COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL

5 dez. 2024 07:06 às 09:10

Sobre o Evento

Modernização das Centrais de Abastecimento discutida na Comissão de Agricultura. Vários participantes e deputados envolvidos.

Status
Concluído
ID: 75166Total: 45 discursos
#1
Transcrição por IA

Senhoras e senhores muito bom dia, sejam todos bemvindos e bemvindas aqui na comissão, de agricultura pecuária e abastecimento e desenvolvimento rural da câmara dos deputados neste 4 saúde, registro presença com muita alegria, deputados Messias Donato, deputado Foletto, os deputados acho que somos nós eu sou Heitor Chul pra quem não conhece. Declaro aberta a quadragésima primeira reunião extraordinária de audiência pública da comissão de agricultura, pecuária, abastecimento e desenvolvimento rural da Câmara dos Deputados convocada para debater o tema, a modernização das centrais de abastecimento Ceasa. Comunico que atendendo o ato da mesa número 2 3 de 2020 e a participação dos parlamentares e dos convidados nessa audiência poderá ocorrer de modo presencial ou remoto, via plataforma de vídeo conferência. Esta audiência pública foi proposta por esse deputado que vos fala, pelo requerimento 3 8 2024, a qual agradeço a aprovação dos colegas parlamentares na oportunidade. Então vamos dar início senhores e senhoras sejam todos bemvindos, Da plateia aqui também os que estão pelo sistema Zoom, dos nossos convidados que estão no sistema que vão falar depois, eu quero registrar a presença aqui da Ana Terra Reis secretária de Abastecimento cooperativismo e soberania alimentar do Ministério de Desenvolvimento Agrário da Agricultura Familiar, que está aqui conosco, no Zoom. Também o Márcio Milan que é o vicepresidente da Associação Brasileira de Supermercados a Abras, e direto de Porto Alegre Tarcísio Mineto que é o gerente de relações institucionais e sindicais da OserGS, representando a OCB. E eu quero convidar a fazer parte aqui da mesa, de forma presencial o senhor Eder Eduardo Bublitz, presidente da associação brasileira, das centrais de abastecimento Abracem. Também o José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho que é o técnico em planejamento e pesquisa da diretoria de estudos e políticas regionais urbanas ambientais do IPEA. E Alexandre Grigol Bardin, diretor da Confederação Brasileira das Associações Sindicatos Lojistas do CIAAS e AFINS a BR Brastese. Como dá pra ver aqui folheto 1 mistura de alemão com italiano bem representado, né? Tudo Chunior. Das esgaldia. Tem os pomerano aí também, viu? Como é que é? É. Quero dar uns informes aqui que são de praxe do nosso regimento, aos expositores que cada dos senhores vai ter até 10 minutos pra fazer a sua apresentação, juízo na comissão mas espero que não passemos dos 10, para que a gente consiga terminar até o meiodia porque eu preciso pegar voo, não sei os colegas deputados, mas se os colegas estiverem aqui mais tempo a gente pode revezar a presidência sem problema nenhum. Faremolo com muito gosto. Os parlamentares inscritos para interpelar os expositores poderão fazêlo estritamente sobre o assunto da exposição, pelo prazo de 3 minutos tendo, os interpelados igual tempo para a resposta. Facultadas à réplica e à tréplica pelo mesmo prazo, vedada aos expositores e interpelar quaisquer dos presentes. Comunico que na eventualidade de ser franqueada a palavra a pessoas do público presente, ficam desde logo, notificadas de que a participação na audiência implica autorização de divulgação do seu pronunciamento e da sua imagem. Feitos os estabelecimentos pertinentes então, vamos iniciar o debate. Quem fala? Deputado Foletto por favor.

0:004:30
05 de dez, 10:06
#2
Transcrição por IA

Eu infelizmente Heitor não vou, gostaria muito de te liberar pro voo porque mas mas o meu é mais cedo eu tenho que estar na, tem na está na aqui cultura e pesca lá com o Marcelo Polesi às 11 e 30 e depois eu, eu tenho que ir pro voo. Mas, eu estou muito feliz de estar aqui hoje, o Gelson, que é o presidente lá da da dos associados lá do Espírito Santo, no município do meu querido deputado Messias Donato, requisitou a nossa presença, E00 técnico que veio com ele disse rapidamente pra pra gente ali na chegada né Messias? Que o o termo que eles gostariam de ouvir aqui é é segurança jurídica né? A gente conseguir reunir algum termo que possa ser nacional, já que a CEASAS elas são, tem 1 atividade muito plural né? Começa a funcionar de madrugada, tem que gente que começa na noite anterior né? Então assim, e a gente aqui no congresso eu o Messias estamos nos colocando à disposição não dos não só do Gelson que é o nosso mentor aqui, mas junto com Heitor, no que for possível a gente colaborar pra que as necessidades das questões jurídicas a gente possa transformar em legislação e trazer segurança pro sistema nacional todo. Era rápido, né, direto e rápido, e só dizer que Gelson, lá no Espírito Santo e aos outros companheiro do Brasil isso pode contar conosco, nós estamos aqui pra ajudar mesmo, né Messias?

0:001:36
05 de dez, 10:11
#3
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Obrigado, quer dizer 1 palavra de início Donato.

0:000:06
05 de dez, 10:12
#4
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Bem, quero parabenizar o nosso proponente o Heitor que, é 1 voz aqui desse segmento né tão importante pro nosso Brasil, justificar a já acredito que o Heitor vai fazer isso, deputado Heitor, do Evair né que está em viagem em outro estado também gostaria de estar com a gente, folheto que foi tudo no estado do Espírito Santo Heitor, folheto foi secretário de agricultura, foi presidente da assembleia tal, então conhece muito da matéria, e ao lado do Gelson nós estamos aqui, né pra poder colaborar também no intuito dessa construção. São mais de 23 casas, mais de 10000, empresas instalados, mais de 200000 empregos direto, mais de 17000000000 de receita, mais de 15000000 e meio de movimento de toneladas então assim a gente tem que respeitar, nesses o lojista respeitar os produtores mas sobretudo também a gente pensar nesse protocolo de de unificação, cada instituição SEASA né tem o seu protocolo e, faço minhas palavras do deputado Foleta, o que o segmento precisa né, é esse olhar, a partir dessa discussão dessa audiência pública, na questão de ter protocolo, de ter essa segurança jurídica, pra que essa instituição que não fechou né em nenhum momento na greve dos caminhoneiros né no tempo que nós tivemos de pandemia, em que a maioria dos segmentos por alguma razão ou outra pra protocolo fecharam, o CEASA e todo o Brasil permaneceu aberto, né pra poder levar alimento para os brasileiros obrigado nosso presidente Heitor. Ok.

0:001:46
05 de dez, 10:12
#5
Transcrição por IA

Obrigado colega deputado Nonato. Bem senhoras e senhoras pra então a gente começar vamos ouvir primeiro os que estão de forma aqui presencial depois os que estão no sistema do Zoom. Eu quero agradecer a todos os parlamentares que aprovaram o nosso requerimento pra conversarmos sobre a modernização das centrais sindicais agradecer ao deputado Ervere Melo ter pautado isso, e ter marcado essa audiência, a assessoria técnica da comissão que fez os convites à organização e aos senhores que estão aqui presentes para a gente conversar sobre esse assunto, eu tenho clareza absoluta de que cada Ceasa é 1 cidade. Circulam milhares e milhares de pessoas a cada dia em especial naqueles dias de mais movimento, e que desempenham as Ceasa papel crucial na distribuição de alimentos no Brasil. Quero registrar aqui o episódio que nós tivemos no Rio Grande do Sul em fim de abril e início de maio, onde a nossa Ceasa fechou. 2 metros de água por toda ela 15 dias ninguém entrou ninguém saiu, A Ceasa teve que sair da sua sede e conseguir 1 sede provisória para receber os produtores, os permissionários, os comerciantes, os restaurantes para que as pessoas pudessem ter minimamente alimentos para levar para o seu negócio para as suas lojas, para as fruteiras e tantos outros estabelecimentos mais para que não tivesse o desabastecimento, então essa é, na verdade 1 missão de unir o consumidor, o produtor e fazer com que as pessoas tenham as frutas os legumes as verduras e tantas outras coisas que são comercializadas em todas as unidades, é da Ceasa então, eu queria aproveitar esse ensejo, e dizer que certamente essa casa que tem nessa comissão também o tema do abastecimento e do desenvolvimento rural além da agricultura e pecuária como foco, a gente possa conversar possa ouvir e já de antemão dizer aos nossos palestrantes que digam onde estão os problemas digam o que precisa ser feito até porque deputado folheto Nonato eu acho que essa casa aqui quando está diante de fazer mais orçamento para 2025 daqui a pouco precisa olhar também o que a nossa CIAas precisam de organização, de material de equipamento de investimento pra poder bem atender bem as pessoas. Se nós estamos falando em novas tecnologias em tudo o que é setor nesse país, certamente podemos também daqui a pouco ter a necessidade de avançar nisso aperfeiçoar a logística, a promoção das práticas sustentáveis melhorar as condições de trabalho, E logicamente, alimentar bem a nossa população porque ser humano bem alimentado, fica menos doente do que alguém que passa fome com certeza, né, e se alimentar de maneira correta, ainda é melhor. Então senhores e senhoras muito obrigado por estarem aqui acho que esse é tema que envolve muita gente que às vezes nem se apercebe. De que o produto que ela tem na sua casa, na sua mesa, na sua geladeira, passou por muitas mãos e que o ponto de encontro foi lá no Ceasa na madrugada como disse, o folheto na na sua fala inicial. Então seu Éder Eduardo Bublitz, da Abracem, Pelo que eu vi aqui, ninguém quis falar por primeiro, alguém vai ter que colocar a bola no centro do gramado e é o senhor tem 10 minutos por favor obrigado por ter vindo.

0:003:49
05 de dez, 10:14
#6
Presidente - Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - ABRACEN Eder Eduardo Bublitz
Eder Eduardo Bublitz

