COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sobre o Evento
Discussão e votação de propostas na Comissão de Agricultura em 11/12/2024, com participação de diversos deputados.
Deputado
Quem quer discutir está em votação. Aqueles que concordam permaneçam como estão? Aprovado. Aprovado. Encerrada a ordem do dia, a palavra está à disposição, e eu peço licença pra fazer uso. Senhores deputados. O Rio Grande do Sul, meu querido amigo esperafico, o Rio Grande do Sul passa neste momento por algo inusitado. Na Assembleia Legislativa, certamente por aqueles relaxamentos que do compadril né diz olha vamos deixar tudo passando do Coisa Aparecida, a mesa diretora em fevereiro deste ano autorizou o título de cidadão ao líder do Sem Terra. Aquilo pessoal, a gente tem que perceber o seguinte esses grupos sociais, eles têm todo o direito de se organizarem, manifestar seus pensamentos, discutir a discordância e merece nosso respeito, nós não concordamos com ele mas melhor teu respeito. Daí é ter ter a ter o líder da invasão de terra alheia, bandido com Tomás, com honraria, receber na Assembleia Legislativa o maior título. Eu estou sugerindo inclusive depois dele receber o título que aqueles que têm título devolvam, pra não se comparar. Assembleia Legislativa devolva o título. Por que que alguém quer título daquele se bandido recebe o título? Tá? 1 vergonha. Assembleia não sei como é que fará nisso, mas cá pra nós nós não concordamos com isso, queremos manifestar isso de público. Na semana passada, pelo que soube, houve, ou nessa semana houve evento na Universidade Federal do Paraná, coordenado pelo MST com mais de 60 identidades. Pasmem os senhores. Trecho da carta diz o seguinte, o agronegócio é o modelo da morte. Esse era o trecho da carta. Mas até aí, é grupo de de deputados, de é grupo de pessoas, que manifesta a sua oposição e é contrário ao modelo do agronegócio produzido que hoje é a razão de orgulho pra toda população brasileira. E nós temos que respeitar isso. O que não dá pra respeitar é que o patrocínio disso seja do governo federal, dos Correios, da Itaipu, da Caixa Econômica Federal e da fundação do Banco do Brasil. Isso é a baderna, é o estímulo pago com o dinheiro público pra que 1 instituição que não tem CNPJ, que tem o único objetivo de invadir terra alheia, acabar com o direito à propriedade, vá pra dentro de 1 universidade pública com patrocínio de verbas públicas, pra ser fazer seus movimentos. Entramos com o requerimento hoje nessa casa, pra pedir que a comissão de agricultura peça pedido de informação pra saber quem recebeu esse patrocínio, que CNPJ tem, quem é ele que recebeu, que volume é e qual a motivação. Como que alguém patrocina com o dinheiro público? Isto meu querido deputado Esperafico, é a cara do governo federal. Eles de maneira sínica, eles fazem o plano Safra, passa a mão na nossa cabeça, vai no Ministério da Agricultura e faz meio aquele namoro de canário e girafa né? Vai lá e dá beijo no bico vem cá e senta no lombo, ele fica ali conversando pouco, e vai nessa cantilena, mas na verdade verdade verdade mesmo a cara do governo Lula está estampada aqui. É aqui que está estampado o processo. No Paraná, a sua terra, hoje, neste momento que eu falo pra vocês, tem paraguaios, de 30 40 50 60 anos homens e mulheres, se registrando como índios brasileiros, de qualquer idade. Sabe qual é a origem disso? Autodeclaração. Na verdade o estado brasileiro registra cidadão com único objetivo, invadir terra alheia, então eu dou registro a bandido pra se naturalizar brasileiro, e o objetivo dele é ir ficar na porteira de alguém pra invadir a terra que o cara comprou com o suor do rosto. Nós estamos na verdade vendo o patrocínio do governo Lula a o estado ladrão. O estado criminoso. Lá