CONSELHO DE ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR

4 dez. 2024 08:37 às 12:08

Sobre o Evento

Oitiva de testemunhas de defesa e do Deputado Glauber Braga no Conselho de Ética; discussões entre deputados e advogados; apresentações de vídeo.

Status
Concluído
ID: 75112Total: 78 discursos
#1
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Bom dia declaro aberta a décima oitava reunião extraordinária de oitiva do conselho de ética e decoro parlamentar da segunda sessão legislativa ordinária, destinada a oitiva das seguintes testemunhas arroladas pelo deputado Glauber Braga. Senhor Jorge Milton Temer, senhora Caroline Sardar Loss, e oitiva do representado no processo referente representação número 5 de 2024, deputado Glauber Braga. Ata e conformidade com o artigo quinto parágrafo único do ato da mesa 2 3 barra 2020 que é o argumento da resolução 14, de 2020 está de pensada a leitura de atos em votação a ata da décima sétima reunião deste conselho de ética realizado no dia 27 de novembro de 2024, deputados que aprovem a referida da ata permaneçam como se encontro, aprovada a ata da reunião do conselho de ética realizada 27 de novembro de 2024. Comunicações, informe que foi protocolado no conselho de ética e manifestação do deputado Paulo Magalhães, relator do processo em desfavor do deputado Glauber Braga por meio do qual indeferiu o pedido da nova oitiva do deputado Kim Kataguiri considerando a ausência de pertinência entre as contradições apontadas no depoimento da testemunha e os fatos narrados na representação número 5 2024. Ordem do dia, registre a presença do deputado Glauber Braga e de seu advogado doutor André Mayone, Alberto Mayone e Álvaro Mayone. Faço alguns esclarecimentos a respeito das 8 tive testemunhas conforme dispõe o artigo 12 do regulamento deste conselho de ética. As testemunhas prestarão compromisso com a verdade e falarão somente sobre o que lhes for perguntado, sendolhes vedada a qualquer explanação ou consideração inicial a guisa da introdução. Inicialmente será dada a palavra ao relator deputado Paulo Magalhães para que formule as suas perguntas, que poderão ser feitas em qualquer momento que entender necessário. Após a inquisição inicial será dada a palavra ao representado e ao seu advogado para seus questionamentos. A chamada para que os parlamentares inquiiram a testemunha será feita de acordo com a lista de inscrição, chamandose primeiramente os membros desse conselho tem até 10 minutos se prorrogado para formular perguntas, com 3 minutos para réplica. Será concedido aos deputados que não integram o conselho a metade do tempo dos membros? 5 minutos. O deputado é que usar da palavra não poderá ser aparteado e a testemunha não será interrompida, exceto pelo presidente ou pelo relator. Oitiva do senhor Jorge Milton Temer. Senhor Milton Temer já se encontra na sala virtual? Sim. Para atender as formalidades. Já estou na sala virtual, não sei se me ouvem bem. Houve assim alto e claro senhor. Para atender as formalidades legais de acordo com o artigo 12, inciso primeiro do regulamento do conselho de ética, basta a leitura do termo de compromisso em que será declarada oralmente pela testemunha e a sua concordância. Termo de compromisso nos termos do artigo 12 do ensino primeiro do regulamento do conselho de ética e decoro parlamentar, presto compromisso de falar somente a verdade, sobre o que me for perguntado acerca dos fatos relativos ao processo número 5 de 2024, Referente à representação número 5 de 2024 em vez em favor do deputado Glauber Braga. Sala de reuniões 4 de dezembro de 2024 senhor Jorge Milton Temer. Concordo senhor Milton? Completamente, positivo. Agradeço. Passo a palavra ao relator deputado Paulo Magalhães, para inquirir a testemunha de defesa. Está aqui comigo. Senhor presidente.

04 de dez, 11:37
#2
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Senhoras e senhores. Senhor Jorge Milton Demmer. O senhor é exdeputado federal. Quantos mandatos exerceu na Câmara de Deputados e qual é hoje a sua ocupação? Não minha carreira legislativa começa como constituinte estadual nos anos 80, e como deputado.

04 de dez, 11:41
#3
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Federal por 2 mandatos.

04 de dez, 11:41
#4
 Inquirindo A Testemunha
Inquirindo A Testemunha

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Mandar Renato de Fernando Henrique Cardoso na década de 90. Mandatos dos quais eu abri mão, de reeleição no melhor momento já considerar cumprida a tarefa política naquele naquele estágio. Presidente eu pediria pra que melhorasse, o som. Atualmente atualmente sou membro da direção nacional do Partido Socialismo e Liberdade. Qual a sua, relação com o deputado Glauber Braga? E há quanto tempo o senhor o conhece? Eu o conheço já quase 1 década, acompanhando primeiro ainda ele era deputado do Partido Socialista Brasileiro já me chamava atenção, porque em sua campanha com jovem então.

04 de dez, 11:42
#5
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Ele mostrava algo que nós, eu então no

04 de dez, 11:43
#6
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Os trabalhadores fazia fazíamos no Rio de Janeiro, naquilo que se convencionou chamar, o oráculo do Nome que é o Largo enfim a praça Mário Lar, que era a prestação de contas diante do eleitorado, do controle social, ou seja, 1 prática que antes mesmo de chegar no PSOL ele chama tinha e mostrava em campanha eleitoral. No PSOL eu acompanhei e desde cedo tivemos muita identidade política, principalmente nos últimos anos a partir da eleição de 2018, onde passamos a partilhar de mesma visão políticaideológica na concepção inclusive de luta no próprio partido socialismo e liberdade. Deputado Glauber Braga me parecia alguém que correspondia ao que eu como parlamentar sempre tentei fazer e via nele exemplo de 1 potencialização daquele combate que eu fazia por democracia na luta anticapitalista, com talento maior que o meu. Pelo visto, o senhor

04 de dez, 11:43
#7
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Intimidade, com o deputado Glauber Brato. Intimidade na medida da vida política, intimidade inclusive particular porque somos amigos evidente negros. Perfeitamente. O senhor presenciou algum dos fatos descrito na representação?

04 de dez, 11:44
#8
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Bom dos fatos descritos na apresentação alguns eu vi pela televisão, que aliás acho absurdo até de constarem da representação do partido Novo, partido que inclusive tem o seu principal líder contestado por discurso da tribuna pela polícia federal. Eu o Minha Luz eu acompanhei vários. E quanto ao ao à acusação do mequetrefe, contra o qual o deputado Glauber Braga exerceu o legítimo direito de defesa, eu o acompanhei por vídeo, mas eu acompanhei no Rio de Janeiro, por várias oportunidades, a forma de ação que pra quem tem pouco de cultura política, lembrava muito dos camisas pardas na ascensão do nazismo na Alemanha, que era a aproximação em matilha com o o referido Meketherf na frente, provocando a aquela previsível reunião de Glauber Braga com seus militantes seus eleitores e os passantes no Largo da Carioca que ele fazia tradicionalmente há 1 década ali perto da estação do metrô. Então eu pelo menos 3 vezes eu vi essa matilha se aproximar, 2 vezes com esse ICTreck, que apareceu em Brasília pra provocálo, e 1 vez com 1 candidata vereadora também que aliás não se elegeu, com os mesmos métodos, vêm em grupo, começam a gritar de longe, vão gritando e vão se aproximando, chegam perto de quem não não não não os afronta, e colocam de peito aberto e bem próximo de molde a que você os toque. Você os empurre, até pra se defender, é onde eles fazem o o corte para mostrar que você os teria agredido. Então é 1 tática que eles aprenderam na linha daquilo que os antigos nazistas, os neonazistas, aplicam em provocação dentro da luta democrática. Então o senhor concorda com o posicionamento do deputado Glauber Bharaga em relação a esse cidadão que o senhor qualifica de mequetrefe? Não só esse cidadão, como as demais apresentações, representações contra ele, que eu considero inclusive ilegais, porque ofendem a imunidade parlamentar e eu me lembro de deputado Palmario Magalhães, nós fomos colegas na na no durante o mandar em NATO e o senhor apoiando aquele governo e eu na oposição. E eu me lembro perfeitamente do debate havido na questão da quando se fez a discussão da PEC da privatização da Seguridade Social, que foi o primeiro passo pra isso que Michel Temer veio a concretizar recentemente. E eu me lembro perfeitamente que nós então do PT tínhamos conseguido com o deputado relator que era do PMDB, era do Amazonas, não me ocorre mais o nome, não era deputado de ponta mas era deputado nós tínhamos conseguido várias concessões e enfim ele aceitou várias propostas nossas na discussão que chegou a ser colocado em avulso impressa. Na noite anterior, o presidente da Câmara Michel Temer, assume, tira o relator, desloca o relator e assumem a relatoria e anula tudo aquilo que nós tínhamos conseguido no debate, no mar escrito o avanço que chega à Câmara, não sei se o senhor lembra, se eu devia estar junto nessa votação, vem com emendas de Michel Temer, não escritas, não impressas, mas escritas à mão, sequer se imprimiram textos batido à máquina. Pois bem, eu me lembro perfeitamente que eu deputado, dizendo xará de sobrenome por razões diferentes, sem nenhuma relação de família, me dirigiam ao microfone dizendo de maneira clara, essa maracutaia em serviço da seguridade social privada não foi Temer quem fez, foi Luli, porque o último sobrenome do presidente Michel Temer é Michel Temer Luli. Houve discurso pessoal, briga alguns acólitos dele pularam em cima de mim ou ia pra cima, aliás a briga não ocorreu, infelizmente, por ação de 1 deputada Julia da que era então deputada do do PT do Pará, virou moça forte, interveio e pediu pra ele se briga. Pois bem aquele ato sequer saiu da saiu dos armários da Câmara. Quanto mais, e eu considero que invocar prática de maracutaia ao presidente então, era muito mais forte do que a simples pergunta que o o deputado Glauber Braga fez ao presidente da Câmara com a Fausto Lira sobre se ele não tinha vergonha com respeito de a privatização da Petrobras. Pra quem conhece a história do Brasil, pra quem conhece a quantidade de vítimas inclusive de morte por conta da luta do pelo monopólio estatal do petróleo do Brasil, alguém propor ao fim a conta a privatização do que restava da da privataria anterior, que entregou inclusive grande parte da da Petrobras a acionistas no estrangeiro, aquilo ali não merecia pergunta não merecia afirmação, e não poderia representar nada, porque o embate parlamentar, eu não sinto nenhum Max, nenhum tenning não, eu sinto Montesquieu, Montesquieu de maneira clara, a democracia e a liberdade se caracterizam pelo dissenso, a unidade só pode existir em boas condições. Alguém quando as sociedades não tiverem mais classes, ou seja, não houver mais confronto de ideias diferentes, alguém no regime autoritário. Então o dissenso e a forma de exercer o dissenso, principalmente pela previsão constitucional, me permite dizer que todos os pontos dessa não só o da resposta ao mequetrefe, como da ação parlamentar do deputado Glauber Braga, órgão o mandato dele e a representação que ele tem, não é no Rio de Janeiro não, nacionalmente, eu queria lembrar do senhor, deputado Paulo Magalhães, que em solidariedade ao Glauber Braga, quase na reta final da campanha eleitoral, a associação brasileira de imprensa, depois de tirar nota de solidariedade a ele, promoveu atos, promoveu ato de mote próprio, e esse ato, congregou tanta gente, primeiro, não sei se o senhor conhece, o ali a a ABI no Rio de Janeiro, o senhor da Bahia, mas deve conhecer por ser deputado de âmbito nacional. Pois bem, não só aquele auditório imenso lotado, são 800 pessoas, como o parque dos elevadores embaixo lotado e 1 fila de elevadores, que chegava a 2 quadras da lei, de solidariedade, olha, era fim de campanha eleitoral e esse ato estabelecia 1 condição, não pode haver campanha eleitoral aqui, ou seja, quem estava ali, estava para, não é pra se aproveitar 1 multidão e fazer sua campanha não, estava ali pra manifestar solidariedade a Glauber Braga, pela ação e representação dele, que não só tem expressão no Rio de Janeiro, como tem expressão em muitas capitais de estado onde se realizaram atosiedade também. Então Glauber representa 1 posição política que tem expressão e, por sua própria essência. Meu querido deputado Hamilton Temer, eu me lembro de muitos fatos, mas queria por aqui aproveitar a oportunidade dessas citações que o senhor fez pra lembrar posicionamento do deputado Glauber Braga, numa das sessões onde tratávamos desse mesmo assunto, no conselho, onde o deputado Glauber Braga, afirmou, categoricamente, que o presidente Arthur Lira, era dos maiores ladrões do Brasil. Sem manifestação por gentileza. E eu acredito que vossa

04 de dez, 11:44
#9
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04 de dez, 11:53
#10
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Do deputado Glauber Braga. Eu só fiz essa citação porque o senhor fez tantas citações que eu me senti obrigado a fazer esse lembrete, mas o senhor pode prosseguir. Deputado Paulo Magalhães primeiro.

04 de dez, 11:53
#11
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O deputado Arthur Lira, não é acusado pelo deputado Glauber Braga, não é acusado pelo deputado Arthur Lira, não é acusado pelo deputado Arthur Lira, não o deputado Arthur Lira foi súbito, indiciado e acusado em processo do qual Coeb réu, e que certamente na justiça não sei qual foi o destino que teve, mas era fato conhecido. Era fato conhecido não por questão da Petrobras. Agora eu quero dizer só o seguinte, na minha opinião política, usar a expressão, eu usava a expressão latifundiário, perto da PEC, inclusive eu me lembro do episódio com Ronaldo Caiado, aliás é bom lembrar a direita no meu tempo, a direita que eu enfrentada, era no âmbito de Delfim Neto, Roberto Campos, Luiz Eduardo Magalhães, seu primo, que eu tenho a impressão que orgulha a sua família, com toda a diferença que eu tinha ideológica com ele, era 1 pessoa que expressava a posição da política conservadora E que tinha 1 grande admiração por vossa excelência. Exatamente aliás eu me lembro

04 de dez, 11:53
#12
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Episódio na minha disputa com o meu amigo e camarada.

