CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS

4 dez. 2024 14:37 às 16:48

Sobre o Evento

Debate sobre violência escolar com especialistas internacionais.

#1
Deputado Da Vitoria
Da Vitoria

Deputado

Transcrição por IA

Oi gente boa tarde. Agora são 17 e 37, estamos 7 minutos aí no horário marcado, quero cumprimentar aqui aos, nossos parlamentares que estão a caminho, confirmaram presença. Cumprimentar o nosso diretor da consultoria legislativa, senhor Hélio Guimarães, demais consultores presentes, boa tarde a todos os nossos palestrantes também. Hoje realizaremos 1 audiência pública na qual iremos tratar das experiências internacionais para a promoção da convivência democrática e cidadã, e para enfrentamento à violência no ambiente escolar. Este tema foi proposto pelo grupo de estudos, o Brasil contra a violência e os preconceitos na escola, 1 escola segura e pela promoção da convivência democrática e cidadã. Relatado por mim, e pelos deputados, doutor Vitor Linhares, Reginaldo Lopes e Osmar Terra. Essa audiência tem como objetivo refletir sobre as experiências do enfrentamento à violência no ambiente escolar, visando a melhoria da qualidade da convivência, e do clima escolar. Com vistas da elaboração de 1 proposta da política nacional de enfrentamento à violência e os preconceitos na escola. A promoção da convivência democrática e cidadã, bem como os enfrentamento à violência no ambiente escolar, são desafios urgentes enfrentados por diversos países ao redor do mundo. Nesse contexto, as experiências internacionais oferecem rico campo de estudo e reflexão, proporcionando exemplos práticos e estratégicos inovadoras que podem ser adaptadas e implementadas em diferentes realidades. A educação, enquanto pilar fundamental para construção de 1 sociedade mais justa, e igualitária, desempenha papel crucial nesse processo. Ao fomentar valores de respeito mútuo, diálogo, participação ativa dos estudantes, as iniciativas voltadas para melhoria do meio ambiente escolar, a prevenção de conflitos e a promoção da cultura de paz são essenciais não apenas para a formação dos cidadãos conscientes, mas também para a criação de espaços seguros e acolhedores, para todos envolvidos no processo educativo, assim, investigar e compreender as experiências exitosas de outros países no enfrentamento da violência escolar e na promoção da convivência democrática. É fundamental para o desenvolvimento de políticas públicas e práticas pedagógicas mais eficazes. Esse estudo pretende analisar experiências nacionais exitosas no enfrentamento integral à violência no ambiente escolar. Levantar estratégias para prevenir e enfrentar práticas discriminatórias, e violências distintas no ambiente escolar. E refletir sobre as experiências internacionais no enfrentamento à violência no ambiente escolar. Hoje teremos 4 palestrantes que irão contribuir para o nosso estudo. O primeiro, Henrique Schauss, é professor titular do departamento de psicologia, de psicologia da universidade de Los Angeles. Ele tem doutorado em educação pela universidade de Harvard, liderou diversas investigações sobre agressões, bullying, conflitos, violência escolar, empatia com animais, competências socioemocionais e de cidadania, e da educação para a paz. E também foi líder do programa aulas em paz. A segunda palestrante Verônica Lopes, é psicóloga e doutora em psicologia da universidade autônoma de Madrid. Possui forte interesse em pesquisar e ensinar temas relacionados às condições que favorece o aprendizagem escolar e o desenvolvimento socioemocional de crianças e adolescentes. Nos últimos anos, temse aprofundado na pesquisa e desenvolvimento na área de convivência escolar. Nosso terceiro palestrante, Jonathan Coey. Atua como clínico de saúde mental e educador. Tem se concentrado no no que apoia e dificulta a capacidade das crianças de aprender e desenvolver de forma saudável. Nas últimas 3 décadas, ele também se concentrou no que apoia e dificulta as escolas a se se tornarem organizações de aprendizagem a se desenvolverem de forma a apoiar crianças e educadores, no desenvolvimento saudável. E por último o quarto, José Maria Áveles Martínez, é professor na universidade de Valadoligi, Espanha. Está entre os pioneiros na Espanha e pesquisa sobre bullying escolar, possui doutorado em psicologia da educação como primeira tese sobre bullying defendida na Espanha, faz parte do observatório internacional da violência escolar, com base em Bordeaux, realiza pesquisas sobre questões educacionais, vida escolar, bullying, ciber bullying e redes sociais. Portanto, com o consenso de todos, eu quero já pra que a gente possa manter a nossa pontualidade, dar início aos trabalhos. E, Como praticamos aqui no nosso, nos nossos estudos anteriores, cada dos nossos palestrantes terão 15 minutos para fazer sua apresentação. Em seguida, os nossos deputados, consultores e convidados estarão nas suas disponibilidade pra fazer perguntas aos palestrantes sobre o tema da audiência. De acordo com o programado, vamos. Já passar a palavra ao primeiro palestrante. Henrique Chaos, professor de psicologia da Universidade dos Andes na Colômbia. Com a palavra.

0:007:10
04 de dez, 17:37
#2
Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia Enrique Chaux
Enrique Chaux

Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia

Transcrição por IA

Nas tardes, não te agradeço a responder, e que será saber se a tradução está funcionando. Está assim, só taldívio aqui. Sim? Bueno. Me alegrará muito estar aqui com os e me alegrará muito poder compartilhar com os vizinhos nos seus vizinhos de Brasil e aprendizagem que nos tem ido com respeito aos temas de convivência escolar e especialmente quero focarme em la legislacion do que nos apreenderam com la lei de convivência escolar em Colômbia. É isso 1 lei que já deu há 11 anos de eu poder participar em pouco na desenho dessa lei e é poder estar desde lá cáemia, assim do segmento a como a funcionar e creio que aí alguns avanços, alguns acertos pelo também aí umas aí no reto se aí na limitações que que tinha nela lei e que me pareceria importante poder compartilhar com os e que e que podendo aprender tanto pelo positivo como o de o de de do da limitações que atendendo a lei. Então 6 como tem outros 15 minutos e rapidamente por estes 6 pontos que que para nos outros antes importantes é primeiro diferenciar nos distintos tipos de agressão, de problema de convivência, de violência, no segundo é promover e prevenir, o terceiro é atenciona as situações e segmento as situações e todos os 4 são temas que penso que em lei colombiana há estado bem atendidos. Há 2 pontos que são muito importantes e que quiçase lei no tomo no ladiu tanta relevância e pensando em em que os 3 em Brasília estarem neste momento desarrolhando 1 1 lei sobre o tema violência escolar me parece importante tomar 50 que são de estratégias e a formação. Então se quero olhar de cada destes 6 temas, primeiro é diferenciar para nos outros assim é muito importante desde a investigação, desde as estratégias práticas em escolhas e desde a política pública temer e claridade em que no todo o que tenha que ver com nas esguelas ou com violência nas esguelas es igual e deve ser maniel pela mesma maneira. Então 6 há 3 que para a Colômbia há sido muito muito importantes. O primeiro de conflitos e conflitos espontâneos que podem ser enfrentamentos, podem ser aqui me quero referir a conflitos onde não é grande balanço de poder, poder ser entre amigos, poder ser entre companheiros e às vezes incluía em agressão outras vezes no e quando os conflitos são bem manejados por ser construtivos, Quando são malmanerrados podem escalar as situações de agressão, situações de violência, pero em princípio são situações que ocorrem permanentemente em qualquer grupo social e e podem ser algo que fortalece a relação e são bem mais altos. Isso para nosso trânsito importante e saber questões muito comum e que muitas agressões em contexto escolar bienne de conflitos quotidianos. Pelo estudo distintos de ou la situaciones escolar em donde claramente há desbalanço de poder e que em tem mais poder está desequilíbrio onde temos algum tipo de mudança de poder. E é só nos preocupar muito porque é muito comum é muito comum em todos os países do mundo não é nenhum país do mundo onde Nenhum lugar no mundo consequências muito negativas para as pessoas que não vivem consequências de E para as pessoas que têm, essa questão da ansiedade ou transtornos alimentares, depressão ou coisas do tipo como o suicídio, mal, desempenho acadêmico também até a decepção escolar. Então essas são as situações mais comuns, nos nossos contextos, mas nós, nos nossos trabalhos que temos feito temos encontrado, isso deve ser feito da forma mais padrão, e também deve ser feito da forma diferente em relação ao que nós chamamos de violência escolar na Colômbia. Então, temos às vezes gangues que em se envolvem com crime, abuso sexual, armas. Então, isso para nós tem sido bastante importante dentro da legislação colombiana. Das 1000 reais ajudamos a que ele congresso diferenciar estas 3. Então temos que diferenciar essas 3, e as condutas diferentes que têm sido feitas. Prevenir és és muito importante promover antes de E temos que promover isso e prevenir isso antes que aconteça a violência, tem muito que podemos fazer para a fazer as as capacidades, os mesmo a ter ter a noção dos estudantes para que não chegue a essa situação. E dentro da lei, nós podemos ver que cada escola do colégio, cada colégio, tem que ter programa de desenvolvimento de algumas competências. Na Colômbia já trabalhamos por muitos anos, e já cumprimos 20 anos em trabalho em competência cidadã, que são competências socioemocionais e cidadãs, que as diferentes escolas devem trabalhar, na prática elas têm que fazer isso muito bem mas na na prática nem todas fazem isso muito bem, Pois é algo que a legislação ainda está criando e algumas das que, foram as melhores para essa convivência, e para a questão das próprias noções e reconhecimento das gestões de emoções, têm sido as competências socioemocionais e cidadãs que foram as melhores desenvolvidas. A empatia, também conhecer, e de estar se colocando no lugar da pessoa, se então como esse papel de observador, ele pode falar que isso não está bem, então isso precisa ser resolvido então a assertividade na Colômbia tem sido 1 alternativa muito importante, em relação a não ser passivo, e não responder de forma agressiva, isso permite que a pessoa consiga, defender e defender aos outros sem a agressão. Então essa gestão também criativa dos conflitos também é muito importante está muito importante em termos de gestão da situação, cada desses 3 tipos de conflitos, são sempre muito importantes de entender para desenvolver as capacidades para que os mesmos alunos, eles mesmos consigam negociar essa questão dos conflitos ou que tenham, companheiros que consigam gerir esses conflitos também, mas que os professores adolescentes os orientadores escolares também podem ajudar para que os alunos também consigam gerir esse conflito imediatamente. Se tem algum tipo de conflito no no pátio da escola, eles podem intervir e já gerir esses conflitos na, situação de bullying, a forma que a lei propõe protocolo de lidar com isso são alguns, é baseada na justiça restaurativa, então, isso busca reparar os danos, de quem está agredindo, e falar sobre como a sua agressão tem levado a problemas para outra pessoa, e esse foco na justiça restaurazitiva, está se consolidando tem 1 tradição muito forte na Colômbia, em relação à justiça punitiva, geralmente a pessoa deve ser sancionada, expulsa da escola, mas nós sabemos que para a formação e que para, evitar qualquer tipo de, dificuldade no futuro nós temos que fazer 1 justiça restaurativa, e todos os colégios da Colômbia devem ter esse protocolo que defina quais são os passos que devem ser dados, quando temos 1 situação de bullying. E é isso que a lei colombiana tem no nosso decreto, e em situações de violência escolar, os colégios, não devem fazer isso sozinhos. Eles têm que fazer parcerias com instituições por exemplo, com a polícia, a polícia de crianças adolescentes, e com a própria família porque os problemas de violência escolar, sobrepassam à capacidade da escola. Então, há que haver essa institucionalidade, para que a escola não seja a única responsável para gerir problema que é tão complexo, como por exemplo microtráfico de drogas para crianças que às vezes estão entrando com armas na escola porque fazem parte de 1 gangue. Então não pode a escola ser a única a lidar com isso, então, tem que ser trabalho em conjunto com todos. Outra coisa que na lei está muito presente, são muitos comitês de convivência, nas escolas, cada escola deve ter comitê de convivência nos municípios nos departamentos Aí comitê nacionais. Também tem comitê que analisa como tudo está funcionando em relação à convivência e também é o sistema de informação onde se reporta, todas as situações que tem a ver com o bullying com o conflito, e De violência escolar. De violência escolar, que devem sempre ser reportadas aqui, para dar segmento no sistema unificado. Então o que que faz o que que está faltando? E é nisso que estamos trabalhando. Temos que ter muito mais estratégias, a lei diz o que nós podemos fazer, mas não diz como fazer. E se eu pudesse voltar 11 anos atrás eu insistiria muito mais em que a lei incluísse, na construção por exemplo de plataformas, para que se compartilhassem estratégias materiais e na Colômbia nós temos umas que se chama passa a sua ideia, mas temos que fazer muito mais. E existem várias iniciativas mas nem tantas estão sendo avaliadas. Temos que fazer muito mais avaliação, eu também já trabalhei em diferentes tipos de atividades que têm feito avaliação, mas ainda precisamos de muito mais. Então cada desses programas nos dão muitas aprendizagens, mas precisamos fazer muito ter muito mais apoio nessa rede para que realmente essas iniciativas consigam ser reconhecidas com a rede com a família, com mais pais e mães envolvidas, e isso tem sido muito forte para nós. Então, esse movimento tem que ser a favor de todas as temáticas e outro tema, que eu gostaria também de voltar 11 anos e também falar para mudar, e eu acredito que se você tivesse também essa possibilidade vocês também fariam isso para o Brasil, e eu recomendo isso para vocês, com 1 formação inicial, 1 formação, de faculdades de educação, escolas formais, para que os docentes estejam acostumados a lidar com esse tipo de situação e saber como lidar com isso então temos institutos de, diferentes institutos de formação de docentes na Colômbia, e seria muito interessante não apenas para a área de educação física, arte, mas para todos os tipos de professores para promover essa convivência nas suas aulas, com, o para que os o fosse desenvolvido essas competências, e para que os alunos tivessem também, 1 suporte maior durante momentos de conflito então, seria muito bom porque, eu sei que muitas vezes não temos muito tempo para ensinar isso nos, nas escolas mas seria muito interessante porque, às vezes, mesmo que leve alguns anos esse pode ser ter grande impacto na vida das pessoas, e eles vão estar muito mais preparados para serem docentes. E, obviamente, ajudando as pessoas que vão estar com as crianças em seus diferentes momentos, especificamente nos momentos que nós consideramos fundamentais com as estratégias de promover aulas mais construtivas, nós podemos desenvolver as competências socioemocionais, as dos estudantes e integrar a formação socioemocional às áreas acadêmicas para trabalhar em aprendizagem cooperativa, e para que eles possam se escutar uns aos outros e, para que a nas aulas de educação física por exemplo eles possam desenvolver suas próprias competências emocionais suas próprias gestões de suas próprias emoções, porque, a habilidade docente é muito difícil tem muito estresse tem muitas coisas para serem feitas e é muito difícil, fazer essa relação pacífica e desenvolver isso sem desenvolver as suas próprias competências e a última coisa que eu gostaria de mencionar é recurso, alguns recursos que podem ser úteis, livros específicos de convivência, e sobre como integrar isso na área acadêmica, esse é o programa de aulas que eu que eu estava compartilhando com vocês se vocês tiverem alguma dúvida pode falar comigo muito obrigada.

0:0016:40
04 de dez, 17:44
#3
Deputado Da Vitoria
Da Vitoria

Deputado

Transcrição por IA

Quero agradecer a a contribuição do doutor Henrique Xiauss, professor da de psicologia da Universidade dos Andes na Colômbia, com a nossa primeira contribuição. E estando no acordo aqui como sempre, passar a palavra aos nossos palestrantes, depois a gente abre pras perguntas. Então a próxima palestrante, senhora Verônica Lopes, professora de psicologia da Pontiffe Universidade Católica de Valparaíso no Chile, com a palavra. Olá

0:000:46
04 de dez, 18:01
#4
Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile Verónica López
Verónica López

Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile

Transcrição por IA

0:0022:26
04 de dez, 18:01
#5
Deputado Da Vitoria
Da Vitoria

Deputado

Transcrição por IA

Você agradecemos a nossa palestrante doutora Verônica Lopes, professora da de psicologia da pontifícia Universidade Católica de Valparaíso do Chile. E eu quero cumprimentar nosso relator, deputado doutor Vitor Linhares. Que chega agora aqui pra poder conduzir essa missão. Mas quero nesse momento passar a palavra ao palestrante Jonathan Coin. Professor de psicologia da Universidade de Columbia nos Estados Unidos. Antes porém quero cumprimentar o presidente da comissão especial do direito na escola, na Ordem dos Advogados do Brasil, a senhora doutora Elia Zebe de Carvalho Simões. Também, a senhora Maria Celeste Viana, dirigente do núcleo territorial de educação da Secretaria de Educação do Governo do Estado da Bahia. O senhor Antônio Carlos Nascimento, parente, chefe de gabinete da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. A senhora Naisa Anália Bandeira de Sá coordenador geral de vigilância e prevenção de violência e acidentes promoção de cultura de paz, Ministério da Saúde. Então obrigado pela presença de todos vocês. Com a palavra ao nosso palestrante Jonathan Coa. E nesse momento eu passo a presidência ao nosso relator deputado doutor Vitor Linhares.

