COMISSÃO DO ESPORTE

28 nov. 2024 06:40 às 09:04

Sobre o Evento

Fórum sobre esporte com representantes de várias entidades, incluindo comitês olímpicos e paralímpicos, e discussão de gestão esportiva.

Status
Concluído
ID: 74688Total: 75 discursos
#1
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Prazer ter todos vocês aqui, dando continuidade ao ao nosso encontro legislativo ligado à pauta pública esportiva que a gente teve início ontem, no salão anexo ali ao plenário da câmara e foi muito muito oportuno, muito simpático, e tivemos aqui vários apontamentos positivos em relação a esporte na escola, esporte saúde, tivemos ontem 2 encontros aqui, 2 audiências públicas Fabiana, muito oportunas, foi muito significativa assim, hoje nós temos alguns deputados presentes na comissão com histórico ligado diretamente ao esporte, em todas as áreas de saúde, de alto rendimento, temos esportistas e deputados militares que foram que se tornaram professores de educação física, então nós temos percentual. Eu diria que desde quando eu era secretário em 2016 eu não tinha presenciado, né? E a gente sempre é muito aberto a a pessoas que gostam de esporte de todos os aspectos políticos Marco. Então, a gente faz aqui da comissão de esporte, debate é claro que em alguns momentos convidado, pode fazer apontamentos políticos em relação AAA decisões de ministérios anteriores, de governos anteriores, do atual governo, mas a nossa linha é contribuir para o desenvolvimento dos esportes. Claro cada com o seu lado político mas que isso não seja empecilho da gente ter 1 discussão saudável sobre o assunto. Então ontem até mencionei a gente teve a presença do Arthur Zanetti, do Diogo do Taekwondo, da Ricardo do vôlei, do Rui Campos medalhista em 84, tiveram presente, do Maurício que hoje é deputado federal, campeão olímpico em 2016, do da Cunha que é deputado federal e delegado da polícia civil exjudoca, quase foi pras olimpíadas de Atlanta, teve a seletiva ali com Sebastião Pereira, a gente tem, quem mais lindo de deputado ligado ao esporte a gente tem o Maurício, coronel Crisóstomo aqui presente que estava ontem ligado ao desporto militar, deputado federal por Rondônia segundo mandato muito atuante, muito atuante na comissão e muito atuante no plenário, muito bacana a tua atuação do coronel Crisóstomo, é deputado que gosta de ser deputado tem deputado que não gosta de ser deputado, mas gostar de ser deputado é estar presente aqui na câmara, o coronel Crisóstomo é muito presente. Então vamos começar, bom dia a todos, declaro aberta a presente, mesa redonda. Coronel Crisóstomo, senta aqui do meu lado fica aqui. Quer? Me faz companhia, eu eu sei que o senhor tem que sair no plenário, mas fica aqui do meu lado. Declaro aberta a presente mesa redonda do segundo fórum legislativo do esporte, que está sendo realizado em atenção 4, de autoria dos deputados Luiz Lima, Douglas Viegas, o Douglas Viegas do basquete que esteve conosco ontem, deputado federal de primeiro mandato do estado de São Paulo, muito presente, o Julinho César Ribeiro aqui de Brasília, também é outro autor do requerimento, muito atuante secretário de esporte do Distrito Federal, ele já ocupou esse cargo e o doutor Luiz Ovando, que é do Mato Grosso do Sul, médico maratonista e o Maurício do vôlei, então fomos nós 4 aqui, com o apoio do coronel Crisóstomo, que também apoiou esse requerimento. Informo que esta mesa tem como tema gestão eficiente modelos de governança nas entidades esportivas esportivas. Neste momento, farei minha autodescrição, para as pessoas cegas ou com baixa visão que estejam nos assistindo, peço que os demais integrantes da mesa façam o mesmo antes de iniciarem suas falas. Bem, eu sou, eu sou branco, tenho cabelo curto, tenho 46 anos, metro e 84, sou magro, E, e é isso, hã? É a gravata verde terno cinza, o Landberg fala que eu pinto o cabelo mas eu não pinto o cabelo tá, é shampoo canadense, tá? Pessoal, muito obrigado a todos, desculpe eu sempre fujo né LG Perry? Comunico que esta mesa redonda está sendo transmitida ao vivo pelo YouTube e pelo portal da Câmara dos Deputados. Agradeço a todos os convidados presentes, e a quem nos acompanha pela transmissão ao vivo. Antes de iniciar o debate, esclareço que os debatedores terão 5 minutos cada para 1 fala inicial. Após a fala inicial de todos, abriremos novamente a palavra a cada por mais de 2 minutos. Agora eu convido pra abrirmos essa oportunidade de cada representante de cada segmento aqui, secretarias, presidentes de comitês, eu estou vendo Marco Laporta, o presidente José Antônio Freire do Comitê paralímpico Brasileiro presente, cada fazer a sua explanação explanação por no máximo 5 minutos. O Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Marco Antônio Laporta. Parabéns pela eleição presidente. Bom dia a todos. Obrigado deputado.

0:005:39
28 de nov, 09:40
#2
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

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Lima pela pelas palavras, queria cumprimentar a todos, cumprimentar o meu amigo José Antônio Freire presidente do comitê paralímpico brasileiro assim como eu, eleitos e ainda não empossados né? E cumprimentar a secretária Isiane Marques do Ministério do Esporte, nossa atleta olímpica do basquete. Coventar meu amigo Edson Garcia do Comitê Brasileiro de Clubes, Fabiana Bentes da Sou do Esporte, e todos aqueles que aqui, que aqui estão presentes nesse momento tão importante, onde eu fico muito feliz deputado em ver a posição ocupada por por grandes atletas do como o senhor mesmo citou na nas palavras iniciais, não só na política, mas também ocupando cargos importantes no esporte, como a própria secretária Isiane, e temos aqui outros atletas que vêm ocupando esse espaço importante, e que traz a pauta, o que nós mais queremos no esporte né, desenvolver e melhorar a forma de fazer investimento pra que chegue na ponta da linha num atleta. Nós passamos por momento agora muito importante deputado, porque a evolução no esporte, a evolução da governança no esporte ela vem evoluindo muito desde 2017. Sabemos todos sabemos o o período ruim que nós passamos naquela época em 2017, e ali nós tivemos algumas modificações importantes em que esse parlamento foi fundamental, a Comissão do Esporte fez trabalho excelente, em que houve mudanças significativas na governança do esporte que trouxeram mais, trouxeram mais transparência, trouxeram 1 gestão mais eficiente dos recursos. E desde então eles se passaram 7 anos deputado, e a gente entende que chegou o momento agora da gente revisitar, revisitar essa essa governança, a gente se inspirou muito na governança corporativa, trouxemos alguns ensinamentos que foram fundamentais pra 1 melhor gestão dos recursos, e impactou positivamente os resultados, o Brasil hoje tem excelentes resultados nos Jogos Olímpicos, e a gente espera continuar trabalhando pra crescer esses resultados. E a gente entende que, chegou o momento da gente rediscutir, nós temos 1 nova lei geral do esporte, temos várias mudanças, vamos ter recursos importantes sendo aportados no esporte, conquistas dessa casa como a lei das né, que a gente tanto fala, e que vai impactar mais investimentos pro esporte, e esse investimento ele tem que ser feito de forma assertiva. Pra que esse investimento seja feito de forma assertiva, nós precisamos de mecanismos de governança que permitam que isso aconteça. Então revisitar hoje, entender a necessidade de, determinadas regras que às vezes geram recurso, que às vezes as considerações não têm condições de atender e acaba tirando da atividade fim, pra atender a determinadas necessidades que, talvez não tenham impacto naquilo que a gente pretende, investimento assertivo. Então o que fique claro, que eu não estou dizendo é afrouxamento de regra muito pelo contrário, eu estou propondo 1 1 rediscussão dessas regras pra que possa realmente esse investimento ser mais assertivo, e chegar no esporte de forma eficiente. E qual é a grande preocupação que eu vejo hoje? A gente não tem noção exata ainda da, do tamanho que vai ter esse impacto da lei das no esporte, de quanto que de recurso vai ser aportado. Independente do tamanho desse recurso, as instituições precisam estar prontas pra receber esse recurso. E eu tenho receio de que possamos estar voltando lá atrás, há problemas que nós passamos quando foram regulamentados os bingos, e hoje confederações ainda pagam dívidas dos bingos porque não estavam prontas pra gerir. Então o que nós precisamos nesse momento é realmente, ajudar a gestão das confederações que hoje são, em toda, quase sua totalidade é muito bem feita. Tive oportunidade de ser vicepresidente do COB durante 6 anos, agora fui eleito presidente do COB pro próximo mandato. E eu tenho plena convicção de afirmar que a gestão das confederações hoje é muito boa, melhorou muito, hoje nós temos poucos problemas que vão ficar pro futuro, de gestão ineficiente, de prestação de contas mal feitas, muito isso fruto desse desse controle dessa melhora dessa governança então, eu acho que nós temos que conseguir seguir esse caminho, e esse trabalho que a Comissão do Esporte faz, fazendo Fórum Legislativo, trazendo as grande personalidades do esporte olímpico, do esporte brasileiro pra debater questões importantes como governança, como leis, é muito importante pra todo o movimento do esporte. Então eu estou muito seguro, que a gente vai seguir agora nesses próximos, nos próximos anos, alinhamento total das instituições. Como presidente do COB, minha vicepresidente eleita Yan Marques, 1 melhoria olímpica, a gente vai estar lado a lado com todas as instituições, com o Congresso Nacional, com o Senado, pra que a gente possa ter pautas positivas pro esporte poder crescermos e continuar cada vez mais a transformar o Brasil no que a gente quer. Antes 1 nação esportiva, depois 1 potência olímpica. Muito obrigado. Obrigado.

0:005:02
28 de nov, 09:46
#3
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Presidente do Aporta, eu já vou começar aqui fazendo algo diferente, que enquanto presidente do Laporta depois eu vou convidar o presidente José Antônio Freire, e logo em seguida, na sua explanação, o presidente José Antônio Freire também eu parabenizo pela eleição. Ontem surgiu questionamento, do do Pitágoras consultor do Ministério do Esporte e que eu achei muito oportuno, e eu fui dormir ontem com isso na cabeça. Hoje o COB recebe, 450000000 em torno de 450000000 por ano. O CPB 220000000, eu até comentei com Pitágoras que, a gente tem que lutar pro esporte educacional, pro esporte de inclusão, pro ministério de esporte tem mais orçamento. Mas diante dessa responsabilidade que vocês têm, porque hoje o COB recebe mais recursos do que o próprio ministério de esportes. O ministério de esportes tem 370000000 somente. 370000000 se eu não me engano é bolsa atleta né Eliane? Então sobra 200 é isso Pitágora. Então a responsabilidade que o comitê olímpico tem, é muito grande. Então daí a nossa preocupação com a governança, porque é dinheiro público, né? Embora tenha essa discussão se é público, pra mim é público, né? Você vem da caixa da aposta principalmente de homens e mulheres acima de 40 anos que investem ali na loteria convencional. Então, eu gostaria de saber de vocês 2, Marco, o presidente Marco e Presidente José. A preocupação com a governança é a contrapartida do Comitê Olímpico Brasileiro e do Comitê paralímpico Brasileiro, em relação AAAA ter também através dos seus ídolos 1 porta de entrada pra incentivo né, de crianças no Brasil, sei que em alguns momentos é duro eu estar falando isso né, porque eu eu não quero diminuir o recurso e não quero partir dessa casa diminuir recursos do Comitê Olímpico Brasileiro a CPB, mas sim melhorar esporte educacional pra mim que, ontem o Pitágoras foi muito feliz, falou que é constitucional né, está na nossa constituição, que a prioridade é investir no esporte educacional, então qual o papel do COB e do CPB nesse processo?

0:002:14
28 de nov, 09:51
#4
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

Transcrição por IA

Deputado, eu acho que o papel é fundamental, papel de protagonismo. O meu, a minha palavra final, ela foi 1 mensagem do que eu, junto com a Yanni, nós estamos pensando na nossa gestão. Sempre houve posicionamento muito claro, o COB é alto rendimento, não, o COB não é só alto rendimento. O COB ele é tudo, ele engloba tudo, porque se eu não tenho trabalho desde base, no aumento do número de praticantes, no no trabalho na nas categorias de base, eu não tenho alto rendimento. É tudo como a pirâmide começa embaixo então, 1 das propostas que nós vamos ao máximo fomentar dentro da nossa gestão, é incentivar a incentivar através de projetos específicos o aumento da prática esportiva que isso é fundamental. E sabe que impacta a insegurança impacta a educação impacta e muita coisa então o COB tem sim que se envolver, acho que tem que ter esse papel. Eu concordo com as suas palavras que o recurso que nós recebemos ele não precisa ser destinado somente carimbado, não só podemos usar com alto rendimento não, a gente precisa usar em outros tipos de projeto, o COB tem hoje projetos mas ainda são poucos pra impactar, então a gente vai sentar com as considerações e tentar entender como que a gente pode aumentar essa base de praticantes junto com o Ministério do Esporte, que eu acho que é a principal atribuição do Ministério é realmente o fomento à prática esportiva. Então a gente quer junto ter projeto junto com o CPB, junto com as outras instituições, com os clubes principalmente, pra que a gente possa ao máximo fomentar. Então eu concordo, acho que o COB tem que ter esse esse papel importante de fomentar, de criar esses esses mecanismos que permitam aumento da prática esportiva, seja no colégio, seja na nas praças esportivas, seja nos projetos, dos motivos que eu que eu quis trazer a a Yanni pra fazer parte da da minha chapa, porque ela traz a experiência dela como atleta mas ela traz a experiência dela como gestora pública, e que trabalha muito nas questões do nordeste então a gente precisa levar o comitê Olímpio pro nordeste pra que tenha projetos no nordeste, poucas pessoas se você andar nas ruas do nordeste não sabem o que que é o COB. Então a gente precisa que o COB seja conhecido no Brasil inteiro, não ficar só no discurso de COB do Brasil, COBeiras brasileiros, tem que estar presentes. Então a gente precisa realmente fomentar ao máximo esse projeto de prática esportiva, que no final vai impactar no, no no rendimento do resultado. Então volto volto a dizer, não é frase de efeito, não se faz 1 potência olímpica, sem antes ser termos 1 nação esportiva. Obrigado.

0:002:28
28 de nov, 09:53
#5
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Presidente da Porta, com a palavra o Presidente eleito do Comitê paralímpico Brasileiro, senhor José Antônio Freire, que foi jogador de futebol pra Cegos nos anos 90. Presidente, muito obrigado pela sua presença, fique à vontade.

