COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL

28 nov. 2024 07:05 às 08:43

Sobre o Evento

Discussão sobre custos na aquisição de grãos na região Sul, com participação de autoridades e especialistas.

#1
Transcrição por IA

Senhoras, senhores, muito bom dia. Eu declaro aberta a quadragésima quarta reunião extraordinária, de audiência pública da comissão de agricultura pecuária abastecimento e desenvolvimento rural da câmara dos deputados, convocada para debater o tema custos na aquisição de grãos na região sul. Comunico que atendendo o ato da mesa 2 3 de 2020 e a participação dos parlamentares e dos convidados desta audiência poderá ocorrer de modo presencial ou remoto, via plataforma de videoconferência. Essa audiência pública foi proposta por mim deputada Daniela Reiner do PL de Santa Catarina, autora do requerimento 2 de 2024. Com a finalidade de discutirmos esse tema tão importante que é o nosso custo de produção, a necessidade que nós temos de grãos pra transformar em proteína animal, e o alto custo, né, pra nossa agroindústria, pra nós pros nossos produtores que muitas vezes, o custo logístico é igual, o preço da saca em si ou até maior, né? E discutirmos alternativas, formas de viabilizar 1 logística mais favorável, e pra que a gente possa fortalecer cada vez mais o setor e e evitar qualquer crise a maior. Confirmaram a presença, os seguintes convidados aos quais eu agradeço desde já, a participação aqui conosco. Senhor João Carlos Parkinson de Castro, ministro chefe da divisão de integração de infraestrutura do ministério das relações exteriores. Senhor Aroldo Tavares Elias analista de socioeconomia da empresa de pesquisa agropecuária e extensão rural lá do meu estado de Santa Catarina a nossa Epagne. Senhor Edmar. Van dersk Gervasio, economista da secretaria da agricultura e de abastecimento do estado do Paraná. O senhor João Lovatel representando a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina, a Fêcoagro. Muito bemvindos, Informo que os expositores terão prazo de 15 minutos cada, prorrogável a juízo de conveniência, não podendo ser aparteados. Os parlamentares inscritos para interpelar aos expositores poderão fazêlo estritamente sobre o assunto da exposição pelo prazo de 3 minutos, tendo os interpelados igual tempo para responder, facultadas à réplica e à tréplica pelo mesmo prazo, vedada aos expositores interpelar quaisquer dos presentes. Comunico que na eventualidade de ser franqueada a palavra a pessoas do público presente, ficam desde logo notificadas de que participam participarão de que a participação na audiência pública, implica na autorização de divulgação do seu pronunciamento e de sua imagem. Feitos os esclarecimentos pertinente, daremos a início ao debate. Eu gostaria de passar a palavra ao senhor João Carlos Parkinson de Castro, ministrochefe da divisão de integração de infraestrutura do Ministério das Relações Exteriores, e Exteriores pelo prazo de 15 minutos. O senhor tem a palavra. Bom dia bom dia, acho que agora todos me contam, sim.

0:004:13
28 de nov, 10:05
#2
Ministro Chefe - Ministério das Relações Exteriores - MRE João Carlos Parkinson de Castro
João Carlos Parkinson de Castro

Ministro Chefe - Ministério das Relações Exteriores - MRE

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Daniela Renner muito obrigado pela o convite é prazer estar aqui na comissão, e prestar aí algumas informações para avaliação dos governos estaduais e a setor privado. Vou começar a minha apresentação, simplesmente, identificando a situação que se encontra a produção agrícola na região sul enfrentando redução da área plantada, problemas climáticos que são de conhecimento de todos pragas, 1 forte dependência das importações e obviamente 1 demanda crescente que, na lembrando que AA0 milho por exemplo a e outros grãos também devem ser visto dentro do processo de transição energética, EAE geração de novas, de mais energia por novas fontes. Aqui é 1 1 avaliação do crescimento, por exemplo do milho na região do Mercosul, no período de 33 a 34, aí identificamos aí forte crescimento, na hora de 35 por 100 para o Paraguai e 30 e por 100 para o Uruguai, é importante que eu vou me referir a esses países mais em seguida. Brasil Paraguai, obviamente nós importamos no período de fevereiro a agosto, 589001000 toneladas de milho, os principais fornecedores foram Paraguai e argentinos estados como já foi indicado, estados importadores foram Paraná Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 60 80 por 100 da produção são destinados ao alimento do gado aves e porcos e portanto, para o desenvolvimento da avicultura, suinicultura, gera a agregação de valora, é importante fornecimento desses insumos. Então gráfico sobre importação de milho para a região sul, saliento aí a importância no caso da Argentina, do porto de Paranaguá, vou tratar isso mais adiante. No caso Paraguai, são as fronteiras terrestres, fronteiras secas que efetivamente determina o ingresso e isso é gargalo importante porque todos conhecemos a dificuldade do trânsito aduaneiro em Foz. Bom aqui é a produção de milho no Paraguai, né? E existe obviamente, 1 área importante no Alto Paraná, Itapua e São importantes áreas agrícolas do país, é muito próximas do Paraná, e portanto, poderiam ser objeto de 1 atenção especial em termos de, criação de 1 logística mais eficiente para importação futura de milho do Paraguai. Aqui é 1 1 proposta bem concreta, chamo de rota do milho. O produto seria transportado por rodovia do alto Paraná, com destino ao Porto 7 de Agosto no município de Carlos Antônio Lopes, Itapua, no Paraguai. Cruzaria o Paraná em Balsas ingressando na província de Missiones, na Argentina, pelo porto de Pirai, seguindo até a divisa com o Brasil onde eu ingresçaria pelo Porto Seco Dionis Cerqueira. Isso é 1 alternativa que eu proponho, com a vantagem que o custo é baixo, o tempo de obra é relativamente curto, e seria 1 possibilidade de já segurar o fornecimento, de milho por parte do Paraguai. Aqui é 1 outra alternativa, recuperando velho projeto do BNDES de integração ferroviária, que seria, a conexão de Guaracupava até Pirapóto, já na região produtora do Paraguai. Então a vantagem dessa opção é claro que ela ela implica investimentos e a 1 de tempo, é a integração ferroviária, né? O Paraguai, em forma todos que o Paraguai, se dirigiu em os auxílios exteriores, interessado em em promover a integração ferroviária com o Brasil, com o Paraná, Mato Grosso do Sul. Portanto, vejo essa possibilidade como 1 boa alternativa para melhoria da logística e a importação de milho do Paraguai. Recordo que, com a a implantação do corredor rodoviário biosânico, 60 por 100 do território Paraguai, que é o Chaco, passa agora a ingressar no sistema produtivo Paraguai, o que é obviamente dado importante porque já se registram produções de soja, milho e algodão, no no chaco Paraguai. Brasil Uruguai, outra outra possibilidade aqui é a integração ferroviária ali por Santana, Rivera Santana Livramento, né? É importante e deputada saliento então a importância do estado Mato Grosso do Sul, o estado do Rio Grande do Sul, insistir na renegociação da da concessão da Amália Sul, é incorporar como compromisso obrigatório do novo concessionário, a a integração ferroviária com o Uruguai. O Uruguai tem 1 conexão ferroviária, Rivera Montevidéu, Porto e vou mais adiante falar sobre outro porto que está em construção que é o Porto Martin Chico, né? Que obviamente a integração ferroviária teria vantagem de abrir todo 0A0A área de fronteira do Uruguai para a futura produção de grãos, né? E, aí teríamos possibilidade da conexão ferroviária a conexão da também que eu vou abordar. Essa é a integração da Custos, Patos Mirim, o a dragagem do Canal Sangradouro, e o início dessa, a integração com o Rio Grande do Sul. Como eu já assinei, essa essa integração fluvial reduziria os custos e permitiria que o norte que hoje é basicamente criador de gado transformasse em em produtor agrícola né gerando obviamente 1 boa oferta adicional de grãos. Recordo também que a a com a integração ferroviária, poderíamos também valorizar o próprio Porto Rio Grande porque o Rio Porto Rio Grande tem a sensibilidade ferroviária, entendeu? Aqui é 1 a nova ponte, insisti pra que se inicie logo a construção da nova ponte, o presidente hoje foi anunciado, o presidente novo presidente Uruguai visita Brasília, se encontra com o presidente Lula e dos temas é a a construção da nova ponte sobre o Rio Jaguarão, e as assim como também a dragagem do canal sangrador. Aqui é o porto de Martin Tico que eu quero apresentar pra vocês é futuro porto que já foi autorizado pelo governo Uruguai, ponto de 60000000 de toneladas, né, na na bacia do Prata, em frente à ilha de Martin Garcia, com terminal de fertilizantes, terminal de grãos, terminal de, granel químico também, líquidos então teremos várias possibilidades aí também de, recolher carga importada através do pôr do Martin Tico e transportálo para o Rio Grande do Sul, o ferrovia como já foi anunciado. Aqui é a localização Martin Tico, em frente à ilha Martin Gracia. Aqui a a localização do porto faz com que ele não seja afetado pela crise hídrica do Paraguai porque ele está mais próximo do Oceano Atlântico, então não há não há esse problema. E aqui por último eu poderia deixar de mencionar, que recordando que o Porto Paranaguá é a via de ingresso, do milho argentino, a necessidade obviamente de aumentar a capacidade portuária do Porto Paranaguá e inclusive, iniciar logo o que possível os trabalhos de indagagem, do canal de acesso, né. Obrigado, dentro do prazo.

