CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS

28 nov. 2024 12:17 às 15:18

Sobre o Evento

Evento sobre Governança Econômica Global na Câmara dos Deputados, com diversos presidentes e consultores presentes.

Status
Concluído
ID: 75115Total: 40 discursos
#1
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Senhoras e senhores boa tarde é com enorme satisfação que damos início ao terceiro encontro do ciclo de seminários de economia com o tema governança econômica global O evento é promovido pelo Conselho Federal de Economia, pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal, pela Associação dos Consultores Legislativos e de orçamento e fiscalização financeira da Câmara dos Deputados, e conta com apoio institucional do Sindicato Nacional dos Servidores do ITEA, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento, do sindicato dos servidores do poder legislativo federal da associação dos consultores e advogados do senado federal e da consultoria legislativa da câmara dos deputados Em nome das instituições mencionadas, agradecemos a consultoria legislativa da câmara dos deputados por disponibilizar este auditório para realização do seminário. Convidamos agora os integrantes da mesa diretiva. Economista Paulo Dantas da Costa, presidente do Coffecon. Economista Luciana assiolli da Silva presidente do corecondef. Economista Pedro Garrido da Costa Lima presidente das legges. O economista Eric Santos Russoware coordenador da comissão de política econômica do cufecom economista Roberto bocati piscitelli coordenador da comissão de política econômica do core com df E Luiz Humberto Veiga, coordenador na consultoria legislativa da câmara dos deputados. Vamos só esperar pouquinho pra 1 foto? Vamos lá, 1 foto da mesa por favor. Muito obrigada. Passaremos agora a palavra ao presidente do cof com paulo dantas da costa

28 de nov, 15:17
#2
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Boa tarde a todas e todos. Eu quero saudar os membros dessa muito qualificada mesa. Em primeiro lugar meu, muito querido amigo, Roberto Piscitelli, minha presidente do coreconDF Luciana Acioli, meu conselheiro Erick Santos Bossuei, o presidente da associação dos consultores legislativo o nosso amigo Pedro Garrido, e o diretor de da consultoria legislativa da câmara dos deputado Aurélio Guimarães, Cruvinel. Bom, eu quero dizer da enorme satisfação que eu tenho, de participar, de evento que tem essa denominação de governança econômica global. Desde a partir, a partir de setembro de 2015, os dirigentes internacionais, começaram a se preocupar com a questão da governança global, e partiu a partir daquele ano de 2015, setembro de 2015, quando foi possível, montar 1 agenda de governança, a agenda chamada agência 2030, com base na qual pretendia se encarar os mais graves problemas, detectado nessa própria nesse próprio encontro de governantes internacionais, de buscar resolver os mais graves problemas da humanidade que diz respeito à fome e à miséria. Eu particularmente quer dizer eu acredito que vale acredito não tenho certeza de que diversas pessoas vão abordar os assuntos relacionados com a tema que tem 1 1 dimensão tão ampla como essa né, governança econômica global. E eu acho sim, não posso deixar de de expressar aqui a minha opinião, que sim nós necessitamos de procedimentos, iniciativas, que tratem de governança econômica global. E ali descobriuse que os os mais graves problemas dizem respeito exatamente a essa coisa tão primária. Fome e miséria. E os países buscaram encontrar caminhos para a solução desse dessa desse problema desses problemas. Imaginaram ali destacar X por 100 dos seus dos do PIB, das grandes nações, 1 dimensão menor para a participação das das nações de de crescimento médio, mas essas possibilidades de financiamento, até onde eu posso ler isso aqui, e acho que me considero relativamente bem informada à respeito disso, não conheço nada significativo que resulte na solução desses problemas. E solução pra esses problemas, reside essencialmente na na na alocação de recursos pra essas pra essa finalidade. Nós temos 1 1 movimentação recente, de alguns países e de alguns dirigentes internacionais, a exemplo do nosso presidente Lula que, humanista como ele é, pensa na na na questão da fome e da miséria. Mas pensa o presidente Lula como outras pessoas pensam também, que as grandes nações devem enfrentar a questão e buscar disponibilizar recursos pra solução de de problemas dessa dimensão. Eu acho que isso aqui beira pouco AAA inocência, porque eu não posso imaginar as grandes nações preocupadas que o cara está passando forma ali na na na no na na CentroAfrica. Isso não existe, nós podemos até nominar aqui, imaginar cidadão que atende pelo nome de Donald Trump, preocupado num cara que está passando fome lá num país da África, ou até mesmo aqui no Brasil, no nosso no nosso, no nosso sofrido nordeste brasileiro, me parece algo inadmissível, cemitério, não existe isso. Então como eu eu tenho essa expectativa de que não existe isso, esses homens, esses dirigentes das grandes nações, dispensarem, dispensarem recursos que estão nos seus respectivos orçamentos, pra essa finalidade, isso pra mim é 1 quimera. Mas eu acho que nós economistas podemos sim enfrentar a problemática e indicar caminhos através dos quais possa se percorrer na na busca da solução do financiamento, no financiamento para a solução da fome e da miséria no mundo. E nesse particular eu entendo que o instrumental tributário, é da mais elevada valia para essa finalidade. Se nós pretendemos estudar governança econômica global. Podemos pensar assim, governança econômica global, 1 governança autônoma fora fora da da das administrações nacionais, especialmente fora dos orçamentos nacionais, e criar recurso recursos essencialmente internacionais, para a solução de problema que também é global. Eu acho que, a ideia de se criar 1 coisa muito parecida com a CPMF que nós brasileiros conhecemos, talvez quem tenha mais de 60 anos conhece mais. Mas eu acho que podemos sim pensar numa, numa coisa desse tipo, e, e aplicar essa vamos dizer 1 CPMF entre aspas, global, e buscar juntar fundos para a solução desses graves problemas, que me parece, é até pouco duro de pronunciar, mas falar em fome e miséria no mundo, é vergonhoso para todos nós, homens e mulheres do nosso tempo. Alguma coisa pode ser feita os economistas têm caminho poderiam ter caminho. A minha a minha sugestão não é nada novo economista norteamericano chamado James Toban, já já já levantou essa ideia nos anos 70 constituir fundos através de 1 tributação sobre as operações cambiais. É É isso que eu quero, é isso que eu imagino. Existe, existe a mais ampla possibilidade de que isso seja feito. Existe 1 poupança no mundo inteiro que é 1 coisa fantástica. Ali no ano de 1984 nós tínhamos o PIB mundial, era da ordem 10 trilhões de dólares. As poupanças globais eram de 12 trilhões de dólares. 12 por 10 dá 1 relação de 0.2. O PIB global hoje existe 1 dados que vão do que o o banco mundial diz pra o que o o fundo monetário diz, mas o fato é que o PIB global hoje é da hora dos 110 trilhões de dólares. O PIB global hoje é da hora dos 110 trilhões de dólares. As poupanças globais, que lá em 84, eram de 12 trilhões de dólares, hoje se aproxima dos 600 trilhões de dólares. Muito embora a gente esteja falando em dados heterogêneos, mas quando a gente faz a o gráficozinho pra demonstrar esses esses dados, existe aí o que os estatísticos gostam de chamar de boca de jacaré. Essa boca de jacaré, é 1 retrato fiel, 1 expressão fiel, do do avassalador processo de concentração de riqueza, no plano financeiro, global. E é isso isso faz parte da dinâmica capitalista é assim mesmo então vamos, eu acho que devemos aproveitar essa dinâmica capitalista pra criar 1 essa tributação internacional que eu eu imagino, né em todas as movimentações cambiais que ocorram, reservando dinheiro, e pode se juntar muito dinheiro, desses 600 trilhões de dólares que é de aproximado que existe de poupança, diariamente diariamente roda o globo terrestre por 100 desse valor, são 6 trilhões de dólares. 6 trilhões de dólares roda diariamente repetindo o globo terrestre. Gente, 6 trilhões de dólares por dia representa 3 vezes o PIB do Brasil, ano. Então existe aí 1 fonte de riqueza em cima da qual, 1 1 expressão do de excedente econômico em cima do qual se pode tributar e fazer fundos para o a grande solução da pobreza mundial. Com 1 certeza só, os ricos não vão deixar de ser mais ricos talvez até continue sendo mais ricos. Olhe ao fazer essa essa introdução pra esse evento, que eu considero da mais alta relevância. Acho que os economistas do Brasil, e os economistas do mundo inteiro, têm a obrigação de estudar governança global, que entendo como aí que esteja as possibilidades para a solução da do grande dilema internacional que é a fome e a pobreza. E repetindo, sem esperar acionamento de grandes nações, Isso não acontece, não existe essa generosidade, não existe no meio desses senhores, nenhum São Francisco capaz de resolver essa problemática. Com essas palavras então eu estou aqui com dando assim início, e passo agora pra minha queridíssima, colega e presidente Luciana Anciolli, mas também nós temos médico de cerimônia que pode ser ocupardiço. Muito obrigado a todos.