04 de dez, 11:54
#13
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Pela presença do PT, em que ele pretendeu no encontro naquele naquele corredor que liga o o plenário ao anexo 4, eu diria bem que Luiz Eduardo Magalhães vinha andando do do do do anexo 4 em direção ao plenário, cercado evidentemente, não só da segurança mas também dos bajuladores que ele tinha muito pelo seu poder e influência. E eu vinha sozinho pelo outro lado e Edmilton Temer, o que que eu faço pra ajudar a sua campanha na disputa com Zé Dirceu? Eu parei pouco e disse, Luiz Eduardo, declaro apoio apoio público ao Zé Dirceu. Ele riu muito, porque evidentemente o que eu queria dizer é que apoio da direita ao Zé Dirceu me fortaleceria. E me defesa a seguinte expressão, que Nilton Temer quer dizer o seguinte, eu sou carne e você é peixe, eu sei que você pensa e você sabe que que eu penso. O Canno Maturo é esse PT metido a Chester, que locase havia 1 composição, inclusive por ocasião da votação da PEC da previdência, de aproximação de setores com o palácio. Lembra bem, Comparecimento inclusive de dirigentes da CUT ao ao Planalto pra defender aquilo porque evidentemente nem todos pensam de forma homogênea. Por bem, nessa direita, eu me lembro que Ronaldo Caiado me curou de 1 crise de coluna sem cirurgia. Eu me lembro de ter feito 1 intervenção no plenário dizendo, não posso mais chamar depois de 8 anos de convivência. Eu eu não falava antes como o Ronaldo Caiel diz lá que fundiária f da t, eu disse assim, normalmente. Então os termos usados não implicam obrigatoriamente em condenação. Quando Glauber Braga classifica Arthur Lira como ladrão, como ele classificou Eduardo Cunha como eu assino aí embaixo, como ele classificou 0000 hoje senador Moro ainda juiz com todos os poderes da república e todo tanto de juiz ladrão é da é da é do contexto natural dele, é da forma dele de ser. Então obrigatoriamente, o que eu quero dizer é que palavras não tão classificadas nas na constituição, quais são as palavras proibidas de ser ditas por parlamentar. O que a constituição diz, de maneira clara, é que o parlamentar é imune de voto e nas suas palavras de maneira objetiva. Ele é imune a qualquer tipo de sensação. A forma como ele usa é o problema de avaliação de cada Eu quero dizer que eu estou inteira, a raiva que eu tenho pra determinadas coisas que acontecem nesse país me permitem me permitem me dizer, no diretório nacional, condena, e busca composições e fica encontrando formas de defender pacotes neoliberais. Eu ouço termos do gênero, então eu quero dizer o seguinte, eu estou, não eu não vejo por que condenar, você pode não, evidentemente eu não digo que o deputado Paulo Magalhães tenha que ter acordo, é lógico que eu não exijo isso dele, mas que eu estou a dizer que nós estamos julgando aqui é se o mandato de de de Glauber Braga pode ser cassado, por ele dizer a forma dele dizer as coisas, não está previsto na constituição qualquer tipo e eu quero dizer que Glauber Braga é exponencial não só na política do Rio de Janeiro, mas já nacionalmente, e Glauber Braga não tem vocação eleitoreira. Ele por exemplo, promove, conduz centro socialista que é nacional de formação de jovens por incapacidade, tem gente do PT, do PDT, do PSOL, do PCB, do PCBR, da UP, que fazem reuniões online e eu de repente me surpreendi quando convidado pra fazer 1 conferência, me surpreendi que, a a pessoa que que coordena isso era 1 moça de sobradinho. Então não disputa voto em orçamento, mas ele tem concepção de deputado federal e doa a ele direitos de usar os termos que venha prover, desde que, esses termos sejam usados na defesa da política que é que ele representa e o representa muito bem com o seu mandato. Então o senhor admite. O senhor ter conhecimento da alegada perseguição de integrantes do MBL ao deputado Glauber Braga, saberia nos dizer há quanto tempo essa dinâmica vem ocorrendo? E os posicionamentos do deputado? Deputado Paulo Magalhães, eu reitera o que eu afirmei antes, eu vi 3 ocasiões isso, em 3, porque eu não vou a todas, mas nesse período neste período final da campanha, eu acompanhei de perto, eu ia às segundasfeiras ao Largo da Carioca pra prestigiar ali AAA campanha que Glauber fazia por 1 candidata, aliás, que teve 1 honrosa dotação por conta do apoio que foi dado Glauber, mas também por seu talento pessoal. E nessa eu pesquisei 3 vezes, 1 vez, eu já disse, 1 vereadora, 2 vezes com esse indequetrefe, 2 vezes, que aliás ele é tipicamente caracterizado desde os tempos de Marx, como aquela parte da sociedade que é caracterizada como lupesinato. Levantamento, setor, absolutamente oprimido, mas que prefere e opta na vida por virar servição, serviçal dos opressores e fazer o jogo sujo desses opressores. Acho que esse rapaz desempenha pela forma, nas 2 vezes, que eu vi a sua aproximação, claramente como camisa parda do Ernest Hamm, na ascensão do nazismo, na Alemanha, igual, igual, igual. Claramente com com a matilha em volta, xingando, ofendendo o deputado Cláudia Braga. Isso é o presidente dele, ninguém me contou. Agora presenciei por vídeo, ele fazendo a mesma coisa do deputado Chico Alencar, Que Chico Alencar também presta conta do seu mandato. Mas o Chico Alencar não está na pauta. Não está na pauta mas é pra mostrar quem está na pauta é o bandido. E o bandido doutor provando o senhor, não só ele, ele não só cometeu agressões físicas e morais, ameaças sérias de atingir o deputado Glauber Braga, como também ao deputado Timber Alencar. Ou seja, ele tem 1 função ideológica determinada por essa quadrilha chamada MBL. Por gentileza, vamos senhor, alguma gentileza vamos manter a ordem.

04 de dez, 11:54
#14
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O senhor já presenciou alguma

04 de dez, 12:01
#15
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Física praticada por integrante do MBL, contra o deputado Glauber Braga? Não, parei de medo que essas 2 só que eu não

04 de dez, 12:01
#16
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Só não foram em cima do deputado Glauber Braga Agressão física. Não, agressão física direta não. Vi aproximação que foi impedida porque a o grupo que estava em volta do Glauber Braga formou barreira, impedir que ele se aproximasse. E na, aliás, na frente dessa barreira, estava inclusive a candidata vereadora, 1 jovem valente brilhante, que o espeitou de frente, a minha companheira Clarice Chefão, o espeitou de frente com o peito aberto. Então, só não houve agressão, ali não houve agressão física, mas quero lembrar aqui deputado Paulo Magalhães, aquilo que foi perguntado ao nosso, e eu posso dizer colega, porque convidei com ele com vossa excelência, desde a década de 90, Alberto Fraga, quando lhe perguntaram, não me lembro quem foi que perguntou, como é que ele reagiria se alguém ofendesse a mãe dele numa discussão, e ele dizendo, sentado nessa cadeira, que ele possivelmente na presidência dessa da comissão não faria enganado, mas que saindo da presidência da comissão, ele ia esperar o cara dar chá porrada no cara. Ele disse isso aí, espero que isso conste do. Até pra justificar eu quero lembrar isso, porque 1 das acusações é que o deputado, Glauber Braga interrompia as sessões, o próprio deputado Alberto Braga, presidente da condição de segurança, deixou claro aí que ele fazia o jogo de obstrução sozinho. Se ele está sozinho contra 1 bancada que é totalmente contrária, evidentemente que a veemência é consequência. Então, a agressão do mequetrefe física, eu não vi, mas quando este sujeito desqualificado chega a se mobilizar até Brasília para procurar Glauber Braga, não foi Glauber que saiu procurando ele, procurar Glauber Braga e fazer a denúncia inclusive invocando ofensas, ofensas à saudade Braga, 1 combatente do partido socialista brasileiro que foi prefeita de Nova Clube, 1 médica que fez sua carreira política exatamente por conta do prestígio profissional que tinha. Esse cara aqui não merece ser defendido, ele é 1 ameaça à sociedade democrática. Obrigado, deputado Milton. Estou satisfeito deputado Léo. Passo a palavra.

04 de dez, 12:01
#17
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Glauber Braga, que é o seu advogado para inquirirem sua testemunha. Bom dia presidente, relator.

04 de dez, 12:04
#18
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Bom dia. Com toda a sua experiência de vida, experiência política, parlamentar, o senhor já presenciou durante a sua vida, algum julgamento no conselho de ética, principalmente depois de 88, da constituição de 88? O senhor já presenciou algum julgamento, onde algum parlamentar tenha sofrido cassação ou suspensão do mandato baseado em elementos de divergência política com o presidente da câmara ou com outras forças consideradas hegemônicas? Nunca nunca deputado Glauber Braga, ele preocupa que na atual legislatura, seja vossa excelência, colocado em banco dos réus por representar 1 corrente política legal aberta combativa do povo brasileiro, colocado no banco dos réus quando 1

04 de dez, 12:04
#19
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Da corrente majoritária, talvez do mesmo partido do presidente da câmara, é vista correndo atrás de cidadão desarmado, com pistola na frente, ameaçando de morte em plena campanha eleitoral. E contra ela não vive na comissão de ética. Nesse caso eu acho que tinha que haver, não não como não houve também por exemplo a pancadaria, eu vou até dizer que não é não haveria nem razão pra ter comissão de ética, quando houve a pancadaria no dia em que o deputado Boulos fez aquele estranho, enfim aquele relatório que aliviou a situação do deputado Estou ouvindo. O nome dele agora com respeito à rachadinhas. O pão quebrou aí na comissão de ética, eu não me gosto, que as agressões aí aí aí executadas tenham sido produtos de algum processo. Então objetivamente nunca vi, mais ainda, mal se falava em comissão de ética durante os 8 anos de combate ideológico seríssimo, fortíssimo entre aqueles que não aceitavam a entrega do patrimônio público na bandeja das almas, financiada pelo BNDES, ao capital privado nacional e internacional. O tal quebrava, eu nunca vi falar em comissão de ética e eu já citei o próprio exemplo meu. Imagina que vossa excelência chegasse perto do deputado Arthur Lira e dissesse, deputado Arthur Lira, essa maracutaia o senhor não faz enorme na Câmara, que põe o que eu disse a Michel Temer e não abre quando souber que chegou pra mim, não abre sequer retirada dos animais da Câmara. Então, não tem o menor sentido, o senhor está sendo alvo, você Glauber, você pela nossa diferença de de de idade, pelo respeito e afeto que eu tenho que fazer, você está sendo alvo de 1 ação política dirigida no embate da luta de classes radicalizada nesse país de hoje, com a extrema direita inclusive chegando a ponto, com o apoio de de grupos neusaistas, de pretender se transformar em partido político. Agradeço passo a palavra agora, ao advogado doutor Alberto Mayone para fazer.

04 de dez, 12:05
#20
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Sua inquirição. Bom dia a todos, caro deputado Michel Temer, eu tenho

04 de dez, 12:07
#21
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Objetiva, mas que tem a ver com com todo o conhecimento de vossa excelência, sobre a questão. Vossa excelência foi inquirido pelo nosso relator e disse que já conhece o o deputado Glauber há mais de 1 década. E eu queria perguntar a vossa excelência, se o deputado Glauber é 1 pessoa violenta. Pelo contrário ilustre advogado, eu quero lhe dizer até pela intimidade que tem do Glauber, certas vezes ele ele vai confirmar isso. Eu mesmo ligo.

04 de dez, 12:07
#22
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Pra ele durante 1 semana porque é desapego demais, eu não tenho nenhuma nostalgia do meu tempo de parlamentar, mas minha atividade política não cessou por eu ter aberto mão de mandato. E não raro, se se for feito 1 pesquisa no nosso grupo político, entre quem é o veemente, quem é 000 intenso, 000 permanentemente ativo, entre mim o No método talvez eu seja muito mais do que ele, muito mais do que ele. Me lembro que quando eu era deputado, Márcio Moreira Alves então, o mais importante analista do que acontecia na Câmara, sempre que ele me citava, ele dizia, Milton Temer que faz oposição com a cimitarra na boca, usando aí inclusive a minha origem árabe pra citar aqui assim, eu sempre tive aliás, lamento e peço até desculpa a Paulo Magalhães, se eu fui vermente demais na forma de respondêlo. O ao contrário, o Glauber é até moderado, é até cabeça fria demais pras coisas não raro eu telefone pra eles, manda a porrada no telefone, eles não calma, ele dizendo pra mim calma, então ele tem se metido a 1 pressão, pelo menos dos violentos na luta anticapitalistas desse Brasil, permanentemente, ele é o contrário, ele é alguém que até pacifica. Agora, realmente as condições da Câmara, e eu vou lhe dizer, eu não sei como eu reagiria se deputado, presidente da Câmara, que colocou camisa de Bolsonaro durante a campanha, marcando sua posição ideológica de direita de extrema direita, ouusasse propor comigo presente, a privatização do que o ressarcimento da Petrobras. O mínimo que eu diria para ele é, coloquese na sua dimensão e respeite a história do Brasil, era isso que eu diria, eu não faria 1 pergunta, Glauber Braga foi até delegado, delicado ao fazer a pergunta, se ele não tinha vergonha daquilo que ele propõe. Mais alguma pergunta?

04 de dez, 12:08
#23
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Só para complementar a pergunta anterior, então assim nessa história de vida.

04 de dez, 12:10
#24
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O senhor acompanhou o deputado Glauber. Você pode afirmar com todas as letras que o senhor nunca presenciou deputado Glauber saindo da sua razão e partindo pra pra alguma violência irracional fisicamente contra outras pessoas? Especialmente por divisão política. Principalmente o advogado, nos atos relatados aqui, se o Glauber fosse a o de espírito violento, ou de espírito agressivo, ele não aceitaria que se impedisse que ele chegasse até essas figuras quando provocavam a praça pública, pelo contrário, a muralha era feita e ele se mantinha atrás da muralha, Ele não se preocupava em exercer o direito de legítima defesa, quanto as ameaças que recebia. Pelo contrário, se ele chegou a fazer.

04 de dez, 12:10
#25
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Na câmara é porque eu no lugar dele não sei o que faria. A doutora Saudade que ele, eu só eu convivi com ele para saber o sofrimento que ele viveu nesse ano, com o acompanhamento que ele fazia da mãe dele com Alzheimer, o afeto e não só pela mãe, quem vê Glauber com o pai e com as irmãs, ele tem 1 relação familiar intensa. Ele com a companheira Sâmia, depois que fizer, cometeram aquele assassinato brutal contra o irmão da companheira Sania, que é a companheira dele, e padrinho do filho deles, isso tudo convivendo junto. Mas a o estresse e atenção desse processo estabelecido em abril, eu eu me pergunto onde o deputado Glauber Braga encontra energia, encontra tranquilidade e espirituosidade para não reagir de maneira muito mais violenta, veemente e realmente, potencializando todos os sentimentos que ele guarda pra dentro de si e que certamente até deve provocar problemas de saúde. Então ao contrário, o deputado Glauber, é pra mim como alguém paciente pacífico diante de situações muito graves pela forma acordada com o que sempre se preocupou. Presidente, só pra, dizer que o paciente e todo

04 de dez, 12:11
#26
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Os outros adjetivos utilizados por Milton Temer durante seu pronunciamento, eu acolho e recebo, mas o fato dele ter me designado aqui no seu depoimento como moderado vai ser fruto de debate político no nosso conselho lá no Rio de Janeiro. O moderado não é na linha política. O moderado é na forma de ser veemente, na defesa das mesmas posições. Estamos juntos Glauber Braga. Laura.

04 de dez, 12:12
#27
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Conceda a palavra ao primeiro orador escrito deputado Chico Alencar para inquiria testemunha.

04 de dez, 12:13
#28
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Por até 10 minutos. Pois não obrigado, bom dia a todos, a toda.

04 de dez, 12:13
#29
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Estou aqui com 1 sensação de cumprimento de dever, e perda de tempo, porque é esdrúxulo esse processo. Queria perguntar ao meu querido companheiro de tantos sonhos e lutas e decano aqui entre nós, deputado Milton Temer, na condição de grande jornalista que é ter 1 história admirável na imprensa. Como você vê no epicentro da representação feita aqui contra o deputado Glauber, a atuação alegadamente jornalística que o senhor Costanaro, que é o protagonista do episódio, diz ter, o que significa desde os seus tempos de deputado? Existia isso, esse tipo de jornalismo entre todas as aspas? E curiosamente até onde vi, hoje em dia, tem as tais redes sociais, a sociedade muito digitalizada, a ditadura dos algoritmos, mas esse cidadão que veio aqui não soube dizer nem sua fonte de renda, de remuneração, que está sendo pesquisada aliás, mas ele se diz jornalista, fazendo trabalho jornalístico ao inquirir várias pessoas do mundo político. Eu também já fui entrevistado por ele. Como você jornalista Milton Temer vê esse tipo de atuação, em que tipo de jornalismo você escreve essa atividade. E ele, constanaro, na sua, nas suas redes digitais, avisou exacerbou a sua vinda no conselho de ética até o momento em que veio e fez aquele papelão aqui e saiu constrangido porque muita coisa ele não conseguia explicar, apesar do auxílio luxuoso de alguns deputados como o deputado Kim Kataguiri e MBL companhia. Como você vê isso, esse tipo de atuação em comparação com o bom jornalismo que você mesmo sempre praticou? Meu caro Chico Alencar, deputado que eu tenho admiração.

04 de dez, 12:13
#30
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Que tenha amizade, com quem convivi, e vi muitos exemplos de combatividade, e vi muitos exemplos de solidariedade principalmente pela fórmula como nunca excitou diante dos ataques contra Glauber, tanto aí sentado nessa cadeira como nos atos públicos aos quais compareceu, e que também foi vítima do ataque desse. A pergunta que você me faz é é 1 pergunta sobre a qual eu reflito. Porque eu acho que as redes, ela tem as 2 leituras. Ela tem 1 leitura realmente democratizantes. Se é verdade que os algoritmos determinam e selecionam e censuram determinadas atividades, eu particularmente hoje faço meu jornalismo entre aspas, com minhas postagens na na na no Facebook e no Instagram. Eu não faço nem no Twitter porque, como dizia Saramago, o Twitter é a a instituição onde você propaga no máximo o grito primário. Agora não, até já ampliou o número. Então, eu acho que a sua questão é concreta, porque todo mundo que opera na rede se considera jornalista, porque se principalmente na extrema direita, é função utilizar a rede não só para fake news, para distribuir boatos, desfazer desfazer vidas pessoais, falsas denúncias, existe os 2 lados da coisa. Este rapaz nunca foi jornalista, nunca passou por bancos escolares do jornalismo nem pela prática do jornalismo tradicional. Ele é agente das redes para ação de procação semelhante a que ele faz fisicamente. Aquilo pra mim não é jornalismo, encostar na pessoa com o microfone colocado no rosto da pessoa e não, ele não, vamos ter claro, ele não pergunta, ele ofende perguntando, ofende perguntando o que que você tem a dizer com respeito às robalheira da sua mãe na prefeitura? É essa a forma de fazer perguntas ao João Marinho? Não é. Até porque ele não tem como provar, ele sacra doar as roubalheira que ele afirma. É no lugar, então, eu eu acho que sua pergunta é pertinente, e eu acho que o congresso deve, geralmente se debruçar, sobre a regulação daquilo que lamentável hoje é conduzido a a não tem ninguém que julgue é 1 liberdade total na rede, não. São os algoritmos que conduzem, censuram e, enfim, organizam qual é o debate da rede. Eu constantemente me vejo assim de repente, acompanhando pessoas que eu nunca vi no dia 5 que eu tenho 15000 seguidores, aí eu vi bom, 10 15000 seguidores eu tenho a impressão que o algoritmo não distribui, o que eu publico vem pra 500, eles escolhem pra quem vai dar. Então objetivamente eu acho que essa pergunta é consequente e quer dizer o seguinte, este rapaz não é jornalista, ele não faz perguntas de caráter jornalístico. Ele usa o celular para provocação ofensiva de pessoas a quem ele quer atingir provocando acidente de confronto físico. Agora ao deputado experiente Milton Temer. Você já viu ao longo da sua trajetória aqui, no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados, algum processo que tem partes né? 1 representação no conselho de ética é feita por partido político. Você já viu em algum momento partido fazer a representação e se

04 de dez, 12:16
#31
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Se interessar totalmente pela causa, mais 1 vez, viu deputado Paulo e deputado Leur, mais 1 vez essa sessão do conselho de ética não tem a presença, e já foram várias assim, de ninguém que possa representar os autores da representação contra o Glauber, quer dizer lançam o problema e deixa o conselho se virar. E e qual é a sua avaliação? Deputado Nilton Terme desse tipo de postura que também nós não fomos contemporâneos aqui na câmara mas eu sou também das antigas. Eu nunca vi isso, o representante se desinteressar totalmente da representação. É sinal de que não acredita que está numa boa causa, é irresponsabilidade mesmo, é mero jogo político, no mau sentido da palavra. Meu amigo Chico Alencar, eu ainda estou me lembrando aqui, da conversa que tivemos lá em 2002, quando eu saía, da câmara dos deputados, e você vinha pra câmara dos deputados, aliás naquela ocasião comeu apoio.

