CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS

4 dez. 2024 06:51 às 09:50

Sobre o Evento

Reunião na Câmara dos Deputados sobre agroecologia, soberania e segurança alimentar, com diversos representantes e participação ativa do Deputado Padre João e Elizete do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste.

Status
Concluído
ID: 75193Total: 71 discursos
#1
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Bemvindas, bemvindos, desculpa aí o atraso. O atraso pra começar, algumas pessoas também tiveram dificuldade também pra chegar. A quartafeira aqui ela é muito disputada, não tive não conseguimos espaço nas comissões, lá do corredor das comissões, é é o dia que tem maior concentração, cada deputado no mínimo na quartafeira de manhã tem umas 3 reuniões quase simultâneo, deputado Nilton Tato está aqui já está tempo e hoje tá tendo a votação do orçamento nas comissões, cada comissão tá escolhendo então vocês desculpe aí o transtorno, estou aqui com a Elizete movimento Mulheres Trabalhadores do Nordeste. Vamos tentar aqui coordenar mas todos vão estar nos ajudando também pra ninguém sair engasgado, ninguém sair daqui sem ter falado o que deveria e o que gostaria também. Como somos muitos que bom que somos assim também que pra estar falando a gente vai estar compondo aqui primeiro com os movimentos sociais e seguida depois a mesa com os representante do governo. Com essa exceção da da e vai ter exceção que nós vamos ficar sabendo aqui rápido né? Primeiro a gente convida pra estar aqui conosco doutor Pedro Luiz Gonçalves Serafim. Doutor Pedro Serafim que é coordenador geral do Fórum Nacional de combate aos impactos dos agrotóxico e transgênicos do GT Agrotóxico do Ministério Público do Trabalho. Guerreiro de luta, doutor Pedro. Aí vê se chama doutor João de Menezes. Está ligado já? Acho que está.

04 de dez, 09:51
#2
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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E aí a gente pede que todo mundo é sentem né, porque a gente já começou atrasado e a gente tem pressa em discutir tema tão importante como é a questão da agroecologia e de alguma, de outros temas que nos interessa muito. Então sem mais delongas eu também vou chamar para mesa é o senhor Jorge mesa representante das Nações das organizações da Organização das Nações Unidas para alimentação da agricultura no Brasil.

04 de dez, 09:53
#3
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Nilton Tato que é o presidente da Frente Parlamentar do Meio Ambiente. Ela se chama. Eu não sei. E também a gente gostaria de convidar

04 de dez, 09:54
#4
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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1 forte, né? Secretária executiva da secretaria geral da presidência da república. Kelly,

04 de dez, 09:54
#5
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Está também numa participação remota o deputado estadual Leleco Pimentel que nos ajuda também na frente o parlamentar de segurança alimentar da Assembleia Legislativa Belo Horizonte, Minas Gerais, né? Bem, sem sem mais demoras.

04 de dez, 09:54
#6
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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A Kelly está com compromisso com o presidente da república ia ficar pra fazer né pra estar a gente com a gente aqui ouvindo as nossas as nossas demandas mas infelizmente ela não vai poder ficar vai fazer 1 saudação e vai ter que se retirar então a gente começa por você Kelly

04 de dez, 09:55
#7
Secretária-Executiva da Secretaria-Geral da Presidência da República Kelli Mafort
Kelli Mafort

Secretária-Executiva da Secretaria-Geral da Presidência da República

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Oi bom dia todas as pessoas a Lizete já deu 1 já deu a o meu caminho da retirada né infelizmente eu vim organizada para ficar mais tempo mas esse final de ano as agendas são muito imprevisíveis e fui convocado agora para essa agenda as 10 horas então eu realmente terei que fazer 1 fala muito breve mas agradeço muito o convite Padre João é por estarmos aqui na secretariageral da presidência estou aqui representando o ministro Márcio Macedo gostaria de saudar é o trabalho feito aqui pelo Padre João pelo deputado federal Nilton Tato e por todos os parlamentares que estão de maneira tão dedicada a essa agenda há tantos anos né através dessa grande iniciativa é que é o nosso pinara é que obviamente ele se relaciona de maneira concreta com esse processo também que nós estamos vivenciando né ao longo dos governos para estabelecimento do pronara queria saudar também aqui o Doutor Pedro Serafim que é coordenador do Fórum Nacional de combate aos impactos dos agrotóxicos e transgênicos e também subprocurador do Ministério Público do Trabalho 1 alegria poder estar aqui junto com o senhor só da Elizete que está nos coordenando Elizete que ela é membro né da nossa cenapo está obrigada lá na secretariageral da presidência e em nome dela saudar também todos os movimentos sociais presentes as nossas tantas companheiras e companheiros né de luta mas principalmente companheiras né com muitas mulheres né aqui na frente é saudar também é o Jorge mesa ele quer representante da fauna colega de outras de outras caminhadas que está aqui também conosco dividindo essas essas a trincheira né da defesa da alimentação humana adequada saudável então é prazer também poder estar aqui com você Jorge tão rapidamente gostaria de reiterar que o compromisso do governo brasileiro com a agenda da agroecologia e da produção orgânica é lamentavelmente nós estamos falando de 1 agenda que precisa ganhar mais força porque é 1 agenda que já conta com atraso que é o atraso de 10 anos que é o atraso justamente dos nossos esforços coletivos enquanto o movimento social sociedade civil instituições de justiça e também do executivo e do Legislativo em relação a essa agenda do programa nacional de redução de agrotóxicos esse atraso de 10 anos ele se deve também a 1 conjuntura que é 1 conjuntura que por vezes impôs que a gente não olhasse devidamente para a saúde para o meio ambiente e para as necessidades humanas e isso trouxe já muitos prejuízos muitas perdas de vida humana muitas perdas para o nosso meio ambiente para nossa agricultura e para resiliência do nosso país mas sob a coordenação a determinação do presidente Lula neste governo nós temos as condições concretas para poder avançar nessa agenda que é tão necessária necessária para os agricultores e agricultoras que vivem da terra que produzem alimentos é necessária também para quem está nas cidades e se alimenta né desse dessa dessa comida que tem que ser saudável é necessária né para a sociedade como todo Porque de fato nós vivemos tempo histórico de Emergências que nos impõem também que nós tenhamos muita muito Rigor e muita pressa e assim também é como determina o nosso presidente Lula ele disse anunciem coisas que sejam concretas e que mudem a vida das pessoas na prática não digam coisas que não param em pé então o terceiro planapo ele veio para poder anunciar coisas concretas e entre elas abrir o caminho para que a gente pudesse estruturar o pronara que já é 1 realidade ele já existe são muitas ações já em curso mas obviamente que ele precisa ser melhor estruturado e esse é o nosso esforço então o Executivo junto com as instituições de Justiça junto com o legislativo e também com a força dos movimentos sociais Sem dúvida nenhuma no ano que vem será ano decisivo para a gente poder estruturar de maneira bastante forte essas ações do pronara tal como determinou o presidente e nós estamos muito felizes de seguir essa determinação porque sem dúvida nenhuma a vida não espera o meio ambiente não espera e a soberania do nosso país também não espera então eu desejo 1 boa audiência pública para nós que as questões sejam devidamente debatidas não poderia estar aqui mas em nome da Patrícia que a nossa secretária executiva da senapo bem como todos os membros da senapo me atualizarei logo depois aqui para que a gente possa tomar providências no que couber ao governo mas especialmente secretariageral da presidência então em nome do ministro Márcio Macedo gostaria de deixar abraço e peço muitas desculpas e licença para que eu possa me retirar desse espaço muito obrigada Oi gente que agradece

04 de dez, 09:55
#8
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Kelly dizer assim que a secretaria geral da presidência acho que tem essa tarefa que é muito importante que que que ajuda na na coordenação também interministerial né e que vai nos ajudar de termos também 1 agenda, essa interação fundamental com a sociedade civil e com o parlamento, porque a situação nossa aqui era pouco crítica no Congresso se a gente não tiver 1 boa articulação com o governo com as lideranças que vão estar priorizando isso mesmo, essa agenda no no governo, no conjunto dos ministérios, acho que fragiliza, não não cumpriremos no tempo necessário. Então obrigado e vamos estar contando e ter 1 agenda intensa 2025. Obrigado. Passo já então a palavra pro deputado Nilton Tato e depois vocês vão entender hoje a agenda da quartafeira ela é muito delicada. Então se 0E0 deputado Bomgás podia também compor aqui conosco também, por favor, mas deputado Nilton Tato que terá essa agenda também nas comissões. Eu estou matando lá porque tem que ficar mas eles também vão estar aqui revezando aqui dos deputados.

04 de dez, 10:01
#9
Deputado Nilto Tatto
Nilto Tatto

Deputado

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Eu como o padre João já explicou na verdade estou até olhando aqui o quórum falta 2 pra dar quórum e vou então logo logo preciso correr. Até porque hoje é dia muito importante em todas as comissões e no caso específico da comissão de meio ambiente de certa forma eu preciso articular a votação das emendas de comissões porque é orçamento para os ministérios e justamente orçamento pras áreas que nós todos batalhamos porque todo mundo sabe que nós celebramos a volta do presidente Lula mas o orçamento é votado por esta casa e portanto tudo aquilo que a gente trabalhou, discutiu com a sociedade ganhou a eleição com o presidente Lula no programa de governo pra acontecer precisa de orçamento. E orçamento é aprovado pra elas com esta casa e essa casa não tem 1 fotografia conforme o governo eleito pelo povo brasileiro. Na verdade a gente tem dos 513 deputados né? Na chapa que elegeu o presidente Lula elegeu 140 deputados. Então esse é o cotidiano daqui desta casa pra fazer. Mas saudar aqui Serafim, José, Jorge, deputado Bom Gás e parabenizar até celebrando essa semana o dia mundial da luta contra os agrotóxico todo o conjunto das entidades, os movimentos populares da luta pela reforma agrária, da agricultura familiar, da agroecologia de momento que a gente está vivendo. A gente celebra evidentemente o terceiro PRONAPO, tá? A gente celebra várias políticas vão sendo implementada pelo governo em diversas áreas inclusive, tá? Mas evidentemente nós achamos que não está suficientes. Não está suficiente eu vou colocar evidentemente a partir da da minha perspectiva e dentro de 1 agenda que traz pra cá e aí celebra essa parceria com o padre João com a frente da agricultura da padre João e também o o acho que não sei se deputado Leonardo também deve vir né? Da agroecologia também dá dá pra vir aqui. Pensando já em 2025. Lembrando que 2025 a gente também tem a COP, conferência do clima. Nós temos clareza de que talvez a pior catástrofe da história da humanidade é aquela que nós estamos vivendo que é a crise climática. Tá? Ela é maior inclusive do significado e do próprio impacto que tem da própria revolução verde que a de certa forma provoca e tem boa responsabilidade na crise climática que nós estamos vivendo. E nós sabemos no caso específico do Brasil tá? Fala que ela tem responsabilidade porque não é só ela tá? A gente sabe que não é só esse modelo insustentável preponderante da agricultura, que é responsável pela crise climática, tem boa responsabilidade, mas não é só ele. Mas no caso específico do Brasil tem grande responsabilidade daquilo que que o Brasil tem de responsabilidade do ponto de vista das emissões dos gases que provocam aquecimento global. Tá? Então a agricultura, o modelo da agricultura, tá? Tá? E é esse o debate que nós precisamos fazer acontecer e fazer, né? Como disse a própria Kelly, fazer com que as políticas públicas deem resultado na ponta, mas nessa perspectiva, nessa perspectiva, num país tão desigual, muita gente ainda passando fome, muita gente que está se alimentando e cada vez se alimentando mal, tá? Do ponto de vista tanto da contaminação como também dos ultraprocessados e assim por diante, tá? Então fica outro debate também, metade dentro do mesmo conjunto. Da gente já ter indicadores e ter conhecimento de que é possível a gente retomar a agricultura histórica da humanidade. Evidentemente com todo o conhecimento que acumulou tradicional, como também aquilo que as próprias ciência contribuiu pra gente avançar numa produção de alimentação saudável, pra enfrentar fome, pra poder enfrentar carecia dos preços dos alimentos, pra poder ter alimento saudável e pra enfrentar a crise climática. Porque é modelo de agricultura que emite bem menos gás de efeito estufa, tá? Então o que é importante então pra ajudar não só pra os desafios que a gente tem no Brasil, mas também os desafios que a gente tem enquanto humanidade e pro planeta em defesa da própria vida no planeta. E eu acho que esta agenda que nós vamos construir e precisar cada vez mais afinar mais de como a gente trabalhar olhando a fotografia que a gente tem no congresso, olhando o que que é de que a gente tem de potencialidade pra trabalhar com o nosso governo. E aí poder desenhar a partir dessas frentes parlamentares como é que a gente articula aquilo que é possível fazer dentro do Congresso Nacional junto com o governo de forma articulada com a sociedade, com os movimentos populares, com as entidade, com as organizações, porque é isso o desafio que está colocado pra gente pra enfrentar os desafios que a gente tem pela frente. Enfrentar os desafios pela frente que a gente tem do próximo ano, calendário próximo ano, sem nunca perder a perspectiva de 2026. 2026 a gente não pode de forma nenhuma correr o risco de acontecer o que aconteceu com o golpe da Dilma, que foi muito sofrimento, não só de retrocessos pra toda agenda que nós todos aqui trabalhamos, acreditamos e militamos há muito tempo, como também muito sofrimento pra grande maioria do povo brasileiro. Então bom seminário que essa audiência traga resultados né? Coisas que a gente possa trabalhar em conjunto aqui no próximo ano tá? E e eu peço licença pra vocês pra correr lá pra pra comissão de meio ambiente. Obrigado, bom seminário. Deputado

04 de dez, 10:02
#10
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Pode ser pra liberar pras comissões. E é importante acho que divulgar se eu não sei se todos têm aí o link pra divulgar pros seus grupos também está sendo transmitido também WWW ponto câmara ponto leg ponto b r barra evento, dígito legislativo barra 75 9 3, mas talvez se divulgar em alguns grupos onde estamos em comum dá pra replicar a divulgação do link aí. Alguém aí nos ajuda aí onde estamos grupos em comum, está sendo transmitido. Deputado

04 de dez, 10:09
#11
Deputado Bohn Gass
Bohn Gass

Deputado

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Que já foram mencionadas aqui, todas as lideranças que estão aqui em nome do Rogério, toda a sociedade civil. Ontem várias pessoas estavam no evento de ontem, eu já fiz 1 fala ontem também Cecília, mas eu queria apenas insistir num ponto, aqui é PRONRA, é redução de agrotóxicos. A gente fala redução de agrotóxico, mas nós queremos eliminar agrotóxicos. Agrotóxico faz mal. Ele faz mal ao meio ambiente, faz mal à saúde, contribui pra emissão de toda a crise climática que nós temos hoje, então nós temos que nós defendemos sem agrotóxicos, nós temos que falar isso para as pessoas. A mediação que a gente faz é que então vamos então reduzir, Mas no fundo vocês querem acabar ou não querem acabar? Né? Acabar, entendeu? Então nós temos que falar né, Palejola? Acabar. Mas tem o que é 1 construção pra redução de agrotóxicos, também que temos que dialogar com a realidade, qual é a realidade né, não vamos de 1 hora pra outra mudar, então nós temos que intensificar a redução, tá certo? Né? Eu só quero fazer observação porque senão a gente já entra com a política baixa de redução então é muito já pra manutenção. Então, nós queremos eliminar e a mediação que a gente faz, que é a redução. Nós não entramos com redução para manutenção, vamos dizer assim, porque a sociedade, na democracia, a gente precisa fazer mediações. Então a nossa mediação é redução, mas nós queremos 1 redução drástica, porque nós sabemos e nós estamos votando projetos de bioinsumos, biofertilizantes, nós temos conjunto de medidas, então tem que ser acentuadas muito. Então acho que essa é 1 observação. E a última observação que eu quero fazer, vou ser bem objetivo, porque nós temos que sim ir nas comissões, eu estou monitorando 2 comissões, trabalho e agricultura para ter recursos naquela área, é a questão que eu já desenvolvi ontem. Nós precisamos ganhar o consumidor para esta pauta. O que que consumidor pra esta pauta. O que que significa? Significa ganhar tanta consciência das pessoas que o cidadão vai numa numa rede de supermercado, vai numa padaria, vai numa loja, qualquer lugar onde tem glândulas de alimentos. E aí o cara entra lá e fala pro dono, eu não vi produto orgânico aqui, e eu vou entrar de novo nessa loja aqui, nesse mercado, no dia que tiver produto orgânico. Se todos os consumidores falarem isso, vão colocar. Bom, se colocar 1 gôndola, vai ter que alguém produzir, vai ter que ter alguém fazer o comércio. Vocês estão entendendo? Quando a gente fala ganhar a cabeça do consumidor, ganhar exatamente isso aqui. Muita gente falou, todo mundo se posicionou sobre o assunto do Carrefour lá com os nossos franceses nesse momento, está certo? E nós todos nos posicionamos, que o cargo do CEO deles não quis comprar aqui, que isso era processo, todo mundo falou, estou junto, estou junto, nós temos que comercializar lá. Mas tem fundinho de razão que lá o francês está dizendo, vem muito anabolizante, vem muito produto ainda na nossa carne pra lá. Vocês estão entendendo? Eu tenho que fazer a defesa nacional da nossa soberania, mas é verdade que o mundo vai se fechar pra nós se nós continuarmos vendendo produtos. E o produto não é análise em si quando a gente fala rastreabilidade, não é fazer a rastreabilidade pra ver se no produto no bife lá ou no produto em si teve o conteúdo que foi agressivo. Não, tem em torno do processo, o processo é que tem que ser valorizado. E essa é a consciência que a humanidade precisa assumir. Eu quero saber se no local onde veio esse bife, veio outro produto, grão ou tal, sei lá, teve trabalho escravo, sei lá, teve 1 agressão ao meio ambiente, sei lá teve desmatamento, sei lá teve agressão a áreas indígenas, sei lá não se respeitou o jovem, sei lá não se respeitou a mulher. Quer dizer, esses são valores constitutivos dum outro conceito de rastreabilidade. É completo, é rações humanas de qualidade e respeito ao meio ambiente. Então é nesse sentido padre João, essa é a minha mensagem. Eu aqui, porque tecnicamente vocês são todos peritos mais do que a gente, né? Porque nós especialistas em generalidades aqui, né? Nós temos que jogar em muitas frentes, mas no eixo é acabar a mediação, é redução, tá? E o outro lance para isso funcionar numa cadeia toda é o conceito de rastreabilidade, que é o processo todo que envolve, e o consumidor sendo exigente, vai forçar a todo mundo trabalhar. Acho que essa é a grande medida e nós temos essa experiência também dos transgênicos, quando a sociedade dizer eu não quero consumir transgênico. Então tudo lá na base vai começar a produzir diferente. Então acho que esse é o trabalho. Padre João mais 1 vez tu é o nosso referencial junto contato né com os outros colegas então eu tenho muito respeito né? Porque isso aqui tem a ver muito com 1 outra pauta tua que é segurança alimentar e como dizia Paulo, então Paulo Moretti, Mauro Meirel é segurança alimentar e nutricional, que não basta só ingerir alimento, ele também tem que ter todos os nutrientes. E os nutrientes não são só orgânicos na matéria, são os nutrientes desse conceito mais amplo de suustavado. Muito obrigado, grande abraço, eu saio correndo lá pra defender orçamentos importantes pras nossas pautas que contam na vida. Muito obrigado.