28 de nov, 15:21
#3
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Muito obrigada presidente Paulo Dantas, com a palavra as boasvindas da presidente do core com DF Luciana Siolli.

28 de nov, 15:32
#4
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Na câmara dos deputados, agradeço a presença de todos aqueles que nos acompanham aqui presencialmente, e aqueles que nos escutam pelo Youtube. Gostaria também de agradecer a esta mesa aqui e a composição dessa mesa, que são não só os que pensaram este evento, mas também se propuseram havia compor esta mesa aqui para 1 1 discussão tão tão importante, então em nome aqui agradecendo ao Pedro Garrido, estendo meus agradecimentos aos demais componentes na mesa por estar aqui conosco nesta discussão importante. Gostaria de dizer também que aqui se encontro fazer 1 menção ao ao nosso Walter Desirerar, que representa a diretoria internacional do IPEA, aonde tem sido discutido a essa inclusive esta temática da mudança na governança global, o que implica nas discussões do G 20 o IPE como T 20 e nas discussões do BRICS que o Brasil assumirá a presidência o ano que vem, que são temas que estão sendo colocados para o Brasil este ano e o próximo, que tratam diretamente com a governança global principalmente a trilha financeira, né? Nós temos escutado, e lido né pelos meios de comunicação, os debates sobre desdolarização, debates sobre 1 moeda alternativa sobre estabelecimento de novo sistema de pagamentos, internacional isso são na verdade, sintomas né de 1 ordem que não está sendo funcional, nem do ponto de vista das transações financeiras nem de comércio nem de investimento, né? Então, estamos vivendo momento importante então essa discussão sobre governança global, incluindo aí a trilha financeira ela é de extrema importância pra que possamos pensar o Brasil porque nenhum país está isolado desse contexto, né, e aí nós temos aí o peso da geopolítica, temos e os peso da geopolítica não é apenas retórico isso se reflete em rotas de comércio, encarecimento de produtos, produtos mais caros, produtos que vão escasseando, e também oportunidades para aqueles que querem pensar 1 nova ordem global ou mesmo ajuste no sistema como na linguagem do professor Berrestin Green, quando analisa todas as mudanças ocorridas dos últimos 30 anos. Enfim, quero agradecer então a oportunidade mais 1 vez, agradecer aos nossos convidados os ilustres convidados que teremos aqui, e dizer que o conselho regional de economia do Distrito Federal não é apenas conselho, de para fiscalização, registro e melhoramento da vida dos economistas, mas é assim como o conselho federal, 1 plataforma de debates, e assim temos nos colocado, para fazer 1, 1 interação maior e ofertar mais serviços digamos assim à sociedade em termos de reflexão sobre o Brasil, Distrito Federal em especial, e até sobre as mudanças na economia política internacional, sendo isso desejo a todos nós bom evento bom debate e agradeço mais 1 vez, obrigado. Passamos a.