0:009:23
28 de nov, 10:09
#3
Transcrição por IA

Eu quero registrar a presença da prefeita Fernanda. Do prefeito eleito Sandro macelay. Viceprefeito Ronaldo Vieira. Dos vereadores Giovanni e Alcione da Secretária de Desenvolvimento Econômico Franciele e também da Procuradora geral Mônica. Bemvindas. Da vereadora, Isabelle Camile de Bombinhas. E também do Zé Henrique que é gestor. Ambiental e de pesca referência lá no nosso estado de Santa Catarina também e da dona Ingrid Landim da Associação Brasileira dos Criadores de Suínas bemvindas. E eu passo agora a palavra ao senhor Aroldo Tavares Elias, analista de socioeconomia da empresa de pesquisa agropecuária e extensão rural de Santa Catarina, a nossa Epag, pelo prazo de 15 minutos. Ele está online né? Isso ele participa com a gente online. Sim. Bom dia a todos.

0:001:17
28 de nov, 10:18
#4
Analista - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC Haroldo Tavares Elias
Haroldo Tavares Elias

Analista - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC

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Daniela Reiner e senhores, eu vou a tocar apresentação, sobre a a questão do milho, o importante para o estado de Santa Catarina. Eu vou apresentar a dinâmica da produção, especificamente falar no estado de Santa Catarina, e a relações com agroindústrias, que embasa esse tema tão importante para para o estado, a questão do déficit de milho para a produção de proteína animal. Então, a produção agropecuária do Estado ela tem 1 origem né, da integração agroindustrial e reporta a globalização da economia brasileira que levou a integração indústria e agricultura. A expansão da indústria de rações, a indústria de rações em alta taxa de investimentos e teve essa integração. Também o desenvolvimento do oeste Catarinense passa a partir de 50 pela, impulsionado pelo comércio e com o papel importante da agricultura familiar, pequenos produtores. Ah o milho é ingrediente essencial né, e a importância global, milho é o cereal mais produzido consumindo globalmente, papel do Brasil, juntamente com a soja, fator determinante na competitividade dos setores de aves suínos, sendo o principal ingrediente na composição de rações. Desafio Santa Catarina enfrenta o déficit entre produção e consumo de milho, criando desafios né, para a indústria de proteína animal. Para caracterizar produção de carne no estado, produção de frango, Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, com 1 produção de 870000000 de frangos, 2023, com crescimento, 4 por 100. Produção de suínos, Santa Catarina, maior, é o maior produtor nacional de suínos, respondendo 29.59 por 100 da produção nacional, e 23, e foram produzidos 8000000 de cabeças. Também, 1 expansão nesse ano. Produção de leite, o estado é quarto maior produtor nacional de leite, são, mais de 30000 famílias né, que atuam nessa atividade, e que, vem crescendo no estado e também, é a base de rações de milho para produção de silagem bovino de corte em 24 a atividade cresceu 8.8 por 100 também vem expandindo embora a representatividade a nível nacional é pequena. 1 ampliação de confinamento de 15 a 20 por 100. E o desafios da competitividade, né, apesar do sucesso, Santa Catarina vem perdendo espaço proporcionalmente a nível nacional. Também para reportar a importância do valor da produção agropecuária, do BPA de Santa Catarina, os setores suínos para abate, frangos e leite, eles, somam cerca de 50 por 100 do valor total da produção agropecuária do estado. A produção de grãos, né, milho, grão milho, silagem, soja, também estão conectados nesse nesse setor. Produção global do do do mundo, né, só para ter 1 rápida apresentação, a produção se produz bastante milho no, no mundo, Brasil é o terceiro maior produtor, vem Estados Unidos, China e Brasil. E0E0, esse ano, de 2024, pela última estimativa do Usda, do SDA, novembro 24, o consumo ultrapassou pouco produção, né, e isso faz com que indicativo, dos fatores importantes para a fortalecimento dos preços, elevação dos preços a nível internacional. A produção nacional do estado, né, o estado vem produzindo, aumentando a sua produção, conforme relatado. E que nós estamos aí produzindo cerca de 120000000 de toneladas, a a primeira safra está estabilizada, vem até diminuindo, que é importante pro sul do Brasil, mas ela vem diminuindo a área de cultivo, perdendo espaço para a soja. Então a nível nacional, cerca de 23000000 de toneladas, isso dá para consumo de 2 meses, no máximo 3 meses no no país. Dependemos da da segunda safra do centrooeste, que vem aumentando, mas com 1, principalmente pós a soja. A, em Santa Catarina, é interessante reportar que o Estado chegou a ter quase milhão de hectares na década de 90, e vem diminuindo a área de produção de milho grão, de 826000 hectares, estamos com 254000 hectares e por outro lado, a soja vem aumentando, né? Já estamos aí com 268000 hectares, com a soja segundo, segunda safra passa de 800000, hectares. A produção, a evolução, nós estamos vendo esse quadro, né? Isso é dado, nós produzimos a em 2012 e 13, cerca de 3.2 milhões de toneladas de milho, agora chega pouco mais de 2000000, em toneladas ou seja, perdemos, deixamos de produzir, nesses 10 anos aí milhão de toneladas de grãos, e aumentando a da soja. Aqui é o é o quadro de oferta e demanda, não vou detalhar apenas a a parte amarela é oferta né? Nós temos a reprodução 2.2 milhões de toneladas de milho, as importações entram nesse cálculo, né? A metodologia, já esse ano já importamos ali está 200000 toneladas, portamos mais de 300000 toneladas, principalmente do Paraguai, e 1 quadro de de demanda bastante importante, passa de 8000000 de toneladas de milho, ou seja, nós temos déficit de 5.7 estimada, 5.7 milhões de toneladas estimada para esse ano, 1 estimativa e os dados fecha agora em dezembro. Então, aqui nós temos rapidamente quadro, né, de crescente, a parte vermelha, né, crescente de déficit, né, de milho, temos acima de 5000000 de toneladas, chegando próximo, 6000000 de toneladas de déficit. Aqui as importações, quadro de exportações, importações de milho, estamos, já importamos, que é importações, né? Já importamos esse ano 306000 toneladas, se nós considerarmos, apenas esses 300 e poucos 1000 toneladas representa aí, quase próximo a 10000 carretas que vem, 8000 carretas que vem do Paraguai. Imagina, mais de 50000 carretas que a gente tem que trazer do CentroOeste pra abastecer Santa Catarina, transporte rodoviário. E falar em preço de milho, é interessante ressaltar que o milho ficou nos último ano com preço bastante satisfatório, pensando na agroindústria, produção de carnes. Agora ele tem, agora em outubro, desde agosto, vem pegando ritmo aí, a valorização do produto, chegando a próximo de 70 réis a saca, principalmente entre safra e o Brasil exportou muito, né? O Brasil tem milho. O ano passado exportamos mais de 50000000 de toneladas, esse ano mais de 30000000, mais exportações seguem rumo à rota norte do país, né? Principalmente, Maranhão, Belém, estado do Pará, exportações no no esportes do norte do estado, principalmente oriundos do Mato Grosso. Então, é volume muito significativo. Em termos de preços, tem muitos fatores, né? Que é a questão dos preço, aqui não vou detalhar, apresentar os fatores que estão impactando agora no momento, a busca do mercados, né? Na China, quando busca milho no no Brasil impulsiona os preços, é o interesse dos portos ainda, o aumento do consumo interno, do milho agora, está elevando né, a a os preços, fortalecendo os preço nesse momento, no segundo semestre. Teve 1 redução das, da das exportações, e e 1 lentidão no mercado interno, quedas, fator internacional também influi nesses preços. Então a queda no mercado Chicago, né? Agora recentemente. E o clima favorável na América do Sul. Então, nós vamos ter 1 safra boa até o momento, do Sul do Brasil. O colega Edmar pode confirmar, né? Nós temos 1 safra boa até esse, chovendo bem regularmente, então tem 1 safra razoável esse ano. E Santa Catarina, foi bem colocado né, a questão dos incentivos políticas pública nós temos, no milho, pra ter competitividade a questão das sementes, tem algumas políticas públicas importantes, que está mantendo alguma área, mas ainda, a questão é maior né? A o agricultor sendo a soja mais atrativa, né? Em termos de, de preços e também a questão de manejo, né? O agricultor está optando por soja. Então nós temos que buscar constantemente inovação, tecnologias, EAA suprimento de milho, apresenta, obviamente, além do que foi reportado a questão dos portos, trazer, diminuir a questão da logística, os preços adquiridos a 1 distância maior, a importação, né? Santa Catarina depende cada vez mais de importação, projetos muito bem reportado agora, né? A questão do do custo logístico, alternativas ao milho, a secretaria do estado ainda tem algumas políticas importantes, né? Área de cultivo de soja tem 750000 hectares na primeira safra. Se metade dessa área for produzida em em trigo, cereais de inverno, nós podemos produzir milhão de tonelada de trigo, que pode substituir em parte o milho para rações. E isso está acontecendo, mas ainda com ritmo pouco baixo. Outras soluções é o DDG, DDGS, E00 Porto de Imbituba está exportando mais de 500000 toneladas, que é o farelo né, de milho oriundo lá da produção de etanol. Então pode ser 1, 1 1 1 1 alternativa pra, substituição de parte do milho, mas é em cerca de 10 por 115 por 100, no máximo, na composição de rações. Então, essa é a apresentação, que eu que eu tinha que fazer, fico à disposição. Muito obrigada.

0:0010:44
28 de nov, 10:20
#5
Transcrição por IA

E eu passo agora a palavra ao senhor Edmar Gervasio, economista da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, pelo prazo de 15 minutos.