Presidente - Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - ABRACEN

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Todos, dia aos presentes, presidente. Sou, meu nome é Éder, sou filho de pequenos produtores rurais do estado do Paraná. É 1 honra estar sentado na 1 bancada tão importante como essa discutindo tema tão importante também. Nós na CEASA, basicamente presidente, e quero agradecer muito o interesse de vocês, há muito tempo a gente busca junto em parceria com os nossos permissionários, produtores rurais, espaço pra discutir CEASA. Pra nós é muito importante. Quero fazer 1 saudação especial aos presidentes CEASA, que nos ouvem pelo pelo Zoom, ou ao menos deveriam estar ouvindo pelo Zoom, o Pectol, presidente da CEAGESP que está aqui presente, o nosso time da CONAB, Nilson e Juliana, a equipe da Abracem presente, o Josimar, o Bruno, Júlio nosso secretário executivo, ao meu amigo Alexandre, de longas batalhas juntas, né Alexandre? Grande parceiro, todos os permissionários presentes aqui, em nome da Karina, que é a única mulher presidente de associação, as CEASAS precisam também estudar pouco mais essa questão da participação de mulheres na nossa CEASA, ver como as mulheres podem entrar. É muito positivo. E eu falo isso porque eu tenho medido na SEASA do Paraná, a o aumento significativo de mulheres no nosso ambiente e a qualificação do mercado então Karine, parabéns. De novo, saudade de 1 forma muito especial aos deputados. Vejo, são 3 deputados que estão aqui. Nós somos 27 estados. O senhor falou ponto fundamental presidente. Eu posso chamar o senhor de presidente? Ou ou ou ou deputado enfim me me perdoe aí a gente também é da roça e não sabe muito bem essas questões formais aí. É, eu acho que não. Mas sou bom. Vejo, são são 3 deputados que estão aqui, inclusive nenhum do meu estado. A gente entende a agenda dos parlamentares, a gente entende, eu sei como é que é. Mas o que que falta? Isso quem é mais antigo da CEASA, já ouviu eu falar? O que falta pras CEASA, é elas pararem. A CEASA precisa, as CEASA grandes eu falo pro senhor, a gente pode tranquilamente causar caos no país, com esse CEASA parando. E o caos tão grande quanto a greve dos caminhoneiros. Mas o nosso pessoal é trabalhador. O nosso permissionário é herdeiro, o nosso permissionário é próbrasil, independente de ideologia partidária a gente trabalha pro Brasil. Então nunca fizeram isso. Agora eu proponho, já propus isso e faço isso publicamente aqui, que as 5 maiores serras do Brasil parem. E não precisa fazer bagunça nenhuma, não é trancar rodovia, tacar fogo em pneu, negativo. É só parar, baixar as porta, pra daí a população ver a importância, e a política ver a importância das centrais de abastecimento no dia a dia do povo brasileiro. O o deputado colocou 1 número, a SEASO movimenta 65000000000 de reais de forma oficial, 65000000000 de reais. Nós movimentamos a verdadeira agricultura familiar. O que vende na Ceasa é a agricultura familiar. A gente não tem commodity, tirando grandes produtores por exemplo de laranja, que é caso à parte, o resto é pequeno produtor. Agricultura familiar sem ideologia. A a agricultura familiar que eu falo do nosso produtor, cito exemplo lá de novo da CEASA do Paraná, seu Hamilton, Pocebon, que está com o seu filho vendendo na CEASA gostaria de trazer o Neto pra ensinar a trabalhar, mas as leis não permitem que que comece a trabalhar, infelizmente, todo o respeito mas a gente, eu comecei a trabalhar com 8 anos, se trabalhar cedo, prejudicasse o crescimento não tinha 2 metro, sabe? Então então assim, esse agricultor familiar precisa do apoio. A gente vende, o os os deputados da Bahia, deveriam estar aqui de Pernambuco, deveriam estar aqui. A gente que vende o Vale do São Francisco. Toda a transposição do do rio São Francisco, é vendido dentro das CEASAS. Então a gente precisa entender a importância. Será que, tirando, grandiosas exceções dos 3 parlamentares que estão aqui, será que é necessário esse CEASA parar? Quero agradecer a presença do presidente Bruno da CEASA do Distrito Federal, diretor também, Daniel. Na Ceasa eu costumo dizer o Paraná, vou usar de novo o meu estado me perdoe mas é a nossa média. Eu digo que a gente é povo trabalhador. Mas na SEASA, está a elite dos trabalhadores, de quem é trabalhador de verdade. Porque, dia 29 de julho, 0 graus, chovendo, o nosso time está lá puxando carrinho, os permissionários abrindo as portas, os produtores vendendo seus produtos. Nós na pandemia, não paramos nem dia, nem dia. Brigamos incansavelmente pra ser colocado no grupo prioritário de vacinas. Até hoje não somos. O nosso povo sai do Pará, de caminhão, vai parar lá no Rio Grande do Sul. Então a gente precisa essa importância também da saúde, não conseguimos. Nós na SEASA fazemos muitos programas sociais, os produtores, os produtos que não têm valor comercial mais, pras nossas pra SEASA distribuir a instituições de de caridade filantrópicas, hospitais, asilos, enfim, temos vários belos exemplos de programas. No Paraná, temos programa que recupera 600 toneladas por mês de produtos que seriam desperdiçados. A gente atende mais de 140000 pessoas no estado, com esse produto doado pelos nossos comerciantes que não tem nenhum incentivo pra isso. A gente pode estudar, deve estudar 1 forma de amenizar o prejuízo do produtor e do comerciante com essas perdas nós, o o nosso presidente do sindicato que é muito meu amigo Paulo Salesbran, ele diz, a gente trabalha com defunto, nossa eu tento, agora que eu vi o tempo ali rapaz, a gente trabalha, agora que eu vi o reloginho ali, a gente trabalha com defunto, colheu o produto ele estava estragando. Então, tanto o produtor quanto 000 permissionário, eles precisam de algum suporte, de alguma isenção de imposto de renda enfim, qualquer coisa, pra ajudar o produtor e o permissionário que douram. Nós trabalhamos com alimentação saudável. Hoje a população come ultraprocessados, a indústria, com pressão de marketing faz com que as nossas crianças hoje tenham mais problema de obesidade do que de fome. Nós vendemos o que as crianças precisam consumir, o que o idoso precisa consumir, o que a população precisa consumir. É incrível, a falta de de visão pra isso, a SEASA vende alimentação saudável. E por último, pra não, não me alongar agora que eu vi o reloginho. Nós precisamos duma, dum regulamento, 1 normatização nacional. Ninguém tem segurança jurídica dentro da Ceasa, Nem o presidente, nem o permissionário, nem o produtor, ninguém, nem o trabalhador. O nosso trabalhador, por que não enquadrálo como trabalhador da agricultura? Ele está na cidade, mas ele precisa eles trabalham duro, eles. Opa, eles precisam de 1 atenção especial da previdência, eu sei que o tema é sensível. Mas o nosso trabalhador ele está no pesado todo dia. Ele não consegue, o nosso produtor já tem benefícios, mas ele não consegue ter 1 vida de trabalho muito longa. É pesado trabalhar na SEASA. A gente precisa rever. E nós de fato precisamos de 1 lei, no Paraná a gente fez 1 lei, da Ceasa, mas a gente precisa 1 normatização nacional. Ninguém sabe tempo de contrato, quanto que é. É. Deputado, permissionário, que construiu 1 história dentro da Ceasa, ele pode perder o box dele por centavo numa licitação. Essa legislação ela precisa ser revista. Que o permissionário tenha algum, algum tipo de preferência, eu não estou lesando o o erário público não, eles não querem lesar o erário público, mas que ele tenha direito e eu possa ajudar a construir, tem monte de gente boa que pode ajudar a construir, que ele tem o direito de pelo menos cobrir o lance e não perder a empresa dele por centavo que pode acontecer. A turma fala ah, é muito difícil isso acontecer, mas é possível, que seje centavo 1000 reais, a gente está falando 1 história de 50 anos, que não tem, que não tem valor, e a gente chegar pra permissionário como aconteceu comigo, bater na porta dele, seu Pedro que inclusive nos deixou falar assim seu Pedro, nós vamos ter que licitar seu box. Ele olhou pra mim por quê? Eu sempre paguei certinho, nunca incomodei ninguém, e de fato, nunca fez nada pra ninguém, eu falei simplesmente porque a lei mudou, e a lei exige isso. E a gente não foi ouvido. Então nós precisamos, deputados, de 1 atenção especial a essa norma nacional das CEASAS. As CEASAS precisam ser ouvidas, os permissionários, os produtores, quando eu falo CEASA eu estou falando do conjunto. Nós precisamos ser ouvidos, nós precisamos desse apoio que vocês estão nos dando. Eu quero agradecer muito, agradecer a a oportunidade de falar em nome das Ceasas do Brasil, agradecer a presença desses 3 nobres parlamentares, e me colocar à disposição, colocar à disposição do Brasil pra que a gente possa desenvolver cada vez mais as nossas centrais de abastecimento. Obrigado

0:0012:27
05 de dez, 10:18
#7
Transcrição por IA

Ok obrigado Éder Eduardo Boublitz dá abracem agora vamos ouvir também o senhor Alexandre Giglaubardin que é da Confederação Brasileira das Associações, Sindicatos e Lojistas da CIAA e Afins a BR Brasteste por favor 10 minutos. Bom dia.

0:000:22
05 de dez, 10:30
#8
Diretor - Confederação Brasileira das Associações, Sindicatos, Lojistas do CEASA e Afins - BR-BRASTECE Alexandre Grigol Bardin
Alexandre Grigol Bardin

Diretor - Confederação Brasileira das Associações, Sindicatos, Lojistas do CEASA e Afins - BR-BRASTECE

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Não é muito confesso que eu não não tenho muita muita intimidade com o microfone, mas no dia a dia das nossas atribuições a gente está sempre longe dos holofotes né então mas tranquilo. Então, primeiramente agradecer a todos e a todas aqui presente, os parlamentares aqui que estão nos dando apoio a essa causa, ao deputado Heitor por tendo acolhido o nosso requerimento e nos dará oportunidade de tentar trazer pouco do contexto e da importância das CEASAS, no âmbito de 1 política pública de abastecimento. Com com com com grande honra e com senso de responsabilidade, representando toda todos os permissionários em que estão aí em centrais de abastecimento que de alguma forma, se conectam com o abastecimento do nosso país, e tentar explicar aos senhores pouco dessa importância. E, eu diria que, hoje o assunto abastecimento ele é assunto bastante sensível, né? E ele corre, eu diria que hoje ele está respirando por aparelhos, e que alguma coisa precisa ser feita imediatamente pra que, a garantia do abastecimento e do acesso ao alimento seguro pra toda a população brasileira, se mantenha. Nós sabemos hoje da importância das CEASAS, nas questões de desenvolvimento econômico, alimentar e social, isso é indiscutível, embora passe muitas vezes despercebido ao conhecimento da da sociedade de forma ampla, e eu sei que pros amigos aqui é bastante familiar essa temática, muitos muitas fisionomias aqui são peculiares dos nossos encontros nacionais de abastecimento, mas nós sabemos que tem 1 fatia grande da sociedade que não faz a menor ideia do que é 1 central de abastecimento e o que ela representa. Então, o o intuito desse nosso encontro é justamente tentar expor essa importância, essa relevância, E000 motivo dessa provocação pra que a gente consiga trazer no âmbito nacional debate amplo, organizado e voltado pra 1 solução e o enriquecimento da do nosso abastecimento. Então nós sabemos hoje que as CEASAS elas são, elas têm papel estratégico ao direito de acesso e consumo do alimento fresco. Existe dado da organização mundial de saúde, que pra pra 1 pessoa se manter saudável dentro dos padrões, né, clinicamente recomendáveis, ela precisa ingerir 400 gramas de alimento fresco por dia em média. Salvo engano, minha fonte depois pode me corrigir se eu estiver errada, ela está presente aqui que é o Claudinei. Hoje a média nacional não excede muito mais que 100 gramas por per capita dia. Não é isso Claudinei? Então está aí. Portanto, na na na importância do desenvolvimento econômico alimentar e social, nós sabemos que a CEASAS hoje, elas são grandes centros consolidadores da produção local, regional, nacional e até mesmo estrangeira. E ela integra 1 ampla cadeia que passa pela agricultura familiar seja ela pequena, média ou grande, e faz com que esse alimento do campo chegue, ou tenha chances de chegar, na ponta, pra pra pra que ele esteja disponível pra sociedade. E hoje o que se observa no campo é enorme desperdício dessa produção, por não conseguir atingir a ponta de consumo. Ao mesmo tempo que nós vemos a ponta, potencialmente consumidora, não tendo acesso a esse alimento, por ele estar ou indisponível, ou simplesmente pra ela não conseguir atingir esse alimento que hoje estaria disponível e que está sendo desperdiçado no campo. Por inúmeras razões, que nós podemos elencar momento, é que a dificuldade de explicar todo o contexto, 10 minutos, seria impossível, nós precisaríamos de dia inteiro debatendo sobre essa temática, mas que eu creio que a partir desse momento a gente consiga abrir discussões posteriores aí pra poder aprofundar mais ao tema. Então, comunidade de consolidação, o aspecto da SEASAS, necessariamente, é de extrema importância nós sabemos que hoje praticamente 80 por 100 de todo o alimento fresco que chega nas mesas das famílias, necessariamente passaram por 1 central de abastecimento. E essas, muitas vezes, com toda a sua dificuldade, cumprem seu papel com com com bastante determinação eu diria, principalmente pelo fato de dos precursores desse abastecimento dentro dessas centrais estarem possibilitando que o produtor consiga alcançar com seu produto 1 central de abastecimento e através dessa distribuição, que ela consiga se capilarizar a partir do varejo EEE chega na na na mesa do consumidor final. Então, é 1 unidade de integração de, de variados tipos de produtos. 1 Ceasa hoje, deputado, ela comporta em média 180 tipos diferentes de produtos. O que nós encontramos no varejo, em média, algo em torno de 35 a 40 produtos tipos de produtos diferentes. Muitas vezes, aqueles de maior interesse econômico evidentemente, E isso demonstra o porquê de muito tanto desperdício no campo, e tanta dificuldade em se promover com que o alimento saudável chegue na ponta, chegue na mesa do consumidor final. Então, a garantia de acesso e disponibilidade a esse alimento fresco, saudável e seguro, ela cumpre o seu papel com bastante, com bastante determinação. Nós, como o deputado agora há pouco ali mencionou, nós tivemos 2 grandes, 2 grandes crises, que né o o país vivenciou greve de caminhoneiros e pandemia, não fosse pelas centrais de abastecimento, AAA as famílias brasileiras estariam desabastecidas. Prova disso a preocupação da mídia, quase que diariamente, manifestando a preocupação com o desabastecimento promovia sempre as as matérias dentro de 1 central de abastecimento, né que naquele momento estavam operando com toda a dificuldade com toda, né com todo o caos gerado fosse pela greve de caminhoneiros ou pela pela pela segregação que a pandemia promoveu, em nenhum momento ela parou. Então ela conseguiu garantir, a pacificação social e a segurança pública, mantendo essas famílias em seus lares, sempre com alimento disponível, né então, até estou assim sendo bem sucinto a respeito da da importância da da realmente das CEASAS, mas o potencial que elas têm de de promover, desenvolvimento econômico, social e alimentar, é algo que vai muito além desse desses poucos exemplos que eu citei aqui, está certo? No entanto, como o nosso presidente da Brascinha aí mencionou, nós temos alguns gargalos que precisam ser superados. E eu acredito que com, com com bons projetos, e pessoas bem intencionadas, a gente consiga ir longe, e garantir pra que a sustentabilidade do abastecimento ele perdure ainda por longo tempo. Então, essas demandas estão previstas inclusive nesse nesse folder que a BR nos encaminhou, que os senhores têm em mãos. Eu não sei se foi disponibilizado pro pessoal que está no acesso remoto ali, mas se não foi depois acho que seria interessante compartilhar. Mas provavelmente nós poderemos discutir isso daí mais adiante, está certo? Então eu agradeço aí a atenção ao tempo e a disponibilidade dos senhores em em ter nos acolhido aí no requerimento e que nós possamos levar esse tema adiante ainda por mais bom tempo aí. Obrigado.