28 de nov, 15:33
#5
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Para o coordenador da comissão de política econômica do Coffee con, conselheiro Eric Russoé.

28 de nov, 15:37
#6
Coordenador da Comissão de Política Econômica do Cofecon Heric Santos Hossoé
Heric Santos Hossoé

Coordenador da Comissão de Política Econômica do Cofecon

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Boa tarde a todos e todas, é prazer recebêlos aqui neste importante evento. Eu me chamo Erick Rossoet, estou coordenando a comissão de política econômica do conselho federal de economia. Gostaria de cumprimentar aqui a mesa na figura dos do dos presidentes Paulo Dantas do Coffecon, Luciana Naciolli do CoraCON DF, e o Pedro Garrido né? Do da as Legis né? E também como coordenador da comissão de política econômica eu fico feliz né? Em estarmos realizando este evento, em parceria né, da e do coreconDF, é 1 é 1 série de 3 eventos esse é o o último, e o tema não poderia ser mais oportuno né porque vai fechar o ciclo né? Então governança econômica global, faz o link né com os outros 2 eventos que nós realizamos, e vamos ter a oportunidade né de debater sobre os rumos da economia mundial e como ela vem sendo nesse sentido conduzida. Hoje teremos ilustre palestrantes e debatedores, que que vão trazer informações e conhecimentos valiosos, e que vai marcar momento de diálogo importante. Então espero que todos possam aproveitar, né, e que a gente saia daqui com mais conhecimento e informação do que a gente chegou né então, obrigado.

28 de nov, 15:37
#7
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Muito obrigada conselheiro com a palavra Pedro Garrido da Costa Lima presidente das leis.

28 de nov, 15:38
#8
Presidente da Associação dos Consultores Legislativos e de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Aslegis) Pedro Garrido da Costa Lima
Pedro Garrido da Costa Lima

Presidente da Associação dos Consultores Legislativos e de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Aslegis)

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Muito obrigado. É 1 grande satisfação estar aqui nesse plenário, com muita gente interessada no tema, tema governança econômica global, tema bastante amplo, mas que é fundamental pro próprio entendimento do nosso Brasil, na própria inserção internacional que nosso país tem e isso isso perpassa todo projeto de país, toda 1 definição de de projeto de desenvolvimento pro nosso país. Queria agradecer às entidades aqui organizadoras né, junto aqui com com as LEDs que eu tenho a honra de presidir. Temos aqui nossa minha presidente Luciana Acioli da Silva, eu também sou conselheiro do conselho regional de economia, tenho mais de chapéu aqui, além de presidente das LEDs. O nosso presidente do conselho federal de economia, Paulo Dantas da Costa. Aproveito também para agradecer a presença do Eric Ossoer, nosso querido professor Roberto Pisciteli, dos idealizadores desse ciclo de seminário, já tivemos 2, esse é o é o terceiro e último por enquanto, nessa discussão, mas é o terceiro programado pra esse ano que coroa pouco a nossa discussão, já falamos sobre orçamento público, diversos desafios, inclusive com representantes aqui do Legislativo, na área técnica, tivemos sempre a participação de consultores aqui, de economistas, diversos especialistas, discutimos também reforma tributária e todos aspectos de desigualdade relacionados a isso, e esse tema agora é fundamental pra que a gente entenda também pouco das dos desafios que o Brasil tem nessa nessas mudanças globais, tanto do do ponto de vista da dos fluxos de capitais como do ponto de vista da tributação internacional, tema que tem surgido agora bastante importante, nós teremos o nosso, o nossos consultor legislativo Zé Ivan de Araújo, vai vai comentar sobre esse tema também, sobre essas questões, vai ser dos debatedores, aqui na nossa mesa também agradecer a presença do nosso coordenador de macroárea da da macroárea de economia, daqui da consultoria legislativa da câmara, Humberto Veiga, e que, enfim, supervisiona aqui o nosso trabalho né, Evandro, e a gente já vai ter aí bastante trabalho com esse pacote fiscal aí que que está surgindo. Mas enfim, agradecer as entidades, agradecer os apoiadores, apoiadores também da FIPEA, do da SECOR, do Sindileges, o presidente Alisson não conseguiu aparecer, talvez desse pulo aqui pra fazer 1 saudação, a gente agradece também a parceria com o nosso sindicato aqui da câmara, que reúne câmara senado e TCU, muito importante aqui no no apoio, não sei se eu esqueci alguma das algumas das entidades, claro os nossos órgãos aqui, consultoria legislativa, consultoria de orçamentos, consultoria geral que congrega as 2, são bastante importantes aqui pra gente conseguir não só esse espaço como a mobilização de de colegas aqui pra trazer essa essa riqueza aqui de conhecimento e de de especialista e especialidades no no no conhecimento aqui, num campo econômico mas que extravasa pra diversos outros campos da política, do direito, e diversos outros. Enfim, é tema riquíssimo, vamos escutar aqui diversos mestres, né, só falava aqui com com com o professor nosso expresidente do COFECON Antônio Correia de Lacerda, grande mestre, professor Márcio Pottman que é outro grande mestre, quem eu quem eu já lia no cujos textos eu eu já lia na graduação junto com a professora Stephanie Griffith Jones, o Paulo Nogueira Batista Júnior grandes especialistas, enfim é é realmente 1 1 oportunidade única são atores riquíssimos nas discussões sobre sobre esse tema e vários outros mas no fundamental sobre o papel do Brasil nesse cenário global conturbado que nós vemos hoje em dia. Enfim, desejo a todos excelente evento, tenho certeza de que nós vamos fechar esse terceiro seminário do ciclo de seminários esse ano com a a com grande satisfação por ter discutidos ter discutido temas tão importantes aqui pra nossa profissão de economista, profissão de consultores e diversas outras aqui presentes, vejo também diversos estudantes aqui, acredito que vão aproveitar bastante. É isso temos bom evento, muito obrigado.