0:001:33
04 de dez, 18:24
#6
Transcrição por IA

0:000:19
04 de dez, 18:25
#7
Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos Jonathan Cohen
Jonathan Cohen

Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos

Transcrição por IA

Olá, eu sou o Jonathan Coen. Não sei se alguém vai falar ainda antes que eu faça uso da palavra, se o o presidente agora vai falar alguma coisa ou o senhor deveria começar? A palavra é do senhor, pode já proferir aí sobre a nossa palestra. Cocker, quer. Muito bem, muito obrigado, muito obrigado, estou honrado em ser convidado, e eu peço desculpas que eu não consigo entender espanhol ou português. Eu fui pedido para fazer resumo, resumo do minha compreensão, sobre tendências baseadas em evidência, na prevenção da violência escolar, e sugerir algumas recomendações, algumas compreensões, que partem da minha compreensão desta pesquisa. O que eu tenho pra dizer está baseado em em experiências que se sobrepõem, 1 que eu trabalhei com escolas, insetos distritos e regiões nos Estados Unidos, e também em ministérios da educação no Japão, na China, Austrália, Ebec, França, Cingapura e Suécia. Eu também estou baseando também em grande quantidade de pesquisa que está resumido no final da minha apresentação de PowerPoint, e vocês podem escrever pra mim, e podem ter acesso a mim de outras formas. E finalmente, estou num processo agora de falar com especialistas à volta do mundo, na América Latina, Japão, Europa e nos Estados Unidos, para aprender de cada deles sobre sua compreensão das novas pesquisas, e desenvolvimentos e também desafios importantes. Essas são 4 4 ideias principais da minha compreensão que são importantes fundamentalmente. 1 nós já sabemos há muito tempo, muitas décadas, as crianças e os adultos precisam se sentir e precisam estar seguros pra serem os melhores aprendizes e os melhores professores que podem ser, e também para apoiar o desenvolvimento saudável das crianças. Em segundo lugar, eu acredito que agora nós sabemos das pesquisas, e também da experiência que afective school willand purben you a a prevenção efetiva de violência escolar precisa estar embasada em enfocando positivamente nas experiência individual das organizações ou seja criando clima saudável que apoia segurança e aprendizagem e também organizando os grupos de estudante, grupos de professores que estão enfrentando problemas, e claro, estão complicando a vida nas escolas. Em terceiro lugar, historicamente, nos Estados Unidos, o pensamento norteamericano e e eu acho que também em muitas partes do mundo, nós entendemos em focar nos indivíduos, nos estudantes individuais, individualmente, mas nos últimos 25 anos, temos temos desenvolvido 1 apreciação de que além de pensar no indivíduo também precisamos pensar sistemicamente. Quais são os sistemas, as políticas, as expectativas, as normas sociais e ainda mais, a cor e a forma do clima da sala de aula, dos corredores, e a escola como todo. Também, precisamos de 1 maneira sobreposta pensar é, estruturalmente, e sempre temos feito isso, e também temos que pensar de 1 maneira relacional. Eu uso o termo existência e clima escolar como temas sobrepostos eu não acho que pode definir, de maneira consensuada sobre como definir tanto o clima escolar e as coexistência escolar, os educadores latinoamericanos e pesquisadores com a ideia de coexistência, têm se estado mais atentos à importância fundamental dos relacionamentos interpessoais. E ambos ambas ideias, coexistência e o clima escolar, existe apreço crescente em todo o mundo que isso ajuda bastante é muito útil e isso pode ser mensurável, é 1 noção ecológica por assim dizer. Eu eu acho que existe 1 lacuna grande hoje entre para criar clima útil para criar clima útil com o aprendizagem, existe 1 lacuna entre as pesquisas nas políticas atuais e também nas diretrizes presentes existentes. Isso é grande problema, Existe 1 falta de políticas baseada em pesquisas em evidência, na maior parte dos países que estive trabalhando, existe 1 falta de desenvolvimento profissional para os líderes no na parte dos líderes escolares, e o apoio para o desenvolvimento da liderança, e comunidades para o aprendizagem profissional. Algumas coisas que especialistas podem compartilhar que pode ajudar muito mas na minha experiência não existe nada mais valioso, do que criar plataformas, onde líderes, de prática, líderes nacionais, regionais e onde todos possam aprender uns com os outros, 1 comunidade de aprendizagem. Outra fonte dessa lacuna entre a pesquisa atual e a prática, na minha experiência, muito, senão a maior parte dos educadores em todo o mundo, eles eles gostam da ideia do clima escolar e coexistência mas, existe 1 confusão conceitual sobre o que é semelhante, o que é diferente entre clima e coexistência, ou seja uns clima positivo, ou 1 coexistência positiva, e mais importante, é praticamente o que é útil, o que é clima útil, ou processos de melhoria do clima e da coexistência? Nos Estados Unidos, em muitos países onde aprendi e trabalhei, existe enfoque crescente e importante sobre bullying como fator que atrapalha os estudantes no sentido de se sentirem mais seguro nas escolas. E eu eu vou sugerir que isso pode ajudar esse foco sobre bullying, mas não ajuda, não é útil porque obscura para muitas pessoas o fato de que existe todo espectro, intervalo de experiências e estudantes têm dificuldade isso vai desde 1 falta de entendimento sobre microagressões, a saúde mental, o que assusta muito as pessoas às doenças mentais, e a maior parte das pessoas não querem falar, não querem pensar sobre o que é o que são doenças mensais. A cada 5 adolescentes e estudantes têm dificuldades e têm problemas grandes. Também existe, existe intencionalmente comportamento malvado, de bullying que é muito comum, é muito prevalente, e ainda é aceito hoje em dia 2024 como as crianças apenas sendo crianças. Mas também, eu acho que todo mundo sabe disso, mas muito frequentemente as pessoas não falam sobre 1 prevalência extraordinária de violência sexual, e não estou falando apenas sobre situações de estupro que são extremas, eu sugeriria falar sobre número maior de experiências que às vezes eu chamo, 1 área cinzenta de experiências sexuais em que 1 pessoa normalmente a menina se sente pressionada pelo menino e ninguém fala sobre isso. Isso contribui para, é 1 experiência psicológica bastante piorada, tanto pros meninos como pras meninas também, como todos sabemos existem desastres naturais que estão acontecendo com mais frequência, e claro homicídio e suicídio então eu sugeriria se estamos pensando sobre prevenção de violência escolar, 1 compreensão fundamental, o que é a violência escolar é muito importante. Estamos apenas falando sobre bullying? Ou estamos falando sobre esse espectro mais amplo, mais complexo de experiências que atrapalham e prejudicam os estudantes e também os adultos no ambiente escolar, que não se sentem seguros? Nós agora sabemos das pesquisas e das das práticas, o que eu coloquei nesses slides são metas, práticas essenciais que têm o potencial para reduzir a violência escolar. Primeiramente, apoiar a aprendizagem emocional, educação do caráter, esforços de saúde mental para todos os estudantes, e idealmente também para os seus pais. Isso é fundamental. Em segundo lugar nós sabemos que precisamos coordenar serviços educacionais e serviços de saúde mental, e o envolvimento parental, o que é fácil de falar mas na minha experiência raramente isso é feito. Terceiro lugar, precisamos falar sobre armas nas escolas. Embora, pelo menos nos Estados Unidos não sei como é que é no Brasil, as escolas são os lugares mais seguros que as crianças passam tempo. Muitas crianças que vêm às nossas escolas públicas nos Estados Unidos, as suas vizinhanças e os seus lares, é muito menos seguro do que as escolas. Mas todos nós sabemos, especialmente nos Estados Unidos, que tem leis completamente de ponta cabeça sobre o controle de armas, nós temos atentados nas escolas e ouvimos da professora Lopes, muito frequente não apenas no Chile mas eu creio que no Brasil desde o que eu estou aprendendo, e nos Estados Unidos e na Europa as as pessoas respondem a qualquer tipo de falta de comportamento até o extremo os atentados e a outras formas é 1 resposta punitiva ainda que haja mais de 40 anos de pesquisa empírica como você estava falando Verônica, que minimiza que as respostas punitivas a falta de comportamento no curto prazo pode afetar algum controle do comportamento mas no longo prazo, gera ressentimento e mais problemas. Finalmente, eu quero ressaltar 1 das intervenções concretas que eu acho que é, é especialmente poderosa para a prevenção de violência. Isso é quando os líderes escolares colocam, fazem conversas com os estudantes, com os seus colegas. Por exemplo se você vê alguém que está sendo magoado ou sendo prejudicado, o que você faria? Se você está sendo prejudicado ou machucado, o que você gostaria que seus colegas fizessem ou seus professores fizessem? Na minha experiência, esse tipo de conversa são os primeiros passos essenciais que os líderes escolares podem tomar pra começar a criar 1 que defendem a injustiça do que aqueles que apenas veem, os aqueles que apenas veem, e eles continuam, seguem em frente, continuam caminhando. Os ups standers aqueles quando veem 1 pessoa que está sendo machucada eles tentam pensar o que eu posso fazer e o que eu preciso fazer. Eu sei, resumidamente, porque eu acho que já está passando o meu tempo, nós sabemos que o engajamento é o passo essencial para apoiar a escola pra se juntar, para aprender e trabalhar, pra prevenir violência, aprender e trabalhar, pra prevenir violência, mas também pra criar 1 cultura que apoia o aprendizado e também a segurança. Isso é muito fácil de dizer, mas praticamente gerar engajamento é muito difícil pra, na minha experiência, para todos os líderes, seres em Chile, Brasil, Colômbia, México nos Estados Unidos, Europa, em outros países, porque os líderes escolares, historicamente têm sido ensinados a serem como ditadores, eles são o chefe, e os líderes são os chefes. As escolas não são democracias, mas nós sabemos se os líderes não derem passos concretos, intencionais para engajar os seus colegas, estudantes e idealmente os seus pais, o que vai acontecer é que o diretor vai dizer, passa XYZE isso não vai acontecer, as pessoas não obedecem. Nós sabemos e isso sobrepõe com o que estávamos ouvindo da doutora López, é que a pirâmide, a o modelo de de várias etapas de saúde, começa a diferenciar o que nós podemos fazer, o que precisamos fazer pra todos estudantes, mas na parte de cima da pirâmide, como vimos no slide da Verônica, os estudantes que estão sob risco, e aqueles que estão fora de controle. Isso nós sabemos de grande parte das pesquisas que isso é bastante útil. Nós sabemos também que a melhoria das escolas é muito difícil inerentemente, é algo, é processo muito vagaroso e complicado, e é essencial que os diretores e os líderes e as políticas escolares apreciem que a melhoria escolar necessariamente não é esforço de ano apenas, mas processo contínuo de aprendizagem e de melhoria. E precisa estar organizado com educadores, estudantes, pais, aprendendo e trabalhando juntos para lidarem com as as questões seguintes. E, 1 maneira simples de se pensar sobre isso, é que isso está sempre conectado com essas perguntas essenciais. Que tipo de escola nós queremos que nossa escola seja? A criação dessa visão, por assim dizer, se torna número de metas compartilhadas, não apenas as metas dos pais mas dos estudantes, dos professores e até mesmo dos dos outros funcionários da escola, da o pessoal da cantina, e aí nós fazemos a medição com pesquisas do clima escolar, e podemos ter dado sobre expulsão e comportamentos quais são a os desafios atuais da comunidade escolar hoje em dia? E a última pergunta é dada a lacuna entre a nossa visão, as nossas metas e as nossas forças e desafios atuais, o que são as 3 metas de melhoria, 1, 2 ou 3, e nós vamos trabalhar neste ano ou nos próximos 3 anos. Eu queria apenas ressaltar e explicar, é, as a comunidades de aprendizagem que eu mencionei e também empoderar os jovens, os estudantes pra serem parceiros autênticos aprendendo sobre as forças e os desafios das escolas e trabalharem juntos pra realizarem essas metas. Então estas são 2 das estratégias mais poderosas que eu descobri trabalhando com escolas nos estados unidos e também outras partes do mundo Existe 1 grande falta de políticas públicas adequadas para apoiar o clima escolar e a coisa extensa pacífica e em muitos países existe 1 ênfase exagerada no desempenho acadêmico, e entre a a as métricas de aprendizagem socioemocional e cívicas também em todas as partes do mundo, existe 1 excesso de ênfase em avaliações anuais. Precisamos ter avaliações de processo que podem levar em consideração a melhoria de maneira processual. E eu falo com diretores e líderes em todo o mundo, é muito comum que eles dizem, claro que sabemos que o clima escolar é importante, coexistência é importante, mas não estão certos do que eles podem fazer na realidade para começar criar clima escolar sustentável, em melhoria. Muito obrigado.

