CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS

27 nov. 2024 14:19 às 15:28

Sobre o Evento

Evento na Câmara dos Deputados com discussões de várias participantes e deputados.

Status
Concluído
ID: 74977Total: 35 discursos
#1
Transcrição por IA

Olá pra você que nos acompanha, pelo canal da Câmara dos Deputados no no Youtube, a gente está começando aqui agora no plenário dos plenários mais importantes da Câmara dos Deputados, o plenário onde acontecem normalmente as reuniões da comissão de constituição e justiça e também muitos outros eventos, começando mais 1 edição do estádio visita, momento em que estudantes de todo o país, escolhidos, selecionados, indicados pelos deputados federais vêm à Câmara para permanecer durante 5 dias conhecendo, imersos nessa realidade de construção, de consensos, de busca, de soluções pra país ainda cheio de desafios pra aqueles que os governam. Nós temos nessa edição 79 estudantes, o Dell seria 80, tivemos 1 desistência, mas temos 79 estudantes aqui empenhados em cumprir 1 missão entender melhor o papel do estado na resolução das desigualdades sociais, escolheram alguns temas ligados a essa questão que são objeto de discussão na Câmara dos Deputados. Temos maioria de mulheres, isso é muito legal principalmente no Parlamento que ainda tem só 18 por 100 de mulheres infelizmente, e temos maioria de estudantes de direito, mas temos várias outras áreas da academia representadas aqui. A dinâmica do estado de visita vai ser momento de interlocução desses estudantes com os parlamentares que vierem participar conosco, mas esse processo é comandado pelo pelo pelas regras da casa pela segunda secretaria, que é dos órgãos da mesa diretora da Câmara dos Deputados que tem várias funções de natureza institucional, como por exemplo cuidar dos prêmios, e também realizar eventos como esse o estágio visita. À frente, segundo a secretaria está a deputada Maria do Rosário no seu sexto mandato de deputado federal, ou seja tem muito pra conversar com os nossos colegas estudantes aqui, nono mandato se contar a experiência anterior. Nós vamos sortear os nomes dos estudantes pra que eles possam fazer as perguntas e aí a gente essa dinâmica vai tendo a minha condução aqui como auxiliar desse processo, facilitador desse processo. Maria do Rosário, muitíssimo obrigado pelo convite mais 1 vez.

0:002:01
27 de nov, 17:19
#2
Transcrição por IA

Obrigada todo esse trabalho do direto nas comissões é importantíssimo também porque agora a gente se conecta com o nosso externo a Câmara dos Deputados na medida que a gente está nas redes né diretamente nesse momento e vamos estar trabalhando com vocês aqui, questões que vocês têm visto e a gente está na expectativa de parlamentares que cheguem e que pese tenhamos muitas e muitas agendas o que é muito positivo pra 1 quartafeira na Câmara dos Deputados. Eu mencionar.

0:000:30
27 de nov, 17:21
#3
Transcrição por IA

Antes aqui pra eles deputado aqui só hoje só hoje 70 e 62 eventos legislativos. 62 eventos legislativos, todos eles transmitidos pelo canal da Câmara dos Deputados no YouTube aonde vocês estão aparecendo agora no computador ou no celular de alguém. Imagine 62 eventos legislativos em dia o que isso dá em 1 semana, em mês, em ano em produção de conhecimento, em debate, em aprofundamento. E vocês vão colaborar com isso a partir de agora, eu vou proceder o sorteio da primeira pessoa a fazer pergunta, e essa primeira pessoa será, eu pedi para serem, legais assim na, caligrafia, eu suponho, espero não estar errado e peço desculpas se eu leio errado, Laura Lima de Fortaleza, Ceará. Ou é Lauro? Sou Laura.

0:000:57
27 de nov, 17:21
#4
Participante Laura Lima
Laura Lima

Participante

Transcrição por IA

Oi perdão está alto. Diga conterrânea, vamos lá. Pronto. Eu gostaria de saber na perspectiva. É porque eu fui identificada mais fácil novamente. Eu sou a Laura Lima, sou estudante de direito, e sou na verdade do interior do Ceará de Arneiros. E a minha pergunta é a seguinte, na perspectiva da senhora, quais são os maiores desafios para aproximar o trabalho legislativo da população, especialmente dos jovens, e quais iniciativas estão sendo tomadas para isso. Certo?

0:000:39
27 de nov, 17:22
#5
Transcrição por IA

Esse é grande desafio porque nós só podemos ter democracia com participação, e quando as pessoas fazem a crítica à política, essa crítica certamente que faz parte do processo democrático, mas quando as pessoas tentam negar a política, e a importância dela, nós acabamos no autoritarismo. Então o mais importante é índice inclusive que você já deve em alguns cursos terem estudado, que é o índice de confiança na democracia. Se alguém é da ciência política já mexeu com esses índices, que são pesquisas sobre qual é o índice de confiança. O Brasil não tem 1 1 cultura democrática muito construída digamos assim porque sempre tivemos interrupções. Aqui na câmara, este projeto, é 1 gota no oceano, diante do Brasil, mas ele é também 1 forma de aproximação. A câmara como todo tem essa preocupação. No SEFAZ que é o nosso centro de formação, nós temos todo trabalho de educação pra democracia. E os trabalhos serem públicos cada vez mais, mostra também o compromisso institucional, que ruimos fazendo 1 democracia também pela via das novas tecnologias. Depois da da Constituição de 88 nós ainda tivemos 1 comissão nova, que foi instituída que é a Comissão de Legislação Participativa. Ela não está tão otimizada quanto deveria. Existem muitos parlamentares que tentam debater porque a comissão de legislação participativa é o caminho para o qual a cidadania pode diretamente apresentar projetos. Sem ser de autoria do parlamentar. Recolhendo assinaturas da sociedade, ou entidades que se escrevem, fazem o seu pronunciamento e trazem ideias que se transformam em projetos de lei. Então estes aspectos precisam ser melhorados, eu não tenho sombra de dúvida, Mas eu aí a minha resposta institucional seria essa, mas particularmente eu sou favorável a que as universidades e escolas tenham trabalho melhor desenvolvido de incentivo aos grêmios estudantis, diretórios acadêmicos, porque eu creio que a participação política não é só institucional, ela é ela tem a ver com representação de fato, com aprender e vivenciar ser representante lá na na escola, e isso a gente poderia fazer melhor no Brasil desde a educação básica, creio que nós não estamos fazendo ao contrário de pensar que a escola não é lugar, alguém a escola não é lugar pros partidos, é verdade, não é lugar pros partidos, mas é lugar pra política. Pra política é, porque a política tem que ser direito de todos os cidadãos e cidadãs. Então ainda que não sejam, os partidos têm que fazer o seu trabalho educativo através das suas fundações, e recebem do fundo partidário pra fazerem isso. Deveriam inclusive cada vez mais terem vínculo com a juventude, pois recebem recursos públicos pra fazer trabalho de educação também, de acordo com os seus princípios, mas a escola deveria ter. Sabe a política com os seus conceitos mais fundamentais do bem comum, do exercício da representação, do controle do trabalho dos representantes pelos representados, tudo isso eu acho que se aprenderia melhor na vida escolar. Eu por exemplo, na minha vida trago pra cá a minha vivência de escola. Eu fui líder de turma presidente de Grêmio, fui sempre pessoa de de de escola, de sala de aula, eu passei por tudo isso. E cheguei aqui com com com a minha vivência de democracia desde os meus colegas de sala de aula. Fui eleita com 25 anos vereadora da minha cidade capital Porto Alegre. Então acho que vários de nós que estamos aqui também passamos por essa visão, pensando não apenas na política como candidaturas, mas pensando em política como participação, cidadania e responsabilidade.

