PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão no plenário com várias trocas de presidência entre deputados, com muitos discursos e intervenções.
Deputado
A lista de presença, registro o comparecimento de 185 senhoras e senhores deputados. Está aberta a sessão, sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro, iniciamos os nossos trabalhos. Nos sermos do parágrafo único, do artigo quinto, do ato da mesa número 123 de 2020, fica dispensado a leitura da ata da sessão anterior, passase as breves comunicações. Primeiro escrito honrosamente nosso professor carioca do Rio de Janeiro a nossa lendária capital professor Chico Alencar, nosso Mestre Greia. Tenha a palavra vossa excelência deputado Chico Alencar.
Transcrição automática
Obrigado Presidente Pompeu, nós 2 dos últimos a falar ontem.
Deputado
Na sessão depois das 23 horas, o que não é saudável e nem recomendável, nem positivo com bom processo legislativo. Isso nos leva à exaustão mas temos que cumprir a nossa obrigação. Estou aqui, já já correndo de novo pra CCJ, que discutiu durante 4 horas projeto sobre limitação de uso de celulares em escolas. Tem aspectos muito positivos, porque está assegurado também o direito ao uso do celular, por crianças e adolescentes, desde que para atividades pedagógicas, obviamente sobre sobre orientação e autorização dos professores. A gente vive tempo, aliás, já há algum alguns anos, daquilo que a organização mundial de saúde classificou como, a homofobia. Há 1 fobia, pânico, 1 doença de aflição, de ansiedade, de angústia e até de depressão, para aqueles adultos ou jovens que fiquem impedidos de se conectar por minuto que seja, através da internet, através dos seus celulares. Isso é muito grave. Tem gente que não consegue, dormir sem ter o celular ligado do lado. A gente acaba se tornando, de usuário de 1 tecnologia que comprime tempo e espaço, acelera informações, democratiza eventualmente conhecimento, em dependentes. E toda dependência negativa é ruim. Portanto, vamos avançando nessa pauta, pelo menos para as escolas do Brasil muitas já estabelecem essas limitações para que as escolas sejam espaços de produção de conhecimento, de troca presencial, de elaboração e crescimento dos nossos afetos e respeito ao semelhante. Sem fake news, sem lacração, sem mentiras, porque há muito inclusive na vida política nesse universo digital, que é muito nefasto em muitos aspectos. Vamos avançando. Não é o digital mas é a nossa pauta agora. Nós estamos aí nesse esforço de fim de ano, votações aceleradas, até tarde da noite, até a véspera do Natal, e, eu vi afã do governo em votar alguns aspectos da sua chamada, do seu chamado corte de gastos né? O que chegou aqui à Câmara, foi só o corte sobre os mais vulneráveis, os mais pobres, os que mais precisam do Estado brasileiro. Limitações ao crescimento do salário mínimo, ao benefício de prestação continuada, ao salário desemprego, ao Bolsa Família. Combater fraudes não precisa de lei especial, é dever e é obrigação de qualquer autoridade pública. Combater desvios em qualquer programa social. E eles existem e precisam ser atacados e eliminados. Agora, reduzir esses programas para os que mais precisam, não é aceitável. Por outro, e não sei se essa liberação que o governo fez de 3000000000 em emendas parlamentares vai fazer essa matéria voltar à pauta. De qualquer maneira é toma lá dá cá, é dando que se recebe, nada franciscano, que nós do PSOL não aceitamos, não nos movemos a a emendas parlamentares. Queremos transparência, rastreabilidade, identificação de autoria, plano de trabalho, tudo que o Supremo exigiu que estás na lei já. Às vezes a gente reage ao que está na lei, porque não queremos que ela seja cumprida. E por outro lado, pesquisa Quest hoje aponta que 75 por 100 da população apoia a o fim, a isenção do imposto de renda pra quem ganha até 5 salários mínimos, que é 1 medida corretíssima. Foi anunciada pelo ministro Haddad, não apareceu em nenhum projeto, nem PEC, nem projeto de lei, nem está apontada fundamentalmente pra reforma tributária e isso ficou no limbo. E aí nós estamos cobrando isso. E a população quer e apoia. Vamos fazer cumprir o anseio da população. Muito obrigado.
Deputado
Deputado Chico Alencar, a próxima inscrição nosso honrado, coronel Assis, quanto vossa excelência vai à tribuna, deputado coronel Assis? Eu quero aqui. Quero aqui fazer registro, deputado coronel Assis pra saudar aqui a presença do nosso honrado prefeito Daniel Coelho, do PDT da minha querida amada Caiçara. Está terminando o mandato grande serviço prestado à comunidade de Caiçara, lá na região da do nosso médio alto Uruguai, ali próximo a Frederico Westphalen, né o prefeito faz trabalho excelente aliás, o Ademilson da Rosa o nosso querido Odeco, nosso vereador também parabéns Odeco segue a caminhada, mais mandato, vereador importante também do PDT. E eu quero prefeito me permita em teu nome em nome do prefeito Daniel dodeco, prestar minha solidariedade à família do Valdocir Bonatti, o nosso Dedé, a TT, que perdemos, né, se foi pros Campos do Céu, trabalhista da primeira hora, 1 pessoa muito querida na nossa querida Caiçara, e que nos deixou servidor público exemplar. Fica a esposa Marisa, os filhos Maurício Larissa e Vanessa, né, e também prefeito, me permita a também a nossa solidariedade a família do Aécio Stefanello, que é tio do do prefeito, nosso querido prefeito Dirceu Stefanello, também, deixa saudade, deixa 1 memória, deixa 1 história, deixa legado, a esposa Nair e os filhos Vinicius e Carliz então recebe a nossa solidariedade. E prefeito continua a luta prefeito, sei que tu és jovem e tem muita missão pela frente juntamente com o nosso honrado vereador e nosso querido Neco e todos os vereadores de Caiçara. Muito obrigado. Coordenão Assis, tenha a palavra vossa excelência.
Deputado
Presidente, ontem nós tivemos aí vários trabalhos desenvolvidos aqui na Câmara dos Deputados, nas nossas comissões e me chamou atenção o discurso e o pronunciamento de colega parlamentar aqui, mas que faz parte aí né do grupo da extrema esquerda em relação à política de segurança pública que é desenvolvida lá no estado de São Paulo. Infelizmente senhor presidente, nós estamos vivendo hoje 1 grande cruzada pra tentar se fabricar 1 crise de segurança pública lá no estado de São Paulo. O estado de São Paulo, volto a dizer a vossa excelência e a todos que nos assistem aqui, tem índices de controle de criminalidade, dos melhores do país, no quesito homicídio para cada 100000 habitantes é o melhor do país. Só pra fazer comparativo aqui senhor presidente, se nós pegarmos né o país que era o país mais violento das Américas, que era El Salvador e depois da intervenção do presidente Buckelli naquele país, o país saiu do país mais violento que se matava mais nas Américas para o segundo mais seguros, com o índice de criminalidade de homicídio a cada 100000 habitantes, de 2 homicídios a cada 100000 habitantes, São Paulo bate a meta de 5.6 homicídio para cada 100000 habitantes. Se isso não é controle criminal, me explique o que vai ser controle criminal no país. Então, nos deixa muito preocupado a fala desse parlamentar tentando aí colocar 1 testa, né, de que 1 polícia violenta e de que toda a culpa do quadro atual a segurança pública vive no país hoje, é culpa da polícia. E realmente isso é 1 grande mentira senhor presidente. Trouxe, né, alguns dados e foi foram apresentados na comissão, mas realmente nos deixou muito preocupados nessa esse tipo de situação. Guilherme de Henrique foi policial da rota e nunca passou pano pra vagabundo, nunca segurou nada em relação a controle de criminalidade. Foi parlamentar, é parlamentar licenciado desta casa e trabalhou firmemente aqui contra a questão das saidinhas, mas talvez o ódio desenfreado à política implantada em São Paulo seja também revanchismo à aprovação da nossa legislação contra as saidinhas, que com certeza não contribui nada para segurança pública e muito pelo contrário, acaba né tendo efeito muito negativo, porque as pessoas saem da cadeia e cometem crime, né. E com certeza senhor presidente, é 1 situação muito complicada e aqui eu trouxe, né, 1 estatística aqui, que é lá da secretaria de segurança pública do estado de São Paulo, onde traz aqui 1 comparativo, né, das mortes em decorrência de intervenção policial. E aqui nós temos, o primeiro trimestre de 2016, no governo do então, governador doutor Geraldo Alckmin, que consta aqui olha, 200 e homicídios. E esse gráfico, ele aumenta senhor presidente, chegando aqui quase a marca de 250 homicídios, ali praticados por intervenções policiais. E se nós pegarmos aqui, lá no governo João Doria, ele bateu mais de 250 homicídios senhor presidente. E aqui, se a gente for pegar a gestão Tarcísio de Freitas e administração da segurança pública de Derrite, nós temos aqui a marca máxima de 207 e realmente isso nos deixa preocupado porque com certeza, né, isso aqui são números, é a realidade e o povo brasileiro precisa saber isso porque estão querendo fabricar 1 crise de segurança no estado de São Paulo, e é o estado que mais combate efetivamente as questões das facções criminosas, especial o PCC lá naquele estado. E o governo, meu meu meu caro presidente, não faz nada. Nós temos aqui 1 matéria que diz o seguinte, Amazônia, no na Amazônia, o número de cidades com atuação de facções criminosas salta 46 por 100 em ano. Isso Isso é absurdo senhor presidente. Se pegarmos aqui e dermos 1 olhada rapidinho aqui no mapa, né, de influência, e onde essas essas facções estão, nós vamos ver aqui olha, que o mapa está todo vermelho, tomado pelas facções criminosas. E isso realmente parece que nós estamos vivendo no mundo das fantasias, porque nós tivemos aqui a pesquisa senhor presidente, da do Instituto Quest, que é o instituto que tem viés progressista, o viés da esquerda, dizendo 52 por aprovam o trabalho de Lula e 47 por 100 reprova e aqui eu trouxe algumas perguntas, né, a pesquisa ouviu 606000 brasileiros em todo o país, de 4 a 9 de dezembro e é 1 pergunta que eu faço só pra. Onde estão os 52 por 100 que aprova o Lula? Será que vivem no Brasil real? Ou onde o povo sofre com a inflação alta, alimentos caros, combustíveis, passado no bolso? Como podem dizer que 52 por 100 aprovam o governo enquanto o dólar dispara? Investidores fogem do país e o desemprego continua avançando. Por que a pesquisa não mostra claramente quem são. Só para concluir presidente. Será que esse apoio vem de pessoas realmente afetadas pelas decisões desse governo? Como o povo gastando mais no mercado e vivendo com o salário, vendo o salário sumir, senhor presidente, antes do fim do mês vai apoiar governo desse. E mais outras perguntas aqui que realmente nos deixam aí muito preocupado com a gestão que leva o país. Peço a vossa excelência também que possa, colocar a nossa fala nos meses oficial divulgação dessa casa, senhor presidente. Obrigado.
Deputado
Obrigado nosso coronel Assis, a próxima inscrição, nossa honrada deputada Júlia Zanata, do Rio de Janeiro, tem a palavra vossa excelência deputada Júlia Zanata. Desculpa Santa Catarina, eu já ampliei vossa excelência pro Rio de Janeiro, mas é Santa Catarina, nossa vizinha gaúcha, desculpe.
Deputada
Não me tire de Santa Catarina. Bom, venho aqui hoje Fondir com a Cristonia. Falar sobre esse pacote aí de corte de gastos que é 1 fake news total né? Inclusive, vamos ver o que que eles querem cortar aqui. Critério critérios para ser beneficiário do BPC. Benefício de prestação continuada, que o Lula quer cortar, o pai dos pobres quer cortar, o benefício de prestação continuada. Os critérios pra concessão são os mesmos pra todas as pessoas com deficiência, elas devem ser consideradas incapazes de se manter sozinhas, e a renda de cada pessoa do núcleo familiar, a chamada renda per capita, deve ser limitada a salário mínimo vigente. Lula, no seu corte de gastos, não está cortando o ministério, está cortando BPC0 pai dos pobres quer acabar com o abono salarial pra quem ganha 2 salários mínimos, deixar só para quem ganha salário mínimo e meio. E quer impedir o crescimento do salário mínimo. Não é 1 pessoa de direita, não sou eu. É o Lula, e o governo do Lula todo. Tanto é que tem até gente aqui de esquerda, indo ao ao ao púlpito falar sobre esse absurdo. Agora vamos aos fatos. Isso vai passar ou não vai passar? Depende. Depende do quanto que o governo Lula vai largar de emenda para que isso passe. Está rolando aí na rádio corredor, que já foi oferecidos pra oferecido pra deputados de alguns partidos, se tu é de partido, tu vai ganhar 7000000 tu votar o pacote de corte de gasto que corta do pobre brasileiro, dependente de de BPC. Se tu é de outro partido parece que já estão oferecendo pouco mais, 10000000, não sou eu que estou dizendo, é a rádio corredor, as negociatas que estão acontecendo pra passar o tal do corte de gastos. Repito, Lula está cortando também da educação, aqueles que viviam fazendo protestos em universidades e tal, porque não tinha dinheiro, tem universidade aí que não consegue nem pagar conta de luz, mas daí estão quietinhos, não falam nada, porque o pai Lula tem o direito de cortar dos mais vulneráveis, dos mais pobres, aumentar o preço de tudo, fazer pelas suas inconsequências políticas econômicas, o dólar chegar a mais de 6 reais, patamar histórico, e tudo encarecendo o mercado. A carne está cara, a picanha não chegou. Vi várias matérias hoje, hoje do valor da carne no mercado brasileiro. Então esse é o cara que ia colocar o pobre no orçamento, Está aqui no corte de gastos dele ele tira justamente o pobre, não é o pobre, é o miserável, o dependente, aquele incapaz que não consegue nem se sustentar, isso é 1 crueldade. Enquanto isso, por outro lado, não tem dinheiro pra pagar o BPC, mas tem dinheiro pra liberar emendas e foi falado, se votar a liberação imediata, porque não estão liberando as emendas aí né, então a liberação imediata, o senhor imediata como? Perguntei pra pessoa que me comentou, não é imediata até o final do ano. Então não tem dinheiro pro benefício de prestação continuar, continuada, mas tem dinheiro pra liberação de emendas. Esse é o governo do cara que disse que ia colocar o pobre no orçamento, o mais vulnerável no orçamento. Mas vejam só, basta usar pouco. O cérebro. Vamos pegar as falas do presidente Lula, o que que ele já falou? Ele já falou que quem tem a tendência de votar mais nele, é aquele que ganha pouco, aquele que ganha 2 salários mínimos. Então é claro que o Lula pensa em deixar todo mundo cada vez mais pobre, mais dependente do estado. Vamos parar com essa mentalidade estatizante, né, e estou aqui falando do Lula inclusive que está lá, acho que ainda está internado no hospital e desejo melhoras pra ele porque ele tem muito a se explicar pro povo brasileiro e diferente do que a esquerda fazia, desejando a morte ao presidente Bolsonaro, quando o Bolsonaro se internava ou acontecia alguma coisa, falava inclusive tem 1 fala do Lula dizendo insinuando que a facada era fake. Imagina se a gente fala que a queda que ele teve é fake né meus senhores? Então, estava feita. Estava feita aí a terceira guerra mundial, repito, o pai dos pobres, pode até ser chamado de pai dos pobres, mas por motivo, porque quer deixar todo mundo cada vez mais pobre, miserável e inclusive tirar o BPC daquelas pessoas mais necessitadas, obrigada.
Deputado
Muito obrigado, nossa honrada deputada. Próxima inscrição, deputado deputado Sanderson. E a palavra vossa excelência, deputado Sanderson. Deputado Sanderson, PL, Rio Grande do Sul, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Cumprimento, meu amigo deputado Pompeu de Matos, que nesse momento preside o plenário da câmara. Cumprimento aqui, deputados e deputadas federais, porque hoje, durante o dia, hoje é quartafeira temos 1 missão muito importante que é, de dar continuidade à votação do pacote de projetos relacionados à melhoria na segurança pública. E eu chamo atenção para projeto que trata da obrigatoriedade por parte do Estado, da colocação de bloqueadores para telefones móveis, telefones celulares. Ontem conversando aqui com a imprensa me perguntaram, deputado, mas ainda não existe essa obrigação? E eu respondo, ainda não existe essa obrigação no Brasil. Mundo afora, todos os países têm essa obrigação legal. O Estado tem a obrigação de impor limites à criminalidade, cortando aquilo que talvez seja, a principal ferramenta criminosa utilizada pelos delinquentes, que é o aparelho celular. A telefonia celular chegou no Brasil em 1989, e nesses últimos 35 anos, nós convivendo de forma vergonhosa, com os chamados escritórios do crime. Dentro dos presídios, dentro das penitenciárias, dentro das cadeias públicas, criminosos, fracionados, agem como se estivessem na rua. Ou melhor, agem protegidos pelo estado porque dentro das cadeias, ninguém pode tocar neles, e ali dentro eles então com o celular livre, leve e soltos, eles planejam crimes, eles determinam quem vai viver, quem vai morrer, eles coordenam o tráfico de drogas, coordenam de dentro dos presídios, sargento Faur, latrocínios, sequestros e por isso hoje é o dia chave, porque a Câmara dos Deputados vai dar de forma definitiva, basta à criminalidade, aprovando o projeto de lei meia 5 8 de 2023, que, finalmente vai obrigar, o Estado brasileiro a prover bloqueadores de sinais de telefonia celular, de telefonia móvel, em todas as 1500 casas prisionais do nosso país. E com isso, esperamos que a criminalidade, as facções que maneiam aí homicídios, latrocínios, tráfico de drogas, entendam que numa democracia, a lei é para todos, numa democracia a lei é para todos, inclusive e sobretudo para os delinquentes. Nós não podemos aceitar que, em 2024, com toda a tecnologia que nós possuímos, mundo afora, o sujeito continue dentro das celas, fazendo ligação, determinando homicídios, latrocínios, todo tipo de bandidagem. Então, cumprimento ao relator, deputado Mateus Laiola. Esse projeto é de minha autoria e tem com autores que conhecem a matéria, eu cito aqui Eduardo Bolsonaro, delegado Hamagi, capitão Alden, Cornel Assis, que conhecem de perto o delegado Ione, Osmar Terra, sargento Faur, que conhecem de perto essa matéria e por isso, chamo atenção pra todos os parlamentares aqui da Câmara dos Deputados, hoje votarem favoravelmente. Não imagino que alguém seja contra colocar obrigar a colocação de bloqueadores de telefonia móvel no Brasil. Quem votar contra ou quem pedir vista ou quem fizer qualquer tipo de obstrução, vai estar votando a favor da bandidagem, votando a favor das pandilhas, das facções que infelizmente, atormentam o Brasil inteiro. Eu tenho visto algumas críticas por exemplo, ao ao deputado federal Guilherme de Ritchie, que hoje é o Secretário de Segurança Pública em São Paulo. São críticas injustas, inconvenientes e inoportunas, porque qualquer Brasil afora, ocupando o cargo de de Secretário de Segurança Pública, que desejar conter a criminalidade, que resolver botar vagabundo na cadeia, vai sofrer crítica da imprensa, e de alguns analistas que preferem tratar bandido como vítima da sociedade e nós sabemos que não são. Vítima é a Vítima é a sociedade que infelizmente, está acuada, com medo de sair das ruas, produto da insegurança que desgraçadamente tomou conta do Brasil. Então hoje é dia, chave, vamos aprovar os projetos que protegem a sociedade brasileira e colocam a vagabundagem, os criminosos, no lugar deles.
Deputado
Nosso eleito deputado Sanderson, a a próxima inscrição, deputada Rosângela Rosângela Reis, em seguida nós retomamos aqui com Ícaro de Valmir, vamos ter deputada Luiz Lima, que já está na espreita, mas eu quero aqui conceder antes minuto ao deputado Gerlen Diniz.
Deputado
A palavra vossa excelência no microfone de aparta. Muito obrigado excelência. Eu pedi assim minuto pra fazer registro nós estamos recebendo hoje aqui na Câmara dos Deputados, o espeto O Enzo, que é o superintendente da Polícia Rodoviária Federal no estado do Acre. Coenzio ingressou na PRF em 1999, junto comigo, concurso turma de 99, é prazer recebêlo aqui em inspetor e hoje é o superintendente, que atingiu o cargo máximo do estado, veio fazer 1 visita à Câmara, esta casa tão importante pra democracia desse país, é 1 honra pra nós recebêlo aqui. O senhor que tem 1 vida íntegra e que está conduzindo muito bem a a polícia rodoviária, que é 1 instituição de renome reconhecida por todos os brasileiros, e no Acre não é diferente, está em boas mãos, sob o seu comando. Muito obrigado pela visita, inspetor, o senhor é muito bemvindo nesta casa.
Deputado
Obrigado deputado Jair Diniz, parabéns a vossa excelência, o seu convidado, seja bemvindo ao Parlamento Nacional. Me permita ainda, a deputada Rosângela, considero aqui minuto ao deputado Glaustin da Fox, por minuto. Tem a palavra deputado Glauustin. Deputado Glauustin, por favor.
Deputado
Obrigado presidente e boa tarde a todos amigos pares aqui, quero dizer da alegria pai, ganhou agora prefeito em Aragogiânia, cidade que dia meu pai, nasceu, mandaram meu papai embora dessa cidade, ali de Aragoânia, e agora Aragoânia e meu pai tem o privilégio de bater a eleição e virar prefeito daquela cidade. Desejo ao senhor pai, que Deus te honre, te abençoe, e coloque sobre a sua gestão, o Espírito Santo pra te ajudar a conduzir aquela cidade. Cumprimento o viceprefeito Wendell Nezão e Fred que aqui está, seria muito bemvindo nessa casa. Obrigado presidente. Obrigado deputado Glauusti, parabéns.
Deputado
A vossa excelência ao seu pai, nosso honrado prefeito ao viceprefeito sejam bemvindos ao parlamento, eu quero dizer pra pro teu pai me permita, quando o aluno sai melhor, que o professor é porque teve bom mestre, e quando o filho sai melhor que o pai, é porque tem Pedigree. Então aí 1 família que tem Pedigree e merece o conhecimento, o reconhecimento, a valorização e o respeito. Por isso vossa excelência é prefeito e o seu filho é nosso colega deputado. Obrigado deputado Laustin. Já está na tribuna deputada Rosângela Reis, tem a palavra.
Deputada
Excelentíssimo senhor presidente Pompeu de Matos, quero saudar vossa excelência que está presidindo essa sessão. Caros deputados e deputadas, Venho trazer aqui a essa tribuna assunto de fundamental importância para o Brasil, para o estado de Minas Gerais, em especial, presidente, a a região que eu represento, que é a região do Vale do Aço, 1 região industrial, 1 região pujante, que é o coração da nossa Minas Gerais e 1 situação que eu gostaria compartilhar, de compartilhar com os nobres colegas, né, que a Usiminas, ela é 1 empresa importante e é dos maiores pilares econômicos e sociais da nossa região. É 1 empresa que tem 68 anos e que as outras cidades se formou, em especial a cidade de Ipatinga, se formou por causa da indústria ali naquela localidade, na região do Vale do Aço. E recentemente, 1 decisão judicial do Supremo Tribunal de Justiça impôs a indenização bilionária contra os dos controladores da Usiminas, favorecendo a Companhia Siderúrgica Nacional CSN. Essa decisão, presidente, além de de redirecionar recursos que seriam utilizados para a modernização da planta e expandir a empresa, alterou 1 interpretação legal que estava consolidada há mais de 20 anos, pela Justiça. Essa mudança abrupta, gerou 1 insegurança jurídica, que impacta, não só a empresa Usiminas, mas também o ambiente de negócios no Brasil como todo, afastando potenciais investidores e criando instabilidade econômica no país. A Usiminas desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do Vale do Aço e nacional. São milhares de empregos diretos e indiretos, além de 1 contribuição essencial para a economia de Minas Gerais. Permitir que 1 decisão dessa magnitude permaneça inalterada é aceitar o risco de impacto devastador no futuro da nossa região. Por isso, faço coro ao manifesto em apoio a Usiminas e ao Vale do Aço, assinando, assinado por mais de 50 entidades, que representa chamado a união de esforços em defesa do desenvolvimento regional. Este documento destaca a necessidade de revisão dessa decisão judicial pelos tribunais superiores, para que possamos restaurar a confiança dos investidores e garantir a continuidade dos investimentos que tanto beneficiam o Estado de Minas Gerais. Tanto beneficiam o Estado de Minas Gerais. Reverter, pra terminar presidente, peço vossa excelência minuto por favor. Reverter essa essa decisão é fundamental para proteger os empregos, fortalecer o ambiente de negócios e promover a estabilidade econômica. Não se trata apenas da empresa Usiminas, mas do futuro de 1 região inteira que depende do seu progresso. Senhor cito solicita a veiculação dessa minha fala na voz do Brasil e nas redes de comunicação. Muito obrigada.
Deputado
Deputada Rosângela Reis, a solicitação de vossa excelência à mesa carta pra divulgação na voz do Brasil, nos meios de comunicação social da casa. A próxima inscrição, nossa honrada deputada Daiana Santos, do Rio Grande do Sul, me permita Daiana só fazer 1 menção aqui pra registrar que nos visita na casa, prefeito de Pouso Novo, lá na Serra Gaúcha, onde enfrentou as enchentes, adversidades, nosso querido Marcílio Luiz Severino, prefeito do PDT cumpre excelente mandato encerra seu mandato com chave de ouro, bons serviços prestados, dou testemunho e fomos parceiro em muitas obras e muitas ações em conjunto com recursos que nós encaminhamos deputado Moacir aqui de Brasília, juntamente com meu amigo Roger nosso vereador Roger Gueno, também do PDT 4 mandatos pequeno no tamanho, 1 grande no talento vai pro quinto mandato então, Pouso Novo, aquela cidade maravilhosa em cima da serra, ali ao lado da BR 3 8 meia recebe o meu carinho, o nosso carinho e vão continuar trabalhando junto. Seja bemvindo prefeito, seja bemvindo vereador, muito obrigado Marcir, muito obrigado nosso querido Roger. Deputada Daiana Santos, tenha a palavra vossa excelência.
Deputada
Querido presidente, sobre essa tribuna para registrar que 10 de dezembro, nós celebramos o dia internacional dos direitos humanos, 1 data que marca, a adoção da declaração universal dos direitos humanos, em 1948. Esse documento é histórico e é a base da promoção dos direitos. Inalienáveis, de forma, digna, de todos os seres humanos. Como presidenta da Comissão dos Direitos Humanos, Minorias e Igualdade racial da Câmara dos Deputados, é com profundo orgulho que eu compartilhe os avanços que conquistamos juntos. Desde março de 2024, nós avançamos com a maior produção legislativa dos últimos anos dessa comissão. Aprovamos, até então, 15 projetos de lei, e foram mais de 88 requerimentos aprovados nesta comissão. Esse trabalho é fruto de esforço coletivo pra consolidar os direitos humanos do Brasil. Destaco a aprovação de alguns PLs que são fundamentais pra esta posição. O PL 34 5 2 2012, regulamenta a titulação de terras quilombolas, o PL 10678 2018 que assegura a consulta prévia para atividades que impactam as comunidades indígenas e quilombolas. Na promoção da igualdade racial tivemos o PL 10 42 de 2022, que institui e programa de incentivo à diversidade étnica e racial. Também avançamos em pautas fundamentais para a população LGBT mais. Como o PL, 7292 de 2017 que reconhece o LGBT cílio como crime hediondo, e o PL 580 de 2007, sobre o reconhecimento da união homoafetiva. Realizamos debates sobre racismo ambiental, saúde da população negra e políticas de inclusão. Retomamos o observatório parlamentar da revisão periódica universal, a RPU, e lançamos publicações essenciais como os 200 termos para entender direitos humanos e a legislação antirracista. Também quero destacar o impacto positivo das reuniões com os relatores da Ember e da Redesca. O que contribuiu de forma significativa pra fortalecer o nosso alinhamento, às melhores práticas internacionais. Esses encontros renovaram o nosso compromisso com a justiça racial e os direitos humanos a nível internacional. Nesse dia, 10, que simboliza este marco dos direitos humanos internacionalmente, eu quero ressaltar e reafirmar com convicção que contribuímos para Brasil mais justo, mais igualitário, respeitoso e com a sua diversidade garantida. Continuaremos firmes nesse compromisso em busca de futuro onde os direitos humanos sejam plenamente garantidos a todos e todas os brasileiros. Muitíssimo obrigada e eu solicito que esse pronunciamento seja nas redes e na voz do Brasil. Por gentileza, meu presidente, obrigado. Obrigado deputada.
Deputado
Daiana Santos, a solicitação de vossa excelência, esta presidência acata pra que seja dada a devida divulgação na voz do Brasil nos meios de comunicação social do Parlamento Nacional. A próxima descrição deputado Júnior Amaral, que está aqui resiliente e paciente né? Aguardando a sua vez tem a oportunidade de estar na tribuna PL Minas Gerais, tem a palavra vossa excelência. Em seguida, nós vamos ter deputado Ícaro Devalmir e deputado Luiz Lima. A disciplina
Deputado
Presidente, agradecendo aí a oportunidade. Presidente, esse ano de 2024, a oposição teve muito trabalho. Trabalho praticamente impossível de ser realizado, que é de impedir que o Brasil se destrua, na velocidade em que está acontecendo. E final de ano é tempo de, retrospectiva né? Eu queria falar fazer essa retrospectiva, de todo o ano. Mas o meu tempo aqui não é possível. São só 3 minutos então eu fiz das últimas semanas. E é impressionante Ícaro como que, 1 bomba do governo atropela a outra dia após dia. A gente não tem nem tempo de, fiscalizar aquilo que está acontecendo hoje porque amanhã já tem outro problema. Itamaraty solicita 200000000 pra pagar despesas de Lula em Nova Iorque e evitar despejo, despejo de embaixadas. Governo Lula diz que dívida pode ficar 80 e por 100 acima do PIB. Brasil, não assina declaração contra violações de direitos humanos na Venezuela, ora, logo o Lula do PT, direitos humanos na Venezuela cadê a manifestação? Com o Lula, setor público registra déficit de 20 e bilhões em agosto. Bloqueio de 13000000000 no orçamento pelo governo Lula atinge principalmente saúde, e cidades. Governo Lula dribla regras de transparência, afirma Folha. Governo deve gastar quase 4.5 milhões com copeiros e garçons para Funai. Mercado, mercado vê piora da inflação neste ano. E projeta alta de juros em 2025. Governo Lula vai gastar 450000000 em compras de terras para o MST. Estatal paga bônus de até 80 de 4000 pra figuras ligadas a Lula. Estatais sofrem o maior rombo do século sobre o governo Lula. Governo Lula, estatais devem fechar 2024 com maior rombo em 15 anos. Telebras admite pedalada e diz que rombo em 2025, pode ultrapassar 184000000. Governo Lula incinera quase 11000000 de vacinas vencidas, vacinas vencidas. Preço da carne de disparo, isso aí prejudica o mais pobre. Preço da carne dispara e puxa inflação de alimentos. Contas do governo tem rombo de 105000000000 no no acumulado de 2024. Governo Lula gasta mais do que arrecada. Com 58000000 de doses descartadas e desperdícios de vacinas, aumenta 22 por 100 do governo Lula. Itaipu destinou 15000000 pro Janjapalooza e a culpa do G 20 social, vou precisar de mais minuto só presidente. Novo avião de Lula pode custar bilhão e meio aos cofres públicos. Lula volta a mentir sobre a fome no Brasil durante a abertura do G 20. Lula lidera o declínio da democracia e da economia na América Latina, afirma Washington Post. Jeji humilha Elon Musk cria de crise diplomática na China, a gente já está até esquecendo é tanta coisa ruim né? Sob o comando de Lula a degradação da Amazônia atinge o pior nível em 15 anos. Pela primeira vez da história, governo Lula quer usar cerca de 40000000 de 8 fundos nacionais, pra fechar rumos do orçamento. Lula chega a metade do governo com os mais pobres, sitiados pela inflação. Eu vou encerrar aqui presidente, respeito ao tempo, mas é 1 pequena parte do resumo. É impossível a gente criar expectativas de 2025 ser pior, ser melhor do que 2000 e só mais 30 segundos presidente. Ser melhor do que 2024. Infelizmente é a mesma turma incompetente que vai estar lá. A você cidadão brasileiro, se tem fé, bota o joelho no chão, peça a Deus para assumir a rédea desse país, porque isso aqui olha, é o norte do que ainda vem pela frente. Mas não perca esperança não, porque senão fica ainda pior. Obrigado presidente.
Deputado
Deputado Júnior Amaral, a próxima inscrição nosso honrado deputado Ícaro De Valmir, tenha a palavra vossa excelência. Nosso jovem Ícaro de Valmir, deputado dos mais jovens do Brasil desta casa. O mais jovem. O mais jovem. Sobre o mais jovem. E com a elegância de centro, tem a palavra.
Deputado
Como diz Ricardo Sales lá de São Paulo, o bebezão aqui da câmara, viu? Olha aí olha, parabéns a vossa excelência, tens a palavra? Muito obrigado senhor presidente Pompeu de Matos, 1 boa tarde a todos os deputados e deputadas aqui presente. Eu super atribuo, nesse dia de hoje, pra defender projeto de lei da minha autoria, que busca corrigir algumas injustiças e trazer avanços significativos para milhares de trabalhadores brasileiros. Eu falo do PL 4 7 8 7 de 2024, que trata de 1 proposta que altera a lei número 12009, de 29 de julho de 2009, modificando os incisos primeiro e segundo do artigo segundo, para reduzir a idade mínima para o exercício da profissão de mototaxista. Eliminar a exigência de 2 anos de habilitação e estabelecer a isenção de imposto sobre produtos industrializados, o famoso IPI, e também do imposto sobre operações financeiras, que é o IOF. Na aquisição e financiamento de motocicletas destinado às atividades profissionais, de mototaxista e motofretista. Mottaxismo, é 1 realidade que cresce a cada dia em nosso país, especialmente nas regiões periféricas e no interior. É 1 atividade que não apenas promove a mobilidade urbana, mas também representa 1 alternativa concreta para a geração de emprego e renda para milhares de brasileiros. Contudo, as barreiras impostas pela legislação atual, são obstáculo à formalização e ao crescimento desta categoria. Ao reduzirmos a idade mínima para o exercício da profissão, estamos oferecendo aos jovens 1 oportunidade de ingresso imediato no mercado de trabalho, deputado Luiz Lima. Muita das vezes, esses jovens não encontram oportunidades formais, e acabam empurrados para a informalidade, ou para situações de vulnerabilidade social. A proposta também, elimina a a exigência de 2 anos de habilitação, mantendo é claro, a necessidade de treinamento e qualificação específica, o que assegura a segurança tanto dos profissionais, quanto dos passageiros. Além disso, a isenção de IPI e IOF, para aquisição e financiamento de motociclistas, motocicletas, é 1 medida essencial para reduzir os custos de entrada no setor. Muitos mototaxistas e motofretistas, enfrentam enorme dificuldades financeiras para adquirir veículo adequado e regulamentado. Ao aliviar essa carga tributária, promovemos a formalização e estimulamos o crescimento de 1 categoria que já é responsável por movimentar consideravelmente a economia local em diversas cidades brasileiras. Esse projeto, Carlos Jardim, tem impacto direto, na inclusão social e econômica. Ele permite que jovens iniciem suas trajetórias profissionais com dignidade e estimula o empreendedorismo, O empreendedorismo em comunidades onde as oportunidades são escassas. Ademais, a medida contribui para a retirada de milhares de trabalhadores da informalidade, garantindolhes acesso aos direitos e à proteção social assegurados pela legislação trabalhista. O que propomos aqui, é mais do que a mudança legal, é 1 oportunidade para fortalecer a economia, reduzir desigualdades e ampliar as oportunidades para os brasileiros que mais precisam. Estamos dando passo decisivo para reconhecer o papel vital desse profissionais e para assegurar que tenham condições justas de trabalho e sustento. Só bastante seguro pra concluir senhor presidente. Conclamo os nobres colegas e a refletirem sobre os impactos positivos. Os impactos positivos que essa medida pode trazer para a nossa sociedade. Vamos juntos aprovar esse projeto, que representa compromisso com o futuro, com a inclusão e com a dignidade de milhares de brasileiros. Eu solicito senhor presidente, que nossa fala seja repercutida na voz do Brasil e também em todos os meios de comunicação desta casa. Muito obrigado senhor presidente.
Deputado
Obrigado, eminente líder, deputado Ícaro Devalmir, a solicitação de vossa excelência à mesa carta pra divulgação na voz do Brasil, e nos meios de comunicação social da casa. A próxima descrição é o nosso honrado o deputado Luiz Lima, do Rio de Janeiro sempre presente na tribuna em seguida, nós vamos ter o deputado, o Tony de Paula, deputado Airton Faleiro e deputado Carlos Jordi, essa é a sequência. Deputado Luiz Lima.
Deputado
A palavra vossa excelência. Obrigado Presidente Pompeu, 1 honra ter a sessão presidida pelo senhor. Presidente Pompeu, a lei de incentivo ao esporte é 1 política pública de Estado. E ela pode ter o seu fim no governo Lula. A lei de incentivo ao esporte foi criada em 2007. Estamos apresentando 1 emenda em relação à lei complementar 210 de ajuste fiscal, pra que de forma alguma, a lei de incentivo ao esporte seja eliminada. O que se apresenta dentro da lei 210, complementar de ajuste fiscal, é caso o governo apresente déficit nas suas contas, a lei de incentivo ao esporte seja eliminada. A lei de incentivo ao esporte, é recurso do patrocinador, hoje, em torno de 900000000 de reais, isso são 3 vezes o orçamento do Ministério do Esporte. É 1 política que o governo abre mão desse recurso, desse imposto, que é enviado pelo patrocinador que incentiva projetos esportivos que alcançam cidades no nosso país que o poder público não alcança, através de instituto, de ONGs. Então, a nossa emenda, eu espero que seja acatada pelo futuro relator desse projeto, esse projeto de ajuste fiscal deve entrar na pauta na semana que vem e a toda a comunidade esportiva brasileira, federações, confederações, institutos, esporte de inclusão, esporte de competição, esporte de educação, esporte de reabilitação, eventos esportivos, vamos nos unir pra que, a nossa política pública do esporte não seja excluída do programa de política de política pública nacional. Eu vou repetir desde 2007, portanto são 17 anos. E o governo Lula com essa irresponsabilidade fiscal pode estar pondo em risco a nossa política pública esportiva. Deputado Pompeu, eu vou citar 1 frase aqui do presidente Lula que, torço por sua recuperação, que ele se recupere e que venha a ter nos próximos anos 1 oportunidade de se tornar 1 pessoa melhor, todos nós. Lula disse em 2010, Lula disse em Pernambuco, antes de passar mal, antes Lula disse em Pernambuco, antes de passar mal, que até dá vontade de ficar doente. O presidente Lula passou mal aqui em Brasília, pegou o seu avião, foi pra São Paulo se tratar no síriolibanês, não usou o SUS, não usou sequer o sistema privado de saúde de Brasília, parece que ele não confia nos médicos em Brasília. E a gente tem aqui presidente Pompeu, eu peço mais 30 segundos, o ministro Flávio Dino, militante de esquerda que hoje ocupa cargo no Supremo Tribunal Federal, trabalhando mais como agente executivo, ele Presidente Pompeia, peço mais 30 segundos, bloqueou as nossas emendas parlamentares, que chegam nos municípios mais pobres e que precisam dessas emendas, mas ele viaja de avião para São Paulo para se tratar. É muito incoerente, é muito incoerente que a gente tenha 1 tenha 1 primeira dama, muito muito mais ativista em relação às pautas públicas culturais, shows, do que saúde, do que educação, do que segurança. A gente falta a esse governo a verdadeira responsabilidade de administrar o bem público e servir ao cidadão. Obrigado presidente Pompeu.
Deputado
Muito obrigado deputado Luiz Lima, a próxima inscrição deputado Antônio de Paula. Em seguida nós vamos ter Airton Faleiro, e o nosso deputado Carlos do Rio de Janeiro. Deputado Antônio de Paula, tenho a palavra vossa excelência, representando o estado do Rio de Janeiro.
Deputado
O que está por detrás desta tentativa de parar Ronaldo Caiado? 1 decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás impede que a vida política de Caiado continue impondo sobre ele 1 de 8 anos. Na verdade, Ronaldo Caiado vencerá isto no TSE, não tenho dúvida nenhuma, mas o que há por detrás disso é justamente tentar parar o crescimento desta grande liderança política da direita brasileira. Ronaldo Caiado sem dúvida alguma tem sido nome que tem chamado a atenção do povo brasileiro, porque a pergunta que se faz é, se está dando certo em Goiás, por que não está dando certo no Brasil? Se em Goiás a política de segurança pública está dando 1 aula para o Brasil, para os estados? Por que que esta mesma política pública não é aceita no governo federal, por exemplo? Na verdade, nós da direita precisamos entender que é tempo de nós conversarmos e dialogarmos. É necessário que haja 1 1 frente ampla da direita. É necessário que figuras importantes como a grande liderança, o grande líder que é Jair Messias Bolsonaro e outras lideranças se unam em 1 mesma mesa de diálogo e de conversas. Aliás, é necessário que haja 1 frente ampla da direita, sem discriminações, é necessário sentar a mesa, dialogar para avançar. Na verdade, a tentativa de destruição de novas lideranças não é boa para ninguém, é necessário que o presidente Jair Messias Bolsonaro, que está inelegível e talvez não se torne elegível ainda que todos nós queiramos possa começar a usar esta liderança e como grande líder que é para conversar com as demais lideranças. Bolsonaro não pode ser o plano A, o plano BE0 plano C para a direita, porque se o plano A falhar, o plano B falhar e o plano C falhar, a esquerda continua no poder. É necessário diálogo e humildade para o bem do Brasil.
Deputado
Obrigado nosso iminente líder Antônio de Paula. Próxima inscrição deputado Airton Faleiro, já está na tribuna, tem a presença, tem a a tribuna à disposição, tem a palavra vossa excelência, Airton Faleiro.
Deputado
Obrigado nosso presidente Pompeu de Matos. Eu adoro ser portador de boas notícias. E hoje eu quero, compartilhar com os meus colegas deputados e deputadas, e a sociedade brasileira que nos acompanha pelos meios de comunicação, a boa notícia, do que o tão sonhado curso de medicina, para a universidade federal do oeste do Pará o Fopa virou realidade. Abramse as inscrições para 36 vagas, que vão até o dia 17 de janeiro de 2025. Destas 36 vagas, 18 vagas para concorrência normal vou chamar assim, e 18 vagas para concorrência dos cotistas. O nosso mandato, que esteve liderando esse processo de braços dados, com a comunidade acadêmica, a reitoria da UFOpa, alunos professores e técnicos, comemora este momento esta conquista. Estou lembrado, num ato que tivemos, com a presença do presidente Lula, que estava tomando belo banho nas praias de Alter do Chão, e depois foi para o evento acompanhado do ministro da educação Camilo Santana, da ministra da saúde Nísia Trindade, e lá estavam os alunos, com as faixas pedindo que a nossa demanda fosse atendida do curso de medicina. E lá o presidente Lula e os ministro anunciaram o tão sonhado curso de medicina para o Fappa de Santarém, e hoje ela se torna 1 realidade. Serão beneficiados, os campos, não só de Santarém, mas também alémquer, Monte Alegre, Oriximina, Itaituba, Óbidos, Juruti, e com certeza, o novo campus de Jurópolis, que também foi 1 grande conquista. E ao todo serão, 1520 vagas, para as inscrições nos diversos cursos, e entre essas vagas pela primeira vez, a conquista do curso de medicina. Mas senhor presidente, me permita porque vossa excelência esteve junto comigo no evento agora no Ministério do Turismo, junto com o nosso querido ministro Celso Sabino. O anúncio de mais 452000000 do Fugetur, para apoiar o turismo brasileiro. Isso somado com os recursos anteriores. Isso somado aos recursos anteriores, vamos chegar a bilhão de reais para o turismo ou seja, para o financiamento do turismo no Brasil. E desses recursos, 170000000 para fortalecer a recepção de alteraria a hospedagem da COP 30 em Belém do Pará, e o seu Rio Grande do Sul, 100000000 para continuar ajudando a a reconstruir o Rio Grande do Sul. Senhor presidente, estou muito feliz com esses anúncios, e eu peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação e na voz do Brasil. Obrigado. Obrigado
Deputado
Do Airton Faleiro, a solicitação de vossa excelência à mesa carta pra divulgação na voz do Brasil nos meios de comunicação social da casa. A próxima inscrição, é o deputado Carlos Rodi, Rio de Janeiro, o deputado Carlos Jordi tem a palavra. Eu quero conceder aqui à deputada Daniela, do Waguinho, minuto no microfone de apart, tem a palavra vossa excelência deputada Daniel. Obrigada.
Deputada
Gente, eu quero aqui registrar as ilustres presença aqui da minha família, meu filho caçula Calebe, se encontra aqui presente na casa, a minha mãe é delsa, e meu sogro e minha sogra, dona Ângela e sua Milton, sejam muito bemvindos. É a minha base aqui, está faltando lógico meu marido, que não se encontra e meu filho mais velho, mas hoje vieram aqui fazer 1 visita. Muito obrigada. Muito obrigado deputada
Deputado
Parabéns a vossa excelência, parabéns a família de vossa excelência, sabe que família é a coisa mais especial que cada de nós temos, a a tua, a minha, a nossa, as famílias fazem a diferença, parabéns a vossa excelência e pela família que tem e pela visita que fazem ao Parlamento Nacional, sejam bemvindos, muito obrigado. A próxima inscrição deputado Carlos Jordias já está na tribuna, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Senhor presidente, bom, nós estamos ouvindo muito recentemente sobre o tal pacote de gastos, pacote de corte de gastos do governo federal, pacote de ajuste fiscal, que na verdade não corta gasto algum, pelo contrário, repassa a conta desse rombo das contas públicas para os mais pobres e os mais vulneráveis. Mas tem projeto em específico aqui que nós temos que alertar a população e conclamar pra que todos peçam que os deputados rejeitem, que é o PL 4 meia 4 de 2024. PL que vem pra acabar com o bolsa família, reduz o bolsa família, é PL que vem pra mudar a lógica, a metodologia de aumento real do salário mínimo, o salário mínimo que hoje tem a previsão de aumento de acordo com o aumento do PIB, ele agora vai ser alterado de acordo com as regras do arcabouço fiscal e vai ter impacto tremendo em quem mais precisa. Vem também pra reduzir o abono salarial, hoje quem tem 2 salários mínimos, quem ganha 2 salários mínimos tem direito ao abono salarial, querem reduzir pra salário mínimo e meio. Mas tem ponto que aqui pra mim é crucial e que nós temos que atacar, que é a questão do BPC. Benefício de prestação continuada. É benefício que é concedido para pessoas idosas, para autistas, para deficientes, e que o governo vem atacando de 1 forma que vai prejudicar 4000000 de brasileiros. Eles dentre os pontos que eles estão trazendo, eles mudam o conceito de pessoa com deficiência, ou seja, vão restringir a pessoa com deficiência à pessoa incapacitada para a vida independente e para o trabalho, ou seja, para receber o BPC a pessoa terá que ser inválido, 1 pessoa que ela simplesmente vai estar vegetando pra poder receber esse benefício. Muda o conceito de família para fins de concessão do benefício retirando o conceito de coabitação, ou seja, hoje, as pessoas para receberem benefício, elas têm a regra de que, a regra de recebimento de renda tem que ser de pessoas que convivem no mesmo ambiente, que moram na mesma casa. Agora, eles estão colocando que não. Pode ser 1 pessoa, parente que mora longe, parente distante. Isso é absurdo o que estão mais 1 vez fazendo pra tentar cobrir esse rumo de gastos. E o governo quer impedir também que mais de 1 pessoa da mesma família receba o BPC, ou seja, se há numa família 2 autistas, ou se há numa mesma família autista e idoso, eles querem impedir somente 1 pessoa na família que poderá receber. O Agora eu pergunto, que moral tem esse governo pra querer penalizar essas pessoas vulneráveis e assim cobrir o rombo de gastos que eles vêm provocando? Ontem mesmo estavam votando aqui nessa casa, mas a criação de mais 1 estatal, que é a companhia de Doca de Alagoas. Não estão cortando ministérios, não estão cortando cargos, mas querem penalizar os mais pobres e os mais vulneráveis. Eu quero saber quem vai. Eu quero saber quem vai ter coragem de votar favoravelmente a 1 matéria como essa aqui. Quem vai ter coragem de colocar a sua digital num projeto desse que pune, que faz com que pessoas vulneráveis, idosos, autistas, deficientes sejam prejudicados. Quero lembrálos que em 2026 tem a eleição. Obrigado.
Deputado
Deputado Carlos Jordi, a próxima inscrição, nosso honrado deputado Gilson Daniel. Seu senhor presidente. Deputado Gilson Daniel, ah já está aqui na tribuna, tem a tribuna à disposição, vossa excelência. Senhor
Deputado
Senhores parlamentares, a minha fala aqui, hoje, na tribuna dessa casa, é pra chamar atenção principalmente do Ministério da Saúde. Nós temos hoje, milhares de mulheres do nosso país com endometriose. Hemdometriose É 1 modificação no funcionamento normal do do organismo, em que as células do tecido se erveste ao útero. Isso causa às mulheres, 1 dor terrível, e dificuldades na sua vida cotidiana, no seu relacionamento. Nós temos milhares de mulheres no Brasil, sofrendo de endometriose. E por que eu estou usando a tribuna pra falar, desse tema tão relevante e importante na vida de muitas mulheres? Recentemente este deputado, fez 1 emenda parlamentar de 3000000 de reais para o Espírito Santo, para fazer cirurgias, em 1 fila de mais de 500 mulheres, que estavam esperando desde 2020 e Essa cirurgia que tem custo elevado, e que não está na tabela SUS. E é isso que eu gostaria de falar aqui hoje. Isso não está na tabela SUS. Queria chamar atenção da ministra Nísia, do Ministério da Saúde. Na tabela SUS tem tudo, mas não tem a cirurgia de endometriose, que custa mais de 30 40000 reais, e a maioria das mulheres, que têm a endometriose não consegue, fazer a cirurgia porque não possui os recursos. Esse recurso que eu coloquei de emenda no Espírito Santo, está dando vida a muitas mulheres que têm sua autoestima em baixa, pede seus relacionamentos, porque não tem a oportunidade, de através do sistema único de saúde fazer essa cirurgia tão importante para a sua vida. Quero chamar atenção, porque a gente precisa ter, endometriose na tabela SUS com valor justo, para que os médicos, para que os hospitais possam fazer essa cirurgia, não no Espírito Santo só, mas em todo o nosso país. Eu vi, na minha sensibilidade, como parlamentar que quando destinei esses recursos, eu não sabia o tamanho da repercussão, e muito menos, como eu estaria mudando a vida de muitas mulheres no meu estado. Por isso hoje eu venho a essa tribuna, chamar a atenção do parlamento, e principalmente do Ministério da Saúde, que possa incluir na tabela do SUS, com valor justo, a endometriose. Na tabela SUS tem até troca de sexo, mas não tem endometriose. Então é 1 atenção que eu quero chamar o ministério da saúde, para que possa incluir na tabela SUS com valor justo, a cirurgia de endometriose pra atender a todas as mulheres do nosso país. Senhor presidente, gostaria de que essa fala, fosse pros meios de comunicação dessa casa, pra voz do Brasil para que todos do Brasil saibam, que não está incluído na tabela SUS 1 cirurgia tão importante muito obrigado. Muito obrigado.
