COMISSÃO DE SAÚDE
Sobre o Evento
A audiência defendeu a valorização da clínica médica como eixo central e integrador do sistema de saúde, visando reduzir a fragmentação do cuidado, aumentar a resolutividade dos atendimentos e garantir eficiência no enfrentamento do envelhecimento populacional.
Deputado
O Deputado abriu audiência pública para discutir a valorização da clínica médica, destacando a necessidade de políticas públicas que reconheçam o papel essencial desse profissional no sistema de saúde e corrijam distorções no atendimento médico.
Presidente - Sociedade Brasileira de Clínica Médica de Brasília
Parabenizar a iniciativa do excelentíssimo deputado, doutor Luiz Ovando, que tem brilhantemente nos representado aqui nessa casa, trazendo realmente os temas relevantes para a medicina, para a saúde pública brasileira. Então, muito obrigada, deputado. Extensivo aos demais parlamentares dessa casa. Agradecer também a presença dos nossos colegas clínicos, que exercem a profissão diariamente, nas suas práticas diárias, e também, corajosamente, vieram aqui subsidiar com todo o rigor técnico, detalhes extremamente relevantes para pautar discussões necessárias para a construção da melhor oferta em saúde para a nossa população. abordar hoje aqui e como o professor falou sou professora Pronto. Sou professora médica e eu não teria como não iniciar minha apresentação bem didaticamente, trazendo aqui uma pintura clássica, mas que representa, por sobremaneira, A função, o olhar, o cuidado que o médico clínico faz sobre esse paciente. Na verdade, o pintor faz uma homenagem ao médico que cuidou do seu filho, que infelizmente foi a óbito, mas ele reconhece toda a dedicação que esse médico fez no cuidado ao seu filho, enquanto ele estava gravemente enfermo. também, de onde vem a etimologia da palavra clínica. Ela vem do grego clinique, que significa leito, originando clinikos, relacionado ao cuidado do doente à beira do leito. Então, quando a gente fala em medicina clínica, a gente já remonta a etimologia trazendo significado. Precisamos fazer apenas uma correção quando a gente fala em cuidado à beira do leito, observação à beira do leito, para não reduzir a extrema complexidade da clínica médica a um ambiente de cuidado. A clínica médica, então, durante o tempo, a medicina de modo geral, durante a evolução histórica, ela passou por mudanças e transformações tremendas devido à incorporação tecnológica, ao desenvolvimento científico, Foi principalmente no século XX, nos últimos 100 anos, onde houve uma mudança revolucionária no cuidar em saúde. A prevenção começou a ser preemente, a proteção, técnicas, medicamentos, enfim, protocolos. Por um lado, essa evolução científica imensa, que trouxe todo esse avanço ao cuidado em saúde, também trouxe a fragmentação do cuidado. Então, essa fragmentação do cuidado fez o indivíduo ser fracionado ou ser visto em forma de órgãos ou sistemas. E as especialidades também que exerceram um papel brilhante na busca cada vez maior da incorporação e da melhoria e do cuidado em saúde, ela onerou, de certa forma, todo ali um sistema. E quando a gente fala em onerar, não só sob o ponto de vista de custo efetivamente, mas de tempo do paciente. respeito do seu problema, ele precisa realizar exames, ele precisa retornar com esses exames, e isso dentro de um sistema, tanto da saúde suplementar, quanto do sistema público, é extremamente encarecedor, oneroso, difícil e não resolutivo. Então, por mais que sejam investidos em dispositivos em saúde, políticas, práticas, linhas, protocolos, todo esse processo, se a gente não tiver um eixo integrador de todo esse processo do cuidado, ele se perde na sua natureza e nas suas práticas. Outro dado extremamente importante, né, dessa papel de relevância do clínico, que a gente percebe sua mudança de atuação, como eu conceituei antes, para hoje, né, nessa fragmentação do cuidado, corrobora também a nossa transição demográfica e a transição epidemiológica da nossa população. Nós temos uma população que está envelhecendo e esse envelhecimento populacional ele vem carregado de multimorbidades. Então dificilmente, as nossas pesquisas nacionais mostram, é dificilmente há um envelhecimento sem nenhuma comorbidade. E às vezes não é só uma comorbidade, são várias comorbidades. Isso também requer um cuidado e um zelo, porque vem a polifarmácia e as interações medicamentosas e todo o acesso. Então, essa mudança nos modelos de atenção à saúde que hoje a gente tem, elas levam a um lado desfavorecido para o indivíduo na busca do seu cuidado integral e de uma referência em que ele possa confiar. se tiver esse cuidado integrador centralizado na figura do clínico, que é esse médico que faz todo o olhar integral, anamnese completa, integração de sintomas, etc. A gente está falando aí, mas nós temos 60% da população brasileira, é uma população adulta, então, na etapa do ciclo de vida do cuidado do médico clínico, de reinternação hospitalar, são altíssimas. Então, não garante que um paciente ter acesso a um cuidado hospitalar, se ele não tiver um cuidado horizontal integrado, ou uma boa orientação pós-auto-hospitalar, ele não vai internar de novo. Porque lá na ponta, às vezes, ele não consegue a continuidade do cuidado. Então, quem pensa nesse cuidado integral, quem pensa horizontalidade, quem pensa todo esse processo, a base de todo esse raciocínio, Então, nós temos aqui vários fatores, a gente subsidia aí tecnicamente com várias informações a respeito da relevância desse profissional que pensa de forma integrada no cuidado ao paciente. a resolução de casos complexos, da integração do cuidado, do manejo de multimorbidades, ela não se esgota com seis anos de faculdade. Ela requer dois anos, no mínimo, de vivência prática, à beira do leito, ao nível hospitalar. Quando a gente fala beira do leito, novamente, não estou me restringindo a um único ambiente, integrando todos os dispositivos de saúde, desde a sua prevenção até o seu processo de atuação e recuperação. Então, esse é o especialista em clínica médica, é o qual todos nós aqui fizemos, as nossas especializações, e exercemos essa atividade durante a nossa prática. Nós temos, não sei se o doutor Carlos Magno vai trazer algum dado, da demografia do CFM, também não vou me ater. da clínica, para depois o profissional, assim também como vários de nós, faz uma outra especialidade, aí sim aprofunda ainda mais os conhecimentos em determinado órgão, sistema ou área do saber. Então, nós já falamos da questão do problema, a relevância do médico especialista e há diversas competências extremamente qualificado. também não vou entrar no processo de formação porque a nossa colega doutora Aline também vai falar esse detalhamento aí sobre quanto melhor, obviamente, quanto melhor o processo de formação melhor esse profissional vai ser formado boas referências de professores boas referências de preceptores melhor ele vai ser formado mais resolutivo ele vai ser mas vai colaborar tanto com o paciente como sistema de saúde bom, então nós vamos aqui dois pontos específicos em relação à especialidade clínica médica, que é essa integralidade do cuidado, essa responsabilidade. O deputado, conversando entre nós aqui, é extremamente difícil ser médico. É uma profissão extremamente difícil. Não é fácil você... estudar tanto, ter a vida de uma pessoa, nós lutamos ali contra um fato que estamos sujeitos a ela, que é lutar contra a morte. Às vezes, nós não conseguimos vencê-la, aliás, nós não vamos conseguir, ela vai chegar. Mas nós podemos promover a qualidade de vida desse paciente, a reabilitação, todos os processos. Então, é muito difícil e é muito responsável. E a clínica ainda tem uma responsabilidade maior a respeito disso. Então, que faz todo esse propósito. Então, a integralidade do cuidado. E aqui eu vou deixar também uma mensagem específica. Quando nós exercemos a medicina, eu especificamente trabalhei por muitos anos nessa figura que é o rotinista hospitalar. O que é isso? É o médico que fica lá de segunda a segunda, em determinada aula, e trabalhava no hospital público aqui do Distrito Federal, em uma unidade de emergência, onde tinha uma enfermaria de leitos masculinos e femininos, com mais de 40, 50 pacientes. Eu e um outro colega éramos responsáveis por fazer a rotina deste paciente. E foi lá que eu aprendi a ter essa visão ampliada do que é o Sistema Único de Saúde relevância do cuidado para fora dos muros e depois quando ele sai da auto hospitalar, porque por mais que eu fizesse naquela internação, semana que vem ele retornava. novamente, às vezes com o mesmo problema que ele teve a alta. Mas o que é essa relevância desse rotinista? Eu conhecia todos os pacientes que ali estavam internados. Eu sabia controlar o tempo de internação deles. Eu sabia por que ele não realizou aquele exame. A gente sabia coordenar, conversar com um colega parecerista para adiantar aquele caso. A gente conseguia perceber o agravamento desse paciente e transportá-lo para uma unidade. inexoravelmente é uma medida de gestão de cuidado extremamente avançado e que diversos países Temos experiência já relatada nos melhores papers mostrando isso em relação à diminuição de custo, porque é extremamente caro um custo, um cuidado hospitalar, envolve muitos profissionais. Né? Então, nós tínhamos uma equipe multidisciplinar que trabalhava esse processo. Então, nós temos aí a questão da diminuição de dias de internação, a diminuição de mortalidade, todos esses... E dados que podem corroborar. E os benefícios, tanto para o paciente, quanto para o sistema de saúde e para a sociedade, de modo geral, quando a gente pensar em retomar valorizar Quando eu falei que é difícil, porque realmente a gente não tem o olhar e a valorização e a compreensão da gestão sobre essa prática tão detalhista, mas que faz tanta diferença na vida da pessoa. Bom Eu gostaria de agradecer e eu trouxe, deputado, se puder, um videozinho de dois minutos, que a Sociedade Clínica Médica de Brasília preparou... para mostrar um pouquinho como é que é esse entender do cuidado da clínica. Obrigado.