0:000:13
28 de nov, 10:30
#6
Economista - Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná Edmar Wardensk Gervásio
Edmar Wardensk Gervásio

Economista - Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná

Transcrição por IA

Bom dia a todos pessoal então acho que o Haroldo tocou ponto bem interessante no sentido de que a gente, tem 1 produção de milho razoável no Brasil né, a gente tem excedente aí em sacras normais, e superior a 30000000 de toneladas que são basicamente destinadas para exportação, entretanto, na região sul, o Paraná de certa forma ele é privilegiado nisso porque além da produção de proteínas, né, frango e aves, a gente tem a produção de milho é bastante pujante no estado hoje ainda nós temos a capacidade de situações normais é 1 produção de 17000000 de toneladas, comparado por exemplo, a 2000002 a 3000000 da de Santa Catarina, então a gente atende hoje e toda a demanda interna do estado, então basicamente dessa produção toda torre em torno de 12 a 13000000 de toneladas, elas são destinados exclusivamente para a produção de proteínas no estado e o excedente é exportado e ele também também vai para para os estados vizinhos especialmente aí e Santa Catarina. Se a gente pensar em problemas de custos, né, que acho que é a grande variável que a gente está discutindo aqui é Santa Catarina tem o maior custo de produção de proteínas né falando especificamente de suínos e aves né, então, essa variação comparado ao menor preço que é do Paraná naturalmente por ter a disponibilidade de milho para toda a produção a gente tem 1 variação hoje em torno de 2 a 3 por 100 que é 1 variação razoavelmente pequena mas ela gera de certa forma impacto competitivo tanto no mercado doméstico como no mercado internacional é pra gente ter 1 ideia. É o custo para produzir aí a o quilo de de aves né que é o principal produto aí de Santa Catarina com com o Paraná né de Paraná maior produtor de frango hoje aí Brasil é em o Santa Catarina produza em custo médio aí de acordo com a Embrapa em 2024 de 4 reais e 63 centavos o quilo de de aves e o Paraná 4 reais e 48 EE0 rio grande do sul R$4 e 58 para produzir quilo e isso dá 1 variação de 2 por 2 quase 3 por 100 nos entre 2 3 por 100 aí dentro de Santa Catarina para o Paraná que é o menor custo. Então esse cenário que é basicamente que a gente tem e tem que buscar a equalizar então esse a ração animal é o principal custo de produção de qualquer produtor hoje é estimado em torno de 65 a 75 porcento para produzir carne suína e carne de frango é 65 a 75 por 100 do custo é ao custo de ração então e quando a gente fala ração no suíno a gente tem 1 composição pouquinho maior onde entra a soja mas no frango a composição básica da ração é milho, então isso é fator determinante aí pra gente buscar 1 solução pra reduzir os custos. Isso vai ter realmente vai passar o estado do Paraná nos próximos anos porque a gente hoje não tem 1 capacidade razoável de aumentar a produção porque o desafio de comprar pensando no milho de competir com a soja, ele é bastante certa forma, desleal no sentido de que o produtor vai optar pela soja, porque ela é produto com bastante liquidez no mercado e ele tem 1 lucratividade muito maior, né, então você tem que buscar talvez até soluções como o Harudo até comentou e incentivar a produção de milho, então você eventualmente ter programa de contratos já de preços prédefinidos, talvez programa de seguro rural mais mais harmônico e que a a atue mais em favor do produtor que ele se sinta mais segura em produzir milho em vez de produzir soja, por exemplo, nessa é para a gente ter 1 ideia no Paraná, na década de 80, o Paraná plantava mais de 2000000 de hectares de milho na primeira safra, ou seja na safra de verão, ele cantava em agosto. Nesse ano, a gente está tendo a menor safra da história para na para o Ibi primeira safra, plantando apenas 250 1000 hectares então a gente vê essa mudança muito trágica e a produção do milho sendo empurrada para a segunda safra que é hoje a maior safra a gente planta mais 2000000 e meio hectares com 1 produção é acima de 13000000 de toneladas, entretanto a produção na segunda safra é basicamente ou pouco menos é pouco mais da metade do que poderia ser produzido na primeira safra, então se a gente produzirse hoje milhão de hectares a gente teria potencial de produzir em torno de 9 a 10000000 de toneladas só na primeira safra né então esse é cenário que que a gente pode buscar a alguma atuação do sentido de é trabalhar o incentivo ao plantio é nas regiões próximas a isso seja no rio grande do sul e seja no em santa catarina e no paraná porque as quando a gente fala em é trazer o milho de outras regiões invariavelmente ele será mais caro do que a gente ter o milho no no cenário doméstico, ou seja, está no no sul é muito mais vantajoso do que a gente tentar eventualmente buscar ele até nos países vizinhos porque ele vai ter custo logístico maior né, por exemplo, a gente pegar o milho de Guarapuava e levar para para Santa Catarina. Na região do Banco de Chapecó, né, no dia produtora, então isso é é o cenário que a gente talvez possa também a avançar no sentido de incentivo ao produtor em isso existem mecanismos, né, E legais, né. E principalmente acho que talvez hoje o grande impacto que o produtor tem aí e e fora o clima que é 1 condição. Não tratado, ele tem impacto, por exemplo, de doenças, né, cigarrinha é fator hoje indélico no sul que não tinha né, então nas últimas safras isso vem afetando drasticamente a produção hoje a produção já começa com 5 a 10 por 100 de perda do estado Paraná em decorrência de doenças, então você trabalhar no seguro rural a apoio nesse sentido apoio a comercialização futura que o milho não tem esse esse perfil, por exemplo, de travar preços a ao longo do do tempo como a soja. Hoje a soja não tem a comercialização futura como ela tinha porque o produtor de soja hoje, ele é grande produtor e normalmente ele tem a tendência a comercializar à medida que colhe a soja e ele ele literalmente arrisca porque ele tem 1 boa margem. Mas a gente tinha em condições anteriores, 1 condições onde que a safra largava já com 30 40 por 100 do que estava sendo plantado comercializado, então esse é cenário é bastante favorável com o produtor, então esse talvez seja caminho de trabalhar para a pintura do milho para a gente ter aí nos próximos anos 1 segurança na produção de proteínas, que é o principal fator hoje é frango carne bovina é muito mais interessante do que a gente vender milho a granel soja a granel para outros países, então é isso é se torna 1 cadeia bastante interessante de incentivo e acho que talvez seja o caminho de trabalhar a sugestão fica de trabalhar incentivo a produção no sul, a gente tem relativo espaço para isso e provavelmente e vai beneficiar os 3 estados hoje Santa Catarina é o estado mais crítico, mas nos próximos anos, o Paraná terá que ter alguma situação pra poder atender a demanda das cadeias de de de de suína e aves e agora também de peixe e tem crescimento bastante significativo nos últimos anos e é invariavelmente no cenário atual, a gente vai ter falta de milho no estado Paraná, apesar de 1 grande produção aí de 17 milhões de toneladas na safra cheia, mas o espaço de crescimento ele é certa forma bastante pequeno, né, então, acho que talvez essa é minha contribuição fico à disposição é pra eventual dúvida e qualquer coisa complementar as informações. Obrigado.

0:008:43
28 de nov, 10:31
#7
Transcrição por IA

Muito obrigada Edimar, e eu passo agora a palavra ao senhor João Lovatel representante da Federação das Cooperativas Agropecuária de Santa Catarina, a Fêcoagro, pelo prazo de 15 minutos. Bom dia a todos.

0:000:14
28 de nov, 10:39
#8
Gerente de Suprimentos - Fecoagro João Lovatel
João Lovatel

Gerente de Suprimentos - Fecoagro

Transcrição por IA

Venho pra convite da Daniela, a gente agradece a oportunidade e acho que a o ideal de importância que é dado para esse ponto que ele vem se agravando com o passar dos anos, e concordo que a tendência é que uns anos vai piorando e vai dificultando a nossa a exportação de carne. Bem representando a a Federação das Cooperativas, trabalho numa cooperativa chamada Aurora Coop, cooperativa central Aurora Alimentos, então posso falar pouquinho mais sobre o lado do consumidor digamos. Falando pouquinho da da Aurora, ela está centralizada nas suas bases de produção digamos no oeste catarinense, aonde o déficit de milho cada vez mais ele é escancarado, e vem nos dificultando o acesso. Então hoje se nós olhar Santa Catarina, 50 por 100 do milho que se consome lá vem de fora do estado, se nós excluirmos Rio Grande do Sul e Paraná, eu acredito que, olhando o geral da Aurora por exemplo, ficaria indo em torno de 60 por 100 do milho consumido pela empresa, vem de fora dos estados do Sul, oriundos do Paraná, do Paraguai, MST, MT, Goiás, Tocantins, São Paulo vem alguma coisa então, a empresa busca, ela tem que buscar matériasprimas mais distantes e mais longe, ocasionando custo né então, hoje falando em preços, terço do valor da sacada de milho é frete. Então esse posicionamento longe das áreas produtoras nos dificulta. Então aproveitando o gancho de das das pessoas que estão aqui, eu vejo que pensando em infraestrutura, nós precisamos de alternativas, a gente viu que o Brasil cresceu muito pra exportação de grãos, crescendo na oferta de de logística pra o Arco Norte, pra exportação, portos, ficando o interior do Brasil aonde está com a produção de suínos e aves pouquinho debilitado então, a gente não quer nada diferente do que foi feito com os portos, só dá pouquinho mais de de condições de nós trabalhar, e conseguir botar ou colocar o milho na na na nossas nossas unidades produtoras, com o valor pouquinho mais acessível. Olhando em políticas públicas, eu acho que a parte de incentivos pra produção de Santa Catarina acho que o estado já está trabalhando em cima disso, tem algumas algumas outras condições que podem ser feitas e acho que com o passar dos anos a gente vai ter que trabalhar isso pra pra conseguir melhorar e fazer com que o estado também produza pouco mais pra tentar diminuir esse déficit, mas por por região né, por espaço, não vai ter como suprir totalmente a demanda né então, trabalho está sendo feito, em questão de de incentivos de avanços tecnológicos, eu acho que a IPAG ajuda muito lá no estado em questão de estar promovendo novas tecnologias, buscando ampliar a produção. Então está fazendo o seu seu trabalho, a seu passo né? Nós internamente da empresa também trabalhamos questão de infraestrutura, buscando melhorar a armazenagem, ampliar, pra tentar quebrar essas oscilações que o mercado faz. Então não existe 1 1 receita só que vai solucionar o problema nas agroindústrias no Santa Catarina e do sul do país. Existe conjunto de fatores, aonde a gente vai ter que estar de mãos dadas de vários vários setores da, governamentais, públicos privados, instituições, pra conseguir atender essa demanda e fazer com que a gente consiga produzir carne com a excelência que nós produzimos, com o custo atrativo, e que nós consigamos adentrar em mercados lá fora, com custo competitivo e conseguimos participar desse mercado. O que eu tenho a comentar aqui é, né a dificuldade nossa do do sul é dessa dessa captação desses grãos, com o custo mais mais barato né, mas eu vejo que os esforços estão sendo feitos, e o que precisa mais é 1 1 sinergias de de ações, pra que consiga isso, vamos dizer ajudar a a mitigar esse esse custo. Agradeço a oportunidade também de estar expondo a ao lado do consumidor aqui, e fico à disposição também pra qualquer eventual dúvida ou questionamento.