Deputado
Deputado Gilson Daniel, a próxima inscrição Douglas Viegas, União São Paulo. Deputado Luiz Lima minuto no microfone de aparte, Reinaldo Douglas Viegas, Reinaldo, Reinaldo Stefani, está? Então enquanto vossa excelência vai à tribuna, deputado Luiz Lima Rio de Janeiro com muita honra. Obrigado presidente
Deputado
Muito obrigado. Presidente Pompeia, eu queria mandar abraço pro delegado Herbert da cindécima, quinquagésima primeira delegacia de polícia de Nova Friburgo, pelo sucesso, pela excelente administração, pelo combate ao crime, pelos crimes solucionados. Hebert, você é orgulho pro Rio de Janeiro, orgulho pra Nova Friburgo, orgulho pro Brasil. Presidente Pompeu, eu gostaria aqui de citar 10 recordes do governo do PT, que a gente não está vendo na mídia, né? A mídia está acobertando. Recordes de gasto com funcionalismo público, recorde de empresas entrando em falência, recorde de fuga de capital estrangeiro, recorde de morte por dengue, recorde de morte dos Yanomamis, recorde de feminicídio, recorde de cobrança de impostos, recorde de rombo nas estatais, recorde de queimadas na Amazônia e recorde histórico do dólar a 2 e 10. Como governo desse vai ter sucesso? É a realidade de recorde, Xerini. Obrigado, presidente Pompeu. Bati até o óculos
Deputado
Obrigado deputado Luiz Lima, deputado Reinaldo Stefani do Paraná, está na tribuna e tens a palavra a vossa excelência. Obrigado
Deputado
Pompeu de Matos, esse governo talvez seja dos pior da história do país. Está levando em milhões de brasileiros à miséria, e gerando inflação, desemprego, e tantas outras coisa ruim. A verdade, é que tem 54000000 recebendo auxílio através do Bolsa Família. E o sucesso de programa social, nunca deveria ser pela quantidade de pessoas que estão no programa, mas pela quantidade de pessoas que deixam, que arrumam o emprego, que melhoram a renda, que melhoram a vida. E com esse governo, isso não acontece. Ou melhor, agora eles querem até cortar custos, diminuindo pessoas que recebem os benefícios como BPC, Benefício de Prestação Continuada, que é pra pessoas com doenças raras como autismo, pessoas muito idosas, e que agora eles querem dificultar o acesso ao benefício, assim como querem cortar o benefício da isenção do imposto de renda, para quem recebe, esse benefício porque tem câncer, porque tem AIDS, porque tem problema sério no coração, porque tem esclerose múltipla, porque tem Parkinson, porque tem Alzheimer e tantas outras doenças raras. Isso, é o que o governo quer fazer nesse pacote de ajuste fiscais absurdo, que eles querem aprovar semana que vem. Nós temos que derrubar essa parte, que não faz sentido de ser colocado em vigor no país. É prejuízo pra quem precisa, pra quem sofre com 1 doença, e vai ter benefício cortado indevidamente. Nós temos hoje no país, o dólar a 6 e 15, com perspectiva do ano que vem de de bater no caro JP do Maranhão. 7 reais ano que vem. Mais de 7 reais. Isso significa que os presos a comida vai ficar mais cara. Mas significa que difícil arrumar emprego. E a outra manipulação que tem é questão do desemprego no Brasil. 1 piada que dizer que só tem 7000000 de empregados no Brasil. O IBGE está manipulando dados. Eles tiram, quem não procura emprego há 3 meses eles tiram. Quem recebe qualquer benefício do governo como o BPC, Bolsa Família e outros, que são mais de 60000000 de pessoas, eles tiram dados. Ou seja, país que tem dezenas de milhões recebendo benefícios sociais, não são considerados a empregados. É 1 manipulação de informações absurdas. A inflação vai estourar, o juro vai subir. A nossas empresas vão poder investir porque vai custar muito caro dinheiro pra investir. Ou seja, o Brasil tem que se arrochar, porque daqui pra frente é ladeira abaixo. Fora as questões morais. Esse governo só tem coisas indecentes. E ainda, em colunio com o supremo, fazendo 1 espécie ditadura no país. Pessoas, indevidamente presas, principalmente o Ministro Alexandre de Moraes, sempre descumprindo a lei, sendo vítima, sendo o promotor e sendo o juiz, o que a lei não permite. E nós temos milhares de pessoas sendo condenadas a 20 anos de cadeia. Anistia já, porque essas pessoas que foram se manifestar. Muito obrigado presidente. Muito obrigado deputado
Deputado
Estefani, parabéns a vossa excelência, a próxima próxima inscrição o nosso jovem Pedro Aihara, mas me permita deputado Pedro Aihara, considero aqui minuto ao Zé Medeiros, nosso honrado senador e agora nosso colega deputado federal pelo Mato do Mato Grosso.
Deputado
Muito minha honra presidente, falar agora nesse momento que vossa excelência está presidindo a a câmara dos deputados e no momento histórico senhor presidente. Acabamos de aprovar na comissão de constituição e justiça, projeto muito importante que espero seja em breve aprovado aqui no plenário, porque vai pacificar o país presidente. Não é projeto, eu tenho dito, é projeto de interesse da nação brasileira. Porque a realidade é o que é, não que a gente gostaria que fosse. Eu sei que muita gente diz olha, basta a urna eletrônica. E outros brasileiros pensam o seguinte, não, eu quero ter a certeza de que os bytes, quando eu digitei o nome, o número de Pompeu de Matos e apareceu a foto dele, eu quero ter a certeza de que esse meu voto foi contado. Existe dúvida? Então, ali nós aprovamos, no princípio era para que fosse feita a contagem pública de todos os votos, num acordo com os partidos, baixouse para 5 por 100, mas o importante é que nós aprovamos pra que tire essa dúvida e o nosso sistema ter confiança do povo brasileiro.
Deputado
Do deputado José Medeiros, Palmeira Assunção, minuto por favor. Senhor presidente, senhores e salas.
Deputado
Quero fazer registro que nós na Bahia perdemos grande lutador faleceu no dia de hoje Pedro Almeida dos Anjo Pedro do sindicato ele assentado em projeto de reforma agrária no assentamento de Riacho das Dores do município de Prado. Mas ele enfrentou os pelego no movimento sindical nos anos 80. Ele que vem da região de Faria Lavada em Tamaraju na Bahia. Ele que é sindicalista que lutou pela reforma agrária. Foi candidato a vicegovernador na chapa de Gabriele nos anos 90. E ao mesmo tempo foi grande lutador que que sempre enfrentou os grande debate. Fundador do fundador do Partido dos Trabalhadores. E ao mesmo tempo ajudou construir o departamento rural da CUT, ou seja, Pedro dos Anjos vai deixar muita saudade, mas vai ficar legado, e deixo o meu sentimento para todos os familiares. Era isso senhor presidente.
Deputado
Deputado Valberia Assunção, me permita deputado Pedaiara, ainda, 1 última manifestação aqui no microfone de aparta, deputado Cherini, Rio Grande do Sul, tem a palavra vossa excelência, deputado. O Brasil.
Deputado
Se transformou num país de narcotraficante. Como deputado do Mercosul, assumi a Comissão de Assuntos Interiores Segurança e Defesa. E o nosso maior propósito será, trabalhar a questão da entrada das das coisas ilícitas que entram no Brasil. Armas, vinho, drogas. Infelizmente, nós hoje somos país de facções, E nós precisamos resolver isso. 1 das grandes questões é as armas que entram aqui no país. Não existe, bandido não usa arma registrada, bandido traz de outros países essas armas. Então o que nós precisamos é combater as fronteiras. E vocês todos sabem que o Brasil é o campeão mundial na na na possibilidades que os bandidos têm de ser preso e no outro. Por isso nós precisamos apertar em relação às leis porque hoje as nossas leis são muito brandas e eles importam entre aspas, armas de outros países e é isso que essas armas que estão com as facções e com os bandidos. Porque aí sempre diz, lugar de bandido é na cadeia e não é junto à população. Obrigado. Deputado, deputada Cherini. Já na tribuna.
Deputado
Deputado Pedro Eihara, tenha a palavra vossa excelência. Senhor Presidente muito
Deputado
Cumprimentar todos os colegas, nós precisamos falar sobre o que tem acontecido na nossa segurança pública. Senhor presidente, nos últimos 10 anos nós perdemos mais de 30000 policiais militares. Isso quer dizer que nós temos preenchidas as vagas de apenas 69.3 por 100 do que a gente deveria ter. Enquanto o nosso efetivo, ele deveria estar presente nas ruas, faltam mais de 180000 policiais. Policiais que vão garantir a segurança nas ruas, que vão garantir o bemestar, a qualidade de vida da população. E a gente vê o tempo todo, a mídia criticando a ação da polícia, condenando, julgando precipitadamente. E é lógico gente que a gente jamais vai fazer uso dessa tribuna pra defender aquele que não merece lixar a farda. Aquele policial que comete algum tipo de violação, algum tipo de crime, algum tipo de irregularidade, ele tem sim ser investigado, ele tem que ser julgado, e se comprovado a culpa dele, ele tem que ser responsabilizado. Toda pessoa decente, sobretudo aqueles operadores de segurança pública, eles defendem isso. Mas do jeito que a mídia parece construir, fica parecendo que a maioria dos policiais militares, os bombeiros, policiais civis, dos operadores, são bando de vagabundos e todos nós sabemos que isso não é verdade. A esmagadora maioria dos nossos homens e mulheres, é composta por pessoas que saem todos os dias de casa, sem saber se vão voltar. O aumento no número de suicídios de policiais de operadores de segurança pública, subiu mais de 26 por 100, segundo dados do nosso anuário segurança pública. É o é número alarmante que mostra o tanto, que pra muito além daquilo que a nossa polícia, ela tem supostamente matado, como anunciam aos 4 ventos, essas pessoas que são contra a polícia, a nossa polícia ela tem morrido, infelizmente, mais do que nunca. Recentemente, na última terçafeira, a gente teve policial militar, que ele foi morto, no seu horário de folga, porque todo operador de segurança pública, ele acaba tendo x nas costas, ele vira alvo fácil. Ele foi morto com tiro de fuzil, enrolado num lençol colocado dentro do carro dele, e esse carro ele desceu toda aquela ribanceira toda aquela rua ali completamente abandonado. Nem o corpo dele ele teve a dignidade de têlo respeitado. É disso que nós estamos falando. Nós estamos falando que em 2024 nós tivemos mais de 127 policiais assassinados. A gente está falando desse aumento, que a gente tem mais de 118 policiais que se suicidaram, tiraram a própria vida somente no último ano. A gente precisa mais do que nunca falar sobre a profissão militar, falar sobre a profissão de segurança pública. Embora a gente tenha esse discurso, que frequentemente é relembrado aqui na Câmara, como se fossem os operadores de segurança pública, os militares, o grande problema dos gastos, como se eles tivessem que ter restrito seus direitos no que tange à previdência, no que tange as possibilidades de aposentadoria, a gente tem que lembrar que somente essa profissão, ela corre esse nível de risco, esse nível de restrição. Lá em Minas Gerais, enquanto os velórios enterros, eu não fui de companheiros da segurança pública, e assisti de perto o choro das viúvas, dos seus filhos, dos seus esposos, que tiveram que lidar com essa situação. No meu corpo de bombeiros militares de Minas Gerais recentemente, tivemos acidente envolvendo nosso helicóptero, que perdemos 4 bombeiros militares e 2 integrantes do SAMU, e agora as suas famílias terão que conviver sempre com essa ausência sentida. É nesse sentido, senhor presidente, que a gente gostaria de deixar mais 1 vez o nosso reconhecimento, e destacar também o trabalho que nós temos feito. São mais de 20 projetos de lei envolvendo a questão da segurança pública, só que muitas vezes esse plenário e as comissões, elas são tomadas por assuntos menos importantes. A vida do policial de do policial militar, do operador de segurança pública, ela não pode valer menos do que a vida de qualquer outro cidadão. Nós precisamos construir dignidade para essas pessoas, e conseguimos compreender. A gente precisa fazer com que a sociedade compreenda as peculiaridades dessa profissão. Os nossos operadores de segurança públicos, os nossos policiais militares, não têm FGTS, não têm adicional de insalubridade, não têm periculosidade, não têm muitas vezes, o adicional de hora extra, não têm auxílio de alimentação, são acionados no final de semana, não tem férias, tem dedicação exclusiva, não podem acumular com outras atividades profissionais, mas qualquer tipo de corte de gasto, qualquer tipo de mudança na previdência, são sempre eles os privilegiados. Só que ninguém sabe o que é precisar ser transferido para operar numa outra cidade onde o serviço chama necessidade, ninguém sabe o que é ficar ali por horas e horas dentro ali de 1 delegacia esperando ali dar prosseguimento no flagrante. A gente precisa entender que a segurança pública é sim 1 profissão diferenciada, e nesse sentido, reconhecer esses operadores. Por isso que eu gostaria de agradecer realmente. Por isso que eu gostaria de realmente agradecer a vossa excelência e pedir, de fato, para que a gente possa ter espaço nesse plenário, nessa semana que estamos discutindo projetos da segurança pública. A população demanda, o problema mais apontado pela população é a questão da segurança pública e da saúde. E é isso que a gente precisa transformar nessa casa. Mais 1 vez presidente, agradeço e peço gentilmente que seja veiculado nas redes de comunicação oficial da nossa casa. Muito obrigado.
Deputado
Deputado Pedro Ihara, a próxima inscrição o nosso honrado delegado Mateus, mas eu quero o delegado me permita aqui o de de o general Girão, minuto no microfone de aparte.
Deputado
Muito obrigado senhor presidente. Gostaria de pedir que o que a gente está falando aqui seja também falado na voz do Brasil porque realmente é absurdo. Nós estamos vivendo num momento ímpar do país em relação às mortes por balas perdidas. Ontem nós choramos a morte da doutora Gisele Mendes, a capitão de Maria Guerra, lá no Rio de Janeiro. E hoje eu estou aqui chorando as lágrimas porque 1 criança de 12 anos de idade, caminhando na rua com a mãe, lá em Mossoró no nosso Rio Grande do Norte, tomou tiro e veio a falecer. Então realmente, essa insegurança que reina no nosso país, tem que ser combatida e não é somente com flores. O bandido que é deixado livre para andar no meio da rua com armamento, não pode ter essa facilidade toda que está tendo. É absurdo isso daí. Eu tenho apoiado muito, mas muito mesmo, com o mandato essas ações da segurança pública. E lamento que só em Mossoró, por exemplo, eu tenho milhão e 200200000 reais na mão. Milhão e 200000 reais na mão do governo do estado, para ser utilizado pra segurança pública que não foi usado até agora, e também estou com milhão e 200000 reais para câmeras de videomonitoramento pra serem colocadas também pela prefeitura de Mossoró. Eu peço aos gestores, na verdade a gente tem que exigir aos gestores, Usem os recursos para que as pessoas possam ter mais segurança, não é somente sensação de segurança, é sentir a segurança mesmo, não é possível. Muito obrigado presidente. Muito obrigado deputado general.
Deputado
Já está na tribuna nosso honrado líder, deputado, deputado e delegado Mateus, tenha a palavra vossa excelência.
Deputado
Obrigado presidente. Eu costumo falar que quando a gente está aqui em Brasília a gente tem 2 missões especiais. A primeira, melhorar a legislação que a gente já tem, no meu caso, a pauta principal é proteção animal, e impedir que haja retrocesso. Então, todo dia aqui na Câmara dos Deputados é costas na parede e guarda alta pra gente evitar que piore o que já tem e melhorar o que já tem. E em 2019, quando assumi a delegacia do Meio Ambiente do Estado do Paraná, eu fui num evento na prefeitura presidente, onde foi entregue 1 ambulância animal, SAMU animal, e eu imaginava, falei mas precisa muito mais que isso aqui em Curitiba, apesar de todo o trabalho magnífico que a rede de proteção animal faz, que a Secretaria do Meio Ambiente faz. E, nesta próxima segundafeira, dia 16, nós vamos inaugurar o primeiro hospital público veterinário da cidade de Curitiba, onde 100 por 100 da emenda parlamentar foi destinada para o custeio desse hospital. Então a gente está extremamente feliz. Logo quando eu fui eleito, o então viceprefeito da nossa capital entrou em contato comigo, o Eduardo Pimentel, falou, Layolla, eu preciso das suas emendas pra gente custear pra gente inaugurar o hospital público veterinário. A gente destinou 100 por 100 do custeio desse hospital e a gente se comprometeu já a partir do ano que vem também destinar 100 por 100 do custeio desse hospital, então é a gente que vai manter o funcionamento do primeiro hospital público veterinário da nossa da nossa capital, que já realiza trabalho de excelência na proteção animal, mas com certeza vai fazer ainda mais com esse hospital. E na próxima segundafeira, a inauguração da obra, a gente vai estar lá contemplando toda essa realização e a gente tem certeza que vai ser o marco para a população, principalmente a população vulnerável da cidade de Curitiba. Então quero aqui registrar o agradecimento da parceria junto à prefeitura municipal de Curitiba, junto ao atual prefeito Rafael Greca, ao viceprefeito Eduardo Pimentel que foi eleito prefeito a partir de janeiro, ele assume e a gente tem certeza que está escrevendo 1 linda história na proteção animal, não só na nossa capital Coritiba, mas no estado do Paraná como todo. Muito obrigado presidente. E por gentileza, deixar registrado nos canais de comunicação da câmara. Obrigado.
Deputado
Obrigado ao nosso iminente líder, delegado Mateus, a próxima inscrição, deputado Zé Neto, PT São Paulo, tem a palavra vossa excelência. É vossa excelência deputado Zé Neto, PT do Paralhas.
Deputado
Senhor presidente, estamos hoje vivendo dia importante, e tudo indica que o Senado vai entregar ainda essa semana, já votada, 1 etapa importante da reforma tributária. A reforma tributária de consumo, e é preciso estabelecer claramente por que que nós queremos, e devemos ter outro horizonte tributário pro nosso país. O Brasil vive momento único, deputado Sidinei, e precisamos dar este passo. Se pedir série é o ideal? Não, não é o ideal, é o que nós temos que dar. E vamos melhorar o incremento adicional do PIB, em até 20 por 100 do ao longo desses 10, 15 anos. Vamos ter aí 1 Nós temos aí passivo de mais de 5.5 trilhões, Nós temos aí passivo de mais de 5.5 trilhões, que vão ser reduzidos, esses passivos todos, porque nós vamos ter 1 redução no estoque de processos desse contencioso. Vamos ter 1 redução do custo Brasil, e esse custo Brasil não é custo de governo, é custo do estado brasileiro, de todo o setor produtivo. Isso na ordem de 280 a 320000000000 de reais. 1 melhoria 1 melhor 1 1 melhoria substancial, na classificação do Brasil no cenário da de classificação de ambiente de negócio internacional. Essa melhoria é 1 melhoria importante pro Brasil. Hoje nós estamos na na na posição 184, imagina, do ambiente de negócio internacional, em função de de sistema tributário totalmente defasado, e diria sistema tributário arcaico. Nós precisamos pensar nessa reforma tributária, porque ela vai trazer desoneração das exportações das exportações, com redução gráfica de resíduos tributários na cadeia produtiva, e isso é passo decisivo que só o IVA consegue fazer isso. E essa doutreneração tributária dos investimentos também é importante, criando alíquota 0 na devolução imediata do crédito na aquisição. E o fim da guerra fiscal, que esse é dos maiores problemas que nós enfrentamos hoje no país, e subsídios orçamentários mais transparentes para reduzir as desigualdades a desigualdades regionais. Nós precisamos tratar esse assunto com clareza e com altivez. Sem contar que nós vamos ter aí 1 redução da concentração de renda com mecanismos bem próprios para desoneração tributária das classes mais pobres. Teremos também a cesta básica desonerada, e vamos dar passos decisivos pra melhorar a condição do que mais precisam, e o ambiente de senhor presidente. Portanto, precisamos nesta casa, a semana que vem, nos concentrar para entregar ao Brasil 1 reforma tributária que não é de governo, é também de governo, mas é de estado, mas é fundamentalmente 1 construção desta casa legislativa, junto com o Senado, e com a sociedade que pode participar, principalmente através do grupo de trabalho, que entregou trabalho muito bom, e a gente precisa fazer com que essa reforma tributária chegue ao seu final com grandeza. Repetindo e encerrando, não é a que nós queríamos nem a ideal, mas é a que nós podemos, é a que nós precisamos, e é o passo que deve ser dado no sentido de encaixar o Brasil definitivamente de forma adequada nessa competitividade internacional, e nessa garantia de mercado interno, para que o nosso setor produtivo possa produzir, e nossos trabalhadores e trabalhadores possam viver melhor.
Deputado
Eminente deputado Zé Neto, deputado José Medeiros, o microfone de aparte. Senhor presidente.
Deputado
Esqueci de destacar 1 coisa agora há pouco, nós votamos na comissão de constituição e justiça projeto importantíssimo para o Brasil. Projeto que não é de interesse desse ou daquele partido, é projeto que interessa ao Brasil, que é a confiança, a rigidez no nosso sistema eleitoral. E eu queria fazer justiça aqui dizer o seguinte, que essa vontade, começou inclusive com Leonel Brizola. Com Requião, com Ciro Gomes. E hoje, nós tivemos oportunidade de ter aprovado ali. E a importância disso, é que ele traz confiança ao nosso processo eleitoral. Ele traz a possibilidade de que as pessoas tenham certeza de que o voto digitado ali na urna, é o que vai ser contado efetivamente. Então nesse momento, agradeço essa parte que me, que o senhor me passa, porque é bom relembrar, inclusive, vossa excelência, inclusive vossa excelência tem pé nessa discussão. E é por isso que eu digo, ele interessa a todo o Brasil e a todos os brasileiros que não estão preocupados com o momento, com a polarização política, mas estão preocupados com o futuro. Porque se não tivesse, ou se tivesse já sido aprovado esse projeto, quando vossa excelência propôs, nós não teríamos 8 de janeiro. Nós não teríamos monte brasileiro preso e nós teríamos sistema melhor do mundo. Muito obrigado senhor presidente.
Deputado
José Medeiros, eu quero concordar com com a vossa excelência, acho que isso é tema relevante, e que em breve vai estar aqui na pauta da ordem do dia na mesa da Câmara dos Deputados. E, sim é verdade, o doutor Brizola foi vítima da contagem eletrônica, ainda não era urna eletrônica mas a contagem era eletrônica na chamada próconsulta do Rio de Janeiro, que foi diversificada e evitouse a fraude. Mas a verdade é que a urna eletrônica foi implementada no Brasil em 3 etapas, porém 3 vezes, número, terço dos municípios do Brasil numa eleição em 96, depois em 98 e depois em 2000. E o que nós debatemos na urna eletrônica na legislatura passada era algo semelhante inclusive o projeto era meu, que fosse implementado a urna eletrônica com o voto impresso em 3, em 3 vezes também, terço numa eleição, outro terço na outra eleição e outro terço na outra eleição, e não houvesse contagem de todos os votos, 1 contagem por amostragem, assim dizia o projeto, conta 5 por 100 dos votos, 5 por 100 das urnas. Quais as urnas? No dia da eleição, no meio dia, na metade do dia, sorteia 5 por 100 das urnas daquela jurisdição, aquelas urnas serão acauteladas, leva ao fórum e conta a elas. Enquanto isso a contagem eletrônica está andando, ou seja, com isso nós vamos ter mais transparência, mais segurança jurídica, e vamos evitar absolutamente qualquer dúvida, transparência e segurança, por isso é projeto que não é da direita, que não é da esquerda, que não é do Lula não é do Bolsonaro, é projeto para o Brasil, pra que nós tenhamos a confiança eleitoral no resultado obtido nas urnas, por isso que a luta é de todos nós e parabéns a vossa excelência pela luta que está empredando deputado José Medeiros. Perfeito. Muito obrigado. A próxima, a próxima inscrição, deputado Fernando Máximo. Boa tarde presidente. Fernando Máximo. Perdão. Já está na tribuna do deputado Fernando Máximo, tem a palavra vossa excelência, em segundo eu vou conceder aos microfones de aparte. Deputado Máximo. Senhor presidente, boa tarde presidente.
Deputado
Caros colegas. Presidente, acabei de protocolar projeto PLP 209 2024, pra equiparar os impostos dos jogos de azar aos impostos do cigarro. Presidente, nós precisamos diminuir a velocidade do adoecimento das pessoas. Aduecimento sim do vício, vício de mania, de jogos. É doença segundo a organização mundial de saúde. Doutor Ismael Alexandrino médico, do Tramara Pinheiro, estão aqui, é médica também. Eles sabem disso, a organização mundial de saúde tem CID para isso. Existe CID pra essa doença. E no Brasil muitas pessoas estão ficando doentes, adoecendo, jogando demais. Por exemplo, o G1 mostrou que 5000000 de beneficiários do Bolsa Família, gastaram 3000000000 de reais em apostas apenas no mês de agosto, estão deixando de comer, de comprar comida para seus filhos, pra jogar. A revista Veja colocou que grandes redes de supermercado, estão noticiando chegar à conclusão de que está diminuindo o consumo de arroz, de feijão, de carne por cidadãos das classes CED, porque estão jogando ao invés de comprar alimentos para suas casas. A CNC, Confederação Nacional do Comércio, diz que 13 milhões, de 13 milhão de pessoas ficaram inadimplentes no primeiro semestre de 2024 por causa de jogos de azar. A nossa população está adoecendo, a nossa população está ficando doente, viciada e nós precisamos evitar a ludopatia. E 1 das formas é a gente botar mais dificuldades. O cigarro, por exemplo, no Brasil, houve 1 queda do número de consumidores de cigarro de 1989 até 2020, de 70 e 0.8 por 100. E essa queda existiu quando a gente vai conversar com as pessoas que deixaram de fumar, pesquisas mostram que 80 por 100 das pessoas que deixaram, deixaram por causa das dificuldades. Dificuldade por exemplo de fumar em em ambiente fechado, aqui na câmara é proibido, na prefeitura, dentro do ônibus, dentro do avião. Então a gente tem que dificultar as pessoas jogarem e 1 das formas de dificultar é colocando mais impostos e destinando esses impostos pra saúde, pra educação, principalmente para a área da saúde, que ainda vai ter que cuidar dessas pessoas doentes, dessas pessoas com problemas de vício, a ludopatia tem tomado conta do nosso país. Presidente, além disso, eu propus projeto PL 46 3 de 2024, pra dar desconto no FIES para aquelas pessoas que estão adimplentes. Que o que acontece? 2 exalunos meus de medicina, que moram no Rio de Janeiro, me falaram o seguinte, olha, não compensa mais pagar o FIES em dia. A gente trabalha, tem que dar plantão, tem que se esmerar pra poder pagar o FIES em dia e não tem desconto nenhum. Alguns colegas passam ano, 2 anos, 3 anos sem pagar, lá na frente pegam mega desconto, ou seja, a legislação hoje beneficia quem é inadimplente, quem não paga o FIES em dia. Então, esse projeto pra dar desconto sim, o mesmo desconto que dá pra aqueles inadimplentes que deixaram de pagar e vão pagar lá no futuro? O mesmo desconto para quem paga de forma correta todo mês, o FIES. Muito obrigado presidente, boa.
Deputado
Muito obrigado deputado Fernando Máximo. Próxima inscrição, deputado João Daniel, Ana Paula Lima no microfone de aparta enquanto o João Daniel vai atribuando. Muito obrigada senhor presidente, é apenas
Deputada
Registro que o estado de Santa Catarina, cidade de Gaspar e o Brasil muito felizes com a nomeação do arcebispo Jaime Spengler, no último dia 7, que foi nomeado cardeal pelo Papa Francisco, lá no Vaticano sendo o único brasileiro entre os 20 e novos cardeais anunciados é do estado de Santa Catarina do da cidade de Gaspar minha cidade vizinha aonde eu moro que é Blumenau e ele é ele foi muito importante essa nomeação, ele foi o presidente da CNBB, e ele foi reconhecido por sua cultura e a sensibilidade social, principalmente se destacando agora na ajuda às vítimas das chuvas no estado do Rio Grande do Sul. Dom Jaime então foi nomeado arcebispo Jaime Spengler. Desculpa, o arcebispo Jaime Spengler foi nomeado cardeal pelo Papa Francisco. Obrigada deputada Ana Paula Lima. Nosso
Deputado
Honrado líder, João Daniel, tens atribuo à disposição. Presidente. Presidente.
Deputado
Deixa eu falar minuto presidente. Posso falar minuto? Presidente e Pompeu de Matos, jamais parlamentares. Peço senhor presidente, o plenário dessa casa para que possamos votar os projetos com relação à segurança pública, que ontem, ontem só avançou 6 senhores parlamentares, 7 7 projetos, saímos aqui de quase meianoite, infelizmente só aprovamos 7 projeto, onde todos era da pauta de consenso. Então eu faço apelo a essa casa, para que possamos aprovar hoje, zerar essa pauta da segurança pública, não é 1 pauta de direita, não é 1 pauta de esquerda, de centro, é 1 pauta de Brasil, é 1 pauta de parlamento, é 1 pauta de sociedade para melhor prestar esse serviço a toda a população brasileira, seus respectivos 26 estados mais o DF. E enfim senhor presidente, trazer segurança e paz social a toda população que clama por segurança pública. Esses projetos são muito importantes para que possamos avançar no combate ao crime organizado. Deputado João Daniel, muito obrigado pela parte, muito obrigado senhor presidente.
Deputado
Deputado João Daniel, próxima inscrição deputado deputada doutora Maíra Pinheiro. Presidente presidente presidente. Ah desculpe desculpe, desculpe, tem a palavra Obrigado. Continua. Muito obrigado presidente.
Deputado
Presidente, eu queria tratar de assunto muito importante, que o Brasil inteiro debate. Essa questão do tema inflação dos alimentos, alimentos subiram, os alimentos estão mais caro, a economia está melhorando. Enfim, o que é que está realmente por trás deste tema que é fundamental para a população brasileira? Primeiro, o governo federal do presidente Lula tomou 1 medida muito importante, apoiada pelo Congresso Nacional, que é a isenção da cesta básica na reforma tributária, e com isso vai diminuir o preço dos alimentos. Segundo vem criando várias medidas, e eu tenho reunido permanentemente, com o ministro do desenvolvimento agrário, Paulo Teixeira, solicitando a reunião com o ministro da agricultura Fávaro. Estive ainda ontem com a direção da CONAB, esta importante empresa brasileira, e dos programas fundamentais, que vai beneficiar, neste próximo ano, já selecionado diversos estados do Brasil. 30 locais serão implantado o programa arroz da gente. E eu quero parabenizar que eu acompanho, e nós estamos trabalhando e já está inserido no programa, arroz da gente, 8 municípios do estado de Sergipe. Todos os municípios do baixo, São Francisco. Todas as comunidades, desde a Regina Santa Cruz, lá de Médio Grande, até o município de Cedro, passando por telha, por Jaboatão, por Neópolis, por Ilha das Flores, por Pacatuba, por todos os municípios que tem, e que estão no Baixo São Francisco. E o que o arroz da gente, programa do presidente Lula, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da CONAB vai fazer. É implementar 1 grande política de apoio, estruturante, desde armazenamento, máquinas, equipamentos, financiamento, sementes, para incentivar o Brasil ter autonomia e ter este produto nobre garantido com preço justo para toda a população em quantidade. Obrigado presidente, para a voz do Brasil e demais meios e parabenizo toda a equipe da CONAB e do ministério, criado pelo presidente Lula. Muito obrigado.
Deputado
Do eminente líder João Daniel, a próxima inscrição deputado deputada Maíra Pinheiro, do Ceará, em seguida nós vamos ter comunicação de líder, a deputada Ana Paula Lima vai ocupar a tribuna, mas deputada Maíra tem a preferência. Deputado, depois da deputada Maíra eu vou lhe conceder, Alberto Fraga, minuto no microfone de aparta. Doutora Maíra, por favor. Boa tarde, muito
Deputada
Presidente. A pauta que eu trago hoje aqui a esse plenário, ela não é de direita nem é de esquerda, mas é 1 pauta grave e eu gostaria de ter a receptividade de todos os deputados aqui presente e de todos que nos escutam. Eu trago para esse parlamento 1 resposta de requerimento de informação de número 36, 32 de 2024 de minha autoria, e que foi subscrita por mais 18 colegas deputados e foi endereçado à ministra da saúde Nísia Trindade, para obtenção de informações sobre a execução da política nacional de prevenção da automutilação e do suicídio. Eu fui surpreendida com 1 resposta absurda, justificando a descontinuidade dessa política aprovada por esse Parlamento, e de substancial importância no campo do cuidado da saúde mental pra nossa população. Primeiro o ministério da saúde, diz na resposta que o decreto 10225 de 2020, que instituiu o comitê gestor da política nacional de prevenção à automutilação e ao suicídio, perdeu sua eficácia. Entretanto, o decreto não foi revogado por decreto posterior algum. Depois, a mesma resposta do ministério cita a lei 14600, que apenas delimita de forma ampla e genérica a nova composição ministerial do atual Poder Executivo Federal. Terceiro, e para rebater por completo a resposta absurda dada pelo Ministério da Saúde, os artigos 70, 70 e e 72 da lei citada catorze.600, apenas determinam que as competências e as incumbências estabelecidas para os órgãos extintos ou transformados ficam transferidos para os órgãos e os agentes públicos que receberam as atribuições. Dessa forma, fica comprovado que deliberadamente o Ministério da Saúde tornou o comitê gestor da política de prevenção à automutilação e ao suicídio, como 1 política completamente inoperante. E por fim, claramente o Ministério da Saúde se furta de forma ilegal e com cheiro de improbidade, de dar seguimento à política pública de prevenção, só mais minuto presidente, a política pública de prevenção da automutilação e do suicídio, sobre a negativa sem pé e nem cabeça e respaldo algum na legislação, pra não realizar o que está obrigado a realizar. Agora neste final de ano, completam 2 anos que o Ministério tornou a política pública de prevenção, a automutilação ao suicídio completamente inoperante. São 70000000 de brasileiros que sofrem de. Só 30 segundos presidente, 70000000 de brasileiros que sofrem de agravos à sua saúde mental, que estão deixando de ser atendidos e desrespeito gritante a esse parlamento. Eu gostaria de pedir o senhor que a minha fala fosse reproduzida em todos os canais de comunicação dessa casa, muito obrigada pela paciência. Muito obrigado, doutora Mayra, muito
Deputado
Não é paciência, vossa excelência tem a a honra de poder ocupar e pra nós, o prazer muito grande de ouvir vossa excelência na tribuna doutora Mayra. A próxima inscrição, feito 1 troca aqui é o deputado Vicentinho, nosso honrado líder dos trabalhadores de São Paulo, em seguida nós vamos ter a deputada Ana Paula Lima, na comunicação de líder, 000 deputado Alberto Fraga minuto microfone de aparte, e eu quero passar aqui os trabalho ao deputado Charles, nosso honrado deputado Charles Fernandes, que em seguida depois eu vou usar a tribuna também. Muito obrigado. Obrigado presidente. Muito obrigado.
Deputado
Inicialmente eu quero agradecer a esta casa, ao presidente Arthur Lira, por ontem,
Transcrição automática
Ter colocado os projetos da segurança pública em votação, na verdade nós não tivemos assim muito êxito na quantidade de projetos, mas ao aprovar o dia nacional da segurança pública já é 1 grande vitória. O Cadastro Nacional de monitoramento de facções criminosas é outra vitória. O flagrante provado que eu imaginava que fosse dar debate mais acalorado acabou passando sem nenhum problema. Os acidentes de trânsito provocado por alguém sob efeito de drogas, que vai ter que indenizar agora a vítima, e aí não se faz necessário outra ação. O aumento de pena para crimes cometidos durante as calamidades públicas, que é absurdo, teve o apoia único aqui do plenário. Concluio presidente, a destinação de bens apreendido para as escolas, computadores, enfim qualquer material que vai servir para as escola, e vai tipificar como crime a troca de bagagem para fins de de tráfico. Então, foi 1 noite vitoriosa para a segurança pública. Hoje nós temos o segundo dia, e esperamos avançar com pelo menos mais 8 projetos para ser aprovado. Muito obrigado presidente. Muito obrigado nobre deputado.
Deputado
Alberto Fraga pelo pronunciamento de vossa excelência que representa muito bem a área de segurança aqui nesta casa, obrigado pelo pronunciamento de vossa excelência. Já na tribuna o deputado Vicentinho o PT do estado de São Paulo.
Deputado
Empresa que em 2022 tinha 88535 trabalhadores, hoje em torno de 85000. Estou me referindo aos Correios brasileiros. Essa instituição que tem papel social, histórico, que o governo do passado quis privatizar. Pois bem, as notícias até em tons estrondosos, falam de problemas de prejuízo dos Correios. Estes Correios que vive sofrendo o assédio dos grandes grupos econômicos nacionais e internacionais, De empresas como o UPS, DHL, Sidex, dessas empresas que usam os Correios para fazerem os seus serviços. Desta empresa que se tivesse sido privatizada, jamais teria feito o que fez na época da grande crise do nosso povo irmão do Rio Grande do Sul. Foi emocionante os Correios mobilizarem seus servidores do país todo, para ajudar a comunidade gaúcha. Quero aqui me referir a esta empresa, e saudar principalmente, os trabalhadores desta instituição, homens e mulheres que trabalham por amor, homens e mulheres desde o carteiro, a gente, até a gerência, todos eles trabalham por carinho. E a gente não pode permitir que esta empresa venha à bancarrota. Esta empresa que pela qual nós aprovamos aqui na câmara, o projeto de fidelização. Esta empresa que pela qual nós aprovamos aqui o direito dos Correios concorrerem com as grandes empresas multinacionais fora do Brasil. E eu percebo que está tendo todo esforço por parte da gerência, da dos gestores, para que os Correios enfrentem e superem este problema, e será superado. Podemos ter problemas, 1 crítica quiotracular, mas não podemos permitir que neste momento os nossos correios sejam entregues à patifaria, sejam entregues aos grupos econômicos. Estou aqui para defender esta instituição, sobretudo porque não gostaria de ver pai de família no olho da rua. Sobretudo porque não gostaria de ver a família ser prejudicada por 1 empresa que merece o nosso mais profundo respeito. Por isso senhor presidente, quero aqui dizer às senhoras e aos senhores, não vamos concordar com essa história de CPI, nós queremos é ver a empresa retomar, ser grande, e ela é grande e vai ser grande. Todo apoio à gestão da empresa no sentido da recuperação, do zelo aos Correios, no sentido da valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras, porque este patrimônio que nós amamos não pode cair na lata de lixo nem do nem do jogo senhor presidente, dos interesses econômicos e escusos. Meu desejo é que tudo dê certo, e o que couber a nós vamos ajudar para a gente voltar a contar notícias boas dos nossos correios. Obrigado senhor presidente.
Deputado
O nobre deputado Bensentium, vai falar pelo tempo da liderança da juventude, pela Secretaria da Juventude. A deputada Ana Paula Lima do PT de Santa Catarina tem tempo de até 5 minutos mas antes minuto ao deputado Dilma. Muito obrigado.
Deputado
Presidente é só registro a todos os criadores de pássaros de do nosso país, a nossa luta aqui nessa casa não para, quero dizer a todos os criadores, que nós estamos trabalhando aqui 1 audiência pública, no próximo ano, porque esse ano já está fechando o ano legislativo, mas no próximo ano para discutir o marco da criação de pássaro nesse país, para que a gente possa ter a preservação das espécies, para que a gente possa ter a preservação das genéticas, pra que a gente possa preservar quem cria pássaro nesse país, essa é a nossa luta, e no ano que vem, nós teremos audiência pública e irei convocar todos os criadores de pássaro pra vir a essa casa mostrar a força e dizer que eles estão aqui para aquilo que eles amam, que é a criação de Páscoa, e eu estarei junto com o sargento de Portugal, conderia Aquino e diversos outros parlamentares que estará nessa luta para avançar cada vez mais. E mais deputados que estão incluídos nessa pauta e vamos estar junto pra preservação das espécies. Laura Carneiro está aqui falando também que está também nessa luta, então nós estamos unindo pra que a gente possa ter marco legal e possa fazer esforço concentrado nessa casa, e tenhamos a preservação de quem cria pasto desse país. Nós temos 1 perseguição muito grande com quem cria de forma legal e nós somos defensores de quem cria legal. Então, a todos os criadores, o ano que vem em convocação pra vim a essa casa, não é isso, Laura? Muito obrigado ao deputado Você me permite
Deputado
Complementar o que diz deputado, Gilson Daniel.
Deputada
É muito importante deputado, na na no estado do Rio de Janeiro nós temos 1 legislação que pode servir de base pra esse marco legal. É impossível que os criadores fiquem na mão da boa vontade dos governos quando eles fazem 1 atividade real, legal e sem nem, pra que a gente possa de de de 1 vez por todas, diferenciar, o bom criador do traficante de animais. Obrigada, não deputada Laura Carneiro
Deputado
Tribuna deputada Ana Paula Lima vai falar pela Secretaria da Juventude com o tempo de até 5 minutos. Muito obrigada.
Deputada
Presidente, senhoras e senhores parlamentares, o que nos traz a fazer esse pronunciamento é 1 boa notícia, feita pelo Ministério da Saúde no último dia 6 de dezembro, que cria o protocolo clínico e diretrizes terapêuticas. A primeira diretriz específica para combater o câncer de mama no sistema único de saúde, que integra o diagnóstico, o tratamento para reduzir inclusive, o tempo de espera e ampliar o acesso a terapias avançadas. O protocolo estabelece, o cuidado padronizado equitativo, fundamentado em evidências científicas, para o rastreamento, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama, garantindo acesso igualitário às melhores práticas, independente da região ou condição financeira dos das pacientes. Vamos então vários procedimentos que são inovadores nesse protocolo, que primeiro, a videolaparoscopia foi incorporada como 1 técnica de cirúrgica minimamente invasivo, reduzindo o tempo de internação da paciente, o risco de complicações e otimizando o recurso do sistema único de saúde, em cenário de alta demanda infelizmente, proporcionando 1 recuperação mais rápida para as mulheres. E o programa Mais Acesso a Especialistas, passa a integrar etapas do cuidado oncológico, com ofertas de cuidado integral, que inclui consultas com mastologista, exames, acompanhamento contínuo, das equipes de atenção básica de saúde, reduzindo o tempo médio, para o diagnóstico do câncer, de mama em até 18 meses para apenas 30 dias. Olha o avanço que vai acontecer, através desse protocolo que a ministra Nísia lançou no último dia 6 de dezembro. O câncer de mama é o tipo mais frequente em mulheres no Brasil, e principalmente a causa maior de câncer. A nova estratégia busca mudar essa realidade, promovendo o diagnóstico precoce, e o acesso rápido ao tratamento de ponto. A inclusão, das cirurgias por videolaparoscopia no SUS, ela representa avanço impactante e importante na oncologia, permitindo o acesso aos órgãos internos e pequenas incisões, com benefícios com menor tempo de recuperação e a redução de risco de infecções. Realmente, isso foi 1 boa notícia e a gente acompanhou todo essa essa essa coletiva de imprensa, que os técnicos do Ministério da Saúde, bem como também a nossa ministra, que aconteceu no último dia 6 de dezembro. O Ministério da Saúde dobrou o número de cirurgias de reconstrução mamária, realizada pelo Sistema Único Saúde, atendendo 1 das maiores demandas das pacientes oncológicas, além de instalar novos aparelhos para radioterapia e ampliar estruturas especializadas. Desde 2023, 67 novas tecnologias foram incorporadas ao SUS, sendo 16 voltadas para a oncologia, entre elas, 40 e projetos focam no tratamento do câncer, com ênfase especial ao câncer de mama, seguindo rigorosamente as melhores práticas baseadas em evidências científicas. O protocolo que foi anunciado pela ministra, foi desenvolvido com base em diretrizes internacionais, e protocolo de instituições renovadas como o INCA, o Hospital do Amor, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, e especialistas e pacientes e outros interessados, contribuíram muito nas melhores práticas baseadas em em evidências científicas. Então senhores parlamentares, essa é 1 ação importante do Ministério da Saúde, onde as nossas mulheres vão ter no máximo 30 dias pra começar a detecção o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama que tem vitimado infelizmente, milhares de mulheres em nosso país. Independente da condição financeira, como já diz o protocolo, independente da região do nosso país, é o acesso a especialistas, é o acesso à tecnologia de cirurgias pela videolaparoscopia e principalmente a reconstrução mamária, que era 1 dificuldade muito grande e hoje o Ministério da Saúde pode proporcionar esse tipo de tratamento para as nossas mulheres. Muito obrigado senhor presidente. Muito obrigado.
Deputado
Deputada Ana Paula pelo pronunciamento de vossa excelência. Próximo oradores escrito já na tribuna, deputado coronel Crisóstomo, vossa excelência expõe o tempo de até 3 minuto. Pode reiniciar novamente presidente? Não deputado pode fazer uso da palavra. Muito grato presidente.
Deputado
Mais oportunidade. Olá Rondônia, olá Brasil. Presidente, eu estou feliz, e tenho certeza que todos os parlamentares aqui, ficarão felizes pelo que eu vou falar. Senhores parlamentares, o meu estado de Rondônia, pelo sexto ano, eu falei pelo sexto ano, o judiciário do meu estado ganhou o diamante da justiça brasileira. Pelo sexto ano, a justiça número do país, é do meu estado. O que significa isso deputados? Seja da direita ou da esquerda. Significa, que o meu estado tem excelente juízes. 6 anos senhores, diamante. Eu sei que os senhores estão estimados. Tem que estar estimados. Estado, por 6 anos, os juízes têm a marca de diamante. Primeiro lugar, são excelentes juízes, e é por isso que eu defendo aqui, meu amigo de Alagoas, eu defendo não só nesse governo, num num governo que eu era do lado do presidente Bolsonaro, eu defendia também. Se nós somos os juízes número do país, por que os nossos juízes não têm cadeira nos tribunais superiores? Eles merecem, parlamentares, eles merecem. Portanto, aqui, eu peço até aos parlamentares que estão sentado aqui olha, fale com o presidente dos senhores, que o senhor defende, que Rondônia merece ter cadeiras nos tribunais superiores, já que os nossos juízes, são primeiro lugar no Brasil por 6 anos consecutivo, medalha, aliás o diamante, que é o primeiro lugar. Parabéns aos juízes do nosso estado, do meu estado de Rondônia, parabéns ao tribunal de justiça. E eu defendo não só os juízes, mas os procuradores promotores de Rondônia também são top. Merecem vaga nas cadeiras dos tribunais superiores, excelência. Hoje, é isso esse recado que eu quero deixar pro Brasil. Merece aplausos. Os nossos juízes merecem aplausos. Excelência. Mais Está concluída, Betânia. Sim senhor. Então senhores, o o os juízes, venceram, mais 1 vez, o diamante, pela produtividade, pela governança, pela transparência e nos avanços tecnológicos. Por isso, eu defendo senhores e senhoras parlamentares. Rondônia merece ter cadeira nos tribunais superiores. Excelência. Excelência, solicita a vossa excelência, que a minha voz, falando bem do meu estado, em relação à justiça brasileira, por 6 anos consecutivos de amante, que vá à voz do Brasil e aos meios de comunicação dessa casa. Obrigado presidente. Muito obrigado nobre deputado será prontamente
Deputado
De vossa excelência. Na tribuna o nobre deputado Sidnei Leite, do PSD do estado do Amazonas. Senhor presidente.
Deputado
Senhoras deputados e senhores deputados, neste momento no Senado Federal, o senador Eduardo Braga está lendo o seu parecer, da, daquilo que nós já votamos aqui, que é a conclusão dessa última etapa da regulamentação da reforma tributária. Reforma essa que vai permitir o Brasil crescer pelo menos 12 por 100 do PIB, deputado Helder Salomão, que vai diminuir o custo Brasil, haja vista que esse SIPOALT tributário representa quase 80 por 100 do custo Brasil, e que isso nós teremos imensos ganhos. É a reforma ideal? Não. É a reforma que foi possível votar. Mas é importante se dizer 1 coisa deputado Ismael, que quando da discussão da PEC, da reforma tributária, o ministro Haddad assumiu compromisso conosco, que tão logo nós votásemos à reforma tributária do consumo, nós votaríamos à reforma da renda de patrimônio. Haja vista que, ao longo desses anos, muito se trabalhou para que essa reforma chegasse a essa etapa, deputado Helder. Mas infelizmente, somente agora, que o Brasil vai experimentar sistema simplificado, o IVA, que é praticado na grande maioria dos países do mundo. E isso nos remete 1 responsabilidade, mesmo com o cashback, mesmo com a desonração da cesta básica. É importante que a gente corrija a desigualdade no Brasil. Por quê? Porque a classe trabalhadora, os pobres, são o que mais pagam impostos nesse país proporcional à sua renda. E isso, num país tão desigual quanto o Brasil, precisa ser corrigido, para que não perpetue essa realidade. O deputado Helder, muito tem sido discutido sobre a questão da relação 6 pra de dias de trabalho, enquanto nesse país tem quase 40000000 de trabalhadores na informalidade, haja vista que, quem contrata não tem recurso para pagar os encargos sociais. Dito isto, a forma de nós corrigirmos determinadas situações nesse país, é votando. A reforma de renda e patrimônio. E com isso, nós podermos corrigir essas gestões. Obrigado senhor presidente. Solicito que a minha fala seja divulgado no meio de comunicação dessa
Deputado
Deputado Sidney Leite será atendido para divulgação todos os meios de comunicação da casa e na voz do Brasil o pedido de vossa excelência com a palavra do deputado Dimas Gadelha, seguida é o deputado Amidim. Estou seguindo a lista deixada pelo presidente Pompio de Matos rigorosamente. Boa tarde
Deputado
Presidente, nobres deputados, eu subo a essa tribuna hoje presidente, pra falar de tema que é urgente e importante. Todos nós sabemos que o acesso à água potável é direito fundamental para todos nós. Só que no nosso estado do Rio de Janeiro, senhor presidente, esse direito está sendo negligenciado. Todos os dias, inúmeras queixas, de milhares de moradores da região metropolitana do estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo, Itaboraí, a própria capital, Maricá, Niterói, de pessoas que estão sem água. Já existem lugares que há mais de 30 dias que a água não cai. Não tem água para as necessidades básicas, pra escovar o dente, pra cozinhar, pra viver. Sem água não há vida digna, senhor presidente. E infelizmente no estado do Rio de Janeiro, essa negligência tem nome e sobrenome. Empresas Águas do Rio. Há 3 anos atrás, o governo do estado resolveu privatizar alguns serviços da Cedae, serviços de entrega de água e serviço de coleta de esgoto, com pretexto de que os investimentos iam fazer esse serviço melhorar e ampliar esse serviço pra população do Rio de Janeiro. De lá pra cá, o que a gente viu foi exatamente o contrário, o estado do Rio de Janeiro gastou todo os quase 24000000000 de reais, com obras não necessárias, com obras de maquiagem, e o serviço só piorou. Esse é típico exemplo de que a privatização não deu certo. O estado se demonstrou ineficaz pra cobrar os investimentos necessário e fiscalizar esse contrato. Chegou ao ponto de nos últimos dias, nas últimas semanas, o governador do estado vira público e admitir que houve 1 falha no edital da venda desse serviço pela Cedae, e autorizou reajuste na tarifa cobrada por esse serviço. Ou seja senhor presidente, chega a conta, chega o aumento, mas a água não chega na torneira dos moradores do estado do Rio de Janeiro. Alguns dias atrás, o Procon multou, deu 1 multa milionária pra essa empresa, mas ainda não é o suficiente. É necessário que a gente possa cobrar dos órgãos responsáveis, que os investimentos sejam feitos, e que o estado possa fiscalizar e cobrar esses investimentos pra melhoria do do da vida do povo carioca. Muito obrigado senhor presidente. Muito obrigado, nobre deputado Dimas Gadelha pelo
Deputado
Vossa excelência. Na tribuna deputado é Midinho vossa excelência expõe do tempo de até 3 minutos.