0:000:15
28 de nov, 09:56
#6
Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro José Antonio Freire
José Antonio Freire

Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro

Transcrição por IA

Bom dia, deputado Luiz Lima, eu quero saudar o o coronel Cristózons, ao 1 grande atleta Maurício do vôlei, eu acho que essa sessão aqui é de grande importância pra que a gente leve pras pessoas que estão nos assistindo o que é que estamos fazendo nessa questão do, do de de governança, de de novo estilo de trabalho que o CPB vem fazendo. Então eu quero saudar aqui ao Marcos Laporta, presidente do COB, parabenizar pela sua eleição. Em janeiro vai ter 1 posse, a gente pode fazer trabalho juntos, já trocamos algumas ideias para que a gente possa COB e CPB fazer trabalho junto. Quero saudar os demais as demais componentes da da mesa, e quero dizer o quero, eu antes de ser eleito deputado Luiz Limeu, eu era presidente da Confederação Brasileira de Esportes e de Defentes Visuais. E a partir do dia 2 de janeiro fui, do dia 2 de outubro eu fui eleito, vou tomar posse agora em janeiro, mas o CPB, de a partir de 2020, foi criando não é, as as suas governanças, o CPB saiu de Brasília com 70 funcionários, hoje a gente está em torno de 600 funcionários que têm centro de treinamento lá em São Paulo, e a gente foi criando modelos de governança. Hoje a gente tem conselho de administração que tem 3 conselheiros independentes, representante de atletas que é o nosso atleta Leomon, e representante de confederação. Criamos agora 1 secretaria de governança e controle criado ao ligado ao conselho de administração de administração pra cuidar bem do controle das nossa da e das nossa da nossa governança tanto interno como externo. O CPB tem 74 centros de referência espalhado pelos pelo Brasil, onde a gente atende a crianças de de a tanto num alto rendimento como num trabalho de base, criança de 6 a 17 anos. Estamos terminando amanhã a amparelípedo escolar com 2300 crianças, lá lá no nosso centro de treinamento, preocupado com com com a qualidade do do do das nossas modalidades a gente tem feito trabalhos nessa nessa questão de a de ampliar e tentar chegar mais perto das pessoas com com deficiência. Temos 1 diretoria de inclusão, pensando também na quando o atleta termina não é lá a sua carreira, está tem lá departamento de póscarreira pra cuidar dessa questão porque o atleta começa, tem toda a todo aquele patrocínio e a gente tem que pensar que 1 hora o atleta pare e ele precisa continuar a vida dele e a gente tem trabalhado nesse sentido, temos aí convênio com alguns universidades para que esse atleta possa estar, estudando não é, além de estar praticando o esporte de alto rendimento, estudando exatamente pra que enfim quando ele pare, ele tenha 1 1 profissão que ele possa seguir a vida porque a gente sabe que são poucos atletas que consegue ganhar recurso que póscarreira dê pra a sua sobrevivência, é 1 preocupação forte do CPB com essa com essa com essa questão. Estamos fazendo convênio com o governo de São Paulo, onde vamos vamos pegar 70 escolas e vamos trabalhar com os professores de educação física onde as pessoas com deficiência possa fazer sua a sua atividade física dentro da escola, vamos preparar preparar esses professores pra que ele possa, dar as aulas, cuidar das crianças, porque hoje, na maioria das escolas, as crianças, as crianças com deficiência, ela, ela é dispensada da educação física, e a gente pensando nisso, a gente vai pegar São Paulo como deu 70 escolas e a gente quer chegar às 900 escolas estaduais num convênio com o governo de São Paulo e esse modelo dando certo a gente vai levar pro pro Brasil. Como o tempo ele é pouco eu quero agradecer muito a essa sessão e me colocar à disposição pra tirar alguma dúvida e depois se for preciso a gente falar mais pouco mais da do dos nossos projetos da e e dos nossos modelos de governança. Muito obrigado. Obrigado presidente José.

0:005:39
28 de nov, 09:56
#7
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Antônio Freire, certamente perguntas irão surgir aqui após a explanação dos nossos convidados, e parabéns mais 1 vez o Centro Paralímpico em São Paulo é exemplar, eu já estive presente visitando todas as instalações e não tem como ficar encantado pelo trabalho desenvolvido por vocês. Agora eu convido a antes disso a a Fabi aqui mandou a mensagem, CBC CBCP recebem recurso para desenvolvimento de base também oriundo de lei. Gostaria deixar ele registrado e depois a Fabi pode também citar esse ponto. Agora secretária nacional de excelência esportiva do Ministério do Esporte, atleta olímpica medalhista, Isiane Marques. Bom dia a toa.

0:000:46
28 de nov, 10:02
#8
Secretária Nacional - Minitério do Esporte Iziane Marques
Iziane Marques

Secretária Nacional - Minitério do Esporte

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Sou 1 mulher preta magra, cabelo solto, de tranças pretas com cachos louros, terno branco e estou sentado. Cumprimentos os excelentismo deputado Luiz Lima, deputado Maurício do vôlei, pela coordenação desse importante fórum. Saldo também os debatoadores aqui presentes, meu amigo Marco Laporta, José Antônio Freire, Fabiana Mendes e todos os demais, assim como o público que nos acompanha. É prazer enorme participar dessa mesa redonda e contribuir para a discussão de tema tão essencial, que é a governança nas entidades esportivas. Como secretária Nacional de excelência esportivas sobre e sobretudo como atleta olímpica eu trago 1 perspectiva que une a vivência de alto rendimento e a gestão pública estamos no momento crucial para reavaliar e fortalecer os modelos de governança no esporte brasileiro, com o objetivo de construir futuro mais inclusivo, sustentável e eficiente. A governança eficiente ela vai muito além da transparência. Ela envolve planejamento estratégico, prestação de contas, envolvimento ativo dos atletas e uso responsável dos recursos públicos. É fundamental que as entidades esportivas adotem práticas que inspirem confiança não só na sociedade, mas também dos patrocinadores e do governo. No Ministério do Esporte, temos investido em iniciativas que incentivam a profissionalização da gestão nas entidades esportivas. Destaco aqui o cumprimento das certificações previstas na Lei Pelé, especialmente os artigos 18 e dezoitoA. Essas certificações não são apenas burocracias, elas asseguram que os recursos sejam aplicados de forma responsável e estratégica, sempre voltados para o desenvolvimento do esporte e dos atletas. Com esse mesmo sentido, cito também o acompanhamento do Ministério do Esporte sobre os recursos de loterias destinados às organizações esportivas do Brasil, cujo resultado da aplicação é deliberado no Conselho Nacional de Esporte, o CNE. Os atletas, eles devem estar no centro das das discussões sobre governança. A presença de representantes aqui dos comitês olímpicos e paralímpicos brasileiros e em outras entidades é avanço, mas precisamos ir além. Precisamos fortalecer os canais de diálogo para garantir que as decisões estratégicas atendam às necessidades reais e cotidianas dos atletas, promovendo a inclusão e a justiça dentro das entidades esportivas. No cenário internacional, vemos exemplos de entidades que adotam boas práticas de governança alcançando resultados expressivos. Tanto em performance quanto em credibilidade. Países como Canadá e Reino Unido, por exemplo, implementaram Investir em gestores e técnicos proporcionando as ferramentas necessárias para implementar modelos de governança modernos. Ampliar o uso de plataformas digitais, que garanta acesso público e em tempo real a dados da gestão esportiva. E a representatividade feminina nas entidades esportivas que ainda é desafio é essencial criar políticas públicas específicas para corrigir essa desigualdade e garantir inclusão de mulheres em cargos de decisão por fim acredito que fora os como estes representam passam passo fundamental para o fortalecimento do esporte no Brasil a unirmos esforços e alinharmos Nossas ações a modelos de governanças eficazes Garantimos não apenas o sucesso dos nossos atletas, mas também o impacto positivo que o esporte pode ter na sociedade como todo. Agradeço novamente pela oportunidade, coloco a secretaria nacional de excelência esportiva à disposição para contribuir com a implementação das propostas discutidas aqui hoje.

0:004:16
28 de nov, 10:02
#9
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Do Isiane diretamente de São Luís Maranhão né? Pra Brasília, Vitoriosa. Foi foi quarto lugar nas olimpíadas, não foi Isiane? Foi. De 2008? 2004. 2004 apenas é, até pois já são 20 anos, Iziane. Ai Guadalahara também, é Guadalahara foi verdade isso aí. Foi terceiro. É. Passa rápido mesmo. Moisiane, e de lá pra cá em 20 anos, eu acredito depois a Fabi vai, a Fabi é super dedicada ao prêmio de governança de esportes, melhorou né? Parece que melhorou a participação dos atletas, eu eu estava, acho que a própria eleição do Marco Laporta, os atletas foram decisivos pra eleição do Marco, não é? Eu estava conversando com o presidente Joel da Federação Paulista de de Atletismo ontem com com o Ricardo também, na federação de Atletismo e na confederação também tem participação de atletas, são 9 com peso 5 pra cada 45 pontos, que é considerável aí pra pra pra decisão. Isso não acontecia num passado recente né? Exatamente. É o desdobramento das 18 a né? Formando aí as funções de atletas e também dando a elas.

0:001:16
28 de nov, 10:07
#10
Secretária Nacional - Minitério do Esporte Iziane Marques
Iziane Marques

Secretária Nacional - Minitério do Esporte

Transcrição por IA

O poder né porque não adianta só ter 1 comissão consultiva né não é esse o intuito muito realmente ela ter decisão então quando ela tem Realmente esse poder de participar do dos carros ali né dos conselhos votar né aí você dá realmente poder aos atletas junto aos dirigentes. Sim, e aí eu vou querer saber, de todos vocês.

0:000:22
28 de nov, 10:08
#11
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Mas principalmente agora do Edson, da Fabiana, o Edson é o próximo, a participação dos clubes na governança, afinal de contas os clubes no Brasil são células formadoras do esporte, né? E ocupa muitas vezes as universidades e a escolas que seria sonho, né? Ter essa atribuição dividida com escolas e universidades, coisa que não acontece ainda no Brasil, acontece de forma muito pontual em alguns casos, é bem raro. Mas Edson, vicepresidente do Comitê Brasileiro de Clubes, muito obrigado, o senhor tem 5 minutos. Bom dia a todos.

0:000:38
28 de nov, 10:08
#12
Vice-presidente - Comitê Brasileiro de Clubes Edson Garcia
Edson Garcia

Vice-presidente - Comitê Brasileiro de Clubes

Transcrição por IA

Primeiro parabenizar a realização desse fórum eu sei que pra você definir evento anual não é fácil, e já vê crescimento grande do primeiro fórum pra esse né? E pra nós é 1 honra estar aqui participando desses debates, e poder ajudar e aprender também. Bom diferentemente dos comitês aqui presente né do COOAB e do CPB que representa as suas confederações e modalidades esportivas né o Comitê Brasileiro de Clubes ele representa os clubes formadores de atletas. Pra vocês ter 1 ideia hoje nós temos 1195 clubes integrados à CBC. Então a quantidade de entidades que recebem recursos é muito grande, né? Somos comitê também aqui da mesa do mais novo, né, temos 10 anos, tivemos só 2 ciclos olímpico completo, né, que foi de Tóquio e de e de Paris. E como todos sabem né, no nos países desenvolvidos, né, o esporte acaba sendo realizado nas escolas, né? E nos países totalitários o governo acaba, né, bancando o esporte. No Brasil, a gente sabe que os clubes ainda têm essa prepoderância desenvolver a maioria dos esportes, né, em suas instalações. Pra vocês ter 1 ideia na Olimpíada e Tóquio, 88 por 100 dos atletas que participaram são oriundos de clube, e agora em Paris esse ano 89 por 100 são oriundos de clubes, né? Sendo assim esse segmento pra mim né, que eu sou do segmento, é muito importante pro esporte nacional, né? E nem pra ter esse pouco recurso que a gente tem, nós somos o primo pobre, viu, da porta. Né? O e essa quantidade de de de entidades que tem necessidade de receber, a gente tem que ter modelo de governança, né? Com bastante princípios, práticas e estruturas né, que venha nos ajudar na nossa gestão. E nós temos 1 estrutura né, de governança parecida com as entidades esportivas, mas é pouco diferente. O CBC ele tem 1 diretoria muito enxuta, são presidente e 2 vicepresidentes, né, ele tem conselho consultivo, acho que poucas entidades segmentos têm, que os membros desse conselho consultivo são os expresidentes, e tem função específica pra você mudar estatuto tem que passar por esses conselhos construtivo, a estratégia da CBC é passada pra na mão desses expresidentes, né? Temos colegiado de direção que são pessoas independentes que garantem a impersabilidade porque eles aprovam ou reprovam os projetos esportivos que os clubes acabam recebendo os recursos lotéricos. E os membros desse colegiado de direção são atletas, o Lars Grael, André Eller, Manoel Rego, Mágica Paula, Mauro Image, Rebeca Andrade, como atletas. Temos o Paulo Moviso e Alê Tardini como presidente de sindicatos estaduais de clubes, e ele é coordenado por expresidente do Esporte Clube Pinheiros, que é o Betinho, que acho que todos aqui conhecem, né? Pra vocês têm 1 ideia desse colegiado, 2 terços são atletas, e medalhados, né, que com trazem a sua experiência na aprovação desses projetos utilizados pela CBC. E depois temos os órgãos de controle que acho que todas as entidades têm né? Conselho Fiscal, Editora Independente né, comissão de ética esse tipo de coisa. Temos 1 série em Campinas própria, e 1 subsede aqui em Brasília, temos 77 empregados, estou citando isso, porque 55 por 100 são mulheres, já tomaram conta da CBC já, né? E nós temos a missão de formar atletas através dos clubes, e através de programa de formação de clubes, que tem como eixo, né, o materiais de equipamento esportivo, RH e a CBI né que é os Campeonato Brasileiro interclubes. Há pouco tempo fomos auditado pelo TCU desde a 2014 que a gente começou a utilizar os recursos e auditado também dos itens da auditoria foi de governança e graças a Deus a gente foi até elogiado em algumas ações que a gente está fazendo. Estava falando com a Fabiana antes daqui do do do inicial evento né, os dirigentes precisa ter sua capacitação porque como muda o passo as pessoas evoluem e muda os conceitos, mude os princípios, né? Então nós mesmo temos que ter 1 capacitação e plano estratégico sempre avaliado pra que possa atender com menos recursos né? E atender mais entidades. Então estamos à disposição aqui de vocês, né, pra tirar qualquer dúvida sobre governança que queira entrar em algum detalhe, né? E, tenho certeza que eu vou sair aqui é pra entender muito mais coisas. Obrigado. Obrigado.

