COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

6 dez. 2024 08:44 às 10:36

Sobre o Evento

Debate sobre a importância da neuroarquitetura com arquiteto, urbanistas e membros de conselhos de arquitetura.

#1
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Eu declaro aberta esta audiência pública da comissão de direitos humanos, memórias e igualdade racial para debater a importância da neuroarquitetura. Este evento decorre da aprovação do requerimento número 214 2024 de minha autoria deputada Érica Cochai. Eu antes de cuidar isso eu propriamente dito a nossa audiência faço 1 breve áudio descrição que eu sou 1 mulher que estou vestindo vestido branco, estou com colar que é colar cor de telha, eu tenho os cabelos, os cabelos curtos e tenho com vários fios brancos e estou aqui na mesa, a mesa da comissão de direitos humanos desta casa, plenário 9. Aí informo que este plenário está equipado com tecnologias que conferem acessibilidade, tais como aro magnético, Bluetooth e sistema FM para usuários de aparelhos auditivos, além de tradução simultânea em libras. Essa audiência pública está sendo transmitida pela página W ponto câmara ponto leg ponto B R barra CDHM. Nesta reunião teremos participações presenciais e por teleconferência. Nós vamos conceder prazo pros nossos expositores de 5 minutos pra que possam fazer suas considerações e eu gostaria de chamar pra compor a nossa mesa a senhora Patrícia Figueiredo Sarques Herden que é presidente do conselho de arquitetura e urbanismo do Brasil Cau BR. O senhor Ricardo Meira, que é arquiteta, urbanista e presidente do CauDF. A senhora Catarina Macedo, arquiteta, mexe em sustentabilidade, membro da ANFA Brasil e fundadora do Instituto Design Biofílico Brasil. A senhora Júlia Teixeira Fernandes, que é arquiteta, doutora em sustentabilidade, conselheira do CauDF, fundadora do do Instituto de Design Biofílico Brasil. O senhor Nixon Dias de Oliveira presidente do conselho de arquitetura e urbanismo de Roraima, e registro ainda que nós vamos ter a participação de forma virtual da senhora Camila Reis, que é consultora da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do CECAdir MEC. E a senhora Mônica Blanco que é arquiteta, mexe pela UNB com MBA em neuroarquitetura e conselheira federal pelo DF NUCAU BR. A senhora Cristiane Assis de Abreu Batista, que é mestre em engenharia civil, especialista em neuroarquitetura, especialista em neurociência e psicologia positiva no desenvolvimento humano, especialista em docência e metodologias para o ensino superior, terapeuta sistêmica, membro da ANFA Brasil. O senhor José Vanildo de de Oliveira Júnior, que é professor do instituto de pósgraduação, arquiteto e urbanista, empresário e mexe em engenharia urbana, palestrante e professor de pósgraduação em arquitetura. E o senhor, senhor Lori Crysel, arquiteto e urbanística, urbanista presidente da Anfa no Brasil. Então portanto eu vou começar, se assim me permitem os que estão aqui conosco, lhe saudar, né, saudar todos os arquiteto e urbanista do nosso país que tem feito processo de repensar as nossas cidades, as nossas existências e cada dia se coloca numa condição mais estruturante para que tenhamos os espaços do bem viver. Então portanto minhas saudações, minhas homenagens a todos e todas que estão conosco compondo este dispositivo. Eu vou começar pela pela chamando as pessoas que estão online e eu começo com a Cristiane Assis de Abreu Batista que é mestre em engenharia civil, especialista em neuroarquitetura, enfim, e também em neurociência e psicologia positiva desenvolvimento humano. Eu vou te passar a palavra Cristiane pra que você possa fazer uso da palavra por período de 5 minutos.

06 de dez, 11:44
#2
Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil; Cristianne Assis de Abreu Baptista
Cristianne Assis de Abreu Baptista

Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil;

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Primeiro eu gostaria de agradecer o convite, me sinto muito honrada em estar participando dessa dessa audiência. Vou começar a compartilhar minha tela pra ficar mais dinâmica a apresentação. Vocês conseguem me ver? Sim? Ótimo. Nós tivemos e vemos a tela também.

06 de dez, 11:49
#3
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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06 de dez, 11:49
#4
Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil; Cristianne Assis de Abreu Baptista
Cristianne Assis de Abreu Baptista

Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil;

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É porque agora deu probleminha técnico aqui que eu não tô eu não tô me vendo nem vendo ninguém mais enfim estão vendo a minha tela? Ótimo. Bom, eu quero iniciar essa minha fala dizendo pouquinho, conversando pouquinho com você sobre acessibilidade. Dizer que ser diferente é normal. Somos diferente em tamanho, somos diferente tamanho não só pra cima mas também pros lados, somos diferente na forma como percebemos o mundo. Tem gente que enxerga as cores de 1 maneira extraordinária, tem gente que vou vou dar enfoque aqui na na acessibilidade visual né, tem gente que enxerga as cores de 1 maneira muito bacana, tem gente que não enxerga as cores, tem gente que enxerga só algumas cores, somos diferente na forma como na nossa, na nossa forma motora, tem gente que corre muito bem, anda muito bem, mas tem gente que nem sai da cama e sequer consegue colocar o alimento na própria boca. Tem gente que fere em física, outros fere em matemática, tem gente que é excelente filosofia, alguns sabem, conseguem fazer aprendizado muito com muita facilidade, consegue aprender com tanta facilidade que a escola chega a ter até certo desinteresse, Outras pessoas têm dificuldade no aprendizado. Somos também diferente em termos demográficos. Existem regiões no Brasil onde a gente tem alto índice de pessoas de baixa estatura, por exemplo. Nesse país a gente, onde a gente tem quase 19000000 de pessoas com deficiência, quem estuda acessibilidade fica fácil de entender os porquês, quando a gente estuda as causas da da deficiência, a gente entende que o que mais causa deficiência no nosso país é a fome e a falta de saúde pública. Por isso a gente entende que pessoas que vivem em países em desenvolvimento e países subdesenvolvidos, têm elas têm mais chance de terem a deficiência do que as pessoas que vivem em países desenvolvidos. Quando a gente vai olhar o IBGE, os dados do IBGE, a gente entende que quanto maior a nossa idade, maior a chance da gente se tornar 1 pessoa com deficiência. Isso porque a a idade ela pode trazer, pode, não necessariamente vai trazer, mas ela pode trazer deficiências sensoriais, deficiências físicas, deficiências cognitivas. Nesse enfoque eu gostaria de estar, já que a gente está falando de acessibilidade, eu gostaria de em toda a minha fala chamar mais atenção pra neurodiversidade. O que que é neurodiversidade? Neurodiversidade é tempo que a gente usa pra estar se referindo às pessoas, às diferenças neurológicas de cada ser humano. Como eu falei, somos diferentes e ser diferente é normal, né? Só que nós temos pessoas que são neurotípicas, que são aquelas pessoas que têm alterações neurológicas que são mais, desculpa, neurotípicas são pessoas que não possuem alterações neurológicas ou de desenvolvimento, mas as pessoas neuro atípicas possuem algum tipo de alteração neurológica. Dentro dessa neurodiversidade, eu gostaria de chamar atenção que dentro desse conceito a gente pode estar colocando as pessoas que são neurotípicas mas também as pessoas que estão dentro do transtorno do espectro autista dentro do transtorno afetivo bipolar e teste de atenção e hiperatividade transtornos obsessivocompulsivo pessoas que possuem alta habilidade, dislexia, e aqui entra a neuroarquitetura. E mais tarde o nosso Loricyrus, Loricyrus ele vai estar conceituando muito bem a questão da neuroarquitetura. Neorarquitetura nada mais é do que a neurociência aplicada à arquitetura, quando a gente utiliza dados da neuroarquitetura junto com a neurodiversidade, eu entendo que eu preciso está estabelecendo proporcionando fazendo estratégias de projeto que contemplem a maior quantidade de pessoas possível, e entendendo que, como cada de nós funciona não só corpo, não só percepção, mas neuro neurologicamente de 1 maneira diferente, eu neurologicamente de 1 maneira diferente, os espaços eles precisam acompanhar isso, eles não podem ser espaços que acham que todo mundo é do mesmo jeito, o padrão ele não existe, Essa que é a verdade a gente vive num mundo onde se impõe padrão, só que esse padrão ele não existe na verdade, né? E arquitetura ela precisa acompanhar isso, ela precisa entender que no espaço onde eu tenho pessoas que têm por exemplo transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, esse espaço ele precisa ser organizado, se eu tenho espaço onde eu tenho pessoas que têm transtorno do espectro autista eu preciso ter áreas de refúgio. Eu preciso ter mitigação sensorial na hora que eu falo mitigação sensorial eu me lembro muito bem do transtorno de processamento sensorial. Ele diz o quê? Dentro desse transtorno a gente tem estímulos, o que que é isso? São os é quando o estímulo sensorial ele é percebido pelo meu cérebro de 1 maneira diferente. É muito comum pessoas autistas terem transtorno de processamento sensorial mas nem todos os autistas têm por isso que muitas pessoas confundem e acham que todos os autistas têm o transtorno de processamento sensorial mas nem todos têm. E aqui vai 1 1, ajuste nesse nesse conceito. Quando a gente fala nesse transtorno, é muito comum as pessoas identificarem e acharem que todo mundo tem o transtorno com a hipersensibilidade. O que que é essa hipersensibilidade sensorial? É quando a pessoa recebe o estímulo do ambiente de 1 maneira aumentada amplificada. Por Por exemplo, a cor azul ela não me faz mal, mas pra algumas pessoas o simples fato de ter a cor azul já machuca, já fere aquele organismo, não é ferir, a palavra certa nem é ferir, mas dá causa 1 disfunção naquele organismo num determinado momento em que ele está tendo o acesso àquela por, pra algumas pessoas é só visual é só visual, outros é auditivo, outras pessoas têm hipersensibilidade tático, só que não é só a hipersensibilidade, a gente tem pessoas que têm hipersensibilidade, que percebe esse ambiente de 1 maneira menos rica. Quando eu tenho espaços públicos, onde eu tenho pessoas de todos os tipos, que são pessoas neurotípicas e pessoas neurotípicas com transtorno de processamento sensorial, que sentem demais ou sentem de menos, esse meu espaço público ele precisa ter espaços que acolham e deem dignidade pra todos esses tipos de seres humanos, né. E aqui eu quero chamar atenção pra pra conceitos, pra pilares, que são da acessibilidade, mas que são na verdade os desafios pra nós que somos arquitetos. Pra ser acessível, o espaço ele precisa ser seguro, ele precisa ter conforto, ele precisa ter autonomia e da e ser funcional, só que aquilo que é seguro para mim talvez não seja para você, aquilo que é confortável para mim talvez não seja confortável sou que é confortável para mim. Talvez não seja confortável com 1 pessoa que tem o transtorno de processamento sensorial de hipersensibilidade auditiva. Autonomia e funcionalidade, tem gente que coloca isso tudo na mesma bacia né, coloca tudo como se fosse junto, mas não é bem assim. Autonomia, por exemplo, eu pego esse controle do arcondicionado e eu ligo o o ar condicionado eu tenho autonomia de ligar aquele aparelho, funcionalidade ou o ar condicionado está funcionando, então são 2 conceitos completamente diferentes, né. Dentro desse desses 4 pilares que a gente tem de acessibilidade. Pra neurodiversidade eu gostaria de chamar atenção para conforto, porque dentro disso tudo todos eles influenciam a forma como todos nós percebemos o espaço, mas de todos esses itens o conforto é aquele que mais nos chama atenção. Conforto visual, conforto térmico, conforto luminico, conforto acústico. Pra algumas, vou dar exemplo que é muito simples, e que a gente vê espalhado isso no Brasil todo, lambada fluorescente nas escolas. Tem lambada fluorescente em todas as escolas, em muitas escolas desse país. A Lâmpada fluorescente por exemplo, ela tem 1 cintilação que ela dá, é 1 vibração, é piscapisca, que a luz fica, esse piscapisca.