0:004:20
27 de nov, 17:23
#6
Transcrição por IA

Obrigada Obrigado viu Laura? Vou sortear aqui mais 1 pessoa e registro a chegada do deputado Nilton Tato do PT de São Paulo, a gente ganha mais 1 importante contribuição aqui nesse diálogo. Com 1 vantagem vocês terão agora alguém muito ligado aos temas ambientais pra conversar porque o deputado coordena a frente parlamentar ambientalista e registro também a chegada da deputada Talíria Petroni, do PSOL do Rio de Janeiro, que também enriquece esse diálogo com vocês. Quem vai fazer agora a pergunta é o Franklin Ferraz de Itapetinga, Bahia. Franklin, eu vou só pedir que vocês repitam o nome porque facilita pro registro do crédito que vai aparecer de vocês durante a transmissão, e também serve pra vocês dizerem onde estudam, que curso fazem, mais alguma informação que queiram agregar, e se puderem, eu recomendo também a audiodescrição, rápida, não precisa descer a muitos detalhes mas dizer as características básicas, isso é recurso de acessibilidade muito bom para aquelas pessoas que nos assistem e que não podem nos enxergar, né, estão apenas ouvindo. O Franklin Ferraz, cadê? Pode falar Franklin.

0:001:13
27 de nov, 17:27
#7
Participante Franklin Ferraz
Franklin Ferraz

Participante

Transcrição por IA

Olá, tudo bem? Eu me chamo Franklin Rezende Ferraz, sou da cidade de Itapetinga Bahia, faço faculdade na em Vitória da Conquista na Faculdade Independente do Nordeste, a Fainor. E minha pergunta é relacionada à crise que atualmente vivemos nas nossas instituições. Eu gostaria de saber dos deputados aqui presentes, qual o caminho correto que vocês acreditam para que seja possível restabelecer a confiança do povo nas nossas instituições. Sabemos que é muito importante que tenhamos 1 certa credibilidade e que volte à questão do povo na casa legislativa. Então eu gostaria de saber a opinião dos deputados e deputadas aqui presentes.

0:000:48
27 de nov, 17:28
#8
Transcrição por IA

Vou falar e vou correr. Me pescaram ali no corredor. As quartasfeiras aqui são intensas, vocês devem ter percebido, a gente vai de comissão em comissão. Olha, eu acho que a gente está vivendo momento difícil para a nossa democracia. É verdade que a democracia brasileira ela é jovem, incompleta, nunca chegou plenamente aos territórios de favela, de periferia, a determinados segmentos da população, mas essa jovem democracia vem sendo golpeada duramente nos últimos anos, no meu entendimento. Eu hoje dizia lá no conselho de ética Maria, que essa legislatura que a gente está vivendo, eu estou no meu segundo mandato, ela tem a responsabilidade de ser a legislatura que conseguiu enfrentar 1 tentativa de golpe de estado. Isso faz com que aí não é 1 questão sobre esquerda e direita, isso faz com que os deputados e deputadas dessa legislatura precisem zelar ainda mais pela democracia, a gente está falando de de ataque muito duro às instituições, e a gente sabe que as instituições têm falhas, muitas falhas, mas nós não vamos superar as falhas das instituições sem elas, sem sem ter essas instituições fortes, e você traz 1 coisa que eu acho que é fundamental. A participação popular, em especial aqui no Congresso Nacional, ela é muito determinante pra retomada de confiança nas instituições, porque muita da descredibilidade das instituições tem a ver com a separação entre pôr EEEE essas mesmas instituições né então, eu acho que aqui a gente teve problemas no último período desde mudanças de regimento que me parecem que engessaram a casa, falta previsibilidade por exemplo nas pautas, o que dificulta o controle popular do que é votado. A gente tem 1 questão que está, que há 1 tentativa de ser resolvido em relação ao orçamento público, de sequestro por parte do parlamento, do orçamento do executivo, acho que vocês devem ter acompanhado nos últimos anos o que foi o orçamento secreto, o que deturpa também a democracia. Então, é desafio, o desafio abrir essa casa ao povo, a visita de vocês aqui, eu acho que a ocupação inclusive de jovens como vocês nesse espaço é fundamental pra gente de alguma maneira retomar essa essa confiança nas instituições. E francamente, acho que cabe tudo na democracia. Direita, esquerda, centro, conservadores, liberais. O que não cabe é extremismo que hoje no meu entendimento está representado pelo setor da extrema direita, que não cabe na democracia mesmo, ódio não cabe na democracia, ataque a setores minoritários, que são maiorias sociais não cabem na democracia, ataque às instituições não cabem na democracia, então acho que é isso também tem afastado o povo desse lugar. Então é isto, beijo em vocês, que vocês aproveitem bastante, é muito bom ter vocês aqui, porque isso torna essa casa mais viva né, e a casa do povo precisa ser viva, ela precisa ser ocupada de povo pra servir efetivamente ao seu destino.

0:003:20
27 de nov, 17:29
#9
Transcrição por IA

Estou rindo, correndo. Quero registrar a presença do deputado Luiz Carlos Raoli do Podemos do Paraná. Agora vocês ganham sem sombra de dúvida o nome que mais tratou de reforma tributária em todos os mandatos recentes dessa casa, e sobre a deputada Tarheila Petrônico, que ela que me permita fazer relato de 1 imagem que ela protagonizou, que pra mim é muito marcante de como as instituições vivem vivem crises, mas também evoluem. Via deputada amamentando em plenário. Num plenário que durante a constituinte não tinha banheiro feminino, ver 1 deputada exercendo mandato podendo amamentar em plenário, mostrando que é possível desempenhar a atividade política e ser mãe ao mesmo tempo, é 1 demonstração clara de que as as nossas instituições também evoluem apesar das crises que sempre atravessam ciclicamente né? Vamos pra próxima, vamos pra próxima pergunta. Olha é é auditável esse sorteio aqui tá gente? Totalmente auditável, Vitor Hugo Freire de São Paulo, vai fazer a pergunta agora. Vitor. Boa tarde. Boa tarde deputados, tudo bem? Sou o Vitor Hugo Freire, sou de São Paulo, mas

0:001:18
27 de nov, 17:33
#10
Participante Vitor Hugo
Vitor Hugo

Participante

Transcrição por IA

Do interior de São Paulo, 1 cidade chamada Guaratinguetá, provavelmente é 1 alma destaquia, a presença de vossa excelência, gostaria de saber, a opinião de vocês sobre, atualmente, vivemos estado democrático, obviamente, mas há muitas, polaridades hoje em dia, isso gostaria de saber o quão isso afeta a democracia que hoje vivemos. Eu queria saber principalmente a opinião de vocês por favor. Só antes registrar a presença da chegada do deputado Pedro Ukizaia.

