COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
Sobre o Evento
Discussão e votação de propostas legislativas na Comissão de Constituição e Justiça. Várias deputadas e deputados participaram, com trocas de presidência e votações diversas.
Deputada
Alô? Obrigado presidente Bia Kicis. Primeiro eu queria fazer 1 reflexão interessante, porque o deputado que me antecedeu, ele disse que a direita deu golpe em 1968, mas no mesmo discurso ele diz que em 1970 ele próprio apurou o próprio voto. Interessante porque assim, se era 1 ditadura, como é que ele, como é que ele estava apurando o próprio voto, e estava tentando se eleger. Nossa que ditadura branda essa né? Nós tínhamos 1, aí depois ele chamou de República Velha porque ele estava eleito já, ou seja, vamos sempre relativizar quando for bom pra gente, mas quando é bom pra democracia aí você culpa a direita dizendo que ele é autoritário, inclusive fala que é tão autoritária, tão autoritária, que eu acho que quem está na presidência do Brasil hoje é Bolsonaro, vestido de Lula, mas está ali, né, Bolsonaro está está na presidência porque houve golpe né? Golpe que não aconteceu, vamos contar a narrativa de algo que não aconteceu, eu tomei narn agora, vamos voltar agora pro Brasil. Vamos lá. Estamos tratando aqui de contagem pública de voto. Trazer mais transparência pro sistema eleitoral do Brasil. Ninguém aqui está falando de simplesmente acabar com o voto de urna eletrônica, não, a urna eletrônica vai continuar existindo. A manifestação da vontade popular é sufrágio universal. E se, deputados de direita, eu sou deputada mais votada do Brasil, Marcon, quase milhão de votos, se quase milhão de pessoas votaram numa pessoa que desde 2013, luta pelo voto auditável, então nós temos 1 boa parcela da população em São Paulo, que quer que o voto seja auditável. O povo precisa se sentir seguro. E aí eu não estou falando de 1 parcela da população, eu estou dizendo de toda a população brasileira. E ele pergunto nessas horas, Marcon, e presidente Bia Kisses, quem é que pode ser conta contra mais transparência? Nós vamos continuar com urna eletrônica, ok? Está 100 por 100 garantido que a urna eletrônica continua. Quem pode ser contra você trazer mais transparência e auditoria, pra algo, que não é algo qualquer, mas é trazer transparência pro processo mais importante da república, que representa, a vontade popular no estado democrático, dentro das eleições brasileiras. E vou te dizer 1 coisa por mais confiável que esse processo possa ser eletrônico. Eu fui auditora da CAPMG da Ernestian Grand Torton por 20 anos. A auditoria só se faz a seguinte forma, ou você tem 2 dados para conferir com o outro, e aí sim você tem auditoria algo confiável ou você não tem algo confiável, você só tem dado, não tem como comparar com o outro, isso é, é é assim, não tem como você auditar. Você falar isso pra 1 auditora, você quase pira o auditor, você fala como é que você vai auditar algo que você só tem 1 fonte de de informação, não tem a outra fonte de informação? Então, o que é necessário aqui, é é que a gente não precisa primeiro esperar 1 fraude acontecer, pra gente tornar o processo mais seguro. Teve deputado que disse assim, ah mas só se preocupou com isso porque perdeu. A Bia Kisses presidindo agora a essa CCJ, fez 1 PEC pra implementar exatamente o que a gente está votando hoje, de forma pouco é texto diferenciado, parabéns até José Medeiros pelo texto, quando o Bolsonaro tinha ganho, então o Bolsonaro tinha ganho as eleições, e nós também continuamos preocupados com as com a transparência do voto, a gente precisa esperar 1 fraude pra segurar mais garantia pra população. E se parte da população confia agora nas eleições, ela não vai deixar de confiar porque trouxe mais transparência, então a gente tem 2 partes da população, 1 confia, a outra tem 1 certa insegurança pra não dizer outra coisa e não tirar meu meu meu vídeo do ar. Você vai continuar confiando porque o processo ali é o mesmo, é urna eletrônica, e você vai dar algo mais pra aquelas pessoas que eventualmente possam estar inseguras, pra não dizer o pra outra palavra, passar a confiar, ou seja, 100 por 100 da população vai ficar segura, isso é garantir o estado de direito numa república democrática. Inclusive quero agradecer o apoio de todas as pessoas que têm visitado nossos gabinetes, têm vindo a Brasília representantes populares, não é nenhuma associação, não é de é populares, que estão inclusive aqui não não estão em grande número porque não foi possibilitada a presença de todos aqui, mas agradecer às pessoas que estão lá no fundo, participando da sessão, e que fizeram trabalho maravilhoso, durante todo esse período. Obrigada presidente, meu voto é sim pra isso, peço pra que os colegas reflitam, principalmente os de esquerda, nós não vamos mudar nada, o que vocês têm da urna eletrônica vai continuar, a gente só vai assegurar pouco mais pra 1 outra parte da população e assim atender 100 por 100 da população, muito obrigado.