06 de dez, 11:49
#5
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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O olho típico. Cristiane Pode caminhar pra conclusão Cristiane por favor.

06 de dez, 11:59
#6
Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil; Cristianne Assis de Abreu Baptista
Cristianne Assis de Abreu Baptista

Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil;

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Pra pessoa típica, esse, pra pessoa típica, esse essa cintilação ela não faz muita muita diferença, mas pra pessoa que tem epilepsia, ela é, ela pode causar 1 1 disfunção daquela pessoa naquele momento. A mesma lâmpada fluorescente ela também o barulhinho, o ruído branco né, que a gente chama de ruído branco, ela também pode causar 1 discussão pra pessoa que é autista, então, 1 simples, 1 simples especificação de 1 lâmpada, pode gerar desconforto e disfunção em alguns seres humanos, nós precisamos prestar atenção nisso, né? A gente já tem normas que falam a respeito de acessibilidade motora, a NBR 90 50 ela presta muita atenção na acessibilidade motora, e ela fala muito pouco sobre acessibilidade sensorial, o que ela fala de mais relevante sobre acessibilidade sensorial, é que é o princípio dos 2 sentidos, tudo aquilo que a gente vai comunicar a gente precisa comunicar através de 2 sentidos, normalmente a gente utiliza o sentido visual, o sentido auditivo e o sentido tátil. Mas isso não basta, porque pras pessoas que têm transtorno de processamento sensorial, a gente precisa dar 1 riqueza maior a 1 riqueza de detalhes maior a essas a esse estímulo. Entendendo que alguns sentem muito, e outros sentem pouco este ambiente, eu preciso ter 1 área de transição entre o ambiente em onde eu vou estar estimulando muito e ambiente onde eu vou estar estimulando pouco, pra conseguir atender a maior quantia gente precisa prestar muita atenção nessas faixas de mitigação, dentro de 1 escola por exemplo, seria fundamental principalmente dentro de escolas de ensino infantil de educação infantil, seria fundamental, por exemplo a gente ter jardim sensorial pra ensinar esse ser humano a sentir, né, pra gente começar a finalizar eu gosto de terminar as minhas falas com essa frase, esse texto que não é meu, mas que faz parte de todas as minhas aulas, que diz o seguinte, a deficiência faz parte da condição humana, quase todos nós em qualquer momento da nossa vida vamos estar temporária ou permanentemente com algum tipo de deficiência. O ambiente ele precisa ser humanizado, Nós podemos estar utilizando todas as estratégias de neuroarquitetura, estratégias de design biofílico, de design salutogênico, estratégias de susservabilidade, mas ambiente que não inclui o humano, ele não é humanizado. Muito obrigada.

06 de dez, 11:59
#7
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Obrigada Cristiane pela belíssima belíssima exposição, e vou passar agora a palavra pro Nixon de de Oliveira que é presidente do conselho de arquitetura e urbanismo de Roraima, o Cau Roraima.

06 de dez, 12:02
#8
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR Nikson Dias de Oliveira
Nikson Dias de Oliveira

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR

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Oi, oi. Mesmo não precisa colocar apresentação não, não precisa não, prefiro que que me ouçam aqui. Primeiramente cumprimentar deputada a deputada Érica, já agradecendo novamente o convite pra essa segunda audiência, cumprimentar aqui minha presidente Patrícia, aqui representando todos os arquitetos do Brasil, em nome dela cumprimentando os demais arquitetos que compõem a mesa, em nome da federal Graciete, Guerra Costa, cumprimentar todos arquitetos e e estado de Roraima no qual estou aqui representando, em nome do Nilson Dias dos Santos, saudar a todos toda a população brasileira e aqueles que que nos assistem. Considerando deputada, que nós estamos numa segunda audiência e a sua fala no final da primeira audiência, as suas conclusões, nos tocaram e inclusive, interferiu diretamente na minha tese de doutorado, que é o ACTEA, acessibilidade com sensibilidade no transtorno do espectro autista, fiz algumas considerações EEEE alterei o texto com 1 fala sua, onde você coloca a importância da acessibilidade sensorial. Dito isso, vou fazer falar conceito rápido do que é o Asteia e o encaminhamento pra que seja possível alterarmos aí 1 possível lei de acessibilidade sensorial, no qual foi a fala da deputada Erika nas conclusões da da última audiência. Bom a minha tese se trata do as TEA, acessibilidade e com sensibilidade para o transtorno do espectro autista. É a acessibilidade para os espaços urbanos, é tornar a cidade acessível pra para para essas crianças dentro dentro do espectro, onde é possível se vislumbrar condições ambientais na nos espaços públicos para que essas crianças consigam desfrutar, caminhar, brincar, interagir e promover políticas para para essas crianças. Na última audiência eu eu apresentei, presidente Patrícia, mais de 50 marcos, compromissos desde a Constituição Federal até compromissos internacionais, onde nós, Brasil, dentro da ONU, nos comprometemos a inclusão dessas crianças e até resgatar os ODS, né, dentro dos 17 objetivos, que incluir essas políticas e preservar e cuidar dessas crianças fazer parte de compromissos. E temos diversas leis que que promovem isso. No entanto, faltam políticas e diretrizes que possam possibilitar que o que essas crianças ou autismo ou qualquer outro dentro divergente possa usufruir desses espaços. E aí na minha tese busca lá o que acontece dentro de laboratório dum dum dum psicólogo dentro da terapia, e levo isso para a escala do urbano. O bloquinho vira blocão, as brincadeiras se tornam terapias com outras crianças, e a forma como os terapeutas acessam as crianças, a as crianças passariam a se acessar, e aí o território do espaço livre e da praça pública se tornam território educativo. Então, já como encaminhamento daquela daquela primeira audiência e o tratativa nessa segunda audiência, aqui eu volto a reforçar a a importância de incluímos dentro dos projetos, a partir da simples empatia de se colocar no lugar do outro, de se colocar no lugar do dos demais, fazendo uso da neuroarquitetura, do do design biofílico, da do das lei de acessibilidade já já inclusa da NBR 90 50 que a colega acabou de citar, juntar todos esses processos e agora olhar pra essas crianças que têm divergências e dificuldades diferentes daquelas já normatizadas. Não se trata mais do espaçamento da altura de 2 e 10 ou da largura de 90 centímetro tratase de acolher pensar nas cores nas texturas nos sons nos ruídos nas dificuldades para que eles se sintam imersos dentro do plano urbanístico e consigam de fato brincar na praça, usufruir do transporte público, ter acesso à escola, repensar inclusive a locação dessas escolas dentro da malha urbana, pra que o aqueles com TDAH não sejam dispersado com o ruído da via arterial ou da via coletora do do do transporte público, no entanto tem 1 de fato o acesso. Já existem técnicas, já existem normativos, o que nos falta agora 1 lei, 1 lei de de de acessibilidade sensorial pra que não saia mais projetos aprovados, projetos de arquitetura, políticas públicas que não contemplem de fato esses meu divergente. Eu acho que a minha a minha missão aqui hoje é é promover esse esse essa proposta de encaminhamento pra pra deputada, pra que a gente possa de fato levar isso pras prefeituras, pra educação da primeira infância. E já concluindo, dentro do do estado de Roraima, que Boavista é considerada a capital da primeira infância. A capital da primeira infância ela tem de diretamente políticas direcionada para para as crianças. Lá, nós estamos conseguindo colocar essa essa pequena gota de oceano, está fazendo o oceano ficar 1 gotinha mais mais cheia, mas a gente precisa de fato duma política nacional, de 1 lei que possa contemplar cada cidadão desse aí, que hoje nós estamos falando de a cada 36, só dentro do transtorno do espeto autista. Se nós formos colocar o síndrome de down, paralisia cerebral e e diversas outras convidados, nós estamos falando de pra 20, É 1 parcela significativa dentro das crianças e dentro desses dessa necessidade a cada 5 1 menina, a cada 4 4 meninos 1 menina neurodivergente aí essa palavra espero poder nova continuar contribuindo e aguardando as suas conclusões para que o que que ela os encaminhamentos que a gente possa tomar como política

06 de dez, 12:03
#9
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Muito bom, eu, realmente, nós já, essa aqui já é a segunda audiência, nós queremos fazer também o processo sensibilização do poder público, mas penso que daqui nós temos que ter este encaminhamento. O encaminhamento é assegurar que todos os todas as construções do ponto de vista da arquitetura, do próprio urbanismo, do pensar da cidade, temse a cidade com diversidade, ou seja, ou para a cidade para todas as pessoas. E E considerar pra todas as pessoas, eu acho que você argumentava 1 coisa que é interessante, que é assim, onde vai estar a escola? A escola tem que ser inclusiva, e onde vai estar a escola? E a escola vai ter que estar em espaço, o próprio espaço, onde a escola vai existir, ele tem que ser espaço que contemple essa sensibilidade sensorial, cognitiva, emocional eu acho também, é porque a gente não pensa isso que a Cristiane falava do conforto, é como é que você se sente, né? Como é que você, como é que suas emoções, ela se estabelece, quais são os seus sentimentos naquele espaço urbano, que ele não seja espaço que reafirma o processo de exclusão, mas que seja espaço que que haja inclusão. Ela mostrava que os jardins sensoriais, não é? Os jardins sensoriais são espaço, ou seja, não só pensar todo o conjunto da cidade e os próprios prédios nesta perspectiva, mas assegurar também a construção de espaços onde que sejam de acolhimento, a partir das especificidades, penso que 1 das os encaminhamentos que penso que nós devemos tirar desta desta audiência. Eu então vou passar agora pro pra Lorenz Crizel, que é arquiteto e urbanista, e presidente da ANFA no Brasil. Ele está vai se comunicar conosco virtualmente. Lori.