04 de dez, 10:09
#12
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Deputado Bomgaz. Está remotamente o deputado estadual Leleco Pimentel que tem ajudado e coordenado a frente parlamentar em nível de Minas Gerais, que é 1 outra tarefa que nós precisamos. A gente tem 1 articulação também na Bahia, Rio Grande do Sul, como replicar a organização das frentes parlamentares em cada estado. Até pra gente acompanhar mais de perto, o próprio PNAE. Sabemos que temos que acompanhar o PNAE não não tem tem muitas justificativas que não não dá pra gente aceitar em relação ainda a execução do PNAE. Só pra dar exemplo de tarefas que a gente e que nível de estado daria pra somar, mas aí talvez depois mais nos encaminhamentos e mesmo dentro de 1 agenda pra 2025 que é a sugestão que a gente vai querer também dessa plenária, é é a gente vai se organizando. Então eu passo a palavra pra sua saudação do deputado estadual Leleco Pimentel, que tem de Minas Gerais. Nossa saudação

04 de dez, 10:15
#13
Deputado Estadual por Minas Gerais Leleco Pimentel
Leleco Pimentel

Deputado Estadual por Minas Gerais

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Bom dia, agroecológica é comprometida com a vida, a cada cada 1, em especial aqui, cumprimentar o padre João, nós vivemos 1 fusão de mandatos que nós demos o nome por regimento e por assembleia geral que é o juntos pra servir. E por esta razão nossa relação também com o parlamento nas frentes tanto a Frente Nacional quanto a Frente Mineira, tem procurado buscar esta animação, antes de mais nada animação porque a gente sabe a dificuldade que é colocar essas frentes pra rodar. Se por lado os deputados estão reclamando do horário, da concentração de tarefas, imagine o que é conseguir que deputados venham cumprir aquilo que é a frente parlamentar com as propostas, encaminhamentos tão importantes como esse seminário vai apontar. Nós estamos aí na presença nos representando, o Célio, é o agrônomo também comum, é aqui dos mandatos Lelec e Padre João, e que tem nos ajudado na frente parlamentar em Minas Gerais, e aqui a gente tem componente além do agrotóxico que é tão cruel, quanto esse lobby, que é a mineração. E infelizmente os nossos territórios estão ameaçados pela mineração, leste a oeste de norte a sul no estado, e é grave porque nós aqui trazemos a denúncia de que a insegurança alimentar, a insegurança de todas as formas e ameaças de vida acontece pelas mineradoras. E o governador de Minas que está de joelhos pra essas mineradoras, inclusive se vocês forem ver os aspectos da repactuação a pouco assinada pelo presidente Lula, desejava o governador de Minas que fosse pela metade do valor, espalhada por todo o território pra cobrir obras, inclusive pra favorecer as mineradoras. Então esse seminário deve refletir também quais as ameaças para além do agrotóxico das mineradoras que nós temos aos territórios e aos nossos povos, e que ameaça a segurança alimentar, e que ameaça a diversidade de vida, a agroecologia. A minha saudação é comprometida, eu estou aqui no plenário, onde a gente já está em votação, por esta razão minha saudação é comprometida e que nós em Minas Gerais, com a participação de padre João, e também lembrar aqui da memória de Dom Mauro Morelli, que até nos seus últimos dias de vida, nos lembrava da importância desta luta, e também da educação do campo. Hoje eu tenho projeto de lei que vai aqui pra pauta, que apresenta a educação do campo das águas e da floresta, como a pedagogia da alternância à agroecologia, como funções sociais de educação e 1 função pra nós mudarmos essa correlação onde o econômico sobrepõe a política e o social. Então nossa saudação a todos e todos e o nosso compromisso de luto. Bom dia e bom seminário. Vem gente, antes de.

04 de dez, 10:16
#14
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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AAA outra o outro doutor Pedro eu queria dizer eu fiquei meio agoniada com a fala do deputado que saiu, que bom que a gente está na casa que de dos deputados que podem ouvir a nossas reivindicações EEEE fazer diferente né. Hoje aqui é dia muito especial porque estão aprovando o orçamento pra 2026, e eu espero que as comissões e os 520 deputados que tem aqui nessa casa é 520 não sei quanto 521 algumas coisas diga sim a vida né a gente precisa de orçamento para agricultura familiar agroecológica a gente precisa erradicar a o veneno na no nosso território urgentemente e a gente consegue transformar a mente dos dos consumidores quando a gente tiver é orçamento suficiente pra gente trabalhar a agricultura familiar e conseguir agroecológica e conseguir botar é alimento na mesa da população brasileira com quantidade suficiente de qualidade então eu espero que essa casa seja é é simpatizante a nossas reivindicações e consiga colocar orçamento na agricultura familiar agroecológica e diga não aos agrotóxicos. É isso.

04 de dez, 10:19
#15
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Registrar aqui registrar a presença do Daniel Souza que é o presidente do conselho da ação da cidadania. E reverenciar o nosso eterno Betinho. Obrigado pela presença Daniel. E agora a gente

04 de dez, 10:21
#16
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Doutor Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva subprocuradorgeral do trabalho coordenadorgeral do Fórum Nacional de combate aos impactos do agrotóxico e transgênicos e do GT agrotóxico do Ministério Público do Trabalho

04 de dez, 10:21
#17
Coordenador Geral do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos Dr. Pedro Luiz
Dr. Pedro Luiz

Coordenador Geral do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos

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A todos e a todas, procurar ser breve, eu quero inicialmente agradecer em nome do fórum e dos 33 fóruns estaduais, o fórum nacional estaduais, o convite do desse infante de sempre, né? Né? Sempre jovem, mais jovem nessa luta porque sempre com muita força, padre João que levanta essa bandeira não só a partir de Minas Gerais, mas aqui em Brasília também já com essas conexões com outros estados, e essa estratégia com as assembleias legislativas né? E tem 1 missão muito importante nessa questão inclusive em relação a pulverização aérea, não é? OK muito obrigado padre João em nome do Fórum Nacional em nome também do Ministério Público do Trabalho. Ontem tivemos encontro ou 2 encontros 3 encontros porque o fórum do DF se reuniu também ontem ali e é crescente esse movimento esse esse movimento é crescente porque precisa ser crescente no contexto, no plasma democrático nosso a partir da constituição, creio que o PRONÁRIO está aí como exemplo que o Brasil não pode negar. Os poderes constituídos como o Ministério Público também na sua função institucional de sociedade quer agroecologia, que a sociedade quer combater a fome, que a sociedade quer de fato levar avante não só pra firmar essa bandeira, mas conquistar o território com alimento limpo. Rogério Dias, nesse sistema todo, esse movimento, eu tenho observado e não é à toa que ontem tivemos aquele encontro de manhã e à tarde ali na procuradoria com a Patrícia, o Pronara, enfim, toda essa questão e o Fórum Nacional celebrando ou protestando também no 3 de dezembro que é o dia mundial de combate, de combate aos agrotóxicos, lembrando, bopal na Índia quando morreram milhares de pessoas, problema na fábrica, o problema do agrotóxico que é do campo e da cidade, é nossa mesa, é da nossa água, Isso não só no Brasil não, é no mundo. E precisamos continuar, certo? Somos aqui o Luiz Cláudio, secretário executivo do Fórum Nacional da Fiocruz, a Escola Nacional de Saúde Pública que faz trabalho maravilhoso, cenário nacional, brasileiro aí que veste a camisa, sacerdote na na área da toxicologia, já foi diretor da Anvisa, não é? E felizmente ele não caberia lá, eu disse a ele, porque por aquilo que estão fazendo hoje, né? Queriam que fizesse isto e estão aí não seria pra ele, mas ele está servindo a sociedade, Luiz Cláudio. Viu aqui também a Daiane, que é a secretária auxiliar do fórum, né? E que ontem dirigiu aquele trabalho magnífico com os senhores. Eu quero antes de terminar a minha fala quero fazer destaque, já disse que somos 33 fóruns estaduais, o último foi deputado padre João do Maranhão no dia 20 e infelizmente por causa de agenda eu não pude instalar mais o Ministério Público esteve o fórum, esteve representado, em São Luís do Maranhão era o a pendência que tínhamos e realmente significa o que o fórum? Instrumento de controle social é a sociedade atuando eu gostaria de lançar aqui deputado para todos aqueles que também estão ao alcance dessa transmissão e que depois também vão assistir essa transmissão dessa atividade tão importante para alimentação do Brasil eu gostaria de conclamar a todos que participem dos fóruns estaduais, cada estado doutor Luiz Cláudio não é? Tem o seu fórum e já temos fóruns também regionais, situações específicas e regiões e é importante porque eles também tem como objetivo funcionar como instrumento de controle social, com a participação do Ministério Público atuando como fiscal da lei, fazendo cumprir os dispositivos constitucionais, Nós estamos com a ação contra a atrazina, tem projeto também contra a atrazina, banimento está sendo resistido nessa casa infelizmente há mais de 20 anos já foi banida, já foi banida no exterior, pior ainda onde foi banido, se produz e vende pro Brasil em outros países. Doutora Larissa fala muito desse colonialismo químico, muito bem, nós chamar atenção de todos. Fato aqui que eu vou registrar, não é cientificamente ou de conclusão alguma, mas também não é voluntarismo científico. Se eu perguntar ao senhor isso aqui quais as atividades comerciais que mais cresce ou abre estado no mínimo que mais abrem estabelecimento nos na no no Brasil principalmente nas capitais, eu sei o que que os senhores vão responder, não é? Farmácia e supermercado. É ou não é? Grandes lojas de supermercados, certo? 1 pergunta que o cientista antes de escrever, verificar, estaria o alimento adoecendo as pessoas? Alguém tem, não tenho muitas dúvidas não, com certeza, com certeza, não é? Nós queremos parabenizar a Frente Parlamentar, deputado, e sai essa bandeira e também como membro do Ministério Público chamar a atenção de todos na forma da da constituição para que exerça sua cidadania, cidadania nesse aspecto, não é só comida na mesa é comida limpa, não é? Não é só, o veneno está na mesa, está na mesa, o trabalhador ele é intoxicado 2 vezes porque ele é intoxicado na hora de produzir, de transportar, de vender, de aplicar e depois na hora de comer. Onde nós estamos, na bolha que nós estamos, todos nós. Então o problema é geral, parabéns, comida para todos, aliás, deputado padre João, o senhor conhece a escritura, não é? Dálhe voz de comer, está lá. Mas é comida que se come, que é pra se comer, certo? Então o Brasil tem esse compromisso, o fórum nacional, o GT agrotóxico e nós estamos firmes aí na próxima semana estaremos ali, vossa excelência sabe ali em em Bruxelas, na Bélgica, o ano passado foi pela primeira vez se levou a as Nações Unidas o tema agrotóxico e água pelo IPAS. Estávamos lá em Nova Iorque no mês de março do ano passado pela primeira vez levou a temática tão séria que é todo mundo. Problema da água é mundial nesses aspectos também. Água limpa, água potável, nós não temos no Brasil 1 unidade que possa tirar o agrotóxico da água até cientificamente dizem que é complicado. Então a água que a gente bebe em relação às aos agrotóxicos não é potável, podese dizer que não é potável, não está no nível. Quando se quer estabelecer o nível faz 1 assimetria assustadora deixeme desculpe a a extensão deputado mas a doutora Larissa Bombarde traz no seu estudo científico 1 colocação eu já fiz essa de assimetria de quem proíbe continua produzindo pra vender, isso é 1 dupla ética, e é assimétrico isto, mas também ela faz colocação em vários produtos mas principalmente o glifosato. Nós não fazemos exame de glifosato na água, fazemos? Tem? Tem né? Tem obrigação, mas a a ideia amplo não é? Então qual é o detalhe? Eu vou chamar isso de detalhe pra não chamar de outra coisa, eu chamo de iniquidade. A os científicos chamam de iniquidade. Na União no Brasil se permite 5000 vezes mais glinfosato na água do que na União Europeia. Nós somos diferentes? Dos humanos de lá permite tome com todo o respeito? Então firmes com essa bandeira todos nós envolvidos, a sociedade civil, os foros atuando em suas localidades e todos chegando aos seus parlamentos locais, estaduais principalmente, a questão da pulverização aérea e outros aspectos, né? Reprodução humana e agrotóxico, é 1 coisa muito séria, segundo a professora Lira Geraldo, segundo abraço em dossiê recente, em trabalho recente. Muito obrigado ao Ministério Público, o Fórum está, Fórum Nacional está à disposição todos para essa questão numa perspectiva de sustentabilidade a partir do que estabelece e assegura a constituição. A população deve participar cada vez mais. Obrigado.

04 de dez, 10:21
#18
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Já passo de imediato porque nós depois nós temos a mesa com todos os movimentos segmentos sociais para o Jorge mesa da FAO EEE também eu sou testemunha que antes a gente tinha dificuldade viu João do tema tanto em alguns plenárias em outros países de discutir a questão do agrotóxico e do transgênico. Então ainda bem que hoje já é consenso esse enfrentamento ao agrotóxico ainda não dos transgênicos

04 de dez, 10:30
#19
Representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura no Brasil Jorge Meza
Jorge Meza

Representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura no Brasil

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Enorme mas do agrotóxico ele já é consenso maior nessas plenárias em nível de América Latina, Caribe e e mas vamos ampliar né? Mas eu passo a palavra e agradecer a presença e os apoios também aos projetos aí da agroecologia e professora. Muito obrigado cumprimento para todos vocês também a aos membros do Frente Parlamentar de soberania e segurança alimentar por intermédio ao padre John, o convite é que foi feito para a Fausto presente aqui, aqueles colegas que me acompanhando na mesa. Na verdade eu vinha para escutar e aprender obrigado pela pela oportunidade. Como Como você sabe nossa organização tem como mandato principal erradicar a fome não é 1 questão que tem que ser feita pela pela organização em si mas pelos países membros se comprometeram com erradicar a fome E aí 1 curiosidade muito importante que o mandato inicialmente era reduzir a fome. Mas foi justamente na administração da fall liderada pelo Brasil onde foi mudado esse mandato para erradicar a fome. Não é suficiente reduzir a fome tem que ser erradicada a fome. Mas em países como o Brasil de onde estão perto já de sair novamente do mapa da da pobreza beira perto do mapa da fome 00A principal preocupação é a segurança alimentar e nutricional. E se continuar nesse enfoque a fome mas fortalecer a segurança alimentar e nutricional. Para quê? Para que não tenhamos a situação que tivemos antes de estar dentro do mapa da fome e sair do mapa da fome e voltar a entrar no mapa da fome e agora fazendo esse esforço enorme novamente para sair do mapa da fome, não? Então a segurança alimentar e que implica a segurança alimentar e nutricional. 4 4 alimentos são importantes que os geralmente gosto de lembrar todas as vezes que eu falo. O primeiro sim, a produção de alimentos é importantíssima ter a produção de alimentos suficientes e ademais com crescimento na produção de alimentos relacionado com o crescimento populacional e também para atender todas as populações vulneráveis que nos estão alimentando apropriadamente. Então, produção crescente para atender 1 demanda incremental de alimentos. O segundo elemento da segurança alimentar alimentar e nutricional EEA estabilidade na produção, não pode ser que tenhamos alimentos a uns anos e outros anos não tenhamos alimentos. Ou tenhamos menos alimentos e isso gera incremento de preços e gera instabilidade novamente efeitos sobre as populações mais vulneráveis. Então, produção de alimentos com estabilidade e tem terceiro alimento dentro da segurança alimentaria que é o acesso aos alimentos ou seja ter alimentos estáveis mas pessoas que não podem ter acesso aos alimentos não tem segurança alimentar e nutricional e vocês veem muitas vezes que do setor da produção e geralmente da da mediana e grande produção fala nós somos a segurança alimentar do país não é realmente verdade são parte do esforço de produzir alimentos mas temos que preocupar nossos também de aspectos sociais de acesso aos alimentos que parte da segurança. E o quarto elemento é a uso nutricionalmente apropriado dos dos alimentos. Temos mais pessoas com sobrepeso e obesidade das pessoas que estão em situação de subalimentação. Que estão fazendo mau uso dos alimentos. Então se esse segurança alimentar e nutricional. E nesse contexto agroecologia é essencial. Nós temos que ver o elemento a produção agroecológica como elemento essencial da segurança alimentar inicial. Eu não vejo possível ter segurança alimentar em que gerar num país se não temos processo de produção de alimentos agroecológica. Por quê? Porque nos permite produzir alimentos mais estáveis porque são sistemas mais resilientes às mudanças climáticas por exemplo além do mais são mais democráticos com o maior número de pessoas participando na produção e com isso permito melhor acesso aos alimentos físicoeconômico e traz alimentos que são nutricionalmente apropriados e de melhor qualidade. Então quando falamos de segurança alimentar nutricional agroecologia é essencial. Mas agora temos 1 preocupação no contexto global que vai também além da segurança alimentar e nutricional. Então, era, erradicar a fome, mas temos que ir a forma e com segurança alimentar e nutricional. E, agora, há preocupações transformar os sistemas agroalimentares porque temos muitas falências nos sistemas agroalimentares. Temos suficientes alimentos para para toda a população no mundo mas temos quase 10 por 100 no nível global de pessoas em situação de sua alimentação, esses 1 das falências do sistema agroalimentar que que tem que ser transformado. Outra outra falência importante é que através de nossos sistemas agroalimentares estamos contaminando suelo, água, 1 contaminação tem que ser transformado. E aí novamente agroecologia traz 1 resposta. Como transformamos o sistema agroalimentario agroecologia e 1 resposta para a transformação do sistema agroalimentar. Então vocês veem como agroecologia tem sua seu seu espaço muito importante, essencial na segurança alimentar inicial, mas também no esforço global de transformar os sistemas agroalimentares. No poderia pensar outra maneira de transformar os temas agroalimentarios se numa agroecologia. E aí eu vou recomendar vocês que olhem o último informe da sobre a situação da agricultura no mundo. Que traz 1 análise de custo aos custos ocultos de nosso sistema agroalimentario como transformamos o sistema agroalimentario qual que é a metodologia onde devemos colocar o esforço okay vamos haver os custos ocultos de existir do sistema agroalimentario quais são os elementos que mais custos ocultos trazem à sociedade que não contabilizamos 1 que está aí. Então nesse relatório muito interessante se a se se se informa sobre os custos ocultos ou se a produzimos alguém que está ganhando dinheiro mas estamos gerando custo oculto para a sociedade. Então se vocês veem no no relatório para o caso do Brasil basicamente os maiores custos dos cultos estão no tema da saúde e no tema do meio ambiente. Somos custos está quantificado no então onde temos que prestar atenção e dentro desse saúde onde estão os principais elementos que temos que cuidar. E o deputado fez 1 reflexão muito muito importantíssima desde o nosso desde o nosso perspectiva. E que colocamos muito esforço às vezes em diversos países em 1 produção de alimentos inoco saudáveis diversificados usando agrobiologia. Mas o consumidor que é o motor da transformação é parte ou é 1 é o que compartte a transformação porque não somente o produtor, o produtor produz, mas se o consumidor no demanda os produtos não vai funcionar, nenhuma transformação. Se o consumidor entende, compreende e procura alimentos onde a a característica de qualidade não somente estadada pelo sabor, pelo gosto, senão por outros elementos como e ele falou muito bem, aspectos sociais da produção, aspectos ambientais da produção, quantas quanto estamos qual que é a mudança no clima que está gerando este produto que está consumindo, se ele não está consciente desse, o sistema não vai se modificar para atender consumidor se o consumidor tem consciência disso todo o sistema vai ser modificar para atender a esse consumidor com maior informação então quando falamos de plano de agroecologia temos que pensar também que dentro desse plano tem que ter elemento de modificar de hábitos e costumes através de educação e consciência com o consumidor que é importantíssimo e finalmente já para no a a qual coordena o frente parlamentar de luta contra a fome a nível de América Latina e o Caribe sei que padre João já tem contacto com vocês estão trabalhando a próxima o início do próximo ano vamos ter 1 missão aqui no país para poder dialogar com o frente parlamentar e ver de que maneira apoiamos muito mais a agenda do frente parlamentar no país e também se está falando de de evento regional possivelmente se for possível aqui no Brasil não isso tem que ser ainda gravado mas olhando as frentes parlamentares num contexto de América Latina e eu acho que a grande contribuição que pode dar ao Brasil na discussão desse esforço parlamentar regional é o tema justamente este Agroecologia. O frente parlamentar na América Latina está preocupado sim da segurança alimentar inicial mas o grande insumo que o Brasil pode trazer na discussão. OK vamos vamos continuar com a segurança alimentar mas preocupados no produto que estamos levando à mesa e o feito que tem o produto no meio ambiente não é? E essa seria 1 grande contribuição. Muito obrigado novamente. Bem.