0:004:47
28 de nov, 10:09
#13
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Presidente Edson realmente os números eles impressionam 1195 clubes, é bem significativo, e ultimamente eu eu percebo o quanto o comitê brasileiro de clubes foi essencial pra manutenção né e pra sustentabilidade de muitos clubes que que treinam que desenvolvem atletas, empregos profissionais de educação física, muito positivo. Agora eu gostaria de te convidar a Fabiana Bentes, presidente da Soul do Esporte. Fabiana muito obrigado pela sua presença, o prêmio foi ontem né? Não, vai ser dia 10. Ah é, vai ser dia 10, dia do meu aniversário, eu vou estar, eu vou acho que vou estar aqui em Brasília, é 1 quartafeira né? Terçafeira. Terçafeira. Tá. Obrigado Fabiana pela sua presença. Obrigada deputado Luiz Lima, obrigado

0:000:48
28 de nov, 10:14
#14
Presidente - Sou do Esporte Fabiana Bentes
Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

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Obrigado deputado Maurício, parabenizo aqui, né os presidentes eleitos do Cobitê Olímpico paralímpico, Marco Laporta e José Antônio. Fico feliz de ver a Iziane né aqui dentro do ministério e, bom a Sou do Esporte ela é 1 entidade que vem desde 2015 atuando em projetos estruturantes do esporte brasileiro, e é a única entidade no Brasil a trabalhar a questão da governança de forma ininterrupta né? Já estamos entrando pro nono prêmio Sou do Esporte e Governança esse ano, no dia 10 de dezembro, estamos também com projeto chamado PIB do esporte, que a gente está concluindo e fazendo o primeiro congresso de economia no esporte no próximo ano, projeto de transformação da forma de que a gente vê o investimento no esporte brasileiro tanto do poder público também da iniciativa privada. E tenho algumas considerações importantes em relação à questão da governança, a gente trabalhou de do primeiro ao sexto ano a questão relacionada aos estatutos das confederações, né apesar da lei, havia digamos ainda 1, 1 necessidade de conscientizar que essas entidades precisariam mudar em determinados vetores, que são os vetores bases da da da governança. Modernização quando a gente fala de modernização a gente não está falando de profissionalização, porque quando a gente fala de profissionalização ele coloca lá CEO mas o CEO não manda nada, não tem nenhuma, quando a gente fala de modernização a gente fala de modernização do do do desenvolvimento do esporte, de como se você compartilha o poder, então é 1 modernização do processo de gestão esportiva. A integridade institucional que são relação com os pares né, relação com patrocinadores, poder público, a prestação de contas que ela precisa ser né evidentemente clara, a questão da equidade como a própria Isiane colocou mas não necessariamente só na questão relacionada à mulher, mas de 1 série de oportunidades de desenvolvimento e a questão da transparência que é digamos a força motriz da da governança. Nesse sentido, a gente percebeu que a houve 1 evolução até o sexto ano, e a partir do sexto ano de análise de governança das entidades esportivas começou aquela história de papel pintado aceita tudo, e ao mesmo tempo do papel pintado aceita tudo, está ali pra cumprir determinadas, né, práticas. E aí a gente mudou a análise de governança pra melhores práticas, então as entidades deixam de ser analisadas estatutariamente apenas para legitimar a entrada delas dentro do processo de melhores práticas que seria isso, antes a gente analisava todas as confederações olímpicas sem elas perguntarem o estatuto. E a gente ranqueava essas entidades. A partir do sexto ano, as entidades já entenderam quem quis entender qual é o estatuto que tem né tem que ser adequado e etcétera já fez, quem não fez é porque não quer fazer mesmo. E a partir desse sexto ano, a gente começou a inscrição voluntária em práticas dentro dessas entidades de prestação de câncer que não necessariamente são obrigatórios por lei, isso faz com que haja 1 mudança da cultura organizacional das confederações, que para além da lei, né, e que seja benchmark para as outras confederações então está sendo processo muito interessante, porque a gente está vendo iniciativas das confederações que inicialmente não eram vistas, que não necessariamente estão dentro daquela regrinha da governança básica, então é muito importante a gente trazer essas melhores práticas porque isso efetivamente o que vai mudar a cultura organizacional das considerações olímpicas né, da das olímpicas das entidades do desporto. 1 segunda questão que foi relacionada aos atletas quando a gente, a Sou do Esporte participou da da renovação estatutária do comitê olímpico do Brasil, e 1 das questões obviamente tinha a relacionamento com os atletas mas a a grande questão estava efetivamente na participação como a Iziane falou, não só de você estar lá o atleta participando da comissão. A gente viu durante certo período 1 ah mas eles não estão capacitados, ah mas eles não estão isso, ah mas é sempre 1 desculpa como se os atletas não tivessem efetivamente a capacidade de assumir postos de gestão. A efetivamente a capacidade de assumir postos de gestão. A gente conseguiu perceber 1 evolução nas comissões de atletas e esse ano vai ser o primeiro ano que vai o prêmio comissão de atletas no prêmio sul do esporte, com inscrições de considerações, e a gente tem hoje, confederações olímpicas e tem 2 prêmios, o prêmio de atuação que seria a regularidade dessa dessa comissão, e o de projetos que para além da lei para além da atuação também já tem comissões que vão ser premiadas esse ano. Então são alguns destaques teria muito mais coisa pra falar mas a gente deixa pra discussão, obrigada. Depois na discussão.

0:005:01
28 de nov, 10:14
#15
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Vou adiantar, você vai responder agora não tá Fabi? Quando a gente tem 1 empresa privada, a gente não avalia muito bem a governança, a gente avalia só o resultado final, né? E aí vai ser minha pergunta depois, pra você até refletindo né? Existem considerações que eu imagino que não têm 1 boa governança mas têm excelentes resultados, finais, não tem. Eu não vou falar a consideração que eu estou pensando pra não ter problema, mas por exemplo, muita das vezes quando você tem medalha, você você passa pano numa administração responsável. É é isso que eu quero chegar, tá? E às vezes você tem 1 excelente governança e você não tem resultado bom afinal, acontece também. Então como é você viver nesse nesse limiar né? Nessa coisa nessa linha tênue né? Entre o resultado e avaliação da boa governança. Então vamos, próxima convidada é a senhora Daniela Castro, diretora executiva do Pacto Pelo Esporte, tudo bom Daniela? Seja bemvinda, fique à vontade.

0:001:10
28 de nov, 10:19
#16
Diretora Executiva - Pacto Pelo Esporte Daniela Castro
Daniela Castro

Diretora Executiva - Pacto Pelo Esporte

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Bom dia, queria saudar o deputado Luiz Lima, deputado Maurício, secretário Lindberg e essa mesa é tão interessante né com Marco, José Antônio, Iziane, Edson Fabiana, Fernanda, Rafa, Fernando, Cléber, enfim é prazer estar aqui, eu acho que depois da fala da Fabiana eu vou complementar nesse caminho né o pacto pelo esporte ele é formado por 40 empresas interessadas justamente em investir mais no esporte, e aí é que ganha a relevância o termo da o termo o tema né da governança. Mas esse o pacto nasceu da atletas pelo Brasil então houve já movimento acho que desde 4011, 2012 né, movimento do setor esportivo por mais governança. Então eu acho que hoje essa mesa que nós estamos revela pouco essa essa evolução, né? E essa EAE0 que a gente fala de governança, o que que é a palavra? É como que a gente se organiza pra trazer mais resultados né? Então a governança ele, a gente fala muito de governança mas pra não perder qual é o sentido, é justamente como a gente se organiza. E o esporte tem 1 peculiaridade que aí eu vou muito no que a Fabiana falou mas também estando aqui os comitês os clubes, o esporte ele não é como qualquer área né pública, ele tem sistema de administração formada por entidades que administram o esporte, né, o comitês olímpicos, confederações e clubes, e ele também é patrimônio cultural do Brasil então há sempre 1 discussão sobre o quanto ele é privado, o quanto ele é público, né? Então a é muito interessante a mesa porque nós há anos atrás quando falávamos em governança do esporte se entendia muito como 1 1 questão somente das entidades esportivas né? E hoje a gente percebe também a evolução da do esporte quando comporta na decisão os atletas né? Então a gente tem momento de discussão da governança e esse fórum é relevante por trazer todos os atores que é momento único, né? Então há anos atrás aqui com o Edson né? Com várias figuras aqui e atores do esporte a gente discutia de como é que a gente poderia fazer essa evolução sendo que era assunto só destinado pras pros dirigentes esportivos pras entidades e na verdade elas administram patrimônio público, né? Você não tem 2 confederações brasileiras de basquete né? Não é como 1 associação que muitas vezes tem caráter mais privado. Então é dessa forma é é é é muito importante que a governança a gente entenda, nesse setor como algo também que envolve recursos não só por envolver recursos públicos mesmo se envolver só recursos privados, o esporte é administrado e administra patrimônio que é de todos nós, e aí a peculiaridade também do esporte é que se envolve atores diferentes então, lembro quando os atletas falaram e falavam de participação havia estranhamento, mas como a gente que faz a gestão das entidades, o que que esse povo todo quer se meter aqui? E na verdade o esporte é isso é formado por diferentes atores, hoje eu acho que nós estamos num momento muito melhor que naquela época né? O próprio Pacto Pelo Esporte decidiu se candidatar como membro independente pro comitê do do conselho de administração do comitê olímpico né, essa foi 1 decisão também peculiar pro próprio Pacto, mas que demonstra que há 1 evolução então a gente quer ajudar por dentro, e a própria participação dos atletas. Em todo caso é caminho, então a gente não pode nos desviar, ou seja, olha a o que a Fabiana falou realmente as entidades que têm mais resultados são as entidades que têm mais governança e gestão, isso no mundo todo, é caminho que a gente pode se ajudar pra que isso se alcance, não evitar os retrocessos eu acho que é muito importante a gente continuar avançando e consolidar, e enfim eu acho que é isso essa discussão vai ser importante aqui pros próximos anos até porque esse novo momento também demanda a gente né ter aí na mesa todos juntos como a gente está hoje, Obrigada.

0:004:55
28 de nov, 10:21
#17
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Muito obrigado Daniela. Agora eu gostaria de convidar, o senhor Rafael Lane, diretor executivo, do atletas pelo Brasil. Por favor Rafael muito obrigado pela sua presença fica à vontade. Sim obrigado pelo convite

0:000:25
28 de nov, 10:26
#18
Diretor Executivo - Atletas pelo Brasil Rafael Lane
Rafael Lane

Diretor Executivo - Atletas pelo Brasil

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Cabelo raspado, olhos azuis usando óculos de argolas, estou vestindo terno cinza, camisa branca e 1 gravata a vinho. Foi falado aqui bastante da evolução né da da governança no setor esportiva nas entidades que administram modalidades e práticas, é 1 honra pra Takes Pelo Brasil ouvir, e isso ter participado dessa construção junto com todos vocês que estão aqui, a Daniela, lá atrás liderou muito atletas pra conquista da 18 a, né? Isso é importante frisar que mesmo depois da 18 A, num processo ainda de maior participação dos atletas, a conquista de terço dos votos, nos colégios eleitorais foi feita num debate transparente e democrático aqui nessa casa. Em 1 iniciativa que o deputado Arnaldo Jorginho acampou, em 2018, e que permite agora os resultados que a gente vislumbra e vê em eleições. Exatamente. Então é é caminho de evolução e a gente já entende que tem avanços ainda sendo feitos, como a Daniela pontuou, está sempre atenta a eventuais retrocessos ou né, desconstruções do que foi construído. A Fabiana apontou, superimportante também, nós atentarmos não apenas em em ter, de 1 certa maneira, apenas o estatuto, texto escrito, a gente tem que pensar se a governança da entidade, as governanças internas não funcionam, como infelizmente não funcionaram no último processo eleitoral do Comitê Olímpico do Brasil, tentouse terceiro mandato, não foi bem sucedido no voto, ainda bem, mas tentouse terceiro mandato, é importante ter isso claro. A gente tem que pensar se as governâncias internas não funcionam, quem faz o controle do externo. Estão satisfeitos de ter né, honrado em 3 I n capitaneando também esses assuntos no Ministério do Esporte, porque o Ministério do Esporte tem papel central na coordenação de todo esse processo. Mas queria falar aqui pouco, depois desse resgate histórico, do que a gente entende que pode ser feito né e, de novo de forma coordenada e dialogada com todos, é o que na administração pública se chama de contratorização de resultados né esse termo que se usa talvez aqui pro esporte, mas é o contrato de gestão, que sempre foi previsto na lei p lá, mas nunca implementado, né de novo o parlamento a sociedade brasileira colocam, recursos altos nas entidades porque elas têm excelência no trabalho em que fazem, acho que isso é reconhecido também né e ninguém desacredita isso, mas é importante, para além de apenas prestar contas do que foi usado, que seja combinado com quem coloca os recursos os resultados serem perseguidos, quais são esses objetivos, né? Afinal de contas, em outros setores de educação, da saúde, quando o poder público repassa recursos pras entidades, combina quais são as metas que se esperam pro atendimento, né do do do fomento essa essas iniciativas no esporte, isso é importante de ser feitos também. Novamente, o Ministério do Esporte é papel central nisso, é o autor que coordena todos esses atores, já que a gente está vendo 1 profusão de novos atores não estatais dispostos a construir conjuntamente essa pauta, então acredito que estamos todos à disposição pra fazer avançar esse assunto. Mas também muito relevante, você pode dizer talvez novo pacto nacional por esse setor né? Entender realmente quais são as responsabilidades dos papéis, atores estatais e não estatais na oferta daí da política pública de esporte, não apenas a de, alto rendimento e de excelência, mas também o a oferta para crianças e jovens, como elas são inseridas na política esportiva, isso foi muito debatido ontem né Luiz? Qual que é o papel da educação, da escola, papel da saúde também, mas diferente das outras políticas sociais, a gente não tem 1 porta de entrada por assim dizer pra população acessar né, a gente constrói equipamentos, como se eles fossemse ocupados, simplesmente assim né no parque de mágica pela população então, como é que se faz o o acesso, da população realmente à à prática esportiva? Claro que tem os clubes, tem entidades, tem escolinhas, mas participa disso quem pode pagar, né e quem não pode fica de certa forma desassistido dessa política. Então acho que são temas fundamentais pra serem debatidos, o Luiz você tem sido defensor desses avanços do do acesso ao esporte da gestão do esporte aqui na casa, a gente parabeniza a sua iniciativa por esse né, por esse debate e estamos aqui comprometidos pra continuar dialogando e avançando nesses assuntos. Obrigado pela oportunidade. Muito

0:004:36
28 de nov, 10:26
#19
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Rafael, ontem foi mencionado, se eu não me engano, na eu não sei se foi na saúde ou na educação, mas mencionou em relação aos equipamentos esportivos Fabiana, que nos países que têm sucesso realmente, que têm 1 política mais séria e preocupada com o investimento público, os equipamentos têm 1 sobrevida de 50 a 60 anos. E aqui no Brasil de 12 a 17. Então, esse plano que a gente não tem né? Aí tem 1 frase velha que usa, que a gente quer ter o que não tem e não cuida do que tem né? Então, é muito é muita vontade política de se construir, e pouca vontade de cuidar realmente da estrutura que já existe ali no município né então, a gente vê essa política também de forma pouco equivocada. Gostaria de convidar agora, o senhor Cléber Augusto Ribeiro, representante do Instituto Federal do Ceará. Obrigado Cléber pela sua presença seja bemvindo. Obrigado deputado.

