SUBCOMISSÃO ESPECIAL DE ACOMPANHAMENTO DOS ATLETAS PARALÍMPICOS (CPD/SUBPARAL)
Sobre o Evento
Subcomissão especial visa promover a inclusão e valorização dos atletas paralímpicos.
Deputada
Boa tarde a todos que nos acompanham nessa audiência pública. Eu declaro aberta a presente audiência pública da comissão de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, atendendo ao requerimento número 45 de 2024 de minha autoria, deputada Daniela para debater a promoção da inclusão da visibilidade e da valorização dos atletas para olímpicos brasileiros. Eu farei 1 breve auto descrição para que as pessoas cegas ou com baixa visão que estejam nos assistindo possam. Estar mais próximas e peço também que os demais integrantes da mesa o façam façam o mesmo antes de iniciarem as suas falas. Eu sou 1 mulher alta, metro e 80 de pele clara, cabelos longos. Com tanto grisalho já. Estou vestindo 1 roupa azul e sapatos pretos. Eu uso óculos a maior parte do tempo. E estou sentada à frente da mesa diretora do plenário ao fundo temos 1 parede branca com a bandeira do Brasil. Ao meu lado, a Naiara Karen Falcão de Oliveira que é diretora de projetos paradesportivos e a minha frente o plenário e temos também vários convidados nos acompanhando online. Eu quero fazer os esclarecimentos iniciais, Essa audiência poderá ser acompanhada pela página da comissão na internet pelo canal da Câmara de Deputados no YouTube com janela de tradução em libras. Este debate é interativo e o público poderá enviar as suas perguntas e votar nas perguntas já feitas também. As mais votadas têm chance de serem encaminhadas aos parlamentares e convidados durante o evento e poderão também ser respondidas. E o serviço pode ser acessado pela página da comissão no site da câmara de deputados, que é WWW ponto câmara ponto legi ponto b r barra cpd. Salvo manifestação explícita em em contrário a participação dos parlamentares e demais pessoas do público deixa subentendido autorização para publicação em qualquer meio ou formato, bem como a transmissão ao vivo ou gravada por tempo indeterminado dos pronunciamentos e imagens referentes a participação nessa audiência pública conforme o artigo quinto da Constituição Federal e a lei 9.610 de 98. Bem senhores a o nosso lema hoje é superando barreiras construindo futuro mais inclusivo. Cumprimentando todos os membros dessa comissão todos os que participam aqui conosco, dizer que é 1 honra muito grande para nós estarmos aqui diante dessa comissão para discutir tema. De extrema relevância para nossa sociedade que é a promoção da inclusão da visibilidade da valorização dos atletas paraolímpicos brasileiros e dos nossos para atletas como todo. Esses Jogos Olímpicos de 2024 em Paris marcaram momento histórico para o país ao conquistarmos o quinto lugar no quadro de medalhas. Os nossos atletas não apenas superaram as nossas expectativas, O esporte paraolímpico vai muito além da competição, ele representa a superação de limites a quebra de paradigmas, mas e a construção de 1 sociedade mais justa igualitária ao acompanharmos os nossos atletas somos motivados a buscar os nossos próprios objetivos a superar as nossas dificuldades e acreditar que é possível. Apesar de muitos avanços a gente ainda enfrenta muitos desafios pela frente, às vezes falta de infraestrutura adequada, às vezes preconceito falta de oportunidades entre outros obstáculos que impedem muitos atletas de realizarem grandes feitos e mostrar em todo o seu potencial. No entanto, esses desafios também representam grandes oportunidades. Ao investir no esporte paraolímpico, nós estamos investindo no futuro do nosso país no futuro dos nossos jovens de todas as pessoas com deficiência e estamos formando cidadãos mais conscientes mais engajados e mais preparados também pra enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. Pra promover a inclusão a visibilidade e a valorização dos atletas para olímpicos brasileiros nós estamos construindo futuro mais justo, E de igualdade de oportunidades para todos. Eu acredito que juntos a gente pode superar esses obstáculos nós precisamos levantálos conhecêlos, ouvir as pessoas que estão envolvidas nesse processo e que estiveram envolvidas. Nesse processo para que a gente possa. Construir novas possibilidades e viabilizar novos momentos. Eu quero ressaltar com grande alegria que a delegação brasileira como eu falei antes bateu vários recordes nas paraolimpíadas de Paris. Incluindo O demais medalhas conquistadas numa única edição, o Brasil conquistou 89 medalhas, sendo 25 de ouro, 26 pratas e 38 bronzes. Ficamos em quinto lugar no quadro geral de medalhas estando pela primeira vez dentre os 5 primeiros colocados é a primeira vez que o Brasil logra esse êxito. Superando o recorde anterior que era de 72 medalhas na Olimpíada de Tóquio em 24016 no Rio de Janeiro. Eu gostaria de destacar todos os nossos atletas aqui, mas eu quero eu tenho alguns nomes aqui que foram trazidos em destaque, como a Raiane Soares que constou a medalha de ouro nos 400 metros t 13, e novo recorde mundial nessa prova. Quero também salientar o Ricardo Mendonça e o Christian Gabriel que ficaram em segundo e terceiro lugar respectivamente, na categoria 200 metros t 37. E o Paulo Henrique dos Reis que conquistou a medalha de bronze no salto em distância t 13. A, Daiana Medeiros que conquistou o ouro no levantamento de peso. E a Mariana da Andreia que tornouse bicampeão na categoria acima de 73 quilos, bem como a Maria de Fátima Castro e Lara Lima que levaram o bronze no levantamento de peso e em nome desses atletas que eu citei aqui eu quero cumprimentar a cada dos nossos para atletas. Dizendo do quanto a gente se sente feliz e orgulhosos dos resultados que eles trouxeram para o nosso país e desejar que eles possam dar seguimento a essa. Exitosa carreira e sigam conquistando cada vez mais espaços. Então eu quero lhes apresentar os nossos convidados e convidadas. Temos aqui. A participação virtual da senhora Simone Camargo que é coordenadora do atleta cidadão representando o comitê paraolímpico brasileiro muito bemvinda Simone. Dona Roseane estrela que chegou aqui conosco está sentada à minha direita que é diretora de relações institucionais do comitê brasileiro de Clubes paraolímpicos. A Naiara Karen Falcão de Oliveira, diretora de projetos paradesportivos representando a secretaria nacional do paradesporto. O seu Erinaldo Batista Chagas vicepresidente da associação nacional de desporto para deficientes. Senhor Freiberg do Nascimento presidente da FESPORTE a fundação de esporte lá do meu estado de Santa Catarina. O senhor Teófilo Jacir de Faria. Primeiro tesoureiro, e o senhor Selbi Santos especialista em educação especial. Ambos representando o conselho federal, E Regional de Educação Física. Suas apresentações, por até 7 minutos, e após as explanações será concedida, a palavra por até 10 minutos a autora do requerimento. Logo após. Logo após as senhoras e os senhores parlamentares e inscritos. Poderão falar por até 3 minutos. Oportunamente será concedida a palavra, as senhoras e aos senhores expositores para as suas considerações finais. Quero me desculpar com os senhores porque eu estou com processo alérgico bem complicado. E estou sofrendo pouquinho aqui mas vou tentar dar conta. Em primeiro lugar eu quero conceder a palavra. A senhora Simone Camargo coordenadora do alerta cidadão, Representando o comitê paraolímpico brasileiro por 7 minutos. Conseguem me ouvir? Sim, está movendo. Simone, Simone por gentileza pode desligar o microfone que está mutado. Agora está me ouvindo? Perfeito conseguimos lhe ouvir obrigada.
