COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO
Sobre o Evento
Reunião da Comissão de Finanças discute economia e ação do Banco Central com participação de diversos deputados e presidente Gabriel Galípolo.
Deputado
O Deputado abriu audiência pública com o presidente do Banco Central, estabelecendo as normas e procedimentos para o debate.
Deputado
O Deputado solicitou a divisão do tempo de liderança com outro parlamentar.
Deputado
O Deputado questiona a manutenção de juros altos diante do crescimento do PIB, da valorização do real e da queda do desemprego, defendendo a justiça tributária e o crescimento econômico com justiça social.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil defende a transparência e a modernização da comunicação como pilares da política monetária. A instituição busca normalizar o impacto dos juros, combatendo distorções no crédito e atuando para controlar a inflação, mantendo-a dentro da meta. Além disso, promove inovações digitais, amplia a regulação do sistema financeiro para novos intermediários e busca a sustentabilidade institucional para garantir a estabilidade econômica.
Deputado
O Deputado agradeceu a exposição e encerrou as inscrições, passando a palavra aos autores dos requerimentos.
Deputado
O Deputado questiona os impactos da elevada taxa de juros no orçamento público, na precarização de serviços essenciais e na dívida do país, indagando se a política monetária atende aos interesses nacionais ou apenas ao mercado.
Deputado
A palavra para a próxima autora do requerimento, a deputada Laura Carneiro, também por cinco minutos.
Deputada
A Deputada questiona o convidado sobre a contradição entre suas obras acadêmicas críticas aos juros altos e a atual política monetária, indaga sobre a disfuncionalidade da economia brasileira que exige taxas elevadas, critica o financiamento habitacional pelos poupadores de baixa renda e solicita medidas para mitigar a inadimplência das famílias e empresas.
Deputado
Para o terceiro e último autor de requerimento, que é o deputado Pauderney Avelino, cinco minutos. Deputado.
Deputado
O Deputado questionou a diretoria do Banco Central sobre o déficit de pessoal, o aumento da dívida pública, a manutenção das políticas do Plano Real e, principalmente, solicitou esclarecimentos sobre a negociação entre o BRB e o Banco Master, alertando para riscos de liquidez.
Deputado
O Deputado organizou o tempo das falas e a ordem dos blocos de perguntas e respostas.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil defende a independência da política monetária para controlar a inflação e ancorar expectativas, ressaltando que a taxa Selic não é apenas um instrumento de punição, mas uma ferramenta de gestão da dívida pública. A instituição prioriza a viabilidade técnica em processos de fusões bancárias e enfatiza a urgência de modernização administrativa e orçamentária para acompanhar a evolução do mercado financeiro.
Deputado
O Deputado organizou o tempo de réplica em um minuto por parlamentar para permitir maior participação na sessão.
Deputado
O Deputado solicita esclarecimentos sobre a margem de 40% do fundo garantidor em relação ao Master.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil analisa o fundo garantidor como um seguro e foca na regulação do perímetro de supervisão para mitigar riscos sistêmicos.
Deputado
O Deputado organizou o tempo e a ordem dos parlamentares para a sequência da sessão.
Deputado
O Deputado questionou a alta taxa de juros, o custo da dívida pública, os abusos nos juros do cartão de crédito, as fraudes em empréstimos consignados e a segurança cibernética, defendendo maior responsabilidade do Banco Central com o desenvolvimento econômico e a redução das desigualdades.
Deputado
O Deputado anunciou a passagem da palavra a outro parlamentar.
Deputado
O Deputado elogia o ajuste fiscal e o crescimento econômico, mas critica duramente a alta taxa de juros, defendendo o uso do IOF para controlar o crédito e aliviar a dívida pública.
Deputado
O Deputado organiza a ordem de fala dos parlamentares e concede o tempo de liderança ao Deputado Kim.
Deputado
O Deputado questionou a responsabilidade do governo federal pela desordem fiscal, isentando o Banco Central da culpa pelos juros altos. Defendeu que a autoridade monetária apenas persegue as metas definidas pelo Executivo e solicitou esclarecimentos sobre a segurança cibernética do sistema financeiro após ataques recentes.
Deputado
O Deputado organizou a divisão do tempo de fala entre os parlamentares para a sessão.
Deputado
O Deputado critica as altas taxas de juros, classificando-as como abusivas, e defende a criação de um teto para os gastos com o pagamento da dívida, visando proteger o orçamento público e os investimentos sociais.
