclusive a importância né dos idosos a importância né das pessoas que contribuíram com a empresa e vai na contramão né da política do próprio governo né? Pensar que o nosso presidente da república né com sua juventude aos 79 anos de idade né? Espero eu que em 2026 né? Possa cumprir mais mandato, né? E que portanto a contribuição dessas pessoas é muito importante pra nação, for importante pro cérebro e serão importante ainda mais. Dizer aqui deputada que nós da central única dos trabalhadores né participamos na semana retrasada no g 20 social né qual o governo brasileiro patrocinou aqui no Rio de Janeiro e participamos com importante oficina né que tratava exatamente da importância do serviço público, né pra pro desenvolvimento das ações, e apresentamos 1 importante contribuição para a governança mundial, né, do ponto de vista e explicando, né, que serviço público não é gasto, serviço público é investimento, é impossível pensar numa nação desenvolvida, né, Sem ter recurso pro serviço público e me parece que esse olhar do né? Tem muito a ver, né? Com a perspectiva do arcabouço fiscal, né? 1 economia na minha opinião, 1 economia burra, né? Porque não economiza praticamente nada, né? E qual inclusive nós assim que o governo teme assumiu todo mundo lembra que foi a emenda constitucional 95 que retirava gasto de saúde, de educação, de proteção ambiental e que portanto nós da central única da do do dos trabalhadores nos colocamos contra o partido dos trabalhadores se colocou contra né o que foi a emenda constitucional 95 que é lamentável que em nome de arcabouço fiscal em nome de 1 economia, né? O 1 empresa importante pra sociedade, importante, né? Empresa, lance programa desse, né? Comitantemente como PDV, porque estimula as pessoas, né? Com possibilidades reais de contribuir com o Serpa de contribuir com a empresa e coloca 1 navalha né sobre a cabeça dos servidores portanto é inaceitável nessa prática por parte da empresa já aqui com os dirigente do sindicato colocando a central única dos trabalhadores à disposição né dessa luta pra convencer né as autoridades do governo tentar 1 audiência com a ministra Ester pra que ela possa pra que ela possa demover né a a as autoridade do século nessa perspectiva não somos contra que haja possibilidade de ter programa voluntário de demissão por parte dos empregados. Agora entretanto é inaceitável que esse programa de demissão esteja né ligado a programa que né exige que os trabalhadores e trabalhadoras com 70 anos não possam continuar na empresa. Então inaceitável conte com o apoio da CUT estaremos com vocês nessa luta nessa perspectiva no sentido de tentar convencer a empresa a não prosseguir com esse programa que é desastre, né? Repito, pra sociedade brasileira, não só, né? Pros empregados que estão diretamente envolvido, mas a gente sabe do impacto social que se dará pra própria empresa caso o CEPRO continue com essa perspectiva de implementar esse programa. Então conte com a CUT, estaremos juntos com vocês pra que de fato né? Essa esse programa não seja de fato concluído. Muito obrigado a todos e a todas.

0:004:12
25 de nov, 17:24
#7
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Quero dizer a fala do representante da CUT ISMAEL Cesar, e passar a palavra pro senhor Sérgio Takimoto, que é presidente da federação nacional das associações do pessoal da caixa econômica federal.

0:000:17
25 de nov, 17:28
#8
Presidente - Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE) Sergio Takemoto
Sergio Takemoto

Presidente - Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE)

Transcrição por IA

Primeiro agradecer aqui o convite de poder participar dessa importante discussão, né? Quando eu fui convidado pra participar dessa audiência, falei que que a FENAE tem a ver com isso? O que os empregados da Caixa tem a ver com essa discussão se atinge apenas os empregados dos das, do cérebro? Mas a gente sabe que que isso daí é 1 onda, né? Se, se der certo no cérebro, com certeza será expandido para todas as empresas públicas. Então por isso que eu agradeço aqui demais o convite, agradecer a iniciativa aqui da nossa deputada Érica Kokai. E eu fiz 1 apresentação, né? Eu trouxe 1 apresentação se for possível já já está ali. Porque a gente fez levantamento de estudo, né sobre os dados o número de pessoas. Né? De acordo com o IBGE o número de pessoas com 60 e 65 anos ou mais cresceu 57 por 100 em 12 anos, ou seja, então não é 1 questão apenas demográfica, mas também é fenômeno que define a nossa sociedade nos últimos tempos, né? Felizmente nós estamos vivendo mais, né? Mas precisamos ter qualidade de vida, precisamos ter condições para usufruir, nesse momento da nossa vida. Aqui esse gráfico mostra como está está mudando, né? É 1 redução da população jovem e o aumento da população com mais idade. Opa. Ou seja, isso apresenta muitos desafios pra nós, né? Pra sociedade, pro governo, tem que ter 1 política governamental, mas só que não pode ser essa política que está sendo colocada, né? Né? De exclusão, né? De colocar mais dificuldades ainda do que já que nós já enfrentamos quando a gente atinge 1 certa idade. A taxa de participação dos idosos no mercado de trabalho. Com aumento da população isso também aumenta a participação dos dos mais idosos, né? Dos mais pessoas com mais de 65 anos têm crescido significativamente. Só que os os trabalhos que têm sido apresentados pra nós, né? Porque eu também me coloco nessa nessa condição, são cada vez piores sem nenhuma proteção, né? Houve 1 reforma da previdência que aumentou as exigências, mas não houve nenhuma contrapartida, né? E o que a gente assiste na sociedade, é que as pessoas atingem 1 certa idade são dispensadas no serviço, aí são obrigados a se sujeitar a serviços cada vez mais precários, né? Sem nenhuma proteção social. Então é 1 o governo precisa estar atento a isso, não dá pra continuar. Com essa política que a gente está assistindo, e aí a gente vê 1 empresa pública, e totalmente na contramão e eu tenho certeza que não é essa política do nosso governo. Então assim se já existe dentro de 1 lei que fala em 75 anos, por que 1 empresa pública vai crescer mais realista correio? E eu não acredito que seja a questão econômica como foi, né? Como é justificado. Porque se você pegar percentual de pessoas que serão atingidos, por essa medida, você vai ver que não há 1 não existe 1 economia. Na caixa econômica depois eu vou mostrar os dados, é menos de 2 por 100 que pessoas com mais de 60 e 65 anos. Então não me venha falar em economia eu tenho certeza que no na no cérebro também esse percentual é muito baixo das pessoas que estão sendo atingidas. Então a única justificativa que eu vejo, é que isso era 1 medida de governo né, de 1 proposta neoliberal, que é para quebrar a cultura das empresas, né? Para quebrar a cultura da empresa ou para facilitar outras maldades muito maiores, né? Então eu só posso enxergar dessa forma. Né? Aqui é a participação do dos das pessoas com mais de 65 anos no mercado de trabalho a gente vê que só vem aumentando isso, 66 por 100 dos aposentados brasileiros recebem apenas salário mínimo. Ou seja, é insuficiente pra gente manter a nossa qualidade de vida, manter plano de saúde, manter 1 saúde decente, manter habitação, manter ou seja, manter as nossas necessidades básicas. As ideias não envelhecem, então, ou seja, nós precisamos como foi dito aqui para que haja 1 troca de experiência. É necessário 1 renovação nas empresas? Sim, ninguém é contra, Mas não pode ser a custas, né, de tirar as pessoas que possuem histórico, possuem inteligência, possui toda 1 história das nas empresas, pra simplesmente serem retiradas do mercado né? Ou seja a diversidade geracional tem que permanecer né? Isso é importante pras empresas renovação tudo sempre e essa troca de convivência é fundamental pra todos nós não somente pra empresa mas até pra nós A gente conviver com 1 geração diferente é importante, assim como para quem está chegando também. Experiência e conhecimento, isso aí não já foi dito aqui. Eu estou correndo aqui por causa do tempo. Mais inclusão habilidade e troca de experiências, né? De acordo com o artigo da associação brasileira de qualidade de vida, empresas que abraçam essa ideia de adversidade, sempre saem ganhando, sempre aumenta a produtividade, né? Isso está aprovado, isso não é ninguém, estamos inventando isso, né? Então é importante que as empresas tenham isso. Aí quem eu coloquei na caixa trouxe alguns dados da caixa econômica federal só pra vocês terem ideia, né? Né pessoas com mais de 65 anos como eu havia falado são 1332 pessoas, num universo de 86000 empregados, né? Ou seja, é muito pouco, é muito pouco. Então não venham falar em economia, né? E outro dado que eu trouxe aqui pra vocês, é que assim, na prática as empresas já estão fazendo isso, né? Ou com planos de demissão voluntária, já estão fazendo a renovação. Na caixa econômica abriu agora plano demissão voluntária, né? Nós vamos vamos sair cerca de 4000 pessoas. Isso, ou seja, mas aí é 1 adesão voluntária, não é compulsória, não é compulsória, compulsória na caixa ainda é ainda estamos lá nos 75 anos, ainda não chegou por isso que a gente espera que não chega, não chegue essa essa medida de 70 anos de idade, por isso que é importante a realização dessa audiência e por isso que eu acho que é importante a gente estar aqui não só prestando solidariedade solidariedade à luta de vocês, mas se juntando a essa luta, porque com certeza essa é 1 luta de todos os trabalhadores de todas as empresas públicas, né? Então assim o combate ao etarismo é fundamental, né? Nós não podemos permitir que isso continue existindo porque o que a gente vê é 1 precarização cada vez mais das condições de trabalho porque se está atingindo os mais idosos com certeza vai atingir toda a classe trabalhadora. Porque aí sim é 1 questão de economia né? Precarizar o trabalho, precarizar cada vez mais as condições de trabalho, isso 1 economia não só na no meio público, mas em toda em todos os serviços, né? E o que a gente está vivendo é 1 era da revolução tecnológica, 1 novas tecnologias estão vindo mas também está associado a questão do mais tempo de vida. Então por isso que isso daí é 1 questão 1 política que o governo precisa enfrentar precisa discutir com a sociedade de como fazer essa integração entre as pessoas mais idosas que possuem mais experiência que possuem conhecimento com essas novas tecnologias que estão estão vindo pra aí por aí e os novos métodos de trabalho né? Mas precisa ter 1 inclusão não pode ser 1 exclusão forçada do jeito que eles do jeito que estão querendo propor, né? E tem até termo que estão sendo usado, né? Está sendo criado, que é o gerotariado, né? Que é a questão do estudo da gerontologia com a precarização das condições de trabalho, Então a gente não pode permitir que haja essa numa empresa pública a aplicação dessas medidas. Eu acho que essa iniciativa é importantíssima e é por isso que a gente está aqui pra se juntar junto a vocês que é 1 luta de todos nós. Então agradeço aqui demais o convite e a gente se coloca à disposição de vocês.