04 de dez, 12:20
#32
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E, tivemos que depois você ironizou, eu disse Chico vai ser 1 experiência fundamental pra você, porque a Câmara dos Deputados, naqueles 8 horas de oposição, é onde se realizam os grandes debates políticos nacionais. Lembra dessa conversa Suco? Lembra disso. Pois bem, eu quero te dizer que objetivamente, dessa impressão subjetiva, você até me contou de 1 primeira sensação desse, 1 decepção inicial diante do que eu havia prometido para você. Mas eu quero dizer assim, dessa dessa sensação de outrora, eu diria subjetivamente, que o papel que o partido Novo está fazendo, é papel político. O papel que o partido Novo está fazendo é a composição, com aliança neonazista ajudando a legalizar o MBL. O que o partido Novo está fazendo, esse partido que se pretende a liberdade, na verdade é 1 composição com a extrema direita, para tirar proveito eleitorais da extrema direita e prestando serviço essa extrema direita, de fazer a representação contra aquele que a extrema direita vem como dos seus principais adversários inimigos. Porque eu acho que é 1 honra que o parlamentar Glauber Braga ter essa gente como acusa como, enfim, como ameaças ao seu mandato. Isso é 1 condecoração pro Glauber Braga. Então eu tenho sentido claro, e evidente, de que essa operação e a ausência inclusive do novo aí sentado, é que o Novo entregou o MBL e seus representantes esporádicos aí dentro da câmara, a ação de fazer o embate. O Novo sumiu e pelo que eu estou vendo nem o MBL está mais fazendo, porque a ver AAAA recuperar o que foram as intervenções dos das próprias testemunhas invocadas para a acusação. EAA0 os depoimentos últimos, primeiros, da diminuía de defesa, principalmente aquela manifestação épica de Erundina, de Luiza Erundina, que honra ao órgão o parlamento, honros que com ela convive ou tenha honra de conviver com ela na vida partidária dentro da mesma tendência, objetivamente não prova isso. Eles não têm o que dizer. O partido Novo não tem como sustentar, na realidade concreta, aquilo que fez como jogo político eleitoreiro, a viutantes de composição com as organizações que ainda não tem partido pra fazer isso. Obrigado presidente, obrigado Nilton. Agradeço deputado Chico, passo a palavra.

04 de dez, 12:21
#33
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Adaptado Guilherme Boulos por 5 minutos.

04 de dez, 12:24
#34
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Obrigado presidente. Eu me dou me dou por satisfeito em relação ao que disse a testemunha eu queria apenas aqui colocar 1 questão em apelo, em apelo à vossa excelência deputado Leouro, à vossa excelência deputado Paulo Magalhães, que é o seguinte, No meio desse processo, semana passada, após o depoimento da Luiza Erundina, que eu acho que emocionou a todos eu não estava aqui mas assisti e me emocionei com depoimento. O Glauber foi sair da sala do conselho de ética, e recebeu as mesmas provocações e ataques do mesmo grupo que ocasionou esse processo que está aqui. Então veja, nós precisamos ter em mente o que que está em jogo nesse processo que foi movido contra o Glauder. O que está em jogo é se esse conselho vai legitimar 1 prática de banditismo político, 1 prática utilizada sistematicamente pelo MBL pra constranger pessoas que não pensam como eles, ou não. Porque se se decide, deputado Paulo Magalhães, por 1 punição ao deputado Glauda, vai se estar coroando e consagrando as práticas do MBL. Vai se chegar qual é o recado e a mensagem, que vai ser dado pra essas pessoas que praticam bandiitismo político, é dizer, continuem, porque com vocês não acontece nada, e com as vítimas dos seus ataques, acontece, Até tirar alguém do sério. Veja, novamente eu sei que isso já foi tratado aqui mas se qualquer aqui se coloque no papel do deputado Glauber. Qualquer Eu sou mais moderado que o deputado Glauber na política, mas sou mais esquentado que o deputado Glauber em comportamento. Então veja, se, viesse, comigo ou qualquer de vocês, com esse nível de de provocação e ataque sistemático. E pior, praticado como método por moralista sem moral. Esse MBL é movimento que tinha vereador lá no Rio de Janeiro, que tinha como prática fazer esse mesmo tipo de ataque e está preso por pedofilia. Que tinha deputado lá em São Paulo, que tinha as mesmas práticas, que já fez constrangimento várias vezes comigo, por ser lá do estado que este outro rapaz fez com o Glauber, que foi cassado na Assembleia Legislativa de São Paulo por assediar mulheres no meio de 1 guerra na Ucrânia. É desse tipo de gente que a gente está falando, deputado Paulo. Então assim, qualquer tipo de posicionamento que não seja o arquivamento do caso, é premiar essas táticas, esses métodos. É isso que eu queria alertar do que está em jogo não se trata apenas do deputado Glauber. Ele foi a vítima agora. Amanhã pode ser qualquer Se em algum momento deputado Paulo, deputado Leor, vocês tomam posicionamento que é contrário, ou de antagonismo com a posição desse grupo? Pode ser vocês. Qualquer de nós, sofrendo achar que constrangimento provocação baixa, ataques rasteiros pessoais e familiares, não dá pra premiar esse tipo de prática. Nós não podemos legitimar esse tipo de prática. É esse apelo que eu queria deixar pra vossa excelência, relator Vossa excelência está em mais 5 minutos que vossa excelência é membro. Não mas não vou precisar utilizar, eu eu me dei como satisfeito do que do que disse à testemunha, mas queria utilizar esse momento pra fazer esse apelo, pra deixar meu integral apoio e solidariedade ao meu colega Glauber Braga, independentemente de questões partidárias, não é, é meu companheiro de partido, mas mesmo que não fosse meu companheiro de partido. Aliás, eu acho que esse tipo de isonomia está faltando para os acusadores, porque é este campo político que tem nos últimos meses feito 1 1 defesa que se mostra hipócrita da imunidade parlamentar quando são atacados judicialmente nos seus mandados, e que, no caso do deputado Glauber, atuam com caça às bruxas. Então o que vale pra tem que valer pra os outros. Eu acho que essa precisa ser a régua desse desse conselho, e desse julgamento. Então, deixando aqui reafirmando meu apoio e minha solidariedade ao Glauber ao que viveu na semana passada, é negócio é é 1 aberração, que não se possa andar aqui no corredor das comissões, sem encontrar alguém que com o celular na mão, usando de 1 tática política de constrangimento, ataque rebaixado e mentira, tem que tirar o deputado do cérebro. Estão fazendo isso. E eu acho que o desabafo que o Glauber fez no plenário na semana passada tem a ver olha, vamos encerrar esse processo porque até quando vai continuar acontecendo isso? Deputado Paulo Magalhães, na sua condição de relator, eu acho que não está, eu sei as pressões que existem, eu estive esse ano sentado aí como relator de outro caso. Na sua condição de relator, considere que vossa excelência não vai estar julgando apenas o deputado Glauber. Vossa excelência vai estar tomando 1 definição séria de premiar ou não 1 prática de banditismo político que precisa ser repudiada por todos nós. 1 decisão que pode servir de precedente, e que pode servir inclusive de estímulo pra que outros grupos políticos adotem a mesma tática. Porque se ela é premiada e a vítima é punida, bom, esse caminho se torna caminho de bom agouro. Esse é o apelo que eu faço pra vossa excelência em relação ao caso. Obrigado presidente Leor. Agradeço deputado Boulos, passo a palavra deputada Sami a Bonfim. Obrigada presidente.

04 de dez, 12:24
#35
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Glauber mais 1 vez cumprimentar o deputado Chico, o deputado Boulos pelas excelentes intervenções que já muito me contemplaram, eu vou ser bastante breve tendo em vista que todos inclusive o nosso querido Milton Temer também com a sua excelente explanação já disseram, já definiram bem do que se trata né, esse processo. Primeiro retomar 1 série de casos graves que aconteceram de condutas gravíssimas por parte de alguns parlamentares, que ou foram imediatamente arquivadas nesse conselho de ética, ou tiveram tratamento tão desproporcional aos fatos que nem sequer chegaram a ser apreciados pelo conselho de ética considerando que o presidente da câmara mesa diretora nem sequer enviaram pra cá. Casos graves como de espancamento da namorada, de 1 parlamentar em São Paulo que colocou 1 arma no meio da rua, mirou 1 arma contra homem negro em pleno processo eleitoral, nunca foram apreciados por esse conselho de ética, é caso gravíssimo que chocou a sociedade brasileira. Ao mesmo tempo, o partido Novo, que foi quem moveu a ação contra o Glauber no Conselho de Ética, nunca apareceu aqui, eu nunca vi 1 história como essa, partido que está diretamente interessado, não acompanha, não se interessa. Então o que que está por trás disso? Será que foi 1 espécie de 1 legenda de aluguel? Porque precisava ser 1 legenda pra poder entrar com por com processo como esse no conselho? O deputado Kim Kataguiri que se colocava como diretamente afetado, que né faz fez 1 série de acusações, que é dos grandes amigos desse sujeito provocador, bandido que já foi atrás do Glauber mas já foi atrás de diversos outros parlamentares de muitas outras legendas e todos eles têm muito a dizer sobre o que se trata a conduta desse senhor Gabriel Costenaro. Deputado Kim Kataguiri, depois do depoimento do Gabriel Costenaro aqui que foi desmascarado por ter histórico de violência contra as mulheres, justamente por já ter feito isso várias vezes, por ter comportamento reiterado do adulto em Itapaguiri nunca mais apareceu também aqui nesse conselho de ética, parece que não se importa mais com o processo. Além disso, muito se fala né sobre o processo de perseguição do presidente Arthur Lira com relação ao Glauber. Isso é evidente, tanto é que dos questionamentos feitos ao Milton Temer foi com relação ao a isso. Mas eu me lembro de episódio que o próprio deputado Arthur Lira, que hoje é presidente da câmara, se envolveu numa situação semelhante. Ele estava em plenário, e parlamentar no plenário ofendeu o pai dele. Aliás ele se sentiu ofendido porque o pai dele foi mencionado ali no meio daquela discussão. Que que o deputado Arthur Lira fez à época? Chamou o deputado pra porrada. Foi 1 reação instintiva. Mexeu com o pai dele? O que que vocês fariam se alguém mexesse com o seu pai ou com a sua mãe? Qual é a primeira reação imediata? E ninguém à época colocou o deputado Lira Lira no conselho de ética, óbvio. Entenderam do que se tratava aquela reação que ele teve? E se tivesse vindo pro conselho de ética eu tenho certeza que não teria sido aberto inquérito. Porque seria algo completamente desproporcional. Veja, eu tenho 1 série de críticas ao deputado Arthur Lira agora, achar que ele deve ser cassado porque reagiu a alguém que provocou o pai dele é óbvio que eu não acho acho que ele tem que pagar pelos crimes dele, pela questão do kit robótica, orçamento secreto, por ser autoritário, por rasgar o regimento. Evidentemente sim, mas a punição que ele deve ter é 1 punição a partir dum escrutínio popular, do que diz o povo brasileiro é na política que ele vai ser responsabilizado pelo que ele fez, e não por processo de perseguição porque, há outros deputados que não gostam dele e aí se armam circo contra o parlamentar ao ponto dele ter a sua vida completamente dominada nos últimos meses por conta disso. E eu queria concluir por isso, há quantas semanas nós estamos vindo aqui, e estamos aqui evidentemente, é a nossa responsabilidade. É caso grave, é 1 perseguição que precisa de resposta. Mas honestamente, eu estou aqui ao mesmo tempo com a CCJ acontecendo, com a Comissão de Educação acontecendo, tem pontos importantíssimos a serem discutidos no plenário, 1 série de reuniões pra receber movimentos, reuniões nos ministérios, só que a nossas vidas estão se debruçando sobre esse processo, porque existe processo de perseguição em curso, é 1 injustiça que está em curso. Agora eles perguntam, o mandato deputado Glauber é óbvio, ele segue fazendo as atividades, segue com a mesma combatividade, com o mesmo compromisso de sempre que o compromisso é com as trabalhadoras e os trabalhadores. Mas é justo que mandato se debruce tantos meses sobre tema, sobretudo quando se trata de claramente de processo de perseguição, e mais, quando se trata de 1 reação a 1 quadrilha que vive sistematicamente fazendo isso com 1 série de parlamentares aqui da Câmara Federal do Brasil. Como o deputado Boulos muito bem explicou, seria 1 premiação dos criminosos e 1 vitimização daquele que foi atacado por esses criminosos. Por meses nós estamos vindo aqui há meses. Nós vamos, só só mais 30 segundos? Claro é claro que nós vamos vir aqui quantas vezes forem necessárias esse processo durar, mais muitos meses, estaremos aqui pra evidenciar que se trata de 1 injustiça, de 1 perseguição e de 1 eventual premiação daqueles que na verdade são os verdadeiros criminosos. Mas eu queria mais 1 vez chamar atenção pro fato de que, esse processo ele já chegou num nível do absurdo, do do insustentável, do inadmissível. E portanto não há outra possibilidade, senão que haja 1 completa absolvição, porque ele não cometeu nada de errado, não houve nenhuma quebra de decoro, porque o MBL se trata de 1 quadrilha e são eles que devem ser punidos, costenaro também é ele que deve ser responsabilizado, parlamentares fizeram coisas muito piores e nada foi julgado nesse conselho de ética ou foi automaticamente arquivado, e o próprio presidente Arthur Lira que persegue o deputado Glauber Braga, já chamou outro deputado pra porrada quando mexeu com o pai dele. E por que que com o deputado Glauber tem que ser a cassação imediata? Por isso fica aqui mais 1 vez o nosso apelo, saudando também mais 1 vez os movimentos sociais, as entidades, toda a solidariedade que a gente recebe pelo Brasil inteiro, dizendo que Glauber fica e esse processo precisa se encerrar da melhor forma possível, obrigada. Por gentileza, peço à plateia pra

04 de dez, 12:32
#36
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Manter a ordem pra gente dar prosseguimento ao à reunião. Não havendo mais quem queira usar a palavra agradeço a presença virtual do seu Milton Temer declaro finalizada a oitiva. Oitiva da senhora, Caroline Sardalos, senhora Caroline Sardalos se encontra na sala virtual? Sim, estou aqui.

04 de dez, 12:38
#37
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Para atender às formalidades legais de acordo com o artigo 12, inciso primeiro do regulamento do conselho de ética, passa a leitura do termo de compromisso, e que será declarada pela testemunha a sua concordância. Termos de compromisso nos termos do artigo 12 inciso primeiro do regulamento do conselho de ética e decoro parlamentar, presto o compromisso de falar somente a verdade sobre o que me for perguntado, acerca dos fatos relativos ao processo número 5 barra 2024, Referente à representação número 5 barra 2022 ao avô do deputado Glauber Braga. Sala de reuniões em 4 de dezembro de 2024, Caroline Sardar Loss. O senhor está concorda? Está de acordo? Estou de acordo. Passo a palavra ao relator deputado Paulo Magalhães para inserir a testemunha de defesa. Presidente Leul.

04 de dez, 12:39
#38
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Senhora Caroline. Senhoras e senhores. Senhora Caroline, qual a sua ocupação? Sou publicitária. E atual suplente do deputado estadual Marquito de Santa Catarina do PSOL. É filiada ao PSOL? Sim.

