CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS
Sobre o Evento
Evento da Câmara Mirim com várias participações e coordenação da Presidente Júlia Lazarotto, incluindo relatórios de Davi Garcez e apoio de Alessandra Muller.
Plenarinho
O Plenarinho orienta parlamentares mirins a aprimorarem coletivamente o projeto de lei sobre a proteção infantil nas redes sociais para a sessão deliberativa.
Servidora
A Servidora solicitou o compartilhamento de impressões em dupla para reduzir o consumo de papel.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva deu as boas-vindas aos participantes, destacou a importância do trabalho na Câmara e orientou o grupo a focar na elaboração de propostas de forma prática e descontraída, priorizando a participação ativa sobre o rigor regimental.
Presidente
A Presidente abriu a reunião da Câmara Mirim e convocou a autora do projeto sobre proteção infantil nas redes sociais para leitura.
Autora
A Autora propõe a proibição de perfis públicos para menores de 13 anos em plataformas digitais, exigindo verificação por biometria facial e estabelecendo multas pesadas para empresas que permitam a exposição ou exploração infantil.
Presidente
Palavra ao relator David Garcês para fazer a leitura das emendas apresentadas do artigo 1º.
Relator
O Relator propôs emenda para estender a proteção de adolescentes de 13 a 17 anos contra exposição sexualizada, exploração comercial e divulgação abusiva de imagem.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva orientou a leitura das três emendas ao artigo primeiro para posterior discussão e votação individual.
Relator
O Relator propõe restringir a exposição e criação de contas de menores de 12 e 13 anos em plataformas digitais, exigindo CPF para cadastros, limitando contas por usuário e abrindo exceções apenas para fins privados ou sustento artístico familiar comprovado.
Presidente
A Presidente abriu o prazo de um minuto para resposta caso o autor seja citado e concedeu a palavra a Heloísa Renard.
Participante
A participante solicita a retirada do segundo parágrafo de sua emenda e propõe definir exposição pública como a disponibilização de informações de menores de 13 anos em plataformas digitais com fins comerciais ou de monetização.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva solicitou a retirada de um parágrafo do projeto e orientou que os participantes se identifiquem por nome e cidade ao tomarem a palavra.
Participante
A Participante defende a inclusão de uma definição clara de "exposição" para evitar ambiguidades e justifica a remoção do segundo parágrafo devido ao trabalho de menores de idade com fins de marketing.
Presidente
A Presidente defendeu que a emenda de Joinville elimine ambiguidades sobre a exposição, garantindo clareza legal aos envolvidos quanto às definições de marketing e trabalho.
Participante
A participante defende o trabalho a partir dos 17 anos, considerando o limite de idade para o jovem aprendiz e a questão do consentimento.
Presidente
A Presidente organizou os procedimentos de fala, defendeu o direito de voto para menores de 16 anos em contas públicas e encerrou a discussão da primeira emenda para votação.
Secretária Executiva
Com a observação, então, que fechou, que vai ficar só o parágrafo primeiro, com a exclusão do parágrafo segundo, ok? Em votação, a emenda número...
Presidente
A Presidente aprovou a primeira emenda e abriu espaço para a discussão da segunda, passando a palavra a Davi Garcês.
Relator
O Relator propõe proibir perfis públicos de menores de 12 anos em redes sociais, restringindo contas a fins privados, exigindo CPF e limitando a uma conta por usuário, ressalvada a dependência econômica de trabalho infantil comprovado.
Presidente
Alguém gostaria de se manifestar? Conceda a palavra à vereadora Yasmin Lopatiuque Miller.
Participante
A Participante considera o CPF um meio inseguro e pouco confiável para criação de contas, devido à facilidade de falsificação e obtenção de dados de terceiros.
Presidente
Gostaria de ceder a palavra a Tainá Pinheiro.
Participante
A Participante questiona a proibição de múltiplas contas, destacando a necessidade de separar perfis profissionais e pessoais para jovens que trabalham com redes sociais a partir dos 16 anos.