0:009:53
25 de nov, 17:28
#9
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Ao presidente da FENAIS, Sérgio Takimoto e passar a palavra pra Thelma Maria de Castro Dantas, que é diretora de política sindical da federação nacional dos trabalhadores e trabalhadoras e empresas de processamento de dados, serviços, informática e similares

0:000:20
25 de nov, 17:38
#10
Diretora de Política Sindical - Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados) Telma Maria de Castro Dantas
Telma Maria de Castro Dantas

Diretora de Política Sindical - Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados)

Transcrição por IA

Boa tarde a todas boa tarde a todos, agradecimento em nome da federação a deputada Érica sempre disposta a estar aqui no debate com a gente, mais 1 vez a gente agradece. Bom eu vou tentar resumir porque é muita coisa vou tentar ver se não deu conta do tempo, mas eu acho que a ausência ao meu ver, e aí eu já vou levar para lado mais político e dentro do projeto do Serpa em si porque eu acho que é ele que vai startar todo o restante no no movimento, do funcionalismo, então eu acho que, a partir do momento né que a empresa que o ministério MGI não comparece a esta audiência eu acho que isso vai para além né do desrespeito à categoria a esta casa, além do desrespeito a a ao nosso debate, eu acho que a gente deve pensar no movimento articulado, já posto pra que este projeto saia de dentro do Serpro, e ganhe as alças governamentais pra ser inserido num movimento né de 1 forma geral, movimento público de 1 forma geral então eu acho que isso é alerta, eu acho que não é movimento qualquer. E é lamentável também porque esta empresa vai fazer 60 anos dia primeiro de dezembro, então seria a oportunidade da gente estar aqui discutindo e vendo quanto a experiência o conhecimento e a luta. Porque é bom dizer que o Serpro, todos os governos de direita nós enfrentamos processo de privatização dentro do Serpro. O Serpro é 1 empresa que resistiu, desistir não estava na pauta do cérebro. E é bom lembrar que quando 1 empresa luta, quando ela existe, a empresa somos nós, cada de nós, não é aquele prédio somos nós. E nós resistíamos 60 anos, lutamos para que ela continuasse público nesse momento inclusive, lutamos contra o governo Bolsonaro. E para a nossa surpresa, esse projeto que está aqui, ele foi discutido na gestão do governo Bolsonaro, ou seja, está trazendo esse esse projeto está vindo, né para governo progressista, isso nos assusta. Então acho que eu vou eu vou tentar resumir e dizer o seguinte, fizeram 1 pergunta por que que acha que 000 diretor presidente do Serpe está trazendo isso? Eu não sei se é fato determinante mas pode ser que ele traga alguma alguma interrogação, ele não o o diretor presidente ele não é, é o de carreira ele não é funcionário de carreira, ou seja, ele não se reconhece dentro desse processo histórico de luta do Serpro, porque esse histórico ele não separa, nós não podemos separar essas pessoas que irão ser demitidas, elas estavam presentes, elas passaram, a empresa parcela estavam presentes a essa luta em todos os momentos. Se reinventaram, buscaram no mercado todas as dificuldades que nós tínhamos, lutamos inclusive para a questão do parto tecnológico, a gente lutava para modernizar. Nós não estamos aqui querendo dizer que nós queremos 75 anos e que seja 75 anos, 75 anos, para que as pessoas pensem a sua vida, e chega aos 75 anos planejando, não necessariamente sairemos a 75 anos. O fato da gente estar vivendo mais e melhor e produtivo, o que seria motivo de celebração, o que seria motivo de celebração, passa a ser delito, dentro desse projeto. O que eu quero colocar aqui para vocês, eu vou tentar resumir, deputada, porque é muito tempo, mas eu acho que é bom a gente não esquecer de todas as nossas lutas inclusive nesta casa, todas as nossas lutas inclusive nessa casa. E quando 1 pessoa vem de fora, e ele só está na direção da empresa porque nós conseguimos trazêla até aqui com 1 empresa pública rentável e superavitária, né então vou entrar depois num projeto resumido pra vocês terem 1 ideia. Então a gente não nós não não não necessariamente, né, ele tem que se reconhecer nesse processo porque ele viveu, mas ele tinha que saber que 1 empresa ela não descola a técnica da vivência, da experiência, do dia a dia e do conhecimento pessoal. Que inclusive, o Serpro montou setor específico para a inteligência artificial. Veja bem, a ponta de lança da modernidade. A a inteligência artificial, inclusive o próprio nome, né, já tem contestação, porque ela não é inteligência e não é artificial. Ela depende, vocês sabiam que há movimento no mercado pra captar, pra trazer de volta as pessoas aposentadas porque são quem detém porque elas é que vão contar a história pra alimentar essa ferramenta. E é 1 história real. O que que aconteceu no Serpro em 2085? Aí pega 1 pessoa que viveu aquilo ali, aquela experiência foi real, e ela vai alimentar aquela ferramenta. Porque a gente não pode descolar a modernidade das pessoas, da sociedade, do ser humano, da nossa inteligência. E aí eu vou tentar colocar aqui 1 outra coisa que é interessante. Olhe, veja bem eu vou, bem rápido eu vou tentar, eu vou tentar ser rápida, eu vou apresentar pra vocês, o programa do Serpro, tá? Então, o chamado novos horizontes. Isso aqui seria programa, de demissão voluntária, se ele não fosse atrelada a essa perversidade da da da aposentadoria compulsória ser antecipada. Veja bem, ele é programa, por exemplo, a empresa apresentou veja bem, a empresa apresentou o o cronograma o primeiro cronograma de forma tempestiva das na sua comunicação interna, no dia 28 de outubro com a data de limite até o dia 6 de novembro pra você fazer, pra você ir lá e decidir a sua vida. Você tem 11 dias pra você decidir o resto da sua vida a partir de hoje. Então esse fator surpresa, o que que aconteceu com esse fator surpresa, pessoas foram parar no hospital, porque é a vida das pessoas que estão aqui, né? E aí ele coloca isso como esse esse esse instrumento de pressão. E aí vamos lá. Depois, ressaltando que esse programa, ele foi deliberado pela gestão do Serpro, através do seu diretor presidente. Esse programa, ele não está em lugar nenhum se você procurar nesse momento, pode até ser que a gente saindo daqui até dia 2 você vai encontrar mais hoje, dessa forma, essa compulsória ela não está em lugar nenhum. Isso foi 1 inovação, 1 inovação. E aí o cérebro traz isso primeiro, nunca aconteceu isso dentro da empresa em outro momento. É bom a gente ressaltar isso. Ele está sendo pela primeira vez está trazendo, né? E tem também 1 questão, além do mais não é até este momento nenhuma direção do governo, da CEST, nem da Cejpar. Por isso que a ausência dos convidados, ao meu