COMISSÃO DE TRABALHO
Sobre o Evento
Comissão discute precarização do trabalho no Banco do Brasil com participação de várias autoridades e representantes sindicais.
Deputada
A Deputada abriu audiência pública sobre a precarização do trabalho no Banco do Brasil, estabelecendo os procedimentos da sessão e convidando os palestrantes para o debate.
Professora Titular da Universidade de Brasília e Pesquisadora Colaboradora no Departamento de Psicologia Social e do Trabalho. - Universidade de Brasília - UnB
A Professora Titular da Universidade de Brasília e Pesquisadora Colaboradora no Departamento de Psicologia Social e do Trabalho alerta que o Banco do Brasil utiliza uma "gestão pelo medo", baseada na substituição da gestão de pessoas por tecnologias de inteligência artificial. Esse modelo tecnofeudal promove vigilância constante, medicalização do sofrimento e adoecimento psíquico, sendo urgente a politização desses impactos para enfrentar a violência institucional.
Presidente - Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte - Fetec-CUT/CN
O Presidente - Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte - Fetec-CUT/CN defende o papel social do Banco do Brasil, criticando a perda dessa função em favor de uma lógica de mercado e gestão precarizante. Aponta que reformas, redução de quadros, fechamento de agências e modelos de gestão baseados no medo e na meritocracia individualista impactaram negativamente a saúde mental e as condições laborais dos funcionários.
Deputada
A Deputada anunciou a presença de dirigentes sindicais e convidou um representante para discursar.
Representante - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT - Contraf - CUT
O Representante - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT - Contraf - CUT denunciou a precarização do trabalho, o assédio moral e o adoecimento psicossocial de funcionários do Banco do Brasil, criticando a atual gestão pela falta de compromisso ético e pela falha na meritocracia, apesar das expectativas iniciais de melhoria.
Deputada
A Deputada criticou a ausência de representantes do Banco do Brasil na audiência, interpretando a recusa como falta de disposição para solucionar problemas, e citou críticas acadêmicas à gestão da instituição.
Deputado
O Deputado defende a preservação da saúde mental dos trabalhadores do Banco do Brasil, criticando metas abusivas e o adoecimento da categoria em uma gestão que considera opressora.
Deputada
A Deputada elogia a atuação parlamentar em defesa dos bancos públicos e abre espaço para a fala do presidente do sindicato da categoria.
Presidente - Sindicato dos Bancários de Brasília - BANCÁRIOS DF
O Presidente - Sindicato dos Bancários de Brasília - BANCÁRIOS DF denunciou a gestão privatista, autoritária e focada apenas em lucros imediatos do Banco do Brasil. Apontou o adoecimento dos funcionários devido ao assédio moral, à terceirização excessiva e à falta de reconhecimento profissional. Alertou para a crise no ambiente laboral e o risco de novas demissões e problemas graves em janeiro, destacando que a atual direção ignora os trabalhadores e a sociedade em favor dos interesses dos acionistas.
Deputada
A Deputada organiza as falas dos inscritos, limitando o tempo de cada intervenção para concluir a sessão.
Participante
O participante denuncia o adoecimento mental da categoria bancária devido à pressão, critica a falta de propósito social do banco, defende a valorização dos funcionários e prioriza o atendimento humano e seguro em vez da automatização excessiva.
Deputada
Vou passar para o Ronaldo Lustosa da Rocha e depois para a Tereza Cristina. Bom dia a todos.
Participante
O participante manifestou solidariedade aos funcionários do Banco do Brasil diante do clima de apreensão e gestão autoritária, criticando a ausência da presidência da instituição na comissão e sugerindo articulação política para assegurar o cuidado com os trabalhadores.
Deputada
Ronaldo, passar para a Tereza Cristina e em seguida para o Rafael Saldanha.
Participante
A Participante denuncia o etarismo no setor bancário, destacando a redução de postos de trabalho e a exclusão de funcionários com mais de 50 anos em cargos de liderança, contrastando essa realidade com o valor da experiência.
Deputada
Cristina, passo para o Rafael Saldanha e em seguida para o Adson.
Participante
O Participante critica a gestão do Banco do Brasil, apontando o desmonte de políticas de pessoal, a priorização do lucro em detrimento do espírito público e o agravamento do adoecimento dos funcionários sob a atual administração.
Deputada
Vou passar para o Adson e em seguida para a Samanta. Bom dia, companheira.
Participante
O Participante denuncia relações de trabalho produtivistas e competitivas no Banco do Brasil, destacando práticas de assédio, gestão pelo medo, humilhação e discriminação. Reforça a necessidade de proteger direitos trabalhistas contra a imposição de jornadas de oito horas e cobra da gestão um cuidado efetivo com os trabalhadores.
Deputada
Está para a Samanta e em seguida para a Leite.