28 de nov, 15:39
#9
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Muito obrigada Pedro. Ouviremos agora as boasvindas do professor Roberto Picelli, coordenador da comissão de política econômica do coreCONDF.

28 de nov, 15:44
#10
Coordenador da Comissão de Política Econômica do Corecon-DF Roberto Bocaccio Piscitelli
Roberto Bocaccio Piscitelli

Coordenador da Comissão de Política Econômica do Corecon-DF

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Estamos encerrando hoje como já foi dito, o primeiro ciclo, assim espero, dos seminários de economia nesse ano de 2024. Que eu ousaria considerar como grande sucesso, Seja pelos temas abordados, seja pelas entidades que conseguimos reunir, são muitas, e muito prestigiadas, seja pela expressão dos nomes que participaram e estão participando como palestrantes e debatedores, e pelo interesse do público, tanto de forma presencial como de maneira remota. Eu particularmente estou recompensado pelo esforço na organização e execução, e saúdo principalmente aquelas pessoas que mais de perto colaboraram na realização desses eventos, particularmente o Pedro e o Daniel, não é? O Pedro e a Luciana, da do das e do conselho. O presidente Paulo Dantas também teve 1 participação importante, mas eu tenho que destacar o trabalho muito especial do Daniel, e em nome dele toda a equipe, especialmente do corecom, pela competência e dedicação ao longo de todo o processo. E esse processo é longo e muito mais, penoso às vezes do que parece né. Desde os convites para os palestrantes, os diversos contatos que foram feitos, até a divulgação propriamente dita do seminário. Eu quero destacar de forma muito especial, que os os nossos palestrantes de hoje, eu já conheço a longo tempo todos eles. Eu vou dizer que na minha opinião, nós convidamos e hoje está presente aqui, o que eu consideraria sem nenhum favor, sem nenhuma rasgação de seda, como a nata do pensamento econômico brasileiro. Além do brilho de suas competências, são pessoas de indiscutível, e isso é muito importante hoje em dia, integridade e independência intelectuais. Não é fácil encontrar, essas qualidades todas reunidas, em em determinadas pessoas. Paulo Nogueira, que eu já conheço desde as lutas intermináveis do nosso sindicato, o, da época em que eu estava lá, lutador pela justiça fiscal, parcialmente e timidamente contempladas, agora pelo aumento do limite de isenção do imposto de renda. Espero que seja apenas o primeiro passo. Márcio, por cuja nomeação para o IBGE, temos que destacar esse fato, os conselhos federal e regional, nos empenhamos decisivamente, diante da campanha insidiosa, tentando desqualificálo. Portanto nós estamos muito gratificados, com a presença do Márcio hoje no IBGE. Lacerda, nem se fala. Lacerda eu considero hoje, a maior referência técnica e moral do nosso sistema Coffecon e corecons. Vocês sabem que eu não estou rasgando seda, eu digo realmente o que eu penso muito do fundo da minha alma. São nossos amigos, mas também são nossos ídolos. Nesse momento tão crítico para o nosso país, para a América Latina e para o mundo. Falo especialmente desses que conheço mais que conheço pessoalmente, do Evande, viu Pedro, Eu vou me reservar o direito da dúvida, porque eu não sei pelos pareceres que ele fez muitas vezes na consultoria, né? Às vezes a gente fica em dúvida pouco sobre as posições que ele representa, mas como a gente sabe que ele muitas vezes nós todos fazemos e fizemos trabalhos em nome de outras pessoas, os dos parlamentares, pode ser que ele nesses pareceres, que a gente conhece bem, não tenha expressado exatamente as suas opiniões. Nós vamos checar isso hoje. De modo que agradecemos a presença e a participação de todos, e os cumprimentamos, pelo privilégio de terem debate muito mais profícuo, muito mais profundo, e sobretudo honesto, isso é muito importante. Honesto. Do que aqueles pretensos debates e entrevistas sob encomenda, patrocinados diariamente pela mídia corporativa. Estejam certos, de que aqui não teremos apenas o samba de 1 nota só, mas de toda a escala musical. Muito

28 de nov, 15:44
#11
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Professor Piciteli com a palavra agora o senhor Luís Humberto Veiga coordenador na consultoria legislativa da Câmara dos Deputados.

28 de nov, 15:50
#12
ConsultorLegislativo da Câmara dos Deputados Luiz Humberto Veiga
Luiz Humberto Veiga

ConsultorLegislativo da Câmara dos Deputados

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A todos eu estou aqui representando o diretor da consultoria que é o Aurélio Palos. Agradecer aqui a a presença né dos, da mesa dos participantes, vocês participantes dos palestrantes é tema realmente, muito importante né nós estamos tratando quer dizer se trata muito da do tema quando se trata de de empresas né nós estamos agora subindo o nível, estamos indo pra pra tanto no aspecto de economia né focando na economia, contratando do tema da governança então assim, é extremamente importante, como como sempre foram os temas trazidos aqui pela, nesse conjunto de seminários, pelas as LES, pelo Coffecon e corecom, e inclusive por ter também estar tendo a honra aqui de, no tempo que ainda era do banco central que era recebido no, no corecom aqui DF pra pra ministrar algumas aulas lá com o professor Piscitelli não é isso? Lá na no começo que me acolheu lá. Então assim, estando muito feliz com a presença de vocês e com o nível dos palestrantes que que estaremos, que estaremos tendo a oportunidade de ouvilos e debater com eles aqui, eu não tenho mais o que falar só agradecer e desejar bom evento pra todo mundo.