Deputado
Muito obrigado, doutora Viviane. Realmente bastante lucidativa e síntese daquilo que realmente é. verdadeiramente a clínica médica. Eu aproveito aqui para fazer referência. A Bruno Cardoso Araújo. da assessoria parlamentar do Ministério da Saúde. Obrigado. E quero registrar a presença de dois colegas deputados, doutor Geraldo Rezende, Mato Gros do Sul Dr. Osmarco Ferro. Hoje pela manhã me confundiram com você lá no aeroporto, viu, Osmar? Já saiu, né? Não. E aí Não. Obrigado. Não, eu inclusive dei um detalhe, viu? Falei, ó, você vai achar fácil, né? A pessoa já nasce o passo. Obrigado. Mas, doutor Geraldo Rezende, gostaria de usar a palavra... Obrigado. Osmar o Carlos vai falar, logo depois você fala, ou Olha, eu já te alterna. Carlos Wagner, você tem 10 minutos para a sua apresentação, por gentileza. Não. Obrigado. Obrigado. Paulo, Paulo. Volta o meu tempo aí Pode deixar que nós aburramos. Tchau. Obrigada. Bom dia. meu nome é Carlos Magno Prédio da Lapícola, sou...
Representante - Conselho Federal de Medicina
Bom dia. Meu nome é Carlos Magno. Prete da Lapícola, sou conselheiro federal pelo Estado do Espírito Santo. e hoje eu coordeno a Câmara Técnica de Medicina de clínica médica do Conselho Federal de Medicina. Agradeço o convite, deputado Luiz Ovano, que tem sido um parceiro nosso. Inclusive, já algumas vezes esteve na nossa Câmara. aos colegas do presente. deputado Osmar Terra, que sempre doutor Lelo fala muito bem do senhor. E doutor Rogério Rezende também. Geraldo, Geraldo Rezende, do Mato Grosso do Sul. Doutor Mauro, mando um abraço para vocês dois. A parte que me cabe aqui... é apresentar alguns dados estatísticos sobre a nossa profissão. a nossa especialidade de clínica médica Hoje, nós temos uma quantidade maior de médicos especialistas... Desculpa. de médicos generalistas, aqueles que não têm especialidade, em relação às especialidades. não tem nenhum conflito de interesse. na apresentação, embora seja clínico, que tem residência médica em clínica, no hospital do Andaraí e em medicina do trabalho. Bom, inicialmente, Parte do assunto aqui, Viviana já abordou. A clínica emédia desempenha um papel estratégico da organização de assistência especializada, coordena o cuidado de pacientes complexos, integra diferentes especialidades, atua como base de assistência hospitalar e realiza diagnóstico diferencial. Isso é muito importante, o diagnóstico diferencial. porque ele nos encaminha para fazer uma solicitação de exames e uma propedeutica adequada sem ficar fazendo exames para tentar achar a doença que o paciente tem. Na verdade, a anamnese, o exame clínico... é muito mais importante do que solicitar o exame inicialmente. E a especialidade de clínica médica ela é uma referência nisso, Eu já estou formado há mais de 40 anos. E quando eu fui fazer minha residência, nós tínhamos basicamente como armas, um estetoscópio, um aparelho de pressão, E ultrassom era uma coisa raríssima. da gente lançar a mão. Tomografia, então, nem se falava nisso na época. e era o raio-x. Então, o clínico tinha que ter muito conhecimento básico para começar a olhar o paciente... fazer um hipótese agnóstico nos tais amos específicos, se a gente pudesse esclarecer e atuar em cima daquele paciente. Hoje nós temos no Brasil o último levantamento do Conselho Federal de Medicina, na demografia médica, cerca de 40 mil médicos especialistas em clínica médica. Como está desatualizado, está de 2024. Talvez seja um pouco maior esse número. A densidade 19.69, especialista por cada 100 mil habitantes. é a especialidade que tem o maior número de médicos especialistas, por número de habitantes. corresponde a 10, 12% das especialidades no Brasil. A distribuição, nós estamos vendo que, ultimamente, as mulheres, as meninas, as senhoras têm ganhado mais espaço na clínica médica. E nessa projeção a gente vê aqui cada vez mais... as mulheres estão se formando, fazendo o Clínica e Médicos à residência, E atuando. E uma particularidade, a clínica médica ainda são dois anos de residência médica. e muitos dos colegas fazem a residência como pilar básico depois ir para uma especialidade. Então, de repente, desses 40 mil médicos hoje no Brasil, 40, 41 mil, 42 mil, nem todos exercem a clínica médica parte faz a clínica médica e depois faz uma opção por uma especialidade, já que é uma área básica em algumas especialidades. Isso aí é um percentual, hoje, de clínico distribuído em cada estado do Brasil. Como sempre, São Paulo é um diferencial, mais de 8 mil clínicos, meu estado, Espírito Santo... 1032... médicos ou uma especialidade em clínica médica. E isso é importante. que, como foi dito aqui, Se você tem uma boa formação do profissional clínico, uma residência que você aprenda você com certeza, principalmente do SUS, se vai gerar economia na solicitação de exames e no direcionamento do tratamento dos pacientes. Hoje, no Brasil, nós temos por volta de 602 programas de residência médica, 8.400 vagas. 7.007 vagas ocupadas. e uma... Um dado preocupante. parte de 16% das vagas de residência em clínica médica estão ociosas. Tal qual as medicinas, família e comunidade. Isso é um problema principalmente para o SUS hoje. nós temos vagas disponíveis de residência médica e não temos médicos interessados em fazer residência médica. e tem vários fatores que explica isso aí, um dos fatores é a baixa remuneração da residência. R$ 4 mil, bruto para qualquer médico que vai fazer uma residência, Rio, São Paulo, Paraná, isso não dá para fazer a substância dele. tem mais 30% de bolsa residência. não dá para o colega sobreviver especificamente para estudar e conseguir sobreviver com os valores que a residência paga. Isso não é só para clínica médica não, qualquer outra residência no Brasil os valores são similares. e às vezes nós temos até locais em que o colega Paga... para poder fazer os seus estudos. então essa realidade que a gente tem que encarar Tem que enfrentar e tem que melhorar para o colegas se dedicar hoje a uma residência médica, e eu digo clínica médica, que basicamente vai viver de consultas e não de procedimentos. ou de realização de exames ele tem que ter uma base forte e tem que ter uma importância para ele conseguir superar essa fase, fazer sua residência e ir para o mercado de trabalho e ser remunerado dignamente, já que durante a residência vai ser difícil ele conseguir fazer isso. A minha residência no Rio de Janeiro, na época, no Andaraí, eu consegui fazer residência só fazer residência conseguir arrumar uma casa, casar e é festa de casamento. Hoje a situação é completamente diferente, tudo é muito diferente hoje, os custos são bem maiores morava em hospital para economizar, mas tudo isso são fatos que a gente vive no dia a dia da formação da residência, especialmente da clínica médica. Os programas de dança emérdita estão especificados, todo o Estado brasileiro tem algum programa de residência médica São Paulo, para variar, é o que tem 121 programas de clínica médica, com... 2.400 vagas oferecidas e 1970 vagas ociosas e a gente vê em qualquer dos estados brasileiros onde diz residência médica todas elas nós temos vagas É... É... as vagas autorizadas e as vagas ocupadas. E temos um percentual de vagas ainda ociosas na grande maioria dos nossos estados. E isso é preocupante. para o futuro da nossa profissão como especialidade médica. A clínica médica, nós julgamos ser o pilar da assistência especializada no Brasil. é por onde tudo começa é onde a boa formação de colega capaz de fazer uma hipótese de agnóstico pedir exames e depois, se necessário, encaminhar para o clínico. Quando eu comecei, cheguei em Vitória, com minha residência médica, Eu tive condição de trabalhar em uma UTI, são poucas as pessoas tinham especialidade de UTI, trabalhei em pronto-socorro como emergencista mais de 20 anos e a minha formação me permitiu que fizesse todos esses atendimentos com uma garantia do saber. que eu aprendi na minha residência de quinta médica, o estudo dedicação, A gente abdica de algumas situações que tinha na época, em função de tomar boa formação E graças a isso, a gente consegue disponibilizar para a população um atendimento diferenciado do conhecimento daquilo que você adquire, na sua residência médica ou na sua formação durante a graduação como médico. A expansão da formação e a internalização da expectativa são estratégias fundamentais para a gente manter. o clínico atuante, o clínico bem informado e o clínico que vá para um local que ele tenha condições de fazer um atendimento adequado à população. É por isso que nós temos que servir à população, E se temos que servir à população, temos que ter uma boa formação para ter a garantia de que a população será bem atendida. dentro da precariedade que hoje existe no Brasil, quando mais afastado dos grandes centros. e essa realidade, qualquer estado do Brasil, e o meu estado é um estado pequeno, o Espírito Santo, um estado pequeno, E mesmo assim, nos rincões, nós tínhamos alguma dificuldade de ter clínicos disponíveis... para fazer o seu atendimento. E isso eu defendo a minha especialidade, é a área básica que nós temos que ter uma atenção especial porque a partir dali, ele tem condições, com certeza, com uma boa formação, resolver E o doutor deputado Wanderl. por volta de 60% dos problemas... o clínico tem condição de resolver... na sua prática. no seu dia a dia O restante são as especialidades... e às vezes as subespecialidades. mas que o papel preponderante do clínico aí, no início do atendimento, é essencial para para que o atendimento seja direcionado de um modo mais... de um modo mais Efetivo. Agradeço aí, dentro do meu tempo, estaremos à disposição aqui para os questionamentos no futuro. Obrigado, deputado.