Deputado
Senhor presidente, e a todos colega aqui desta casa. Hoje eu venho até essa tribuna pra fazer agradecimento, muito especial, a todos que participaram do encontro nacional de Muladeiro lá na cidade de Passos, em prol do hospital regional do câncer de Passos. O Carlinho Taquaraçu, pela organização do encontro de Muladeiro, ao Leandrinho do Poeirão, a todas comitiva, que foram participar do desfile de cavaleiro, a importância de cada O prefeito Diego com a prefeitura municipal de Passos, a câmara de vereador e o vereador Dentinho, que ajudou com a emenda parlamentar, ao sindicato rural de Passos, exemplo de sindicato, toda a diretoria, aos servidores, muito obrigado ao SICOOB, Secretaria de Esporte, a Raine, a Minas bebe, Areia, Frigmar, a toda equipe da cozinha, o Valdir, com toda a equipe que ficou a semana toda ajudando a gente, ao patrono, senhor Tião Rodrigues, fez toda a diferença, ao presidente de honra, o senhor Osvaldo, e a comitiva solidário de Passos, que promoveu no domingo, a queima do alho, o Irã Parreira, e todos os integrantes da comitiva solidário de Passos. E queria fazer agradecimento ao Heleno, presidente do Circuito Mineiro da Queima do Vale, circuito mais solidário do país, ao Heleno e todos, todas comitiva, todos integrante. Em especial, eu queria aqui agradecer os deputados federais, parceiro, que indicaram emenda pro Hospital do Câncer esse ano, e é muito importante que cada deputado que tem qualquer participação e participa das eleições, lá no sul de Minas, às vezes algum trabalho em apenas 2, 3 cidade, quando você ajuda o Hospital do Câncer, você ajuda o sul e o sudoeste de Minas inteiro, ao deputado federal Diego Andrade, ao deputado Domingos Sávio, que esteve lá presente junto com a gente, o deputado Eros Biondini, Evair de Melo, deputado Gilberto Abraham, deputado Igor Timo, deputado Lincoln Portela, Maurício do vôlei, Zé Silva, Antônio Carlos Arantes que também esteve lá presente. E essas indicação, elas soma mais de 5000000 de reais, desses parlamentares. Então o evento em si, a praça de alimentação, cervejaria, 100 por 100 pro hospital, mas o hospital não teve nenhuma despesa para realizar o evento. E essas emenda queria que, o ano que vem, mais deputados estaduais, federais participassem do evento e que desse 1 parcela de contribuição. Queria que nossa fala fosse colocado nos meios de comunicação da nossa casa, muito obrigado. Muito obrigado.
Deputado
Será atendido o pedido de vossa excelência com a palavra o deputado Salomão em seguida pelo tempo de liderança deputada Soraia Santos. Como é que vai? Tudo bem? Deputada Soraia Soraia Santos, pelo tempo de liderança, da coordenadoria dos direitos da mulher vossa excelência expõe do tempo de até 5 minutos secretário de deputado Helder Salomão
Deputada
Obrigada senhor presidente. Eu subo essa tribuna, porque quando a gente fala de tempo liderança das mulheres, é muito importante trazer assunto que é gravíssimo e que eu quero chamar os homens e as mulheres dessa casa pra reflexão. Eu estou falando deputado Igor, na na no BPC. O BPC é de 1 crueldade de 1 gravidade absurda. Imagine os senhores, deputado Fraga, imagine os senhores que quando a gente fala de BPC, a gente está falando de pessoa física. Então é a é o idoso que tem necessidades especiais deputado Ivan Valente. É é pra pessoa deficiente, o BPC não é sobre casa, não é sobre Bolsa Família. É muito importante que os deputados e as deputadas prestem atenção. BPC é pessoal e intransferível. E o que que traz esse projeto pro Brasil? Ele diz que se você tiver deputada Silvia, mais de deficiente dentro de 1 casa, a casa vai receber só. Meu Deus, o BPC é justamente pra dar condições de comprar sonda, alimentação parental, fralda geriátrica. O BPC é para dar dignidade mínima à família. Nós estamos apresentando destaque, eu quero conclamar, a todos os parlamentares que votem com destaque 4 que nós apresentamos. É inadmissível a crueldade de imaginar que 1 pessoa que tem idoso dentro de casa, e que tem também filho deficiente, só vai ganhar. Segundo ponto que é gravíssimo, gravíssimo. Quem é deficiente afinal de contas? Quem é? Tá lá na convenção internacional, É convenção de escrita, mas, olha a crueldade, quando se fala de benefício continuado, das regras tributárias eles dizem assim, mas só essa parcela tem deficiência, E elimina mais de terço das pessoas que recebem. O que é isso? Quer dizer que o conceito deputada Gisele de deficiente muda sobre as regras tributárias? O conceito é definido não é só pelo Brasil, é pelo mundo. O que está pra acontecer nesse Brasil é gravíssimo. E por que que eu uso o tempo da bancada feminina? Porque 70 por 100, deputada Silvia, 70 por 100 das mulheres que têm filhos deficientes, são chefes de família, são abandonadas. Imaginem, se nós temos fraude, ninguém é contra a fraude. Vamos usar tecnologia, vamos fazer prova de vida usando vídeo conferência. Mas 1 coisa é fraude, a outra coisa é dignidade. Então, suba essa tribuna, pra já ir alertando aos parlamentares, pra olhar as regras do artigo 20, que é desumana, é cruel. Além de 1 mãe ter que trazer filho para fazer prova de vida quando tem tecnologia pra isso, nós temos tecnologia pra isso. Eu não posso achar que BPC é para 1 casa. Pasmem, pior ainda. Você sabe o que que ele considera como renda familiar pra receber o BPC? Antigamente ele olhava e dizia, salário mínimo na casa. Agora a regra nova diz, mesmo que a pessoa não more na mesma casa, vai ser somada à renda familiar. Gente isso é 1 brincadeira. Nós temos lugares pra cortar. Tem que fazer ajuste fiscal? Vamos fazer. Mas é inadmissível que essa casa não olhe para quem mais precisa, porque só quem tem filho deficiente, só quem tem o idoso, que necessita de alimentação diferenciada e cuidados especiais, sabe do que eu estou falando. É desumano. Nós estamos chegando na época do Natal, no encerramento do ano, a fraternidade no mínimo tinha de estar pairando no coração e na mente das pessoas. Que essa casa não cometa essa maldade, porque eu não tenho outro nome, que é colocar essa regra do benefício da pessoa, e não da casa continuada por problemas deficientes. Se eu tenho 3 deficientes, eu preciso receber sobre cada 1 delas porque as necessidades são pessoais e intransferíveis. E é por isso que eu quero conclamar, deputado Pompeu, deputada Antônio, deputado Lafaete, conclamar essa casa pra que ela olhe o que está acontecendo no artigo 20 que é criminoso e cruel. Muito obrigada. Muito obrigada.
Deputado
Pelo pronunciamento de vossa excelência. Eu vou pedir a tolerância aqui do meu amigo e colega deputado Elder Salomão pra mim dar minuto ao deputado Pompeu de Matos seguido o deputado da vitória. Deputado Pompeu de Matos. Presidente
Deputado
Charles Fernandes, muita honra sobre a batuta de vossa excelência poder fazer registro aqui do microfone de aparte, a presença aqui da Associação Nacional dos Oficiais de Justiça e avaliadores federais, também oficiais de justiça e avaliadores do Rio Grande do Sul. A Carolina Passos do Rio Grande do Sul, a nossa honrada Mariana Lira do Rio de Janeiro, também a Claudia Honora Santos cearense e a Carolina Marques que é assessora parlamentar que é daqui de Brasília. E elas vêm a casa presidente, em agradecimento e em reconhecimento a luta de segmento importante de parlamentares dentre os quais me incluo pra incluir os oficiais de justiça no projeto de lei 42015 que reconhece o risco de atividades dos magistrados e dos membros do ministério público para com os oficiais de justiça, que na verdade são o longa manos da justiça, o braço estendido da justiça são os nossos oficiais de justiça, e aqui não por acaso mulheres, admirável, muito admirável, mulheres lutadoras, guerreiras que fazem a diferença e que a gente tem que mais do que conhecer, reconhecer, celebrar, apoiar e eu tenho orgulho de ter podido fazer a minha parte, até porque sou advogado, dou testemunho e fé, sei, vi, conheço e reconheço o trabalho dos nossos oficiais, das nossas oficiais de justiça do Rio Grande do Sul, do Brasil, oficiais de justiça, da justiça estadual, da justiça federal, ou seja todos eles a seu modo, a seu jeito, a seu tempo, fazendo e cumprindo a sua atividade. Então sejam bemvindos, obrigado pelo reconhecimento da nossa luta e nós temos a felicidade de reconhecer o mérito que vocês têm da proteção que precisam pra ajudar fazer o sistema de justiça. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado nobre deputado Pompeu de Matos, parabéns, conheço, tenho acompanhado de perto a luta de vossa excelência aqui nesta casa. Minuto deputado da vitória. Obrigado presidente Charles.
Deputado
Quero fazer registro importante da visita do nosso presidente da câmara da nossa cidade de Vitória, capital do nosso Espírito Santo, como coordenador da bancada. Está aqui também o deputado Vitor Linhares, recebendo o delegado Piquet. Ele que está no seu segundo ano e tem honrado o nosso estado recebendo pela segunda vez o prêmio diamante em transparência do Tribunal de Contas do Espírito está aqui também em Brasília numa missão junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, apresentando as práticas legislativas de boa gestão que foi feito na Câmara de Vitória. Ele como progressista, tem demonstrado como fazer gestão de 1 liderança que é natural dele, mas de ofício que foi dada. Eu quero parabenizar a você e todos os vereadores e vereadoras que contribuíram pra orgulhar o nosso estado, a nossa capital Vitória com essa excelente gestão. Muito obrigado presidente. Muito obrigado deputado da vitória.
Deputado
Parabéns exvereadores, sabe que está muito bem acompanhado desse vereador aqui que nos representa aqui na nesta casa. Deputado Helder Salomão, obrigado pela paciência, vossa excelência dispõe do tempo de até 3 minuto.
Deputado
Presidente Charles Fernandes, estou desde as 10 horas da manhã em reunião na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania desta casa, apreciando várias matérias mas eu quero aqui, destacar a discussão e a votação do projeto de lei 11 69 de 2015, projeto que prevê, a recontagem física dos votos, ou seja, o voto impresso. É impressionante, porque este tema, tem 1 opinião muito firme da população brasileira. A última pesquisa divulgada sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, mostra que 82 por 100 dos brasileiros confiam na segurança e na transparência das urnas eletrônicas. Eu vou repetir, 82 por 100 dos brasileiros confiam na segurança e na transparência das urnas eletrônicas. Portanto, questionar a legitimidade e o sistema eleitoral brasileiro, é 1 prática que se tornou comum no Brasil, nos últimos anos, especialmente depois que o expresidente perdeu as eleições. Aprovação na CCJ hoje é 1 demonstração de que a principal comissão desta casa não preza pela Constituição Federal, não respeita a Carta Magna, visto que, a aprovação desta matéria fere cláusula pétrea que garante a inviolabilidade do voto, ou seja, o sigilo sagrado do voto. Portanto, se fere 1 cláusula pétrea, possivelmente, caso essa matéria avance aqui, eu espero que não, que terão muitas outras etapas, será julgado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. E na verdade, se não tem provas de fraude, se as urnas eletrônicas são seguras, se há transparência, se vários testes já foram feitos, inclusive com a participação de representantes das forças armadas, se as urnas eletrônicas do Brasil são vistas como mecanismo seguro pra garantir o sufrágio universal, o voto popular, Por que esse questionamento? Esta é 1 narrativa para desviar a atenção do povo brasileiro, presidente, mais 30 segundos por favor, como possível. Desviar a atenção do povo brasileiro nos principais problemas. Ao invés da CCJ discutir reforma tributária, discutir programas de geração de emprego e renda, discutir o avanço e o aperfeiçoamento da nossa legislação ambiental pra melhorar a atuação do Brasil nesta área, a CCJ se resume a atuar em defesa de pautas. Concluir, nobre deputado. Que atendem a 1 minoria da sociedade brasileira, eu quero repetir aqui. A última pesquisa diz que 82 por 100 dos brasileiros confiam nas urnas eletrônicas. E portanto, essa é 1 matéria que não interessa à população brasileira, mas mesmo assim, a CCJ usa praticamente todo o dia de hoje pra votar esta matéria. Lamentável. Muito obrigado
Deputado
Quanto deputado Pompeu de Matos você dirige à tribuna, minuto deputado capitão Augusto. Obrigado presente.
Deputado
Capitão Augusto. Capitão Augusto. Ontem, o ministro Barroso do STF determinou o uso das câmaras corporais pra polícias militares em São Paulo. Vexame, absurdo, 1 aberração, 1 instituição secular com quase 2 séculos, que atende por ano 20000000 de intervenções policiais. Aí por causa de alguns erros, você acaba querendo imputar 1 desconfiança pra todos os policiais. É inadmissível, é vexatório. Tantas instituições que têm problemas, seja na área da saúde, seja na área do atendimento da educação, seja na própria área da segurança, com tantas instituições que trabalham diretamente com isso com a questão da violência, não se impõe esta medida de colocar 1 câmara que é por desconfiança. Isso é recado pra falar pra todos os policiais militares de São Paulo, que eles agem fora da lei, agem ao arrepio da lei. Isso é inadmissível, é vergonhoso, realmente é vexatório. E temos que fazer de tudo realmente pra derrubar essa ordem e nós vamos pedir para o governador Tarcísio pra que não ceda a essas pressões e que mantenha o respeito que a polícia militar de São Paulo merece. Lembrando que a polícia militar entra o Bombeiro, entra a rodoviária, entra ambiental, são milhões realmente de atendimentos para o cidadão de São Paulo, 1 entidade que merece o nosso respeito e não a nossa desconfiança. Então é 1 medida descabida, vergonhosa e vexatória que não pode ser imputada em hipótese alguma pra polícia militar do estado de São Paulo. Obrigado
Deputado
Obrigado nobre deputado capitão Augusto. Próximo orador deputado Pompeu de Matos PDT do estado do Rio Grande do Sul. Enquanto deputado se dirige à tribuna, o coronel Crisóf que está aí com é é elefante sim o que que é isso aí? Elefatíssimo. Minuto vossa excelência. Senhor presidente.
Deputado
Obrigado pela oportunidade. Eu vim caminhando, aqui pela casa do povo, e as pessoas observando o elefante aqui ao meu braço, embaixo do meu braço. Esse elefante, a deputada Silva Cristina sabe ele tem significado muito grande para o Hospital de Câncer do Brasil. E no momento que eu recebi no meu gabinete, esse presente, esse presente, eu imediatamente vim para cá. Minha irmã faleceu no Hospital do Câncer, lá em Rondônia. Faleceu de câncer, no Hospital do Amor. O mesmo que tem lá em São Paulo, tem o anexo em Rondônia. E eu me permiti colocar quase 2000000 e meio para ajudar as pessoas. Paiete, tudo pronto? Tá? Concluído Capitão. E eu coloquei quase 2000000 e meio para ajudar. Minha mãe, minha irmã faleceu lá. E eu recebi isso essa lembrança do presidente do Hospital do Amor do Brasil, Henrique Prata. E a ele, agradecer a ele, e dizer ao povo de Rondônia, que eu vou continuar colocando recurso e por isso coloquei 40000000 para o hospital de Porto Velho. Muito obrigado, meu deputado coronel Crisópolis. Na
Deputado
Tribuno deputado Pompeu de Matos PDT do estado do Rio Grande do Sul. Presidente Charles Fernandes, eu não me canso de vir a
Deputado
Pra fazer a defesa dos nossos aposentados e aposentadas. E nesse momento, defender aqueles aposentados que estão sendo logrados, e essa é a palavra, logrados por descontos que estão fazendo nas suas aposentadorias, descontos ilegais e morais, descontos indevidos, e que, somam em média, nos levantamentos feito ano passado, em torno de 40 reais, pra milhão de aposentados, isso significa, 40000000 de reais, alguém se aproveitou, dos aposentados, porque não entendem, não sabe, se prevalecem dos aposentados e vão inserindo desconto, por conta disso, por conta daquilo, desconto que o aposentado nunca consentiu, nunca permitiu e ele é vítima desses desconto. Então eu quero pedir ao INSS tão zeloso, tão cuidadoso, que zere por isso, que atente por isso, que observe isso, que cuide disso. Os aposentados não são bobo, e se comprarem por bobo de volta de madrugada, vamos ver com os aposentados de bobo, não tem nada. E alguém tem que falar por eles, alguém tem que botar a boca no trombone, alguém tem que dizer, alguém que tem que trancar o pé, cavar o facão no topo e deixar o cabo tremendo e defesa dos aposentados, eu estou aqui pra isso, é meu dever que eu cupro com muito prazer. Então, deixo aqui esse protesto, faço esse apelo ao INSS, tirem a mão dos aposentados, tirem a mão dos nossos velhinhos, das nossas velhinhas e às vezes nem são tão velhinhos não, mas não se provaleçam de que tem pouco de dificuldade pra lidar com o sistema de computação, mas ele sabe o quanto ganha, o quanto tem direito, sabe o quanto recebe e sabem quando são logrado, e protestam, eu reclamo, e eu recebi dezenas, centenas, milhares de reclamações e estou aqui dando vez e dando voz aos aposentados pra que parem de tirar dinheiro dos aposentados. Por fim, eu quero deixar consignado presidente, inclusive dar como lido, discurso que faço sobre o trabalhismo. O PDT o meu partido, na essência é trabalhista, ele vem do Getúlio, do Jango, do Brizola, do Pasqualini, do Darcy Ribeiro, de tantos ícones. E o verdadeiro trabalhismo ele esteve entranhado dentro do PDT, e com o fim do PTB, então a única sigla trabalhista e que defende o trabalhismo, trabalho, renda, trabalhador, empreendedor, trabalho e capital, o único é o PDT. E como tal, nós fizemos aqui 1 manifestação chamada trabalhismo a nova face do PDT, pra que o PDT assuma de vez a sua identidade como trabalhista. Nós não vamos deixar de ser PDT porque somos PDT na essência, na natureza, no desejo, na formação que o Brizola nos deu, mas somos trabalhista por conta da nossa história, do nosso passado de glória, e a nossa inspiração de vitória. Então o PDT é trabalhista, nós somos trabalhistas, e aqui está então esta manifestação, esse manifesto que deixamos registrado e dado como lido pra servir aqui de documento histórico dos trabalhistas, que são representados pelo PDT, do PDT que representam verdadeiramente os trabalhistas do Brasil. Muito obrigado. Muito obrigado nobre deputado Pompeu de Matos.
Deputado
Pelo pronunciamento de vossa excelência. Enquanto o deputado Josivaldo JP se dirige à tribuna, dá minuto ao deputado Eder Mauro. É só bom eu Obrigado senhor presidente e Fórum Brasileiro de
Deputado
Público esta semana revelou que o estado do Pará é o que tem a maior incidência no norte de de, de de facções criminosas dentro do estado, E é impressionante como as facções criminosas estão matando comerciantes, estão matando PMs e policiais em toda a nossa Belém. E o que é interessante senhores, o governador Helder Barbalho simplesmente utiliza o seu próprio jornal pra dizer que Belém é a cidade mais segura de todo o norte do país, a quinta do país. É absurdo que este governador venha fazer com o povo do estado do Pará, com o povo da nossa Belém, o que está fazendo, enganando através dos seus jornais, quando todos nós estamos reféns das facções criminosas, principalmente do Comando Vermelho. Obrigado senhor presidente. Obrigado
Deputado
Presidente, eu gostaria de, gostaria de, gostaria de solicitar vossa excelência, que minha voz anteriormente fosse a voz do Brasil ao ambiente de comunicação na casa, obrigado. Prontamente atendido o pedido de vossa excelência. Minuto deputado pra mim depois passar pro deputado Jossivalta. Obrigado presidente.
Deputado
Obrigado meu colega JPP queria aqui só registrar a presença do nosso vereador eleito em Fortaleza, vereador Eric Douglas que está aqui visitando a casa, e obviamente já em busca de emendas como tantos vereadores e prefeitos que vêm ao nosso gabinete, e falar da felicidade de ter vereador em Fortaleza da causa animal, que defende os animais, os idosos e as crianças né então, Erick Douglas seja muito bemvindo a essa casa que é sua casa, e vá aprendendo aqui para para lavar os melhores, os melhores costumes para a Câmara Municipal de Fortaleza. Muito obrigado senhor presidente e 1 boa tarde. Muito obrigado
Deputado
Oncibal do JP de Imperatriz do Maranhão vai falar para todo o Brasil agora. Vossa excelência dispõe do tempo de até 3 minuto. Senhor
Deputado
Presidente, senhoras e senhores deputado mais 1 vez venho aqui nessa tribuna, pra trazer relatos importantes de avanços no nosso querido estado do Maranhão. Chegamos ao final de mais ano. Estamos no décimo segundo mês do ano de 2024. E eu fico muito feliz senhor presidente, porque todos os meses deste ano, eu tenho trabalhado e levado benefícios para o meu querido estado do Maranhão. E nesse último mês de dezembro, com muita alegria, nós temos trabalhado em todas as áreas, na saúde, na infraestrutura, na educação, na assistência social, na agricultura, no agro, mas também na segurança pública. E, esta semana, na próxima sextafeira, estaremos entregando para o comando da polícia militar, da nossa região, 3 viaturas para combater a criminalidade. Porque a gente sabe que hoje a criminalidade, tem se espalhado nos 4 cantos do nosso país. E eu como deputado federal, juntamente com vários parlamentar dessa casa, temos defendido muito a segurança pública do nosso país, e a minha alegria, é que, não só no discurso, mas também nas ações concreta, iremos entregar nessa sextafeira, 1 viatura para o décimo quarto batalhão de polícia militar, outra viatura para o terceiro BPM e o mais importante também, que iremos entregar 1 patrulha para ficar na zona rural da região tocantina, combatendo a criminalidade. É a primeira patrulha para a polícia militar, ali na cidade de Imperatriz, para combater a criminalidade, porque nós sabemos que o homem do campo, as pessoas que vive, ali nas suas propriedade, muita das vezes, estão à mercê da criminalidade, mas essa viatura, ela vai estar dando total apoio para essas pessoas que moram na zona rural, ali da cidade de Imperatriz. E quero dizer que, o MEI, o ano de 2024, foi ano de muita entrega. Entrega na área da saúde, entrega na área da infraestrutura, na área da educação, na área da assistência social, na área da geração de emprego, vários equipamentos agrícola e Pra concluir deputado. E chego aqui no mês de dezembro e digo para o povo brasileiro e para o povo do Maranhão que mais ano eu cumpri a missão e o chamado. E 2025 não será diferente, porque quem trabalha, tenho que mostrar senhor presidente. Muito obrigado. Muito obrigado
Deputado
Josivaldo JP do PSD do estado do Maranhão. Deputada Gisela Simone em seguida o deputado Josaildo Ramos enquanto a deputada se dirige à tribuna minuto ao deputado coronel Assis. Sim senhor. Assis? Sim senhor.
Deputado
Presidente, eu quero aqui questionar e mostrar todo o meu repúdio à atual gestão do governo federal. Infelizmente, nós temos na pauta dessa câmara aqui, o PL número 46 14 2024. Projeto que limita e corta acesso ao BPC, que é o benefício de produção continuada, que com certeza beneficia bilhões de pessoas com deficiências, em especial os autistas senhor presidente. É absurdo o nosso governo querer cortar esse tipo de coisa, afinal, corte de gás tem que ser feito em despesas macros, isso não é não é despesa, é sem investimento porque essas pessoas, elas não têm condição às vezes nem de comer, e essa pequena ajuda que o governo federal dá, pecuniária a essas famílias, faz 1 inteira diferença, principalmente no pão de cada dia então, temos que ficar atento e votar contra isso aqui ou colocar 1 emenda pra tirar essa exclusão das pessoas com ineficiência. Luta aí vai em volta né? Concluída. E principalmente os autistas senhor presidente, nós precisamos voltar contra isso e chamar a sensibilidade dos nossos colegas da esquerda pra não deixar passar esse tipo de coisa aqui. Muito obrigado e peço que nossa fala também seja colocada na voz do Brasil.
Deputado
Deputado será colocada a fala de vossa excelência na voz do Brasil e de todos os meios de comunicação desta casa. Na tribuna deputada dissela Simone e seguida o deputado Josaildo Ramos, deputada dissela Simone vossa excelência dispõe do tempo de até 3
Deputada
Boa tarde presidente Charles, a todos os colegas parlamentares. Hoje a minha fala é para saudar e fazer 1 homenagem à Abrol, a Academia Brasileira Rotary de Letras da sessão Mato Grosso do distrito 4440. Ela que foi fundada em 29 de novembro de 2014, e nesse ano de 2024, completa 10 anos de sua fundação. A Brow ela tem o objetivo de fortalecer a cultura literária e os ideais do estado. É o espaço que se resgata a história dos valores que sustentam o Rotary. E Rotary é 1 instituição internacional conhecido pela maioria de nós e que no Brasil já tem 100 e anos de fundação de história e de trabalho. Em Mato Grosso, a Abrol, ao longo de sua trajetória de 10 anos, tem contribuído significativamente para a valorização da cultura local, promovendo eventos literários, lançamentos de livros e a divulgação das atividades do Rotary. A colaboração entre os clubes de Rotary, as casas da amizade aos rotarianos de maneira geral, têm sido essencial para o desenvolvimento dos projetos da academia. Desde a sua fundação, a Brown tem se destacado como espaço de promoção de literatura, de educação, de intercâmbio de ideias, sempre com foco nos valores da fraternidade, da cidadania e serviço. E neste marco de 10 anos, eu não poderia deixar de enaltecer nessa tribuna nomes importantes dessa instituição no estado de Mato Grosso, como do senhor Vicente Herculano da Silva, senhor Serafim Carvalho Melo, Adão Alonso dos Reis, Paulo Volkman, Joel Sirneikimaschevski, Jovelino da Labrida e tantos outros acadêmicos confrades que contribuíram e continua contribuindo para essa jornada de compromisso em continuar incentivando o amor pela leitura, pela escrita e pelo ideal de servir. Além de estreitar vínculos entre membros do Rotary e toda a sociedade matogrossense. A fundação da Brown representa sem dúvida para todos nós matogrossenses, capítulo significativo na história do Rotary em Mato Grosso, consolidando a academia como 1 instituição de destaque na promoção dos ideais, otários e culturais. É isso o meu, a minha saudação presidente, e peço para que essa fala seja colocada nos meios de comunicação dessa casa e na voz do Brasil.
Deputado
Obrigada, não deputada, será atendido o pedido de vossa excelência para divulgação do pronunciamento de vossa excelência termine de fazer em todos os meios de comunicação dessa casa e na voz do Brasil. O deputado Josaildo deu 1 paciência de minuto pra mim atender a deputada Laura Carneiro, do PSD do Rio Grande do O nosso coronel. Nosso coronel. Pois é, então fala aí antes que o coronel.
Deputada
Obrigada senhor presidente. É apenas apelo, apelo ao governo Lula, apelo na qualidade de vicelíder do governo, pra que não tenhamos que passar pelo constrangimento na matéria do BPC. Eu fui secretário de assistência, senhor presidente, do prefeito Eduardo Paes e da prefeito César Maia, na cidade do Rio de Janeiro. É impossível imaginar que a gente possa cobrar de pessoas que recebem salário de LOAS, a impedimento a que recebam, por exemplo, o Bolsa Família. É impossível, caro presidente, na medida em que o custo de vida brasileira é, é, brasileira é absolutamente inacreditável, não só na cesta básica, mas eu quero que a gente pense no idoso e nos remédios. Eu quero que a gente pense como é que alguém que é pessoa com deficiência, que é idoso, que precisa da LOAS, porque é vulnerável, pode sobreviver apenas com salário mínimo, se ele vai gastar isso apenas de remédio, entre remédios, fraldas e outros utensílios. Então senhor presidente, é importante que esse projeto, que o projeto do teto de gasto não venha com a questão do BPC, que o governo esqueça isso de vez, se não seria obrigada a votar contra a temática do BPC. Obrigado deputada Laura. Deputado Josaildo
Deputado
Senhores deputados e deputaveis. Você que nos assiste pela TV Câmara. Nós da bancada, do PT da Bahia, fomos reunir ontem 3. Com a UPB. 3. Que é 1 entidade que congrega, os diversos prefeitos e prefeitas do nosso estado. E assim como eles, outros estados nordestinos, de pequenos e médios municípios, estão se encontrando com os parlamentares dos seus estados, para entregar 1 missão importantíssima. É tempo, obviamente, de trabalhar questão fiscal, ajuste fiscal do país. E esse é o momento de evitar que a partir do próximo ano, principalmente os municípios do norte nordeste, a maioria vinculados ao regime geral da previdência social Traga 1 realidade que pode fazer com que o prefeito que tenha sido eleito agora pra suceder quem vai sair, tenha problema não mais com o CNPJ e sim com o CPF podendo ficar inelegível pelos rigores da lei. Existe outra realidade, por exemplo, no sudeste e no sudeste, onde a vinculação é com o regime próprio de previdência social, Que muda completamente a situação. O que que aconteceu? Na época lá atrás de equalização do endividamento dos municípios não se atentou para o índice. Para o índice de monetização, quando se trabalhou esses encaminhamentos. E hoje, está praticamente impossível pagar, mesmo quem tenha repactuado, não é, a equalização das dívidas. Então a PEC, meia meia de 2023, trata dessa questão, e é fundamental porque ela vai estabelecer indicador limite para que, em até 300 parcelas, você termine efetivamente com esse débito que está complicando a vida dos pequenos e médios municípios do Norte, do Nordeste, e também trazendo dificuldades para os pequenos municípios de São Paulo, São Paulo, que Está concluída, Tando. Só pra concluir, que estão vinculado ao regime próprio de previdência social que terão muitas e profundas dificuldade pra continuar tendo 1 boa gestão financeira do seu município. Portanto, encarecidamente eu peço a atenção dos meus pares para essa questão, por isso que eu coloquei requerimento de urgência e outros deputados estão fazendo o mesmo pra que a gente abrevi. Muito obrigado,
Deputado
Planalto de vossa excelência deputado José Vitor, deputado coronel Ulisses em seguida Velter Paulão, deputado coronel Ulisses, Seguido o deputado Velter e logo em seguida deputado Paulão. Coronel Ulisses vossa excelência dispõe do tempo de até 3 minutos.
Deputado
Senhor presidente, hoje eu venho aqui à tribuna, pedir o apoio dos nossos nobres deputados, para aprovação do PL de minha autoria número 714. Ele trata da audiência de custódia, não somente para moralizar essa pouca vergonha, essa demência que nós temos, dentro do nosso arcabouço jurídico, mas principalmente, para que nós possamos fazer com que esse instituto possa ter 1 moralidade e não coloque em risco a sociedade como tem ocorrido nos últimos tempos. Principalmente, quando nós temos várias pessoas que cometem crimes reiteradamente e que são colocados em liberdade. Pessoas que muitas vezes, como é o caso da senhora, eu tenho aqui 1 senhora que entrou em contato comigo no Instagram, pelo direct, ela falou assim meu amigo, na segundafeira na minha casa, o meu irmão arrombaram a casa dele, renderam com arma de fogo meu irmão, é idoso, a esposa dele tem marcapasso do coração, tudo relatado depoimento. 4 meliantes, e ele foi liberado na audiência de custódia no dia seguinte. Como esses casos aqui, existe milhares no nosso país, Muitos, muitas pessoas hoje, não consegue ter 1 paz ou 1 segurança dentro da sua própria casa porque sabe que essa audiência de custódia que foi inventada pelo pelo atual ministro da justiça e segurança pública, o Lewandowski, que que também é o garoto propaganda da PEC da Segurança que é outra vergonha, quando vier pra essa casa nós não vamos aprovar essa PEC, não da maneira como eles estão trazendo aqui, mas eu quero pedir o apoio dos nossos deputados, porque é inadmissível que pessoas que comentam o estupro, que comentam sequestro, homicídios, crimes hediondos e vários outros tipos de crimes, sejam colocados liberdade simplesmente por 1 formalidade jurídica que nós entendemos que tem só tem contribuído para aumentar a violência no nosso país, para aumentar a criminalidade e principalmente a impunidade. E quando 1 pessoa tenha certeza, que não vai ser punida, com certeza os aumentos de crimes, ele só tem só tende a crescer cada dia mais. E o nosso país, só pra ter 1 ideia, em termos de de de homicídios, ele supera mais de 52 países do mundo, inclusive Estados Unidos e a Rússia. Então nesse sentido eu quero pedir apoio dos novos deputados para que nós possamos aprovar esse PL 714, agradecer ao nosso relator, deputado Lafaiete, que aprimorou muito bem esse esse projeto, e que nós possamos nesse momento, dar 1 resposta à sociedade que tanto anseia por segurança e que tanto anseia pela paz social. E peço ao nosso presidente que seja colocado, na AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA nossa o nosso depoimento.
Transcrição automática
Da voz do Brasil.
Deputado
Muito obrigado, Paulo. Muito obrigado, deputado coronel U Ulisses. Agradecer aqui o deputado Charles Fernandes pelo período que esteve presidindo a sessão. Nós nós vamos abrir a ordem do dia, vamos abrir a ordem do dia, e eu tenho aqui algumas inscrições que nós vamos manter. O deputado Paulão, eu tenho aqui deputado Paulão e deputado Charles Fernandes. E dá minuto hein? Eu tenho aqui deputado Paulão e deputado Charles Fernandes, é o que está na lista aqui. Ele me chamou antes do que o Paulão né? Dá minuto. Então o deputado deputado Paulão, deputado Paulão tem a palavra vossa excelência. Mas ele que anunciou E eu quero já anunciar aqui a abertura da ordem do dia, a lista de presença, registro e comparecimento de 403 deputados, senhoras deputadas e senhores deputados. Passase a ordem do dia e eu mantenho a inscrição do deputado Paulão, vossa excelência tem a tribuna à disposição.
Transcrição automática
Senhor Presidente,
Deputado
Colegas parlamentares, eu chamo atenção para os deputados dessa casa. É agora é. O Congresso aprovou, através do Senado, jabuti de 25000000000 de reais. Isso é muito grave pessoal. A gente está discutindo aqui, energia limpa, que é paradigma, desafio para o mundo. No entanto, a comissão de infraestrutura do Senado, ela manteve carvão e gás, como fonte de energia. O mundo está mudando. A gente está incentivando energia solar, energia eólica, o próprio modal, que é hidrelétrica no Brasil. No entanto, o Senado manteve carvão, que é 1 energia que não tem nada a ver com a nossa realidade, e principalmente gás. Esse jabuti de 25000000000, foi aprovado no Senado, mas quando chegar nessa casa a gente pode derrubar. No sentido não só ter energia limpa, mas como a gente possa discutir a diminuição da tarifa. O Brasil, através do controle do centrão, manteve mesmo num período de inverno, quando as hidrelétricas estava com seus reservatórios totalmente cheios, com vertedores funcionando, eles mantiveram as termoelétricas. Por interesses, até porque são poucos empresários que controla a termoelétrica no Brasil. Mas o lobby aqui, tanto da Câmara como no Senado, manteve as termoelétrica caríssima. E isso tem resultado prático, que é o resultado de alterar tarifa e a população pagar 1 energia muito alta. Principalmente depois das privatizações, da distribuidora, que tem 1 figura que controla a distribuidora no Brasil. O mesmo empresário que mora na Suíça, que quebrou, as americanas que são donas de a distribuidora na sua maioria. Jorge Paulo Lemann, o empresário que não merece credibilidade, Que hoje que define o valor da tarifa, que quebra a americana e diz que a culpa são dos seus gestores, quando ele é o dono e não tem responsabilidade contra ele. Muito grave essa. Se, divulgado no meio de comunicação, muito obrigado. Muito obrigado.
Deputado
Paulão, a solicitação de vossa excelência à mesa carta pra divulgação na voz do Brasil, nos meios de comunicação social da casa. Então ainda deputado Velter e em seguida deputado Charles Fernandes. Deixando claro que nós já estamos no período da ordem do dia que já está aberta, mas estamos concedendo a palavra a vossa excelência. Obrigado.
Deputado
O presidente. Boas notícias. Lula está firme e forte e com saúde. Toda a nossa gratidão para as quem desejou orações, rezou pela pronta recuperação do presidente Lula. E e você? A gente deseja em dobro, mas em dobro mesmo, tudo o que você desejou ao presidente Lula, que agora está muito bem, graças a Deus, se recuperando da sua saúde. E senhor presidente, saúde ao Brasil com democracia sempre. Vida longa presidente Lula. Senhor presidente, tem assunto também que eu quero falar aqui que é bem importante que trata do tema de relevância nacional. O tema se trata de projeto que eu sou autor, é o projeto 22 23, que trata da da alteração da lei do PNAE que inclui todos os institutos federais para receberem também os recursos pra alimentar os estudantes de toda a rede federal de educação tecnológica das escolas técnicas federais, os IFES. São mais de 600 instituições, em breve serão 700 instituições e até no final do governo Lula quem sabe, chegará próximo a 1000 instituições federais. O PNAE não atende essas instituições federais e está vendo 1 lei, esse projeto é o 22, 23, e a gente também pede que ele estou articulando para que ele entre na pauta ainda esse ano, porque ele tem já aprovação unânime das comissões de mérito, da devida a importância que ele tem, inclusive de todas as forças políticas dessa casa. Projeto 22 23, que altera a lei do PNAE, que garante que os todos os institutos federais também receberam recursos para os seus estudantes. Muito obrigado presidente e gostaria de que também constasse na voz do Brasil, o meu pronunciamento.
Deputado
Obrigado deputado Velter, a próxima próxima e última inscrição, porque a hora do dia está aberta e nós vamos abrir os trabalhos, dos projetos e requerimentos pra serem votados. Deputado Charles Fernandes, e eu quero conceder à deputada Cristo Onieto minuto do microfone de aparto. Senhor
Deputada
Colegas parlamentares, hoje mais dia em que o Rio de Janeiro amanheceu de luto. Dessa vez, 1 vítima de bala perdida estava cumprindo suas funções no hospital Ciro Dias e foi atingida por 1 bala perdida, capitão de Mari Guerra e médica da marinha, Gisele Mendes. Eu gostaria de pedir a sensibilidade dessa casa para que nós pudéssemos fazer minuto de silêncio. Isso porque tantas vidas estão sendo perdidas. Quantas mais serão vítimas dessa violência desenfreada, dessa violência sem fim, tanto no Rio de Janeiro quanto no Brasil inteiro. Então eu queria pedir minuto de silêncio e pedir também que o nosso senhor possa confortar o coração de todos os enlutados nesse momento, que o nosso senhor possa, de fato, acolher a cada 1 dessas pessoas que realmente estão sofrendo esse momento de luto e de dor e me solidarizar com todos eles. Muito obrigado senhor presidente, então minuto de silêncio, por gentileza.
Deputado
Solicitação da deputada Cristo Antonyto. Então minuto pelo falecimento de Gisele Mendes, nossa doutora Gisele.
Transcrição automática
Muito obrigado. Obrigado senhor presidente. Deputado Charles Fernandes Muito obrigado a palavra excelência. Não.
Deputado
Leopoldo Pompeu de Matos, vou falar aqui vossa excelência já abriu ordem do dia, senhores deputados, senhoras deputado. Após o processo do dia 6 de outubro, aonde se elegeram os prefeitos, viceprefeitos, prefeita, viceprefeitas, vereadores e vereadoras, está chegando a hora da diplomação dos prefeitos e das prefeitas, viceprefeito, vereadores e vereadoras de todo o Brasil. Nesse contexto quero registrar e parabenizar os eleitos da minha região, da região de Guanambi, que serão diplomados ainda essa semana, devido os nossos compromissos aqui, felizmente não teremos condições de participar da diplomação dos prefeitos. O Arle Oliveira da cidade de Urandi, João Veiga prefeito de Pindaí, Tito prefeito de Palma de Monte Alto, Valdinha prefeita do Iuriú, doutor Pedro Malheiro da cidade de Sebastião Laranjeiras, Tadeuzinho prefeito de Ibiaçucê, Galego prefeito de Guazeru, dona Olga, prefeita da matina, doutor Ricardo, prefeito de Tanque Novo, Edmilson, prefeito de Botuporanga, doutor Jime, prefeito da Malhada, seu Valmir, prefeito de Feira da Mata, Xica do PT, prefeita de Carinhanha. Quero dizer esses prefeitos, viceprefeito, vereadores, que reafirmo o nosso compromisso, como deputado daquela região de continuar dedicando, trabalhando para melhorar a vida do povo da nossa região. Esse é o nosso compromisso, que vamos continuar promovendo o desenvolvimento da agricultura familiar e participando ativamente desses, da administração desses prefeitos e logo em seguida, na próxima semana, daremos aqui e falaremos de outros prefeitos que compõe também a outras regiões ali na Bahia. Obrigado nobre deputado Pompeu de Matos, peço que dê divulgação na voz do Brasil o nosso pronunciamento, obrigado.
Deputado
Muito obrigado deputado Charles Fernandes. Vamos ainda, conceder minuto ao deputado Silas Câmara, pra nós seguir então na ordem do dia, tenha a palavra excelência. Senhor
Deputado
Subo a esta tribuna para manifestar minha posição contrária ao parágrafo 11 do artigo 37 proposto pela PEC 45 de 2024 e defender a sua exclusão do texto. Essa emenda ao buscar uniformizar senhor presidente, nacionalmente, as regras para parceiros legislatórias dos servidores públicos por meio da lei complementar, afronta dos pilares fundamentais da nossa constituição de 88 senhor presidente, que é o pacto federativo. Vivemos o estado federativo que assegura a autonomia de cada ente, união, o estado e o Distrito Federal, para legislar sobre seus próprios regimes administrativos e enumatório e enumeratório, senhor presidente. Essa autonomia não é privilégio, mas é 1 garantia constitucional protegida como causa pétrea. Ela permite que cada estado adapte suas políticas e realidades econômicas e democráticas locais promovendo 1 gestão pública eficiente e responsável. O parágrafo 11 do artigo 37, senhor presidente, ao centralizar as suas decisões no âmbito federal, desrespeito à autonomia e viola diretamente o pacto federativo. O Supremo Tribunal Federal já se manifestou em diversas ocasiões, reconhecendo a competência dos estados para legislar sobre vencimento dos seus servidores. Ignorar esse entendimento seria retrocesso, e abriria precedente perigoso, permitindo que outras questões igualmente sensíveis sejam tratadas como 1 centralização desnecessária e inconstitucional. Além disso, precisamos, senhor presidente, lembrar que a defensoria pública, instituição essencial ao regime democrático, também será afetada. Essa carreira responsável por promover o acesso à justiça para milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade depende de condições adequadas de trabalho e remuneração adequadas à realidade de cada estado. Ao retirar dos estados a capacidade de gerir essas, a defensoria pública e prejudicando diretamente aqueles que mais necessitam dos seus serviços. Portanto senhor presidente, por isso faço apelo aos meus colegas parlamentares do nosso dever proteger o Pacto federativo, respeitar a particularidade regional e garantir que mudanças da constituição sejam feitas de forma que a discussão seja responsável. O parágrafo 11 do artigo 37 deve ser suprimido do texto da PEC 45. Senhoras e senhores, precisamos, nosso país centralizar decisões e enfraquecer a autonomia federativa, não é caminho, reafirmo o meu compromisso em lutar por Brasil mais justo, equilibrado, fiel, mas de princípio que regem a constituição. Nós da Frente Parlamentar Evangélica vamos apoiar a retirada, senhor presidente, do parágrafo 11 do artigo 37, da PEC 45, dando autonomia e mantendo o pacto federativo e, senhor presidente, firme e respeitando. Obrigado, deputados.
Deputado
Câmera. Na ordem do dia, projeto de lei 5 8 45 2016, do senhor Sandro Alex e apensados. No QR Code. Discussão em termo único do projeto de lei número 5 8 4 5 2016, que altere os artigos 5 5, 5 7 180 e 266 do decreto lei número 2, 8 4 8 de 7 de, dezembro de 1940, código penal, pendente de parecer, tendo proposições apensadas, inclusive o PL 5 30 de 2023, honrosamente da minha autoria, a autoria do deputado Pompeu de Matos. Para oferecer parecer ao projeto pela comissão de constituição e justiça e de cidadania, concedo a palavra ao eminente deputado Ottoni de Paula, Rio de Janeiro, tem a palavra vossa excelência, Ottoni de Paula. Enquanto o deputado Otônio de Paula acerta o detalhe da do seu parecer, eu quero conceder a palavra ao deputado Marcelo Vanratti por 2 minutos na tribuna. Senhor presidente
Deputado
Eu acompanhava, acompanhava pouco, a sessão, de debates do Supremo Tribunal Federal porque aquilo, infelizmente virou corpo legislativo. E o ministro Fux dizia, na verdade eu não acompanhava, alguém acompanhava e me mandou e recuperei. O seguinte. Vamos colorir com 1 ética melhor, deputado Fraga, vamos colorir com 1 ética melhor os discursos parlamentares, que estão usando os discursos pra parlamentares pra dizer qualquer coisa. O ministro Fux agora, quer decidir o que nós deputados, podemos dizer aqui, é pior do que aquilo que está acontecendo comigo. Inclusive depois, mencionado pelo ministro Gilmar Mendes nesse mesmo debate, porque ele fala, em determinado momento, que o procurador geral da república, decidiu abrir a inquérito mentira porque não foi decisão do procurador geral da república, inquérito contra parlamentar, por ter agredido policiais federais o seu discurso. E aí, diz o ministro Fux, coitadinhos dos policiais federais, que não podem ouvir discursos inflamados da tribuna, pois se eles continuarem, daqui a pouco ninguém mais, vai querer ser policial federal. Oh, dá bolas. Se policial federal tem medo de discurso parlamentar, o que dirá então, que terá em relação a bandidos? Senhor presidente, o que está acontecendo? Peço minuto pra concluir. E me diz o relator que precisa de tempo ainda então agradeço. O que nós estamos vendo, é 1 interferência direta, no congresso nacional. O supremo tribunal federal veio a pouco a pouco fechando as portas do parlamento, e este último debate na tarde de hoje, que visa censurar as redes sociais, ao deliberar sobre o artigo 19 do marco civil, demonstra que estão com a intenção de definitivamente fechar o congresso nacional. Como foi feito no regime militar, como foi feito no estado novo de Vargas, por meio da mesma forma usada no passado. Acabando, com a imunidade que temos, para sem receio dizer aquilo que acreditamos. Por por isso presidente, por isso presidente venho aqui, com muita preocupação, com muita preocupação. Dizer mais 1 vez a todos os parlamentares, que declararam sua solidariedade a mim, muito obrigado, porque não é a mim mas é ao parlamento e por isso que tenho tanta solidariedade nos últimos dias. Muita preocupação porque a manifestação do presidente Arthur Lira e a vossa deputado Pompeu de Matos, corajosa e correta, que eu ouvi aqui, da presidência dos trabalhos. Precisa significar atitudes claras além das palavras maravilhosas e corretas que os senhores utilizaram aqui. Ou temos atitudes, inclusive processando por abuso de autoridades delegados que estão investigando e nos indiciando. Ou esta casa, fechará suas portas, não por culpa do supremo apenas, mas pela omissão, do próprio congresso nacional. Obrigado senhor. Obrigado.