Coordenadora do Atleta Cidadão - Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB
Tinha ouvido a fala de que estavam me ouvindo e eu pensei que estava tudo ok desculpem, eu falei que se vocês ouvirem o barulhinho aqui no fundo é o meu leitor de telas né, estou conectada pelo pelo computador e aí eu faço uso do leitor de telas por ser pessoa com deficiência visual, e eu sou 1 mulher clara, tenho cabelos castanhos com luzes e alguns fios brancos, eu falei que eu sou 1 mulher clara não, eu sou 1 mulher de pele morena clara né, Estou com 1 blusa vermelha, e numa sala com uns isolamentos apústicos por ser tratado local aonde eu estou participando dessa audiência. Eu gostaria de agradecer a oportunidade e parabenizar né a nossa deputada por requerer esse momento no qual a gente pode ter oportunidade de conversar sobre o esporte paralímpico, sobre a visibilidade do esporte paralímpico, os atletas, e o papel né dessa dessa participação nos jogos e o papel que o comitê paralímpico e o esporte paralímpico pode representar pra nossa sociedade. Eu gostaria de de cumprimentar a todos os presentes aqui na mesa né, eu não tenho a memória de muitos dos meus colegas, e não tenho 1 colinha aqui para nominar todas as pessoas que foram citadas, então na pessoa da nossa rosinha estrela eu quero cumprimentar todos os participantes, e cumprimentar o público né que nos acompanha, e a todos que participam dessa audiência. Eu vou pedir a vocês que me controlem aí pouquinho no tempo, vou falar pouquinho do caminho que a gente trilhou pra chegar até o momento atual, e quais são os nossos nossos desejos, o desejo nosso pro futuro, porque a gente entende que o lugar onde nós conseguimos chegar é lugar bastante significativo, mas também nós entendemos que há muito a fazer ainda no esporte paralímpico, na inclusão da pessoa com deficiência e nós sabemos da importância que o esporte pra pessoas com deficiência E0EA importância e o papel do comitê paralímpico nisso que ainda há de ser feito. Nós recebemos o centro de treinamento paralímpico com grande legado nos jogos rio 2016. O centro foi entregue pra gente na cidade de São Paulo, 1 ação conjunta dos governos federais municipais e dos governos federal municipal e estadual de São Paulo né e do Brasil no caso do governo federal e nós já fizemos a aclimatação do nosso das nossas modalidades pros jogos mas como começamos a utilizar o centro de treinamento paralímpico como sede do esporte do do comitê paralímpico brasileiro a partir do ano de 2017. Então nós entendemos que nesse momento 1 nova perspectiva se abriu pro esporte paralímpico, nós passamos a ter 1 casa, se abriu pro esporte paralímpico, nós passamos a ter 1 casa, eu venho do esporte paralímpico do esporte pra pessoas com deficiência desde o ano de 1995. Nós não tínhamos patrocínio nós não tínhamos investimento no esporte e nos atletas paralímpicos, e nós não tínhamos casa, então quando nós precisávamos treinar nós defendíamos da boa vontade dos aparelhos esportivos existentes no nosso país. Muitas vezes nós tínhamos que treinar após os atletas sem deficiência treinaram nas quadras nas piscinas e nas pistas, nós muitas vezes tínhamos as portas fechadas porque já ouvi de muitas pessoas que da pessoa com deficiência atrapalhava o treinamento convencional e pra nós conquistar esse espaço, o centro de treinamento paralímpico foi grande marco no desenvolvimento do esporte paralímpico no Brasil. Em 2017 nós realizamos planejamento estratégico que colocou dentre a missão do, análise nas na missão do comitê paralímpico brasileiro, além da promoção do esporte paralímpico da iniciação ao alto rendimento, também a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. Como se o esporte por si só já não representasse né, grande papel nessa inclusão, nós passamos desde então a ter algumas iniciativas que viessem mais de encontro a essa temática de inclusão, pra além do esporte do alto de alto rendimento e pra além de proporcionarmos a prática esportiva como treinamento da pessoa com deficiência, nós deixamos nesse momento de ocupar 1 posição passiva no esporte paralímpico na qual nós esperávamos que a pessoa com deficiência viesse até nós, e passamos a atuar de maneira ativa, e aí eu vou dizer como que nós começamos a fazer isso. Nós tivemos vários projetos que tiveram início nessa nesse ano a partir desse planejamento né, mas alguns eu quero destacar como principais. Deles é a educação paralímpica, e a educação paralímpica é 1 plataforma na qual nós disponibilizamos educação pras que desejam lidar com a pessoa com deficiência. A atuar no que se refere à pessoa com deficiência, nós temos estabelecido convênios com estados e municípios nos quais nós nos propomos a qualificar os professores das redes públicas pra que quando receberem 1 criança com deficiência na sua escola esses professores saibam como atuar junto a essa criança com deficiência. Nós vamos falar da das habilidades dos potenciais que essa criança com deficiência pode e de que maneira que essa criança pode atuar nas aulas de educação física. Então, nós eu peço desculpa gente. Pode continuar Simone.
Deputada
2 minutos puderes concluir eu agradeceria obrigada tá bom vou tentar então nós
Coordenadora do Atleta Cidadão - Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB
A escola paralímpica ela traz aí a formação pros professores pra atuarem na rede pública estadual municipal, e isso leva à educação física pra pessoa com deficiência nem indicado escola que quiser essa formação. Nós temos o centro de referência que é 1 tentativa de replicar os serviços oferecidos no centro de treinamento paralímpico pra todo o nosso país. Atualmente nós contamos com 72 centros de referência. Nós temos a escolinha de esportes, todos os centros de referência que assinam o convênio com o comitê paralímpico eles têm, da mesma forma que o comitê paralímpico o que levar, os aparelhos esportivos destes lugares as crianças, escolar pra que elas possam experimentar a prática esportiva que seja condizente com a sua área de deficiência. Então com isso nós queremos propiciar possibilitar pra criança a prática esportiva, independente se essa criança vai se transformar em atleta ou não. Então, tudo todos esses papéis que nós passamos a desenvolver desde então, todos esses projetos que tiveram início desde então, já têm como fruto hoje o quinto lugar nos Jogos Paralímpicos como nós vimos em Paris. Mas nós temos certeza que esses projetos eles ainda não deram os frutos que eles podem dar. Esse essa marca de 72 centros de referência nós alcançamos no ano passado. Então nós temos certeza que com esses projetos em em execução, e com o apoio né dos nossos poderes com o apoio da nossa sociedade esse vai ser apenas o nosso começo a partir do que nos foi entregue com o legado dos Jogos Paralímpicos. Eu gostaria de falar muito mais, nós temos muitas outras perspectivas de atuação, mas eu tenho certeza, eu vou respeitar o tempo né, dos nossos colegas e o tempo de todos que nos ouvem, e fico à disposição pras perguntas que porventura aconteça.
Deputada
Muito obrigada, Simone. Eu concedo agora a palavra à senhora Roseane Estrela, diretora de relações institucionais do Comitê Brasileiro de Clubes paralímpicos, por 7 minutos.
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Boa tarde a todos e todos que também nos assistem né pela internet. Primeiro parabenizála deputada pela iniciativa dessa audiência pública. Os feitos conquistados aí na última paraolimpíada, merecem realmente sempre muito destaque. Eu fui parlamentar por 2 mandatos nessa casa, me sinto muito honrada, com a atuação da comissão da pessoa com deficiência, e o quanto que a gente evoluiu já né no ajuste das leis que já existem e em novos direitos garantidos através da atuação dessa comissão Então parabéns eu trago abraço do presidente João Batista o presidente do comitê brasileiro de Clubes paralímpicos que não pode estar presente por isso pediu que eu viesse apresentando nós estamos recebendo lá na sede do CBCP lá em Niterói o workshop do paradesporto militar. Então a gente tem várias áreas de atuação, 1 dessas é o paradesporto militar. E se eu puder sugerir que também para o próximo ano você possa trazer aí essa discussão pra dentro da da comissão. Eu acho que é tema muito relevante, que tem o trabalho do para desporto militar através do Ministério da Defesa, tem resgatado muitas vidas de militares que foram afastados, que estão na reservas e que voltam ativo através do esporte. Porque o esporte é isso, esporte é o melhor instrumento de inclusão. Mas vamos lá pra missão que é falar pouco do CBCP. Nós somos o primo mais novo dos comitês, né, e o primo mais pobre também, com menos dinheiro, mas com certeza com a mesma vontade de desenvolver o para desporto no país porque a gente tem como como principal norte e a gente entende né tem isso como a grande missão de que o esporte realmente é o melhor meio de inclusão e nós somos 1 instituição privada sem fins lucrativos que recebe como os outros comitês o recurso das Loterias e que tem como objetivo principal a formação de atletas mas essa formação ela deve se dar através dos clubes. Então nós somos intermediário, vamos dizer assim, dos recursos das loterias, com a missão de fazer com que os atletas recebam esse ajuda para a formação deles né quiçá chegar ao alto rendimento ou ganhar a medalha de inclusão na sociedade que é tão importante quanto nós somos novinhos só só temos 4 anos de vida eu trouxe aí 1 apresentação mas eu não vou vou me ater tudo que está escrito ali não senão não vai caber nos 7 minutos vou passar aqui para o segundo slide, que a gente faz 1 trajetória aí desses 4 anos de vida. Nascemos em julho de 2020. Em meio à pandemia, conseguimos ser reconhecido como a instituição integrante do Sistema Nacional do desporto, através da lei, 96 15 de 98. Em 2020 e nós começamos a receber, aliás, a articulamos aqui no Congresso para que fossemos incluído na lei e passássemos a receber recurso das Loterias assim como os demais comitês conseguimos essa aprovação já no finalzinho de 2022 essa inclusão na legislação em 2020 aliás finalzinho 2021 em 2022 começamos de fato a atuação é propriamente dita porque como foi quando começamos a receber recursos fizemos alguns ações pontuais porque estávamos ainda montando equipe estruturando toda a nossa atividade e fizemos algumas ações pontuais como promover a participação do futebol dinamismo no mundial do futebol de amputados também no mundial de futebol e outras atividades afins é e em 2023 começamos também aliás ainda em 2022 fizemos grande diagnóstico nós apresentamos à sociedade questionário tivemos a participação de mais de 120 instituição e que nos respondeu entre várias perguntas entre elas sobre a gestão com esse diagnóstico Deputado nós verificamos que há 1 grande dificuldade para os clubes associações de pessoas com deficiência institutos organizações que trabalham com para de exportos com relação à gestão 1 grande dificuldade visto isso em 2022 fizemos 1 jornada de capacitação e qualificação em 14 estados do país atingimos mais de 600 pessoas e levamos mais de 40 instituições que trabalham com para desporto no país. Ao final do ano de 2022, saímos de 11 filiados de 11 clubes que fundaram o comitê em 2020 e digo em 2020 para 120 clubes filiados em dezembro de 2022. E esses clubes têm criaram né partir da nossa fala 1 grande expectativa do que a gente poderia investir exatamente na formação de atletas em 2023 ainda fizemos também o primeiro edital lançamos o primeiro edital de chamamento público e disponibilizamos milhão e 200000 reais mas esse edital foi com foco apenas nos 11 clubes iniciais que fundaram 0CBCP uniformes e itens para competição equipamentos aquáticos canoas e remos equipamento de musculação quadras esportivas placar cadeiras de competições computadores acabou vou correr vou correr enfim em 2024 chegamos ao segundo edital de chamamento público onde disponibilizamos milhão e 700000 para passagens e hospedagens para esses clubes filiados para que os atletas possam com segurança autonomia participar das competições em parceria Claro com essas competições oficiais dos calendários das Confederações então já foram mais de 100 projetos apoiados e investimento de milhão e 600000 reais. Já chegamos ao patamar pode passar esse esse, esse slide. Já chegamos num patamar o próximo. Em 2022 Esse é o vídeo que aí a gente pode pular porque eu não vou ter tempo de passar? Podemos pular esse vídeo? E nós já estamos agora nesse final de ano com 140 e clubes