Deputado
O Deputado conduz a sessão, solicita ordem e concede a palavra à deputada Ana Pimentel.
Deputada
A Deputada defendeu a prioridade das políticas sociais, refutou cortes no orçamento público e questionou o peso dos juros da dívida, argumentando que a condução econômica deve respeitar o projeto democrático eleito e o fortalecimento do Estado.
Deputado
O Deputado organiza o tempo de fala dos parlamentares e anuncia a transição para a resposta do ministro.
Deputado
O Deputado defende a redução dos juros para estimular o crescimento econômico, critica o atual sistema financeiro e cobra rigor do Banco Central contra abusos de banqueiros e fraudes, priorizando a justiça tributária e a proteção do patrimônio público.
Deputado
O Deputado cedeu a palavra ao presidente Gabriel Galípolo por 10 minutos.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil reafirma seu compromisso inabalável com o cumprimento da meta de inflação, defendendo a moeda como instituição fundamental. Ressalta que a política monetária atua para proteger o poder de compra, especialmente em um cenário de pleno emprego, e que não haverá flexibilização na perseguição da meta para evitar a desvalorização cambial e a corrosão da renda.
Deputado
O Deputado organiza a ordem dos blocos de fala, solicita compreensão sobre o cronograma e concede tempo adicional para tratar de temas específicos antes de prosseguir com os próximos inscritos.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil afirmou que o incidente de segurança foi causado por engenharia social e não por falha nos sistemas da instituição, ressaltando que a investigação segue com a Polícia Federal. Além disso, destacou que o crescimento econômico sustentável e o controle da inflação dependem fundamentalmente do aumento da produtividade nacional.
Deputado
O Deputado solicitou uma pausa técnica de cinco minutos.
Deputado
O Deputado anunciou a realização do segundo e último bloco de discursos, estabelecendo o tempo disponível para os parlamentares inscritos.
Deputado
O Deputado questionou o presidente do Banco Central sobre punições por rombos em crédito consignado, caminhos estruturais para reduzir os juros frente à Selic elevada e o impacto do déficit fiscal nas metas de inflação.
Deputado
Muito obrigado, deputado Ricardo Abraão. Agora é o Rodrigo Dazaele. Rodrigo, deputado Rodrigo Dazaele, tem três minutos. Senhor presidente, obrigado.
Deputado
O Deputado atribui os juros altos à irresponsabilidade fiscal do governo, rebatendo as críticas da esquerda ao Banco Central e questionando a competência econômica do PT.
Deputado
Obrigado, deputado Rodrigo Dazaelle. E nós agora?
Deputada
A Deputada solicita celeridade e organização no plenário para viabilizar o início da sua comissão.
Deputado
O Deputado solicitou agilidade na condução dos trabalhos e concedeu a palavra a outro parlamentar.
Deputado
O Deputado critica severamente a política de juros elevados do Banco Central, classificando-a como uma armadilha rentista que prejudica a economia real, a classe média e os trabalhadores brasileiros, apelando pela redução das taxas e por uma gestão pública voltada ao desenvolvimento do país.
Deputado
O Deputado concedeu a palavra ao Deputado Hildo Rocha.
Deputado
O Deputado questionou o impacto da taxa Selic elevada no rentismo e sugeriu o uso do IOF como ferramenta alternativa para controlar a inflação e estimular o emprego.
Deputado
O Deputado organizou o tempo de fala dos parlamentares e anunciou a sequência dos oradores para o encerramento da sessão.
Deputado
O Deputado criticou a política monetária atual, argumentando que o aumento dos juros é desnecessário diante da queda da inflação e do crescimento econômico em desaceleração. Afirmou que o crescimento da dívida pública é impulsionado pelo pagamento excessivo de juros e não por gastos primários. Defendeu a criação de regras para o controle da despesa financeira e maior transparência e prestação de contas do Banco Central ao Congresso.
Deputado
O Deputado encerrou o bloco de falas e passou a palavra ao presidente Galípolo para resposta.
Banco Central do Brasil
O Banco Central do Brasil reafirmou seu compromisso com o combate à inflação e o cumprimento das metas, destacando que a taxa de juros elevada é uma ferramenta técnica de política monetária. O órgão defende o debate sobre causas estruturais para reduzir juros a longo prazo, esclareceu investigações operacionais e reforçou que o IOF possui natureza regulatória, não substituindo a política monetária.
Deputado
O Deputado encerrou a audiência pública após agradecer aos presentes e ao presidente do Banco Central.