Deputado
Muito obrigado pela exposição, pelo alerta, pela ênfase demográfica na condição médica, tanto do ponto de vista de formação, como do ponto de vista também de especialização. Obrigado. O floor is right there. Gostaria de fazer a sua contribuição. pela sua experiência. Alô. Tenho um ano a mais de experiência
Deputado
O doutor Luiz Ovanto. Obrigado. Mas ele continua exercendo. Eu parei quando entrei na área pública. política pública. Mas, assim, eu quero lhe cumprimentar, doutor Luiz Ovando, pela iniciativa. Eu acho que foi... É uma boa... O senhor é a voz ativa aqui em defesa da clínica médica, aqui no Congresso Nacional... E é muito necessário que ela seja fortalecida, como formação... como prática médica, né? Eu até achei o Carlos meio... pessimista, eu acho que um bom clínico resolve 80% dos problemas aqui. O resto é coisas mais sofisticadas, se exigem exames mais sofisticados. E aí entra na área da neurologia. Eu, quando criei, tenho muito orgulho disso, criei as primeiras equipes de saúde da família do Brasil, em Santa Rosa, em 94 já tinham equipe de saúde da família, Olá. O nosso compromisso era resolver 80 a 90% dos problemas no posto de saúde sem encarar. sem precisar de internação nem de especialista. Obrigado. Isso nos deu em dois anos, Dr. Carlos. Se reduziu em 40% a internação hospitalar. que as pessoas eram internadas, depois iam ver o que ela tinha, era uma coisa... não tinha prevenção, não tinha equipe de saúde no bairro, né? Então, isso foi uma mudança importante, na época que a gente criou carreira, uma carreira pública para os profissionais, uma boa remuneração, mas era dedicação exclusiva, eles não podiam ter outro emprego, nem consultório. A única atividade permitida, além dessa, era de docente. Mas eu estou contando essa história para dar razão ao doutor Luiz Ovanto, porque... Eu acho que todo médico devia ter uma formação sólida em clínica médica e depois ir para uma área... de especialidade se ele quisesse. e ser bem remunerado, porque isso... Isso evita a internação hospitalar, numa escala muito maior do que qualquer área especialista. Hã? Eu tinha um professor... Eu me formei em 73, minha turma. na UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro. E a primeira aula que eu tive foi uma aula... magistral lá do professor Álvaro Fraz da Fonseca. que era o antigo catedrático de anatomia da faculdade. E ele disse uma coisa que me marcou, nunca mais esqueci. Ele disse, olha... vocês têm que ter, não podem perder a noção do todo, vocês têm que ter a noção do ser humano integral, não é? O que está acontecendo hoje é uma distorção do ensino e da profissionalização dos médicos, que cada vez as pessoas se especializam mais, mais, mais, mais, mais, e daqui a pouco elas vão acabar sabendo tudo sobre o nada. Não. Então, ele fez naturalmente uma alegoria, assim, um... Exagerou, mas eu acho que esse é o desafio que a gente tem. Então eu quero... A primeira coisa que eu quero falar é isso, é cumprimentar o Luiz Ovando pela luta dele. e eu sou solidário com eles, sou parceiro nessa caminhada, né? A segunda coisa que eu quero falar é... sobre a formação dos profissionais. Hoje nós estamos com... uma aberração no Brasil. Criaram um programa Mais Médicos, que no fundo é um programa para criar faculdade particular de medicina em grande escala. Ah... numa escala enorme, que não tem corpo docente no Brasil para acompanhar isso. Então, nós estamos formando profissionais... que com graves deficiências, E está se tornando, isso vai ser... Só para dizer que tem médico, só para dizer que tem mais médicos, Estamos formando profissionais de tudo que a gente, e trazendo profissionais de fora também, né? de outros países até, para atender, onde não há atendimento... a de profissional né Mas com essa desculpa, na verdade, se criou um... uma linha de produção de caça-níqueis. Agora, essa prova que o MEC fez, mostrou isso com clareza, eu acho que 20, 30%... nas faculdades não estar fechadas, nas faculdades que tem hoje. Tem cinco vezes mais faculdade de medicina hoje do que tinha, acho que há 20 anos atrás. Então está uma situação, está dramática. Eu não quero que a pessoa, por mais humilde que seja, Tenham atendimento... É... desqualificado de um profissional Porque ela tem que estar no programa Mais Médicos. Eu quero que ela tenha uma criança na vila mais pobre, tenha o atendimento de ter meu filho. Tem um profissional que entenda o problema de saúde dela... ou da doença, como... um profissional que atende o meu filho. O... Nós não podemos submeter a população brasileira a uma medicina desqualificada. E depois uma medicina especializada, porque o que está acontecendo aqui no posto de saúde... Hoje não se resolve nem 30% dos problemas de saúde. Então, se encaminha tudo para especialista ou se pede uma montanha de exame, eu acho que o... O Carlos Magro fez isso com essa... diagnóstico com bastante precisão se encaminha tudo é caríssimo Só o que um médico de um posto de saúde pede de exame, porque não examina direito o doente, não tem qualidade o exame que ele faz, não ouve o doente, ouve o doente é metade do diagnóstico. O doente conta a doença que ele tem. Se tu tiver tempo para ouvir. Se não tiver tempo para ouvir, é exame, tomografia... ressonância... tomografia comissão de pósitrons. Isso aí é uma fortuna. São exames caríssimos e o profissional... Não resolve o problema e encaminha depois para um especialista. Então, por isso que nós estamos com as filas grandes hoje no Brasil... Nós estamos com fila de tudo. E não adianta fazer mutirão só, porque o mutirão ele resolve um momento. no mês seguinte, dois meses depois, três meses depois, já tem a fila maior ainda do que estava. Nós temos que qualificar a atenção básica e qualificar... o trabalho de um clínico, que eu acho que tem que ser um bom clínico, Sempre tem que ser um bom clínico e tem que... Concurso público, dedicação exclusiva, salário elevado, tem que ser uma carreira de Estado... para o profissional que atende, não é só o médico, não, é a enfermeira, todo mundo que atende no posto de saúde. tem obrigação de ter um compromisso com o resultado em saúde. E com profissionais concursados e qualificados. Hoje é terceirizado, quarteirizado, pejotizado. O profissional vai lá só para ganhar o dinheiro dele... atende rápido todo mundo e vai embora. Então não tem compromisso com o resultado em saúde... Nós temos que ter, inclusive, um prêmio no final do ano para o profissional que atendeu... que reduziu, melhorou os indicadores de saúde, tem que ganhar um salário a mais, dois salários a mais, sob forma de bônus, de forma que tiver. Por isso que a gente está com a PEC 9, né, doutor Luiz Ovando, eu acho que é... essa PEC 9 que está lá na Comissão de Constituição e Justiça, ela cria, ela abre a possibilidade de criar carreira de Estado. Para a atenção básica. Eu acho que a atenção básica é tudo. Ela é quase tudo. no atendimento. E o personagem central é um bom clínico. Então, eu só queria fazer essa referência aqui, de cumprimentar. E dizer que eu acho que nós estamos na hora de a gente enfrentar isso aí, porque está um descalabro... Eu me sinto envergonhado de ver a forma como foi conduzido esse programa Mais Médicos aí. que na verdade é mais faculdades de medicina caça níquel. É isso que está acontecendo. Obrigado.
Deputado
Dr. Osmar Terra realmente sintetiza exatamente a crise que nós estamos vivendo. Assunto extremamente palpitante, importante, e nós temos que buscar solução para isso. Eu quero convidar aqui... Aline Cabilli e a Ria, vice-presidente da Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais, para o seu pronunciamento. e dizer aos colegas que estão online que nós vamos alternando aqui agora. apresentação presencial e online. Então, logo em seguida, nós vamos chamar o doutor Pedro. Barros, após a apresentação da doutora Lini. doutor Pedro, que fará a sua exposição. Doutora Línia, a senhora tem 10 minutos para a sua apresentação. Obrigada. Obrigado. Bom dia a todos.
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
Vamos... Inicialmente, eu gostaria de... agradecer. O Dr. Luiz Ovando, pela iniciativa, é a segunda vez que nós temos oportunidade de conversar sobre a clínica médica. E esse seu empenho nos traz muito orgulho e agradecemos em nome da clínica médica, de Minas Gerais por nos trazer aqui também junto com toda essa audiência. Gostaria de cumprimentar, o Dr. Carlos Magno não está aqui, mas a comissão, o Conselho Federal de Medicina que também nos representa aqui no Brasil. E toda a audiência que está aqui. Eu sou clínica médica, por natureza, eu tenho um outro RQE de medicina intensiva, mas eu exerço a clínica médica e isso me traz muito orgulho. E isso eu faço através de Formação de médicos, eu tenho 35 anos formada e há 31 anos eu formo ou para os colegas clínicos. Então, eu trabalho com residência médica. Nós vamos falar sobre alguns temas que já foram abordados, da valorização do clínico, mas nós vamos pincelar. sobre a formação médica, trazendo alguns conceitos que talvez a gente consiga aprofundar, não hoje, porque o tempo... mas em alguma outra oportunidade, que eu acho que a residência médica merece todo esse empenho por parte do Congresso para que ela se firme cada vez mais como sendo a modalidade... para grão ouro, Lato Censo de formação. do especialista. E isso é uma coisa importante a gente falar. O clínico geral, ele é um especialista. Ele é um especialista. Eu termino a faculdade e me especializo em clínica médica. E uma coisa, o doutor Luiz, ele falou uma coisa, pontuou muito bem sobre os conceitos de clínica médica, e só por curiosidade, o termo medicina interna, inere medizin, ele vem da Alemanha, no final do século XIX, quando os médicos americanos foram para a Alemanha e... tiveram contato com os médicos que saíam do laboratório, das salas de aula, e iam até os pacientes