Presidente
Não? Tá bom. Concedo a palavra à Heloísa.
Participante
A Participante critica o trabalho artístico infantil por prejudicar o desenvolvimento, os estudos e o futuro da criança, perpetuando o ciclo da pobreza.
Presidente
Cedo a palavra, Yasmin Lopatiuque Miller.
Participante
A Participante defende que a criança não deve ser responsável pelo sustento familiar, sendo essa uma obrigação exclusiva dos pais ou responsáveis, posicionando-se contra a inclusão do parágrafo único no projeto.
Presidente
Você poderia falar o seu nome?
Participante
A Participante critica a redução da idade mínima e a proibição de contas, apontando incompatibilidade jurídica, exclusão social de famílias periféricas e ineficiência da exigência de CPF.
Presidente
A Presidente defende o foco da lei na proteção da criança contra a exploração financeira e sexual, questionando a necessidade da restrição de idade em debate.
Participante
A Participante destaca que a Câmara Legislativa aprovou projeto que regula o trabalho infantil no ambiente digital e altera o ECA para permitir apresentações artísticas antecipadas.
Participante
A Participante critica a inviabilidade e a confusão sobre limites de idade e renda no trabalho infantil, alerta para a facilidade de falsificação de documentos e defende que o parágrafo único seja reformulado para melhor aplicação.
Participante
A Participante sugere isentar atividades artísticas, culturais, esportivas ou educacionais do parágrafo único, desde que geridas por responsáveis ou agências, proibindo o uso para fins comerciais diretos e reforçando que a criança não deve prover a renda familiar.
Presidente
É... eu queria pedir a retira...
Participante
O Participante defende que o trabalho artístico infantil seja opcional, sem prejuízo ao desenvolvimento da criança e sem dependência financeira familiar, exigindo fiscalização e acompanhamento dos responsáveis.
Participante
A participante defende a exclusão do parágrafo único, argumentando que o trabalho infantil artístico não deve sustentar famílias e que a exceção contradiz a proposta de proteção integral da lei.
Presidente
A Presidente fará um resumo.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva propõe rejeitar a Emenda 2 por falta de consenso e criar um novo artigo específico para as questões artísticas, mantendo a redação original do primeiro artigo.
Presidente
A Presidente propôs a criação de um artigo para permitir a exposição de crianças em atividades artísticas, educacionais e esportivas, desde que sob supervisão legal, proteção da privacidade e seguindo as normas do ECA.
Participante
Participante defende maior segurança na exposição artística de crianças e adolescentes.
Presidente
A Presidente aprovou a emenda e concedeu a palavra ao relator para a leitura da próxima.
Relator
O Relator propõe a supressão de trecho da emenda que veda a exposição de menores de 13 anos em plataformas digitais, mantendo a restrição a contas familiares e privadas.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva propõe a remoção, em todo o artigo, de qualquer menção à criação de perfis por menores de 13 anos.
Participante
Contagem de Minas Gerais. Conceda a palavra a Yasmin de Minas Gerais. Me chama a atenção no artigo...
Presidente
O primeiro livro é é vedada.
Participante
Participante defende a proibição de exposição de menores de 13 anos em redes sociais, focando no combate à sexualização e conteúdos explícitos.
Presidente
A Presidente solicitou esclarecimentos, pediu repetição da fala e concedeu a palavra a Elô, que se apresentou.
Participante
A participante manifestou-se contra a emenda, argumentando que a exposição de fotos de menores em redes sociais facilita o uso indevido por inteligência artificial. Defendeu a restrição do acesso de crianças a essas plataformas, relatando prejuízos pessoais ao seu comportamento e desenvolvimento social decorrentes do uso precoce.
Participante
Participante concorda que a exposição de fotos pode gerar graves riscos devido à má intenção de terceiros.
Presidente
para daí eu poder ter noção. Agora, conceda a palavra a Yasmin Lopatiu, que ela já estava com a mão levantada.