0:000:38
27 de nov, 17:34
#11
Transcrição por IA

Agora a gente equilibra a mesa com deputados de capital e deputados de interior, e cidades próximas apesar de ser Londrina em em no Paraná e Chapecó em Santa Catarina, não é isso? Claro, Paz. A opinião de vocês sobre o quão AAA

0:000:20
27 de nov, 17:35
#12
Participante Vitor Hugo
Vitor Hugo

Participante

Transcrição por IA

Hoje em dia, afeta a democracia em que vivemos, principalmente nesse período de eleições municipais que estamos vivendo. Eu vou começar dizendo que, num país democrático é saudável que tenha, o

0:000:16
27 de nov, 17:35
#13
Deputado Nilto Tatto
Nilto Tatto

Deputado

Transcrição por IA

Bate a como é que é? Pploridade de ideias. E ele é salutar que tem espaço. E a garantia da pluralidade das ideias do debate na política, dos projetos diferentes pra sociedade, os projetos de nação, ele é fundamental e ele se constrói em torno inclusive dos partidos político, por isso a necessidade da existência dos partidos políticos. E para funcionamento inclusive, e que essa diversidade de ideias funcione, é fundamental que que as instituições funcione, e que elas sejam fortalecidas. Por isso é importante que a gente tenha parlamento fortalecido, que a gente tenha próprio papel do do Poder Executivo, e depois o papel do Poder Judiciário, tudo definido claramente em respeito à lei maior, à constituição conforme está definido por por lá. Então não há problema da gente ter ideias diferente, desde que o debate venha no campo das ideias, não venha daqueles por exemplo que não tenha espaço pra atuação política aqueles que afrontam contra as instituições que garanta, adversidade. Que ideia é isso? Então aqueles que afrontam por exemplo a democracia ou querem instalar por exemplo golpe através da força, aquilo que a gente já teve experiências na história do nosso país, e que portanto não tinha a liberdade, de ideia, de se organizar em torno de ideias, de projetos, de país, esses não podem ter espaço, porque não não é não é possível, não é possível a existência de ideias que sejam contrária à própria democracia, ao próprio respeito à diversidade. Por isso que a gente fala assim, aqueles que atentam por exemplo contra a democracia, ou que querem dar, o que organizam, ou que tentam dar golpe por exemplo de estado, eles não podem ter anistia de forma nenhuma. A gente já teve experiência na história do Brasil, de gente que tentou dar o golpe, que depois foi anistiado, e logo em seguida depois deu o golpe e a gente viveu período de mais de 20 anos de ditadura militar. Por isso que não pode ter anistia pra esses que tentaram dar o golpe. As pessoas até às vezes falam, mas eles tentaram o golpe e não deram. Mas se desse o golpe, como é que você vai punir aqueles que tomam o poder? Por isso que a própria lei diz tentou tem que ser punido, e aí não pode ter anistia. Então é muito ruim quando o debate vai pra este campo de não respeito às ideias, quando ele sai fora do campo da política. E aí, dialogando inclusive com a pergunta anterior. É na política que nós vamos resolver os problemas do país. Os problemas de cada e que junto com os outros acabam sendo problemas coletivos, tá? É nos espaços coletivos, naquilo na que nos nos nas ferramentas que nós enquanto sociedade criamos pra poder resolver os problemas nossos coletivos, que são as instituições que a gente tem. Então quando a gente faz política com p maiúsculo, a gente fortalece a política, e aí é onde a gente tem a maior possibilidade de poder avançar, desenvolver, crescer, né, com respeito à nossa geração, às gerações futuras, de ver o melhor projeto de país. E a gente está vivendo momento que a gente precisa dar 1 lição, dar 1 lição do ponto de vista da democracia. Não dá anistia àqueles que tentaram o golpe, e a gente vive num momento talvez da pior crise da história da humanidade que é a crise climática. Nem a primeira guerra mundial nem a segunda guerra mundial, é tão catastrófica do ponto de vista do impacto que tem pra vida, não só humana mas pra todas formas de vida, tá daquilo que a gente está vivendo com a crise climática. E é na política e é no fortalecimento das instituições, né, que nos representam, que que que a gente vai enfrentar e resolver esse problema. Por isso, cada vez mais é importante a gente fortalecer a democracia, fortalecer os espaço, e a vinda de vocês pra cá, retomada, tá da Maria do Rosário parabenizar né? Porque no teve que ter 1 interrupção ali e demorou pra vir mas é fundamental a vinda de vocês pra cá porque isso dá 1 energia enorme pra cá pra gente e mostra que aqui é o espaço né? Cada de vocês que vai voltar lá pra sua cidade sabe que veio pra cá e sabe como é que funciona aqui. Sabe do debate que tem aqui. E evidentemente a partir dessa experiência daqui vocês sabem o quanto que é importante valorizar a política, política com p maiúsculo. Parabéns pra vocês, e boa caminhada pra vocês também, obrigado.

0:005:26
27 de nov, 17:35
#14
Transcrição por IA

Sorteio aqui o próximo nome, vou fazer 1 dica, vou dar 1 dica pra vocês, fazer 1 propaganda do deputado Nilton Tato, foi ao Azerbaijão pra COP 29 quando retornou prestou contas dessa viagem, fez balanço da viagem da primeira semana que é a semana dedicada a ouvir a sociedade, os militantes, etcétera, tinha 1 expectativa de que o acordo lá destinasse trilhão de dólares por ano pra ajudar os países pobres, fechamos em 300000000, imagine sua frustração, então quem quiser assistir essa entrevista procura a câmara agora do dia 19, está lá o deputado Nilton Tato fazendo esse balanço da participação brasileira na COP 29, quem vai falar agora é o Rodrigo Tomás de Minas Gerais. Rodrigo levanta a mão pra gente identificar e poder focar a câmera em você. Está aqui olha, na primeira fileira ajudar meu amigo operador das nossas câmeras robóticas, pra localizar o Rodrigo que está na na ponta da primeira fileira. Lembra de se identificar Rodrigo.

0:000:59
27 de nov, 17:41
#15
Participante Rodrigo Tomás
Rodrigo Tomás

Participante

Transcrição por IA

Boa tarde a todos, meu nome é Rodrigo Tomaz, sou de Ituiutaba, Minas Gerais. E eu gostaria de direcionar essa pergunta pra deputada marido Rosário, que nesta casa hoje, agora à tarde, inclusive a matéria já em todas as mídias do Brasil, dizendo que a CCJ aprova a PEC que pode proibir o aborto em todos os casos. Isto inclui na constituição direito à vida desde a sua concepção, que vedaria procedimento em caso de estupro. O que que a vossa excelência pensa sobre essa matéria aprovada hoje na casa?

0:000:36
27 de nov, 17:42
#16
Transcrição por IA

Tive oportunidade de acompanhar porque como vocês sabem quem integra a mesa diretora não participa das comissões, por mais de 10 anos eu integrei aqui, então realmente a matéria em si que estava em debate, eu prefiro não fazer o debate dela aqui porque não fiz o debate com meus colegas parlamentares. Muito obrigado pela pergunta. Bom, vamos pra próxima mas eu aproveito.