para atendê-los. Então, esses são os médicos internistas, mas que, aqui no nosso contexto, são os clínicos gerais especialistas. Eu pensei muito no tema dessa nossa apresentação, coloquei a construção, porque foi uma forma que eu consegui de expressar o que é a clínica médica. A clínica médica é uma construção. Obrigado. E ela faz o quê? Ela traz uma visão global do corpo humano, ela integra os múltiplos sistemas, ela tem, como a Viviane muito bem colocou na palestra dela, Uma horizontalidade para poder abordar de forma adequada o paciente, vendo ele como um todo e não apenas como uma doença. Ele consegue fazer isso fazendo essa integração de todos os nossos... nossos sistemas respiratório, cardiovascular, glandular, gastrointestinal, renal, sistema nervoso central, saúde mental, saúde mental, hoje o burnout está aí, em 2022 foi colocado como sendo... uma doença ocupacional, e o clínico tem essa integração também com a saúde mental. Nós temos aí um perfil do especialista em complexidade, ele tem um senso crítico, ele é capaz de atuar em ambientes que são desafiadores, que vão desde a emergência, passando pelas enfermarias e no pós-hospital. entre todas as informações dos pacientes e tentar trazer uma solução que faça com que esse paciente consiga ter... saúde, vamos dizer assim, não gastando pouco, mas gastando o necessário. Não é, deputado? Acho que isso aí é muito importante o que o senhor colocou. E quem são esses médicos? Eles também são os internistas, os médicos da medicina interna, é uma denominação, mas eles têm uma formação acadêmica sólida. Médicos com uma formação específica, é aquele médico que aborda o paciente de forma holística. E, para conseguir isso, a gente tem a graduação, a residência... em clínica que atualmente são em dois anos, mas na maior parte dos países de primeiro mundo, são três anos de formação, é interessante a gente deixar isso aqui, e ele, ao término, ele tem a opção, de ter uma subespecialização. E olha que interessante, a clínica médica é a especialização. Ser cardiologista, ser pneumologista é uma subespecialização, ou seja, ela vem... depois da formação do clínico e isso é muito importante. A professora Vera, lá na Comissão Nacional de Residência Médica, há muitos anos atrás, ela colocou a clínica médica como sendo obrigatória para a formação dos subespecialistas e isso é muito importante, junto com o professor Antônio Carlos, que conseguiu trazer isso para nós. E a residência médica, e agora é o meu tema, a minha paixão, vamos dizer assim, ela faz o quê? Ela faz uma formação baseada em competências... Eu consigo aqui o pointer, não é? Ah, não funciona. A formação baseada em competências, um ambiente de trabalho baseado em evidências, e ambos vão conseguir trazer bem-estar profissional e uma eficiência organizacional. misacional dentro dos hospitais e pós-hospital. Como é que a gente consegue fazer isso? E agora eu vou trazer alguns conceitos que são atuais na residência médica e que todos nós vamos ter que nos familiarizar com eles. Um são as comunidades de prática. As comunidades de prática... Elas são uma forma que a gente tem de promover uma aprendizagem compartilhada, redes de relacionamento, compartilhar as melhores práticas e superar obstáculos. Ela é formada não só por médicos, mas com pessoas de todas as áreas de saúde. E ela é a melhor forma, dentro da residência médica, de formar o nosso profissional. Ela vai estabelecer um senso de colaboração, a multidisciplinaridade, que sempre traz consigo a excelência, a excelência não está em nós, está em todos, e criar espaços para colaboração e integralização. E a residência médica, ela é justamente esse equilíbrio que a gente coloca. E aqui eu trago três conceitos que são muito importantes. As EPAS, que elas, num outro fórum a gente vai poder conversar melhor, que são as atividades profissionais confiáveis. É dessa forma que a gente forma hoje. o nosso médico e principalmente o clínico. E aqui eu faço uma alusão a Minas Gerais, que sai na frente na criação de EPAS, não só na clínica médica, mas na cirurgia geral, na medicina de emergência, que é uma forma de você avaliar realmente se o seu profissional, que está se formando ali na residência médica, à beira-leito, com um preceptor, que é um outro assunto que a gente pode ter oportunidade de conversar em outra oportunidade, não de uma forma linear, mas de uma forma ali, ao lado do seu residente, se ele realmente está aprendendo. O que eu quero dizer com isso? Eu não tenho que aprender a funcionar um acesso central, ou fazer uma palpação, uma auscuta, em 30 dias, que talvez seja o prazo que a gente coloque. Eu tenho que aprender a fazer isso e saber avaliar isso. Se eu conseguir fazer isso em uma semana, eu já posso partir para uma próxima competência e, assim, fazer uma formação sólida e segura. e não simplesmente dar um diploma para o meu paciente. E se eu consigo avaliar como? Participamos, logo existimos. feedback, avaliação somativa, avaliação formativa. Isso é a residência hoje. A residência hoje, ela é técnica e ela pode ser avaliada, pode ser construída e pode ser mensurada e entregar um profissional de qualidade, para a sociedade. O que eu quero dizer com isso? Por que eu estou falando isso? Porque a residência é... Não vou falar que é o melhor. Eu acredito Ele é o único caminho que a gente tem para conseguir formar bons profissionais confiáveis. E aí a residência médica, ela vai, através da graduação, formar o clínico geral, o especialista em clínica médica. E esse especialista, ele se desdobra. Como? hospitalista, e aqui vem um novo conceito para vocês, que eu acho que a gente tem que começar a falar. O hospitalista é aquele que faz a integralidade do paciente que está hospitalizado, através do comanejo, que é um outro conceito que a gente traz aqui também, que é realizado dentro do hospital, em que o clínico que representa 90% dos hospitalistas, mas é ele que faz de uma forma equilibrada, integralizada a abordagem do paciente, de forma que ele não se perca em inúmeros especialistas, mas que ele tenha ali uma condução sólida que permita. E isso aí impacta diretamente nos custos, como o deputado Osmar colocou, em menor tempo de internação. E esse papel do hospitalista... ele é do clínico. E aí a gente tem realmente uma integração entre essas duas atuações do médico como atuante dentro do hospital. Ele também é um educador, nós somos, pela nossa capacidade de atuar em todos os sistemas, educar de uma forma global e sermos gestores, para o paciente, vendo ele como egresso, estamos nos ambulatórios da rede pública de saúde e da rede privada. E, depois disso tudo, se eu quiser... eu posso me subespecializar. Esse trabalho eu trouxe, eu trouxe só um único trabalho, Esse trabalho é do New England, foi publicado em 2025, e ele coloca para a gente, depois, quem tiver interesse, com a referência, os meus colegas, ele fala justamente isso, se eu não tiver uma ponte... integrando toda a abordagem do meu paciente, eu não vou chegar a lugar nenhum. E esse trabalho, ele coloca justamente isso para nós. Então, eu vou atuar no ambulatório, atenção primária, no hospital... como hospitalista, gestão, educação e nas políticas de saúde. Eu vou ser uma base de liderança, eu vou atuar em equipes multiprofissionais, vou influenciar decisões e vou fazer essa integralização. Eu peço só mais um pouquinho para terminar. A continuidade, ela é primordial. É essa linha que a Viviane também colocou de horizontalidade do médico clínico como defensor confiável da saúde do paciente. E aqui eu queria só colocar todos os desafios da clínica médica, vou passar de uma forma mais rápida, mas é que a medicina baseada em valor, personalização, humanização, integração, tecnologia, educação continuada, ela está dentro da clínica médica, como principalmente porta de entrada e nós somos aqueles que estão ali, lá no SUS, lá nas UPAs, lá nas emergências, saúde, de universalidade, integralidade e equidade. Pela nossa formação, nós conseguimos ter essa abordagem. Somos a base do atendimento, entendemos as conexões e E, com isso, estamos aí com a ciência aliada à prática. A mensagem final, a clínica médica é o alicerce do cuidado em saúde do adulto, pela sua visão holística, humana e integrada, essencial para o presente e o futuro da saúde. Nós enxergamos as coisas de uma forma diferente, de uma maneira única, que nos permite analisar, liderar e humanizar, a assistência à saúde em diversos contextos e funções. Isso aqui A Niki De Fale é uma artista plástica do século passado e que mostra justamente o que é o clínico. Essa obra dela é uma apresentação em que ela traz essas duas apresentações em que ela consegue mostrar como o clínico integra realmente. E aqui eu queria passar esse depoimento à Tânia Macial, que é uma inspiração para a gente em Minas Gerais. pela formação sólida de todos os médicos, inclusive da clínica médica. Ela é infectologista, professora universitária, mas ela fez clínica médica no Sara Kubitschek, um hospital federal, quando ele ainda era hospital geral, e ela trouxe esse depoimento para nós, que eu gostaria que vocês ouvissem. Muito obrigada. Obrigada.
Deputado
Eu queria só colocar uma... Uma frase que eu há muito tempo elaborei, que clínica médica é o amálgama que integra todas as... as funções orgânicas. Realmente... É aquele que compreende, essa é a síntese que a doutora... Aline coloca. Dando continuidade, vamos passar... Agora o doutor Pedro. Obrigado. Obrigado.
Diretor - Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Bom dia a todos. Eles se conseguem ouvir. Deixa eu só te apresentar.
Deputado
É que eu dormi no ponto aqui e deixei passar. Pedro Barros, que é diretor da Sociedade Brasileira de Clínica Médica. Desculpa, Pedro, você tem a palavra, dez minutos... E... Caso precisar de mais tempo, dê o sinal e a gente concede. Muito obrigado.