ver, faz algum movimento nesse sentido. Não sei se é, mas já é pra gente ampliar, alertar, trazer o o setor público, que é a base social do país, pra encampar essa luta. E aí a gente vem aqui, as justificativas do certo. Ele baseia a sua justificativa em 2 pilares. Primeiro que ele coloca aqui, é o financeiro. O mundo capitalista não podia ser diferente, é o olhar financeiro sobre tudo, sobre qualquer coisa, sobre a vida. E aí ele diz que a questão financeira mas veja que curiosidade o certo aqui vai demitir pessoas tipo dos salários mais baixos dentro da empresa que são os auxiliares Ele vai demitir pessoas de salário baixo. Mas ele vai contratar no mercado, pessoas com salário mais alto pra repor na empresa. E sem se falar que a empresa está super habitar em 600000000. Ou seja, e esse não é essa não é a justificativa, né? E aí a gente vai pra sustentabilidade. Dito que foi feito o impacto, né da sustentabilidade, porém, nós temos setor dentro do cérebro, nós temos trabalhador que fará 70 anos olha que curiosidade. Ele domina o setor de grande porte, may may may may frame, e só ele domina, só ele tem essa essa essa característica ele domina esse setor. Ou seja, se ele se ele for demitido, o sérpro vai fechar esse setor sabe por quê? Porque ele não vai conseguir repor, nem dentro da empresa nem no mercado, com a necessidade e a velocidade que ele precisa. Cadê a sustentabilidade? Cadê a sustentabilidade? Eu vou citar outro exemplo rapidamente e eu já vou passar passando pro final. Nós tivemos 1 grande luta contra a privatização do governo Bolsonaro, e houve 1 1, o Siscomex sofreu atualização importantíssima na época, né? Foi teve ajuste e foi muito interessante, mas que na hora dele passar o sistema, fazer a passagem do sistema, houve 1 subnotificação nisso. E aí o que que aconteceu? O governo foi lá, saiu em todos os jornais, que o cérebro tinha vazado dado e aquela confusão EEE inclusive, a gente foi lá, eu fui pro 2 4 7. E nós fomos pra lá. E você sabe o que foi colocado lá? Que que eu trouxe pra nós? Porque isso foi resolvido em tempo recorde. Por que que isso foi resolvido em tempo recorde? Porque as pessoas que foram, que estavam lá pra pra fazer esse reparo, elas tinham o conhecimento, a experiência se reconhece dentro daquele sistema, conhece o sistema e isso facilitou. Isso nós ficamos menos de dia com esse problema, já foi já saiu em tudo que é jornal. Imagina se você vai pegar no mercado 1 pessoa que não tem experiência pra fazer esse reparo? Aí, a balança comercial cai e a confusão começa. Então mais 1 vez a experiência dizendo, a experiência não descola da capacidade, quem tem que dizer se tem capacidade ou não pra continuar trabalhando é a o trabalhador, não é o gestor da empresa. E eu vou passar aqui pra, pra essa questão da sustentabilidade que a gente colocou, né? E aí eu tenho eu vou trazer detalhe aqui pra vocês que eu acho que também é importante, né? Que é tem contratação de de de consultoria, por exemplo, né? Que prevê inclusive, mudanças na estrutura da empresa, ou seja, mudar a estrutura da empresa para trazer pessoas do mercado. Isso tem que passar pela pela OCEST, tem que passar por todo o caminho, mas isso está previsto, né? Cadê a sustentabilidade? Nós lutamos a nossa vida toda por quê? Porque além de ser 1 empresa estratégica, além de ser orçamento, gestão e finanças, além de ser o de ser 1 empresa importantíssima pro governo federal, pras empresas, pros empresários, pra sociedade, nós guardamos os dados da população. Em 60 anos nós não tivemos vazamento dos dados da população, a soberania do país. Por que que é tão além da política logicamente que de de segurança, nós temos a fé pública, porque quem está dentro, quem passou no concurso ou quem está dentro da empresa, ela paga com seu CPF, ela paga com processo administrativo, ela perde seu emprego, ela tem olhar diferenciado, tem 1 conexão diferente com a sociedade. Isso vale, isso é experiência, isso é vivência, e isso tem que ser valorizado. Então eu vou terminar, eu vou eu vou tentando concluir aqui, que eu botei muita coisa mas eu vou tentar concluir agora, mas eu acho que é o seguinte, eu vou terminar dizendo, que hoje, nós temos mais de 7000000 de trabalhadores e trabalhadoras idosos no mercado de trabalho. Nós estamos vivendo mais, nós estamos vivendo melhor. E nós queremos contribuir, né? Nós queremos contribuir. Nós não podemos deixar que isso aqui formalize o etarismo dentro da empresa pública. Eu acho que isso é papel de todos nós, de todos nós. A gente luta pela igualdade, a gente luta por mundo melhor, luta pra tentar equilibrar essa sociedade tão desequilibrada, inclusive emocionalmente que todos sabem disso. Nós estamos num momento muito difícil, onde a gente precisa buscar construir a unidade, valorizar as pessoas, valorizar a experiência. Experiência não pode ser a a técnica não pode ser descolada da experiência. Eu não posso ter 1 visão de só enxergar, de só enxergar o o novo, de só enxergar o o atual, de só enxergar o sucesso, se tiver jovem. Eu não estou dizendo aqui que eu sou, que a gente não deva acolher o jovem, que o jovem não deve ter seu espaço, eu estou falando do momento que a gente está vivendo. Que a gente espera que a empresa repense. Porque esse projeto dela é não se sustenta nem a médio prazo. Isso aqui é a curtíssimo prazo, ou seja, em 5 anos esse projeto não não mais estará de pé. Mas a vida das pessoas que hoje têm que correr, pra resolver o seu pra resolver o resto da sua vida, nesse recorde de tempo, isso sim, tem importância então, eu quero terminar aqui a minha fala dizendo, pra que a gente possa estar junto, pra que a gente possa fazer mundo melhor, a gente precisa necessariamente da experiência. O que é a experiência? A experiência é é poder viver, é você ter vivido pra contar 1 história. Nós queremos contar a história, Nós vamos contar a história, nós somos a história dessa empresa. E nós continuaremos sendo a história dessa empresa. E nós não podemos admitir que tenha nenhum tipo de preconceito. Então nós esperamos que a empresa reflita, e nós iremos para toda, levaremos essa pauta, porque ela é importante, não só pelo emprego, ela é importante para que a gente trate o preconceito, porque a gente sabe que o preconceito mata. O étarismo é só a ponta, é o etarismo e a violência vem depois. Então muito obrigada, desculpa eu me alongar, e 1 boa tarde pra todo mundo.

0:0015:50
25 de nov, 17:38
#11
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Várias, perguntas sugestões e tal enfim, porque essa é 1 é 1 audiência interativa, mas antes de ler essas perguntas pergunta o Sindi p d, do distrito federal, você quer fazer uso da palavra? Tchau mano, Edson. Depois nós fomos colher a, as inscrições. Agora sim.