06 de dez, 12:09
#10
Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) - Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) Lori Crizel
Lori Crizel

Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) - Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture)

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Olá, muito bom dia O que que ouvem por favor? Que escutamos. Perfeito perfeito bom, inicialmente eu gostaria de agradecer a a gentileza e a oportunidade de estarmos aqui mais 1 vez conversando sobre o tema, fico muito honrado pelo convite da deputada Higocker justamente pra que tenhamos justamente momento que falamos tanto sobre políticas urbanas e não apenas enquanto a cidade mas também enquanto movimento de sociedade de nos de nos fazermos pertencentes a 1 pátria né? Agradecer também a todos os presentes assim como os colegas que estão aqui que também já se manifestaram e irão se manifestar ao longo desse nosso diálogo. Farei também aqui o compartilhamento da da minha tela pra que possamos tornar a apresentação mais dinâmica. Aqui. Conseguem confirmar por gentileza se vocês visualizam a minha tela? Sim, dá pra visualizar? Sim. Perfeito perfeito, muito obrigado. Então nós vamos conversar pouco sobre esses essa grande temática sobre a neuroarquitetura, e especificamente voltando aqui o olhar para a cidade, para o coletivo, vamos conversar também sobre o neuro urbanismo. Nesse nesse interim, muito importante salientarmos que como eu disse estamos em momento muito apropriado pra falarmos sobre isso. E justamente dentro dessa dinâmica aqui, eu eu trago o pensamento de que o Brasil tem a oportunidade de liderar 1 nova abordagem no planejamento urbano e arquitetônico, unindo a ciência, a inclusão e sustentabilidade. Colegas já falaram sobre a parte de inclusão, design inclusive o neurodivergência, vou falar pouco sobre isso também, e outros colegas que ainda farão uso da palavra falaram também sobre as questões que envolvem a sustentabilidade e o seu novo conceito hoje. Quando nós entramos na grande temática da neuroarquitetura, e imaginando a neuroarquitetura como grande conceito a nível de guardachuva, nós entendemos que sob ela nós temos alguns olhares, deles é o do neurodesign e aqui a gente começa a falar sobre os ambientes internos e deputada Eric Kokay mencionou agora há pouco a parte da da escola nós podemos pensar também em cidades, em residências, habitação de interesse social, estamos falando especificamente dos espaços que as pessoas utilizam e a qualificação deles, a questão de neuroiluminação o Cristiane trouxe pra nós alguns quesitos aqui mas aqui também temos outros envolvimentos que tem a ver com produtividade, bemestar, saúde física, mental e até mesmo emocional e psíquica. E o tema que que que nos acompanha ao longo desse diálogo de hoje o neuro urbanismo, quando trazemos essas condicionantes pra pra 1 forma mais coletivizada e abrangindo a sociedade de modo geral, né sempre vamos entender que estamos falando sobre neurociência, ou seja, o o estudo que se dirige ao sistema nervoso central humano basicamente são os mecanismos de funcionamento no cérebro humano pra que a gente possa utilizar esses conceitos em aplicações práticas e objetivas dentro de determinadas áreas, especificamente no nosso diálogo a arquitetura e o urbanismo. Especificamente sobre o neurobanismo ele está muito focado em alguns eixos, desses eixos é chamado de ritmo urbano e bemestar, esse ritmo urbano ele fica condicionado ao modo como nós utilizamos a a cidade os espaços da da cidade, como que nós nos locomovemos e principalmente percebemos esses espaços, e a partir daí nos apropriamos deles ou os negamos, e aqui a gente vem pra problema de política pública, quando eu nego o espaço eu abandono e ao partir do momento que eu abandono, novas políticas públicas devem ser acionadas pra que ele seja resgatado. Falamos desse ambiente urbano como desenvolvedor de comportamento, então aqui o eixo acaba se acoplando ao outro, quando nós percebemos que o comportamento é o é comportamento de apropriação, de identidade, de engajamento, nós fazemos com que a população cuide da cidade, a população se apropria da cidade, aquilo que é meu eu cuido, e isso é facilitador de processos de políticas públicas, ao invés de eu fazerem em em investimento numa em em 1 requalificação de espaço, eu posso fazer ao contrário, eu já os qualifico pra que eles não sejam abandonados futuramente, pelos grandes exemplos mundiais, fazendo isso como Singapura, Espanha e em outros né? E esses espaços tornamse extremamente voltados às às condicionantes experienciais. Quanto mais experiencial for esse espaço, quanto mais ele me propuser possibilidades de utilizálo da melhor forma possível, e mais aprazível, eu tenho 1 condicionante de de reconhecêlo como meu, como pertencente a mim. Nessas características é importante nós entendermos que, de acordo com esse conceito o próprio conceito de sustentabilidade se alterou. Nós pensávamos a a sustentabilidade basicamente focada em eficiência, e hoje ela já tem grande olhar para o bemestar humano, justamente porque parte da sustentabilidade na atualidade é visto como a manutenção do próprio espaço. Então hoje o conceito de sustentabilidade ele migra de 1 fase apenas tecnológica, nós tínhamos por exemplo selos mundiais, como por exemplo o lead, que era totalmente voltado à qualificação da de eficiência energética e condicionantes que tinham a ver com a performance do prédio de 1 forma técnica a nível de infraestrutura, e, hoje percebemos que nós temos selo como o selo que é focado em bemestar, e olha que interessante, pelo novo conceito de sustentabilidade o próprio selo lead hoje adota parâmetros de selo dentro do espaço. O espaço hoje não recebe mais selo apenas como de alta eficiência energética, mas ele também deve ser selo que atenda fortemente as questões experienciais humanas, as qualificando de 1 forma positiva e sustentável, né? Pra que se deseje continuar dentro deste parâmetro. Falávamos sobre neurodiverência, falávamos sobre inclusão com os demais colegas, e a inclusão dentro do meio urbano EE00 colega acabou de colocar isso de 1 forma extremamente bem conceituada, né, atende não apenas a questão da mobilidade física, mas também a diversidade sensorial e cognitiva. Essa inclusão dentro da dentro da da acessibilidade, ela passa por processo chamado de design inclusivo nós podemos pensar aqui inicialmente até mesmo na questão de equipamentos urbanos voltados pra isso, mas percebemos também que a questão da neurodiversidade é ponto extremamente importante. O Nixel acabou de trazermos grandes números, expressivos números de como a população não apenas brasileira mas mundial mas obviamente o nosso foco é Brasil, vem crescendo nós estamos tendo cada vez mais acesso felizmente a diagnósticos, e cada vez temos mais e mais pessoas laudadas. Por por exemplo quem tem quem tem autismo de nível muitas pessoas sequer sabem que são autistas, mas tem o transtorno em nível então pensarmos a inclusão por por esses vários aspectos também sensórios, e não apenas de mobilidade não apenas o motor, as leis estão muito bem estabelecidas pra deficiência visual e pra deficiência física, obviamente que estamos sempre em processo de aprimoramento, mas atendermos às novas necessidades de acessibilidade também sensória, se fazem extremamente importantes enquanto 1 política pública. A neuro arquitetura dentro dessa dessa perspectiva, ela se torna então grande eixo estratégico pra que o Brasil tanto na área de educação e falamos aqui da academia, mas também em cultura e principalmente em planejamento urbano, tornase ícone, tornase 1 grande referência. E aqui inclusive já pensando sobre as próprias palavras da deputada Ericoko, de nossos próximos passos aqui, trago a condicionante de termos inclusive 1 visualização de 1 plataforma nacional, aonde a neuroarquitetura possa estar presente por exemplo através de incentivo e aqui o conselho de arquitetura e urbanismo se faz presente pessoalmente aí lado a lado com a deputada Eric Kokkai, de que o possamos unir forças pra que criemos por exemplo selo dentro dessa plataforma, aonde possamos ter essa verificação desde academia na formação dos profissionais, passando pela prática profissional ou seja estabelecido no mercado práticas técnicas e dinâmicas favoráveis a isso, até mesmo as condicionantes de políticas públicas, de validação inclusive de elo entre, esforços público e privados, pra que a gente possa trazer efetivamente isso como reconhecimento. Talvez a criação de selo, a criação de algo que possamos desenvolver inclusive a mesa também se encontra a se encontrar os colegas Catarina Macedo e Júlia Fernandes do Instituto Neurobio Design, e junto comigo temos esse projeto e talvez unindo o Cau e os esforços de política pública públicas possamos trazer a a este cenário. Em termos de, já que vamos abranger as políticas públicas por que não entrarmos também na condicionante de habitação de interesse social? Hoje a Neurrodutora vem utilizando várias dinâmicas especificamente pra esse tipo de programa, aumentando a qualidade de vida principalmente dessas populações que são mais vulneráveis, ou seja não pensarmos apenas em 1 em 1 fatia da sociedade que seja mais afastada financeiramente. Então habitação de interesse social, e aí a gente já tem hoje várias políticas como por exemplo algumas práticas né, de artistas, mas principalmente programas habitacionais que tragam essa essa vertente. Hoje nós temos grandes exemplos mundiais que em outro momento podemos trazer à tona também de que vem implementando isso de 1 forma extremamente bem sucedida, e com o retorno social extremamente fortificado, e o mais interessante, dentro de parcerias públicoprivadas, ou seja várias empresas têm hoje muito interesse nisso, por suas próprias condicionantes sociais de ESG, mas também porque vêm e visualizam isso como potencial também econômico. A partir do momento que nós temos 1 área estruturada dessa forma, obviamente que comércio, indústria, serviços se beneficiam altamente desse aspecto, temos 1 massa populacional consumidora gigantesca quando falamos disso. E já pra finalizar a minha fala, percebemos que cada vez mais pela pelas implementações de neurocultura e especificamente a cidade, o neuro urbanismo, os centros urbanos vêm se desenhando cada vez mais como catalisadores de bemestar, são grandes catalisadores experienciais, são promotores dessas condicionantes de bemestar físico, emocional, psíquico, e são áreas integrativas onde os setores público privados acabam tendo grandes benefícios de suas implementações. Deixo então aqui 1 1 contribuição final, onde me parece que construir os espaços e as cidades que cuida das pessoas é projeto ambicioso mas muito possível de ser executado, e o Brasil pode realmente integrar esse grupo de grandes pioneiros. Vou deixar aqui o meu muito obrigado, agradecer mais 1 vez a deputada Derica Kokay pela pela sua gentileza em em nos acolher e ficamos à à disposição pra pros próximos passos e realmente esperamos

06 de dez, 12:11
#11
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Olha, nós que agradecemos muito a sua contribuição e nós vamos agora passar pra Júlia Teixeira Fernandes, em seguida pra Catarina Macedo que vão compartilhar 000 tempo e nós passamos por Oliveira Júnior e Ricardo Meire e concluímos com a Patrícia. Então vou passar agora a palavra, vou vou passar por 10 minutos pra que vocês possam a fazer a sua exposição. E obviamente com a flexibilidade que tem caracterizado este este tempo. Então passo a palavra pra senhora Júlia Teixeira Fernandes e em seguida pra Catarina Macedo. Bom dia.

06 de dez, 12:23
#12
Arquiteta, Doutora em Sustentabilidade, Conselheira CAUDF / Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF Júlia Teixeira Fernandes
Júlia Teixeira Fernandes

Arquiteta, Doutora em Sustentabilidade, Conselheira CAUDF / Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF

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Todos, 1 honra estar aqui com 1 segunda né participando dessa segunda audiência, ou seja, a gente conseguiu deixar algum recado. Acho que é melhor. A gente conseguiu, a gente conseguiu passar o nosso recado e a importância dessas conexões entre pessoa, natureza e tecnologia. Parecem palavras soltas e que não têm relação, mas a gente precisa contextualizar atualmente o que significa a gente está falando dessa relação. O Lori, na palestra anterior, na fala dele, ele já trouxe começo de 1 abordagem de 1 evolução da sustentabilidade. Então quando a gente está falando de conceitos, podem ser conceitos que já existem há muito tempo, às vezes mais de décadas, mas que atualmente eles passam por momento de atualização. Então quando a gente fala hoje de sustentabilidade, a gente sai duma esfera quantitativa, pra 1 coisa mais qualitativa. Então no meio acadêmico, a gente faz pesquisas de sustentabilidade e fala, mas por que que as pessoas não são mais sustentáveis? Isso vem ao longo das décadas, como 1 grande missão, e de repente, fazse hoje 1 nova pergunta. Como que a sustentabilidade pode ser mais humanizada? Por que que as pessoas não não aderem à sustentabilidade? Porque ao longo das últimas décadas quando estava falando do aspecto quantitativo, as pessoas não se sentiam pertencentes a esse conceito. E aí agora hoje a gente fala de 1 sustentabilidade mais humanizada. Por quê? Porque quando a gente está falando dos aspectos qualitativos, o bemestar da pessoa, a pessoa se sentir bem em qualquer ambiente, seja natural ou ou construído, criase 1 relação de pertencimento. Então quando a pessoa sente pertencente, ela passa a valorizar aquele espaço e defendêlo. Então por isso que a gente aqui no Instituto Neurobio design, o nosso presente é o Louri, eu e Catarina estamos como diretoras atualmente, e a gente tem essa bandeira de trazer esse novo conceito. A gente precisa ter equilíbrio entre pessoas, a natureza e aí a sustentabilidade entra com força e tecnologia. Quando a gente está falando de espaços construídos, cidades, edifícios, a tecnologia é extremamente importante. Então, é com assim grata satisfação que a gente tem o Brasil hoje como 1 grande referência no conceito de neurobiodesign, que é a neuroarquitetura, é a neurociência, de 1 forma sustentável, por isso entra a questão da biofilia e da sustentabilidade, e do design entra como o processo de criação de espaços construídos, integrando junto com essa natureza. A função hoje do instituto, é ser entre a academia, o setor público, privado, principalmente ser 1 referência entre o Brasil e o mundo. Então a gente faz essa esse link né buscando sempre destacar como que, ah pode ir passando. Aqui eu já falei da neurobiodesign, o conceito. Aqui a nossa missão do instituto né, aqui no Brasil e que tem a missão entre academia, levar a teoria pra prática, por isso a gente aqui está falando junto com o conselho de arquitetura então a gente tem esse link com a academia e com os conselhos, não só de arquitetura mas o de psicologia é extremamente importante, porque toda essa parte de neuroarquitetura, quando eu fiz doutorado, vem do link de arquitetura com psicologia ambiental. Então os psicólogos precisam entender os impactos que os ambientes geram nas pessoas, mas são os arquitetos que criam esses espaços. Qual é o efeito de todas as minhas decisões nos projetos em relação ao ser humano? Então hoje não se fala mais de criação de espaço sem esse link dessas áreas. E a gente está como 1 referência no mundo em relação a isso de levar essa abordagem brasileira. Então quando a gente está falando de neurociência, sustentabilidade, acessibilidade, a gente está falando também de entender o local. Como que é o espaço naquele lugar, de acordo com aquele clima, de acordo com aquelas necessidades e quem vai usar aquele espaço, né, pra gente gerar essa esse vínculo de pertencimento das pessoas com o ambiente. Então, quando é próximo por favor. Então quando a gente fala de todos esses conceitos, a gente está falando de desenvolvimento sustentável mais humano, a gente está falando de arte e cultura porque quando a pessoa se enxerga, tem 1 identidade com aquele ambiente, com aquele espaço, com aquela cidade, ela se sente mais pertencente aí entre os aspectos culturais. Saúde e bemestar, desde a saúde física hoje numa abordagem muito forte à saúde mental. E, à inovação ciência e tecnologia. Então quando a gente fala desses todos esses conceitos, a gente une e está tudo dentro do conceito de neurobiodesign. Próximo por favor. Então aqui, a explicação dos eixos temáticos. Próximo por favor. Aqui a gente está numa segunda audiência trazendo aqui a nossa contribuição pra essa mudança de pensamento, e é isso é tão inovador que nem dentro do curso de arquitetura, do curso de psicologia, isso está já incluído. A gente está aqui como como vanguardista trazendo esses conceitos, que são necessidades né, da população. Próximo por favor. E aqui deixo convite, inclusive pra deputada, do primeiro congresso internacional de neurobiodesign que a gente vai fazer ano que vem aqui em Brasília. O instituto de neurobiodesign é composto né por toda essa equipe e todos aqui estão envolvidos, e no ano que vem a gente vai ter essa primeira edição e pra nossa surpresa, com muita participação internacional, desde a Politécnico de Milão, a ANFA que é a associação, né, de neuroarquitetura internacional, que o Lourir é o representante no Brasil. Então aqui já deixo o convite pra todos participarem com a gente, porque ele vai ser extremamente relevante. Próximo por favor. Aqui eles são já os envolvidos. E todos esses conceitos a gente está buscando cidades né, e edifícios também, para todos e amigáveis ao meio ambiente. Então, a gente não consegue desvincular isso. Valorizando sempre a relação de inclusão e acessibilidade física, sensorial e cognitiva, que vai bem além, né, do do padrão utilizado, buscando bemestar e saúde. Obrigada

06 de dez, 12:24
#13
Arquiteta, Mestre em Sustentabilidade, Membro da Anfa Brasil e Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Anfa Brasil e Instituto NeuroBioDesign (INBD) Catharina Macedo
Catharina Macedo

Arquiteta, Mestre em Sustentabilidade, Membro da Anfa Brasil e Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Anfa Brasil e Instituto NeuroBioDesign (INBD)

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Obrigada mais 1 vez o convite, é 1 honra e prazer estar aqui novamente e saber que da nossa primeira conversa tivemos grandes desdobramentos e numa conversa aqui informal, sabemos que vamos ter continuidade e discussões aprofundadas. Então como a Julia comentou anteriormente, é 1 temática extremamente nova e complexa né? Quando perguntam pra gente o que que é neuroarquitetura, o que que a gente pode fazer, então a gente entende que não temos essa única resposta, tanto é que a mesa é composta por diversos profissionais com diversas abordagens né, com diversos estudos, e a ideia do instituto é que a gente possa ser esse hub de conexão, e espaço de discussão pra que juntos nós possamos encontrar essas soluções, que realmente tornem as cidades mais humanas, mais resilientes, mais inclusivas. E aí na nossa continuidade da apresentação, a gente gostaria de discutir, como né trazer mais bemestar, conectado com saúde mental, e ainda assim pensar em resiliência humana. Então eu, Júlia, Lori, muitos aqui da mesa, a gente vem de 1 formação de sustentabilidade, que que é 1 formação inicialmente muito técnica, né, muito focada em eficiência energética, em conforto ambiental, e a gente entendeu ao longo dos anos assim também como a academia, que se a gente não entender as pessoas, se a gente não humanizar mais esse entendimento, a nossa técnica não vai ser tão eficiente quanto a gente queria. Então aqui no instituto, a gente busca conectar todas essas técnicas que a gente não vai deixar pra trás, técnicas muito relacionadas a há muito do que foi falado aqui né, a gente precisaria de mais tempo pra detalhar todas elas, mas no entendimento que a gente precisa dessa base neurocientífica, que não cabe a nós não somos neurocientistas né, nós somos arquitetos urbanistas, mas a gente precisa caminhar juntos e por isso essa é a intenção da gente fazer grande movimento aqui em Brasília, no congresso, aonde a gente fure essa bolha da arquitetura, e a gente possa estar juntos com profissionais da educação, com profissionais da psicologia, com profissionais da medicina né? O Nixon quando estudou provavelmente teve que mergulhar né e se aprofundar em outras bolhas, então nós sozinhos, a gente não vai conseguir chegar aonde a gente quer. Então dos motivos de estar aqui além do prazer de falar sobre o assunto, é tentar construir juntos essa conexão, pra que a gente esteja juntos num momento maior de reflexão, que seria esse nosso congresso que a gente vem construindo junto com o Cau inclusive né Ricardo, desde esse ano, pra que lá a gente possa realmente, colocando em detalhes essas técnicas pra cada desses aspectos porque a gente tem mundo de opções e de possibilidades pra cada desses laudos vamos dizer assim então qual seria o ambiente ideal pra crianças do espectro autista, pra crianças que têm altas habilidades, que no qual eu estou envolvida, e no meu caso específico, a minha pesquisa tem o recorte do design biofílico, que é essa conexão com elementos naturais, que de 1 forma rasa, as pessoas entendem como colocar plantas dentro de ambientes. Então é muito mais que isso, é o entendimento de que a neurociência trouxe pra gente a constatação a constatação de que nós somos mais felizes em ambientes externos, em áreas naturais, mas que nós passamos muita parte boa parte do nosso tempo em espaços internos. Então como trazer essa felicidade vamos dizer assim dessa conexão com elementos naturais, aqui pra dentro, né? E obviamente aqui a gente está falando isso pra também em espaços públicos. Então como que nós do Instituto do Cau, arquitetos como todo, podemos contribuir mais nesse processo, pra trazer mais bemestar, de 1 forma muito global, minimamente bemestar, porque dentro desse bemestar, a gente está falando de como que as pessoas podem realmente aprender dentro de 1 escola, como que as pessoas realmente podem ser mais produtivas dentro de espaço de trabalho, como realmente as crianças numa praça além de se divertir, podem dar continuidade com esse processo educacional, né, que já foi falado anteriormente, como que esses brinquedos que teoricamente são feitos pra passar o tempo, mas como eles podem contribuir pra 1 real inclusão, e de conexão dessas crianças que eventualmente estão no processo de isolamento. Então muito mais do que respostas, né, não temos ainda, são reflexões, de como que podemos pensar juntos, e aí todos né, nesse nesse processo e o instituto se coloca à disposição como o Lori conector de de repente termos 1 grande plataforma, termos selo, né, onde a gente possa contribuir, não não desmerecendo os outros espaços, mas enaltecendo aqueles espaços que de alguma forma conseguiram inserir essas questões, tendo muito como exemplo o selo que o Cau tem, pra preservação do patrimônio né? Colocar à vista aqueles casos bemsucedidos, porque a gente sabe que os maus exemplos são muitos, mas quais são os bons exemplos que a gente pode trazer à tona, e inspirar né políticas públicas, inspirar outros profissionais, e que a gente também possa fortalecer 1 assistência técnica né, gratuita, incentivada pelo governo, pra que realmente nós possamos fazer parte da construção desses espaços de qualidade, e pra todos, né, a gente sabe que a legislação existe, já vou finalizar, mas que ela falta ser fortalecida na aplicação dela, então existe 1 legislação pra 1 assistência técnica gratuita, mas que na prática ela não chega a todos, então nós arquitetos aqui também temos essa essa dificuldade do atendimento a todos, né? Então a gente fica muito sujeita a atendimento a 1 classe social muito avantajada, porque eles acham que a gente talvez seja algo sofisticado demais, né, ou que vai tratar só de questões estéticas, e aqui o nosso debate é que arquitetura e urbanismo é muito mais que isso. A gente está aqui pra trazer qualidade pra o espaço, e que essa qualidade seja pra todos, e que a gente também possa exercer o nosso papel pra aqueles que não necessariamente têm recursos né pra bancar tudo isso. Obrigada.

06 de dez, 12:33
#14
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Muito bem, Catarina, nós estamos aqui anotando as sugestões para que a gente possa fazer os encaminhamentos. O selo é 1 delas, que a gente pode transformar também em projeto de lei, né? Pega a a concessão do selo para que você possa estimular e divulgar as as boas práticas, porque a gente precisa divulgar as boas práticas né, as soluções pautadas na natureza, quando se pensa quando a gente pensa em Brasília eu pensei urbanismo humanista, porque primeiro tem 1 escala bucólica, que é bem maior que a escala que é escala residencial por exemplo, e ao mesmo tempo tem essas essa esses espaço são espaços públicos, porque assim em grande medida é você, estão nos tirando as praças, não é? E estão nos tirando os os locais de encontro, os locais de compartilhamento, e ao mesmo tempo, a ludicidade. O Lúcio Costa falava, tem que ser funcional, e aqui nós falamos também de que tem que ser funcional, mas tem que ter autonomia das para as pessoas, tem que ter também bemestar ou felicidade, ele dizia, tem que ser tem que ser funcional e tem que ser lúdica, que essa ludicidade também é 1 forma de você se conectar com conjunto, 1 trama de vida e com as outras pessoas também. E ao mesmo tempo que você está tendo 1 apartação das pessoas, pessoas fechadas nas suas próprias casas, você também tem 1 apartação, essa apartação também se dando através da ausência de contato, entre as pessoas que muitos se darem em função da incidência das mídias, das mídias, da da, enfim, dos aparelhos que nos tiram do convívio. Então, portanto, pensar a cidade assim também significa possibilitar esses encontros, os espaços de encontro que é por onde a gente reafirma identidades, também, reafirma desejos, reafirma saberes, reafirma reafirma fazeres também. Então, portanto, acho que essa a importância do urbanismo, na construção da sociedade que a gente quer, e que seja 1 sociedade que enfrente os problemas contemporâneos e as formas de apartação que estão postas, é absolutamente fundamental. Então, passo então agora a palavra ao senhor José Evanildo de Oliveira Júnior, que é professor do estudo de pósgraduação, arquiteto e urbanista, empresário e mexe engenharia urbana, e que é palestrante, é em curso, palestrante e professor de pósgraduação em arquitetura. Então portanto, senhor Oliveira Júnior, o senhor tem a palavra.