04 de dez, 10:31
#20
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Muito obrigada, né, pela fala e pelo apoio. A gente precisa hoje de todo apoio, né, da do da das companheiros, da Nações Unidas e de toda a força que venha pra dar fortaleza e sustentabilidade à política da agroecologia nesse país porque a gente só acaba com a fome se for através da agricultura familiar agroecológica, se não for através dela eu não vejo nada, nem 1 vírgula que possa dizer aqui vai acabar com a fome, Porque quando a gente não morre de fome, a gente morre contaminada pelos veneno e pelas águas e o solo. Então a única maneira de acabar com a fome é radica totalmente, não só no Brasil mas no planeta, é a agricultura familiar agroecológica e com isso a gente desfaz a mesa e agradece a participação de de todos aqui E agora a gente vai compor a mesa da sociedade civil né, que é muito importante pra poder colocar as nossas nossas reivindicações. E sem demora eu chamo Rogério Dias pra estar aqui com a gente. Adriana Mesadri, né, que é do movimento de mulheres camponesas. Quer chamar mais é? Maria José

04 de dez, 10:40
#21
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Costa da Contag Conceia mas representando essa mesa o Conceia também né Mateus? Jaqueline

04 de dez, 10:42
#22
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Eu acho que é isso. Pivato. Secretaria nacional da campanha permanente contra os agotoski pela vida. Ela vai ter 1 participação virtual. É. E aí quem é a próxima? Cadê aqui? 5, é, Samuel Albuquerque de Carvalho, secretário executivo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, CONDRAF. 6, não já foi, né? A série é a Viviane. A Vivian Libório

04 de dez, 10:42
#23
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Diretora de inovação para produção familiar e transição agroecológica. Engraçado porque a também é do MDA, a Lívia estaria na outra mesa também. Dos movimentos ficou alguém? Não. Não é isso? Está certo. Eu acho que do movimento do dinheiro todo né? 000 Rogério ou Adriana primeiro?

04 de dez, 10:43
#24
Representante do Movimento Mulheres Camponesas Adriana
Adriana

Representante do Movimento Mulheres Camponesas

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Então Adriana Mezadri, movimento mulheres camponesas. Eu vou eu vou Bom dia a todos e todas, me escuta também. Então, aqui representando a comissão nacional de agroecologia e produção orgânica da sociedade civil, eu queria trazer alguns elementos então do do terceiro plano nacional de agroecologia, e produção orgânica que foi lançado em outubro de 2024 agora, depois de 3 tentativas né? Quarto na verdade na na quarta, 1 que era pra ser em julho né? No lançamento do Plano Safra que não foi possível, e 1 das questões que já foi bastante falada hoje é a questão do Pronara, e depois o Rogério vai falar melhor sobre esse tema, que é a questão do programa nacional de redução de agrotóxicos né que nós condicionamos a que só pode ter podia ter o plano nacional da agroecologia e produção orgânica com esta questão importante que já foi dito então, mas que traz esse elemento da necessidade da redução dos agrotóxicos tanto pra agricultura camponesa familiar tradicional, mas pro conjunto da sociedade de produção e de consumo né porque isso traz melhores condições da da alimentação, da soberania e segurança alimentar pro conjunto da nossa sociedade, e que esse é problema sério que nós já temos debatendo né. Nesse aspecto trazendo então essas tentativas e essa construção muito importante feita pela sociedade civil e pressionando e forçando com que o governo e esse debate aqui no parlamento também é importante porque os deputados da frente do parlamentar de agroecologia e de outras que estão aqui presente o seu assessor assessoria tem que nos ajudar a fazer com que esse programa que foi construído e é o terceiro plano nacional, desde 2013 vem todo processo de construção, nesse aspecto de fortalecer essas políticas né que estão aí 194 iniciativas, com vários eixos de produção, construção do conhecimento, a questão das sementes, a questão da teleterritório, essa questão do PRONara que vai ser melhor falado depois, nesse aspecto dizer que a questão ele é importantíssimo, porém ele tem alguns problemas e algumas dificuldades que nós precisamos do conjunto né, tanto da sociedade civil, do governo, dos parlamentares e pra estar avançando né por exemplo, tem 9000000000 previsto desses 9, 6 são do PRONAF. E pelo que a gente já tem experiência do plano anterior segundo, isso não tem rodado então o que que nós precisamos fazer? Inclusive com o Ministério da Fazenda pra destravar isso e pra que isso possa de fato, e como a Kelly mesmo dizia né no início, é que as políticas têm que chegar lá na ponta pra produção de alimentos, sustentáveis, saudáveis, livres de agrotóxico e tudo mais. Então se não destravar esse processo, também não chega então ele tem que ser 1 política bastante forte nesse sentido. Nessa questão também nós sentimos a ausência nesse processo todo do MNTCI que trabalha a questão da ciência, tecnologia e inovação, então que tem a ver com toda essa questão, dos e toda a pesquisa que ontem nós discutia bem importante nessa questão que é possível sim produzir, em pequena e larga escala a produção de alimentos saudáveis orgânicos agroecológico, então essa essa questão tem que avançar e tem que ser lançado o mais rápido possível pra isso acontecer, de fato também e nós sabemos que tem muito recurso muito mais do que isso, de pesquisa pro agronegócio então o mínimo que nós temos tem que fazer acontecer como também os 100000000 do Ecoforte que são bastante importante, pra estar ajudando nesse processo todo da construção da agroecologia e produção orgânica, né? Nesse sentido, do avanço e da produção de alimentos saudáveis ou comida de verdade que a gente costuma dizer, pra chegar na mesa do povo brasileiro e erradicando a fome, também combatendo, como a Kelly falava das emergências climática, que nós sabemos, também o, da FAU falava bastante nesse sentido né que só a agroecologia e também a produção, aí sem tantos resíduo que vai avançando nessa questão importante, da questão, com nutrição e tudo mais, que tem todos os nutriente que as pessoas precisam. Também há pesquisa nesse sentido que diz que produto que é transgênico ou que tem muita incidência de agrotóxicos, ele não nutre igual produto orgânico agroecológico. Então ele vai criando problemas de saúde como o aumento de câncer e tudo mais né então, nesse sentido, cumpre o desafio bastante importante dessa questão de ganhar opinião pública que nós precisamos comida saudável e de verdade pro conjunto da sociedade brasileira, erradicar a fome, mas com qualidade. Então nesse aspecto então, bastante o desafio nessa construção, e na execução pra que de fato o plano nacional de agroecologia e produção orgânica seja implementado, no conjunto do estado brasileiro e chegue na ponta pros agricultores e agricultoras em todos os cantos de norte a sul desse país. Então pouco isso trazendo esse esses elementos importantes do da Planapo e essa necessidade dos parlamentares estar nos ajudando tanto com relação ao Ministério da Fazenda como também com o MNTCI pra estar nos fortalecendo nessa questão do plano nacional de produção agroecológica e orgânica. Seria isso obrigado.

04 de dez, 10:44
#25
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Adriana acho que é muito importante esses indicativos também para 1 agenda inclusive da frente está promovendo ao longo de 2025 então na fala de cada 1 de cada e pudesse trazer esses indicativos Eu mas Elizete aqui nós não conseguimos chegar a consenso do tempo sugerido. Eu falei há uns 5 6 minutos porque aí já está achando que 5 minuto é muito pouco. Mas se a gente tiver essa referência é porque pra gente abrir pra plenária. Eu acho que 5 minutos ele ele democratiza, socializa o tempo pra gente ouvir o plenário. Tem pessoas que não estão vão compor a mesa mas tem, pode contribuir né não só com pergunta mas até 1 percepção é eu sou gestão pode ser assim ou o Rogério então tem vontade obrigado é bom dia a todas e todos

04 de dez, 10:50
#26
Participante Rogério
Rogério

Participante

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5 minutos vou tentar ser bem bem objetivo apesar da temática né pra falar da questão do PRONADO da importância mas boa parte das pessoas que estão aqui já ouviram ontem pouco dessa discussão que aconteceu no evento agradecer ao Ministério Público pela oportunidade que a gente teve ontem também. Na realidade quando a gente fala deputado padre João, quando a gente fala de soberania e segurança alimentar já foi dito aqui não tem como falar em soberania e segurança alimentar pensando que a gente está botando veneno no prato. Eu acho que qualquer pessoa em sã consciência não pode entender que a gente possa ter segurança alimentar possa ter saúde com o veneno. Então é claro que esse é é processo que a gente tem que encarar a sociedade tem que encarar e durante muito tempo foi colocado como se houvesse 2 situações totalmente impossíveis é não dá e isso foi usado muito como argumento aqui enquanto a gente tinha a comissão especial pela nova lei de agrotóxicos foi aprovado que muitos parlamentares diziam não tem como combater a fome sem agrotóxico não tem como acabar com a fome sem agrotóxico alguns chegaram a dizer assim os pobres têm que comer agrotóxico porque não dá pra fazer 1 comida sem agrotóxico que seja acessível pra todo mundo. Então esse argumento que sempre foi usado e que o movimento agroecológico, o movimento orgânico sempre trabalhou para provar o contrário na realidade quando o movimento se organizam principalmente a partir da década de 80 é foi muito na função dizer nós temos que mostrar que é possível fazer diferente não dá para ficar só dizendo somos contra o agrotóxico nós temos que mostrar que é possível e hoje a gente já tem certeza que isso está sendo demonstrado e mais do que isso as tecnologias geradas trabalhadas desenvolvidas por agricultores, agricultores no Brasil inteiro pra fazer 1 produção sem veneno, estão hoje sendo utilizadas pelos grandes produtores de commodities. Essa disputa que a gente teve, que ontem foi aprovado, né, no Senado, o projeto de lei de bioinsumos na realidade quem falava em bioinsumos só nós disputávamos isso a luta que foi para gente aprovar o uso de pós de rocha os remineralizadores porque diziam que era absurdo, só queriam que tivesse fosfato e calcário, e nós dizemos que precisávamos dos pós de rocha como forma de renovar os nossos solos, a luta para fazer a mudança do decreto para produto, registre produtos biológicos de forma simplificada, que fez com que a gente tivesse aí saído de 8 produtos pra ser mais de 600 produtos registrados e que fez com que os grandes produtores hoje de commodities estejam usando os produtos biológicos e disputando essa agenda. E aí 1 coisa que é muito importante a gente chamar atenção aqui dentro do Congresso é que a gente precisa que os nossos parlamentares entendam que ao finalizar a discussão de projeto de lei a gente não pode considerar que agora isso é pauta do Executivo, porque se não continuar havendo 1 cobrança política, existe todo processo das grandes empresas que se apropriam das pautas. Nós estamos correndo risco enorme para questão dos bem sons quem olhar o texto que foi aprovado ontem as emendas que foram feitas na reta final vão ver que inclusive alteraram a recente lei aprovada dos agrotóxicos colocando artigos em que estão mudando, porque por essa lei, grande passo, importante ressaltar isso, que nós conseguimos tirar os produtos biológicos dentro da lei de agrotóxicos, e isso é fato que a gente sempre defendeu que tinha que tirar só que aí o que eles fizeram Eles colocaram agora artigos dizendo da possibilidade de registrar produtos químicos Associados a biológicos Então são vários artigos no artigo 40 tem vários itens fazendo essa possibilidade eles incluem o químicos com biológicos combinado com biológicos e aí o que que a gente corre o risco as grandes empresas multinacionais de químicos estão entrando no campo dos biológicos, estão comprando as empresas, as pequenas empresas de biológico que existem e a gente corre o risco de daqui a tempo a gente só encontrar no mercado biológico combinado com químico, que é o que aconteceu com a semente transgênica hoje produtor quer plantar milho convencional não consegue encontrar no mercado semente de milho convencional aí ele acaba tendo que plantar o transgênico por falta de opção E aí a gente tem que tomar cuidado muito grande. Então é importante na nas questões que a gente está falando pro próximo ano, e lembrando né, que o projeto de lei da penada está parado até hoje, ele tramitou junto com o projeto de lei de agrotóxico, o projeto de lei de agrotóxicos avançou, já está aprovado, já foi sancionado e o projeto da penara continua parado, não foi nem votado. Então isso demonstra como na casa não existe interesse, a gente sabe a disputa que é, o deputado Paulo João sempre fala e a gente tem que entender que é muito importante que a gente entenda que a disputa eleitoral não se dá só na hora de eleger os presidente, governador, temos que estar muito atentos ao qual é a composição de força dentro do Legislativo, porque a outra questão é a questão do orçamento. A maior parte da sociedade é contra os agrotóxicos, mas a sociedade inteira paga pra que os agricultores usem agrotóxicos, porque o dinheiro que vai pra equalização dos juros no crédito rural, e que é o que financia a possibilidade de estar usando os agrotóxicos, é dinheiro que sai de todos nós, dos impostos de todo mundo. Então é muito importante que a gente entenda que essa luta é muito mais complexa e nós precisamos então dar transparência também a esses processos todos e tudo que acontece em torno disso. Não adianta só ter 1 boa lei, nós temos que ver como é que vai ser essa execução e como é que a gente dá conta de acompanhar. E pra terminar, reforçar a importância desses fóruns, como é o caso da Senapo, como é o caso do do contrato, como é o caso do Conse e tantos outros. Porque é aí que nós temos espaços pra dar mais transparência a esses processos e às disputas que estão em jogo. Obrigado.

04 de dez, 10:51
#27
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Fico pensando é Rogério quando eu vejo você falar dá 1 tristeza porque 1 1 casa que foi eleita para garantir a vida do cidadão brasileiro e eles ainda bem que não é a maioria não é todo né Tem 1 pequena minoria e luta pela vida e é com essa pequena maioria que a gente precisa se agarrar para para continuar existindo senão a gente morre mas dá 1 tristeza muito grande porque quem bota nessas pessoas que estão aqui fazendo lei para nos matar somos nós trabalhadores rurais somos nós agricultores e agricultoras isso é muito triste minha gente eu fico eu fico doente e eu peço muito que Deus ilumine essas vidas que vejam que a gente precisa garantir a existência nesse planeta e a gente só garante a existência das 3 planeta quando a gente aprova a lei que nos Garanta viver e viver com dignidade ninguém pode mais ninguém aguenta mais o ser humano não aguenta mais comer tanto veneno e viver morrendo todo santo dia de câncer por conta da contaminação da água da terra da água e da semente e do ar mas eu queria avisar 1 coisa que a companheira que ia falar a companheira que ia falar virtual ela não vai poder falar virtual nem visto ela vai poder falar parece que surgiu 1 1 agenda de última hora e ela não vai poder falar e aí a gente passa para Mazé. Maria José. Isso. Está funcionando aqui esse negócio? Conseguem me ouvir? Ah tá, então bom dia.