Deputado
Deputado Marcelo Vanratten, a mesa sempre deixa muito claro e reitera, que aliás a constituição prevê que o deputado, tem o direito de exarar sua opinião, a sua palavra, o seu voto, e ninguém tem o poder de processar deputados por opinião, palavra, por voto, esse é o que garante a constituição e nós vamos deixar isso muito claramente consignado, inclusive se a palavra é mais polida, se a palavra é mais singela, é mais macia, se a palavra é mais leve, é mais rude ou é mais forte, isso é do linguajar de cada parlamentar, é do jeito de cada o parlamento tem que se expressar porque ele é a pluralidade da representação popular, nós somos aqui o que a população é lá, nós somos produto do meio, e o parlamentar e o parlamento jamais vai deixar de exercer na amplitude o seu direito constitucional de exercer aqui a liberdade de opinião, de palavra e de voto, isso pra nós é consolidado, ninguém vai dizer o que o deputado tem que dizer, ninguém vai dizer o que o deputado tem que como é que tem que votar, ninguém vai dizer o que o deputado tem que achar, porque cada diz o que pensa, fala o que sabe, conta o que vê, e relata o que está acontecendo na visão que ele tem daquilo que está, transparecendo no nosso país portanto, eu quero deixar sempre consignado isso, até porque a tribuna é o lugar livre sagrado ao parlamento, o povo não tem esse direito, mas o parlamentar tem porque o povo lhe conferiu através da constituição, que é brasileira, e que todos os brasileiros e todos os Poder Legislativo, Executivo, Judiciário e todas as autoridades têm o dever e obrigação de respeitar. Obrigado, deputado, deputado Antônio de Paula. Minuto presidente, minuto. Eu só gostaria de elogiar vossa excelência, dizer
Deputada
Sua excelência sentado na cadeira da presidência, ao fazer esse pronunciamento, marca aqui, faz 1 marca muito forte, que é esse parlamento não vai se curvar a esse tipo de intervenção inconstitucional nas nossas prerrogativas. Prerogativo é algo muito sério, não é direito sequer do indivíduo, do deputado como pessoa, mas sim de todo o povo que nós representamos. Então parabéns pela sua firmeza, ela há de ficar registrada nos anais da história, muito obrigada. Deputado Bia Kisses, e aqui deputada Bia Kisses não é porque é
Deputado
De ou de outro lado, nem da direita, nem da esquerda, o que tem esta ou aquela opinião a favor de ou de outro. Aqui é o parlamento, não importa o lado, porque hoje é deputado amanhã é outro. Hoje é o deputado Marcelo Vanradato e amanhã é o deputado do PT, do PDT, do do PL, do PSDB, do MDB, do PP, e e todos nós temos que saber que isso é prerrogativa do parlamento, do parlamentar. E disso nós não podemos abrir mão? Absolutamente não. Deputado, deputado Antônio de Paula, iminente relator, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Senhor Presidente, deputado Pompeu de Matos. Antes eu quero agradecer ao presidente Arthur Lira pela oportunidade de relatarmos projeto de lei tão importante, que aliás, está apensado nele também projeto de lei de vossa autoria, deputado Pompeu de Matos, que altera o código penal para aumentar as penas para furto, roubo e receptação de de cabos de energia e comunicação. Portanto parabéns deputado Pompeu de Matos. Quero também agradecer ao nosso presidente da nossa comissão de segurança e de Isnaldo Bulhões. Presidente, peço permissão para ir direto ao voto. Pressupostos de constitucionalidade, observamos que inexiste qualquer objeção quanto ao pressupostos de constitucionalidade do projeto de lei número 4497 de 2019 e de seus apensos. Outro sim, as peças legislativas em comento atendem as premissas constitucionais materiais, bem como os preceitos constitucionais formais concernentes à competência legislativa da união, as atribuições do Congresso Nacional e a legitimação de iniciativa parlamentar. Nesse mesmo sentido, são jurídicas as disposições penais constantes na proposta haja vista que guardam harmonia com o sistema jurídico brasileiro. Ainda sobre o mesmo enfoque, constase a adequação do texto com regras vinculadas à lei complementar número 95 de 1998, alterada pela lei complementar número 107 de 2000 e apenas, merecendo alguns ajustes realizados no substitutivo apresentado abaixo. Sobre o mérito, no que diz respeito ao mérito das iniciativas legislativas em análise, cabe assinalar que as preposições são convenientes e representam grande avanço no arcabouço criminal pátrio. Vejamos, as preposições pretendem alterar a redação do artigo 155 do código penal, a fim de recrudescer as condutas que tenham por objetivo o furto de fios ou cabos de energia elétrica ou de serviço de telecomunicações, bem como elementos de rede e equipamentos cuja função seja possibilitar a prestação de serviços de telecomunicações. Quanto ao artigo número 157, que trata do delito de roubo, os projetos de lei pretendem combater igualmente as condutas envolvendo subtração for de fios ou cabos de serviços de energia elétrica ou de serviços de telecomunicações, bem como de elementos de rede e equipamentos cuja função seja possibilitar a prestação de serviço de telecomunicações. A respeito das mudanças no delito de receptação, no artigo 180, parágrafo sexto, as preposições e estudos pretendem inserir o termo abre aspas, empresas autorizatárias de serviços de telecomunicações, fecha aspas, bem como acrescentar no parágrafo sétimo com a seguinte redação, abre aspas, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito ou expor a venda de fios ou cabos de fornecimento de energia elétrica ou de serviços de telecomunicações, bem como elementos de rede e equipamentos cuja função seja possibilitar a prestação de serviço de telecomunicações, mesmo que o material esteja descaracterizado sem a devida comprovação de sua origem, deve presumirse obtida por meio criminoso, fecha aspas. Acreditamos que a inserção do parágrafo sétimo, no artigo 180, é meritória e necessário, 1 vez que a tipificação de tal conduta venha aprimorar o tipo penal de repitação, a fim de apenar devidamente as condutas que afetam os serviços de telecomunicações, bem como o transporte de materiais ferroviários e metroviários, em razão do grande impacto negativo
Transcrição automática
As ações têm para a sociedade, com o objetivo de adequar os números do tipo de qualificadora aos do CAPUT e melhorar a técnica legislativa sugerese nova redação nos termos do substitutivo que a seguir apresentamos. As propostas legislativas também almejam modificar o artigo segundo, o parágrafo segundo do artigo 266 do Código Penal, que passaria a dispor o seguinte, abre aspas, aplicase as penas em dobro se o crime é cometido por ocasião de calamidade pública, ou mediante a subtração, dano ou ou distribuição de equipamentos instalados em estrutura utilizada para prestação de serviço de telecomunicações, fecha aspas. No tocante a mudança do parágrafo segundo do artigo 12 meia meia, do código penal, a mudança legislativa é meritória, 1 vez que a majorante terá a aplicação quando a interrupção ou perturbação da prestação do serviço for efetivada através da subtração, dando ou destruição do equipamento usado na prestação de serviço de telecomunicações, tendo em vista a maior reprovabilidade da conduta e o condenável modos operante do agente. A fim de melhorar a técnica legislativa da causa especial de aumento de pena no substitutivo aqui apresentado, trocamos a expressão abre aspas, equipamento instalado em estrutura utilizadas para prestação de serviços de telecomunicações, fecha aspas, por abre aspas, equipamento utilizados na prestação de serviços de telecomunicações, fecha aspas, a fim de aclarar a redação da majorante e permitir que 1 maior gama de condutas possa ser encaixada no dispositivo legal. Como visto, é necessário que esta casa legislativa apresente 1 resposta imediata aos crimes patrimoniais, envolvendo de cabos de fornecimento de energia elétrica ou de serviço de telecomunicações, bem como elementos de rede e equipamentos cuja função seja possibilitar a prestação de tais serviços, em razão da nefasta magnitude que a reinteração de tais crimes representa para o sistema de telecomunicações de fornecimento de energia elétrica, afetando diuturnamente toda a sociedade brasileira. Além disso, é necessário salientar que o substitutivo em anexo, contemplou também as condutas criminosas envolvendo materiais e equipamentos ferroviários e metroviários, tendo em vista que como exposto na justificação do PL apensado 760 de 2024. Outro sim, imperioso que o substitutivo anexo também realize a adequação da pena do crime de lavagem de dinheiro, conduta criminosa igualmente nefasta à nossa sociedade a fim de tornar mais eficiente a percepção penal contra o tal delito, o qual tanto alimenta as organizações criminosas que opera em nosso país. O apenso do PL 4997 de 2019, altera a lei número 9472, de 16 de julho de 1997 para considerar como clandestina atividade desenvolvida com a utilização de fios, cabos ou equipamento de telefonia ou transferência de dados, por quem saiba ou deva saber se produto do crime, ser produto de crime, impondo a pena de para concessionária, permissionária e autorizada do serviço de telecomunicações que encontrem nessa situação. Entendemos que a sanção da caducidade, como a única sanção possível, é desproporcional, pois desconsidera a importância estratégica das telecomunicações para a sociedade. A capacidade imposta a 1 empresa que oferece o serviço em todo o território nacional poderá interromper a comunicação de milhões de brasileiros, além disso, os serviços públicos essenciais que usam a rede de telecomunicações da prestadora serão prejudicados. É necessário portanto modular a sanção com outros quesitos de acordo com o caso concreto. Nesse contexto propomos no substitutivo apresentado que as sanções a serem aplicadas às concessionárias, permissionárias e autorizadas de serviço de telecomunicações, sejam aquelas definidas no artigo 173 da LGT, advertência, multa, suspensão temporária, caducidade ou declaração de inidoneidade. Dessa forma, a agência reguladora responsável poderá ajustar a sanção de acordo com a gravidade do fato. Em relação a operação clandestina, concordamos com o texto proposto no PL 4997 barra 2019, de considerar como clandestina a atividade desenvolvida com a utilização de fim os cabos ou equipamentos de telefonia ou transferência de cabos por quem saiba ou deva saber ser produto de crime. O PL 4997 barra 2019 estabelece ainda que os órgãos reguladores adotem regras para atenuar ou extinguir penalidades administrativas e suspender obrigações regulatórias em caso de interrupções de serviço causados por roubo, furto ou danos a equipamentos além de desconsiderar tais ocorrência nos indicadores de qualidade. Estamos de acordo com essas propostas, vocês conhecem que eventos como roubo, furto ou dano a equipamentos são situações alheias ao controle das operadoras e concessionárias não podendo ser tratados como falhas administrativas ou operacionais. Além disso, a desconsideração dessas ocorrências nos indicadores de qualidade assegura 1 avaliação mais realista e justa no desempenho das empresas enquanto a suspensão de obrigação de obrigações regulatórias afetadas permite que os esforços se concentrem na restauração do serviço com maior agilidade e eficiência beneficiando toda a sociedade. Portanto, para a conclusão do voto diante do exposto na comissão de constituição e justiça e de cidadania, somos pela constitucionalidade da juicidade e boa técnica legislativa da matéria e no mérito pela aprovação do projeto de lei número 5845 de 2016 e seus apensos com o substitutivo em anexo. Lido relatório senhor presidente.
Deputado
Faças a discussão, antes porém, concedeu o tempo de liderança da minoria a deputada, Bia Kiss. Bia.
Deputada
Prezados colegas, senhor presidente, estarrecedor o que nós estamos assistindo, estarrecedor. Eu estava vendo vídeo da sessão do supremo tribunal federal, em que o ministro Fux, diz que tem que colorir de forma mais suave e mais branda, a fala dos parlamentares na tribuna eles não estão mostrando das nossas falas nas tribuna. Depois disso vem o ministro Gilmar e complementa também, no sentido de que a imunidade parlamentar não é absoluta. Meus amigos, eu acho que Paulo Freire causou desastre tão grande, que as pessoas não conseguem mais entender o que elas leem, porque o artigo 53 da constituição ele é muito claro, quando diz afirma, que deputados e senadores parlamentares são, absolutamente imunes. Civil e criminalmente, por quaisquer quaisquer. Palavras, votos e opiniões. A constituição não disse que esse direito, que essa garantia fundamental, fica sujeita ao entendimento, à vontade, à compreensão dos ministros do supremo tribunal federal. Veja, ministro do Supremo, que é guardião da carta magna, a quem incumbe interpretar a constituição, não pode interpretála contra texto expresso da própria constituição. O ministro Celso de Melo, outrora daquela corte, em julgado deixou muito clara essa vedação. Não pode se interpretar a constituição, não se pode interpretar a constituição contra texto expresso da constituição. Ao intérprete, não é permitido romper com o texto legal ou constitucional para impor sua visão de mundo. Agora nós temos supremo em que diz que vai recibilizar o Brasil. O outro entende que a forma de fazer isso, é escolhendo as palavras dos parlamentares. E pior, tudo isso ocorre, em razão de 1 denúncia feita nesta tribuna, pelo deputado Marcel Van Haten, e pelo deputado Cabo Gilberto, que denunciam delegado por abuso de autoridade. E aí no julgado parece, que ministro teria dito que assim ninguém mais vai querer ser delegado, porque vai ficar talvez sujeito a denúncias dos parlamentares. É isso mesmo? O parlamento vai se calar diante disso? Ah não, já não se calou, porque o presidente desta casa, Arthur Lira, deste plenário, afirmou que não permitirá a violação, a nossa prerrogativa de imunidade parlamentar. Mas os ministros estão dando as costas também ao presidente de poder, Arthur Lira. Estão ignorando agora a imunidade parlamentar e também vários outros artigos da constituição, como na separação dos poderes. Poderes são independentes, são autônomos. Cada com as suas atribuições, perfeitamente expressas na carta magna. Não pode, poder violar a prerrogativa de outro. Então o que estamos vivendo aqui é muito grave. E eu não vejo muita atenção dessa assembleia aqui nesse momento. Parece que, esse tema não aflige a cada de nós aqui. Pois hoje se temos parlamentares que defendem a liberdade de expressão, que são alinhados à direita, e que estão sendo perseguidos, amanhã, parlamentares de esquerda também poderão ser perseguidos. Ninguém está livre disso. Pois eu quero, eu quero aqui relembrar que esse parlamento já foi mais digno. Que quando se tentou caçar a palavra de deputado, porque ele afrontou, de alguma forma, as forças armadas, conclamando por 1 greve das esposas, dos oficiais, e que quiseram caçálo, isso não foi permitido essa casa se levantou. E não permitiu a sua cassação. Onde estão agora os garantistas? Eu quero saber onde estão os garantistas. Ministros garantistas, parlamentares garantistas, advogados OAB garantista, onde estão todos? Para virem garantir o exercício de 1 prerrogativa fundamental à própria existência da república e da democracia. Ninguém pode vir colorir as nossas palavras. E digo mais, não só nessa tribuna, por qualquer meio, em entrevistas na mídia, em qualquer lugar. Numa reunião, porque estamos o exercício das nossas funções, o tempo todo. Quando tratamos de política, e quando se faz 1 denúncia mais ainda. Porque a constituição meus amigos, não nos garantiu imunidade para falarmos palavras belas, coloridas de azul, de rosa bebê, não. As cores são aquelas, que a situação e o fato exigirem, às vezes serão negras. Às vezes serão 50 tons de cinza, serão vermelha. De acordo com a nossa vontade, com a nossa vibração, com a vibração das nossas palavras. Não venham querer nos colorir, porque do jeito que estamos, a única cor certamente será a vermelha. E nós repudiamos, nós queremos usar as cores verde e amarelo desta tribuna. As cores da liberdade. Não aceitamos quem quer que seja que venha tentar enquadrar a nossa fala na tribuna ou em qualquer lugar afinal, foi o próprio ministro Barroso e eu quero juntar aqui o tempo meu de fala com. Continuando a discussão do projeto, conceda a palavra ao deputado Gilson Daniel. Minuto a nossa jornada hoje aqui é muito longa então por favor. Falando é muito importante senhor presidente, acho que tu mais importante que a discussão de qualquer matéria. Então senhor presidente, eu quero dizer que nós não vamos nos calar até porque, o ministro Barroso disse que em tempos de internet, todo lugar excede do supremo. Se alguém critica o supremo numa entrevista na internet nas redes, excede do supremo para fins de abertura de inquérito. Então em tempos de internet, as redes também são 1 extensão dessa tribuna, porque é nas redes que nós falamos com os nossos eleitores, com o povo brasileiro, é nas redes que nós levamos o conhecimento do que se passa nessa casa. Senhor presidente, eu peço que as minhas palavras ecoem na voz do Brasil, na consciência dos brasileiros, dos políticos e em todos os meios de comunicação dessa casa. Muito obrigado. Muito obrigado deputada, vossa excelência será atendido na forma regimental.
Deputado
Deputado Gilson Daniel. Marcos Pollon. Coronel Crisóstomo. Em seguida é Pompeu de Matos.
Deputado
Presidente, quero defender aqui o PL 5 8 4 3 de 2016, relatado aqui pelo deputado Ottoni de Paula. Muito bem relatado. Por aprovar conjuntamente o meu PL. O meu PL é o 99 de 2024, que aumenta a pena ao furto de energia elétrica. Todos os cantos têm esse tipo de furto. E nós sabemos que isso existe. O meu PL, inclusive, poderá baixar o valor da conta de energia. Pois, ao combater o furto, o cidadão de bem será protegido contra quem age de má fé. Logicamente, a gente sabe, isso existe no nossos estados, no, nas nossas cidades. Que há grande furto de energia. No meu estado, em torno de 15 por 100 de energia é furtada. Portanto, senhores, sou favorável através do meu PL, 99 de 2024, para impedir o furto de energia, por isso, aumentei a pena para quem furta a energia do cidadão de bem, por quê? Porque a empresa, certamente, não fica com o prejuízo. Aquele cidadão vai, furta energia, e a empresa passa a conta pra quem? Pra aquele que paga energia elétrica corretamente, que paga em dia. Portanto, Presidente, Parabéns ao deputado Otônio de Paula, que apensou o meu projeto de lei 99 de 2024, e estou feliz por isso. Muito grato por essa oportunidade, que minha voz vá a voz do Brasil. Obrigado. Obrigado deputado coronel
Deputado
Para falar contra deputado Chico Alencar. Para falar contra deputada Taliria Petroni. Acho que vai.
Deputada
É claro, que nós vivemos 1 crise, na segurança pública brasileira, e é papel desse parlamento, apresentar soluções pra resolver essa crise. No Rio de Janeiro, 1 pessoa foi assassinada, por bala perdida, que em geral encontra o mesmo corpo, pobre, preto, favelado, por dia, 1 por dia. Nesta semana, 1 bala também encontrou 1 médica da marinha. Veja, nós precisamos resolver a crise de segurança pública do Brasil, mas não adianta, a gente ter os remédios errados pra enfrentar essa crise. A gente nos últimos anos está fatiando o código penal, acabando com a dosimetria, que diz que penas mais graves pra pra crimes mais graves. Hoje ninguém sabe, o critério que constitui o nosso Código Penal. E a gente ao invés de estar aqui se preocupando com os crimes graves, com os crimes violentos que merecem a responsabilização dura, de quem estupra, de quem mata. A gente está aqui, querendo aumentar para 12 anos, até 12 anos, a pena para furto. A pena para crime que não tem violência. Enquanto isso, caros colegas, apenas 10 por 100 dos homicídios no Brasil são elucidados. A gente deveria estar aqui pensando em como fortalecer o controle externo das polícias. A gente tinha que estar aqui, colegas, pensando em como valorizar os nossos agentes, garantindo a sua saúde mental e a sua valorização profissional. A gente tinha que estar aqui, colegas, pensando como a gente faz o SUSp, o Sistema Único de Segurança Pública, funcionar, integrando as polícias articulado com o Ministério Público, para que toda a cadeia do sistema de Justiça funcione. A gente tinha que estar aqui, colegas, pensando em como a gente pensa numa perícia independente, que se você tem 1 perícia independente, deputado Henrique, a gente vai poder ter 1 alucinação dos crimes. É lamentável, vou repetir esse dado, apenas 10 por 100 dos homicídios do Brasil são elucidados. Então, os remédios daqui, tem sido remédios errados, que dialogam com o populismo penal, que tentam dar 1 resposta aparentemente fácil, pra problema que é complexo e exige linha desse parlamento, da direita à esquerda, passando pelo centro. Coragem, responsabilidade para o remédio certo, para que todo mundo possa na sua cidade, viver seguro. Para que a gente reduz a letalidade no Brasil de forma efetiva e não fique enxugando sangue como temos feito nas últimas. Deputada, conceda a palavra
Deputado
Pra falar a favor deputado Pompeu de Matos.
Deputado
Senhor Presidente, senhoras e senhores parlamentares, este projeto é projeto extremamente relevante. E tem autoria de vários deputados E dos projetos inclusive é da minha autoria. E ele na essência, ele exatamente propõe o aumento de pena, elevação de pena, por causa de que este crime do roubo de fios, ele tomou 1 dimensão virou 1 epidemia no Rio Grande do Sul e no Brasil. Aliás, o projeto da minha autoria é o 50 e 30 que eu quero agradecer ao deputado Antônio de Paula, que o acolheu e juntamente com o seu relato o incluiu para a aprovação e será aprovado e vai virar lei, e eu não tenho dúvida, porque a questão do roubo de fios elétricos é 1 coisa deputado doutor Antônio de Paula absurda. No Rio Grande do Sul, como disse virou 1 epidemia, 1 pandemia, porque eles roubam esses fios, se os fios são de cobre, tem valor importante de mercado, e aí tem receptadores e viram negócio. E ninguém controla, e ninguém pune, e a punição é de nada, não tem significado, não tem importância, ninguém vai preso, ninguém paga por isso. E o roubo de fio que dizem 1 calamidade, o que que acontece? Tu deixas casas sem luz, tu deixas empresas sem luz, tu deixas prefeituras sem luz, tu deixas bairros sem luz, sem energia elétrica. Falei hospitais, tu deixa ali empresas, ou seja, prejuízos enormes, mais do que prejuízo pras empresas de energia elétrica, prejuízo pro consumidor, prejuízo pro cidadão, pra cidadania. E é tão grave isso que inclusive tem gente roubando fio e morrendo. Porque pegou tanto essa questão do roubar fio e da impunidade, que até quem não entende de eletricidade vai lá e mete o, Em média lá a tesoura, a torquesa, o alicate, e estão cortando o fio tomando choque, caindo de caindo de postes, caindo de transformador, explodindo transformadores. Então não dá pra mais pra aceitar, e não dá pra se calar. Então, esta casa, eu sei que tem que se pronunciar, e a pronúncia dessa casa é exatamente elevar a pena pra que esses que roubam o fio sejam punidos. Aliás, por conta disso, no Rio Grande do Sul, foi feito de tantas vezes que denunciei na imprensa e do projeto que apresentei, que a polícia civil fez 1 operação, e nessa operação prendeu dezenas de pessoas envolvidas no crime. Eu concluo presidente, inclusive prendeu o receptor, diminuiu pouco, mas logo em seguida eles se rearranjaram, se rearrumarem e continuam arrumando fios elétrico. Tem muita gente apavorada, por conta desse prejuízo que estão sofrendo, as suas propriedades inclusive segurança pública, porque sem energia elétrica não tem luz e dá luz, sem luz o semelhante age. Então, pela aprovação do projeto de lei.
Deputado
Pra falar a favor, conceda a palavra deputado capitão Alberto. Capitão Alberto.
Deputado
Presidente, queria minuto só. É importante a audiência de hoje, para que a gente possa votar projetos importantes para segurança pública. Mas para falar em segurança pública, nós tivemos aumento de 46 por 100 da presença de facções criminosa na Amazônia Legal. O que estão fazendo com o norte do Brasil é inaceitável. E eu peço ajuda a todo o congresso, para que a gente possa se unir e ajudar o norte a afugentar essas facções criminosas, que avançam cada vez mais, que estão elegendo até políticos, pra gente entender a gravidade. E nós temos 1 terra arrasada, lá no meu estado, nós não temos nem a BR 319, que liga o Amazonas, Roraima, ao restante do Brasil, desde o nosso povo isolado, o estado totalmente, sem a presença do estado, quem se faz presente é o estado paralelo. E hoje a pesquisa mostra que 46 por 100 das facções criminosas avançam na Amazônia ilegal. Por isso que esses projetos de hoje são importante, pra gente tornar a legislação penal mais rigorosa. Bater de frente com essas facções, dizer que o Brasil não é lugar de criminoso, o Brasil não é lugar de bandido. Então parabéns presidente da frente da segurança pública, da Câmara dos Deputados. Conte com o meu apoio pra aprovar os projetos tão importante hoje. Obrigado
Deputado
Capitão Alberto. Vai falar a favor deputada Érica Cocai. Dispensa? Ok. Então, encerrada a discussão, passase a votação. Lista de encaminhamento. A favor, deputado Marcos Pollon. Alberto Fraga, Érica Cocai.
Deputada
Nós estamos nos posicionando os favoráveis, de transformar em furto qualificado, esta condição do roubo, do roubo dos cobres enfim, porque eles provocam impacto muito profundo na comunidade. Então nós estamos falando de furto que vai que se repercute de forma muito intensa, porque muitas vezes vocês rompe com fornecimento de energia, você rompe com vários tipos de serviços a partir desse próprio furto. Então nesse sentido, nós estamos aqui, com o entendimento de que é necessário que nós possamos qualificar este furto na perspectiva de que possamos ver a abrangência que ele tem na comunidade muitas vezes na comunidade mais carente ou que tem 1 menor renda das nossas cidades. Portanto, é importante que nós possamos qualificar na perspectiva de mostrar o impacto que tem para o conjunto da própria sociedade. Isso representa 1 insegurança muito grande, porque muitas vezes a comunidade de forma recorrente, ela fica sem sem ter serviços, em função da ausência do próprio cobre que foi furtado. Nós temos entendimento que o recrudescimento penal, ele não era 1 medida que por si só, ele vai ele enfrenta a violência que nós estamos vivenciando. E também nós temos o entendimento de que o encarceramento como se dá no Brasil, ele não representou porque se encarcera muito e se encarcera muito mal. E nós temos nua, nas condições de encarceramento, muita violência e muita violação de direitos, o que impede que você tenha dos pilares da própria responsabilização, que para além da punição e do afastamento da sociedade, é a possibilidade de interrupção da trajetória delituosa e a ressignificação das próprias existências. Os nosso sistema, o sistema prisional brasileiro, que é o terceiro maior do mundo, ele não possibilita que você tenha esta ressignificação das próprias vidas. Não há inclusive políticas pra egresso, não há políticas para as pessoas que cometem crimes de menor potencial ofensivo pra que possam repensar, interromper essa trajetória infracional. Mas neste caso específico, nós vamos votar favoráveis porque achamos que é preciso qualificar este furto pelo impacto que ele carrega no conjunto da sociedade, porque isso significa que nós não encaramos que é furto simples, mas é furto que tem consequências ao conjunto da sociedade. Obrigado, deputada, a encaminhar.
Deputado
Deputado Chico Alencar. Em votação o substantivo oferecido pelo relator da comissão de construção e justiça e cidadania. Ao projeto de lei 58 45 de 2016. Orientação de bancada. Consulta os líderes se pode colocar sim para todos. Presidente. Pessoal Eu quero orientar também. Pra encaminhar, pessoal, orientação de bancada. Presidente, pelo bloco
Deputado
B, PSD, podemos, bloco 40 assim, por entender da importância desse projeto, projeto que vem endurecer nesse momento tão difícil da criminalidade do nosso país. Então, bloco 40 assim. Presidente, pelo bloco
Deputado
Pelo bloco união presidente Nós queríamos arrepender a importância desse projeto, saudar saudar o relator o Tony de Paula, expressar a minha gratidão por ter acolhido também a minha proposta 50 e 32023, que está aprovada no bojo desse projeto, com isso nós estamos majorando as penas para o roubo de fio elétrico, para a recepção do fio elétrico, que não é crime simples como alguns acham, é crime de 1 ampla repercussão, porque deixa as famílias, empresas, bairros, comunidades, cidade, hospitais, área de segurança pública, cidades à escuridão por conta do roubo de fio elétrico e da receptação do fio elétrico. Então, é projeto importante, relevante, que com o aumento de pena nós vamos inibir esse crime, que por 1 vez definitivamente tem que ser punido de maneira dura. Muito obrigado deputado, como orienta
Deputado
Melhor poção presidente. Presidente.
Deputada
Claro que nós reconhecemos a gravidade do impacto do furto de fios. Mas eu convido esse parlamento a 1 reflexão. Nos últimos anos nós aumentamos a pena do horror que é o feminicídio. E eu pergunto, colegas, reduziu o feminicídio? Nós aumentamos a pena pra homicídio. E eu pergunto, colegas, reduziu o homicídio, ao contrário, não reduziu e apenas 10 por 100 dos homicídios são elucidados no Brasil, e esse parlamento não se debruça sobre isso. Nós criamos tipos penais e aumentamos penas pro próprio furto, na última legislatura ou no último ano. Reduzir o furto, colegas, não reduzir o furto. Veja, não adianta a gente ficar aqui fatiando o código penal, acabando com a dosimetria do código penal, criando o tipo penal e não tratando da segurança pública, qual complexidade que existe com propostas efetivas. Então, pessoal, lamentavelmente orienta não. Presidente, pela oposição encaminhemos sim. É logo,
Deputado
Projeto é muito importante para o povo brasileiro, lá na
Deputado
Senhor presidente, foram vários roubos, furtos, que aconteceu nessas últimas semanas, últimos meses, inclusive agora roubar a Cajé pra, senhor presidente, mantiveram o prejuízo de quase milhão de reais, e a região metropolitana da Grande João Pessoa ficou toda sem água por conta desses marginais. Então isso é isso era pra ser considerado ataque terrorista, quem rouba cabos e fios. É o mínimo que o parlamento tem que fazer é endurecer as penas para os marginais, e eu peço a vossa excelência que abra a votação. Senhor presente.
Deputado
Orienta o governo. Senhor presidente, essa
Deputada
É é muito cara pra todos nós. Na saia do Rio de Janeiro por exemplo presidente, isso é quase que 1 unanimidade, todos os dias temos roubos de cabo. Furto e roubo de cabos. Seu presidente deputado Sandro Alex, deputado Pompeu de Matos tiveram 1 grande ideia, porque a gente não está falando do furto ou do roubo contra 1 pessoa, mas na verdade você fala do furto e do roubo e por isso aumento de pena contra a sociedade. Quando se apaga sinal de trânsito, se prejudica toda aquela comunidade daquela cidade. Quando se apaga, senhor presidente, 1 trilho, no do trem, são milhares de pessoas que perdem a possibilidade do seu transporte. Portanto o governo, senhor presidente, entendendo essa dinâmica, vota sim pelo aumento de pena no caso de roubo, de, enfim, dos cabos, dando os parabéns ao nome relator. Muito
Deputado
Deputada quando vota como orienta o bloco PT.
Deputada
Não maioria parecia. Maioria? Desculpe. Então nós vamos, nós vamos votar favoráveis, isso aí é 1, tem impacto sobre a infraestrutura, e ele portanto ele é é é furto que ele vai reverberando, e ele entra dentro das casas e ele modifica a vida das pessoas, ele abala a vida das pessoas. Então portanto ele tem caráter e 1 extensão que justifica ser considerado furto qualificado, furto ou roubo qualificado, em função da extensão do atendimento, de impacto que provoca na própria comunidade, na vida das pessoas. Portanto nós sabemos que recrudescimento penal por si só, ele não tem dado respostas, as respostas necessárias para que nós possamos enfrentar a violência, mas é importante caracterizar como roubo ou furto qualificado em função desta dimensão, porque é furto, roubo que vai entrar dentro das casas e prejudicar
Deputado
Sem votação. Pelo novo, novo presidente. Pois não.
Deputado
Orientai agora faço questão deixaria até passar, mas me, causa espanto ver partido, orientando a favor de quem rouba cabo, a favor de quem rouba fio elétrico. Porque no fim é isso que o pessoal está fazendo a ser contra esse projeto. Esse projeto está aumentando pena pra quem comete esse tipo de furto, esse tipo de delito. E aí vem com 1000 explicações que não adianta, mas vem cá. O que adianta então se nós como legisladores, estamos propondo aumentar as penas, e isso não adianta? Então quem nós estamos fazendo aqui? Depois acham ruim quando a gente diz, que infelizmente é a mentalidade e a atitude da esquerda que favorece a criminalidade. E é isso que o pessoal está fazendo aqui, a votar a favor de quem comete esse tipo de delito. Por isso, o novo orientar. Contra quem comete esse tipo de crime, e a favor do aumento de penas.
Deputado
Deputado, em votação, aqueles que forem pela aprovação, permaneçam como se acham. Aprovado, estão prejudicadas a proposição inicial e as apensadas. Em votação, a redação final, aqueles que forem pela aprovação, permaneçam como se acham. Aprovado com o voto contrário do PSOL. A matéria vai ao Senado Federal. Antes de passar a palavra ao relator, eu quero devolver a palavra Eu só queria à à presidência para o deputado Pompeu de Matos. Presidente, eu só queria registrar
Deputada
Voto contrário, deputada Juliana Cardoso. Consignado.
Transcrição automática
Deputado
Muito obrigado deputado Alberto Fraga, parabéns a vossa excelência, parabéns pela aprovação do projeto e o nosso eminente relator Otônio de Paula pra 1 manifestação. Deputado
Deputado
O Pompeu de Matos, eu quero nessa tribuna agradecer a todos os pares, a todos os partidos com a votação contrária apenas do PSOL, pela aprovação desse projeto de lei 5845, tão importante que aliás foi apensado também o projeto de lei 1530 de 2023, de vossa autoria deputado Pompeu de Matos, que visa aumentar as penas para furto, roubo e receptação de cabos de energia e comunicação. Transformar esse tipo de delito, de furto comum para furto qualificado, aumentando a sua pena, é de suma importância. O furto de roubos e fios é furto que atinge toda a sociedade. Ele não se prende apenas a 1 pessoa, mas toda a sociedade ela é afetada e pode ser afetada até mesmo causando algo muito mais grave como a morte de 1 pessoa. Portanto, esta casa hoje, demonstra mais 1 vez, aumentando esse tipo de pena, transformando esse delito em furto qualificado, de que nós estamos ao lado da sociedade e não ao lado do crime. Parabéns a todos os nossos deputados, parabéns a todos que votaram sim a esse a esse importante projeto de lei e mais 1 vez, apensado, parabéns pelo seu projeto deputado Pompeu de Matos, projeto 1530 que visa também esse aumento de pena. Hoje quem ganha é o Brasil, é a sociedade brasileira. Obrigado.
Deputado
Deputado Otónio de Paula, parabéns a vossa excelência pelo excelente trabalho e a relatoria desse projeto de lei. Seguimos em frente, projeto de lei número 700 714 de 2023, do senhor deputado coronel Ulisses. Discussão entre o único do projeto de lei 714 2023 que altera o artigo 310 do decreto lei número 3689 de 3 de outubro de 1940 e Código de Processo Penal, para tornar obrigatória a decretação de prisão preventiva na audiência de custódia em caso de crimes hediondos, roubo, associação criminosa qualificada e quando for configurada a reincidência criminal. Pendente de parecer, tendo proposições apensadas, para oferecer parecer ao projeto pela comissão de constituição e justiça e de cidadania, concedo a palavra ao deputado Lafaiete de Andrade. Tens a palavra a vossa excelência, nosso honrado colega, deputado Lafaiete de Andrade, que é o relator na comissão de constituição de justiça e cidadania.
Deputado
Senhor presidente, senhores deputados, o presente projeto do eminente deputado coronel Ulisses, e que tem vários apensados, temos aqui o apensado do deputado delegado Ramagem, também do deputado Alberto Fraga, o deputado Nelson Barbudo, do deputado Kimkataguiri. Todos eles tratam do artigo 310 do Código de Processo Penal, CPP, que é o artigo que trata da audiência de custódia. Atualmente, e isso é importante que as pessoas saibam, pra não parecer que seja novidade nossa. Atualmente, o Código do Processo Penal, o artigo 310, ele fala o seguinte, que na audiência de custódia, se o juiz verificar que o agente é reincidente que integra organização criminosa armada ou milícia, ou que porta arma de fogo ou de uso restrito, deverá bemnegar a liberdade provisória. Ou seja, nessas hipóteses, atualmente, na audiência de custódia, né, o indiciado já tem que ser recolhido para a prisão. O presente projeto pretende alargar essas hipóteses. Eram vários projetos e nós apresentamos aqui então substitutivo. O nosso substitutivo está nos seguintes termos. Eu, senhor presidente, eu vou deixar de ler o relatório e passar para o mérito. Apenas deixando claro que, do aspecto da constitucionalidade formal, todos estão perfeitamente adequados, da mesma forma na materialidade constitucional. E quanto aos aspectos de diversidade, todos também estão adequados. Quanto ao mérito, e aí sim, passo a ler aqui. Quanto ao mérito, nós reforçamos que é medida de justiça e de interesse social esse parlamento alargar as hipóteses do artigo 310. Então, de maneira sucinta, nós adotamos aqui, no artigo 310, parágrafo segundo, as seguintes hipóteses em que será, bem negada, a liberdade provisória. Reincidência, já está no código. 2, prática de crime com violência ou grave ameaça com o uso de arma de fogo. Associação Criminosa armada ou milícia, já estava no código. Porte ilegal de arma de fogo de uso restrito ou proibido. No código só tinha uso restrito, nós estamos acrescentando de uso proibido. Também, se houver sido, na hipótese em que o agente houver sido preso em flagrante, por mais de 1 vez, e liberado em audiência de custódia por outra infração penal de qualquer natureza. E por fim, na incidência de tráfico de drogas qualificado. Todas essas hipóteses importarão, necessariamente, na delegação do pedido de liberdade provisória. Em síntese, este é o nosso parecer, o nosso substitutivo, e ante ao exposto, votamos pela constitucionalidade, judicidade e boa técnica legislativa dos projetos de lei 714 2023, 990 e de 2024, 13328, de 2024, 2988, de 2024, 5954, de 2023. E no mérito, voto pela aprovação dos projetos de lei 714, 990 e 328, 2988, 5954, na forma do substantivo que segue anexo. O substantivo é muito curto, e é o passo a fazer a leitura dele. O decreto lei número 3689 de 940 e o Código de Processo Penal, passa a ignorar com as seguintes alterações. Artigo 310. Após receber o auto de prisão em flagrante, no prazo máximo de 24 horas após a realização da prisão, o juiz deverá promover audiência de custódia, que deverá ser realizada preferencialmente, de forma presencial, com a presença do acusado, seu advogado constituído ou membro da Defensoria Pública e membro do Ministério Público. E nessa audiência, o juiz deverá fundamentadamente. Acrescentese parágrafo primeiro A. Em qualquer caso, a decisão que conceder ou denegar a liberdade provisória deverá considerar, de modo fundamentado, a conduta social e os antecedentes criminais do agente. Parágrafo segundo. Na ocorrência de qualquer 1 das seguintes hipóteses, havendo fundados indícios de materialidade e autoria do crime, a liberdade provisória será delegada, com ou sem medidas cautelares, se o juiz verificar que o agente, é reincidente. 2, foi preso em flagrante por mais de 1 vez e solto após audiência de custódia. 3, integra organização criminosa armada ou milícia. 4, porta ilegalmente arma de fogo de uso proibido ou de uso restrito. 5, praticou crime com violência ou grave ameaça, com o uso de arma de fogo, ou incidência das hipóteses previstas no artigo 40, da lei 11 343 de 2006. Tráfico qualificado. Parágrafo segundo. A autoridade policial ou o membro do Ministério Público deverá informar ao juiz em tempo hábil com dados concretos, casos existentes, se o acusado integra organização criminosa armada ou milícia. Essa lei entra em vigor na data de sua publicação. Senhor presidente, apenas 1 breve explicação aqui e de maneira muito rápida. Obviamente, o que se pretende aqui é alargar as hipóteses em que não será dada, né, a a liberdade provisória, e estamos incluindo aqui que achamos pertinente, tráfico de drogas na forma qualificada, né? Recolhe o cidadão após. E inserimos aqui também, a prisão em flagrante por mais de 1 vez e solto em outra audiência de custódia. São aqueles casos que o agente é preso hoje, é solto à tarde, amanhã é preso de novo, depois de amanhã é solto, no terceiro dia é preso, no quarto dia é solto, no quinto dia é preso, no sexto dia é solto, não é possível. Então, flagrante, persistente, mesmo que não seja reincidente o mesmo crime, também é hipótese de delegação de liberdade provisória. Portanto senhor presidente, são essas as alterações que fazemos aqui no artigo pertinente à à audiência de custódia previsto no Código do Processo Penal. São essas as nossas palavras e pedimos o voto favorável dos senhores deputados. Muito obrigado.
Deputado
Obrigado deputado Lafaiete Andrade, nosso eminente relator. Então apresentado o relatório passase a discussão. Vamos às inscrições. Primeiro escrito, coronel Ulisses. Pra falar a favor, união do Acre, tem a palavra vossa excelência.
Deputado
Senhor presidente, o projeto de minha autoria com vários apensados, trata da questão da audiência de custódia, ter finalidade de nós moralizarmos esse instituto jurídico, que tanto tem prejudicado a sociedade e tem incentivado o aumento da criminalidade e a impunidade do nosso país. Então, nós que viemos da área da segurança pública e que muitas vezes nos frustramos, porque nós prendemos 1 pessoa que cometeu determinado crime 1 vez, 2 vezes, 3 vezes, já chegou algumas situações do mesmo preço ter se liberado mais de 30 vezes, não somente no meu estado, como também em outros estados da federação. Então assim, isso dá 1 sensação de impunidade e com certeza, se nós temos 1 legislação que é benevolente, que não desestimula o cometimento de crime, e quando a pessoa que é delinquente, que é criminoso comete o crime e sabe que não vai acontecer nada, que no outro dia ele já vai estar solto pra cometer novo crime, inclusive crimes que muitas vezes é de é cometido com violência e grave ameaça. Muitas vezes, a pessoa acabou de cometer crime muito grave contra a vida de 1 outra pessoa e no outro dia está liberado já está cometendo crime novamente. Então esse instituto é 1 vergonha nós temos que realmente acabar com essa demência que só existe na nossa legislação, no nosso país, no Brasil. Algo que foi criado ainda pelo CNJ usurpando as funções dessa casa. Jamais deveria ter sido criado da maneira que foi pelo CNJ que usurpou a função legislativa e colocou esse instituto que é extremamente prejudicial pra nossa sociedade. A sociedade não admite mais a pessoa ter o celular roubado, num dia todo dia, é fruto, é roubo, é 1 situação de homicídio, de estupro, e essas pessoas no outro dia estão sendo colocadas em liberdade. Então peço aos nossos nobres deputados que realmente olhem para a sociedade que é maior, vai ser as pessoas serão as pessoas mais beneficiadas com a aprovação desse projeto e agradeço ao ao relator por ter aprimorado o projeto e também a todos aqueles que pensaram as ideias que foram colocadas como pensamentos nesse projeto. Então, muito obrigado senhor presidente. Muito obrigado deputado.
Deputado
Ulisses, pra falar contra deputado Chico Alencar, pessoal Rio de Janeiro. Pra falar contra pastor Henrique Vieira. Pessoal Rio de Janeiro, tenha a palavra vossa excelência. A próxima inscrição é a favor deputado Kim Kataguiri. Kataguiri. Kataguiri.
Deputado
Bem boa noite a todos e todas. Nós entendemos que o relator, acolhendo diversas reflexões e críticas, melhorou bastante o texto, mas é importante debater o significado. E por que a nossa orientação até esse momento, vamos ver o parecer final, é contrária. Porque veja, a audiência de custódia é instituto fundamental. A pessoa presa em flagrante deve ser levada ao juiz natural no prazo de 24 horas, para que seja verificada a integridade, a legalidade e as condições da prisão. Isso é absolutamente importante. O debate aqui sobre segurança pública muitas vezes é enviesado por 1 certa irracionalidade e dificuldade de se fazer 1 boa reflexão. Ninguém aqui quer normalizar o crime, ninguém aqui exalta o crime, nós queremos combater o crime, queremos proteger a vida das pessoas. Só que isso tem que ser feito com inteligência até para que os objetivos sejam alcançados. Então no projeto inicial, havia quase que 1 relação direta entre acusação e prisão. O juiz praticamente vinculado à decisão de tem que prender. Ora, a audiência de custódia serve justamente para verificar com a devida fundamentação se cabe ou não à prisão. Isso não é relaxar diante do crime. Esse é preceito absolutamente democrático, que todos os cidadãos e todas as cidadãos devem ter. Então é fundamental, até para que a prisão seja bem fundamentada, que as condições sejam vistas e o juiz tem como possibilidade converter a prisão em flagrante em prisão preventiva. Inclusive, tem 1 espécie de sobre a audiência de custódia, porque segundo os dados do CNJ, na maioria absoluta dos casos, verificados, falando de dados, de fonte, do que acontece na realidade, na maioria absoluta dos casos, a prisão em flagrante já é convertida em prisão preventiva. Senhor presidente, só para registrar que o tempo não está aparecendo aqui para mim, que dificulta pouco o meu raciocínio. Em nenhum momento apareceu, eu tenho quanto tempo para terminar a minha fala? Não, eu tenho visão subnormal, eu só consigo 47 segundos. Está bom, ok. Então veja, a a audiência de custódia é instituto importante, e você poder verificar a legalidade da prisão não é relaxar diante do crime, e sinceramente, num país profundamente desigual, nós sabemos que o direito de se defender é muito subtraído, muito reduzido, especialmente pras pessoas pobres, pras pessoas negras, pras pessoas com vulnerabilidade, quantas prisões injustas também podem ser feitas. E quem nesse país, peço só mais 30 segundos, quem nesse país tem mais condições de se defender e de denunciar quando 1 prisão é arbitrária, quando 1 prisão é injusta, quando 1 prisão não tem fundamentação. É a pessoa pobre? É a pessoa da periferia? É a pessoa do subúrbio? É a pessoa da favela? Não. Então a audiência de custódia é importante. E só pra concluir, o fato do relator ter incorporado a expressão, fundados indícios de materialidade e autoria, melhora muito o texto, porque tira da Pra concluir. Não, já concluí, é só pra dizer que dizer que quando há necessidade de fundados indícios, tira da arbitrariedade e deixa mais fundamentada qualquer prisão. Muito obrigado, passou.
Deputado
Vieira, próxima inscrição pra falar a favor deputado Kim Kataguiri, União, São Paulo. Tenha a palavra a vossa excelência.
Deputado
Senhor presidente, senhores deputados, esse projeto é absolutamente fundamental. Deputado coronel Ulisses é autor, eu sou autor de dos projetos apensados que trata sobre a mesma matéria, quero elogiar o deputado Lafaiete pelo relatório primoroso. Esse projeto basicamente estabelece que se o sujeito for pego a partir do segundo flagrante, na audiência de custódia, ele já não vai poder ser solto, ele vai ter de ser preso preventivamente. São diversos os casos e eu cito aqui como exemplo o meu estado, estado que eu represento o estado de São Paulo, em que o criminoso é pego 14, 15 vezes e sempre liberado na audiência de custódia e só é preso quando comete crime grave de repercussão nacional. Então a gente quer acabar com esse entra e sai, com esse enxugamento de gelo que a nossa polícia muitas vezes tem de fazer, polícia competente do estado de São Paulo, que aliás, tem ostentar os os menores números de homicídio do Brasil inteiro, feito trabalho de excelência, mas infelizmente a nossa legislação não ajuda. Quero reforçar que o projeto não acaba com audiência de custódia, ele só determina que se o sujeito é reincidente, se ele faz parte de milícia, e há alguns partidos aqui que dizem combater milícia, mas na hora de votar projeto pra endurecer enfrentamento à milícia, curiosamente não dão o seu voto, se faz parte de organização criminosa do PCC, do Comando Vermelho, não vai poder ter a liberdade provisória, vai ter de ter sua prisão preventiva decretada. Se está com a porte de arma restrito ilegal, também a mesma coisa vai ter a sua liberdade negada. Hoje infelizmente a realidade que a gente vive é que muitas vezes a vítima acaba saindo depois do que o próprio criminoso. Então, esse projeto é fundamental pra segurança pública do nosso país. Aliás, os governadores do consórcio do sudeste têm defendido né essa tese da gente manter e prender o sujeito que tem condutas reiteradas de criminalidade, justamente pra gente acabar com esse entra e sai. Hoje o criminoso tem a certeza de que se ele for pego, ele vai ser solto e justamente por isso por causa desse clima de impunidade que a gente tem 1 criminalidade tão grande e tão alta no nosso país. Aliás, esse projeto também serve como contraponto pra comemoração absurda do ministro Lewandowski e do governo Lula, que celebrou né o número de presos de criminosos soltos na audiência de custódia. Com esse projeto, a gente acaba com isso. Eu quero já desde já, agradecer a maioria dos parlamentares dessa casa que eu não tenho a menor dúvida que vão votar a favor desse nosso projeto e a gente vai ter 1 grande vitória, acho que é projeto mais importante pra segurança pública do nosso país dessa legislatura e que deixa muito claro em que lado cada partido está, cada parlamentar está, que a gente vai ver no painel muito em breve. Obrigado presidente.
Deputado
Deputado Kim Kataguiri, próxima inscrição pra falar a favor, deputado Lindberg Faria, PT Rio de Janeiro. Próxima inscrição pra falar a favor deputada Taliria Petroni, PSOL, Rio de Janeiro, não vai falar. Próxima inscrição deputado Tarcísio Mota, PSOL, Rio de Janeiro. Próxima inscrição pra falar a favor deputado Glauber Braga. Encerrouse as inscrições pra falar a favor. Aliás pra falar o contrário, só temos agora inscrições pra falar a favor. A próxima descrição deputado Reginaldo Lopes, PT Minas Gerais. Pra falar favor, deputado Gilson Daniel, podemos Espírito Santo. Deputado sargento Gonçalves, PL, Rio Grande do Norte, deputado sargento Gonçalves. Desculpe desculpe, deputado Gilson Daniel chegou a tempo, e o tempo recuperado vossa excelência tem a palavra, na tribuna.
Deputado
Só falar que sou favorável a esse projeto 714 2023. Tenho 1 proposição deste parlamentar, que infelizmente não foi há tempo apensado a esse conjunto de projetos que fazem parte desse PL 714. Quer dizer da importância desse projeto para o país. Nós tivemos casos no nosso estado, casos de pessoas, que foram para a audiência de custódia, foram na audiência liberados, e em seguida cometeram crime novamente. Esse esse projeto traz essa importância pra pra que a gente possa, aparar com esse prende solta. Esse prende solta prejudica muito, minha cidade é a cidade de Viana, no Espírito Santo, é 1 cidade que tem complexo prisional, dos maiores do Espírito Santo, está muito próximo da cidade de Vila Velha também, na divisa, que também tem complexo penitenciário. Isso faz com prejuízo muito grande à cidade de Viana. Por isso, sou favorável a esse projeto. Nós temos casos no Espírito Santo que aconteceu recentemente, de pessoas que foram soltas na audiência de custódia, e cometeram crimes como é o caso de Cachoeiro de Itapemirim, que o sobre sogra do prefeito da cidade de Cachoeiro foi brutalmente assassinada por pessoas que tinham passado pela audiência de custódia, tinham sido liberadas e voltaram a cometer crimes. Por isso senhor presidente, sou favorável a esse projeto. Muito obrigado.
Deputado
Muito obrigado deputado Gilson Daniel, próxima inscrição deputado Marcelo Vanrat, Novo Rio Grande do Sul. Em seguida deputado sargento Gonçalves.
Deputado
Em homenagem ao deputado cabo Gilberto eu vou falar pouco, mas em homenagem ao deputado coronel Ulisses eu vou falar. Merece. Pra falar a favor né? Merece, vou falar a favor é lógico. Deputado coronel Ulisses merece aqui, todo, agora eu vejo, todo o nosso respeito, nossa admiração e nossos elogios, por propor esse projeto que tem o apoio, aqui da casa porque, demonstra no papel aquilo que nós já vemos já há muito tempo, estamos defendendo na prática, principalmente quem é agente policial e não vê acontecendo, que é, o fim do prende e solta. Não é possível. Muitas vezes se sabe que aquele delinquente é reincidente, aquele delinquente já cometeu outros crimes graves, e a polícia enxuga gelo porque prende, e depois ele é solto. Então esse projeto de lei 714 2023, define que a liberdade provisória não pode ser concedida para aqueles que são reincidentes ou já foram presos em flagrante por mais de 1 vez e soltos, depois da audiência de custódia, aqueles que integram a organização criminosa, armada ou milícia, quem porta ilegalmente arma de fogo de uso proibido ou restrito, quem praticou o crime com violência ou grave ameaça, ou quando, está incluído o crime nas hipóteses majoradas dos artigos 33 a 37 da lei 11 3 4 3, que é a lei anti drogas. Isso aqui sinceramente senhor presidente, isso aqui era o óbvio. Mas, infelizmente, no Brasil, em que muitas vezes a criminalidade, é vitoriosa, e o cidadão honesto paga o preço. É necessário colocar de 1 forma tão clara no papel. Aqui fica então, o meu elogio ao deputado coronel Ulisses, também ao relator deputado Lafaiete, que fez brilhante voto, há pouco aqui do plenário, aliás da tribuna, da câmara dos deputados, e meu reconhecimento ao trabalho que esta casa está fazendo nesses 2 dias, tanto ontem, como hoje, quiçá talvez amanhã também, ou melhor quiçá amanhã também, para aprovar projetos em favor da segurança pública no Brasil. Tem meu apoio.
Deputado
Marcelo Vanrat, a próxima inscrição, deputado sargento Gonçalves, PL, Rio Grande do Norte, tem a palavra vossa excelência. Em seguida, Sidinei Leite. Senhor presidente, sob essa tribuna primeiramente parabenizar
Deputado
Da matéria, o coronel Lis, sem dúvida, é avanço significativo. Audiência de custódia que é a mãe, audiência de custódia da vagabundagem, a criminalidade, polícia enxugando gelo, prende, num dia, no outro está solto novamente, reincidentes. E aí, sem dúvida é avanço, parabenizar o o relator da matéria também, por aperfeiçoar. E é incrível a desonestidade intelectual de políticos da extrema esquerda, sobe à tribuna, poderiam falar logo que quer defender, fazer lobby pra vagabundagem, pra criminalidade, pra aqueles que praticam crime, que tiram a parte da sociedade, e lobby de ataque às forças policiais. Não vejo, fica com comercial bonito, 1 conversa romântica, mas na verdade quer defender a criminalidade, defender o bandido e atacar as forças policiais. Essa semana foi 1 semana de muito ataque sobre as forças policiais, operadores de segurança pública, hereja a sociedade, que colocam suas vidas à disposição para proteger o cidadão de bem, e aí aparece aqui o parlamentar no ar condicionado pra querer atacar, atracar instituições centenárias, que tem homens honrosos, mulheres honrosas, que atuam diuturnamente combatendo o crime. Então sem dúvida senhor presidente, essa matéria assim como outras, que trata do tema segurança pública, Parabenizo ao senhor enquanto presidente, o senhor, coronel Alberto Frag, como presidente da comissão de segurança pública, que capitaneou esses projetos essa semana na segurança pública, assim como os demais autores de matérias importantes dessa pauta tão importante. Sabemos da luta, da dificuldade que nós enfrentamos aqui, literalmente, é a luta do bem contra o mal. Sóbrio parlamentar aqui, defendendo o operador, defendendo a sociedade, porque quando é que gente aqui, vem lutar por por leis mais duras, não é a defesa do policial, mas é a defesa da sociedade bem. Homens e mulheres sobretudo aqueles que moram na periferia, que acorda às 4 da manhã pra pegar o transporte público pra ir trabalhar e de repente é vítima de criminoso que sem pena, sem piedade, coloca a arma na cara do cidadão, rouba o celular e muitas das vezes sem fatear a vida desse cidadão. Então parabéns mais 1 vez ao coronel Lins e ao aos demais parlamentares que tem atuado com muita bravura nesse parlamento, em prol de 1 segurança pública de qualidade pra todos os cidadãos do nosso país.
Deputado
Obrigado deputado sargento Gonçalves. Próxima inscrição pra falar favor deputado Sidinei Leite, PSDB, PSB da Amazônia. Próxima inscrição deputado Bênes Leocádio. União, Rio Grande do Norte. Próxima inscrição deputado Bibu Nunes, espera, Rio Grande do Sul. Tens a palavra vossa excelência.
Deputado
Igníssimo presidente Pompeu, novos colegas. 1 honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil. Evidente, que nós temos que, punir e não facilitar quem comete crime. Audiência de custódia, aqui está, apoie totalmente, se ele é reincidente, se já foi preso, entre tantos argumentos, como bem disse nosso colega aqui, ele tem que estar ali, pelo menos, primitivamente preso. Porque nós temos que valorizar o cidadão de bem como nunca, e qualquer cometer crime, algum deslize, tem que punir. Ah está sendo violento, está sendo muito duro. Duro da onde? Não quer ser preso, não quer sofrer no presídio, não ter ar condicionado, a comida é ruim. É muito simples. Seja 1 pessoa de bem. Não cometa crimes. Por mim. Cadeia? Pode ter, cama de prego, o que quiser. Pode servir como água, ácido sulfúrico, pra mim não tem problema. Porque eu sou 1 pessoa de bem. Seja 1 pessoa de bem, que você não irá sofrer. Não tem problema. É tão difícil ser do bem. Você que está me assistindo, com certeza, muitos são do mal. Venha pro lado do bem. Aproveite o espírito natalino. Deixe o amor de Natal penetrado em vocês têm o mal do seu lado. Venha para o bem. Aproveite o espírito natalino. E tornese cidadão de bem. É com o bem que se vence. O bem sempre vence o mal. Se não venceu, é porque ainda não chegou ao fim. Porque no fim, o bem sempre vence. Então, eu sou totalmente favorável sim.