0:000:38
25 de nov, 17:54
#12
Transcrição por IA

Em nome da diretoria do SIDPD, eu quero registrar aqui, a nossa solidariedade a todos os trabalhadores do Serpro, que possa estar sendo atingido por esse momento de apreensão que a gente conhece que, os trabalhadores ao chegar nessa idade com toda a certeza, são trabalhadores que já contribuíram e muito para que essa empresa, chegasse até esse momento. Seria a gente vê com, muita desconfiança, que, 1 atitude como essa, nesse momento seja aplicado. O Sindipd ele, tem feito algumas a atitudes tomou algumas ações, providência nesse sentido de que, denunciar junto ao ministério público, esse programa que a gente não consegue admitir, tá? Então nós pedimos ao Ministério Público pra se pronunciar perante essa questão do Serpro, essa medida da direção do cérebro que vem, através de, medidas que a gente realmente a gente vê que não são necessárias. Nós também, pedimos ao jurídico do CDPDDF que entrasse com 1 ação, e foi já dado a entrada no TRT, 1 ação com pedido de liminar para suspender este programa, até que, todo o debate ele possa ser feito. Com toda a certeza nós não admitimos essa, atitude do Serpro, que classificamos inadmissível, e pedimos a toda, aos participantes do do Serpro, os participantes da diretoria, que como, que pudesse vir a essa audiência pública, que a companheira deputada Erica Kokai tem nos presenteado, e tem. Estar sempre colocando a na defesa dos trabalhadores. Então, o momento agora nesse momento é de juntar força, com o Fenadados, com as OLTs, com os outros sindicatos, pra que a gente consiga, pelo menos neste momento a gente consiga, ter mais espaço pra fazer o debate. No momento, é o que temos, e esperamos que a gente consiga, chegar mais à frente, com 1 posição positiva sobre essas questões. A gente já vê, por aqui, que as, os integrantes que, que estão são os causadores desse momento, eles não estão presente. Achamos isso ato de covardia, que nem para vir e ouvir os trabalhadores que são afetados por essa questão. Então nós enquanto sindicato estamos aqui presente e estaremos atuando na defesa dos trabalhadores, onde eles estiverem. Não só dos trabalhadores que são idosos mas, dos trabalhadores de todos os trabalhadores do Serpro. É isso que nós temos para momento obrigado.

0:003:44
25 de nov, 17:55
#13
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Nós recebemos várias perguntas e elas vêm sempre no mesmo sentido. Nós recebemos aqui, é. 29 manifestações, equivalees falo, nosso presidente em quem eu confio vai nos defender, eu gostaria de lembrar que os atuais velhinhos são os funcionários que levaram o certo até hoje, sem desmerecer os funcionários, os funcionários mais novos nós ainda tocamos a empreitada, e aqui o certo desde governo fkc vem sofrendo tentativas preparatórias para a sua privatização, no governo anterior não quero citar o nome também aparato foi organizado com o mesmo propósito, Agora estranhamente no governo trabalhista que representa a classe trabalhadora, somos surpreendidos com a redução injusta da idade para demissão sumária. Pergunto, é também mais lamentável preparatório para a privatização do cérebro? E aqui essa súbito adoção da redução da idade para o afastamento compulsório parte é baseada em legislação muito discutida, e controversa, até entre STF e STJ, e para piorar essa medida, vem acompanhada com a intenção da empresa, fazer esses afastamentos sem o pagamento dos direitos trabalhistas, de cerca de 5000 empregados, que farão 70 anos nos próximos 5 anos, isso não é subter food para economizar nas costas dos trabalhadores? E aqui mais 1 vez, se o presidente Lula tem 79 anos está em plena atividade física e mental, e por que no certo tem que quem tem mais de 70 anos não é mais útil para a empresa? E aqui 1 pergunta da Francisca que ela diz é sobre a os aniciados, por que a senhora deputada soltou a mão dos aniciados, nós não soltamos a mão de vocês. Nós somos idosos e nem podemos sair nossos salários nunca foram atualizados, AE0 jurídico do certo não acata, eu mesma tenho 72 anos já queria ter saído mas não tenho condições nem de manter meu plano de saúde. Então portanto são várias perguntas Francisca nós estamos juntos, vamos estamos tentando discutir com o MGI sobre a questão dos aniciados, porque é 1 situação, absolutamente injusta acerca dos aniciados que voltaram foram injustamente retirado do serviço público e ao voltarem são continua a injustiça de outra forma. Então portanto são várias perguntas que nós temos aqui 1 1 reunião com bastante acompanhamento das pessoas é de forma virtual como eu disse quase 30 perguntas e agora eu vou abrir para que as pessoas que queiram fazer uso da palavra possam fazer você já se inscreveu nós vamos conceder prazo de 3 minutos e solicitamos que as pessoas possam falar o seu nome completo e se representar em alguma entidade falarem qual é a entidade que representam para constar dos anais aqui da nossa audiência. Eu vou colher mais alguém quer se inscrever? Então nós ficamos com vocês 2 e depois devolvemos a mesa. Bom, primeiro agradecer.

0:003:34
25 de nov, 17:58
#14
Participante Carlos Alberto
Carlos Alberto

Participante

Transcrição por IA

Acompanhar Érica Cockai, vossa excelência foi o a maior trincheira que a nossa categoria teve, perdão, Carlos Alberto, Sou Gandola, presidente da Federação Nacional de Trabalhadores de Tecnologia da Informação e Fenadados. Foi a maior trincheira que nós tivemos na luta contra a privatização. Eu só não esperava recorrer essa trincheira tão rápido dentro do governo Lula. Mas ponto que não foi citado que eu queria levantar, O nascedouro dessa proposta, vem de 1 contratação de 1 fundação, que é a FIA, que é 1 fundação ligada à USP de São Paulo. E fazendo 1 1 breve pesquisa, a FIA tem alguns problemas com o Ministério Público. A FIA, apesar de ser 1 fundação, ela tem fins lucrativos e é tratada como empresa. E assim, o Ministério Público do Paraná, junto com a Câmara dos Vereadores de Caucaia, tem processo validando ou não a a permanência da FIA sendo contratada por inelegibilidade, o mesmo formato utilizado pela contratação da FIA no Serpro. E continuando a pesquisa, o INSS teve processo pelo Ministério Público, de novo, questionando a ilegibilidade E00 sobrepeso no projeto. O projeto do Serpro foi aprovado com mais de 7000000 pra esse estudo. E esse estudo diz que o afastamento dos companheiros da terceira idade, vem por questão financeira, só que o mesmo pacote da FIA vinha propondo 47 cargos de livre nomeação feita pela direção da empresa, e pra esses não têm exigência da idade, Pode estar com 50, 60, 90 anos, porque os companheiros com a melhor idade que vem indicado, pode. O que não pode é o trabalhador da casa que vem construindo a história dessa empresa. Então é fundamental, não só, óbvio que tem o que tem a demanda e a obrigação dos nossos sindicatos e da federação, que é fazer o levantamento, buscar o Ministério Público fazer todas as movimentações. Agora nos ajuda muito se o parlamento puder fazer os questionamentos sobre o contrato do Serpro com a FIA. Por que a inelegibilidade? Se esta fundação não tem característica de 1 fundação de verdade, ela é 1 fundação com características de empresa e com fins lucrativos. Então esse é ponto fundamental pra gente poder levantar ponto estratégico pra luta. E o trabalhador do Serpro, a quem eu cumprimento a todos aqui, foram os trabalhadores da resistência. Lembro que na época eu cheguei a conversar com o companheiro da Fena, Fena inclusive foi parceira nossa na época da da privatização da data mec. E assim vem a solidariedade entre as categorias na busca de defesa dos trabalhadores. Central única dos trabalhadores, e não não foi 1 briga só. E de novo, de novo, não esperava, confesso que não esperava, dentro do governo do presidente Lula, está recorrendo 1 trincheira tão importante como é o gabinete de vossa excelência, numa audiência pública pra defender os trabalhadores que ajudaram a construir. E, pasmem, ela é capitaneada por por cara que sequer era da empresa. Chegou ontem e já quer colocar a história do Serpro no lixo, mas não teve preocupação de no projeto que vem da FIA, querer colocar o maior trem de alegria de apresentado, se passou ou se não passou, pelo conselho de administração e pra diretoria, nós não sabemos ainda, mas o pacote tinha a intenção. E sabemos nós que o que o ministério da gestão, que tem o teste debaixo dele, para entrar novos trabalhadores, trabalhadores têm que sair. E espero que o CEP não não tenha tentado fazer o maior treino da da alegria com com a com a saída dos trabalhadores que ajudaram a construir essa empresa. Obrigado vossa excelência.