0:0019:07
04 de dez, 18:26
#8
Transcrição por IA

Queria agradecer o Jonathan Corey pela pela participação. Queria também agradecer as pessoas que estão acompanhando, pela internet. Luiz André Gonçalves Marsal Vieira Vaz, governo do estado de Tocantins, a Lorena Cruz Boechat diretora associação de dos diabetes do estado do Espírito Santo, Ana Paula R diretora da ANDES Sindicato Nacional DOCentes das instituições de ensino superior, Marcela Pinheiro professora escola de formação continuada do Distrito Federal. E Johani Souza professor escola de formação continuada do Distrito Federal. Muito obrigado a participação online de vocês. E agora queria queria chamar Então pode queria teve participante que acabou perdendo a conexão, que seria o José Maria. Vamos mudar seguimento. Então diante já do encerramento dos participantes, a conclusão das falas, a gente queria dar oportunidade, se alguém tiver alguma coisa a acrescentar, alguma pergunta, alguma fala se, narrada, e os consultores principalmente aqui estão presentes, a gente franque aqui a palavra aos senhores.

0:001:39
04 de dez, 18:45
#9
Consultor Legislativo - Câmara dos Deputados José Roberto de Souza Santos
José Roberto de Souza Santos

Consultor Legislativo - Câmara dos Deputados

Transcrição por IA

Boa noite. Queria gostaria de saudar em primeiro lugar, o os parlamentares né? Deputado da Vitória, deputado Vitor Linhares, saudar a professora Verônica, professor Henrique, professor Jonathan. Bom refletir sobre experiências internacionais, né? No que diz respeito à convivência escolar, é pra gente 1 oportunidade, 1 vez que estamos no Parlamento, estamos exatamente refletindo formas, né, de como lidar com essa esse que é problema na educação, na educação do país. Eu teria 2 questões que eu gostaria de propor, aos nossos expositores. A primeira questão, 1 vez que o professor Henrique trouxe 1 1 legislação colombiana, que já data de 11 anos. A professora Verônica trouxe 1 política, que data de 20 anos. O professor Jonathan, com toda a experiência que tem trabalhando em diversos países já há muito tempo né numa pesquisa, então a primeira questão seria, ao longo desse período, se vocês observaram desafios novos no que diz de desafios relativos à convivência ou relativos de 1 maneira mais específica à violência no ambiente escolar. Se vocês verificaram ao longo das últimas décadas que houve 1 mudança nesse tipo de ocorrência no que diz respeito à violência escolar e, portanto, que nos ajude a pensar sobre desafios novos e como lidar eventualmente com esses desafios novos, esse é o primeiro elemento. A segunda questão que eu gostaria de formular tem muito a ver inclusive com com o que o professor, os 3 expositores na verdade trouxeram, né, o professor Henrique quando falou da questão dos dos conselhos, sejam conselhos em nível mais a professora Verônica quando trouxe a questão das equipes de convivência escolar e o professor Jonathan também se referindo a essa necessidade de 1 aprendizagem organizacional. Então AAA questão seria, o que é que vocês eu queria que vocês trouxesse pouco dessas experiências desses coletivos, né? Desses conselhos, sejam conselhos, sejam equipes atuando especificamente dentro da escola ou mesmo equipes trabalhando fora da escola, mas direcionada especificamente pra pensar a convivência escolar. Então gostaria que vocês trouxesse pouco da experiência dentro desses conselhos, me parece potente né quando a gente imagina na situação brasileira de país de dimensões continentais como a gente tem, talvez pensar nessa estrutura em rede mas que ela vai descendo pra nível mais local, que vocês pudessem portanto trazer pouco mais dessas experiências, desses conselhos, seja repito, em nível mais amplo, seja no nível da própria instituição escolar. Obrigado.

0:003:13
04 de dez, 18:46
#10
Transcrição por IA

Pela participação e José Alberto Roberto Santos. Queria passar a palavra a consultora Marina Meira. Olá.

0:000:16
04 de dez, 18:50
#11
Consultora Legislativa - Câmara dos Deputados Marina Meira de Oliveira
Marina Meira de Oliveira

Consultora Legislativa - Câmara dos Deputados

Transcrição por IA

Noite a todos e todas, gostaria primeiramente de agradecer mais 1 vez a todos os palestrantes que contribuíram bastante pra esse tema que nos é muito caro né, porque é 1 situação que a gente enfrenta bastante aqui no país, em outros locais também como a gente está vendo. E em primeiro lugar, eu gostaria de perguntar se, vem sendo observado, né, nos países em que a gente está tratando aqui, no caso Colômbia, Estados Unidos, Chile, fenômeno de aumento expressivo e repentino desses casos de violência, né. A gente teve aqui dado trazido por 1 das apresentadoras que participaram na primeira audiência que a gente organizou em relação a esse estudo, de de que nos primeiros 20 anos desde o primeiro atentado no Brasil, entre 2002 e 2022, a gente teve cerca de 20 casos, então seria 1 média de por ano, e que aí a partir de 2023, entre janeiro e março, a gente já teve 5 casos. Então isso também tem sido observado esse aumento repentino e expressivo nos países né, em caso positivo quais são os fenômenos que vocês consideram que seriam causadores desse processo. E por último, eu queria fazer 1 observação, porque foi, os senhores exploraram muito bem diversos fenômenos que a gente pode fazer no nível das unidades escolares pra tentar transformar essa cultura, então diferenciar diversos tipos de conflito, bullying, violência, como gerir e construir outras relações no ambiente escolar, então como grande parte desse processo passa de fato pelo nível da escola né, na na unidade escolar em si. Mas nesse sentido qual poderia ser o papel do Legislativo de contribuir para que essas ações pudessem ser induzidas na ponta, já que grande parte do trabalho ele é feito em nível micro, ele precisa de apoio até mesmo do Poder Executivo na gestão desse processo, qual poderia ser o papel do Parlamento em construir 1 política sólida que ajudasse esse processo na ponta. Então a gente falou pouquinho de protocolos, teriam algumas outras sugestões e estratégias pra gente fortalecer essa política no âmbito do legislativo. Obrigada.

0:002:01
04 de dez, 18:50
#12
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Queria agradecer a participação da marina tem mais consultor que queria fazer a fala o uso da fala então também vou ler aqui algumas perguntas que são perguntas que vieram de participantes que estão de forma online A Nayza Bandeira de Sá, coordenadora geral de vigilância e prevenção de violência, acidentes, promoção, cultura de paz no Ministério da Saúde. Endereçou 1 pergunta para a professora Verônica Lopes. Parabéns pela sua apresentação, obrigado por compartilhar a experiência do Chile. Você poderia falar pouco mais sobre o sistema de monitoramento de convivência educativa? Quem responde a esse formulário? É anual? E outras questões sobre a possibilidade do aluno fazer a denúncia online por meio de formulários gerenciados pelo Ministério da Educação. Algum encaminhamento após a denúncia? Há interlocução entre Ministério da Educação e Ministério da Saúde? Agradeço a atenção. A outra pergunta foi de Eliasibe Simões, presidente da Comissão Especial de Direito de Escola de Ordem dos Advogados do Brasil. Para o professor Henrique e à professora Verônica, qual a influência a importância do conselho associação de estudante, Grêmio estudantil, no funcionamento das escolas dos seus países, seus países e colaboração deles é importante para a redução da violência no ambiente escolar? Eu acho que quis se falar paz, mas ficou países aqui. Mas é isso. Eu deixo agora a palavra com vocês, pra que vocês respondam, às perguntas. Pode iniciar a Verônica ou o Henrique, aí é da melhor forma de vocês entenderem e fazer coletivo para que a gente consiga, dirimir pouco dessas dúvidas. A palavra está com vocês. Henrique, se você quiser eu posso começar? Sim claro. Uhum. Okay.