junto está aqui, está nas redes sociais, ministro Lewandowski, dá apoio e aumento efetivo da Polícia Federal, o Ministério Público, Ibama, pra que esses movimentos cada vez sejam mais forte e mais decisivos. É a baderna absoluta com a o apoio decisivo das instituições que nasceram e foram fundadas pra organizar o estado brasileiro. É algo inacreditável, a gente não consegue perceber como é que cidadão, lá em Santa Catarina nesse momento agora tem alguém eu disse ontem aqui ainda, numa comunidade que os pais deles construíram a igreja, a escola, as ruas têm o nome da família, a natureza da vida daquelas pessoas daquela comunidade inteira. Dia, por laudo antropológico fraudulento, absolutamente criminoso, normalmente proposto por 1 quadrilha de 1 ONG mora em São Paulo, nunca teve em Santa Catarina, encomenda laudo antropológico, e aí o senhor presidente da da república depois de todo o processo fraudulento, dar os passos necessários, com o apoio do governo, ele diz o seguinte, isso é terra indígena. E o cidadão tem que sair da terra dele, deixar a igreja, deixar a escola, deixa a casa, deixa os animais, deixa tudo que ele tinha e tem que sair com a mão atrás ou está na frente, porque no caso da demarcação de terra indígena, ele não tem direito a indenização à propriedade. Ele tem que sair dali. Alguém pode perguntar, mas se essa lei é de autodeclaração, se o laudo antropológico vale pra todo mundo, por que que ele não vale na área urbana? Tem até 1 súmula, dizendo que na área rural e urbana propriedade particular é cláusula pétrea? Não não não. Na área urbana por exemplo, se nós pegássemos a mesma lei que se apropria dessa terra, nós tínhamos que entregar o centro do Rio de Janeiro pros Tamoios. Eles eram os donos, os tapuias em São Paulo, eles eram donos. Por que que de maneira discricionária, alguém decide que a partir de laudo antropológico fraudulento, feito pelo bando de vigarista por encomenda? Se chega ao crime de tirar produtor rural, pequeno produtor de mão calejada, que a sua família comprou aquele pedaço de terra, tem que sair da terra com a mala e ir embora por isso. Esse é o nosso Brasil. Alguém, que fez o l, deve estar se perguntando enquanto eu falo aqui, e aí José? Como é que tu foi lá e votou numa desgraça dessa, né? Pra deixar agora o estado ladrão se instalar nas na porteira da propriedade e invadir invasões do estado do Rio Grande do Sul, invasões do Paraná. O que mais o agro brasileiro precisa é paz, segurança jurídica, previsibilidade, nós conquistamos as prateleiras do mundo com produto alimento produzido aqui, E por incrível que pareça, eles falam que o nosso adversário é a França, e ela é porque está defendendo sobre produtores, mas muito pior que a França são as ONGs, pagas com dinheiro público, ou dinheiro de ONGs internacionais, andando pelo mundo dizendo que nós somos viralatas, ou então na frente das propriedades invadindo, dilapidando, roubando, matando aquilo que construímos. Eu tenho muita tristeza, não falo nessa tribuna com nenhum orgulho, porque de longe com 70 anos este é o estado que eu jamais imaginei ter, e muito mais, nunca imaginei como deputado federal aqui no parlamento brasileiro, eu tivesse que estar falando pra as pessoas se defenderem, contratando advogados pagando com saco de soja pra se defender do criminoso na sua porteira. Quem é o criminoso? O criminoso é o estado. O vestido de Ministério Público Federal, o vestido de FUNAI, o vestido de Ibama, o vestido de Ministério, eles se vestem e dão guarida ao crime pra tomar conta da terra alheia que foi comprada com honestidade com o suor no rosto de quem trabalhou. Este é o meu desabafo nesse dia. Senhor presidente, Alceu Moreira, tenho prazer de ouvilo aqui atentamente, e quero dizer aqui.