0:004:16
25 de nov, 18:02
#15
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Boa tarde, Lúcia Helena Bernardes.

0:000:04
25 de nov, 18:06
#16
Transcrição por IA

Sou presidente hoje presidente estou no na direção do sindicato da Bahia do Sindados Bahia, né? Estou coordenadora geral do Sindados Bahia. Enfim, eu queria só complementar algumas falas aqui, agradecer a deputada Heraka Coolense espaço, né, que está nos cedendo aqui pra esse debate. E falar em nome dos trabalhadores do cérebro dizendo o seguinte, que, pegando pouco da fala ali do Sérgio Takamoto, da da Caixa, lá ele colocou que são 1332 pessoas né trabalhadores entre os 65 e 70 anos. No Serpro, tem 1 estimativa de 160 trabalhadores nessa faixa etária a ser desligado. Ou seja, 0, né, e a empresa fazendo essa pressão imensa, porque como disse o copeiro Gandola, é 1 pressão da FIA, para a reestruturação da empresa que inclusive está no seu pacote de proposta, a redução das regionais. E aí claro começa com esse processo, demissão voluntária, que entre aspas, a questão do desligamento a compulsório antecipando pra 70 anos, e mais, e aí o enxugamento das regionais como 1 proposta da FIA pra justamente ter a empresa como arcabouço pra possível privatização num futuro muito próximo. Sofremos isso como os companheiros nos antecipou aqui falaram, mas pra só ver a a medida extrema da empresa hoje são 60 trabalhadores em mais alguns anos, a gente pode chegar isso há uns 2000 empregados a serem desligados isso se contar alcançando a faixa etária dos 70 anos então é mais problema pra gente é questionar a empresa e a ausência do Serpro aqui só nos faz crer que a empresa tornase conivente subserviente de projeto que é muito maior do que simplesmente né dispensar trabalhadores com essa faixa etária. Tem projeto muito mais elaborado por parte da empresa, pra ao longo dos próximos 5 anos como foi dito por todos que me antecederam, Tem programa que enxugue, né, que que faça com que a empresa tornase ela mínima pra ter o seu projeto de privatização. Hoje a gente já sabe que tem terceirização na empresa, nos sistemas, né, de grande potência para a sociedade. E aí hoje se tem esse projeto de terceirização, mas a privatização será o caminho natural, se nós não continuarmos nessa luta. E como foi dito desde o governo FHC que a gente luta constantemente bravamente para que isso não aconteça vários momentos isso chegou próximo mas nós conseguimos reverter e impedir que esse momento da privatização e que o CERPRO deixasse de ser 1 empresa pública. O que nós queremos aqui é o CERPRO como todas as estatais, empresas públicas fortes, autônomas e que possam ter no seu corpo funcional a força motora pra poder conseguir gerir e produzindo serviço de qualidade pra sociedade. Então era isso que eu queria colocar e agradecer esse espaço que nós temos aqui de fala muito obrigado.

0:003:37
25 de nov, 18:06
#17
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Márcia. Boa tarde, eu só quero

0:000:07
25 de nov, 18:10
#18
Participante Márcia
Márcia

Participante

Transcrição por IA

1 coisinha. A Erica realmente esteve com a gente dos aniciados a vida toda, e vamos precisar de você, porque só para você ter 1 ideia, tem gente que ainda não recebeu do certo que deveria receber e vai sair na compulsória agora porque vai fazer 70 anos, ou seja, está sendo punido 2 vezes. Primeiro porque não recebeu e segundo porque vai ser demitido compulsoriamente porque faz aniversário em março. Isso é muito triste, isso nos faz relembrar todo o passado que você conhece bem. Era só isso que eu queria pontuar. Tem gente saindo aos 70 anos e que não recebeu ainda o que devia de direitos lá atrás de 90 e Muito obrigada. Mas se alguém quer fazer

0:000:49
25 de nov, 18:10
#19
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

