CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS
Sobre o Evento
1º Fórum Internacional de Displasias Ósseas destaca importância do evento, inclusão de pacientes e desafios no acesso a tratamentos. Deputados e especialistas discutem necessidade de políticas públicas, humanização na medicina e colaborações entre comunidades. Conclui com apelos por ações reais e compromisso político.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo deu boas-vindas ao primeiro fórum internacional de displasias ósseas, destacando a importância do evento e os ilustres convidados presentes, como deputados e líderes do movimento.
Deputado
O Deputado saudou os presentes e destacou a importância do evento promovido pelo Instituto Nacional do Nanismo, que visa a visibilidade das displasias ósseas. Mencionou especialistas presentes e a necessidade de tratar doenças raras, enfatizando barreiras no acesso a diagnósticos e tratamentos. O Deputado compartilhou sua experiência como médico e a relevância de políticas públicas eficazes, destacando a necessidade de articulação entre diferentes setores para melhorar a inclusão. Concluiu reafirmando seu compromisso com a causa e agradecendo a presença de todos.
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Agradecimento à mesa e continuidade da programação do fórum.
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Participante
Participante solicita a presença de doutores e representantes para compor a mesa, agradece a presença e menciona a falta de retorno da Anvisa. Passa a palavra para a deputada Rosângela Moura.
Deputada
A Deputada parabeniza a iniciativa do evento e fala sobre a importância das associações de pacientes com doenças raras. Destaca avanços na política pública para doenças raras desde 2014 e a necessidade de escuta das experiências dos afetados. Menciona um projeto de lei aprovado que altera a composição da CONITEC, buscando maior representatividade das associações. Além disso, aborda a importância da pesquisa clínica como forma de acesso a tratamentos e a necessidade de regulamentação nessa área. A Deputada se coloca à disposição para colaborar e ouvir os especialistas presentes.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo agradeceu à deputada Rosângela Moro e passou a palavra ao presidente da Febra Raras.
Participante
Agradecimentos à organização do evento e à presença dos deputados. A luta pela inclusão da sociedade civil na CONITEC é essencial para amenizar o impacto das decisões. A situação das doenças raras é crítica, com longos períodos de diagnóstico e acesso limitado a medicamentos. A via judicial, embora necessária, não solucionará os problemas sem uma política pública efetiva. A necessidade de uma agência independente é destacada, assim como a importância de considerar cada caso de forma individual. Projetos de lei estão em andamento para garantir acesso a terapias e é crucial que a população participe das decisões. O Congresso Nacional é visto como a principal via para garantir dignidade e acesso à ciência.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo fez uma abertura para finalizar a mesa, cumprimentando os participantes e mencionando a presença do defensor público de Goiás, que coordena um núcleo de direitos humanos.
Coordenador Especializado de Direito Humanos, Defensor Público do Estado de Goías
Coordenador enfatiza evolução dos direitos das pessoas com deficiência, destacando a responsabilidade do poder público em eliminar barreiras. Defensoria Pública compromete-se a lutar pela efetivação de direitos e acesso a medicamentos, ressaltando a importância da ação coletiva e acompanhamento profissional. Convida à união por mudanças efetivas.
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Boa tarde a todos.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo deu início ao segundo dia do fórum internacional de displasias ósseas, destacando a presença do deputado federal Fernando Massimo e convidando-o a fazer uma saudação aos participantes.
Deputado
O Deputado expressou alegria em participar do evento, parabenizou colegas e se colocou à disposição de todos, incluindo familiares, representantes e pacientes. Destacou sua experiência na saúde e seu papel na comissão de saúde, deixando seus contatos disponíveis para colaborações futuras. Agradeceu a presença de um convidado internacional e encerrou agradecendo a todos.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo deu início ao painel sobre displasias ósseas, convidando diversos especialistas para compor a mesa. Agradeceu a presença de todos no segundo dia do primeiro fórum internacional e passou a palavra para Inês Alves, que mediaria as discussões e perguntas do público.
Participante
Participante enfatiza a oportunidade de estar presente em um evento rico em conhecimento, destacando a importância das associações no apoio às famílias. Menciona o trabalho do instituto nacional do nanismo e a necessidade de colaboração com profissionais de saúde, indústria farmacêutica e instituições públicas. Ressalta que a mudança só é possível por meio do trabalho conjunto e que a interação entre associações em diferentes países é fundamental para compartilhar experiências e avanços.
Médico
O Médico destacou a diferença na representação das associações de pacientes em outros países, elogiou a atuação estratégica no congresso, e enfatizou a importância de interagir com governos para implementar políticas que beneficiem todos os pacientes no Brasil. Agradeceu a oportunidade de estar com amigos e colegas.
Médico
O Médico relatou a história do desenvolvimento do instituto, iniciado nos anos 80 por famílias, inspirado pela associação Little People. Após um período adormecido, a ideia foi retomada há 15-20 anos, resultando em um crescimento significativo. Destacou a importância da tecnologia na conexão entre famílias e médicos, facilitando o apoio a pacientes com drogas raras, como o Anismo, e ressaltou o papel fundamental das associações na atenção às famílias.