04 de dez, 12:40
#39
 Inquirindo A Testemunha
Inquirindo A Testemunha

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Todo o pessoal. Qual a sua relação com o deputado Glauber Braga? Nós somos companheiros de partido e de.

04 de dez, 12:40
#40
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E também tenho maior relação também com o Samuel Bonfim por sermos do movimento semelhante somos do movimento feministas juntas também. A senhora presenciou algum dos fatos descrito na representação? Pessoalmente eu não estava, mas eu presenciei em todas as redes sociais, foi amplamente divulgado nas redes, nos jornais, e pude acompanhar as narrativas que foram criadas em cima do caso. Quer dizer a senhora tem conhecimento através das redes sociais. Sim, pelas redes sociais e por ser 1 militante também já tive contato com pessoas do MIBEL que fizeram modos operantes comigo e outros políticos. A senhora acompanha a atuação do MBL? Sim, eu tenho estudo, bem aprofundado sobre todos os modos que eles já perceberam? Qual a sua, Seu propósito? Meu propósito aqui é mostrar que nós temos 1 repetição, de situações onde o mbl, Há muitos anos há mais de 1 década basicamente, escolhe alvos políticos tanto da esquerda quanto da direita, pra conseguir palanque político nas eleições e ter visibilidade nas redes sociais como eu sou comunicadora e sou publicitária, o meu estudo é muito mais focado na comunicação nas redes e como o MBL atua, utilizando parlamentares para ter crescimento político nas redes sociais. A senhora tem conhecimento da alegada perseguição de integrantes do MBL ao deputado Glauber Braga? Sim, tanto ao Glauber Braga quanto à sua esposa. E, sabe quanto tempo essa dinâmica vem acontecendo? Olha, eu me lembro que em 2018 2017 na verdade nós já tínhamos o MBL intimidando a Sâmia Bonfim enquanto ela era vereadora, a Isa Pena também, em em 7 de abril de 2017, em 22 de junho de 2018 o MBL tentou caçar o mandato da Sâmia Bonfim por comentários considerados desrespeitosos, sobre o Fernando Holiday que faz parte do MBL, a Sâmia na época chamou o Holiday de menino e boi de piranha do Poder Executivo. Por conta disso eles tentaram caçar o mandato de Sâmia enquanto ela ainda era vereadora. Ou seja, já vai fazer quase 1 década mesmo. A senhora já presenciou ou tomou conhecimento de ataques de integrantes do MBL contra a Glauber Braga? Sim, foi o que aconteceu com o Gabriel Costenaro quando ele foi até a câmara dos deputados fazer provocações ao deputado. Mas isso a senhora tomou conhecimento pela redes sociais? Como no Congresso. Isso, tanto pelas redes sociais né que o foi publicado em todos os jornais, quanto nas próprias redes do próprio Gabriel Costanaro. E tem conhecimento de perseguição ou ataques de integrantes do MBL contra outros parlamentares? Caso positivo, poderia descrevêlos? Claro, eu posso fazer em ordem cronológica se o se a vossa excelência permitir. Rediretamente. Em 30, em 30 e de agosto de 2016, advogado integrante do UBL foi ter que indenizar a exsenadora Vanessa Graziotin por agressão, a Vanessa foi agredida virtualmente quando ela chegava ao aeroporto em razão do seu posicionamento no julgamento do impeachment da Dilma Rousseff. Em 20 e de dezembro de 2016, a deputada Juliana Brizola do PDT, registrou boletim de ocorrência após ser assediada por membro do MBL durante comício. No dia 10 de fevereiro de 2017, assessores do Fernando Holiday e parte do MBL invadiram 1 reunião privada da vereadora Juliana Cardoso, provocandoa e tentando difamala nas redes sociais. Como citei anteriormente no dia 7 de abril de 2017, o MBL intimidou vereadoras como Sâmia Bonfim e Isa Pena após o Fernando Holiday invadir escolas para intimidar professores na época o debate era sobre escola sem partido e a escola sem censura. Em 28 de 22 de junho de 2018, o Ibilly tentou caçar o mandato de Sâmia por conta de comentários relacionados a Fernando Holiday. Em, primeiro de maio de 2020 e o STF manteve condenação do exdeputado cassado Arthur do Val por enganar e ridicularizar entrevistados na Avenida Paulista. Em, 2020 e Gabriel Monteiro invadiu UPA armado e acordou médicos em horário de descanso pra gravar as redes e mostrar que estava a galera estava dormindo ao invés de atender pacientes da covid enquanto eles estavam em horário de descanso. Voltando aos parlamentares, dia 19 de setembro de 2022, a deputada Mônica Seixas também no PSOL prestou queixa contra líderes do MBL por agressão e intimidação. A briga aconteceu entre campanhas da vida paulista com a presença de Guto Zacarias e Cristiano Beraldo do MBL que faziam campanha no mesmo horário e gerou agressão entre os deputados. Em novembro de 2022, Siqueira Costa Júnior também do MBL foi condenado pela prática de difamação após produzir e veicular nas redes sociais vídeos com montagens ofensivas contra a Cabaral, gravados editadas e publicados sem autorização do vereador. Em 2022, João Betesga também do MBL, perseguiu Mara Lima do Republicanos e fez perguntas provocativas sobre os gastos delas para gerar viralização nas redes sociais. Em 26 de setembro de 2022, o deputado que aí está presente Boulos, denunciou provocação do MBL com o menor de idade, eles colocaram o menor de idade para provocar o Boulos e criar 1 situação. Em 9 de maio de 2023, Arthur Durval invadiu 1 ocupação de mulheres que eu atuo vítimas de violência em Campinas, fazendo provocações e ameaças às mulheres presentes falando que ele era fascista e perguntando o que elas iriam fazer em relação a isso, mulheres vítimas de violência e 1 ocupação. Em 14 de julho de 2023 membros do MBL invadiram o prédio da UFSC que também eu estava presente no dia, intimidando alunos e agredindoos, João Betesga do MBL foi expulso pelos estudantes nas redes sociais, ele veio a público falar que pelo menos o evento deu mídia, pro MBL, isso está comprovado no podcast Inteligência Limitada, onde eles alegam que felizmente, a expulsão gerou mídia pra eles. 2023, o a Justiça mandou esse mesmo militante do MBL João Betga retirar do ar vídeo em que ele entrevistava 1 pessoa no espectro autista de 16 anos onde ele alegava ser comunista e defender a revolução. No dia 3 de agosto de 2023, MBLs invadiram a PUC São Paulo provocando estudantes e gravando conteúdo pra redes sociais, fingindo fazer parte da TV PUC pra conseguir gravar os estudantes na época os militantes do MBL eram Amanda Vetoraszo e Arthur Scarance que foram os membros. E no dia 3 de setembro de 2023, o MBL também invadiu a universidade federal do Paraná, deixando 2 pessoas feridas. E nós temos outros casos também que eu acredito que não entram aqui que temos também pessoas que já foram até com seguranças armadas para dentro de universidades, filmar estudantes, invadir escolas, invadir hospitais para filmar médicos, e é 1 atuação recorrente dos membros do MPL. Como vossa excelência pode perceber, não é de agora que eles escolhem alvos que vão desde a direita até a esquerda, onde eles podem ter palanque político em cima dessas pessoas, Isso é 1 estratégia política pra ter visibilidade nas redes sociais utilizada pelo MBL como eu pude citar, desde 2016. Então é algo recorrente e como o deputado Guilherme Boulos citou recentemente, eu percebo também que o Glauber Braga é apenas alvo do momento, talvez nas próximas semanas outros deputados também possam virar alvo ou sejam ainda colocados como cassados também por conta dessa situação que o MBL coloca os deputados e os parlamentares no geral. Senhora Caroline, em relação à situação que acabou de descrever, algum dos deputados, ou algum dos parlamentares envolvidos teria se excedido ou reagido de forma desproporcional às de provocações? A maioria foi filmada, fazendo respostas mais agressivas verbalmente mesmo. Até porque a agressão ela não é apenas física, ela também pode ser verbal né? E a senhora julga, que foram desproporcional as provocações? As provocações do MBL sempre atentam às famílias das pessoas dos políticos parlamentares e eu acredito que quando você tem a sua família atacada ou até mesmo a sua honra atacada como aconteceu com a Mara Lima do Republicanos, você acaba respondendo de 1 forma mais agressiva sim, Não se espera que a pessoa seja dócil, ou diminua o seu tom de voz quando alguém está atacando sua mãe, seu pai ou até mesmo seu filho. A senhora tem conhecimento de algum outro caso em que as provocações dos integrantes do MBL a deputado federal que não doulos? Tem esse resultado em agressão física? Sim, deputada Mônica Seixas, que prestou queixa contra os líderes do MBL em 19 de setembro de 2022 por agressão e intimidação. Senhor presidente. Quero agradecer a senhora Caroline, eu estou satisfeito. Agradeço nobreela a estou, passa

04 de dez, 12:40
#41
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Glauber Braga é o seu advogado para inquirirem sua testemunha. Presidente algumas perguntas que eu vou fazer podem parecer repetitiva.

04 de dez, 12:51
#42
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Mas é

04 de dez, 12:51
#43
 Inquirindo A Testemunha
Inquirindo A Testemunha

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Importante registrar, mas antes eu queria contextualizar. Está aqui nesse plenário, Luiz Carlos Moreira. Luiz faz política junto comigo e eu junto com ele há 25 anos. Ontem, e eu não disse a ele que falaria isso, ele chegou a Brasília, e sentou pra tomar café comigo. E ele me disse, eu sei que você não vai aceitar, mas eu queria te fazer 1 proposta. Não ande mais sozinho, dentro do espaço da câmara. E Luiz, amigo que é companheiro e com a fraternidade que a gente tem, ele sabia que não ia aceitar isso. Eu não posso aceitar isso, como se fosse algo natural banal. Isso vem depois de na semana passada, depois daquela sessão onde eu evidentemente fiquei muito emocionada é aniversário da minha mãe fala da deputada Luiza Erundina, eu saindo com a cabeça em algum outro lugar, do almoço, mais 1 vez, 2 provocadores, com câmera em punho, 2, posicionado em cada ponto, E aí a responsabilidade não é da polícia legislativa, eu quero deixar isso aqui registrado, porque eles chegaram, num tempo relativamente curto. A responsabilidade, é do MBL, porque Porque sujeito formado pelo MBL, ah mas não está mais no MBL, mas foi a mesma formação, iniciou a sua atuação política lá. E nesse sentido, eu quero perguntar a Caroline, já agradecendo por ter aceito presente como testemunha, você estudou detalhadamente o modus operandi do MBL. Você pode explicar pra gente mais 1 vez, como é que eles costumam abordar figuras públicas da esquerda? E como é que funciona essa estratégia deles? Perfeito muito obrigada deputado Glauber Braga. O modos operante do MBL segue 1 estratégia bastante clara e repetitiva

04 de dez, 12:51
#44
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Criar conteúdos polêmicos e virais nas redes sociais a ideia central é provocar 1 reação descontrolada da pessoa atacada e em seguida usar essa reação para se promover e expor a vítima negativamente Eu posso elencar como que funciona etapa por etapa dessa estratégia. A primeira etapa é a escolha do alvo. O MBL foca principalmente em políticos militantes e figuras públicas da esquerda como o PSOL, o PT e outros partidos progressistas, mas como citei antes temos também pessoas do PDT do republicanos que é quando eles encontram alvos que ideologicamente estão em oposição ao grupo que eles defendem o objetivo é causar desgaste ou constrangimento político dessas figuras em segundo momento eles iniciam a provocação a abordagem começa com perguntas provocativas e até mesmo toscas às vezes ele geralmente se aproximam do alvo de forma agressiva usando o celular pra filmar sem pedir permissão eles já chegam te filmando as perguntas são feitas pra irritar a pessoa muitas vezes com tom irônico debochado ou até mesmo ofensivo e agressivo é comum questionar em políticas progressistas ou jogar em acusações sem fundamento com o objetivo de deixar a pessoa desconfortável atacando o pai a mãe o filho pessoas próximas ou políticas que eles discordam desse alvo em terceiro começa a ser 1 intimidação durante essa abordagem o mbl busca intimidar o alvo ele se aproximam com câmeras falam alto cercam a pessoa e forçam a interação mesmo que você não queira isso acontece tanto com os parlamentares quanto estudantes em universidades públicas e até médicos em hospitais, mesmo que as pessoas queiram sair da situação, o mbl cerca essa pessoa e força a a interação com eles de maneira agressiva, a ideia dessa intimidação do mbl é criar ambiente tenso hostil onde o alvo se sinta acuado com medo e eventualmente perca a razão isso é estratégico depois entra a parte da divulgação dessa situação nas redes sociais que começa a filmagem e edição manipulada dos fatos toda a interação feita é gravada se a pessoa reage de maneira mais exaltada levanta a voz tenta se afastar empurra esse é o momento que o mbl está esperando é literalmente momento que eles vão fazer corte para as redes sociais falando que eles foram agredidos pela pessoa no entanto como falei os vídeos são editados para cortar o contexto completo então eles começam te filmando filmam toda a situação mas depois eles focam apenas na parte onde o alvo parece estar descontrolado ou agressivo a provocação inicial e as perguntas provocativas muitas vezes são minimizadas ou até mesmo removidas dos vídeos quando você vai entrar nas redes sociais de qualquer do mbl Kim Kataguiri Gabriel Costenaro, o próprio Gabriel Costenaro que atacou vossa excelência, tem mais de 13 vídeos no perfil dele atacando diversas pessoas tanto civis quanto políticos no seu canal do Youtube, onde ele mesmo diz ser o mais polêmico do rio de janeiro, depois iniciase a divulgação sensacionalista, com o vídeo editado em mãos todo recortado com os cortes sensacionalistas os membros do mbl rapidamente postam nas redes sociais muitas vezes com legenda sensacionalistas e distorcidas dizendo veja fui agredido pelo comunista veja eles me agrediram na manifestação na paulista, observe como a esquerda é descontrolada, eles tentam pintar a pessoa como descontrolada, agressiva e intolerante, enquanto eles se colocam no papel de vítimas e defensores da verdade só que a verdade está sendo manipulada por eles o conteúdo então é replicado em várias contas do grupo para alcançar o máximo de engajamento eles possuem ecossistema próprio onde eles propagam esses vídeos em cortes nos seus canais do youtube nas suas redes sociais em tik tok instagram ipe o whatsapp propagando essa desinformação e por último nós temos a viralização e o palanque político que esses vídeos são distribuídos em massa e rapidamente viralizam nas redes gerando debates inflamados, pra quem não conhece o termo da da viralização é quando você tem grandessíssimo alcance em cima de 1 factoide que foi criado pelo MBL, o MBL usa essa viralização como 1 ferramenta de marketing político, é 1 forma que eles utilizam pra se eleger e pra ter mais credibilidade perante a sua própria audiência nas redes e seus eleitores ao fazer o adversário parecer instável agressivo eles ganham visibilidade e tentam conquistar a simpatia do público apresentandose como defensores da ordem ou protetores do cidadão então resumindo nós temos 1 estratégia voltada em provocação, intimidação, filmagem, edição, divulgação e viralização essa estratégia desenhada para desestabilizar os adversários e criar 1 imagem negativa deles enquanto MBL usa a exposição para se promover como heróis ou vítimas mesmo eles sendo os provocadores iniciais, mesmo eles indo nas manifestações e filmando as pessoas, mesmo ele indo atrás dos parlamentares na câmara dos deputados, sempre quando eles vão postar nas redes sociais você encontra eles falando olha eu apanhei do deputado tal eu apanhei dos militantes da manifestação tal apanhei dos estudantes na uesp apanhei dos estudantes na ufsp se você pesquisar no Google, mbl apanha, você encontra diversos vídeos dos mais diversos militantes do mbl, que parte desde o Gabriel Monteiro que nós sabemos que foi preso criando factoides, ele desenvolvia factoides pagava pessoas pra criar vídeos nas redes pagava até mesmo pessoas em situação de rua pra roubar bolsa e ele se mostrar como herói e até mesmo Arthur do Val que também faz isso em suas redes quinta Kincataguiri é dos que pouco faz também mas é que compartilha os vídeo, Fernando Holiday também segue o padrão e é ciclo repetitivo e com frequência como eu trouxe pra vocês aqui em ordem cronológica nós estamos vendo eles repetindo isso desde 2016 e nada é feito, mudamse as vítimas mas não se muda a estratégia, cada novo vídeo segue a mesma lógica sempre buscando novo alvo ou 1 nova situação pra criar conflito e criar factoide, e é exatamente esse padrão de provocar filmar e expor que tem seguido o MBL desde o início de sua fundação, então é como vocês podem observar vossas excelências, é 1 estratégia política, eles vão se Glauber Braga foi o alvo do momento, amanhã será outro pode ser cassação, pode ser o novo se o novo entrar em conflito com as ideologias do mbl, parlamentar do novo será perseguido na câmara dos deputados com o celular gravando toda a situação e criando factoide nas redes sociais, então o objetivo dessa estratégia vossas excelências é desestabilizar figuras da oposição e fortalecer a imagem do MBL como movimento político relevante e forte, mas eles só querem criar narrativas, criar factoides e isso é perigosíssimo para o debate público porque eles estão cada vez mais polarizando e tornando o debate público agressivo, violento, se vocês forem pesquisar o MBL nas redes vocês encontram muito mais eles invadir, e dizendo que eles apanharam de x ou y do que eles promovendo política, política real, quando se fala de banddismo é exatamente isso o MBL não está, ele está promovendo desgaste da imagem política de quem realmente faz política, então é essa estratégia política do MBL, é esse o modus operandi do MBL, e se hoje qualquer dos senhores entrar e se filiar ao MBL, vai aprender essa estratégia para se eleger. Gabriel Costenaro escolheu Glauber Braga única e exclusivamente com a intenção de se eleger no Rio de Janeiro, assim como Guilherme Boulos é do estado de São Paulo e era perseguido por Arthur do Val, então nós temos deputados que nós temos militantes de determinados estados que escolhem já deputados eleitos que já têm 1 carreira política para se crescer em cima da imagem política desses deputados. Mudamse os militantes, mudamse os estados, mudamse os políticos, mas o modus operandi é o mesmo, e por isso eu digo que, se essa cassação for feita, estamos legitimando 1 prática violenta na política brasileira, nós estamos legitimando 1 prática anti democrática, porque se filma o deputado que está fazendo sua atividade parlamentar, está fazendo sua atuação política pra que se crescer em cima desse deputado nas redes sociais e simplesmente ser eleito ou ter visibilidade, sabe? Então é isso é é esse é o modus operandi do mbl e que alimenta esse ciclo de violência pelos seus próprios membros. Obrigado Caroline, eu quero fazer 1 última pergunta que foi iniciada pelo deputado Paulo Magalhães, mas eu queria reforçar e direto ao ponto. Dado o histórico do MBL de usar essas táticas, você considera que a minha reação ao expulsar o membro do MBL, foi 1 forma legítima de proteger o ambiente e evitar manipulações futuras? Sim deputada, eu tenho plena convicção que foi 1 forma legítima de tentar evitar que ele criasse factoides em cima de vossa excelência, nós sabemos que o MBL tem essa prática de criar factoides e é importante que eles não estejam nesses espaços com as pessoas que eles querem utilizar a imagem pra criar palanque político em cima dessas pessoas, o mbl invade lugares atenta contra civis, contra políticos, e ninguém faz nada, e quando alguém reage de 1 forma que eles consideram agressiva eu vi os vídeos o Gabriel Costenaro sai rindo da da da expulsão, ele sai com 1 rosto de quem conseguiu o que queria, e isso é muito triste porque o o senhor vossa excelência só estava retirando ele da câmara dos deputados enquanto ele estava rindo, e daí entram com 1 cassação enquanto ele sai dessa suposta agressão que eles alegam ter sido agredidos, rindo? Quem sai de 1 agressão rindo, debochando, ainda se filmando pras redes sociais? Isso é extremamente estratégico, eu atendo vítimas de violência todos os dias vossa excelência, e eu não vejo as vítimas de violência saindo rindo e debochando da situação, eu vejo essas pessoas que foram agredidas, traumatizadas, abrindo boletim, indignadas, mas se vocês pegam a gravação do exato momento em que Gabriel Costenaro é expulso, ele está rindo, ele está debochando, que agressão é essa que a pessoa sai rindo da situação? E isso em todas as situações que vocês forem pesquisar, então eu acredito que foi legítimo e acredito que foi legítima defesa Glauber até porque a agressão como eu falei antes ela não é simplesmente física, ela também pode ser moral, ela também pode ser verbal e você também pode ter sido agredido muito antes de você ter revidado apenas empurrando ele pra fora do local e se eu não me ligando dando 1 rasteirinha, 1 coisa assim que você faz até numa pelada de futebol, sabe? Ele não cai, ele não não não acontece nada não não não tem absolutamente nada aqui, e comprova que ele se sentiu agredido porque ele mesmo começa a rir depois. E você consegue ter isso comprovado nas gravações, ele rindo, então eu acredito que foi em legítima defesa, assim como outros deputados também agir em legítima defesa. Caroline muito obrigado. Agradeço deputado Glauber, concedo a palavra primeiro horário