0:001:02
28 de nov, 10:31
#20
Representante - Instituto Federal do Ceará Kléber Augusto Ribeiro
Kléber Augusto Ribeiro

Representante - Instituto Federal do Ceará

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Gostaria de saudar a todas autoridades públicas e privadas presentes na pessoa do excelentíssimo senhor deputado Luiz Lima e também né da nossa secretária nacional de excelência esportiva Isiane Marques. Bom eu sou o professor Cléber Ribeiro do curso de graduação em gestão do esporte do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará. Vale destacar que é dos dos 4 cursos públicos no Brasil, pra nós termos ideia da da diferença de indústria né o Estados Unidos tem 400 cursos segundo a sociedade norteamericana. Nós temos apenas 4 com oferta regular e presencial. Também gostaria aqui de me auto descrever, sou homem de 44 anos, cabelo já começando a ficar grisalho né Ediverg? Em tom de pele branca mas tonalizada pelo sol de Fortaleza, Ceará. Estou sentado aqui na segunda fileira da plenária, e vestindo paletó azul. Bom, meu interesse e o interesse também da minha instituição, a instituição que eu represento aqui, que é o saldo inclusive do professor Emanuel que está comigo aqui, colega de trabalho do Instituto Federal do Ceará. Nós temos nos debruçado sobre o estudo e também a prática da gestão das organizações esportivas, né? O interesse nosso especialmente no sistema nacional de esporte, nos seus subsistemas e especialmente na gestão organizacional né do esporte né das entidades esportivas, né estratégia, estrutura e desempenho organizacional. Esse interesse vem de 20 anos aí de de desde que ingressei na graduação, e dados obtidos e também, prática né nesse contexto tem nos levado a perceber cenário deputado de alta precariedade da gestão e do desempenho principalmente das entidades que integram o nível intermediário do sistema esportivo, as federações estaduais. E esse essas entidades têm sido também objeto mais de maior interesse nosso é o desenvolvimento e o desempenho dessas entidades em nível estadual, que são estratégicas né pro desenvolvimento do esporte do nosso entendimento, porque elas lideram sistema estadual, e elas também são responsáveis por boa parte das metas, né, e dos objetivos estratégicos expostos nos planejamentos das entidades nacionais, das confederações. Então eu faço parte hoje do conselho de administração da Confederação Brasileira de Estenda de Meses e analisando o seu planejamento estratégico, foi questionado, né? A as a própria entidade ao ao comitê executivo, sobre as ações que que eram desenvolvidas em prol dessas entidades estaduais, visto que grande parte dos objetivos e metas dessa entidade eram executadas, eram atingidas, não poderiam ser atingidas sem a participação das federações estaduais e dos clubes também, né? Então esse é o objeto de interesse. E analisando esse contexto precário de gestão de desempenho, nós desenvolvemos, né, nos últimos 4 anos 1 tese de doutorado, propondo modelo inicial de avaliação de desempenho de entidades esportivas estaduais, as as federações estaduais, e também desenvolvemos implementamos há quase ano lá em em no estado do Ceará, programa, né que balizado por esse modelo de desenvolvimento de desempenho organizacional, mas programa de desenvolvimento da gestão do esporte cearense. Votado pelas federações esportivas né então, fizemos diagnóstico dessas entidades e também das entidades de tênis de mesa, mas falando pouco mais do estado do Ceará. E vencemos por exemplo que 95 por 100 das entidades não tinham né a certificação 18 A na atual certificação de regularidade. Por incrível que pareça 75 por 100 das entidades aproximadamente não tiveram recurso público nem privado pro ano inteiro, então quer dizer, funcionário durante todo o ano sem nenhum recurso, nem captado nem gerado, né e outros dados também que a gente pode trazer né mais pra frente, que demonstram esse quadro realmente caótico. Por exemplo, mais de 26 por 100 das entidades não realizaram nem o seu evento estadual. Nós estamos desenvolvendo esse projeto, esse programa lá no estado do Ceará, e eu chamo atenção pra finalizar a minha fala, da necessidade deputado de olharmos mais pro sistema esportivo na dimensão privada, e também pro seu nível intermediário, né? Essas essas entidades não têm recebido recurso, né, e repito, elas são altamente estratégicas pro desenvolvimento do esporte nacional. Agradeço por fim o convite do secretário executivo Júnior e a oportunidade de falar pra todos os senhores e senhoras.

0:005:27
28 de nov, 10:32
#21
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Muito obrigado Cléber, pelas suas observações, apontamentos, muito interessante. Gostaria de convidar o senhor Fernando Mesadri, coordenador geral do Instituto de Pesquisa e Inteligência Esportiva. Fernando, muito obrigado pela sua presença, fique à vontade.

0:000:22
28 de nov, 10:37
#22
Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva Fernando Mezzadri
Fernando Mezzadri

Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva

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Bom dia a todos e todos. Gostaria inicialmente de cumprimentar o deputado Luiz Lima, né, por essa por esse segundo fórum, importante debate, cumprimentar o secretário executivo Lindemberg Faria, que desenvolve trabalho belíssimo aqui na casa e cumprimentar a secretária Ziane Marques em nome da secretária. Fernanda eu também me confundo, às vezes eu

0:000:23
28 de nov, 10:37
#23
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Telefone falou olha Lindberg, aí eu estou no aí estou no aeroporto, falo Paulo Luiz você está falando com o Lindberg Faria do PT? Não ele não é o Lindberg Faria Júnior, acontece, é tranquilo.

0:000:14
28 de nov, 10:38
#24
Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva Fernando Mezzadri
Fernando Mezzadri

Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva

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Cumprimentar a Isiane, a Isiane, em nome da da secretária cumprimentar toda a mesa, e eu vou me descrever, eu sou homem branco de cabelos castanhos, estou metro e 70, estou vestido com terno cinza, camisa azul clara e 1 gravata azul escura. Eu vou ampliar pouco a a discussão, porque eu vou começar com gestão eficiente, né? Modelos de governança nas entidades esportiva. Quando nós falamos de gestão eficiente, nós estamos fazendo 1 abrangência das nossas discussões, né? Nas entidades públicas e privadas, né? Não nos entes federativos, nos governos municipais, estaduais e e federal, mas também da das entidades de direito privados né? No que se refere os comitês, confederações, federações, clubes e também o terceiro setor, né? Quando nós pensamos numa gestão eficiente e no seu modelo de governança, nós temos que ampliar no conjunto do campo esportivo brasileiro. E a minha primeira pergunta, né, como pesquisador, né, o que é gestão eficiente? Gestão eficiente é aquele que articulam os 3 níveis das dimensões esportiva, ou seja, a formação esportiva, a excelência esportiva e o esporte pra vida toda. A formas, a a gestão eficiente é aquele que, aquele que consegue mais medalhas, seja no âmbito público, foi a sua pergunta, deputado, e já estava aqui, aquele aquela entidade que consegue mais medalhas, seja no âmbito público de 1 prefeitura, ou seja no âmbito de 1 confederação no no chegando na nas olimpíadas, é aquele que tem controle social maior, né, a participação dos atletas, né, a participação nas nos comitês, nas confederações, nas federações, ou no campo do poder público, na construção do conselho, dos conselhos municipais, estaduais ou federal, né? Então quais são os parâmetros indicadores que nós temos pra nós falarmos sobre eficiência na gestão e ou sobre 1 governança eficiente. Eu eu eu parto dessa questão e e parto portanto da lei geral do esporte. Nós já temos 1 lei, essa lei regulamenta. Pode ter melhores e deve ter melhores, isso isso é óbvio que isso se estabelece. Nós temos 1 lei que define o papel dos entes federativos, no seu artigo, nos seus artigos 16, 17 e 18. Ele define, podemos melhorar, né? Mas ele define o os papéis os papéis de cada 1 delas. Também define o no seu artigo 36, não só 18 AEA 18 a 18 A, na lei Pelé, mas AAA nova lei, a lei geral do esporte, no seu artigo 36 também define o que é governança, e muito bem definido para as entidades públicas e privadas, né? Porque nós estamos falando que essas entidades vão fazer parte de sistema, sistema que ele é abrangente. Aí nós temos os subsistemas, né recentemente na semana passada retrasada, foi aprovado o artigo 29, né que tinha sido vetado e foi aprovado recentemente então, como é que nós trabalhamos essa perspectiva das ações no que se refere ao sistema nacional de esporte, pra falar sobre gestão eficiente e sobre governança? Por fim, pra que nós tenhamos balizamento, nós precisamos dar atenção pro artigo 13 da nova lei, que é a criação do Sistema Nacional de Informações Indicadores do Esporte. Está na lei, né? Nós precisamos criar, dentro do esporte, o Inep, o INPEA, pra que nós possamos, daqui a alguns anos, termos efetivamente, né, 1 base pra falar sobre a gestão eficiência no que se refere também a governança, que é elemento dessa gestão, né, no que se refere o controle social, prestação de contas, transparência, mas também incluir a sustentabilidade, a sustentabilidade como todo. Então bem rapidamente, só pra dar alguns dados, nós do Instituto Inteligência Esportiva, que é o único instituto formal dentro das universidades pública do país, somos os únicos deputado, nós 99 por 100 dos municípios não têm fundo municipal de esporte. E tem que ter controle, tem que ter governança nesses fundos. Já foi aprovado, né, a a lei já determina a criação desses fundos, né no seu artigo 40 e né? Foi votado recentemente por essa casa, né? 75 por 100 do dos municípios nós já chegamos a 2286 municípios, temos convênio com 20 estados. É o maior é o maior banco de informações do esporte brasileiro. Não possui nenhum nenhum processo de avaliação porque não consegue ter indicadores. 60 e por 100 dos municípios não têm conselho municipal de esporte ou seja, como é que vão como é que não vão falar em governança, nem em controle social, né? E por fim, né, 18 por secretários Eliane, 18 por 100 das gestras municipais somente são mulheres, somente 18 por 100. E desses 18 por 100 só 4 por 100 são pretas. Então nós temos que ter nível de governança de gestão que se deve ampliar essas ações, né? Ampliar né, e e termos indicadores pra isso. Então eu encerro aqui minha fala, depois nós vamos falar pouco pouco mais sobre isso, acho que é importante pensar a partir da nova lei, né, ela já está aí. O que nós precisamos é implementála, né, ter 1 força de articulação nacional com as entidades públicas e privadas, centralizado obviamente pelo Ministério do Esporte, né, e que nós possamos avançar nesse sentido. Muito obrigado a todos e todos.

0:006:32
28 de nov, 10:38
#25
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Obrigado professor Fernando Mesadri. Gostaria de convidar agora a senhora Fernanda Nunes, Fernanda, representante da comissão de atletas do comitê olímpico do Brasil. Fernanda muito obrigado pela sua presença, fique à vontade. Bom dia a

0:000:21
28 de nov, 10:45
#26
Representante - Comissão de Atletas do Comitê Olímpico do Brasil Fernanda Nunes
Fernanda Nunes

Representante - Comissão de Atletas do Comitê Olímpico do Brasil

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Cumprimento o deputado Luiz Lima, secretário Lindberg, obrigado pelo convite, fico muito feliz de estar aqui mais ano no segundo Fórum Legislativo do Esporte, vou cumprimentar também meu futuro presidente Marco Laporta, e minha amiga e secretária Iziane. Bom, pra mim como atleta ainda sou 1 atleta ativa, então eu fico muito feliz de estar representando a comissão de atletas do do Comitê Olímpico do Brasil, eu falo aqui em nome de grupo de 25 atletas, e em nome de todos os atletas do país né? Bom, governança né? As comissões de atletas elas começaram a ficar mais fortes a partir né da das 18 dezoitoA que hoje estão inseridas ali no artigo 36 da LG, e nós por lei né fazemos parte das assembleias eletivas, nós somos eleitos pelos nossos pares então atletas do país votam diretamente, antigamente os atletas das comissões eram indicados por gestores das entidades, então a gente vê 1 grande evolução em termos da formação da própria comissão. Dentro das assembleias a gente tem terço dos votos, então é peso muito importante pra decisões da entidade, e a gente o que eu acho que é importante passar aqui em termos da nossa eficiência que eu diria que a CACOB vem cada vez mais se profissionalizando e avançando né? Nós estamos, nós somos gestores, e cada vez mais nos tornando gestores, então exemplo que eu trago aqui né, todas as eleições a gente encara com muita responsabilidade, a gente recebe todos os candidatos, a gente conversa, a gente avalia currículo, a gente busca informações de outras pessoas a respeito daquele candidato, então a gente tem muita responsabilidade pra ocupar os lugares que que abrem pra gente. A Iziane falou sobre mulheres na liderança, né, a Kobe ela tem 1 equidade de gênero importante, a partir da Kobe a gente tem vários líderes da gestão esportiva que saem de lá pra outros cargos como a própria Eziane, como a Yanni Marques que foi nossa presidente e agora assume a vicepresidência do COB, então isso só acontece porque os atletas eles estão realmente se capacitando avançando, né? Eu acho que diferente da das outras dos outros membros ali por exemplo da assembleia né, a gente não tem exatamente corpo técnico junto com a gente, a gente não tem jurídico próprio, a gente não tem 1 parte financeira própria, e a gente realmente busca se aperfeiçoar nesse sentido, buscar profissionais pra apoiarem a gente né, o a comissão ela tem papel de aprovação de contas, então isso é 1 coisa muito séria, e a gente busca cada vez mais estar preparado nesse sentido. Eu diria que a comissão ela tem não só essa preocupação com eleição e aprovação de contas, a gente está preocupado com os atletas em todas as fases da carreira do atleta, com o esporte seguro, com o pós carreira, então a gente sabe que foi reaberta aí a discussão sobre aposentadoria dos atletas, a gente colaborou inclusive ali com os debates da lei geral do esporte né, a gente buscou essa aproximação aqui com a secretaria de esporte, com o ministério, com os parlamentares pra falar sobre esportes, eu acho que ninguém melhor do que os atletas pra pra pra falar sobre isso, e são atletas que estão muitos né dentro do nosso grupo em atividade, então o pessoal tem ali no dia a dia realmente de perto quais são as necessidades. Então a gente está buscando cada vez mais abraçar todas essas fases e as necessidades dos atletas, a gente trabalha também com a parte educacional então a gente tem todos os anos o o fórum das comissões de atletas, a gente busca apoiar as comissões de atletas das confederações que ainda é ponto que ainda precisa de desenvolvimento e apoio pra se pra se desenvolver, os atletas ainda são 1 parte vulnerável né, então muitas vezes pra ele estar dentro de 1 condição de atletas e também estar ele fica vulnerável né, a gente sabe que às vezes você se posicionar pode prejudicar sua carreira esportiva, então a gente busca como minimizar esses danos, e o que que a gente quer pro futuro né, eu acho que a gente quer cada vez mais participar, não ficar essa coisa separada né de comissão de atletas e presidente de confederação e outros gestores, eu acho que é mais esse entendimento de que nós somos gestores, né? Então a gente conseguir colaborar em cada vez mais em conjunto com o grupo pro desenvolvimento do esporte no nosso país. É isso muito obrigada.

0:005:08
28 de nov, 10:45
#27
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Fernanda, não é participar somente na eleição, né? Em todo o processo. Gostaria agora de convidar o senhor Leomon Moreno, que está em São Paulo. Muito obrigado Leomon, você está treinando, interrompeu aí o seu treino, pra participar conosco. O Leonomon é presidente do conselho de atletas do comitê paralímpico brasileiro. Leonomon, muito obrigado, fique à vontade. Estamos aqui ansiosos pelo seu depoimento, pelas suas observações. Obrigado.