0:0010:05
05 de dez, 10:31
#9
Transcrição por IA

Alexandre Bardim, agora vamos ouvir o pessoal da pesquisa, o IPEA José o está aqui conosco obrigado por atender o convite, os próximos 10 minutos estão do senhor. Primeiro lugar bom

0:000:17
05 de dez, 10:41
#10
Técnico de Planejamento e Pesquisa - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho
José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho

Técnico de Planejamento e Pesquisa - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA

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E a todos, é com extremo prazer que eu estou aqui, né, e agradeço aqui o deputado Heitor Chul, em nome de todas as pessoas aqui presente. Eu sou, pesquisador, economista e matemático. E eu acho que, sem números, é difícil da gente situar qualquer tipo de diagnóstico ou de situação que a gente queira estudar ou pensar políticas públicas, tá? Quando eu estava me formando na na faculdade de economia, eu participei de encontro, né em Diamantina, e a primeira mesa com a qual eu me deparei, dos colegas que estava junto comigo era o Altivo Cunha. Então o Altivo é 1 1 pessoa que eu estimo bastante, Eu acho que é conhecedor da área. Pena que eu tive pouco tempo de me preparar pra aqui, mas eu trouxe alguns números que eu acho que a gente vai discutir ao longo desse pouco tempo que eu tenho aqui pra pra falar. Aqui em Brasília, né, o agricultor ele fica distante do que acontece na esplanada. E na parte de números, eu posso afirmar que lá no IPEA, representando hoje, né, a presidência do IPEA aqui, Eu sou elo dentro desse dessa discussão e desse debate. Os mercados atacadistas, né, de abastecimento de alimentos, é elo importante dentro dessa cadeia como todo. Então, em primeiro lugar, o setor agropecuário brasileiro representa terço do produto interno bruto. Praticamente 20 por 100 da população é ocupada no país. E 50 por 100 das exportações. Bom, por que que eu estou falando exportações? Porque lá na finais da década de 60, início do dos anos 70, o país vivenciou momento que é parecido com todas as discussões que a gente verifica hoje em dia, né? A economia crescia a taxa de 2 dígitos e havia 1 grande discussão se a produção agropecuária iria crescer num ritmo suficiente pra não ter desabastecimento no mercado interno. Naquele momento, haviam 2 grupos, que discutia que a produção deveria crescer via reforma agrária, e outro que discutia que a produção deveria crescer consciência e tecnologia. Eu não preciso dizer, a Embrapa foi criada em dezembro de 1972, E depois da criação da Embrapa, houve progresso da pesquisa que facilitou o aumento da produtividade no campo, e gerou excedente produtivo muito grande. Na verdade, foi 1 aventura produtiva que o Brasil passou. Por que que eu estou falando isso? Meus pares economistas, quando eu estudava lá na década de 90, nenhum achava que a agricultura era setor importante, e que gerava processo de desenvolvimento econômico. Os manuais de economia mostravam o seguinte, que o setor agropecuário, ele, pra país se desenvolver, você desenvolveria primeiro agricultura, depois passaria pra indústria e depois pro serviço. E até hoje a gente escuta esse tipo de debate na sociedade, como por exemplo, a gente quando a gente escuta desindustrialização da economia é de forma pejorativa ao setor agropecuário. Os nossos estudos mostram que o setor agropecuário ele cresceu ao longo de todas essas 5 décadas, foi justamente porque ele foi capaz de unir não só a produção, como também a indústria e o serviço. Ou seja, essa ideia de que o desenvolvimento acontece por etapas, e que o setor agrícola é setor marginal ao desenvolvimento econômico, não é verdade. O que que acontece? Gerouse grande excedente produtivo, e esse excedente produtivo tem 2 destinações. Mercado externo, ou mercado doméstico? O mercado externo, a gente sabe, o Brasil exporta muito. Dos estudos que nós fizemos recentemente, mostra que o fato do país exportar muito, não prejudica a oferta de alimentos no mercado doméstico. Pelo contrário, o consumo per capita de alimentos até aumenta quando você aumenta as exportações. Então veja, eu estou falando, por exemplo, a gente fala muito em agricultura familiar. Mais de 90 por 100 dos estabelecimentos agropecuários hoje no país, são geridos por famílias. Então não temos dúvida que grande parte dessa produção vai, que vai para o mercado doméstico, também vão passar pelos mercados atacadista. Então, diante dessa importância, diante da importância da produção, da distribuição, Muito se fala na exportação, mas pouco se tem de dados voltados para o entendimento desse mercado doméstico. Este ano, é ano importante, porque a gente tem que colocar na LOA, a previsão de estatísticas que possam ser mensuradas no senso agropecuário. E perguntas relativas ao setor pode ser incluída, só que o orçamento tem que ser especificado este ano para o piloto do senso agropecuário ser realizado em 2025. E, se tudo der certo, você tem o piloto em 2025 e o senso agropecuário vai ser realizado em 2026. Eu não sei, viu, deputado, como que tá essa questão relativa ao senso agropecuário. Mas, se o senhor tiver possibilidade, eu acho que isso é muito importante para o futuro das estatísticas pensando o setor. Eu sei que foi formado grupo pra discussão de quais perguntas seriam incluídas ou não, mas eu acho que é necessário que tenha pessoas que entendam o setor que possa também incluir esse tipo de questionamento pra entendimento do setor. Sem informação, dificilmente a gente não entende o diagnóstico. E aí é o seguinte, quando a gente pega o Brasil, 18000000 de toneladas são comercializadas dentro dos mercados atacadistas. 20 produtos representam 8000000 de toneladas. Desses 20 produtos, a gente pode incluir tomate, banana, laranja, vários outros. Praticamente de população ocupada é 12 milhões de pessoas. Se a gente sabe que a população ocupada no agronegócio como todo é de 28000000, segundo o CEPEA. E, se a gente entende, de acordo com o USDA, que a cada emprego gerado num mercado de abastecimento atacadista, a gente gera mais 3 empregos indiretos, a gente está falando algo em torno de 17 por 100 dessa população ocupada, ou seja, 4.8 milhões de pessoas. Então eu acho que é setor estratégico, é elo que une o agricultor de lado, com a o consumidor do outro, e país continental como o Brasil, grande produtor e exportador, tem que pensar estrategicamente seu mercado interno, tá? E, se isso for feito de forma adequada, você abre possibilidades pra crescimento em outros setores. É, praticamente, né, 400000 hectares estão relacionados com essa distribuição de produtos, tá? No Brasil, representa praticamente 0.5 por 100 do PIB. Pra comparativo com o mercado espanhol, os mercados atacadistas de alimentos representam 0.5 por 100 do PIB, ou seja, nós temos espaço de crescimento muito grande, tá? Dentro desse setor, dentro da economia brasileira. E pra se ter 1 ideia, enquanto o mercado brasileiro movimenta 18000000 de toneladas, a Espanha, que é país muito menor, movimenta 8.9 milhões de toneladas. Eu acho que essa temática ela discute a questão de renda, a questão de emprego, a questão segurança alimentar e redução de pobreza e desperdício de alimentos. Então acho que é elo importante que vão discutir essas 4 ou 5 variáveis que são chaves dentro desse processo. A gente precisaria ter estatísticas pra cada 1 pra poder mensurar qual é o diagnóstico do nosso setor. Recentemente, no IPEA, eu venho fazendo trabalho sobre segurança alimentar. E a questão da segurança alimentar, ela pode ser analisada tanto da ótica da oferta, quanto da ótica da demanda. Na ótica da demanda, a gente tem questões de nutrição, e questões de pobreza. Enfim, eu eu coloco aqui esses números, embora eu não tenha feito nenhum trabalho, se for possível e eu puder ajudar, eu me comprometo a estar aprofundando esses esses números, talvez num num novo senso agropecuário, e fico aqui à disposição e eu coloco, eu sou amigo do setor agropecuário, sou amigo de todas as pessoas que entendem a importância dessa desse segmento dentro do processo de desenvolvimento econômico. E ao contrário da maioria dos economistas que não entendem o setor, eu acho que a gente tem que ter novo, 1 nova perspectiva de entendimento. E só pra finalizar, na pandemia, eu participei do Ministério da Agricultura junto com a ministra Tereza Cristina, e eu lembro, se não fosse, né, toda a estrutura organizada em torno do setor agropecuário, e aí, os mercados atacadistas de abastecimento de alimentos, foram centrais dentro desse processo, realmente, tá? Então, encerro aqui as minhas considerações e agradeço pelo convite. Muito obrigado José Eustáquio do IPEA.

0:0011:17
05 de dez, 10:41
#11
Transcrição por IA

Queria registrar também aqui a presença do colega deputado Jonas Donizetti, mas ele já saiu porque foi chamado para presidir a CMO. De economista para outro economista vamos então passar para o Tarcísio Mineto, que está aqui para falar em nome da organização das Cooperativas do Brasil, a OCB, e que faz parte da OcerGS lá no meu querido estado do Rio Grande do Sul. Mineto que também já foi secretário estado do desenvolvimento rural a exemplo do folheto, e que certamente tem muitas coisas pra nos falar também sobre essa temática do abastecimento. Fala Mineto, 10 minutos por favor.

0:000:45
05 de dez, 10:52
#12
Gerente Relações Institucionais e Sindical - Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB Tarcisio Minetto
Tarcisio Minetto

Gerente Relações Institucionais e Sindical - Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB

Transcrição por IA

Bom dia deputado Heitor e os demais parlamentares e os demais componentes e integrantes presencial e também por live aí parabéns aí pela iniciativa estamos aqui apresentando sistema ocb deputado eleitor, tema muito importante que é a questão da modernização né, das nossas CEAS. Já foi falado aqui pelos antecessores aí da da se manifestaram, do principal papel né deputado Heitor, da da da CEASA que é a política de abastecimento e a segurança alimentar. Quando nós na visão do sistema cooperativo nacional brasileiro, da OCB, nós enxergamos que a CEASA são sim organizações fundamentais do ponto de vista de fazer esse papel da organização e quando a gente fala organização desde a organização da produção, que é os agricultores né os produtores que que tem essa essa responsabilidade esse papel de de de organizar a produção e essa é importante essa visão da integração. E aí quando a gente fala em modernização deputado, a gente fala na questão da assistência técnica também que é importante e que nossas cooperativas nas suas áreas técnicas tem trabalhado também nessa orientação da assistência técnica extensão rural que aí é importante, também na questão da modernização do que de produtos como já foi falado aqui de produtos de qualidade dentro desse contexto e as cooperativas tem esse papel também de contribuir nessa questão e aí é importante deputado leitor quando a gente fala em modernização que também dentro e está aí a Ana Terra do do MDA a importância Ana de a gente ter linhas especiais de de de recursos dentro desse foco né de de de atender nossos produtores de hortifrútirangeiros dentro desse contexto. Aí já foi falado também a questão da regulação e quando fala regulação, fala da segurança jurídica que é importante, não vou repetir. Tem a questão. Da dinamização da logística, né deputado Heitor que isso é importante também. E a questão da distribuição. Então são pontos que seriam fundamentais, que a gente tem que observar, e que o sistema cooperativo tem trabalhado também dentro dessa lógica. Nós temos no sistema como todo, 1 rede de de de varejo e essa rede de varejo aquilo que não é atendido pelo pela produção local, a gente as nossas cooperativas no Brasil inteiro se até pra questão de complementar aí aqueles produtos né que que que faltam que não são são sazonais e regionais dentro desse contexto. Eu acredito que nessa questão da assistência técnica é importante deputado Heitor que a gente possa também trabalhar já a na terra já já já ouviu sentir que ela ouviu isso que é fundamental que a gente que a gente possa trabalhar essas questões. A questão é é 1 questão também interna da questão dos horários né os permissionários essa questão a gente tem que sim atualizar a legislação do deputado eleitor em relação a isso e e essa legislação que seja revista também eu acredito que já foi encaminhado sugestões aqui pelo assessor aí do do Distrito Federal que colocou isso, também concordamos nessa linha aí, e essa linha de auxílio sim de recurso deputado eleitor, que a gente possa ter a nível de políticas públicas também a gente abrir pouco essas questões fundamentais do ponto de vista de recursos e aí quando a gente fala de recurso, é essa necessidade de modernizar sim ampliar e equipar inclusive foi falado na questão da segurança alimentar esse banco de alimentos que a gente tem dentro da CEASA, isso pode ser 1 política pública ligada inclusive a questão de linha de recursos aí na terra dentro desse contexto a gente fortalecer é 1 questão social muito forte dentro desse contexto e quando a gente fala de banco de alimentos a gente fala pra gente gerar segurança alimentar dentro desse contexto então que a gente possa pensar também na modernização e que outras outros instrumentos a gente possa usar que o processo que a gente possa melhorar dentro desse contexto. E aí sim quando a gente fala de modernizar e fala de ampliar essas questões, fala que de novo, tanta assistência técnica, como na questão de banco de alimentos, a gente carece sim de muito investimento e ficar essa investimento a gente vai precisar de infraestrutura dentro desse contexto para atender. Então a gente tem que pensar pouco dentro desse de desse modelo nós temos também acho que o deputado leitor acho não é na nossa avaliação a questão das análises né do nossos e aí tem a questão toda a questão né da certificação enfim que essas análises também nós podemos ter 1 parceria dentro das políticas públicas também que possa ter aí com os nossos fornecedores que são os produtores de de botifuritigranjeiros que possam contar com apoio dentro desse desse contexto. Outro contexto é outro investimento também importante deputado leitor é nos pavilhões né que a gente vê, estou falando aqui do rio grande do sul, mas o brasil inteiro também acreditamos que não é diferente, que possa também ser dado 1 atenção especial e que possa ser estudo mais aprofundado do ponto de vista, quais são as a estrutura e instalações mais apropriada do ponto de vista e facilitar essa relação do produtor na participação. E possa melhorar esse fluxo logístico e de integração na interação com o mercado de de de varejistas e pequenos negócios né? Na na questão do abastecimento como todo. Então seria de 1 forma geral a gente colocar na visão do sistema cooperativo essa importância de de sistemas aí que a gente tem que trabalhar e volto a dizer, as cooperativas elas têm toda 1 rede também de supermercado aquelas que trabalham e que se abastecem também na complementação via ACASA central de abastecimento, mas estão junto dentro do do conceito de orientação da assistência técnica, procurando deputado Heitor que você o senhor conhece muito bem isso desenvolvimento local, ou seja, produzir aquilo que é possível e abastecer que isso fique dentro da questão local e que isso possa ser atendido pelas cooperativas e só buscar dentro desse contexto a complementariedade dentro da CAAS que é o papel fundamental volto a dizer na questão da política de abastecimento, na questão de garantia de segurança alimentar. Então acredito que também nos estados deputado eleitor pensar fundo né que possa tanto na organização da produção lá do produtor e que outro fundo possa ser criado também do ponto de vista do abastecimento e melhoria na questão da logística e nas questões das estruturas interna das nossas no Brasil inteiro. Então, 1 forma geral assim essa é a visão que a gente tem da OCB do sistema dentro do contexto das centrais de abastecimento do deputado eleitor então essa é a nossa a nossa visão e aí a pouco para fechada que tá de torto é a importância dessa visão de integração como nós fizemos integração da Ceasa a integração do poder públicos nos estados na poder público federal dentro desse viés aí que eu coloquei da assistência técnica da questão da revisão da legislação a questão da certificação das análises dos produtos, e eu tenho certeza que aqui foi falado também e cada vez mais os clientes os consumidores querem produtos diferenciados para que a gente possa ter essa oportunidade dentro das centrais dentro dessa dessa ótica aqui então, obrigado pela oportunidade aí representando aqui o sistema cooperativo brasileiro deputado. Muito obrigado Tarcísio Mineto.

0:008:02
05 de dez, 10:53
#13
Transcrição por IA

Em nome da OCB, vamos de imediato passar a palavra ao vicepresidente da associação brasileira de supermercados, o Márcio Milan, que, convido pra fazer a sua manifestação então, a partir a partir de agora os próximos 10 minutos seu Márcio. Bom.

0:000:21
05 de dez, 11:01
#14
Vice-Presidente - Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS Márcio Milan
Márcio Milan

Vice-Presidente - Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS

Transcrição por IA

Bom dia a todos. Eu sou Márcio Milan, vicepresidente da Abras, associação brasileira de supermercados, na área institucional. Em nome do nosso presidente da Álvaro João Galás, queremos agradecer o convite e todos os nossos colegas, presidente e todos os nossos colegas parlamentares que estão aí, os colegas que se já fizeram a sua apresentação, os colegas que estão nos nos ouvindo. E esse convite ele tem 1 importância muito grande, quando se trata aí da audiência sobre a modernização das centrais de abastecimento. Então, senhor presidente, eu vou compartilhar aqui a minha apresentação. Vou procurar ficar aqui dentro do prazo estabelecido. Eu acho que os todos já estão vindo aí a apresentação. Sim, aparece aqui pode falar, explicar pra nós. Na sequência, acho que inicialmente eu gostaria de dar 1 visão, sobre o os supermercados a nível Brasil, então o nosso setor desempenha papel fundamental na economia, sendo responsável pela distribuição de mais de 93 por 100 dos gêneros alimentícios que chegam diariamente à mesa dos consumidores. Pra se ter 1 ideia em 2023, o faturamento do setor atingiu trilhão de reais. E tem dado muito relevante aqui que são 40000000 de consumidores que entram diariamente em nossas lojas aí nos supermercados a nível Brasil. São mais de 9000000 de colaboradores direto e indiretos, no setor, e são mais de 414000 lojas em todo o país. Nós contamos também com 27 associações estaduais também em cada país, em cada estado aí nós temos 1 associação estadual, que procura se aproximar aí do da do estado entre os seus produtores e também os supermercados. 1 das características marcantes do setor, e aqui a gente pode observar é a descentralização do poder econômico. Famílias empresários brasileiros representam 78 por 100 do faturamento do setor, estão presente em diversas regiões. Aqui também nós vemos nos diversos formatos e bandeiras, dos nossos mais de 40000000 de consumidores de área encontram, 1 ampla variedade de alimentos incluindo frutas, verduras, legumes, ovos, flores, e é adquirida pelos supermercados nas centrais de abastecimento, vem da CEASAS que são os supermercados que médios e pequenos, os grandes, normalmente eles têm o sua central de distribuição, e compram direto aí dos produtores. Rapidamente aqui esses são os canais distribuição, vocês estão vendo aí, hipermercado, atacarejo, supermercado, lojas de vizinhança, lojas de conveniência, minimercados, o o digital e também aquele que nós chamamos de contêineres de condomínio. A margem líquida do setor é em torno de 2.9, e 1 informação aqui bastante relevante quando nós estamos falando de eficiência operacional do setor, e tudo aquilo que o setor compra, de tudo aquilo que o setor vende, ele é 98.13 de eficiência operacional, ou seja, a eficiência a a ineficiência operacional e a perda, é 0.87 aí do do do faturamento. Entrando agora mais diretamente na sessão de FLV, que é fruta, legumes e verdura, a gente vem ganhando em, no faturamento das empresas se a gente der olho. Em 2019, foi pouco mais de 34000000000 de faturamento, na área de fruta legumes e verdura. E ele foi pra 70 e bilhões no ano passado de 2023, e quando a gente olha a participação também a gente vê que, é 1 participação de tudo aquilo que o supermercado vende em 2023, 9.3 por 100, é a área de fruta, legumes e verdura, se eu fizer rápida, 12.4 é a área de carnes como todo, então ele é 1 1 área extremamente importante. E esse crescimento que a gente observou e mencionado, ele reflete tanto a mudança nos hábitos de consumo, quanto a facilidade de acesso a produtos frescos e de alta qualidade disponibilizado aí na gota do supermercados. Contudo, enfrentamos 1 grande grande desafio, o desperdício de alimento ao longo da cadeia de abastecimento. No ano passado pra se ter 1 ideia, as perdas em fruta legumes e verduras, no supermercado do Brasil representaram 4 ponto bilhões de reais. Para mitigar esse problema, o varejo e seus fornecedores, seguem promovendo boas prática em todas as etapas do processo, pois condições inadequadas de colheita, transporte, armazenamento e manuseio, compromete o valor comercial dos produtos, e os danos graves torna impróprios para consumo, aqui a gente é 1 1 imagem, onde normalmente as montagens das cargas ela se apoia nos próprios nos próprios produtos. Em parceria com o setor de embalagens, e institutos de pesquisa, e principalmente aqui na CIAGESP em São Paulo, buscamos soluções pra desenvolver embalagens que reduzem o desperdício, e facilitem a formação de cargas mistas da colheita até as gôndola. Desde 2018, realizamos estudos e teste até alcançar o modelo ideal. Assim hoje o programa que nós denominamos de embalagem na medida, é é de adesão voluntária, caixa correto das embalagens e elimina os danos aos produtos e promovem empilhamento coeso, entre as diversos tipos de embalagem que é a caixa plástica, o papelão, o isopor e assim por diante. Então ele promove o empilhamento coeso, a embalagem sobre embalagem protegendo os alimentos e reduzindo perdas em toda a sua cadeia. Além disso, o varejo adotou também de forma voluntária, o programa de rastreabilidade e monitoramento de alimentos, que nós chamamos de rama, esse programa permite aos varejistas selecionarem fornecedores com base em critérios, que visam desenvolvimento sustentável da cadeia, pra se ter 1 ideia, desde a sua implantação, há mais de 10 anos, mais de 15000 amostra de 100 produtos, diferentes foram coletados, somando mais de 20 e milhões de toneladas de alimentos, rastreada em em com 5000 fornecedores. Olha, atualmente o programa conta com a de 80 redes de supermercadista. Essas 80 redes supermercadista representam algo em torno de quase 45 por 100 de tudo aquilo que é comercializado, de fruta legumes no Brasil, são rastreada. Aí incluindo, as maiores empresa do setor, pra se ter 1 ideia, nós partimos de 700000 toneladas de vegetais fresco rastreada em 2013, para 2640000 toneladas em 2023, ou seja, no intervalo de 10 anos houve aumento constante no volume rastreado. Apesar de todos esses esforços, reconhecemos a necessidade de discutir e implementar melhorias para isso. A gente gostaria aqui presidente, de destacar 5 pontos fundamentais na modernização das CEASAS. O primeiro, a revisão dos dos produtos alinhados ao mercado Varejista. Ainda há 1 grande diversidade de critérios, de identificação, especialmente para as commodities. É necessário estabelecer referências padronizadas, definidas em conjunto com o mercado, para atender de forma mais eficaz as demandas do setor e consequentemente aí dos consumidores. O segundo, notas fiscais. Há iniciativas para organizar e restringir a a comercialização mediante a emissão de notas fiscais embora, tenha havido progresso, há espaço aí pra aprimoramento. O terceiro, é a substituição de embalagens, conforme mencionado é preciso incentivar, a troca das caixas de madeira, que causam danos aos produtos e geram desperdício por materiais mais seguros e mais eficientes. O quarto, a segurança dos alimentos, assim como ocorre com o programa para que é programa de, de análise de resíduos da anvisa, é fundamental estabelecer 1 agenda de monitoramento de resíduos químicos alinhados ao programa para da anvisa, e por último presidente, é a rastreabilidade, apesar da exigência legal de rastreabilidade de alimentos, conforme a instrução normativa da Anvisa, IN 0 2 2018, há períodos de oscilação na aplicação, portanto é essencial implementar mecanismo de controle para garantir o cumprimento com as exigências legais. Para concluir, a minha participação, acreditamos que a modernização das CEASAS, é 1 pauta de grande relevância para o nosso setor. Estamos comprometidos em colaborar ativamente para que possamos juntos avançar rumo a sistema de abastecimento mais eficiente, sustentável e seguro para as empresas e para os milhares de consumidores que frequentam nossas lojas, todos os dias. Obrigado presidente pela atenção e demais colegas. Ok muito

0:0011:16
05 de dez, 11:01
#15
Transcrição por IA

Márcio Milan, que fala aqui em nome da Abras. Vamos então agora passar a palavra pra senhora Ana Terra Reis, que é secretária de abastecimento cooperativismo e soberania alimentar do MDA. Ana, acho que você já ouviu aqui os reclames do pessoal, as reivindicações, as coisas que precisam acontecer, inclusive no que diz respeito, à frase que foi dita aqui que quem vende nas CEASAS é da agricultura familiar, que é a razão de existir do ministério, e a seus políticas seus programas o PRONAF e outros mais custo assistência técnica extensão rural, então nós vamos pedir pra senhora então também falar, pelos próximos 10 minutos sobre a posição do MDA nessa questão específica da produção de alimentos, da, das CEASAS, da distribuição, da qualidade, enfim, a palavra é sua.