Diretor - Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Perfeito, muito obrigado. Conseguem me ouvir bem? Favons. Então, primeiramente, bom dia a todos, excelentíssimo deputado Luiz Ovando, deputado Geraldo Resende Osmar Terra os demais que estão presentes, senhoras e senhores, autoridades, colegas, especialmente os representantes da clínica médica aqui presentes, Eu não vou... apresentação em slides e tentarei ser breve então com o objetivo justamente de deixar esse momento mais livre para acrescentar, porque certamente... boa parte dos tópicos que eu iria trazer aqui, já foram trazidos previamente pelos meus colegas, os quais eu congratulo pelas brilhantes apresentações e assim embaixo em tudo que foi trazido até agora. Nesse momento, eu gostaria de trazer três pontos principais para acrescentar ou aprofundar e que foram alguns deles inclusive mencionados previamente mas aqui trazendo uma perspectiva de uma discussão mais assertiva de como a gente conseguiria implementar na nossa prática, e trazer, que é o grande objetivo dessa audiência tão importante, a valorização da clínica médica, do especialista em clínica médica. eu acho que o primeiro ponto seria justamente um modelo que muito bem dito pela doutora Aline, já desde a formação do clínico, durante a residência, de trabalhar com as suas práticas baseadas em evidência, e isso nortear as grandes decisões do médico, mas sem perder a essência da medicina, de todo o raciocínio clínico que é desenvolvido, porque sem essa base muito bem estruturada, muito bem fundamentada, eventuais inovações que possam vir na nossa prática clínica, elas não serão bem aproveitadas. Pelo contrário, poderão inclusive trazer risco no cuidado populacional. Então, há uma situação em que... essa necessidade de trabalhar com as práticas baseadas em evidências, elas têm que estar muito bem acopladas a uma boa formação do médico, não só na sua graduação, que infelizmente a gente viu recentemente no exame nacional a falha, que tivemos nos nossos alunos de medicina. e isso não é nada inesperado, aquela situação que a gente chama até de uma profecia autorrealizável. Se você tem uma abertura indiscriminada das escolas médicas, se você não tem uma estrutura adequada na formação do médico, o produto final não será diferente daquilo que você já se espera. E, obviamente, essa prova foi só uma constatação disso. nesse modelo de práticas baseadas em evidências, que seria o ponto inicial da minha fala, Eu acho que a gente tem que trazer agora um segundo ponto que foi mencionado pela doutora Aline, até uma visão mais ampla de como a gente consegue entregar esse cuidado e saúde mas através do conceito de valor em saúde. O conceito de valor em saúde que eu já trabalho há mais de 15 anos discutindo e tentando implementar isso em diferentes cenários, no meu caso particularmente uma rede verticalizada de saúde, A gente trabalha sempre buscando o melhor desfecho para o paciente, ao menor custo possível. E é importante colocar nessa sequência, porque quando a gente vê a fórmula do valor em saúde, a gente vê o desfecho do paciente. e ver o custo. pensando do ponto de vista matemático, reduzir o custo poderia entregar mais valor Mas, obviamente, essa redução de custo, se ela gera um pior desfecho para o paciente, não gera valor para o sistema de saúde. Então, a gente tem que buscar o melhor desfecho, ao menor custo possível. E isso, a gente tem um caminho muito grande para avançar. Por quê? Porque mais de 20% do custo em saúde... é relacionado a desperdício em saúde. Então, a gente consegue entregar, sim, um ótimo desfecho para o nosso paciente, mas ao mesmo tempo sendo eficiente reduzindo o custo, o que em última análise traz aí valor em saúde. Esse é um cenário que parte de uma premissa também inicial, que é a pertinência daquilo que vai ser feito para o paciente, ou a própria habilidade. Obviamente, eu vou colocar aqui um cenário prático, Se você faz uma angioplastia no paciente, uma angioplastia coronária, esse paciente recebe alta no mesmo dia que inclusive foi uma medida que a gente implementou a mais de 10 anos atrás para angioplastias eletivas o nosso paciente de baixo risco poderia receber alta no mesmo dia. Entretanto, Se essa angiopastia é mal indicada, não gerou valor nenhum. Eu posso ter conseguido fazer um procedimento no menor custo, Mas esse procedimento era desnecessário. Então, a fórmula do valor e saúde, por isso a importância também da prática baseada em evidências, ela tem uma premissa inicial, que é a pertinência. E uma vez que é um tratamento pertinente, vou buscar o melhor desfecho para o meu paciente ao menor custo. E nesse cenário aí que está trazendo o terceiro ponto que eu gostaria de comentar, As inovações que temos na prática em saúde, que eu mencionei até no primeiro ponto, quando a gente falou de práticas baseadas em evidências, elas podem ajudar o clínico nessa coordenação do cuidado, evitando aí o desperdício em saúde no momento em que esse cuidado é fragmentado com diversos especialistas que não enxergam o paciente como um todo, repetem exames, fazem medidas desnecessárias para um paciente em que se tivesse um clínico na coordenação do cuidado, a gente conseguiria obter um melhor desfecho ao menor custo, ou seja, entregando valor no cuidado. medidas de inovação que não são tão inovadoras assim, mas que a gente pode utilizar de uma forma mais estruturada, como a telemedicina, permitem esse acesso a um especialista, até uma teleinterconsulta ou uma teleconsulta, para áreas não só remotas do ponto de vista geográfico, mas às vezes aquele especialista que você tem mais dificuldade de acesso, mesmo num grande centro, tendo o clínico como coordenador de cuidado, Traz, hein? para o nosso sistema de saúde, aqui a gente falando particularmente sistema público de saúde. Outra parte fundamental Quando a gente quer transformar essa visão de valor em saúde até do ponto de vista de uma fórmula matemática, como eu comentei, é fundamental a gente ter métricas. E essas métricas são para garantir o cuidado certo do paciente, a eficiência que a gente busca no nosso cuidado em saúde, sem desperdício, estimulem também um bom clínico, como o doutor Osmar falou. O pagamento pode ser relacionado não só na carreira de estado do médico clínico, mas a performance desse médico. É a gente colocar os vetores do sistema de saúde na mesma direção. atingindo o benefício para o paciente, O benefício para o médico que cuida desse paciente, o benefício para o sistema de saúde, que infelizmente, no modelo atual, esses vetores colidem. Você tem um sistema de incentivo, por exemplo, no sistema de saúde, privado de saúde de fee for service, em que quanto mais o médico atender ou fizer procedimentos, mais ele vai receber, o paciente tem uma percepção de que aquilo ali é um melhor cuidado para ele, gera um sistema de saúde insustentável. Quando você consegue alinhar esses vetores, você vai trazer o cuidado certo para o paciente certo, vai beneficiar o médico que faz essa coordenação do cuidado e ao mesmo tempo torna mais sustentável o cuidado em saúde. E a gente tem vários exemplos aí de benchmarkings internacionais e menores ações nacionais e que esse modelo... traz de fato uma melhoria com redução do desperdício e melhores desfechos para os pacientes. Nenhum sistema de saúde vai ser verdadeiramente eficiente equitativo e sustentável se não tiver no seu centro um clínico forte, valorizado e integrado. O clínico é, de fato, o eixo integrador do cuidado médico especializado, esse é o grande pilar que o doutor Carlos Magno colocou, pilar do nosso cuidado médico especializado valorizar a clínica médica é uma estratégia de fato de saúde pública que deve se investir na formação de qualidade como foi falado pela doutora Aline garantir adequadas condições de trabalho e estruturar modelos assistenciais que reconheçam o clínico como coordenador e o bom clínico seja incentivado, como a gente falou, inclusive com métricas do desempenho do cuidado dele em relação ao seu grupo de pacientes que ele é responsável. Ele consegue integrar a atenção primária, pronto atendimento, medicina hospitalar, medicina especializada, doença, um paciente que tem múltiplas condições, Qual a priorização? e sintetiza isso tudo nesse cuidado centrado no paciente. E ele sustenta o raciocínio clínico num ambiente de alto volume de informações e complexidade de cuidado. ele assegura que essa tecnologia sirva ao paciente e não o contrário. E se queremos de fato esse sistema de saúde, esse eixo integrador é necessário, o clínico é a peça fundamental para que isso dê certo. E trazendo aqui uma perspectiva e concordando com o que o Dr. Osmar Terra comentou também, sobre o que foi colocado inicialmente pelo doutor Carlos Magno 60% talvez a nossa visão é mais otimista 80% das situações o clínico consegue resolver conduzir sozinho mas mesmo naquelas aqueles 20 a 40% das situações clínicas e que outras especialidades ou subespecialidades tenha um papel preponderante no cuidado daquele indivíduo, daquele paciente, Ainda assim, o clínico deve ser o coordenador do cuidado. ele é o médico do paciente. Isso é muito importante, a gente vive essa realidade, infelizmente, cada vez. do paciente que tem múltiplos médicos e fica na dúvida: quem é o médico que está cuidando de mim? nesse cenário muitas vezes os médicos atuam só num problema e diz assim ali o outro vai procurar outro médico e o paciente fica perdido Na perspectiva do paciente, ele está sendo mal assistido e de fato vem sendo. Para a perspectiva do sistema de saúde, a gente tem um maior risco de desperdício e piores desfechos. No final, o paciente não precisa de vários médicos desconectados. Precisa de um clínico que o entenda, que o acompanhe, que assuma o seu cuidado. Esse médico é o especialista em clínica médica, a carreira pública é fundamental para a solução dessa situação de ineficiência no sistema de saúde, e utilizar esses conceitos mais modernos de valor e saúde acoplado à medicina baseada em evidências, e inovações para a prática médica certamente trarão um benefício em maior escala para esse cuidado. Fico à disposição. Muito obrigado. Obrigado.
Deputado
Muchas gracias, doctor Pedro. Gracias. observaciones importantes, inclusive reflectivas, para que podamos reconsiderar posicionamientos y enfatizar las mudancias. en la actuación de la clínica médica. Gracias. Nos vamos ahora a Dr. Eduardo Freire Vasconcelos, que es presidente de la Academia de Medicina de Brasília. Sorte. 10 minutos para su presentación.
Presidente - Academia de Medicina de Brasília
Thank you. Thank you. Thank you. What was that? - Huh? - Line on the set. Thank you. I'm participating. But Thank you. Mr. President, I thank you very much. I thank you very much. Thank you very much. I believe that... I will not be levant because it will be a very objective explanation, very practical, even because I was preceded for the people who already We are living a critical moment in the situation of the Brazilian health, and in particular, the training of the Brazilian medical. We are living a total inversely inversely. We are the country with the most number of doctors, trained for a year, which is a country that has a huge population population. and we are experiencing a drama because most of the young people form they have to leave the medical residence. This is a reality that the Federal of Medicine already exposed to us several times. The Brazilian Association It's been reiteradamente showing we are living this inversion and the clinic medical, which is the pillar, is the base for all the clinical specialists I, in my case, am a geriatric, but before I was doing geriatria, I was in clinic medical. So, the medical clinic is the essential pillar. So, today... Mr. Deputado, we are not only about a speciality, but the spine of the brain, the brain of the medical raciocínio. The medical clinic in Brazil consolidou-se, with more than 56.000 professionals working, as the biggest action and the support of the support of the for the organization of specialized attention. It's a speciality. It doesn't have to be seen as... not being a speciality, it's the base of specialities. In a complex system, like the SUS, characterized by the need to integrate the primary care to specialties, the medical clinic acts as a point between the symptom and definitive diagnosis between the general and the sub-specialized. It's important to note that the clinical service serves as a management of care and make a filter highly qualified for priorities. avoid redundancies and procedures and interactions and what is very serious, the interactions pharmacological, in my case in special, the attention to the elderly, the interceptions and the heterogeneous. a good clinic It's an impressive tool. And we, who are experiencing a demographic change in the country, We need to strengthen the formation of doctors that have a minimum of clinical rationality. For this, there is no other way that not be residence in medical clinic. Specialized Assistants in Brazil facing challenges of coordination and fragmentation. The focal specialist, sometimes, looks only a person, while the clinical looks as a whole. In a population that grows progressively, The clinical is essential to manage chronic diseases, with the comorbidities, evitando a polifarmacist desarticulada and extremely dangerous. the clinic, in the Ambulatory of Specialties, or in a hospital, realize a diagnosis with a level of precision much greater, avoid incantations unnecessary, and optimizes the flux of patients. The clinical is the elo that guarantees the longitudinality, what was already said by the Dr. Viviane. Even when a patient with a high complexity, it's a focal point of a specialist, The clinic remains as a member of the Integral Health System. Frequent, we, clinical, we take patients oncologists and do management that the clinical oncologist, via the rule, doesn't have time for a trial. Prima pela visão sistêmica, o clínico interpreta o paciente como um sistema integrado, uniting science and a humanized approach. in an era of supervalorization technology We affirm that the clinic is soberana, as we all hear from our training. This is why the medical clinic is the essence of medicine. the amnesia minuciosa, the physical exam and the raciocínio Diagnóstico. Without a strong clinic, a specialized care is becoming a car, inefficient and disconnected. For clinical medical to achieve its role, we need to strengthen the residential clinic. In this moment we have a fight against the residential clinic, with a priority for other areas, including the solicitation of access to sub-specialties clinical for non-residential clinic. We have to fortalecer the residential clinic with a unique mechanism of strengthening the SUS and strengthening the Brazilian health system. The medical clinic is not only the past of medicine. It is necessary to a medical practice and the future of a health based on value. The medical clinic is to integrate the human assistance, the treatment, the soberania and the best care to the patient's in the world. Thank you. Thank you.