0:000:38
28 de nov, 10:50
#28
Presidente - Conselho de Atletas Leomon
Leomon

Presidente - Conselho de Atletas

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Eu vem bem? Agora melhorou, obrigado meu amor. Ah, muito bom dia aí a todos, gostaria de primeiramente aqui agradecer a oportunidade né, a minha segunda participação também no fórum legislativo aqui, e pretendo né, de 1 forma breve rápida como poder contribuir pouco com o debate, fica pouco até difícil né falar assim, por último, por todos os temas aqui já estarem totalmente abordados, disponíveis aí nas falas de cada Gostaria também de agradecer aí ao deputado, na oportunidade da sua pessoa cumprimentar a todos, principalmente ao nosso presidente aqui do comitê paralímpico brasileiro José Antônio Freire. E cumprimentar também especialmente a Fernanda que vem do mesmo segmento que eu da, de 1 comissão de atletas né? Então, como eu falei fica pouco difícil né trazer algumas visões diferentes das das que foram colocadas já, mas apresentando pouco do nosso trabalho aqui a gente vem fazendo a mesma, seguindo na mesma linha da Kacobi né, de desenvolver os atletas, de proporcionar capacitação para os atletas, oportunidades de crescimento em relação a, a sobre o esporte principalmente para a limpo brasileiro mas tendo 1 noção também do que é o esporte em geral. A gente vem, realizando aí fóruns também em conjunto não só com o CPB mas trazendo pessoas de fora do nosso movimento também que impactam né dentro do nosso, do nosso movimento é o Ministério dos Portes, é a Agência Brasileira de agentedopagem, são agentes políticos pra passar pouco né da visão política em relação ao esporte do do nosso cenário brasileiro, então a gente vem também fazendo esse trabalho, assim como a CACABE faz de capacitação dos. Eu vou abordar aqui tema diferente né, o, cada fala que foi sendo passado aqui, o discurso vai mudando, e eu vejo que não foi abordado esse tema, no nosso fórum. A gente falou aqui, de dar voz aos atletas, a gente falou aqui de proporcionar capacitação aos atletas, de proporcionar, espaço né de discussão, de contribuição. Falamos também de de igualdade de gênero, mas na minha concepção além da igualdade de gênero a gente igualdade de oportunidades né? Nós pessoas com deficiência no Brasil e no mundo a gente vem de de passado meio que discriminatório né em relação às pessoas com deficiência, antigamente lá as pessoas com deficiência era eram tratadas à margem da sociedade hoje muito por conta da nossa luta da pessoa com deficiência a gente vem conseguindo evoluir em relação aos direitos da das pessoas com deficiência, e dentro do esporte a a mesma questão. A gente vê que tem sim, falas em relação à igualdade de gênero, à igualdade racial, mas a gente também precisa olhar pra igualdade de oportunidades pras pessoas com deficiência. Se a gente pegar, num num âmbito inteiro né do nosso Brasil, não só no âmbito esportivo, gente vê que tem poucas pessoas com deficiência em cargos de liderança, em em posições representativas, que não sejam a a do seu próprio movimento da pessoa com deficiência ou do esporte paralímpico, ou da cultura da pessoa com deficiência a gente precisa estar inserido em todos esses contextos. Então, 1 reflexão né, minha aqui e com certeza que é de todas as pessoas com deficiência do nosso Brasil, é que a gente possa achar né algum ponto de, revolução pra essa questão da disponibilidade de oportunidades às pessoas com deficiência, né principalmente dentro do esporte que é o que está sendo, abordado e discutido e e com certeza em várias discussões aqui vão ser exauridos aí todos os pontos pertinentes à evolução do esporte como em geral né? E a questão da vulnerabilidade do do atleta que a Fernanda colocou aqui é ponto de convergência aqui entre nós, eu sou totalmente adepto aqui dessa parte do discurso dela por nós atletas por muito tempo ficamos totalmente focados no nas nossas capacidades em relação a atletas, a a nossa busca em relação ao nosso objetivo central que é o resultado esportivo, mas a gente precisa também de capacitação, de base e de respeito também para com os atletas em relação a essa questão da participação dos atletas nos momentos decisórios né, que seja numa eleição, que seja numa mudança de estatuto, seja num diálogo entre atletas, confederações, comitês, pra que a gente consiga proporcionar crescimento em geral pro esporte, a gente precisa do respeito em relação aos atletas, principalmente enquanto eles estão em atividade ainda, pra que a gente não deixe os atletas vulneráveis a más intenções né, de de talvez agentes, pessoas aí que tenham como talvez 1 linha de pensamento da articulação, à pressão aos atletas, isso não pode ser aceito dentro do nosso movimento esportivo brasileiro, e tenho plena convicção de que a gente, excluindo qualquer possibilidade e até 1 reflexão pra que a gente construa algo dentro desse fórum ou em outros momentos de discussão do esporte, possibilidades de que os atletas não sofram com esses momentos né que muitas das vezes são muito difíceis aí pros atletas poderem ter consciência e avaliar, vale a pena eu me envolver com a gestão do do esporte ou não, vale a pena eu me disponibilizar a ser representante de atletas ou não, eu tenho essa consciência que eu sempre vou, me esforçar o máximo pra representar os atletas mesmo que eu tenha algum prejuízo em relação à à minha linha esportiva, mas que os atletas tenham a voz realmente, Expressas dentro de todos os órgãos todas as organizações esportivas. Então é isso muito obrigado pela oportunidade.

0:006:51
28 de nov, 10:51
#29
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Leonor, muito obrigado pela sua participação, parabéns pela medalha olímpica que você conquistou, como capitão aí do golbol, medalha de bronze em Paris. Muito obrigado pelas suas observações, tá bom? Nós vamos continuar aqui, vamos antes de abrir pra perguntas. Eu gostaria de citar a presença do deputado estadual João Júnior de Minas Gerais. Oi João, tudo bem? Quer dar 1 palavrinha João? Por favor, fica à vontade.

0:000:37
28 de nov, 10:57
#30
Deputado Estadual João Junior
João Junior

Deputado Estadual

Transcrição por IA

Bom dia a todos vocês, pra mim é grande prazer sair lá da das Minas Gerais, sou lá hoje como deputado estadual, colocado na cidade de Uberlândia no Triângulo Mineiro, onde a gente tem 1 cidade realmente pujante, que apoia o esporte isso me deixa muito orgulhoso. E estar aqui presente com grandes autoridades do esporte, com grandes autoridades esportivas pra mim me enche de orgulho. Obrigado. Porque eu como vocês que foram atletas olímpicos e de grande desempenho, tenho certeza que vocês também foram jovens crianças que ficavam assistindo os atletas na televisão, e aquela expectativa daquela cesta eu acompanho muito a Iziane a cesta decisiva, o Slimba ficava torcendo pra sair a mão dele dentro da água primeiro e bater no totem, essas são as nossas expectativas. Obrigado. E por que que a gente não democratiza cada vez mais essas expectativas aos jovens e às crianças de todo o Brasil? Por que que a gente não nos tornamos definitivamente 1 potência olímpica? Por que não Luiz? Quando a gente assiste aquele o painel de medalhas nas olimpíadas, a gente se contenta em ficar dezenas e dezenas de lugares lá atrás e não e não estar lá no topo, a gente se contenta com aquelas poucas medalhas de ouro, prata, porque a gente sabe da dificuldade, só que, pra que a gente torne 1 potência olímpica foi dito aqui, nós precisamos se tornar 1 potência esportiva, porque aí nós vamos criar grande celeiro de de atletas porque o esporte hoje não pode ser opcional, investir o esporte hoje tem que ser decisivo, porque o esporte forma caráter, forma líderes, forma grandes exemplos, e é por isso que a gente está aqui hoje, e por isso que eu estou feliz de estar aqui hoje, porque eu estou vendo o envolvimento de todos, só que nós percebemos aqui também, os motivos porque nós não somos essa potência esportiva, essa potência olímpica, porque não há investimento certo, investimento correto, e aqui hoje a gente está tratando principalmente na excelência, da governança do esporte. Nós temos muitos, muita excelência na governança do esporte, mas não falta incentivo, e por que nós, ou a grande parte dos políticos não investem de forma maciça no esporte? Porque esse é investimento a médio e longo prazo, não dá resultado. E aí a gente tem que descarregar grandes valores investindo na saúde, que é pra cuidar da saúde, ou seja, nós não agimos preventivamente. Se nós investíssemos no esporte de forma preventiva, com certeza os investimentos na saúde seriam menores, porque a gente já está criando 1 sociedade mais justa, equilibrada, saudável, e é por isso que a gente está aqui hoje. Eu espero de todo o coração que a gente crie expediente que a gente busque pressionar os governos pra aumentar o incentivo ao esporte, senão a gente vai ficar fazendo fóruns como esse e discutindo as mesmas dificuldades e situações. Eu tenho orgulho e gratidão por ser hoje deputado estadual e poder sair só da teoria, mas colocar em prática o meu mandato no desenvolvimento esportivo. Eu sou 1 referência na minha região no esporte, porque eu invisto no eu não só pratico esporte como eu invisto no esporte pra criar mais condições pra aqueles jovem, pra aquelas crianças deixe só de ter esperanças, expectativas de futuro melhor, mais larga as telas e tenha 1 saúde, 1 qualidade melhor de vida. E isso me traz muita gratidão porque está até que hoje o secretário de esporte do estado de Minas Gerais que traz grande apoio Minas Gerais. Está aqui hoje também o deputado federal Maurício do vôlei que também é 1 grande referência na nossa região, mas nós precisamos cada vez mais envolvermos pessoas e governantes e mais, envolvemos políticas públicas decisivas pra incrementar cada vez mais o investimento no esporte, senão a gente vai continuar aqui ano a ano falando do fórum e as mesmas notícias, trazendo as mesmas realidades. Então, muito obrigado, presidente Luiz Lima, você é 1 grande inspiração pra todos nós e eu tenho certeza que a gente vai partir desse momento evoluir, avançar cada vez mais nas práticas e esportivas e desenvolvimento dos nossos jovens aí por todo o Brasil. Então muito obrigado, grande abraço a todos e contem sempre comigo no que for preciso. Obrigado.

0:004:07
28 de nov, 10:58
#31
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Deputado João Júnior de Minas Gerais. São muitas cidades né deputado? Quantas cidades o senhor conhece em Minas Gerais? Das 800. Olha. Foi foi. Minas?

0:000:15
28 de nov, 11:02
#32
Deputado Estadual João Junior
João Junior

Deputado Estadual

Transcrição por IA

É é continente né? É 853 municípios. Caramba. Eu devo conhecer Luiz 200? Não, não consegui conhecer umas 120 130 cidades. Realmente a Minas é muito grande e cada região tem sua característica especial. A gente tem nordeste lá dentro, a gente tem São Paulo, a gente tem o CentroOeste, a gente tem o país todo em Minas Gerais, é muito eclético. E eu queria fazer destaco, isso me permite, eu esqueci de fazer esse destaque, quando a gente trata de excelência na no no na gestão do esporte, a gente tem hoje o Praia Clube, em Uberlândia. Tá. Uberlândia hoje é capital do vôlei. Sim. Porque é 1 excelência esportiva do Praia, 1 excelência esportiva no no no paradesporto, então Praia Clube a gente fica cheio de orgulho por causa disso, é apoio do governo do estado, apoio do do Tomás, secretário de esporte, mas a gestão do Praia Clube é exemplo pra que todos sigam também pra melhorar cada vez mais e investir de forma correta no esporte de alta performance e também na base. Obrigado Luiz. Obrigado, muito

0:001:01
28 de nov, 11:02
#33
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

João muito obrigado pela sua presença. Coronel Crisóstomo, o senhor quer fazer algumas observações coronel? Deputado? Se o senhor permitir? Por favor, senhor que manda Rondônia é que manda. Por favor vem cá coronel Cruzóstomo. Rondônia se eu não me engano são 16 municípios? 52 e a rei feio 52. Roraima, Acre que tem menos, Amapá, eu acho que é o Amapá. Amapá, pouquinho né? Roraima Roraima. 16 Roraima, olha não é rei. Não confundi Roraima com Rondônia, tá? Coronel que vai ficar bravo comigo Fico bravo porque você ainda não foi lá em Rondônia. Presidente.

0:000:50
28 de nov, 11:03
#34
Transcrição por IA

José, agradeço por essa oportunidade de momento, de extrema importância, para o esporte brasileiro. Ver esse plenário lotado é motivo de muita satisfação pra nós parlamentares né? Porque a gente adora quando o plenário está cheio, quando tem meia dúzia de pessoa a gente fica, meu Deus é sofrimento pra gente. Aqui olha, e eu só não imaginava, embora nasci do esporte né cara, que o pessoal, o pessoal está sério demais, né cara? Você ainda está anotando isso como penetrado, né rapaz? Todo mundo atento ao discursos, muito bacana. Que bom estar aqui, você é 1 referência aqui pra nós, entendeu? Não só como atleta, mas como parlamentar, você há pouco estava dizendo da minha atuação, mas a sua atuação é exemplar, você está permanentemente defendendo o Brasil não só aqui mas em plenário, e você apresenta os fatos reais, porque muitas vezes o político sobe lá, eu vou falar né porra, não, eu não escondo coisa não, sobe lá pra fazer entendeu pra aparecer lá, aparecer imagem e tal, mas o que ele fala não é a verdade, ou não é o que ele gostaria? É, tem isso gente, tem isso, está bom? Noidinho não, no cinema se tiver que fazer 1 crítica construtiva ele faz. Se tiver que elogiar ele elogia. Então meu caro, parabéns pela sua atuação está bom? E muitos aqui ele conhece, assim como, o presidente Laporta me conhece. Muitos te conhecem também. Eu puxei exatamente sobre o presidente lá porta, porque nós fomos formado na mesma escola de educação física. Convivemos muito tempo na mesma escola de educação física. Aprendemos, coisas maravilhosas do esporte na mesma escola de educação física, entendeu? E, trabalhamos juntos, Juntos em eventos, lá no Rio de Janeiro né? Eu, a escola que eu estou falando é a escola de educação física do exército ali olha. Muita gente pode até não ter ido lá lá a porta, mas com certeza quando subir o Pão de Açúcar olharam pra baixo, aí viram a escola de educação física. 1 grande escola. Iniciou a educação física no país. Há 1 temporada atrás. Trouxe várias, vários assuntos que vieram pra escolas que hoje estão implantado aí olha, né? A corrida dos 12 minutos. Foi estudada lá na escola de educação física. Entendeu? Tivemos até, seleção brasileira né, junto conosco aí olha, pensa na década de 70, o fruto de trabalho, de dentro da escola de educação física. Por quê? Ah você está falando da escola de educação física porque o do exército não, é na escola de educação física dos brasileiros. Nós cuidamos dela, mas ela é dos brasileiros. A nossa instituição defende os brasileiros. E, aliás, circula mais civis lá do que nós militares né? Tem muita gente, os atletas estão lá, O vôlei vive lá dentro treinando, não sei se você teve a oportunidade de treinar lá na escola, mas enfim, a ginástica treina lá direto, enfim, o futebol é 1 escola dos brasileiros. E eu me orgulho, no exército a gente diz assim olha, quem é formado na educação física. Usa calção preto, então é a escola dos calções preto. Porque é uniforme diferente, o nosso uniforme lá na escola, tem o calção preto então, lá a porta quando vocês viram lá, eu lá porta, calção preto, ele vai atender vocês, está bom? Parabéns pelo trabalho que você sempre executou e com certeza no comitê olímpico vai executar. Vejo atletas brasileiros aqui é o vocês nos orgulho atletas, está bom? Aqui tem Luiz Lima, tem outros atletas olímpicos e tal, é tão bom conviver com essa galera, coração, coração aberto, é é o esporte faz isso rapaz, é o esporte faz isso. E eu tenho aqui na Câmara dos Deputados, empreendimento de esporte. Tomara que tenha alguém aqui que esteja vinculado à minha. Eu sou presidente, da Frente Parlamentar de Esportes Eletrônicos e Games. 210 deputados federais, me autorizaram, tem que autorizarem tem que ser no mínimo 197. Se 196 assinarem, arquivado. Tem que ser no mínimo 197 deputados federais autorizarem 1 frente existir. Tem 210 na comissão, Na minha na minha frente parlamentar de esportes eletrônicos e games. É novo mundo. Mas também é esporte, e por sinal, já voltamos também. Os games, os esportes eletrônicos vão também pro mundo olímpico. Enfim. Parabéns a todos vocês. Olha fala lá pro ministro que eu estou mandando os bons milhões pra pra pra pro esporte lá tá, Eu tenho que usar esse momento que já é pra pra galera aqui olha, quero mandar mais, tá? Fala pra ele, ele não está aí agora que eu sei mas eu vou visitálo, tá bom? Parabéns por vocês, continue pontuando aqui na câmara, daqui, chega lá em Rondônia, chega lá em Porto Velho, a fala de vocês. Vocês estão sendo muito mais vistos do que 20 30 anos atrás, que os brasileiros olham pra cá agora. Então, os seus discursos sejam bem pontuados, porque os brasileiros gostam de ouvir vocês, porque vocês vivem de coração aberto. Porque treinar, não é na internet, treinar é ralar. Fiquem com Deus, forte abraço a todos, parabéns pra você. Obrigado

0:007:34
28 de nov, 11:04
#35
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Pra sua participação. Eu vou fazer 2 perguntas aqui, que nós recebemos dos internautas, eu gostaria também que, todos os convidados que quisessem fazer perguntas, dessem tchauzinho aqui pro Lindberg anotar o nome, tá bom? É, vamos fazer de 4 a 5 perguntas aqui dos convidados, tá bom? Mas eu vou começar aqui com 1 pergunta que a gente recebeu e eu queria saber se o CPB COB EEA Isiane do Ministério do Esporte tem essa informação, a Fabiana também. É de fundamental interesse de todos os a participação dos atletas nos processos de tomada de decisão, dentro e fora das entidades esportivas. A pergunta é do André Luiz Viana. Porém muitas considerações não possuem ainda comissão de atletas constituída. Como o ministério, CPB e Cohab pode ajudar nessa implementação onde ainda os atletas não são ouvidos? Ainda existe consideração sem sem, hã? Existe Fernando, existe Fabiano? Existe mas, é, não recebe recurso. Ah mas Não está não está, exatamente o que eu certifique. Entendi. Mas então existem configurações. Eu já falei da questão do estatuto lembra da análise estatutária? Quem, quem cumpriu já.