0:001:06
05 de dez, 11:13
#16
Secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar - Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA Ana Terra Reis
Ana Terra Reis

Secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar - Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA

Transcrição por IA

Obrigada deputado Heitor Chul pela possibilidade que a gente tem de fazer esse diálogo, acho que, eu ia fazer 1 apresentação de slides mas depois da de ouvilos decidir aqui, na verdade fazer 1 conversa e e trazer alguns elementos que são mais de diálogo do que necessariamente de apresentação daquilo que a gente trouxe da apresentação que eu tinha feito. Acho que gostaria de falar aqui e agradecer o encontro de novo com Éder e com Tectol, dizer que a gente aqui da secretaria né da nossa secretaria, a gente tem tido diálogo mais frequente inclusive com o Pectual e visitamos o Éder outro dia e dizer do brilhantismo do trabalho e o quanto eu admiro o esforço e o trabalho a dedicação de vocês, que assumiram né essa centrais de abastecimento, o Éder em Curitiba, o Pectual em São Paulo, como 1 missão de vida mesmo. Acho que o trabalho que vocês desenvolvem e fazem, contribuem muito com o nosso país e a gente fica realmente orgulhoso de poder acompanhar e contribuir pouquinho com essa história, né? Acho que dá, destaque aqui né pra fala tanto do do Alexandre do Tarcísio e do Márcio né a gente, durante esse ano né, lançamos o primeiro plano nacional de abastecimento alimentar, foi processo em que a gente ouviu, diversos né setores inclusive todos vocês tiveram contribuições na elaboração do plano, e dizer pro José Eustáquio que a gente teve a felicidade nesse plano de contar com a consultoria do Altivo Cunha, que foi dos que ajudou a gente a sistematizar todo esse processo de escuta que a gente fez. Então acho deputado Heitor que se a gente puder, pensar numa agenda comum entre nós aqui apresentar inclusive os resultados do plano nacional de abastecimento e com construir essas contribuições com esses amigos parceiros que estão aqui hoje mas fundamentalmente com essas instituições, eu acho que é fundamental. Eu tinha separado alguns números, mas acho que o que vocês trazem né em torno do do do CEASA e essas contribuições são bastante importantes, mas queria destacar muito a vitória que foi para nós esse ano de poder trazer o CEASA e o CEAGESP, pra pauta de novo da do estado brasileiro tirando né da política de desestatização que estava em curso. Então acho que essa foi 1 vitória importante pra nós porque, tendo essas 2 centrais como instrumentos do estado brasileiro, nos ajuda também a pensar esse dilema que vivemos que é o dilema do abastecimento alimentar. Acho que vários de vocês trouxeram né, essa essa referência mas eu queria fazer destaque especial, porque nesse governo é a primeira vez que a gente tem 1 secretaria de abastecimento, em que pede o abastecimento teve estado vinculado né ao Ministério da Agricultura, por muito tempo não havia 1 secretaria de abastecimento, e a gente trazer essa secretaria de abastecimento com o tema do cooperativismo né, e com o tema, da soberania alimentar, se mostra bastante importante e bastante desafiador também. E também pela primeira vez nós conseguimos publicar com o decreto do presidente Lula de 12 de dezembro inclusive está próxima a data de ano né de aniversário desse decreto, que é a política nacional de abastecimento alimentar, que institui então o nosso plano que foi lançado aí no dia 16 de outubro. Acho que o plano ele traz elemento que é bastante importante que vários de vocês se referem aqui, que que é como que a gente otimiza e linka os elos da produção de alimentos com da comercialização de alimentos. A complexidade do abastecimento alimentar ela passa né por esse processo de pensar como a gente junta produtor, né e consumidor e essa missão que a gente tem de fazer isso da forma mais eficiente possível, né. O plano nacional de abastecimento ele tem 6 eixos e nesses eixos desses eixos é distribuição e comercialização de alimentos saudáveis e é nesse eixo que se insere justamente a nossa elaboração, né? E aquilo que a gente fez a partir da escuta com a CEASAS, né? Nesse eixo a gente tem 1 iniciativa específica que é de modernização e requalificação dos mercados atacadistas de alimentos com 1 ação. De pensar em como também a gente qualifica né a participação da agricultura familiar nessas centrais. A gente destacar né que as centrais elas são e a gente demarca isso também no plano né, que elas são compreendidas com esse, instrumento eficaz e de interesse público. E aí eu acho que é aqui que a gente precisa colocar pouco mais de tinta, na nossa conversa aqui, porque se são de interesse público a gente precisa de fato desenvolver conjunto né de medidas de legislações e de programas que atendam essas pautas que estão colocadas aí pelos dirigentes do CEASA mas também pelo supermercadistas enfim para a gente pensar esse processo como todo. E aí eu queria destacar alguns desafios que estão postos e que estão colocados a partir da fala de vocês, né? Eu acho que existe sem dúvida 1 necessidade imensa dessa articulação interfederativa para que a gente consiga. O CEASA todos eles inclusive os federais. A gente pautar aí na iminência da votação, né da PLOA, a gente pautar recursos pra pensar o abastecimento alimentar é fundamental pra além das políticas públicas né de doação de alimentos e etcétera, a gente pensar grande programa de abastecimento que leve a esse protagonismo aí das nossas centrais. Existe 1 outra questão e aí o Eder pode dar aula pra nós nesse sentido, que é adoção de práticas sustentáveis junto ao CEASA e o CEAGESP. O CEASA e ao CEAGESP, né? A gente tem 1 imensidade de resíduos orgânicos que todos os dias e boa parte dessa conta do desperdício também fica nesses lugares que são as centrais de abastecimento. Então a gente pensa práticas né de coleta desses alimentos de integração com o banco de alimentos, da possibilidade da gente pensar nas estratégias também de segurança alimentar junto a é fundamental pensar que esses bancos de alimentos, né? Acho que foi o Tarcísio que mencionou isso anteriormente, eles são a a fazer beneficiamento mínimo de produtos e poder distribuílos à população em situação de fome. E junto a isso a gente pensar também as alternativas né de fazer compostagem de bioinsumos com tecnologias avançadas junto ao CEAS e o CEAGESP. Acho que a gente pensar também né na questão das condições de trabalho e aí as condições de trabalho não só para os permissionários, mas por todos aqueles que trabalham do do nos espaços né das CEASA, pensando né a função que tem os carregadores né o processo do carregamento manual, como esse trabalho tem sido penoso e como que a gente pode pensar em melhores condições também para esses trabalhadores que estão precarizados né. E aí, a participação da agricultura familiar a gente tem pautado especialmente com o CAGESP e com o CAZAMINAS, espaços específicos viu Tarciso e acho que a gente pode qualificar essa fala, pras cooperativas da agricultura familiar. Então como que essa produção cooperativada né que chega nesses espaços pode ser também, potencializado por essas cooperativas, avançando nesse espaço de comercialização também. E aí temos trabalhado né, aqui no governo federal, num processo de pensar a modernização da CEASAS, né? A gente especialmente para CEASA Minas e pro CEAGESP que são federais e aí eu acho que cabe a gente pensar em quais seriam os acordos que a gente faria. A gente está caminhando com acordo de cooperação técnica com BNDES que inclui CAASA, CEAGESP e CONAB, pra gente pensar a modernização de fato dessas estatais. E temos trabalhado também com algumas iniciativas como, a do pacto contra a fome, e aí foi por isso que a gente foi inclusive fazer a visita ao Éder lá em Curitiba, pra gente pegar essas boas práticas que estão sendo feitas, no Casus do Brasil inteiro então estamos começando aí, com o de Curitiba e com o do Ceará pra gente criar essa essa essa. Essa política de redução de desperdícios e essa atuação mesmo junto a esse protocolo essa definição legal inclusive junto a todas as CEASA. E aí me coloco muito à disposição aqui deputado e demais né participantes aqui dessa audiência de que a gente não esgote o diálogo aqui que a gente tenha talvez como encaminhamentos vários temas a serem debatidos e destacados e aprofundados. Acho que hoje a gente traz, né conjunto de elementos e de questões que estão postas mas cada 1 delas demanda aprofundamento e demanda estudo mesmo pra gente caminhar. Então me coloco à disposição aqui desde o MDA, desde a secretaria de abastecimento cooperativismo e soberania alimentar, pra gente seguir na conversa e e poder contribuir da melhor forma possível. E quando esse relógio começa a piscar ele vai deixando a gente pouco mais nervosa mas acho que, cumpro aqui meu tempo e garanto que o deputado pegue seu voo de, de, meio dia aí também. Muito obrigado. Obrigada deputada. Muito obrigado Ana.

0:009:56
05 de dez, 11:14
#17
Transcrição por IA

Agradeço ficar dentro do tempo como todos os que falaram até agora. E em função desse eu pergunto, quantos seasas nós temos aqui? Brasília, Campinas, Goiás, espírito santo, Olha, eu vou me atrever aqui dá 2 ou 3 minutos pra cada dos senhores que quiser falar, pode ser, que eu acho que a gente, não passando disso a gente consegue ouvir cada de vocês, pode ser? Se quiserem, ninguém é obrigado. Quem é o primeiro levanta a mão diga o nome e pode falar vamos começar aqui pela frente e vamos seguindo lá para trás.

0:000:41
05 de dez, 11:24
#18
Participante Leandro
Leandro

Participante

Transcrição por IA

Muito obrigado deputado Heitor Schulk, correto? Schulk. Em nome do deputado cumprimentar a todos os parlamentares aqui agradecer por este momento né, onde a gente tem momento de poder falar pouco sobre as siasas. O teu nome é Leandro Brooke, eu sou assessor jurídico da BR BrasTece, Leandro Leandro Brooke. Também sou assessor jurídico da OPESP, que é a associação dos lojistas lá da CEASA de Vitória, no Espírito Santo. E nessa condição estando no mercado desde 2012, já trabalhei no setor estatística da CEASA, o José Eustáquio tá, em 2018 a gente fez 1 estatística de que 33 por 100 de tudo que era comercializado no estado do Espírito Santo passava dentro das imediações da CEASA de Vitória. E muito mais eu era comercializado em função da CIAAZ ou seja era comercializado pelos operadores de mercado e produtores, mas não necessariamente atravessava os muros da central, contudo era comercializado em função da central de abastecimento. Algo não foi dito ainda que merece 0AA devida atenção, que as centrais de abastecimento ela é o único ente capaz de regular os preços de acordo com a oferta e demanda desses produtos deputado. A CEAS ela garante AAA estabilidade de preços, ela é 1 defesa nos índices inflacionários de produtos alimentares de todos os estados, de todo o país, tá? Os operadores de mercado, lojista e produtores não são conflitantes. Complementa o trabalho do outro. E pra que a gente possa ter essa garantia de preços, a defesa inflacionária dos produtos agroalimentares que são produzidos e comercializados dentro da CIAASA nós precisamos de 2 pontos. O primeiro deles é a segurança jurídica. Nós temos 3 tipos de contratos em em várias CEASA's do Brasil, nós temos contratos de autorização de uso, de permissão de uso e de concessão de uso. Se a gente fala, aqui foi reconhecida a importância de todas as SEAS e a importância do abastecimento alimentar, se nós damos esse reconhecimento, nós temos que garantir a segurança jurídica das pessoas que operam esse mercado, e não é justo pra com esses operadores ter contrato de autorização de uso ou de permissão de uso, que simplesmente pode ser denunciado EEEE rescindido dentro de prazo de 30 dias. Nós precisamos ter 1 uniformização de contratos a nível nacional pelo Instituto da Conceção Remunerada de Uso, alongando os prazos de contratos de todos os lojistas, de todos os operadores e produtores de mercado, porque eles formam 1 grande teia de comercialização. O produtor do Rio Grande do Sul ele vende pro Espírito Santo e assim viceversa e por último, finalizando o meu tempo, declarar atividade de comercialização né de abastecimento alimentar como matéria de interesse público, respeitando o artigo sexto da Constituição Federal quando ele garante o acesso ao alimento da população. Muito obrigado.