Deputado
Obrigado, Dr. Eduardo Freire. Realmente importante a sua alerta. E aqui a gente coloca, sintetiza a clínica médica e a pedra angular da construção que está começando a ruir. Então nós precisamos segurar realmente. Acleticamente. Dando continuidade, vamos... Agora... É o doutor José Eduardo Lutaif Dolce. Diretor científico da Associação Médica Brasileira. O senhor tem 10 minutos, doutor José Eduardo. Prasso após.
Diretor científico - Associação Médica Brasileira
Зетасон. Депутат Луиз Овандо. В nome которой я бы хотел бы пожаловать, а другие авториады, и коллеги presentes. Я хочу, в номе нашей Ассоциации Медики Бразилия, в номе нашего президента, Dr. Сесар Фернандес, Спасибо. в реализации урока так и в большей важности и и поддерживать специально-клинка медика. Спасибо. Как уже было сказано, А МД, она пригодится 55 специалисты медицинской специалии, и не есть никакой дуги А клиника медика, это один из основных пилей нашей ассоциации и медицины. Она дигнита, без dúvida нижней, и легитима А медицинская бразильная. а И, говоря в том, что в России, в Клинике Медико сегодня есть около 59 миллионов клиников в России. Спасибо. Там, примерно, 8.000 residentes МЭК и есть около 700 жителей, 52 жителей формированные, autorизированные социальные. в Клинике Медико. Почему это важно говорить о том, что я хочу идти в токе, депутат, который был сейчас, inclusive, по дуру Эдуарду, был был депутат Озмар. что это а формао А «ресиденция медика». Мы сегодня у нас есть, в Брязи, 2 гаргалов керпио вер На ситуации сейчас, они не транспонны. на формацию медики, что это: "А falta профессор capacitados в школах и а также в последние места для медицинских школах. То есть, что происходит? А Резиденция Медика она стала стала последовательной попыткой, Медико, компетентный для посетения. Поэтому, здесь будет очень важная реабилитация. И мы будем использовать этот момент. Мы должны петь, чтобы у нас было бы, чтобы у нас было бы, сейчас абсолютно рижда на консессу, на авторизации в новой жизни. Новые средства. Я не говорю здесь, что это не происходит. Но я хочу, действительно, что это все еще более сложное. Рижидо. Потому что не дает нам нужно... а в медицинском саду, в более медик. Не дадим мы поставим специалистом в рынок для обеспечения общественного пациента. Мы не можем сделать эту отличие от медицинского пациента и медицинского пациента. Это неизвестный. Все мы знаем это. Поэтому, о фоке основной, после всего, что было сказано, Продолжение следует... сейчас, что если не мы занимаемся с качеством медицинской жизни, и, evidentemente, мы говорим о пиларе основной, что это клиника медика, мы не будем улучшать решения для проблем с нашим странам. И здесь находится в комментариях, из Ассоциации Медики Бразилия, из Федеральной Медики, к которым я представил, Продолжение следует...
Deputado
Thanks. Thank you very much for your presentation. It's really important this alert for the fact that we, really, need to invest in knowledge. There is no point of this. There is no way to cut the path, we have to go through the knowledge. And we learn any profession. that you can imagine. with the one who knows. If you don't have a professor, We are lost, we are playing young people in a total descalabro situation, and we are So it's very important to have your alert. I want to invite Dr. Fernando Otto who is president of the Society of Clinical Medical Clinic in Santa Catarina. Dr. Fernando, the senhor tem 10 minutes para a sua apresentação.
Presidente - Sociedade de Clínica Médica de Santa Catarina
Thank you. Peace. Good morning to all, good morning to the deputado Luis Fernando, good morning to the members of the committee, good morning to my colleagues who are dividing the table with me. I'm here to just talk about... not only in a speciality, but from the Funding of Medicina. The medical clinic. She is the main of all the specialties clínicas: cardiology, epidemiology, neurology, which are the most essential. but the trunk that supports the tree and supports the whole patient's complex is the critical. When we look at the door of an emergency, the fantasy is the trauma of a sonograph. The reality, however, is that 70% or 80% of the emergency is purely clean. It's the diabetes compensated, it's the adults with sepsis, it's the disease aguda, And who dominates this door, needs to dominate the clinic. Today we are suffering from the fragmentation of the patient. The adult doesn't choose to sleep every time. he comes with the pulmonary infection "Rim Parano" and the heart failure. If we put on the door a specialist, only one in the organ, he will get the symptoms of his heart and ask three interconsultations. The clinical, on the other hand, He looks at the patient's feet, not only the disease. The medical literature is unânime. 80% do diagnóstico is in laminase and physical condition. When we don't have a clinic expedient at the door, What is the place? and the fear generally is defensive and the protocol is ceged. The doctor in seguro pede tomography of the body, battery of exames from point to point, trying to find the diagnosis that the physical exam is not given. The emergency is the big gargoy of the world. The clinical experience is the gold filter. He has a technical security to say This patient can go to home with a receipt This patient will go to the hospital and this patient will have a now. "Sem o clínico, o hospital sofre da internação inicial." "Internate the patient, only because he doesn't know what he has." ocupando um leito que fará falta amanhã. Thank you. Costuma-se dizer que o item mais caro da medicina é a caneta do médico. to pay the clinic at the emergency door It's the biggest economy that a health care can implement. The presence of the clinic is a financial expense. Evita o excesso de exames de margem e reduz o tempo de permanência hospitalar. The current model in Brazil is dangerous. transformando a porta da emergência the most important risk of gravity in a room for medicals informatics to wait for your residence. This creates a high-struck rotation and gives the population "Disassistible Disperience". What we have proposed is a solid foundation of policies We need to keep the support to keep the senior in the emergency. not only attending, but also as perceptors. "Passando segurança e ensinando o raciocínio clínico aos mais jovens na trincheira do Sul." The parliamentary machine, the most advanced advanced machine of the hospital does not make a bagnet. The most advanced machine is the clinical machine. and a doctor well prepared to use the medical clinic in emergency is to develop the SUS and its capacity to solve problems. is to protect the public's time And above all, it's to save lives of a intelligent and human life. Thank you very much for the conversation of all and I'll be at your disposal. Thank you.
Deputado
. Dr. Fernando Otto, thank you for your participation and presentation. Yes, we are at the end of our presentation, and we will now open, inclusive, for the questions. and then we will have The final closing of the final exhibition for a minute of our guests. Thank you. Please.
Participante
MBC 뉴스 김성현입니다. - 감사합니다. 테스트는 -뭄요. 여러분, 저는 저는 이 주님의 주님을 위해서, 대학과 학습지원에 대해서는 어떤 점을 할 수 있는지 궁금합니다. fibrosis pulmonar, insuficiência cardíaca, cardiopatia hipertrófica, HPTEC, 등등. 브라프에 있는 우리의 센터에 있는 공공공원을 통해 onde os pacientes entram em contato com a gente para tentar tirar dúvidas e pedir um auxílio de temas que muitas vezes não são possíveis de ser discutidos nos consultórios. Esses pacientes são majoritariamente tratados por especialistas em centros de referência. 그의 경우는 많은 약속에 의해가 있는 것과의 질질을 통해 보입니다. 그리고 그의 경우는 어떤 것과의 질질을 통해 보입니다. 어떤 것과의 질질을 통해 보입니다. 그리고 어떻게 이 질질을 통해 보입니다. 그의 질질을 통해 보입니다. 그리고 그의 질질을 통해 보입니다. 그의 질질을 통해 보입니다. 그래서 우리의 내용은 정말 재미있게 생각합니다. 이 내용은 정말 좋습니다. 모든 것을 센터에서 전해드리려고 하는 것을 통해, 이 부분은 건강에 대한 환경을 받을 수 있습니다. 그래서, 대표도, 대표도, 이 부분을 공유한 이 debate을 위해서. 정말 좋습니다. -더군.
Deputado
Obrigado pela sua participação, isso é realmente muito importante, esse alerta e esse depoimento, essa experiência pessoal. E aí É... Foi long. Obrigado. Valeu.
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
ligou eu né agora só para te falar de agradecer o depoimento e eu só um ponto eu trabalho no hospital em Belo Horizonte que o hospital Júlia Kubitschek e ele referência em hipertensão pulmonar com Frederico Tadeu e lá a gente tem essa integralidade que você colocou nós da clínica médica damos todo suporte a pneumologia junto com Frederico Tadeu e a gente vê realmente a diferença que é o resultado final desses Muito obrigada. Eu que agradeço. Só a
Participante
Respondendo, doutora, Minas Gerais é um dos estados que estão assim na vanguarda do tratamento para esse tipo de patologia justamente por esse olhar. Obrigado.