Participante
A troca de experiências é essencial para o aprendizado mútuo. Trabalhar em parceria é fundamental, pois juntos podemos alcançar mais. A relação com a Universidade de Brasília busca transformar essa colaboração em ciência, visando formar profissionais capacitados em áreas multidisciplinares, principalmente para atender pacientes com displasias ósseas. É crucial que a universidade se aproxime da comunidade, promovendo formação baseada em evidências para oferecer o melhor suporte a pacientes e suas famílias.
Participante
Participante destaca a dificuldade de alinhamento entre profissionais de saúde e a falta de formação para desenvolver sensibilidade e humanidade no tratamento. A medicina muitas vezes é rápida e técnica, o que dificulta o cuidado próximo das famílias. Pergunta como enfrentar o desafio de envolver colegas em equipes multidisciplinares que não têm tempo para esse acompanhamento.
Médico
O médico aborda a necessidade de parcerias e financiamento para melhorar o entendimento sobre esvaziamento ósseo e a importância de inspirar novas gerações de médicos. Ele enfatiza que a medicina deve ser sobre ajudar as pessoas, não sobre lucro, e destaca a relevância de integrar endocrinologistas no programa de doutorado.
Médico
O Médico refletiu sobre sua formação há 20 anos, destacando a falta de ênfase em genética e doenças raras no currículo médico. Ele acredita que os avanços tecnológicos beneficiaram o tratamento dessas doenças e mencionou a importância da medicina de precisão. Contudo, ainda há um longo caminho a percorrer em termos de medicamentos. Além disso, enfatizou a necessidade de desenvolver habilidades de interação humana e empatia com as famílias afetadas, já que o ensino médico no Brasil não aborda adequadamente esses aspectos.
Participante
Participante expressou preocupação com o aumento da quantidade de informação e a diminuição do papel dos médicos em comparação aos técnicos em medicina. Defendeu a importância de resgatar a humanização do médico, que deve saber transferir conhecimento aos pacientes e se atualizar constantemente. Alertou para o risco de profissionais antigos usarem conhecimentos desatualizados e reforçou a necessidade de priorizar médicos em vez de técnicos.
Participante
Participante destacou a importância da proximidade e interação nos cursos de saúde, enfatizando que o conhecimento deve ser transmitido como uma arte. Mencionou as aulas abertas da AND em universidades, voltadas para toda a área da saúde. Questionou sobre como melhorar a comunicação e interação entre equipes e associações de pacientes, buscando um futuro mais acessível e atualizado.
Médico
O Médico destacou a importância de ter significados e aprender continuamente com as famílias. Enfatizou que o tratamento deve focar na saúde, não na prestação de serviços. Compartilhou experiências pessoais sobre a identificação com as dificuldades das crianças. Ressaltou a necessidade de refletir sobre informações multifacetadas e a importância de entender a criança como um todo, não apenas como uma doença. A integração entre famílias e médicos foi considerada fundamental na nova era da informação.
Médico
O Médico destacou que muitas famílias chegam às consultas com informações sobre doenças, às vezes até mais do que o próprio médico. Ele elogiou a participação ativa das famílias nas decisões sobre saúde, contrastando com a antiguidade em que as informações eram de controle exclusivo do médico. No entanto, alertou para os riscos de informações dispersas, que podem confundir. A integração entre médicos, pacientes e especialistas é fundamental para um melhor entendimento e tratamento.
Participante
Participante expressa preocupação com a implicação da inteligência artificial na medicina, apontando que algumas profissões podem desaparecer, incluindo médicos. Destaca a importância do contato humano e da escuta no atendimento. Comenta sobre o uso de Big Data na medicina, mas defende que o relacionamento médico-paciente deve prevalecer. Critica a preferência por cursos virtuais em detrimento do aprendizado presencial, ressaltando que a experiência real é crucial. Enfatiza a necessidade de equilibrar tecnologia e a abordagem humana na saúde.
Participante
A tecnologia transforma a humanidade em dados, podendo gerar desconexão. A interação e objetivos conjuntos são essenciais. Sugere-se realizar reuniões globais com profissionais de saúde e associações, valorizando as diferenças.
Médico
O Médico destacou a importância de entender as particularidades de cada país nas associações dedicadas a doenças raras, que surgem de motivações pessoais e requerem apoio coletivo para prosperar. Ele mencionou uma reunião entre grupos de suporte da Austrália e Nova Zelândia e sugeriu planejar um encontro durante os Jogos na Austrália em 2027, envolvendo famílias, pacientes e médicos.
Participante
Participante agradece e expressa desejo de continuidade do bate-papo, anunciando a abertura para perguntas.
Atleta
Atleta expressa preocupação com o remédio Vozogo e o risco de doping entre jovens atletas. Pergunta sobre a segurança da medicação e se uma atleta apresentada já a usava sem problemas. Destaca a importância do esporte e busca orientação para garantir que a medicação contribua para a qualidade de vida.