A palavra, nós vamos então devolver a mesa. Eu penso que esse a a justificativa do presidente do Serpro, pra não vir nessa audiência, dentre outras coisas ele disse, o cérebro confirma a importância e a legitimidade do debate promovido por esta casa, valorizando o espaço democrático para a discussão de temas relevantes ao setor público e à sociedade brasileira. As audiências públicas são iniciativas que fortalecem o diálogo entre os poderes, além de ampliar transparência nas decisões que impactam diretamente o cidadão. E diz no entanto informamos que após ampla análise interna e em conformidade com os objetivos estratégias e desafios da empresa tal medida está incluída no contexto de programa mais abrangente de sustentabilidade e reestruturação organizacional dessa forma entendemos que nossa participação na referida audiência não contribuirá efetivamente para o amplo debate da da questão o certo permanência à disposição para que em outras oportunidades colaborar com informações e análises que possam enriquecer os debates realizados por esta casa, reafirmando o compromisso com transparência e fortalecimento das relações institucionais, dentre outras coisas é o que está na justificativa do da presidência do Serpro para o não comparecimento a esta audiência, penso que comparecer essa audiência é dar concretude ao respeito a esta casa, Essa casa aprovou nesta comissão é a esta audiência pública para ter os os atores necessários na perspectiva de buscar resolver problema que já foi enfrentado anteriormente por outras outros outros órgãos e que é 1 mudança absolutamente abrupta as pessoas estão sendo expulsas do século, em verdade eu diria se você for traduzir, realmente o que está acontecendo, pessoas estão sendo expulsas, pessoas com 70 anos vão ser expulsas do século. Nós falamos dos 75 anos da expulsória, pessoas vão estar sendo expulsa, mas as pessoas se organizaram, se organizaram e quem tem que definir se você sai ou não do certo suas próprias pessoas e aqui não há nenhuma dúvida de que é processo muito etarista ao etarismo que está em curso é 1 discriminação porque a relação intergeracional o o Takemoto falava sobre isso, ela ela enriquece a própria empresa, porque o cérebro tem história, tem 1 história, e essa história foi construída por vocês, que estão sendo é convidados a se retirar da da empresa de forma absolutamente abrupta. Não há nenhuma justificativa porque é plano de sustentabilidade, ele pressupõe que você não tenha inseguranças no exercício da empresa, ou no seu trabalho. Porque se você, se programou pra sair dali a 5 anos, e você vai sair ou dali a 6 anos, e você vai sair dali a ano, ou enfim, você vai sair, então você você tem nível de insegurança, é que pode se estender pra outras medidas, ou seja não é apenas as pessoas que vão ter que sair do certo sem qualquer tipo de direito. Eu lembro de experiências que nós vivenciamos aqui no governo anterior, porque este governo anterior, os os empregados e empregadas do cérebro trabalharam pra que ele deixasse de governar o Brasil porque ele tinha desrespeito com as entidades públicas, desrespeito com a soberania que serve a soberania nacional. Quando a gente fala de 1 empresa como cego nós estamos falando dentre outras coisas desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento, movimento científico, desenvolvimento em tecnologia de informação, então você está falando é de ele de insumos que são fundamentais pra qualquer projeto, ele tem 1 transversalidade em função disso, e ele diz respeito também à soberania nacional. E quem constrói esta empresa são os empregados em relação ao maior patrimônio que nós temos, e quem carrega a história dessa empresa a memória dessa empresa para que ela possa ser repassado e para que ela possa enfim fazer partes incorporada pelo próprio funcionamento da empresa são essas pessoas que hoje o certo está exigindo que 6 que saiam de dentro da própria empresa e do ponto de vista de sustentabilidade o que que é sustentabilidade nós temos 1 série de estudos que pontuam que a relação intergeracional que que o respeito a memória da própria instituição que o respeito a história da própria instituição eles são fundamentais para que a empresa tenha sustentabilidade e tenha retorno na empresa que é lucrativa e 1 empresa que como eu disse é fundamental para o próprio país. Então portanto mexer com o cérebro dessa forma, é mexer com o servidor com o seu empregados e empregadas do cérebro é mexer com o Brasil. Mexer com o Brasil é da instabilidade aí 1 empresa da insegurança sobre o dia de amanhã, é por isso que teve tantas reações, reações nós recebemos aqui, a manifestação é de várias de várias entidades, se colocando contra esta decisão do próprio cérebro e eu me pergunto que nunca o cérebro com isso objetivamente é aqui nós temos 1 manifestação é da da ult da ult do da da organização por local de trabalho do distrito federal que aqui como se coloca contra esta própria decisão vários sindicatos que se posicionaram várias entidades se posicionaram porque aqui essa experiência do serpro ela pode se estender para as outras empresas então eu experiência e é a custa do serpro que vai se tentar é essa experiência que é obviamente nociva porque a para além de tudo isso eu olho aqui né a fala do próprio presidente onde ele disse está tudo certo quem não gosta disso fique à vontade passa o departamento de pessoas e vai embora depois o presidente pediu desculpas por essas falas que ele fez é 5 meses depois ou 6 meses depois ele pede desculpas então ele não teve nem noção do que do que isso representava do ponto de vista, do respeito aos empregados empregadas. E nós sabemos que é a democracia e a quem constrói a empresa, não é quem vem aqui e amanhã pode não estar, é quem está todos os dias, e que enlaçou a sua vida com a própria empresa, porque as pessoas estão aqui há muitos anos, há muitos anos construindo essa empresa, E aqui é o que não será permitido são conversas de corredores e falas que é 1 palavra racista, ou jogando contra. Isso eu não vou admitir da mesma forma que eu entendo pessoas, e sou cara legal entendam isso, eu também sei se é ruim. É e quando eu sou ruim eu sou melhor ainda então isso não cabe não cabe essa é 1 expressão de desrespeito aos servidores EAEA servidoras ou aos empregados empregados na própria instituição que é desrespeito a própria instituição você não pode dizer é assim se não for assim vai embora passa no departamento pessoal e vai embora porque não é não assim que aqui as coisas acontecem pessoas se dedicaram das foram vocês que seguir asseguraram que essa empresa continuasse a empresa pública e eu tenho 1 alegria grande ter participado dessa história de manter o sérpro a data prévia como empresas públicas voltar a ter voltar a ter a valorização da própria empresa e os servidores e os empregados empregados são desrespeitados então assim é preciso entender se o maior patrimônio do cérebro são seus empregados empregados que construíram essa empresa enfrentaram muitas adversidades muitas adversidades de aonde estava o presidente quando você estava enfrentando a tentativa de privatização do cérebro que há anos vocês enfrentam Então portanto tem que ter respeito com os empregados empregadas, e não tem como você ter 1 posição, é neste sentido, é o sentido desta audiência que deveria ser espaço de diálogo. A gente não quer dizer, a gente discorda, a gente tem que ter o direito de discordar, o direito de debater, e o direito de sermos escutados, os empregados e empregadas. Ninguém quer aqui passar no departamento de pessoal e sair da empresa, quer construir a empresa, é o contrário, quer construir, continuar construindo a própria empresa, por isso nós estamos realizando essa audiência pública, e nós vamos buscar 1 reunião com a ministra pra que a gente possa, enfim, estabelecer diálogo acerca desta posição. Já tem várias iniciativas que foram tomadas do ponto de vista do ministério público do trabalho, e de outras é de outras instâncias, e nós nos somamos a essas iniciativas e vamos buscar a buscar 1 reunião com a ministra é de gestão que também o ministério da gestão e inovação bem como a própria o ministério da fazenda foram convidados para essa audiência pública nós queremos dialogar nós queremos que os empregados e empregadas sejam escutados, para que nós possamos, porque quem constrói, quem está no chão da empresa, quem está todos os dias na empresa, como eu disse quem entrelaçou a sua vida com a própria empresa, são essas pessoas que estão sendo aqui convidadas a se retirar da própria instituição, aí se faz PADV, que é PDV que é 1 tentativa de PDV, ele não é voluntário se você tem a possibilidade de ser retirado da própria empresa ele passa, não tem não tem caráter voluntário, num PDV que vem sob pressão, PDV que vem sob pressão eu sou bancária, e eu fui presidente do sindicato contra o banco do Brasil fez PDVE ali naquela época, o os bancários não podem ter inadimplência, né então eles não podem ter né então se se chamava os bancários e se dizia olha você vai sair é por bem ou por mal e tal porque você está inadimplente porque você está isso você está aquilo, porque você não se enquadra mais no perfil, e ali eles diziam são os elegíveis, pessoa recebia 1 carta que era extremamente cínico, cínica a carta que dizia assim, comemore, você foi escolhido pra entrar no PDVE sair da empresa, então era mais ou menos assim era os elegíveis, é que o banco buscava demitir que teve muito sofrimento psíquico, então coisas que eu nunca vou esquecer na minha vida, teve muito sofrimento, muito sofrimento, sofreu as pessoas sofreram porque de repente as suas vidas estavam incorporada à empresa, e de repente via mas a empresa não me quer. Então a empresa está me escolhendo pra eu sair daqui e eu dediquei a minha vida a esta própria instituição, pelo que vocês aqui pontuam para 1 economia que é 1 economia muito pífia, se tiver economia mas em verdade não tem porque você desestabiliza AAA empresa, você cria muitas, você tira a a relação, a diversidade geracional que é absolutamente fundamental pra qualquer empresa, você desestabiliza porque amanhã as pessoas, as pessoas ficam inseguras sobre o que vai acontecer com as suas próprias vidas a partir de 1 decisão da própria empresa então portanto, a partir desta compreensão é que nós estamos realizando essa audiência pública, e vamos vamos solicitar essa audiência é com a ministra de gestão e inovação, eu vou agora devolver a palavra para a os nossos convidados e a nossa é convidada, pra que possam fazer as suas considerações, as suas considerações finais, e a partir daí nós vamos então caminhar na perspectiva de estarmos com os desdobramentos que sejam necessários pra que nós possamos assegurar, enfim, o respeito aos empregados e empregadas que construíram a empresa chamada certo, nós vamos conceder prazo de 3 minutos. Eu queria aqui agradecer muito e registrar a presença do Guilherme é seixos é que tem contribuído muito com a construção da cidadania a defesa de direito é prazer têlo aqui e passar então a palavra para o ricardo bingo que é coordenador do setorial nacional ciência tecnologia tecnologia da informação do partido dos trabalhadores e trabalhadoras. Deputado depois a sua fala.

0:0013:36
25 de nov, 18:11
#20
Coordenador do Setorial Nacional de Ciência, Tecnologia e Informação do PT Ricardo Bimbo
Ricardo Bimbo

Coordenador do Setorial Nacional de Ciência, Tecnologia e Informação do PT

Transcrição por IA

Mais acrescentar e depois nada mais acrescentar, eu acho que o o debate, não é problema apenas dos funcionários do, ele é muito mais amplo, importante quando a senhora traz o debate sobre a soberania digital. E eu gostaria de aproveitar o convite que da militância de ciência e tecnologia que nós temos na área e no setor, a comissão de ciência e tecnologia fará por 1 iniciativa do deputado Rui Falcão, na quartafeira às 9 e meia da manhã, aqui no auditório 13, 1 audiência pública sobre soberania digital. E efetivamente isso perpassa pelo papel que as estatais e tecnologia da informação, passam nessa desse modelo, pra alcançar essa soberania digital e essa soberania nacional, sobre os nossos dados. Sem contar os debates que a gente tem, o Serpro ele tem papel, o Serpro da Dataprev tem papel fundamental nesse processo, e fica, só quero reforçar mesmo esse alerta, sobre outras estatais que podem chegar nesse problema e é problema que o jovem hoje de 20 anos e 30 anos, tem que tratar exatamente porque ele vai chegar nessa idade, entendeu? Isso é problema, que ele vai ter que tratar quando ele estiver no final da sua carreira, junto acima dos 65 anos obrigado deputado parabéns mais 1 vez obrigado pela iniciativa. Agradecer ao Ricardo antes.

0:001:35
25 de nov, 18:24
#21
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Pro Reinaldo Soares, centro de p d de Pernambuco, eu vou apenas ler a carta, é que foi encaminhada, pela associação nacional dos empregados da Dataprev, que é diz a a NED, associação nacional dos empregados data pré parabenizar a iniciativa de vossa excelência em e promover audiência pública no dia de hoje sobre a redução da idade de julgamento compulsório no cérebro na nossa opinião a medida autoritária em nada contribui com o clima organizacional e os resultados da empresa com respeito e consideração renovamos os protestos de estima e consideração por vossa excelência assina Leo Santutti que é presidente da ANEDE, e eu passo então a palavra para o o representante do sindicato de processamento de dados do do de pernambuco senhor reinaldo soares. Obrigado deputada.