filiados mais de 10 atletas beneficiados 13 campeonatos apoiados mais de 60 modalidades paradesportivas, também já apoiada por nós. E eu acho, pode passar também. E o mais importante, pode passar, o mais importante que eu gostaria de de deixar destacado aqui é a atuação nas paralimpíadas dos 100 dos 279 atletas que compuseram a delegação do nosso país, 120 são ligados a algum clube, alguma associação, alguma instituição, alguma organização filiadas ao CBCP. Então, até fazendo 1 explicação também que eu deixei de fazer no início nosso país é estruturado a formação de atletas principalmente através dos clubes em outros países por exemplo como os Estados Unidos só mais minuto para concluída A formação dos atletas se dá ao longo da vida escolar. A gente ainda está iniciando isso, não chegamos no patamar de formar atletas no período escolar e sim através dos clubes. A maior prova está aí desses dados que eu trago. A gente vê aí os filmes americanos, a disputa pelos alunos pra entrar nas universidades ganhar bolsa, porque eles são formados e viram estrelas através dessa trajetória aqui no nosso país a formação de atletas e se dá iminentemente nos clubes né Principalmente nos clubes E aí o resultado dos 120 atletas filiados ao clube trouxemos 43 aliás das 89 medalhas trouxemos 58 medalhas de atletas que são filiados ao clube tô falando isso dessa importância de que a gente precisa realmente fazer com que essas instituições se estruturem desde a sua formação desde a sua gestão que tenham governança e transparência que consigam receber cada vez mais recursos públicos ou privados venda de patrocínios diretos ou da lei de incentivo ou das próprias emendas parlamentares mas o principal passo para que esse recurso chega à instituição é trabalhar a gestão pra finalizar ainda com esse foco em melhorar a gestão dos clubes porque eles conseguindo receber mais recurso eles com certeza também focaram na melhor formação dos atletas e com certeza no próximo ciclo olímpico paralímpico teremos mais medalhas e mais atletas competindo nós vamos realizar agora no dia 2 a 6 de dezembro no CCB centro internacional de conferência eita. Me deu branco. Centro internacional é Deu branco, mas enfim. E me deu branco mas vai ser no seu icb esse essa essa esse evento que nós vamos fazer vamos trazer os 145 filiados que já temos 2 representantes por instituição com palestra diversas com foco exatamente sobre gestão governança transparência o melhor uso dos recursos públicos é painel inteiro só sobre captação de recursos através de emenda através de lei de incentivo através de patrocínio direto enfim vai ser momento rico e deputada já encaminhamos ofício para o seu gabinete gostaríamos de contar com a sua presença eu sei que as atividades parlamentares principalmente no final do ano são muito corrida mas quem sabe essa ela não dá pulo lá e mais ainda Estreita essa relação com para desporto no país e enfim finalizo aí a nossa a nossa fala o próximo slide dizendo que a história de atleta começa dentro de clube e que o comitê brasileiro de Clubes paralímpicos é o nosso desejo é a nossa meta seja mais 1 janela de oportunidade para as pessoas com deficiência Muito obrigada desculpa aí pelo uso do tempo a mais, mas estou à disposição.
Deputada
Muito obrigada, nossa deputada Roseane é muito enriquecedor o seu. A sua fala e com certeza eu vou fazer o possível para conhecer mais de perto a instituição de vocês EEE que a gente possa né, sempre seguir nessa evolução na busca para melhorar cada vez mais o para desporto também, muito obrigada. Eu concedo agora a palavra senhora Naiara Karen Falcão de Oliveira, diretora de projetos paraesportivos representando a secretária nacional do paradesporto por 7 minutos.
Diretora de Projetos Paradesportivos - Secretaria Nacional de Paradesporto - SNPR
Boa tarde boa tarde a todas a todos aqui presentes e virtualmente também. Boa tarde deputada, vou fazer minha auto descrição primeiro. Boa tarde gente. Sou 1 mulher parda estou de cabelo solto pouco abaixo do ombro estou de, de 1 jaqueta amarela 1 blusa azul, e branca com detalhes azul, Estou sentada na minha cadeira de rodas, estou com 1 com 1 calça azul marinho e sapato rosa claro. Peço licença também pra saudar os meus pares com surdez porque eu tenho, meu sinal em libras e aprendi pouquinho pra poder praticar. Eu falei meu nome Naiara em libras e agradecer as intérpretes dos intérpretes que estão fazendo essa acessibilidade comunicacional a ser possível para todas e todos. Quero agradecer enormemente por poder estar aqui na comissão que é 1 comissão muito importante de defesa acho que é de direitos humanos para toda e qualquer pessoa, agradecer a sua a sua iniciativa de poder estar trazendo a importância do esporte na vida de todo e qualquer indivíduo com deficiência. Independente se ele é atleta de alto rendimento porque tem os atletas que eles são atletas e por lazer por recreação e é que eu peço licença pra representando o secretário nacional de paradesporto que é Fábio Araújo e a secretaria nacional de paradesporto que tem 1 equipe. A gente costuma dizer que pequena, mas muito unida e que trabalha com muito afinco pra poder somar com as diversas iniciativas ao longo do país, as entidades, pra que a gente consiga avançar com pertencimento digno de toda e qualquer pessoa com deficiência. E nós integramos a equipe do Ministério do Esporte, liderado pelo ministro Fofoca, que tem encampado com muito com muita dedicação à pauta da inclusão do esporte para toda e qualquer pessoa com deficiência. E aqui trazendo pouco do do do título da da iniciativa, fala muita inclusão, né e e social e também pra gente honrar e celebrar e comemorar os feitos dos atletas. Mas esses atletas pra eles chegar onde eles chegaram, eles primeiro primeiro começaram de algum lugar, né e primeiro eles eles participaram do esporte primeiro no viés vamos dizer reabilitação. Lazer, recreação pra depois ele encontrar 1 escolha pessoal, 1 escolha muito individual, a decisão de trilhar esse caminho. E na secretaria a gente acredita no esporte como essa ferramenta, essa ferramenta de cidadania, de resgate do indivíduo, a subjetividade humana. A secretaria ela é 1, vamos dizer 1 secretaria nova na estrutura de governo, ela foi instituída em 2020 mas ganhou mais força e autonomia a partir da retomada do ministério como ministério do esporte em 2023. E a partir daí a gente conta com com discricionário que não é muito, não é muito que o do que tanto que a gente gostaria, mas o pouco que a gente recebe a gente investe em tem investido em políticas e ações eficazes pra essa iniciativa de inclusão real. E aí a gente, em todo lugar que a gente vai, a gente pede a soma e a colaboração porque isso aqui é 1 aliança né, então que venha com todas as as iniciativas seja da sociedade civil, da sociedade da da parte do legislativo, a gente como executivo e claro que o judiciário né, no no cumprimento das fiscalizações das leis e dos empresários, da dos atletas, de toda a comunidade também esportiva, porque se não tiver união, se não tiver colaboração, ninguém consegue fazer nada, a gente com o ministério não consegue fazer nada, então precisamos das entidades, dos clubes, das pessoas, e acima de tudo que isso tudo funciona em virtude dos atletas. E levando essa perspectiva social, lá no na secretaria a gente trabalha muito com o social, porque a gente sabe que o alto rendimento é a ponta do iceberg. Então a gente entende e agradece a força que o CPB tem. No entanto a gente não tem como não olhar pra o que atinge a todas e a todos. E aqui eu preciso trazer esclarecimento conceitual porque assim quando a gente entende melhor as coisas a gente pode ampliar as nossas perspectivas, os nossos olhares pra isso. Então assim, o que é o alto rendimento? Como eu disse, é só a cereja do bolo. Então o que é que a gente prima? A inclusão, porque quanto mais a gente primar pela inclusão, talvez mais atletas nós teremos, e quem sabe a gente se torne mais ainda 1 potência e chegamos e chegaremos no quarto terceiro segundo primeiro lugar nesse ranking mundial né que todo mundo pleiteia mas o que é o fenômeno do esporte o esporte ele é dividido em públicoalvo então nós temos público alvo de pessoas sem deficiência e com deficiência, então numa terminologia conceitual, o esporte é a visão macro dividido em grupos do desporto para pessoas sem deficiência e para desporto para pessoas com deficiência. E o que é o paradesportos? Os para o paradesporto englobe toda essa dimensão do lazer, recreação, participação e alto rendimento. Então, o paralímpico ele só dialoga com as modalidades que estão elencadas nos jogos. Não ele não prestigia e não contempla os outros atletas que também competem a nível competitivo, de alta performance, com mundiais, e não contempla, não insere, não inclui, então a gente precisa trazer nas e aí é pedido que a gente amplie o nosso olhar para os atletas paradesportivos, por quê? Porque dentro do paradesporto a gente tem as os atletas surdoolímpicos, a gente tem esse fecho olímpicos que que trata das deficiências intelectuais como síndrome de Down que não estão incluídas em modalidades dos Jogos Paralímpicos, então a gente alcança a todos, e a gente alcança também outras modalidades que não são contempladas por exemplo, nos Jogos Paralímpicos a gente tem futebol de 5, que é convencionalmente é conhecido como futebol de cegos, nós no entanto não temos o futebol feminino. Né então assim nós temos meninas que querem jogar, que querem participar, então quando a gente contempla o todo, a gente não deixa ninguém de fora. E, eu vou pegar também o gancho dos 2 minutos está bom. E, mas prometo que eu eu vou finalizar né com 1 boa atleta que soa ainda e, e que continua sendo, a gente tem essa disciplina do horário também. Então, a gente a gente quer abarcar tudo e a todos, entendendo que o esporte ele primeiro é recurso de de de acesso à cidadania, e depois é que a gente vai trilhando esse caminho de trabalho de performance e de alto rendimento. Então é é muito importante essas terminologias pra que a gente possa combater inclusive esse olhar estigmatizado de que de que o de que a gente que tem alguma deficiência só existe no esporte de alto rendimento. E na verdade a gente quer ocupar todos os espaços da vida, e o esporte quando a gente trata ele como essa ferramenta de direito social que está lá no artigo 217 da constituição direito social, atividades não formais e formais, a gente garante direito humano básico, e naturalmente 1 pessoa que tem 1 saúde mental boa, ela vai ter 1 saúde física boa, ela vai ser 1 cidadão cidadão ativo, vai trabalhar, vai querer ocupar todos os espaços da vida, e naturalmente vai fazer sua escolha pessoal, quero não quero ser atleta. Então é é muito importante que a gente olhe pra essa perspectiva do macro, que a gente possa perceber que a gente consegue sim impactar positivamente a partir do momento que a gente acredita no esporte como essa ferramenta de educação, de saúde, de segurança pública, porque a gente traz as crianças pra escola. E por que que a gente não tem muitas crianças e adolescentes com deficiência? Porque a gente vê ainda 1 educação que não é inclusiva a gente busca que a inclusão aconteça mas ela ainda não é inclusiva então o que que a gente quer como secretaria como Ministério do Esporte que o para desporto ele esteja na vida de toda e qualquer pessoa com deficiência em qualquer faixa etária principalmente na sua formação toda criança e toda adolescente têm o direito de sonhar. E a gente tem desenvolvido nossos nossos projetos e os nossos programas para isso deputada, nós hoje temos os os programas que a gente prestigia e a gente prioriza o esporte com esse viés e claro que a gente saúda claro que a gente comemora caro claro que a gente celebra os nossos atletas e com isso a gente só muda a perspectiva quando a gente combate o preconceito e esse preconceito tem nome, se chama capacitismo. Assim como o racismo está para as pessoas negras, o capacitismo está para as pessoas com deficiência, quando nos olham com olhar de caretativo, como se a gente estivesse sempre precisando de ajuda. Então quando a gente começa a pensar por esse viés, a gente começa a trazer dignidade respeito e justiça social. Muito obrigada gente. Muito
Deputada
Senhora Naiara, leve o nosso abraço ao secretário ao secretário Fábio, a gente nós já estivemos lá com ele e nos atendeu muito bem e a gente acompanha, esse trabalho e desejamos muito sucesso e estamos à disposição aqui. Eu concedo a palavra agora, tarde.