Deputado
Isso prova que verdadeiramente nós precisamos integrar conhecimento e sobretudo experiência. Não é? Não tem jeito. Isso é extremamente comum. Obrigado. Carlos falou que ele tem mais de 40 anos de formato. e quando ele fez a residência só tinha esteto, aparelho de pressão, quando às vezes um raio-x. E lá em Campo Grande, inclusive, já faleceu esse médico. É o seu regalo. E quando a gente examinava o paciente... ao Paulo Abdomes Você via que tinha uma reação peritorial importante ali, não tinha muita coisa que era mais... Geralmente pela ordem o residente chamava o outro residente da cirúrgica. Aí ele chegava, não tem que fazer uma tomografia, eu falei, ó... Para um pouquinho. Ele não tem que fazer tomografia, nós vamos chamar o chefe. E vir o chefe O doutor Pistói dizia assim, aqui é mongrafia. Leva para o centro cirúrgico já imediato. Claro que é experiência. E isso faz parte do processo. Então, nós, na verdade... mais de 40 anos de graduação desenvolvermos essa habilidade. E hoje... As pessoas estão deixando de lado... o sensor mais importante que é Que são os cinco? órgãos do sentido. É você cheirar, palpar sentir E isso faz a diferença. E uma história clínica rápida, objetiva... Ela esclarece... Às vezes a gente não precisa dar remédio, viu, Vivi? Tchau. A gente tira remédio e resolve o problema. Isso é extremamente comum. Mas o que eu quero colocar aqui Eu vou aproveitar os que estão presentes e dei uma pergunta aqui. Dr. Fernando Otto. Aham Qual o papel do clínico na emergência? Como o clínico pode interferir no cuidado do paciente na emergência? Essa pergunta é para o senhor, doutor Fernando. O senhor tem três minutos para responder. Todos os acompanhados online. Agradeço pela pergunta. correspondentes do acordo? Sim. Qual o papel do clínico na emergência e como o clínico pode interferir no cuidado do paciente na emergência? O que é isso?
Presidente - Sociedade de Clínica Médica de Santa Catarina
That's how there it is. the main director of risk hospital. . The clinicals are divided into three principles. is a specialist in complexity. and how many specialties focus on the isolation The clinic is the only trained person to manage the patient We have a problem. It's him who instablish the disease that enters the infection urinary the safety of the card is compensated in conclusion mental, all at the same time. He doesn't treat the disease, he treats the disease. The clinical is a shield against the defensive. The only insurance is the most baratest and efficient medicine, which is the gastrocnical clinic. When I examine and talk with the patient, he is able to see the tomographs necessary examinations of the respiratory system and to consult if a doctor is in seguro or recém-formado would be for him. The Clínico is the guardian of the Leeds of Sulph. The clinical is the one who defines the border between the Arquita Salva! And the day of the Espiritist. It's the role of him deciding with precision who needs to be UTI who will go to the hospital and who can go home with security. Without him, the hospital is in internação inercial. and if it's for a question, notando leitos, that will be a part for the most serious cases. In your room. the role of the clinic in emergency is to guarantee that the port of the hospital is working as a local solution. protecting patients with the necessary interventions and protecting the money from the desperdice Thank you. - Okay. Thank you.
Deputado
. Dr. Carlos Wagner, até onde o clínico... you can help. and then solicit the evaluation of a specialist.
Representante - Conselho Federal de Medicina
extremamente interessante eu vou contar um caso que aconteceu no avião ontem vindo de São Paulo para cá chamaram o médico, como sempre, chamam o médico a bordo, né? Chamam o médico a bordo, Aí você pensa assim: "Pô, vou lá". levantei, cheguei lá era no fundo, tinha um colega atendendo, um colega novo, perícia médica. E eu falei, pega a pressão, vamos pegar o oxímetro. E ele foi aferir a pressão do senhor, um senhor de 80 anos... pós-operatório de um câncer, fez uma nefrectomia e fez radiquimioterapia. Queixa dele, fadiga. E o colega foi a ferir a pressão. Ele está sem pressão. Não estava conversando. Tá, vá. Aí eu levantei o braço, Botei o esfingo, abaixei e medi, achei a pressão. Então o que está faltando para o clínico hoje... é de fato ter aquela visão ampla. Eu acho que o clínico... ele... tem o seu papel e ele ocupa e deve ocupar bastante o espaço na emergência nas UTIs, como hospitalista Porque uma boa formação... Você tem capacidade de fazer muita coisa. Então o clínico vai até onde ele acha ou ele entende que tem habilitação. Daí para frente... ele tem que ser humilde, e pedir a assistência de um especialista. E pode ter certeza, quando eu falei 60%, e o pronto-socorro desde uma certa acidose que pelo cheiro Pelo odor, você sabe que uma cetoacidose... Você consegue detectar pela experiência. E às vezes você ressuscita de um coma fazendo a glicose hipertônica na veia. O paciente está lá... apagado. Você chega, faz a glicemia, Faz uma glicose espertônica, ele acorda, a família fica assustada. É a visão geral que você tem que ter. E eu acho que não tem limite para o clínico. ele tem a conhecer o seu limite até onde vai essa autonomia, reconhecer que daqui por diante, de fato, o especialista tem que tomar conta. Mas... ele é o gestor do doente, os doentes que tem 7, 8 médicos Não tem médico nenhum. Tem que ter um médico para centralizar... as intercorrências e ouvir a opinião quando necessário. Obrigado, deputado.
Deputado
Muito bom. Isso é fundamental. Gostaria de comentar alguma coisa, doutora?
Presidente - Sociedade Brasileira de Clínica Médica de Brasília
Eu só queria contribuir na fala de todos os colegas aqui, da experiência que a gente ouviu. Tem muitas iniciativas, deputado, às vezes fora das políticas, hoje já instituídas, no serviço de saúde. Iniciativas mesmo de clínicos, de equipes dentro dos hospitais, que às vezes, por exemplo, uma temática extremamente relevante hoje é desospitalização. Então, esse cuidado, depois que o paciente tem auto-hospitalar, criação de ambulatórios, às vezes, de consulta pós-auto-hospitalar, são iniciativas que, às vezes, serviços que têm residência, que têm internos, eles fazem. Obrigado. Muito obrigado.
Deputado
Deixa eu só colocar aqui uma situação... Isso que ela está falando... Eu sempre trabalhei com residentes, falo sempre da Santa Casa de Campo Grande, a terceira maior Santa Casa do Brasil. Obrigado. E nós fundamos o... A residência de clínica médica lá. E o que acontece? Lugar onde tem serviço de clínica médica e principalmente com residente violínia, Obrigado. Os ortopedistas, os neurologistas, os neurocirurgiões, eles querem se livrar do doente. E essa é uma guerra dentro dos pontos. E aí ele falou, mas não pode, está para querendo passar. Falou, você já avaliou o doente? Vamos lá, valeu, Doris. Aí você vai avaliar o doente, O paciente está desidratado, depletado, turgor, elasticidade alterado, vá sublingual seco, olhar opaco... jugular não enche. Você avalia o paciente e fala... Obrigado. Você acha que... um neurocirurgião é capaz de equilibrar esses pacientes? Sabe por quê? Isso aí tem desdobramentos. daqui a pouco ele faz um avc ele faz uma insuficiência renal Pode fazer uma oclusão de artéria periférica. E a responsabilidade que vai ser? Vai deixar por conta do neurocirurgião? Você tem que pensar no paciente. Então, é uma maneira... de você ver, aparentemente, uma coisa muito simples, em que o residente que está começando principalmente o residente de clínica, Ele acha que o neurocirurgião tem que saber, ele acha que o ortopedista tem que saber, ele acha muitas vezes que até o cardiologista, que também quer se livrar daquela situação, porque já é um paciente idoso, já tem delírio da noite, aquela coisa toda, ele quer passar para a clínica. Mais um clínico. tem que ter condescendência, ele tem que ser tolerante. ele tem que chegar naquela situação e falar, deixa comigo. É igual o meio de campo. Deixa comigo, bato no peito, põe no chão e distribuo conforme a necessidade disso que você falou. E nós temos que ter esse tipo de comportamento e inspirar o residente de clínica. Meu amigo, você veio para uma residência que você tem que trabalhar e trabalhar e pensa um pouquinho mais e trabalhar muito mais. Porque qualquer coisa o pessoal chama clínica médica e essa é uma grande vantagem, porque aí é que vai ter o seu campo de aumento de experiência. E a gente tem que insistir nisso. E a gente continua tendo esse tipo de problema. Então, lá na sala da casa... Eu na condição... o pessoal pedia... parecer de risco cirúrgico de fratura de colo de fêmur, de tudo quanto era tipo de coisa. Então, você chegava lá, era tontura. que levou o indivíduo à queda, pouca visão, alteração de sensibilidade periférica, insuficiência vascular, insuficiência cardíaca. A gente vê que você pensa, quem que vai mexer com esse paciente se não for o clínico? Não adianta você chamar cardiologista, somos nós que temos que ver detalhe nesse caso, equilibrar e colocar. Uma vez me chamaram para ver uma paciente, inclusive sogra do governador da época. tinha uns sete médicos. Eu falei, deixa comigo. Pode afastar, pode deixar comigo aqui que nós vamos resolver. ela estava com sódio de 98%. Agora imagina, não tinha morrido ainda. Equilibramos e tal, agora está aqui. Depois de passar 20, 25 dias de equilíbrio, luta, pneumonia e tal, está aqui. Agora você pode, era paciente de um neurocirurgião, agora você pode tomar conta e dar alta para o paciente que está resolvido. Porque se você tem muita gente, às vezes, olhando e esperando pelo outro, realmente a coisa não vai. Isso que você coloca, nós podemos estabelecer os nossos limites e podemos resolver grande parte. Eu tenho 50 anos de formado, eu não vou querer isso de um menino que está começando, mas ele tem que ter a experiência, ele tem que se expor. Porque se ele não se expor... ele não evolui. E ele vai ficar encaminhando e empurrando. Então, nós estamos... passando por uma fase muito perigosa agora, que é a questão do encaminhador. O clínico não é isso. E nós temos que enfatizar, e essa discussão aqui hoje é exatamente para isso, é aquele médico que resolve os problemas vários. E nós temos que trabalhar por aí. Doutor Aliri. Qual a importância da especialidade clínica médica na construção das subespecialidades?
