COMISSÃO DE CULTURA
Sobre o Evento
Comissão de Cultura discute Dia Nacional da Luta contra o Fascismo, com participação de diversas autoridades e acadêmicos.
Deputado
O Deputado abriu audiência pública para discutir a criação do Dia Nacional de Luta contra o Fascismo, visando fortalecer a memória histórica e o combate ao extremismo no Brasil ao completar 80 anos da derrota nazista.
CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH)
O CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH) defende a criação de uma política de Estado estruturada para combater o fascismo e o neonazismo no Brasil, destacando a ausência de dados nacionais unificados e a necessidade de ações institucionais, educacionais e culturais integradas.
Deputado
Mas aí segue, não, segue terminando, o que você diz? Dois minutos? Dois. Dois, dá? Dois para ser democrático, claro. Então tá bom, dois, coloca dois.
CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH)
O CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH) defende que o combate ao fascismo, neonazismo e discurso de ódio seja federalizado, modernizando a legislação atual para proteger efetivamente grupos vulnerabilizados.
Deputado
O Deputado propõe estratégias de combate ao fascismo, pesquisa nacional e federalização de crimes, antes de passar a palavra a uma especialista convidada.
PROFESSORA DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA NA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF)
A PROFESSORA DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA NA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF) defende a criação de um Dia de Combate ao Fascismo como ferramenta de reflexão e luta contra o neofascismo. Alerta que o fascismo contemporâneo é um movimento transnacional e camuflado, que se utiliza da retórica democrática para promover violência, exclusão e a eliminação do "outro". Destaca que o fenômeno se retroalimenta da crise do capitalismo neoliberal e da necropolítica, exigindo uma postura antifascista ativa, crítica e comprometida com a justiça social e a democracia.
Deputado
O Deputado defende que o projeto possui caráter político e simbólico de resistência ao fascismo, cedendo a palavra a especialista no tema.
PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
O PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) defende a criação de um dia nacional de combate ao fascismo como um acerto de contas do Brasil com sua própria história. Ele alerta para a continuidade do integralismo na política brasileira, a normalização da violência e a indiferença social como ferramentas de um fascismo estrutural, enraizado em práticas coloniais e agravado pela atual crise global.
Deputado
O Deputado celebrou a substituição do nome de um torturador por um militante assassinado na ditadura no Colégio Pedro II, destacando a importância da memória, da luta contra a naturalização da barbárie e da mobilização social para transformar datas simbólicas em ações concretas.
Coordenadora Geral do Movimento dos Direitos Humanos.
A Coordenadora Geral do Movimento dos Direitos Humanos defende a institucionalização de um dia nacional de luta contra o fascismo como estratégia de proteção à vida e defesa popular de ativistas em todo o território brasileiro.
Deputado
O Deputado denuncia o fascismo estrutural, a violência política e a misoginia no Brasil, criticando a negligência estatal, o retrocesso legislativo em direitos humanos e a perseguição acadêmica, reafirmando o compromisso de debater esses temas na Comissão de Cultura.
CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH)
O CONSELHEIRO DO CONSELHO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (CNDH) apoia o projeto como estratégia integrada de enfrentamento ao fascismo, neonazismo e discurso de ódio no Brasil.
Deputado
Acompanhado. Obrigado, Nicodemos. Tatiana.
PROFESSORA DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA NA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF)
Não tenho nada a acrescentar, estou perfeitamente contemplada. Mais uma vez agradeço a oportunidade de estar aqui com vocês hoje.
Deputado
Obrigado, Tatiana. Safatli.
PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
O PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) defende a memória como uma arma política essencial para a construção do futuro.
Deputado
O Deputado encerrou a reunião da Comissão de Cultura, informou sobre a possível votação de projetos de anistia e cassações no plenário e agradeceu aos participantes e colaboradores.