Médico
O médico discute a necessidade de educar autoridades atléticas sobre a participação de atletas de baixa estatura em esportes, argumentando que não é uma questão de saúde, mas sim de reclassificação e entendimento das condições médicas. Ele compara a situação a atletas diabéticos que competem com insulina, defendendo que todos, independentemente de condições, devem ter a oportunidade de participar de competições. Destaca que é essencial reeducar as autoridades para mudar a percepção, considerando várias condições médicas.
Participante
Participante expressou felicidade e emoção ao parabenizar as pessoas que fazem a diferença em diversas áreas, especialmente em relação a doenças raras que afetam sua família. Destacou a importância do convívio e da compreensão dessas questões, ressaltando a gratidão por fazer parte do grupo e reconhecendo a relevância do trabalho realizado. Concluiu com agradecimentos e deu espaço para a próxima participante.
Participante
Participante comenta sobre a experiência com a filha que tem nanismo e a diferença nas doses de vacinas e medicamentos prescritos por idade. Destaca a importância de considerar o peso nas prescrições, já que sua filha sofreu reações adversas. Agradece a presença de todos no evento e menciona a relevância das crianças participando do fórum.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo abordou o objetivo da discussão e anunciou que, em breve, passará a palavra para responder perguntas.
Médico
O Médico afirmou que a importância do peso na vacinação depende do tipo de vacina. Vacinas padrão para idade não apresentam grandes variações, mas a ponderação é crucial para algumas medicações. Recomenda-se discutir sempre com pediatra ou geneticista.
Participante
Amedicação deve ser ajustada pelo peso da criança, não apenas pela idade, pois há variações significativas de estatura e peso. Para adultos, a dosagem também deve considerar o peso individual. É importante evitar subdose ou superdose para prevenir efeitos colaterais, utilizando tabelas de dosagem apropriadas.
Médico
Crianças com condroplasia têm sistema imunológico normal e reagem às vacinas como outras crianças. Caso haja reações, é recomendável conversar com um médico sobre a possibilidade de doses menores. A vacinação, como a contra a COVID, é importante e segura para elas. A mesa sobre displasias ósseas foi encerrada.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo convida a reflexão sobre os desejos e direitos de pessoas com doenças raras, trazendo opiniões de líderes do setor.
Participante
A Participante expressou gratidão a todos presentes e mencionou colaborações significativas, especialmente com a Biomarinho. Destacou vínculos pessoais e a expectativa de bons resultados na audiência pública. Agradeceu também a Toni pela presença.
Participante
Participante compartilha sua experiência pessoal com doenças raras, destacando a fundação da Casa dos Raros para ajudar famílias. Ele relata a dificuldade de diagnósticos e o tempo prolongado pelo SUS, propondo a necessidade de gestão eficiente ao invés de mais recursos. A Casa dos Raros oferece atendimento rápido e integrado, reduzindo o tempo de diagnóstico para menos de três meses. O participante enfatiza a importância da dignidade e a necessidade de políticas públicas específicas para doenças raras, criticando a falta de ações efetivas do governo e propondo a replicação do modelo da Casa dos Raros em outras regiões.
Participante
A Participante apresentou um vídeo manifesto do instituto, destacando a importância do movimento no Congresso e a necessidade de apoio, mesmo que limitado. Enfatizou a relevância da informação para transformar a sociedade e a expectativa de impactar pessoas, preparando-as para ajudar na causa. Concluiu mencionando a exibição do vídeo e a leitura do manifesto.
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Lealdade, simplicidade, persistência e verdade são virtudes que importam nas conexões humanas, que vão além da aparência. A essência das pessoas é o que realmente conta, buscando respeito e equidade. A liberdade de ser representado sem preconceito é fundamental. É importante enxergar as pessoas em sua totalidade, reconhecendo sua humanidade. O Instituto Nacional Dinamismo é uma plataforma que garante direitos e acolhimento para pessoas com nanismo.
Participante
A Participante expressa a importância de dar voz aos invisíveis, reivindicando vida digna e cuidado. Defende que associações de pacientes atuem como pontes entre os que sofrem e os que decidem. Critica a falta de gestão e compromisso político, pedindo políticas públicas permanentes. Enfatiza a necessidade de cuidar dos cuidadores, principalmente mulheres. Aponta que as associações devem ser vistas como solução, não problema, e lamenta o retrocesso das decisões do STF que afetam a saúde. Faz um apelo aos legisladores para que defendam a vida e garantam acesso a tratamentos.
Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo
O Conselheiro do Instituto Nacional de Nanismo destacou a importância da presença e dos compromissos firmados durante o evento, enfatizando a necessidade de que as discussões se concretizem em ações que beneficiem as comunidades e indivíduos. Ele reiterou a luta por uma sociedade mais inclusiva e acessível, ressaltando o cuidado integral com as pessoas com displasias ósseas. Agradeceu aos patrocinadores e à equipe envolvida, e desejou continuidade nas discussões e conquistas até o próximo encontro.