0:000:22
27 de nov, 17:42
#17
Transcrição por IA

Pra esclarecer 1 algo que é objeto de de confusão com frequência, que é o seguinte, praticamente todas as proposições legislativas, têm como último passo na casa antes do plenário a CCJ. Em alguns casos, nem precisam passar pelo plenário se a tramitação for conclusiva segue direto pro Senado, menos as propostas de emenda à constituição, cuja análise dá primeiro na CCJ, juízo de admissibilidade, se ela não fere alguma cláusula pétrea da constituição pra seguir por 1 comissão especial. Então ainda teremos o debate na comissão especial dessa PEC meia 4, aprovada aqui hoje por volta de 1 e meia da tarde depois de quase 1 batalha campal neste mesmo palco que vocês estão vendo aqui, que nós tivemos a entrada de manifestantes que se colocaram contrariamente, foi preciso suspender, evacuar pra depois retomar os trabalhos da comissão de constituição e justiça. Eu registro a presença também que agora estivesse

0:000:57
27 de nov, 17:43
#18
Transcrição por IA

Questão mais sobre a matéria tributária com o deputado Raul não é, e não sei porque essa matéria também veio pra mim mas enfim, aquela matéria do deputado Raul e qualquer das matérias aqui pra os demais colegas porque a gente costuma fazer rodízio né? Então não há 1 escolha assim, ainda que seja direcionada, possamos ouvir todos porque vocês já me escutaram bastante né, os colegas estão aqui pra falar.

0:000:22
27 de nov, 17:43
#19
Transcrição por IA

Pra registrar a presença do deputado padre João do PT de Minas Gerais está aqui também pra falar sobre os muitos assuntos que ele atua na casa especialmente a questão agrária. Estou estou certo né deputado? Mas vamos lá, Pedro Amorim de Maceió Alagoas, Pedro levanta a sua a mão, está aqui também na primeira fileira facilitando a vida do nosso operador de vídeo, pra encontrar o Pedro. Pedro, lembrese de dizer seu curso, sua cidade.

0:000:24
27 de nov, 17:44
#20
Participante Pedro Amorin
Pedro Amorin

Participante

Transcrição por IA

Boa tarde senhores deputados, eu gostaria de perguntar como esta casa, ela pode contribuir para o fortalecimento das política externa do Brasil. Pedro

0:000:18
27 de nov, 17:44
#21
Transcrição por IA

É de Minas também? Alagoas, Maceió. Alagoas, grande Maceió, parabéns. E poderoso aqui também dentro do Congresso Nacional, parabéns. Sou deputado federal do Paraná pelo oitavo mandato, já fui vereador, prefeito de Cambé no Paraná, fui secretário de estado da fazenda 2 vezes, e estou aqui no oitavo mandato com 52 anos de vida pública. Então, já exerci a presidência da Comissão de Relações Exteriores em Defesa Nacional, e já trabalhei muito na diplomacia parlamentar. Onde o Executivo não consegue alcançar o entendimento entre os países, que entra o entendimento entre os países, entra a diplomacia parlamentar. Presidiu o Parlamento das Américas, que foi constituído há 25 anos, por 4 anos com sede em Ottawa no Canadá. E o objetivo do Parlemérica do Parlamento das América, era a integração dos, é órgão que tem correspondência ao EA, organização dos estados americanos, que representa os poderes executivos. E o Parlamento representa os 35 o parlamento dos 35 países das Américas. Então portanto, temos muitos trabalhos internacional, né? Sendo feito, combate ao tráfico de drogas, tráfico de pessoas, de animais, de órgãos, né? Armamentos, combate à pobreza, à miséria, e a defesa da democracia das Américas. Defendemos a democracia de todos os 35 países das Américas, contra as ditaduras, contra a perpetuação no poder, mesmo que utilizando o processo eleitoral, então é muito importante. O Brasil que teve 20 e anos de regime de exceção, começou em 64 e terminou em 1984, 85. E, esse regime militar começou com o aplauso de todos e terminou com a maior crise econômica do Brasil, com o governo Figueiredo, 82 e 3, o Brasil quebrou, com a quebra do PIB de 8 e e meio por 100. E isto motivou os militares da época a fazer a negociação pacífica com os políticos moderados da época. Franco Montoro, o Tancredo Neves, Fernando Henrique, o José Richard, né, lá no Rio Grande do Sul, Pedro Simon, então esse essas pessoas fizeram a transição pacífica, com 1 parte do pessoal da arena. Aí veio o colégio eleitoral, elegeu Tancredo, Tancredo morreu, e assumiu o Sarney, e no no 89 veio a primeira eleição direta, ganhou o Collor de Melo, 2 ano depois ele estava sendo impeachment porque também quebrou a economia. O Brasil teve baque na economia de 7.7 por 100. E o principal motivo da queda do Collor foi o, do impeachment dele, eu estava aqui já desde 90 e foi que ele quebrou a economia. Depois, veio o Plano Real, a estabilidade econômica, já tínhamos feito a constituinte 87 e 88, e veio a Dilma também teve baque na economia grande, e veio o impeachment. O que acontece nas nações do mundo? Mais de 90 por 100 das nações são parlamentaristas. O Brasil vive regime de presidencialismo imperial, que tem a mesma natureza do poder imperial de Dom Pedro Primeiro e Segundo. O legislativo e o judiciário são poderes secundários, embora tenha toda aí 1 1 narrativa do Judiciário, mas em alguns pontos que o Judiciário tem essa preponderância, não no conjunto das matérias em exercício do país. O Brasil é país de governo rico e de povo pobre. É país rico e povo pobre. Então o modelo político brasileiro está na hora de mudar desse presidencialismo arcaico pra 1 modernização de presidente da república com o parlamentarismo. E parlamentarismo dos mais moderno do mundo, com o voto sindical misto, o atual sistema eleitoral de voto proporcional é 1 esbornia, é 1 bagunça, é 1 esculhambação. E o voto sindical é o casamento perfeito do representante estadual e federal com seu povo. 2 terços do parlamento pode sair pelo distrito e terço pela eleição em vista partidária. Então, do ponto de vista econômico, contrariamente o que a imprensa está fazendo, com apoio alimentado por segmentos da economia interessada no rentismo, que a economia vai quebrar, que a economia isso, isso é o é o maior golpe que está fazendo no Brasil contra o país. O Brasil não merece ser o campeão de juros do mundo. A economia brasileira não é 1 Brastemp, não é 1 super, mas ela é 1 economia boa. O Brasil está crescendo, tem estabilidade econômica, mas tem muita instabilidade política, num confronto ideológico ultrapassado, as ideologias foram superadas pelo pragmatismo das nações serem honestas, íntegras, obedecer a responsabilidade fiscal, o direito das pessoas irem vir, né, das pessoas se expressarem, é isso que é mais importante, o direito à vida também não precisa exagerar de mudar a legislação que o Brasil já tem de defesa à vida, nós já temos 1 boa legislação, né? Só não temos o socorro às vítima dessa legislação, tá? Então o Brasil precisa de moderação, não precisa de radicalismo. Eu acho que agora encerramos 1 fase da vida do Brasil, passamos por tudo, né? Nesses últimos 50, 60 anos. Eu eu sou otimista, embora eu já esteja veterano da casa, eu olho com muito amor o futuro do Brasil, vendo vocês, cada jovem que eu vejo aqui na casa, deputados federais e estaduais, e prefeito me anima muito, há sentimento. Só que não pode ficar preso a questões ideológicas, eles estão perdendo o seu tempo, gastando a sua energia positiva, ao invés de pôr numa agenda propositiva de, como a gente fala no exterior, você tem que tem governo sombra do governo atual. Se quer criticar, eu por exemplo, eu não sou governo, eu não apoio o presidente Lula, mas 90 por 100 das matérias são nacionais. Que que eu vou fazer? Né? Então estou concluindo, dizer a vocês, moderação, eu sei que o eleitorado não gosta de moderado, gosta de Youtuber, gosta de fofoqueiro, né? De fazedores de intriga, de acusações falsas, de fake news. Eu vejo isso na minha família e meus amigos, mas é muito ruim viu? É muito ruim. Isso atinge a família, atinge a empresa, atinge o município, o estado e o país. Nós estamos vivendo 1 fofoca contra a economia, e dando lucro pros banqueiros e os rentistas. Obrigado Deus abençoe vocês e obrigado pela oportunidade.