Deputado
Deputado, deputado Bibo Nunes. A próxima inscrição deputado Alberto Fraga, pra falar a favor. A seguir, deputado coronel, deputado coronel Assis. Veja a palavra vossa excelência, deputado coronel Assis União Mato Grosso.
Deputado
Esse projeto é projeto importantíssimo e essa casa entrega ao povo brasileiro 1 das coisas que ele mais anseia, que é o quê? Combater a impunidade. É inadmissível pensar que nós ainda estamos sob o julgo de 1 audiência de custódia, que na verdade é 1 deturpação de instituto que serviria pra apresentar mais rápido possível o criminoso à justiça. E hoje virou na verdade solta bandido, só do início até agora são quase 600000 presos liberados na audiência de custódia, então esse projeto ele vem a calhar, com certeza, com o que o povo precisa. E nós temos que votar a favor desse projeto porque só assim se combate a impunidade, a impunidade é a mãe da reincidência e a reincidência é o combustível da violência, por isso, orientamos e também pedimos o voto sim nesse projeto. Obrigado senhor presidente.
Deputado
Muito obrigado deputado coronel Assis, próxima inscrição pra falar favor, deputado da Vitória PP Espírito Santo. Próxima inscrição deputado Marcos Pollon Pieli, Mato Grosso do Sul. Próxima inscrição deputado Giovana federal, PL Espírito Santo. Próxima inscrição pra falar a favor, deputado Geovani Cherini, PL, Rio Grande do Sul. Está encerrada a lista de inscritos. Eu declaro encerrada a a discussão, eu não sei se o seu relator deputado Lafaiete, tem alguma alguma questão a acrescentar em relação as emendas? Sim, temos aqui aparecer emendas A tribuna à disposição de vossa excelência. Projeto foi emendado, pra oferecer, parecer as emendas de plenário pela comissão de equação e justiça e de cidadania, concedo a palavra ao deputado Lafaiete de Andrade. Senhor presidente, enquanto o deputado Lafaiete caminha pra
Deputado
Só falar eu tenho lido as reportagens sobre emendas, senhor presidente, parece que estão querendo criminalizar emendas. Veja só, eu vi 1 reportagem que teve 1 operação na Bahia sobre emendas parlamentares. Fui ver, não nem fala quem foi, mas já coloca assim, emendas, como se fosse o conjunto do legislativo. E está agora o Ministério Público Federal fazendo a operação, em diversos estados, sobre as emendas dos deputados, sem que tenha tido crime nenhum. Algumas nem pagas ainda, mas eles falam que a emenda PIX, então aí eles têm que, eles têm que investigar pra ver se não vai acontecer. É a précrime. Muito obrigado.
Deputado
O transcurso da discussão foram apresentadas emendas de plenário. 5 emendas. A emenda número da deputada Gleice Elias, ela prevê que nos municípios em que não houver efetivo militar suficiente, ou aonde a saída da viatura pra transporte do preso comprometa a segurança local, que a audiência de custódia poderá ser realizada por videoconferência garantindo a presença virtual do delegado, do defensor, do Ministério Público e assegurandose todos os direitos do preso. A emenda número 2, do iminente deputado Fred Costa, ela acrescenta o inciso 13 ao parágrafo único, na lei dos crimes hediondos, pra incluir entre o rol dos crimes hediondos, aqueles previstos na lei de 14 0 meia 4, que é de maus tratos aos animais, cão e gato. A emenda número 3 acrescenta também a prática de crime hediondo entre hipóteses de obrigação, de delegação de liberdade provisória em audiência de custódia, além de incluir dispositivo no sentido de que o juiz poderá proceder oitiva dos condutores responsáveis pela realização da prisão em flagrante do agente nas hipóteses em que houver alegação de excesso de legalidade da prisão. A emenda número 4 propõe nova redação ao artigo 310, obrigando a que a audiência seja presencial, ausência de custódia, E a emenda número 5, fixa possibilidades de concessão de liberdade provisória em que são vedadas pela proposição legal. Quanto à constitucionalidade, de uricidade e boa técnica de ativa, das emendas, não há reparos a fazer. Quanto ao mérito, sim. A emenda número da deputada Greice Elias, de Minas Gerais, ela se harmoniza com a nova redação, conferida ao capt do artigo 310, que prevê que as audiências de custódia deverão ser preferencialmente por presenciais. E nesse caso ela acrescenta hipóteses em que poderia ser audiência de custódia via telepresencial, por videoconferência. Nós consideramos razoável as observações contidas na proposta de emenda número razão pela qual acolhemos a emenda número A emenda número 2, a nossa avaliação é que não guarda pertinência técnica, da mesma forma a emenda número 3, ela está em direção oposta ao proposto em nosso substitutivo, e também a emenda número 4 e 5. Nós não consideramos também, no mérito, que devam ser acolhidas. E, mas faço aqui 1 justificativa que acho importante. 1 das emendas previa a oitiva também do policial, quando o prisioneiro na audiência de custódia alega agressão. É muito comum, isso é que é importante que as pessoas saibam, que na audiência de custódia, o preso, alegre que foi, teve 1 agressão exacerbada dos policiais. É é comum e é rotineiro que o preso alegre isso, pra tornar a prisão inválida. E nesses casos, normalmente o juiz encaminha essa reclamação para a Corregedoria da Polícia Militar. O que está acontecendo na prática hoje é que as corregedorias estão ficando abarrotadas de notificações, porque rotineiramente os presos alegam, excesso de violência policial. Então havia 1 pretensão, 1 solicitação no sentido de que estão nesses casos em que fosse alegado excesso de violência por parto preso, que o juiz chamasse também o policial para a sua oitiva. Nós entendemos que isso não acaba não tendo efeito prático. Primeiro, porque o policial, quando ele efetiva a prisão, ele entrega o preso na delegacia, faz o auto de prisão e vai embora. Vai cuidar de outras ocorrências. Nesse caso, ele vai ficar paralisado, aguardando também audiência de custódia. E segundo, nós vamos ter o cúmulo de que na audiência de custódia, nós vamos ter que ouvir o preso e o policial, para saber quem é que tem razão ou não. Então, assim, embora eu eu entendi a intenção, né, que era realmente razoável, é para talvez diminuir a quantidade de notificações nas correjadorias, ela não vai surtir efeito prático. Por isso nós não as acolhemos. E também há 1 emenda no sentido de acrescentássemos também os crimes hediondos, entre aqueles que fossem delegadas à à liberdade provisória. Ocorre que ao longo do tempo, os chamados crimes hediondos não são mais os que na palavra hediondo, assim, nos traz o significado. Hoje foram incorporado no rol de crimes hediondos, 1 imensa variedade de crimes que não são crimes, vamos dizer, crimes violentos. Vou dar exemplo, venda de remédio com receita falsa, com bula, é crime hediondo. Ou seja, há 1 miríade de hoje de crimes que foram incluídos entre os crimes hediondos, e que aí não nos parece que sejam causas para que merecesse, né, a delegação liberal provisória, por isso também não acatamos essa emenda. Portanto, senhor presidente, das 5 emendas apresentadas, nós acatamos somente a emenda número Portanto, Portanto, portanto, no âmbito da comissão de constituição e justiça e de cidadania, somos pela constitucionalidade, juicidade e boa técnica legislativa de todas as emendas de plenário apresentadas. No mérito, entretanto, somos pela aprovação da emenda número na forma da submenda substantiva anexa, e pela rejeição das demais emendas. A emenda substantiva anexa, eu deixo de ler, porque ela contém exatamente o mesmo teor do substantivo aqui apresentado, com o acréscimo do seguinte parágrafo quinto que passo a ler. Parágrafo quinto ao artigo segundo a. Nos municípios que não possuam efetivo militar suficiente ou onde a saída de viatura para transporte do preso comprometa a segurança local, a audiência de custódia poderá, por decisão do juiz, ser realizada por videoconferência, garantindose a presença virtual do delegado de polícia, do defensor e do Ministério Público, assegurandose todos os direitos do peso. Essa lei entra em vigor na data da publicação. Este é o parecer sobre emendas de plenário, senhor presidente. Encerrou, deputado Lafayete? Encerramos. Muito obrigado, deputado Lafayete. E deixamos aqui, mais 1 vez sublinhado, que a emenda que acatamos, ela é da iminente deputada Greice Elias, a autora da mina número que acatamos. Muito obrigado. Obrigado nosso.
Deputado
Eminete relator deputado Lavaite, de Andrade. Passase a votação. Pra orientar senhor presidente. Em votação, a submeenda sub distributiva oferecida pelo relator da comissão de constituição e justiça e de cidadania ao projeto de lei 714 2023 orientação de bancada deputada Lauro. Em nome do bloco
Deputada
Presidente, em nome do bloco PMDB PSB Republicanos e Podemos, em nome do governo, senhor presidente, pra adiantar logo o tempo. Na verdade, o projeto é da maior importância. Eu acho que todo mundo aqui já ouviu falar no prende e solta. E esse projeto, de alguma maneira, transforma isso pra alguns casos, e os casos mais relevantes. Então o projeto trata na audiência de custódia, senhor presidente e o juiz, fica obrigado a decretar a prisão. Preventiva, mas não pra todos, pra quem? Pra quem é reincidente, pra quem cometeu crime hediondo, pra quem participa de organização criminosa armada, pra aquele que, tem indícios suficiente de autoria e também de materialidade. Que que é materialidade senhor presidente? A existência do crime. Então só a partir desses indícios fortes é que o juiz decretará, portanto, não a provisória, mas a prisão preventiva. Senhor presente, nós estaremos restringindo por tantas hipóteses de liberdade provisória e garantindo que a gente não volte ao prende e solta. Portanto, queria parabenizar o autor da matéria, deputado, coronel Ulisses, e claro, relator deputado Lafaiete Andrade que fizeram excelente trabalho. Então é o o bloco MDB Podemos, PSD, republicano. Vota sim e o governo senhor presidente vota sim na medida em que foram aceitas as emendas por ele sugeridas. Muito obrigado.
Deputado
Laura, deputado Charles, deputado Charles. Eu não vi isso. Eu não vi isso.
Deputado
SD, senhor presidente, e fazer 1 homenagem aqui o exdeputado Fernando Bastos. Fernando Bastos é deputado estadual do estado da Bahia e teve o seu falecimento no último sábado. Líder político lá da minha terra natal, Guanambi, Fernando Bastos é pai da deputada estadual Ivana Bastos do PSD, e deixa legado como produtor rural, como fundador da Rádio Alvorada de Guanambi. E registramos aqui os nossos pêsames, sua esposa, seus filhos, Ivana Bastos, Tereza Bastos, Ricardo Bastos e Fernanda Bastos. Quero aqui fazer esse registro pelo a grande contribuição que o exdeputado Fernando Bastos deu não só para Guanambi mas para toda a nossa região pela Bahia e pelo Brasil. Fica aqui a nossa homenagem, obrigado
Deputado
Obrigado deputado Charles Pelé, deputado Beba Nunes.
Deputado
Presidente Pompeu, o PL orienta sim, porque nós temos que ter mais rigor com quem comete crime. E quero dizer aqui também, que me surpreende, o presidente Lula que está na UTI que eu desejo melhoras pra ele, está na sua terceira operação, ele demonstra ao não passar, o poder o governo para o seu vice Alckmin, que está na constituição, demonstra que ele está no poder, está na presidência, não pelo Brasil, mas por 1 ganância de poder. Por favor, está na UTI, tem o vicepresidente, que é de confiança dele, está deixando o Brasil mais instável ainda, a partir do momento que mesmo estando na UTI presidente, eu lhe desejo saúde. Mas por favor, seja complacente, respeite a constituição, e dê espaço ao vicepresidente Alckmin. Eu quero democracia, eu quero respeito a todos nesse país e desejo saúde.
Deputado
Obrigado. Federação, PT, PCdoB, PV.
Deputada
Presidente Federação PT PC do BPV analisou esse projeto de forma muito criteriosa no sentido de buscar o maior Rigor da lei mas também a garantia do estado de direito, dos direitos de todas as pessoas, propusemos ao deputado Lafaiete 1 emenda para que o juiz seja determinado a transformar a prisão em flagrante em prisão preventiva nas situações onde há fundadas razões, indícios de materialidade de autoria, foi aceita. Eu quero aqui agradecer o deputado Lafaiete pela compreensão, pelo realmente a intenção de realizar excelente trabalho, por isso votamos sim senhor presidente. Terminando aqui celebrando a excelente saúde do nosso querido presidente Lula, que está muito bem conversando e lúcido e graças a Deus em breve estará aqui trabalhando com a gente.
Deputado
Muito obrigado delegada Adriana Corsi. Ladeira da terra dos seus próxima manifestação de orientação PSB. Senhor presidente. PSB. Senhor presidente.
Deputada
PSB encaminha sim. O deputado Lafaiete apresenta critérios para denegar a liberdade provisória, certo que isso significa pouco de retirada da discricionariedade do juiz, mas considerando que são crimes hediondos, crimes de alto teor ofensivo, nós votamos sim.
Deputado
Pelo, PSOL rede, federação PSOL rede. Não fala mais certo. Pelo novo? Pelo novo? Maioria? Maioria? Maioria?
Deputado
Sim senhor presidente, e é importante destacar o avanço que o plenário da Câmara de Deputados está fazendo no combate à criminalidade e arroxeando a vida dos criminosos através de projetos importantes. Quero também destacar, senhor presidente, o projeto de nossa autoria que foi aprovado, para aumentar a pena e dificultar a vida dos criminosos, com relação a quem rouba, ou furta, cabos, lá na Paraíba tivemos grave problema com a CaGEpa, com a Energisa, e as pessoas sendo prejudicadas. Então o nosso projeto foi aprovado na Câmara de Deputados, já é o segundo projeto que conseguimos aprovar aqui. Ontem aprovamos hoje aprovamos outro. Quero agradecer ao plenário da Câmara de Deputados, quero agradecer mais 1 vez ao povo paraibano, por me colocar como deputado federal. A minoria sim, obrigado presidente.
Deputada
Medida em que nós todos aqui temos a compreensão da importância de defesa da população brasileira nesse momento de absoluta insegurança na maioria dos nossos estados provocados pelo narcotráfico, pelo tráfico de armas, obrigada
Deputado
Maioria vamos Deputada Laura, pela oposição pela pela oposição deputado José Medeiros. Senhor presidente.
Deputado
Novamente queria destacar e chamar atenção dos 513 deputados. Nós temos aqui o os instrumentos das emendas para encaminhar para os municípios. E está se criando 1 falácia, de que as emendas não têm como serem rastreadas, de que a emenda não tem como ser fiscalizada. Isso não é verdade, quando você manda 1 emenda pro prefeitura, senhor presidente, o prefeito é coordenador de despesa, portanto ele está sujeito a ficar até sem CPF. Outra coisa, tem o tribunal de conta do estado, tem Ministério Público, e aí eu não estou entendendo o que está acontecendo, tem alguma coisa que eu não consegui entender ainda. Volto a dizer, sem haver crime algum, sem a emenda nem ter sido liberada, eu estou vendo procedimentos estarem sendo aberto no Ministério Público Federal pra investigar as emendas pra que não haja crime na apreciação. Está estranho. Ao meu ver estão querendo criminalizar. Pois não A meu, a meu ver estão querendo criminalizar as emendas, tem alguma coisa muito estranha. A manobra também. A ação do ministro Flávio Dino, em que ele disse eu não tenho que retificar na minha decisão, porque está de acordo com a constituição. Ora, tem muita coisa de acordo com a constituição que não teve o mesmo cuidado. Então tem alguma coisa contra o parlamento. Então eu penso que, se o governo não quer liberar a emenda, é 1 coisa, mas não precisa usar de subterfúgio. Muito obrigado.
Deputado
Senhor presidente. Muito obrigado deputado Zé Medeiros. Só pra registrar. Só rede, é só rede, pastor. Perfeito. Só para.
Deputado
Pra nossa orientação contrária, a audiência de custódia é instrumento importante para todos os cidadãos. Integridade, legalidade, as condições de prisão, são direito de todo o indivíduo, e não tem a ver com o relaxamento diante do crime. Mas sendo bastante sincero, num país profundamente desigual e racista, especialmente as pessoas pobres, as pessoas negras, têm menos dispositivos e recursos a até pra provar a sua inocência diante de 1 prisão ilegal. Então não tem a ver com relaxamento de crime, tem a ver com direitos individuais, especialmente das pessoas mais vulneráveis nesse país. Porque combater o crime com inteligência e proteger a nossa vida, da nossa família e de todos os brasileiros, é também sinceramente o nosso objetivo.
Deputado
Pastor Henrique Vieira, novo deputado Van Harten, representação do novo. O novo sim presidente. O novo sim. Em votação aqueles que forem pela aprovação permaneçam como estão. Aprovado? Estão prejudicadas
Deputada
Gente eu só queria registrar meu voto contrário. Fica registrado fica consignado e também o voto do, o voto da da representação do PSOL.
Deputado
Presidente, eu quero também registrar o meu voto.
Deputado
Ao projeto. Deputado Raymond, muito obrigado. Raymond, 1 votação ao contrário. Em votação a vedação final.
Deputado
Que forem pela aprovação, permaneçam como se acham? Aprovado, a matéria vai ao senado federal, pra 1 comunicação de líder na tribuna Boa tarde presidente. Deputado Bibo Nunes PL, Rio Grande do Sul. Presidente,
Deputada
Deputado Bigo permitir, eu queria fazer apelo aqui a nobre deputada Catarina do meu partido, super maravilhosa delegada, e que vai relatar projeto muito importante que é o cadastro de pedófilos. Mas ela inclui a fotografia daquele que, claro, for penalizado com com a o processo transitado em julgado na rede de computadores. Eu tenho muito medo, presidente, porque as pessoas são parecidas, o Brasil é muito oxigenado. Então eu acho que esse cadastro podia ficar de o fotográfico, acho que o deputado vai me entender, ficar na rede da polícia, mas na rede da internet, você pode eventualmente criar 1 dificuldade pra aquele que não é bandido. Você pode não identificálo, onde outra pessoa pode achar que é, e a gente pode ter problema. Eu vou dar exemplo aqui num processo lá no Rio de Janeiro. Não, não vou discutir não, é só pra gente pensar porque isso é muito sério. Eu era secretária de assistência, eu era secretária de assistência e ouvi lá, na prefeitura do Rio, determinado vereador, quis entrar num abrigo da prefeitura às 11 da noite, e eu não permiti. Resultado, ele publicou na rede, que os funcionários não permitiram, e numa dessas saiu 1 das funcionárias. O traficante da comunidade onde morava aquela funcionária foi a casa dela intimidála porque ela não estava cuidando bem das crianças então a internet é muito poderosa eu tenho medo não sei aonde pode chegar e quem pode ser preso porque se parece com criminoso. Então senhor presidente é apelo deputada Catarina por isso que eu estou fazendo apelo agora.
Deputado
Deputada. Na na na tribuna já está na tribuna deputado Bibo Nunes, PL, Rio Grande do Sul, tem a palavra vossa excelência pelo tempo de liderança
Deputado
PL, são 7 minutos. Grato e digníssimo presidente Pompeu, nobres colegas. 1 honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil. Colegas, hoje, aprovamos. Colocamos, felizmente, foi protocolada a PEC que valoriza o deputado e o senador. Esta PEC, diz o seguinte, que teve não só 170 e apoiadores, mas 187 em apenas 2 tardes. Diz o seguinte, o magistrado que não respeitar o artigo 53 da imunidade parlamentar, vai perder o seu cargo, sem remuneração, e ficará 5 anos sem poder exercer qualquer função pública. Vejam vocês, 187 parlamentares, assinaram em 2 tardes. Hoje tenho como coautor, meu colega Marcel. O Marcel, Van Hatten, que está sofrendo, absurdos, de parte da polícia federal. Tentar indiciar deputado federal. Não tem o menor sentido. Porque nós, nós deputados federais, temos que fazer com que nos respeitem. Com o quê? Com a imunidade parlamentar. É o mínimo, que nós parlamentares devemos ter. Parlar, falar. Aí alguns chegam assim, não, mas não é justo que o deputado tenha imunidade. Não é bem assim. Nós podemos ser presos. Qualquer deputado aqui pode ser preso. Como? Em flagrante e com crime inafensável. Se o parlamentar cometer outro crime, tem aqui a comissão de ética desta casa que vai punir deputado. Veja os absurdos que nós se não tivéssemos o artigo 53, estaríamos se rejeitando. O diretor geral da Polícia Federal, disse que nós não poderíamos ter imunidade parlamentar por quê? Diz ele, pasmem vocês. Diz o diretor da Polícia Federal, geral, que, deputado poderia subir aqui e dizer, eu quero vender bebê, ou então eu quero vender droga. Isso quem disse, foi o diretor geral da Polícia Federal. Atenção ministro Lewandowski da Justiça, o senhor tem por obrigação, obrigação demitir esse diretor da Polícia Federal. Ele não tem condição sequer de ser Polícia Federal. Talvez, tenha condição de ser carcerário da Polícia Federal. Tal desrespeito que ele teve com nós parlamentares. E agora, essa PEC, que foi protocolada hoje, e espero que vocês parlamentares aqui incandm, 2, 3. Entendam, 2, 3, parlamentares. 2, 3, parlamentares. Entendam que o mínimo dignidade que tem que ter no parlamentar é respeitar o seu mandato, que isto não tem a ver com esquerda ou direita, não tem a ver com esquerda ou direita. Simplesmente, o que nós temos que fazer é com que respeitem a nossa imunidade parlamentar. E o que diz aqui? O parlamentar é imune por quaisquer palavras e, em qualquer lugar. Quaisquer palavras e em qualquer lugar. É o mínimo que nós precisamos ter. E se, e se, o magistrado não respeitar a constituição, perderam seu cargo sem remuneração. Veja a que ponto chegamos. Tal desrespeito que tem conosco parlamentares, que temos que dizer, respeitem a constituição. É crime, porque amanhã depois, pode alguém do STF, não, é inconstitucional. Eu quero que alguém me diga aqui, é inconstitucional, pedir que respeite a constituição? É inconstitucional isso? Eu quero que respeite a constituição? Eu e mais dos 186 que assinaram, se tivesse deixado, teríamos já quase 300 assinaturas. E você de esquerda, você de centro, de direita, isto aqui não tem nada a ver com ideologia, é respeito a você parlamentar, porque hoje está de jeito, amanhã está doutra. Olha Marcel, guerreiro, lutador, patriota. Homem que está aqui pela causa, tem cabimento, ficar sendo ameaçado, se nós não tivermos a imunidade. Faramos o quê? De todos que eu pedi a estatura, apenas apenas disse que tinha medo do STF. Apenas disse. Claro que eu não vou dar essa luz para ele. Mas apenas porque você parlamentar, tem que ter honra, dignidade e fazer jus ao seu cargo. Ou então vai embora. Ou então vai embora. O mínimo é você defender a imunidade parlamentar. E da seguinte forma, para não dar nenhuma interpretativa, nós somos imunes por quaisquer palavras e em qualquer lugar. Como disse o diretor da Polícia Federal, o perigo é que deputado federal chegue aqui e diga, estou vendendo criancinhas, estou vendendo droga, é ofensa pra nós parlamentares esse tipo de coisa. E quem disse foi o diretorgeral da Polícia Federal, que eu peço aqui o Ministro Lewandowski, demita agora cidadão, não tem condição de ser policial federal e nem encarcerar na Polícia Federal. Que nós queremos a quê? O quê? Justiça, seriedade e que respeite a constituição. Porque infelizmente, hoje no Brasil, ministro ele é vítima, ele julga, ele se coloca no processo, faz tudo, está errado. E nós estamos aqui para colocarmos o Brasil no seu devido lugar. Portanto, obrigado aos outros 186 parlamentares que assinaram, muitos outros estariam assinando. Isto aqui é apenas respeito, respeito aos parlamentares, respeito à imunidade, que é o mínimo direito de falar. E se nós cometermos crimes, tem aqui a comissão de honra, a comissão de ética pra não dispor. E como dizia alguns aí, ah, mas quem manda em vocês o STF? De jeito nenhum. Ah, mas prenderam? Só pouquinho. Prenderam, não brinca. Prenderam o Daniel Silveira. Não foi o STF que prendeu. Quem prendeu presidente, só para concluir, quem prendeu, o quem prendeu o Daniel Silveira, não foi o STF. Quem prendeu foi porque pediu autorização da Câmara e a Câmara, vergonhosamente, apoiou. Se a Câmara degasse, Daniel Silveira não estaria preso. Portanto, autonomia ou redi dignidade para todos os parlamentares. Aqui está, aqui está, PET 48 que, o magistrado de não respeitar, perderão o seu cargo sem remuneração. Ordem, segurança e progresso.
Deputado
Obrigado deputado bêbado Nunes. Próximo projeto, o projeto de lei 9 4 3 3 2017 do senado federal. Discussão em turno único do projeto de lei número 9 4 3 3 2017 que altera o artigo 25 da lei 10826, de 22 de dezembro 2003, para estabelecer que as armas apreendidas, quando não mais interessem a percepção penal, serão doadas para utilização pelas forças armadas pelos órgãos de segurança pública da união, dos estados, e do Distrito Federal, tendo parecer da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, pendente de parecer, tendo proposições apensadas. Para oferecer parecer ao projeto pela comissão de constituição e justiça e de cidadania, concedo a palavra ao deputado Ismael Alexandrino, e passo a palavra, passo a mesa aqui ao deputado Gilberto que eu também estou escrito nessa, nesse projeto deputado Gilberto Nascimento nosso honrado membro da mesa.
Obrigado, Excelentíssimo presidente Pompeu, assumi.
Deputado
O presidente Gilberto Nascimento. Primeiramente presidente Gilberto, eu peço licença pra contextualizar rapidamente esse projeto. É projeto que nasceu no senado, de autoria do senador Wilder Moraes, que visa lançar olhar reflexivo sobre o estatuto do desarmamento de 2003. Nós entendemos que de lá pra cá, tivemos muitas mudanças tanto governamentais como decretos que foram interpostos. E existe atualmente 1 macropolítica do governo atual no sentido de, de 1 macropolítica restritiva, a qual a gente reconhece. No entanto, alguns projetos que temos apresentado e discussões feitas, temos buscado equilíbrio em relação a esse tema. Esse projeto inicialmente, ele lança olhar sobre aquelas armas que são apreendidas, e que ficavam nos fóruns né, muito tempo, e isso representava risco, né, de serem extraviadas, roubadas e tudo mais. Então inicialmente ele lança olhar sobre isso, e modifica essa dinâmica no que tange no prazo de 48 horas remeter a essas armas para o exército brasileiro. E o exército brasileiro passa a ter a possibilidade de consultar as demais forças armadas bem como, as forças de segurança, se eles vão querer ficar com essas armas, se elas serão úteis. 1 vez respondido que sim, as armas são remetidas para as forças de segurança ou as forças armadas. Se a resposta for negativa, aí sim que parte para o perdimento para a destruição das armas. Essa esse projeto ele passou na comissão de segurança foi relatado e amplamente discutido, relatado pelo deputado federal Aloysio Mendes que apresentou amplo relatório, tendo em vista, deputado Sanderson, que são 47 projetos apensados, né, de diferentes partidos, de diferentes espectros ideológicos. Ele apresentou portanto relatório bastante amplo, bom relatório, excelente relatório, mas nas discussões que nós travamos com os diversos parlamentares, tanto da bancada da segurança pública, como também da bancada governista e também de membros do governo, nós buscamos ouvir algumas sugestões e para além do que já estava escrito, alguns pontos foram retirados naquilo que se entendia que abria muitos precedentes, né para pessoas que talvez não tivessem alguns prérequisitos terem acesso às armas, esses requisitos todos foram retirados de forma consensual. No entanto, alguns itens que nós consideramos fundamentais, deputado capitão Alden, para a manutenção da segurança, que são itens estratégicos para 1 correta política de segurança pública, eles foram mantidos e melhorados o texto. Deles, fala sobre a necessidade, deputado sargento Gonçalves, de armas que hoje em dia, estão nas casas, estão nos lares, que não têm registro, mas são armas que não têm adulteração, que não têm numeração raspada, que veio de herança, que veio né de alguma coisa nesse sentido, elas possam ser registradas. Inicialmente o projeto, deputado Tarcísio, do deputado Aloysio, deixava o tempo em aberto, a qualquer tempo. Nós entendemos que o que era razoável abrir 1 janela pra esse registro por tempo determinado, que será de ano, né coincidindo aí com algo que já está escrito no decreto, coincidindo com outras abordagem que nós tivemos, então abrirá 1 janela de ano, pra que essas armas sejam recadastradas, E numa política do governo que visa dar controle e transparência a ao controle das armas, nós entendemos que isso é absolutamente necessário, já deveria inclusive ter sido feito, que são armas que estão invisíveis para o poder público e se tornarão visíveis, se entrarão nos mapas né, com as devidas orientações do projeto substitutivo que eu apresentei. Outro aspecto deputado Zacarias Kalil, é no que tange o aspecto da idoneidade, que anteriormente havia 1 corrente que defendia simplesmente haver inquérito policial, e 1 o texto do deputado Aloysio falava só do que fosse transitado em julgado. Nós buscamos meio termo em relação a isso também deputado pastor Henrique Vieira, que fala que, trata sim de inquérito policial, mas inquérito policial que tem a ver com crimes contra a vida, contra crimes sexuais, com violência empregada contra o patrimônio, ameaça, grave ameaça e lei Maria da Penha. Então acho que esse é o caminho razoável, então direto ao voto agora, pra que possamos fazer a apreciação. Dos pressupostos de constitucionalidade observamos que ainda existe qualquer objeção quanto aos pressupostos do projeto e de seus apensos, bem como do substantivo hora proposto pela comissão. As proposições e o substitutivo atendem os prefeitos constitucionais formais, concernentes à competência legislativa da união, às atribuições do Congresso Nacional e à legitimação da iniciativa parlamentar nos exatos termos do artigo 22 e 60 e da nossa constituição da república. Então no que respeita a constitucionalidade material, também há harmonia entre as alterações propostas com as dimensões da lei maior. Com relação à juridicidade, os projetos e o substantivo da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, revelamse adequados, o meio escolhido é apropriado para atingir o objetivo pretendido. O respectivo conteúdo possui generalidade e se mostra harmônico com os princípios gerais do direito. A tecno legislativa empregada pelas proporções se encontram de acordo com os ditamos da lei complementar 95 de 26 de fevereiro de 98, com as alterações introduzidas pela lei complementar 107. Quanto ao mérito, o projeto de lei e os apensados foram distribuídos a essa comissão permanente que deve também manifestarse quanto ao mérito, as proposições sob exame de imediato merecem acolhida quanto ao mérito, pois manda o senso comum que devam ser aproveitadas deputado Luiz Lima, todas as armas que tenham condições de serem utilizadas pelas forças armadas, ou pelos órgãos de segurança pública. País com grandes dificuldades financeiras, deputado Fraga, e de equilíbrio fiscal como o nosso, com os inevitáveis reflexos que levam as carências nas diversas instituições públicas, não pode se dar ao luxo de destruir armamento caro e que pode ser empregado com vantagens pelas forças de defesa e de segurança pública. Na análise das propostas pensadas, deputado Fraga, é possível verificar que parcela considerável delas é relativa ao artigo 25 do estatuto desarmamento, que diz respeito aos procedimentos relativos às armas apreendidas, inclusive quanto à doação ou quando for o caso, há a destruição. Isso se explica porque o artigo 25 era objeto da proposição principal, e no substantivo apresentado pela comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, foi observado que se procurou incorporar as sugestões relativas a esse dispositivo advindas dos apensados. No entanto, o conjunto dos apensados há muitos projetos de lei alcançando diversos outros dispositivos do estatuto dos armamentos, com suas sugestões tendo sido igualmente aproveitadas no substantivo, emanado daquela comissão. Em 1 observação mais apurada, percebese que muitos dos projetos de lei se superpõem ao terem como objeto as mesmas alterações, ainda que por vezes, com redações ligeiramente diferentes, ou com parâmetros diferentes, como no caso de projeto de lei que estabelece prazo de x dias para 1 determinada providência, enquanto o projeto de lei de outro ator define y dias para a mesma providência. Em casos assim, notase que naquele substantivo optouse pela alternativa que pareceu melhor. Por outro lado deputado Bilbo, há os seguintes projetos de lei apensados, contendo propostas de dispositivos que se tornam extemporâneas, em razão de prazos que estabeleciam e se revelaram ultrapassados, não se podendo leválos em consideração. Apesar do inegável mérito, que originalmente traziam o número 7360 e de 2010, o 7960 de 2014, 3254 25783 24432 de 2023. Deve ser observado que os demais projetos de lei, invariavelmente, deputada Laura Carneiro, trouxeram elementos que foram incorporados àquele substitutivo, aumentando consideravelmente o escopo da proposição principal. Em face disso, após a apresentação do nosso parecer preliminar de primário, no qual era acatado o substantivo emanado da comissão de segurança, ao ponderar sobre aperfeiçoamentos vislumbrados e extensa discussão, optouse por nele introduzir modificações incorporadas ao substantivo, que ora apresentamos anexo. Ademais, é fundamental ressaltar que o substantivo que ora oferecemos busca solucionar grande problema completamente ouvido pelo governo federal, a necessidade de se registrar as armas de fogo que se encontrem sem registro atualmente. Para garantir 1 política efetiva de segurança pública, deputada delegada Catarina, esse cadastramento deveria ter sido iniciado primeiro mês de janeiro de 2023, assim como realizado o recadastramento das armas registradas. Impossibilitar o registro, não extinguir a existência das armas, elas continuarão a existir permanecendo na ilegalidade como armas frias, na clandestinidade, muitas vezes sendo usadas na criminalidade ou para esquentar supostos conflitos. O registro proporcionará transparência e o controle necessários à política de 1 segurança pública séria e exitosa. Assim, para que o governo realmente efetive 1 política de controle sob armas, é mandatório possibilitar o registro por prazo determinado e previsto à lei. Como conclusão na comissão de constituição, justiça e cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade, boa técnica legislativa da matéria, e no mérito deputado capitão Alden, pela rejeição dos projetos apensados, 7300 362010, 999014, 3254 25783 24432 de 2023, e pela aprovação de projetos de lei número 9433 de 2017, é o principal, e os seguintes projetos de lei deputado Fernando Máximo, apensados 945004, 47005, 6162 7010 de 2007, 5604 2009, 608009, 179010, 385012, 5300 e de 2003 13, 5300 e de 2003, 13, 668013, 7300 e de 2014, 298 de 2015, 440 de 2015, 4456 de 2016, 5552 de 2016, 6156 de 2016, 7002 de 2017, 7706 de 2017, 7885 de 2017, 7910 de 2017, 7998 de 2017, 8006 de 2017, 8187 de 2017, 8169 de 2017, 8792 de 2017, 10687 de 20084 de 21604 de 2019, 2768 de 2019, 505019, 5305 2019, 4410 27505 2020, 55 de 22, 2656 2022, 2144 de 22179 de 25377 2023, 3504 de 2023, 44154 de 2024, bem como do substitutivo da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, na forma do substitutivo em anexo. Portanto senhores, percebam que é projeto que tem 47 apensados, é projeto complexo, que eu me dediquei muito pra ter 1 razoabilidade deputada Ivan Valente, sobre o tema, porque eu sei que é 1 pauta cara e nobre para o governo, é 1 pauta cara e nobre para a bancada da segurança pública, e nós precisamos atingir equilíbrio sobre o tema, que dê segurança jurídica, que dê controle, que dê transparência, e que estabeleça 1 paz, 1 pacificação sobre essa temática. Agradeço todos os deputados que participaram da discussão, da nossa honrosa bancada de segurança pública. Agradeço a deputada Laura Carneiro do nosso partido, que sempre contribuiu nessa discussão, desde o relatório do PDL 206, aos deputados da bancada governista da mesma forma, aos membros do Ministério da Justiça, do Esporte e também da defesa. Então fica aqui o relatório como analisado, lido, pelo qual, deputado Henrique Vieira, eu peço a aprovação dos pares. Muito obrigado, Deus abençoe cada de vocês.
Deputado
Ok deputado Ismael Alexandrino lá do nosso Goiás. E agora passase a discussão. Eu queria fazer 1 consulta aqui aos senhores deputados, senhoras deputadas, sobre o seguinte, nós temos 1 lista de deputados aqui inscritos, que eu posso citar o nome deles. Essa matéria me parece que vai caminhando na condição de ser consensual. Não? O pastor Presidente. Então não há problema, nós vamos então O PL abre mão presidente. Mas me parece que ali tem problema do do pés do do PSOL, é isso? A minha preocupação, deputada, é o seguinte, a minha pergunta foi a vossa excelência, vossa excelência vai registrar o voto contrário? O que na realidade por economia processual talvez pudéssemos avançar aqui. E deixando o voto de vossa excelência Podemos chegar a meio
Deputado
1 fala de 3 minutos orientando, explicando a nossa posição e regime de votação. Não tem obstrução. Podemos
Deputado
Assim, vamos fazer o seguinte, eu coloco aos senhores deputados, senhoras deputadas, nós temos aqui alguns deputados inscritos, que se eles entenderem assim, tem o deputado Gilson Daniel, deputado eleito Borges, deputado Marcos Pollon, capitão Alberto Neto, delegada Catarina, deputado Bebo Nunes, Deputado Ivan Valente deputado Raymond deputado Pastor Henrique e deputado Chico Alencar a minha pergunta então vai na seguinte direção se nós colocássemos já na orientação dos votos e os deputados se fossem ao microfone podemos falar minuto, minuto, minuto, sem problema, pode ser? Ok, 2000, não tem problema. Ok, vamos lá, vamos lá. Tá bom? Então, fazer o seguinte, nesse momento declaro então encerrada a votação, a discussão, desculpe, a discussão. E aí então nós vamos para a orientação de bancada. Que os deputados então podem, vamos abrir aqui a mão pra que os deputados possa usar aí mais de minuto, ok? Eu entendi, eu entendi Fazer a falta, desculpe. O governo. É é acordo, eu entendi que nós poderemos expressar nessa posição contrária a 2 minutos. Por exemplo, deputada Catarina, ela vai orientar pelo partido dela, o PSD, e pode também falar, talvez deputado Sim senhor presidente. Belo. Vamos tentar chegar no acordo, senão a gente põe pro sem problema. Não não eu quero.
Deputado
Eu eu estou querendo produzir acordo. Claro, claro. É porque o nosso partido, pelo que eu entendi, é aquele que tem posição contrária. Isso, ok. Não queremos entrar em obstrução ou atrasar a votação, mas queremos expressar a nossa posição. O que eu estou pedindo é que não seja 1 orientação de bancada de minuto, que eu possa falar durante 3 minutos a nossa posição. Okay, isso é muito razoável.
Deputado
Vamos fazer o seguinte, vamos então, volte por favor aqui a lista, e volta aqui a lista. Vamos dar o tempo de semana. O padrão é minuto. Ok, não, não, mas nós estávamos tentando acordo pra que logicamente aqui tenham 10, 12 deputados escritos. Pra que nós pudéssemos na orientação de batalha falar pouco mais, mas nós temos aqui Vocês têm pra fazer a sugestão vossa excelência coloca só vossa excelência dá 2 minutos pra cada pronto. Se nós tivermos nesse acordo eu poderia tudo bem deputado o pastor orientação qual é o tempo? 3 minutos. 3? Não, nossa orientação de bancada minuto. Porém aqui os deputados podem discutir 3. Nós temos 12 deputados escritos. Por isso que eu digo, se nós vamos vamos fazer o seguinte então vamos. E não vai. Tudo bem, mas se for 3 minutos vai aumentar o tempo. Não tem problema, ok. Vamos então. Vamos Presidente, presidente, eu vou falar. Deputado Presidente. OK, quer falar os Permita então.
Deputado
3 minutos, o pastor Henrique do pessoal. E os outros, minuto. Acordo nisso. Podemos fazer assim? OK.
Deputado
Deputada Catarina também não aceitou. Não a gente não tem problema então tá. Deputada então vamos fazer o seguinte. 40 por 3 ali mundo. Ok, é acordo então pra que nós abríssemos, pra os deputados então, abrissem. Nós vamos então colher os votos e volto a dizer, deputado, o pastor vai falar pelos seus 3 minutos, ok, sempre. Presidente. Sim. Qual o acordo que é feito? 3 minutos, eles falam O programa é que é por por partido, vê pra bem, na orientação é por partido. Gente, não vamos fazer o seguinte, vamos facilitar a vida então? Vamos voltar a lista não porque pra orientação só pode por partido, ok? Então vossa excelência está no mesmo partido deputado do Ivan e deputado. Vai daí uau vamos lá. Mas sim, mas nós temos a deputada Catarina também. Mas temos a deputada Catarina, gente vamos fazer o seguinte, eu sei que é projeto muito importante todo mundo principalmente o pessoal de segurança pública precisa fazer, não tem problema a gente demora pouquinho mas vamos voltar a lista de ficar então segue então vamos seguir Tá ok eu só tentei facilitar mas não deu problema para encaminhar o deputado o jiu são Passase então a discussão, para encaminhar a discussão deputado Gilson Daniel lá do Espírito Santo. Deputado, ok, abrir mão. Vamos então deputado Eli Borges. Ok. Vamos então deputado Marco Pollon. Deputado capitão Alberto Neto. Capitão delegada Catarina, tem vossa excelência a palavra pra, pra fazer vá à tribuna sem problema, eu vossa excelência terá os 3 minutos.
Deputada
Boa noite a todos. Eu queria aqui em primeiro lugar parabenizar o autor do projeto. O senador Wilde Moraes e o meu amigo relator Deputado Ismael Alexandrino além de parabenizar também todos todos aqueles que trabalharam a favor desse projeto junto com Ismael do PSD como a deputada Laura Carneiro e dizer dá o meu testemunho aqui colegas como deputada como delegada de polícia como é esse projeto é importante a importância desse projeto ser aprovado nessa casa em todo em todo com todo o seu contexto aqui com todas as negociações que foram feitas é
O lance para o nosso país é dos pontos importantes quem está aqui no artigo 30 do projeto quando ele diz que as armas de fogo que se encontram e legais vamos dizer assim que não estão cadastradas que elas possam ser cadastradas aquelas pessoas que possuem armas muitas vezes de herança são colecionadores que eles possam cadastrar essas armas até ano após a a promulgação dessa lei isso é muito importante alguns né falam que não mas eu entendo que a gente traz luz a essas armas armas que estavam aí na clandestinidade elas passam a poder ser monitoradas afinal de contas bandido ele não vai querer cadastrar 1 arma quem vai procurar o cadastramento dessas armas são as pessoas de bem que tem em casa e vão ter a oportunidade de poder legalizar essas armas Então esse é dos pontos principais que a gente encontra aqui nesse projeto além de tantos outros então eu sou a favor do projeto peça aos colegas que pensem e que votem sim a favor do projeto do relatório do meu amigo Ismael Alexandrina obrigado
Deputado
Deputada delegada Catarina, deputado Bibo Nunes. Pra falar favor. Falar contra deputado Chico Alencar. Contra deputado pastor Henrique Vieira.
Deputado
Bem, primeiro eu quero registrar aqui, a capacidade de diálogo do relator deputado Ismael Alexandrino, tenho muito respeito por ele, e ele acolheu várias demandas nossas. Tinha 1 questão gravíssima no projeto por exemplo, tem a ver com o registro de armas, de fogo, esse é o ponto. Então tinha 1 questão original no projeto, que só era impeditivo pra ter esse registro, se a pessoa estivesse condenada com decisão transitada em julgado. O que abria 1 margem perigosíssima. Pessoas com inquérito policial, Érica, e processo, por exemplo por feminicídio, lesão corporal, poderiam ter acesso ao registro de armas. Gravíssimo. Dialogando com o deputado Ismael, isso foi muito alterado. Todos esses crimes que têm potencial de fato agressivo contra a vida e a integridade física das pessoas, o que o relator fez? Trouxe para patamar que nós defendemos. Se já há inquérito com relação a esses crimes, já há impeditivo para ver o registro dessas pessoas. Portanto, no parlamento, mesmo com divergência, é importante valorizar a escuta, o diálogo e a produção de sínteses. E o deputado Ismael Alexandrino, não me parece aquele que glorifica a arma pela arma, mas tem 1 visão de esporte mais profissional com a qual eu consigo dialogar. Porém, para nós, ainda é muito sensível, porque significa 1 flexibilização e retrocesso com relação ao estatuto do desarmamento. E para nós, o estatuto do desarmamento é o parâmetro que precisa ser reafirmado e não modificado nem flexibilizado. Para nós é ponto, é parâmetro, é algo que nós não conseguimos flexibilizar. Até mesmo nesse ponto, veja a problemática. Tem vários crimes que, havendo já inquérito, a pessoa não pode registrar arma de fogo. Beleza, isso é avanço no diálogo com o relator, mas quantos outros crimes não estão nesse artigo e mesmo a pessoa com inquérito poderá ter acesso à arma de fogo? Então isso pra nós esse vazio é muito problemático, porque tem 1 lista de crimes que com essa aprovação, antes a pessoa com inquérito não podia registrar. A partir de agora poderá registrar. Pra nós, isso é problemático. Somos 1 linha de controle rígido sobre armas e munições, porque entendemos que mais armas circulando é mais violência contra o nosso povo. Daí, 1 coisa, só pra agradecer, 30 segundos pra reafirmar nossa posição, que é anti armamentismo, valorizar o trabalho do deputado Ismael e também
Transcrição automática
Acordo que fizemos aqui porque o pessoal consegue com serenidade e firmeza expressar a sua posição e isso a democracia no parlamento brasileiro.
Deputada
Presidente. Presidente. Deputado Vivo Nunes pra falar favoravelmente. Pastor Eli.
Deputado
Presidente, primeiro lhe parabenizo pela presidência, estou do lado do meu colega Pedro Júnior, que esteve aqui vários dias no meu lugar, pra dar anunciar e agradecer que o PL 38 90, tínhamos problemas no 38 90 presidente, mas a competente deputada Leidice da Mata, ela acatou as sugestões que nós propusemos pra ela, portanto, na parte que compete ao PL e à Frente Parlamentar Evangélica, nós estamos de pleno acordo com, o novo texto da nossa nobre deputada Leidista Marta que é o PL 38 90 presidente. É o estatuto da vítima.
Deputada
Deputado ele já registrado então com sublinhado seu sua referência a deputada Letícia da Marta, deputado Bego Nunes, se encontra na tribuna? A favor? Pode ser lei se tem escrito.
Deputado
Foi feito acordo que não haveria discussão e só o encaminhamento.
Deputada
Neste caso deputado Lima Nunes, então, o meu objetivo é cumprir o acordo que foi feito. Bem, foi feito foi feito esse acordo. Todos deram acordo? Foi feito Só apenas orientação. Está certo, então Não, a gente fala Passamos ao acordo então tá? Deixa eu falar então, eu só vou dizer, eu só quero colocar, não, que se tem acordo digníssima presidente, acordo sempre se respeita. Com certeza, declaro encerrada a discussão, Passase a votação. Pra orientar senhora presidente pelo bloco. Pra direita pra se defender Passase a votação. Em votação Não, pela orientação de bancada. Exatamente. Para orientar as bancadas. Pra orientar em nome do Só minuto. Podemos. Podemos. Vamos no período de votação, vou pedir orientação das bancadas. Bloco União Brasil PP, primeiro bloco, federação PSDB Cidadania.
Deputada
O nome do MDB PSD, Republicamos e Podemos? Deputados, nós já.
Deputada
A discussão porque foi informado, encerrou a discussão. Está encerrado. Eu encerrou. Deputados, fui informada de que houve 1 cópia de plenário de encerrar a discussão. Presidente, eu abri mão, eu abri mão da encerrada a discussão, eu abri mão presidente. Deputado, deputado Ivan Valente, eu gostaria de atender a vossa excelência, mas o tempo não volta, e eu recebi a informação e declarei encerrada a discussão. Sinto mas declarei Deputado, vossa excelência está coberta de razão. Encerrada pelo acordo. Acordo é que todo mundo votaria assim. Vamos passar orientação das bancadas. Bloco União Brasil, PP, federação, PSDB, Cidadania. Como vota? PP presidente, progressistas. Bloco MDB progressistas, PSD, bloco 2, bloco MDB PSD. Senhor presidente
Deputada
O Bloco O deputado loira Carneiro. Pelo bloco PSP, PSD, perdão, PSD, PS, PMDB, Podemos e Republicanos, nós votaremos senhora presidente, sim a matéria. E eu tenho, fiz questão de fazer esse encaminhamento, porque eu fui relatora nesse plenário do estatuto dos armamento há 20 anos atrás. E hoje eu quero comemorar o texto do deputado Ismael. Teve a capacidade de construir acordo com o governo, acordo com o Ministério da Justiça, acordo com várias frentes que pensam de forma diferente encontrando o que é o denominador comum pra garantir alguns direitos modificando o estatuto desarmamento. Então eu quero dar parabéns ao deputado Ismael do nosso partido, do nosso bloco e nós votamos sim senhora presidente.
Deputada
Presidente no bloco, pelo bloco União BrasilPDDE. Precisar, nós estamos em votação do substitutivo oferecido pelo relator da comissão de incursão e justiça ao PL 94 33 de 2017. A deputada Laura Carneiro encaminhou sim, PL, PP presidente, orientou sim agora é o PL. Nós
Deputado
Abrir mão da do encaminhamento, exatamente por causa do acordo. E eu queria pedir favor a vossa excelência. Fizemos acordo, mas como vossa excelência chegou na mesa e sentou, não presenciou o acordo. Que no encaminhamento do do PSOL, no encaminhamento do PSOL, que vossa excelência concedesse os 3 minutos pro Ivan Valente, pra ir, pra não ter rompimento de acordo no plenário. Eu agradeço o voto do PL assim, muito obrigado.
Deputada
Deputado, federação PT, PCdoB, PV. Presidente, PT é orientar pelo bloco união. Bloco união orienta sim também senhor presidente. Bloco progressistas presidente, sim e.
Deputada
Eu aproveito e utilizo da palavra porque é inadmissível que projeto venha pra essa casa que ele seja ruim para as pessoas, especialmente para quem precisa. O 46 14 de 2024 é retrocesso. Nós precisamos que realmente o BPC não é favor pra ninguém, é direito constitucional, direito garantido pras políticas sociais pra cuidar de idosos, cuidar de crianças, mas especialmente quem tem deficiência. E por mais que estão aí dizendo que existem irregularidades, mas o governo tem que ter mecanismo pra apurar irregularidades e não punir quem realmente precisa. Então nós temos que ser responsáveis com essas pessoas, mas especialmente não penalizar a quem precisa, é direito que foi constituído, mas foi a duras penas. Então é não esse projeto, e sim ao BPC a favor das pessoas que mais precisam, especialmente as que são portadoras de. Obrigado
Deputada
Silvia como vota federação PT PCdoB PV. Como vota PSB. PSB.
Deputada
Senhora presidente, apesar das mudanças que consideram que traduzem esforço de conciliação do plenário, nós consideramos que essas flexibilizações vêm sempre no sentido de ampliar a mobilidade de armas na sociedade portanto o PSD encaminhará não. PSB encaminhar não.
Deputada
Como vota federação pessoal rede, com a garantia que eu quero estabelecer de que o deputado possa utilizar o tempo de 3 minutos dado que houve 1 controvérsia acerca do acordo, pra que não haja presente. Então pelo pessoal. Orientar.