04 de dez, 12:54
#45
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Deputado Chico Alencar para imprimir a testemunha por até 10 minutos. Vou tentar ser breve. Caroline obrigado você.

04 de dez, 13:08
#46
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04 de dez, 13:08
#47
 Inquirindo A Testemunha
Inquirindo A Testemunha

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Das táticas e do sentido do movimento Brasil Livre MBL de extrema direita. E nos deu 1 aula aqui né, sobre o modus operandi desse movimento. Fiquei me lembrando no lugar de, na minha condição de velho professor de história de alguns grupos na ascensão do nazismo da Alemanha, no fascismo na Itália, na Espanha de do generalíssimo franco, Caudilho de Herpanho por la graça de Dios, olha Deus sendo usado aí. E mesmo no Portugal do integralismo de Oliveira Salazar, primeira metade do século passado. Também na ascensão desses movimentos extremamente autoritários, havia grupos mais ou menos organizados de instigação política, de provocação, que tinha a sua indumentária, as suas táticas. Claro que agora os tempos são outros, a tecnologia mudou, os instrumentos pra constranger, provocar, oprimir, politicamente são outros, mas há muita proximidade na vontade de impor procedimento autoritário e de destruir quem eles elegem como adversários. Eu faria, agradecendo a sua explanação aqui, 1 única pergunta. Como conter esse tipo de movimento? Como reagir a a eles? Porque eu também em grau menor do que o Glauber do que o próprio deputado Tarcísio Mota que está aqui ao meu lado, e outros tantos você fez elenco né, das agressões desse movimento, dos seus agentes fascistoides, mas como a gente deve reagir? Eu já estudei várias, tentativas, e eles chegam de fato com perguntas que são acusações extremamente agressivas, não responder ficar calado. Eu sei que o Tarcísio também como bom professor já queimou as pestâminas pra ver como reagir, qual é a melhor tática, mas é difícil porque eles constrangem, né? O que você como estudiosa desse tipo de movimento nefasto, antidemocrático, sugeriria pra gente combatêlos? EE0 papel da monetização nessa instigação deles pra você, como você disse pra gerar conteúdos polêmicos e virais. Como agir? Nós temos projeto de lei aqui na câmara, pra impedir a monetização dessas plataformas, sobretudo por agentes públicos e com sentido político mais definido. Mas seria importante você deixar aqui ainda que em síntese, 1 1 série de propostas aí pra gente inibir e e acabar com esse tipo de iniciativa sinistra, terrorista, nefasta, golpista enfim, todos os adjetivos negativos que a eles cabem. Obrigada. Então vossa excelência.

04 de dez, 13:08
#48
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É muito difícil pensar numa forma de reagir quando o mbl tem 1 estratégia tão bem definida há tanto tempo, e nada é feito há tanto tempo. Nós podemos desde desmonetizar os canais que lucram com a visibilidade política que as pessoas têm tido, nós podemos remover as postagens das redes, nós podemos processar os fundadores e cofundadores do MBL como já aconteceu, né em 2 de junho de 2020, o sindicato dos delegados da polícia civil de São Paulo processaram o cofundador do MBL por difamação da polícia civil do estado de São Paulo, ou como o o STF já condenou também por enganar e ridicularizar entre estados na Avenida Paulista, mas nós precisamos coibir essas práticas de acontecerem nós não podemos permitir que essas pessoas invadam lugares lugares políticos instituições, pra filmar sem o consentimento das pessoas, eles já estão fazendo de 1 prática criminosa, que é você filmar pessoas sem autorização delas. Eles filmam parlamentares porque são pessoas públicas, mas nenhum parlamentar está autorizando eles filmarem postarem nas redes sociais pra ter crescimento político em cima das suas imagens. Então, desde projeto pra pra regulamentação das redes sociais é é extremamente importante a gente regulamentar as redes sociais. Sendo 1 publicitária, estudando comunicação das redes, entendendo a atuação da extrema direita porque o MBL não é de direita, eu sei que parlamentares de direita não se sentem representados pelo MBL, já conversei com vários e todos falam que repudiam as atitudes desses militantes se é que podemos chamar assim esses baderneiros, mas precisamos regulamentar as redes, nós precisamos regulamentar pra que não seja permitido utilizar esse tipo de estratégia em campanhas eleitorais, que seja utilizado essa estratégia pra desgastar a imagem política dos parlamentares, que seja utilizada essa estratégia pra invadir hospitais durante a Covid, pra filmar médicos. Eles utilizam tudo isso pessoal, pra filmar e colocar nas redes, nós precisamos regulamentar as redes sociais por isso, porque eles estão literalmente gravando a imagem de todos os senhores e vossas excelências, pra ter crescimento nas redes deles, pois com a própria imagem com as próprias pautas com as próprias políticas, eles não possuem crescimento algum, pois eles não têm políticas, eles não têm propostas, eles usam as imagens das vossas excelências, pra mostrar que eles são heróis. Então nós precisamos regulamentar as redes sociais desmonetizar esses canais, e processar essas pessoas e os fundadores desse movimento, porque isso é 1 estratégia danosa para a democracia brasileira. A forma que o MBL atua nas redes sociais é violenta, é agressiva e principalmente é estratégica. Nós sabemos que nós vamos ter 1 eleição novamente na nos próximos anos e isso vai se agravar ainda mais porque eles não estão sendo punidos por isso eles não estão perdendo suas redes por isso eles não estão sendo desmonetizados por isso, além da do lucro político que eles ganham na na imagem de vossas excelências, eles têm a monetização de suas redes. O próprio Gabriel Costenaro eu fiz 1 pesquisa no no canal dele do youtube que é 1 das redes dele com maior repercussão ele se denomina como mais polêmico do rio de janeiro e ele criou esse canal única e exclusivamente pra intimidar e provocar pessoas nas ruas. Eu tenho 1 planilha com 19 vídeos, onde ele está provocando pessoas aleatórias e políticos, para ter crescimento nas redes e ter crescimento político e ser eleito com isso a pessoa não é eleita pelas suas pautas pela sua política pela sua forma de fazer política não É eleito porque parece herói intimidando e provocando civis e políticos nas ruas. Não se coloca propostas no perfil de Gabriel Costenaro, se coloca vídeos intimidando e provocando pessoas, desde civis a políticos, inventando factoides. E honestamente, nós precisamos coibir os os membros do mbl de fazer esse tipo de coisa, porque eles vão ser eleitos e eles vão caçar o mandato de outras pessoas, sendo que eles foram eleito provocando e intimidando essas pessoas. Isso é o cúmulo do absurdo que nós estamos vendo na democracia brasileira. Eles se elegem intimidando e provocando quem futuramente eles vão tentar caçar o mandato, e nós vemos isso na situação de Samuel Bonfim, que enquanto era vereadora, era constantemente intimidada e provocada pelo mbl junto com nossa companheira Isa Pena onde eles invadiam os espaços onde elas estavam eles descobriram aonde elas iam se manifestar onde iam ter eventos onde iam ter reuniões e chegavam já filmando, e depois o que eles faziam? Tentavam caçar o mandato delas. Fernando Holiday fez isso quando intimidou as vereadoras no 7 de abril de 2017, e depois no dia 22 de junho de 2018, tentaram caçar o mandato dela enquanto vereadora, por chamar o Holiday de menino, e põe de piranha do Poder Executivo. Esse foi o motivo suficiente pro Holiday que intimidava a Sâmia anteriormente, filmandoa e perseguindoa, pra tentar caçar o seu mandato quando ele finalmente chegou ao poder. Então os senhores não acham irônico, que eles utilizem a imagem de vossas excelências pra se eleger, e depois quando eles são eleitos, eles tentam caçar o mandato de vossas excelências. E isso, tanto de pessoas da direita quanto da esquerda, basta você ter 1 oposição ideológica a eles, que eles vão te perseguir, eles vão te intimidar, e você não precisa nem ser político, nós estamos aqui falando que nós estamos vendo deputados e vereadores tendo seu mandato cassado por conta do MBL, mas e a sociedade civil que está sendo ameaçada e intimidada e perseguida pelo MBL? Que não tem o mesmo poder que vossas excelências têm pra coibir esse tipo de coisa? Eu mesma sou 1 cidadã, que não tenho poder político algum, mas também sou 1 intimidada e provocada pela Anibali constantemente. Então, o como que nós vamos evitar isso? Regulamentando as redes, eles só conseguem crescer politicamente pelas redes sociais. Eles criaram ecossistema nas redes que se alimenta e se nutre de ódio e violência, que é ir atrás das pessoas civis e políticos, pra intimidar, provocar e postar nas suas redes, e as provas vossas excelências, estão em todas as redes desses deputados vereadores e militantes do MBL. As provas contra todos os deputados, contra todos os civis, estão nas redes deles, não por pouco os o sindicato dos delegados da Polícia Civil de São Paulo, processaram o cofundador do MBL por difamação da Polícia Civil. Então aqui nós estamos falando da gravidade. Os delegados estão se sentindo difamados, a polícia está se sentindo difamada pelo MBL. E o que é feito? O STF condena, o o outro vai lá processa, mas o que que nós podemos fazer organizadamente pra evitar que eles continuem fazendo isso? Porque as eleições estão batendo na porta novamente. E nós vamos ver mais deputados, não apenas Glauber Braga, mas mais deputados, sem alvos do MBL, e serem utilizados com balanço político pra eleger esses deputados pra depois eles tentarem caçar o mandato desses deputados. Então por isso que eu digo, a regulamentação das redes é extremamente importante e eficaz nisso, porque é 1 estratégia antiga, e até hoje nós vemos isso se repetindo, muda o alvo, muda o partido, mas a estratégia continua. Então nós vamos ter políticos processando o MBL nós vamos ter delegado. Viu processando o MBL nós vamos ter o STF condenando o MBL, nós vamos ter o MBL tendo mandato cassado como o da Miriam Monteiro e o Arthur Durval. Muito criavam né muito conteúdo nas redes sociais, manipulando factoóides, isso comprovado nas redes deles mesmos. E o que que nós vamos fazer? Nós vamos punir as vítimas, mas nós nunca vamos punir os perseguidores. É praticamente Stalking o que esses caras fazem com os políticos com os cidadãos, é praticamente 1 perseguição mesmo. E eles perseguem única e exclusivamente por questões ideológicas divergentes, e não porque eles têm 1 proposta diferente de Samia Bonfim, 1 proposta diferente de Guilherme Boulos, 1 proposta diferente é de Juliana Cardoso, de Juliana Brizola, de Mônica de Mara Lima não é porque eles querem utilizar a imagem dessas pessoas que já têm 1 imagem política consolidada. Pra crescer em cima dessas pessoas nas redes. E aí que vocês precisam entrar. Vocês precisam regulamentar as redes, porque senão cada vez mais vai aumentar a violência. No início os parlamentares os civis apenas respondiam, falavam não eu não fiz isso, eu não sou essa pessoa não ataque minha família não ataque meu filho não ataque meu irmão não ataque meu pai e minha mãe, não ataque políticas que que que você discorda simplesmente com ódio com bílis, mas, agora está começando a virar realmente agressão física, né a gente está tendo que empurrálos pra fora a gente está tendo que tirálos dos espaços a gente está tendo que, expulsálos dos lugares porque senão o que que vai acontecer? Gente me preocupa muito que alguém algum momento morra, por causa do MBL, da forma que eles perseguem pessoas civis e políticos. Já de acontecer 1 briga tão feia nas ruas e manifestações em atos ou até na câmara dos deputados, e alguém tirar 1 arma e atirar. Porque eles mexem com a inteligência emocional das pessoas. Quando fala da sua mãe, quando fala do seu pai, quando atenta seu filho, quando fala pra você, e sabe o seu endereço, que sabe o endereço do seu filho. Você é capaz de tudo pra proteger essas pessoas. Então eles mexem com a inteligência emocional das pessoas porque eles sabem que não vai acontecer nada. Eles veem a impunidade desde 2016. E a impunidade de continuar apostando nas suas redes provocações, então, eu digo aqui até para quem não é de esquerda. Pesquise mpl apanha mpl persegue você vai encontrar centenas de situações e é absurdo o como ele simplesmente tem a coragem de postar nas suas redes as provas, dos crimes. Porque nada vai acontecer. Eles postam perseguindo as vereadoras, eles postam perseguindo os deputados, só que eles nunca postam as perguntas que eles fazem, eles nunca postam a forma que eles chegam, eles nunca postam a autorização de imagem dessas pessoas, até porque são figuras públicas. Então pra eles é muito tranquilo, você pegar deputado, que é 1 figura pública, filmar sem o consentimento dele, utilizar a imagem dele, e depois dizer eu sou 1 vítima da situação. Eu persegui esse deputado até ele sair da razão, mas eu que sou a vítima da situação. Percebam, é estratégia gente, é manipulação política, isso é 1 estratégia de marketing político. E eu falo isso como publicitária como alguém que estudou desde a propaganda de, Josef Goebels, até Duarte Berniees. Isso é estratégia antiga, e não por pouco vossa excelência deputado que historiador citou a Alemanha nazista. Isso é estratégia nazista. Você provocar, intimidar e perseguir políticos que você discorda ideologicamente pra expor, a propaganda é extremamente importante dentro da política, e por isso que nós precisamos regulamentar as redes, porque é por essa propaganda que eles têm braço invisível, dentro do governo, que vocês acabam às vezes não percebendo, é a propaganda do MBL em cima de outros deputados em cima de civis, que faz com que eles sejam reeleitos, em todas as eleições. Porque eles não estão sendo reeleitos por propostas ou pautas que eles mesmos fizeram em suas redes. Não, eles estão sendo reeleitos porque eles são os heróis, que perseguem deputados de esquerda vereadores de esquerda, são os heróis incompreendidos. Ah eu fui numa manifestação de esquerda, e eles bateram em mim. Mas cadê os vídeos batendo? Cadê as agressões? Não não tem. Se vocês entrarem nas redes sociais de todos esses que eu citei, Lucas Pavanato atual vereador mais votado de São Paulo, entrarem no perfil de Arthur do Val na época que ele ainda era era deputado, entrarem no perfil de Kim Katagui, Holiday, ou de qualquer outro membro do MBL como o próprio Gabriel Costenaro, que foi o que foi perseguir, o o deputado Glauber Braga, vocês vão ver que, única e exclusivamente eles só postam perseguição de pessoas. Eles perseguem civis nas ruas, nas universidades, nos hospitais, e até mesmo, a polícia, eles perseguem. E nada é feito, Gabriel Costenário não tem o seu perfil monetizado, seu canal do YouTube monetizado, lucra financeiramente com a imagem de vossas excelências. E não tem suas páginas derrubadas por nada. E se tiver, aí entra outra estratégia política vossas excelências, que é a da censura, que é a estratégia de, eles vão me calar, eles estão me escalando, eles estão derrubando minhas páginas, eles estão tirando o meu direito de liberdade de expressão, de perseguir pessoas, de invadir espaços, de filmar estudantes sem o conhecimento deles. Não há explicação nenhuma pra militantes do MBL invadirem a PUC e fingirem ser da tv PUC pra filmar estudantes sem o consentimento deles enquanto eles estão em horário de aula, enquanto eles só iam usar isso nas redes sociais para se eleger nas eleições municipais. E isso está sendo permitido, tranquilamente, que eles continuem perseguindo, assediando indo atrás de vossas excelências, porque nada é feito. As redes não são regulamentadas, os canais continuam sendo monetizados, e se derrubarem o vídeo, se processarem, vem a nova estratégia política da censura. Da mordaça. Porque vocês não têm o direito de se sentir injuriados. É isso é a regulamentação das redes porque como já diria Eduardo Berniees, a propaganda é o braço executivo do governo invisível. Então, nós precisamos regulamentar as redes, pra que nós não tenhamos novas vítimas do MBL nas nas próximas eleições ou próximos dias. Porque se nós não regulamentarmos, novos Gabriel Gabrienários vão nascer, novos militantes vão vão entrar no mbl, vão ter 1 aula dessa estratégia que eu acabei de passar pra vocês que é 1 estratégia do mbl mesmo, e vão continuar fazendo isso, com outros deputados. Vocês vão vão, todos vão tendo os mandatos cassados, e os alvos vão mudando. Quando eles tirarem todos os de esquerda, eles vão começar a ir atrás de vocês de direita. Porque daí vocês vão ser a oposição deles dentro da câmara dos deputados, vocês vão ser oposição deles dentro da câmara de vereadores. Então por enquanto para os partidos de direita parece muito tranquilo, o que o MBL tem feito, mas até a hora que chegar em vocês, pois já chegou até na Polícia Civil. Então, vamos esperar o quê? Deputado Chico, vossa excelência