0:008:19
27 de nov, 17:45
#22
Transcrição por IA

Obrigado deputado Luiz Carlos Raoli. Eu já vou direcionar a próxima pergunta, porque eu não gostaria eu gostaria que vocês não perdesse a oportunidade de dialogar também com o deputado Pedro Kisai que tem 1 agenda importante pra cumprir agora então espero que ele fique mais pouquinho. Quem vai falar agora é Lawane Brandão do Rio de Janeiro. Lawane, onde você está pra gente localizar? Lawane está do lado esquerdo, lá na última bancada, ajudando aqui o nosso operador de vídeo a te encontrar Lawane, lembre de dizer seu curso tá. Obrigada.

0:000:29
27 de nov, 17:53
#23
Participante Lauane Brandão
Lauane Brandão

Participante

Transcrição por IA

Me chamo Launior Brandão, sou do Rio de Janeiro, eu faço direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Deputado, primeiro agradecer a todos vocês por estarem aqui, pela honra da gente poder ter a oportunidade de debater com vocês, de ouvilos. E eu gostaria de perguntar algo que tem pouco a ver com a missão que nos foi dada enquanto estagiários na visita aqui. Bom, dos princípios da democracia é justamente o diálogo, é a possibilidade de ter o diálogo, da disputa de narrativas. Mas hoje a gente está vivendo cenário em que a maioria dos brasileiros tem se se informado através das redes sociais. E a gente sabe que as redes sociais é campo onde não existe espaço para o diferente, e isso não somente por o a posição da pessoa, mas também pelos próprios mecanismos das ferramentas das redes sociais. Então a gente tem algoritmos que impedem de fato que a gente tem acesso ao outro, ao ao diferente. Então como a gente pode discutir sobre democracia num espaço onde as pessoas têm se informado cada vez mais dentro de suas próprias bolhas? Obrigada.

0:001:09
27 de nov, 17:53
#24
Deputado Pedro Uczai
Pedro Uczai

Deputado

Transcrição por IA

Muito bom, Lauane Brandão do Consultoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eu acho que você traz 1 questão central pra nós e pra juventude aqui. Como que a gente dialoga com rede social? Como a gente dialoga sobre democracia a partir desses novos mecanismos tecnológicos de comunicação, e qual a nossa grande tarefa como país? O Luiz Carlos Raul pensa diferente que nós, que eu, e tem muitos pontos em comum, que primeiro, o que nós temos em comum com o Carlos Luiz Carlos Raul? A defesa da democracia. E o que está ocorrendo, e acho que tem livro bonito que eu acho que nós podíamos ler que é, a biografia do abismo, que a pergunta é sobre a polarização, não é mais polarização afetiva como era PT e PSDB que o Luiz Carlos Raul historicamente do PSDB havia polarização política agora o que há é polarização afetiva e por que que ocorre a polarização afetiva porque se calcifica posições afetivamente é quase você torcer para time de futebol você fala você critica o aceita a crítica mas não muda calcifica posições políticas ideológicas por quê Porque se constrói a partir de 1 irracionalidade nas bolhas das redes sociais segundo se amplia o engajamento nas redes sociais a partir do que isso aqui não vai dar like é isso aqui não dá engajamento mas se eu der tapa na Maria do Rosário aqui dou 1 porrada na Maria do Rosário aqui vai dar muito like, muito engajamento na no estágio visita deputado federal Pedro Guzai, professor universitário há 30 anos, dá 1 bochada na colega parlamentar Maria do Rosário. Não, Jesus que isso já vai virar entendeu? Tu entendeu? Aí produz, por quê? Porque o processo dos dados dos algoritmos e tudo se produz pela polarização afetiva, pelo engajamento a partir de determinados valores. Os valores do preconceito da like e dá dinheiro, da riqueza. Os valores da intolerância, do ódio, dá dinheiro, dá riqueza, porque você vende os dados pros pras Big Techs, elas devolvem vendendo mercadoria pras grandes empresas, os teus dados, e quanto mais lá e quanto mais engajamento, mais venda, mais comércio. Essa lógica que está destruindo a democracia. Alguns livros que podiam nos subsidiar todos nós. Tem dos dos livro do que diz, 10 fundamentos pra deletar as redes sociais, porque está te fazendo babaca, está destruindo a democracia, está te formando, numa perspectiva de infelicidade permanente. Tem outro texto que diz, a máquina do caos, que é também dos do junto com os engenheiros do caos, eles trabalham aí as tese central do biavioismo do condicionamento reflexo que é de skinny e Pavloff recompensa e castigo recompensa e castigo você castiga você recompensa e que a gente quis perceber na psicologia humana pra vender mais, é quanto mais castigo, mais engajamento dá. Portanto quanto mais tu vê a própria violência e o ódio contra o outro que está inconsciente no teu machismo, na tua discriminação racista ou contra os pobre ou contra as mulheres ou contra os negro ou contra os gays ou contra esse ou aquele grupo ou contra o judeu ou contra a esquerda ou contra isso e aquilo você vai se constituindo. Esses 2 livros dão 1 dimensão acadêmica que explica pouco esse fenômeno que nós estamos vivendo hoje. Tem outra que dá aí da escola, e aqui que o pessoal do direito e a menina do direito, A fábrica de cretinos digitais. O o vício nas redes sociais, as horas que tu gasta nas redes sociais, não está só se se montando 1 cretinagem, 1 idiotice intelectual. Porque tu não lê, tu não analisa e tu não interpreta. No curso de direito duma universidade que eu faço parte do das universidades comunitária, onde eu fui próreitor de pesquisa, em são e pós pósgraduação, na outra universidade, as provas da OAB estavam em descenso, descensos e os alunos estavam reprovando nas na Ordem dos Advogados do Brasil, e reprovando e reprovando, eles tiraram as telas, tiraram o celular, tiraram os computadores da sala de aula e começou a fazer análise e interpretação e a hermenêutica da lei, começou a acender novamente a aprovação da OAB. Então, eu acho que esse é o segundo ponto que eu queria falar aqui. Terceiro e último, respondendo a tua questão, é é muito sério que nós estamos vivendo, porque nós estamos num processo viciante nesse tipo de coisa que os influencers viram políticos. O cara vira, ele se elege em 2, 3 meses, porque trabalha com sentimento ou com ressentimento a rede social que produz ressentimento aumentou 6 por 100 suicídio de adolescentes e jovens de 2011 2022 começou a Smartphone 2010 aumentou a última oscilação 20 e por 100 então tu tem recentemente tu tem frustrações tu tem insatisfação o que que ele faz pega esse recentemente e transforma na política Transforma a política. Como é que tu imagina do ponto de vista da democracia, ter a candidatura em São Paulo, de 1 hora pra outra com 28 por 100. Esse fenômeno nós temos que compreender, porque nós estamos vivendo processo de insatisfação, processo de ressentimentos que se transforma na psicologia humana processo de desmonte e de destruição da democracia. E eu termino aqui, me estendi pouco, dizendo pra vocês, 1 coisa, façam desse espaço aqui, espaço privilegiado. Vocês estão interpretando a lei. Não tem neutralidade nenhuma aqui. Seria até bom a extremadireita tá aqui nessa mesa seria muito bom para vocês fazer o julgamento de como a extremadireita não dialoga eles não vêm porque não fazem diálogo porque é monólogo é nas suas bolhas não faz democracia porque eles não aceitam democracia, porque eles não aceitam diálogo. Como Luiz Carlos Álvaro, Raul quer democrata, 1 expressão diferente. Então, eu fui, eu tenho muita alegria de vocês também participar da política, se envolver na política, sem o que vocês quiserem juventude, junto com as universidades. Eu tenho clareza pra vocês, eu era próreitor de pesquisa, tensão e pósgraduação, renunciei pra ser deputado estadual. Vi muito moleque desistindo de estudar. Eu fiz 1 lei em Santa Catarina que 577000 jovens já estudaram nas universidades com essa bolsa de estudo, 2050000000 de reais. Quando o servente de pedreiro, artigo 170, quando o servente de pedreiro disse seu Pedro, você que fez essa lei do artigo 170, sim, expliquei que tinha muito jovem abandonando a universidade, mas seu Pedro, minha filha, está se formando de arquitetura porque ganhou 4 anos essa bolsa. O seu Pedro, dá presente pra mim, vai na formatura da minha filha pra ela te conhecer, pra minha mulher te conhecer de sonho que a gente realizou. Eu abracei esse cara cheirando sovaco, cheio de areia e cimento. E naquele dia, eu cheguei à conclusão Maria do Rosário, Tato e padre João. Que valeu a pena eu ter renunciado a carreira da universidade pra ir pro mundo da política porque 1 servente de pedreiro se só formou na universidade. É disso, é disso que estamos falando. Institutos federais, universidade federal, PROUNI FIES, dá o direito de vocês estudar, dá o direito de vocês sonhar com autonomia, e principalmente as mulheres. Conquistar autonomia, conquistar com estudo, com profissão, com dignidade, com salário, com profissão. Então, eu termino aqui dizendo, ó, eu tenho muita alegria da Marilorrosário, essa grande companhia da mesa diretora movimentando vocês aqui, né? Baixinha de Santa Catarina, sempre é 1 alegria, ah queridos meninos, meninas, força. Está aqui oh. 1 irmã faz medicina pelo artigo 170. Então é isso que transforma a vida dos meninos, das menina. É isso que vale a pena. A política quando eles querem negar e destruir a política desconfiam. Desconfiam porque vem ditadura, vem opressão, vem violência e fora da democracia nesse momento contemporâneo é mais opressão e mais falta de utopia. Constrói utopia. A utopia é longe, mas ela chega, está bom? Abraço pra vocês. Eu tenho muito