28 de nov, 15:50
#13
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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Agradecemos a presença dos membros da mesa diretiva e a partir deste momento desfeita a composição contaremos com a presidente do core com df Luciana Siolli como mediadora deste seminário muito obrigada. E esse aqui do lado do acesso. O Participam como palestrantes. Stephanie Griffinet Jones, vicepresidente do banco central do Chile, economista internacionalmente reconhecida, e diretora de mercados financeiros da fundação para estudos de economia aplicada. Referência em Finanças para o desenvolvimento é autora de livros e artigos sobre a regulação financeira e economias emergentes a professora Stephanie participará virtualmente convidamos à mesa o presidente do Instituto Brasileiro de geografia e estatística economista Márcio poste professor da Unicamp e expresidente do Instituto de pesquisa econômica aplicada é autor de diversas obras sobre desigualdade trabalho e desenvolvimento econômico Também participa desculpa virtualmente, Paulo Nogueira Batista Júnior, que é exdiretor executivo do fundo monetário internacional, e expresidente do novo banco de desenvolvimento dos BRICS. Autor e palestrante, é especialista em política econômica internacional e macroeconomia. Convidamos à mesa o conselheiro federal Antônio Correia de Lacerda, expresidente do Conselho Federal de Economia Doutor em economia e professor da PUC São Paulo Lacerda é membro da comissão de estudos estratégicos do BNDS é autor de diversos livros atua em áreas como política econômica globalização economia industrial economia brasileira e internacional e participa como debatedor José evande araújo doutora em direito constitucional, é consultor legislativo da Câmara dos Deputados. Possui sólida formação em direito, computação e engenharia de sistemas. Com experiência como auditor fiscal da Receita Federal e conselheiro do carf, une expertise técnica e jurídica em sua trajetória. Autor do livro Economia digital e tributação do consumo no Brasil, publicado em 2022, pela editora Al Medina. Informamos que as perguntas para os debatedores podem ser encaminhadas diretamente pelo chat do YouTube, ou pela plataforma even 3. Ao final teremos espaço para quem nos acompanha presencialmente também. Com a palavra a professora Luciana Acioli da Silva, presidente do coreCondf.

28 de nov, 15:51
#14
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Bom dando sequência então sem mais, sem mais delongas vou chamar o, professor pesquisador Paulo Nogueira Batista Júnior, que entrará aqui conosco online, para proferir sua primeira, a nossa primeira palestra de hoje.

28 de nov, 15:55
#15
Ex-diretor Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) Paulo Nogueira Batista Jr.
Paulo Nogueira Batista Jr.

Ex-diretor Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI)

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28 de nov, 15:56
#16
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Batista pela excelente explanação, e espero contar com você em outras em outras palestras pra aprofundar cada tema, que você nos colocou aqui pra este debate, presta mesmo. Vou aproveitar então nesse momento para saber se a professor Stephanie não, então passo sem mais delongas ao professor e presidente do IBGE Márcio Póstmann para as suas considerações sobre o tema e pauta. Obrigado.

28 de nov, 16:16
#17
Presidente do IBGE Márcio Pochmann
Márcio Pochmann

Presidente do IBGE

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28 de nov, 16:16
#18
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Professor Márcio pela, interessante e profunda digressão sobre as bases, para se refletir sobre a governança global. Nesse sentido eu lembrei do, do que é historiador, das moedas e da e dos e dos arranjos institucionais internacionais quando ele diz que, há há elementos de ordem, e elementos de desordem, né? E a grande dificuldade é separar do outro. Então isso mostra bem o grau de complexidade, de 1 reflexão sobre a nova governança global, entendendo aí entre essa nova governança entre aspas, que é o recado dado pelo nosso pelo professor Márcio. Professora. Bom, neste momento você pode fazer o currículo da professora, eles não têm tecido, então está bem, neste momento nós temos conosco a vicepresidente do Banco Central do Chile. Senhora Stephanie. E cujo cujo currículo já foi lido é professora né emérita, 1 pesquisadora também é renomada. Então eu vou pedir. Veja como vai pra pra conectar. Se conectar. Só minutinho. Sim sim. Vicepresidenta, muitas graças por estar aqui conosco, com os outros, além do espanhol. Perfeitamente. Sim, então eu passo a hora la palavra e por favor mais 1 vez lhe agradeço muito sua presença e disponibilidade em estar aqui conosco. Graças por favor, isso turno.

28 de nov, 16:39
#19
Vice-presidente do Banco Central do Chile Stephany Griffith-jones
Stephany Griffith-jones

Vice-presidente do Banco Central do Chile

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28 de nov, 16:41
#20
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Gracias, vicepresidenta, foi muito importante suas palavras e agradeço por por por os 4 aspectos que os têm a mencionado sobre os sobre a importância de lá arquitetura financeira internacional e estes 4 aspectos são são importantes para que nós todos somos avançar em lá reflexão, são os países dentro da arquitetura financeira internacional, Muitas graças, 1 vez mais. Obrigada. Obrigada, professora.