06 de dez, 12:40
#15
Professor convidado do Instituto de Pós Graduação - Ipog José Vanildo de Oliveira
José Vanildo de Oliveira

Professor convidado do Instituto de Pós Graduação - Ipog

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Bom bom dia a todos e a todas. Primeiro queria agradecer o convite né, que me foi feito, pra compartilhar pouco da minha experiência, do meu conhecimento, também preciso muito honrado em fazer parte desse debate tão necessário pra cidade, então eu vou falar pouco sobre essa arquitetura né da saúde né, vou falar pequeno recorte sobre essa arquitetura salutogênica, e aí eu vou meio que conectar pouco sobre com os discursos dos dos colegas né, Já fizeram bom embasamento, pavimentado pra que eu pudesse chegar com essa, com essa minha fala agora, e eu vou falar da cidade como 1 experiência, do ponto de vista da saúde e do bemestar. Então hoje a gente, quando fala em cidade, a gente está, o debate é sempre sobre a questão da saúde mental e a gente tem 1 pandemia, que aconteceu e reforçou essa importância né, da gente ter essa preocupação essas questões da saúde mental, então isso só fez com que ficasse mais mais potencializados, essa questão da preocupação com a saúde mental. Então a revista Nature ela, 1 publicação recente ela fala que mais da metade da população mundial ela vive em cidades, e isso torna a criação do ambiente urbano saudável, 1 grande prioridade política e a deputada traz na sua preocupação essa questão pra essa audiência pública né, então cada vez mais a saúde mental, ela é afetada negativamente por essa cidade urbana, isso causa transtorno de humor e ansiedade, e isso são mais prevalentes para moradores urbanos do que para moradores que moram em cidades de menos portas ou cidades, né mais rurais né. E estudos mostram mostraram que o risco de desenvolver ansiedade é 20 e por 100 maior para pessoas que vivem em grandes cidades, as quais também tem 39 por 100 mais chance de desenvolver distúrbios de comportamento. E os colegas já mostraram isso na fala do Nix, na fala do Valdir, na fala da Cristiane né e dos demais colegas. Além disso a incidência de esquizofrenia é quase 2 vezes maior em quem vive em cidades 1 dado da fonte da agência FAPESP. E aí eu pra ser objetivo EEA minha falácia breve, eu vou falar sobre Salutogenes, né que o, o teórico Nairo Antonovski já discute esse termo de desde 79 né, e diz que essa lutegênese ela está focada no processo de saúde, e a compreensão de como nos podemos manter sadios mesmo após viver situações adversas estresse. Então, nessa imagem eu mostro justamente essa desigualdade social que a gente vive, enquanto alguns têm acesso né aos benefícios da cidade, acesso às facilidades urbanas, ou vive em condições de extrema miséria, e estão aí em processo de estresse e sem falar na cidade em geral na violência urbana né no caos no trânsito, então, são momentos que a gente vive cotidianamente nosso estresse. E quando a gente fala de arquitetura salutogênica, a gente tem que entender que projeto salutogênico ele contempla necessidades psicológicas, sociais e espirituais, né? E encoraja as pessoas mental e socialmente, e mantendo o sentido de coerência do indivíduo. Então você tem aí na verdade, o encorajamento do ponto de vista da saúde mental, do do relacionamento social e essa coerência entre o indivíduo e o ambiente que ele vive. E a arquitetura essa lutogênica ela é responsável por iniciar processos mentais para atrair a atenção humana, significa que nós estamos o tempo todo com a nossa atenção voltada para os problemas para os os problemas, desafios cotidianos. E quando a gente está com a nossa cognição totalmente voltada para esse essas coisas que nos afligem, a gente tende a aumentar o nosso tipo de ansiedade, e aumentar o estresse, então quando a gente distrai a atenção humana, canaliza ela, para o meio ambiente para situações né, que você tem 1, ambiente mais agradável em contato com a natureza, isso ajuda a reduzir a ansiedade e promove emoções psicológicas positivas. Isso desde a década de 80, as pesquisas sobre ambientes restauradores, tornássemos conhecidas por investigar os atributos ambientais e suas influências na percepção de bemestar, como o Lodi bem colocou e muito bem ilustrou diversas cases de cidades que estão implementando isso de forma muito eficiente né? E isso né, influencia na percepção de estar, na sensação de prazer e também de desprazer se aquilo ali não for adequada ou coerente né, com essa restauração do bemestar, bem como na avaliação das potenciais conexões com o meio. Então a gente fala na questão da apropriação do espaço. A gente percebe obviamente que muitas investimentos em nas cidades e humanizações não tem a sua devida apropriação, as pessoas não usam espaço e esse desperdício de as pessoas não usam espaço e esse desperdício de investimento quando a pessoa não usa o espaço, é algo que a gente tem que rever então é importante a gente ter boas práticas de urbanismo e de arquitetura. E aí eu vou trazer aqui 1 teoria né, e da teoria da restauração da atenção né, nessa temática de administradores, eu vou falar pouco sobre essa teoria da restauração da atenção, pra gente entender como é que a gente pode através da nossa atuação, através da construção de cidades e de espaços, a gente pode melhorar ou restaurar a atenção, restaurar o bemestar das pessoas, né? E a teoria da restauração da atenção, ela enaltece a influência benéfica de ambientes naturais para a recuperação atencional, quer dizer, para tirar você daquele foco dos problemas quotidianos, do estresse, daquilo que lhe ameaça, e colocar a gente em contato com alguma coisa que nos dá 1 segurança, conforto, aconchego, né? Então enaltece a influência benéfica de ambientes naturais para recuperação atencional, e é preciso considerar 4 propriedades para que lugar possa ser capaz de proporcionar 1 experiência restauradora. Então se a gente vender pelo menos esses princípios, né, que são básicos e implementar isso os nossos projetos, implementar isso das nossas cidades, então a gente vai com certeza melhorar e restaurar a atenção das pessoas e melhorar seu bemestar. Então são 4 princípios chamado afastamento, fascinação, extensão e compatibilidade dos quais eu vou detalhar cada aqui em 4 slides. Então, o afastamento, ele consiste em se perceber longe situações e contexto cotidianos demandantes. Então, é afastar a pessoa daquela pressão urbana, pra possibilitar ela descansar sua atenção. Então aqui toda mostra no exemplo de 1 praça ou parque em que a pessoa se distrai da sua pressão cotidiana e vai aliviar, né, a sua atenção. Esse aspecto visa a distração com 1 proteção cognitiva, com a atuação que é perigoso. Então quando a gente vive o dia a dia, né, com o trânsito, a insegurança urbana, né, as demandas do dia a dia do de de mobilidade do trabalhador, e quando ele tem a possibilidade de se afastar desse cotidiano, então ele entra numa numa restauração da sua atenção. A segundo ponto é a fascinação, né, e a fascinação é a condição de atenção sem necessidade de esforço, e que as pessoas se sentem naturalmente atraída pelo objeto de atenção, então você não precisa pensar é só usufruir, é só estar ali em contato pleno com aquilo que que traz 1, alívio pro estresse, né, relaxamento. Não, a fascinação é tem a ver com encantamento, né encantamento. Você pode fazer através de parques, praças, inclusive no embelezamento urbano da cidade, né? E isso envolve a tensão involuntária, quer dizer, quando se sobressai em relação à tensão voluntária. Então, a tensão voluntária é quando nós estamos tempo todo, demandando a nossa cognição para resolver questões cotidianas. E atenção involuntária ela distrai você dessa atenção das demandas cotidianas para colocar você no estado de relaxamento. Então, ela ela permite que esta última descanse a atenção voluntária, a minha atenção cognitiva, né, e restaura a partir de 1 condição de fadiga. O terceiro é a extensão, o que é extensão é o engajamento do sujeito em relação ao lugar percebido, né, então quando ele se engaja com o lugar, e dos problemas da falta de apropriação do espaço, dos vazios, da dos do esvaziamento da da da do do espaço urbanos, é a falta de engajamento, a falta de conexão das pessoas com esses ambientes. A qualidade da extensão apresenta 2 desdobramentos. O primeiro, no sentido de oferecer o que olhar ou fazer por bom tempo. Então, o primeiro é oferecer o que a pessoa olhar, criar condições que se tornem aquele ambiente atraente e agradável. Então, é justamente não ter ambiente monótono e tem ambiente é que realmente tem 1 nível de complexidade agradável né que envolve principalmente a natureza ou algo que aumenta ao relaxamento que distraia de elementos ameaçadores e o segundo no sentido dessa experiência ser suficientemente organizada para evitar a impressão do caos, então é colocar a pessoa no local que ela possa distrair, né, a atenção dela, que ela possa observar coisas interessantes, mas que aquilo seja organizado e ordenado para não ser algo caótico. E o caos, ele também pode acabar atraindo a atenção da pessoa. E o quarto ponto que nós temos é a compatibilidade, Tá? Então na compatibilidade. Na compatibilidade deixa eu só ampliar a minha tela aqui pra eu poder enxergar meu slide. Eu não estou compartilhando meu slide, está aparecendo, só queria só confirmar, porque ele não está aparecendo pra mim o slide. Está. Está aparecendo né? Está bom. Então o quarto seria a compatibilidade, o ambiente se adequa ao que o indivíduo quer fazer, né? Então a ressonância entre as inclinações da pessoa e as características do lugar, Isso no quando do ponto de vista do urbanismo, e é muito comum né, quando você não tem 1 equipe que tem 1 metodologia de trabalho de de de projeto, e os projetos de urbanismo, os projetos de arquitetura, eles têm que ter 1 empatia pelas pessoas, então o ambiente criado, ele se adéqua às intenções, às aspirações das pessoas, envolve aspectos cognitivos e emocionais do indivíduo no processo de escolha do ambiente. Então, eu escolho ambiente para aquilo que ressoa com a minha emoção ou aquilo que faz sentido para mim, em função da compreensão da restauração que esse indivíduo possui. Então, aquilo que me atrai e faz sentido para mim, então, isso tem a ver com a compatibilidade do ambiente. E aí eu eu resumo isso numa metodologia que a gente usa aqui, né de de de projeto, né, que é composta de 4 elementos importantes, que é o primeiro elemento é a cidade como memórias, que tem a ver com a criação da identidade e pertencimento. O segundo é a cidade como relacionamentos, que tem a ver com apropriação espacial e com o comportamento humano. O terceiro é cidade como histórias tem a ver com a emoção e o bemestar e o quarto é a cidade como experiência, que tem que haver com as sensações que a pessoa tem usando espaço urbano. E aí trazendo, né, a implementação desses desses conceitos, a gente tem colocado isso em nível de, né, de de projeto, né, seja numa escala urbana, né, então entender a cidade, entender o que a cidade pode promover de bemestar e a partir desse entendimento, a gente poder trazer essa compreensão do entendimento da cidade para a inserção dentro dos nossos trabalhos, entendeu? Quando a gente é a cidade, por exemplo, que a gente eu moro aqui que a cidade de 1 pessoa que a gente vê claramente, né, essa é essa envolvimento sensorial com espaço urbano né até as próprias folhagens que estão no chão na gerando essa espécie sensorial então perceber nessa simplicidade da cidade perceber o que faz sentido para as pessoas como ela se envolve com o ambiente, entender esse, fazer esse trabalho de empatia, de pertencimento, de identidade, com aquilo que ressoa para as pessoas, então a gente constrói realmente projetos que fazem sentido para as pessoas, com a segurança, com a inclusão, Como já foi citado né pelos colegas aí pelo né é acessibilidade então a gente traz isso de fato para cidade as boas práticas de projeto elas colocam a pessoa no centro do projeto desde das intervenções na cidade, né? Então trazer as pessoas pra dentro do cenário até os projetos de habitação terisocial, como o Louri falou, né? Então não é só o projeto de fazer os é difícil né é importante na hora da prática de projeto trazer de fato a inclusão né das pessoas trazer as pessoas para dentro criar espaço seguros na tirar os automóveis de dentro da dos espaços e trazer a apropriação das pessoas para dentro desse espaço então criar esse tipo de espaço é importante segurança né é distração restauração da atenção chegando até o nível da habitação Então essa é a minha fala a minha contribuição para que de fato a gente possa fazer projetos que sejam mais inclusivos e projetos que restaure a atenção e ofereça bemestar para as pessoas. Então aí eu termino a minha

06 de dez, 12:43
#16
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Agradecer muito a sua fala José Evanilde Oliveira Júnior, que fala da cidade das memórias, relacionamento, história, experiências, enfim, fala também de fascinação e encantamento, é absolutamente importante. Eu vou passar agora a palavra pro Ricardo Meira que é arquiteto urbanístico e presidente do Cau do Distrito Federal.