0:009:34
27 de nov, 17:55
#25
Transcrição por IA

Essa fala, desculpa de

0:000:02
27 de nov, 18:04
#26
Transcrição por IA

Mas essa fala do Pedro Quizai deputado federal, me lembrou aquela frase da Malala, livro, professor, lápis ou 1 caneta transformam o mundo, olha aí não é? Vocês também, com livro, professor, estudantes, 1 caneta, transformam o mundo. Alegria de ver colega apaixonado pela política como no primeiro momento em que ele assumiu 1 campanha eleitoral, fazendo sentido à política. Isso que eu achei muito bonito aqui na fala do Pedro, queria destacar diante de vocês, e sobretudo ter visto vocês como estudantes dizendo isso fez diferença na minha vida. Muito obrigado.

0:000:43
27 de nov, 18:04
#27
Transcrição por IA

Pois é, eu tenho muitos amigos jornalistas e, parentes que perguntam assim como você aguenta cobrir o congresso todo dia, há 15 anos como servidor e há 24 anos como jornalista? E eu digo, é porque eu vejo muito mais do que vocês veem, porque o que vira notícia geralmente é o que gera essa reação do fígado, mas tem muita coisa muita coisa como foi só exemplo aqui que a política proporciona e que eu tenho o privilégio de estar vendo de lugar muito privilegiado no meu trabalho como jornalista na Câmara. E como jornalista não posso deixar de aproveitar pra dar 1 notícia, a pergunta foi sobre redes sociais, nesse instante o Supremo Tribunal Federal está julgando a inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, parágrafo segundo, algo que eu assisti ser criado e vi com muito bons olhos naquele momento que não se responsabilizasse as plataformas por conteúdos portados postados por terceiros, e que passados exatamente 10 anos, a gente percebe que foi erro, 1 ingenuidade, e hoje existe 1 economia da atenção deturpada a partir desse salvoconduto que as plataformas ganharam. E aí a primeira frase do ministro do ministro Luís Roberto Barroso ao iniciar o julgamento foi, esperamos 1 resposta legislativa, como ele ela não veio, vamos cumprir o nosso papel. Os deputados são parte do esforço que tentou votar 1 regulamentação das plataformas que não foi possível, especialmente pela ação das próprias plataformas, e essa questão agora vai ser jogada no Supremo Tribunal Federal, alerta sobre isso pra depois ninguém dizer que o Supremo está legislando ocupando o espaço do parlamento. Luiz Eduardo de Recife vai fazer a pergunta agora, e eu vou pedir que ele encaminhe pro deputado padre João, repetindo que as credenciais do deputado são principalmente na luta agrária mas não apenas essas. Luiz, cadê você? Está lá no final viu meu companheiro operador de vídeo na última bancada, ele vai levantar a mão mais 1 vez, pra que você possa localizálo. Lembre de dizer seu curso, sua cidade.

0:002:01
27 de nov, 18:05
#28
Participante Luis Edaurdo
Luis Edaurdo

Participante

Transcrição por IA

Olá boa tarde. Eu me chamo Luiz Eduardo Toledo, sou de Recife e faço direito na FDR, na Faculdade de Direito do Recife. E minha pergunta, vai ser sobre, como a regulamentação da inteligência artificial pode impactar atualmente nos setores estratégicos e promover meio que 1 segurança jurídica no Brasil.