Participante
A Participante opõe-se à emenda, defendendo a proibição de perfis para menores por prejudicar o desenvolvimento da personalidade e contrariar legislações vigentes.
Presidente
A Presidente estabeleceu a organização das falas, solicitando que peçam a palavra para evitar desordem.
Participante
A participante alerta que fotos infantis, mesmo inofensivas, podem ser mal utilizadas por abusadores para fins ilícitos, independentemente do uso de IA.
Presidente
A Presidente introduz a temática da perspectiva do abusador mencionando uma obra literária sobre o assunto.
Participante
A Participante destaca que a narrativa do livro revela a distorção psicológica de um abusador, que projeta na vítima a responsabilidade pelos seus impulsos criminosos, desmentindo a ideia de consentimento ou provocação.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra a Beatriz.
Participante
A Participante opõe-se à lei por considerá-la excludente ao limitar a proteção à faixa etária inferior a 13 anos, defendendo a necessidade de revisão para incluir adolescentes maiores de 13 anos.
Relator
O Relator argumenta que a supressão da criação de perfis inviabiliza o acesso às plataformas, tornando contraditória a proteção contra a sexualização e exposição digital.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão sobre a emenda, argumentando que a supressão proposta desvirtuaria a lei e exporia crianças à sexualização e riscos em contas públicas, colocando a matéria em votação.
Secretária Executiva
Provam essa alteração aqui, então todo mundo foi contra. Então...
Presidente
Essa suprição foi rejeitada.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva manteve a redação original do artigo 1º, adicionou um parágrafo explicativo e confirmou a criação de uma emenda para detalhar o aspecto artístico.
Presidente
A Presidente solicitou a leitura da emenda número 4 ao artigo 2º.
Relator
O Relator propõe suprimir o parágrafo que proíbe a criação de contas por menores de 13 anos, mesmo com autorização parental.
Presidente
A Presidente limitou a quatro o número de participantes por emenda devido ao tempo e abriu espaço para manifestações.
Participante
A Participante defende a manutenção do parágrafo único para garantir maior clareza normativa, argumentando que a autorização dos pais não deve ser o critério excludente para a proibição.
Presidente
É... Essa palavra. Conceda a palavra a Beatriz. Bom, eu...
Participante
A Participante afirma que a supressão do parágrafo único é inconstitucional e contraria a lei de proteção de dados.
Participante
A participante opina que a emenda cinco é inviável, pois a falta de monitoramento permite que crianças aceitem seguidores desconhecidos em contas privadas.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra.
Participante
A participante defende a implementação de faixas etárias obrigatórias nas redes sociais para restringir o acesso a conteúdos impróprios, sugerindo o banimento de contas como medida de controle diante da falta de supervisão parental.
Presidente
A Presidente manifestou-se contra a emenda por considerar que a autorização parental fragilizaria a lei, resultando na rejeição da proposta durante a votação.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva manteve a proibição da criação de contas públicas, mesmo com autorização dos pais, optando por uma redação que garanta maior clareza ao texto.
Presidente
Vou dar a palavra ao relator Davi para fazer a leitura da quinta emenda.
Relator
O Relator propõe proibir a criação de contas públicas por menores de 15 anos, independentemente de autorização parental.
Presidente
Alguém gostaria de se manifestar? Daphne, eu peço a palavra. Conceda a palavra a Daphne.
Participante
A Participante propõe elevar para 15 anos a idade mínima para contas públicas, visando proteger o desenvolvimento e o bem-estar psicológico de adolescentes contra os riscos do ambiente digital.
Participante
A Participante defende a manutenção da idade mínima de 13 anos para o uso de redes sociais, considerando 15 anos uma restrição tardia.
Presidente
Concedo a palavra a Ilô Pivato. Então, eu na verdade penso que...