0:004:25
28 de nov, 10:40
#9
Transcrição por IA

Muito obrigada, João. Eu agradeço a participação dos todos que trouxeram essa brilhante explanação pra nós. E eu confesso, ministro João Carlos, que eu fico bastante feliz em ver o senhor trazer a questão da rota do milho, nós já tivemos inclusive eu pessoalmente já estive no ministério, em 24020 falando da do milho que é algo que por muito tempo nos pareceu a melhor alternativa, mas e é 1 excelente alternativa, mas a logística também é bastante complexa especialmente esse trânsito pela Argentina. E nós chegamos na época a desenvolver a tratar de 1 espécie de projeto piloto, fazer 1 experiência de trazermos algumas cargas 5 10 cargas e fazer 1 desenho de logística né, piloto de logística, pra que a gente pra pra pra viabilidade viabilizar efetivamente a rota do milho, que seria o bolsão de milho mais perto de Santa Catarina, por exemplo. Mas aí tem a questão da tonelagem das estradas que não suporta bitrem, e e é e a questão do porto, né, do Porto Piraí, de de da estrutura portuária, enfim. Mas a gente acabou né João Lovatella a gente acabou meio que se desesperançando desse projeto porque não conseguimos fazer viabilizálo né, e se nós conseguirmos agora com o apoio do Ministério das Relações Exteriores, com os grupos de trabalho do Mercosul, inclusive a gente chegou a aprofundar estudos de que inclusive existe no Mercosul programas de fortalecimento da infraestrutura nos países membros, o que facilitaria a a essa conexão pela Argentina, porque a Argentina também quer ganhar alguma coisa, né? Então o que a gente sempre buscou foi justamente essa integração para que ficasse bom para todos e que nós pudéssemos viabilizar porque lá sobra milho e nos falta milho, né? Como foi falado aqui inclusive pelo Edimar né, comparando o custo de produção do Paraná com Santa Catarina. Santa Catarina efetivamente é o estado que está com a maior fragilidade que apresenta maior fragilidade nesse momento, e o maior custo de produção. EAE ainda assim nós somos o maior produtor de suínos né? E a gente está sempre ali concorrendo com o Paraná entre o primeiro e o segundo, e na questão de aves o Paraná é o primeiro nós somos o segundo, mas mas por pouquinho né Edimar? E e essa competitividade, é 1 competitividade saudável EEEE, mas a gente, ainda assim né, apesar de nós termos custo de produção muito mais elevado, a gente consegue ser o maior produtor de suínos, né? E e 1 coisa que eu gosto muito de de salientar é a importância econômica da do agro em Santa Catarina, né? É 30 e por 100 do nosso PIB e 70 por 100 das nossas exportações, demonstra essa força econômica, né? EEEE aí tem muita inovação, muita tecnologia. A gente usa de práticas ambientalmente sustentáveis, eu acho que o Sul do Brasil é é exemplo né de sustentabilidade também e de alta produtividade né, ministro nós somos estado por exemplo e o Paraná é muito semelhante, o Rio Grande do Sul é muito semelhante também, onde as cooperativas, impera onde a economia familiar é predominante e e são pequenas propriedades, mas propriedades altamente produtivas e com 1 qualidade impressionante a ponto de nos colocar como grandes competidores nos mercados mais exigentes do mundo EEE isso consolida, né, essa posição no setor agropecuário nacional também. E só o grande oeste de Santa Catarina, o nosso parque industrial é pilar essencial para economia, né? A gente sustenta em torno de 317000 empregos formais. E só em janeiro de 2000. Não desculpa entre janeiro e maio de 2024 o setor gerou 9267 novos postos de trabalhos formais, né? E os e esses números são impressionam, né? Porque olha só o processamento do estado foi quase 17000000 de suínos correspondendo a 30 por 100 do abate nacional, 839000000 de frangos e o nosso rebanho de suínos é de 9.8 milhões e mais 132.6 milhões de aves. Então tem a gente tem potencial produtivo imenso e que pode melhorar e esse é o nosso grande desafio, né? Não só melhorar na produção da proteína animal, mas também como os colegas falaram aqui os outros participantes falaram há pouco, Também temos o desafio de melhor de aumentar a nossa produção e a nossa produtividade também, mas nós temos imitadores de espaço de concorrência de preços que o milho acaba pagando menos, né. E aí tem também a questão de securitização rural que é grande agrícola, né, que é grande impedimento que a gente tem porque se perde muita safra, né, então a gente já não produz tudo que a gente precisa produzir, a gente produz terço do que a gente consome, e ainda nós temos 1 série de perdas com, com as pragas, nós temos 1 série de perdas com as intempéries que, o Sul do Brasil a exemplo do que aconteceu há pouco no Rio Grande do Sul, a gente sofre com muitas intempéries, com chuva seca, e a produtividade diminui consideravelmente, né? Nós temos 1 perda de produção bastante importante de forma sucessiva, né? Então as nossas e ainda assim, né as nossas exportações só da agroindústria catarinense alcançaram 35.7 bilhões no ano passado né? Então essa base de produção de proteína animal, ela tem e eu sempre digo que não é não é gasto, não é é investimento né, porque rapidamente, os estados do Sul EEA nossa Santa Catarina, rapidamente a gente devolve esse esses investimentos aos cofres públicos pela nossa capacidade de produção e pela seriedade com que a gente trabalha nos nossos estados. Então essa essa. Esse é o nosso grande desafio, né? Nós temos 1 lacuna de cerca de 66000000 de toneladas. Que que eu falei? Ah não tá, isso se a vírgula aqui perdão. A gente tem 1 lacuna de cerca de 6.6 milhões de toneladas que acaba sendo preenchida por milho importado do centrooeste, do Paraguai, da Argentina, mas essa dependência eleva demais os nossos custos EAAA0 que o Edmar falou chamou bastante atenção porque, o Paraná também está entrando numa margem de risco a maior né a ao passar do tempo em que Pese tem essa sustentabilidade tenha consiga produzir praticar todo o milho que consome né, mas a a forma como está andando e as dificuldades que a gente tem enfrentado ao longo dos anos faz com que também esteja numa situação de risco, né? E o nosso estado então nem se fala o estado de Santa Catarina, né? A gente precisaria de mais 2 terços do que a gente consegue produzir pra suprir a nossa demanda interna. Né? E então e ainda né a a ressaltar os números aqui da nossa da diminuição, né? A produção tem diminuído significativamente atingindo menos de 2000000 de toneladas na última safra. 60 por 100 desse valor chega chegam ao mercado de grãos enquanto 40 por 100 são destinados a silagem para o consumo interno, né? Então é essa essa dependência que a gente tem é é que faz a gente estar aqui hoje debatendo esse assunto e pedindo a colaboração do Governo Federal também, pra que a gente consiga estreitar esse contato e buscar essas alternativas de forma emergencial, porque a gente precisa de soluções imediatas, né, a gente precisa repensar urgentemente essas estratégias, como incentivo, né, de de todo tudo o que já foi falado aqui desde o incentivo à produção mas hoje a gente está mais focado na logística, a gente precisa de de incentivo no transporte ferroviário, e hidroviário também, que favorece 1 eficiência né, maior economia e menor impacto ambiental inclusive, e também é essencial fomentar políticas que estimulem o aumento da produção local como foi falado também, e a gente tem alguns, eu quero salientar aqui, né, retomar e salientar alguns pontos, que impactam na produção e no custo, né? A redução da área plantada como a gente falou aqui. A produtividade em média também de 6.9 toneladas por hectare, o controle de pragas é é emergente a cigarrinha, especialmente do milho, a infraestrutura pra transformar o milho de outro, para transportar o milho de outros estados. A gente tem BRs em péssimas condições, né, não existe transporte ferroviário. A gente sabe que existe existe planejamento, mas a gente precisa efetivar. Enfim, né o elevado custo de transporte do grão, quase equivale a terço da saca, né? EEA gente tem estudos da IPAG da Embrapa que indicam que a gente pode melhorar a produtividade. O manejo também pode aumentar por hectare 0.4 milhões de toneladas por ano, exemplo da data da semeadura, de de setembro AAA primeiro de outubro que também é algo que tem, muitas vezes nos tira o sono, por termos que obedecer datas de plantio e cada região muda enfim é outro enfrentamento importante que a gente precisa fazer. A gente quer incentivar a produção de milho também com alta produtividade, Santa Catarina tem programa Terra Boa, e a gente precisa fazer essa interlocução também com o Ministério da Agricultura pra que, nos proporcione melhores condições nesse sentido também. Aumentar a produção de grãos de inverno como trigo por exemplo, importação de milho EA0 que a gente né, pede especialmente o senhor aqui, é que nos ajude fazer, facilitar esse processo de importação de milho de outros países, né? E o MAPA também precisa autorizar a equivalência sanitária com os países vizinho. Vizinhos pra dar mais agilidade nas aduanas porque hoje às vezes os motoristas ficam parados de 5 a gente fez, ao Ministério das Relações Exteriores há alguns anos atrás que eu mesma fiz. Eu quero convidar o senador do Rio Grande do Sul para fazer parte da mesa aqui conosco. O senador Irineu Ward que é suplente do nosso igualmente querido Senador Heinzi, está aqui conosco eu já passo a palavra pro senhor senador. Obrigada. EEE na nesse nesse trabalho que a gente apresentou a ao Ministério das Relações Exteriores, aquele, à época, a gente falou inclusive, de achar formas de passar nas aduanas de forma mais rápida e mais eficiente porque o milho ele não traz nenhum patógeno consigo que possa, Santa Catarina é dos estados mais rigorosos com a vigilância sanitária, né? Nós somos livres de diversas. Zoonoses de diversos patógenos que que nos traz 1 eficiência diferenciada justamente por causa dessa exigência e nós conseguimos estava tudo muito, muito bem estruturado, andamento muito bom para que nós pudéssemos passar de forma a a questão da sanidade com maior agilidade por não ter essa esse perigo de de contaminação, né? Então assim. Essas autorizações junto ao mapa, né? Também a gente precisa para que a gente possa ter mais facilidade, né? E o investimento em infraestrutura, ministro, essa é a maior. A maior dificuldade que a gente tem, né? A gente fala também em subsídio ao custo de frete pros estados do Sul como ocorre em alguns programas pro Norte e pro Nordeste, que infelizmente pro Sul não existe nenhum, né, e principalmente falar em se implementar a via férrea, que liga Cascavel a Chapecó, a Passo Fundo e melhorar como todo AAA0 fluxo ferroviário, né? E mas principalmente ministro essa essa eu volto a dizer que nos alegra, essa sua abordagem de trazer de volta, né, a rota do milho, que como eu acabei de dizer a gente durante muito tempo foi alternativa que a gente achava viável, né que a gente mais investia. Mas acabou que nós ficamos desesperançados com ela por essa falta de condições para viabilizála nos termos que Eu mencionei anteriormente. Eu quero agradecer a presença da Mariana Porto que representa a secretaria nacional de transporte rodoviário. E, Senador, a gente teve já as explanações dos convidados aqui e eu gostaria de passar a palavra pra vossa excelência pra que pudesse nos brindar com o seu conhecimento aqui na. Obrigada.