04 de dez, 13:12
#49
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Me ausentar por minuto já passo a palavra pra deputada Sâmia Bonfim. Obrigada presidente primeiro eu quero cumprimentar e parabenizar, Caroline Sardap.

04 de dez, 13:31
#50
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Brilhante.

04 de dez, 13:31
#51
 Inquirindo A Testemunha
Inquirindo A Testemunha

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Explicação detalhada com exemplos, com histórico de ações criminosas por parte de membros do MBL, tanto de ataques das redes, mas sobretudo, ataque a figuras públicas do pessoal e de outros partidos, ou seja, essa técnica de chegar intimidando, provocando, criando 1 situação de constrangimento e depois faz vídeos e edições nas redes sociais pra simular que a pessoa estaria completamente descontrolada e agressiva, ou seja, eles provocam, eles criam a narrativa, depois a difundem e em alguns casos como ela bem disse, disputam as eleições, disputam as eleições e alguns casos por ventura ganham as eleições, porque talvez tenha eco em algum setor da sociedade. Felizmente, o criminoso que veio aqui depor no primeiro dia, não logrou êxito na expectativa de se eleger como vereador da cidade de Rio de Janeiro aliás, fez o que fez com Glauber poucos meses antes, utilizou isso nas suas redes sociais como discurso de campanha. Foram, mais de 30 vídeos de diferentes abordagens, de diferentes aspectos políticos, fazendo disso 1 autopromoção pra tentar se eleger, não conseguiu. Felizmente o povo do Rio de Janeiro teve essa sabedoria. Mas, eu queria pra além disso que a Caroline pudesse discorrer pouquinho mais, a respeito das de 1 1 das especificidades da atuação violenta do MBL, que é contra mulheres, você Carolina é 1 militante feminista, mas estudiosa né, do feminismo, entende muito do tema é 1 grande inspiração pra milhares, pra não dizer milhões de mulheres brasileiras em função da sua militância e do seu conhecimento. O MBL é o grupo do Gabriel Monteiro, que foi cassado, não é deputado Chico, como exvereador do Rio de Janeiro, entre outras coisas por violência sexual contra crianças e adolescentes. Meninas. Arthur Durval, exdeputado estadual de São Paulo do MBL, cassado por provocar ou humilhar assediar refugiados de guerra. Gabriel Costenaro, o agressor do Glauber, além de ser agressor do Glauber é agressor da exnamorada dele. Com violência, com ameaças, com constrangimento, ele inclusive não soube responder sobre isso e quando eu respondeu, eu respondeu muito mal. E ela citou alguma das vezes que alguns dos membros do MBL me agrediram quando eu era vereadora em São Paulo, me lembrei Carol de episódio quando eu estava na Avenida Paulista, na campanha de 2022, essa desse nosso pleito. Eu estava com o meu filho no colo ele tinha ano, ano e 2 3 meses à época. Fui abordada e agredida por membro do Membéria estava com o meu filho no colo, nem isso. 1 criança de ano. Nem com isso eles se importaram, seguiram com esse método e ainda fizeram 1 edição, publicaram vídeo, com imagens do meu filho, sem nenhum tipo de autorização, evidentemente, e tentaram fazer disso pra essa publicitária de campanha. 1 semana depois isso esse episódio a Carol se citou, eles abordaram a deputada Mônica Seixas, 35 membros do MBL foi noticiado pela imprensa se vocês derem o Google vocês vão encontrar, Eles agrediram com socos nas costas da deputada Mônica Seixas, naquela eleição também de 2022. Membros do EVBL e acho que não sei se ele é deputado, acredito que sim. Deputado Guto Zacarias é quem estava liderando essa ação criminosa. Veja tem 1 método né de de agressão, de violência, de intimidação, de perseguição, também contra mulheres. Eles são são orientados né sob 1 ótica machista, sob 1 ótica misógina. Também claro como 1 forma de tentar criar essas edições e organizar 1 turma mais violenta das redes sociais, mas isso também mostra a, indisposição que eles têm, pra dizer o mínimo, em respeitar as mulheres como elas devem né eles as escolhem mulheres como algo, mesmo quando não são mulheres que estão diante deles na abordagem com o deputado Glauber, eles falaram de quem? Que dona saudade Braga da mãe do Glauber. Na abordagem com o Fábio, também, que é o assessor do Glauber também, foi com relação à mãe dele então, o tempo todo, eles não fazem nenhuma questão de esconder a postura machista, misógina, e fazem disso também instrumento de perseguição. Gostaria Carol que se você pudesse abordar pouco a respeito disso eu acho que é importante, pra gente saber exatamente o caráter o perfil e de quem nós estamos falando, considerando que. Considerando pra concluir presidente, que pode haver 1 possibilidade, ao final desse conselho de ética, de que essas pessoas sejam premiadas pelas ações que eles cometem e que a vítima que é o deputado Glauber, seja cassado, porque é isso que eles estão propondo, e é esse isso o que esse inquérito está discutindo. Eu mais 1 vez portanto, rogo o bom senso do nosso relator, dos membros do conselho de ética, pra que não perpetuem essa injustiça, e que o machismo não seja premiado. Gostaria que você falasse pouco sobre isso Carol. Perfeito, nossa excelência, a

04 de dez, 13:31
#52
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As mulheres dentro do MBL é algo bem grave mesmo, porque como vossas excelências puderam perceber durante a minha fala, a maioria das deputadas e vereadoras que foram perseguidas pelo MBL são mulheres. Raras são as situações onde eles estão perseguindo homens. E isso se dá também pela questão da do machismo mesmo do próprio MBL de nos ver como alvos fáceis para essas agressões acreditando que nós não iremos revidar que nós não temos força para revidar enquanto eles invadem até mesmo ocupações de vítimas de violência como aconteceu em Campinas existe 1 ocupação do coletivo Olga Bennard, que se chama ocupação, e lá o Arthur Durval invadiu, arrancando bandeira que tinha na porta de entrada, chamando as mulheres para a briga, filmando tudo e falando eu sou fascista, vocês não vão fazer nada? O mesmo deputado que teve mandado cassado por falar que as refugiados eram fáceis porque eram pobres, o que é muito interessante porque, se você for atrás pra ver todas as pessoas que o MBL já perseguiu, eu vou até citar novamente aqui, a excenadora Vanessa Graziotin, que denunciou o MBL por agressão, a deputada Juliana Brizola do PDT, que também registrou boletim de ocorrência após ser assediada pelo MBL, a vereadora Juliana Cardoso, que também é do PT, fez boletim de ocorrência por provocação e por tentarem difamála, A vossa excelência semana Bonfim e a vereadora, a exvereadora Isa Pena também sofreram com MBL. Tentaram caçar o mandato também de vossa excelência semana Bonfim. O Gabriel Monteiro, também muito conhecido por assediar e perseguir mulheres também, você pode encontrar até hoje no canal do YouTube dele diversos vídeos dele, intimidando feministas, em manifestações feministas, e sempre buscando mulheres, pra intimidar e provocar. Não só isso a deputada Mônica Seixas como nós estamos antes que também prestou queixa contra líderes do MBL por agressão e intimidação, a própria Mara Lima, do Republicanos, também foi alvo de perguntas provocativas do João Beteiga do Babybelli, isso também gravado e postado nas próprias redes de João Beteiga. E nós temos todas essas situações, mostram que além dos alvos que eles possuem que são alvos políticos, eles têm 1 grande preferência por mulheres, às vezes pela própria sorte eles encontram deputados como o Guilherme Boulos numa manifestação e utilizam desse momento para perseguir Boulos, ou quando querem Rio de Janeiro, mas são muito específicos quando eles estão procurando esses parlamentares e civis que são homens, mas quando são mulheres é a grande maioria dos casos, e até mesmo quando eles estão entrando em universidades pra. Como se diz entrevistaram os estudantes, a maioria também são mulheres. Então existe sim recorte de gênero também nessa questão da violência do mbl, de além de buscar os alvos, eles também tentam buscar os alvos que não vão. Porque veja, homens nós sabemos que quando estão nessas situações de, extremo conflito com outros homens podem acabar sendo agressivos violentos e partindo pra cima deles, mas as mulheres a gente acaba sentindo medo, a gente fica acuada a gente se sente intimidada, em situações inclusive que vossas excelências estão com o filho no colo. Que estão com crianças por perto, e eles não se importam se tem bebê no colo, se tem 1 criança por perto, se você está grávida, se o, nada, não se importa, o que se importa é o vídeo que vai ser feito em cima de vossas excelências depois. Então, é nítido que o MBL possui, o modus operandi, que ele possui alvos, e que ele sempre escolhem alvos que eles acreditam que são alvos entre aspas fáceis porque não vão revidar de maneira truculenta e violenta mas vão gerar o corte que eles precisam para as redes sociais E aqui eu falo a palavra corte, parafraseando até mesmo o candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marsal, que fazia uso dessas estratégias, de gerar corte nas redes em cima de provocações e intimidações, e que fez isso até mesmo os em debates mesmo ele não sendo do MBL ele certamente como comunicador e entendedor de estratégia de redes foi atrás da estratégia do MBL para seguir e fazêla nos debates também Então percebam, nós temos modos operandi do MBL. Que existe já desde 2016, pelo menos é o que nós temos já, de diversos casos, e mais de 80 por 100 dos casos são com mulheres. E não me admira que Gabriel Costenaro tenha boletim de ocorrência de violência doméstica, porque ele está dentro de espaço que não corrida a violência. Vocês acham que expulsaram o Arthur do Val do MBL depois da do áudio vazado das refugiados? Não, ele continuava indo na nos podcasts do MBL continuava frequentando esses espaços, sem nenhuma punição dentro do MBL. Mesmo tendo falado que ele ia fazer turismo durante a a guerra, não foi feito nada, Até mesmo o Renan, que ele cita num desses áudios, é dos fundadores do MBL. Que supostamente falou que faria 1 tour de Blonde, na Ucrânia, é dos fundadores do MBL. Então é algo que dentro do MBL já é comum, já é normal, pra eles isso virou 1 rotina. Não há problema nenhum eles invadirem espaços, seguirem mulheres, falarem coisas absurdas sobre mulheres né no caso das refugiados. E nada acontece, nem mesmo deles não são expulsos do mbl eles não sofrem nenhuma punição dentro desse movimento, como também não acontece nada com eles além, de como já aconteceu de dizerem que o mandato do Arthur Durval não foi cassado por conta da da violência que ele cometeu em relação a essas mulheres mas sim, porque ele estava batendo de frente com pessoas grandes dentro da política como é a narrativa que o MBL tenta criar nas redes, se vocês forem ver eles mesmo dizem que o Artur Durval não foi cassado por causa das refugiados ucranianas, que ele foi cassado porque ele estava batendo de frente com gente grande, que caçou o mandato dele, assim como o próprio Gabriel Monteiro, que falaram que ele não foi cassado por causa de assédio com assessores com menor de idade por pedofilia. A narrativa que eles criam nas redes do Gabriel Monteiro, é que ele só foi cassado por causa da máfia dos reboques. Então eles também mesmo não acreditam que eles estão sendo cassados por violência contra a mulher, Eles têm outra narrativa pra contar. O Arthur Durval porque ele batia de frente com gente grande dentro da política, esse é o factoide que eles criaram, e o Gabriel Monteiro porque ele batia de frente com a máfia dos reboques, nem sendo que os 2 foram cassados por questões envolvendo mulheres. Violência contra mulheres, mas mesmo assim não foram expulsos dos seus movimentos continuaram fazendo parte desses espaços e só aconteceu de serem cassados realmente porque cometeram violências muito grandes, né? Mas como vocês podem perceber nem mesmo o mbl acredita que eles estão sendo cassados por violência contra a mulher. Eles inventam novas narrativas e propagam em suas redes, E0E0 que eu estou falando é facilmente encontrado no canal do Arthur Durval, e nas redes ainda do Gabriel Monteiro pois os familiares dele continuam publicando coisas em suas redes. E novamente, precisamos regulamentar as redes, porque o Gabriel Monteiro está preso e os familiares continuam criando narrativas em suas redes, pra desmoralizar os políticos que tentaram caçar o mandato dele. Então é importante analisarmos isso, que existe sim recorte de gênero nessas violências, e que a maioria das perseguidas e das intimidadas, são mulheres. Juliana Brizola, Juliana Cardoso, Sônia Bonfim, Isa Pena, Mônica Seixas, até mesmo a bolsa do Republicanos, Amara Lima. Então, eles basicamente escolhem o melhor alvo, que não vai agredilos fisicamente, e que eles vão conseguir intimidar o máximo possível, pra ver vocês indignados revoltados e pintarem imagens de agressivos. Isso pessoal inclusive, aconteceu recentemente debate do vereador mais votado de São Paulo Lucas Pavanatto com outro candidato que era do PSOL, Júnior Freitas, onde está filmado, gravado isso, que durante todo o debate político entre os 2, Lucas Pavanatto que é exMBL, que ainda utiliza dessa estratégia, fala do pai do júnior durante o debate, fala que ele é 1 vergonha pro próprio pai, como que o júnior reage joga copo d'água nele, nas redes sociais Lucas Pavanatto posta que, Júnior Freitas rasgou a camiseta dele. E Isso tudo que eu estou falando pra vocês está gravado. Mesmo gravado, eles criam factoides, eles criam narrativas. Então precisamos entender isso, precisamos regulamentar as redes por conta disso. Porque se cria factoides sem parar e eles vêm a impunidade acontecendo quando o cara que mais cria factoides aqui em São Paulo que é o Lucas Pavanato é eleito com recorde de votos na Câmara Municipal. Então, quando que nós vamos coibir essas violências, quando que a gente vai evitar essas perseguições? Quando Lucas Pavanatto ou outro estiver sentado junto com vossas excelências na comissão, mandato de outra pessoa, que é o mesmo que persegue e intimida mulheres aqui em São Paulo onde eu moro atualmente, invadem ocupações, invadem escolas, invadem hospitais, invadem universidades. Vão continuar invadido por quanto tempo e postando em suas redes por quanto tempo? Então é isso, né? A gente percebe que é o modo superandi e que ele só vem a impunidade. Os únicos que são bonitos são os que reagem. E isso é muito irônico, porque basta reagir, ao MBL, que eles fazem de tudo pra caçar o mandato da pessoa. E perceba que é orquestrado porque primeiro tentaram caçar o mandato de Samia Bonfim enquanto ainda era vereadora e agora estão tentando caçar o mandato de seu marido, Glauber Braga. Eles escolheram alvos bem definidos, isso está posto pra todo mundo. Eles escolheram casal específico e qual que vai ser o próximo. Isso que é o perigoso de pensarmos. Obrigado Caroline. Deputada Luciene Cavalcante.