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04 de dez, 18:52
#13
Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile Verónica López
Verónica López

Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile

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Muito obrigada pelas perguntas, e pelo seu interesse também. Eu vou buscar, dar respostas a essas perguntas partindo pela pergunta relacionada aos grêmios escolares que tem relação com a pergunta da participação dos estudantes. Em Chile No Chile, existe algum tipo de participação né dos estudantes essa por lei como representantes estudantis, e centros de alunos, sim, existem também na parte dos conselhos escolares também, e eles não têm caráter vinculante eles só têm caráter, consultivo, e acaba que isso tem sido problema para a participação deles no geral. E acontece que na convivência escolar, a forma que tem sido a participação tem sido pouco problemática porque tem sido na parte programática intercurricular, e eles percebem que têm dificuldades muito importantes no Chile, que tem muita relação com o que foi destacado antes pelo Jonathan, a autoridade dos diretores, dos professores e que de certa forma isso responde à pergunta, da relacionado a ter violências escolares de forma diferente ao longo dos anos. Depois de 2018, na verdade depois de 2006, 16 em diante, com os movimentos estudantis, nós tivemos a geração de diferentes formas do que pode ser denominado como violência na escola ou violência contra a escola, e são formas que ainda não têm solução. Esses movimentos estudantis, têm feito reformas no Chile, até na constituição, com até com tentativas falidas, com o movimento do estudantil voltando a ser forte nas escolas depois, do golpe militar então assim, parece que o dado que eu mostrei pra vocês dessa baixa brusca da percepção, ao longo do tempo em relação aos professores serem tratados com respeito, vemos eu não sei se é 1 crise mas é problema importante, de que a escola, parece que pelo menos na no ensino médio, como se ela não estivesse em dia em relação à expectativa dos alunos e isso tem a ver com a forma que os professores tratam eles e a forma que eles ensinam a essas, a esses adolescentes então no Chile, nós não temos tido, algum tipo de tiroteio escolar o que aconteceu no Brasil né? Eu vi que isso aconteceu mas não nunca tivemos isso e eu entendo que, como a doutora Thelma que tem trabalhado nesse tema, eu entendo que isso é muito recente pra vocês né? E e claro isso é muito preocupante é 1 situação que no Chile ainda não tivemos eu espero que isso tenha a ver também com outras políticas que nós temos, então eu acredito que tenha sido isso que tenha mudado mas, eu acredito que os países membros da América Latina e do Caribe, se reuniram há pouco tempo na Colômbia, para colocar o ponto de que a na América Latina nós temos que abordar essa questão da violência escolar e isso tem a ver também com a forma não só do tráfico mas também do narcotráfico que nós temos nos diferentes países então, essa pergunta relacionada aos alunos, nós temos 1 forma muito pseudoparticipativa. E, ou seja, participam os estudantes que são melhores e que gostam de participar, mas não é democrática e os professores muitas vezes também têm alguma preferência e algumas outras formas pelos adultos das escolas, às vezes algumas pessoas são tratadas de forma diferente, e isso é escalável e acho que esse é dos maiores problemas, que ainda não conseguimos fugir. Eu estou de acordo com o doutor Jonathan quando ele disse que, por mais que tenha tido essa experiência qualitativa de todos os estabelecimentos que nós conseguimos melhorar em qualidade de convivência escolar, tanto indicadores que eu demonstrei para vocês, eu vou voltar a buscar as escolas que, não conseguiram ter essa mudança, da melhoria, o que nós vimos é que, faz muitos anos com a participação de vários estudantes na resolução a nível de conflito, de bullying e de violência, faz parte da tomada de decisão sobre o que fazer e a implementação disso. E os professores têm papéis diferenciados mas também interconectadas entre si, então eu acredito que a nível de aprendizado do profissional e criar espaço para a participação autêntica dos alunos, é algo que é muito importante agora eu gostaria de tratar de responder, a pergunta relacionada ao monitoramento, Aqui eu agreguei algumas coisas eu não sei se vocês viram. Na apresentação? Na apresentação? Não sei o que eu estou fazendo aqui deixa eu ver se eu consigo compartilhar a tela certa. Vou tentar de novo. Perguntaram por ele por esse tema Perguntaram pra mim em relação ao de monitoramento escolar né, e aqui nós conseguimos ver, ok, então, nesse ano, no Ministério da Educação PROCOMOS sistema de monitoramento da convivência com 2 propósitos distintos, isso é algo novo no Chile, para a tomada de decisão, para a política educativa e outro diferente para a tomada de decisão, a nível do estabelecimento de cada 1 das escolas, ministério para apoiar a convivência escolar o que que isso significa? 2, 2 formas de registrar, aproximar essa informação distinta. 1 tem a ver com a o questionário de qualidade que nós já fazemos desde 2012, é o gráfico que nós vimos anteriormente que se aplica a proposta é aplicar todos os anos, 1 vez ao ano, e esse formulário é aplicado para diferentes cursos não apenas para e a ideia aqui, é conseguir mostrar a informação de forma desagregada para os estudantes, para os professores, para o pai e mãe, e, em relação ao respeito, e à entrega à informação cada vez melhor. E, isso é a nível de país, onde nós temos os resultados nacionais, e depois os resultados regionais, até o momento não temos em entregado nenhum resultado a nível de província nem de comuna, mas, é só a nível de estabelecimento, para conseguir fazer A0A comparação e o ranking das escolas, do do do Chile, sempre fazemos ranking de todas as escolas é algo comum para nós. E por outro lado para fazer isso, nós temos 1 forma distinta, e diferentes instrumentos de aplicação então, no caso da qualidade de contexto são avaliadores externos contratados por agências capacitados por elas que fazem esse formulário e esse formulário é entregue todos os anos, e o pai ou a mãe da criança podem preencher é sistema muito padronizado nesse sentido então são os pais, ou os tutores dos, o responsável daquele daquela criança que vai responder. E no caso da do dia da convivência as perguntas e eu também já tinha, já fiz parte disso, essas perguntas são sólidas, mas se aplicam de forma distinta, e também se orientam a coisas diferentes, no dia da convivência, a participação é voluntária, se faz a no no começo e no fim de cada ano, e cada comunidade escolar excluule a a plataforma que quer utilizar, e está baseado no nas no modelo da escola para apoiar os estabelecimentos. De 1 forma para gerir a convivência. De 1 forma distinta. Momento. Só minutinho. Aqui. Então é o monitoramento da convivência e o outro é a ficha dia, no ficha dia Está organizado nós temos a organização pela pirâmide da escola total, então tem respostas dos alunos em si, alunos que podem responder que estão de acordo ou não, em relação à experiências positivas ou não em relação à convivência, convivência do curso, da gestão do curso, faz parte também do que, isso é nível a experiência também pode ser focalizada, e de nível 2 a experiência relacionado à maior intenção. E, o outro, o sistema de monitoramento que ele entrega, como eu já tinha mencionado para vocês anteriormente, o DPS que eles eram, entregavam anteriormente são analisados, de 1 forma em que, os estudantes podem participar clima de respeito confiança. E nesse clima de de respeito e de sentido de pertencimento se desagrega por região então aqui podemos ver, qual é a confiança dos docentes nos seus alunos a a de acordo com a sua perspectiva né? Né? Não estamos vendo o que você está compartilhando. Ai desculpe novamente eu compartilhei errado. Não vem essa, não, não vem. É basicamente 1 Mas basicamente, é 1 forma diferente com perguntas diferentes a a maneira de aplicar é diferente, algumas são obrigatórias e algumas não? São voluntárias por estabelecimento? O que nós fazemos para tomada de de decisão e a nível de comuna e o outro pro nível de estabelecimento. E não se agrega a nível de comuna para fazer a conta a comparação de estabelecimentos. E a única pergunta que acho que está faltando, tem a ver com a parte das denúncias, diferente do sistema do Peru, no Chile o sistema de denúncias é apenas para pessoas acima de 18 anos então, os alunos se não tiverem 18 anos não podem entrar, não podem, colocar nada lá só o seu tutor legal, e e em relação à inter, sexualidade é muito importante porque o departamento de superintendência, são advogados ou trabalhadores sociais, que são os profissionais que atendem essas demandas, eles são obrigados por lei, se receberem alguma denúncia, para ver se essa denúncia realmente está acontecendo, e depois de fazer esse filtro, eles podem ver, se há alguma suspeita Que não sei Que não sei. De que aquilo não cumpriu o protocolo por exemplo interno, que tem que ter o estabelecimento então começamos processo de investigação. E se estiver tudo correto, se os regulamentos internos forem punitivos, então os estabelecimentos estão guardados por lei, por fazer o que eles quiserem em relação à convivência então, para o cumprimento dessa lei, temos o regulamento do dia da convivência. Mas, em colaboração e convênio com a superintendência nós sabemos que vários estabelecimentos que receberam ao longo dos anos, muitas denúncias e outros muito poucos, é grande desafio como que nós conseguimos trabalhar com os, estabelecimentos que têm muitas denúncias e outros que não mudam o seu comportamento, e continuam muito punitivos. E alguns sim alguns mudam, e o que eles conseguem fazer é gerar forma de trabalho com o Ministério da Saúde ou com outros setores, mas isso gera muitas pesquisas que podem ser realizadas através desse estudo para verificar o que que mudou ao longo do tempo, além de melhorar a convivência se houve algum tipo de efeito positivo no sentido de que, há sido possível que os estabelecimentos mudem o seu comportamento em relação à convivência. Mas não se quer parecer Jose Bom então eu.