0:002:49
05 de dez, 11:24
#19
Transcrição por IA

Para o seu nome completo e o seu sua instituição? Meu nome é Karina, eu sou presidente da CCASA.

0:000:08
05 de dez, 11:27
#20
Participante Karina
Karina

Participante

Transcrição por IA

Comercial de Minas. Por favor. Então eu não poderia deixar de trazer aqui o meu agradecimento aos parlamentares que vieram porque nós mesmos convidamos 53 deputados da bancada de Minas. E eles não vieram, né? Então, nós sabemos que quem veio foi porque realmente quis aqui nos prestigiar. Queria agradecer às palavras aí do, Eder, do nosso economista. Meu primeiro curso foi economia. Então assim, vocês falando e e do Alexandre, vocês falando de Ceasa, a gente que vive aquilo ali, né eu, alguns já conhecem a minha história eu estou lá desde, que eu nasci digamos assim, meu pai que começou e acordava meianoite pra ir trabalhar. Então, eu sei a luta daquelas pessoas, e que hoje no caso da CESAMinas, a maioria está vencendo os contratos em 2027, 70 por 100 desses contratos então é 1 preocupação pra nós, 1 insegurança porque a gente não sabe se amanhã manda todos os funcionários embora vai pra fora do CEASA, fica lá e somos aí quem está operando né esse mercado. No caso de Minas, gostaria inclusive de te falar com né, esse recado vai pra Ana Terra pra realmente a gente não não deixar de dialogar mesmo, porque ficamos sem investimento desde que entramos no PNL em 2002. 2002? Então, a Senasa ficou realmente sucateada eles não gostam que eu falo isso às vezes, mas é verdade, estruturas vencendo, eu tive com 1 amiga coronel dos bombeiros ela disse Karina, estruturas são 50 anos, pois é, SERASA fez 50 anos. E aí nós estamos lá, sem investimento nenhum, questões básicas de estrutura, né asfalto, então é claro que a administração vai fazendo aquilo que pode, os lojistas vão fazendo aquilo que pode. Só que, quem conhece Cerazamina sabe, é 1 cidade, ela poderia estar muito além do que ela está hoje, tem gente que vai lá e fala ah, é aqui é o Cerazza né? Mas a gente tem 1 pujança 1 1 coisa tão, grande assim em relação a outros CACES que eu acho que a gente pode realmente trabalhar. E aí atingir, a segurança pública, a parte de do banco de alimentos que agora eles assumiram novamente o banco de alimentos, então eu acho que isso tudo pode ser trabalhado em conjunto. Mas eu queria realmente deixar claro aqui a nossa dificuldade com a infraestrutura e com os nossos contratos que vão vencer e a gente está aí nessa tentativa, né nós tivemos aí com o ministro Paulo Teixeira ele diz tendo a segurança jurídica a gente vai apoiar. Então a gente pede o apoio de vocês aí também, está bom? Muito obrigada. Ok obrigado.

0:002:47
05 de dez, 11:27
#21
Transcrição por IA

Levantou a mão lá atrás seu nome qual é o estado? É Carlos Magno sou diretor financeiro da CEASA Minas e

0:000:07
05 de dez, 11:30
#22
Participante Carlos
Carlos

Participante

Transcrição por IA

Presidente interino. Primeiro eu quero agradecer a realização dessa audiência que é de grande importância pra CEASAS, parabenizar o Eder nosso presidente da ABRACEN que vem feito tem está fazendo trabalho de excelência junto às às CEASAS. Eu assumi a CEASA tem ano e 8 meses, e realmente as CEASA são muitas né? Eu participo da CEASA que a CEASA de Minas é 1 CEASA federal, junto com a com a CEAGESP, e pouco que a Karina estava colocando, que é a nossa presidência sobre a associação, nós assumimos a CEASA por processo de privatização, então 1 empresa que estava sendo privatizada, chegou a quase pro leilão, foi retirada em dezembro do ano de 2022 logo após a posse a eleição do presidente Lula, e nós a partir daí começamos a fazer essa discussão da modernização da empresa. Tínhamos alguns empecilhos que a principal a nossa secretária Ana Terra falou era a saída do PND, isso foi 1 batalha, desafio junto com o governo, junto com o M com o MDA, nós conseguimos sair e aí sim abriu as portas pra gente começar a pensar a modernização da da empresa. Agora, precisamos de apoio de todo mundo, do governo, do senado, da Câmara, de de toda a população, porque a importância da Ceasa eu já eu cheguei pouco atrasado até peço desculpa, já deve ter sido colocado aqui, e nós precisamos de estar todo mundo junto e essa e essa audiência representa essa unidade que todas todas CEASA do Brasil precisa, que nós temos CEASA municipal, estadual e as 2 federais. Aí é só essa Ricardo. Ok obrigado. O senhor

0:001:39
05 de dez, 11:30
#23
Transcrição por IA

A mão alheia. Só apertar aqui. Está vendo? Bom dia a todos e.

0:000:06
05 de dez, 11:32
#24
Participante José Lourenço
José Lourenço

Participante

Transcrição por IA

Eu sou José Lourenço Espectual, presidente da CEAGESP, de São Paulo. Quero agradecer aí a, o Alexandre e através da BR PRASTSE, o Eustaquio, o deputado que está presidindo a mesa e o Heitor, e o Éder né? Por nos representar enquanto abracem a associação das centrais de abastecimento. Cumprimentar também o o pessoal aqui do PROORTE, da CONAB, né? Que sem esse sistema de informação a gente teria dificuldade pra fazer gestão das nossas centrais de abastecimento. Eu queria destacar aqui, nessa questão de modernização das Ciasas, o ponto que o Márcio Milan da Abras destacou, que era a questão da rastreabilidade. Eu acho que esse é ponto muito importante, dentro desse processo de modernização da CEASAS, porque tendo rastreabilidade a gente consegue combater, os excessos de agrotóxicos e garantir a qualidade dos alimentos. E destacar aqui também alguns pontos que a Ana Terra a nossa secretária de abastecimento do MDA colocou que são as práticas de sustentabilidade dentro das CEASAS. Nós temos que combater cada vez mais os desperdícios de alimentos, porque aí nós não precisaríamos ter mais terras agriculturáveis pra aumentar a produção. Na verdade a gente está perdendo aí o entorno de uns 20 por 100 daquilo que já foi produzido. Então nós temos dentro desse processo de modernização, atacar pouco mais consistentemente essas práticas sustentáveis. E o grande desafio, é trazer o pequeno produtor, fazer com que eles acessem o mercado, pra continuar mantendo essa variabilidade de produtos e também fazer a regulação de preço e continuar a variedade da oferta que é colocada dia a dia na nas CEASAS. E pensar a modernização significa investimento pesado nas estruturas, né. Como a nossa colega Karina colocou, nós já morremos né, porque ela falou 50 anos a tem 55, então, então convidado para o nosso enterro se esse for a a prática, se essa prática tiver realmente, verdade. Quero agradecer também aqui a presença dos permissionários da CEAGESP, né, do do sindicato na figura do cajueiro agradeço então a presença de vocês E nós estamos juntos, na defesa, né, das CEASAS das centrais do Brasil como todo. E juntamente com os permissionários, o conjunto dos trabalhadores lá da CEASA, garantir o papel do abastecimento daquela grande metrópole brasileira. Muito obrigado a todos e a todas. Ok obrigado. Só lembrando que

0:003:22
05 de dez, 11:32
#25
Transcrição por IA

De vida no Brasil está aumentando, está isso também válido pra hoje Zé. Eu já havia registrado aqui a presença teve que sair o deputado Jonas Donizetti deputado fala quando quer se o senhor quiser falar agora por gentileza obrigado deputado Heitor Schulz. Schulz alemão pra quem não sabe

0:000:17
05 de dez, 11:35
#26
Transcrição por IA

Pato, né? E Grande piloto. Na verdade, eu sou filho de agricultor, sou mineiro, né? Sou deputado pelo estado de São Paulo, fui 2 vezes prefeito de Campinas. A Ceasa de Campinas ela é 1 Ceasa municipal, né? Eu tenho ela claro que sempre as coisas podem melhorar, mas eu tenho ela hoje como exemplo, eu acho que a a Ceasa de Campinas, 2 coisas pro Brasil, eu acho que são muito importantes deputado Heitor. Primeiro, a o avanço tecnológico que nós tivemos na agricultura, né? O Brasil hoje inquestionavelmente o nosso agronegócio como assim se fala né, ele é muito forte, mas também a nossa agricultura familiar. E nesse ponto eu quero dizer que esse, quando eu fui e recebi o pessoal da BR Abastece, que tem o Alexandre aqui como representante e amigo meu que foi presidente da CREASA, Campinas no primeiro mandato meu, Mário Dino, E qual a função do Mário lá na na Brastemp? É é superintendente né? Ele não pôde estar presente conosco hoje, em questão pessoal, mas ele me pediu 2 coisas Heitor. 1 aproximação maior com a agricultura familiar, e 1 e 1 1 participação também na na FPA, que eu também sou membro da da FPA. E eu, me considero na política clínico geral, né? Eu não sou 1 pessoa assim, praticamente debate todos os assuntos né? Já fui deputado federal antes de ser prefeito, mas eu eu eu tenho a humildade de reconhecer pessoas que têm expertise, e a tua expertise é agricultura, né? Você é 1 pessoa que tem a tua vida dedicada pra isso, sindicato rural, conhece demais né? E eu indiquei você pros meus amigos, e confesso que estou até com pouco de ciúme viu Heitor? Porque eles passaram a gostar mais de você do que de mim viu? Fala ciúme de ciúme é esse é verdade, isso é verdade. E eles fazem muitos elogios a você, pela dedicação que você está tendo, a chamada dessa audiência pública, quero ressaltar também aqui a qualidade da participação, a maior central de de alimentos do Brasil, a CEAGESP presentes, CEASA de Minas, eu acho que o nosso é o quarto né Alexandre? A gente está atrás da de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro é isso? E nós somos a quarta central, a primeira acho que o Rio de Janeiro é municipal? Não não, primeira municipal então do Brasil, eu vou apenas destacar aqui algumas algumas práticas que nós temos, foi falado aqui da desperdício de alimento né? Nós temos lá 1 entrega de alimentos aqueles alimentos que não os, as frutas legumes e verduras que não estão com aquela aparência bonita pra venda, mas que contém ainda os nutrientes, nós temos detectados vários pontos da cidade que nós fazemos a distribuição, famílias cadastradas, que recebem esse esses alimentos ricos em nutrientes. Agora tem aquela segunda etapa também do alimento que já não está mais próprio pra consumo. E aí quando o prefeito, junto com a Sanasa, que é a nossa empresa municipal de saneamento também, ela produz no tratamento o lodo, né? Então nós misturamos a as as perdas de alimento vamos dizer assim as sobras, que antes iam pro lixo, né? Nós fizemos a mistura com o lodo e com a Galaria de árvores da limpeza da cidade. E produzimos 1 usina de compostagem, em parceria com o estado, cedeu o terreno compramos máquinas alemãs, muito modernas, e produzimos hoje cerca de 300 toneladas diárias desse adubo orgânico, que nós já estamos eu confesso que preciso me atualizar da fase, mas acho que já teve licenciamento para que ele possa ser comercializado em formas de de saquinho, né? É como eu falei alguém citou aqui. Eu acho que foi a nossa participante de Minas né, eu eu vivi muito ali o dia a dia do Ceasa é dia que começa muito cedo, né? Nós estamos com outro tema nessa casa aqui que é dos carregadores Heitor, que eles não querem eles eles, essa parte sindicalização existe 1 divergência ali entre eles né? E eu também tenho procurado defender essa essa bandeira deles, mas acima de tudo agradecer a você, que incorporou essa causa, e eu sinto que o que foi me trazido pela pela BR Abrastess, é que eles querem ter 1 participação maior dessa agricultura familiar, ter os canais pra isso, e eu acho que você pode ajudar muito nesse sentido. E na frente parlamentar da agricultura nós estamos também em contato com o deputado Arnaldo Jardim, que também é amigo deputado por São Paulo, né? Pra que a BR parece que existe 1 confusão, porque a a FPA interpreta a BR Abastece como se ela fosse órgão governamental e não é, né, ela é 1 associação das é como se fosse de de figura jurídica privada, né, portanto ela poderia muito bem, estar incluída aí no rol de entidades que que participam da frente parlamentar da agricultura que nós nós sabemos que tem muita força. E eu falei primeiro, da agricultura pra falar dos do segundo ponto que é o do abastecimento né? Eu acho que tem muito a desenvolver no nosso país ainda da infraestrutura, a gente sabe que no campo a gente tem 1 competitividade muito forte, na logística a gente perde muito né? Sinto Brasil eu acabo de chegar numa 1 reunião da CMO, que eu discuti, na verdade o deputado Heitor sabe disso, discutir obras porque no estado de São Paulo a gente tem muito pouca obra federal, nas nossas estradas praticamente são todas estaduais, né? Eu acho que a única estrada federal que nós temos que corta São Paulo é a Dutra, que já é concessionária, a Nova Dutra, né? E e ali nós discutimos entorno ferroviário de Santa Catarina, obras de de de no em Minas Gerais que tem acho que é o estado que tem mais BR acho que é Minas Gerais, foi falar do seu estado também do Rio Grande do Sul, acho que do Porto lá né Rio Grande né que, pra poder ter aí o o escoamento do do dos produtos né? E nisso, as nossas centrais de abastecimento, elas são muito importantes muito importantes né? Porque o alimento ele tem que ser plantado, cultivado, colhido e chegar na mesa, esteja onde estiver a esse consumidor, né? Muitas vezes esperto, outras vezes distante. O Alexandre pode me auxiliar, a gente exporta para quantos países Alexandre? Lá na CESAA Campinas. Quanto Ok, então está aí o Claudinei, ele é diretor técnico desde a minha época, falou com mais propriedade aí sobre esse ponto. No mais Heitor, muito obrigado, eu fiz questão de estar presente porque, como a nossa amiga aqui de Minas falou, eu quero quero até fazer 1 defesa dos deputados de Minas mesmo na ausência né que, que nós estamos num momento muito delicado na casa, nós estamos discutindo o o corte de gastos né, estamos discutindo questões orçamentárias, então eles estão em vários os deputados estão aí, em várias comissões ao mesmo tempo, mas agradecer Heitor por essa dedicação que você está tendo, e pelo teu histórico eu sei que esse assunto está muito em boas mãos pra ser cuidado e é de extrema importância pro Brasil, né, O abastecimento ele ele faz sendo bem feito faz com que o alimento chegue mais barato. E lá no CESA Campinas também é o sábado Heitor, nós fizemos foi no meu governo, nós fizemos varejão. Então a gente abre a a vende aquilo que é vendido no atacado tem ainda né, a feira aos sábados né, a gente abre as caixas e vende com preço bem mais em conta, é claro que a barraca do pastel fica bem mais votada, mas o povo vai também pra comprar ali, e é interessante como as pessoas que vivem na cidade têm ainda essa origem, elas gostam de quando você tem essa exposição de alimentos, essa venda e principalmente o preço mais em conta pra comprar alimento mais fresco mais sadio. Muito obrigado. Obrigado digo eu obrigado Jonas