0:0015:42
28 de nov, 10:44
#10
Transcrição por IA

A todos. Saudação. Na verdade estou aqui a pedido de 1 de 1 pessoa minha amiga pediu pra estar aqui. Eu sou presidente da PósOJA Rio Grande do Sul e sou senador suplente a assumir há pouco tempo aqui o Senado da República. E pelo que eu entendi aqui, o assunto é relacionado justamente à agricultura e sua cultura rural. EE0 Rio Grande do Sul, todos todos os brasileiros e até todas as pessoas, ou quase todos do planeta, devem saber da dificuldade que o Rio Grande passou a partir de abril, maio e junho. Deixou muita gente desolada, não só no campo, como também nas cidades atingidas, né? EEEA reconstrução do todo, isso vai levar muito tempo, né? Vai levar muitos anos. Muita coisa já foi recuperada, evidentemente as mais simples, né? Do total de 95000000000 que foram anunciados pelo menos pelo Governo, deve ter sido repassado próximo a 50, né? Mas isto não vai recuperar todo o Estado, tem coisas que até não recupera mais, dê tanto estrago que fez e tal. Então isto vai afetar diretamente na produção, embora, especialmente a Embrapa tenha anunciado 1 super safra no Rio Grande do Sul, essa que está sendo plantada agora, isso dificilmente vai acontecer, né? A não ser que o clima seja excepcional, que nós temos muitas áreas que foram lixiviadas, aonde a produtividade vai cair, áreas que não vão ser plantadas, áreas aonde as agricultores portarem com a ficha suja, com o nome sujo, não conseguiram financiamento ou não tinham garantias. Então vão vão ficar áreas, talvez não percentual muito alto, mas vão ficar áreas sem plantio, e muitas áreas sem tecnologia, onde fatalmente a produtividade vai cair. Então, é é 1 é 1 é 1 preocupação que nós, gaúchos, todos temos, mas a vontade, o vigor e a disposição do do agricultor ela é muito grande. Então, seguramente a gente vai recuperar isso. Mas fugindo desse tema, eu eu vim agora, nós estávamos lá na Prosoja, numa reunião com a imprensa, especialmente pra tratar da questão agrícola do país como todo. E tinha representantes de várias Aprosojas, o evento continua lá. Mas a grande preocupação nossa como brasileiros e como produtores e aí eu englobo o país como todo, é a difamação que tem sido feita a nível de mundo, de planeta, com relação ao Brasil, a sua produção, né? Esses essas falas das grandes empresas, Karefur, Danone e tal, né? Quer queira quer não, embora não signifique 1 quantidade tão grande de produto, porque a França ela na verdade importa menos de meio por 100 da carne vendida do Brasil pro exterior vai pra França, né? Mas não é a questão do volume, é é a questão do que significa a fala dessas pessoas, isso nos preocupa. Então o evento lá foi 1 pessoa da Embrapa, que fez 1 explanação enquanto eu estava lá, mostrando justamente a situação do do do país como todo em relação à área utilizada pra agricultura, pra pecuária, matas, reservas e assim por diante. O Brasil tem na verdade 12 por 100 da reserva florestal do mundo, né? Então é algo que ninguém mais tem, e assim mesmo, nós somos altamente criticados, né, especialmente por países europeus, e isso é independente se é é essa questão direita e esquerda não entra nisso. E eu vejo fator importante, me parece que que o Brasil nesta questão específica se uniu, né, e nós temos que nos unir cada vez mais quando atacam a nação como todo. As nossas questões internas aqui puxa pra cá, puxa pra lá, nessa questão não interfere, né? Então, o Brasil, lá fora, eles não sabem quem é a, quem é b, né? É a nação como todo que que sofre com isso, por isso que as retaliações que estão sendo anunciadas, eu acho que elas devem seguir até a retratação, especialmente a retratação. Se eles voltar a comprar carnes ou não, isso é até secundário, mas a retratação perante o mundo perante o mundo deve ser feita, até porque nós nós produzimos alimentos de altíssima qualidade, exportamos coisas de primeira, né? Quando a gente, eu eu sou agricultor, sou produtor, ela há 53 anos, mas sempre que você vende produto, você imagina assim, esse vai pra exportação, vai o melhor, né? Então tu capricha e aí os os gringo, digamos assim, lá de fora, nos criticam, né? Criticam o país como todo, independente de quem seja. E eu acho que nós não merecemos isso. Então, eu comentei isto lá e comento aqui também, eu acho que está na hora do Brasil se impor mais, mostrar o que de fato nós temos em termos ambientais, porque o que nós temos através do Código Florestal nenhum plano, nenhum país do planeta tem, né? Então nós fizemos a lição de casa e lá fora parece que isso não é verdade. Eles acham que nós estamos mentindo, ou quando você mostra a verdade deles mudam. Mas enquanto eles não veem a verdade, ficam começando no ar sem dizer fato real. Então, eu não sei exatamente o objetivo deste evento, né, mas é 1 é 1 é 1 questão que eu mais vim aqui pensando justamente de defender a posição do Rio Grande do Sul no momento, e a posição do Brasil perante o mundo diante dessas questões, defendendo sempre o setor primário. Então, eu agradeço a oportunidade. Depois eu vou ver aqui, de repente, a gente pode interferir de novo. Obrigado.