04 de dez, 10:58
#28
Conselheira da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agrucultoras Familiares Maria José
Maria José

Conselheira da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agrucultoras Familiares

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A todas e a todos, quero né, desejar aqui 1 saudação a todos e a todas. Bom, eu estou aqui representando o Conceia que me deu essa responsabilidade de falar nesse espaço em nome da sociedade civil, porém, soberania segurança alimentar é 1 questão que está no centro dos debates que fazemos no âmbito da comissão nacional da agroecologia e produção orgânica, espaço que também participam, portanto me sinto absolutamente à vontade para contribuir nas reflexões que iremos fazer aqui até mesmo porque são reflexões que nós mulheres articularam na marcha das Margaridas viemos acumulando sobretudo a partir de 2003 quando agroecologia passou a fazer parte da nossa pauta e toda essa discussão foi se dando num diálogo muito próximo com o debate da reforma agrária acesso à água e agroecologia. Essa relação alimento terra água e agroecologia foi se aprofundando e se qualificando nas marchas posteriores, sendo contundente a crítica ao que representa o agronegócio, o modelo de sistema alimentar. Por isso eu quero iniciar dizendo que muito significativo estarmos aqui hoje, nesta que é a casa do povo para dialogarmos sobre agroecologia e promoção da soberania e segurança alimentar, num dia após o dia mundial de luta contra os agrotóxicos. Todo o diálogo implica num posicionamento, e nesse caso tratase de posicionamentos necessários diante das grandes questões que têm se apresentados no centro do debate político, que nos afeta no nosso cotidiano, e que estão relacionadas à fome, à produção, abarecimento e consumo de alimentos. O direito ao menos alimentação saudável, enfrentamento da crise climática. Mas esse momento também é 1 forma de selar compromisso político com as frentes parlamentares envolvida nessa construção. Há de segurança alimentar, a frente ambientalista, há de agroecologia, que dialoga mais diretamente com essas com essas nossas pauta, para que juntos e juntas a gente possamos avançar na construção de 1 sociedade menos racista, menos desigual, sem violência, sem fome, mais justa, mais solidária, mais feminista, mais participativa, mais agroecológica, mais protetora da natureza, da nossa agro sociobiodiversidade dos nossos territórios. Então diante de tantos desafios, nos fortalecemos quando estamos, quando nos juntamos, precisamos do engajamento proativo, dos e 10 parlamentares das suas posições, de trabalhar em diálogo com a sociedade civil, para tornar efetiva proposições que favoreçam a agroecologia no nosso país, porque estamos certos e certa de que só os sistemas alimentares que resguardam os princípios da agroecologia produzem alimentos saudáveis e garantem comida de verdade na mesa de toda a população. Garante culturas vivas territórios livres são vaguardas sementes crioulas, protege, recompere e e preserva as nascente. Além disso, a agroecologia é a resposta precisa para enfrentamento às mudanças climáticas. E aponta para a gente Horizonte que mostra a maneira de produzir e se relacionar com a natureza. E nós povos do campo, da floresta e das águas, sobretudo nós mulheres sabemos o quanto o avanço da produção de commodities alimentares intensiva no uso de agrotóxico transgênico e voltada para o mercado externo compromete as culturas alimentares e a agrosociobiodiversidade. Contamina os solos e as águas, impulsiona a questão da dos conflitos fundiário ambientais e adoece gera fome. O mundo está pedindo redesenho para redesenho sustentável em relação aos sistemas agrronomentares e adaptação às questões climáticas e a nossa experiência tem mostrado que através da agroecologia é possível construir tecnologia sociais capaz de enfrentar a nossa realidade que estamos vivendo. Que através da agroecologia é possível construir a transição de sistema alimentares que fortaleça vínculos entre produção, consumo, saúde e conservação ambiental na perspectiva da soberania e segurança alimentar e do direito à humana alimentação adequada sistemas alimentares territoriais construído por quem produz alimento diversificado protege a biodiversidade a saúde e a natureza então para 1 transição em relação à agricultura sustentável é 1 agricultura livre de agrotóxicos precisa de políticas públicas ancorada por legislação que tome a agroecologia como orientador garantindo assim a possibilidade do acesso das pessoas alimentos saudáveis a produção de alimentos com base agroecológica além de sustentável que livre de veneno ela é essencial para enfrentar o aquecimento global Queremos levar para mesa de todos e todas nós alimentos produzidos de forma justa e segura. Acreditamos que agroecologia é dos caminhos mais efetivos para a produção de alimentos territoriais e saudáveis né mas também é a única maneira de garantir a justiça social e climática no nosso país Então esse é o momento muito importante de estarmos cada vez mais juntos para enfrentar todos esses desafio e conseguir vencer então, muito obrigada pelo a oportunidade, espero não ter ultrapassado os 5 minutos, obrigada gente. Mas é eu fico assim

04 de dez, 11:00
#29
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Agroecologia é a única forma de se manter a a família no campo né? E disse preservar a biodiversidade em nossos territórios. É através da agroecologia principalmente que nós mulheres podemos produzir e comercializar os nossos produtos nas feiras agroecológica e nos livrar dos atravessadores que só chega lá para desvalorizar o nosso produto e a gente fica à mercê deles estão através da agroecologia a gente consegue 1 independência política e econômica e de participação social então não tem outra outra arma minha gente não tem outro argumento a gente já provou por a mais vezes porque tem estudos que agroecologia é o caminho pra dar o desenvolvimento do campo, a garantia dos territórios, da nossa biodiversidade e acabar com a fome nesse país. O Célio

04 de dez, 11:06
#30
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Aí tá pegando o nome sério que está ali das pessoas, como eu disse no início ninguém vai sair daqui engasgado. Então por isso que a gente socializando aqui o tempo pra dizer pra cada poder trazer a contribuição. E o Alan está na sala é o Alan. Quem é o Alan? É que é aquela justificativa que passaram aqui pra gente que a Jaqueline Bivato não poderia e que o Alan, então, se ele não está a gente, da campanha contra o da campanha permanente. Não está aqui. É porque me falaram que ele está na sala remota e que ele faria daria essa contribuição Rafa. Mas o Alan está ouvindo? O Andrei, olha está bem Samuel deu Samuel, nós vamos desculpa aí, mas é porque tinha dito que estaria. Samuel Albuquerque secretário executivo do Conselho Nacional do Desenvolvimento Rural Sustentável do CONDRAF. Bom

04 de dez, 11:07
#31
Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável - Condraf Samuel de Albuquerque Carvalho
Samuel de Albuquerque Carvalho

Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável - Condraf

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Todas, todos, todos. Bom, primeiro na verdade tem aqui na mesa a Elizete que é minha conselheira do contraste lá representando a Civil nem devia estar aqui né? Está mais do que representado pela Elizete. Mas né? Chamaram a gente pra pra vim aqui e eu eu faço 1 brincadeira de vez com ela no CONDRAF né? No quem é do quem vem da do povo das igreja aqui a gente fala que não se pode servir a 2 senhores né? Mas o meu, a minha vida é muito difícil, né? E eu eu brinco que lá eu tenho que servir a 2 senhores, que eu tenho 2 chefes, tenho o meu chefe que é o ministro, mas eu tenho meu chefe que é meus conselheiros da sociedade civil, né? Então eu fico ali, né? Tem que se sambar e se samba. Então eu vou vestir aqui minha roupinha de chefe do de de subordinado da sociedade civil pra pra trazer pouco da da contribuição aqui do CONDRAF pra esse nosso debate. Porque eu acho que de fato a gente tem desafio muito duro diante de 1 conjuntura dramática que exige a gente pensar todas as nossas frentes de ação né? E esses espaços de articulação da cidade civil com com o governo são estratégicos pra isso. E nós nós estamos tendo dificuldade de usar eles de forma estratégica. Nós retomamos governo, que tem como como princípio né, com o modo método de governo, a participação social, mas os espaços de participação social estão tendo muito pouca efetividade de voz e condição né de de de de, construir a agenda política do governo. Então, hoje à tarde vamos ter 1 conversa interconselhos aqui né? Que é esforço que eu acho que vários desses nossos conselhos nacionais estão fazendo e tem tido algum sucesso. Acho que nós tivemos sucesso enorme com o Planapo e com o PRONAR a parcialmente lá com o presidente Lula fruto dessa articulação e então a gente tem que né seguir nessa estratégia. E aí falando então aqui com o CONGRAF eu acho que assim, essa conjuntura é dramática por vários motivos. Primeiro deles é que nossa situação, dentro do governo não está nem pouco fácil né, nós estamos, primeiro todo mundo sabe, não não se vê pra ninguém, que é governo de coalizão, governo que abriga interesses diversos, e essa nossa pauta aqui dentro do governo, ela está longe de ser 1 pauta consensual, muito antes pelo contrário, como se diz por aí né? Além de ter governo que tem o orçamento sequestrado pelo pelo pelo congresso, então tem muito pouca autonomia pra definir as suas prioridades em termos de aplicação de recurso. E, vamos falar mais sincero ainda, dentro do campo político progressista dentro dessa dessa coalizão de governo, essa pauta da agroecologia e da e do enfrentamento ao ao agrotóxico, a redução dos agrotóxicos, também não é 1 pauta consensual, nem no nosso campo. Pelo menos não enquanto prioridade, Né? Muita gente dentro do nosso campo, dentro do governo não acha que isso é a prioridade pra pra pra enfrentar nesse momento. Então é é drama complexo que a gente tem que enfrentar. Por outro lado, no congresso a situação é pior ainda, aí no congresso nós temos congresso abertamente contrário a essa agenda, congresso abertamente pró veneno, pró fortalecimento do do do estratégia de desenvolvimento baseada na na exportação de produtos pelo agronegócio. Então ali o campo ainda mais difícil, mas temos né aliados valorosos estão aqui nossos parlamentares estão aqui participando dessa iniciativa aqui, nós temos nosso núcleo agrário do do do PT na câmara, temos várias frentes aonde nós temos espaços de disputa importantes e acho que nós estamos aqui hoje pouco pra pra tentar encontrar formas de de diálogo que que nos fortaleçam dentro do congresso. E por e por terceiro elemento que eu acho que também é dramático, e nós temos que reconhecer isso, é na sociedade. Na sociedade nós estamos com dificuldade de colocar a nossa pauta na boca do povo. E aí, temos, dificuldade de colocar isso enquanto governo, enquanto partido, enquanto, mas também enquanto movimento social e como enquanto sociedade civil. Eu acho que, a gente viveu momento recente, onde a gente conseguiu trazer a pauta da agroecologia, do enfrentamento da da do do veneno, do agrotóxico na sociedade, que chegou a aumento alto, teve alguns anos atrás, alguns bons anos atrás, vocês vão lembrar que a gente tinha escola de samba que fazia o tema da escola de samba, né? Denunciando o agronegócio, o agrotóxico, o agronegócio viu que isso era muito perigoso, respondeu com força, fez essa campanha do que já tem aí uns 15 ano, acho 10 ano, que está tomando a pauta. Ao ponto de que hoje, a sociedade brasileira, elas não enxergam, 00A agricultura, o a produção de alimentos, a produção, o rural, na verdade, como o nosso povo, como a agricultura familiar, como o Campesinato, como os povos do campus das das águas. Como a sociedade brasileira hoje, quando você fala do rural, eles veem o rapaz do chapeuzinho lá, 000 sertanejo universitário, o agropop, o agrotech, é isso que essa que é a imagem que eu que a sociedade brasileira hoje tem do do rural. Então essa é 1 disputa que a gente tem que fazer na sociedade. Tem 1 1 negócio que eu estava até conversando ontem com o pessoal, recentemente teve show do Caetano e da Maria Bethânia aqui em aqui em Brasília, e teve momento do show que o Caetano fez negócio e deixou todo mundo meio de boca aberta, ele falou vou fazer cantar 1 música agora que fala sobre o fenômeno das igrejas evangélicas no Brasil. E aí ele vem e me canta 1 música gospel. E muita gente ficou indignado aquilo. Como que Caetano está homenageando né? Justamente né? 1 agenda né? Pra não entrar muito na na polêmica, mas quer que é é conta tudo que a gente defende e tal. E aí acho que as pessoas não estão entendendo na verdade que o Caetano vai te dar 1 mensagem importante, que é assim, se a gente não voltar a se comunicar, a se relacionar com a parte da sociedade que que que não tem interesse do nosso na nossa pauta, a gente não vai conseguir enfrentar esse debate na sociedade. Então nós estamos tendo dificuldade muito grande de levar a nossa discussão pra dentro da sociedade. Então, e aí pra tentar fechar aqui pouco encerrar e dar sentido entre 2 que eu estou falando, eu acho que a gente tem que pensar 1 estratégia que consiga, fortalecer 1 construção de 1 agenda política, 1 narrativa política do rural, né? Que nós que nós imaginamos da cultura familiar, produz alimento saudável, sem veneno, mas de enfrentamento a esse projeto agroexportador que é do projeto do veneno que é o projeto do agrotóxico, no governo, no congresso e na sociedade. Então não dá pra gente pensar 1 linha de ação, não dá pra gente identificar problema só num deles, não é só no problema não é só o governo, o problema não é só o parlamento e o problema não é só não é só a sociedade. Então a gente tem que construir, acho que nossa nossa tarefa aqui, né? Com a nossa bancada, com nossos, né? Aliados aqui, Paulo João, Nilton Tato, Bom Gás está aqui também, enfim, dentro do congresso, fortalecer as nossas iniciativas. E aí falando enquanto com o DRAF, enquanto conselho que tem essa tarefa de diálogo dentro do governo com a sociedade civil, a gente tem que que que que priorizar algumas pautas de enfrentamento dentro do governo, fortalecer nossa capacidade de agenda, incidência sobre o centro do governo, sobre o presidente Lula, como a gente conseguiu fazer ali com o PRONRA, com com com o PNAPO. E estabelecer 1 agenda pro pro pro longo desses últimos 2 anos que nós temos pela frente pra conseguir trazer o centro do governo. O nossos o nossos deputados, os nossos parlamentares tem que fazer esse esforço de colocar na pauta das nossas bancadas essa essa agenda como 1 agenda prioritária desse governo. Porque senão a gente vai se afogar nessa história. Vamos vamos continuar né? Adiando esse pronário indefinidamente porque se não se não se o se a gente não conseguir botar isso na na cabeça do centro do governo que essa é 1 pauta estratégica pra gente enfrentar nesses próximos 2 anos a gente não a gente não vai só nessas tratativas aqui e ali conseguir. Então precisamos botar isso na no centro do governo. A gente tem né lá no contrato agora 1 tarefa bastante difícil. A gente tem trazido também puxado ACENAP, o CONSEA pra pensar com a gente que é o processo de conferência nacional de desenvolvimento rural sustentável e solidário que nós vamos fazer a partir do ano que vem. E padre João vamos precisar de vocês inclusive né? Vamos ser mais aí a disputar o pires aí porque vamos precisar de recurso nós estamos sem dinheiro pra fazer conferência não quero disputar com as com as com os com o pires da das políticas mas nós vamos precisar de apoio pra fazer. Mas eu vejo como momento estratégico da gente também fazer esse diálogo governo, parlamento e sociedade. É processo que a gente vai pros municípios, pros territórios, pros estados pra discutir o que que a gente entende como desenvolvimento rural, mas também o que que a gente tem de como 1 agenda prioritária pra mudar A0A0A forma de enfrentar inclusive as as agendas que hoje estão na na na ordem do dia que é a emergência climática, a insegurança alimentar. Então nessa nesse processo conferência a gente está desenhando 1 conferência que vai começar como conferência temática discutindo transição agroecológica e emergência climática e vai terminar em outubro essa nossa nossa proposta no dia medida da alimentação discutindo em segurança alimentar. Então a gente quer trazer a Cenapo, o CONSEG já fez a conferência ano passado mas que está acho que é o conselho que mais tem acesso ao presidente Lula hoje, que mais é ouvido pelo centro de governo, mas nós precisamos do do do Consea e desse desse conjunto de conselhos que estão nessa discussão com a gente. E também do dos nossos, parlamentares aqui dentro do da da câmara, do senado, pra poder, aproveitar esse momento, esse processo de conferência, pra pautar dentro dos no centro de governo a o debate da agroecologia, da soberania alimentar, a partir da da necessidade de fortalecer a cultura familiar, e outro modo de produção de alimentos nesse país.