Deputado
Agradeço. Queria aí em primeiro lugar cumprimentar o deputado Ismael Alexandrino, pela disponibilidade de de diálogo, e por rever o relatório original. Porque o projeto original, o que nós defendemos aqui é o estatuto do desarmamento, inclusive num primeiro momento no Brasil, realmente se acumulavam as armas e eram destruídas, e isto estava lá. Esse projeto do Senado visava mandar pras forças armadas e depois pras forças policiais. Quando chega na comissão de segurança pública, se faz mega projeto mexendo em várias questões. Eu faço questão de citar, veja, você poder permitir armas pra quem foi condenado por crimes que nos, que sejam hediondos e contra a vida gente. Era 1 loucura isso aqui. Assim como quem está respondendo em inquérito inquérito policial e judicial, não poderia ter negócio como esse, claro, entende? Então, o critério de elegibilidade, entende? Quando nós, o que que é efetiva necessidade? É aí que mora a questão. Então, a efetiva necessidade é dada por critérios, os critérios são rígidos. Então, era 1 lógica de permitir o seguinte, eu preciso da arma, então está liberado. Não. A efetiva necessidade hoje pra Polícia Federal, o que é aceito? O sujeito tem residência rural, entende, ameaça o patrimônio e a vida dele, várias questões já são aceitas, mas nós não podemos liberar geral porque isso é a expansão da política armamentista que nós somos contra porque defendemos o estatuto do desarmamento. Tem outras questões como a revogação, a proibição de armas como regra geral. Isso também saiu do do do processo e do projeto, porque a negociação levou a essa questão. Isso aqui é para da corroborar com 1 política armamentista que foi efetivada no governo anterior, e que foi revogada nesse. Então, nós não podemos aceitar isso. Agora, é é critério de bom senso pra saber como se libera 1 arma ou não. Terceira questão, a necessidade de apresentar justificativa individualizada. Quarta questão, o relator mexeu no prazo também, que é foi dado prazo de 10 anos pra renovar. Isso era prazo muito longo, porque no Estatuto do Desarmamento está 3 anos. E o relator colocou 5 anos. É bem provável que por questões logísticas a Polícia Federal até top os 5 anos e é bom é bom momento. Então nós estamos aqui discutindo questões em que a questão do armamento da população, deputada Rosário, não pode ser o risco de vida. Nós estamos aqui em defesa da vida. Então eu acho que o processo que saiu da comissão de segurança pública, não poderia ser relatório final, por isso que eu cumprimento o deputado Alexandrino, porque ele teve o bom senso, ele consultou e ele fez relatório que é muito mais aceitável. Como nós defendemos o estatuto do desarmamento e ainda ficaram critérios subjetivos de elegibilidade, a nossa posição e o voto do PSOL é não ao projeto.
Deputada
Obrigada deputada Ivan Valente, assim o pessoal indica não, como vota a federação PT, PCdoB, PV deputada Adriana Corsi.
Deputada
Presidenta, a federação, em primeiro lugar, quer parabenizar o deputado Ismael Alexandrino, que se dispôs ao diálogo desde ontem, estamos conversando, ficamos várias questões no projeto que eu entendo que são avanços para o debate sobre a segurança pública no Brasil e eu quero então deixar aqui parabenizar em nome da federação essa disposição ao diálogo como nós temos divergências na Federação partido dos trabalhadores é contrário às mudanças no estatuto de desarmamento porém temos outro partido da Federação que é favorável a Federação libera a votação dos seus integrantes
Deputada
Obrigada deputada, como vota a representação é novo.
Deputado
Presidente, o novo vai orientar sim, esse projeto corrige várias distorções, dificuldades, retiradas de liberdade, ainda poderia avançar muito, mas muito, mas isso acaba sendo pequeno alento que obviamente vai pro caminho certo então a orientação é sim obrigado.
Deputada
Obrigado, como vota a maioria. Presidente, eu quero fazer registro
Deputada
Perceber, diante da liberação, também registra o voto, não. É importante deixar esse registro porque nós agradecemos e muito o imenso esforço da deputada Adriana pra fazer 1 melhoria nesse processo mas ainda estamos longe daquilo que consideramos o ideal pra que possa passar por isso tem a liberação mais PCdoB registra voto não.
Deputada
Daiana registrou o voto do PC do B. A minoria.
Deputado
A minoria? Senhora presidente, a minoria orienta sim, eu quero parabenizar o relator deputado Ismael, parabéns pelo seu relatório, muito bem explicado. Deputado Fraga, muito organizado, vai chegar no objetivo para trazer mais paz à sociedade através desse projeto. Eu quero agradecer também senhora presidente, a bancada da segurança pública que tem à frente o coronel Fraga, que conseguiu, com a sua articulação e experiência, dentro dessa casa, deputado Elder Mauro, ele conseguiu pegar vários projetos e colocarmos na pauta da semana da segurança pública, que vai melhorar o tratamento à sociedade, que vai melhorar as condições de trabalho dos policiais, para que possam exercer o seu mistério. Então o delegado, o coronel Fraga tenho o meu respeito, parabéns e obrigado senhora presidente pelo tempo, a minoria é sim.
Deputada
Deputado como vota oposição. Como vota o governo? Governo governo
Deputado
Sabemos que o nosso governo é contra a política armamentista, defendemos o estatuto desarmamento, defendemos 1 sociedade menos violenta, mais segura, pra todos e todas, pro cidadão, pras forças de segurança, defendemos logicamente os direitos, direitos humanos, a cidadania. Esse debate na semana aqui, sobre segurança pública é de extrema importância pra sociedade e pra casa. E aí quero parabenizar o relator deputado Ismael, que tinha texto muito mais amplo, muito mais complexo, mas teve a sensibilidade também de entender as ponderações do governo de outros setores, e melhorou o texto de maneira significativa. Significativa. Tem 2 pontos que ainda são centrais, e que nós temos divergências. A questão do do da da posse de armas, mudando ali alguns dos requisitos que pode ser concedida, mas 30 segundo presidente por favor, que pode ser concedido a a posse, concedida a posse, e também, a questão do recadastramento das armas que hoje estão irregulares. É 1 medida importante pra segurança pública, sem dúvida alguma, pra que a gente possa ter controle, mas ainda há em divergência em setores do governo. Mas diante do diálogo e da melhora do do texto, o governo vota sim, destacando que não há compromisso de sanção.
Deputada
Senhores e senhoras, concluído a orientação em votação, aqueles deputados e aquelas deputadas que forem pela aprovação permaneçam como se acham, Aprovado com o voto contrário do PSB, da federação pessoal rede e do PCdoB declarado em plenário. E do deputado Lindberg e outros parlamentares também. Estão prejudicadas a proposição inicial, as apensadas e o substitutivo da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado. Em votação à redação final, os deputados e deputadas que forem pela aprovação permaneçam como se acham, aprovada, a matéria retorna ao Senado Federal. Passamos ao projeto de lei número 39 7 meia de 2020 Ora presidente. Antes porém, passo para a liderança do MDB e do bloco, MDBPR, PSDB, PSD, Republicanos os Podemos, o deputado Sérgio Souza.
Deputado
Muito obrigado à sua excelência, deputada Maria do Rosário. Boa noite a todos os colegas parlamentares. Em respeito ao plenário, eu não vou usar, eu sei que tem mais pautas a serem votadas, eu não vou usar todo o tempo da liderança. Senhora presidente, hoje o Conselho Nacional de Trânsito editou 1 resolução que foi o fruto de trabalho de alguns parlamentares desta casa, em especial da frente parlamentar agropecuária, mas eu cito aqui, o deputado Alceu Moreira, deputado Cobalchini, deputado Presente, a deputada Marussa, a deputada Daniela Reiner, que é a questão da utilização das rodovias por máquinas agrícolas. Há uns 3 anos mais ou menos, numa outra resolução do Contram, se inviabilizou a utilização numa interpretação errada do Código Nacional de Trânsito, se inviabilizou a o trânsito de máquinas, tratores e colhedeiras em pistas rodoviárias, tanto federais, estaduais e municipais. Porque dizia que qualquer máquina que não tivesse placa, que não pagasse IPVA e tudo mais, deveria ser transportada em cima de 1 prancha. Que produtor rural lá do meu estado, do estado do Paraná, ou de qualquer região desse país que vai atravessar a pista pra ir plantar no outro lado, ou pra e colher do lado de cá, vai ter que carregar trator, 1 colhedeira em cima de 1 prancha pra andar aí alguns quilômetros na rodovia. Virou 1 polêmica nacional, 1 pressão muito grande dos sindicatos rurais, lá no estado do Paraná, da federação da agricultura, da FAEP, aqui com apoio da CNA, nós fizemos 1 indicação ao Ministério dos Transportes e o ministro Renan Filho por vezes nos recebeu, juntamente com a secretaria nacional de trânsito, na pessoa do Adroaldo. Construímos texto, indicado inicialmente pela Câmara dos Deputados. Depois foi a consulta pública, recebeu sugestões do Brasil inteiro, e agora nessa semana consolidamos num num texto possível, não é o ideal, não é o perfeito, mas no possível, e foi hoje, votado pelo Conselho Nacional de Trânsito e consubstanciado na resolução CONTRAN número 1017, com data de 11 de dezembro de 2024. Trata de outros assuntos também. Mas o que interessa aqui às máquinas, pra esclarecer a vossa excelência e pra que o nosso agricultor entenda, até 2 e 80, Poderia até transitar. Alguns estados tinham problema. Mas acima de 2 metros e 80 de largura, que boa parte das máquinas hoje são, era proibido, Somente com autorização de transportes especial, e em cima de prancha. Agora nós mudamos isso. Pode até 3 metros e 23 e 20 é a largura da pista. É a largura daqueles caminhões, por exemplo. Que faz transportes com excesso lateral. Quando vocês andam nas rodovias, sargento, por favor, você vê lá na traseira do caminhão, aquela placa dizendo 3 metros e 20. Então esta largura de máquina não mais vai precisar estar em cima de 1 prancha. Ela poderá transitar nas rodovias, Tanto federal, estadual e municipal, numa distância de até 40 quilômetros. Isso é mais do que o suficiente. Para o produtor rural se locomover de 1 propriedade ou outra. Lógico que tem regras. Este produtor rural, esse que vai estar comandando a máquina, tem que ter habilitação. Porque ele vai estar, numa via pública. E tem regras pra isso ter código de trânsito. Ele tem que estar habilitado. Ah, mas o produtor rural pra plantar lá na sua propriedade, pra acolher, ele precisa de habilitação? Não, não precisa. Mas pra andar numa via pública precisa de habilitação. Precisa de habilitação, não precisa ser categoria especial, básica, e também tem que ser no dia claro. Então é do amanhecer ao anoitecer. Porque veículo que transitar à noite, ou se tiver neblina, chuva, ele transita devagar, pode provocar acidente e ceifar vidas e danos ao patrimônio do próprio produtor ou também daquele transeunte da rodovia. Outras alterações também substanciais, senhora presidente, é de que, pode transitar, mas tem que ter segurança. Tem que ter 1 placa e tem que ter alguém acompanhando. Com essas regras básicas, o produtor rural ganha muito, que é a utilização das rodovias estaduais federais com as suas máquinas. E aquilo que exceder os 3 metros e 20, aí sim vai precisar de autorização especial, mas pode buscar o órgão municipal, o órgão estadual ou o órgão federal de acordo com a competência daquela operação da rodovia. Era essa a notícia que eu queria trazer à tribuna senhora presidente, dizendo que mais 1 vez, nós aqui no Parlamento estamos cuidando da sua excelência, o produtor de comida, de alimentos para o povo brasileiro, e para mais de 200 países, que é onde nós mandamos o nosso excedente muito obrigado, 1 boa noite a todos.
Deputada
Muito obrigada deputado Sérgio Souza voltamos então a matéria ao projeto de lei 39 7 meia de 2020 do deputado Aloysio Mendes. Discussão em turno único do projeto de lei número 39 7 meia de 2020 que dispõe sobre o cadastro de pedófilos, alterando a lei 80 meia 9 de 13 de julho de 90, Estatuto da Criança e do Adolescente, tendo pareceres da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado pela aprovação, relator o deputado Nivaldo Albuquerque, e da comissão de previdência, assistência social infância adolescência e família, pela aprovação com substitutivo da com com o substitutivo, relatora deputada, deputada de parecer, para oferecer parecer ao projeto pela comissão de constituição, justiça e cidadania, concedo a palavra à deputada delegada Catarina.
Deputada
Boa noite a todos os meus colegas eu gostaria aqui de dizer a importância e parabenizar o deputado autor do projeto Aloysio Mendes falar da importância desse projeto para a prevenção dos crimes sexuais contra crianças e adolescentes o fato de nós termos cadastro onde essas pessoas que foram condenadas por conta desses crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes esse cadastro ele tem fotografia ele tem nome ele tem vários outros detalhes sobre esse indivíduo ele vai proteger a sociedade especialmente as nossas crianças e os nossos adolescentes eu gostaria até aqui de dizer que 1 das preocupações dos colegas é a questão da fotografia desse indivíduo poder ser confundido com outra com 1 pessoa inocente mas esse cadastro ele vai ser de acordo com o projeto de lei ele vai ser administrado pelo CNJ e ele não terá apenas como eu disse aqui a foto do cidadão a foto do criminoso ele terá também outros adjetivos outras outras informações que vão fazer individualização deste deste apenado o e dizer que qualquer aqui presente me daria razão quando a gente diz o seguinte quem aqui gostaria de ter eu teria coragem de contratar alguém que já foi condenado pelo crime de pedofilia que cumpriu sua pena mas que já está em liberdade quem teria coragem de contratar essa pessoa para cuidar do seu filho ou da sua filha para dar aula quero se a gente falou de natação para dar aula de história de geografia para ser tutor dessa criança Ah mas ele já cumpriu a pena nessa gente falou já cumpriu a pena aí eu gostaria que que alguém levantasse a mão e dissesse quem teria coragem de contratar por isso que é importante que esse cadastro de seja ativo que nós possamos saber e aí tomar as nossas decisões se aquela pessoa que está ali a minha frente que já cumpriu a sua pena por pedofilia ou por qualquer outro tipo de crime sexual se ela tem ou não a chance e merece 1 segunda chance e eu vou direto aqui para o relatório para o voto eu considero o meritória e oportuno o projetor examinado tendo em vista que alteração do estatuto da criança e do adolescente para instituir Cadastro Nacional de pedófilos é avanço significativo de proteção na proteção das crianças e adolescentes este cadastro permitirá a disponibilização de dados dos condenados por crimes relacionados a abuso e exploração sexual de menores fortalecendo a capacidade do Estado e da sociedade de identificar e monitorar pessoas que representem riscos potenciais o outro benefício importante do projeto é sua contribuição para a dissuasão de crimes contra crianças e adolescentes a visibilidade pública das informações sobre os condenados pode servir como elemento de inibição para potenciais infratores além disso a medida reforça o compromisso do Brasil com o cumprimento de normas internacionais de proteção à infância como disposto na convenção da ONU sobre direitos das crianças ao adotar medidas concretas e severas contra abusadores e explorar novas formas de prevenção o projeto prevê a centralização das informações em 1 plataforma que deverá ser organizada pelo Conselho Nacional de Justiça contribuindo para ações preventivas mais eficientes e proporcionando maior segurança às famílias e comunidades os crimes que levaram ao registro dos autores no cadastro proposto são exclusivamente aqueles relacionados à violência sexual praticada contra crianças e adolescentes essa medida abrange delitos definidos tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente quanto no código penal assegurando 1 cobertura abrangente das situações que envolvem abuso e exploração sexual de menores ao focar nesse tipo específico de crime o cadastro reforça a prioridade absoluta na proteção dos direitos das crianças e adolescentes conforme estabelecido pela constituição federal o projeto e o substitutivo aprovado na comissão de previdência e assistência social e é importante frisar que iniciativas semelhantes é importante frisar que iniciativas semelhantes são realizadas em outros países e nos Estados Unidos existe dos sistemas mais abrangentes de registro público de criminosos sexuais por meio desse sistema indivíduos condenados por crimes sexuais incluindo aqueles contra crianças são obrigados a fornecer informações detalhadas como o nome endereço fotografia e histórico criminal que são disponibilizadas em plataformas públicas online o acesso ao público o acesso ao cadastro permite que comunidades identifiquem e monitorem possíveis ameaças promovendo maior segurança local Além disso o sistema é integrado em nível Federal como será o nosso garantindo que os registros sejam consistentes e rastreáveis em todos os estados o que reduz a possibilidade de criminosos evitarem monitoramento ao se mudarem para outras jurisdições nesse mesmo passo com algumas pequenas diferenças na abordagem seguem a Inglaterra e Austrália somos favoráveis a algumas mudanças no projeto original realizadas pela comissão de previdência assistência social infância adolescência e família em seu oportuno substitutivo mas seguimos a ideia presente em sua origem de divulgar a foto do infrator para que a sociedade possa se defender de novas investidas do condenado sobre nossas crianças e adolescentes e por isso apresentaremos o nosso substituto substitutivo em anexo outro sim as peças legislativas em comento atendem as premissas constitucionais materiais bem como os preceitos constitucionais formais consertentes concernentes a competência Legislativa da união as atribuições do congresso nacional e a legitimação de iniciativa parlamentar e nesse mesmo sentido são jurídicas as disposições penais constantes na proposta original e no substitutivo aprovado pela comissão de previdência assistência infância adolescência e família haja vista que guardam harmonia com o sistema jurídico brasileiro e ainda sobre o mesmo enfoque constatase adequação dos textos com as regras veiculadas na lei complementar número 95 de 1998 obedecendo a boa técnica Legislativa efetivada essas considerações da análise entre a realidade social e as leis vigentes entendemos convenientes e oportunos os novos comandos a serem inseridos na legislação em vigor por representarem indiscutível aperfeiçoamento do arcabouço legislativo criminal nacional conclusão do voto ante o exposto no âmbito da comissão de constituição e justiça e de cidadania somos pela constitucionalidade juridicidade e boa técnica Legislativa do projeto de lei número 13.976 de 2020 e do substitutivo da comissão de previdência e assistência social infância adolescência e família e no mérito somos pela aprovação do projeto de lei número 3.976 de 2020 e do substitutivo da comissão de previdência e assistência infância adolescência e família na forma do substitutivo em anexo a sala das sessões desde dezembro de 2024 Muito obrigado a todos. E peço o voto favorável. Obrigada
Deputada
Passase a discussão. A lista de inscritos para a discussão só tem escritos favoráveis, eu perguntaria a vossas excelência se nós não podemos ter 1 economia processual aqui, e termos menos falas do que inicialmente previstos, são 15 inscritos favoravelmente. Por gentileza. Eu primeiro eu queria
Deputado
E aos colega que estão escrito, nós temos que avançar nessa pauta já que há muito consenso. Pedi pro pessoal não não falar, ou se falar falar minuto Deputado, é exatamente isso que é
Deputada
Caminhando então o primeiro escrito é deputado Duarte Júnior. Vamos tentar que sejam 2 ou ninguém ninguém, todos abrem mão, é só abrir mão. Duarte Júnior, Bebo Nunes, Gilson Daniel, capitão Alden, Marques Pollon, Giovanna Federal, pastor Henrique Vieira, Pompeu de Matos, Adriana Ventura, Eli Borges, Chico Alencar, Geovane Cherini, coronel Crisóstomo, Sanderson e Marcel Conradten. Digíssima. Sim.
Deputado
Eu vou fazer aqui o seguinte, eu estou escrito em quase tudo, eu abro mão de tudo. Não falo mais hoje. Agradecemos. Deputado Chico
Deputada
Eu também desço desse ringue onde luto pelo Brasil, fora dele, abro mão. Bom, muito bem deputado, concluída então a discussão, agradecemos, agradecemos temos praticamente 1 unanimidade, passamos então ao declaro encerrada a discussão, para oferecer o projeto foi emendado, para oferecer parecer emenda de plenário pelas comissões de segurança pública e combate ao crime organizado de previdência assistência social infância adolescência e família e de construção justiça e cidadania, conceda a palavra novamente à relatora deputada delegada Karina Karina. Se eu parecer as as emendas deputada.
Deputada
Eu acatto a emenda durante a discussão da matéria foi apresentada 1 Emenda de Plenário a emenda número pretende incluir os parágrafos primeiro e segundo do artigo 227 B criado pelo artigo segundo do projeto de lei número química acumulativamente as penas já previstas para os crimes mencionados no caput do referido artigo e prevê que essa medida será realizada mediante o uso de medicamentos inibidores da libido nos termos regulamentados pelo Ministério da Saúde observandose as contraindicações médicas após amplo diálogo com diversos parlamentares e líderes partidários entendemos que a medida proposta na emenda de plenário número é Tecnicamente eficaz e muito oportuna a castração química ao reduzir a libido por meio de medicamentos hormonais pode ser considerado 1 medida preventiva para diminuir a reincidência em crimes sexuais especialmente em casos de pedofilia ao inibir os impulsos sexuais essa intervenção auxilia no controle dos desejos que levam ao comportamento criminoso contribuindo para a proteção das potenciais vítimas e a pena de castração química tem sido adotada em diversos países como 1 medida para lidar com crimes sexuais especialmente aqueles relacionados à pedofilia nos Estados Unidos por exemplo a castração química é utilizada como 1 alternativa de sanção para criminosos condenados por crimes sexuais refletindo 1 abordagem que busca não apenas punir mas também tratar e prevenir a reincidência a prática também observada em países como a Inglaterra e os países de Gales onde a castração química é aplicada a indivíduos considerados de alto risco de reincidência em crimes o anti exposto no âmbito da comissão de previdência assistência infância adolescência e família somos pela aprovação da emenda de plenário número na forma da sub emenda substitutiva da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado pela comissão de segurança pública e combate ao crime organizado somos pela aprovação da emenda de plenário número na forma da submenda substitutiva em anexo pela comissão de constituição e justiça e de cidadania votamos pela constitucionalidade juridicidade e boa técnica Legislativa da referida emenda e no mérito por sua aprovação na forma da submenda substitutiva da comissão de segurança pública em combate ao crime organizado é concluído concluído
Deputada
O parecer sobre a emenda. Presidente, já abri o processo de votação. Deputado, vamos com calma, né? Cada momento. Obrigado tem consenso. Concluída a apresentação da emenda. Passamos. Passase a votação. A lista de encaminhamentos. Não tem o lista de encaminhamentos aqui. Pode jogar Não tem. Pra encaminhar favoravelmente o deputado Duarte Júnior. Marcos Pollon, Eli Borges, Chico Alencar, Marcel Van Haten. Não há mais inscritos para encaminhamento, passase a votação. Colegas, o parecer ainda não subiu, só se pode votar a matéria quando ele sobe, então vou dar minutinho, mas já podemos ir fazendo a orientação. Acho que é possível fazer orientação. É 1 questão de hora deputada? Deputada Atalilia Petroni.
Deputada
É apelo que faço, porque a nossa assessoria está analisando as emendas que foram aprovadas, porque mudam significativamente o texto. Então o que eu peço a gente está conduzindo bem matérias polêmicas, mas a gente está aqui na dúvida agora da nossa orientação, assim como eu estou vendo várias bancadas na dúvida, porque as emendas que a relatora aprovou mudam substantivamente o texto. Se puder dar tempo, em conceder tempo de líder, pra que a gente tenha tempo de conversar aqui, porque eu não acho que que deveria seguir a orientação antes da gente ter a possibilidade de analisar as emendas que já foram aprovadas. Pode ser presidente? Como a matéria não também não está ainda no sistema, eu vou catar a satisfação de vossa excelência até o momento que a matéria suba. Vossa excelência deputada, está escrita em tempo de
Deputada
Deputada, deputada poderia usar o tempo agora? Eu posso. Presidente, enquanto ela vai à tribuna, presidente Maria do Rosário. Presidente Maria do Rosário. Fernanda Jandinho Fernandes.
Deputada
Apenas é o seguinte, existia aqui caminho de votar a favor do texto pelo que estava conversado antes. Com as emendas que nós vimos agora possível incorporação, complicou aqui o acordo pra nós, por isso é importante esse tempo pra conversar com o relator.
Deputada
Eu peço aos líderes com a relatora que dialoguem agora enquanto está chegando o Exército. Com todo
Deputado
Respeito, mas perdeu o objeto. Vossa excelência já abriu o processo de votação. Sim deputado, mas não não está atrás nesse processo. Vossa excelência aguarde momento
Deputada
Dentro do regimento, os líderes podem dialogar e pergunto se algum dos líderes inscritos gostaria de usar da palavra agora, neste período. Deputada Soraia escrita, deputada Talíria vossa excelência tem que usar do tempo. Banca a deputada Meredita da Silva fala pela bancada negra. No entanto não é a mesa que vai arbitrar acordo, eu só peço que os líderes dialoguem entre si. Eu só vou proceder a votação. Deputado Fraga, eu só vou proceder a votação. Presidente. Por favor. Eu acho que não é justo essa pressão em cima da relatora. Já já foi
Deputado
Já foi aprovado, já foi vossa excelência vossa excelência já ganhou. Processo de votação, não sabe mais Você presta em cima da relatora. Nada foi
Deputada
Ainda, o parlamento é assim, tem já? Aprovado. Eu eu peço você é disciplinado, vai ser disciplinado nesse momento, e eu vou passar a palavra a líder bendita da Silva. Senhora
Deputada
Senhoras e senhores deputados, nós estamos no período de definição aí da votação do orçamento de 2025. Eu venho a a essa tribuna pra chamar a atenção de vocês sobre essa importância de levar em conta o recorte de gênero e raça na hora de tomar a decisão que afetam a vida de tantos brasileiros e brasileiras. Eu digo isso porque, as políticas públicas, mesmo as universais, não são neutras em relação ao gênero e raça e etnia, tendo em vista o impacto diferenciado entre diferentes grupos sociais, Homens e mulheres brancos, negros, indígenas, quilombolas, precisam ser olhado de acordo com a especificidade que lhes determinam. Já demos algum espaço nesse sentido, mas ainda resta grande caminho pra sensibilizar gestores e políticos para a efetivação desse olhar no desenho e na execução de políticas públicas. E na liberação do recurso para a nossa agenda prioritária desse governo. Por isso, eu gostaria de sensibilizar os meus pais sobre a importância do orçamento sensível a gênero e raça. Aproveito também para me dirigir ao senador Ângelo, coronel relator geral da lei orçamentária anual para 2025, para chamar a sua atenção para a emenda da comissão da mulher que fomenta a participação efetiva das mulheres nos espaço de poder e decisão. Quando falamos de mulheres, falamos das etnias também dessas mulheres negras. Esta emenda, ela tem o objetivo de desenvolver a competência regimental do observatório nacional da mulher na política, da secretaria da mulher da câmara dos deputados, também da bancada negra dessa casa que atua junto às universidades públicas estaduais e federais brasileiras, e ao Ministério das Mulheres para elaborar, realizar, apresentar, divulgar e disseminar, pesquisas, os estudos, índices, analíticos relacionado à participação da mulher no espaço de poder, nas aplicações das leis, nas campanhas eleitorais e na vida partidária. Boas práticas nas campanhas eleitorais e ocupação dos cargos legislativos e executivos. Produção e atuação legislativa das mulheres. Nós mulheres negras brancas e indígenas, dos 300000000 de pedidos, apenas 500000 foram incluídos no relatório setorial. Esse valor inviabiliza os compromisso que o Brasil assumiu perante a OCDE e a ONU, de avançar no combate às desigualdade entre homens e mulheres, as quais nos colocam em posição vergonhosa na cena mundial. Esses recursos se destinam a apoiar estados e municípios no enfrentamento dessas desigualdades de gênero e racial, e promover 1 transformação significativa, na realidade brasileira, com foco em inclusão e igualdade. Por isso eu estou aqui, senhora presidência, fazendo esse pedido pra manutenção da emenda no relatório geral, e essa recomposição dos valores solicitados para essa ação de modo a permitir a realização dos estudos e as ações as quais impactam diretamente os direito das mulheres brasileiras. Então aproveito para pedir também a atenção do senador Confúcio Moura, relator da lei de diretriz orçamentária para 2025, para as emenda dos textos elaborados elaborados. Era o que tinha a dizer senhora presidenta, muito obrigada. Muito obrigada deputada Benedita da Silva.
Deputada
De ordem com a deputada Talíria Petroni. No entanto, eu já comunico esse plenário, que a relatora delegada Catarina vai utilizar da palavra para apresentação de modificação no seu voto pela informação que ela trouxe à mesa. A excelência tem questão de ordem em seguida o deputado Fraga.
Deputada
Obrigada, presidenta. Questão de ordem baseada no artigo 5 7 do nosso regimento, parágrafo sexto. Deputada Maria do Rosário, nesse parágrafo, está bem explícito que a votação não poderia ter se iniciado agora. Ele diz o seguinte, quando parecer as emendas de plenário, for oferecido no decorrer da sessão, como aconteceu, o relator designado, no caso a relatora, a presidenta aguardará o interstício de 10 minutos após a disponibilização do parecer para iniciar o processo de votação. Então, deputada, nós ouvimos aqui, o parecer da relatora, as emendas, e imediatamente o processo de votação se iniciou, certo? Só que o regimento diz, que após proferido parecer em plenário, é preciso primeiro depositar o parecer no sistema, o que até o momento, certo, não está aguardar após esse depósito no sistema 10 minutos, e aí sim, a votação ser iniciada. Então o que eu peço é que a gente repare o equívoco, que eu sei que foi o equívoco, acontece, né, e que sigamos o regimento, porque isso tem, pra concluir, deputada, o fundo disso é, a gente tem o parecer, a assessoria, os deputados precisam entender o conteúdo do parecer pra que possam votar, de forma correta, baseado no texto final. Então, a gente ficou impossibilitado disso, já que a votação foi iniciada sem aguardar os 10 minutos e sem sequer a gente ter o parecer depositado, pra que pudéssemos acompanhar. Obrigada, presidente. Catarina, eu.
Deputada
A sua questão de ordem repetindo o procedimento que tomamos, nós não colocamos em votação, não colhemos as orientações enquanto a matéria não está no sistema, o relatório não estava no sistema, ora, o relatório não estava no sistema não seria votado, por isso é que eu inclusive fiz apelo à vossa excelência que acabou sendo usado o tempo pela deputada Benedita da Silva de forma a termos a tranquilidade de garantir que a orientação seja feita apenas após o registro da matéria no sistema e os 10 minutos inclusive observados, então eu creio que a mesa está seguindo o regimento no que diz respeito a este a este projeto sem nenhum atropelo. Bem, deputado Fraga vossa excelência tinha me pedido a palavra. Eu estou aqui Então devolvo a palavra, devolvo a palavra à deputada Catarina, que ainda está na preparação da sua modificação. Consulto se a eu estou tentando colocar os líderes em respeito à relatora, que está em diálogo inclusive com o presidente da casa, sobre o conteúdo da matéria que está diferente do acordo que foi firmado entre o presidente e os líderes. Digo a vocês que se não conseguirmos colocar a matéria, eu vou, sobre a tela colocála de lado na pauta para passarmos ao próximo projeto. Presidente. Pois não deputado Fraga.
Deputado
O que eu vou sugerir? Vamos retirar o projeto de pauta. Pronto. Aí os ânimos se acalma, e a gente volta a discutir o projeto numa outra oportunidade. Eu acolho sua sociedade. Agora o que eu peço, eu estou falando pra esquerda que fica toda hora atrapalhando a pauta, atrapalhando a pauta. Então vamos votar, tira vossa excelência retira de pauta, de ofício, e a gente segue. Eu acolho.
Deputada
Sugestão está retirado de pauta, está retirado de pauta, assunto encerrado, aqui ninguém está atrapalhando a votação. Nós estamos num num bom trabalho. Passamos ao projeto de lei número 53 43 de 2019 do senhor Vinícius Farah. Discussão em turno único do projeto de lei número 53 43 de 2019 que fica obrigado à instalação de câmeras de vídeo para monitoramento das áreas externas e internas nas escolas públicas em todo o território nacional. Pendente de parecer, tendo proposições apensadas. Para oferecer parecer ao projeto pela comissão especial, concedo a palavra deputada Duda Salaberto. Vossa excelência, tem a palavra deputada Duda Salaberto.
Deputada
Obrigada presidenta. O primeiro, dizer que esse projeto ele tem 3 grandes objetivos. Primeiro, criar programa de prevenção à violência nas escolas. Segundo, fortalecer a política de segurança, fortalecer a política de saúde mental, e acolhimento social e psicológico de escolas que foram vítimas de atentado. E terceiro grande objetivo, aumentar a punição, de criminosos que cometeram crimes dentro ou ao redor da escola. Ou seja, o projeto busca prevenir, acolher e punir quando necessário. E de que forma? Fortalecendo a política de saúde mental. Nós sabemos perfeitamente bem, que a maioria dos crimes que ocorrem nas escolas, em ambiente escolar, tem relação direta a problemas ligados à saúde mental. Daí a importância desse projeto, fortalecer a política de saúde mental. Segundo, o projeto também ele busca fomentar que as escolas criem, planos de segurança, e esses planos de segurança serem construídos da forma mais democrática possível. Ou seja, com a participação da comunidade escolar, professores, alunos, pedagogos, lideranças comunitárias, acadêmicos e também, quando necessário, atores da segurança pública. E dessa forma, ampliar o debate na comunidade sobre a segurança escolar, até porque nós sabemos que os espaços são heterogêneos e exigem políticas heterogêneas. E por último, o projeto também prevê a punição, o aumento da pena para aquela pessoa que tiver com porte ilegal de arma dentro das escolas. A esse projeto presidenta, ele veio com 82 apensados. Então foi trabalho hercúrio pra gente poder avaliar quais projetos seriam ser contemplados e fizemos substitutivo. Esse substantivo contempla os projetos, que estão apensados, e aí dizer que a maioria dos projetos chegaram e estavam apensados queriam discutir, colocar câmera na escola, botão do pânico, queriam colocar essa infraestrutura de segurança pública dentro das escolas. Mas, não é necessário fazer esse debate agora, por 1 questão simples. Todas esses, essas propostas que foram trazidas e apresentadas, já foram aprovadas nesse ano aqui, no projeto, 5670 e de 2023. Ou seja, o debate sobre câmeras em escola, o debate sobre botão do pânico, o debate sobre detector de metal, já foi feito nessa casa, já foi aprovado, inclusive o debate foi feito pelo GT Escola da comissão de segurança pública. Por isso, no nosso substantivo, rejeitamos todos esses essas sugestões, por sugestão inclusive da própria assessoria da casa, em respeito à boa técnica legislativa. Repetindo, então esse projeto que ele vai discutir é, política de saúde mental na escola, programa de prevenção à violência nas escolas, e aumentar a punição daquelas pessoas que portem arma ilegal em ambiente escolar. Então eu peço presidente eu peço direto ao voto. És tempo de líder da oposição presidente. O PL 5343 2019, e seus apensados, atendem aos pressupostos da constitucionalidade, referentes à competência da união, para legislar sobre a matéria, b como a iniciativa parlamentar para apresentação de propostas sobre o tema, nos moldes traçados pelo artigo 22 e 60 e da Constituição Federal. Da mesma forma, as proposições não afrontam as normas de caráter material constante da Carta Magna, tão poucos princípios e fundamentos que informam nossos ordenamento jurídico. A técnica legislativa das propostas, encontramse de acordo com o dispositivo na lei complementar número 95 de 1998. No que diz respeito à análise da adequação orçamentária e financeira, o regimento da Câmara dos Deputados e a norma interna da comissão de finanças e tributação, definem, que o exame de compatibilidade ou adequação será feita por meio de análise da conformidade da proposição com o plano plurianual. A lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Além disso, essa comissão prescreve que, também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesas públicas. São consideradas, como outras normas, especialmente a constituição federal e a lei de responsabilidade fiscal. Quanto ao PL 5343 de 2019, e seus apensados, entendemos que não possuem implicação orçamentária e financeira aqueles que não geram repercussão direta ou indireta, sob a receita ou despesa da União. Dos estados ou Distrito Federal. Por outro lado, consideramos incompatível e inadequados os que resultem em aumento de despesa ou redução de receita, sem a devida estimativa do impacto financeiro e a correspondente indicação de compensação, conforme exigido pelo artigo 17 da lei complementar 100 e de 2000. Dessa forma concluise que, os PLs, 20 e 36, 48 58, 15 28, 16 79, 16 88, 17 24, 18 10, 18 44, 18 67, 18 69, 18 85, 20 32, 22 95, 23 0 4, 30 68, 32 20, 46 57, 59 10, todos de 2023, não acarreta repercussão direta ou indireta na receita, ou na despesa da união, não haver implicação orçamentária ou financeira. Segundo item, os PL de número, 22 56, 65, 99, 65, 99, 14 46, 13 e 38, 14 e meia 5, 15 0 3, 15 50 e 15 88, 16 27, 16 35, 16 45, 16 49. 49. 16 52, 16 73, 16 80, 16 80 e 16 95. 16 99, 17 39, 17 3, 17 e 84, 17 e 89, 17 e 90 e todos de 2023, e 22 56, e meia 5 e 99 de 2019. E continuando, 18 0 2, 18 40 e 18 19 e 60, 19 e 60 e 19 e 65, 27 4, 22 e 23, 23 e 19 e 60 e 19 e 65, 27 4, 20 e 24 44, 25 84, 26 0 4, 26 0 6, 26 0 6, 26 37 5, 38 57, 46 84, 50 e meia 5 e 58 8, todos também de 2023. E o PL 53, 4 3 de 2019, são incompatíveis, inadequados, orçamentária e financeiramente, por provocarem aumento de despesa ou redução de receita, sem apresentar estimativa de impacto correspondente compensação. Esclarecemos que o substantivo, embora reúna a contribuição dos projetos de lei, foi elaborar de forma a não incluir dispositivos que possam resultar em aumento de despesa, ou redução de receita da união, estados, Distrito Federal ou do municípios. Quanto ao mérito, os projetos devem ser aprovados, por se mostrarem convenientes e oportunos. Afinal, as proposições em tela, buscam assegurar maior segurança em ambiente escolar, dados tristes episódios de violência em âmbito escolar, registrados com maior intensidade nos últimos anos. Em especial nos casos de incidentes de múltiplas vítimas. São várias as medidas, com esse nobre fim de garantir maior segurança em âmbito escolar, e portanto seus autores merecem ser louvados. Grosso modo, os projetos tratam, de infraestrutura física, equipamento de segurança, e políticas de programa de prevenção, da violência das escolas. Outras preveem assistência ampla às vítimas de violência, sejam professores, funcionários, alunos ou familiares. Em análise aprofundada, podemos perceber porém, que nem todas ações pretendidas se mostram exequíveis. Em especial do ponto de vista orçamentário. Além disso algumas das propostas, ainda que justas e adequadas, invade a competência do poder executivo, e em especial do estados, Distrito Federal e municípios. Assim, não podemos mantêla em nosso substantivo. Cumpre ainda lembrar que, em 10 de setembro de 2024, o plenário da câmara votou o projeto de lei número 5670 e de 2023 do senhor deputado Alfredo Gaspar e Outros, que institui diretrizes de implementação e equipamentos de medida de segurança voltadas à prevenção ao combate à violência escolar. A matéria foi remedia ao Senado Federal, no dia 13 de setembro de 2024, e encontrase em tramitação naquela casa. Essa proposição foi projeto resultante dos trabalhos de já ter intitulado, pela presidência da câmara dos deputados, denominada política de combate à violência das escolas brasileiras, ou GT Escolas, cujo trabalho se encontram, ou se encerraram melhor dizendo em novembro de 2023. O PL 5670 e de 23, na forma aprovada nesse plenário da Câmara dos Deputados, determina que os estabelecimentos de ensino de rede pública e privada, deve implementar no mínimo, 1 das seguintes medidas de segurança pública, destinada à prevenção e ao combate à violência em âmbito escolar. Instalação de câmeras, instalação de dispositivo emergencial, treinamento pessoal responsável por acionamento e operação de equipamento, estabelecimento de planos de prevenção e combate à violência em âmbito escolar. Pra finalizar, essas ações e redução e redação final da Câmara Se puder, previu 2 por 100 dos recursos do fundo segurança pública, sendo a instalação obrigatória de dispositivo dos do artigo 2 dessa lei. Pode tirar. O substantivo, foca principalmente na construção de programa de prevenção de violência e de assistência à comunidade afetada. Evita tanto detalhamento excessivo contra atribuir ao Poder Executivo, mas mantém à disposição essencial. Ainda, causamento de pena a contravenção penal de porte de arma branca para os casos que foram cometidos na dependência de sino, pois como destacou o PL 5 9 10, de 2023, conter a violência de arma na escola, em particular armas brancas, 1 vez que o controle legal de arma de fogo ou desarmamento é primordial para evitar problemas maiores. É necessário destacar a existência da lei 14 meia 4 3, de 23, que diz respeito ao sistema nacional de acolhimento e combate à violência nas escolas. Ele prevê entre outras ações, o papel similar do observatório nacional acerca da violência e amplo escolar. Portanto, chegando ao final, a proposta do PL meia 10 de 2023 por exemplo, já se encontra amplamente contemplado pela lei vigente. Conclusão do voto, Anti o exposto no âmbito da comissão especial, somos pela constitucionalidade, juriticidade boa técnica legislativa, compatibilidade e adequação financeira e orçamentária, Desde que aprovados na forma do substantivo e no mérito pela aprovação do projeto de lei número 5443 de 2019 e de seus apensados na forma do substantivo e anexo. Muito obrigada presidente.
Deputada
Passamos a discussão. Antes porém o deputado Fraga solicita talvez para 1 questão a relatora. Presidente.
Deputado
Esse projeto, foi escolhido pelo colégio de líderes, mas o projeto original tratase de câmeras de monitoramento nas nas escolas, e detectores de metal. A deputada Duda mudou completamente o projeto, não tem nada a ver do que foi foi acordado consensualmente. Então, ou retira ou ela repensa o relatório, porque nós vamos votar totalmente por ela tirou inclusive a possibilidade de plenário se manifestar do texto original ou do outro texto, que ela deu a inadequação financeira, e cria programas de acolhimento à vítima, que eu sou até favorável, mas não nesse projeto. Só de corrigir a situação. E quando a deputada Duda foi escolhida exatamente era pra relatar o que estava no projeto. Inclusive teve colega que falou que tinha cercas elétricas, já não concordo com cerca elétrica, mas as câmaras de monitoramento e o detector de metal é o que está originalmente no projeto, ela alterou totalmente o projeto. Bem, deputado Pois é. Deputada
Deputada
Na matéria, na matéria anterior nós tivemos aqui 1 questão que foi ponderada com o mesmo sentido, modificado o texto fora do acordo retirouse a matéria. Eu vou retirar de ofício a matéria deputada Duda para logo diálogo então passamos a próxima matéria. Vossa silêncio quer quer fazer 1 ponderação? Com certeza deputada. Já retirou de pauta, perdeu o objetivo.
Deputada
São 83 projetos. Sim. Nós contemplamos os 83 projetos. Então não se trata de projeto específico, tem mais 82, apensados. Então contemplamos todos. E segundo, a questão específica que o deputado cita, que são as câmaras de segurança, já foram aprovadas nessa matéria, aqui nessa casa. A matéria vencida presidente, matéria vencida. Não faz sentido continuar essa votação especificamente sobre campo porque já foi contemplado. A própria assessoria da casa pediu pra que retirasse. A mesa compreende
Deputada
Seu relatório mas a ponderação é sobre o acordo, então por isso foi retirado de pauta. Agradeço enormemente deputada Duda, e deputado Fraga, a todos. Passamos ao projeto de lei número 38 90 de 2020 do senhor Rui Falcão e outros. Discussão em turno único do projeto de lei número 38 e 90 de 2020, que institui o Estatuto da Vítima pendente de pareceres, tendo proposição apensada. Para oferecer parecer ao projeto pela comissão especial, concedo a palavra deputada Alitese da Mata, enquanto a deputada se aproxima da tribuna, para o relatório, informo a este plenário aos deputados e deputadas que o painel de presenças amanhã estará aberto a partir das 6 horas, e a ordem do dia está marcada para a sessão inicia 9 da manhã com ordem do dia provavelmente a partir de 9 e 30 a 10 horas, mas enfim, 9 da manhã nós teremos sessão aqui. Deputada Alitícia da Matos. Senhora presidente, senhores e
Deputada
Deputados e deputadas. O projeto de lei em epígrafe objetiva garantir os direitos das vítimas de crises, de crimes, desastres e epidemias. A proposta foi apensada, a proposta foi apensado, o PL número 5230 de 2020, que cria o estatuto em defesa da vítima. As proposições foram distribuídas há mais de 3 comissões de mérito, razão pela qual determinouse a criação de comissão especial para analisar a matéria nos termos do artigo 34, inciso 2, do regimento interno da Câmara dos Deputados. Foi aprovado o requerimento de urgência, estando a matéria pronta para apreciação em plenário. Voto da relatora. Inicialmente é importante mencionar, que o projeto sobre exame, já foi analisado por grupo de trabalho, instituído por ato do presidente da Câmara dos Deputados, datado de 16 de dezembro de 2020 e com a finalidade de debater aperfeiçoar e avançar no andamento do projeto de lei número 38 90 de 2020 estatuto das vítimas. A instauração do grupo de trabalho levou em conta a necessidade de criação de instrumento legislativo, destinado à defesa dos interesses de pessoas vitimadas física, emocional ou economicamente, pela prática de crimes ou pela ocorrência de desastres ou epidemias. O grupo de trabalho foi composto por parlamentares de diversos partidos, e o nobre deputado presente à mesa desta casa Gilberto Nascimento, PSD de São Paulo, foi designado relator. Ao longo dos trabalhos, foram realizadas reuniões e audiências públicas, que contaram com a participação de deputados e especialistas nas áreas de direito, segurança pública, psicologia, assistência social e jornalismo, ovindose representante, representantes dos ministérios da justiça e segurança pública, da magistratura, do Ministério Público, da Defensoria Pública, das polícias federal e civil, entre outras instituições que manifestaram o apoio à iniciativa e apresentaram diversas sugestões, visando ao aprimoramento do PL número 38 90 de 2020. Além disso, foram vidas vítimas de crimes que descreveram todo o sofrimento, o desamparo e a revitimização por elas vivenciados a evidenciar a necessidade urgente da criação de 1 lei que efetivamente proteja e apoie a vítima. Ao final dos trabalhos, o relator apresentou substitutivo, que contemplou diversas sugestões apresentadas ao longo das audiências públicas realizadas. O relatório foi votado, e aprovado, pelos membros do colegiado. Assim, considerando que o grupo de trabalho se dedicou exaustivamente à análise da matéria, e à construção de texto que agregasse as contribuições dos deputados e especialistas no tema, adotamos entendimento, manifestado pelo nobre deputado Gilberto Nascimento, em seu relatório, o qual ora reproduzimos com pequenas adaptações. Recebi nesses dias também representantes do Conselho Nacional do Ministério Público, e representantes de ministérios do Ministério Público de diversos estados, que apoiaram o parecer básico. O PL 3890 de 2020, e o PL 5230 de 2020 a pensado, atendem aos pressupostos de constitucionalidade referentes à competência da união para legislar sobre a matéria, bem como a iniciativa parlamentar para apresentação de proposta sobre o tema nos moldes traçados pelos artigos 22 e 8 e 60 e da Constituição Federal. Da mesma forma, as proposições não afrontam as normas de caráter material, constantes da Carta Magna, tampouco princípios e fundamentos que informam nosso ordenamento jurídico. A técnica legislativa das propostas encontrase de acordo com o disposto na lei complementar de 95 98. Senhora presidente, eu vou ler esse voto, mas destacando trechos para não ser muito cansativo e nesse horário já avançar. No que diz respeito à análise de adequação orçamentária e financeira, vale destacar que o regimento interno da Câmara dos Deputados e a norma interna da comissão de finanças e tributação, definem que exame de compatibilidade ou adequação se fará por meio da análise da conformidade da proposição com o plano plurianual anual, a lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Além disso, a nota prescreve que também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesas públicas. São consideradas como outras normas, especialmente a constituição federal e a lei de responsabilidade fiscal. Lei complementar número 100 e de 4 de maio de 2000. O artigo primeiro, parágrafo primeiro, da NICFT, define como compatível a proposição que não conflide com as normas do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias, da lei orçamentária anual e das demais proposições legais em vigor, e como adequada a proposição que se adapte, se ajuste ou esteja abrandida pelo plano plurianual, pela lei de diretrizes orçamentária e pela lei orçamentária. Por ocasião da análise de adequação, verificamos que o projeto confronta o dispositivo no artigo 113 da DCT, ao estabelecer direitos como a a comunicação, defesa, proteção, informação, apoio, assistência, atenção ao tratamento profissional, artigo 4 seguintes, que sugerem a incoerência de despesas públicas, porém sem apresentar as estimativas e as fontes de compensação a elas relativas conforme exigência da lei de responsabilidade fiscal e da LDO. Também a inconformidade do artigo 22 do projeto no artigo 167, no inciso 14 da da constituição que veda a criação de fundo público quando seus objetivos puderem ser alcançados mediante a vinculação de receitas orçamentárias específicas ou mediante a execução direta por programação orçamentária e financeira de órgão ou entidade da administração pública. O projeto descuida também do cumprimento do artigo do disposto no artigo 100 e 134 do inciso 3 da LDO de 2024, tanto por deixar de conter normas específicas sobre a gestão, funcionamento, o controle do fundo, como também por estabelecer atribuições ao fundo que possam ser realizadas pela estrutura deparental da administração pública federal. Por sua vez, o PL número 5230 também apresenta inadequações, notadamente seu artigo 50, quanto à geração de despesa pública, tanto em relação à criação do auxílio vítima, quanto relação à criação do serviço de proteção e atendimento especializado a vítimas e família de de vítimas de delitos e atos infracionais do PAEF, especialmente em face do não atendimento do disposto dos artigos 16 e 17 da lei de responsabilidade Será que não seria possívelmos ao voto? Vamos. O substitutivo apenas pra ressaltar essa questão financeira, porque o substitutivo traz 1 alternativa que não apresenta aumento específico de despesa pública, e seu texto sugere o atendimento dos direitos preconizados pelo projeto. Com efeito, a discussão sobre criação de estatuto da vítima, ocorre em momento de crescente valorização dos direitos das vítimas em âmbito internacional. Cumpre ressaltar que os projetos sobre exame guardam plena harmonia com instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos, além de convergirem com atos legislativo que disciplinam a proteção das vítimas em diversos países. Já é hora de lançar olhar diferenciado para a vítima no Brasil, dispensandolhe tratamento legal, de forma independente a prática de crimes, afinal a vítima é mais do que mero sujeito passivo da infração, é sujeito de direitos. Por oportuno, é importante mencionar que a concepção de vista, vítima prevista no PL 3890 abrange não só as vítimas de infrações penais, atos infracionais, calamidades públicas, desastres e epidemia, mas também os seus familiares e as pessoas com quem tenham mantido relação de afeto e que sofram danos em razão de sua morte ou desaparecimento às denominadas vítimas indiretas. Esse projeto senhora presidente, é projeto longo, de 53 artigos, que não caberia ler todo o relatório portanto, mas é importante destacar, que além dele ter passado por processo de, consensuamento num plano de trabalho, ele também aqui, hoje, para ser apresentado ainda em plenário, deputado Rui Falcão, nós modificamos por 3 vezes o texto final para dar a a efetiva garantia a todos os partidos políticos da importância desse estatuto que agora se firma e se apresenta para a votação final, e modificamos para atender pleitos do partido Novo, que foi que foram todos atendidos nesse novo texto, da bancada evangélica, a pedido da deputada Maria Rosas, do deputado Gilberto, que através dele também do líder pastor Helen. E além disso, ao deputado agradecer a contribuição do deputado Gilson Daniel, do Podemos do Espírito Santo. Somos portanto, ante o exposto no âmbito da comissão especial, somos pela constitucionalidade, juridiicidade, boa técnica legislativa, compatibilidade e adequação financeira e orçamentária, e numérico pela aprovação dos projetos de lei número 3890 de 27230 de 2020, nas forma do substitutivo em anexo. O nosso relatório senhora presidente, tentou ser ao máximo flexível para garantir esforço de 4 anos de esfera, de espera dos autores, do relator, dos representantes do grupo de trabalho, e finalmente, da necessidade e prioridade já amplamente reconhecida pelos ministérios públicos estaduais e pelo Conselho Nacional de de Ministério Público e de todo o Judiciário brasileiro. Portanto, em nome de todos eles, eu peço o voto e aprovação de todos os partidos e de todos os deputados e deputadas para o estatuto da vítima, a instituição do estatuto da vítima em nosso país. Muito obrigado. Pela ordem presidente Maria do Rosário. Obrigada deputada.