0:006:18
28 de nov, 11:00
#11
Transcrição por IA

Muito obrigada senador pela sua participação, e eu quero me solidarizar com a sua fala porque a gente está passando por 1 verdadeira degradação moral do nosso agro, da nossa produção, né? Eu concordo com o senhor quando o senhor diz que ninguém tem o Código Florestal, ninguém no mundo toma ou as providências que a gente toma ou preserva tanto quanto a gente, né, e às vezes a gente tem a sensação de que nós o Brasil perante o mundo somos os únicos responsável pelo bemestar do planeta, né. E tem 1 palavra que eu, 1 frase que eu gosto muito de usar às vezes até pouco irônica, ministro, que eu costumo dizer que a a plantação de batata, de milho, de feijão de arroz, ela também faz fotossíntese. Ela também produz oxigênio. Então não é só a Amazônia, o nosso produtor que está lá de sol a sol de 7 dias por semana, 24 horas por dia em alerta porque acontece alguma coisa na propriedade, ele não vai olhar, pô, será que está no horário de expediente? Não, ele vai consertar. E via de regras são famílias que fazem parte da produção que tem amor gigante pela terra que está no nosso sangue, eu sou produtora rural também e e que a gente faz tudo com tanto carinho, né. Então, ninguém nos indeniza por essa colaboração ambiental que a gente dá, não existe, a gente está falando agora começando a falar em minha regulamentação, né, dos créditos de, eu gosto muito de chamar de créditos de produção ambiental, porque o que a gente produz é oxigênio, a gente produz a harmonia do meio ambiente e ninguém nos indeniza por isso, né. Então, é muito triste quando rotulam o nosso produto de 1 forma equivocada para não dizer outra coisa EEE pra mim não tem eu sou advogada também e não tem outro nome que se possa dizer além de 1 tentativa de degradação moral do nosso produto e do nosso produtor rural brasileiro. Então a gente está aqui na na FPA que a senhora na FPA que o senhor também faz parte aqui na comissão de agricultura na KPADR a gente tem trabalhado diuturnamente pra valorizar a nossa produção porque aí a temática que a gente fala aqui são as dificuldades que a gente tem pra produzir, né? São 1 é o único ambiente, é o único trabalho que a gente não tem controle, que a gente depende de causas externas como clima, chuva, sol, enfim, e a gente faz o melhor pra devolver pra terra os nutrientes que ela precisa, porque senão a gente não produz. Então, essa falácia, essa falsa tentativa de fazer colar que o produtor destrói, não é o contrário, se a gente destruir, se a gente não tiver os cuidados com a terra, a gente não produz. A gente faz plantio direto, a gente está sempre correndo atrás de de de de fatores de novidades de tecnologia pra devolver aos solos nutrientes, pra manter a umidade do solo, pra que a gente possa produzir mais e melhor e com qualidade. Então essa essa eu quero me solidarizar Senador muito bem lembrado. Sempre muito oportuno a gente lembrar que o Brasil está sendo extremamente injustiçado que o nosso produtor está sendo extremamente. Prejudicado e não é só o produtor é o nosso país que está sendo prejudicado é a imagem do Brasil que está sendo prejudicado. Então é algo que a gente precisa continuar essa defesa e continuar buscando alternativas pra viabilizar e melhorar cada vez mais a nossa produção com com sustentabilidade com responsabilidade. E levando produtos levando alimentos seguros pra mesa de todos os brasileiros e do mundo todo. Eu gostaria agora então de de passar a palavra eu quero passar a palavra doutor Gouveia também doutor Ricardo Gouveia que foi meu secretário de agricultura lá em Santa Catarina quando eu fui vicegovernadora e governadora interina do estado, e que tem também 1 vasta experiência no setor desde em todo o desenvolvimento de 1 cadeia produtiva de de proteína animal no nosso estado por gentileza.

0:004:38
28 de nov, 11:06
#12
Participante Ricardo de Gouvea
Ricardo de Gouvea

Participante

Transcrição por IA

Deputada, muito obrigado por passar a possibilidade de estar aqui me manifestando também. Bom dia a todos os componentes da mesa senhor senador. Sem dúvida o tema é extremamente importante, faço antes aqui é 1 referência ao que o senador falou, pela experiência que a senhora cita, eu tive a oportunidade de correr vários países para abertura de mercados da carne suína brasileira, principalmente no caso Santa Catarina, aonde eu exercito a minha função nos órgãos representantes da, as agroindústrias do estado, e cooperativas, né? E e tive a oportunidade de visitar Japão, Coreia, China, Rússia e outros né, para abertura desses mercados né? E e nós mostramos o quanto é a qualidade do produto brasileiro, né? A segurança alimentar que nós temos com nossos programas, com nossos sistemas de de controle sanitário, tanto do da proteína animal como da vegetal também, né? E e isso fez com que nós conseguíssemos avançar nesse mercado, nos tornando inclusive o maior exportador, alcançamos maior exportador do Brasil de frango no mundo, né, isso não é acaso, aí vira 1 1 1 posição dessa da França né, falar dessa forma, país que produz muito pouco exporta muito pouco perto de nós, né, é é muito ruim, né, muito mal a gente ver isso, né. É é lamentável, né, 1 situação dessa, mas eu acho que os demais países conhecem o Brasil e sabem da nossa qualidade e tenho grande esperança que isso não vai afetar as nossas exportações. Mas falando do também do nosso tema principal aqui, deputada, eu gostaria destacar primeiro então até o que o João Lovatel comentou, que é conjunto de ações que nós precisamos fazer né, sem dúvidas é conjunto de ações e fico muito feliz senhor ministro João Castro né, do senhor trazer de volta essas informações que o senhor trouxe tanto da rota do milho como outras alternativas aí, como hidrovia, trazendo milho do Uruguai, trazendo o Paraguai, né? E eu vou pouquinho além talvez a gente começasse a pensar na possibilidade de incentivar também o Argentina né? Nessa região ali de cima onde vai passar possivelmente a rota do milho, né? Eles também sairiam ganhando se plantasse milho ali também né? É então acho que, deputada eu eu já faço aqui pedido à senhora, que a gente daqui já emende 1 1 sequência de reenões aí com o ministro e sua assessoria, para darmos né, andamento a essas questões, tornarmos efetivamente operacional essas nossas desejos aí né, ministro? Eu destaco também, a questão de nós podemos aumentar pouquinho a nossa produtividade né, tanto no Rio Grande do Sul como já foi falado aí pelo Edemar do Paraná, como o Aroldo falou por Santa Catarina, né? E eu acho o Rio Grande do Sul também tem condições, né? De nós aumentarmos, mas passa principalmente pelo que já foi falado aqui na questão de ter segurança, né? O produtor de milho ele ele enxerga ele olha quando ele vai plantar se ele vai ganhar ou não vai ganhar, se ele vai ter resultado ou não e quando ele vê que a soja dá pouquinho mais de resultado pra ele, ele acaba diminuindo. Santa Catarina reduziu bastante a área plantada, com isso perdemos pouco, né? Aumentamos produtividade, mas perdemos em em área plantada. Então se formos buscar via governo federal 1 forma de 1 de seguro que dê pouco mais de garantia a esse produtor pra que ele possa efetivamente plantar com pouquinho mais de tranquilidade nós voltamos aí a ter aumento da área plantada e nos tornarmos autossuficiente não, Vai ser muito difícil nos tornarmos autossuficientes mas teremos 1 1 menor dependência talvez de trazer os outros estados. Mas sem dúvida a parte de logística, o transporte né? Tanto por por BRs né, por via né terrestre por desculpa, por via rodoviária como por via férrea né, é é fundamental né porque eu acho que nós temos algumas vocações do país né, o centrooeste tem 1 vocação natural que é a produção de grãos, né? E nós no sul temos 1 vocação dentre algumas, mas 1 das principais é a produção de aves e suínos, de proteína animal, né? Não somos tão forte assim em bovinos com exceção aí o Paraná e Rio Grande do Sul, mas como é o centrooeste, mas suínos e aves nós somos muito fortes, nós temos 1 vocação pra isso. E e os 3 estados utilizam de pequenas propriedades, economia familiar, né produção familiar. Então, isso faz com que o estado desenvolva. Veja vou usar o estado de Santa Catarina que é o meu estado que hoje né? Eu sou natural de de Curitiba ou do Paraná mas já estou tantos anos em Santa Catarina que eu acho que já já posso falar como catarinense né? O o Santa Catarina se vê que é estado altamente desenvolvido em todas as suas regiões, porque são pequenas propriedades bem produtivas com o sistema de produção hoje de parceria integrada ela faz desenvolvimento muito grande né? Eu tive a oportunidade de receber na época que era diretor no sindicato da indústria da carne em Santa Catarina, alguns países da África né querendo ver se alguma empresa não queria implantar lá sistema de produção integrada, né? Porque sabe que esse produção integrada desenvolve a região toda, não só aonde está a indústria, né? Então sem dúvida é case de sucesso no Brasil e que nós temos que aproveitar essa, né? Agora o que nós estamos vendo é essa esse crescimento, veja, 70 reais a saca há 2 anos atrás João acho que estava 35 né? 35 né? Você vê dobrou em 2 anos né? 000 preço da saca né? EEEE como já foi dito né 65 75 por 100 do custo da produção de suínos e aves está em o milho né? Está né? Então se nós não viabilizarmos isso né? Podemos ter até problema de mudança de estratégia até das empresas que estão instaladas no Sul, né? Isso me preocupa bastante, né? Porque são os dados pela própria deputada, 300 e poucos 1000 pessoas que giram em torno empregos né que giram em torno dessa desse setor. Então eu deputado eu gostaria de eu deixar aqui esse pedido então já de darmos continuidade a essa essas tratativas aí com o ministro João Castro né? E fico feliz ministro de que a sua área já está tratando desse assunto né? É fundamental e e dizer que deputado ainda vamos temos que ir atrás também de dar essa segurança ao produtor. Muito obrigado pela oportunidade.