Participante
A Participante sugere que contas públicas sejam autorizadas pelos pais a partir dos 13 anos, embora reconheça que a supervisão parental nem sempre garante segurança ou decisões corretas.
Presidente
Daphne, peça a palavra. Concedo a palavra a Daphne.
Participante
A Participante apoia o uso educacional das redes sociais, mas duvida da eficácia da autorização parental devido à negligência e falta de supervisão da maioria dos pais.
Presidente
A Presidente defende que a proibição de contas públicas para menores deve restringir apenas a exploração da imagem infantil, mantendo o direito à exposição não prejudicial. A emenda foi rejeitada.
Secretária Executiva
Então, mantenha os 13 anos, correto?
Presidente
Conceda a palavra ao relator Davi para fazer a leitura da sexta emenda.
Relator
O Relator propõe alteração exigindo que plataformas digitais utilizem métodos seguros de verificação de idade, em conformidade com a LGPD e a ANPD.
Presidente
Conceda a palavra a Beatriz. Eu queria rebater essa emenda que...
Participante
A Participante defende que a LGPD proíbe a coleta de dados pessoais desnecessários, como biometria e certificações digitais, para a execução de atividades.
Participante
A participante defende emenda que propõe mecanismos adicionais à biometria para aumentar a segurança, melhorar a acessibilidade e facilitar a fiscalização, em conformidade com a LGPD.
Presidente
A Presidente propõe ajustar o texto da emenda para referenciar apenas a conformidade com a LGPD e mecanismos aprovados pela ANPD, visando maior flexibilidade e clareza normativa.
Participante
A participante questionou a eficácia da aplicação da lei brasileira e a capacidade de fiscalização e punição sobre redes sociais com sede no exterior.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra a Heloisa Hennert, concordando com a fala anterior de Yasmin.
Participante
A Participante defende que a descentralização dos dados facilitaria a verificação de identidade dos usuários.
Presidente
A Presidente colocou a emenda sobre verificação de dados em votação e a aprovou, passando a palavra ao relator.
Relator
O Relator propôs emenda supressiva para retirar a exigência de biometria facial na verificação de idade em plataformas digitais.
Presidente
A Presidente apresentou uma sugestão.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva orientou que, para manter a versão já aprovada, a nova proposta deve ser rejeitada.
Presidente
comentar sobre isso? Conceda a palavra à Caroline. Eu sou a Caroline Pimenta.
Participante
A Participante considera a alteração do artigo inválida, defendendo que a emenda de Joinville é mais clara e abrangente.
Participante
Participante sugere adequar o texto à LGPD para garantir maior segurança e abrangência na verificação de sistemas.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão da sétima emenda, que foi rejeitada, e passou a palavra ao relator para a leitura da oitava.
Relator
O Relator propõe que plataformas digitais exijam autodeclaração de idade, com responsabilização civil e criminal por dados falsos, eliminando a exigência de biometria e proibindo contas públicas para menores de 13 anos.
Presidente
A Presidente defende que a autodeclaração de idade em plataformas digitais é ineficaz e facilmente fraudada.
Participante
A participante questiona a eficácia da autodeclaração na verificação de identidade e defende a adoção da emenda de Joinville.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão, alertou sobre o impacto da votação, rejeitou a oitava emenda e passou a palavra ao relator para a leitura da nona emenda.
Relator
O Relator propõe sanções graduais a empresas que explorarem ou sexualizarem crianças, incluindo multas revertidas a fundos de proteção, bloqueio de plataformas e obrigatoriedade de campanhas educativas.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva elogiou a leitura e o conhecimento dos alunos sobre a estrutura das leis.
Presidente
A Presidente coloca em discussão a emenda número 9 e concede a palavra à vereadora Heloísa Reinert.
Participante
A Participante é contra o bloqueio temporário de plataformas, argumentando que a medida prejudicaria trabalhadores honestos e afetaria a renda de adultos, punindo injustamente quem utiliza o serviço corretamente.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra a Eduardo Pacheco, do CF1 de Cilante, para o início do exercício.