Secretário Geral - Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais - CBDV
A todos e a todas. Primeiro em nome né da CBV é agradecer né pelo convite pra quem me conhece eu sou atleta, exatleta do BOOLBOL né hoje há 2 meses atrás, eu estou agora na área da gestão contra o secretário geral da consideração brasileira de deficientes visuais, e trocando pouco da experiência né, trazendo né a minha vivência de quadro, agora pra gestão. Né? A gente sabe que, na nossa trajetória, né, enquanto atleta, né, é muito difícil, não é fácil né, a gente vai ser atleta, né? Eu que estou no esporte desde 2006, né? Na seleção, né? Passei toda essa trajetória na seleção brasileira, é desde 2006, né? Passei por de várias batalhas aí, mas hoje né, pôde contribuir no esporte paralímpico aí ajudando, né, em vários quadros de medalhas, né, já participei de 5 paraolimpíadas, 4 medalhas paralímpicas, sendo 1 vez campeão, 3 mundiais, né, e 3 títulos para Panamericana. Muitos de vocês aqui, né, mencionaram que o esportes, assim, é 1 ferramenta de inclusão. Eu sou exemplo disso, né, eu saí lá do interior do nordeste, né, e hoje graças a Deus tudo que eu tenho foi através de esportes, né, hoje eu consegui me estruturar no esporte, claro, com com evoluções, né, antigamente a gente não tinha que a gente tem hoje, né? Hoje a 1 evolução, né? Graças a Deus aí com com com patrocinadores, constivadores, né? Ministério Esporte, né, hoje o CPB que nos dá todos os apoio aí para os atletas. Enfim, acho que todo mundo aqui tem 1 participação, né, no no processo. E foi mencionado aqui, né, questão da da de incluir, né, o esporte feminino, né, na grade dos jogos, né, a gente da CBDV a gente já está, né, lutando aí pro próximo ano, verbas né pra pra incluir né o esporte feminino na nossa grade, né, já fomos até a Brasília, atrás de de recursos né, pra estar incluindo nesse esporte feminino, né, que a gente acha de muita importância né, pro pro nosso movimento, dar essa igualdade, né, também estamos tentando, né, de incluir o esporte feminino, né, junto com a articulação pessoal da da Y do do IBC pra gente incluir o esporte feminino, né, no no primeiro parapan em 2027. Então a gente está na luta aí, né, gente da CPV, está na luta aí pra incluir o esporte feminino e sempre oportunizar, né, a pessoa com deficiência, né, falando aqui pelo nosso movimento visual, né, estamos também, a cada mais nas nossas competições de de regionais, né? Incluindo a pessoa com deficiência visual, né? Nas nossas competições pra oportunizálos, né, a estar envolvido no meio dos esportes, estar competindo, a gente tem que pensar só em alto rendimento, a gente tem que pensar, né, naquela naquela pessoa com deficiência, que está lá no seu estado, lá na Bahia, interior da Bahia oportunizar nessas pessoas né que venha por meio do esporte hoje como a Simone bem mencionou aqui, o centro de referência está sendo fator fundamental né no crescimento da pessoa com deficiência então em nome da CBV é agradeço imensamente aqui é deixa o abraço também aqui do presidente Elder Araújo que não pode não pode comparecer e aqui a gente da CBV fica sempre à disposição obrigado
Deputada
Muito obrigada senhor Romário. Eu passo a palavra agora ao senhor Erinaldo Batista das Chagas, vicepresidente da associação nacional de desporto para deficientes por 7 minutos. Boa tarde
Vice-Presidente - Associação Nacional de Desporto para Deficientes - ANDE
Me ouvem? Sim. Acredito que sim. Bem, prazer estar aqui falando com vocês. Primeiramente eu vou agradecer a deputada, por nos dar esse espaço pra que a gente possa aqui falar sobre as nossas ações, sobre a história do atleta paralímpico, a vida da atleta paralímpico que é, o objetivo principal de todo mundo que trabalha com suporte pra pessoas com deficiência, né, que é o atleta, agradeço a senhora como eu falei e vou fazer a saudação aqui aos meus amigos, eu estou muito feliz de reencontrar muita muita gente bacana, a Rosinha, tive a oportunidade de trabalhar muitas vezes com ela, professor seu Bic, a gente tem se encontrado em momentos tão distintos, tão ruins, né professor, mas como dá, a minha amiga Simone, que é trabalho muito bacana com atleta cidadão lá no CPB. Vou saudar o o freiberg que é presidente da Fundação lá de esportes de Santa Catarina, aliás, presidente, que a gente recebeu o convite, estou muito feliz, da questão do lançamento da lei do esporte incentivo aos portos tá? Saiba que a gente conta aí com apoio, a gente que trabalha numa entidade que faz bastante evento aqui no Brasil, gosta muito de trabalhar em parceria com os estados, com com as cidades então, estarei lá com certeza. Meu amigo Romário, que acabou de falar, fazer 1 fala muito impactante com relação à vida dele, a transformação que o Sport paralímpico trouxe pra ele. A a Naiara, né, que eu tive o prazer de conhecer quando eu visitei a secretaria nacional desporto, e aí eu aproveito para fazer a minha descrição, perdão que eu já ia passando sem falar, eu sou 1 pessoa parda de pele relativamente claro, que meu pé no sol viu aqui no Rio de Janeiro, escurecendo pouco, cabelos pretos curtos, pouquinho de branquiçado já também por avançar da idade, estou usando 1 camisa preta, da AND da associação nacional de esporte pra deficientes, e só de estatura mediana. Bem, eu vou dividir minha fala em 2 momentos, eu tive a honra e o prazer de ter sido secretário nacional do para desporto né, dos primeiros, e vi toda essa esse crescimento e aí ele fazer a referência na área, o Fábio, o secretário Fábio, o secretário arquitetônico também anterior a Marcela passou muito trabalhou e batalhou bastante toda equipe da secretaria nacional para desconto trabalha para trazer para possibilitar as ações práticas né na ponta para as pessoas com deficiência possam praticar de poucos o esporte como era falou tanto para recreação tanto competição e era importante naquela época né com a criação da secretaria que a gente tivesse ações que ajudassem justamente aqueles que não tinham tanto recurso que vinha por exemplo da Lei Naldo Piva que que beneficia o comitê paralímpico brasileiro a minha entidade entidade do Romário como também outras entidades mas principalmente aquelas que não têm apoio porque não fazem parte do programa paralímpico amarela citou e elas não recebem apoio e era modalidade que são e são modalidades que precisam de muita ajuda e a secretaria veio para cumprir esse espaço para atingir esse público e como também a Nayara falou as ações de lazer de recreação para as pessoas com deficiência possam fazer a prática esportiva é vou só fazer 1 outra ponta da questão da minha atuação lá na época do secretário a gente percebeu 1 1 na verdade a gente trabalhou muito em parceria com o comitê para a gente brasileiro e a gente percebeu que havia 1 lacuna entre a educação paralímpica que a Simone citou e a educação dos outros esportes né a gente teve a possibilidade naquela época secretaria não tinha recurso não tinha equipe no trabalho ainda começando a gente não conseguiu Celebrar esses acordos mas a gente está muito feliz que esses acorda esses acordos que a gente criou lá atrás graças ao trabalho da secretaria atual que o secretário Fábio a gente tem frutos muito importantes acontecendo né esteve agora o congresso paradesportivo internacional que aconteceu na semana passada junto à reatec junto à Expo Brasil paralímpico onde a gente teve lá 1 série de palestra 1 série de ações que foram graças ao trabalho dessa secretaria e graças à criação da educação para para desportiva que possibilitou o acesso a muitas pessoas a conhecer o para desporto E aí eu faço 1 outra referência usando Professor seu bi que era para mim 1 referência na minha formação tiver oportunidade de aprender muito professor seu bi é para falar sobre 1 lacuna e depois fala que eu vou deixar aqui alguns pontos para gente trabalhar como desafios a questão da capacitação né eu fui eu sou professor de educação física passei a minha vida inteira trabalhando para dispor minha vida profissional né e eu sempre tive muita vontade de aprender e foi sempre muito escasso que a gente conseguir então a gente tem que se agarrar em algumas oportunidades e aí graças a iniciativas como educação para desportiva e a educação paralímpica que a Simone falou aí as ações do confef do CREF a gente tem informação para produzir para criar proporcionar aqueles profissionais que desejam fazer parte da da vida paralímpica da vida para desportiva a formação correta para poder trabalhar eu senti muita falta disso e hoje a gente vê que essas ações estão acontecendo bastante tá agora falar pouquinho da a eu esqueci de 1 coisa aproveitar com a vozinha também para falar sobre a questão da atuação da secretaria nacional do para desporto a gente teve 1 atuação muito bacana em parceria tanto com o poder legislativo quanto com o executivo na criação do CDCP na verdade o seu PCP já existia mas na aprovação do CBCP para que ele pudesse hoje está recebendo recursos e que ele pudesse hoje está atuando como vem atuando no auxílio dos clubes a Rosinha citou aí sobre a questão da formação esse trabalho de Formação não é só para o profissional da ponta mas também para os clubes né Rosinha que a gente atua de forma a capacitar o profissional ao gestor do clube para que ele possa administrar recurso não só o recurso público mas também os recursos da iniciativa privada para que ele possa botar seu clube para funcionar que ele possa botar seu clube para rodar que assim ele consegue atender sua comunidade a gente pode falar aqui sobre o modelo seu modelo de clube ou modelo de educação na escola mais certa nessa mas tem que trabalhar com tentar mudar algumas realidades mais usar o que a gente tem de melhor né hoje a gente tem 1 estrutura de clubes muito forte e precisa de apoio obviamente precisa de coisa mas é que tá mais ramificada em todo o nosso país então fico muito orgulhoso de ver o CDCP aí vozinha manda o meu abraço para o João Batista e conta sempre com a ande para toda e qualquer ação necessária para tornar o c dcp cada vez mais forte é E aí fala pouquinho da minha entidade né eu estou