0:001:14
28 de nov, 11:12
#36
Presidente - Sou do Esporte Fabiana Bentes
Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

Transcrição por IA

Quem não cumpriu é porque não quer cumprir mais. Certo. CBF não tem, tá? Ou que não recebe recurso público. Tá. E não recebe recurso público então.

0:000:09
28 de nov, 11:13
#37
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Aqui André, Luiz, a sua resposta então eles não recebem recurso público, e também pode existir alguma configuração não olímpica também né, que não tenha construído, e que tem muitas configurações de não olímpicas com com muitos atletas praticantes desses esportes né? A outra São Paulo isso esclarecer no caso das não olímpicas, as Americanas e sulamericanas, que não procuramos os Jogos Olímpicos, mas

0:000:25
28 de nov, 11:13
#38
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

Transcrição por IA

É boliche por exemplo. Recebe o custo cobre tem que ter a Tem. Atender a certificação da 18 18 A. Tá. Quais são a a as configurações que deixaram?

0:000:09
28 de nov, 11:14
#39
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Olímpica recente, você tem? O

0:000:03
28 de nov, 11:14
#40
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

Transcrição por IA

Dodecer, e estão entrando 5 novas agora pra Los Angeles, que é o Flag Football, o Lacrosce, 0E0 baseball softball. A culpa do foi daquela australiana ou não? Acho que acredito que não já já saído antes. Já já tinha.

0:000:16
28 de nov, 11:14
#41
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Aquela chaleira foi barata né? Foi muito legal ela repercutiu bem né? Né? Você não sabe quem ganhou o você sabe é a dela. Eu sei eu sei

0:000:11
28 de nov, 11:14
#42
Presidente - Sou do Esporte Fabiana Bentes
Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

Transcrição por IA

Ali ó e ela animada eu sigo ela no instagram eu passei a seguir

0:000:06
28 de nov, 11:14
#43
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Também é bacana pra. Os presidentes dos comitês esportivos nacionais, CPB e COB, dizem estar trabalhando em projetos conjuntos, e também do André Luiz. Então vai, de novo. Tendo em vista a quantidade de medalhas que o ciclismo pode trazer nos diversos jogos internacionais, é de grande interesse a construção de velódromo moderno e capaz de propiciar, não só treinos, mas como competição de nível mundial. Esses projetos suprascitados englobam a construção do já previsto velódromo em São Paulo? Ele sabe responder. Eu acho que o presidente José Antônio já tem.

0:000:36
28 de nov, 11:14
#44
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

Transcrição por IA

CPB está trabalhando nisso, e lembrar que nós temos o Velódromo no Rio né? Tenho. Deputado Luiz Lima, senhor bom dia, a gente está construindo projeto junto a governo de São Paulo e

0:000:14
28 de nov, 11:15
#45
Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro José Antonio Freire
José Antonio Freire

Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro

Transcrição por IA

Construir de fato acho que agora em 2 final de 2025, começar a questão do velório lá em São Paulo, que obviamente o velório pronto e caso o COB precise usar, não vai ter nenhum tipo de problema quanto a isso. A gente está conversando nessa perspectiva não só do velódromo com o velódromo como outras ações em conjunto. Obrigado presidente José Antônio Freire. Agora aqui é 1, é 1 crítica da Daniela Francis Cult.

0:000:40
28 de nov, 11:15
#46
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Curiosamente não há entre palestrantes representante da Confederação Brasileira de Portos de Surdos, ou de qualquer federação de portos surdo. O Brasil acabou de realizar e conquistou 45 medalhas no plano americano realizado em Canoas recentemente. Mais 1 vez os surdos vivem sua invisibilidade em tema tão importante. Daniela, você está coberta de razão, vocês não deixarão de serem convidados nos próximos eventos, peço 1000 desculpas, tá? 1 falha nossa, mas em contrapartida nós, nessa legislação, nós conseguimos incluir o comitê de surdos em relação à participação de recursos vindo das loterias e também das loterias não convencionais né, que são os então graças a Deus a gente não passou totalmente em branco mas Daniela já está anotada, a bronca que você nos deu aqui, e a gente vai melhorar, e vocês estarão convidados certamente nos próximos eventos, desculpa. Vamos abrir perguntas que, quem vai ser o primeiro? E aí quem sentir apto a responder, aí tem as perguntas e depois 2 minutos de cada participante, por favor, quem? Passa a palavra 2 minutos pro José Antônio que tenha voo. Por favor, presidente José Antônio.

0:001:26
28 de nov, 11:16
#47
Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro José Antonio Freire
José Antonio Freire

Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro

Transcrição por IA

Na perspectiva de do crescimento que a gente entende pro para desportos, e não deu em 5 minutos pra gente colocar a gente tem feito 2 vezes por ano os nossos festivais, que foi feito foram 30000 crianças em julho e agora em dezembro o CEDMA fazer outro, na perspectiva de 50000 crianças, em 120 cidades do Brasil, certamente as cidades aqui dos nossos colegas devem ser contemplada com esse festival onde, que a gente 20 por 100 são crianças sem deficiência naquela perspectiva de de inclusão, e isso tem, tem sido sucesso muito porque já há algum tempo que a gente vem fazendo esses festivais, 27 mitos pelo Brasil, em todas as cidades, capitais do Brasil, então o CPB tem preocupado muito em trabalhar essa questão, da base, pra que a gente possa, a gente hoje está no top 5 e a gente pretende continuar no top 5 e até quem sabe Los Angeles ou na Austrália aí quarto lugar, na num trabalho que vem sendo empreendido, pelo CPB, grande trabalho que o presidente Misael vem fazendo, substituir Misael não é 1 tarefa muito fácil, mas o movimento me escolheu pra que possa dar continuidade a esse trabalho, e além disso o deputado, o Misel Conrado mandou abraço, quando sair é Lili, me mandou abraço pra você lhe convidando mais 1 vez quando você possa ir lá de novo no CT conhecer, e eu fico muito feliz em participar dessa discussão desse debate, infelizmente eu vou ter que sair vou pegar voo agora pra São Paulo, mas sempre à disposição quando essa comissão precisar a gente vem aqui discutir debater o esporte e fortalecer essa política que é é 1 política que engloba saúde, educação e isso é importante pra população brasileira. Muito obrigado. Presidente José Antônio eu que

0:002:40
28 de nov, 11:17
#48
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

A presença do senhor, desejo boa sorte na condução, entendo o tamanho da responsabilidade de dirigir o centro paralímpico maravilhoso que eu conheci, conheci as instalações de onde os atletas ficam hospedados, alimentação, pista de atletismo, as piscinas, as quadras, os apoios que os atletas têm. Eu sou muito amigo da Suzana Shinoff atleta de natação, né que no decorrer da sua vida adquiriu, 1 doença degenerativa né, e ela que fez Iron Man, jovem, foi nadadora do Minas Tennis Clube, trabalhamos juntos no Rio de Janeiro, ela é professora de natação, e eu tenho acompanhado o quanto o CPB abraçou a Suzana, e abraço até mais atletas também. Muito obrigado. Gostaria de convidar agora o professor Wellington Sampaio, cadê o professor Wellington Sampaio, professor Wellington Sampaio, professor Wellington Sampaio, professor Wellington Sampaio, professor Wellington Sampaio, fique à vontade pra sua pergunta. Bom dia, bom dia. Eu só estou, eu só estou seguindo a regra aqui do de 2 minutos, que a gente tem que entregar aqui a sala meiodia, faltam 40 minutos. Professor Wellington, fique à vontade por favor. Ok

0:001:18
28 de nov, 11:20
#49
Professor de Educação Fisica Wellington Sampaio
Wellington Sampaio

Professor de Educação Fisica

Transcrição por IA

Professor mestre do Edson Sampaio, sou mestre em educação física, e também artes marciais. E estou nessa labuta agora me tornei ativista próeducação física, tanto que esse ano eu fiz 1 faixa de 10 metro, do dia primeiro de setembro de do Jornal Educação Física né, e por falta de de de companheiros, eu coloquei na frente do congresso lá para parabenizar toda a classe né? Só pra iniciar aqui a minha discussão, eu gostaria de saber aqui presentes, quem, quem é o professor de educação física, somente o professor que dá aula na em escola. Agora, isso obrigado, parabéns, somos poucos né mas nós, o que a minha fala é que, o que o que a gente o que eu vou colocar aqui, pode resolver todos os problemas das confederações aí porque foi dito pelo pelo presidente do Coe, do COB, que a a base, temos que trabalhar a base, pra trabalhar a base a gente precisa de professores de educação físicas, politicamente envolvidos com o sucesso da profissão. Eu sou também do Sindicato do Professor de Educação Física, não quero saber que existe Sindicato do Professor da Educação Física daqui do DF. Eu falo o nome do Lázaro que é presidente né? E, então a minha fala é o seguinte, que nós precisamos de professores de educação física desenvolvido politicamente em prol da do sucesso da educação física, E a educação física escolar é é o é o é o é a base de todos os esporte, é a é a base mesmo, mas a base piramidal, porque nós estamos com problema sério que do mundo né, nós temos a a redução populacional, essa redução populacional no mundo e também redução populacional no mundo e também no Brasil, vai chegar na base dos esportes. Então a gente tem que trabalhar os professores pra ter essa mobilização, essa contestação, e aqui eu quero falar, agradecer que a fala do Patrick do Cofeff, ele acho que ontem ele fomentou sobre educação física escolar, e essa é a base, nós temos que ter bons olhos pra poder trabalhar a base educação escolar e professores de educação física, envolvendo politicamente. Nós aqui, eu sou do eu sou eu sou do Sindicato de Educação Física do DF, nós estamos com dificuldade de de de movimentar porque nós não temos recurso, nós não temos nossos pares professores da canção física que tem professor de educação física que não conhece que nós a nossa existência então, a gente não adianta a gente querer pensar lá em cima, se a gente tem 1 base profissional mais educação física, envolvido politicamente, queira lutar pelo sucesso da educação física.

0:002:19
28 de nov, 11:21
#50
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Professor Wellington Sampaio, eu concordo com o senhor, e a escola é o melhor lugar pra gente encontrar, se a gente pensa também em ter grandes atletas, é ali é onde as crianças, o maior, a sua totalidade das crianças estão reunidas né, e se encontram né? Ontem a minha assessora Jéssica falou, a o esporte escolar é como se fosse 1 mineração né? Sim. Quanto mais você tiver chance ali de minerar, obviamente mais chance de você. Então eu também acredito nisso, que o futuro do esporte no Brasil é a escola, né, pastor? Não é comprometido? Ah sim. Ser profissional da base

0:000:39
28 de nov, 11:24
#51
Professor de Educação Fisica Wellington Sampaio
Wellington Sampaio

Professor de Educação Fisica

Transcrição por IA

Educação Física da da sala de aula é muito importante, é tijolinho na grande muralha de educação, certamente

0:000:06
28 de nov, 11:24
#52
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Wellington, muito obrigado. Carol Rodrigues, por favor, Carol. Olá.

0:000:06
28 de nov, 11:24
#53
Representante Carolines Rodrigues
Carolines Rodrigues

Representante

Transcrição por IA

Muito bom dia. Queria parabenizar, o deputado por por esse mais fórum né, que a gente está discutindo, e que bacana a gente está discutindo esse tema também. Meu nome é Caroline Rodrigues, hoje estou representando a CBDU aqui, na nova área de governança, sou responsável pela área de governança lá então, é passo importante que a gente está dando nesse caminho também né? E quando a gente fala de ética no esporte a gente, 2 conceitos são muito complementares né, que é o de governança e o de compliance. E aí a minha pergunta pros colegas, que inclusive tem que parabenizar os 2 presidentes recémeleitos mas para o cpb não tá mais aqui mas para o la porta do cob e também pro pessoal do cbc quais são as os instrumentos quais são as metodologias que estão usando de compliance hoje dentro das instituições. Obrigado Carol.

0:001:03
28 de nov, 11:25
#54
Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil Marco La Porta
Marco La Porta

Presidente eleito - Comitê Olímpico do Brasil

Transcrição por IA

Obrigado pela pela pela colocação, pela pergunta. Hoje dentro do do Comitê Imputa Brasil, nós temos 1 área específica de compliance, que trabalha em ligação direta com o nosso conselho de ética, que trata todas as questões relativas a a governança e ética na na entidade, né? E também 1 forte ligação com o nosso conselho de administração que tem é composto pelos presidentes de confederação, pelo por pelo presidente e pelo vicepresidente da comissão atleta, pelos membros do Coi, e por membro independente nós tivemos a felicidade agora de eleger a a Daniela Castro. E tal forma da da que se trabalha dentro do comitê olímpico é exatamente todas as questões, todas as contratações, todos os contratos, patrocínios passam sempre pelo sistema do, que é 1 área que a eu e a Yanne colocamos o nosso projeto que vai ter o máximo de de atenção da nossa gestão, pra que não possamos ter problemas como o comitê Olímpico teve no passado. Então acho que é fundamental pra essa composição dessa área e dessa forma que funciona no COB hoje. Bom.

0:001:13
28 de nov, 11:26
#55
Vice-presidente - Comitê Brasileiro de Clubes Edson Garcia
Edson Garcia

Vice-presidente - Comitê Brasileiro de Clubes

Transcrição por IA

Está na mesma linha do COB, só que de formas diferentes em razão da estrutura e do tamanho dela, mas sempre foi 1 preocupação a implantação do compliance, junto com a governança, no sentido de que só conseguiríamos evoluir na hora que você dá 1 atenção melhor pra esse tipo de área. Então, e acho que, o foco central é a mão de obra. A gente implanta muito tecnologia de informação, não usamos mais papel, tudo, mas se você não capacita né os seus colaboradores seus líderes seus dirigentes, principalmente na questão de né, fica difícil. Então é 1 capacitação contínua né, nós temos programa que chama encontro de líderes dentro da CBC né, que vem discutindo vários assuntos e dos principais é o Complices. Obrigado.