Participante
A Participante denuncia a gestão assediosa, metas abusivas e o adoecimento dos bancários em instituições públicas, criticando a falta de valorização profissional e exigindo uma gestão feminina mais humana.
Deputada
A Deputada solicita o encaminhamento da palavra para Samanta, Sapa Gleite e Álvaro.
Participante
O Participante critica o projeto Inova Varejo pela exclusão de clientes não digitais e pelo adoecimento dos funcionários devido a metas abusivas, defendendo a manutenção do caráter social e do atendimento humanizado no Banco do Brasil.
Deputada
Glade, passar para o Álvaro e em seguida para o Ruiz. Olá, bom dia a todos e todas. Eu sou Álvaro Maricel.
Participante
O participante alerta sobre o adoecimento mental da categoria em Mato Grosso do Sul, agravado por metas abusivas, transferências punitivas e a banalização do uso de medicamentos entre bancários, criticando a ineficácia dos exames médicos periódicos.
Deputada
passar para o Ruiz e em seguida para o Enilson. Bom dia a todas e todos.
Participante
O participante, delegado sindical da área de tecnologia, denuncia a precarização do trabalho, o aumento da terceirização, casos graves de assédio moral e pressões por mudanças contratuais, além de criticar a postura intransigente da gestão e reivindicar diálogo com o sindicato.
Deputada
A Deputada cedeu a palavra ao Enilson e, posteriormente, ao Ricardo.
Participante
O participante critica a ausência do Banco do Brasil na audiência, aponta a crescente "fintechização" da instituição e alerta para o grave adoecimento mental dos funcionários, prometendo intensificar a resistência sindical contra o assédio e a falta de diálogo.
Deputada
A Deputada cedeu a palavra a Ricardo e cumprimentou os presentes.
Participante
O Participante critica a política neoliberal e privatista contra instituições públicas, denunciando o uso do Banco do Brasil como moeda de troca política e defendendo a mobilização dos trabalhadores para proteger direitos e empresas estatais.
Deputada
A Deputada agradeceu e passou a palavra às participantes.
Participante
A Participante relata o adoecimento emocional e a precarização da saúde mental da categoria bancária, solicitando uma gestão mais humanizada, o fim da cultura do medo e maior suporte para mães de PCDs frente às recentes reestruturações.
Deputada
A Deputada agradeceu, convidou a última inscrita para falar e anunciou o tempo para os integrantes da mesa.
Participante
O Participante denuncia o desfinanciamento da assistência à saúde, a ausência de plano de cargos e salários e a prática de chantagem por meio de comissões, que prejudicam a saúde e a estabilidade financeira dos bancários.
Deputada
A Deputada cedeu a palavra para as considerações finais dos convidados.
Presidente - Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte - Fetec-CUT/CN
O Presidente - Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte - Fetec-CUT/CN criticou o Banco do Brasil por priorizar interesses de investidores privados em detrimento de sua função social, denunciando a precarização das relações de trabalho, o desrespeito aos clientes, o adoecimento dos funcionários e a negligência da atual gestão com acordos coletivos.
Deputada
A deputada cedeu a palavra aos representantes sindicais presentes.
Representante - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT - Contraf - CUT
O Representante - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT - Contraf - CUT denunciou a precarização, a desumanização e o adoecimento dos funcionários do Banco do Brasil, criticando a gestão atual por manter práticas abusivas e metas excessivas que priorizam o lucro em detrimento do bem-estar dos trabalhadores.
Deputada
Fala, Jefferson. Vamos passar então a palavra para o deputado Bongás. Não, Erika Kukai, eu vim aqui...
Deputado
O Deputado manifestou solidariedade aos trabalhadores do Banco do Brasil e à atuação parlamentar em defesa de pautas trabalhistas. Criticou o modelo de metas abusivas que gera adoecimento, defendeu o fortalecimento dos sindicatos, a revisão de pontos da reforma trabalhista, o fim da escala 6x1 e a reversão de privatizações, ressaltando a necessidade de um Congresso mais alinhado aos direitos laborais.
Deputada
A Deputada concedeu a palavra ao presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília.
Presidente - Sindicato dos Bancários de Brasília - BANCÁRIOS DF
O Presidente - Sindicato dos Bancários de Brasília - BANCÁRIOS DF denunciou a gestão temerária do Banco do Brasil, citando o adoecimento dos funcionários devido à falta de pessoal, metas abusivas, preços pouco competitivos e estratégias de terceirização para burlar direitos trabalhistas. O sindicato defende um atendimento humanizado e combate práticas que precarizam o trabalho e excluem o público de baixa renda.
Deputada
A Deputada denunciou o adoecimento mental, o assédio moral organizacional e a precarização das condições de trabalho no Banco do Brasil, decorrentes da cultura de metas abusivas e instabilidade salarial. Propôs ações conjuntas com órgãos de controle e a presidência da instituição para enfrentar esse sofrimento.