Participante
O participante argumenta que a multa de 2% sobre o faturamento é ineficaz para empresas bilionárias, pois o custo seria irrelevante.
Participante
O Participante sugere o uso de aplicativos de controle parental, como o Family Link, para restringir e monitorar o acesso de crianças às redes sociais.
Presidente
A Presidente solicitou esclarecimentos sobre o funcionamento do Family Link.
Participante
O Participante defende o uso de aplicativos de controle parental para restringir e monitorar o acesso das crianças à internet.
Presidente
Conceda a palavra a Elope Vato. Então, antes de tudo, eu queria parabenizar...
Participante
A Participante defende o bloqueio temporário de redes sociais que descumpram leis nacionais e sugere elevar a multa por infrações para uma faixa entre 10% e 25% do faturamento anual.
Presidente
Você poderia repetir a sua indicação? Desculpa Eu queria modificar
Participante
A Participante propôs multa entre 10% e 25% do faturamento anual para casos graves ou reincidentes, com destinação ao fundo da infância e adolescência.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra a Tainá.
Participante
A Participante questiona a eficácia do bloqueio temporário de plataformas diante da rapidez da exposição infantil, sugerindo que o bloqueio direto de contas seria mais efetivo, além de alertar para os impactos profissionais e a possível revolta dos usuários.
Presidente
A Presidente questionou se a defesa é pelo bloqueio apenas da conta e solicitou um resumo do objetivo.
Participante
A Participante questiona a falta de definição temporal no bloqueio de redes sociais, alertando que a medida pode prejudicar trabalhadores digitais e ser ineficaz diante da velocidade com que conteúdos impróprios se propagam.
Presidente
A Presidente enfatizou a importância da palavra.
Participante
O participante defende a punição individual de contas e dispositivos infratores em vez do bloqueio geral de plataformas, por considerar injusto prejudicar usuários e empresas não envolvidas.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra ao Davi.
Participante
O Participante argumentou que multas elevadas podem causar a saída de redes do país, prejudicando trabalhadores e empresas que dependem dessas plataformas para divulgação.
Presidente
A Presidente defende multas de 10% a 25% para empresas que explorem crianças, ressaltando que o cumprimento da lei isenta o pagamento e que valores elevados são necessários para inibir gigantes do setor.
Participante
O Participante rejeita o bloqueio territorial, apoia o aumento da multa, a suspensão da monetização e o bloqueio de contas, destacando a importância de destinar recursos arrecadados ao combate à exploração infantil.
Presidente
Concedo a palavra a Elope Vato. Então, gente, só para finalizar, o que o Davi falou, eu não tinha pensado...
Participante
A participante sugere reduzir a multa para 10% a 15% do faturamento anual, visando evitar prejuízos excessivos caso a lei não seja seguida.
Presidente
A Presidente confirmou a votação unânime e concedeu a palavra a Davi.
Relator
O Relator propõe a redução das multas para evitar prejuízos econômicos à população e garantir a continuidade do acesso às redes no país.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão e submeteu a emenda à votação, aprovando alterações nas multas e na penalidade de bloqueio antes de prosseguir para a próxima pauta.
Relator
O Relator propõe que plataformas digitais bloqueiem imediatamente contas suspeitas de pornografia infantil e criem sistemas de denúncia anônima com proteção ao denunciante.
Presidente
A Presidente propôs a unificação de duas proposições para evitar a exclusão de uma delas.
Participante
Participante critica a vagueza e a restrição da regra de bloqueio imediato por suspeita, apontando que tal prática já é comum nas redes sociais.
Presidente
A Presidente defende que a remoção de contas exija comprovação de irregularidades, e não apenas suspeitas, para evitar denúncias infundadas.
Participante
A Participante sugeriu a unificação das emendas para definir as porcentagens de penalidade por descumprimento da lei.
Presidente
A Presidente abriu espaço para manifestações e solicitou a identificação de uma participante.