06 de dez, 12:58
#17
Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF Ricardo Meira
Ricardo Meira

Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF

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Muito obrigado, pelo pela iniciativa e pelo convite, estive aqui na na primeira audiência, embora tenha participado como presidente do conselho também participei como professor pesquisador né quando eu trouxe alguns comentários relacionados à minha pesquisa. Aqui eu me me permito falar pouco mais como presidente do conselho e hoje pouco menos como pesquisador né. Então cumprimento nas figuras de sua excelência deputada Eric Kokai, e da minha presidente arquiteta Patrícia Sarquizerden, todos da mesa, e as pessoas que nos assistem, presencialmente e de forma remota. Eu inicio minha fala agradecendo e enaltecendo deputado a sua iniciativa em promover esse debate tão relevante, pro futuro da nossa sociedade. Sua atuação sempre sensível às causas da arquitetura e do urbanismo, é motivo de orgulho pra todos nós, que lutamos por espaços mais humanos inclusivos. Sua parceria na Câmara Federal tem sido fundamental pra colocar temas como este na pauta do legislativo, demonstrando Ricardo que

06 de dez, 12:59
#18
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Segurar mais no meio, aqui é, porque está está cortando.

06 de dez, 13:00
#19
Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF Ricardo Meira
Ricardo Meira

Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF

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Demonstrando sua visão sobre a importância da de construir cidades mais justas e acessíveis. A neuroarquitetura, tema que hoje debatemos, é 1 abordagem que transforma a forma como entendemos, planejamos e vivenciamos nossos espaços. Ela nos lembra que o ambiente físico tem o poder de moldar comportamentos, influenciar emoções e promover o bemestar. Essa discussão reforça a necessidade de olharmos pros espaços construídos como ferramentas de inclusão, promoção da saúde, e que são elementos indispensáveis pra 1 sociedade mais equilibrada e acolhedora. Aqui destaco o papel estratégico do conselho de arquitetura e urbanismo, o qual representa aqui no Distrito Federal, como guardião da ética, da qualidade técnica, e sobretudo do compromisso social da profissão. Arquitetura e urbanismo é mais do que 1 profissão, 1 prática técnica. Ela deve ser vista como 1 profissão de estado, pois é essencial pro planejamento urbano, a preservação ambiental, cultural, a organização dos espaços com vistas ao bem comum, e por que não dizer? Com a saúde do indivíduo, ao promover espaços mais humanos. O estado, por meio dos seus 3 poderes tem a responsabilidade de apoiar essa causa de maneira prática. É fundamental que o legislativo continue a criar marcos regulatórios que incentivem projetos inclusivos e sustentáveis. O executivo deve implementar políticas públicas que priorizem a humanização dos espaços, e aí eu faço destaque à necessidade de valorização do seu corpo técnico, e dos seus arquitetos e urbanistas nos quadros que promovem na prática, esses conceitos que estão sendo discutidos aqui na forma de espaços construídos. O Judiciário por sua vez precisa garantir que essas políticas sejam cumpridas, protegendo o direito à cidade e à dignidade humana. Eu encerro aqui minha fala com a certeza de que a neuroarquitetura, é caminho promissor e necessário pro futuro do Brasil. Cabe a nós arquitetos e urbanistas ao lado do conselho de arquitetura e urbanismo, e do estado na forma de seus 3 poderes, transformar esse conhecimento em ações práticas, que beneficiem todos os cidadãos. Temos aqui vários especialistas de várias partes do Brasil com experiências não só acadêmicas mais práticas, e com essa parceria Profícua, com os conselhos profissionais, com o estado, com o poder legislativo e executivo eu não tenho dúvida de que isso se transformará em projetos e iniciativas, que possam levar a cabo, pra sociedade a consequência desses espaços bem criados, e bem planejados. Coloco aqui o conselho de arquitetura urbanismo do Distrito Federal como sempre à disposição dessa casa pra contribuir da melhor maneira

06 de dez, 13:00
#20
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Agradecer ao Ricardo Meira, presidente do Cau aqui do Distrito Federal, a contribuição e passar pra nossa presidenta do conselho de arquitetura e urbanismo do Brasil do Cau Brasil, a senhora Patrícia Figueiredo Sarques Hernem, 1 alegria têla aqui, e lhe passa a

06 de dez, 13:02
#21
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR Patrícia Figueiredo Sarquis Herden
Patrícia Figueiredo Sarquis Herden

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR

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Muito obrigada Eric, é prazer estar aqui, você que eu considero parlamentar amiga da arquitetura e urbanismo, tá? Sempre nos recebe tão bem, e nós também pretendemos sempre continuar recebendo a senhora nas nossas na nossa casa. Bom, eu vou seguir o rito da casa aqui, e me descrever é novidade pra mim, mas eu vou tentar me descrever aqui, sou clara, cabelos, bom, diz que a mulher não envelhece, ela enlouquece, então enloideci com o tempo, olhos claros, e visto aqui casaco verde Brasil. Bom, deputada Érica, prazer e e eu cumprimento né essa promoção das audiências tão necessárias. E eu queria trazer aqui, depois do Ricardo já ter falado de forma tão ampla, a necessidade da aproximação dos conselhos, e aí uso o conselho da palavra literal, para o aconselhamento do legislativo legislativo tá? E mais do que promoção de novas políticas públicas, nós temos que fazer cumprir as que já existem. E eu queria fazer destaque muito sensível, na figura, na nova lei das licitações que traz 1 modalidade, que é a modalidade de concurso. O concurso público, é o concurso para projetos, ele vai promover de certa forma 1 inclusão, que todos os profissionais eles possam ser incluídos na construção desses espaços públicos. Então ao promovermos e incentivarmos concursos para definição dos espaços públicos, nós estamos trazendo a totalidade da massa pensante de técnicos, arquitetos urbanistas, mais de 230000 pra participar de pleito, que é pleito coletivo de construção de espaços inclusivos e resilientes. O meu colega Nixon trouxe aqui algo muito importante, muito se fala em acessibilidade, e acho que é tema bastante utilizado nessa casa, mas ele nos traz a necessidade de 1 acessibilidade neurossensorial. E foi disso que se tratou aqui, se tratou aqui hoje, é humano no centro, humano no centro, arquitetura e urbanismo centrado no humano. Porque nós temos que entender o ser humano como 1 continuidade de nós mesmos, Nós não estamos presos nesse corpo físico, nós interagismos principalmente com o próximo, e é disso que trata. E no conceito de arquitetura e urbanismo, nós prezamos, arquitetura e urbanismo para todos, todos quais são, Todos que possam compartilhar o mesmo espaço. Deputada Érica, às vezes nós pensamos aquela árvore que está plantada no chão como algo que está lá fixo, pensamos que nós seres humanos estamos plantados nesse planeta, e nós dependemos deste planeta para continuarmos existindo, então a necessidade nós temos olhar abrangente ao olhar pra nossa casa, que é o nosso planeta, a nossa cidade, as interações que nós temos com todo o meio que nos permeia. Então volto a destacar a necessidade do agente técnico na construção dos espaços públicos, e volto a tratar de algo que fora além dos encaminhamentos aqui proposto pela essa mesa, há inclusão como pauta prioritária de concursos públicos para arquitetura e urbanismo em todas as a toda a administração pública, que é o maior contratante do país. Então muito obrigada mais 1 vez pelo espaço, gostaria de aproveitar o momento para convidála, como sempre né, sempre presente na nossa casa, para participar da nossa festa de encerramento que é 1 solenidade, que acontecerá no dia 18 de dezembro, às 20 horas, lá na torre da da torre da TV né? Aqui de de Brasília. Então à tarde nós teremos o nosso o nosso a plenária, então a senhora está convidada a participar da nossa plenária, e durante a noite então nós teremos essa esse encerramento né, dos da dos 13 anos já do nosso conselho, comemorando o dia do arquiteto. Tá? Eu vou deixar aqui com a senhora então o convite, aqui formalizar a entrega oficial desse convite, tá? Aonde está contemplada, contemplados os 2 eventos, depois a senhora confere as datas não sei se eu falei direitinho, mas contamos muito com a sua presença certo? Então mais 1 vez obrigada pelo espaço e seja sempre bemvindo à nossa casa.

06 de dez, 13:03
#22
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Muito obrigada, isso aí, obrigado pelo convite, o Cau tem que cumprir 1 função absolutamente fundamental para o conjunto da sociedade. Eu pergunto se alguém aqui que está aqui conosco quer fazer uso da palavra, então passo vou devolver a palavra para as considerações finais e já numa perspectiva de encaminhamentos, vai seguindo a mesma ordem anterior, então vou passar pra Cristiane Assis de Abreu, que é mestre em engenharia civil, especialista em neuroarquitetura, especialista em neurociência, psicologia positiva no desenvolvimento humano, em docência e metodologias para o ensino superior terapeuta sistêmica e membro da ANFA Brasil. Então Cristiane, você tem a palavra por 3 minutos.

06 de dez, 13:07
#23
Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil; Cristianne Assis de Abreu Baptista
Cristianne Assis de Abreu Baptista

Arquiteta e Urbanista, Especialista em Neuroarquitetura e membro da ANFA Brasil - ANFA Brasil;

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Somente de agradecer a esse espaço importante que nós temos, né, que a nossa classe de arquitetura está tendo nesse momento. Obrigada deputada pelo pela voz que você está nos dando, muito obrigada.

06 de dez, 13:08
#24
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Nós que agradecemos a sua participação e passo então agora pro Nixon Dias de Oliveira, para as suas considerações.