04 de dez, 13:37
#53
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5 minutos. Não é isso? Sim. Aí foi. Eles querem que alguém que vem de onde nós vem, seja mais humilde, abaixe a cabeça, nunca revide.

04 de dez, 13:49
#54
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Finge que esqueceu a coisa toda. Eu começo aqui a minha intervenção, com música, com o Emicida, com a cultura, como 1 forma de abraço a você, companheiro Glauber, pra dizer, que, os profissionais de educação desse país, que os trabalhadores desse país, que quem faz cultura, que quem movimenta as estruturas desse país está enfileirado ao seu lado. Quero dizer, que, é o meu primeiro mandato aqui. E é notório que nós estamos, e todo mundo que já está aqui há mais tempo do que eu, fala de que a gente está atravessando o congresso mais, avesso às práticas democráticas. A gente já assistiu e testemunhou aqui de tudo, de tudo. É assim, usase a tribuna, usase o escudo necessário da imunidade parlamentar para ações criminosas. São inúmeros os pedidos de quebra de decoro parlamentar, que estão na mesa do presidente desta casa, ou caminhando para a presidência dessa comissão. E depois de tudo que a Caroline brilhantemente falou sobre o que significa esse essa farsa de movimento que é o mbl, que é 1 organização criminosa que atua corroendo, que saíram os porões dos esgotos do nosso país, e vem corroendo a nossa democracia, porque o dissenso, o debate, a diferença, tudo isso faz parte do processo democrático. A gente pensar diferente, a gente discutir ideias. Agora, a perseguição, o assédio, essa prática fascista que essas pessoas utilizam, isso não cabe dentro do processo democrático. E nisso a gente não pode ter dúvida. E aí a gente olhando pra tudo que já foi feito nessa casa, infelizmente. E aí a gente tem apenas 2 processos que foram abertos aqui no Poética. Que só foi aberto após a prisão, que é de deputado indiciado, investigado, de planejamento e mando do assassinato de 1 vereadora eleita Mariely Franco, que é o deputado Brasão, que não por acaso o seu processo não foi apreciado até hoje no plenário dessa casa. Nós estamos, há poucas semanas, há poucos dias de terminar esse período legislativo. Ele até hoje, de dentro da cadeia, segue gozando das prerrogativas, dos salários, do dinheiro do povo. É essa situação. E o outro processo aberto por essa casa, é contra o nosso companheiro, Glauber, que tem 1 história de luta, 1 trajetória e peço só mais tempo pra poder concluir, presidente, 1 trajetória de luta, de resistência ilibada. São vários mandatos, são vários mandatos, nunca, nenhum processo respondido, criminalmente, em outras esferas, nunca teve envolvido em nenhum caso de corrupção. E é essa pessoa que após reagir com a energia legítima necessária, defendendo não apenas a si mesmo, mas defendendo todos aqueles que votaram e o elegeram de forma legítima defendendo os princípios dessa casa, defendendo a democracia, colocou pra fora aquilo que não cabe na democracia. Perseguição, assédio, manipulação não cabe dentro do debate democrático. E foi isso que foi colocado pra fora dessa casa, pelo deputado Glauber. E isso, infelizmente, de 1 forma, no meu ponto de vista, que é constrangimento coletivo pra todos nós deputados e deputadas que lutamos pela democracia, que lutamos, que vez 1 tentativa de golpe no nosso país, aquilo são fatos reais. Aí a gente vê esse constrangimento desse julgamento. E a pergunta que eu gostaria de fazer, ao deputado Glauber, é, o porquê que a gente chega nessa situação? De apenas terem esses 2 pedidos, aceitos, de abertura de processo de cassação, porque o que me parece e é público e é notório e é falado, que há processo de perseguição. Então veja, nós, do do movimento de esquerda progressista enfrentamos a perseguição fora dessa casa, por essa organização criminosa do MBL, chegase aqui, no nosso local, de trabalho, de atuação, onde deveria ser ambiente seguro, protegido para a democracia, ele me parece que está havendo 1 nova perseguição contra o senhor. Só que não é 1 perseguição simplesmente contra o Glauber, e isso a gente precisa falar em. Com som, é contra tudo o que seu mandato popular representa. É contra 1 sociedade justa, igualitária, antirracista, que enfrenta e combate o machismo, que defende os trabalhadores, que quer ver a justiça social, que quer que a nona economia do mundo, não tenha milhares e milhares de criança, morrendo de fome, ou de pessoas sendo arremessadas pela ponte, como a gente viu, acontecendo no estado de São Paulo, estado mais rico desse país. Então é contra essa é a perseguição é contra tudo isso. E queria aqui terminar deixando essa pergunta, pro senhor deputado Glauber, e lembrar, Brechet, que diz, do rio, que tudo arrasta, se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas às margens, que o oprime. O que o senhor fez foi 1 manifestação legítima, agiu com o rigor necessário pra defender, o senhor e tudo o que o senhor representa inclusive a a democracia. Tem o nosso apoio a nossa solidariedade e eles não passarão, e Glauber fica.

04 de dez, 13:49
#55
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Inscrições aqui, nós tínhamos também o Tarcísio Mota, deputado que está ausente numa outra comissão, com isso, a testemunha Caroline Lós está dispensada, não havendo mais quem quer usar a palavra, agradeço a sua presença virtual, senhora Caroline Sardot Lós, e declaro finalizada sua oitiva. Passamos pra etapa final dessa sessão longuíssima, que é a oitiva do representado, deputado Glauber Braga. Para o bom andamento dos trabalhos vamos adotar os seguintes procedimentos. Inicialmente o representado usará a palavra para as suas considerações pelo tempo de 25 minutos prorrogáveis a critério deste que agora preside a sessão. Em seguida será dada a palavra ao relator deputado Paulo Magalhães para as suas indagações que também poderão ser feitas em qualquer momento. Logo após farei a chamada dos parlamentares inscritos para inquirirem o representado de acordo com a lista de inscrição, chamando primeiramente os membros do conselho que terão o prazo de 10 minutos para formularem suas perguntas, com 3 minutos para réplica. Será concedido aos deputados que não integram o conselho a metade do tempo dos membros, 5 minutos, e 3 minutos para réplica. O deputado que usar da palavra não poderá ser aparteado e o representado não será interrompido, exceto pelo presidente ou pelo relator. Após os questionamentos dos parlamentares será dada a palavra aos advogados de defesa, exclusivamente para inquirir o representado se assim desejarem. Será concedido prazo para comunicações de liderança conforme artigo 66, parágrafo primeiro do regimento interno dessa casa. Os vicelíderes poderão usar a palavra pela liderança mediante delegação escrita do líder. Assim a gente espera até meianoite encerrar essa sessão. Dando início a oitiva indago ao representado se prefere tomar assento à mesa como já está com muita honra, e passo a palavra ao deputado Glauber Braga por 25 minutos. Presidente.

04 de dez, 13:58
#56
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Deputado Chico, antes dos 25 minutos, eu queria dirigir e eu pediria, pouco da paciência, eu queria dirigir, 2 questionamentos ao relator, caso ele se sinta à vontade e possa responder porque na prática relator, esse vai ser o meu último pronunciamento antes da apresentação do relatório de vossa excelência. Então a primeira pergunta que eu faço é, se o senhor considera que já tem elementos suficientes pra apresentação do seu parecer? E a segunda pergunta que eu faço, diz respeito diretamente ao que, ou em relação ao que, eu tenho que me defender nesse momento. Por quê? Quê? Nós estamos falando exclusivamente do fato do episódio, em que eu reagi à provocação do sujeito do mbl que no total foram 7, ou eu tenho que me defender em relação ao conjunto de episódios elencados na inicial? É porque vossa excelência reafirmou esses outros episódios, no momento em que indeferiu, a nova oitiva do deputado Kim Kataguiri. E aí, evidentemente, se o senhor me disser que é importante, eu elencar cada desses episódios mencionados, parte significativa dos meus 25 minutos vão ser voltados, pra fazêlo. E o senhor disse, no documento, de defesa, que aqui nesse processo, se julgava ou se avaliavam 5 episódios. A suposta agressão ao senhor Gabriel Costenário. 2 ao senhor Kimka Taguiri, 3 elogio a conduta do deputado Fernando Mineiro, que tem 1 relação direta também com o MBL, e 1 agressão sofrida pelo deputado Fernando Mineiro do MBL. E a partir então do quarto ponto, só trata de outros elementos. Diz respeito ao presidente da câmara dos deputados, em sessão de 30 e de maio de 2022, e tumulto em sessão da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado ocorrida em 9 de abril de 2024. Imagino que esse quinto ponto já tenha sido devidamente respondido pelo deputado Alberto Fraga, no momento em que ele se converteu na prática em 1 testemunha de defesa, quando teve a oportunidade de prestar o seu testemunho e depois as informações a esse conselho. E no que diz respeito ao presidente da câmara, o deputado Arthur Lira, aqui está se remetendo a episódio de maio de 2022, que já foi inclusive também alvo de representação nesse conselho de ética e devidamente arquivado. Digo isso, relator, porque é muito importante na formulação da defesa eu tratar de todos os elementos. E gostaria de saber se vossa excelência já tem elementos suficiente pra formação de convicção, e se a minha manifestação se faz em relação ao conjunto de itens elencados então na inicial, e reafirmados pelo senhor na negativa da oitiva do deputado Kim Kataguiri. E explico. Eu preciso saber do que eu estou sendo acusado pra fazer a formulação da minha defesa. Se o senhor disser que são esses pontos que estão aqui colocados, ok vamos enfrentar o conjunto dos pontos. Mas se o senhor disser que não, evidentemente isso vai ter 1 relação direta com a articulação da defesa que eu vou apresentar. O senhor se sente confortável de responder alguns desses questionamentos? Senão eu já inicio a defesa no período de 25 minutos. Deputado Glauber.

04 de dez, 14:01
#57
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Eu estou aqui para ouvilo. E no seu depoimento, hoje ou na sua fala, eu vou consolidar o meu posicionamento. Obrigado. O que eu peço.

04 de dez, 14:06
#58
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É que então, depois do depoimento de hoje, e das respostas que o senhor vai ter aos questionamentos formulados e outros parlamentares, que a gente possa imediatamente então votar essa admissibilidade, ou não a admissibilidade já foi votada, o que venha como resultado das oitivas pósadmissibilidade, e eu queria fazer 1 solicitação ao senhor e ao presidente do conselho, pra que já marque, na semana que vem, no dia 11, a possibilidade de que esse julgamento seja realizado de maneira definitiva. Desde o início, eu disse que, a minha defesa se baseava, em 3 pontos, que são públicos. Primeiro, que eu trataria especificamente, da minha reação ao provocador. E nesse sentido, eu queria começar a defesa pedindo a exibição de 2 vídeos. Eu gostaria de pedir que nesses momentos houvesse a a tolerância com o tempo. Só para registrar, só para registrar minutinho, só para registrar bem do bom processo aqui, que esses 2

04 de dez, 14:07
#59
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Foram apresentados previamente pelo representado e constam da defesa, portanto inteiramente legais e legítimos.

04 de dez, 14:08
#60
 Início da Apresentação do Vídeo
Início da Apresentação do Vídeo

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04 de dez, 14:08
#61
 Término da Apresentação do Vídeo
Término da Apresentação do Vídeo

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04 de dez, 14:10
#62
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O vídeo, teve algum problema no áudio que não ficou sincronizado, mas eu acho que ficou bem evidente assim. Foram 7 episódios, até que acontecesse o que aconteceu no corredor da câmara, mas parte desses 7 episódios, relator, foram depois inclusive da representação ao conselho de ética, e da votação da admissibilidade. Eu gostaria que fosse colocado agora segundo vídeo, que foi resultado de ataque que veio depois da votação da admissibilidade desse conselho, por favor.

04 de dez, 14:10
#63
 Início da Apresentação do Vídeo
Início da Apresentação do Vídeo

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04 de dez, 14:10
#64
 Término da Apresentação do Vídeo
Término da Apresentação do Vídeo

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É o

04 de dez, 14:11
#65
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04 de dez, 14:11
#66
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Obrigado deputado Glauber, dando início agora dando continuidade a essa etapa final das oitivas aqui com a palavra o relator deputado Paulo Magalhães para inquirir o representado se assim o desejar.

04 de dez, 14:36
#67
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Senhor presidente, deputado Glauber Braga, meus senhores e minhas senhoras. Ovi atentamente, e tinha eu preparado algumas perguntas para vossa excelência. Mas vossa excelência discorreu, e, por 1 série de fatos. Mas eu me detive no vídeo, e no vídeo, eu não vi nada que pudesse, mudar o meu pensamento. Quanto ao presidente Arthur Lira, eu não tenho procuração para defender o presidente Arthur Lira, e ele, se quiser que se defenda na justiça se assim achar necessário. Quanto, ao relatório final, fique certo doutor deputado Glauber Braga, eu serei fidedigno ao que vi o que eu vi. E ao depoimento de algumas testemunhas. Mas, vou usar todo o tempo, que minha ideia é dado o direito. E serei como disse anteriormente, serei fidedigno a todos os elementos que me foram apresentados. Senhor presidente, não tenho mais nada a acrescentar. Obrigado.