Participante
A participante propôs restringir o acesso de menores a conteúdos inadequados em plataformas digitais e implementar contas vinculadas para monitoramento parental.
Presidente
A Presidente propôs a criação de canais de denúncia anônima e solicitou a opinião dos presentes.
Participante
A Participante questiona a ausência de um processo de fiscalização nas denúncias, temendo que denúncias falsas em massa resultem no banimento injusto de contas.
Presidente
A Presidente solicitou esclarecimentos sobre a implementação do controle parental.
Participante
A participante propõe que as salas se organizem autonomamente para facilitar o fluxo nas plataformas digitais.
Presidente
Que é para as plataformas digitais.
Participante
A Participante sugere contas vinculadas entre pais e filhos para facilitar o monitoramento de atividades e a verificação de identidade.
Presidente
Obrigada, Sara, a gente conseguiu entender agora. Yasmin, conceda a palavra a você.
Participante
Participante afirma que é possível conectar a mesma conta em dois dispositivos simultaneamente via Instagram.
Presidente
Conceda a palavra ao Arthur. É... eu queria...
Participante
O participante sugere a implementação de filtros e análises rigorosas nas denúncias de contas para evitar banimentos injustos motivados por ataques em massa ou bots.
Presidente
Concedo a palavra para a Tainá.
Participante
A Participante destacou a nova lei de proteção digital para menores, que amplia o controle parental e o monitoramento do tempo de uso nas redes sociais.
Presidente
A Presidente solicitou brevidade nas próximas falas e concedeu a palavra a Ana Tereza.
Participante
A Participante sugere que contas denunciadas sejam suspensas preventivamente até a conclusão da verificação por administradores ou sistemas automatizados.
Presidente
A Presidente concedeu a palavra a Davi para encerrar as discussões.
Relator
O Relator sugere que o controle parental ocorra via notificações nas contas dos pais, em vez da simples vinculação das contas das crianças aos aparelhos responsáveis.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão e submeteu a emenda à votação, propondo mecanismos de fiscalização e denúncias para o bloqueio de contas com conteúdo pornográfico envolvendo menores.
Participante
A Participante defende a criação de um limite numérico claro e estabelecido para evitar ambiguidades.
Participante
A Participante defende critérios claros para denúncias de movimentações suspeitas, violência ou sexualização, e questiona o volume necessário para intervenção da fiscalização.
Participante
A Participante propõe fiscalizar o conteúdo com base em uma porcentagem proporcional ao número de visualizações.
Presidente
porcentagem de visualização, não de seguidores, não de... Eu falo no caso da...
Participante
A visualização daquele vídeo ali que está tendo a certa exposição. Ah, mas aí não...
Presidente
A Presidente esclareceu o objeto das denúncias e passou a palavra à Ana Tereza.
Participante
A participante sugere que o critério para avaliar denúncias deve ser baseado em um número fixo de notificações, e não em proporções ou porcentagens de visualizações.
Presidente
Conceda a palavra a Ilô Pivato.
Participante
A participante questiona a justiça das denúncias em redes sociais, argumentando que contas grandes podem ser alvo de perseguição injusta, resultando em penalidades indevidas.
Presidente
A Presidente esclareceu que 15 denúncias apenas acionarão uma fiscalização, e não o bloqueio imediato da conta, desde que não haja conteúdo ilícito.
Participante
Eu acredito que seja bom uma porcentagem, nem que seja pelo menos 10, entre 5 a 10%, porque mesmo sendo uma minoria, ainda conta. Mas porcentagem do que?
Participante
Mas daí não seria injusto também?
Presidente
Pessoas que têm poucos seguidores, mas expõem crianças? É, porque, olha só, eu imagino assim, uma...
Participante
A participante sugere que denúncias em massa poderiam contornar falhas técnicas do Instagram que impedem a remoção automática de conteúdos explícitos.