06 de dez, 13:08
#25
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR Nikson Dias de Oliveira
Nikson Dias de Oliveira

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima - CAU/RR

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Finalizando a deputada Érica, eu eu mais 1 vez chego aqui num num num fim de audiência mais com mais perguntas do que do que resposta, porque a cada a cada debate a gente evolui pouquinho essa conversa. E e, desta vez, diferente da outra, a minha sensação é que nós temos a demanda, nós temos os instrumentos, temos as ferramentas, temos a vontade política, que que acho que essa é é é 1 das fundamentais, e acaba ficando aqui agora pra pra vossa excelência, juntar essas ferramentas, esse todo esse instrumento, todo esse arcabouço, todo esse o hall de conhecimentos e técnicos aqui que a que a que apresentaram, e poder transformar em políticas pública pra de fato efetivar. Eu estava cutucando também aqui minha a minha presidente, de de igual forma, toda vez que fomos tocar sobre arquitetura, falarmos sobre essa essa acessibilidade sensorial, sobre a neuroarquitetura e a importância na saúde, e estou recebendo aqui feedback especial de 1 de 1 acadêmica de medicina, dizendo da importância de incluir o SUS nisso, até porque nós estamos falando da saúde das pessoas, a arquitetura e urbanismo, o dentro do SUS, esse esse essa acessibilidade sensorial, incluir o esse programa de saúde nacional. Acho que essa seria a junção de grandes, grandes peças, grandes ferramentas EEE feliz por fazer parte desse passo importante na arquitetura mundial, porque o que nós estamos discutindo aqui é inédito no mundo. Somos marcando a história EEE de forma positiva e agradeço mais 1 vez e reitero que também o Cau Roraima o Nix enquanto profissional de de arquitetura, os arquitetos do estado de Roraima, os arquitetos do Brasil dispostos a contribuir no que precisar pra redigir EEEE manifestar essa política. Obrigada.

06 de dez, 13:08
#26
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Nós que agradecemos, Nixon, passar então pro pro Loricrizel, que é arquiteto e urbanista presidente da ANFA no Brasil.

06 de dez, 13:10
#27
Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) - Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) Lori Crizel
Lori Crizel

Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture) - Arquiteto e Urbanista | Presidente da ANFA no Brasil (Academy of Neuroscience for Architecture)

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Muito obrigado pela pela palavra mais 1 vez também reforço o agradecimento de todos os demais colegas, é 1 grande honra pra nós estarmos aqui, e termos sido acolhido pela pela senhora. É muito muito nos faz feliz essa possibilidade de trazermos essas novas perspectivas esse novo olhar, que não apenas a arquitetura a neuroarquitetura mas todos nós enquanto sociedade estamos trazendo a essa mobilidade que tanto se agrega e tanto quer agregar as condicionantes das experiências humanas, da qualificação da utilização dos espaços, o poder público se manifestando dessa forma, falamos aqui por exemplo Oliveira trouxe a questão de design sanutogênico, agora Nixon pegou aí a a manifestação genuína de 1 pessoa já comentando sobre levar isso ao SUS ou seja, a humanização dos espaços não apenas a apenas os privados mas também os públicos, pra que nós tenhamos todo aparato pra que a nossa sociedade seja cada vez maior, e ficamos todos muito gratos por fazermos parte dessa história realmente estamos escrevendo novo capítulo e ficamos muito grato por esse acolhimento, né em nome também do da da ANFA da academia de neurociência e infraestrutura, enquanto entidade internacional, em nome do INPD Instituto Neurobio Design junto com Catarina e com Julia, e assim também com as entidades do do CAU Conselho de Arquitetura e Urbanismo, ficamos à disposição pra darmos aos próximos passos pra projeto de lei, pra organização desse selo que comentamos, então ficamos todos ao dispor e mais 1 vez agradecemos a oportunidade, muito obrigado.

06 de dez, 13:10
#28
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Nós que agradecemos a sua contribuição e passo então pra Julia Teixeira Fernandes que é arquiteta, doutora em sustentabilidade, conselheiro do Caudef e fundador do Instituto de Design Biofílico.

06 de dez, 13:12
#29
Arquiteta, Doutora em Sustentabilidade, Conselheira CAUDF / Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF Júlia Teixeira Fernandes
Júlia Teixeira Fernandes

Arquiteta, Doutora em Sustentabilidade, Conselheira CAUDF / Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF

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Assim como todos eu quero agradecer a oportunidade e a inclusão né dessa temática tão relevante, e a possibilidade da gente trazer o como o arquiteto pode contribuir para 1 arquitetura e espaços e 1 relação pessoas ambientes de forma mais, de forma mais ativa, né? E agradeço à deputada pela oportunidade e reitero o convite aí pra todos do congresso de neurobiodesign do ano que vem.

06 de dez, 13:12
#30
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Obrigada, Júlia. E passar então pra Catarina Macedo, arquiteta, mexe em sustentabilidade, membro da Anfa Brasil e fundador do Instituto de Design Biofílico

06 de dez, 13:13
#31
Arquiteta, Mestre em Sustentabilidade, Membro da Anfa Brasil e Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Anfa Brasil e Instituto NeuroBioDesign (INBD) Catharina Macedo
Catharina Macedo

Arquiteta, Mestre em Sustentabilidade, Membro da Anfa Brasil e Fundadora do Instituto NeuroBioDesign (INBD) - Anfa Brasil e Instituto NeuroBioDesign (INBD)

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Obrigada, obrigada realmente pela oportunidade e pelo espaço, é a segunda vez que estamos aqui e confesso que dessa vez eu saio com o coração e acelerado e mais ansiosa do que eu cheguei porque diante das nossas conversas a gente conseguiu enxergar 1 linha né? Somos aqui profissionais independentes alguns do conselho outros do instituto mas temos nossa vida ali nosso curso independente mas aqui estamos juntos todos com a mesma linha de pensamento nessa promoção dessa arquitetura, pra todos né de espaços mais acessíveis e que essa esse termo acessibilidade ele realmente seja mais amplo e saio aqui com essa expectativa de que conseguimos nos fazer, conseguimos nos expressar de forma clara, alinhar os nossos conceitos e que a gente possa continuar contribuindo né no que for possível na assistência dessas novas políticas públicas ou como foi falado pela presidente do Cau pra que o que já existe né seja realmente mais implementada. Então, além de agradecer, fica aqui as minhas expectativas dos próximos passos. Obrigada.

06 de dez, 13:13
#32
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Nós que agradecemos, passar pro Ricardo Meire que é arquiteto urbanista e presidente do Cau, PF.

06 de dez, 13:15
#33
Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF Ricardo Meira
Ricardo Meira

Arquiteto Urbanista e Presidente do CAU/DF - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/DF

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Bom, saio muito empolgado também, dessa nossa, audiência com a certeza de que virão, né como desdobramentos aí várias iniciativas e ações, por parte de todos esses atores, né? Me me coloco aqui, triplamente triplamente empolgado porque, como profissional e presidente do conselho mas, eu eu sou 1 pessoa neurodivergente tenho TDAH, que é diagnóstico que tem sido cada vez mais presente na sociedade a partir do momento em que a a ciência avança né? Então eu que fui criança nos anos 80 era 1 criança desligada, desatento, inquieta, e agora tem 1 sigla pra isso, TDAH, isso nos nos ajuda não só a nos entender mas olhar pro mundo diferente também. E eu sou 1 pessoa sensório divergente, pessoa daltônico, e não é 1, classificado tecnicamente como 1 deficiência no sentido lato da palavra, mas é 1 deficiência muito sutil, e imagine como que arquiteto que é daltônico deve sofrer né? Mas eu chamo atenção porque é pra mostrar a essas sutilezas né o Mickson falou muito bem sobre isso, aquelas dificuldades ocultas que nem sempre são evidentes pras pessoas, e que são limitadoras pra muitos de nós, eu eu passo muito por isso em situações corriqueiras como por exemplo, verificar se o microfone está aceso ou apagado, essa luzinha é muito sutil ali, pela dificuldade de enxergar contraste muitas vezes eu não sei se, está aceso ou apagado, coisas do dia a dia, até coisas mais sérias como, identificação, sinalização né? Então é 1 discussão como essa é 1 discussão que traz sobretudo luz para o ser humano, com toda a sua diversidade, todas as suas dificuldades, grandes ou pequenas, e que a arquitetura sem sombra de dúvida é parte fundamental na busca pela solução, pra criação de espaços melhores então de novo eu reafirmo, o papel e a disposição do CauDF pra contribuir sempre que for chamado. Obrigado.

06 de dez, 13:15
#34
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Obrigada Ricardo e passo então pra nossa presidenta do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil do Cau Brasil a senhora Patrícia Figueiredo Sarkis Herden.

06 de dez, 13:17
#35
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR Patrícia Figueiredo Sarquis Herden
Patrícia Figueiredo Sarquis Herden

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR

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Pra concluir eu só queria novamente agradecer, e chamar atenção pra a importância disso, a rede, a rede relacionamentos, essa troca é que nos faz realmente humanos, interagir com o próximo, e com a ideia do próximo somarmos em prol do bem maior, então é disso que tratamos aqui, é disso que queremos tratar, de como avançarmos juntos em função do pró maior, muito obrigada.

06 de dez, 13:17
#36
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Bom, enfim, esta é a nossa segunda audiência pública sobre a neuroarquitetura. E penso que a gente está numa construção para que nós possamos avançar. É que o Nixon falou várias vezes, nós temos metodologias, temos tecnologia, precisamos que isso se traduzem em políticas públicas, para construir os espaços que sejam o espaço do bem viver, o espaço dos relacionamentos, ou seja, que reafirmem as nossas potencialidades. E para o espaço reafirmem as nossas potencialidades. É espaço que rompa com todas as insuficiências das nossas das construções humanas que acabam por excluir ou hierarquizar as próprias pessoas. Então nós estamos falando aqui de como se constrói 1 cidade, mas como se constrói também as moradias, o local de trabalho, o local de estudo, ou seja, como é que se trabalha do ponto de vista da arquitetura e do urbanismo na condição de priorizar e ter centralidade nas pessoas entendendo que a gente só reconhece a nossa humanidade, reconhecendo a nossa diversidade, reconhecendo as nossas especificidades que precisam ser consideradas para que as políticas públicas não fiquem nos limites das nossas, mas que não fiquem nos limites, mas que fiquem nas potencialidades que são ilimitadas, eu diria, são ilimitadas. Então, portanto, nós aqui estamos discutindo que para além da acessibilidade motora, que já faz parte da nossa legislação e nós sabemos que a as legislações elas de pronto não se transformam em políticas públicas. Tem poeta que diz que os lírios não nascem das leis e penso que não nascem mesmo, mas a gente quer que os lírios nasçam das próprias leis. Nós estamos falando aqui durante todo esse período de também de soluções pautadas na natureza, mas estamos falando também de beleza, de beleza. Estamos falando do respeito aos espaços e à cidade que é ressignificada pela sua própria população. Então a população ela ressignifica os espaços, ela vai se construindo espaços a partir do seu querer, a partir do seu das suas das suas histórias, das suas memórias, das suas das suas existências, não é? Então portanto nós precisamos estar atentos a esta proposição e atentos também ao fato de que eu acho que eu não passei a palavra para o Oliveira Júnior para fazer suas considerações. Então eu passo agora a palavra antes de qualquer coisa para José Vanildo de Oliveira Júnior que teve 1 contribuição imensa nesta audiência pública e é professor do Instituto de PósGraduação, arquiteta e urbanista, empresário mestre em engenharia urbana, para que ele possa também fazer suas considerações finais e que possa falar dos encantamentos para que nós possamos nos encantar todas e todas. Essa encantaria, eu acho, o Brasil tem tanta encantaria, sabe? Tanta encantaria. Eu lembro muito de 1 acampamento terra livre dos povos indígenas, que eles diziam, tem os poderes constituídos, o Judiciário, o o legislativo, o Executivo, e tem também poder popular, e tem o poder dos encantados. Então poder dos encantados que a gente percebe quando a gente se sente parte dessa trama de vida, e aqui nós vimos arquiteto e urbanista falando em vacinação e em cantaria. Então, portanto, lhe passa a palavra para suas considerações finais.