Deputada
Da mata 30 segundos. Deputado Gilberto. Senhora presidente, a relatora do
Deputado
Anterior que foi retirado de pauta a deputada delegada Catarina, ela vai retirar, rejeitou a emenda, para que o o projeto possa ser votado, se vossa excelência se o permitir depois desse projeto. Deu dia Catarina o projeto.
Deputada
Diga delegada Catarina, deputada Catarina e deputado Gilberto, nós temos 1 outra matéria nesse momento, estamos na ordem do dia com outra matéria. Então a minha proposta a vossa excelência é que se dialogue com o próprio presidente da organização da pauta e busque a reinserção na republicação pelo presidente, talvez inclusive para amanhã, aí vossa excelência apresenta novamente, mas agora nós organizamos a pauta ela é extensa, hoje nós vamos seguir com aquilo que nós já deliberamos, imagine se daqui a pouco alguém que acredita e defende o parecer da deputada Duda também quer fazer 1 mudança, daí nós vamos ter 1 pauta que vai e vem, então não podemos delegada Catarina, eu sinto muito que lhe atendeu. Respeito presidente, mas veja só, a minha situação
Deputada
O meu relatório foi lido sim a gente já estava na situação de da emenda sim Presidente a maior problema foi com relação à emenda deputada mas eu já respondi a questão
Deputada
Tomo como questão de ordem, e eu gostaria de levar adiante a pauta sem prejuízo da recolocação da sua matéria, que é 1 matéria muito importante inclusive tinha consenso do plenário, eu acredito que todo o plenário voltaria a favor e por isso essa matéria veio. Então ela vai voltar a ser consenso no momento que o presidente Lira reorganizar. Muito obrigada, passamos a discussão Presidente, passamos a discussão. Tem acordo pra não haver a discussão e haver o encaminhamento? Tem, eu a minha proposta aqui pra vossas excelências é preservarmos a palavra do autor, neste caso, em cada matéria Se concordarem, exatamente, não é? Pode ser? Então o autor que é o primeiro inscrito inclusive para a discussão é o deputado Rui Falcão, passo a palavra a sua excelência deputado Rui Falcão. Presidente, eu
Deputado
Abrindo mão do encaminhamento aqui pra acelerar os trabalhos, quero previamente dizer que depois de 40 anos nós estamos aqui acolhendo a resolução 40 30 e da ONU, que previa a criação de Estatuto da Vida. Sei que a grande compreensão dos deputados dessa casa, quem coordenou o grupo de trabalho deputado Gilberto Nascimento e a Tieron, todos os deputados da bancada evangélica, deputados da chamada bancada da bala que é assim chamados, o deputado Gilson Marques que tinha restrições e abriu nome delas, e o trabalho brilhante, cuidadoso, paciente da deputada Lites da Marta, a quem agradeço aqui que limpou o projeto, acolheu todas emendas e eu gostaria muito de agradecer aos deputados e deputados dessa casa, se nesse momento a gente pudesse abrir mão das discussões, dos encaminhamentos e passasse imediatamente ao processo de votação com orientação dos deputados que assim quisesse orientar suas bancadas. Muito obrigado a todos e todas.
Deputada
Rui Falcão acatamos então encerrada a discussão, passase a votação, em votação o substitutivo oferecido pela relatora da comissão especial ao projeto de lei 38 90 de 2020, orientações de bancada. Deputada Laura Carneiro sim pra todo mundo. Podemos colocar sim pra todos e eu vou passar pra presidente pelo bloco MDB podemos o Laurinha O Laurinha. Orientação a deputada Laura Kalilto no bloco MDB sim. Presidente não é impossível.
Deputada
Não orientar essa matéria. Esse projeto é excelente, fruto desta casa então, o mínimo que o bloco pode fazer é elogiar a atuação, a a história de vida do deputado Rui Falcão. Seria pra nós impossível não homenagear esse homem que foi nosso presidente da comissão de justiça, fez trabalho excepcional e que por 4 anos espera a data de hoje. Então senhora presidente, é apenas pra saudar, aplaudir o deputado Rui Falcão e o estatuto da vítima brasileira.
Deputada
Obrigado parabéns deputada Laura. Mais algum o novo depois a deputada da dúvida presidente?
Deputado
Quero aqui parabenizar a deputada Lidice, e dizer à deputada que nós quase quase orientaríamos a favor, salvo detalhe aí no projeto, nós inclusive retiramos toda a obstrução, tudo aquilo que nós né, estávamos aqui disposta a fazer até pra que o projeto fosse atrasado, nós retiramos em acordo com a relatora que fez exímio trabalho, aceitou praticamente todas as nossas sugestões, dissemos a ela, com a transparência que sempre tivemos, que nos orientaríamos ainda ao contrário por esse pequeno detalhe que ficou, mas queremos parabenizála pelo trabalho e pela abertura, não apenas ao diálogo, mas a aceitação das sugestões que fizemos. Então o novo orienta não, mas deixa essa ressalva de que o projeto está praticamente como gostaríamos que ele estivesse. Obrigado pelo seu. Obrigada
Deputada
Deputado deputada Duda. Obrigada obrigada presidente, é o bloco união PDT, orientase
Deputada
Parabeniza o autor do projeto, e o belíssimo relatório da deputada da Mata, no contexto de crise climática, o projeto abarca também, epidemias, desastres naturais, tão importantíssimo, orientamos sim. E só 1 questão presidenta, pra dar muita lisura, foi votado anteriormente o projeto 9 4 33 17, que flexibiliza o estatuto do desarmamento e deixar claro a reposição contrária ao projeto. Muito obrigada. Registrado, deputada.
Deputada
Senhores e senhoras, eu quero também pessoal deputado Glauber, e aí passamos a votação.
Deputado
Pessoal orienta o voto sim, eu quero registrar 1 audiência que foi realizada hoje na comissão de legislação participativa que tem tudo a ver com o tema e que saiu 1 posição política sobre que foi com mães de vítimas de violência policial. E a nota que saiu desse coletivo foi, as famílias atingidas pela violência policial de estados diferentes, reunidas no dia de hoje, na audiência pública convocada pela CLP, constataram que para além de exigirem a responsabilização de policiais cometem crimes contra a população, é preciso atacar o problema pela raiz, o sistema de segurança pública militarizado. Além disso, saiu como posição política dessa reunião a necessidade de demissão imediata do secretário de segurança pública do estado de São Paulo, o senhor Derit, que já nem deveria ter sido nomeado a partir do conjunto de processos e procedimentos que respondeu durante a vida. O pessoal orienta o voto sim em relação a essa matéria, e é fundamental a articulação de políticas públicas que possam defender os direitos das vítimas consideradas a isso o sofrimento daquelas que são as mães, as famílias que foram atacadas vítimas da violência, incluindo evidentemente a violência policial, que foi a reunião realizada hoje na comissão de legislação participativa. Obrigado deputado Glauber.
Deputada
Considerando aqui que todo está do meu lado, 1 pessoa que foi relatora inclusive dessa matéria na comissão especial quero homenageálo, e pedir que ele coloque em votação aqui, pelo trabalho belíssimo que foi feito por Rui Falcão autor, por Gilberto, por Litzin.
E vamos Vamos ao deputado Gilberto que fez grande trabalho e permitiu.
Deputada
Que eu apenas aperfeiçoasse minimamente Para votar. Questões, obrigado. Deputada Alice da Marta, os demais.
Deputado
Também, o deputado Rui Falcão e as mais de 40 audiências públicas fizeram nesse projeto para poder arredondar. Em votação, aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acham tendo permanecido, portanto, está aprovado e prejudicadas a proporção inicial e a pensada. Em votação a redação final aqueles que forem pela aprovação da redação final permaneçam como se acha, está aprovada a matéria e a matéria vai ao Senado Federal, portanto, aplauso a todos deputados desta casa.
Alegria de poder ver parlamento que se sintoniza e dialoga pras
Deputada
Gilberto Nascimento, muito importante. Passamos ao projeto de lei 14 37 de 2020 e discussão em turno único do projeto de lei número 14 37 2020 e que institui o programa nacional de apoio social e psicológico a crianças e adolescentes que se tornaram órfãos devido à pandemia causada pela covid 19, o PRONASP, pendente de pareceres tendo proposições apensadas. Presidente eu já vi
Deputado
Acordo nessa casa não funciona. Os projetos era de segurança pública. O projeto da Yanda é bom, mas não é que estava Para oferecer, eu não li passei a palavra, eu vou vou seguir minuto. Fica muito difícil.
Deputada
Oferecer parecer ao projeto pelas comissões de previdência assistência social infância adolescência de finanças e tributação e de constituição e justiça e de cidadania, concedo a palavra a deputada Yandra Moura.
Deputada
Te peço a licença de vossa senhora senhoria pra poder ir direto ao mérito. Pois não deputada, com certeza. Considerando meritórios e oportunos os projetos ordem examinados, que tem por objetivo estabelecer diretrizes para programas sócioassistenciais votados a crianças e adolescentes, inseridos no cadastro único dos programas sociais do governo federal, o CAD único, que enfrenta a vulnerabilidade decorrente da alfande por motivo de feminicídio, ou da pandemia de covid 19, estes 2 contextos trágicos têm gerado profundas consequências sociais e emocionais, impondo desafios imediatos e de longo prazo ao pleno desenvolvimento desses jovens. Diante disso, o projeto busca preencher lacunas no apoio a essas crianças e adolescentes, oferecendo suporte integrado que abrange necessidades básicas e assistência psicológica, contribuindo para a sua reconstrução emocional e social. O projeto de lei número, 1437 de 20 e o principal, busca instituir o programa nacional de apoio social e psicológico, PRONANSP, voltado a crianças e adolescentes que se tornaram órfãos devido à pandemia causada pelo covid 19, a ser executado por entidades do chamado terceiro setor, entre outras, mediante recursos provenientes de incentivo fiscal de doações e patrocínios para para para esse fim no imposto de renda. Ademais, projeto de lei número 112 de 2023, propõe programa de amparo destinado a crianças e adolescentes em situação de alfandade, em decorrência de perda de mãe, tutora, ou responsável legal vítima de feminicídio. No mesmo sentido, porém com foco na garantia de proteção integral e prioritária do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, estão os projetos de lei número 1222 de 23, 3856 de 23, 7 7 9 de 23005 de 24 e o 3440 de 2024. Apensados, os projetos de lei número 1824 de 2020 e número 3109 de 20 e número 126 de 23, apresentam princípios, diretrizes e objetivos bem alinhados ao projeto principal. E por terem o propósito comum de amparar os órfãos da COVID, tramitam em conjunto, sendo que o primeiro a pensado é destinado a crianças e adolescentes sejam beneficiários do programa Bolsa Família. Já o projeto de lei número 3829 de 20 e trata do tema de modo mais genérico e operacional, ao propor o sistema nacional de identificação, acompanhamento e proteção de crianças e adolescentes órfãos de pai e mãe, sem destinação, sem distinção da causa de da causa de alfandade. Ressaltese que, embora as ações de enfrentamento à pandemia da covid 19 tenham sido reduzidas após o fim da emergência sanitária, conforme o anúncio oficial do Ministério da Saúde em abril de 2022, não houve perda de objeto nas referidas propostas, 1 vez que tratam de apoio a órgãos, cuja necessidade de assistência ainda permanece até os dias atuais. Restaram prejudicados somente os projetos que versam sobre o pagamento de auxílios emergenciais para o enfrentamento da da pandemia de Covid 19. Especificamente neste ponto, deixamos de acolher os executivos dispositivos dos projetos de lei número 1824 25109 de 2020 EE0 número 126 2023. Entendemos que, apesar de tratarem de causas distintas para a alfandede, as proporções mencionadas podem ser reunidas em único programa cujos objetivos estão contidos no escopo dos serviços sócioassistenciais, do sistema único de assistência social, o SUAS. Em particular o serviço de proteção e atendimento integral à família, o Piaf, e o serviço de proteção e atendimento especializada à famílias e indivíduos, o PF. Com efeito, são os serviços adequados quando se trata de superação de fragilidades e de situação de violação de direitos, comprovação e fortalecimento dos vínculos mediante integração com outros serviços sócioassistenciais. O critério adotado no substitutivo hora apresentado, consiste em apoiar, no âmbito dos serviços sócioassistenciais do suas, as crianças e os adolescentes inseridos no CAD único, cadastro único do programa sociais do governo federal, quando órfãos por motivo de feminicídio, ou de covid 19. Aqueles que não estiverem inseridos no cadastro, serão atendidos mediante acréscimo de garantias de prioridade no tratamento de saúde mental, por equipes multidisciplinares que necessariamente contemplem psicólogos e médicos psiquiátricas. Sobre matéria correlata, registramos que foi promulgada a lei número 14717 de 30 e de outubro 2023, que institui pensão especial aos filhos e dependentes de crianças ou adolescentes, órfãos em razão de do crime de feminicídio tipificado no inciso 6, no parágrafo segundo, do artigo 120 e do decreto lei número 2848 de 7 de dezembro de 1940, nosso código penal. Cuja renda familiar mensal per capita seja igual ou inferior a quarto do salário mínimo. Desse modo, consideramos prejudicados, total ou parcialmente, os conteúdos dos apensados nas partes que dispõe sobre o mesmo assunto. No entanto, nesse grupo há 1 proposta que induz aperfeiçoamento na redação da lei 14717 2023, com a finalidade de ampliar as hipóteses de exclusão definitiva do recebimento do benefício. Atualmente excluencia criança ou adolescente que tiver sido condenado, mediante sentença com trânsito em julgado, pela prática do ato infracional análogo a crime como autor. Qual autor? Ou participe de feminicídio doloso, ou de tentativa deste alto, cometido contra a mulher vítima da violência, ressalvados os absolutamente incapazes e os inimputáveis. O projeto de lei número, 1560 e de 23, abrange qualquer crime violento intencional, ou seja, doloso, além do feminicídio. Por esse fim, fica acolhido nessa parte. Conclusão do voto. Antiposto no âmbito da comissão de previdência e de assistência social infância adolescência e família, Voltamos pela aprovação do projeto de lei número 104437 de 2020 e e de todos os seus apensados, na forma do substitutivo apresentado em anexo. Na comissão de finanças e tributação, somos pela não implicação financeira orçamentária da matéria em aumento, ou diminuição de receita e da despesa pública, não cabendo pronunciamento quanto à adequação financeira orçamentária do projeto de lei número 1437 de 2020 e de seus apensados e do do substitutivo da CPASF. No mérito, somos pela aprovação do projeto de lei 1437 de 2020 e de todos os seus apensados na forma do substitutivo apresentado pela pela CPSF, a na comissão de constituição, justiça e cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto de lei, 1437 2020 e e de seus apensados, e do substitutivo. Bom, sala de comissão deputada André Moura relatora, por se tratar de matéria de tamanha importância e urgência, eu peço apoio dos senhores e das senhoras deputadas pra que possamos aprovar por unanimidade. Muito obrigada.
Deputada
Deputada Iandra passase a discussão. Pode ser da mesma forma? Podemos só perguntar então, todos os partidos concordam? O autor também. Autora não se encontra também eu creio João Daniel, Vicentinho, Érica Cocai, Márcio Jeri, delegado Ione também concorda, Alfredo Gaspar e o Marcos Pollon então encerrada a discussão. Passase a votação. Em votação o substitutivo oferecido pela relatora da comissão de previdência e assistência social infância e adolescência ao projeto de lei número 14 37 de 2020 e Orientação de bancada, alguém gostaria de orientar? Imagina. Sim, para todos todas as bancadas. Deputado Celio Silveira é o autor, deputada Camila Jara é 1 das autoras, sim para todas as bancadas, em votação, aqueles deputados e aquelas deputadas que forem pela aprovação permaneçam como se acham. Estão prejudicadas à proposição inicial e as apensadas. Em votação à redação final, aqueles e aquelas que forem pela aprovação permaneçam como se acham, aprovada a matéria vai ao Senado Federal. Parabéns. Parabéns aos autores e à relatora deputada Yandra. Deputado Alden, depois o meu. Deputado Gilberto seguirá no comando da sessão aqui.
Deputado
Eu ouvi encerrada a sessão fez? Não não não. Está de maneira nenhuma. Vamos vamos continuar, vamos lá, vamos lá. Projeto de lei número 14 34 2023, do senhor capitão Alden, Alden, Alden Alden. Discussão em torno único do projeto de lei número 14 34 2023, que altera a lei número 9503 de 97, que é o código de trânsito brasileiro. No seu artigo 105, determinando a instalação em todos os veículos nacionais importados, de dispositivo que permaneça, que permita a abertura do portamalas pelo lado interno do mesmo, em caso de emergência, sequestro, crianças presas, acidentalmente, etcetera. E dá outras providências, tendo parecer da comissão de aviação e transportes pela aprovação com substitutivo que é o relator deputado Neto Carmeto, está pendente de parecer. Vamos lá. Para oferecer parecer ao projeto pela comissão de constituição e justiça e cidadania, conceda a palavra do nobre deputado Nicoletti. Não está presente senhor presidente. A não ser que isso, se você quiser Eu relate, eu relate. Eu gostaria que se tiver algum deputado aqui que a gente pode fazer a Dar aparecer aí. Adoc, vossa excelência poderia, por favor fazer a leitura do parecer que já foi feito e publicado pelo deputado Nicoletti. Nesse momento então deputado coronel Assis fará a leitura do parecer e se o deputado coronel Assis quiser pode ir diretamente ao voto.
Deputado
Peço permissão para ir direto ao voto do projeto de lei número 1434 de 2023. Voto do relator, nesta oportunidade devese analisar a constitucionalidade e a judicidade e a técnica legislativa do projeto e do substantivo adotado pela comissão de viação e transportes. No que toca a constitucionalidade formal da matéria, foram obedecidos os ditames constitucionais relativos à competência legislativa da União. Constituição federal, artigo 22, inciso 11. Sendo, atribuição do Congresso Nacional dispor sobre matéria com posterior sanção do presidente da república, Constituição Federal, artigo 48, mediante a iniciativa legislativa concorrente, constituição federal, artigo 60 e CAPT. Não há, de outra parte, qualquer violação a princípio e normas de ordem material da constituição federal de 1988, no projeto, ou no substitutivo da comissão de aviação e transportes. Nada temos a opor a juriicidade da matéria, sua redação e técnica legislativa. Anti oposto, senhor presidente, manifesto pela constitucionalidade, juriicidade e boa técnica legislativa do projeto de lei número 1434 2023, e do substitutivo adotado pela comissão de viação e transportes. É o voto, sala do plenário central aqui deputado coronel Assis relator.
Deputado
Após a leitura do relatório então passase a discussão. Essa presidência essa presidência solicita da da posição do plenário, daqui dos deputados que estão escritos e os deputados também abrem mão tendo em vista que é 1 matéria consensual, ok deputado Chico Alencar capitão Aldegilson Daniel, deputado José Daniel, deputada Rojangela Moro, deputado Geovane Cherim, deputado Bibu Nunes, deputado Marcos Polon, tendo todos os senhores deputados declinado da discussão que já foi discutido anteriormente, eu declaro encerrada a discussão. Passase portanto a votação e 1 nova pergunta, tendo em vista 1 matéria consensual, se nós podemos colocar no painel sim para todos os partidos, talvez com exceção do novo, tenho vossa palavra. Não, exatamente
Deputado
Inclusive já avisei, eu já já conversei com o autor a quem, por quem nutre profunda admiração e entendo a intenção nobilíssimo, aliás, é projeto muito interessante e que auxilia assim na segurança pública mas em virtude justamente dos princípios do novo da defesa, da liberdade nesse caso, das empresas e dos consumidores do setor automotivo, nós por esse único motivo orientaríamos contrários, mas entendemos como meritória a iniciativa do deputado. Ok? Portanto,
Deputado
Com exceção do novo. Em votação aqueles que foram pela aprovação permaneçam como se acha tendo permanecido portanto está aprovado e fica prejudicada a proposição inicial. Em votação a redação final aqueles que forem pela aprovação permaneçam também como se acham tendo permanecido a matéria está aprovada e vai ao Senado Federal. Parabéns capital Álvaro pela sua palavra, Vossa excelência. Vamos então abrir a palavra vossa excelência para que possa também fazer o seu pronunciamento a respeito da matéria. E logo em seguida vamos ao projeto de lei número 2 5 7 3 de 2023. Chupra
Deputado
Senhores deputados, gostaria primeiramente de agradecer a todos os parlamentares desta casa pela aprovação unânime desse projeto, de extrema relevância. Eu entendo, inclusive defendo inclusive, o mercado liberal, defendo inclusive a liberdade das empresas, das indústrias inclusive poderem se adequar à livre iniciativa do mercado. Mas meus amigos, eu não poderia jamais me omitir e me calar diante das notícias que nós temos. Todos os dias, diariamente, nós assistimos e acompanhamos nas notícias no Brasil e no mundo, e especialmente no Brasil, tais como essa, sequestro em Campinas, homem fica 7 horas dentro de portamalas enquanto família é roubada. Vítima é mantida dentro de portamalas durante tentativa de sequestro na zona sul, em São Paulo. Sequestro de casal de 70 anos termina em morte após perseguição policial. Casal foi mantido no portamalas do carro durante fuga. Mulher morreu após veículo capotar na rodovia. Corpo de professora encontrada carbonizada dentro de portamalas, após ter sido sequestrada e os traficantes e os bandidos terem colocado fogo nesse veículo com a vítima ainda no interior do portamalas. Vale ressaltar que esse projeto já existe desde 1999 nos Estados Unidos. Lá inclusive se tornou obrigatório pela. Só pra finalizar presidente, só pra a colocação desse dispositivo, começou por conta de crianças que brincavam de escondeesconde e se escondiam no portamalas e terminava morrendo asfixiadas. Com o tempo, esse projeto se avançou, se alastrou em razão dos sequestros que estavam ocorrendo em relação à sociedade americana. E aqui nós já temos aqui motorista de app, escapa de sequestro, pulando do portamalas de veículo em movimento. Taxista abre portamalas e escapa de sequestro, e os bandidos também tocaram fogo nesse veículo. Então, esse é projeto meritório, é importante, não dá pra aguardar o mercado se regular, né, aguardar o liberalismo econômico e diante de tantas questões onde pessoas morrem diariamente, muitas vezes sufocadas, ou até mesmo queimadas vivas no interior do portamalas. Então agradeço a colaboração de todos e parabenizo o nobre relator para o anel Assis pela brilhante relatório. Obrigado senhor presidente. Ok deputado capitão.
Deputado
Lá da nossa Bahia. E agora vamos ao projeto de lei número 2 5 7 3 2023, do deputado André Janones. Discussão em torno único do projeto de lei número 2 5 7 3 2023 que cria obrigatoriedade e assistência psicológica para servidores da segurança pública, tendo o parecer da comissão de segurança pública em Brate ao crime organizado pela aprovação dos projetos de lei número 2710 barra 23 5 8 meia 0 2023 e 2 7 meia de 24, apensados com substitutivo e pela rejeição neste deste relator deputado Rodolfo Nogueira, pendente de votações, de votar, pendente de pareceres, tendo proposições apensadas para oferecer parecer ao projeto pelas comissões de saúde, finanças e tributação de construção de justiça e de cidadania, Conceda a palavra a nobre delegada Adriana Accorsi. Tenho vossa excelência a palavra delegada Adriana Accorsi. Muito obrigada.
Deputada
Presidente, peço permissão para ir direto ao voto. O projeto de lei número 25 7 3 de 2023, de autoria do deputado André Janones, pretende criar a obrigatoriedade da assistência psicológica para servidores e servidoras da segurança pública. Foram apensados os seguintes projetos de lei, PL número 27 10 de 2023, do deputado general Pazuello, que propõe a criação de serviço de apoio psicossocial nas polícias militares e civis, assim como no corpo de bombeiros militares dos estados e Distrito Federal, com foco no suporte contínuo aos profissionais dessas categorias. O PL número 5860, de autoria do deputado Alberto Fraga, que sugere a inclusão de artigo na lei número 13000 meia 7 5 de 2018, com o objetivo de determinar assistência psicológica imediata para os profissionais de segurança pública, e defesa social em caso de ações com resultado letal, alto nível de estresse ou violência doméstica. E o PL 1276 de 2024, de autoria do deputado Ramon Mandel, que busca regulamentar o fornecimento de assistência à saúde física e mental nos programas de proteção e segurança destinados aos policiais que atuam no enfrentamento ao crime organizado. Cada 1 dessas proposições complementa e reforça a relevância de prover suporte adequado à saúde mental e física dos agentes de segurança pública, abordando diferentes aspectos e necessidades específicas nessa temática. A saúde mental é tema de crescente relevância, especialmente em profissões de alto estresse, como as que compõem a segurança pública. Os profissionais enfrentam frequentemente situações traumáticas e lidam constantemente com os riscos, elevando altos índices de depressão, ansiedade e outras manifestações de sofrimento psíquico. Os projetos sob análise, propõem garantir assistência psicológica contínua e gratuita para os servidores da segurança pública. Incluindo a disponibilização de atendimentos individuais e em grupo, campanhas de conscientização e prazo para regulamentação. A aprovação dessa matéria poderá trazer benefícios diretos aos servidores da segurança pública, promovendo maior estabilidade emocional e garantindo melhores condições de trabalho. Além disso, ao oferecer suporte psicológico gratuito, o Estado atenderá a 1 demanda urgente e fortalecerá as instituições de segurança pública. Da análise do projeto, dos apensados e substitutivos, observase as proposições contempla matéria de caráter essencialmente norma, não acarretando repercussão direta ou indireta significativa na receita ou na despesa da união. Nesses casos, tornase aplicado o artigo 32 X, do regimento interno dessa casa, que dispõe que somente as proposições que importem, aumento, diminuição de receita ou despesa pública estejam sujeitos ao exame de compatibilidade ou adequação financeira orçamentária. As proposições e análises, atendem aos requisitos constitucionais formais, relativos à competência legislativa da união, e à iniciativa parlamentar, que é legítima, 1 vez que não se trata de tema, cuja competência seja reservada a outro poder. Por fim, revelase adequada veiculação da matéria por meio de lei ordinária, visto não haver exigência constitucional de lei complementar, ou outro veículo normativo para disciplina do assunto. Por fim, observamos que a redação e a técnica legislativa estão em conformidade com a lei complementar número 95, de 1998. Conclusão do voto. Anti o exposto no âmbito da comissão de saúde, somos pela aprovação do projeto de lei número 2573, e PL número 1276, 2024, e do substitutivo da comissão de segurança pública, e combate ao crime organizado, em anexo. Na comissão de finanças e tributação, somos pela não implicação em receitas ou despesas públicas do projeto, e apensados do substitutivo da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, e substitutivo da comissão de saúde. E na comissão de constituição e justiça e cidadania, somos pela constitucionalizar de, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto de lei número 2573, dos apensados e substitutivos senhor presidente, por isso, pedimos o voto de todos os colegas para garantirmos 1 política pública de saúde mental para todos os trabalhadores e trabalhadoras da segurança pública no Brasil. Ok deputada delegada Adriana.
Deputado
Lá de Minas Gerais. Desculpe Goiás é que era na realidade é 1 deputada do Brasil inteiro, não é de todo o Brasil. Passouse nesse momento a discussão, a 1 lista de discussão, dos seguintes deputados, pastor Henrique Vieira, deputado Pedro Yara, Marco Bolon, Chico Alencar, Gilvanna Federal, Gilvan Cherini. A nossa pergunta aos senhores líderes no plenário se nós podemos declarar encerrada a discussão, tendo em vista que essa matéria me parece que é 1 matéria Consensual, ok. Concordamos, presidente. Ok. Declano portanto encerrada a discussão. Passase a votação, vamos à lista de encaminhamento. Essa presidência solicita também, desculpe, em votação, ok. Em votação substitutivo oferecido pela relatora da comissão de saúde ao projeto de lei número 800 C 3 2023, orientação de bancada, essa presidência em diaga aos senhores líderes e também podemos colocar Mãe sim, todo mundo. Bloco Bloco Presidente pelo bloco. Pelo bloco tem com a excelência a palavra. Bloco união.
Deputado
Presidente, na verdade, o que se propõe aqui, é a assistência, o acompanhamento, o apoio, o suporte psicológico, aos servidores na área da segurança. Todos nós sabemos o quanto policial, civil, militar, policial penal, enfim qualquer agente, da força pública de segurança, é exposto em termos de estresse, de enfrentamento, ao ponto de expor a sua vida e inclusive pra proteger a vida de outros e às vezes expondo a vida de uns pra proteger a de outros. E quando não, sucumbe colega seu, ou até num enfrentamento morre a o contendor, ou seja, é o estresse no último estágio, isso precisa ser enfrentado, precisa ter apoio, suporte, acompanhamento, amparo, proteção, isso é necessário e fundamental por isso. Então. Por isso presidente, nós entendemos que se faz necessário a aprovação do projeto na forma do substantivo pra exatamente dar o apoio aos policiais militares civis, enfim, os agentes de segurança pública. A gente cobra muito deles, e cobra, tem que cobrar a sociedade precisa de segurança, mas tem que dar segurança pra quem faz segurança, pra quem oferece a segurança. Então é 1 proteção fundamental necessário pra que nós da sociedade tenhamos a segurança que esperamos receber dos agentes de segurança, dando a eles condições psicológica, apoio psicológico pra exercer com dignidade, com qualidade a sua função, a sua profissão de segurança no Brasil. Muito obrigado.
Deputado
Deputado Pompeu de Matos lá do Rio Grande do Sul. Luiz vamos. Deputado Raimundo Av Exatamente. Deputado Raimundo a senhora a senhora a senhora gente
Deputado
Sim, orientação sim ao projeto, parabenizar deputada Janones, a deputada Adriana Corsi. E lembrar que nós da esquerda apreciamos e defendemos o agente de segurança pública, quando defendemos também que ele tenha o cuidado com a sua saúde mental, quando ele também é cuidado, cuidar de quem cuida. Então a orientação é sim. Presidente, eu queria também aproveitar e lembrar que no Rio de Janeiro, no próximo dia 16, segundafeira, às 16 horas, o nosso mandato e coletivo, coletivo do nosso mandato na capital carioca, na capital do estado do Rio de Janeiro, nós faremos a celebração de Natal com a população em situação de rua. Já pelo décimo sexto ano consecutivo, nas escadarias da Câmara Municipal, na Cinelândia, faremos a nossa celebração de Natal com a população em situação de rua, onde as pessoas, numa confraternização compreenderão direito desse segmento da. Senhor presidente deputada deputada
Deputada
Senhor presidente, pela maioria. Senhor presidente, esse projeto é projeto muito importante eu quero saudar aqui o deputado Janones, a deputada Adriana Arkozy como relatora, 1 vez que quando a gente trata da humanização das forças de segurança, e nós sabemos aqui que a saúde mental, pra aquelas pessoas que estão na linha de frente, que atuam em defesa da sociedade, é fator que o Estado brasileiro precisa cuidar. Então hoje aqui nós demos passo importante, avanço importante e suporte para que todas essas pessoas, trabalhadores e trabalhadoras da segurança pública do nosso Brasil, possam acreditar que nós estamos aqui em defesa, não só da humanização, mas de todos os agentes como sujeitas e sujeitos de direito. Muito obrigado. Ok deputada Jaque Rocha.
Deputado
Agora vamos ouvir também orientação de da da de bancada através deputada Taliria.
Deputada
Presidente. Nossa bancada também orienta sim, esse projeto que garante e obriga assistência psicológica aos servidores da segurança pública, ele é fundamental. A gente vê lamentavelmente crescer o número de policiais que cometem suicídio, que têm a sua saúde mental muito abalada por modelo de segurança pública que os adoece. E é fundamental que o estado brasileiro cuide desses agentes que são trabalhadores, que estão a serviço da população, e que precisam por isso ter a sua assistência psicológica garantida. Ao mesmo tempo que a gente luta para modelo de segurança que não enxugue sangue, que adoeça os agentes, que, lamentavelmente, todo dia a gente vê 1 vida sendo ceifada, a gente quer modelo de segurança pública que valoriza os policiais, que que garantam o cuidado e a segurança. A gente também acha fundamental que a saúde dos profissionais de segurança pública seja preservada, garantida. Por isso, parabéns, deputada Adriana, parabéns, deputado Anones, por possibilitar que a gente avance nessa pauta tão fundamental. Ok, deputada Talibri.
Deputado
Fazer orientação pelo partido liberal pelo PL.
Deputado
Importante nós assinalarmos aqui que o projeto é absolutamente, valoroso, maravilhoso eu diria até. Mas, faço o registro. Os policiais do Brasil, senhores deputadas e deputados estão doentes. Os policiais do Brasil estão doentes. Por 1 série de questões, porque tem salários baixos, eu vi hoje, várias polícias militares pagam menos de 2 salários mínimos para policial militar. Então vamos fazer essa discussão por que que o policial, o nas polícias tem índice tão elevado de suicídio? Por que que dentro das polícias nível tão elevado de, operadores com desequilíbrios psicológicos? Então, o parlamento tem que fazer essa discussão, a questão da impunidade também entra em jogo, nós vimos essa semana, 1 notícia de que, policial militar prendeu o mesmo sujeito 5 vezes num mês. Em 30 dias ele perdeu o mesmo sujeito por 5 vezes, ou seja, é retrabalho, está trabalhando 5 vezes mais, com o mesmo salário. Por que que esse sujeito foi preso 5 vezes? Por que que o Brasil tem o maior índice de reincidência do mundo? Então vamos fazer essa discussão, e o parlamento brasileiro, a Câmara de Deputados, é o fórum pra fazer essa suspensão. Mais 1 vez, orientamos sim, o PL orienta sim, parabéns. Acerrou? Opa. Parabéns ao autor e parabéns à relatora pelo brilhante trabalho.
Deputado
Em votação, aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acham tendo permanecido, portanto, está aprovado. Estão prejudicados a proposição inicial, as apensadas, os substitutivos da comissão de segurança pública e crime organizado. Em votação à redação final, aqueles que foram pela aprovação permaneçam como se acham, tendo primeiro e sentido portanto, está aprovada e a matéria vai ao Senado Federal próximo item da porta o projeto de lei número 5 2 meia 5 de 2023 do senhor deputado Alberto Fraga aqui do nosso Distrito Federal Discussão em torno único do projeto de lei número 5 2 meia 5 de 2023, que estabelece regras para elaboração de planos de defesa contra crimes complexos, em bases operacionais de processamento, custódia e transporte de numerários ou equivalentes ou empresas com ativos críticos ou resgate de presos em estabelecimento prisional, estabelecimentos prisionais. Altera a lei número 11530 de 24 de outubro 2007, para estabelecer condição de adesão ao programa nacional de segurança pública com cidadania, que PRONACE e dá outras providências tendo parecer da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, pela aprovação com substituto relator autor deputado coronel Assis, pendente de parecer. Para oferecer parecer ao projeto da comissão de constituição de justiça e cidadania, conceda a palavra ao nobre deputado coronel Assis.
Deputado
Senhor Presidente, é grande honra poder relatar esse projeto. Projeto de lei número 5265 de 2023, estabelece regras para elaboração de planos de defesa contra crimes complexos em bases operacionais de processamento de custódia e transporte de numerários ou equivalentes ou empresas com ativos críticos ou resgate de presos em estabelecimentos prisionais e altera a lei número 11530 de 24 de outubro de 2007, para estabelecer condição de adesão ao programa nacional de segurança pública com cidadania, o PRONASSE, e dar outras providências. Peço permissão para ir direto ao relatório senhor presidente. Deputado coronel Assis, como queira vossa excelência. Nos termos do artigo 32, CAPUT, inciso 4, alínea A, de do artigo 54, CAPT, inciso primeiro, cabe à comissão de constituição, justiça e cidadania, proferir parecer sobre constitucionalidade e a juridicidade e a técnica legislativa do projeto de lei número 5265 2023. Quanto à constitucionalidade formal, o projeto de lei em análise tratase de segurança pública, assunto inserido no âmbito da competência legislativa concorrente. Além disso, não há reserva de iniciativa legislativa a outro legitimado a autoria do parlamentar é válida, conforme o artigo 60 e caput da Constituição Federal, de 88. Ademais, a opção de apresentar as disposições por meio de lei ordinária também está amparada nas previsões constitucionais visto que a proposição não trata de matéria reservada à lei complementar. No que tange à constitucionalidade material e à juriicidade, verificamos que há impedimento, que não há impedimento à aprovação da propositura, que a molda aos princípios das regras que emanam da constituição federal. Neste ponto, quero aqui destacar senhor presidente, a estatística, né, nacional de crimes do novo cangaço, domínio de cidades que são perpetrados. No ano de 2008, tivemos 8 ocorrências, no ano de 2017, 6, no ano de 2018, 4, no ano de 2019, 1 é do ano de 2024. E somandose aí cerca aí demais, até agora o momento, mais de 40 ações criminosas. O que vale destacar também senhor presidente, é que nessas ações são são usados emprego de explosivos e roubo de grande numerário de dinheiro dessas instituições financeiras. Aqui, eu quero fazer parênteses também que, comandante, presidente, que quando, né, estava lá no meu estado, nós fizemos protocolo que com certeza traria e que e traz tudo que está dentro desse projeto de lei, né. Então na época eu era comandante do BOPE e, era major e estava ali fazendo nós promovemos todas as ações semelhantes ao que tão previstas nessa lei de análise. Naquela época, só para o senhor ter 1 ideia, o estado do Mato Grosso enfrentava 1 onda de crimes associados ao novo cangaço, caracterizados por ataques coordenados a bancos em cidades com baixo efetivo policial. Os criminosos utilizavam táticas de intimidação com o fechamento de cidades, queima de veículos em rotas de fuga, uso de escudos humanos e a demonstração de forças com armamentos pesados, incluindo fuzis, metralhadoras, explosivos e granadas. Para enfrentar essa grave ameaça foi realizado trabalho contínuo de inteligência e sistematização de conhecimento ao longo de ano e meio, visando compreender e neutralizar o modos operantes dessas quadrilhas. O protocolo desenvolvido abarcava todas as etapas das operações policiais, desde as ações de prevenção no pré confrontamento até as medidas integradas do pós confrontamento envolvendo os comandos regionais das polícias militares, subunidades, polícias civis, enfim, todos os órgãos de segurança e a nossa sociedade civil organizada. Com base nesse protocolo, foram mateados rotas de fugas, esconderijos em áreas de matas e os padrões operacionais das quadrilhas especializadas permitindo prever seus movimentos e planejar respostas rápidas e efetivas. O protocolo foi tão eficiente, senhor presidente, que após a implementação, as quadrilhas não mais obtiveram êxito no Mato Grosso e o Mato Grosso chegou a ficar 13 anos sem crime, de novo cangaço domínio de cidades. Essa experiência também deu origem ao curso de patrulhamento rural, que capacitava policiais a operarem zonas de de áreas rurais e áreas de mata, aprimorando ainda mais a eficiência no combate ao crime organizado. Durante o período de vigência desse protocolo, lá no nosso estado Mato Grosso, nós tivemos aí inúmeros embates com criminosos, somando aí 1 soma de 36 baixas por parte dos criminosos e nenhuma por parte das forças policiais. Nesse contexto, a regulamentação proposta pelo substantivo aprovado na comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, oferece marco legal que legitima e fortalece as ações preventivas e repressivas a esse tipo de crime, propiciando às instituições policiais 1 base sólida para atuar de forma eficaz e coordenada. A experiência que tive, a honra de liderar a criação e implementação, demonstrou o impacto positivo de medidas estruturadas no enfrentamento ao crime organizado e serviu como inspiração e para a proposição em análise e outras unidades federativas. Por fim, a técnica legislativa e a redação utilizada no projeto de lei número 5265 de 2023, e no substantivo apresentado na comissão de segurança pública e combate ao quimio organizado, são apropriadas a e estão em conformidade com a norma brasileira de de legislatura. Lei complementar número 95, de 26 de fevereiro de 1998. Ante o exposto senhor presidente, no âmbito da comissão de constituição e justiça e cidadania, somos pela constitucionalidade, juriicidade e boa técnica legislativa do projeto 5265 2023 e do substantivo apresentado na comissão de combate ao crime organizado e segurança pública. Sala das sessões deputado federal coronel Assis relator, esse é o relatório.
Deputado
Ok, nesse momento passase então a discussão ao projeto 3 5 2 meia 5 de 2023. Vamos a, a declaro encerrada a discussão. Passase a votação. Eu solicito ao plenário antes colocar sim para todos. Ok. Em votação, substitutiva adotado pela comissão de segurança público combate ao crime organizado ao projeto de lei número 5 2 meia 5 2023, orientação de bancadas. Em votação, aqueles que foram pela aprovação, permaneçam como se acha? Aprovado e fica prejudicada prejudicada a proposição inicial. Coronel, tenho vossa excelência a palavra. Senhor presidente, só parabenizar. Eu vou ter que votar aqui a redação final, escute, eu já passo a palavra pra você, Em votação a redação final aqueles foram pela aprovação permaneçam como você acha? A matéria está aprovada e a matéria então vai ao Senado Federal. Coronel.
Deputado
Só parabenizar o autor da matéria, deputado Alberto Fraga, que por muito tempo inspirou jovens oficiais da polícia militar porque era 1 das poucas pessoas que defendia a classe da segurança pública aqui nesta casa, né e hoje, estando junto com ele, ombriando lá na comissão de segurança pública, a Câmara dos Deputados entrega as forças de segurança marco legal pra que eles possam se planejar e possam dar efeito a esse tipo de combate, a esse tipo de quadrilha especializada que com certeza promove o verdadeiro terrorismo no interior do estado brasileiro. E hoje nós chegamos aqui nesse ponto e estamos aprovando essa lei que é a lei do plano de defesa que vai ser agregado à lei do PRONACE. Então parabéns, coronel Alberto Fraga, parabéns a todos os deputados e deputadas dessa legislatura porque hoje se entregou algo concreto para as forças de segurança do nosso país. Obrigado presidente. Presidente, eu queria.
Deputado
Presidente, eu queria eu queria reafirmar.
Deputado
Que na verdade os projetos dialogam. O projeto que votamos anteriormente fala sobre a questão do cuidado com a saúde mental do agente de segurança pública, dialoga com tudo que a gente está falando. Importante compreender isso, não é? Nós falamos no serviço de assistência social no SUS, serviço único, falamos que é preciso de cuidar de quem cuida, e portanto é preciso proteger quem protege. Então a gente está aqui numa sintonia, isso é importante compreender. Compreender que essa sintonia, ela é cara ao país, ela é importante pro país, ela ajuda a gente a compreender que a nossa cidadania precisa ser preservada. E ela é preservada quando quando se tem espaço para o cuidado com a saúde mental, com os desvios de comportamento, que às vezes desvio de comportamento ele é ele carece de tratamento. Então, pra dizer que hoje aqui a gente está dialogando e esse diálogo é diálogo muito profícuo. Muito obrigado. OK, deputado.
Deputado
Deputado pastor Isidoro, eu poderia fazer o seguinte, eu vou fazer a leitura, depois eu vou passar a palavra ao relator, enquanto o relator vai à tribuna, eu passarei a palavra pra vocês ok? Informar aos senhoras e senhoras deputadas que nós ainda temos 3 matérias pra 2 matérias, essa e mais 2 matérias, pra, é ok, já já. Então vamos lá. Projeto de lei número meia 5 8 2023 do deputado Sanderson em outro. Discussão em torno do projeto lei número meia 5 8 2023 estabelece obrigatoriedade de instalação de bloqueadores de celular e estabelecimento de profissionais pelas prestadoras de serviço de telefonia móvel. Acho que todos entenderam, né? Pendentes de pareceres. Deputados logicamente estão todos aí com as pautas em mãos logicamente estão acompanhando aí. Mas eu vou ler novamente pra que as pessoas que estão nos ouvindo no rádio e na televisão possa entender pouco melhor. Talvez eu exagerei aqui no na no tempo. Discussão em torno único do projeto de lei número meia 5 2023, que estabelece a obrigatoriedade de instalação de bloqueadores celular, estabelecimentos prisionais pelas prestadoras de serviço de telefonia móvel, pendente de pareceres tendo a proposição apensada, para oferecer parecer ao projeto pelas comissões de comunicação de segurança pública e combate ao primeiro organizado de condições de justiça e cidadania, concedo a palavra ao nobre deputado delegado Mateus Laiola. Enquanto deputado vai à tribuna, eu vou passar por minuto a palavra ao deputado sargento. Tem paciência a palavra nosso deputado sargento Vizidorium, por minuto pode ser? Enquanto deputado, delegado Mateus Laiol vai à tribuna.
Deputado
Presidente, quero parabenizar vossa excelência e esta casa pelo número de importância de projetos que tem sido votado essa semana, projetos que beneficiam a segurança pública que sem ela o povo não terá tranquilidade abaixo de Deus, e vários outros projetos de importância, mas preciso principalmente chamar atenção dos deputados das deputada desta casa, para a importância de darmos fim a essa escala escravocrata de 6 por tá certo? Todos os trabalhadores e trabalhadoras da nossa nação não são robôs e precisamos me unir pela escala 5 por 5 por 2, bem como pedir ao presidente Lula que saia logo do hospital, que Deus cure ele, tire ele de lá, pra que não permita que os ministro de planejamento, de fazenda, e outros envolvidos com a com a o com o executivo, possam cometer a perversidade contra o povo brasileiro, burindo no BPC, num benefício que só ocorre milhões de famílias no alimento, na saúde, pessoas que estão de cadeira de roda, doentes, inválidas. Então abolir do BPC é bulir com o povo mais fragilizado que tem na nossa nação. Então eu quero dizer a vossa excelência que precisamos nos unir no sentido de não permitir pedir ao presidente Lula, pedir ao presidente Lula que não permita que seja feito esta perversidade contra os mais necessitado. Até porque eu tenho certeza que os ministros e ministras do seu governo foram chamados para tal com o espírito de fazer o bem aos mais necessitado e sem olhar a quem. Eu tenho certeza que esta casa estará fiscalizando como sempre, e trabalhando em favor dos mais necessitado. Muito obrigado. OK deputado pastor Isidoro
Deputado
Bahia e agora sim deputado delegado Mateus Laiola para oferecer o parecer. Vossa excelência caso entenda assim pode ir diretamente ao voto.
Deputado
Presidente, obrigado colegas, vou direto ao voto. O acesso à internet constitui dos principais paradigmas da contemporaneidade. São inegáveis os benefícios trazidos à sociedade pela conectividade, mas não são descartados diversos efeitos deletérios, dentre eles, o uso pela criminalidade. Os projetos hora em debate lidam com 1 dessas externalidades negativas, que é a possibilidade do uso de sistemas de telecomunicações por detentos em ambiente prisional. Dos objetivos do sistema prisional é isolar os detentos de ambiente social, o que não tem sido conseguido quando se considera ambiente virtual. Com o objetivo de dar solução ao problema, os projetos de lei determinam a obrigação de instalação de bloqueadores de sinal de celular em estabelecimentos prisionais pelas prestadoras de serviço de telefonia móvel. A proposição ataca importante problema social, mas imputa apenas às presadoras de telefonia móvel, agentes privados, o dever de instalação e manutenção de bloqueadores de celular em estabelecimentos prisionais. Impedir que as pessoas em cárcere estejam restritas às telecomunicações, nos parece proporcional, 1 vez que tal medida vai ao encontro da finalidade da reclusão. No entanto, não nos parece razoável que o ônus da implementação dessa política pública recai exclusivamente sobre agente privado. Primeiramente, é importante destacar que a gestão dos presídios estaduais é de competência das secretarias de segurança pública. E seus respectivos órgãos. Além disso, o fornecimento de aparelhos bloqueadores consiste em solução disponibilizada por fabricantes específicos do mercado. Para a realização da aquisição e instalação de dispositivos, garantindo zelo a todas as técnicas, as questões técnicas que envolvem tais equipamentos e, em especial, a política criminal. Deve ser dever do Estado, por meio de, da sua Secretaria de Segurança Pública, a incumbência da gestão da instalação de bloqueadores de sinal. Além disso, a matéria impõe ônus financeiro significativo às prestadora de serviços de telecomunicações, 1 vez que caberia somente as petadoras arcarem com todos os custos da instalação e manutenção dos bloqueadores, sem a devida compensação econômica e sem, ao menos, a definição de critérios claros que justifiquem a adoção de tal medida em todos os presídios do país. Essa determinação entendemos que viola o princípio constitucional que rege o livre mercado, bem como a iniciativa, a iniciativa livre, além da proporcionalidade e razoabilidade. Aliada a isso, da forma como se encontra, o projeto implicaria desequilíbrio econômico e financeiro aos contratos administrativos, firmado entre as operadoras de telecomunicação e a união, quando da realização dos leilões de radiofrequência, visto que tal obrigação, instalação e manutenção dos bloqueadores de sinais, não estava previstas nos editais e tampouco nos contratos administrativos firmado no âmbito dos dos leilões de radiofrequência. A imposição de tal obrigação para as operadoras gerariam custo que inevitavelmente seria repassado aos consumidores. Assim, nos parece mais adequado estabelecer fontes específicas de financiamento para política pública em exame. Merece ainda especial atenção o fato de que os bloqueadores podem afetar a utilização do serviço de telecomunicação pelas comunidades situadas próximos próximas aos presídios, prejudicando os moradores, o comércio local e as atividades próximas a esses estabelecimentos, violando o próprio direito à comunicação, consagrada na nossa condição federal. Nesse sentido, tornase fundamental 1 avaliação precisa das necessidades e da realidade de cada presídio. Desse modo, a nosso prever, deste modo, ao se prever mecanismos de controle e fiscalização dos dos bloqueadores, seria assegurado por lado, que os bloqueios de sinais sejam limitados às áreas de estabelecimentos prisionais e, por outro lado, que os direitos dos usuários que vivem em localidades próximas sejam protegidos, garantindo a conectividade dessas áreas circunvizinhas. Cumpre destacar que o objetivo do projeto de lei é extremamente importante e deve ser considerado na formulação de políticas públicas de combate às comunicações ilícitas em presídios. E apesar de concordar com a ideia geral do projeto, entendo que seria salutar para o estudo da política pública em comento o envolvimento não só das prestadores de telecomunicações, mas da Secretaria de Segurança Pública, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e da própria agente nacional de telecomunicações, a ANATEL. Ademais, ao se atribuir exclusivamente ao agente privado a competência para execução de 1 relevante política pública, o projeto poderia gerar precedente perigoso de transferência de funções públicas, especialmente as relacionadas à segurança pública e gestão de presídios, para o setor privado. Além de, possivelmente poder resultar em 1 execução ineficazes e fragmentada das políticas públicas. Por essas razões, propomos substituto, substitutivo, de modo a tratar tais questões. Do ponto de vista da segurança pública, importante ressaltar que desde 2015, após a comissão parlamentar de inquérito, é recomendado ao poder público que introduza bloqueadores de comunicações entre indivíduos privados de liberdade e o mundo extra muros. Rebeliões, fugas e mesmo gerenciamento de crises fora dos presídios poderiam ser mitigadas caso os respectivos sinais fossem cortados. É evidente que para se desbaratar dos pontos nevrálgicos das organizações criminosas, devese atacar sua cadeia de de comando e de controle e 1 das principais vulnerabilidades a serem exploradas é a transmissão de ordens por aparelhos celulares a partir de de presídios. Há cerca de 10 anos essa conclusão já aparecia nos debates do Legislativo, cabendoos agora efetiválas. Está acabando, está acabando. Vale mencionar a existência de outras iniciativas legislativas, no sentido de promover soluções alternativas para o problema de de bloqueios das comunicações e detentos em ambiente prisional. Citamos o exemplo do PLP 470 de 2018. Tal projeto prevê origem do Senado Federal e propõe de maneira geral que os custos da implementação dos bloqueadores ocorram por conta do Funpen, que é o Fundo Penitenciário Nacional. Essa seria certamente 1 possível alternativa para o tratamento do problema. Com a volta da Lotex, cuja venda pela Caixa Econômica Federal iniciouse em novembro do corrente ano, o percentual de destinação do produto da arrecadação das loterias do de prognósticos numéricos para o fundo penitenciário nacional em 2025 triplicará, passando de por 100 para 3 por 100. Essa essa alteração no percentual de de destinação do produto da arrecadação da loteria de concursos prognósticos representará incremento de cerca de 470000000 nos recursos do Fompen, que poderão ser utilizados para aquisição dos equipamentos bloqueadores de sinal de celular. De acordo com critérios de distribuição a serem estabelecidos pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Presidente, caros colegas, é extremamente importante esse projeto de lei. Quando eu iniciei a carreira de delegado de polícia em 2007, em Minas Gerais, já havia esse problema, a gente era gestor de cadeia, então a gente cuidava de preso em 2008, como delegado de polícia no Paraná. A gente, eu acabei sendo gestor de cadeia, por anos e anos e anos EAE0 dos principais problemas era, como a gente evitar colocar que celulares adentrasse nas nas cadeias públicas do estado do Paraná. O efetivo pequeno, 1 demanda muito grande, capacidade muito além do que era a a normalidade com relação à quantidade de preso nas cadeias do Paraná, e a gente tinha esse problema muito grande e isso eu estou falando já há aproximadamente 15 anos. Então a gente está em 2024 debatendo essa necessidade urgente que é colocar bloqueador. Então existe empresas específicas pra isso e é extremamente importante a aprovação desse projeto, na medida em que a gente consegue deixar os presos totalmente incomunicáveis na nas nas penitenciárias e cadeias locais. Então muito importante esse projeto de lei, teve a participação e autoria do Fraga, do Sanderson, que a gente entende que são referências aqui na Câmara dos Deputados com relação à segurança pública e a gente espera muito muito que a casa seja seja coerente no sentido de pensarmos em algo que seja efetivamente melhor pra sociedade. Diante o imposto, no âmbito da comissão de comunicação, somos pela aprovação do projeto meia 5 meia de 223 em seu apenso, com o substitutivo em anexo. No âmbito da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado, somos pela aprovação do projeto de lei meia 5 8, de 23 em seu apenso, na forma do substitutivo da comissão de comunicação. Na comissão de constituição e justiça e cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto de lei meia 5 8 de 23, seu apenso e do substitutivo da comissão de comunicação. Obrigado presidente.