Presidente vicepresidente da anti né eu tive lá como eu falei sobre educação física eu tive lá como estagiário tipo lá como voluntário árbitro delegado técnico diretor técnico e hoje é tô como vicepresidente é trabalho da entidade tem vai se completar agora daqui a pouquinho vai fazer 50 anos de história né de fundação a entidade nasceu para administrar o para desporto lá o esporte para pessoas com deficiência no Brasil graças à evolução a gente tem inúmeras entidades a gente tem o comitê brasileiro não precisa nem citar e a ande hoje é responsável por lidar o cuidar de 2 esportes né paralímpico que a bocha paralímpica que eu possa te falar que a modalidade mais inclusiva que tem os atletas com maior grau de deficiência e os atletas com para dizer cerebral outros lesões medulares creme encefálicas e o futebol de CESPEC que foi Esporte paralímpico durante muitos anos não é mais é esporte para Panamericano Então faz parte do programa para Panamericano Então continua ainda como 1 modalidade a gente acabou de voltar do campeonato mundial na Espanha a gente ficou para quarta colocação a entidade vem trabalhando bastante esse esporte com a perspectiva da volta desse esporte para o programa para ali né verdade que a gente trabalha em parceria com o CPB que a pedra que é o frame Runner que é 1 bicicleta de 3 rodas na matriz Cleto que é para atletas com paralisia cerebral e é 1 prova do atletismo é dito isso sobre a nossa entidade é desde que a essa gestão vem trabalhando 1 das coisas que eu aproveitei pela minha experiência dentro do ministério na época cidadania e secretaria especial do esporte é a questão da formação sempre como eu falei foi 1 carência que eu senti E aí eu tomei a liberdade de reproduzir projetos que a gente tinha na secretaria dentro da entidade E aí trabalhando em parceria né a gente tem projeto que já roda há 4 anos que a gente aprova na lei de incentivo da do Ministério do Esporte e a gente capta na iniciativa privada para fazer formação é o programa para desportivo hoje a gente está com atuação em 3 estados né a gente tem aí os 3 estados atendidos aonde a gente tem eu eu não estou muito seguro do número de núcleo, mas hoje acho que são 10 núcleos que a gente tem de atendimento, aonde os profissionais atendem as crianças com deficiência e sem deficiência nos seus locais. E o principal desse programa, é que a gente faz a formação dos profissionais pra deixar o legado pra como a gente como eu falei pra que as pessoas tenham conhecimento e possam reproduzir o atendimento a pedagogia do para desporto pra que eles possam seguir em outros lucros fazendo né, proliferando por aí as atividades que as pessoas com deficiência. Você é muito orgulho, eles trabalham em parceria aqui no Rio de Janeiro, a gente fez eu o aqui no Rio de Janeiro assim mesmo projeto com a cidade do Rio de Janeiro, é presidente freiberg, eu tenho desejo de dia poder conversar com sua para apresentar esse projeto foi projeto muito interessante que a gente fez a gente formou quase 400 professores da rede Municipal do Rio de Janeiro no projeto Rio mais para a desculpa a última concluir por gentileza Filó formação online e na sequência 1 formação presencial em parceria com a cidade, pra justamente que a gente tivesse mais pessoas e consequentemente conseguir trazer mais atletas pra. O mundo paralímpico e paradesportivo E aí eu queria encerrar a minha minha fala com 3 pontos que eu acho fundamentais que a gente já passou por eles né os nossos amigos aí já falaram é capacitação eu acho que é fundamental para que a gente consiga tanto trazer profissionais quantos gestores contra atletas para participar a profissionalização a gente tem 1 série de eventos a série de de atividades acontecendo a gente consegue trazer mais profissionais para dentro do esporte paralímpicos esporte para a vida para desportiva e e depois deixar pontinho que é para pedir que a Simone não falou mas eu gostaria que ela falasse é sobre a pós carreira dos atletas né que é 1 das coisas que a gente vivencia muito aquele atleta paralímpico ele de repente não se prepara durante todo o ciclo acaba a carreira dele a gente viu o caso do Romário ele sabe o caso da Simone mas tem tantos outros né que a gente precisa auxiliar para que possa após a sua carreira continuar aí brilhando na vida não só no esporte muito obrigado
Deputada
Obrigada senhor Reinaldo, eu passo agora a palavra ao presidente da fundação catarinense de esporte Freiberg Nascimento por 7 minutos.
Presidente - Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
Boa tarde deputada Daniela Boa tarde a a todos que nos ouvem e assistem. Eu sou oferecimento, metro e 80, pele morena, ao uso óculos, cabelo curto, cabelo castanho, vestido com a camisa branca com lixos azuis, e na cidade de Florianópolis, o tempo aqui está está tempo bom e é prazer estar com essa oportunidade de sua janela pra conversar pouco mais da vice, aqui a Freitas fez forte, né? Tem 1 forte formação em gestão, e também como atleta, fui atleta de de tentado, tentado militar de teatro, depois ano Man, corrida, voleibol e etcétera. Então com esse pouco desse mundo do desporto. O paradesporto é algo que suscita suscita, eu tenho 1 vontade muito grande de mergulhar. Por quê? Porque 1 vez aqui à frente desse sistema de esporte, eu tenho lhe declarado muito os as adversidades que os senhores e as senhoras falaram aí, tá? Há a exemplo da educação para o educação, ela é muito conteudista, né? O contraturno de atividade física já é muito é é ainda é principalmente para o para o desporto, para aquela criança que exige alguma necessidade, tá? Especial então isso pra mim, dói muito. Então, por consequência, tá? Eu não tenho profissionais capacitados pra trabalhar com o parágrafo de pessoa, isso é fato. Quando tem as estaduais, é muito difícil você ter hábitos inúmeros suficientes, é muito difícil você ter técnicos e aí há envolvimento muito grande das famílias, e aí é o pai ou a mãe que se especializa junto com o professor da educação física, EEE esse trabalho do do do CPB, e também no comitê brasileiro de público para o IPAO pra mim é fundamental, tanto é que eu eu vou estou indo a Brasília agora pra trabalhar na câmara na no comitê do esporte da câmara de deputado mas depois eu vou voltar justamente pra atender o summit, né? Eu quero eu quero atender estar presente em todas as atividades porque é 1 forma também de eu me capacitar por ambiente, por por mundo que que que é vanguarda no esporte, tanto dada aos resultados que tem alcançado, mas também que precisa de 1 atenção muito maior. Eu tenho conversado com a secretaria nacional do para desporto e e várias entidades aqui em Florianópolis e Santa Catarina, né? Justamente para adequar o nosso calendário às necessidades, né? Por exemplo o verão, é muito interessante, para a as crenças autistas por exemplo o sul pra Santa Catarina tem temporal magnífico que dá pra ser explorado com muita tranquilidade, aí eu tenho aqui a instituição anda azul, que é muito parceiro, tá? Infraestrutura eu tenho pouca. Tem que e aí esse espaço que tem em São Paulo é fantástico, mas atinge realmente a 1 parcela, a o grande público ele fica de fora, é esse grande público que é que é o meu interesse, eu vou da secretaria nacional do do do para o desconto porque a gente faz política pública para todos e não para público específico. Então é esse público maior que eu quero atingir, tá? Que vai facilitar em muito o desenvolvimento daquela pessoa como consumidor, como cidadão, com todos os direitos e deveres com qualquer outra pessoa, né? O que que eu estou fazendo aqui à frente desse sistema catarinense de esporte? Pro ano que vem, ano que vem não, pra esse ano, pra todos os eventos eu eu crio, eu vou eu criei comitê gestor, que não só conta com com servidores da fez esporte, pessoas que de instituições que valhem tudo seja o que for que trabalham com o para o desporto, para quem também participe do planejamento e das do das atividades esportivas. Eu tenho tive problema sério esse ano por falta de arbitragem mas já está resolvido, mas aqui em Santa Catarina tem o problema do do do das intempéries, aqui o clima ele é muito variado então isso não nos preocupa muito por isso que eu preciso trazer todos os poucos pra pra pra discutir e planejar junto comigo, tá? Esse ano eu atualizei a minha a nossa legislação aqui para incluir os surdos no bolsa atleta, os surdos não estavam incluídos na legislação do estado. E eu já fiz 1 minuto eu estou encaminhando para o governo pra pra pra pra atualizar a lei. É absurdo, é absurdo. Nós estamos incluindo esse esse, esse público que que tanto tem dado no no no futsal, no no nas lutas e por aí vai. Bom, lei de incentivo. O nosso governador ele ele concordou agora no dia 2 de dezembro às 10 horas, destinar 75000000 por ICMS para o desenvolvimento do esporte, pensar esporte. E dessa fatia eu incluí ali o o para desporto, tá? E, da mesma forma para o desporto e o para o desporto materiais, por quê? 1 cadeira de roda competitiva custa mais de 30000 reais. Então precisamos ter sim projetos que beneficiem a aquisição dessas cadeiras né? PIB de carbono que são importantes é muito caro. Então precisamos dar esse tipo de apoio. Então preciso aqui nós temos aqui no estado Santa Catarina 1 algo muito interessante que é a fundação Catarina. Mais 2 minutos por gentileza. Educação especial, e a que é a secretaria de esporte. Nós estamos trabalhando com a presidente da fundação de especial pra que a gente possa pelo menos tangenciar os nossos pra pra dar a esse público maior 1 atividade esportiva mais interessante, E por último agradecer a deputada Daniela Arraio por ter concedido em menos de 500000 reais, para planejar e pensar sobre 000 desporto, que eu vou ser bem sincero, não, as pessoas não entendem muito bem, Mas por quê? Porque normalmente entendem a emenda como aquisição de algo ou de serviço e não de criar bem maior pra pras pessoas terem necessidades especiais, ou algum tipo de deficiência. Então muito obrigado, estou à disposição aqui na. Eu tenho muita satisfação, eu operei Brasília pra pra conversar pouco mais sobre isso.