Participante
A participante sugere que a fiscalização ou banimento de contas dependa de um número mínimo de denúncias, evitando injustiças causadas por reclamações individuais.
Relator
O Relator defende que a fiscalização de denúncias deve seguir um critério numérico fixo, entre sete e oito, independentemente do número de seguidores da conta.
Presidente
A Presidente definiu a quantidade de 10 denúncias por meio de votação.
Participante
A participante defende que todas as contas devem passar por fiscalizações periódicas.
Presidente
A Presidente formalizou as mudanças nas denúncias e solicitou a leitura do artigo 4º pelo relator.
Relator
O Relator estabelece que pais ou responsáveis que expuserem crianças menores de 13 anos em redes sociais estarão sujeitos a advertência, bloqueio de conta e multa em caso de reincidência.
Presidente
A Presidente limitou o número de participantes devido ao horário e concedeu a palavra a Emanuela.
Participante
O Participante questiona quais serão as advertências formais mencionadas, apontando falta de clareza na exposição.
Presidente
A Presidente questionou a falta de clareza na comunicação.
Participante
O participante focou em um ponto específico.
Presidente
A Presidente sugeriu que a própria empresa assuma a fiscalização para evitar sobrecarga do governo, deixando a decisão final em aberto para o grupo.
Participante
Participante propõe vincular o valor da multa à renda familiar para garantir justiça social e evitar arbitrariedades no regulamento.
Presidente
A Presidente propôs a inclusão de uma porcentagem na multa, obtendo concordância unânime para prosseguir com o debate.
Participante
A Participante propôs o bloqueio de contas e defendeu uma redação mais clara, concisa e específica sobre multas e advertências.
Presidente
A Presidente solicitará a leitura de uma emenda para posterior discussão e ajustes nas porcentagens.
Relator
O Relator propõe emenda ao projeto de proteção à infância digital, estabelecendo sanções, como multas, suspensão de contas e comunicação ao Conselho Tutelar, para casos de exploração ou adultização.
Presidente
A Presidente sugere aprimorar a lei incluindo advertência formal inicial, bloqueio de contas e multas proporcionais à renda familiar.
Participante
A Participante sugere uma contribuição de 2% do faturamento mensal familiar.
Participante
A Participante defende a aplicação de advertências formais, multas baseadas em porcentagem e o bloqueio de contas para garantir a consistência das regras.
Presidente
Conceda a palavra a Yasmin.
Participante
A Participante questiona os critérios para o cálculo e a aplicação da multa, sugerindo a necessidade de definir se a cobrança será baseada na renda familiar, na guarda dos filhos ou na responsabilidade individual.
Presidente
A Presidente propõe regulamentar punições para contas de menores, sugerindo a exclusão do perfil da criança e a suspensão do responsável para análise, visando maior clareza na aplicação das medidas.
Relator
O Relator defende a exclusão da conta exposta da criança e a suspensão da conta do responsável, ou a exclusão desta última caso a exposição tenha ocorrido apenas nela.
Presidente
A Presidente solicitou sugestões práticas para a redação de um documento coletivo.
Participante
A participante propõe excluir a conta da criança exposta e, nesse caso, também a conta do responsável.
Presidente
Vou anotar isso aqui. Peraí, daí eu vejo mais opções. Pode falar, Ilô. Bom...
Participante
Participante defende a exclusão de contas que expõem crianças, independentemente de serem do responsável ou da própria criança.
Presidente
Licença, eu peço a palavra rapidinho. É que ele tá com mais tempo aqui. Pode ir, você dá a palavra ao David. Ok. No caso, o jeito que deveria ser escrito, eu proponho que seja tipo...
Relator
O Relator determinou a exclusão de contas com exposição infantil e a suspensão dos responsáveis.
Presidente
Eu achei interessante o que vocês acham. Posso falar? Pode falar.
Participante
Participante identificou que menores de 13 anos não podem criar contas, resolvendo o problema de exposição.