06 de dez, 13:18
#37
Professor convidado do Instituto de Pós Graduação - Ipog José Vanildo de Oliveira
José Vanildo de Oliveira

Professor convidado do Instituto de Pós Graduação - Ipog

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Obrigada deputada. E aí assim eu achei muito interessante né as falas de todos os colegas aí eu, reportaria a fala da presidente do do Cau né nacional, e coloca a importância dos concursos pouco de projeto. Então é importante além da gente conseguir essa como o Dickinson falou né, seria marco histórico internacional, da gente trazer essa preocupação dessa inclusão sensorial, e aí com o advento da neurociência que a gente consegue entender melhor a subjetividade né então até a própria normativa né da NBR 90 e 50 ela é 1 normativa muito mais pragmática mais objetiva e quando a gente entra nesse debate sobre neurociência, entender a mente humana, entender a subjetividade, entender o que está por trás da subjetividade, eu acho que abre espaço pra gente pensar na questão sensorial. E ali é importante implementar a gente poder levar isso às vias de fato, é só mais 1 lei, e de fato né, que a gente possa estabelecer ou fortalecer a questão dos concursos públicos de projeto. Eu mesmo tive a oportunidade de fazer concurso público de projeto aí no Distrito Federal, pela CoDhab, né, na época do Paranhos, e a gente ficou em segundo lugar, então 1 oportunidade não só de inclusão, do até dos jovens profissionais também, de mostrar seu trabalho, mas de fato, trazer pra o protagonismo os profissionais que realmente estudam a vida inteira né, 1 vida e tema toda a história de estudos pra poder contribuir com a melhoria de vida das pessoas nas cidades, então, eu acho que tem tudo pra isso aí pra frente, né? Aumentar o engajamento que a gente possa de fato trazer essa contribuição da arquitetura, da neurociência e agradecer esse trabalho, né, dessa audiência organizada por vocês aqui. Tá bom, muito obrigado.

06 de dez, 13:21
#38
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Muito obrigada, muito obrigada pela contribuição, muito obrigada pelo pela encantaria, muito obrigada pela por essa condição das dimensões humanas, não é? Da dimensão psíquica, da dimensão da dimensão da própria das próprias histórias, enfim, do que compõe da da espiritualidade, ou seja, do aspecto espiritual, enfim, mental, psíquico, enfim, é que nós seres humanos carregamos, né, todas essas inteligências e essas dimensões que muitas vezes vão sendo cecseadas e arrancadas por 1 sociedade com muita, muitas discriminações e muita, muitas desigualdades também. Por isso, nós estamos aqui, pra que nós possamos tentar fazer essa essa ressignificação dos espaços, e respeitar inclusive a reinvenção dos espaços e da cidade que a população reinventa os seus próprios espaços. E muitas vezes isso não é entendido essa reinvenção dos espaços para que ela possa ter esse sentimento de pertencimento. Quanto mais você arranca ou de lacer o sentimento de pertencimento, menos espaços vão ser reinventados a partir das próprias necessidades e menos e menos nós vamos ter os espaços para subjetividades, e para o para 1 subjetividade que tem que considerar a nossa ancestralidade, que tem que considerar que depois a gente vai vir muita gente e a gente quer é que que que nós entendamos que o espaço que temos aqui é espaço que já foi e vem do da nossa ancestralidade, mas que também está posto pra quem ainda nem chegou e vai chegar e tem que chegar num mundo melhor a partir da nossa própria ação. Então portanto desta audiência penso que a gente deveria marcar como é que pra tentar ver como é que a gente inclui essa discussão na formação. Acho que a gente teria que marcar com o Ministério das Cidades pra que a gente possa trabalhar essa discussão sobre o caráter da acessibilidade sensorial e ao mesmo tempo a questão dos editais das obras que estão a a serem feitas e de conceito que precisa ser considerado na construção das das habitações ou das políticas habitacionais e políticas urbanística também, porque a habitação ela não pode ser desprendida do lugar em que está a própria a própria moradia, e é pouco, você não pode assegurar o direito à moradia e submeter a população a processo de ausência de mobilidade urbana e de sofrimento para que você possa atingir outra atividade humana. Acho que todas as cidades elas têm que ter todos os espaços, os espaços fé, os espaços de convívio, os espaços, enfim, de de moradia, de de educação, de saúde, enfim, todos os espaços. Então sugeriria que nós tirássemos desta audiência a a reunião, como é que é a reunião com o Ministério das Cidades, 2 reuniões a serem solicitadas essas agendas. Que nós tiremos daqui também a necessidade de fazermos 1 proposição legislativa para incluir a acessibilidade sensorial, entendendo que a sensibilidade sensorial, ela envolve a acessibilidade cognitiva, a acessibilidade emocional, enfim, ela envolve vários aspectos da nossa própria existência, da cidade, e eu gostei do termo, que o Oliveira falava, da cidade como experiência. Veja, cidade como experiência, ela não pode ser 1 cidade que você passe sem deixar rastros e que você passe e que você corra nela sem que você possa vivenciar ou experimentar, e a gente experimenta já disse a nossa presidenta, a Patrícia, é com o outro, não é? É a partir daí que a gente faz as nossas experiência. Então fazer esse projeto a a intenção é encaminhar pra consultoria legislativa e fazendose a minuta passar pra vocês pra que vocês possam opinar e a gente façamos 1 1 1 proposição extremamente coletiva, com muitas contribuições porque tivemos 1 riqueza imensa nesta manhã e neste começo de tarde do dia de hoje. Eu penso que a gente também tem que criar o selo, né? Então o selo acho que deve, vale a pena projeto de lei pra que nós possamos, aqui tem várias experiências, o selo amigo da mulher, o selo amigo da criança, o selo, enfim, tem várias experiências nesse sentido e a gente tentar fazer o selo para as boas práticas e a gente construir esta proposição. E em algumas experiências que já foram feitas de selos aqui, ele serve como critério de desempate, inclusive em processos licitatórios, em determinados momentos. Então a gente pensa que é preciso a gente criar também é outro projeto de lei. Nós estamos falando de 2 reuniões no Ministério das Cidades e no MEC. Estamos falando de 2 proposições legislativas. 1 é é incluir na lei de acessibilidade, acessibilidade, Ministério da Saúde. Pronto. São 3 reuniões então, o Ministério da da do da do MEC, Ministério das Cidades e Ministério da Saúde, eu pergunto se, IA você está anotando os encaminhamentos? Oi. Bom então vamos anotar todos os encaminhamentos aqui, pra que nós possamos, o Ministério da Saúde também. Deputada Érica, é só

06 de dez, 13:23
#39
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR Patrícia Figueiredo Sarquis Herden
Patrícia Figueiredo Sarquis Herden

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR

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Relação ao MEC, eu queria só fazer destaque, a gente está aguardando a homologação pelo ministro Camilo das nossas DCMs, diretrizes curriculares nacionais. Então a ideia da inclusão, ela é excelente, mas ela teria que ser seria incluída numa próxima revisão. Hoje o que está pendente de aprovação e só falta 1 assinatura, queremos muito constar com contar com o seu apoio nessa assinatura, seria a assinatura das decns que já estão postas, porque isso garante deputada, que nós não teremos aula mais 100 por 100 online para curso de arquitetura e urbanismo, que nós entendemos que com tudo que falamos aqui em termos de de sensibilidade precisamos estar presentes, a disciplina de arquitetura e urbanismo tem ela é e necessita de disciplinas presenciais, e as novas diretrizes curriculares, elas garantem. Então com o MEC, eu queria fazer esse recorte, que é importante nessa interface nós colocarmos essa necessidade da assinatura, que só está pendente

06 de dez, 13:29
#40
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Muito obrigado pela parte. Então nós, seriam 2 momentos né? Momento sobre a questão da da da educação à distância que eu acho que Aprovando as diretrizes já já Perfeito, perfeito. E aí você sugere que posteriormente nós façamos essa discussão ou que possamos encaminhar pra ser considerada

06 de dez, 13:30
#41
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR Patrícia Figueiredo Sarquis Herden
Patrícia Figueiredo Sarquis Herden

Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR

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MEC. É que veja, nós estamos trabalhando há praticamente 6 anos na na construção dessas diretrizes curriculares nacionais, e elas estão pra serem homologadas. Então a inclusão de algum novo tema na grade, ela teria que fazer parte de 1 nova discussão, 1 vez que já está pronto pra assinatura. Então eu acho que as 2 coisas elas devem acontecer ao ao mesmo tempo. A é a sensibilidade né de novos temas já necessitando ser incluídos nessas diretrizes. Porém ainda estamos carentes da. Perfeito. Da assinatura.

06 de dez, 13:31
#42
Deputada Erika Kokay
Erika Kokay

Deputada

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Mas então é 1 reunião a gente levaria As 2. As 2. Perfeito, perfeito. Então são 2, 3 reuniões, 1 reunião com o SUS, com Ministério da Saúde para discutirmos o impacto no SUS da neuro, neuroarquitetura, a segundo, 1 1 reunião com o ministério das cidades para que nós possamos discutir a necessidade de acessibilidade sensorial nas construções de moradia nos espaços públicos, e também 1 reunião com o MEC, onde nós levamos a necessidade de acelerar as diretrizes que estão postas, e levamos também à discussão da inclusão da neuroarquitetura na elaboração dos currículos. São 2 projetos de lei que seria deles acessibilidade sensorial, a gente vai encaminhar para a consultoria legislativa e depois nós vamos fazer 1, talvez façamos 1 discussão acerca dele pra fechar esta proposição, isso fica pro ano que vem, encaminhamos este ano, mas provavelmente só o ano que vem que teremos esta minuta. E a criação do selo, pra assegurar as boas práticas de de neuroarquitetura, são essas proposições. E tem 1 outra proposição que pode ser também transformada numa proposição legislativa, que é a questão de incentivar as a assistência técnica de interesse social, e que tenha também esta componente, que é o componente da que é pouco da fala da Catarina, e eu vou pedir pra que você depois a comissão possa ligar pra você e a gente tentar elaborar 1 proposição, porque já tem AAAA obrigatoriedade da assistência técnica, mas ela não chega, ela não chega pra população de baixa renda ou não chega como poderia chegar. Ela ainda chega e tem várias experiências, muito em função da da atuação militante de arquitetos e urbanistas que que chegam das universidades, que buscam condições, buscam recursos pra que possa ter termos a assistência técnica, que é absolutamente fundamental pra essa construção. Então nós vamos depois entrar em contato e vamos ver o que que a gente elabora nessa perspectiva. Então, são 3 possíveis proposições legislativas, que é 1, incluir acessibilidade sensorial, a discussão do selo e a discussão da do incentivo a ATISA a assistência técnica de interesse social. E são 2, 3 reuniões também que é a reunião com a Ministério da Saúde, com o MEC, onde isso inclui também a necessidade de acelerar o processo de formalização das diretrizes, e a introdução da neuroarquitetura nos currículos e também a reunião com o ministério das cidades. Esses encaminhamentos, se alguém quer acrescentar alguma coisa? Então assim, a gente fecha essa reunião, mais 1 vez agradecendo muito a todas as pessoas que contribuíram com ela, e dizendo que esses encaminhamentos serão feitos pela comissão na perspectiva da gente consolidar o conceito de neuroarquitetura como espaço de construção do bemestar, do bem viver, enfim, das relações humanas e dos direitos humanos. Lembrando que terçafeira é o dia universal, é dos direitos humanos onde a gente comemora a declaração universal dos direitos humanos. E assim eu vou encerrar essa reunião, mas antes disso eu vou convoco aos os use as parlamentares desta comissão para a reunião deliberativa extraordinária, que vai acontecer na próxima terçafeira, dia 10 de dezembro, às 14 horas, em plenário a ser definido. Assim, com muita gratidão pelo momento e pela pelo momento, pela discussão, pelas contribuições, enfim, declaro encerrada a presente reunião de audiência pública.

06 de dez, 13:31