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
Okay. Thank you for the question. I think Thank you. just to mention the report from Tania, the construction of the doctor as responsible for one of the most important things that we have, which is the health of the human human, it passes through a global understanding, integrated, and that makes with that The medical specialist, whether cardiologist, geriatric, neurologist, to look for the patient, he can see and open the lens of what is happening and not simply firm a heart or a pulmonary. He can understand that there is a integration and that all situations can interfere with what the patient is passing. So if you don't have a medical training médical training, you won't be able to do this link, this association. I think it was the Pedro. or was Dr. Fernando, which is the clinical raciocín. The clinical raciocín that makes you get to the diagnosis has to pass by this integrity. And this you only learn in a clinic. .
Deputado
Obrigado, doutora. Tem uma pergunta aqui que eu quero deixar para quem estiver disposto. Fortalecer a clínica médica pode ser a principal estratégia para reduzir filas e custos no SUS? Quem quiser se apresentar. Acho que todos nós vamos falar primeiro sim, né? Sem dúvida. Não tem questionamento. E economia, inclusive. Perfeito. A fragilização do raciocínio clínico. impacta diretamente a resolutividade da atenção primária também para todo mundo. -Sai dúvida. -Tão bem?
Representante - Conselho Federal de Medicina
Sem dúvida. Uma colocar.
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
o raciocínio clínico. antes da internação e após a internação, estatisticamente reduz em torno de 40% a internação e em 33% a reinternação. Obrigado. Tá certo? E uma das coisas, olha, uma coisa que é importante que nós médicos podemos colocar. Quando você reinterna um paciente... você aumenta a taxa de mortalidade. Então, isso é muito importante. A reinternação não traz só custo Para o gestor, não. Ele traz um prejuízo... em termos de morbid letalidade. Obrigada. Olha que era
Deputado
Vou aproveitar aqui. Quer falar, doutor Dard? Obrigado. Eu quero aproveitar aqui e contar, quando a gente vai ficando velho, a gente vai contando histórias, né? Mas você não pode deixar de dividir. Eu ainda, frente à residência de clínica médica, Lá que é progredido. Obrigado. Tinha um paciente... que ele é brasileiro Mas ele tinha uma empresa dos Estados Unidos. E ele... Vivia nessa ponte aéreca. brasil e estados unidos e ele conta que um certo dia Obrigado. Ele chegou em Nova Iorque e andou o dia inteiro. Era um paciente meu, hipertenso, acompanhava, a gente sabia das alterações que ele tinha. Mas equilibrado. Andou o dia inteiro e começou a ter uma dor no pé. Como ele tinha convênio... lá nos Estados Unidos, ele falou assim, doutor, eu fui lá no Presbyterian Medical Center de Nova York e tal, cheguei e fui atendido por uma médica, uma doutora... asiática, não me lembro se era coreana, chinesa, o que que era. Obrigado. falava muito bem inglês, acho que era nascido lá nos Estados Unidos, enfim. e foi ver, eu queixando da dor no pé, e foi ver A questão do meu pé, ela chegou, mediu a pressão de um lado, mediu a pressão do outro, falou, não, o senhor tem que ficar aqui. Ele tinha uma diferença de pressão do braço direito para o braço esquerdo, devido ao processo de aterosclerose. Não, o senhor tem que ficar aqui. O senhor está com problema aqui. A primeira coisa que a doutora pensou foi no aneurisma dissecante. Mas ele não tinha queixas. de dor, de tontura, de sudorese, de hipotensão, absolutamente nada. Ele deu a queixa no pé. Obrigada. E aí ele... Devido àquela variação, ele foi internado. e fizeram um monte de exames, inclusive tomografia, ele não tinha, ele tinha uma dilatação da raiz da horta, coisa razoável. Obrigado. E, no fim... quase foi para a cateteria e falou, não, eu não vou fazer isso, eu não estou sentindo nada e tal, enfim. Passou praticamente 36 horas do hospital, não chegaram à conclusão. E deram alta para ele. Na hora da alta, ele falou assim, e meu pé? Fala. e meu pé continua doendo, quer dizer, na verdade ele tinha um alfaceito de plantar o esmero desnecessário daquela doutora lá na América. Infelizmente, nós temos enveredado por esse tipo de medicina, a medicina defensiva. Não é a medicina esclarecedora... E, infelizmente, isso leva a gasto desnecessário. A medicina europeia e a medicina americana, ela é realmente extremamente diferente nesse aspecto. Então, nós precisamos continuar atentos. Na verdade, ele estava com a facente implantar, aquela diferença ele tinha, eu conhecia nesse sentido. Ele não falou nada, ele estava com o problema no pé, ele não sabia, não disse para ele, você toma cuidado, e tem alguns pacientes que a gente esclarece, se você tiver isso, lá, você fala que você já tem, enfim, porque senão o pessoal vai te levar. Enfim, para o cateterismo. Então, são coisas que nós precisamos estar atentos e só vem com a experiência. E a gente vai legando isso aos... aos residentes e acadêmicos, mostrando para eles que há muitas histórias, naturalmente, para a gente contar. Mas, sim, doutor.
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
Продолжение следует... Субтитры сделал DimaTorzok в определенной форме оттогорной. Вопросы о генерах, о том, что... Другие факторы рисковые, которые могут быть связаны с этим. Поэтому, этот расследование клинического, эпидемиологического, что это возможно, что это возможно, что это возможно, что это обрабатывается в клинике. И я просто хотел бы поставить на ситуацию лудика, который я думаю, что я думаю, что я думаю, что я думаю, что мы учили в медицине, уже что мы говорим, что мы историо, что это Рулио Кортазар, который был автор argentин, который был в «Реализмом фантастическом», и который создал «Ос кронопис», И вы можете видеть. Это лап, который медик. И этот медик, он стоит на верхней мере, он клинику. И он приходит и говорит, что в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове. И он слушает. И когда он вышел, он сказал, что не будет мне ничего, ни речей? Он сказал, что можно идти. И когда он вышел, он был муршем. Это клиника, он все absorve. и превращает это в качество пациента. Спасибо. Продолжение следует...
Deputado
Perfeito, muito bem ilustrado. Como nós não temos mais nenhuma pergunta, eu quero deixar aqui a palavra livre para... Um minuto para cada um, para o seu... o seu posicionamento. Acho que nós não temos mais ninguém online. Dr. Carlos.
Representante - Conselho Federal de Medicina
Bom, primeiramente, agradecer ao deputado Luiz Ovando. pelo requerimento de valorização da clínica médica. Me sinto muito honrado representar o Conselho Federal de Medicina aqui. e me coloco à disposição, sempre que esse tema for ser discutido, Nós aqui daremos todo o apoio do Conselho Federal de Medicina. E aos colegas também, obrigado pela parceria, pelo aprendizado, pela experiência... e que se torne mais frequente, a gente valorize cada vez mais a nossa especialidade de clínica médica. Obrigado, deputada.
Deputado
Ευχαριστώ. Υπότιτλοι AUTHORWAVE Δωθή εδωρτά.
Presidente - Academia de Medicina de Brasília
Mais uma vez, eu não vou agradecer por essa sessão e sim pelo seu trabalho. O senhor... esses dois, acho que é o terceiro mandato do senhor. Segundo. Nesses dois mandatos, o senhor tem sido um lutador incansável, não só pela clínica médica, mas pelo bom exercício da medicina, Bruno? Muito obrigado, deputado. Que agradeço, doutor Eduardo. Doutor Viviato.
Presidente - Sociedade Brasileira de Clínica Médica de Brasília
Agradecer deputado pela parceria, pela compreensão, pela acolhida de sempre. E vou trazer um reforço. Os nossos estudantes de medicina... O que a gente tem observado é que, algo que tem se falado, que eles estão saindo mal formados, etc., é um conjunto de fatores. Então, nós precisamos também de bons professores nessas faculdades. A gente precisa também inspirar esses professores, avaliar certinho como é que está sendo esse processo, de quem vai ser a referência desses estudantes no processo de trabalho. Saber que a medicina, a gente está aí, a gente não pode se esconder, como o senhor bem falou. Se a gente escolheu essa profissão porque a gente gosta de gente, a gente quer ajudar, e é uma profissão que, infelizmente, a gente não se esconde. A gente tem que estar muito bem preparado e se colocar à disposição do outro para poder fazer o melhor. E o que eu percebo, lá na nossa faculdade, que a gente tem uma integração ensino-serviço, que é uma referência para o Brasil. A gente conseguiu a nota máxima agora no ano médio, foi a 13ª faculdade, melhor colocação. do último ano alcançaram. Parabéns. Mas nós temos um corpo docente ali extremamente qualificado, forte, que exerce realmente o SUS na sua prática diária. Então, isso é uma troca, os estudantes se inspiram. Eu vejo também estudantes de outras que eles têm vontade, eles querem aprender. Eles só estão esperando as portas, os caminhos certos, os profissionais, os professores de referência que possam ajudá-los. Então, nesse processo de valorização da clínica, quando a gente fala do processo de formação, colegas, incentivá-los, qualificá-los constantemente. O conhecimento não se esgota, é difícil, é uma especialidade que realmente tem suas limitações, mas preparar cada vez mais esse mercado profissional de valorização, empregabilidade. São vários desafios, deputado, que agora a gente passa a bola de novo para o senhor nos ajudar aí, levar a clínica médica como ordenadora desse... processo.
Deputado
Obrigado, doutorado. Doutora Lide.
Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais
Deputado, primeiro, agradecer, eu reitero as palavras do doutor Eduardo, pelo trabalho. não só por essa sessão. Isso é uma construção, como eu coloquei na nossa apresentação. E eu queria só enfatizar a medicina baseada em valor, a medicina baseada em competência, a medicina... relacionada à construção através da residência médica. que a gente possa, em algum outro momento, voltar também nesses temas. através de algum workshop. e enfatizar a importância da construção do médico através da residência médica. Muito obrigada, eu espero nos encontrar em outras oportunidades.
Deputado
Perfeito. Eu agradeço aos senhores convidados por suas ilustres participações. E... Colocando aqui o que é verdadeiramente muito importante, a experiência. E a demonstração de que o desafio... É recebido. E que vamos continuar na luta. Muito obrigado por isso. E nada mais havendo a tratar, encerro a presente reunião, antes, convocando para audiência pública, hoje. ...as 17 horas do Plenário 7, aqui mesmo... para debater sobre os resultados do Enamed. Declaro encerrada a presente... audiência pública. Muito obrigado. Aplausos.