Deputada
Presidente, eu conserto agora. A palavra ao senhor Santos e especialista em educação especial que representa o Conselho Federal e regionais de educação física por 7 minutos.
Especialista em Educação Especial - Conselho Federal e Regionais de Educação Física
Boa tarde deputada. Antes de fazer, eu quero fazer minha autodescrição. Eu sou negro, cabelo barba e bigode brancos, embraquecidos pelos 86 anos. Sou profissional de educação, membro da comissão de esporte, da câmara de esporte do Conselho Federal de Educação Física, nesse momento representando o conselho na pessoa do seu presidente, professor doutor Carlos Boski, pedindo desculpas porque o professor Teófilo está no interior, não conseguiu entrar em contato com os senhores, mas está ouvindo aqui pelo nosso telefone. Primeiro lugar nós queríamos saudar deputada, pela o requerimento 45, que leva a 1 discussão e 1 reflexão sobre alguns termos muitíssimo importantes do quais fazem parte da nossa vida. A inclusão, eu sou negro, a visibilidade oportunidade também, a valorização e aí incluímos né nesse momento e altamente oportuno, os atletas paralímpicos brasileiros, né? E nós não vamos fugir desse texto, porque estamos no movimento desde 1975. Queria agradecer ao professor Reinaldo, mas dizer que nos primórdios de 1975, sobre a do professor Aldo Mykules, nós recém, em saídos da faculdade, ingressamos no processo de relação com a pessoa com deficiência, do qual nunca mais saímos, né? A citação ainda agora do professor Erinaldo, foi a passagem de grande Baluarte do Esporte Parari, que foi o senhor Paulo Sérgio de Miranda, né? Mas ouvindo os intelectores, a Simone falando principalmente da questão da formação que é colocada à disposição, nós do CONFEFI, e temos a responsabilidade de orientar e disciplinar, muita das vezes AAA figura da fiscalização é colocada acima do cerne da orientação e da, porque na realidade nossos passos são técnica e ética. E essa soma com o comitê paralímpico brasileiro, o comitê brasileiro de clubes paralímpicos, a própria secretaria nacional do paradespor, e todo o envolvimento fundamentado principalmente no artigo 5 da constituição, que nos obriga a todos ter as mesmas condições, o seu suscitou 1 ampla discussão entre nós, que é como dar cada vez mais formação, capacitação, envolvimento do profissional de educação física em todos os atendimentos. Porque todas as pessoas precisam ser orientadas por profissionais capazes. E o Conselho Federal não tem outra preocupação de que não ser de fazer esse esse esse intercâmbio, essa interligação, esse fomento e essa estimulação nas escolas de formação, que são as universidades, pra aumentar a carga de formação do profissional e conhecimento nessa área, como em outras épocas aconteciam. Se vossa excelência perceber a carga colocada na formação do profissional de educação física, pra ter conhecimento das pessoas com as diversas situações nesse momento com a pessoa com deficiência, a senhora vai ver que nós somos brigador dentro do conselho e com o apoio do conselho pra que somente parceria com com o comitê paralímpico tem sido feita com o conselho pra que nós possamos levar esta formação cada vez maior. Mas ela ainda é pequena. Então, ações iguais às que a senhora propicia para 1 discussão mais ampla com essa possibilidade dessa audiência pública, o conselho agradece porque ele está engajado. Estamos aqui prontos e não vamos usar o nosso horário ali nos 7 minutos pra dizer a senhora, muito obrigado para oportunizar 1 discussão cada vez mais ampla. Estamos aqui passando a sua comunicação e essa discussão com todos os amigos, para toda a rede do confesso. Abraço, estamos juntos aqui para ouvir e agir juntos, de mãos dadas, pra fazer com que cada vez mais a sociedade brasileira possa permitir, não só a inclusão, mas entender que a inclusão é obrigação da sociedade em todos os níveis principalmente as pessoas com deficiência. Obrigado.
Deputada
Obrigada Professor seu Bia é 1 honra pra nós têlo aqui conosco com tanta história com tanta experiência e eu confesso que eu não imaginava que o senhor tinha 86 anos eu imaginava que o senhor fosse bem mais jovem e realmente ser atleta eu acho que que faz muito bem para a saúde, né? 1 grande honra têlo aqui conosco. Muito obrigada, deputado. Obrigada, eu quero registrar a presença do deputado Geraldo Rezende aqui conosco também e não havendo inscritos. Nessa audiência pública, eu quero passar a palavra aos palestrantes para que façam as suas considerações finais por 3 minutos e eu vou tomar a liberdade de passar a palavra primeiro ao presidente da Fastport de Santa Catarina, que ele nos avisou aqui que tem 1 outra reunião em seguida. E aí a gente já libera ele então eu lhe passo a palavra presidente Weber por até 3 minutos para suas considerações finais. Eu agradeço muito.
Presidente - Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
E eu conto com o CPB e com o Comitê Brasileiro do Clube Parolímpico, estaria aí, tá? Que eu gostaria muito, aliás é 1 diretriz do governador Jorge Melo, EEE é desejo meu também, de dar destaque todo especial ao para o desporto 2025, tá? Então, fico muito grato de de participar, eu fico à disposição sempre do da deputada e do CPB e e de todos que estão participando da mesa, tá? Eu tive o aproveitando agora aqui a a ideia do do do do do do conselho regional de educação física eu vou conversar com eles também, eu acho fundamental. Então de modo que eu fico muito feliz e e classificado pelo pelo por ter ouvido os senhores e a senhora muito obrigado.
Deputada
Muito obrigada presidente, agradeço a sua presença e estamos à disposição aqui na comissão da pessoa com deficiência também muito obrigada. Obrigado, abraço a todos. Abraço eu passo a palavra também para senhora Simone Camargo por mais 3 minutos para que possa fazer as suas considerações finais. Bom
Coordenadora do Atleta Cidadão - Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB
1 alegria muito grande né, os colegas todas as pessoas que participaram desse momento, nesse espaço eu quero só retificar em empenhar né o apoio do comitê paralímpico brasileiro em todas as iniciativas que os colegas manifestam e realizam cada qual na sua área de atuação né, a nossa secretaria de para do desporto que a gente já vem trabalhando em conjunto né, quero colocar sempre as nossas estruturas à disposição e e agradecer muito todo apoio que a gente recebe em todas as nossas iniciativas, a nossa AND, o irmã, nossa CBDV, conselho federal da o de educação física, todos né a nosso secretaria de Santa Catarina, estamos todos à disposição porque nenhum dos programas do comitê paralímpico ele vai funcionar e ele vai ser eficaz se ele não conseguir se capilarizar né, e nós estamos abertos pra atender não só o alto rendimento né como eu tive a oportunidade de de falar, mas a pessoa com deficiência de maneira geral, porque o esporte antes dele ser de alto rendimento, antes dele ter a modalidade ABC ou d, e participa ou não de jogos paralímpicos, ele é pra pessoa com deficiência, ele representa autonomia, ele representa movimento, ele representa muitas vezes a oportunidade pra criança de poder correr, de poder pular, e são são oportunidades que 1 criança com deficiência ela encontra, já é cerne da criança, é correr, é pular, é brincar, e muitas vezes a pessoa, a criança com deficiência ela é retirada dessa oportunidade, e é essa eu acho que esse é o maior legado que nós podemos trazer, quando a gente vê ali nos festivais paralímpicos que acontecem nos aparelhos esportivos de todo o nosso país, crianças com ou sem deficiência brincando juntas de fazer esporte, essa eu acho que é 1 das nossas maiores alegrias, se elas vão ou não amanhã se tornarem atletas de alto rendimento isso é 1 consequência, mas que elas possam confiar mais em si mesmas, nas suas capacidades, nos seus potenciais pela prática da atividade física essa é a nossa meta, então eu quero agradecer mais 1 vez pela oportunidade, pelo chamamento pra essa audiência que permite né que diálogos tão interessantes como esse tem tem lugar, e dizer a todos que nós permanecemos à disposição, não consegui atender ao pedido do do nosso amigo Pitty mas não votaram a oportunidades né, pra gente falar do trabalho que a gente finaliza porque a permanência do atleta como cidadão atuante econômica e socialmente é a é a nossa meta dentro do programa atleta cidadão mas também não faltarão oportunidades pra que a gente possa falar sobre isso, obrigada e parabéns ao trabalho que é executado por todos que foi apresentado aqui.