0:007:17
28 de nov, 11:11
#13
Transcrição por IA

Doutor Gouveia, eu quero deixar registrado também que nós estendemos o convite pra estar aqui conosco o representante do MAPA, que não não enviou o representante e também o Ministério da Fazenda que não mandou representante da mesma forma. E mais 1 vez quero agradecer ao Ministério de Relações Exteriores, ao Ministro João Carlos Castro por nos brindar com a sua presença e participar desse debate. Doutor Gouveia, essa é a nossa intenção é não não pararmos por aqui, ministro, é realmente a gente dar seguimento e buscarmos alternativas a Senador e conto com o seu seu apoio pra que a gente possa efetivamente encontrar soluções necessárias e e que hoje seja o start, né, de de novo jeito de de a da gente trabalhar EEE conseguir trazer as soluções que o setor tanto necessita. Pois não, Senador, eu vou agora, passar a palavra pros expositores, pras suas considerações finais. O prazo ideal seria de 3 minutos, mas eu começo passando a palavra então ao senador Irineu. Como eu não sabia exatamente a função

0:001:20
28 de nov, 11:18
#14
Transcrição por IA

Do evento, sabia que era evolução. Gostei muito do que o amigo de Santa Catarina falou, mas pela minha vivência como agricultor e tal, e quero aproveitar a presença do ministro, existe a ideia de levar o trem, a a rodovia, a ferrovia aliás norte e sul, até até Toledo, Paraná, cascavel, coisa assim. E tem o projeto que o senador Heinz está trabalhando pra levar até Passo Fundo. E o grande gargalo que o Sul do Brasil tem hoje é justamente milho pra alimentação dos animais, todas as linhas de animais. A produção lá ela, ela não abastece todo todo todo o rebanho que tem como já foi dito aqui, e eu acho que é ponto AAAA se a se perseguir. Da mesma forma que o Rio Grande do Sul está trabalhando com muita intensidade no Porto de Arroio do Sal, né, que é próximo a Torres, eu participei dos primeiros movimentos junto com o senador Heinzer, e com o exprefeito de Passo Fundo, Fernando Machado Carion, e as licenças e tal estão praticamente prontas, falta conseguir agora avançar mais na questão da infraestrutura rodoviária ou ferroviária pra chegar lá e começar a construção propriamente dito. É porto particular, não tem recursos públicos, a não ser a infraestrutura, e que vai melhorar muito essa questão. E 1 outra questão, o Sul do Brasil, antigamente como como eu já tenho bastante cabelo branco, a ideia que a gente tinha nós sulistas, era de que lugar bom de produzir era no Rio Grande do Sul e de repente deu pra ir no Paraná, né, você passou Santa Catarina Paraná, e quando você falava em centrooeste, mas ali não dá nada ali não tem jeito, né. Isto há 40 50 anos atrás, e a gauchada e os Catarina vieram subindo, e hoje o Brasil é esta potência, aonde já tem a segunda, às vezes a terceira geração lá no Mato Grosso, tocando AAA as propriedades, na região do Matopiba é mais recente pouco, mas o Brasil tem missão, por natureza de ser o grande, o grande produtor de alimentos pro mundo, o que nos falta, assim como nós avançamos muito nesses últimos 40 anos, em todos os, em todos os setores, mas alguns ficaram patinando, que é justamente essa da infraestrutura, que não avançou na mesma proporção do que avançou a tecnologia no campo, não é? Então é 1 questão que independente do governo, porque é 1 questão pra implantar essa infraestrutura seguramente vão vários governos que tu não faz isso de 1 hora pra outra, mas é 1 linha de longo prazo que nós temos que perseguir, não é? Justamente aumentando a infraestrutura, nós vamos reduzir custos e vamos ter mais competitividade internacional. Então apenas pra pra colaborar e também, com essa questão toda modificada, nós vamos conseguir reduzir o preço dos grãos sim, você conseguindo leválos mais barato, e também no caminho da exportação depois. Obrigado.

0:003:09
28 de nov, 11:19
#15
Transcrição por IA

Senador, eu passo a palavra agora ao senhor João Carlos de Castro, ministro chefe da divisão de integração e infraestrutura do Ministério de Relações Exteriores, para suas considerações finais pelo prazo de 3 minutos.

0:000:17
28 de nov, 11:22
#16
Ministro Chefe - Ministério das Relações Exteriores - MRE João Carlos Parkinson de Castro
João Carlos Parkinson de Castro

Ministro Chefe - Ministério das Relações Exteriores - MRE

Transcrição por IA

Muito obrigado deputada. Bom, eu acho que pelas considerações que foram feitas a gente pode tirar algumas conclusões. Primeiramente a região sul vai carecer cada vez mais de milho, né? Haverá necessidade portanto de, melhorar a logística, melhorar a a modalidade de transporte. Ela hoje é basicamente rodoviária, o que obviamente encarece como a senhora bem salientou devido ao alto custo do frete. Temos AAA demais 2 fatores importantes que não podemos deixar também de considerar. Primeiro, é aumento da produção de etanol de milho, né. Obviamente, dentro do contexto de transição energética, 1 boa quantidade da nossa produção de milho será destinado também à produção de energia e não necessariamente alimentação ou criação de proteína animal. Outro terceiro aspecto que infelizmente também teremos que levar em conta é a crescente incidência de pragas e de acidentes climáticos que podem também nos prejudicar. Bom, nesse contexto eu acho que a região sul deveria primeiro falar com 1 única voz, sugiro deputada cria Santos 1 frente parlamentar envolvendo os estados de modo a mobilizar o governo federal no sentido de prover soluções logísticas que permitam os 3 estados, porque eu apresentei soluções para os 3 estados, ter acesso a áreas que estarão em expansão no Paraguai, no Uruguai e na Argentina. Mencionei que com a integração fluvial e a integração terrestre através da construção da ponte Jaguarão, futuramente também a integração ferroviária, o norte do Uruguai estaria disponível. Hoje é 1 área de pastoreio, vai se transformar obviamente em produção agrícola, isso vai beneficiar o Rio Grande do Sul, mas pode beneficiar também para a nossa Catarina. Temos todo o Chaco 60 por 100 território Paraguai que se abre agora com a a implantação da Tranchaco, que é 1 nova infraestrutura rodoviária, falta o que o Uruguai o Paraguai está nos pedindo, integração ferroviária. O Paraguai, eu indiquei isso e reitero, manifestou formalmente para o Ministério do Exteriores interesse em promover 1 integração ferroviária, temos nós aqui decidir onde vamos ingressar, por onde a gente entra no território paraguaio com a com com o ferroveiro, né? Então a o Paraná é bom candidato pra isso, né? AAA rota do milho com muito prazer, sugiro deputada assim, não envolver o Mercosul, eu trataria diretamente com os governadores das províncias argentinas, EAA implantação de 1 logística, é possível por exemplo fazer controle do produto na origem da produção de modo que o trânsito aduaneiro seja facilitado em Foz, né? Abertura por exemplo de ponto seco de unir Cerqueira para facilitação também do trânsito da mercadoria, há várias iniciativas que podemos tomar. Cabe aqui a câmara, através da sua pessoa, organizar 1 frente parlamentar que traga essas questões para o Ministério do Exteriores com muito prazer estaremos aí prontos para atendêlos, obrigado.

0:003:50
28 de nov, 11:23
#17
Transcrição por IA

Muito obrigada ministro, eu fico bastante satisfeita da sua disponibilidade e do seu conhecimento desses nossos anseios antigos né, a gente tem eu quero só salientar a Dionísio Cerqueira que o senhor mencionou, a questão do Porto seco, nós temos porto lá, mas ele está muito aquém das nossas necessidades, eu já vou já deixei anotado aqui pra eu lhe procurar num outro momento pra que a gente possa melhorar, conversar mais a esse respeito porque a gente, é grande gargalo que a gente tem também esse porto, esse porto seco e a gente precisa encontrar soluções pra dinamizar ou otimizar o fluxo por ali. E com certeza a checar o produto, checar o milho na origem é a a melhor do o melhor dos mundos pra nós né? Pra que a gente possa acelerar todo esse processo né, e também eu quero salientar que a gente também, Santa Catarina nós temos 6 portos né, públicos e deles é o Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul, em que Pese Imbituba também o faça né, são são portos multimodais, mas especialmente em São Francisco do Sul a gente tem 1 capacidade de armazenamento bem bem expressiva também, e enfim, o que o que nossos eu acho que a partir dessa reunião a gente vai conseguir integrar todas essas essas possibilidades e trazer novas soluções. E eu quero passar a palavra agora ao senhor Aroldo Tavares Elias, analista de sorte economia da empresa de pesquisa agropecuária e extensão rural de Santa Catarina é PAG que faça as suas considerações finais no prazo de 3 minutos. Obrigada.