28 de nov, 17:10
#21
Vice-presidente do Banco Central do Chile Stephany Griffith-jones
Stephany Griffith-jones

Vice-presidente do Banco Central do Chile

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28 de nov, 17:10
#22
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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De verdade não temos pergunta a hora todas as perguntas serão net a depois que está terminado lá na conferência. Eu creio que algum 1 outra pergunta

28 de nov, 17:11
#23
Vice-presidente do Banco Central do Chile Stephany Griffith-jones
Stephany Griffith-jones

Vice-presidente do Banco Central do Chile

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28 de nov, 17:11
#24
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Graças a graça então Thais. Muito bom a nossa. A falar da professora e agora vicepresidente do Banco Central do Chile né sobre esses aspectos, 4 aspectos que ela mencionou, sobre arquitetura financeira internacional, são aspectos ligados à liquidez internacional, uso direito especial de SAC e também a além das além disso teve 1, se alguém de pode me lembrar dos, o papel do banco central, na provisão de liquidez para os bancos aumentarem seu capital e as provisões de maneira a enfrentar os riscos das mudanças climáticas. Então são temas importantes. Passo agora então a palavra para o nosso convidado Antônio Correia Lacerda, conselheiro federal e também faz parte do conselheiro né de estudos estratégicos do Banco Nacional de Desenvolvimento, econômico social BNDES.

28 de nov, 17:11
#25
Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES Antonio Corrêa de Lacerda
Antonio Corrêa de Lacerda

Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES

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28 de nov, 17:12
#26
Presidente do Corecon-DF Luciana Acioly da Silva
Luciana Acioly da Silva

Presidente do Corecon-DF

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Correio Lacerda também nosso colega, tem nos ajudado muito também no no nas nossas, na nossas pautas né temáticas sempre se posicionando e nos atualizando das discussões, da economia internacional. Obrigado por suas considerações tem ao final aqui tem algumas perguntas mas eu não vou adiantar, eu vou passar agora nesse momento, a coordenação da mesa para o, o Presidente Paulo Dantas que vai me substituir nesse nesse momento aí de dar continuidade aqui ao debate. Obrigada a todos. Obrigado. Obrigado

28 de nov, 17:36
#27
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Luciana, então na sequência dos trabalhos, nós vamos passar. A palavra então para o colega José Evandro para que ele faça, as colocações dele e as colocações que dizem respeito ao tema do da ordem do dia. Boa tarde a todos,

28 de nov, 17:38
#28
Consultor legislativo da Câmara dos Deputados José Evande Araújo
José Evande Araújo

Consultor legislativo da Câmara dos Deputados

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28 de nov, 17:38
#29
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Obrigado, Evandro. Eu tenho aqui 1 1 orientação pra que abra aqui pra, algumas poucas perguntas porque o tempo já está bem avançado, e eu vou ver aqui se os autores ou autoras das de 3 perguntas que eu tenho aqui ainda estão aqui, se aqui estiverem nós vamos formular a pergunta do contrário e vamos vamos privilegiar as pessoas que aqui estão. Então eu pergunto a Isabela Medeiros do Nascimento ainda está aqui? Não então eu vou privilegiar as pessoas que aqui estão, mas de todo modo eu pretendo saber. Ah você acha que essas aqui todas são do Youtube? Ah então vamos direto aqui, vamos abrir aqui, pra 2 no máximo 3 perguntas por conta disso que o tempo está bem adiantado está aberto quem quiser fazer as perguntas aos debatedores que aqui se apresentaram brilhantemente se apresentaram a a oportunidade é essa, vamos vamos ver se a gente consegue, eu eu já ouvi falar que tem estudo lá da do Nepal, e que 1 pergunta muito bem formulada ela sai no máximo 3 minutos. Você quer fazer 1 pergunta? Então vai. Foi. É a minha.

28 de nov, 18:01
#30
Participante Glendha Ramos
Glendha Ramos

Participante

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Seria pro senhor Márcio Porchmann, mas eu estendo a mesa na ausência dele, seria de que forma vocês veem que a criação e implementação de 1 nuvem soberana, já que ele expôs tantas essa situação, de revolução industrial tecnológica de dados, ela poderia gerar reflexos da posição do Brasil frente à governança global, como elemento de ordem, e tendo em vista a valorização crescente no mercado de Big Data, e seus reflexos nos demais mercados, além dos aspectos obviamente jurídicos e de intragovernança dos estados, Então de que forma isso refletiria, na posição do Brasil atual, com relação a essa governança global. Então estendo aos senhores. Obrigada pelo uso da palavra. É a a questão que se coloca né?

28 de nov, 18:03
#31
Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES Antonio Corrêa de Lacerda
Antonio Corrêa de Lacerda

Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES

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Foi lembrado aqui na mesa, que a capacidade de, geração e processamento de dados hoje, das Big Techs, é infinitamente superior, à capacidade de processamento de dados da maioria das instituições públicas, né mundo afora talvez como outra exceção, dos Estados Unidos talvez, né? Mas mesmo nos Estados Unidos, o papel das Big Techs, é bastante significativo. Bom e isso, coloca em xeque a capacidade de formulação de políticas públicas domésticas, ainda mais, de governança global, né? Então eu eu entendo que essa seja, o desafio né que está colocado, esse seja o desafio que está colocado, e que exige contraditiamente, mais recursos do estado, né sejam recursos financeiros, sejam recursos humanos, né? E a contradição e aí já vamos pra outro elemento importante, que é quem prover o estado de recursos, apesar do estado ter o monopólio de emissão de moeda, via banco central, é é a tributação, não nesse nesse ponto fundamental da tributação, porque inevitavelmente apesar das resistências, você vai ter que contar com elementos possíveis de aumento da arrecadação, dos estados nacionais, e também em nível global, pra fazer frente a esses desafios que são sendo impostos, por 1 dinâmica, que é muito mais intangível do que aquela dada pela manufatura, né? Que prevaleceu durante o século 20. E dentro dos paradigmas que estavam estabelecidos à época, você tinha 1 capacidade de governança muito maior, quer dizer no momento em que se tornou, global e intangível, exige, é portanto volume de recursos financeiros tecnológicos e humanos, muito maior do que aquilo, né? Do que aquilo que se exigia naquele momento. Então eu vejo que esse, passa a ser passa a ser 1 pauta fundamental, e que por outro lado como também já colocamos aqui, carece de fóruns adequados, né? Você não tem hoje fóruns de, discussão e principalmente decisão sobre temas que são tão relevantes como esse. Só complementando a pergunta mas agora na ótica tributária.