04 de dez, 11:08
#32
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Rapidinho né, pra fazer o papel da Terezinha de fazer esse comentário rapidinho, porque a gente já vai também desfazer a mesa e montar a outra mesa mais agora governamental. Então nessa transição, você traz essa questão, quando você fala da sociedade civil do do do do congresso e do do executivo. Mas 1 coisa é a gente entender o congresso, não quero justificar o congresso não, mas cada foi eleito com a plataforma, então é, agora não, o Lula ele foi eleito com compromisso e a partir da fala do Lula, do compromisso dele, dizer olha não é tolerável mais agrotóxico e veneno, aí o governo tem que ter 1 centralidade. Então o que eu estou propondo é que a nossa primeira agenda seja aqui 1 agenda no congresso Rogério. Da aqui com os ministérios. Ministério da Agricultura, Ministério da Desenvolvimento Agrário, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Família combate à fome. Numa no entendimento primeiro. Porque nós temos aqui as pessoas do mapa aqui, nós temos pessoas do mapa mas que não falam pelo ministério. Por exemplo nós temos aqui a Kátia Kátia Misotti mas que não está autorizada a falar pelo ministério. Nós temos aqui da Embrapa tem alguém quem é da Embrapa Mariane. Mariane da Embrapa, nós não podemos permitir isso mais, não eu acolho e que bom que vocês mas vocês entenderam? Os ministros têm que responder pra essas pastas. E não é pelo fato de eu ser do Partido dos Trabalhadores, que a gente vai deixar de convocar ministro. Espero que que como 1 audiência pra gente debater a estratégia para tanto o PRONRA quanto para a a política nacional da agroecologia e produção orgânica no preço do dia de 2025, nós temos que ter essa e é 1 ação interministerial, interministerial. Então nós temos que ter de fato esse compromisso porque 1 fala do Lula. Hoje eu me sinto autorizado mesmo sendo do Partido dos Trabalhadores a a dar essa garantia que nós vamos ter esse debate senão fevereiro até março com os ministros numa das comissões, não vou garantir qual comissão, né, se vai ser na participação popular, se vai ser direitos humanos, se vai ser na saúde, se vai ser até na na na CAPDR. Porque ontem eu confesso que eu fiquei surpreendido na comissão de agricultura, porque eu vim e fui falar do evento, né, que eu de lá, EEE do dia de ontem. Aí o presidente da comissão disse que você tinha que ter ido porque nós visitamos na semana passada, lá em Andrada, a produção de tomate agroecológico. Então eu acho que está começando a cair a ficha. O cuidado que nós temos que ter, é que nessa queda da ficha, de com recurso ir para o modelo de grande escala esquecer os pequenos. Eu percebo que está começando a cair a ficha, a questão da França foi também alerta que a gente já vem batendo há 10 anos, não é? EEE ontem eu também fiz a fala nesse sentido, que daqui tempo a soja deles vai ser rejeitada também e aí eles não têm reclamado de de questão de diplomacia de nada. Então nós sempre que o meu empresário é o modelo nosso de produção. Então também é mais isso que a gente está dando indicativo da nossa agenda de 2025 e essa primeira agenda vão ser com os nossos ministros. Vão ser com os nossos ministros. Entendeu? Então aqui agradeço a vocês viu? Né? AAA que nos ajudaram e que vão continuar ajudando né? O Samuel, Maria José, Adriana e o Rogério. Obrigado mesmo. Porque as falas da plenária a gente põe depois. Vamos juntos. Pode ser? Quer dizer você já começa com a com. Desculpa desculpa quebrar só que a gente acabou esquecendo de falar, mas.

04 de dez, 11:19
#33
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Foi levantada a questão, deputado, e nós. É ele que lida lá. Está aí? Desculpa. Alô? Não, já ligou. É que nós só queríamos reforçar algo que foi proposto ontem é que a gente estabeleça como marco para o lançamento oficial do PRONADA no dia 8 de março do ano que vem. Pra que não fique 1 data em aberto e que todos nós trabalhamos pra isso e aí vai ser muito importante essa proposta do deputado padre João. Obrigado. A gente vai chamar agora a Viviane Libório. É a 7 é Viviane Libório, 8 e agora para compor a outra mesa que é 1 mesa é só de de governos A gente chama Viviane Libório de Almeida, diretora de inovação para produção familiar e transição agroecológica MDA. A Kelly Poliane de Souza, né? Coordenador

04 de dez, 11:23
#34
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Geral de alimentação e nutrição. O Daniel

04 de dez, 11:24
#35
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Né? É esse nome aí? Diretor de departamento de política de gestão ambiental rural GAR é nome sim da secretaria nacional de povos e comunidade tradicionais e desenvolvimento rural sustentável do Ministério do Meio Ambiente e mudanças climáticas. José Ubiratã que

04 de dez, 11:25
#36
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Do MDA cada depois detalha a ao espaço que estão disputando e o 11 é é

04 de dez, 11:25
#37
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Márcia Muhighat, gerente de projeto de do gabinete da secretaria nacional de segurança alimentar e nutricional do ministério desenvolvimento social. Eu tinha anotado aqui também de 1 outra secretaria, não tenho outra secretaria. Não, é só pra registrar também a Luiza, que também aqui, que é da secretaria de combate à fome. Bom dia, vamos lá. Primeiro então né? Desculpe. Então passo a palavra

04 de dez, 11:25
#38
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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A cor do que fizemos, né? Pactuamos aqui a Vivian Libório de Almeida, que é diretora de inovação também do MDA. Essa parte de uns 5 minutos que a gente garante tempo pra plenário. Inicialmente né?

04 de dez, 11:26
#39
Diretora de Inovação para a Produção Familiar e Trasição Agreológica - MDA Vivian Libório
Vivian Libório

Diretora de Inovação para a Produção Familiar e Trasição Agreológica - MDA

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Saudar o querido deputado padre João, por ter topado encampar e fortalecer essa agenda dentro do congresso. É fundamental pra que a gente consiga avançar no campo e nos nos espaços executivos, ter o legislativo também garantindo marcos legais que nos desse condição de executar e construir políticas públicas viáveis e palpáveis. E reconhecer todo o esforço é vedado pelas organizações da sociedade civil, né, a partir da senapo e também de outros espaços na construção dessa agenda, né. Eles de fato materializam o processo de insistência, resistência e persistência de forma sistemática, independente de governos e que não colocam nessa condição aqui hoje. Eu sou a Vivian, estou como diretora departamento de inovação para produção familiar e transição agroecológica na SAF MDA. Estou aqui em nome do nosso Ministro Paulo Teixeira, do secretário Vanderlei e da secretária Fernanda Maquiavelli. E também representando a secretaria executiva da câmara interministerial de agroecologia e produção orgânica, a CIACO, que é composta por 14 ministérios e 9 organizações federais, que têm a responsabilidade também de fazer a gestão da política nacional de agroecologia e produção orgânica, é a pena. A gente, com muita luta, né, conseguimos lançar no dia do dia mundial de alimentação a planapo né a terceira edição da planapo e a gente fica muito feliz atendendo inclusive o anseio do presidente Lula a gente traz 1 terceira planapo comprou Nara Então, dentro das iniciativas e dos objetivos estratégicos está bem materializado isso. Agora é construir esses tijolinhos pra que a gente consiga, de fato, ter a regulamentação e ter recurso garantido para execução. Né? Então assim, é esse momento do executivo ele sai com cortes significativos na execução das políticas públicas, tanto que muita das políticas públicas tem dificuldade de acesso não só pelo processo de qualificação da base produtiva mas também da publicização de muitas iniciativas que estão sendo construídas e articuladas no âmbito do governo federal no âmbito da planacu então a gente queria trazer só alguns elementos, inclusive fortalecendo a a fala anterior, né, que ela tem objetivo estratégico e fundamental de implementar programas, projetos e ações que contribua com a transição agroecológica, com a produção de base orgânica e de base ecológica. E ela tem 197 iniciativas, porque a gente tem 1 planar por cumpronara, né então, e dentro dessas 7 7 197 e esse 14 Ministérios estão envolvidos ela está subdividido em 7 eixos e temos 26 objetivos específicos no âmbito da produção é a a primeira iniciativa que está sendo colocada é a instituição do programa nacional de redução de agrotóxico que tem a competência de 7 que tem iniciativa vinculada a 7 Ministérios né então a gente tem o Ministério da Saúde MDA o mapa não eu o Ibama Anvisa e a outras organização Embrapa estão se aproximando a partir desse movimento inclusive da deliberação da última se appro e colocar essa agenda como agenda prioritária dentro dos Ministérios né junto com isso outras iniciativas que eu vou falar a seguir além disso essa discussão do PRONAF que algo também que nos preocupa muito e a gente tem buscado alternativas de acesso às linhas de às linhas especiais que envolve agroecologia mulheres jovens a partir da qualificação da rede de das instituições financeiras mas também da rede de até né para que a gente tenha de fato direcionamento da política de até articulada com as políticas de agroecologia. A gente tem a questão do programa Ecoforte que ele tem ele é executado pelo BNDES e a Fundação Banco do Brasil, mas todo o processo de coordenação é articulado entre alguns ministérios, e cabe a gente MDA junto com a secretariageral da presidência fazer essa articulação é a primeira vez que a gente tem edital de 100000000 na Cofort é o melhor o maior edital de ecofort da história né considerando todos os editais feito até o momento anterior a esse que fazia a junção de 70000000 então em único edital a gente conseguiu superar esses valores e a gente está no Grande Desafio ontem foi aprovada na no senado, né, o PL dos bioinsumos, não é ainda o jeito que a gente queria, mas a gente precisa reconhecer alguns avanços que foi também resultado de muita luta articulada. MDA, MDS, Fazenda, várias estruturas do governo, 1 parte inclusive da SRI, da Secretaria de Relações Institucionais. E a gente também tem 1 discussão do MROSC do Terramesa, já foi encaminhado aqui no próximo ano a gente vai fazer mais 1 edição desse edital, que ele é basicamente para estimular a transição agroecológica agroecologia nos territórios e no eixo 2 a gente tem o programa nacional de sementes e mudas então está entrando com o novo termo de referência junto MCTI né mais 20 milhões para gente dar pontapé nesse programa e na retomada da agenda a partir da agrobiodiversidade né considerando inclusive todo elemento colocado a partir das experiências historicamente referendadas dos povos e comunidades tradicionais. O programa nacional de florestas produtivas, o programa nacional de recuperação de vegetação nativa, e também tem programa relacionado às energias renováveis que também está no prelo. No ex construção do conhecimento e comunicação ao que a gente desde 2023 é colocado toda chamada de até colocada como a te agroecológica e dentro da sua principal diretriz a gente precisa da avançar e esses essas têm sido feito hoje a partir do da até e com a Anatel da qualificação dos agentes de até para entender agroecologia não só como é que se dá a partir de práticas agroecológicas mas como isso também se articula com as políticas que estímulo que estimulam a agroecologia nos territórios e assim como tem o programa nacional de juventude e sensação rural e com muita felicidade ontem foi assinado também o programa nacional de pesquisa e inovação para agricultura familiar e agroecologia Então, a está 2 anos nessa luta, no sentido de entender e reconhecer que a inovação e a pesquisa ela não pode ser mais apenas a partir do estímulo da necessidade dos pesquisadores. A pesquisa ela parte dela precisa partir na busca de soluções a partir de 1 realidade concreta porque quem tem fome tem pressa e as emergências climáticas estão nos mostrando todo dia o quanto é necessário a gente ter mais celeridade no desenvolvimento de soluções que contribuam para melhoria da qualidade de vida e que qualifiquem também processos e sistemas produtivos voltados e compra agricultura familiar e Camponesa. Neste comercialização né, então em muitas ações nossas em parceria principalmente com a SEAB aqui representada pelo Bira e também com a CONAB, tem o PAA, né, que também tem toda a toda a atuação muito efetiva do MDS e o PNAE junto com o MEC, né, no no objetivo de fortalecer e ampliar o consumo e comercialização de alimentos a produtos orgânicos agroecológicos da sociobiodiversidade a gente precisa dialogar mais sobre isso com a sociedade inclusive trazendo elementos das falas anteriores então a sociedade quer alimento saudável mas precisa apresentar também esse alimento saudável de 1 maneira muito mais incisiva até E aí no eixo Terry território território né Então temos o programa nacional de identificação e fortalecimento de sistemas agrícolas tradicionais mas também o programa nacional de reforma agrária com enfoque agroecológico, que algo também que está em construção, e teve lançamento do programa da terra da gente. Nessa perspectiva é importante a gente reforça, enquanto o CIAP, enquanto MDA, é a necessidade de garantir o acesso à terra a território socioambientalmente protegidos é pensar na questão ambiental e considerar inclusive agricultura familiar quanto fundamental dentro desses ecossistemas No eixo sociobiodiversidade, cujo objetivo é promover a produção e reconhecimento da identidade sociocultural, além do programa nacional de florestas produtivas, que tem eixo também voltado à linha de crédito, tem PRONAF produtivo da sua biodiversidade ou até da sua biodiversidade e nas linhas do PA e PNAE tem recorde da sua biodiversidade e a gente tem nos casos iniciativas inclusive em ações voltadas à transição energética para garantir que os e com essa reformulação de Novos Produtos para além da matériaprima porque agricultura familiar ela não pode ser apenas a fornecedora de matériaprima mas sua capacidade produtiva e diversidade precisa ser valorizada a gente tem recorte específico a valorização maior nos produtos da sociobiodiversidade. E aí a gente tem o guia popular da alimentação, o plano nacional de segurança alimentar, vigilância de saúde, pratos integrativos, que são ações voltadas ao eixo saúde e cuidados com a vida, que é o nosso grande grande a grande novidade dessa Planalto né cuja o objetivo articular políticas saberes e práticas de cuidar de vigilância e saúde fortalecimento fortalecendo agroecologia como estratégia de promoção à saúde a territórios saudáveis e sustentáveis e É nesse sentido né que a gente reforça o nosso compromisso na construção dessa agenda no cuidado na responsabilidade de conduzir e reproduzir o pronara né, para que a gente consiga avançar na consolidação de agro ecossistemas resilientes, sustentáveis agroecológicos, a partir com a sociedade e com as e construção articulada com as demandas colocadas na sociedade civil. E essa questão de fato orçamentária tem sido o grande desafio, porque ele precisa colocar isso com mais ênfase na 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de 100 de ou no legislativo. E toda essa estratégia está sendo construída a partir de eixo de monitoramento que serão discutidos mais tarde, mais tarde. E em cima disso a gente segue à disposição para contribuições futuras e construções dentro dessa agenda. Gratidão.

04 de dez, 11:27
#40
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Vivian, embora muitos programas isso a gente tem que monitorar no dia a dia que é o grande desafio viu? Inclusive a questão do crédito. A gente está fazendo papel, eu tenho denunciado muito a questão do do crédito pra os pequenos eles estão sendo negado. Então vai lá no banco mas não tem. Então quando falo da agroecologia e produção orgânica, mais difícil ainda. Então infelizmente, o crédito casado com pacote de veneno é 1 realidade que a gente tem que analisar e e continuar denunciando, né? Tá, mas dentre outros pontos, eu passo já então a palavra para Kelly Poliane, coordenadora geral da alimentação e nutrição. Obrigado mesmo é Oi bom dia para todos e todas né que estão presentes aqui no auditório

04 de dez, 11:37
#41
Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição Kelly Poliany
Kelly Poliany

Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição

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Nos vendo online e cumprimento o deputado Padre João e a Elizete né que estão coordenando na mesa e os colegas de governo aqui presentes também é é sempre muito ruim lembrar que o SUS paga a conta sozinho das doenças que são causadas pelas más condições de vida da população e entre elas a exposição e o consumo né de agrotóxicos e nessa luta né é muito importante e nessa luta né é muito importante para nós do Ministério da Saúde estarmos participando estarmos ativos em espaços intersetoriais como a senapa a ciapo Conceya e as próprias comissões do nosso Conselho Nacional de Saúde, porque no SUS nós entendemos que além de diagnóstico, tratamento, prevenção das doenças, a gente precisa atuar para a promoção e proteção da saúde, mas o setor saúde não tem condições de fazer isso sozinho a gente precisa fazer sempre com articulação intersetorial e com participação social Esses são 2 pressupostos básicos da política nacional de promoção da saúde do SUS e nesse sentido que a gente reforça o compromisso com o planapo, com o PRONRA, né, a partir de conjunto de ações de diferentes áreas do Ministério da Saúde e instituições vinculadas, por exemplo o instituto nacional do câncer e a Fiocruz de implementar essas ações ao longo dos próximos anos né a partir dos nossos planos de governo que também fazem interface com o planoapo e com pronara né assim como os planos voltados para agroecologia e produção orgânica todos os outros que a gente construiu aqui no âmbito do governo federal tem grande desafio que é a sua concretude nos estados e nos municípios Então por mais que a gente desenha as estratégias aqui no âmbito Federal a oferta dos serviços a realização das ações acontece nos estados e nos municípios e isso demanda também 1 grande articulação interfederativa convencimento acordos né negociações com governos estaduais e municipais e é nesse ponto que eu queria destacar deputado Padre João a necessidade de atuação do Parlamento junto às suas bases nos seus estados e municípios nós precisamos muito do apoio parlamentar para fortalecimento do sistema de segurança alimentar e nutricional nos estados e municípios entendendo que as kaisãs e os conceas são os espaços potentes para essa articulação intersetorial nos estados e municípios é muito difícil a gente exigir que estados e municípios tenham também suas iapos suas senapos mas a gente está num movimento de ascensão do SISAN nos territórios e a gente tem que garantir que essa pauta da agroecologia e produção orgânica também faça parte da agenda prioritária do SISAN nos territórios Nós também precisamos muito do apoio dos parlamentares para que a gente consiga ter processos mais participativos de definição do uso dos recursos das emendas parlamentares isso é ponto crítico para nós do Sistema Único de Saúde em 10 anos o percentual de recurso de emendas da Saúde mais que dobrou e infelizmente a gente não tem 1 prática né de 100 porcento dos parlamentares de realizarem 1 definição participativa junto à sociedade da definição do uso desses recursos então a gente precisa avançar nesse sentido para que a nossa agenda de promoção da Saúde também seja considerada prioritária né na definição de uso de recursos das emendas parlamentares outro desafio nosso aí pensando muito na agenda da saúde no planap e no pronara precisamos muito de infraestrutura nos estados e municípios. Precisamos de laboratórios públicos de alta tecnologia equipados com servidores, com trabalhadores, né, corpo técnico robusto, para que a gente consiga cumprir com a nossa missão que é monitorar a qualidade da água e dos alimentos que estão disponíveis para consumo da população e monitorar e fazer a vigilância do Estado de Saúde da população para que a gente tenha informações fidedignas rápidas e transparentes para uso da sociedade sobre os efeitos do consumo de alimentos e água que estejam contaminados por agrotóxicos e por fim eu gostaria de ressaltar como colega do contrato e falou que temos que avançar muito em estratégia de comunicação com a sociedade então também é importante que esteja na agenda né da frente parlamentar tanto de sã quanto de agroecologia a colaboração dos parlamentares para que a gente consiga avançar em estratégias de comunicação de massa com informações de qualidade sem conflito de interesses respeitando a regionalidade considerando o acesso da população a esses meios de comunicação também então para finalizar a reforça nosso compromisso né enquanto o Ministério da Saúde e também da nossa articulação interfederativa com secretarias estaduais e municipais de saúde para apo e pro Nara nos próximos anos muito obrigada

04 de dez, 11:38
#42
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Quer dizer que também né gente? Eu acho que nós já tivemos né Luiz Cláudio períodos que o próprio Ministério da Saúde também não tinha essa complexidade tão grande desculpa de mas é verdade eu acho que nós temos salto em relação ao Ministério da Saúde pra estar ajudando mais nessa pauta reconhecer os avanços. É verdade o ministério da saúde é