Deputada
Muito obrigada Simone, eu quero passar a palavra agora pra senhora pra deputada Roseane Estrela que está aqui conosco por 3 minutos. Bom
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Vou começar e finalizar com a minha auto descrição que não fiz quando tive oportunidade Logo no início eu sou 1 jovem senhora de pele clara cabelos loiros olhos azuis uso óculos vermelho estou vestindo hoje vestido preto e branco e sou cadeirante deficiente desde os 2 anos de idade sequelada da poliomielite está voltando a gente precisa vacinar as crianças desse país É bom, eu fui atleta, né, mas antes de ser atleta na minha vida escolar, eu fui por várias vezes obrigada a ser dispensada da educação física. Era orientação inicial de todas as escolas por onde eu passei mas aos 15 anos eu conheci a defall Associação de deficientes físicos de Alagoas e me tornei atleta por isso que eu digo que a gente evoluiu muito claro que a gente entender precisa muito mais que isso principalmente quando a gente fala do da educação do esporte na vida escolar como qualidade de vida como saúde mas principalmente como 1 grande instrumento de inclusão e é foi o esporte que me trouxe para a vida que me fez me entender como pessoa com deficiência que até então era só a filha da dona Eleusa super protegida que nem tomava banho sozinha aos 15 anos de idade então foi o esporte que me apresentou o mundo que me fez entender como pessoa e foi exatamente nas primeiras competições com os meus pares, com os meus iguais, com os meus colegas, de não conseguir medalha paralímpica, nunca nem fui na paralimpíada, mas a maior medalha da vida que é a inclusão essa eu tirei de letra, graças a Deus. Então eu quero parabenizála deputada pela pela iniciativa, deixo mais 1 vez a sugestão de continuar com esse debate no próximo ano, trazendo para desporto militar, trazendo isso que a Mayara também colocou de de algumas atividades paradesportivas que não têm a visibilidade que têm o paralímpico, trazer modalidades que ainda que estão em ascensão e precisam dessa divulgação, porque divulgação é alma de negócio, né? Então a gente precisa incentivar realmente o desenvolvimento do esporte para as pessoas com deficiência desde a primeira idade, desde a da do período escolar. Quero também parabenizar o CPB, né. Fiz vários embates, é o que vem do movimento de garantia dos dos direitos da pessoa com deficiência, fiz vários embates com a direção do CPB, antes de Misael, porque sempre tentou fazer 1 separação. Esporte é 1 coisa, movimento de garantia de direitos, de luta é outra. E o Misael trouxe esse novo tom, o esporte como instrumento de inclusão e o alto rendimento é como disse Naiara, 1 grande consequência 1 maravilhosa consequência consequência o que os nossos atletas trouxe de resultados nas paralimpíadas são muito importantes mas mais importante é o que fica de legado se vocês fizerem 1 pesquisa aí a cada fim do a cada resultado das paralimpíadas a discussão nesse congresso aumenta com relação aos nossos direitos enquanto pessoa com deficiência a sociedade começa nos enxergar como eficientes e não como deficientes. Então esse é o grande legado que se deve deixar. Secretário vai ser prazer recebêlo no nosso Summit, já estamos preparando tudo da melhor maneira possível. Lembrei CCI e CB é Centro Internacional de Convenções do Brasil que eu fiquei enganchado ali, perdi até tempo. O Conselho Nacional Federal de Educação Física também vai estar presente porque a gente entende que a formação não é só com atleta, para ter bom atleta a gente precisa ter bom profissional, né, por trás disso. E por fim parabenizar também a SNPA que ao longo desses anos desde a sua seu início tem evoluído bastante, especialmente nessa última gestão e a toda a equipe com principalmente com com a capacidade profissionalismo mas com muito amor que dedicam a causa. Muito obrigado a todos e mais 1 vez deputada, parabéns pela audiência.
Deputada
Muito obrigada deputada obrigada por compartilhar conosco pouquinho. Deputada, se me permite eu esqueci de fazer menção a 1 pessoa muito
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Está aqui na nesse plenário que é o nosso querido Sirlei. Ele é foi atleta, é dirigente de 1 instituição lá em Ceilândia e assim sabe da importância do atleta e hoje é 1 liderança nessa busca né da garantia pelos nossos direitos em especial por habitação pras pessoas com deficiência carente aqui no DF. Eu queria fazer esse registro e agradecer a oportunidade.
Deputada
Obrigada deputada, muito bemvindo senhor Sirlei, que bom que o senhor está aqui conosco, eu quero desde já deixar a comissão à disposição dos senhores, pra que a gente possa continuar esse e tantos outros debates necessários pra que a gente possa melhorar cada vez mais, a vida né, as condições das pessoas com deficiência inclusive no esporte. Obrigada mais 1 vez deputada Roseane, especialmente por compartilhar sua história pra gente e deixar deixar sempre essa essa mensagem né do quanto o esporte de quanto a autonomia o incentivo à autonomia é importante pra que as pessoas com deficiência possam se realizar cada vez mais e eu sempre digo eu esqueci de comentar antes na minha auto descrição, que eu sou mãe de menino de menino, né? E como ele diz eu já sou homem grande mãe e a mãe é sempre falo que é menino, né? Não tem jeito. Eu tenho filho de 24 anos o Gigio, o Gian Luca, ele tem síndrome de Down e autismo e a gente acompanha de perto, né, cada com as suas necessidades, cada com as suas potencialidades e o que a gente quer é que eles sejam independentes, felizes e que a gente consiga da melhor maneira incentivar o potencial que eles têm né e ver o sorriso neles é é é é o objetivo maior é o final de tudo né? Eu quero passar a palavra também para senhora Nayara para que faça suas considerações finais em 3 minutos por gentileza. Obrigada.
Diretora de Projetos Paradesportivos - Secretaria Nacional de Paradesporto - SNPR
E trazendo pouco desse resgate das falas de cada a gente percebe o quanto que o esporte é 1 ferramenta, poderosa, não no resgate da subjetividade e da cidadania e do pertencimento de cada pessoa com deficiência, e que essas crianças de agora, e que ainda estão nessa fase de criança e de adolescente não precisam ouvir a palavra dispensada, que elas sejam realmente vistas como indivíduos como pessoas isso só vai acontecer quando a gente de fato estiver empenhado a combater a discriminação. Nós somos ensinados a excluir natural, quem não tem deficiência não sabe o que é ter deficiência e dentro desse coletivo a maioria das pessoas elas adquirem no percurso da vida elas não nascem, ou seja, a gente não precisa esperar adquirir a deficiência para entender o que é ter inclusão e o que é ter acessibilidade. Então a gente Então a gente pode começar a perceber que nós como nós fomos educados a não enxergar essas pessoas em vida social, a gente pode começar a se comprometer AAA esse propósito de inclusão. Então quando a gente pensa que alguém com deficiência merece da nossa a nossa caridade, a nossa atenção maior, naturalmente a gente está pensando que é 1 pessoa diferente, então a gente precisa ver que ser humano com infinitas características e a deficiência é 1 delas. Então é esse o objetivo que a gente quer buscar 1 mudança cultural, 1 mudança olhar e isso é 1 proposta do próprio governo, a gente vê pacote de ações acontecendo interministeriais, né, com o governo do Ministério de Direitos Humanos e nós como o Ministério do Esporte estamos querendo estar nesse mesmo nesse nesse mesmo fluxo, então é compromisso nosso quebrar com toda essa visão capacitista que é o que permeia ainda na nossa sociedade. Tanto é que nós sabemos que como o esporte a nossa pauta como esporte a gente precisa sempre de parcerias então estamos buscando fazer parceria com o Ministério da Saúde, então já dando spoiler AAAA acompanhe as nossas redes porque nós estaremos dando boas notícias, não posso adiantar porque não cabe a mim fazer isso. Estamos também com propostas de parcerias com o Ministério da Educação com a CAPES, porque sabemos que ninguém sozinho vai conseguir mudar algo tão estrutural ainda, mas que se a gente se fizer o compromisso de de entender como é que a gente pode mudar a gente pode começar a pesquisar a gente pode começar a se interessar e a valorizar as pessoas com deficiência não achar que somente elas são beneficiadas e sim são ativas no seu processo de de sociedade de ser como ser humano. Então a gente agradece a Secretaria Nacional de Paradesporto, está à disposição para colaborar para dialogar para trabalhar junto para cooperar com todos todos os atores inclusive com as entidades, a gente pega na mão deputada com relação às emendas com relação às leis de incentivo porque muito não sabe como Rosinha trouxe a realidade dos clubes e aqui eu peço até 1 1 1 licença pra poder trazer isso porque às vezes as entidades não sabem falar eu não vou conseguir fazer projeto e aí vem o parlamentar também com receio de não ter aquela meta sendo cumprida, a gente da secretaria a gente tem pego na tem pegado na mão e tem tem dito pra pra pra parte do dos parlamentares quanto pras entidades que nós nesse que estamos nesse meio aqui, nós estamos com o compromisso de fazer acontecer. E é isso gente muito obrigada pela escuta.