0:000:32
27 de nov, 18:07
#29
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

Transcrição por IA

É, eu acho que tem até pouco a ver com essa situação também da da, das plataformas né? Veja, 1 questão séria é a a autoria né? Porque hoje às vezes se produz conteúdos e você não tem, não consegue referência nenhuma ou porque são tantas, tantas. Então é 1 questão, é desafio hoje não só pro Brasil mas outros países, porque quando você pega faz 1 pesquisa e constrói determinado conteúdo há 1 compilado né de tantos tantos autores e e que neutraliza ele se dissolve ali. Então, acho que eu é grande desafio pro pra pros parlamentos, pra todos nossos, não é isso, Tadeu Rosário? Porque, a a autoria acho que é algo que de fato você preserva a identidade e nós temos hoje, nós temos imortais em todas as áreas da literatura, em qualquer área, né, de pesquisa, e a inteligência artificial ela é como que ignora isso. Ela nega para às vezes 20, 10, 12 anos que a pessoa teve de estudo, de pesquisa, de universidade e tudo e e criou ali 1 tese, 1 determinada tese e de repente isso a a Europa Inteligência Artificial faz 1 fusão ou como que quase que 1 colcha de retalho e que nega tudo isso. Então é é acho que é grande desafio pros parlamentos e a gente construir isso. Eu acho que a gente tem que acumular, tem situações que é debatida aqui que às vezes ela amadurece 10 anos pra amadurecer e às vezes e não amadurece na casa. Tem que 0000 Judiciário que tem que dar o rumo às vezes pra tomar a decisão, né. São tantas outras matérias também nessa linha que às vezes o Congresso, mesmo num espaço democrático, não consegue chegar ao entendimento. A consenso, a consenso, né? As pautas moralistas é 1 situação assim, é o o próprio marco né da internet, então acho que é desafio que perdura e muitas situações ela também ela tem que vir do do do apoio popular e não tem sido fácil construir esse entendimento. Não sei se Rosário também aqui. Apenas pra referir que nós temos mais de 60

0:002:33
27 de nov, 18:07
#30
Transcrição por IA

Eu rapidamente olhei aqui no nosso aplicativo da câmara tramitando sobre inteligência artificial, ontem mesmo nós aprovamos no plenário 1 matéria que vai ao Senado Federal sobre o uso de inteligência artificial na manipulação de imagens no contexto eleitoral, né, pra pra enfrentar violência política, e tivemos também, e no Senado Federal nós tivemos 1 matéria aqui da câmara que foi avaliada no último dia 17 de junho, que é a proposta de 1 política nacional. Então nós temos consciência de que é preciso adentrar esse universo. A comissão de ciência e tecnologia tem trabalhado, a comissão de cultura, a comissão de constituição e justiça e cidadania, porque na verdade esse é tema que vai, que está trabalhando com todos os demais temas. Nós devemos ficar muito atentos e atentas no próximo período, mas é o tipo de matéria que na nossa experiência legislativa não temos apenas como formular pela nossa própria formação. A casa conta com consultores muito experientes em diferentes áreas, inclusive na área de tecnologia, mas nós vamos ter que trabalhar pra acertar com as universidades, nós vamos ter que trabalhar com institutos federais, com gente analisa tema como este, a referência fundamental sempre será, em toda a legislação, os princípios, os fundamentos que nós devemos ter como pacto que são os fundamentos constitucionais, as cláusulas pétreas, são a referência pra tudo e qualquer toda e qualquer matéria na qual legislamos, mas não há sombra de dúvida que nós precisamos entender melhor sobre esses aspectos, verificar a legislação internacional como outros blocos, outros conjuntos de nações, até porque toda análise e legislação sobre matéria que também utilize redes sociais, não deve mais ser pensada apenas no espaço nacional, nós vamos precisar sempre pensar espaço também da pluralidade das regiões, e aqui a questão que foi trazida pelo por pelo, estudante que trouxe a matéria internacional é elemento também constante no diálogo sobre qualquer matéria de regulamentação na ordem de redes, e na ordem da inteligência artificial também, são questões que se que interagem, que tratam da segurança nacional, da ética, da democracia, da ciência, enfim, do direito, novos campos do direito estão aqui também sendo desbravados mas sobretudo da ética, então pouco das questões que o deputado João aqui trouxe com conjunto de temas que estão sendo legislados pelos colegas parlamentares.

0:003:30
27 de nov, 18:10
#31
Transcrição por IA

E aí 1 dica especialmente pros estudantes de direitos, vocês estão tendo a oportunidade de ver essa legislação com o qual vocês vão trabalhar nascer. Recomendo muito que leiam então o PL 20, 20 e de 2020, aprovado aqui na câmara e enviada ao Senado que trata de regulação da inteligência artificial, e o projeto que está lá, que nasce no Senado 23 38 de 2023, que ainda está lá foi elaborado por 1 comissão de juristas e apadrinhado né, adotado pelo presidente do congresso, o senador Rodrigo Pacheco. E eu vou aproveitar que vocês estão anotando né os números que eu estou falando pra vocês pra anotarem os 3 livros que o deputado Pedro Cisay indicou, e eu não vi ninguém anotando, Biografia do Abismo de Thomas Traumann, Os Engenheiros do Caos, do Geovani Daempoly, e acrescento que ele não citou o nome, mas é o algoritmos de destruição em massa da Kate O'Neill, esses 3 livros são diretamente conectados com esse debate sobre regulação de inteligência artificial que vocês trouxeram aqui. Quem vai perguntar agora é o Miguel Rodrigues de Minas Gerais, lá de Ouro Preto, e deputado mineiro aqui na mesa então eu só vou dar a dica. Miguel, cadê você? Miguel. Miguel está aqui na primeira fileira, tá?

0:001:18
27 de nov, 18:13
#32
Participante Miguel Rodrigues
Miguel Rodrigues

Participante

Transcrição por IA

Pra todo mundo. Eu sou o Miguel Rodrigues, sou estudante de direito, moro em Ouro Preto, estudo na Universidade Federal de Ouro Preto. Gostaria aqui primeiro de agradecer a oportunidade porque o deputado é mineiro e eu tenho 1 ligação com ele, né? Queria agradecer, agradecer pela oportunidade de estar aqui com tanta gente boa, porque acho que o espaço do debate de tudo que foi defendido aqui hoje, é o que constrói e o que dá perspectiva pra gente, de futuro, de da gente acreditar que as coisas podem melhorar. Ao mesmo tempo que existe 1 preocupação com os jovens que hoje estão o tempo inteiro no telefone, existe 1 contrapartida, os jovens preocupados com quem está legislando, com quem está cuidando de nós. Creio que aqui, tem temas que são bem delicados, mas eu acho que a gente não pode se furtar, de defender o espaço que aqui a gente está tendo a oportunidade. Então eu queria perguntar aos deputados, qual é a forma da gente evitar que todas as discussões caiam nesse campo, né, de direita, de esquerda, de centro, que eu tenho escutado, a gente até falar agora que é extremista de centro, nunca vi isso na minha vida. Como trabalhar com esses jovens que esperam tanto dos deputados pra que a gente fuja de fato dessa briga ideológica e que a gente construa, que é o que a gente está conseguindo aqui, tanta gente com pensamentos divergentes, mas que sairão daqui muito mais enriquecidos, pela oportunidade que vocês nos deram. Então a minha pergunta e agradecimento é junto.