04 de dez, 11:44
#43
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Dos é dos espaço mais difícil e mais desafiador da gente atuar enquanto sociedade civil. Eu digo isso por conta dos conselhos que existem nos municípios que não funciona e quando a gente tenta funcionar a gente geralmente tem 1 barreira e aí vem problemas seríssimos de ameaça esse negócio todo eu acho que a gente precisa criar instrumento que nos permita né monitorar esse esses espaço inclusive criando esse espaço porque tem tem município que nem nem consegue tem, nem o conselho em sequência alimentar emocional tem. Então a gente é é grande desafio a prevenção, você imagina, monitorar a saúde em si. É 1 das coisas que a gente precisa sentar pra discutir mais e criar instrumento pra gente estar mais perto nas bases com isso, mas depois a gente conversa sobre isso. Eu agora vou chamar Daniel Peter diretor de político departamento de política de gestão ambiental rural você Daniel bom então bom dia a todos

04 de dez, 11:45
#44
Diretor do Departamento de Políticas de Gestão Ambiental Daniel Peter
Daniel Peter

Diretor do Departamento de Políticas de Gestão Ambiental

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Obrigado Elizete, cumprimento também o deputado padre João. Aproveito então esse espaço nosso de de diálogo entre tantos órgãos do governo federal, mas principalmente nesse espaço né, de a gente trazer também essa discussão pra cá pra dentro do parlamento. Nós enquanto a diretora Vivian colocou muito bem então todos os eixos do do do Planapo e o nosso compromisso, enquanto o Ministério do Meio Ambiente ele fica permeado entre dentre vários desses eixos. E, e tenho esse esse enfoque claro de sempre estar atento ao que a como é possível ter 1 contribuição com a agricultura familiar nas suas várias ações. Aqui eu quero aproveitar e cumprimentar a minha colega de trabalho, a Flávia Rico, que está aqui presente e faz parte da Secretaria de Combate ao Desmatamento, na qual por exemplo a gente tem o união com os municípios e tendo nele por exemplo a a assistência técnica e extensão rural, direcionada pras áreas né? Dos municípios do Arco do Desmatamento na região amazônica. E assim como essa estratégia do do do ministério muitas outras como os projetos de revitalização das APPs hídricas né? De a em condicionado pelo departamento de recursos hídricos e assim também o nosso programa Bolsa Verde né? Que trouxe que procurou agora com a 1 nova perspectiva de não apenas ter esse repasse né? Do benefício reforçando que ele não é programa de de de repasse de recursos mas ele é programa de fato de conservação, e que reconhece isso o trabalho de cada 1 das famílias que estão ali preservando nos territórios, e quão bom seria se a gente conseguisse aumentar os recursos pra isso? Porque a a ainda hoje a gente está conseguindo e muito em poucos territórios na região amazônica e alguns poucos na região Nordeste. E teríamos muitas outras áreas pra gente poder a abranger e reconhecer o trabalho da agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais, por manterem os territórios, por preservarem o meio ambiente e os recursos hídricos. Nesse sentido acho que a gente também tenha a o ponto da construção do plano nacional da sociobioeconomia. Que traz mais 1 vez acho que reforçando assim como florestas produtivas no Ministério do Desenvolvimento Agrário e conjuntamente conosco Ministério do Meio Ambiente, na Secretaria de e Biodiversidade, na Secretaria de Combate ao Desmatamento, nós da Secretaria de Povos e Comunidades e de Bioeconomia que construímos também com o ministério o programa de florestas produtivas, a gente traz também o plano nacional da sociobioeconomia pra reforçar isso, reforçar como que a gente pode trazer o o recursos também internacionais pra fortalecer os sistemas produtivos da sociobioeconomia de povos e comunidades tradicionais associado a isso acordo de cooperação técnica que estamos estruturando junto com o Banco do Brasil pra 1 formação da dos agentes de crédito. Porque acho que convém muito essa fala que o padre João colocou dessa dificuldade que os que povos e comunidades agricultores familiares tem de chegarem nos bancos e muitas vezes terem primeiramente impedimento de entrada, muitos né? Colocam que nem conseguem entrar na agência, não nem conseguem iniciar o diálogo. E outros que muitas vezes não ah não entendem a realidade de fato agrária dessas comunidades pra de fato darem aquele crédito que de fato que que atende a realidade delas e aqui a gente coloca o até por exemplo mulheres ou até juventude ou até da agroecologia. Isso nisso a gente eu passo pra o aspecto de garantir de territórios, né, de terra e território que é aspecto que nós estamos trabalhando também com a Secretaria de combate ao desmatamento, com relação à destinação de florestas públicas né, pra povos e comunidades tradicionais que a gente teve agora no na última semana essa primeira, 1 primeira vitória com relação com a destinação, e que a gente consiga avançar pra tantas outras áreas, pra pra povos e comunidades. Acho que a gente também tem esse esforço no Ministério do Desenvolvimento Agrário ali na Secretaria de Governança Fundiária, com a prateleira de terras tão solicitada pelo nosso presidente Lula e que a gente também está trabalhando isso dentro desse do nosso ministério. Eu acho que a gente são várias as estratégias que a gente propõe a agroecologia ali dentre as nossas ações. 1 delas é também a questão do plano brasileiro de combate à desertificação e medicação dos efeitos da seca, nesse exato momento está acontecendo agora em Riad na Arábia Saudita, a décima sexta conferência das partes né, da desertificação com alguns painéis especificamente apresentando a agroecologia como estratégia de convívio também com a seca né? Com com nosso semiárido brasileiro. A gente não precisando combater mas sabendo conviver né nesses territórios e a gente tem experiências muito ricas e aqui por exemplo a Márcia poderá com certeza falar sobre a experiência das cisternas que chegam nesses territórios e mudam junto com a agroecologia o cenário desses territórios. Acho que por último eu queria colocar a questão da conferência, né, que a gente está ainda realizando a conferência de meio ambiente E eu falei pouco sobre isso no G 20 social e reforço também aqui no dia de hoje, o quanto que a agroecologia pode trabalhar, nas conferências, nas conferências livres, fazendo 1 coisa que as conferências por si só não conseguem fazer, que é interligar os temas, né? Como que a gente consegue através da agroecologia trabalhar a questão da segurança alimentar e nutricional dos territórios, como é que a gente pode trabalhar a questão da saúde, como é que a gente pode trabalhar a questão do desenvolvimento social e desenvolvimento rural sustentável em cada dos territórios. E nisso também, a o ponto de quanto que a gente consegue então fortalecer 1 comunicação lá na base, do quanto que essa agroecologia e os produtos saudáveis de fato podem mudar a realidade da segurança alimentar, da saúde da população brasileira. Eu acho que eu concluo dizendo que é 1 vitória a gente ter esse planap com a 197 ações, é 1 vitória a gente ter ali o eixo do Pronara, e nós do Ministério do Meio Ambiente estamos construindo junto com o Ministério da Saúde, a estratégia de combate a em áreas vulnerabilizadas pelo agrotóxico, tanto na questão da saúde quanto no meio ambiente. Então, parabenizar principalmente esse terceiro planapo, parabenizar a sociedade civil por toda a construção e pressão também que tiveram favorecendo então pra que esse panapo fosse lançado. Obrigado.

04 de dez, 11:46
#45
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Obrigado LiraTAN. E você sabe que a bolsa cinza ela está funcionando há décadas né? Porque a bolsa cinza, quando eu financio a expansão do gado e da soja, eu estou financiando o desmatamento então por isso que eu desafio pra reverter isso mas obrigado Daniel, passo já em seguida a palavra pra José Ubiratã, indo também do MDA. Vai na linha de posição. Oi? Então agora sim. Então bom dia, quase boa tarde.

04 de dez, 11:53
#46
Participante José Ubiratan
José Ubiratan

Participante

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Aqui a mesa, tentar seguir aqui o padrão, ser breve na na minha fala, bom saudar a mesa e toda a plenária, é prazer estar aqui. Venho aqui fazer 1 fala bem breve, representando a nossa secretaria de abastecimento do dentro do MDA. Inicialmente destacar que a primeira vez que o MDA né Vivian, ela tem 1 secretaria com esse foco no abastecimento alimentar. Então essa já é 1 primeira conquista, e desafio nosso né de implementar essa nova secretaria, que se soma às outras secretarias do ministério que são tão importantes pro desenvolvimento da cultura familiar. Mas eu queria destacar aqui na na minha fala, eu acho que o que começou com o namoro virou casamento, e agora a gente tem que cuidar da relação, que é os 2 planos que estão na praça aí, que é o plano nacional de agroecologia e produção orgânica, e o primeiro plano nacional de abastecimento alimentar. Então não faz sentido a gente olhar esses 2 planos de forma desconectada, né então a gente traz aqui conjunto de iniciativas, que ela vão lá do território da semente, dos agricultores, das agricultoras, até o alimento no prato da população, né? Que é o nome fantasia que a gente utiliza, que é o alimento no no prato pra representar o plano nacional de abastecimento alimentar. Isso traz 1 série de desafios, pra tanto pro MDA, mas também pra sociedade civil, que é estruturar, né, o que a gente imagina que seja o fortalecimento do abastecimento alimentar. Num país que esteve historicamente e ainda está, estruturado pra exportar matériasprimas né, e a gente tem agora pela primeira vez, esse grande compromisso nacional pra olhar o abastecimento da nossa população, corroborando com algumas falas que foram colocadas aqui hoje, que a gente precisa incluir né e conectar quem produz de quem consome os alimentos. Então eu destaco aqui dentro do do plano nacional, pra que a gente não dá conta de de falar sobre todo esse plano, mas alguns destaques. Primeiro que o 2 grandes estruturas de abastecimento alimentar do país, foram retiradas do programa de privatização, que é a CEAGESP em São Paulo, e a CEASA Minas né, e do dos diagnósticos que nós fizemos, é que a agricultura familiar já tem seus alimentos nessas estruturas das CEASA, mas a agricultura familiar não está lá dentro da CEASA diretamente comercializando seus alimentos. Então, já tem 1 ação junto com a CEAGESP de São Paulo, pra gente mudar o normativo deles, inserir a agricultura familiar nos espaços de comercialização, E na CESAA Minas, que é, que já tem a participação direta da agricultura familiar, a gente poder ampliar pra outros grupos que não estão contemplados ainda. A exemplo da agricultura urbana, a exemplo dos quilombolas, que não estão contemplados nesses espaços. Então esse é exemplo da das centrais públicas, mas grande desafio que a gente tem, estruturado dentro do Planab, é constituir o que a gente tem chamado as centrais populares de abastecimento, né? É 1 estratégia que está vinculada com a secretaria de patrimônio da união, o SPU, então o desafio é a gente pegar imóveis públicos que estão desativados, que estão sem uso, e transformar transformar isso em centrais de abastecimento com a gestão direta da agricultura familiar. Isso envolve 1 equipe de engenharia que a gente já está constituindo pra modelar esses imóveis, desenhar o que seriam essas centrais, e fazer esse repasse diretamente pra entidades cooperativas e associações da agricultura familiar. Então essas centrais populares, ela é mista né, ela recepciona os alimentos da agricultura familiar que vêm dos diversos territórios e dos diversos grupos, ela recepciona, dali ela vai, ela pode fazer as entregas do PAA, ela pode fazer as entregas do PNAE, né quem sabe, quem trabalha com alimentação escolar sabe que são entregas semanais, quinzenais, então você tem local na cidade, próximo às escolas pra distribuir, a gente ganha na questão da logística. Elas desenvolvem também feiras permanentes nesses espaços. Elas também disponibilizam alimentos para que os mercadinhos né, os mercados, a a área privada possa lá e comprar esses alimentos no atacado. Também têm experiências de terem restaurantes diários geridos pela agricultura familiar, então perceba que é desenho misto dessas centrais. Então essa, é dos das estratégias que a gente identificou que ela é estruturante né, que ela fica, né governo a governo porque a gestão ela está diretamente conectada com a agricultura familiar. Mas já finalizando pouco minha fala, tem outras estruturas de abastecimento, que estão conectadas com planos, os sacolões, as cozinhas comunitárias, as compras públicas, e 1 outra estratégia que a gente recebe pedidos quase que semanalmente, e isso é muito relevante né? E a gente já faz essa parceria com a SAF, que são as feiras da cultura familiar. A gente precisa também estruturar a forma de apoiar essas feiras, né? Dentro do MDA, a gente já tem apoiado inúmeras feiras, e na semana passada nós discutimos no, está aqui o Jairan, no primeiro encontro nacional de agroecologia indígena, a forma de apoiar também grupos que a gente não conseguia apoiar diretamente. Então tem basicamente 2 estratégias, que eu vou sistematizar, 1 delas é a parceria com a universidade, que ela consegue executar diretamente essas feiras, e contribuir com a gestão da informação com a gente, o lado positivo dentre outros, é que ela tira a burocracia de grupos que não conseguem acessar recurso público, que não consegue lidar com essa burocracia do do serviço público. Então a universidade junto com o MDA consegue, cuidar digamos assim da parte burocrática e executar de acordo com o que as entidades solicitam pra gente. Mas a gente entende que, é preciso fortalecer também as organizações sociais, e está previsto pra 2025 a gente lançar editais de feira da agricultura familiar, pra que seja executado diretamente pelas entidades sociais via MROSC. E daí a ideia é que a gente possa fazer editais temáticos né, que a gente consegue induzir que os grupos de fato possam acessar esses editais. Editais quilombolas, editais indígenas, editais para reforma agrária, editais para agroecologia, para sociobiodiversidade. Então a gente constituir editais temáticos para que os grupos possam de fato executar de acordo com com o que tem sido construído historicamente pelas organizações sociais. E por fim, deputado Yanizete que estão na coordenação, mais 1 vez reforçar o nosso desafio de constituir, olhar para essas propostas de 1 forma integrada entre o e entre o plano nacional de agroecologia e produção orgânica. Obrigado, obrigado. Aí

04 de dez, 11:54
#47
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Ibiratã e que esses espaços tenham 1 reserva de espaço redundante atraente pra os produtos orgânicos e agroecológicos. A CEASAMINAS por exemplo 2 anos se passaram e nós não avançamos nesse sentido, não avançamos. EEE eu tenho denunciado o absurdo que é de termos pessoas lá, em cargo de confiança recebendo em torno de 13000 reais e que foram aqueles que levavam toda a tarde 1 caminhonete de alimentos para a frente do exército, pros acampamentos de frente do exército e que estão lá até hoje, estão lá até hoje. Então e por isso que nós não avançamos na SEASA nos planos específicos nos locais, eu acho que na SEAGESP avançou pouco, mas na CEASA, Minas, nada, mas obrigado viuza? Passa. São.

04 de dez, 12:01
#48
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Que precisa ser discutidas e a gente precisa além de discutir achar alternativa pra que elas aconteça e cheguem na base né? Mas AAA Peneira está agoniada pra fazer esse questionamento com razão a gente já está finalizando a gente vai agora ouvir Márcia acertei gerente de projetos do gabinete da secretaria nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério Desenvolvimento Social Bom dia a todas as pessoas presentes

04 de dez, 12:02
#49
Gerente de Projeto do Gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Márcia Muchagata
Márcia Muchagata

Gerente de Projeto do Gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

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Online também queria cumprimentar a mesa falando a dona Elizete é prazer dividir a mesa com a senhora e com o padre o deputado padre João assim quando no começo do governo Lula foi colocado como prioridade número combate à fome. E isso é 1 coisa que a gente está tendo bastante sucesso alcançar logo no primeiro ano de governo, os dados do IBGE mostram que mais de 24000000 de pessoas saíram da situação de fome, mas a gente sabe que simplesmente matar a fome, com qualquer comida não é o que a gente quer, a gente quer comida saudável, e a gente luta por sistemas alimentares que sejam justos, inclusivos e resilientes né? Isso é bastante importante e nesse sentido todas as políticas que venham no sentido de diminuir, reduzir, usar de maneira melhor os agrotóxicos quem sabe até dia eliminálos, estaremos sempre a favor disso né mas a gente sabe que a as as a as forças em disputas são muito distintas né? Hoje por exemplo a a quem deu 1 olhadinha no jornal o IBGE lançou o resultados de pesquisa que indicam que o Brasil hoje nesse ano tem o menor nível de pobreza e extrema pobreza de toda a série histórica. Então assim, isso pra gente é feito extraordinário porque a gente está no segundo ano de governo, a gente passou por todo esse período por pandemias, por tudo. E assim, ao mesmo tempo em que você tem o menor nível de pobreza, o maior nível de emprego, 90 por 100 dos empresários do setor financeiro são contra ou reprovam o governo Lula. Então assim, isso é 1 disputa que a gente está tendo né, quem teve ontem no no seminário sobre agrotóxicos, viu assim os dados estarrecedores do colonialismo é químico que é sabe de como que os países estão jogando aqui no Brasil 1 série de produtos que não são aceitos na Europa o quanto que o nosso Agro também ele está totalmente voltado para o público externo, a soja, o milho e sistema que acaba levando não só agrotóxicos, mas também produtos ultraprocessados, né, então assim, as disputas são muito grandes e a gente tá conseguindo algumas vitórias muitas vitórias aliás porque para mim assim é hoje tá aqui falando que o Brasil está com menor nível de pobreza do da série histórica gente Espetacular mas a gente tem que continuar lutando porque tem muita coisa ainda que precisa ser feita. Então nesse sentido, eu queria colocar que na nossa perspectiva, as tecnologias sociais e nisso entra agroecologia, são dos principais caminhos que a gente pode adotar em termos de políticas públicas. A gente teve no dia 20, há 2, 3 semanas atrás, 1 mesa maravilhosa reunido pro pessoal das cozinhas solidárias, que é programa que o MDS está apoiando, e que surgiu da sociedade civil junto com o pessoal das externas, né, e o diálogo entre esses 2 grupos foi absolutamente fenomenal, né, porque assim, você estava passando recursos pra sociedade, pra sociedade se organizar, pra sociedade ir onde precisa, pra ela se autogerir pra poder colher os resultados da política pública, né, pra realmente envolver as pessoas, pra que realmente a gente saiba que aquelas pessoas saibam que isso é 1 ação de governo conjunta né, então assim não é aquela política que chega lá de paraquedas né. Então só pra encerrar, queria dizer que a gente nessa linha de alimentação saudável né, a gente teve também os decretos de alimentação saudável nas escolas e a gente teve a cesta básica nacional também que foi decreto assinado pelo presidente Lula em março desse ano, né, e na próxima sextafeira a gente vai ter debate o dia inteiro lá no MDS, no bloco A, onde a gente vai discutir como que a gente faz pra que a cesta básica realmente seja encampada por maior número possível de políticas públicas e que possa incidir principalmente na questão tributária. E lá também vai haver, ao na hora do almoço entre 12 e 15 horas, vai haver 1 degustação em frente ao bloco b, de alimentos da cesta básica, né, então assim, a nossa luta pra tirar os ultraprocessados, é que sistemas alimentares sejam realmente resilientes e que a gente possa cada vez mais ter segurança alimentar e nutricional com, sem todos aqueles aditivos que provocam doenças provocam doenças na gente provocam doenças no planeta pra finalizar eu queria só entregar para o deputado padre João 2 coisas a primeira é o balanço do programa Basílio Sem Fome de ano onde justamente a gente coloca todos os marcos, tá e todo tudo que foi alcançado ao longo desse ano e que continua, e também, assim, não é a melhor coisa mas é o caderno de emendas parlamentares, porque hoje pra gente fazer política pública a gente tem que pedir pro Congresso que a gente precisa fortalecer o SISAN, que a gente precisa ter mais recursos pro PAA, que a gente precisa ter mais recursos pra cisternas, e a gente pede ao congresso que escute, né, porque hoje mesmo a gente está tendo orçamento cortado, Então a gente realmente precisa desse apoio do congresso, então muito obrigada.