0:0015:12
04 de dez, 18:54
#14
Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia Enrique Chaux
Enrique Chaux

Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia

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Responder às perguntas. Perdão, primeiro sobre Primeiro, em relação aos desafios e mudanças que aconteceram ao longo dos anos. Desculpem. Aumento 1 importância Sim, pra nós também houve aumento muito grande em relação às violências, através dos meios eletrônicos, através das redes sociais. Por exemplo, então por exemplo, nos nas pesquisas que temos visto, teve 1 grande diminuição, em relação ao bullying que acontece de forma presencial Insultos diretos. Insultos diretos, ou agressão física direta, mas ao mesmo tempo houve grande aumento do bullying através das redes sociais. E essa cresceu E isso cresceu especialmente durante a pandemia, e ainda não diminuiu então isso é algo que tem nos preocupado muito porque o bullying pelas redes sociais é muito mais difícil de gerir, muito mais difícil de controlar, e tem muito mais anonimato as pessoas podem agredir umas às outras sem se saber, quem é que está fazendo aquele bullying, e as pessoas através dos meios eletrônicos, são muito mais cruéis, na forma que elas agridem, como elas podem ferir umas às outras então, pode gerar 1 sensação De que não tem como estar de impunidade como se a pessoa não, pudesse escapar daquele bule, ela está sendo agredida e ela, só que é mesmo se ela sair, da escola ela continua recebendo aqueles insultos pelas redes sociais por por de forma 24 hora horas, e pode ser muito difícil de controlar. Outra mudança que tem que aconteceu, e que não é muito recente, aconteceu nos últimos 10 anos mais ou menos é aumento do tráfico de drogas ilegais, nos colégios. Tem venda, tem alunos que participam do tráfico, que têm alianças e parcerias com grupos e com gangues, então grandes narcotraficantes verificaram que havia mercado de jovens que poderiam ser consumidores, e isso infelizmente chegou nas escolas e chegou Com todo relacionado com esse crime em si com alunos que podem ser ameaçados por exemplo de morte também e que fazem parte do crime. E que participam desde desde pequenos desses grupos. E isso também mudou e, outra coisa que mudou de 1 forma positiva. Eu acredito que na Colômbia era comum pensar, que as agressões, ou que o bullying, era algo normal na vida dos jovens, e que não era tão grave, e que inclusive muitas pessoas tinham essa crença de que ah, isso podia servir para que as pessoas fossem fortes, em relação a situações difíceis que elas podem enfrentar na vida, como se fosse 1 fortalecimento de caráter para enfrentar as dificuldades da vida, e eu acho que com os trabalhos que temos feito desde o da pesquisa, e com o governo, e com grande parte com os meios da de comunicação, nós conseguimos tirar essas crenças, em relação ao bullying ser inofensivo, e temos demonstrado que isso pode ser muito grave, e eu acredito que hoje em dia se nós compararmos há 15 anos atrás, é muito difícil encontrar pessoas que digam não, isso não é tão grave, isso ajuda a formar o caráter. E eu acredito que essa visão já mudou, já há consenso, e novamente os meios de comunicação foram muito importantes para ajudar a gerar esse consenso, de que não isso não está bem, e não é não pode ser aceitável. E passando para a pergunta sobre as situações e incidentes múltiplos de de aumento de vítimas, que na e e atentados com vítimas né os massacres, pra mim tem se surpreendido bastante que na Colômbia não temos nenhuma ocorrência. No nós temos vários outros tipos de violência na Colômbia né, mas quase todas as formas de violência mas essa em particular é algo que é muito pequeno e que nunca temos visto aqui pelo menos. A única hipótese que eu tenho é que na Colômbia, tem tido grande esforço para a questão de controlar as armas, especialmente nos contextos urbanos. Então, ocorrer em outros países, o que acontece em outros países, por exemplo nos Estados Unidos onde temos 1 facilidade muito grande de conseguir 1 arma semiautomática na Colômbia assim nós podemos obter mas apenas por meios ilegais, custa muito, muito é muito difícil e tem controle muito importante das armas. E claro, há muitas armas, relacionadas à criminalidade às gangues, mas as armas que os alunos levam para as escolas não é semiautomática, não é algo que nós conseguiríamos ver com os alunos. Geralmente quem leva arma é mais por exemplo 1 faca coisa assim então Pois é que esse esses massacres que têm acontecido no Brasil não é algo que temos tido, e eu acho que, essa questão dos armamentos pode ser algo interessante. E, tem outra tinha outra pergunta relacionada ao papel da parte da legislação né? Eu li rascunho que me enviaram e que estavam sendo trabalhado pelo Brasil, e, parecia que estava muito bem construído e parecia, que tinha 1 ênfase muito forte nesses incidentes de múltiplas vítimas nessas situações de massacre. Eu sugeriria, e eu não sei se o Jonathan ou a Verônica também podem falar algo, mas vemos grande foco integral, 1 importância de não pensar em apenas tipo de violência, pensar em diferentes tipos de situações, o que me preocupou que na hora que eu li, em dos documentos é que Havia muitas situações de agressões escolares, frente às quais não se não se não há muito o que poder fazer, e é mais importante pensar naqueles tipos de agressões repetidas ou mais graves. E eu não estou de acordo com isso. Eu acredito que é importante trabalhar de forma entregar integral e promover melhor clima na sala de aula de convivência escolar, como o Jonathan já nos ensinou aqui hoje, e isso implica desenvolver habilidades para gerir as situações mais simples, e a escola tem papel muito importante em promover as competências necessárias para gerir esses conflitos cotidianos, e ao desenvolver essas capacidades para lidar com essas situações, estamos prevenindo situações situações piores, então é importante integrar que não somente se foque no mais grave, mas também que haja 1 prevenção desde a base obviamente que, temos que levar em consideração o mais grave mas também interações para o mais simples e talvez eu terminaria dizendo que novamente eu gostaria de enfatizar, o papel que as universidades têm, que estão formando o futuro que estão formando aos futuros docentes. E isso eu não vi na legislação que me enviaram, mas eu sei que as universidades têm 1 autonomia, mas desde o início é possível, mostrar que na formação dos docentes, futuros deve haver componente que pode ser chamado por exemplo, parte de convivência, parte de desenvolvimento socioemocional, para promover os desenvolvimento dos futuros estudantes, ou desenvolvimento socioemocional dos futuros docentes que estão sendo formados para serem docentes. Mas, eu acho que tem papel muito importante, e muito concreto, que com a formação dos futuros docentes, pode haver 1 mudança de de largo prazo de longo prazo, em relação ao clima de, para prevenir a violência nas escolas.

0:009:46
04 de dez, 19:09
#15
Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos Jonathan Cohen
Jonathan Cohen

Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos

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Muito obrigado. Eu estou ciente de que nós temos talvez 10 minutos? Então vou tentar resumir. Eu apreciei a eu gostei das perguntas e também as contribuições dos meus colegas que falaram, e estou em concordância fundamentalmente com o que disseram, e quero apenas resumidamente comentar para o congresso em 4 ideias de políticas relacionadas que estão sobrepostas com o que foi falado. Em certas medidas pra mim, a consideração mais importante de políticas eu sugeriria sugeriria considerar como fortalecer os diretores escolares, o apoio para a liderança escolar, o desenvolvimento da liderança para os diretores é que é muito crítico, é muito importante. A maior parte dos diretores, dos gestores escolar não pensam sobre a complexidade das escolas e das comunidades mais alargadas e do sistema mais ampliado. Muitos líderes e diretores não compreendem o que é coexistência, o que são processos de melhoria deste processo. Eu sugeriria para que o congresso possa considerar, enfocar, em fortalecer as políticas neste sentido. E também de maneira sobreposta, em segundo lugar, todos sabemos e, e sistemas de prestação de contas e de medição de mensuração dirige o comportamento dos diretores escolares. Agora mesmo a minha compreensão na América do Sul, na América do Norte, na Europa e na Ásia. Sistemas de prestação de contas são anuais. Eu entendo que líderes nacionais precisam monitorar todos os anos o que o que as crianças estão falando, mas estamos avaliando apenas anualmente essas mudanças, e na maior parte estamos usando notas acadêmicas e relatórios de comportamento, o número de crianças que foram suspensas ou que foram expulsas, isso é muito simplista e é muito curto. Sistemas de mensuração devem levar em consideração o espectro mais amplo, e a complexidade da melhoria escolar. Terceiro lugar, como muitos de nós mencionamos, particularmente a Verônica, é Education disciplinary a as políticas disciplinares brasileiras parecem, se forem punitivas, isso não está alinhada com as pesquisas, sobre o que pode apoiar a prevenção de violência e melhor comportamento. Então esta é 1 área importante em terceiro lugar. E em quarto lugar, ainda que nas minhas viagens pelo mundo, quando eu falava sobre a prevalência de violência sexual nas escolas, os educadores e formuladores de política em geral dizem, sim essa é 1 questão, nós temos algumas políticas para lidar com esse problema, mas se estão, se se eles estão confortáveis, se as pessoas estão confortáveis para serem abertos, todos nos Estados Unidos e em outras partes, todo mundo diz, isso é muito perigoso falar sobre isso. Nós sabemos que é problema, mas nós nós temos medo de falar sobre isso. Em sermos abertos sobre a prevalência da violência sexual. E eu eu gostaria de sugerir que congressos considerem quais são as políticas atuais que vocês têm para lidar, não apenas a violência de 1 maneira geral, mas todo o espectro, todo o intervalo de experiências que a atrapalham e previnem pra que os alunos e os professores se sintam seguros. Claro, por causa da complexidade do que acontece nos Estados Unidos, eu não vou falar sobre pendência de violência nas escolas, mas de maneira geral elas estão piorando. E o fato que, assim como no Brasil e nos Estados Unidos, e o Brasil está lidando com isso por algum tempo, a maior parte das pessoas sabem que existe 1 divisão nos Estados Unidos entre as pessoas que apoiam a democracia, e muitas pessoas que genuinamente apoiam modelo mais fascista de liderança, e nós lemos 1 pessoa recentemente que abraça abertamente a perspectiva fascista. E isso apenas vai complicar a vida nas escolas, mas por causa do tempo eu não vou entrar em detalhes sobre isso. Mas deixa eu dizer apenas comentário final para os organizadores, dos colegas na audiência, e estava ouvindo, ele me escreveu, e e pouco eu fiquei surpreso que quando eu compartilhei a minha tela, eu também compartilhei algumas senhas aqui, e e eu gostaria de pedir se essa essa gravação vai estar disponível no Youtube, se vocês puderem ser gentis e apagar essas senhas que vazaram aqui sem querer desde a minha tela, muito obrigado.

0:005:37
04 de dez, 19:19
#16
Transcrição por IA

Nós vamos pedir pra tirar a taquigrafia e do do áudio e vídeo né? Queria agradecer a presença de todos, queria. Tudo bem cajado? Em que? Queria agradecer a presença de todos, e mais 1 vez franqueados, tem mais alguma pergunta aqui na plateia? Dos presentes? Então pode falar. Só ligar o microfone e falar. Só fala o nome pra gente Sim. Isso. Isso.

0:000:37
04 de dez, 19:25
#17
Diretora do Andes Sindicato Nacional Ana Paula Werri
Ana Paula Werri

Diretora do Andes Sindicato Nacional

Transcrição por IA

Eu sou Ana Paula Verri, diretora do ANISindicaTO Nacional. Queria parabenizar, né, a esse momento tão importante, principalmente por esse tema, né, que é tão caro a nós professores e a todas as instituições escolares. Pra começar né, pra fomentar discussão, a gente sabe que a origem da violência escolar ela não está necessariamente nas escolas. Quanto maior as diferenças sociais, maior é a violência na sociedade, consequentemente também nos lares, nas famílias e todos os outros tipos de violências que nós sabemos que existem, né. E então esses, e existem outros elementos inclusive que vão gerar aquilo que o professor Henrique falou sobre, né, conflito, bullying e violência escolar propriamente dita, como a origem de todos os nossos países, né, o Estados Unidos, Chile, Brasil, na origem escravocrata, que vai gerar racismo. Hoje, como nos Estados Unidos o professor John Nottenham acabou de mencionar, nós também temos projetos conservadores aqui no Brasil, que têm citado a intolerância religiosa, a homofobia, o machismo, e que isso consequentemente vai incitar a violência na escola. Ainda nós vemos 1 campanha midiática, ampla e pública de descredenciamento dos professores, o que tem citado pais e alunos violentarem os professores desde a sua desautorização até a violência física. O adoecimento mental ele é 1 epidemia e está na nossas escolas de forma espantosa, né, que é fruto de 1 sociedade que está doente, 1 sociedade que incita a competição, a meritocracia, o individualismo, levando ainda aos sujeitos acreditarem que as causas dos problemas são individuais e portanto as suas soluções também. Com isso o que nós estamos vendo, né, de solução apresentada pelos vários políticos e projetos de vários estados, é que a violência escolar seria resolvida com as escolas militares, e há processo amplo de militarização de nossas escolas justamente com este argumento, que nós sabemos que a concepção educativa ela é punitivista, né. Nós vimos aqui todos os argumentos contra essa concepção, só que é ela que tem ganhado espaço e tem crescido de forma absurda no nosso país. Então a partir dessa situação né, eu questionaria aos professores como os programas de convivência escolar e de reorganização institucional podem atuar a partir desses desafios.

0:003:40
04 de dez, 19:25
#18
Transcrição por IA

Tem mais alguma pergunta da plateia? Eu concordo, faço, fico muito feliz com a sua fala, porque

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04 de dez, 19:29
#19
Professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal Marcela
Marcela

Professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal

Transcrição por IA

O que a gente nota, né? Eu só antes

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04 de dez, 19:29
#20
Transcrição por IA

0:000:03
04 de dez, 19:29
#21
Professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal Marcela
Marcela

Professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal

Transcrição por IA

De da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Eu trabalho com cultura de paz na formação de professores, eu vi agora o professor Jonathan né, falando dessa importância desse desse fortalecimento dos gestores, desse engajamento profissional, a gente ouviu tudo isso, e a minha a minha pergunta é justamente indo nesse mesmo caminho, que a gente vê aqui, né a nossa situação no Distrito Federal, é aumento das escolas militarizadas como 1 resposta a essa AAA esse problema da violência escolar. E se a gente, nesse nesse momento, né, agora que a gente está aqui nesse ciclo de debate estratégico, né, pensando soluções, eu fico, eu deixo a pergunta, clima escolar saudável dentro de 1 política militarizada? Né, será que a gente vai conseguir realmente resgatar dentro das escolas a segurança, fortalecer esse clima que os nossos palestrantes agora trouxeram, que é tão importante? Será que a gente vai fazer isso apenas com a com os militares que não tiveram 1 formação inicial? Achei muito interessante que o professor Jonathan ele fala exatamente isso, que a gente precisa investir na educação superior, 1 ênfase, professor Jonathan, não, perdão, professor Henrique, 1 ênfase, né, na formação superior. Então a pergunta é, como que a gente vai fazer isso sendo que os policiais não têm essa formação e a gente está querendo fortalecer clima escolar, né, desenvolver habilidades socioemocionais, e a nossa polícia não é treinada pra isso.

0:001:52
04 de dez, 19:29
#22
Transcrição por IA

Pela pergunta. Agora eu passo a palavra novamente aos palestrantes, e após, os esclarecimentos vou dar encerrada a nossa sessão.

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04 de dez, 19:31
#23
Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos Jonathan Cohen
Jonathan Cohen

Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos

Transcrição por IA

Se eu puder falar, primeiro porque eu vou ter que sair em poucos minutos nos Estados Unidos, a América nos Estados Unidos é caso de estudo terrível de escolas que têm utilizado esse essa posição militarista punitiva, os distritos americanos gastaram literalmente centenas de milhões de dólares criando, fazendo, fazendo das escolas fortalezas, como vocês podem saber em alguns estados, nós autorizamos os professores para terem armas dentro da sala de aula. Isso não ajuda. Nós temos muita pesquisa empírica ecoando o que nós escutamos, mencionada pela professora Lopes e todos. Este essa estrutura punitiva não ajuda, não é nada útil. Desculpa, eu tenho que sair então peço desculpas mas eu agradeço a todos e estou feliz de estar aqui. E se qualquer pessoa gostaria de dar seguimento, vocês podem ter acesso ao meu email e por favor esteja em contato. Tchau por agora. Obrigado.

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04 de dez, 19:32
#24
Transcrição por IA

Pela participação e seguimos aqui com nossos parecer.