0:008:39
05 de dez, 11:36
#27
Transcrição por IA

Tenho mais 2 3 pra ouvir senão, eu ainda tenho que ouvir todos os palestranos aqui então não vai dar para ouvir todo mundo vocês vão me desculpar porque eu não tenho comida de ônibus a Porto Alegre. É por favor aqui.

0:000:16
05 de dez, 11:44
#28
Participante Antonio Landa
Antonio Landa

Participante

Transcrição por IA

Bom dia bom dia, eu sou Antônio Holanda, eu sou vicepresidente do sindicato dos permissionários do CEAB de São Paulo, e sou também permissionário lá também. Queria agradecer ao deputado ilustríssimo Heitor, de ter dado oportunidade pra gente hoje de trazer essa pauta tão importante, né? Hoje podemos falar que foi plantado 1 boa semente, 1 boa semente pra trazer à luz o quanto é importante a central de abastecimento do nosso Brasil hoje, são espalhadas e são muitas, fazem grande papel a longo tempo, e hoje não tem como você falar hoje dessas dessas centrais sem tirar 000 vínculo com a agricultura familiar. Hoje o que ficou pra nós hoje é esse o produtor, 80 por 100 hoje eu falo da central do CEASA hoje, 80 por 100 do produto movimentado dentro da da da do CEASA hoje ela vem do pequeno produtor e esse pequeno produtor hoje, ele tem hoje 1 parceria junto com o pessoal do CEASA, o CEAZero, que eu me considero desses hoje, que hoje até ajuda a produzir. Existe hoje essa essa esse esse essa necessidade, essa situação que é feita dessa forma. A gente hoje complementa o outro. Muitos deles não tem condição hoje nem de comprar 1 embalagem, a gente consegue fomentar, e consegue ajudar eles, porque hoje não tem como ser viver sem o outro. Trabalhamos hoje com produto que é realmente importante para a saúde, pra 1 boa, pra que você possa ter 1 longevidade, e isso é 1 coisa que me orgulha muito, a gente realmente sobreviveu a todas as dificuldade plano, crise, enchente, pandemia, nós fizemos o bom trabalho junto todo mundo, a gente conseguiu fazer isso, isso também é 1 coisa muito importante. E trazer também pra a conhecimento da da população, o que realmente nós somos e o que realmente nós fazemos. Nós precisamos sim de 1 legislação voltada pro nosso setor. É só assim que a gente vai conseguir fomentar nós cada vez mais a produção dessa agricultura que é importante pro nosso país. A gente consegue fazer isso, a gente gosta de fazer isso, apesar de desse tempo todo, de a gente ter ficado ali oculto, de não ter chamado atenção, a gente sobreviveu junto a isso tudo. E isso é 1 coisa que nos deixa muito orgulhoso. Nosso nosso CEAGESP já tem 55 anos, as nossas instalações lá realmente elas estão precárias, mas a gente consegue mesmo assim trabalhar EEE fazer funcionar quem sabe agora, com essa semente que está sendo plantada a gente não possa olhar não só pra CAGS, mas todas as as centrais hoje do do do Brasil, e trazer 1 1 1 modernidade pra que a gente possa dar continuidade, agradecer também aqui a presença do nosso presidente espectual que tem trazido também essa pauta, tem dado abertura pra gente poder discutir isso e trazer e e tentar melhorar essa situação aqui todas. Eu agradeço a todos, agradeço pela oportunidade. Muito obrigado, quem é o próximo?

0:002:57
05 de dez, 11:45
#29
Transcrição por IA

Pode ser?

0:000:05
05 de dez, 11:48
#30
Transcrição por IA

Dia a todos e todas, agradecer, parabenizar o deputado Heitor pela pela iniciativa dessa audiência, agradecer aos demais deputados e meus colegas de CEASA no nome aí do meu presidente Weber. Eu fiz algumas anotações, mas eu vou me restringir a 1 pequena fala aqui, que as CEASA elas precisam ser viáveis para os permissionários que lá estão, né? E e isso é muito bom pro Estado. Quando a SEASA é viável, dá 1 estrutura bacana, e preço justo, né? Isso reflete diretamente na mesa do do cidadão, né? Parte de, a parte inflacionária do alimento também vem das SEASA que demandam problemas estruturais e precisam ali tirar do seu recurso pra sanar coisas básicas né? Nós estamos falando aqui de modernização e a gente podia estar falando assim, de sistema mais eficaz de rastreabilidade, de novas tecnologias pra CEASASAS, mas não, nós estamos preocupados com o telhado, preocupados com com vazamento, com estrutura precária, e o custo de de de rateio, que os permissionários acabam pagando e reflete diretamente no custo do alimento, né? As CEASAS elas precisam ser valorizadas sim, e nós tivemos agora pouco a pauta do G 20, EAEA pauta da fome foi a principal, né? E lá se fala falou de de recurso muito grande, né, pra o combate à fome. Se a gente pensar que, que a CEASA está ali na ponta com produto fresco e saudável né, e a gente desperdiça tanta comida fica muito contraditório né, a gente imaginar que a gente vive num país que produz tanto, que desperdiça tanto e tem e e que tem tantas pessoas ainda em situação de vulnerabilidade social, de insegurança alimentar. Então pra que a gente faça combate à fome de forma coerente, tudo todo esse investimento precisa passar pelas CEASA né? Quando teve a greve dos caminhoneiros perguntaram, quanto tempo que a gente vai aguentar aqui em Brasília? E infelizmente a gente não podia dar 1 informação precisa, porque muitos dos empresários e produtores dessa cidade procuraram outros caminhos que não são a Ceasa, por conta dos problemas que a Ceasa tem então, pra que a CEASA existam e sejam fortes, elas precisam ser viáveis e a viabilidade da CEASA passa por essa modernização. Obrigado.

0:002:14
05 de dez, 11:48
#31
Transcrição por IA

Ok Gabriel, eu queria ouvir a palavra também da CONAB que está aqui pessoal, eu já falaram 7 da SEASA aqui todo mundo mais ou menos no mesmo, na mesma direção e depois eu quero passar a palavra para todos os 6 convidados fazer as suas, Ponderações finais, seu nome.

0:000:18
05 de dez, 11:50
#32
Participante Nilton Arauju
Nilton Arauju

Participante

Transcrição por IA

É Nilton Araújo, eu sou analista da companhia nacional de abastecimento a CONAB. E saudando o senhor deputado, agradecer esse tempo aí que já está muito escasso, mas acho que é importante a CONAB contribuir com alguma coisa nesse debate já que a gente vem trabalhando esse tema já há muito tempo, a gente tem programa, no bojo da companhia, chama programa de modernização do mercado artigrangeiro próort. Eu fui gerente desse desse desse programa, fui superintendente de abastecimento e fui presidente da companhia. E a gente vem tentando colocar luz sobre a importância e a essencialidade da, dos entrepostos brasileiros, nesse conceito que a gente apelidou de CEASA, né? Mas na realidade é é conceito de entrepostagem, conceito logístico muito importante. Destacada toda essa importância, eu acho que é inafastável, caráter de utilidade pública desses entrepostos, e também eu acho que está destacado aí a necessidade de 1 legislação, a gente já vem brigando, tentando, esse diálogo com a câmara, com com o parlamento na realidade já já já tem matéria que já chegou até o senado voltou, então é muito importante a gente retornar esse tema. Pra encurtar e sabendo do tempo que a gente não tem aqui pra pra explicar pedir que nas próximas audiências a CONAB seja convidada também pra tentar ajudar, e colocar aqui 1 reflexão, e 1 pergunta principal. Eu acho que, do do lado que a gente precisa pra melhorar e modernizar, todo todos esses equipamentos agroalimentares, a gente está falando em em última análise, investimento. Investimento que nós não estamos não temos conseguido fazer na monta que precisa, e e que nos diferencia de por exemplo de mercados europeus, mercados de países desenvolvidos que os fizeram. E como fazêlo? Eu acho que vem aí a segurança jurídica. EEA necessidade de, ver o a forma diferenciada, que a gente deve tratar, essa relação, né? Essa simbiose, que às vezes não está tão boa, entre gestores e empresários comerciantes. Os gestores ficam equilibrando em orçamentos. Muitas vezes curto e não consegue fazer os investimentos. A a luta aí de vários são tem conseguido, em alguma de algum algum alguma coisa pra que continue, de alguma forma que continue a comercialização tão importante que a gente destaca aqui que são números inclusive da CONAB, né? E os permissionários porque não têm a segurança de investir nos próprios locais de de de de seus trabalhos né? Então eu acho que é importantíssimo a CONAB estar junto desse esforço, e o caráter de se se conseguíssemos colocar essas empresas como caráter de utilidade pública, eu acho que avançaria muito na possibilidade de estabelecer dispositivo legal, pra gente, gerenciar esses esses entrepostos obrigado. Ok

0:003:38
05 de dez, 11:50
#33
Transcrição por IA

A todas as manifestações eu preciso voltar a palavra aqui os convidados, e o primeiro que tem 2 minutos pra sua manifestação final é o o Éder que é o presidente. Boa.