04 de dez, 12:03
#50
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Muito obrigado Márcia pelas suas contribuições. A gente espera que o congresso nos ouça, e não não corte, pelo contrário, olhe pra o pra o planeta e assuma a vida que a gente precisa ter nesse planeta para poder continuar vivendo. Então é importante que hoje eles não cortem nada, pelo contrário, coloque recurso porque a gente sem recurso a gente não pode trabalhar e não pode ter ter vida digna nesse planeta, né? A gente agora vai pra pra pras perguntas da plenária, né e e contribuições né? As pessoas é quem é quem sabe o que querem falar, mas está aberto a palavra quem é que estava anotando as as pessoas ah eu não não consigo escolher, você vai reparar Acho que é importante as pessoas se posicionarem na frente por causa facilita a mesmo que o microfone embora seja sem fio mas facilita se posicionar aqui à frente, evita o torcicolo e facilita captar a imagem da pessoa. É, da GTI, está correto o nome? Não me corrija no primeiro momento. Está aí o microfone. Pode pode já usar o microfone e a próxima Ana Maria Maia da IDEC se pudesse sentar a cara também já. Eu queria chamar atenção

04 de dez, 12:09
#51
Participante Sangite
Sangite

Participante

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2 questões que eu considero Devir pra casa. O senhor ficar de pé virado pra plenário facilita a a câmera lá em cima? Daí pode ser. Isso sim. Chamar atenção pra 2 questões que eu considero importantes e que eu, ao que me parece não estão incluídas e deveriam estar incluídas nessa luta né? 1 é a a questão do flúor, exigir a que seja eliminada a adição de flúor na água, porque o flúor é veneno que é resíduo da fabricação de armas químicas pela indústria bélica, que foi vendido pra sociedade que foi grande fraude a partir das das guerras mundiais, porque na época esses resíduos eram jogados em terras nos Estados Unidos e eles provocaram tantos desastres, que foi proibido que fossem jogado inclusive os funcionários eles tinham que usar praticamente escafandro pra poder jogar aquela aqueles resíduos né? Então eles passaram a ser adicionados na água, né, que foi vendido pra sociedade que é grande fraude, né e o, de que isso curava química, curava a cárie né e e é 1 falácia, e e total fraude porque além de não curar a cárie, eles provocam doenças diversas como por exemplo a calcificação da glândula pineal, que é a nossa antena de conexão o universo né? A pessoa, quanto mais ela tem a sua, ganhando opinião saudável, mais intuições ela tem do que ela deve fazer com a sua própria vida, de maneira a contribuir com a vida e não com a morte como como é o que a gente está combatendo aqui né? E essa esse flúor é adicionado da desde desde do ao longo de todo o século 20 e continua até hoje adicionado na água de beber das populações mundiais adoecendo, e enriquecendo essas indústrias porque o governo compra esse esse resíduo pra poder adicionar a água. EAEAA além dessa questão outra coisa foi falada também aqui sobre as ameaças né, que são feitas àquelas pessoas pelas máfias que atuam dentro do sistema de saúde. E como toda a máfia se utiliza de intimidação, de de meios legais prendendo pessoas e também de meios criminosos assassinando pessoas que curam, né toda todo, milhares de pesquisadores como mais dos mais famosos William Raish foram assassinados dentro das cadeias, preso porque ele inventou aparelho chamado caixa de orgânica que curava todas as doenças. E o FBI investigou por 2 anos, e quando chegaram que de fato era aparelho que curava mesmo então eles prenderam raios por fraude, por por charlatanismo, e mataram ele dentro da cadeia, e mandaram queimar todos os livros dele e destruir todos os aparelhos porque isso fazia concorrência com a indústria farmacêutica. E assim tem sido milhares e milhares de inventores e, beneficiadores da humanidade têm sido assassinado porque curam né EA0 sistema de saúde declarou que cura é proibido, é proibido curar. Por exemplo, Eliezer Mendes, médico daqui de Brasília, ele descobriu a cura pro AIDS e pro pro câncer utilizando medicamentos muito baratos, e ele foi intimidado pela associação médica muito que ameaçaram de tomar se ele não fosse embora ele ia morrer, e eles matam mesmo né essa mata como toda a mata, mata, né? E é preciso que isso seja combatido, porque eles estão entencheirados dentro dos sistemas de saúde e dentro da justiça, né? Se utilizam de todos os meios possíveis pra garantir os seus lucros. Recentemente eu tive amigo, jovem né que morreu de câncer, ele estava a gente estava pagando pra ele 10000 reais por dia pra ele ficar na UTI, né e acabou morrendo de quimioterapia como acontece com 90 por 100 de todo mundo que faz quimioterapia. É negócio que não cura o câncer, mas dá extremo lucro pra indústria química, e é vendido como se fosse remédio como na verdade é método de genocídio bancado pela pela própria família que que tem o seu a sua o seu membro assassinado.

04 de dez, 12:10
#52
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Por isso que nós temos que avançar a Kelly com as farmácias vivas né, com as farmácias vivas, e que infelizmente também já vão ameaçando né pelo virando negócio, o grande desafio é isso né, que que a política o que deveria ser política vira negócio. Ana Maria Maia da IDEC. Obrigada deputado, obrigada.

04 de dez, 12:15
#53
Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC Ana Maria
Ana Maria

Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC

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Oportunidade de estar contribuindo com esse debate, em nome do IDEC, que é o Instituto de Defesa de Consumidores. O que a gente queria colocar aqui na mesa, também trazer destaque especialmente em consonância com a fala do MDS, é que o IDEC acompanha as pesquisas e as evidências que têm sido lançadas no Brasil, né, aqui foi muito dito sobre consumidor, que o consumidor tem que pedir, que o consumidor tem querer comprar. A gente acompanha que o consumidor quer sim comprar, ele quer comer de forma mais saudável, todas as pesquisas têm mostrado isso pra gente, mas eles não têm acesso. Eles não encontram comida saudável pra comprar e quando encontram essa comida é cara. Então a gente precisa avançar em estratégias também pra garantir que esse consumidor, que os consumidores, as pessoas consumidoras brasileiras tenham acesso à comida de verdade. A cesta básica foi 1 grande vitória pra população brasileira, né, a criação da cesta básica consonância com a garantia do direito humano à alimentação adequada. A gente tem certeza que esse vai ser que esse é instrumento potente pra direcionar as nossas políticas de abastecimento também e dialogar tanto com a ponta do consumo quanto com a ponta da produção de alimentos. E aí nesse sentido, a cesta básica contribui para que os alimentos saudáveis adequados e básicos sejam mais acessíveis financeiramente pro consumidor, mas a gente também precisa olhar pra ponta da produção. E aí quando a gente olha pra essa ponta da produção o IDEC realizou estudo que mostrou que enquanto a cadeia da soja está recebendo 57000000 de reais de isenção fiscal, os produtos da cesta básica não estão recebendo nem metade disso para serem produzidos. Então acho que a gente vem aqui como Instituto de Defesa de Consumidores pedir pra que as nossas políticas agrícolas também dialoguem com essa perspectiva de garantia do direito humano alimentação adequada e de acesso e produção a esses alimentos. Obrigada e ano que vem a gente segue à disposição para acompanhar os trabalhos da frente que é histórica e parabeniza também por todas as ações que vêm sido construídas até agora.

04 de dez, 12:15
#54
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Concordo com você Ana Maria, os consumidor não estão tendo acesso a alimentação de qualidade porque precisa de políticas pública no campo pra gente produzir em quantidade suficiente pra botar comida de qualidade em quantidade suficiente na mesa dos trabalhadores. Enquanto o Estado não não direcionar as políticas público para o campo, infelizmente os os consumidores vão continuar na zona urbana, consumindo veneno, né? E agora a gente chama José Nilton, da Anatel. Boa tarde.

04 de dez, 12:17
#55
Participante José Nilton
José Nilton

Participante

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Né? Boa tarde a todos e todas. Cumprimentar o padre João. Viu padre João? Eu sou gerente de monitoramento da Agência Nacional de Sensação Rural, recentemente eu estive lá em Minas Gerais, aonde a gente teve aquele desastre ali né das famílias atingida pela Samar, né por aquele desastre ali da barragem de Mariana. O O que que a gente vê lá? A gente vê muitos produtores, pescadores, né, que estão ali tentando sobreviver e sem poder produzir, a verdade é essa. E aí fala assim, ah a gente vai produzir organicamente o agroecologicamente. Aí você vai ver a água, a água está contaminada, aí você vai ver o solo, o solo está contaminado, aí você vai ver o mar está contaminado, aí você vai ver que aquelas pessoas estão ali, desesperadas, volume altíssimo de depressão, problemas de feminicídios, problema por exemplo com com crianças, porque as famílias deixaram, os pescadores deixaram de ali pescar, e passaram a viver mais em casa porque estão ali sem poder desenvolver as atividades dele muitos pescadores, muitos agricultores. Por que que eu estou trazendo isso? Porque assim, aonde a gente faz o monitoramento a gente encontra várias situações, em Minas a gente encontrou isso. E qual que era a dificuldade? Ah não, a gente vai produzir aqui galinha, só que aí a galinha, como é que é, a gente vai produzir agroecologicamente, que a gente não pode colocar as galinhas ali porque elas vão ser contaminada, porque o solo está contaminado, né? O que se produz ali é água contaminada. Eles recebem 15 litros de água pra o consumo diário da família, pra o o uso ali, tanto o consumo de de alimentação como também do do uso diário ali da família. E isso ali me preocupou muito porque assim, a gente estava ali fazendo monitoramento de assistência até de extensão rural, de empresas contratada pela ANATE, aonde estava ali pra executar né programa de assistência até de extensão rural. E dentro disso tinha o o fomento lá do MDS, aonde estava dentro do programa de assistência técnica essas famílias iam estavam recebendo. Quando a gente foi ver na área produtiva o que que aquelas mulheres, porque eram até mulheres como foi citado aqui, e essas mulheres iam fazer, está fazendo alguma atividade produtiva pra poder gerar renda. A principal atividade que a gente viu ali em virtude das condições ali, era mais serviços. Por quê? Porque as condições ali de solo e de contaminação não dava pra eles estarem desenvolvendo a produção. 1 das questões também que a gente viu do está vendo durante o monitoramento em todo o Brasil, em várias regiões do Brasil, é que as pessoas assim, ah eu estou aqui produzindo organicamente. Por exemplo, a gente tem programa de até pra assistência técnica pra pras organizações de controle social, as OCS. E aí você chega ali nas OCS, tem por exemplo, você pega a região do semiárido, quando você chega na região do semiárido, fala aí as instituições pública mesmo fala assim, olha, mas aqui no estado não tem produção orgânica, só que quando você chega ali pra monitorar, você vê vê várias ações de produção agroecológica, orgânica, e que muitas vezes isso não está nos mapa. Então por exemplo pra fazer a execução de programa de OCS né orgânico por exemplo no Brasil inteiro, qual que foi a principal dificuldade por exemplo pro programa da ANATÉ? É que existia o programa, estava ali programa de assistência até de sessão rural pra fazer a execução dessas atividades, só que aquela aquela lista por exemplo do MAPA, ela já era totalmente absoluta, desatualizada, não existia aqueles agricultores, a maioria dos agricultores que estavam cadastrado, quando foi com fazer as ações de assistência técnica, aquelas famílias já não existiam mais, já não era mais produtores orgânico. Então isso é 1 coisa que a gente tem que se preocupar, né? No Brasil, então a gente tem que se preocupar com a questão do levantamento, a atualização e verificar porquê que essas famílias deixaram de produzir de forma orgânica, o que que a gente tem verificado? Ah não, a gente deixou de produzir porque o nosso produto não é valorizado, porque o nosso produto quando vai colocar na na merenda escolar, quando vai colocar na questão do do comercializar pro PAA ou pro PNAE, muitas vezes nem entram, muitas vezes nem é pago por esse valor que ele, que é como produto orgânico, então a gente acabou deixando de produzir, então existe várias situações pra produção agroecológica e orgânica, por exemplo o Maranhão, numa visita no Maranhão tinha produtores orgânicos lá, aí o que que eles falaram olha, como é que a gente vai produzir aqui organicamente se ao lado a gente tem 1 fazenda que faz pulverização aérea aqui e que contamina tudo. Então eu estou colocando algumas situações aqui pra gente fazer 1 reflexão de como a gente fazer 1 assistência técnica agroecológica, orgânica, onde até que a gente vai ter que pulverizar, na verdade, mas assim de 1 pulverizar do ponto de vista agroecológica e fazer isso a gente precisa de 1 assistência técnica, a gente precisa dos agentes igual a Viviane colocou aí, que está sendo construído com a Anatel, né, a construção de 1 chamada pública ou de de de de TED, não sei como, mas está sendo construído alguma alternativa de criar os agentes pra levando essa questão da assistência técnica agroecológica nas comunidades. Mas a gente a gente sabe que pra levar a política pública para os agricultores, familiares de 1 forma geral, a gente precisa de 1 assistência técnica e a gente precisa de profissionais qualificados na área agroecológica e a gente tem tem essa dificuldade. Mesmo que a gente tenha ações agroecológica dentro de 1 chamada pública, a gente sabe que o técnico que muitas vezes que estão ali executando não tem experiência nenhuma com agroecologia, ou agricultura orgânica então a gente precisa é pensar essa questão da formação agroecológica e orgânica, é isso. Ah e só 1 questão padre João, viu companheiro? Na Agraé, eu estive visitando o Mato Grosso do Sul agora, existe 1 experiência que eu acho que vocês têm que conhecer, no no CEASA do Mato Grosso do Sul, aonde tem né 1 1 unidade lá, galpão, aonde ele é destinado especificamente pra agricultura familiar, trabalho bem interessante que eu vi agora recentemente obrigado. Obrigado a você Josenilton e saudar então todos os extensionistas.

04 de dez, 12:18
#56
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Lembrou dia 6 agora, é o dia do extensionista, e mas é importante o extensionista e também na linha do troca de saberes. Vai ensinar a academia, mas também aprender com toda ancestralidade a essa cultura essa riqueza que temos também. Ontem nós tivemos a tarde inteira debatendo a repactuação, quando o governo federal traz pra si, então hoje nós temos, sei lá mais de 10 ministérios envolvidos, coordenado pela Casa Civil, pela secretaria geral da presidência, mas dos pontos de fato é esse gargalo enorme, o crime da Samarco Vale BHP, biritus gente, fez 9 anos, E olha o nível de contaminação que está do solo, das águas e do próprio rio. E cada chuva que é 1 benção pra produzir alimento é o rio que enche e revira a lama toda de novo, e mortandade de peixe e tudo isso acontece, tudo se repete. Então o desafio ali é enorme, que pega desde aqui de Mariana né, até lá fundão lá no no litoral, porque é de fundão fundão cai fundão e lá também fundão, né. Em Regência. É a última inscrita aqui que é a Rafaela. Karina também esqueci. Ah tá, então é a penúltima. A Rafaela da UnB. E depois a Karina. É UnB e as PANC também. Hoje eu estou

04 de dez, 12:25
#57
Representante da ASPANC- Associação de produtores e promotores de plantas alimentícias não convencionais Rafaela
Rafaela

Representante da ASPANC- Associação de produtores e promotores de plantas alimentícias não convencionais

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Falando por as punk do que pelo NB em si. Bom dia a todos. Minha contribuição aqui pro debate é só assunto que eu senti muita falta assim, e dentro das minhas pesquisas e experiências como agrônomo e também de pessoas que estudam, né, esse assunto, pra gente hoje não tem como a gente falar de agroecologia, de segurança alimentar e nutricional, sem a gente falar das plantas alimentícias não convencionais, que são plantas que fazem parte né do do do da cultura alimentar ancestral do nosso país né do Brasil, e hoje a gente se articula enquanto as PANC enquanto a associação dos produtores das plantas alimentícias não convencionais, a gente tem muitos desafios mas também temos conquistas por exemplo a inserção da orapronóbis na cesta básica né, também foi 1 conquista muito grande pra essa pauta, mas a gente quer punk na na alimentação escolar, a gente quer punk na mesa de todo mundo, e os desafios vão desde a da cadeia produtiva até as questões sociais culturais de comunicação pra mudança desse paradigma alimentar né que a gente tem hoje que é 100 por 100 colonizado. Então vim trazer essa contribuição, 1 provocação pra todo mundo né refletir, Aproveitando a presença dos parlamentares, dos órgãos governamentais, né, e também da sociedade civil pra gente falar desse assunto. Obrigada. Obrigada.

04 de dez, 12:26
#58
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Sua contribuição e agora a gente vai pra última, pessoa que se inscreveu que é Karina da Fian. Oi, bom dia, boa.