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04 de dez, 19:33
#25
Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia Enrique Chaux
Enrique Chaux

Professor titular de psicologia - Universidade dos Andes, Colômbia

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Se você quiser então está bom então vou continuar. Bom na análise, que fizemos, muitos investigadores muitos pesquisadores só falaram sobre as dinâmicas nas, a salas de aula. E usualmente tivemos 3 formas de gestão desse clima nas aulas. Há 1 forma Que é muito autoritária, onde, quem está ali, define tudo. E impõe isso pelo poder que tem. E os demais não devem questionar só devem seguir a ordem de quem tem autoridade. E muitas vezes, chegar a haver maltrato por exemplo de docentes por parte por exemplo de docentes contra estudantes e não se pode questionar essa autoridade e pronto. Em outro extremo que é extremo muito permissivo esse extremo permissivo tem surgido pelo extremo autoritário onde os docentes ou quem tem a liderança, acaba sendo muito amigo e muito próximo dos alunos, e criar relações mas não com, não dando estrutura para as aulas então, os alunos acham que podem fazer o que quiserem, e realmente o contexto é muito desordenado, muito desorganizado, se aprende muito pouco e não avança académicamente e termina com muitas relações negativas com situações de conflito de bullying, e ambos os extremos são muito negativos o extremo autoritário, os alunos têm muito temor e realmente, com cumprem com o avançar das escolas mas de 1 forma com mais castigo e quando não temos mais a pessoa de autoridade eles perdem o controle porque não geram essa autonomia para se autorregular. Nós sabemos que o ideal, em termos acadêmicos, de relações é criar ambiente que seja amigável, que tenha 1 relação cuidadosa, mas que ao mesmo tempo tenha limites, mas que sejam limites que não sejam impostos pela força, mas que muitas vezes se cria consenso para isso acontecer. Isso é o que nós chamamos de 1 aulas afetivas, e contextos mais restaurativos. E é isso que nós sabemos que é o ideal para gerar autonomia, e que para os alunos possam avançar não por imposição de outros, mas porque eles entendem, a necessidade disso então nós sabemos que nas escolas o que funciona melhor são aquelas, que encontrem esse ponto do meio, esse equilíbrio. E também sabemos que, o que os que estão promovendo esse estilo mais autoritário é porque têm medo desse estilo mais permissivo e quem vai pro pro estilo mais permissivo é porque têm medo do estilo autoritário, então quando há 1 terceira opção, que é ideal, é aquela que deveria ser promovida, desde a educação superior desde a formação, dos futuros docentes e é aí, que eu acredito que poderia estar toda ênfase. A outra parte que eu gostaria de dizer é que, com certeza a escola, muitas das violências que nós temos na sociedade é apenas 1 parte, e isso é refletido lá obviamente, e muitas vezes não é origem da escola, vem de fora, mas eu acho que o importante aqui é que a escola pode ter papel fundamental em mudar esses padrões na sociedade. E sabemos, que, a escola é 1 pequena sociedade onde nós podemos criar novas formas de nos relacionar, mas além disso, tem a possibilidade de se formar cidadãos que podem encontrar outras formas de gerir os seus conflitos, de responder e questionar, o machismo ou a homofobia e qualquer qualquer discriminação que haja na escola. A escola é justamente o local para gerar esse pensamento crítico leva a transformar a sociedade. E eu também gostaria de terminar, com tema que temos estudado na micro pesquisa, com essa questão de homofobia, e o que temos visto é que as nossas sociedades na sua maioria não todas, na sua maioria estão diminuindo a homofobia e estão promovendo 1 melhor relação Com a diversidade de orientação sexual E os jovens, estão tendo papel fundamental em relação a isso. Então eu gostaria anterior em relação ao papel, da liderança dos mesmos estudantes. Eu acho, que temos que, dar muito mais poder para eles, para que eles tenham a possibilidade de liderar iniciativas. 1 que que nós só trouxemos promovido. E 1 que nós temos promovida, são grupos prevenção da discriminação e prevenção do bullying dentro das escolas, e isso tem sido muito interessante porque temos incluído esses grupos e tentado vincular com esses grupos jovens estudantes que têm sido muito agressivos. E o que acontece é que quando eles têm a opção de ser líderes, em 1 causa contra a discriminação ou contra o bullying, não só eles contribuem mas eles também estão se transformando e acabam sendo, grandes líderes grandes mediadores que transformam o seu contexto contra aquilo que antigamente eles participavam nisso então, eu acho que há 1 grande esperança aí. Que será preferime de maneira

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04 de dez, 19:33
#26
Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile Verónica López
Verónica López

Professora adjunta de psicologia - Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso, Chile

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Gostaria de falar de forma metafórica, o que o Henrique falou? Em relação à pergunta, que foi que a legislatura fez anteriormente em relação ao que que os políticos poderiam fazer à respeito. Não fazer nada nem não fazer nada nem fazer políticas autoritárias no sentido de que, tem a mesma analogia. Eu acho que é importante não ter medo a colocar limites e dizer que os alunos De maneira grave. Estão agindo de forma grave que não Bienal recolher isso. Aquilo não é possível os bens materiais e não materiais tem que ter colocado esses limites, porque temos que colocar a educação que nós queremos, mas ao mesmo tempo temos que dar o apoio necessário e eu digo isso no sentido de que, a literatura, nós temos isso, como modelo autoritativo, que não tem 1 tradução muito boa, mas nos referemos a essa ideia de que, é sistema educativo na América Latina, e tem mais tradição de arte cultura autoritária e machista, geramos e entendemos que o clima escolar, usando o termo anossaxônico não são neutros, então não podemos ter climas escolares passistas machistas autoritários. E isso é importante de de E isso é importante de se reconhecer e de perceber numa perspectiva mais crítica, a respeito do clima escolar eu digo isso em razão, de que, ao final das contas, as políticas educativas em termos de convivência e violência, especialmente na América Latina, e em outras partes do mundo, tem muito a ver com estabelecer políticas, leis mas também com investir em recursos. Então a pergunta que eu fazia em relação à como temos os climed offers que são policiais que estão nos nas escolas e que cumprem com o que nós temos no Chile que não são os militares mas que os próprios professores cumprem, então acho que essa é 1 das possibilidades de avançar a estilo democrático, e que utiliza agora em Colômbia também a palavra democracia às vezes é algo que nós precisamos defender e Lá no país devemos investir nos países nós temos que desenvolver que temos que investir na convivência escolar mas não para castigar, para investir e eu vou colocar armas em posse dos estudantes através das suas casas, então se me perguntam pela situação grave é gravíssimo que está acontecendo no Brasil nos últimos anos, a primeira coisa que eu faria é gerar 1 política além da parte da educação que tem a ver com as políticas de armas porque isso pode separar, e pode ser parado da forma rápida, se você gerar as políticas necessárias que vão além da parte educativa, e aí é certo que esses temas de território e comunidade, esse tipo de violência entra na parte da escola. E também podemos fazer muito quando trabalhamos com as comunidades para estabelecer ordens e equilíbrios. Não podemos investir em convivência quando geramos formas de apoio e gestão, que tem tudo a ver com com os recursos humanos e como nós podemos formar os docentes se existe alguma outra forma de fazer isso pro poder público, o Brasil é muito grande obviamente, e parece quase impossível deixar com que os profissionais estejam disponíveis para isso, fizemos estudo para a UNICEF, trazendo essas informações e as experiências da América Latina, e somos dos poucos países que têm esse modelo, de trabalho de profissionais de redes de estabelecimentos e isso poderia ser avanço importante também como que nós podemos gerar recursos para apoiar quem nós precisamos apoiar os estudantes as famílias para aprender a resolver conflitos para 1 cultura mais democrática através dos estilos de liderança mais democráticas, então a experiência chilena de 20 anos não é, maravilhoso mas tem elementos importantes, que a escola reconhece como tal então, a presença de, essa parte de convivência que no geral, tem melhores contratos melhores, definições de papéis, o segundo esse foco no caso do Chile, na parte acadêmica de diferentes universidades nós nos pusemos de acordo com o setor público para falar dessa ideia de modelo da da pirâmide. E tem muita literatura importante a nível nacional internacional latinoamericano que mostra que essa é 1 maneira que sim nós podemos trabalhar dessa forma, e isso melhora as possibilidades de abordar todas as formas de violência incluindo as mais graves, então me parece que essa parte de recursos na parte do Chile não sei como é que são vocês mas, os políticos que estão centralizados nessas bancas para tomar decisões, não podem decidir sobre os recursos que são do executivo, o executivo que tem que gerar leis, e vem com essa parte de recursos então é 1 disputa importante que faz parte, e como fazemos o nosso país, mas no final os investigadores também sempre nos fazemos essa pergunta, onde está o recurso, e onde ele está sendo colocado, parece que a nossa experiência no Chile nos tem mostrado, que é muito mais importante investir em apoio do que investir em castigo.

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04 de dez, 19:40
#27
Transcrição por IA

Queria agradecer a participação de todos, os presentes, os pela internet, os palestrantes que dedicaram seu tempo ao debate, e que a gente encerra mais 1 etapa da construção desse projeto por aqui. E muito em breve teremos outros debates muito produtivos pra gente fazer, compilado que eu acho que é isso que por fim nós faremos 1 análise mais profunda de diversos prismas, com a capacidade de ouvir diversos atores que trabalham em escola, convivem na sociedade acadêmica, E também pessoas que não têm tanto lida diária, mas têm capacidade técnica, de construir esse estudo que tenho certeza que se desdobrará em ações legislativas, mas também ações técnicas e fáticas, porque, eu falo muito nisso, papel e tinta não resolve o problema dum país. Não só, papel e tinta. Então, lógico que as leis ajudam muito, mas a gente tem também ao final de longo estudo como esse, com certeza apontaremos caminhos e soluções práticas e práticas no dia a dia pra que a gente consiga, de forma, com métodos, com iniciativas, com condutas comportamentais, a gente melhora o ambiente escolar. Abraço, obrigado e e bom resto do dia pra vocês.

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04 de dez, 19:46