0:001:51
28 de nov, 11:27
#18
Analista - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC Haroldo Tavares Elias
Haroldo Tavares Elias

Analista - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC

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Bem, primeiro que eu queria ressaltar alguns pontos, ficou bem, bem claro na apresentação do Edmar, que é do Deral Secretária do Paraná. O Paraná, antes fornecedor de milho pra Santa Catarina, seja já chegou a próximo de 2000000 de toneladas hoje, está, não não é mais fornecedor do fornecedor direto, milho para o estado está cada vez mais longe. Ou via Paraguai, via centrooeste e Mato Grosso do Sul, que estão, é principais fornecedores. A questão do etanol também está aumentando muito o consumo, já passa de 2 12000000 de toneladas, é fator a se pensar. A fala do senhor Ricardo Gouveia, quando foi secretário da agricultura, e a gente atuou, nós tivemos projeto junto com o CPF ESALQLOG, sobre ferrovias, estudo interessante que eu acho que podemos resgatar, e que pode subsidiar a os estudos daqui pra frente. Conforme o senhor Ricardo falou, Gouveia, as ações têm que ser integradas né, não é 1 solução única, mas eu acredito que a logística é a principal, países onde a distância é grande pra trazer grãos, por exemplo a Ucrânia, que é a maior produtor de milho da Europa, é essencialmente a modal ferroviário é o transporte do milho para abastecer a Europa. Então, o caminho passa necessariamente pela questão ferroviária, para o centrooeste ou até Cascavel e pra comentar a questão do do milho do Paraguai. Ou também a questão do milho Cerqueira né? E é direto também podemos, reagir mais tudo que seria mais próximo. Mas as ações têm que ser integradas, nós temos vários ações, a questão técnica de aumento de produtividade, a questão dos cereais de inverno, que pode ser fomentada no estado, nós não temos 1 segunda safra, igual tem o centrooeste do Paraná, norte do Paraná, nós temos aí, 50000 hectares de de soja, que é safra de verão, onde pode metade dessa área pode ir pra pra cereais de inverno, trigo, Triticale e transformar em rações, que também é 1 contribuição. O DDG é outra saída que está vindo para Porto Imbituba, volume muito, muito grande, sendo exportado cada vez mais, porque a produção de etanol cresceu. Então as ações têm que ser integradas e têm que ser em em conjunto né, com essas soluções. Então nós nos colocamos aí Pag, a empresa de pesquisa e extensão rural de Santa Catarina, coloco à disposição pra continuar subsidiando essa essa área técnica e também participando dessa solução, ok? Agradeço à deputada Daniela pelo convite.

0:002:59
28 de nov, 11:28
#19
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Muito obrigada Haroldo e eu passo agora a palavra ao senhor Edmar Gervasio economista da secretaria de agricultura e do abastecimento do estado do Paraná pelo prazo de 3 minutos para que faça as suas considerações finais.

0:000:16
28 de nov, 11:31
#20
Economista - Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná Edmar Wardensk Gervásio
Edmar Wardensk Gervásio

Economista - Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná

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A nossa discussão acho que foi levantado os gargalos E0A gente pode começar a trabalhar né então claro que são soluções não não midiáticas a gente precisa de prazo para maturar elas eventualmente a gente tem algumas situações que foram elencadas aí como prioridade ou certa forma rápidas e serem feitas né então eventualmente você incentivar a importação dos países vizinhos que isso já trará de certa forma alento aí aos produtores do sul e é você tem também ações estruturantes de mais longo prazo né no paraná e fala aí que tá capitaniando a ferro oeste por exemplo se de fato ela se concretizar a partir de 2025 ela tem a capacidade aí de trazer 1 redução em torno de 30 por 100 dos custos logísticos aí do sul né então isso é de fato é 1 coisa relevante mas a longo prazo né a ferro essa também é se concentra né se a gente pegar o para raio aí aproximadamente de 1000 quilômetros do Paraná que vai entregar são paulo santa catarina ela é basicamente concentra 70 por 100 do PIB da América do Sul Então ela é projeto de forma bastante amplo que pode a longo prazo trazer grandes benefícios à à região sul do Brasil. E claro as ações mais pontuais aí de incentivo à produção e também os ajustes logísticos e as negociações que os países vizinho pra entrada de milho, trarão 1 situação bastante pontual aí mas é são situações de curto prazo que podem incentivar e ajudar os produtores e claro, é 1 fala bastante importante o sul trabalhar organizado e os 3 estados falarem a mesma língua no sentido de desenvolvimento especialmente na cadeia do milho que a gente tem que dar ponto positivo por exemplo do etanol que o garoto falou é crescimento da cadeia né então o etanol de milho de certa forma ele é mais perene se você comparar a a cana de açúcar que tem período muito curto né de plantio colheita o milho pode ser estocado e pode ser também é outro produto agrícola do brasil que pode ser aí 1 nova cadeia que está surgindo que nos próximos anos fatalmente o etanol de milho deve ser aí a provavelmente a matriz hoje já representa quase 30 por 100 e vai superar nos próximos anos aí 40 50 por 100 etanol à base do milho então é 1 cadeia que a gente pode trabalhar e temos muito a melhorar a cadeia do milho e a cadeia obviamente mais beneficiadas são a de proteínas animais como todo. Agradeço a Daniela pelo convite e estamos à disposição para auxiliar nos próximos passos aí.

0:002:57
28 de nov, 11:32
#21
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Obrigada Edmar, e eu passo agora a palavra ao senhor João Lovatel, representando a federação das Cooperativas Agropecuária de Santa Catarina na Fê Coagro, pra que possa fazer as suas considerações finais no prazo de 3 minutos. A gente agradece a oportunidade então

0:000:17
28 de nov, 11:35
#22
Gerente de Suprimentos - Fecoagro João Lovatel
João Lovatel

Gerente de Suprimentos - Fecoagro

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É importante e muito válido 0AA discussão e a conversa na na busca dos gargalos e na busca das oportunidades que precisam. Aproveitando as palavras do doutor Gouveia, o o que a gente precisa pra nós trabalhar a nossa vocação é de, oportunidade de de ter chance de trabalhar, aonde nós temos 1 infraestrutura que nos atenda, seja via ferrovia do milho, seja via ferrovia rota do milho, ou ferrovia da que vem do do do centrooeste, e até mesmo nas estradas até nas nas rodovias. Então o que é importante é nós estar tendo alternativas, porque o dever de casa nós vamos fazer, a a ideia das novas empresas no Sul é crescer, é estar ampliando, é estar produzindo mais, e pra gente vai precisar de mais milho, mais trabalho, mais oportunidades então, o que a gente quer só é, é ter apoio em questão da infraestrutura pra nós estar trabalhando. Diferente de quem do que for, mas o importante é ter a possibilidade de trabalhar e conseguir produzir e exportar pra todo esse esse mundo aí. Deixa eu agradecer. Muito

0:001:10
28 de nov, 11:35
#23
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João, eu passo a palavra agora à senhora, Mariana Campos Porto, representante da secretaria nacional de transportes rodoviário e desde já agradeço a sua presença. Bom dia a todos.

0:000:17
28 de nov, 11:36
#24
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Bom dia deputada, agradecer o convite ao Ministério dos Transportes, então só pra contribuir com o debate, e registrar aqui a atuação do Ministério né, o Ministério vem atuando né, com investimentos na malha rodoviária no estado de Santa Catarina. Pra esse ano de 2024 temos 1 dotação de cerca de 750000000, pra obras públicas, desse total já está empenhado 738000000 com valor liquidado de 460 tanto pra, investimentos nas obras como também para o serviço de manutenção. Em relação ao serviço de manutenção é importante, deixar destacado que, é o ministério junto com o DNIT acompanha mensalmente a condição da malha rodoviária por meio do ICM, o índice de condição, da malha e nos últimos anos a condição da malha rodoviária das rodovias públicas né no estado de Santa Santa Catarina apresentou 1 melhora significativa, 2022 esse índice era cerca de, 38 por 100 das rodovias apresentava a condição de boa, hoje esse índice já está em 65 por 100, então, a gente consegue ver, o resultado desses investimentos de manutenção nas rodovias, além também de da da dos investimentos em corredores importantes né, como a duplicação ali da 400 da rodovia da BR 470. Pro Porto de Itajaí, também a rodovia 280, pra Porto São Francisco entre outras também a BR meia 3. Além dos dos investimentos em rodovias públicas o ministério também continua atuando aí nas, Nas concessões, né, a gente tem ali importantes concessões a 116 a 100 e e ainda estão sendo feito estudos para a concessão de outras outras malhas rodoviárias ali no estado. Então acho que era exdeputado até pelo tempo né deixar registrado aí a atuação do ministério também nos colocamos à disposição para a continuidade desse debate, para trazer mais informações se for necessário também. Obrigada. Muito obrigada Mariana.

0:002:10
28 de nov, 11:36
#25
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Sua participação. E não havendo mais inscritos para o debate, eu quero agradecer a presença de todos vocês que nos acompanham presencial ou online, dizer que foi muito rico esse debate, acredito que a gente, conseguiu levantar diversos pontos, né, necessários e especialmente termos o o compromisso do Ministério das Relações Exteriores em nos auxiliar nessa pauta, assim como o Ministério do dos Transportes, a gente vai voltar a convidar pra que faça parte dos próximos debates o MAPA, o Ministério da Fazenda também, e a gente vai dar diversos encaminhamentos, a gente se a gente vai se identificar todos os senhores também, porque a nossa intenção não é parar nessa audiência pública, é realmente buscarmos alternativas, seguirmos com o grupo de trabalho seja por 1 frente parlamentar, seja através da própria comissão criando 1 subcomissão, de formas que a gente possa dar seguimento e conseguirmos os resultados que há tanto tempo almejamos né, acolhendo as necessidades de Santa Catarina que hoje é o estado que mais necessita, talvez ao final do próximo período a gente constate que o Rio Grande do Sul informe e em função, né, em face de tantas de tanto sofrimento, de tantas intempéries que sofreu, possa estar numa situação mais periclitante que a nossa. O Paraná está numa situação mais confortável, mas a gente sabe também da preocupação de todos os estados do Sul pra que a gente, tenha né esse esse esse custo de produção melhorado pra que a gente tenha mais alternativas de produção e de produtividade, e que a gente possa então a partir daqui conto com a presença, né, com a participação de todos as senhoras e senhores pra darmos andamento, a esse nosso desiderato através dessa comissão também. Então nada mais havendo a tratar eu vou encerrar essa reunião e antes porém convoco os senhores deputados a participarem da reunião deliberativa extraordinária marcada para o dia 4 de dezembro de 2024 quartafeira às 10 horas da manhã para deliberação dos itens constantes da pauta. Muito obrigada e está encerrada a reunião.

0:004:34
28 de nov, 11:39