0:000:13
05 de dez, 11:54
#34
Presidente - Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - ABRACEN Eder Eduardo Bublitz
Eder Eduardo Bublitz

Presidente - Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - ABRACEN

Transcrição por IA

Por era 3. Deputados quero pontuar aqui algo muito importante. Nós precisamos com urgência diminuir a penosidade do trabalho dos agricultores. Deputado, nos ajude a importar máquinas da Índia, da China, máquinas que não são fabricadas no Brasil com isenção de impostos. Nós produtores estão saindo da atividade. Nós somos 1 atividade que vem de alta densidade de renda. Nossas, as nossas produções são a forma que os produtores que hoje estão no na atividade de produção de grãos, vão encontrar pra se manter na na propriedade rural. A família vai se continuar na propriedade rural. Nós precisamos atentar a isso. E dos pontos é a redução da penosidade do trabalho do agricultor. Máquinas que colham, enfim, existem já a tecnologia e o Brasil não produz, porque não tem a grande demanda. Mas nós precisamos zerar os impostos de importação, IPI, pra motivar os nossos produtores a continuarem no campo, ao jovem continuar no campo, porque a penosidade é muito grande. As CEASAS foram feitas nos governos militares, 1 estratégia importante, mas padecesem de modernização. E eu quero fazer pedido muito especial ao Márcio Milan, como 1 construção de 1 ideia que a gente precisa. Algumas redes de supermercado cobram taxas abusivas de descontos de comerciantes e produtores rurais. E isso não é puxão de orelha, não é nada, é é 1 construção em conjunto que a gente precisa fazer. Negociar essas taxas que não sejam existem redes por exemplo que chegam a cobrar 38 por 100 de desconto nos nossos produtos. Isso encarece o produto na gôndola. E também, a gente fazer 1 capacitação do pessoal que repõe as gôndolas, qualificar esse pessoal. A suas 5 dicas eu tirei foto, é extremamente importante e vai ser 1 luta nossa, nós vamos encampar esses 5 pontos pra melhorar dentro das centrais. Muito obrigado.

0:002:28
05 de dez, 11:54
#35
Transcrição por IA

Obrigado presidente. O Alexandre quer que. O Claudinei fale, em nome, da confederação por favor.

0:000:11
05 de dez, 11:57
#36
Participante Claudinei
Claudinei

Participante

Transcrição por IA

Muito obrigado, falo em nome de CESAA Campinas, diretor técnico operacional. E eu gostaria de dentro da máxima objetividade em razão da mitigação do tempo, lançar 3 desafios envolvendo IPEA, Ana Terra, que lançou 1 situação curiosa, e os 5 tópicos que o Éder acabou de mencionar apresentado por dos manifestantes. À medida que aquele faturamento multiplicou por 2.5 vezes em 5 anos, nós tivemos aumento da fome na região e a perda de capacidade produtiva na agricultura familiar que é quem nos sustenta nos alimentos frescos. Eu lançaria o desafio pra que e me proponho a participar da solução desse desafio, caso queiram, no sentido de compreender porque há 1 inversalidade proporcional, de tanta riqueza concentrada enquanto nós estamos vivendo, o agravamento da situação social. Aqui sem crítica nenhuma de categorias econômicas apenas contribuindo pra que aqueles que estão sendo excluídos do direito de consumir possam têlo mediante compra e não sustento. Terceiro fato, a necessidade dos investimentos, nós estamos ouvindo diariamente que o orçamento é o que estrangula toda a possibilidade de melhoria em n setores e não seria diferente com as centrais de abastecimento que é a temática central da sua modernização que envolve plantas e infraestrutura. Podemos propor modelo que não exige dinheiro público e chegaremos ao mesmo resultado com objetividade plena e sucesso total, com certeza absoluta Campinas pode dar esse exemplo caso tenham interesse em conhecer. Obrigado.

0:001:44
05 de dez, 11:57
#37
Transcrição por IA

Ok muito obrigado, José Eustaquio do IPEA. É, minha minha fala é mais resumindo.

0:000:08
05 de dez, 11:58
#38
Técnico de Planejamento e Pesquisa - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho
José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho

Técnico de Planejamento e Pesquisa - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA

Transcrição por IA

Alguns pontos que eu ouvi aqui no no debate que eu acho que são importantes. Primeiro, nós somos realmente eficientes dentro da porteira, e temos 1 grande ineficiência fora. E essa não não exige 1 inovação tecnológica, muito avançada, ou seja, basta 1 organização interna nossa que a gente consegue minimizar esses pontos tranquilamente. Então eu acho que, por exemplo, quando a gente fala em termos de embalagens, rastreabilidade, não são inovações tecnológicas que não estão ao nosso acesso. São coisas que a gente pode fazer facilmente com 1 boa gestão e organização. Então a questão logística é muito bom. E a questão do preço, essa é a central, porque aí talvez pegando o seu ponto na questão do faturamento, falando pouco de fome, esses dados da fome eu acho que são muito controverso. Tá? Mas eu acho o seguinte, a maior política de redistribuição de renda que a gente pode ter no nosso país, é reduzir o preço dos alimentos. Então da década de 70 até hoje, com o investimento em pesquisa e tudo, nós conseguimos praticamente reduzir o custo da cesta básica no orçamento familiar em 75 por 100. Então, com 1 boa organização dos mercados atacadistas de abastecimento de alimento, acho que a gente pode sim, pegar nessa tecla. Então se acho que se faltou isso, eu refrizio, eu acho que a questão do preço é muito importante e encerro aqui. Muito obrigado. Ok obrigado José Eustáquio, pergunta ao senhor Márcio Milan e ao Tercision Mineto tem também 1 ponderação final? Sim,

0:001:45
05 de dez, 11:59
#39
Transcrição por IA

Presidente, tenho sim gostaria de Pode falar. Gostaria só de.

0:000:05
05 de dez, 12:00
#40
Vice-Presidente - Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS Márcio Milan
Márcio Milan

Vice-Presidente - Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS

Transcrição por IA

Agradecer a oportunidade de estar colocando, discutindo esse assunto, e eu vi que o nobre colega colocou e que anotou os 5 pontos. Queria dizer que, há 3 semanas atrás eu tive com na FAESP no Paraná, e passamos 1 manhã e 25 produtores e dos assuntos que foi pautado realmente foi essa questão do desconto, e saímos aí com a lição de casa, pra que a gente pudesse aí nos próximos dias, discutir pouco questão e ver como nós poderíamos avançar de 1 forma que pudesse trazer esse equilíbrio, e por outro lado eu fico bastante satisfeito de tratar assunto aqui de 1 forma bastante transparente onde todos puderam colocar os problemas e de 1 forma harmoniosa que eu vejo que nesse espaço né que que é criado aí pelos nossos parlamentares isso traz oportunidade aí pra melhoria da cadeia como todo, principalmente nós que estamos no final do elo da cadeia e atendemos diretamente consumidor, então e só reforçar também com a Ana, que nós estamos fazendo trabalho aqui a exatamente pra desenvolver aí os produtos da agricultura familiar, era isso mais 1 vez obrigado. Ok obrigado doutor Márcio Tarcísio Mineto.

0:001:29
05 de dez, 12:00
#41
Transcrição por IA

Deputada, só agradecer nosso sistema ACD a oportunidade

0:000:06
05 de dez, 12:02
#42
Gerente Relações Institucionais e Sindical - Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB Tarcisio Minetto
Tarcisio Minetto

Gerente Relações Institucionais e Sindical - Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB

Transcrição por IA

O tema é é importante essas essas observações e debate que foi foram encaminhados hoje aqui na na na com sua coordenação deputado e importante colocar e frisar quando a gente melhora a infraestrutura e moderniza as estruturas da CEASA no nosso país inteiro, deputado, a gente está melhorando a condição inclusive de saúde e segurança do trabalho, dos produtores agricultores familiares que tem essa forte integração aí com a com o abastecimento da segurança alimentar na hortifrúti granjeiros a gente está atendendo isso e outra parte importante que também já foi colocado a necessidade a gente modernizar a questão da legislação e dá essa oportunidade de 1 forma mais célere do ponto de vista de infraestrutura enfim de investimento tanto na área de assistência técnico como também de outras áreas da melhoria da da infraestrutura como todo. Então é isso deputado e agradecer a oportunidade estamos sempre à disposição ao sistema cooperativo abraço. Ok obrigado.

0:000:58
05 de dez, 12:02
#43
Transcrição por IA

Ana Terra do Ministério Desenvolvimento Agrário.

0:000:06
05 de dez, 12:03
#44
Secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar - Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA Ana Terra Reis
Ana Terra Reis

Secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar - Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar - MDA

Transcrição por IA

Bem, de novo agradecer aqui a oportunidade da gente fazer esse debate, francodemocrático em que a gente colocou 1 série de questões em torno das centrais de abastecimento. Acho que reafirmar a importância desse setor, a importância desse processo que a gente constrói aqui, e elencar algumas questões que pra mim ainda ficam pendentes de aprofundamento e que acho que a gente precisaria, de outros momentos de diálogo e de debate, E aí peço aos ao deputado né que nos ajude e nos talvez ilumine os caminhos aí pra manter esse espaço nosso aqui de diálogo. Acho que tem componente que é da produção de alimentos e a gente pensar isso isso apareceu em algumas falas em como que a gente avança na produção de alimentos saudáveis, em ambiente em que a gente tem 1 crise climática que assola também a agricultura familiar, que encarece os produtos e que diminui a qualidade inclusive desses produtos então acho que, importante a gente pensar nesse nesse processo. Acho que tem toda essa pauta e essa relação com os permissionários isso é algo que tanto o presidente do CagESP quanto da CEASA tem trazido pra nós como desafio e 1 necessidade da gente pensar de fato essa relação com eles e como que a gente avança né, dando segurança jurídica pra eles e também, garantindo as suas contribuições nesse processo todo do abastecimento. Tem todo o processo de segurança jurídica também em torno das relações de trabalho, então acho que a gente precisa ficar atento a isso e pensar como podemos avançar. Tem a questão do preço dos alimentos e aí gostaria muito que a gente pudesse aprofundar nesse sentido e entender, né a composição desses preços junto às centrais e junto, também ao setor supermercadista né, temos feito esse trabalho né junto à Abras inclusive o ministro tem puxado pra gente discutir isso, e toda a demanda de infraestrutura que é a questão mais gritante que aparece aqui, no sentido de articular a infraestrutura pra todos os elos né desse processo do abastecimento. Então me coloco à disposição aqui, deputado e seguimos na nossa conversa obrigado. Ok obrigado.

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05 de dez, 12:03
#45
Transcrição por IA

Bom senhoras e senhores, eu acho que ao chegar ao final aqui é importante dizer de que, e salientar que a recriação do Ministério do Desenvolvimento Agrário foi fundamental pra, a gente ter espaço pra pensar as políticas públicas justamente pra esse segmento que põe a comida na mesa do povo brasileiro. E olhando pra esse cenário o fortalecimento da CONAB que foi quase privatizada, nos mostra também que está na hora de ter olhar mais específico mais estratégico para as centrais de abastecimento. As coisas passam por ali. E eu queria então agradecer a todos dizendo aqui 1 frase que eu carrego comigo há muito tempo presidente, que é o seguinte, se o agricultor não planta e a Ceasa não distribui, a cidade não almoça e não janta, não vai ter o que tiver na mesa daquele pessoal. Então acho que dialogando a gente constrói essas soluções pra produção, pra distribuição, pro abastecimento, e com isso haverá o desenvolvimento econômico social que a gente precisa e o Parlamento e essa comissão, sobre modo tem compromisso com isso e deve participar desse processo. Tudo que os senhores e senhoras falaram está gravado aqui e vai para os anais da comissão e vamos colocar isso no relato final para a presidência dessa comissão e também para ser repassado para os anais da casa bem como para os encaminhamentos das demais comissões nesta casa. Como dever de, legimental aqui eu preciso agradecer a todos me desculparam pelo pelo tempo, mas nada mais havendo a tratar vou encerrar essa reunião antes porém convoque os senhores deputados e deputados a participarem do seminário de comemoração aos 76 anos da assistência técnica em extensão rural do Brasil, marcado para sextafeira amanhã dia 6 às 11 horas para debater o tema há até que queremos e há até que o Brasil precisa está encerada a reunião muito obrigado a todos saúde paz felicidade.

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05 de dez, 12:05