COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

11 dez. 2024 11:47 às 14:02

Sobre o Evento

Comissão discute e vota propostas sobre direitos humanos e igualdade racial. Votações repetidas com diversas deputadas e deputados intervenientes.

Status
Concluído
ID: 75162Total: 111 discursos
#100
Deputado Helio Lopes
Helio Lopes

Deputado

Transcrição automática

A senhora não pode ter lado presidente. Se for ver nos anais da casa, vossa excelência falou nós vamos vencer a obstrução no início, vamos vencer a obstrução e vamos chegar mais na frente nos PL né? Nós vamos. No caso a senhora, apesar do viés ideológico da senhora, a senhora sabe como parlamentar, eu respeito vossa excelência, principalmente como presidente. Mas hoje a forma que a senhora está conduzindo aqui, meu amigo aqui, deputado Gilvan da Federal, não preciso de falar que é policial federal. Digase de passagem, é morador de Nova Iguaçu? Nasci de criado lá em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, pra quem não conhece, é policial federal. Quando ele estava colocando, aqui nessa comissão, as suas palavras, ele foi, ele foi impedido por parlamentares da por parlamentares da esquerda e a senhora não chamou atenção. Eu dou passo à frente, quando ele começou a falar aqui, que não gosta de ladrão, não gosta de pedófilo, lá atrás, vossa excelência, aí está nos atrás da casa, ouviu muito bem o pessoal se manifestar lá. Ouviu a manifestação lá atrás. O pastor Marco Feliciano, ele sempre fala que quando eu fui chamado de capitão do mato, vossa excelência não se manifestou. Se se manifestou, não foi da forma como hoje, como falaram aqui, do pessoal que está aqui à frente, não deixando a gente falar direito, corretamente, a senhora não chamou a polícia pra botar o pessoal fora daqui da sala. Como hoje falaram lá atrás a senhora tudo bem, tudo bem, prossiga, prossiga. Aí, eu vou usar a frase, de sábio amigo meu, que diz, senhora presidente, a senhora pode muito, mas não pode tudo. Pode muito, mas não pode tudo. Marco Feliciano sempre fala isso. E vamos aqui. Está acontecendo essa, estão querendo, lutando, esse desgoverno, cotas raciais na residência médica. É absurdo. Absurdo, que ele está falando aqui é o negão pô. Negão pode chamar de preto, o que for. É absurdo. Olhem, na página, do médico doutor Francisco, que é do Conselho Federal de Medicina de São Paulo. Dá 1 olhadinha aí pessoal, todo mundo, dá 1 olhadinha. A primeira turma de médicos cotista, conta racial na USP. Na USP. Se alguém da esquerda pegar agora na USP e falar, é conta racial, eu estou vendo, pode olhar todo mundo, é desafio. Na turma dos formandos da USP, se olhar falar, eu estou vendo preto ali, eu vou sair aqui da sessão, primeira turma, de cotista. Isso que divide o Brasil entre negros e não negros. E é desafio, estou aqui nessa, pega a foto dos formandos. Nenhum negro. Eu sou levasana fluminense, pra mim existe preto, pardo, branco, indígena, quilombola, não tem negócio aí é negro, isso é conceito, criado pela esquerda, que é a soma de autodeclarado preto e autodeclarado pardo? Negro não existe? Negro conceito, criado pela essa esquerda, assim como criou também, racismo estrutural, que racismo estrutural esse? Ah, eu estou aqui, eu sou o Hélio. Eu estava olhando a parceira Fluminense. Ah eu não, eu estou eu estou vendo negro pra me representar com pensamento igual o meu, só estou vendo negro de esquerda. Não vou entrar no STF, vou judicializar, porque eu não estou vendo negro com o meu posicionamento. Negativo, corra atrás. Nego, você deve chegar aonde você achar que vai chegar. Não use essa muleta de conta racial, Cascana quer colocar, pra você equilibrar. Agora fala aí branquitude, branquitude é 1 roupagem que eles estão dando pra racismo estrutural, por quê? Ah eu estou olhando na mesa, não estou vendo negro, Então existe 1 branquitude ali, é racismo estrutural, estão dificultando para o negro chegar ali ou não. E daqui dia, por causa do meu pensamento, capitão Alden, escreve o que eu estou falando, vai falar assim, o deputado Hélio, faço questão, Hélio Negão, faz parte dessa parte da branquitude, por quê? Quê? O Eronegão foi falado aqui pela deputada que tem pensamento diferente. E outro desafio também é bom, o desafio é bom. Eu quero que alguém se baseie tecnicamente sob reparação histórica. O racismo estrutural. Vai ter tempo pra falar, fala como líder. Então, absurdo, tudo é branquitude, branquitude. Senhora presidente, peço de vossa excelência pra refletir no que eu falei que a senhora pode muito, muito, mas não pode tudo. E a todos vocês, digam não a cota racial, ainda mais residência médica, que já são médicos formados. É absurdo. Não podemos aceitar. Concluiu, deputado. Senhora presidente, é indignação, porque a senhora pode Pode, né? Muito, mas não pode de tudo, porque a senhora tem regimento aqui, olha. Esse regimento, tem que cumprir esse regimento. Se cumprir o regimento, com certeza

11 de dez, 16:31