Presidente
A Presidente propôs a suspensão de contas que exponham crianças, buscando o consenso dos presentes antes da redação final da lei.
Participante
Se alguma criança for exposta, exclusão. É, exato.
Presidente
A Presidente estabeleceu punições graduais para empresas e responsáveis, incluindo advertência, multa percentual definida por regulamentação e envolvimento do conselho tutelar, além da exclusão de contas que exponham menores e a previsão de sanções legais adicionais.
Participante
Participante sugeriu orientações educacionais aos pais sobre perigos da exposição junto às multas ou advertências.
Presidente
A gente não pode ver isso depois que chegar no Joinville, daí a gente pode vir acrescentar essa lei? Ou você quer...
Participante
Eu li até o final e não tá com a emenda de Joinville. Não tá? Ah, então o que a gente faz? A gente não fez...
Participante
A gente só fez o primeiro e o segundo artigo. É porque aqui ó, comunicação obrigatória do Conselho do Solar que...
Presidente
A Presidente propôs tornar obrigatórias as medidas de acompanhamento familiar, aprovou a emenda 14 e solicitou celeridade na análise das emendas restantes devido ao tempo limitado.
Relator
O Relator propõe emenda que atribui à Polícia Federal, Ministério Público e Conselho Tutelar o dever de investigar e punir a exploração de conteúdo pornográfico infantil.
Presidente
A Presidente encerrou a discussão e colocou a emenda 15 em votação, a qual foi rejeitada por ser considerada desnecessária.
Relator
O Relator propõe que plataformas digitais promovam campanhas educativas sobre os riscos das redes sociais para famílias e jovens.
Presidente
A Presidente declarou itens da pauta como prejudicados e solicitou o avanço para a próxima matéria.
Relator
O Relator propõe a inclusão de programas de educação digital nas escolas para proteção e conscientização de crianças e adolescentes contra a exploração online.
Presidente
A Presidente aprovou a emenda por votação.
Relator
O Relator propôs emenda para incluir concursos de formação continuada a professores sobre a valorização do brincar.
Presidente
A Presidente propôs a inclusão do texto em um parágrafo único e iniciou a votação.
Relator
O Relator propõe fiscalizar mídias e publicidade para proteger crianças de conteúdos adultos.
Presidente
A Presidente advertiu sobre extrapolação legal e sinalizou a conclusão da pauta.
Relator
O Relator propôs a inclusão de artigo que estabelece prazo de 60 dias para a entrada em vigor da lei de proteção à infância.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva solicita que o texto seja lido para registro formal.
Relator
O Relator propõe restringir o acesso de responsáveis a dados de menores, exigir notificação imediata de abusos aos órgãos de proteção, implementar programas educativos de responsabilidade digital nas escolas, fiscalizar algoritmos de redes sociais e promover a educação midiática para prevenir exploração e riscos online.
Presidente
A Presidente esclareceu que as novas considerações já constam na lei e convocou o relator para leitura do texto substitutivo final.
Secretária Executiva
A Secretária Executiva solicitou a revisão e aprovação final do texto que será levado à votação pela Câmara Mirim.
Presidente
A Presidente encerrou a sessão, comentou equívocos na fala e deu recados finais.
Plenarinho
O Plenarinho parabenizou os parlamentares mirins pelo excelente trabalho no projeto, reforçou que a sessão de amanhã não é competitiva e orientou sobre o uso obrigatório de uniforme e crachá.
Presidente
e para fazer a leitura da lei final. Começando.
Relator
O Relator propõe proibir perfis e exposição pública de menores de 13 anos em plataformas digitais, exigindo verificação de idade, impondo multas severas a empresas, penalidades a responsáveis e estabelecendo exceções para fins artísticos, esportivos ou educacionais, além de instituir diretrizes de educação digital nas escolas.
Presidente
A Presidente aprovou o projeto de lei, encerrou a reunião e parabenizou os participantes pelo trabalho realizado.