Deputada
Muito obrigada Nayara. Eu vou passar a presidência por alguns minutinhos pra sempre deputada Roseane Estrela. E é 1 honra deputada têla aqui, eu espero que a senhora consiga matar pouquinho da saudade e em breve retorne pra essa casa pra nos ajudar aqui na na comissão da pessoa com deficiência. Então eu passo a presidência deputada, Roseane Estrela.
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Daqui na casa que disse que 1 vez deputada sempre deputada, mas isso vale mais por aqui viu gente. Fora daqui não é bem assim não. Bom, primeiro eu quero dizer da emoção grande emoção está aqui, como 1 participante me agora assumindo a presidência registra aí viu pessoal do CBCP registra aí na presidência da comissão de novo da audiência digo bom eu deputada precisou se ausentar mas vai ser bem rapidinho então a gente agradece Mayara pela sua fala a secretaria realmente tem 1 visão muito profissional mas mas como eu falei mais do que olhar de amor também. Então acho que as 2 coisas juntas leva a isso a evolução que tem sido toda a atuação da ICNPA. E aí o meu abraço pra o Fábio, né, o Fábio nosso secretário que está de férias. E eu passo a palavra pra o senhor Romário e Diego Marques por 3 minutos, também pra fazer a sua consideração final. Falou.
Secretário Geral - Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais - CBDV
Oi. Estou me ouvindo? Sim. Ah, bom, muito obrigado, né a todos. Agradecer em nome da CBDV, né por compartilhar, né, da minha história, pouco da CBDV, pra gente 1 alegria imensa, e a gente da CBDV, né, tem compromisso aí em estar, né, desenvolvendo a nossas bases, né, dos nossos atletas, né, oportunizando, mas a pessoa com deficiência visual, né, está sendo incluída, né, nos esportes, né da nossa consideração e grande compromisso nosso que nós temos aí no próximo ano né buscar aí inserir o futebol feminino né na nossa consideração então iremos né E aí atrás de emendas aí já temos apoio aí é da secretaria enfim só agradecer a cada de vocês aqui pela oportunidade e em breve nos encontraremos por aí abraço a todos e fique com Deus
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Obrigada Romário, sucesso aí na gestão da CBDV, tem sido grande referência para o para desporto no país e com certeza, vai logo logo aí alcançar mais esse sucesso de trazer as equipes femininas aí para o patamar das vitórias das medalhas das conquistas agora eu passo a palavra antes de passar a palavra para o próximo a falar eu queria registrar a presença de Heloísa Oi Heloísa Vilela de Souza vicepresidente do Conselho Regional de Educação Física da primeira região Rio de Janeiro É prazer têlo aqui. A gente tem conselho representado aqui na nossa fala, daqui a pouco eu passo a palavra para o seu bi. Mas agora a gente quer ouvir para as considerações finais o senhor Erinaldo Batista das Chagas. E eu ouvi esse nome não sabia quem era quando eu vi a figura ali na TV é o famoso Pitty né antes da secretaria já era o Pitty de assumir a secretaria nacional e sempre envolvido com para desporto no Brasil há muitos anos, grande colaborador dessa causa.
Vice-Presidente - Associação Nacional de Desporto para Deficientes - ANDE
Minha amiga, eu eu estou tão feliz de ter a deputada Rosinha aí presidindo a sessão a audiência né então parabéns obrigado. Eu prometo ser breve, eu eu hoje fiquei muito feliz de rever tantas pessoas importantes, ver que tanta gente de tantas áreas distintas assim que a gente tem mexendo com a causa da pessoa com deficiência, estão participando nesse espaço que é tão importante. E aí eu vou pedir de novo licença a Mayara, que ela foi muito inspiradora tanto nas falas quanto também numa coisa que eu esqueci Mayara, a minha experiência na na secretaria me deu a oportunidade de aprender o meu sinal também, né, pra na comunidade surda né, eu não fiz então fazer meu sinal de, meu cenário é esse, é por causa da minha barba né, fazer isso aqui era o sinal do pitch, quem não conhece é como a Razer falou, as pessoas me conhecem mais com pitch e não comerem não. Eu também vou fazer uso da fala da Mayara e da Simone para trazer 1 reflexão na verdade é ações e tem acontecido tem sido tão importante nessa mudança de paradigma que a questão da inclusão em Qualquer que seja a atividade em Qualquer que seja o padrão estão falando de CPB recruda do movimento de alto rendimento a ande que fazer na iniciação ao atendimento com febre com todas as outras entidades a inclusão ela passou a fazer parte inclusive da missão do CPB né tá registrada como a Simone falou lá no planejamento estratégico 2017 que eu tive o prazer e a honra de participar eu fui de CPB a essa nessa eu nunca deixei de ser CPB né não estou mais trabalhando necessariamente dentro do CPB mas sempre fui CPB e participei desse processo e tive também o prazer e a honra de trabalhar essa mudança estrutural na missão da da entidade da qual faço parte que a grande hoje que é está na nossa missão lá que estão a inclusão e a gente tem 1 frase que é para fechar a minha fala é transformar isso para vidas através do esporte né transformar inspirar incluir através do esporte bem fecho assim agradeço a todo mundo e sigo à disposição
Diretora de Relações Institucionais - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos - CBCP
Antes de passar a palavra para a nossa deputada Daniela que volta a presidir a sessão eu queria só mais 1 vez né deixar o abraço do nosso presidente do cbcp e dizer que a gente também está à disposição deputada para que for necessário aqui contribuir no seu mandato.
Deputada
Muito obrigada deputada Rosinha, agradeço a colaboração de todos os senhores e quero passar a palavra ao senhor Selbi Santos professor Selbi, pra que possa fazer as suas considerações finais em 3 minutos por gentileza. Deixa eu ver se daqui.
Especialista em Educação Especial - Conselho Federal e Regionais de Educação Física
Deputada Daniela, deputada Roseane, quero dizer deputada Roseane, que conheceu o seu trabalho durante muito tempo e acompanho. Agradecer mais 1 vez essa oportunidade, principalmente na fala da professora da da deputada Roseana, o CREF CREF é o CREF iniciante, de todo o processo do CONFEF, o primeiro a registrar e a reunir profissionais de educação física, e lá também quando passamos, tivemos oportunidade dentro da câmara de educação física especial, de criar situações que foram importantes pro desenvolvimento do entendimento e compreensão do profissional da educação física sobre esse tema. Quero fazer também meu sinal, porque vivenciei 40 anos no início, e tive a oportunidade de ser batizado pelos surdos com o meu sinal de professor de educação física negro, né? E dizer da satisfação de ter participado em nome do Conselho Federal dessa audiência pública. Podem ter certeza que está sendo ouvido não só pelo CREF mas pra outros CREFs, por outros profissionais de educação físicas, engajados na própria promoção de inclusão. Essa palavra só existe porque existe a inclusão. Exclusão, não precisavam estar conversando sobre inclusão, era só somente colocar em todas as suas letras e entre vírgulas e pontos, o título seundo dos direitos e garantias fundamentais, capítulo primeiro dos direitos e deveres individuais e coletivo da constituição brasileira. E para isso, estamos juntos aqui, e em nome do presidente do CONFEV, professor doutor Cláudio Bosque, eu quero agradecer a todos os participantes, e dizer que o CONFEV está aberto pra ser citado, chamado e engajado em qualquer processo que venha a traduzir. Principalmente, obrigações com a sociedade, tá? Muito obrigado.
Deputada
Muito obrigada Professor. Encerrando então os trabalhos eu quero agradecer imensamente a presença das senhoras dos senhores os nossos palestrantes as pessoas que nos acompanharam, agradecer aos nossos intérpretes de libras e a todos vocês que nos acompanham, que nos acompanharam nessa audiência pública, seja presencial ou virtualmente. E mais 1 vez quero quero colocar o meu gabinete à disposição de todos os senhores. Deixar. Essa casa, né, deixar a comissão da pessoa com deficiência à disposição de todos e que a gente possa dar seguimento. A esse debate, a gente vai disponibilizar os materiais apresentados aqui a todos os que participaram e agradecer mais 1 vez a oportunidade de todos, cumprimentar de 1 forma muito especial e pedir a todos 1 salva de palmas aos nossos atletas paraolímpicos que trouxeram esse orgulho pra nós né, 1 vitória tão expressiva, quinto lugar geral nas olimpíadas, nas nas paraolimpíadas, isso é realmente algo que foi a gente sempre fica na torcida e tal, mas realmente superou as nossas expectativas, né, então a a nossa alegria eu quero registrar mais 1 vez as medalhas que eles trouxeram pro Brasil. Foram 89 medalhas, sendo 25 ouros, 26 pratas e 38 bronze. E além dessas medalhas com certeza, deixaram legado de muita resiliência de muita persistência de muitos desafios e assim como eles nós aqui nessa comissão temos muito a Celebrar, mas nós temos também muitos desafios pela frente e a gente conta com a participação de todos vocês pra que a gente possa dia a dia e conquistando mais espaço assegurando os direitos das pessoas com deficiência e garantindo a eles mais oportunidades também então 1 salva de palma aos nossos atletas brasileiros. Que nos trouxeram esse presente, esse orgulho, esse resultado nas paraolimpíadas, muito obrigada a todos que Deus abençoe grandemente a todos vocês contem com a gente aqui e eu convido a todos para reunião deliberativa dessa comissão que acontecerá logo após o encerramento desta reunião declaro assim encerrada a presente reunião Muito obrigada a todos.