0:000:52
25 de nov, 18:26
#22
Sindpd - PE Reinaldo Soares
Reinaldo Soares

Sindpd - PE

Transcrição por IA

1 vez eu quer dizer que a a fala da senhora nos nos representa muito né eu vi, o semblante de todos aqui, e aproveitando que foi lido agora 1 carta da da ANED, eu queria eu estava lembrando da situação dos colegas né trabalhadores trabalhadores da Dataprev no governo anterior. A Dataprev lançou PDV que lá chamou PAC programa de adequação de quadros no momento em que a empresa fechou 20 unidades no Brasil todo, deputado veja vejamos o drama que se passou lá e as opções eram daqueles que estavam nessas unidades Pernambuco foi dos estados ou você vai aderir a esse programa, ou você vai ser transferido pro Rio de Janeiro em plena pandemia, ou você vai ser demitido. E existem iniciativas parlamentares né legislativas pra reverter né esse processo que foi tão danoso tanto para aqueles que foram demitidos sumariamente, também para aqueles que aderiram a esse programa nessas condições então vejamos e aí vem o certo agora com 1 lógica bastante parecida porque houve faz adesão ao PDV e aí deputada tem 1 questão importantíssima o prazo atual né? Porque já mudou algumas vezes mas o prazo atual era dia 13 de dezembro ou faz adesão ao PDV, né, quem está nessa cidade próximo de 70, ou a partir de janeiro de 2025 é é sumariamente desligado, então é importante que as iniciativas elas acompanhem esse prazo, e da mesma forma que foi dito né da importância dessa casa fazer essa audiência e tomar iniciativas, como a senhora já bem falou junto ao Michele Fazenda e ao Michele MGI, é importante que algumas iniciativas sejam tomadas e eu quero citar aqui 1 do deputado federal Carlos Veras, é deputado que tem se somado a todas as lutas contra a privatização dos privatização do Serpro e também nessa 1 audiência com a secretária da SESH marcada pra quartafeira agora às 16 horas que eu acho que se a senhora pudesse comparecer seria importantíssimo porque se o MGI e a SESH não vêm aqui a gente vai até eles, não é? Nós temos que fazer esse papel e aí eu quero fechar essa minha fala dizendo que o movimento sindical, desde o primeiro momento, né, que essa bomba foi lançada, numa sextafeira, né, porque parece que no certo sempre sextafeira é dia de anunciar maldade né movimento sindicato movimento sindical têm se mobilizado a militância tem se mobilizado e isso aqui é 1 entrega né frente a essa mobilização que foi feita e quartafeira mais 1 vez eu deixo aqui o convite pra pra senhora em nome do do deputado do gabinete dele estaremos lá na SESH pressionando o MGI a respeito dessa situação toda que a gente está vendo dentro do Serpro é isso muito obrigado mais 1 vez.

0:003:02
25 de nov, 18:27
#23
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Passado o Ismael César, que é da receptiva nacional da CUT.

0:000:07
25 de nov, 18:30
#24
Executivo Nacional da CUT Ismael César
Ismael César

Executivo Nacional da CUT

Transcrição por IA

Oi. Em primeiro lugar agradecer o convite, em nome da Central Única dos Trabalhadores, essa importância, essa importante audiência agradecer viu deputada, Érica Cockai, a gente sabe da tua trajetória de compromisso de luta, então está em em boas mãos né, essa perspectiva de que esse programa não não prossiga. E eu queria chamar a atenção em primeiro lugar, que está muito claro aqui que é laboratório que o governo procura fazer então essa não é 1 luta somente dos trabalhadores do Serpro né, e é por isso, não só por isso, mas que pode contar com a central única dos trabalhadores, porque se passa no Serpro, com certeza isso vai ser laboratório pra outras empresas também, né, né, então que portanto é inaceitável que isso ocorra em particular no nosso governo, né, no governo dos trabalhadores, governo de mudança, e digase de passagem como foi relatado aqui, esse laboratório começou ali no governo Bolsonaro, e é inaceitável que seja aplicado pro governo que se diz dos trabalhadores então esse é primeiro elemento que não pode e não pode prosseguir pra outras empresas e 2 deputada você que tem toda 1 trajetória de luta, né, em defesa dos direitos humanos, aqui está muito claro, 1 violação aos direito do trabalhador idoso, né, que é inaceitável que esse laboratório atinja violentamente direito sagrado que é o direito ao trabalho, né, em particular da pessoa idosa. Na minha opinião acho que a gente deveria também acionar o Conselho Nacional de Direitos Humanos, do Ministério dos Direitos Humanos, né, pra que eles possam, né, também serem acionados e poderem também, né, se colocar frente ao governo a esse atentado que é colocado contra os trabalhadores idosos. Então portanto mais 1 vez contem com a central única dos trabalhadores estaremos ombro a ombro com vocês 1 importante iniciativa esse ataque repito não é ataque contra os trabalhadores do Serpro é ataque ao conjunto da classe trabalhadora e é por isso que estamos juntos aqui erguidos nessa bandeira, e assim como vencemos o processo de privatização do século, iremos vencer também nessa não aceitando esse programa, sigamos em luta muito obrigado pelo convite. Obrigado Ismael

0:002:17
25 de nov, 18:30
#25
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Então a palavra pro Sérgio Takimoto.

0:000:05
25 de nov, 18:32
#26
Presidente - Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE) Sergio Takemoto
Sergio Takemoto

Presidente - Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE)

Transcrição por IA

Agradecer aqui a possibilidade de participar dessa importante audiência desse importante tema, e como eu disse aqui é 1 luta de todos nós. Porque ouvindo os relatos aqui de vocês, a gente vê que poderia ser a história dos empregados da Caixa, né a luta contra a privatização no governo Fernando Henrique Cardoso, a luta contra o sucateamento da empresa, tudo isso é fato comum pra todas as empresas públicas. E só lembrando nós estamos num governo dos trabalhadores mas só que é governo de coalizão. Né? Governo de composição. A Caixa foi entregue pro centrão. Né? Então e eu sei que e eu tenho certeza que o governo do presidente Lula não concorda com várias das medidas que estão sendo tomadas, mas às vezes nem sabe que estão sendo tomadas, por isso que é importante audiência como essa, pra gente denunciar o que está sendo feito, né porque é descaramento essa fala do presidente do do Serprio, né? 1 ousadia tremenda falar isso num governo. Né do presidente Lula. Porque além do que a deputada Érica falou. O CEP não é 1 empresa dele não é dele para ele poder falar esse tipo de coisa. O CEP como foi dito aqui é 1 empresa que pertence ao povo brasileiro. Então merece muito mais respeito do que, ele imagina, né? Não tem o direito de falar esses absurdos, né? Então ele merece a gente merece mais respeito, o povo brasileiro merece respeito, as empresas públicas merecem respeito, por tudo aquilo que realizam pro povo brasileiro. Então não dá pra se falar em termos de economia ou em termos disso ou daquilo. Né? O serviço que os que as que o cérebro presta pra população brasileira não não pode ser medido em termos financeiros. Assim como todas as empresas públicas né? Só lembrando eu participei de algumas reuniões no no SESTI, né na secretaria do SESTI, havia 1 1 intenção de dividir empresas dependentes e não dependentes do governo, né? No sentido econômico. E não existe isso. Todas as empresas públicas são fundamentais para o desenvolvimento para o para a luta contra a desigualdade na sociedade. Então não não podemos admitir que o debate seja na parte econômica, né, na questão econômica e sim naquilo que ela presta para a sociedade brasileira. Então nós já tivemos muitas lutas e como eu disse a luta de vocês é muito parecida com a luta de todas as empresas públicas por isso que essa mais essa luta que vocês estão enfrentando também pertence a toda a classe trabalhadora. Então o que a gente puder ajudar vocês e puder estar junto com vocês nós estaremos e pode contar com a FENAE. Muito obrigado. Obrigada

0:002:54
25 de nov, 18:32
#27
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

Passar então a palavra pra Thelma Maria de Castro Dantas.