Deputado
Vamos chamar. Passase a discussão, a lista de discussão, declaro encerrada a discussão, passa a votação, lista de encaminhamento, eu solicito aos senhores deputados se concordam que eu possa colocar sim para todos. Ok? Em votação, depois de todos declararam seu voto, sim, a sua orientação sim, em votação substitutiva oferecido pelo relatório da comissão de comunicação projeto de lei número meia 5 8 2023. Agora orientação de bancadas, aí novamente eu pergunto se posso colocar sim para todos. Sim. Tendo acordo entre todos os líderes do plenário em votação aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acha, está aprovado estão prejudicados a proporção inicial e a apensada em votação a redação final, aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acha aprovada e a matéria vai ao Senado Federal. Presidente, presidente como autor do
Deputado
Cumprimentar o relator. Deputado Sanderson do Rio Grande do Sul. Deputado delegado, Mateus Laiola pelo brilhante trabalho e cumprimentos aqui também a todos os integrantes incansáveis da comissão de segurança pública da Câmara dos Deputados, desde o presidente Fraga, a todos os titulares e suplentes que tiveram participação efetiva pra que esse projeto fosse aprovado. Nós, convivemos com o celular no Brasil, meu amigo Mateus Layolla, há 35 anos, 34 anos. 35 anos na verdade porque foi 1989. E desde aquele momento, nós, operadores da segurança pública, sempre tendo dificuldades de fazer o monitoramento e fazer a contenção do contato dos criminosos dentro das cadeias com o mundo exterior. Agora, a Câmara dos Deputados finalmente, depois de tanto tempo, dá 1 resposta efetiva à sociedade brasileira que está cansada de estar aí, sucumbindo frente ao avanço da. Ok, vamos continuar aqui. Projeto de lei número 30 34 2020, ô desculpe. Pra concluir. Deputado Sanders, desculpe. Pra concluir. Então a sociedade cansada de estar acuada pelo crime organizado hoje, vê alento quando a Câmara dos Deputados aprova esse projeto que, obriga o estado brasileiro a investir em bloqueadores de sinais de telefonia móvel, que nós chamamos de celulares, portanto, estamos todos nós de parabéns em especial ao relator deputado Mateus Baiola. Presidente rapidamente, apenas para
Deputado
Mateus do estado do Paraná, como também o autor do projeto, o deputado Sanderson, ambos os parlamentares defendem a segurança pública, o autor do projeto o nosso querido Santos do Rio Grande do Sul, é grande parlamentar, junto com o nosso querido delegado Mateus, que foi o relator, e também o delegado, o coronel Fraga, e a todos os parlamentares da segurança pública, de é muito importante para o povo brasileiro, onde colocamos a legislação da forma que a população quer. Muito obrigado presidente. Ok cabo deputado Gilberto Silva projeto de lei número
Deputado
4 do Poder Executivo, discussão em turno único do projeto de lei número 30 34 2024 que autoriza a criação da empresa pública companhia Docas de Alagoas e a contratação do Banco Nacional Desenvolvimento Social em diversas iniciativas, está pendente de pareceres. Requerimento sobre a mesa, requerimento de retirada de pauta. Requer a retirada do PL, pauta do PL 30 34 2024 de pauta da presente sessão, assinado pelo deputado Marcel Van Haten. Para encaminhar o requerimento a favor deputado Van Haten. Senhor presidente, caso colegas.
Deputado
Inicio aqui parabenizando deputado Sanderson, meu conterrâneo pela aprovação do seu projeto de lei muito importante, estivemos juntos também nessa votação pra impedir o uso de celular dentro de presídios. Parabéns. E toda essa pauta de hoje foi centrada nesse tema, da segurança pública. Agora, às 22 horas e 23 minutos, surge outro projeto na pauta, que é a criação de 1 nova estatal. Não tem a ver com segurança pública, e pior do que isso, no momento em que estamos discutindo justamente contenção de gastos, pacotes do governo que são insuficientes e aliás, atingem quem mais precisa assistência e não cortam esses projetos do Lula e do PT, aonde é mais importante, justamente nesse momento vemos a criação de 1 nova estatal. 1 estatal no estado da Alagoas, 1 estatal, 1 estatal, para competir no mercado, com quem já faz o trabalho em portos no Brasil. No momento que falamos em concessões de portos, no momento em que falamos de privatizações no Brasil, não só no setor portuário, como em outras áreas da infraestrutura. Estamos aqui a criar 1 nova empresa estatal chamada companhia Docas, de Alagoas, para administrar no porto de Maceió. Sinceramente senhor presidente não vejo nada mais inoportuno para o momento. Repito, são mais de 22 horas agora dessa noite, desta quartafeira, 1 quartafeira exitosa para o Brasil, em que nós aprovamos projetos importantes como aumento de penas para as máfias, que fazem por exemplo, roubos de cabos e fiações elétricas. Fizemos também o que é muito importante, reduzir o enxugar de gelo da polícia, ao estipular que juízes não podem dar liberdade para aqueles que são reincidentes no crime, quando são pegos mais 1 vez, e agora essas horas, vamos apreciar projeto de lei para a criação de 1 nova empresa pública, como se não bastasse aliás, há centenas já existentes, muitas das quais, depois de governo como o de Bolsonaro conseguiu saninhálas fechar a torneira da incompetência e da corrupção e fazer com que muitas empresas estatais voltassem a dar lucro, o governo do Lula e do PT só entregam prejuízo incompetência e corrupção, e agora, mais 1 vez propõese criar 1 nova estatal não há como ser a favor disso nesse momento, o Novo orienta a favor da retirada de pauta, e pede que todos os demais partidos nos acompanhem nessa retirada porque não é possível votar esse projeto hoje, aliás não deve ser.
Deputado
Ok não havendo mais quem faça o encaminhamento orientação de bancada. Requerimento orientação de bancada. Essa presidência pergunta às senhoras e senhoras deputados se nós podemos pôr, o encaminhamento sim com exceção do do novo. Presidente, presidente,
Deputado
A opinião do novo, mas foi feito acordo pra votar o projeto então Muito bem. Eu, nós vamos encaminhar sim, até mesmo pra honrar o projeto, repito Encaminhar não a retirada do palco. Não a retirada do palco. Presente presente né Brasil vai respeitar o acordo mas eu gostaria de registrar
Deputada
Voto contrário, pela retirada de pauta, a Rosângela Moura. O voto individual de vossa excelência? De pata. Ok.
Deputado
O requerimento portanto está rejeitado. Reque para oferecer parecer ao projeto pras comissões de integração nacional e desenvolvimento regional de aviação e transportes, De administração e serviço público de finanças e tributação e de constituição e justiça e de cidadania consulta a palavra ao nobre deputado Daniel Barbosa. Obrigado senhor presidente, obrigado.
Deputado
Está ligado? Está ligado, está ligado. Bom, como todos já conhecem o teor da matéria eu vou direto ao voto senhor presidente, se o senhor me permite. Desde 1990 com a extinção a extinção da empresa de portos do Brasil, a Porto Brás, o Porto de Maceió em Alagoas passou a ser vinculado à companhia Docas do Rio Grande do Norte, a CODERN, por força do governo que vem sendo renovado desde então. Dessa forma, embora o Porto de Maceió compartilhe e dependa de ativos da companhia Docas do Rio Grande do Norte, que incluem forças de trabalho e também tenham resultados operacionais e financeiros em comum, não se subordina a ela, mantendo independência administrativa e financeira. Essa independência representa, tanto sob visão do conselho de administração da CODERN, quanto do tribunal de contas da união, 1 ruptura no processo de governança da companhia, que pode se intervir nos processos decisórios administrativos do porto de Maceió. Assim, o tribunal de contas da união, recomenda a companhia, que decida pela extinção ou pela manutenção da independência do Porto, incorporando a estrutura organizacional e abstendose da renovação do convênio que se mantém a sua vinculação. Ocorre que, o porto de Maceió se destaca seu presidente, como potencial enorme, situado no centro no centro do litoral de Alagoas. Possui 1 ampla área disponível para armazenagem e arrendamento. Em relatório de gestão da CODERN de 2023, o Porto de Maceió foi responsável por mais da metade de toda a carga movimentada pelos portos administrados pela própria CODERN, no ano de 2023. Apurouse que, o Porto de Maceió obteve aumento de mais de 12 por 100 na movimentação de carga se comparada ao ano anterior de 2022. E em receitas operacionais, o Porto de Maceió apresentou acréscimo de 36 por 100 em relação ao ano anterior também de 2022 referente aos portos administrados pela própria própria companhia. Além disso, 4 áreas que foram arrendadas para iniciativas privadas do Porto de Maceió, atraíram 112000000 de investimentos, pelos arrendados arrendatários, acrescidos da somatória dos valores de outorga, do que já totalizaram em 209000000. E ainda há potencial de expansão de áreas, para o arrendamento à iniciativa privada, sem contar com o potencial turístico da nossa região da minha querida Alagoas. De acordo com os dados do Porto de Maceió, a a temporada de 2023 a 2024, foi a maior da história. Com o fluxo intenso de navios em 5 meses de operação. Ao todo, foram 10 navios que realizaram 28 paradas, movimentando mais de 100000 passageiros no terminal de passageiros do Porto de Maceió. Vale ressaltar também senhor presidente e caros colegas, que a avaliação de mercado projetam ainda consideráveis aumentos na movimentação das cargas até 2040 e Nesse contexto, não há dúvidas da importância do sucesso do Porto de Maceió para a geração de emprego e renda na região metropolitana de Maceió. Por conseguinte, para o estado de Alagoas também. É imprescindível assegurar o melhor caminho para o porto da do nosso da nossa capital maceoense, e alagoana. Acrescentase, como como apontam os estudos no âmbito do do ministério de portos e aeroportos, que esse caminho, é a concretização de modelo organizacional específico, visando autonomia administrativa e financeira, a partir da criação da companhia Docas de Alagoas. Pelos resultados positivos do porto, já apresentados, bem como pelos projetados, não há dúvidas, não há dúvidas de que a sua estruturação em empresa pública, se dará de forma independente dos recursos estatais. Sua estruturação em empresa pública, não não afastará da das regras de licitação em seus processos de compra e de contratação, bem como do controle do tribunal de contas da união, mas permitindo a gestão mais eficiente com a possibilidade de, adoções de práticas de mercado, geração de receita por parcela como do setor privado, possibilitando a aplicação de novas tecnologias e soluções de mercado para o nosso Porto. A adoção da governança corporativa, com maior agilidade e transparência nas tomadas de decisão, possibilitando a contratação também do pessoal próprio técnico qualificado por concurso público, sob o regime celetista, ou seja, carteiras assinadas. Para garantir que a estruturação seja realizada de forma adequada, há de se considerar que o projeto prevê a contratação do BNDES, para realizar os estudos necessários, e a projeção da reorganização da companhia. Se de, há de se mencionar que o BNDES, tem atuado nos processos de desestatização dos portos brasileiros, e adquirindo experiência em avaliar os melhores desenhos e exploração da infraestrutura portuária. Tomouse também cuidado, de, em primeiro momento, criar 1 subsidiária, integral a CODERN, para administrar o porto organizado de Maceió, com a finalidade de proteger a companhia Docas do Rio Grande do Norte. De eventualidades, dificuldades econômicas e financeiras, durante o processo de decisão, que poderiam resultar no seu enquadramento como 1 empresa estatal dependente, bem como facilitar o processo de decisão, considerando a parcela a ser cedida do do patrimônio da CODERM, para o porto de Maceió. Vou à conclusão do voto senhor presidente. Anti o exposto pela comissão, pelas comissões de integração nacional e de desenvolvimento regional, viação e transportes, administração e serviço público, somos pela aprovação da matéria em seu mérito. Pela comissão de finanças e tributação, votamos pela não aplicação, pela não aplicação, financeira ou orçamentária da matéria, em aumento ou diminuição de receita, e despesas públicas, não cabendo pronunciamento enquanto a adequação financeira ou orçamentária ao projeto de lei, 30, 34 de 2024, no mérito pela sua aprovação. Na comissão de constituição e justiça, somos pela constitucionalidade, juri cidade e pela técnica legislativa do projeto de lei, 30 34 de 2024. Este é o parecer senhor presidente, e eu quero aqui ressaltar aos caros colegas, pedir a sensibilidade, porque é tema muito importante pra mim, é tema importante para o meu estado, nós mostramos aqui nós temos prova do quanto que está crescendo o porto de Maceió e do quanto que a gente recebe de turistas e o quanto isso desenvolve a nossa economia. Então eu peço aqui, a sensibilidade de todos os colegas que estão aqui presentes, pela aprovação da matéria. E aqui como foi exposto, não vai haver nenhum aumento orçamentário no por parte do governo. O que vai haver é o seguinte, vai haver desmembramento, ou seja, se eu pego 10 e divido por 2, vai dar 5, vai dar 5. Então 5 vai ficar, no Rio Grande do Norte, e 5 vai ficar em Alagoas, ou seja, não vai ter aumento, nenhum acréscimo de receita. Então esse é pedido que eu faço mais 1 vez, a vossas excelências, para que a gente possa provar isso, e para que o Porto de Maceió continue crescendo e se desenvolvendo no meu estado de Alagoas. Muito obrigado.
Deputado
Nesse momento a discussão. Nós temos aqui 5 deputados, eu vou perguntar se posso ir diretamente ao voto, se todos, a mão, deputado Gilson Damião, deputada Joselito e deputado Gilson Marques, deputado Vanrater. Todos abrem mão? Eu eu falo encaminhamento então presidente. Ótimo encaminhamento. Professora Rosângela da mesma forma? Pode ser no encaminhamento? Eu gostaria de falar. Tenho que ser nessa palavra, claro. Por aqui minuto, já me conceder Pode, claro. Pela gravidade. Não? Pode.
Deputada
Eu entendo a as manifestações do colegas de Alagoas, é estado muito lindo, adoramos ir lá passear. Contudo presidente, esse projeto é absolutamente inoportuno, a gente está falando de corte de gastos, o governo está cortando gasto em BPC de pessoas com deficiência, de pessoas idosas, está acabando com o conceito da deficiência, construído ao longo de 15 anos por por esse segmento. Os juros estão nas alturas, a taxa Selic aumentou, os investimentos estando embora, o dólar nas alturas e o governo ao invés de cortar gastos, está criando mais 1 empresa pública, isso é motivo assim de deboche com a população brasileira presidente. O projeto pode ser meritório, mas é absolutamente inoportuno. E eu chamo aqui atenção dos colegas mais 1 vez. Esse projeto caiu de paraquedas aqui ontem por por urgência, aprovouse a urgência, o que eu lamento muito, e hoje a gente já está votando mérito. Então, com todo respeito, é absolutamente inoportuno, e chamo mais 1 vez atenção dos colegas aqui pra que não matem e sepultem o BPC, que vai entrar em votação nos próximos dias, porque as pessoas com deficiência precisam muito desse benefício existencial. É isso presidente. Ok.
Deputado
Passase neste momento, declaro encerrada a discussão, passe a votação lista de encaminhamento. Eu solicito aos senhores deputados a orientação pra que possam me informar, se a orientação pode ser todos. Quero orientação Não, não, só o encaminhamento, eu quero usar o encaminhamento, eu abri mão da discussão, eu estou no encaminhamento. Deputado Marcelo tem vossa excelência a palavra. Sim, não.
Deputado
Até para contribuir afinal de contas 000 avançar do do relógio e obviamente também porque entendemos que a sessão foi muito exitosa repito, essa palavra anteriormente na questão da segurança e também abrimos mão de 1 série de etapas mas eu não quero abrir mão aqui de encaminhar contrariamente esse projeto. Eu quero aqui dar à deputada Rosângela Moro, meus parabéns pelo posicionamento que acaba de fazer, lembrando que nós estamos num momento de discussão de corte de gastos, em que Lula, manda projetos pra cortar de quem mais precisa, pra cortar do BPC. E ao mesmo tempo, propõe esse mesmo governo Lula, porque a gente está vendo aqui a base do Lula sugerindo, propõe aprovar a criação de 1 nova estatal. Já não basta todos os outros estatais deficitários, prejuízos, corrupção, incompetência, vai criar mais 1. Ainda mais nesse momento? Não é possível senhor presidente, em momento nenhum, eu como liberal digo, se pode criar estatal. Estatal sempre leva à ineficiência, leva à má gestão, leva à interferência política, leva à 1 intervenção no mercado que prejudica o privado. O privado que é mais eficiente, quando ele não lucra deputado favor, ele quebra. O privado, quando há incompetência na gestão, fecha as portas. O público? Não. Ele manda contas pra quem? Pra todos nós, pro pagador de impostos, vai ser mais 1 empresa pública, no momento aliás que se fala em privatização de portos, que se fala de atração de investimento para infraestrutura, pelo menos é o que deveria estar sendo feito. Se fez muito governo Bolsonaro agora parou tudo no governo Lula. O público que não cuida bem nem daquilo que, deveria cuidar bem, que é base, segurança, saúde, educação, vai se meter agora a administrar porto, no estado Alagoas. Não dá presidente. Então assim, essa criação aqui, ela é indecente, além de inoportuna. Deputada Rosângela Moro, foi muito feliz da sua fala, e todos os demais que se pronunciam contrariamente a isso. E por isso aqui pelo novo, encaminho contrariamente, neste momento, com bastante indignação e veemência, porque criar mais 1 estatal, sinceramente presidente, isso aí chega a ser deboche com o povo brasileiro. Lula está indo ladeira abaixo com seu governo, e as estatais que o PT administra e administra muito mal, são exemplo claro disso. Inclusive, com os próprios correios agora, prestes a decretar a sua falência em virtude daquilo que está acontecendo nessa empresa tão antiga do Brasil.
Deputado
Presidente, pra encaminhar. Encaminhar favorável A palavra deputado.
Deputado
E lembrar que às 22 horas e 40 e minutos, nós estamos escutando argumentações de 2 deputados, 1 deputada e deputado, que não leram o projeto, não leram o projeto. Eles na verdade são defensores do estado mínimo, eles não querem o Brasil, eles querem defender os interesses da iniciativa privada. Não tem outro interesse dos 2 deputados, da deputada e do deputado que defendeu. Eles não leram o projeto porque se tivessem lido, entenderiam que esse projeto não causa impacto algum para o governo. Na verdade, a a companhia Docas de Alagoas, aproveitará a estrutura da companhia Docas do Rio Grande do Norte. Então não tem não tem criação de cargos. Estou dizendo aqui, porque mesmo sendo muito tarde, é possível que nesse momento ou em algum outro momento alguém que não esteja dentro desse parlamento vai nos ouvir, vai nos ver falar. E é preciso deixar muito claro que a deputada e o deputado que falaram antes de mim, estão totalmente equivocados. Por outro lado presidente, companhia Docas, eu estou falando deputado do Rio de Janeiro, que tem a companhia Docas do Rio de Janeiro. Companhia Docas cobra tarifa, e portanto muitas das nossas companhias Docas são independentes do tesouro. Portanto, elas têm, elas prestam serviço e cobram tarifas para isso. Então, a fala da deputada e do deputado privatistas e defensores, defensores da iniciativa privada e do estado mínimo, não têm a mínima coerência com esse projeto. Deputado Daniel, parabéns pelo senhor defender o seu Alagoas e defender o estado brasileiro.
Deputado
Em votação o projeto de lei número 30 34 2024, orientação de bancadas. Novamente se a presidência perguntou aos senhores deputados indagam aos senhores deputados se podemos colocar sim pra todos com exceção do número Eu quero orientar meu minuto até pra
Deputado
Os impropérios que foram proferidos na tribuna da esquerda. Não presidente, eu gostaria de dizer a vossa excelência,
Deputado
Então eu eu não perguntei nada a ele porque não tem que me responder. Okay, deve estar Não perguntei nada pra ele, não pode me responder Eu também não aceitei ninguém se serviu o chapéu problema não é meu.
Deputado
Não há problema nenhum, nós vamos fazer Seguir a votação presidente. Nós estamos na orientação de bancadas. Todos os senhores deputados líderes terem minuto. Então como deputado do novo pediu, deputado Marcelo Marcelo ele está então no minuto dele e tem direito de falar deputado Raymond como vossa excelência depois pode encaminhar seu minuto Eu achei que ele já tinha já tinha encaminhado. Ah não ainda não? Ah não está certo? Nós só colocamos inclusive Deputado Van Harten, por favor, tenho Mas eu não sei se ele for falar o PT antes. Não não, acho que de qualquer forma vossa excelência estará falando pelo encaminhamento. Bom, eu
Deputado
Do novo depois eu quero que fique registrado que se o se houver réplica nós temos ainda minoria e oposição, minuto indicado. Senhor presidente, tem gente que diz que a gente não lê o projeto, mas também tem gente que não ouve o que é dito aqui, porque service o chapéu sem se dirigir exatamente aquilo que foi dito aqui. O que eu disse sobre os impropérios, que foram proferidos na tribuna da esquerda referese evidentemente aquilo que a esquerda quer defender, e que não consegue depois colocar em prática, que é eficiência de estatal. Quer dizer que, não vai ter custo 1 estatal. É claro que nós lemos o projeto, mas não é preciso ler projeto que cria 1 estatal para saber, ainda mais as mãos do PT, que é rolo. Ponto, é rolo, é problema, é prejuízo, é interferência no mercado, portanto novo, orienta não.
Deputado
Você está pondo aqui. Pela minoria. Desculpe alguém, mas solicitou a palavra. Ok. Em votação, aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acham Só a oposição liberam presidente. Ah ok, nós vamos então só pedir aí ao painel que, por favor, minoria e oposição se coloque liberação. O que deputado Marcel Manhatten? Novamente em votação aqueles que foram pela aprovação permaneçam como se acham, tendo permanecido, portanto está aprovada a matéria em votação à redação final. Aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acha aprovada e a matéria vai ao Senado Federal. E tem seguinte da pauta projeto de lei número 7 7 9 de 2024 do senhor deputado Alberto Fraga e outros discussão em torno único do projeto de lei número 7 7 9 de 2024 que altera a lei 13 meia 7 5 de 11 de junho de 2018 para prever o programa nacional de prevenção e combate à vitimização dos profissionais de segurança pública e defesa social. Acrescenta ainda o inciso no parágrafo primeiro do artigo 52 da lei 7210 de 11 de julho de 1984 no artigo 1048 da lei número 13105 16 de maio de 2015 acrescenta o artigo 23 a e altera o artigo 3 9 4 a do decreto de lei número 3 meia 8 9 de 3 de outubro de 1940 e Para dispor sobre medidas de prevenção e enfrentamento da vitimização dos agentes de segurança pública e defesa nacional da auto providências, tendo parecer da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado pela aprovação deste dos PL número 807 24, 11 33 2004, apensados na forma do substitutivo, relator ao deputado sargento Farhu, pendente de pareceres tendo proposições apensadas, para oferecer parecer ao projeto pelas comissões de finanças tributação e ciências de constituição e justiça e de cidadania, concedo a palavra nobre deputada delegada Ione, lá das nossas Minas Gerais.
Deputada
Tenho você essa palavra. Saudo o senhor presidente Gilberto Nascimento pelo excelente condução aqui dessa dessas reunião desse plenário. Mas eu gostaria de saudar também o nosso presidente da comissão de segurança pública, Alberto, nosso presidente da segurança pública, Fraga, Alberto Fraga, que me deixa muito feliz poder estar aqui hoje, também sendo titular da comissão da segurança pública, e que, organizou, conduziu de 1 forma espetacular, essa semana da segurança pública. Eu quero também saudar o presidente da DEPOL, Rodolfo Laterza, que está conosco aqui, esse delegado aguerrido, sempre conosco lutando pelas forças da segurança pública. Preciso registrar aqui a presença do senhor, e eu gostaria também de registrar aqui o meu muito obrigado à deputada delegada Adriana Arkoz, que muito, né, veio até mim, a gente conversou, entabulamos e fizemos aqui acordo, muito obrigada por entender a necessidade de projeto tão importante, mesmo porque a senhora também é policial e a senhora sabe, que nós temos que nos proteger. Então muito obrigada, né, por ter compreendido. Autores desse projeto, 7 7 9 2024, deputado Alberto Fraga, coronel Telhada e capitão Alter. Relatora essa que vos fala, delegada Ione. Ao relatório, o projeto de lei número 779 2024, de autoria dos deputados Alberto Fraga e Coronel Telhado, altera a lei número 13675 de 11 de junho de 2018, para dispor sobre medidas de prevenção e enfrentamento da vitimização dos agentes de segurança pública e de defesa social. O distinto autor, pontua que esse conjunto de medidas busca fortalecer o arcabouço legal para proteger policiais e demais profissionais da segurança pública, respondendo à sanção de insegurança que permeia o país. O objetivo é estimular o debate, a melhoria e aprovação de projeto de lei que assegure maior proteção a esses agentes, em última instância a toda a sociedade. A proposição principal, apensados 2 projetos de lei com o mesmo teor, o PL, número 807 barra 2024, de autoria do deputado capitão Alden, que altera a lei treze.756 de 2018, para incluir ações de enfrentamento e combate à vitimização de policiais, incluindo medidas de prevenção, assistência psicossocial e proteção jurídica, e o PL número 1133 2024, de autoria do deputado Aloysio Mendes, que institui o Novembro Branco, campanha nacional de combate à violência contra policiais, a ser realizado anualmente em novembro. Na justificação, os parlamentares argumentam a importância de garantir aos agentes de segurança pública e defesa social, programa de âmbito nacional para prevenção e combate à violência e destinação de recursos para assistência psicossocial e proteção jurídica. As proposições foram distribuídas às comissões de segurança e combate ao crime organizado, de finanças e tributação, e de constituição justiça e de cidadania, sujeitas à apreciação conclusiva pelo plenário em regime ordinário de tramitação. Foi aprovado, requerimento de urgência, estando a matéria pronta para apreciação em plenário, é o relatório. Voto desta relatora, compete emitir parecer sobre a constitucionalidade, a juridicidade, a técnica legislativa, a adequação financeira e o orçamentária, e o mérito da proposição ora apreciada. Em relação à iniciativa constitucional da proposição, não há óbices, 1 vez que isso verifica respeito aos requisitos constitucionais, formais, constituindo a união, legislar sobre o tema e sendo a iniciativa parlamentar legítima, eis que não incidem na espécie qualquer reservas da sua iniciativa. No tocante à constitucionalidade, presidente, não se vislumbram também quaisquer discrepâncias entre o projeto e a Constituição Federal. No que diz respeito à juridicidade, nada há de se objetar, no que se diz respeito à juridicidade, nada há de se objetar, já que o texto da proposta inova no ordenamento jurídico e não contraria os princípios gerais de direito. A técnica legislativa, empregada no âmbito da proposição legislativa, atende os restantes da lei complementar 95 26 de fevereiro de 98, a exceção de pequeno reparo a ser feito na redação conferida pelo artigo terceiro do substantivo aprovado pela comissão segurança pública do artigo 3 9 4 a do Código de Processo Penal, motivo pelo qual apresentamos o substantivo anexo. Do ponto de vista da adequação financeira, e a norma interna da comissão de finanças e tributação define que o exame de compatibilidade ou adequação se fará por meio de análise de conformidade da proposição com plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentária de orçamento anual. Além disso, prescreve que também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesas públicas. São consideradas como outras normas, especialmente a constituição federal e lei de responsabilidade fiscal. Especialmente a Constituição Federal e Lei de Responsabilidade Fiscal. Da análise do projeto, observase que este contempla matéria de caráter essencialmente normativa, não acarretando repercussão direta ou indireta na receita ou na despesa da União. Nesses casos, tornase aplicável o artigo 32 dezH, do regimento interno, que dispõe que somente as proposições que lhe importa aumento ou diminuição de receita ou de despesa pública estão sujeitos ao exame da compatibilidade ou adequação financeira orçamentária. No mesmo sentido, segue o parágrafo segundo do artigo primeiro, conjugado com artigo nono do mesmo diploma, asseverando que quando a matéria não tiver implicações orçamentárias e financeiras, no voto final da comissão de finanças e tributação deve constar que não lhe cabe afirmar se a proposição é adequada ou não. Passemos agora a análise do mérito do projeto. Quanto ao mérito, ao estudar as proporções em apreciação, e as justificativas apresentadas, recordome da minha trajetória como delegada de polícia, onde acumulei o cargo de diretora do estabelecimento prisional da cidade, da primeira cidade que estive, e atuei diariamente em cenários desafiadores, marcados por causa de barbárie e violência contra mulheres, enfrentando as mais diversas formas de brutalidade que afetam nossas comunidades. Essa experiência me ensina que a segurança pública é pilar indispensável para o bemestar social, porque assegura a todos os cidadãos a possibilidade de exercerem suas atividades livremente, sem o constante medo da violência. Ao mesmo tempo, garante também as condições favoráveis para o desenvolvimento das atividades econômicas, afinal, é ambiente seguro que a circulação de bens e pessoas pode ocorrer com maior tranquilidade, estimulando investimentos. Calma. Os dados apresentados pela nobre deputada Carla Zambelli, em sua proposta, são estarrecedoras. Ela nos apresenta dados estárecedoras. Ela nos apresenta dados recentes relativos a 2022, que apontam o assassinato de aproximadamente 132 policiais militares e civis, aumento de 12.8 por 100 em relação ao ano anterior. Esse número não inclui policiais federais, rodoviários federais, penais, legislativos ou guardas municipais, nem leva em conta acidentes, suicídios e subnotificação por parte de alguns estados. Entre 2016 e 2022, cerca de 1560 policiais e militares foram mortos, resultando em 1 média de 223 assassinados anuais, com policial estadual morto a cada 39 horas. Em 23 anos apenas no Rio de Janeiro foram registrados 2657 policiais militares e 309 policiais assassinados além do mais de 14000 feridos enquanto entre 2020 e e 2002, ocorreram 100 e 183 suicídios de policiais militares e serviços da ativa no país. Apesar da relevância do tema, apenas recentemente a vitimização policial entrou na pauta da segurança pública, enfrentando dificuldades na mensuração desses dados devido às divergências e falhas nos bancos de dados oficiais. Esse problema afeta diretamente a capacidade das instituições de cumprir sua missão constitucional de proteção, investigação e prevenção dos delitos. Assim, o conhecimento adequado sobre a vitimização policial é crucial para o desenvolvimento de políticas e estratégias eficazes, tanto para a proteção dos profissionais quanto para melhoria da segurança da sociedade como todo. Portanto, a iniciativa de incluir no Sistema Único de Segurança programa específico de prevenção e combate à vitimização dos policiais, é a meu ver, 1 resposta contundente e a necessidade de valorizar e proteger os agentes que atuam na linha de frente. Quando a sociedade compreende a relevância do trabalho desses profissionais, reconhecendo o sacrifício e a coragem de homens e mulheres que diariamente colocam suas vidas em risco, todos nós saímos ganhando. Afinal, o fortalecimento das instituições policiais gera efeitos positivos em cadeia, com policiais mais protegidos, há mais eficiência no enfrentamento da criminalidade e consequentemente, mais tranquilidade para as pessoas circularem nas ruas. O usufruína de espaços públicos colaborarem para o crescimento econômico de suas regiões. É importante ressaltar, 2 aspectos fundamentais da segurança pública na vida das pessoas. Em primeiro lugar, a sensação de liberdade que deriva de poder sair de casa sem temer a violência. Em segunda a garantia de condições seguras para o exercício de direitos individuais, coletivos e profissionais. Nesse sentido, ao adotar as medidas com endurecimento da punição aos agressores de policiais, a priorização da tramitação dos processos e a criação de campanhas nacionais contra a violência contra agentes de segurança, reforçamos o compromisso do Estado em proteger aquele que nos defende. Essas providências se traduzam ao substantivo pela comissão da segurança pública, combate ao crime organizado da seguinte forma, a, pela alteração da lei que criou a política nacional de segurança pública e defesa social, institui o Sistema Único de Segurança Pública para prever ações de enfrentamento e combate à vitimização de policiais, incluindo medidas de prevenção, assistência psicossocial e proteção jurídica. B, pela mudança na lei de execução penal para estabelecer hipóteses de regime disciplinar diferenciado aqueles que praticam homicídio ou lesão corporal gravíssima contra agente de segurança ou de defesa social c, pela alteração no Código de Processo Civil, para prever, no caso, prioridade na tramitação as causas que tenham por objeto, a responsabilização civil decorrente com o emprego de violência contra agente de segurança pública ou defesa social. D, por último, pela modificação do Código de Processo Penal para dar prioridade de tratamento aos processos e inquéritos relacionados ao crime com emprego de violência contra agente de segurança pública, ou defesa social em serviço em razão dele. Ao fortalecer o arcabouço legal, incrementando o combate à vitimização que promova a segurança como valor compartilhado, o país dá passo significativo na construção de 1 sociedade mais justa, serena e próspero. Assim, a proposta apresentada pelo autor, bem como os projetos a ela pensos, não apenas oferecem 1 resposta concreta à sensação de insegurança que permeia o Brasil, mas também, convidam ao debate a melhoria e aprovação da legislação capaz de resguardar a a integridade dos profissionais de segurança. Ao fazêlo, asseguramos a continuidade e o aprimoramento de sistema que em última análise beneficia à sociedade. Concluindo o voto presidente, na comissão de finanças e tributação somos pela não implicação sobre receitas ou despesas públicas dos projetos de lei 7 7 9 2024, 807 2024 e 1113 barra 2024. E do substantivo aprovado na comissão da segurança pública e combate ao crime organizado, bem como, bem como o substantivo anexo. Na comissão de na comissão de constituição e justiça e de cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica. Legislativo dos projetos de lei 779 2024, 807 2024 e 1113 2024, e do substantivo aprovado na comissão de segurança público e combate ao crime organizado. E no mérito, somos pela aprovação do projetos 7 7 9 807 e 1113, e do substantivo aprovado na comissão de segurança pública e combate a crime organizado, na forma do substantivo anexo. Este é o relatório, presidente, agradeço, agradeço à comissão da segurança pública e, também quero saudar todos os projetos aqui colocado para pela segurança pública, pela comissão, nós avançamos e muito, essa semana nós avançamos e muito em proteção aos nossos policiais e principalmente as forças da segurança pública. Muito obrigada, presidente. Muito bom. Presidente. Presidente. OK.
Deputado
Eu queria Lira. Eu queria relatora, deputada. Deputada Ione. Queria dialogar com a senhora rapidamente, parabenizar.
Deputada
A gente estava conversando aqui, eu eu E0E0 cabo Gilberto, com o acordo aqui do PL, esse é projeto muito meritório, e a gente queria sugerir 1 alteração de redação, pra que não haja 1 interpretação equivocada e prejudique o mérito do projeto. O novembro é o mês da consciência negra, que a gente chama de novembro negro. A gente aprovar o mês de novembro como o novembro branco pode ter 1 sinalização pra fora, completamente diferente do que a intenção com muito meritória do projeto de proteção dos nossos policiais o que a gente combinou aqui com acordo do pl é de substituir o Novembro pelo Abril que já é o dia do policial civil do policial militar seria o Abril branco então se houver acordo já parabenizando a senhora pelo relatório eu acho que a gente consegue sair daqui sem nenhuma brecha por 1 interpretação equivocada. Deputada e delegada de hoje, tenho vossa excelência palavra.
Deputado
Eu consulto a mesa se 1 emenda de redação pode ser feita, e não atrasar o projeto. Ela pode fazer? Eu mesmo posso fazer. Na realidade, deputado, se a relatora acatar, ela pode reformular o parecer sem nenhum problema. Ok. E é 1 questão de redação só, tratase de alterar aí desde novembro pra abril, é isso? Eu não vejo nós jogamos inclusive novembro vermelho, tem 1 série de Dionio, né? Então, Novembro azul desculpe. Não. Ok, vamos ter também, mas vamos lá. Não vamos fazer esse acordo, sem problemas, combinado. Ok. Obrigada pela sensibilidade. Ok, feito de parabéns pelo mundo. Passase a discussão deputada Taliria. A lista discussão nós temos alguns deputados inscritos aqui eu gostaria de saber se deputados abrem mão deputado pastor Henrique capital, Ademar Polón, Chico Alencar, deputado bíblico, deputado Gilson Daniel, ok? Todos concordam em abrir mão, portanto, declaro encerrada a discussão. Passe a votação na lista de encaminhamento, eu solicito também indago aos senhores líderes presentes em plenários, nós podemos colocar o sim para todos. Podemos colocar portanto. Devidamente em acordo com todos sim, em votação substitutiva oferecido pela relatora da comissão de constituição de justiça e cidadania ao projeto de lei número 7 7 2 9 2024, orientação de bancada. Em votação aqueles foram pela aprovação permaneçam como se acha, está aprovado, estão prejudicados a proposição inicial as apensados e substitutivo da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado. Em votação a redação final aqueles foram pela aprovação permaneçam como se acha, portanto a matéria está aprovada e a matéria vai ao Senado Federal. Teremos agora o último projeto. Projeto de lei número 3 9 2024 do Senhor sargento Portugal do Rio de Janeiro. Discussão em turno único do projeto de lei número 3 9 de 2024 que altera o decreto lei número 28 48 de 7 de dezembro de 1940 que institui o código penal para dispor sobre o crime de obstrução de vias públicas mediante uso de barricada. A matéria o projeto está pendente de parecer. Neste momento portanto passo para oferecer a palavra para oferecer ao projeto pela comissão de constituição de justiça e cidadania, concedo a palavra ao nobre deputado delegado Ramagen, que tem a a tribuna pra poder registrar aí o seu parecer, e eu digo ao deputado Ramagem, se for for o entendimento de vossa excelência, vossa excelência poderia ir diretamente ao voto. Muito obrigado senhor senhor.
Deputado
Diretamente ao voto com alguma explanação brevemente, nessa semana nós conseguimos fazer esforço concentrado para aprovar projetos de segurança pública. Quero agradecer aqui o presidente da comissão de segurança, deputado Alberto Fraga, que conseguiu essa pauta de atendimento de projetos de segurança pública. Somente hoje, quase que 20 projetos em discussão de diversos deputados, e eu tive a felicidade de estar presente participando como autor de pelo menos de 3 desses projetos aqui aprovados em aprovação hoje, e agora estou como como relator. Relator do projeto de lei, 3190 e de 2024, de autoria do deputado federal sargento Portugal que está aqui presente, do Rio de Janeiro também, egresso e dos quadros da nossa heroica polícia militar do estado do Rio de Janeiro. Projeto versa sobre a criminalização da obstrução das vias públicas por meio de barricadas. Infelizmente senhor presidente, essa é a realidade que ocorre no Rio de Janeiro, e já se espalhou para diversos estados da federação. Facções criminosas se utilizam das barricadas, para dominar territórios, bairros inteiros, pra proteger suas atividades criminosas, para evitar a progressão da polícia, pra isolar a atuação do estado, compondo verdadeiro poder paralelo. Não coincidentemente ontem, houve 1 operação na cidade de Deus para retirada de barricadas. Se precisou de aparato ou policial tático, se precisou de retroescavadeiras, muitas dessas barricadas elas são chumbadas no solo sargento Fau. Com material de engenharia de construção. Essas abarricadas ela não atrapalham apenas a polícia não. Atrapalham trabalho de de limpeza pública urbana da CONLUB, da urgência de saúde, SAMU, de diversas prestações de serviço privados, como alimentação, abastecimento, internet, e ainda os projetos está de estado de garantir cidadania e urbanismo. Então é 1 realidade no Rio de Janeiro, diversas cidades, de barricadas, ocasionadas por fatos de alta periculosidade, de alto poder bélico, que hoje está no Rio de Janeiro com claro estado de guerra. Vamos a 1 síntese aqui, ao nosso relatório. Projeto de lei 3190 e de 2024, autoria do deputado sargento Portugal, projeto de lei para a criação de tipo penal específico para punir o bloqueio ou a obstrução de vias públicas, quando realizado por facções criminosas, e quem peça a livre circulação de pessoas e ou o acesso das forças de segurança pública. Conforme identificado pelo próprio CNJ, Conselho Nacional de Justiça, por meio de relatório encartado nos autos, da tão contestada, devidamente contestada, a DPF meia 3 5, diz, no relatório, barricada é qualquer espécie de entrincheiramento com o qual se interditam ruas, passagens, sobretudo por ocasião de motis populares, ou até mesmo conflitos bélicos em ambiente de guerra, no entanto em se tratando da realidade do Rio de Janeiro, as barricadas são usados por criminosos para delimitarem o espaço geográfico de atividade de 1 determinada facção criminosa. O próprio relatório do CNJ diz assim. Diante desse cenário, não há dúvida de que a proposição legislativa em apreço seja relevante e essencial para o fortalecimento da segurança pública e a preservação da ordem social, notadamente em estados e municípios que enfrentam altos índices de violência e 1 forte presença de grupos criminosos. Segundo a própria Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, são milhares dessas trincheiras fincadas por todo o estado. Sua inaceitável presença sobe ano a ano, e os relatos sobre sua existência triplicaram em 2024, De acordo com o recente levantamento do disque denúncia, elas passaram de modo absurdo até a constar em aplicativos de geolocalização como o Google Maps e o Waze. Tratase de caso alarmante, presente no estado do Rio de Janeiro, e já espalhados para os estados do outros estados do país. Notes que somente esse ano, no Rio de Janeiro, a polícia já removeu mais de 5700 barreiras barricadas do crime. Aprovação do presente projeto de lei configura passo significativo para garantir ambiente mais seguro, no qual as forças de segurança possam agir com mais eficiência, e a cidadania possa ser respeitada sem os obstáculos impostos pelas nefastas ações perpetuadas por essas organizações criminosas. Há figuras portanto totalmente meritória, pertinente, proporcional, necessária e adequada à sua aprovação. Antes o exposto, voto pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto de lei 3190 e de 2024, na forma do substitutivo anexo, o qual contempla ajustes topológicos e redações de modo a conferir mais efetividade à norma. Este o relatório, o parecer, muito obrigado senhor presidente.
Deputado
Obrigado Ramaji lá do nosso Rio de Janeiro, que acaba de ler o relatório. Portanto, neste momento passase a discussão. Na há 1 lista de de oradores escritos, eu consulto aos senhores se nós podemos já ir direto a votação deputado Duarte Júnior Só que 30 segundos presidente, que é importante. Sargento de Portugal, deputado Bibo Nunes, deputada Célia Chacrerbah e deputado Gilberto, Cabo Gilberto Silva que fica com o tempo dele e vai falar em minuto, ok? Exatamente.
Deputado
Parabenizar o deputado, delegado Ramagen, dos melhores deputados que temos aqui dos quadros do estado do Rio de Janeiro, deputado, delegado Ramagen, pelo brilhante relatório do projeto. Esse projeto é muito importante senhor presidente, principalmente para o Rio de Janeiro, para o estado de São Paulo, mas em especial para o estado do Rio de Janeiro, porque os traficantes, os criminosos, eles montam senhor presidente, barricadas nas ruas para dificultar a ação do estado. E, sequer era penalizado esses crimes. Agora com a o projeto do deputado, que o delegado Ramagen relatou, coloque em lei, para que possamos punir, de forma disciplinar, de forma enérgica, esses criminosos. Então mais 1 vez quero parabenizar a semana da segurança pública, acordo do presidente da Câmara dos Deputados, que honrou, senhor presidente, e vai honrar mais ainda porque ainda falta alguns projetos, né presidente? E parabenizar em especial o nosso querido delegado Romário, grande deputado que eu tenho o maior satisfação de lutar com ele aqui na Câmara de Deputados. Muito obrigado presidente. Ok.
Deputado
Cabo Gilberto Silva declaro encerrada a discussão. O projeto foi emendado para oferecer parecer as emendas de plenário pela comissão de constituição e justiça e de cidadania. Já concedi a palavra. Ok, parecer as emendas, volto a palavra ao deputado Ramagen.
Deputado
Obrigado senhor presidente. Durante a discussão da matéria foram apresentadas 4 emendas de plenário. As emendas de número e 2 propõe que não constituam o crime previsto no projeto a manifestação em via pública decorrer de reivindicação de direitos e garantias constitucionais ou manifestação política com propósitos sociais. As emendas de número 3 e 4 possuem o mesmo teor, e buscam estabelecer que não se aplica o disposto nesse artigo quando se trata de exercício do direito de livre manifestação e a protestos públicos em defesa de direitos. Parecer que apresentei já contempla os conteúdos das emendas apresentadas pelos deputados Adriana Corsi, pastor Henrique Vieira e Talita Petroni. Portanto as emendas foram materialmente acolhidas, já constando o texto substitutivo apresentado, de que modo que ficam formalmente rejeitadas por já conter do parecer apenas para fins de procedimento. Muito obrigado senhor presidente.
Deputado
Passase portanto a votação. Em votação substitutiva oferecido pelo relatório da comissão de constituição de justiça e cidadania ao projeto de lei número 3 9 2024 orientação de bancadas. Essa presidência indaga dos senhores dos senhores e das senhoras líderes nessa casa, se nós podemos colocar no painel o voto sim pra todos os senhores deputados. Presidente. Deputada Ataliria, tem vossa excelência palavra.
Deputada
Havia conversado com o deputado Ramage Nossa bancada vai orientar não por por preocupação com a aplicabilidade dessa lei dependendo da interpretação, mas eu queria aqui de público reconheceu o avanço com as emendas que foram acatadas e dizer 2 coisas presidente. 1, quem é do Rio de Janeiro sabe que é fundamental a gente enfrentar o que são as barricadas, postas por criminosos, que dificultam o direito de ir e vir, impedem a chegada de serviços nas favelas, e que são instrumento do crime. E a segunda coisa é reconhecer, em especial, além de incluir milícia, agradeço ao deputado relator, a inclusão do parágrafo terceiro, garantindo de forma explícita, a manifestação, a reivindicação de direitos, por meio de passeatas, reuniões, aglomerações. E ele diz, qualquer forma de manifestação política com propósitos sociais, isso é grande avanço e eu agradeço o acolhimento dessa demanda aqui do nosso campo político. Obrigada presidente.
Deputado
Deputada Taliria. Em votação, aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acham, está aprovado, estão prejudicadas a proporção inicial e as emendas. Em votação a redação final aqueles que forem pela aprovação permaneçam como se acha. A matéria está aprovada e vai ao Senado Federal. Queria agradecer presidente.
Deputado
Queria só agradecer a todos presentes aqui, foi 1 noite proveitosa, hoje andamos bem, ainda mais quando vossa excelência assumiu a presidência, porque é isso que a gente quer. Estamos aqui desde 5 hora da tarde, então não se justifica a gente ficar aqui debatendo coisas que a gente sabe que, né, é importante para o país. Então eu agradeço mais 1 vez ao presidente Arthur Lira por ter concedido essa semana da segurança pública pra nós, e amanhã se Deus quiser, votaremos outros projetos consensuais e que seja de grande importância para o nosso povo brasileiro. Muito obrigado presidente, até breve. Deputado
Deputado
Coronel deputado Raimundo. Cabo Gilberto, só que depois deputado cabo Gilberto Silva. Deputado Raimundo, em vossa excelência'o para
Deputado
Pela condição da sessão, muitíssimo obrigado viu? Muito obrigado Obrigado. Obrigado meu irmão. Logicamente a sessão.
Deputado
Muito bem também dependendo de cada dos senhores aqui senhores ajudaram muito, principalmente quero agradecer aos líderes presidentes da casa que ajudaram muito para que nós pudéssemos ter essa sessão bem encaminhada. Deputado Portugal. Deputado Portugal, gostaria de falar, por favor, tem vossa excelência. Ok, vamos aqui a 1 sessão de fotos no plenário nesse momento, delegada Dioni também todos os policiais desta casa fotografando aí pra pra posteridade. Ok. Ok. Nessa foto provavelmente, só pra gente Nessa foto, nessa foto eu acho que valeria, deputado cabo Gilberto Silva, deputado Favaro, acho que nessa foto mereceria, Deus os criou, a segurança pública os uniu. Parabéns deputado Portugal, tem vossa excelência a palavra.
Deputado
Senhor presidente, a todos os meus pares 1 boa noite, é com muita satisfação, que com tão pouco tempo a gente consegue emplacar projeto de lei aqui aprovado, e praticamente como acordo com todos. Quero parabenizar o relator, delegado Ramage, grande irmão do Rio de Janeiro, ao coronel Alberto Fraga com toda a habilidade que ele teve junto à comissão de segurança pública, falando com o líder, a todos os meus pares que trabalham comigo diariamente na comissão de segurança pública, isso aqui é 1 resposta pra população do Rio de Janeiro que não aguenta mais, delimitação de território, O território é do povo, né, de nenhuma facção criminosa. O crime organizado tem que ser combatido, e a gente está fazendo isso aqui. O meu muito obrigado presidente. 1 boa noite a todos que trabalhamos até essa hora. Muito obrigado. Ok deputado sargento.
Deputado
Portugal do Rio de Janeiro nada mais havendo a tratar vou encerrar os trabalhos antes porém, convocando entre as 10 né? Convocando sessão deliberativa extraordinária para amanhã, às quintafeira, dia 12 de dezembro, às 10 horas, com a seguinte ordem do dia. Projetos de lei número 3976 2020, projeto de lei número 5 3 4 2 2023, 4123 337 4, 4939 2020, meia 3 7 2019, 7 8 meia 8 2024. Portanto, haverá matéria sobre a mesa para deliberação. Antes de encerrar a sessão, desejo a todos 1 boa noite ao Brasil, 1 boa noite e amanhã se Deus quiser estaremos novamente aqui. Está encerrada a presente sessão.