0:000:53
28 de nov, 11:27
#56
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Edson obrigado marco a porta obrigado Carol Rodrigues agora william boldo boldo em sian tá certo william então então me corrija por favor Boldakian. William Boldakian. William Boldakian. Então vamos repetir. Agora eu vou chamar o senhor William Boldakian.

0:000:24
28 de nov, 11:28
#57
Gestão de Organizações da Sociedade Civil William Fernando Boudakian de Oliveira
William Fernando Boudakian de Oliveira

Gestão de Organizações da Sociedade Civil

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Obrigado deputado Luiz Lima, Lindemberg aí por liderar essa conversa né? Eu tenho lugar de fala gente e não tem jeito, quando eu ocupo esse microfone aqui eu falo pela Rede Esporte pela mudança social e eu também sou sou homem branco periférico e e como que não tem como a gente ocupar espaço desse aqui sem trazer essa história. Falei Beto fala, a cabeça pensa onde os pés pisam. E eu pergunto aos senhoras e senhores aqui, onde que os pés de vocês pisam? Né? Em que lugar da história o pés de vocês pisam? Em que lugar social o corpo de vocês ocupam? Né? Então é esse lugar social que a gente ocupa na nossa existência, é que a gente vem prum lugar como esse e a gente vai defender. E eu defendo aqui que hoje no nosso país mais da metade da população é inativa fisicamente, E quando a gente faz recorte de pessoas negras pretas e pardas e pessoas com deficiente mais de 75 por 100 são inativas fisicamente. E a gente sabe no dado que eu trouxe ontem atualizado a diferença não é mais de 20 anos, já está em 24 anos. Quem nasce nas periferias de São Paulo, entende? E acho que é dado exemplar, Capão Redondo, cidade Tiradentes, Grajaú, a diferença agora é que quem nasce nesse CEP vive, e aí a gente está falando de dado, estatística mesmo, de gente que morreu, não é de projeção não, é de 24 anos. Então, como que essa governança, essa esse debate de governança, conversa com a mesa de ontem, de esporte educacional, de saúde e de bemestar. Como que a gente cria marcadores pra pensar em inclusão social? Pra pensar em mais participantes? E como que esses gestores aqui na sua maioria brancos trabalham pra que 1 população escravizada por quase 400 anos também possa exercer cargos de gestão. O que vocês estão fazendo em torno disso? Alguém quer

0:002:08
28 de nov, 11:28
#58
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Fabiana por favor Fabiana. Importante.

0:000:04
28 de nov, 11:30
#59
Presidente - Sou do Esporte Fabiana Bentes
Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

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Ele citar que a governança, o que que a governança estaria fazendo, eu acho que essa é exatamente a missão da Soudo Esporte. Quando a gente trabalha a, o guardachuva do esporte a gente consegue dar maior capilaridade. E 1 das coisas que ele citou, eu sempre trabalhei ali no complexo da maré, eu fui diretora de projetos de legado olímpico, da Rio 2016 do Banco Terramericano Desenvolvimento e de Copa do Mundo, pelo BID. E00 mais incrível dentro das entidades, dentro dos projetos sociais, é que a gente fala muito de inclusão, né, mas a gente não tem 1 percepção que a inclusão também se dá através da competição. E aí vem vem conjunto com que o, desculpa o nome, professor Cléber falou, sobre o papel das federações. Nós temos as comunidades hoje completamente isoladas, talvez pela segurança pública, talvez pela pela rotina do dia a dia, mas a gente não consegue mais descobrir atletas dentro de comunidades e a gente não consegue fazer com que esses esses atletas essas crianças tenham acesso aos clubes, seja por transporte, seja por alimentação, seja porque o pai não consegue levar, mas principalmente porque a gente já deixou de ter os olheiros dos clubes nas comunidades. E quais seriam então os papéis das federações? As federações estaduais são desestrutura estão desestruturadas, e essas federações teriam de repente o caminho, o elo entre as comunidades e os clubes. Então, aproveitando a fala dele, é muito importante que a gente comece a entender que as comunidades e os projetos sociais sim precisam competir, precisam ter suas bandeiras, precisam estar associada às federações de esporte. Por exemplo, no Rio mesmo, eu sou da época joguei vôlei pela né teve Lufig em Super Gras Brás, Flamengo, Botafogo e os clubes iam terminando pro n razões os times, por que que a gente não tem o time da Rocinha, o time da maré, o time do alemão, competindo dentro de 1 estrutura de massificação do esporte de capilaridade e de oportunidade, porque quando a gente fala muito de inclusão e oportunidade no esporte, a gente está falando de destacar também esses atletas, né. Enquanto a gente não dá acesso aos projetos sociais às competições, a gente teve agora no Maricá Rio de Janeiro, projeto de jiujitsu que foi pra Abu Dhabi e trouxe medalha de ouro de projeto social de Maricá, de crianças vulneráveis. Então, a governança como sou do esporte ela é pensada exatamente na mudança estrutural pra baixo, pra que a gente possa conscientizar os gestores da da da necessidade do desenvolvimento de base. Aí vem o papel dos clubes, que vem desenvolvendo o seu papel, mas principalmente eu acho que hoje a gente perde talentos, a gente perde oportunidade, porque a gente não tem programa nas comunidades que têm acesso às federações, que tenham acesso aos clubes e que possam desenvolvidos, elas ficam ali jogando sua bolinha, chega na hora do, né, da juventude, não conseguem acesso e por aí vai, e a gente vai perdendo atletas, vai perdendo oportunidade de desenvolvimento do esporte por condições sociais, então acho que as federações precisam ser olhadas de forma estratégica e até repensar o papel das federações esportivas, porque se a gente pensar que cada modalidade tem 27 federações e essas 27 federações não estão atuando como elas deveriam, você já imaginou AAA multiplicidade da inoperância do desenvolvimento do esporte no país. Então eu acho que a gente precisa pensar em governança nesse nesse guardachuva.

0:003:45
28 de nov, 11:30
#60
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Obrigado. Fabiana, obrigado pela sua resposta. Eu gostaria que, William, entenda a sua pergunta, eu gostaria até de lembrar a CUFA né, Central Única das Favelas, que faz a Taça das Favelas no Rio de Janeiro, em São Paulo, e é movimento, 1 iniciativa, muito positiva, mas eu vou continuar batendo na tecla que Ministério da Saúde, Ministério da Educação e Ministério do Esporte integrados, você potencializa essas ações, né? Ontem eu até fiz 1 declaração aqui, acho que politicamente o Ministério do Esporte é muito importante existir, mas se você não tiver 1 comunicação efetiva do esporte com a educação, você perde até o sentido né, do esporte como pilar da educação. Até brinquei aqui, que eu eu preferia ser secretário de esportes no guardachuva do Ministério da Educação, com 3 por 100, hoje o Ministério, porque você não faz política sem recurso, eu tenho 1 amiga que fala assim, Luiz, ideias boas sobre a mesa sem dinheiro é igual a quase nada. Você pode sem dinheiro fazer muita coisa. Pode, mas com recurso você faz implementação de políticas públicas. Então hoje, se se eu fosse secretário de esporte dentro do Ministério da Educação com 3 por 100 do orçamento da educação, eu estaria falando de 4000000000 e meio de reais. Hoje o orçamento do Ministério do Esporte é de 370000000, tirando o bolsa atleta, ele por exemplo, são São José dos Campos tem 80000000 de orçamento, da Secretaria de Esporte, São José dos Campos, São Paulo hoje, a cidade de São Paulo tem orçamento maior que o Ministério de Esporte. Então, o o, então é essa união do e ontem eu também citei o Pitágoras estava aqui me ouviu os meus projetos sociais que eu apoio no Rio, a quantidade de criança desacompanhada sem pai e mãe, por n motivos, sendo num centro tem problema de transporte, mas em cidades pequenininhas, a gente vê pai e mãe participando muito pouco, Aí eu até lembrei do Romário, que tinha a mãe e o pai presentes no América, o Ronaldo Nazário, a mãe levando pro treino, pros testes que ele fez, a gente tem o Neymar, né, com pai e com a mãe muito presente, então o quanto a família, a a Fabiana, a Fabiana é 1 pessoa que não que não precisaria, é 1 pessoa muito bacana, ela ela doa muito tempo dela em relação a isso então, a experiência que ela teve no complexo da maré foi muito positiva, mas William eu entendo perfeitamente tudo isso que você falou, a contrapartida que confederações e federações podem dar em em relação a isso, nem que seja 10, 20 por 100 ali do contingente de federados, mas você abrir é é muito bacana, eu eu acho que deveria ser a melhor decisão dessas federações e confederações.

0:002:55
28 de nov, 11:34
#61
Gestão de Organizações da Sociedade Civil William Fernando Boudakian de Oliveira
William Fernando Boudakian de Oliveira

Gestão de Organizações da Sociedade Civil

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Falou em criar 1 frente parlamentar de jogos eletrônicos, eu acho que no país que nós vivemos a gente tinha que ter 1 frente parlamentar do esporte pra inclusão social. Sim. Acho que isso era 1 prioridade. Sim.

0:000:16
28 de nov, 11:37
#62
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Esporte é 1 maneira muito muito fácil de você fazer essa inclusão, né? E e é 1 maneira de você unir a todos, né? Então, eu sou muito pró dos nossos projetos esportivos, ele criar facilidade que crianças de todas as classes sociais estejam juntas. Esse é ponto assim crucial pra gente dar mais sentido ao esporte, Colocar pra funcionar as vilas olímpicas né? As vilas olímpicas exatamente, por por favor. Tá. Queria complementar acho que o que o William traz e e conectando com a com a fala de

0:000:39
28 de nov, 11:37
#63
Diretora Executiva - Pacto Pelo Esporte Daniela Castro
Daniela Castro

Diretora Executiva - Pacto Pelo Esporte

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A gente não pode esquecer dos municípios né? Eu fui secretária adjunta da Secretária de Esporte São Paulo, e a gente tem aí a a Fabiana fez bem a ponte né entre as federações o alto rendimento e o que a gente o que o William traz também é 1 questão de escala, né esses números são muito importantes, como é que a gente chega em todas as crianças? Então em São Paulo a gente criou comitê intersecretarial saúde e educação em que a gente usava o recurso naquela época tinha 250000000 na secretaria, hoje já está em Ubi, e a gente naquela época não tinha dinheiro então unir o papel da do das cidades dos municípios é justamente olhar pra política pública de crianças e adolescentes, não formar atletas. Então a a nós temos essa a a própria câmara, o ministério, organizar pouco o sistema, o plano nacional de esporte pra pensar o papel dos municípios então na minha visão a o papel dos municípios é quantas crianças quantas horas de atividade física elas fazem na escola, então o papel da escola é fundamental, e como a gente aumenta a atividade física das pessoas né então isso inclui obviamente os projetos sociais mas é o papel do município muitas vezes o município ele coloca recursos em competições também é importante mas pouco recurso pra que crianças e jovens possam atuar possam fazer atividade física então eu colocaria pouco o papel das secretarias de esporte municipais como ator importante nessa governança do esporte, porque administra recursos e pode se unir com saúde e educação nos municípios usando desse recurso pra fazer atividade física e projetos pra crianças e jovens e dar escala a essa base então acho que falta mesmo 1 discussão do papel municipal da da no esporte pra gente conseguir alcançar essa não não é massificação essa escala né no acesso das crianças e jovens ao esporte.

0:002:11
28 de nov, 11:38
#64
Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva Fernando Mezzadri
Fernando Mezzadri

Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva

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Só pra completar, se eu me permitir, deputada, na média do financiamento público, o governo federal investe 0.02 por 100, em 2, em 2023. A média dos estados é 0.2 por 100. E a média dos municípios, 0.9 por 100. Né? Os municípios investem pouco mais, né? Do que os estados e do governo federal. E município que atende razoavelmente bem quantidade de habitantes, chega a 2 por 100 em ações diretas, né? Ou seja, é muito pouco. As secretarias municipais de esporte, em média, quando atende, né, a a sua população, é em torno de 2 por 100. Em atividades permanentes, sistemáticas. Fernando, e deixa eu te fazer 1 pergunta, se fosse pra você escolher, se você pudesse.

0:001:01
28 de nov, 11:40
#65
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Inverter, passar 0 9 pro governo federal, e 0.02 pros municípios, seria pior ou melhor.

0:000:09
28 de nov, 11:41
#66
Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva Fernando Mezzadri
Fernando Mezzadri

Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva

Transcrição por IA

Os municípios no conjunto tem mais recurso. Uhum. Se se fosse

0:000:06
28 de nov, 11:41
#67
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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Eu acho muito importante o município investir, porque o município é é é é contato direto com a população. Então, mas o o que, é óbvio que a gente poderia ter o governo federal investindo mais, né, e o governo estadual mais, mas esse número de 0.9, se ele passasse do 0.9 pro governo federal que hoje é 0.02, e passasse o município se trocasse pra 0.02, seria mais efetivo ou menos efetivo.

0:000:31
28 de nov, 11:41
#68
Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva Fernando Mezzadri
Fernando Mezzadri

Coordenador-Geral - Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva

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Depende muito da política ser construída do do dos 2 lados, seja do âmbito federal ou seja dos dos âmbitos municipais. Né? Eu acho que o investimento tem que se temos que preocupar em aumentar o investimento no governo federal. Né? Para inclusão social, concordando com você William, eu acho que essa é 1 questão fundamental, né? Só o esporte sozinho não vai salvar. O conjunto, ou né? O conjunto da nossa sociedade. Ele é importante, mas com política junto com a educação, com a saúde, né, inclusão social, acho com a cultura, conjunto de ações organizadas, articuladas, frente ao nosso sistema. Eu sou defensor do nosso sistema do Sistema Nacional de Esporte, né? Nós temos que estar articulando isso pensando na formação esportiva, nas escolas, sabendo o nível do E0E0 serviço dentro das escolas, porque não não colocar o esporte na escola e continuar na mesma lógica, né? Nós temos que ter aumento gradativo da perspectiva e do conhecimento do esporte no interior das escolas, né, e também tanto de articulação das entidades esportivas.

0:001:16
28 de nov, 11:42
#69
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

William, deixa eu lembrar acontecimento que teve alguns anos, não sei 15 a 20 anos, estavam 2 times, colégio particular contra colégio municipal ou estadual, num estado do nordeste, e fizeram final. Eu não lembro se era handebol ou basquete. Eu só lembro que a a escola pública venceu a escola particular e os pais das crianças do colégio particular patrocinaram a viagem da dos alunos da escola pública de avião pro Jebis, foi muito bacana isso. É muito legal. E eu lembro também que quando eu nadava no Fluminense, a gente viajava na região sudeste e a gente ficava hospedado nas casas dos pais dos, por exemplo, Fluminense contra Álvaro Cabral e Vitória. Aí a gente ficava hospedado nas casas dos pais dos atletas do Álvares, e muita das vezes, tinha 000 conflito ali do lado social, porque às vezes atleta de 1 família rica ficava hospedada na casa de 1 família pobre, e isso era muito bacana, Assim, a experiência, e eu também lembro nas olimpíadas de Sidnei, em Laporta, que o que o COB pôs na mesma casa, o box com o hipismo. Foi muito bacana também a casa da natação lá na frente né? Era 1 diferença, mas também se deram muito bem. Então o esporte tem essa tem essa facilidade assim que é essa capacidade de integração fabulosa. Por favor, Joel Rufino, presidente da Federação de Atletismo do Estado de São Paulo.