0:000:19
25 de nov, 18:35
#28
Diretora de Política Sindical - Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados) Telma Maria de Castro Dantas
Telma Maria de Castro Dantas

Diretora de Política Sindical - Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Processamento de Dados, Serviços de Informática e Similares (Fenadados)

Transcrição por IA

Eu acho que o Serpro continuar superavitário forte, e público, passa necessariamente pela nossa compreensão, de que a luta está só começando. Porque a gente precisa compreender, que independente de qualquer governo nós temos o nosso papel. E que nós que a crítica, a força, a organização, a mobilização e a luta, fará o governo repensar, porque eu tenho certeza absoluta que esse caminho de de ampliar essa esse movimento ele já foi tomado, a partir do momento que a gente não está aqui num debate franco e aberto, eu acho que divergência existe que bom que ela existe, né? Eu não creio que por essa longa história de luta, do serpro, onde todos nós aqui a gente se olhava num grande a gente se olha num grande espelho e se reconhece, a gente se reconhece pelo tempo de empresa, chegamos com cabelo preto hoje usamos o mesmo shampoo, então a gente se reconhece porque se reconhece porque nós estávamos lá quando o Serpro perdeu o seu primeiro cliente a gente estava lá quando a gente teve que se reinventar, quando o Serpro mudou o perfil e a gente a queima roupa teve que que que ir pra linha de frente sair do outro lado, a gente estava lá em todos os momentos quando foi a demissão do governo Collor que foi daquela forma brutal nós estávamos lá, então a experiência nada mais é do que alegria, o presente divino de poder contar história, e a história a experiência e o conhecimento é artigo de luxo que precisa ser preservado, a técnica não se separa, não se separa da história e não se separa do conhecimento, então que a direção do séppler nesse momento repense porque esse projeto não se sustenta nem há 5 anos, ou seja, o o impacto que o estudo de impacto que foi feito ele não se sustenta, então não é justo que a gente resistiu 60 anos e que agora a gente vá se se não não vá se reconhecer dentro do processo, então a gente precisa juntar todas as nossas forças e a gente precisa juntar o o setor público pra que a gente não deixe esse projeto vingar, pra que ele não saia da vaidade do presidente do Serpro e passe a ser 1 medida governamental, então todos e todas vamos à luta porque a gente não pode deixar a nossa bandeira cair, a nossa bandeira é por 1 empresa pública superavitária, justa, inclusiva e social, então vamos à luta que a nossa luta está só começando e nós não somos de desistir, e termina agradecendo todo o corpo funcional do cérebro, porque independente da idade estamos todos juntos e a gente viu essa reação na base, a gente viu a reação porque as pessoas se reconhecem dentro desse processo, o processo de envelhecimento ele é natural, ele é divino e a gente tem que ter gratidão por ele, ou seja, não podemos ser penalizados porque estamos ficando velho, nós temos que celebrar que estamos ficando que estamos ficando zitose e celebrar porque nós temos a capacidade cognitiva de trabalhar, de levar essa empresa pra frente e dizer nós queremos inclusão inclusão não ao etarismo porque o etarismo puxa violência e nós não comungamos com violência, então termina aqui agradecendo a vocês, agradecendo a deputada Eric eu acho esse momento foi muito rico pra que a gente pudesse trazer esse debate aqui, obrigada aí todo mundo.

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25 de nov, 18:36
#29
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

Transcrição por IA

E nós estamos chegando ao fim da nossa audiência eu queria agradecer muito a presença de todas as pessoas que aqui estiveram conosco que elas têm particular presença do ricardo bingo do reinaldo soares o ismael césar do Sérgio Pakemoto e da Thelma Maria de Castro Dantas, é que participaram dessa audiência que infelizmente não contou com a, com a, com a participação, nem do ministério da fazenda, nem do MGI e nem do próprio século. Isso nos coloca, é sobre a necessidade de buscarmos estas, conversar ou ter reuniões com estas autoridades, pra tentar estabelecer diálogo, é óbvio que se você tem prazo que é prazo semente exigo, porque nós temos 1 projeto de plano de demissão voluntária, que não são voluntárias, eu vou reafirmar, mas é de plano tem prazo muito exigo pra o começo sua segunda semana de dezembro, então é extremamente, é é apertado esse prazo pra que as pessoas possam decidir sobre as suas vidas, nós estamos falando de vidas, nós estamos falando de pessoas, nós estamos falando de quem é e fez com que as suas vidas pudessem ser fazer parte da própria instituição. Aqui a até 1 falava de vários momentos, todos os ataques que o Serpro sofreu, a vocês tiveram absolutamente numa trincheira, de consciência da função do Serpro de soberania nacional para defender essa instituição, e essa instituição depois de tudo o que se passou, eu lembro que o certo estava dentro do projeto de desestabilização do Brasil, e que vocês lutaram pra retirálo de lá, pra que para que ele pudesse continuar é sobre o domínio do povo brasileiro, e nós estamos aqui com CEP sobre o domínio do povo brasileiro, e simplesmente toda essa luta não pode ser tratada com tamanha com tamanho desprezo, é por parte do presidente da própria empresa então essa isso esta é 1 1 1 ação que está no âmbito da própria empresa, que contratou 1 consultoria que aqui foi dito que tem outro viés, não é o viés fundamental que seria a, eu penso assim, eu tenho muitas experiências que nós já enfrentamos, e teve 1 época aqui em Brasília, eu fui presidente do sindicato dos bancários de Brasília, e teve 1 época que eu havia todo ataque ao banco de Brasília. Banco de Brasília nós tínhamos 27 bancos estaduais públicos, e agora só temos 5 bancos estaduais públicos BRB deles e nós lutamos muito para defender a instituição e quando nós conseguimos é enfim é fazer com que a direção da empresa tivesse relação ou dialogasse com próprios os próprios bancários bancários do BRB, nós construímos comitê estratégico participativo, chamado de CEP, onde se discutiu em todas as unidades, para que as pessoas pudessem dizer o que que elas, ou como é que elas achavam que o que que elas achavam que deviam ser feito, para melhorar o desempenho da própria empresa. E cada 1 unidade tinha representante da gestão e representante eleito pelos os os bancários e bancárias do Banco de Brasília. E ali se se se elaborou 1 das mais profundas, mais profundas sugestões para a própria instituição, ou seja, e eu lembro muito que é, as pessoas falam muito justo em time trabalhar sem estoque, que foi que caracterizou 1 nova revolução industrial no Japão, e aí as poucas pessoas sabem que foi 1 pessoa é que estava no chão da fábrica que disse e se a gente trabalhar sem estoque? E se a gente trabalhar sem estoque? E ali se criou dos elementos para 1 nova revolução industrial, dos elementos não o único mas dos elementos, então portanto como é possível que vocês de repente recebam que vocês vão vão que as pessoas vão ter que sair do século, com 70 anos, é vão sair do séprio com 70 anos, e se agrega a isso plano de demissão voluntária, que não é voluntária eu vou repetir já pela segunda vez, não é voluntário porque ele está, as pessoas estão sob pressão da da da de serem expulsos da instituição, ou e das pessoas expulsas da própria instituição, não portanto nós vamos tentar marcar a reunião com a ministra, de gestão e inovação, que deveria ter o ministério estar aqui, mas não vamos insistir pra que nós possamos ser recebidos pra fazer essa discussão, e aí acatando mais 1 sugestão que aqui foi apresentada pelo Ismael, da executiva nacional da cut vamos tentar marcar com a ministra de direitos humanos né é sobre essa discussão porque a política de para as pessoas idosas ela está no ministério de direitos humanos senão com a ministra com o secretário nacional para tentar buscar aliados e aliadas na perspectiva de defesa dos direitos dos empregados empregadas do cérebro. Então com estes encaminhamentos nós vamos encerrar esta audiência pública antes chamando 1 reunião extraordinária de audiência pública desta comissão para o dia que amanhã terçafeira dia 26 de novembro, às 11 horas onde vai se discutir a regulamentação da atuação profissional do campo de públicas, e também 1 reunião deliberativa extraordinária desta comissão que se dará amanhã na terçafeira dia 26 de novembro às 15 horas para discussão e votação dos itens da própria pauta e sendo assim eu agradeço mais 1 vez a presença de todas as pessoas que construíram esta audiência pública e declaro encerrada a presente reunião de audiência

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25 de nov, 18:40