28 de nov, 18:04
#32
Consultor legislativo da Câmara dos Deputados José Evande Araújo
José Evande Araújo

Consultor legislativo da Câmara dos Deputados

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Essa questão da da da erosão da base, a base é tudo aquilo que que que eu que eu discuti e e que eu coloquei aqui, passa por isso né então essa essa existe problema sério, que por conta de tudo aquilo que que já foi discutido, há 1 diminuição da tributação da renda no mundo. É porque ela tem mais difícil de de difícil acesso. Foi? Como tudo é difícil acesso, os os países foram fazendo concessões e baixaram as alíquotas de imposto de renda. E hoje o futuro governo Trump está dizendo que vai baixar ainda pra pra menos ainda. Então obviamente já há 1 redução daquele recurso que você extrai dessa fonte de renda. Existe alguma esperança? Pra resolver isso pra eu pra esse volume de recursos? O que se está se colocando aquele que eu como eu falei na questão do pilar e das é de você se apropriar de parte dessa renda que não está chegando, né? Você está garantindo agora, pilar 2 1 tributação mínima de 15 por 100? É pouco, mas já é alguma coisa. O pilar parte dessa renda que nem isso nem vem pra cá porque ela está sendo tributada em outro local porque ela foi auferida pelo Facebook a partir dos acessos dos brasileiros aqui ela também está sendo, está sendo alcançado de alguma maneira. Então, dentro dessa dessa ótica tributária dentro dessa dessa preocupação a tributação realmente ela funciona como dos dos elementos aí na na de de de reação talvez. Muito bom, acho

28 de nov, 18:07
#33
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Por favor diga seu nome aí e pode formular a sua questão. Boa.

28 de nov, 18:08
#34
Participante Elizabeth Veloso
Elizabeth Veloso

Participante

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Eu não tive a oportunidade de acompanhar todo o debate mas parabenizo desde já as né? O Pedro Carrido por esse por favor desculpa. E meu nome. É isso já ia falar. Eu sou Elisabete Velloso, além de assessora do doutor José Evandro, eu sou também consultora legislativa da área de comunicação, que é justamente aí das Big Techs né? Então assim, só 1 colocação bem rápida, com relação a essa taxação das Big Techs, existe 1 pergunta embaraçosa e 1 menos embaraçosa. A embaraçosa é, por que que a gente não consegue votar esses projetos né, Ivande? Por que que eles não avançam e qual que é a dificuldade disso. E a outra menos embaraçosa seria, por que que a gente tem 1 tributação nas telecomunicações de 45 por 100, né, elevadíssima, e por que que as Big Texs não pagam nada ou pagam pelo menos 15 por 100. Muito obrigada, parabéns mais mais 1 vez pela iniciativa, o debate, o debate, enfim, muito bom estar aqui. Foi, agora foi.

28 de nov, 18:08
#35
Consultor legislativo da Câmara dos Deputados José Evande Araújo
José Evande Araújo

Consultor legislativo da Câmara dos Deputados

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É eu gostaria de deixar a questão embaraçosa para o para os demais mas assim eu acho que as 2 senhoras vieram. Na verdade assim, apesar da sagacidade da da pergunta da da nossa amiga Elizabeth né? Na verdade os projetos eles num avançam eles não tinham nem chegado né? O Brasil 1 parte que eu pulei da minha da minha da minha, exposição, é justamente que a gente sempre optou por outras maneiras de tributar esse tipo de renda. Como é que a gente fazia isso? A gente assinava a cor do assina a cor do bilateral e faz 1 série de ressalvas e na verdade tudo que a gente paga pra eles a gente dá 1 ferrada com o imposto retido na fonte. Obviamente o que a gente faz? A gente nunca quis abrir mão apesar de dizer que concordava participava do fórum e tal, nunca nos esforçamos a participar desse esforço global. E a primeira vez que está chegando, na verdade também tinha colocado ali, não deu pra falar, a primeira grande mudança no plano de adequação a essas regras internacionais aconteceu no ano passado com a o alinhamento às regras de preço de transferência. Aí é complicado né nós vamos com pouco tempo mas preço de transferência basicamente você garantir que as vendas de 1 filial para outro filial, empresas intra grupo, às vezes essa essas essas vendas elas sejam avaliadas pelo valor de mercado, porque como é dentro do grupo você coloca o valor que você quiser, se você colocar valor baixo você deixa a renda no país, se você coloca o valor alto você leva pro outro país. Então esse alinhamento às regras de preço de transferência, a gente passou 20 anos, por quê? Porque a gente adotava regras que só a gente adotava. E o mundo mudando e aí quando queria era pra entrar na OCDE falaram olha vocês ou vocês mudam ou vocês não entram. Aí teve 1 outra ajudazinha, os Estados Unidos falaram o seguinte, se vocês não adotarem as regras do mundo, a gente não vai mais reconhecer os pagamentos porque quando você retém na fonte, aqui no Brasil de 1 empresa americana, esse esse imposto é é compensado lá. Estados Unidos falaram se vocês não adotarem as regras, a gente não vai mais compensar aqui nos Estados Unidos. Aí o que aconteceu? A gente adotou as regras. Agora apareceu 1 nova oportunidade. Olha, esse QM, é difícil né, quase QMD pt que é essa, tributar os 15 por 100 na fonte, se o Brasil não tributar, outro país vai tributar. Então você quer isso pra você ou não? Essa mídia provisória está aqui vai ser aprovada? Eu acho que vai, né Não vai ser esse ano porque esse ano já tem outras pautas mas ela está aqui pra colocar. Então primeiro não é que é assim realmente as coisas quando chegam aqui primeiro elas só chegam quando interessam a política tributária nacional e tem sido aprovado o parlamento tem respondido a essa a esses desafios. E a outra da questão da telecomunicações a gente sabe não é assim, a gente tributava o que que é que é fácil de tributar? Telecomunicações, as as os os como que eles chamam? Os né? Tributar o petróleo né, todo mundo sabe são poucas empresas, aí você chega agora pra competir diretamente com essas grandes empresas aparece recado totalmente desregulado. Aí tem 1 questão concorrencial que todos os países eles se ele se se coloca a gente vai tirar né a tributação das comunicações, ICMS mais de 30 por 100, é negócio e efetesoma, todos os outros fundos né, fica fica 1 tributação gigantesca, a gente não consegue abrir mão dessa dessa dessa dessas receitas, né, como como estado, e os outros os outros concorrentes não têm. A gente quer colocar em cima delas mas ela também é é muito mais difícil porque elas são globais né, então é 1 questão política que a a gente precisa discutir em outro em outra em outra em outra questão e você pode nos ajudar muito mais do que eu sei.