0:002:09
27 de nov, 18:15
#33
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

Transcrição por IA

Eu acho que também na sua própria fala o Pergunta já traz algumas alguns indicativos. Eu fui enquanto deputado estadual eu fui líder da da oposição, num num período que o governador era do PSDB e era de certa forma 1 polarização entre o PT e o PSDB, mas e o espaço era democrático, era democrático. Tem 1 frase, que diz assim, que o que não não cabe é a hostilidade, ou seja, a a as divergências de opinião, elas são saudáveis, fazem parte do jogo democrático, a divergência de opinião, mas a hostilidade não. Então o o problema é que a gente vem enfrentando é que de tempo pra cá, a política ela foi contaminada pela hostilidade, pela a agressividade. Se eu penso, se o outro pensa diferente de mim, eu me sinto no direito de ser hostil com essa pessoa, seja a mulher, negro ou gay, o que for, e e pareceme também que o moralismo e 1 hipocrisia religiosa contaminou a política, contaminou a política, a questão religiosa ela ela ela tem o seu espaço, Então não é que eu vou me despir do fenômeno religioso pra atuar na política, mas a o fenômeno religioso ele me leva a ser contrário, mais humano, mais amoroso, mais respeitoso quão diferente, né, e não me me dá AAA autoridade pra ser agressivo, pra recriminar, para condenar, pra julgar. Então, é desafio que está colocado diante pra nós. Por isso que vocês estão de parabéns, estão sendo bemvindos dessa casa democrática, mas é desafio fazer de conter essa casa também seja cada vez mais democrática, mais respeitosa. Porque isso contaminou as casas legislativas. Não só aqui o congresso, mas nas câmaras municipais tem acontecido recorrente hostilidade. A nossa presidente aqui, aqui está presidenta secretária já foi hostilizada. Porque pensa diferente. Porque foi que defende os direitos humanos. Se defende a vida do ser humano. E hostilizado. Então acho que é grande desafio importante que vocês estejam fazendo esse debate porque nós estamos convivendo, Deus sendo diferentes. Né? Então, é outro desafio que está colocado na pauta, na agenda do dia, sermos de fato democráticos. O extremismo não contribui, não contribui com o processo, não contribui, né? Então, o desafio continua, vamos ser mais respeitosos, podemos pensar diferente, mas é respeitar o outro do jeito que ele pensa. Nós só não temos direito de ser violentos, de ser cruéis, de e temos 1 1 constituição que preserva os direitos da pessoa, ter a religiosidade que tem, orientação sexual que tem, esses direitos estão garantidos na constituição. Então vamos respeitar, aprimorar e não retroceder. Bem eu quero agradecer também a tia a questão.

0:003:24
27 de nov, 18:17
#34
Transcrição por IA

E dizer ao padre João que, na convivência com ele e com outros parlamentares a gente vê como representações também de pessoas que têm 1 vivência religiosa podem ser feitas sem pregar o ódio religioso ou político de nenhuma forma, então quero te cumprimentar não é padre João pela pela caminhada, pela jornada, porque nós estamos em poder civil, não poder religioso né, estamos orientados aqui pela constituição, qualquer religiosidade que tenhamos entre nós aqui, ou que alguém não tenha nenhuma religiosidade, tem que ser respeitada. Esse país assegura isto, conquistou isto, e e até me valer da expressão que o que o deputado utilizou, é que na verdade sempre me surpreende muito quando as pessoas falam de ataques pela defesa dos direitos humanos, Porque os direitos humanos são fundamento essencial de toda a constituição contemporânea. Os direitos humanos são no pósguerra, antes disso mas sobretudo no pósguerra, o direito, se desdobraram nas constituições como direitos fundamentais. Então quem poderá ser contra os direitos humanos? Quem é a favor da crueldade? Da tortura? Do autoritarismo? Do desaparecimento forçado? Da violência contra as mulheres? Contra os negros e negras? Da escravização humana? Não é possível convivermos na nossa era com isto. Então como é possível que tantas pessoas por defenderem os direitos humanos tenham sido tão atacadas? Marielle Franco, irmã Dorothy Tistang, tantos religiosos, que atuava pela floresta, e pelas pessoas que, vinham e viviam no extrativismo, no Pará. Chico Mendes mesmo, Martin Luther King. Quantas pessoas nós poderíamos lembrar? Então, quando eu estou aqui ao lado da Talíria Petroni, Talíria é 1 mulher deputada em segundo mandato, com segurança. Porque ela é ameaçada, é 1 das parlamentares ameaçada de morte. Carol Dartora é 1 parlamentar negra, primeiro mandato, Paraná, que requereu agora, porque nós analisamos a dossiê de violências. Hoje mais 1 vez eu recebo 1 delegada me trazendo dossiê, de sujeito que inclusive já está preso por violência contra outros parlamentares. Será Será que é isto que nós queremos viver? Há 1 denúncia, por parte da Polícia Federal, de que houve plano para assassinar presidente eleito, vicepresidente e ministros do Supremo. Isso é possível? Nós não queremos viver neste país do ódio. E aí, olhem mais fundo a realidade. Percebam, vocês acham realmente que tem 2 lados utilizando da mesma lógica da violência? Não não, não fiquem na superfície, de alguém que falou numa rede social isso ou aquilo. Vamos fundo. Não há 2 lados que utilizem no Brasil as mesmas práticas. A no Brasil, sempre no Brasil, ao longo do século 20, rompimento extremista por campo político. E é isto que nós temos a responsabilidade de enfrentar. Mas quem quer que seja que diga que estava avaliando como revisar o resultado de 1 eleição, estava planejando golpe. Vocês estão aqui como estudantes do Direito, como estudantes da ciência política, como estudantes das mais estudantes das mais diversas áreas. Então, sejam sempre autônomos no pensamento, se perguntem, isso é verdade? Isso não é? Porque nós não podemos só receber prontos, e saímos pronto e saímos repetindo. Inclusive o que eu digo aqui, pra vocês agora. Não defendo 1 ideia, ainda que as tenha, mas peço, reflitam além da superfície de como as ideias são apresentadas. Pensem sobre os fenômenos políticos, conheçam a história, e vocês mesmos tirarão as conclusões porque essa casa é plural, mas ela tem marco, o marco dela é a constituição, e é sim soberanamente ter definido pela declaração universal dos direitos humanos. Então, mesmo que me ameaçam, ou que sigam fazendo todas as formas de ameaça, nós continuaremos exercendo os nossos mandatos parlamentares com autonomia e responsabilidade que temos de dizer o que pensamos e levar adiante aquilo que acreditamos pela democracia. Muito obrigada de parte da parte parlamentar pela audiência de vocês, quem está nos acompanhando nas redes e quem está aqui no estágio de visita, parabéns ao SEFOR mais 1 vez e a segunda secretaria, mas sobretudo a vocês da comunicação da câmara, porque é sempre maravilhoso também te ouvir. E obrigado especial a todos os parlamentares todas através da querida Taliria que esteve aqui e do padre João que esteve aqui conosco deputados deputada que realmente tem trabalho belíssimo que eu admiro e respeito agora o encerramento contigo, nosso querido colega de trabalho aqui no ambiente parlamentar. Muitíssimo obrigado. Muitíssimo obrigado.

0:006:12
27 de nov, 18:20
#35
Transcrição por IA

Maria do Rosário, ao deputado padre João e todos os deputados que passaram por esse batepapo aqui no estágio visita e fica o convite pra que vocês continuem se aprofundando no que é a democracia brasileira a partir do lugar que é a Câmara dos Deputados, sabendo que temos várias crises, vários problemas, mas temos também algumas vantagens, não sei se é do conhecimento de todos, mas a Câmara dos Deputados é considerada dos parlamentos mais transparentes do mundo pela União Interparlamentar, 1 união que já existe há 120 anos e que reúne a maior parte dos parlamentos do mundo, indicativo muito bom graças a instrumentos como a TV Câmara, a Rádio Câmara, agência Câmara, e o nosso portal que é instrumento de transparência de cidadania ativa, que eu convido vocês a estarem sempre visitando e utilizando e disseminando. Agradeço muitíssimo mais 1 vez a participando de participação de todos, a nossa audiência, e convido você a ficar ligado em tudo que acontece aqui na Câmara dos Deputados, até mais.

0:001:02
27 de nov, 18:26