04 de dez, 14:36
#68
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Paulo Magalhães. Primeiro primeira oradora inscrita, já que, não há nenhum membro do conselho, presente, evidentemente exceto o relator e eu que presido a sessão nesse momento, nenhum membro presente justo no, momento mais importante desse longo processo. Eu não direi que falta ética aos membros do conselho de ética mas falta tempo para algo importante nessa função. As nossas agendas hoje, estão sendo totalmente alteradas, porque a gente dá valor em nome da ética e do decoro parlamentar e da justiça, pra que ela seja feita de fato. Então, Primeiro orador inscrita deputada Sâmia Bonfim pelo prazo de 5 minutos. Presidente. Pois

04 de dez, 14:38
#69
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Depois depois dos deputados a Só só só queria pedir, né o. O advogado Após os parlamentares os advogados têm todo o direito de falar. Obrigada presidente. Bom, o senhor mencionou e eu vou reiterar eu acho que o esvaziamento desse plenário justo no dia de hoje que é o dia do depoimento do acusado ele é muito sintomático do que se tornou esse processo aqui no Conselho de Ética, algo completamente injustificado, descabido, acho que se trata evidentemente de 1 perseguição e de 1 falta de proporção diante dos fatos que aconteceram. Eu não tenho a menor dúvida de que temas gravíssimos não foram aqui abordados, temas gravíssimos que aconteceram por parte de outros parlamentares. Mas que temas gravíssimos foram trazidos pelo deputado Glauber com relação à atuação do grupelho chamado MBL, atuações gravíssimas sobre o presidente da Câmara. O relator Paulo Magalhães disse, e é verdade, não tem procuração e também não há motivo, pra fazer 1 defesa do presidente Arthur Lira, ele tem os meios dele, seus próprios advogados, que responda na justiça e eu sinceramente espero que ele responda na justiça, e responda no povo brasileiro, diante do povo brasileiro, por todo o mal que fez, não só nesses casos estados pelo deputado Glauber Braga, mas por todo o mal que fez à nação, seja no compadril junto ao expresidente da república golpista Jair Bolsonaro que aliás até agora, o senhor Arthur Lira não deu 1 nenhuma, meia declaração, repudiando a tentativa de assassinato do presidente da república, do vicepresidente da república, de ministro do Supremo Tribunal Federal e também da tentativa de golpe de estado que era parte dessa operação. E todos os demais crimes contra o país, como o orçamento secreto, os escândalos de corrupção, e agora essa perseguição descabida ao deputado Glauber Braga. Eu queria, deputado, perguntar, quais são as razões você já mencionou algumas, mas quais seriam as motivações dessa perseguição? Por qual motivo, além desses fatos já apresentados, o seu mandato está sendo perseguido? E o que que explica afinal de contas esse processo se arrastar até agora e de acordo com o que disse o relator, poder se arrastar inclusive se a gente for considerar todos os prazos mais alargados possíveis, pode se arrastar inclusive pro ano que vem, pra fevereiro do ano que vem. Ainda que o senhor tenha feito o correto apelo pra que o mais rápido possível já se faça a a definição do voto. E por que que é importante que o voto seja feito de rapidamente? Porque nós já estamos há meses nos debruçando sobre esse assunto. Você sabe que algumas punições elas podem não se apresentar no voto. Mas só o fato, do processo estar se arrastando, dessa injustiça estar se perpetuando, no meu ponto de vista já mostra 1 maldade, contra o deputado Glauber, 1 forma de tentar fazêlo ficar por meses debruçado sobre assunto e tendo que se defender daquilo que nem teria necessidade. Tem que se defender do que afinal de contas? O sujeito eu persegui por diversas vezes. Semana passada vem outro sujeito do mesmo grupo fazer a mesma coisa. Estou querendo esgarçar algo que evidentemente é grande absurdo, 1 grande farsa montada. Então eu queria que você nos dissesse pouco mais de quais seriam as motivações, por que que nós chegamos até aqui, por que que o processo está levando tantos meses, por que que pode elevar mais alguns meses afinal de coisa por que esse absurdo todo esse teatro de horrores está acontecendo ainda agora no mês de dezembro, eu acho que é importante que o povo brasileiro tenha o detalhamento dos fatos, porque nada justifica, que isso ainda esteja acontecendo a não ser podres poderes muito fortes que não se conformam com o mandato combativo atuante defensor dos direitos do povo, e que não têm medo de cara feia e de enfrentar quem se coloca a serviço de 1 política de destruição, de autoritarismo, do golpe de estado, do negacionismo como foi nos anos de pandemia que o Brasil enfrentou, de retaliação aos adversários políticos como ele fez comigo por exemplo quando cortou, sem nenhuma justificativa, a a escolta a qual eu tinha direito, enfim, se o senhor pudesse se debruçar pouco a respeito disso acho que seria importante obrigado. Obrigado deputada.

04 de dez, 14:39
#70
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Tânia, deputado Glauber, sabe?

04 de dez, 14:45
#71
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Sabe qual é o resultado disso? Eu não estou dizendo que seja a intenção do relator, mas o resultado prático. É que essa não definição ou esse não voto, vai jogar esse processo pro próximo ano. E eu vou passar durante todo o mês de recesso parlamentar, com provocadores, do MBL ou de outras forças políticas, fazendo provocações em espaços públicos, pra que se reaqueça esse procedimento, pra que aí no próximo digo não está vendo? Está vendo como ele é? É isso. Essa representação relatora é do mês de abril. De abril pra cá foi abril maio junho julho agosto setembro. Sabe quantas vezes eu procurei alguns desses elementos em alguma das atividades pra provocálos? Nenhuma. Sabe quantas vezes esses elementos foram atividades nossas, pra nos provocar durante esse período? Várias vezes. Então vamos arrastar mais tempo. O resultado prático disso é que é mais tempo, pra que provocadores possam, estar mais 1 vez utilizando as suas táticas de desestabilização. E aí eu preciso então ser 1 pedra de gelo. Eu preciso não reagir em hipótese nenhuma às provocações que vão continuar acontecendo. Porque se eu reagir em alguma dessas provocações, vão dizer está vendo? Olha aí o encrenqueiro, Olha aí o brigão. É como eu me sinto. Posso até tentar ser 1 pedra de gelo, mas não consigo mesmo, não adianta. Não adianta. Eu queria ver. Queria ver. O presidente da câmara, sem as prerrogativas e os poderes que tem, vivendo por meses a fio, nas ruas, sendo abordado por perseguidores. Qual que seria a reação dele a esse tipo de ato de provocação? Ele chamou, no plenário, em circunstâncias específicas né? E ali, em evento, já o fez. Imagine sendo submetido, a essa pressão permanente e essa provocação permanente no espaço público, que eu não estou falando aqui, Luiz, mais 1 vez te cito meu companheiro. Luiz que milito faz política comigo há 25 anos, me pede que eu não ande sozinha dentro da câmara dos deputados. É natural isso? É natural negócio desse? Então se eu não ando sozinho dentro da câmara dos deputados como é que eu me como é que eu ando em outros lugares, né? Porque sempre pode ter provocador à espreita, esperando, pra depois vir a versão, olha aí, olha aí. O deputado, violento, agressivo. Se vocês me perguntarem quem pagou o Gabriel Costenaro, não sei. Ganhou dinheiro pra fazer o que faz? Com certeza. É pago pra fazer isso. A quem que pagou? Não posso precisar, não vou ser leviano. Eu só falo aquilo que tenho certeza e convicção. Agora saiu de campo, né? Saiu de campo porque o bicho pegou pro lado dele do ponto de vista judicial. Deputada Sami, procurando ser o mais objetivo possível, eu, lamento, a posição do relator de procurar arrastar mais esse processo. Se já tem todos os elementos pra fazer o julgamento e disse que o que tinha de, dúvida ainda, poderia ser tirada no vídeo e que o vídeo na avaliação dele não complementou em nada a sua avaliação. E diz mais, diz que não tem nenhuma pergunta mais a fazer a mim? Com todo o respeito, o relator, isso só me leva a entender que a convicção pra formação do voto já está dada. Porque o senhor não apresentou 1 dúvida sequer a mim. De episódio, acontecimento. Se o relator da matéria não tem nenhuma dúvida, ou nenhum questionamento a fazer a mim. Se os deputados que apresentaram a representação, o partido que apresentou a representação não tem coragem de vir a esse conselho pra fazer o debate. Se o MBL e o seu parlamentar, da mesma forma não se apresentam mais pro debate depois das denúncias gravíssimas de articulação com nazistas, eles não se fazem mais presentes. Nós estamos esperando mais o quê? O quê? É pra eu ficar pendurado? É pra aquilo que eu digo ficar sendo avaliado pra saber se eu estou sendo suficientemente polido, para não ser polido, eu não vou mudar. Eu não vou mudar a linha de orientação sendo exercida, debatida, dialogada, mas eu não vou retroagir com essa linha em nome desse processo, né? E repito, não estou dizendo que essa foi a intenção do relator, Mas estou dizendo que o efeito prático dessa não decisão depois de todos os elementos formatados, o elemento prático é, tentar manter mandato, manietado. Não vai. Estou cansado. Cansadão. Estou bem cansado disso. Estou cansado, mas não desisto. Vamos em frente.

04 de dez, 14:45
#72
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Padre João PT Minas Gerais. Agora sim. Presidente.

04 de dez, 14:52
#73
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Carlos Glauber Braga, nós trazendo. Mais que solidariedade né, é trazer talvez aqui depoimento, pela a sua inteligência, a sua dedicação, a sua persistência, sua firmeza, ela de fato leva muitos a se invejar do mandato de vossa excelência. Essa é a verdade. Seu compromisso com as políticas públicas com o estado brasileiro, compromisso com o direito do cidadão, e de não se render a interesses como muitos aqui infelizmente. Interesses pequenos interesses familiares, interesses de grupos econômicos. Então isso tudo vossa excelência incomoda, vossa excelência incomoda e é bom que seja assim, é bom que sempre incomodou e que continue incomodando, porque pra muitos é é a negação do Estado para a maioria para os mais pobres, e o estado pleno para 1 minoria mais econômica né? Então é perseverança mesmo. E o mandato popular é isso, mandato não é de vossa excelência, mandato do povo e o povo da diretrizes então esse escuta parabéns e firmeza muita força, força do povo, força Nossa é pra perfil, né. E, e se posso também é fazer esse apelo, ao em que o regimento permita ao autor ao relator deputado Paulo Magalhães, mas é é entender. E em que penso que vossa excelência tenha tempo regimental mas é possível, desse tempo oferecer, o o relatório sem precisar de cumprir esse tempo. Porque na verdade é 1 tortura. É 1 maneira de ir torturando e, e levar a pessoa a cansaço pra se entregar, mas ele, deputado Glauber tem a força própria e a força do povo com 1 força maior, e que embasa esse mandato popular. Deputado Glauber e relator, eu mesmo deputado Paulo Magalhães, eu, aqui em tempos anteriores, fui deixado, deixado, AAA 1 situação de vulnerabilidade. E, outros militantes que estavam aqui dentro, dessa casa, eram foram também agredidos. Pela própria polícia legislativa. Então, havia tratamento diferenciado da polícia legislativa, pra alguns deputados os populares aqui dentro não podia nem chegar perto. E era usado spray de pimenta, e usada, e e força física também, protegendo os deputados. Isso foi no processo então da educação da educação da Dilma tivemos isso várias vezes aqui, da da da reforma de muitos momentos, então não dá pra entender que quando deputado, porque é da esquerda, presidente, e e é insultado, é provocado, não teve 1 atuação da própria polícia legislativa, pra afastar porque é 1 era prática, que sempre foi assim. Não precisava de ser 1 ação do próprio deputado, mas na omissão da polícia legislativa às vezes leva porque ninguém tem sangue de barata cara, quer dizer, ninguém tem sangue de barata. Toleráveis as coisas. Então força Glauber, fica Glauber, Brasil preciso de vossa excelência, estado brasileiro preciso de vossa excelência com a determinação que tem, com a firmeza que tem, com a consciência que tem, da concepção do estado. Espero que se faça justiça, a verdadeira justiça é preservar o mandato popular, só o povo que pode retirar o mandato de vossa excelência. Obrigado. Deputado Glauber. Agradecer ao deputado padre, João, pelas palavras, pela

04 de dez, 14:53
#74
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Eu queria deixar evidente, 1 coisa inclusive por dever de justiça. Na última semana, os ataques de outros 2 provocadores, a responsabilidade não foi da polícia legislativa que chegou ao local, até com alguma brevidade, e nesse caso específico teve da minha parte a responsabilidade de não pedir que aqueles sujeitos fossem retirados imediatamente então eu assumo essa minha responsabilidade né? E eu queria, deputado padre João, falar de 1 preocupação. O senhor se dirigiu ao relator, e pediu que finalizasse esse processo, né? Ele já passou da hora assim como eu fiz, e o relator disse que não o fará, que vai levar ao limite do prazo. Eu só espero, e digo mais 1 vez que isso não como intenção do relator, mas como fato, isso não seja utilizado por outras forças políticas, mais especificamente o presidente da Câmara dos Deputados, o senhor Arthur Lira ou quem vem a sucedêlo, pra fazer a maldade política de colocar em votação esse processo no mesmo dia do senhor Chiquinho Brasão. Porque não há motivo regimental, para que o senhor Chiquinho Brasão já não tenha tido o seu mandato levado à avaliação do plenário, ou tem algum prazo que até agora não tenha sido cumprido. Todo prazo já foi cumprido, já está apto a fazêlo. Aí dia desses, chega 1 pessoa pra mim e pergunta, Glauber, não estão querendo empurrar pra que o seu processo seja avaliado junto com o Chiquinho, o Brasão no plenário? Eu falei eu não posso afirmar isso. Agora no conselho de ética, isso foi feito. Isso gera 1 situação que de alguma forma é de constrangimento à esquerda. Porque a esquerda vai, celebrar a responsabilização do Chiquinho Brasão, ou vai achar ruim eventual processo de punição contra mim? Tentar levar isso há mais tempo, pra eventual julgamento do plenário futuro, se for essa a tentativa de alguém e repito, não estou dizendo que é a intenção do relator, mas que alguém se utilize disso para tentar fazer isso no plenário da câmara, é algo que preventivamente tem que ser denunciado desde já, né? Se alguém tentar se utilizar disso, com esse objetivo. Obrigado, deputado Padre John. Obrigado. 1

04 de dez, 14:58
#75
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De prazos, inclusive ao nosso relator, formação do conselho de ética. A representação do Persol, contra o deputado Chiquinho Brasão, acusado de ser dos mandantes do assassinato de da vereadora Marielle Franco. Durou 6 meses no conselho, e os que representaram sempre presentes, é bom lembrar isso. A representação do partido novo contra o deputado Glauber Braga, já passa de 7 meses. Depois de definida, a posição quanto à representação no conselho de ética, em caso de, recomendação de cassação, como foi o caso do ainda deputado Brasão, tem o recurso à CCJ. E depois o presidente da Câmara, ele tem esse poder discricionário, pode colocar em votação no plenário. Em até 2 sessões, da casa já ocorreram muito mais, ainda que se possa olhar ah é extraordinário então não conta, mas é óbvio que, o presidente da Câmara tem a prerrogativa de levar pro plenário. Já se passaram pra ver viu, deputado Glauber que, a agonia da não decisão, pode continuar mesmo depois da decisão do conselho de ética caso ela não seja pela absolvição do representado. No caso do Brasão, estamos esperando eu já falei pessoalmente com o presidente Lira, ele não respondeu. E acho que é respeito ao próprio trabalho do conselho de ética né? Que se dedicou, ouviu muitas testemunhas, e decidiu, já são 3 meses e 8 dias, com aquela resolução tomada por órgão colegiado da casa que o plenário não aprecia. E é prerrogativa do presidente colocar isso na pauta. Então, eu também só espero muito que não haja essa intenção espúria que não há de ser a de nenhum de nós aqui, de aproximar os 2 casos diametralmente opostos e botar numa sessão, sei lá, em que, mês de 2025, a apreciação pleno plenário do pedido de cassação do deputado, Brasão, e de eventual pedido de cassação do deputado Glauber. A melhor forma inclusive de impedir esse escândalo, é não ter nenhum pedido de cassação pro deputado Glauber. Aí essa preocupação não vai existir, mas claro, tudo depende do relator indicado pra essa tarefa. Não tem mais nenhum deputado inscrito, a defesa do Glauber, os advogados, pedindo a palavra, tem todo direito. Que? Lideerais. Ah sim. Obrigado senhor presidente. É só

04 de dez, 15:01
#76
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Simples e mas parece importante presente caso, levando em consideração deputado Glauber tudo já que foi apurado até aqui nesse longo período que a gente passou, Levando em consideração ainda que o o micro sistema jurídico aqui da câmara, agora passou a adotar também o Código de Processo Penal, o que leva então, a gente trazer como consequência princípios constitucionais atinentes ao ao ao direito penal, inclusive quanto à questão da legítima defesa, porque inclusive o Código de Processo Penal foi aplicado até pra afastar as testemunhas que eram tão importantes pra serem ouvidas aqui. Eu pergunto pra vossa excelência, se o episódio, que já foi como foi bem demonstrado aqui, não foi nada, foi nada aliás, se a sua atuação ali ela foi para repelir 1 injusta agressão, isso já pensando exatamente nesse nessa aplicação do direito penal no presente caso tendo em vista todos os acontecimentos que levaram a a sua própria defesa e defesa da instituição e de outra. Sem dúvida, doutor Alberto. Foi pra.

04 de dez, 15:04
#77
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Pra poder repelir injusta agressão, nesse caso. E não foi, não chegou a tal ponto nos outros 6 episódios, porque outras pessoas, companheiros, pessoas próximas, se colocaram em vários momentos como barreiras humanas, pra que o provocador não chegasse perto. 7 vezes, é importante a gente repetir isso, foram 7 vezes. Então, foi pra repelir injusta agressão sem nenhuma dúvida. Senhor Presidente, sem mais perguntas obrigado. Pois não. Obrigado doutor Alberto.

04 de dez, 15:06
#78
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Não há mais quem queira usar da palavra nessa longa sessão. Estão desejando, nós temos ainda sessão na semana que vem? Agora Pode encerrar a instrução pra abrir o prazo do relatório? Sim, encerrada a instrução probatória abre o prazo pro relator, se pronunciar apresentar o seu parecer. Vamos aguardar com ansiedade e senso de justiça. Agradeço a todos, desejo que a gente possa ter de justiça paz, esperança e luta. Muito obrigado vamos em frente.

04 de dez, 15:07