28 de nov, 18:09
#36
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Ok, obrigado, Evande. Mais 1 pergunta. Ok? Então, eu acho que podemos partir aqui pro encerramento, vocês querem aqui pronunciar as palavras finais Lacerda e Evandro, Evandro fica aí eu vou pedir sua palavra final também. Bem eu

28 de nov, 18:13
#37
Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES Antonio Corrêa de Lacerda
Antonio Corrêa de Lacerda

Membro da comissão de estudos estratégicos do BNDES

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Que sobre, por que que as as tributações às vezes, tão óbvias não são realizadas né? Porque obviamente isso é 1 questão de economia política, não é? E reflete a estrutura do poder. Questões muito menos complexas do que essa da intangibilidade que a gente levantou aqui, a gente não consegue avançar no Brasil, né por exemplo, né? Porque, obviamente, aqueles que seriam afetados, tem poder, de formação de opinião pública muito maior, e poder de influência também nos poderes especialmente no Legislativo, não é? Então é isso que, inibe. Então nem sempre a solução técnica, não é? Encontra respaldo, no campo políticos lato sensu, quer dizer, não só político, de no âmbito da decisão, mas também da formação de opinião né da discussão do debate que o ponto fundamental, e pra ilustrar isso né veja, a resistência que houve à tributação dos fundos offshore, por exemplo, né? A tentativa de tributação dos fundos offshore. É curioso que até até eu vi pobre defendendo a não tributação de fundo offshore. Obrigado gente.

28 de nov, 18:13
#38
Consultor legislativo da Câmara dos Deputados José Evande Araújo
José Evande Araújo

Consultor legislativo da Câmara dos Deputados

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Agradecer o convite espero que essa perspectiva tributária tenha sido de alguma utilidade pra pra audiência né? E e mas assim sempre ressaltando que nós estamos tendo temos tido avanços né? Há motivo pra otimismo e pra pessimismo também né como na vida que né, esse mundo tão complexo né que a gente vive né então vamos vamos avançando. É isso obrigado.

28 de nov, 18:15
#39
Presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa
Paulo Dantas da Costa

Presidente do Cofecon

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Ok gente, olha, eu acho que estou muito seguro de que nós tivemos aqui o privilégio né, de participarmos de 1 de debate como esse que aconteceu aqui nessa tarde, que eu acho que foi momento assim riquíssimo. Eu eu sou do sou da área tributária como aqui boa parte das pessoas sabem, aliás eu não sou eu fui, porque eu sou auditor aposentado do estado da Bahia, e gozado tecnicamente eu passei a estudar muito mais tributação depois que me aposentei. E realmente é 1 coisa 1 coisa fascinante. No Brasil eu estou muito certo, nós temos muito o que estudar aqui nessa matéria, sabe? Nós passamos 1 realidade que é danada e a questão da tributação direta versus a tributação indireta. E os estados, o os dados são bem negativos e já foram bem negativos no sentido de que a gente não tem muita habilidade pra tributar os ricos, né? Mas temos 1 facilidade enorme de de tributar ali no balcão do supermercado, do armazém, que é tipo de tributação que não escolhe classe social, isso é 1 coisa bem elementar, e a gente pratica no Brasil, eu gosto de dizer que eu tenho da semana quando o Pedro Alckmin chegou aqui no Brasil ele já chegou com 1 cartinha do rei pra dizer que isso era pra ser assim mesmo, e até hoje, Mas faça a ressalva, o negócio vem melhorando, já foi pior, e isso dá margem pra que nós, especialmente nós, economistas, podemos nos debruçar sobre essa questão, e estudar porque ela tem 1 repercussão em cima da riqueza e da renda que são 2 elementos essenciais, 2 fatores essenciais de do estudo de qualquer qualquer estudo de economia. Gente eu estou assim felicíssimo com a realização dessa desse evento aqui, e me resta agora agradecer a presença de todos, já chegamos na noite, passamos às 18 horas, e eu acho que fica a promessa de que a gente deve voltar a discutir o tema. Muito obrigado a todo então vamos. Muito obrigada presidente Dantas, obrigada Lacerda.

28 de nov, 18:15
#40
Cerimonialista Renata Reis
Renata Reis

Cerimonialista

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José Levante. Convidamos a todos pra que será servido na sede, é isso Pedro? Isso no sede. Já está lá montado aguardando vocês. Até mais, boa noite.

28 de nov, 18:18