0:001:37
28 de nov, 11:43
#70
Participante Joel Rufino
Joel Rufino

Participante

Transcrição por IA

Bom dia a todos e todas, Joel Oliveira presidente da Federação Paulista de Acritismo. Antes da minha pergunta vou só trazer alguns dados rápidos pra poder contribuir e agradecer em nome do presidente Marco Laporta aí a toda mesa de debates, foi dia muito rico de informações. Federação paulista de Agritivo tem 100 anos. Confederação brasileira vai fazer 50. Estou trazendo esse dado pra dizer o quê? Antes das confederações existirem, as federações estaduais começaram a fazer o esporte organizado no país. Agradeço muito ao professor Cléber por ter levantado essa bola da do esporte federativo nas federações estaduais. Seleção olímpica de Paris 2024, 64 por 100 dos atletas eram da Federação Paulista de Acreismo. 64 por 144 por 143 por 100 de todas as seleções de atletismo do Brasil são de atletas da Federação Paulista de Atletismo. 43 por 100. As corridas de rua, este ano teremos 700 corridas de rua com permites no estado de São Paulo. 700 corridas de rua com permites. Por que que eu estou trazendo esses números? A federação estadual de todos os estados e de todos os esportes, faz o esporte acontecer. Outro dado, 80 por 100 do calendário esportivo da dos atletas de alto rendimento é feito nas federações estaduais. Ele chega a confederações quando ele já está consolidado, né? Mas ele começa a sua vida esportiva nas federações. Felipe Bardi, brasileiro que quebrou a barreira dos 100 metros, dos 10 segundos nos 100 metros, em competição da Federação Paulista de Atletismo em 2023, tem 90 por 100 da sua trajetória de competições na Federação Paulista de Atletismo. Então por que que eu estou dizendo isso? Sem federações não acontece essa apresentação do atleta para o esporte formal. Então nós precisamos sim fortalecer isso. Trago isso e peço ajuda da da Fabiana, do senhor deputado Luiz e de todos os parlamentares pra gente pensar. Nós só conseguimos evoluir na na governança das confederações quando a gente colocou contrapartidas. Ou a justa governança ou não tem recurso. Foi assim que aconteceu. No atletismo eu fui o primeiro atleta, representante de atletas, eleito pelos próprios atletas, na Confederação Brasileira de Atletismo. Isso aconteceu em 2015. Por quê? Porque a lei determinou. Antes de ter 1 determinação da lei, não havia representantes de atletas eleitos pelos próprios atletas. Na época eu era o único representante porque a lei ainda não tem a não estava aperfeiçoada. Ela não determinava percentual. Só dizia que tinha que ter representante de atletas. O atletismo fez o quê? Elegeu Determinou que só tivesse E aí num colégio eleitoral de quase 100 votos eu era o único e só tinha voto. Mesmo assim, isso nos ajudou a iniciar debate. A lei foi aperfeiçoada, aí determinouse que terço da da da da assembleia fosse de atletas, aí a gente teve novo processo eleitoral depois de certo tempo e ali passou a ter 9 atletas no atletismo que hoje tem 34 por 100 do colégio eleitoral e votam e participam ativamente e e aproveito o espaço pra parabenizar todos os meus colegas da comissão de atletas do atletismo pela atuação firme em prol da da modalidade. Se nós fizermos algo assim deputado nas federações, que que vai acontecer? Nós vamos ter avanço rápido. Trago último dado pra não sobrecarregar assim de de chatice a vocês mas porque acho importante. Hoje certificação dezoitoA. Parabéns, secretária Isiane, aí, por estar colaborando com o ministro Fufuca nessa nessa coisa que eu acho que deve ser desafio diário. 397 entidades tem certificação vigente. 397. Dessas, 42 são confederações. E dessas, 12, apenas 12 são federações estaduais. Federação paulista de atletismo é certificada pela certificação dezoitoA. Temos o esse orgulho de poder dizer que nós concordamos totalmente com a legislação e nos adequamos a ela antes de ter 1 obrigatoriedade. Porém, se nós tivermos 1 obrigatoriedade para recebimento de recursos e incentivo de olha, temos percentual de recursos para encaminhamento para federações desde que elas compram XYZ necessidades de compliance. O que que nós vamos ter? Nós vamos ter 1 enormidade de ampliação de entidades que podem contribuir com o desenvolvimento do esporte. E aí vem a minha pergunta, né? À comissão e aos debatedores. Vocês já pensaram em alguma medida efetiva para que as federações que são parte do Sistema Nacional do Desporto possam efetivamente participar desse sistema? Porque nós não podemos ser partícipes do sistema carregando apenas a a carga de produzir esse calendário esportivo que é o que movimenta o atleta e não podemos participar da da parte da movimentação financeira que é a que gere. Porque no final das contas EE0E0 conselheiro Panzete foi felicíssimo em colocar debate sem orçamento é é é jogar tempo fora. A gente tem que ser objetivo nessa questão. Então pergunto a vocês se já pensaram em algum momento da gente movimentar diálogos neste sentido. Muito obrigado. Eu respondo? Não então está na hora.

0:006:53
28 de nov, 11:45
#71
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

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A sua observação é é muito é muito oportuna, eu já pensei sim, e demais deputados, estava até conversando aqui com Lindberg, você citou somente 12 federações são certificadas, 42 considerações, já também pensei da confederação ser responsabilizada por suas federações não aderirem a esse modelo no âmbito de todos os esportes, afinal de contas, o primeiro ingresso do atleta federado acontece na federação, né, então, não sei agora eu acho que deveria, a gente deveria escutar, discutir como esse recurso poderia ser transferido pra essas federações certificados, e fazendo com que a própria confederação, se caso não tiver nenhuma federação certificada, também não faz sentido todo esse esse processo de federalização desses atletas, né? Então é algo que a gente tem que discutir, eu acho extremamente oportuno e bem eficaz pro esporte. O Cléber e a Fabiana. Fabiana. Cléber, por favor. Cléber e Fabiana. Deputado, colegas.

0:001:10
28 de nov, 11:52
#72
Representante - Instituto Federal do Ceará Kléber Augusto Ribeiro
Kléber Augusto Ribeiro

Representante - Instituto Federal do Ceará

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Das possibilidades né desse desenvolvimento regional é o modelo como estamos implantando no Ceará 1 ideia né? 1 possibilidade então nós implantamos lá no Centro de Formação Olímpica do Nordeste deputado conhece né? A secretária Eziano conhecia eu também né? Já foi 2 vezes inclusive lá, de centro integrado de gestão do esporte voltado para o atendimento dessas entidades esportivas estaduais regionais enfim. É, implantação desses centros né, esse centro não é só espaço físico que nós temos lá no no nosso Centro de Formação olímpica, que pra quem não conhece, é o maior centro de treinamento de esportes olímpicos do Brasil, tão grande e tão de tão boa qualidade quanto o centro paralímpico brasileiro de São Paulo, então são tem essas 2 grandes estruturas de treinamento nessa magnitude do nosso país, é legado olímpico. Então a criação desses centros ideal, né o ideal seria, né, na minha concepção seria estaduais, mas num primeiro momento de repente os centros regionais, e aí eu, né, coloco aqui presidente eleito Laporta, 1 possibilidade, né, do da descentralização, da capilarização e do consequente fortalecimento do movimento olímpico e do movimento paralímpico, né, no no nas regiões do nosso país, né? A criação desses desses centros de suporte estaduais, regionais, né? E dizer que além da infraestrutura física deputado, lá no nosso centro, né? Tem também o suporte, né, de estrutura organizacional, pessoas, processos, voltados para as entidades num formato cooperativo. Então hoje nós atendemos lá 30 federações estaduais do estado do Ceará, com suporte de gestão e governança, acelerações nunca tinham elaborado planejamento estratégico, e as federações cearenses vão ser as primeiras a elaborar o plano de o plano estratégico do próximo ciclo olímpico, antes mesmo até das próprias confederações, que é o caminho natural, né? A gente pensar num num movimento sistêmico, né? Porque as federações integram o sistema. Então não há como pensar em entidades à parte, né? As confederações, entidades nacionais elas lideram sistema que é composto pelas federações estaduais. Então além de suporte de gestão e governança, comunicação e marketing, temos lá 2 jornalistas contratados, estúdio pra produção de conteúdo e também suporte de projetos e eventos. Estamos adquirindo equipamentos pra eventos pra uso compartilhado. E recentemente realizamos evento integrado de 20 federações do Centro de Formação Olímpica, compartilhando custos como ambulância, UTI móvel, sistemas de som, pódio, enfim. Então acho que a gente tem que caminhar no sentido da cooperação do trabalho integrado que pode se dar por meio do governo do estado, como é feito lá no estado do Ceará, acordo de cooperação técnica entre o Instituto Federal do Ceará e o governo do estado, mas também pode ser feito pelas confederações e também pelo Comitê Olímpico do Brasil e o Comitê paralímpico Brasileiro como instrumentos de descentralização, de capilarização do movimento e também do desenvolvimento e fortalecimento de ambas ambos sistemas esportivos do nosso país. Então fica aqui essa essa essa fala. E também logicamente sem né sem financiamento não há como pensar nesse tipo de de implementação. Eu concordo com com o senhor deputado né disso servia né sistêmico estabelecer que as entidades que recebem esse recurso em nível nacional porque nós temos hoje financiamento no topo do sistema, temos o financiamento na base do sistema com os cometeiros de clube, mas nós temos 1 lacuna no nível intermediário do sistema, né? 1 mínima quantidade de de federações recebe recurso de suas entidades nacionais. Então ele precisa olhar pra isso e estabelecer, né, que o percentual desse recurso seja sim destinado pro nível intermediário do sistema, né? Nós temos o bom exemplo do né no no programa no COB, e e estamos implantando modelo de desempenho lá no Ceará, mas precisamos ter também modelo similar voltado pras entidades estaduais e nos colocamos aqui presidente eleito Laporta à disposição, né, pra né, iniciarmos esse processo de regionalização do movimento olímpico, das confederações também, temos esse essa essa esse piloto, né? Quase finalizando lá no estado do Ceará, no dia 30 e de janeiro vamos fazer o prêmio Esporte Ceará pra premiar as boas práticas de gestão e e encerrar esse estudo piloto que já tem inclusive financiamento pros próximos 3 anos via lei de incentivo estadual. Então a gente está trabalhando no sentido também de não só trazer sustentabilidade pra esse programa, mas pras entidades que compõe esse programa, que é grande desafio a gente pensar na sustentabilidade das federações esportivas. Repito o que eu disse na na fala anterior, grande parte dos objetivos estratégicos sistêmicos das confederações só podem ser atingidos, né, com o trabalho das federações e clubes. Então olhemos pra esse nível. Obrigado, Cléber.

0:005:20
28 de nov, 11:53
#73
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Por favor. Eu gostaria de citar,

0:000:02
28 de nov, 11:58
#74
Presidente - Sou do Esporte Fabiana Bentes
Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

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3 questões, a primeira é a relevância das federações no ambiente de governança porque são elas que voltam nas mudanças estatutária das confederações. Eu lembro quando o Marco Laporta ele era presidente da Confederação Brasileira de triatlon, que ele estava com dificuldade de mudança de estatuto nós fomos até viemos até Brasília conversar e falar assim olha, a gente não pode morrer na praia, vocês precisam fazer essa mudança estatutária, então a primeira questão eu acho que é importante fazer, pontuar que as federações elas precisam estar num entendimento muito de de de gestão ou né nacional de que elas são parte preponderantes para mudança das confederações, às vezes os presidentes de confederações até querem fazer mudanças estatutárias mas não conseguem pela pela visão digamos míope das federações, então isso é complicador de governança a mudança estatutária a partir das votação das federações. A segunda questão que eu acho que é muito importante também, é que nós temos hoje nas federações como o professor Cléber falou, essa desestruturação ela faz com que essa capilaridade que o nosso, desculpa 000 Joel já teve comigo várias vezes desculpa Joel, comentou, a gente não pode trabalhar o esporte como sorte, o que acontece na na Confederação de Leiria e a comissão de atletas do do do da CBAD é sorte, é que a gente tem 1 1 né 1 comissão que está suportada pela pela confederação, que tem o compromisso dos atletas que têm né o suporte então a gente e que essas federações essa federação também seja o a capilaridade do esporte de base, então o que nós temos ali na federação de São Paulo de atletismo dentro da da visão nacional é sorte, E a terceira coisa que é eu fico muito feliz de escutar o professor Cléber novamente que é a Sou do Esporte lá quando o secretário municipal do Rio de Janeiro chamasse Marco Braz, que é do Flamengo, a gente apresentou projeto de serviços compartilhados entre as federações do município. E esse projeto exatamente porque não tem dinheiro, a gente nunca sabe qual é a competência financeira se é o município, se é o estado, se é o governo federal, se é o ministério e etcétera, a gente precisa trazer essa fortaleza porque a gente apresentou pra CBV, tem uns 4 meses, exatamente o que o o professor falou, dentro dessa perspectiva já do que a gente viu na secretaria municipal de esportes lá do Rio de Janeiro, de Janeiro, só que fica 1, 1 briga porque como as federações não tem pai financeiro, quem é que vai cuidar? Se é o município, é o estado, é a lei de incentivo, é é o ministério do esporte, a gente precisa efetivamente determinar quais são os recursos porque esse amadorismo nas federações está complicando tudo, está complicando a governança das confederações, está complicando a capilaridade no esporte, está complicando a inclusão social, ela é o as federações do esporte hoje são o eixo central do problema de desenvolvimento do esporte brasileiro. Então isso sim tem que ser digamos tratado com muita seriedade porque se a gente não fizer essas mudanças estruturais como eu falei a SoudoSport faz essa questão de mudanças estruturais, a gente vai ficar patinando sempre porque o o eixo que liga a base ao alto rendimento está completamente desestruturado e a gente precisa ter atenção nisso. Obrigado Fabiana.

0:003:34
28 de nov, 11:58
#75
Deputado Luiz Lima
Luiz Lima

Deputado

Transcrição por IA

Pessoal, eu vou ter que encerrar, mas antes de encerrar, eu gostaria muito de agradecer a presença de todos vocês, e todos nós aqui da comissão de esporte, totalmente abertos pra sugestões, pode sair da cabecinha de cada aqui projeto de lei, 1 1 alteração, 1 revogação, 1 criação, então usem a gente, fiquem à vontade, tá William? 1 sugestão como essa que você mencionou da frente parlamentar de inclusão social através do esporte, inclusão esportiva, algo que a gente possa construir junto, tá? Aqui na Câmara dos Deputados tem muitas surpresas, você pode ter 1 ideia andar muito rápido, você pode ter 1 ideia andar lento, você pode ter 1 ideia e não andar, mas a gente corre o risco de dessa ideia dar certo, tá? Então cabe muito do poder de comunicação que a gente tem aqui na casa com os demais deputados, pra gente votar determinado projeto e pra ele dar andamento, mas aqui é o primeiro passo. Queria agradecer lá a porta, a Iziane, Fabiana, ao Edson, a Daniela né, Rafael, a Fernanda, ao professor mesada, ao Cléber, ao José Antônio, quem, ao Leomon que está por vídeo, muito obrigado pela participação de todos vocês, e agora é de praxe, né? Finalizando este debate, agradeço a presença de todos, não somente desta mesa redonda como de todos que participaram do segundo fórum legislativo do esporte, e declaro encerrada esta mesa redonda e esse segundo fórum legislativo do esporte, muito obrigado pessoal, obrigado todos vocês, obrigado. Passou só pouquinho.

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28 de nov, 12:02