04 de dez, 12:28
#59
Participante Karina
Karina

Participante

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Pessoal, eu sou Carima, Carima, sou integrante da FIA, a FIA é 1 organização que atua tanto no território nacional como internacionalmente, buscando assegurar o direito humano à alimentação e nutrição adequadas, e aí sendo muito objetiva não poderia ir embora sem agradecer a participação de todos das 2 mesas, o debate foi muito rico, mas não só agradecer pelas falas, pelo trabalho que vocês desenvolvem, realmente é muito importante. Segundo ponto rapidinho é, me coloca à disposição enquanto o FIA e os demais integrantes, a FIA vem incorporando aí profissionais no seu corpo técnico, pra auxiliar à frente na consolidação da agenda pra 2025, e também em demais desafios que forem surgindo e seja necessária a nossa contribuição, podem nos acionar. FIAN FAN, vou convidar vocês a acessar o nosso site pra identificar informe que foi publicado nessa semana, tá? O informe com dados bem atuais que faz 1 análise de conjuntura, leva em consideração o último ano do outro governo e os 2 primeiros anos o governo Lula. Tão informe fiel foi foi construído com a muitas mãos muitos pesquisadores do território nacional e até internacional que vocês deem 1 consultada pra esses dados ter acesso a esses dados. Muito obrigado pessoal.

04 de dez, 12:28
#60
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Paulo Peter. Não, há segurança alimentar aqui. É o último, deputado? Última fala? Não. É o último e a gente apresentou a sugestão de pelo menos de calendário básico para o ano que vem, e e as os a contribuição de cada também foi, compilado, foi anotado. Pronto, era exatamente.

04 de dez, 12:29
#61
Participante Paulo
Paulo

Participante

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Por isso, então já é o ponto, é sobre calendário mesmo. Essa nossa plenária, ela, hoje, à tarde e amanhã, no plenário da Senapo, nós vamos exatamente discutir calendário. Em função de tudo que a gente ouviu ontem e hoje, a mesa anterior aqui a gente viu, com DRAF, com CEA, Senapo, vendo vários ministérios, vendo executivo, vendo legislativo, pra nós é muito evidente que nós não podemos ficar nas nossas caixinhas, né? Essa é 1 agenda ou a gente vai ter a nossa capacidade de nos articularmos, em nos diferentes espaços em torno de agendas muito concretas, ou a gente vai pegar, por exemplo, nós temos planalto que tem 100 e a Adriana falou hoje, 100 e tantas, a gente não pode querer monitorar tudo, acompanhar tudo, a gente precisa pegar o que que é o e precisamos estabelecer agendas. Então esse nosso cronograma, quer dizer inclusive agradecer assim em nome da sociedade civil da Senapo, a abertura padre João, pelo pelo evento aqui hoje, mas ele precisa ser o primeiro, ele precisa ser o primeiro no sentido de que a gente ano que vem, tem 1 agenda enorme pra tocar aqui dentro, né, mas também no executivo, e que a gente precisa ter 1 certa estratégia, porque se a gente começar a multiplicar eventos e iniciativas, a gente se dispersa. E essa estratégia necessariamente passa por articulação, articulação entre órgãos de governo, entre secretarias de ministérios, que não não dialogam entre si. Eu acho muito bom que a a SEAB esteja aqui, é 1 é 1 pena que a Secretaria de Desenvolvimento Territorial não esteja aqui que é 1 demanda nossa há muito tempo, que dentro do próprio MDA, as próprias secretarias não se articulam em torno dessa agenda, e é excelente beira que vocês você esteja aqui e e venha pra ficar, né? Né? E assim com os outros ministérios, mas também entre legislativo e executivo. Eu acho que é pouco por aí que a gente precisava tirar encaminhamento aqui, porque amanhã nós vamos ter momento para tirar da das nossas plenárias do ano que vem, e a gente precisa fazer esse planejamento nosso em função desse alinhamento que a gente vai fazer aqui também com o Legislativo. Era mais por aí. Obrigado. Tem 1 alguma

04 de dez, 12:30
#62
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Daqui ela também é apelo, tem apelo da da FAU de encontro com os parlamentares também da América Latina e do Caribe, que está previsto pra fevereiro é muito importante essa participação também do governo e sociedade civil, né numa troca de de de experiências e todo e a gente acertará acertaremos essa data, porque acho que nós temos o que oferecer mas o que aprender também, né Solinha. Isso a previsão fevereiro, há 1 proposta de ainda em janeiro alusivo ao ao dia de combate à poluição por agrotóxico que não deixasse passar também por despercebido, embora é 11 de janeiro é 1 data assim que às vezes muitos estão de férias como é que talvez ato mesmo remotamente mas que a gente marcasse a data. Há apelo da 1 audiência pública no debater acerca do da adesão ao SISAN, como é que a gente fizesse esse balanço da adesão também ao SISAN porque está sendo condições para os municípios inclusive executar o PA. Então como que a gente vamos abrir 1 campanha como é que a gente então evento nessa linha bem no início do ano. Outro, em relação ao PNAE, porque foi colocado aqui o PA ele considera 1 remuneração diferente pros produtos agroecológico e orgânico né? Mas o o PNAE não, fica a critério da diretora da escola, a diretora ah mas com esse aqui eu vou comprar mais alimento, então acaba não adquirindo os produtos orgânicos. Então é 1 realidade. Como que a gente repense junto com o FNDE, é possível ter 1 remuneração diferente? O per capita aluno dia? Em relação à à à à aquisição? Então, porque no PNAE é isso. Outra coisa é o compromisso que eu fiz aqui, de a da gente ter o encontro do PRONÁRIO com os ministros. E a gente vai trabalhar isso num primeiro momento com as assessoria parlamentar, né de cada ministério, mas porque é inadmissível a gente ter nós não exigimos a presença do ministro em determinadas pastas aqui não uai, mas que viesse pra falar em nome do ministério. Ter pessoas e a gente acolhe sempre, tanto do mapa são muito bemvindas, mas desrespeitoso quando a gente na véspera recebe email do gabinete do ministro dizendo que não terá representante na Plenário. É isso que nós recebemos ontem. Vocês entenderam o que eu estou falando, né? Nós recebemos email, é desrespeitoso como o próprio profissional que às vezes é de carreira, que tem 1 que tem 1 luta, que tem 1 dedicação, não é? Então é nesse sentido de que a gente vai exigir e a gente tem poder de convocar, convocar esse pelo menos essa faculdade nós temos, enquanto parlamentar e a convocação será feita se a gente não chegar no entendimento de construir 1 data de consenso entre pelo menos algumas pastas estratégicas, alguns ministérios estratégico. Nós aí em março a celebração do dia nacional de de consideração sobre mudanças climáticas. Então na em torno do 16 de março, mas é o que o Paulo colocou aqui, acho que nós temos que ser estratégico pra viabilizar transporte, como é que a gente também casa algumas agendas pra otimizar essa venda do desenvolvimento social? A gente não tem como financiar, frente não tem como. Como a gente construir as assessorias nossas e e os representantes de de cada segmento, casar algumas agendas. Então depois vem mais AEEE também tem a junho né primeira semana de junho a questão do meio ambiente, porque aí com Nilton Tato, então está faltando algumas datas aqui, depois também em agosto, que é mais a a questão do alusiva ao dia da semente, como é que ele acessa às sementes é debate que temos que avançar, porque você sabe que se nós tivemos avanço na na mudança da lei de sementes, mas foi foi pequeno, embora teve conquista porque a proposta que estava em curso era impedir totalmente inclusive quilombolas indígenas agricultor familiar produziam suas próprias sementes. Mas nós temos que avançar na no PA sementes, nós temos que avançar na na na porque a dificuldade ainda ela é enorme de obter as sementes crioulas, numa linha da da da comercialização institucional pra, inclusive nem com a emenda parlamentar a gente está tendo essa garantia viu gente, de sementes crioulas. Isso seria então agosto, setembro também, o dia da Amazônia, como é que a gente traz, também sobre o cerrado, né, setembro. Outubro em relação às ao dia internacional das mulheres rurais, depois ao dia mundial da alimentação também, além da data que foi lançada em março que eu já me esqueci foi o Rogério, 8 de março, e e que é a o lançamento do PRONRA. Pronara é o Dia Internacional da Mulher né? Dia Internacional da Mulher e o Pronara. EEE dezembro de fato o agrotóxico né? A primeira semana de dezembro. A COP é por isso que ficou aqui sem nenhuma branco mas é a COP. Hã? CBA. Outubro, no nordeste em em em Juazeiro, Juazeiro. Viu? Tem resumo gente eu acho que não carece o o Célio ali produziu resumo que fica de de de cada fala eu acho que viu Célio eu acho que ele traz para 1 para 1 socializar não é? A gente socializa pelo em vez de eu de eu recuperar, a a nossa companheira, Trabuco, Luiza Trabuco. Faça no microfone pra ficar registrado então, pode ser daqui aqui. Bom dia a todas as pessoas.

04 de dez, 12:32
#63
Participante Luíza
Luíza

Participante

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Na verdade queria contribuir pouco com algumas, com proposição de algumas questões que eu acho que a frente parlamentar pode nos auxiliar muito, acho que 1 coisa importante, a gente tem várias frentes parlamentares nos legislativos estaduais, talvez construir encontro das frentes parlamentares, de combate à fome e de promoção da segurança alimentar, acho que seria talvez algo bem estratégico. A gente vai vai vai ter debate acho que ano que vem, sobre o financiamento do SISAM, é 1 pauta que vem da conferência nacional de segurança alimentar e nutricional, da gente ter algum mecanismo facilitado de repasse de recursos né, do entre do Governo Federal, para os estados e municípios, inclusive para viabilizar AA0 fortalecimento do sistema e também a execução de muitos dos programas de segurança alimentar e nutricional. E a gente tem construído junto com o Conselho Nacional 1 proposta de IPL e acredito que isso possa ser 1 1 agenda importante também pra frente parlamentar atuar. E tem chegado pra nós muitas propostas de alteração da lei orgânica de segurança alimentar nutricional e também de alteração de problemas importantes como o PNAE e acho que monitorar pouco esse conjunto de agendas que o parlamento tem trazido pra legislação de segurança alimentar. Pra nós também acho que seria algo muito importante como contribuição da frente. Obrigada. Obrigado.

04 de dez, 12:39
#64
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Obrigado. Quando fala mudança da lei a gente fica assim né? Será que vamos conseguir avançar com esse parlamento ou corre risco de levantar a bola pro retrocesso? Mas está bem acho que está feito anotei aqui também. Só eu quero aqui da minha parte também agradecer, desculpa pelo local, viemos quase aqui né? Porque a quartafeira de fato é muito disputado. São 3 às vezes a gente quando deputado participa de 3 reuniões simultaneamente. O assessor está numa a gente tem que ir, não é fácil aqui. Então aqui acho que é agradecer agradecer o respeito que tivemos também dos representantes do governo, que vieram pra ouvir com essa prontidão de ter ficado todos os últimos né, é 1 composição da mesa, aos segmentos sociais, eu acho que essa disputa nós temos governo que está em disputa então nós temos que nos organizar a melhor forma pra disputar implementar e recuperar o tempo perdido, recuperar o que foi destruído, por isso que na fala de ontem colocaram o pé no acelerador, como que se conseguiu destruir em tão pouco tempo tanta coisa, nós em pouco tempo vamos ter que recuperar e avançar. É 1 pauta que era reprimida, se você pega a questão do do pronário era coisa que era para ter implementado no governo Dilma, né? Nós a conferência de segurança alimentar no governo Dilma viemos com a expectativa de ter o, tinha expectativa do PRONÁRIO. Aí como não teve foi a conferência, eu não estou me lembrando qual que foi a primeira, a do CONCE, não porque tivemos a conferência de segurança alimentar aí depois talvez seja na conferência de saúde, a gente consiga EEE tal. Então olha pra vocês aí passaramse aí mais de 10 anos, né? EEE aí é 1 agenda que está ainda incompleta, só que né mas eu quero voltar à fala do Lula que foi abertura bem de ver ontem lá, acho que a indignação do Lula ela pra nós muito importante. Acho que o vídeo nós temos que viralizar aquele vídeo pra ele também tomar mentes e corações e dizer olha tem agora presidente que está firme, firme né, e que não está seguro por outras relações eu acho né de amizade ou alguma coisa assim, né porque EEE esta garantia de que essa luta ela tenha como prioridade esse público que lutou essas décadas inteiras. Porque é verdade a questão da antropologia pro órgão orgânica ela já está caindo numa lógica de mercado em alguns lugares. Numa lógica de mercado e e numa lógica de lucro. Então isso é 1 é 1 realidade e como também essa outra luta que veio aqui da questão da saúde e da gente investir na promoção da saúde, já estão percebendo essa situação como também é algo lucrativo pra abraçar essa pauta também. Dentro das farmácias vivas, dentro dos medicamentos e e tudo. Então aqui agradecer e a gente socializa resuminho e da contribuição de cada e das sugestões com vocês.

04 de dez, 12:41
#65
Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste Elizete
Elizete

Representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras do Nordeste

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Ah eu também quero agradecer a oportunidade de estar aqui né, de poder participar de momento tão importante pra gente e dizer o seguinte, que os desafios são grandes, né, né, as políticas precisam chegar na base e aí a gente tem algumas parceiros dentro dentro do governo, dentro do legislativo que a gente precisa unir forças pra que em 2026, 26, 26, 25, né as política consiga chegar na base porque a gente está cansada de só destruir só discutir e as coisas não chegar na base é preciso que essas política nos alcance né eu enquanto mulher rural tenho sofrido na pele a falta de ausência de políticas públicas, né. E aí é preciso que a gente una nossas forças e aí eu quero agradecer ao ao às pessoas do governo que estão aqui, que assumiram compromisso com a gente para que em 2025 a gente consiga fazer diferente e essas política consiga alcançar os agricultores, os indígenas, quilombola, as pessoas do campo das agro das florestas. Muito obrigada por tudo e quero avisar o seguinte, que tem almoço aqui no anexo 2 então quem quiser almoçar principalmente as pessoas da Senapo né vamos juntos almoçar no anexo 2 muito obrigado pela oportunidade 30 segundo viveu Vivian reivindica aqui 30 só pra agradecer enquanto secretaria

04 de dez, 12:44
#66
Diretora de Inovação para a Produção Familiar e Trasição Agreológica - MDA Vivian Libório
Vivian Libório

Diretora de Inovação para a Produção Familiar e Trasição Agreológica - MDA

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Da né? Então esses que estão aqui na mesa a todos fazem parte da Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção orgânica. Tem o pessoal também que está aqui e avançar é o nosso rumo né? E continuar a dizer que a gente continua à disposição. Agradecer também a nossa equipe da correção geral de transição agroecológica que está aqui, sempre muito bem representada e compõe esse grupo de militantes dentro do governo em prol da defesa da produção de alimentos saudáveis e da agroecologia. Gratidão. Agradeço aqui o microfone. Agradecer então também acho que esse

04 de dez, 12:46
#67
Diretor do Departamento de Políticas de Gestão Ambiental Daniel Peter
Daniel Peter

Diretor do Departamento de Políticas de Gestão Ambiental

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É muito rico nessa construção, gostaria de lembrar como 1 das falas né? Os espaços da CaISAN precisam ser fortalecidos por cada dos ministérios e acho que isso também depois cada dos ministérios dialogar com as secretarias depois de dos estados e dos municípios porque é espaço de construção muito forte e que a gente pode levar a agroecologia, o debate da segurança alimentar pra que a gente tenha de fato 1 ação transversal de todas as as várias pastas de cada dos órgãos que estão envolvidos, e de lembrar que é espaço que não é fechado né ele é aberto pra que outros órgãos também, que fazem a atuação na questão da saúde, na promoção de 1 alimentação saudável, e numa produção de alimento de verdade, que podem estar também com essa interlocução. A gente agradece esse espaço de hoje, a sociedade civil sempre pautando o governo, pautando o Conselho Nacional de Agroecologia e produção orgânica, e construindo de fato 1 política diferente, e que a gente de fato possa entregar na mesa do brasileiro o alimento de verdade. Obrigado obrigado deputado padre João. Aquele.

04 de dez, 12:46
#68
Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição Kelly Poliany
Kelly Poliany

Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição

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Eu queria agradecer também a oportunidade e dar informe fui autorizado aqui pelas colegas da secretaria de vigilância em saúde e ambiente que no ano que vem 2025 o Ministério da Saúde começa o processo de revisão da norma dos padrões de portabilidade de água então acho que é 1 agenda bem importante para a gente aproveitar fazer processo mais participativo mais transparente né do que foi feito no governo passado então já deixa aqui a dica para agenda do ano que vem também incluir essa discussão da foto habilidade da água e agradecer a vocês eu acho que todos que trabalham nessa agenda contribuem para que a população brasileira coloque em prática o que a gente recomenda no guia alimentar para a população brasileira né alimentação adequado saudável deriva de sistema alimentar socialmente e ambientalmente justo né então agradecer a vocês por contribuírem para que a gente concretize no dia a dia do povo brasileiro esse princípio tão caro do nosso guia alimentar. Muito obrigada. Obrigado, Marcelo saúde vai ajudar.

04 de dez, 12:47
#69
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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A plantar agroecologia com plantio canabidiol da maconha pra gente avançar e oferecer os vender pra todo mundo viu Silvino? É Márcia.

04 de dez, 12:49
#70
Gerente de Projeto do Gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Márcia Muchagata
Márcia Muchagata

Gerente de Projeto do Gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

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Não vamos misturar as pautas a gente teve problema quando a gente estava fazendo os alimentos pa e tal que assim o pessoal não estava permitindo plantas medicinais justamente por causa da maconha Então acho que a gente tem garante a segurança alimentar meio separado aí mas é 1 pauta extremamente importante é pois é temos que separar poesia Não, queria só agradecer, reforçar o que o Paulo falou ao final, né, que essa agenda é 1 agenda extremamente transversal e que a gente tem que seguir junto avançando, né e dialogando e justamente como o Daniel falou também, a Caisa como espaço super importante pra fazer esse diálogo. Muito obrigada.

04 de dez, 12:49
#71
Deputado Padre João
Padre João

Deputado

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Bom almoço pra todo mundo. Obrigado, bom apetite, desculpa o início aqui os desconcerto aqui da mesa, mas valeu, a luta continua.

04 de dez, 12:50