COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA

7 abr. 2026 16:24 às 19:34

Sobre o Evento

A Comissão de Minas e Energia debateu o desenvolvimento e a implementação de micro-reatores nucleares (SMRs) com tecnologia nacional como fonte de energia limpa e estratégica. O foco centrou-se na viabilidade técnica, na necessidade de modernização regulatória, em modelos de financiamento via parcerias público-privadas e nos desafios para a segurança energética do país.

Status
Concluído
ID: 81200Total: 62 discursos
#1
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- 감사합니다. - 인사위원회 모든 분들과 함께하는 분들도 있습니다. 감사합니다. Almirante Rabilo 더 이상한 기술을 그는 지금 시청자님께 진심으로 감사드립니다. 선언니 먼저 시작합니다. 제가 먼저... 먼저 설명드리겠습니다. 감사합니다. 지금 시작합니다. 한글자막 by 김태운입니다. 지금 시작합니다. 그는 전국의 입금, 전국의 입금, 전al Marcorelli, obrigado, que está aqui ao meu lado. 그 브라질을 안고리를 가파라 - 그 때에 대한 두 가지를 의미한 것입니다 한 번에, 이 제품을 이용하는 데이터가 필요합니다. 한국국토정보공사 또한 아우지에서의 공부에 - 제작진을 통해 보입니다. 이 점은 아직도, 아직도, 아직도, 아직도, 아직도, 아직도. além desses citados, é importante frisar 그 우리의 현실에 지금 현재는 수플매도라지에 있습니다. 브라질을 보기 때문에 그래서 이 부분은 이 부분을 사용할 수 있습니다. 말아야죠. "이제는 더 이상한 것입니다. 그래서 이 모든 계획을 통해 모든 계획을 통해 한편의 주요. 지금 시작합니다 마을라 아직 시작된 한국국토정보공사 한 번 더 예약 NBEPAR, Núcleo Brasil Energia 5MW 에너지에 대한 에너지에 대한 재료가 있습니다. MBC 뉴스 김재현입니다. 그리고 그는 여러 가지 많은 국가에 대한 수행이 있습니다. operando de fato 2 microreatores na Rússia de 35MW. 1. 그 세상에 대한 문제는 이 논략을 지지 못하고 오늘의 주요 지금 시작합니다. 그리고 전화에 대한 의견을 받습니다. 아마마가, 예를 들어, 그는 제공사에서 제공사의 핵심을 제공하며 그는 그의 경우에 대해서는 이 선택의 선택을 하여 가격이 높은 가격이 높아졌습니다. 그리고 가장 큰 차원에 대한 이스티한은 그리고, 역시, 이 러시아와의 러시아와의 러시아 그 모든 재생이 있는지에 따라서 이 desequilibrio 지금, 다음 주에 계속 됩니다. 거의 50% em constru산 그리고 브라질을? 브라질을 하고 있었던 것들은 이를 지지하는 것입니다. 이 시각의 전환자입니다. 보수기 위해서벡이기 때문에, 그의 기술을 통해 보수기 때문에, no entanto 다음 주에 계속 됩니다. 이 경우는 장래 3의 의미가 있습니다. 오랫동안의 일정에 따라서, 그는 안전한 경제적이기 때문입니다. 하지만, 이 부분은 이 부분은 이 부분을 지지 못하고 정치권의 정치권 não há falta de capacidade ao brasil falta direção 이 시각 세계였습니다. 그의 small, modular, reactors 이 시각 세계였습니다. 그리고 여기가 중요합니다, 이는 그냥 그냥 전용량을 말합니다. - 오늘의 주식은? 브라질은 전환에 있는 에너지에 있는 에너지에 있는가가 있습니다 하지만 이미지에 대한 확률이 evident대로 그 상황에서의 국제품을 - 오프 대상품의 대상품을 통해 이 점은? 그는 안정에 가질 수 없을까 그 SMR도를 받을 수 있는지 이를 사용하는 것입니다. 그리고 다음 주에 만나요 더 이상 onde a infraestrutura de transmissão simplesmente não chega ou é economicamente inviável. 저희는 아맞아 이 시각 세계였습니다. 생각하기 위해서 이 시각 세계였습니다. 지금 말하는 것입니다. 플랫폼의 폐차에 옮기고, 그 오늘의 기능을 통해, 지금 말하는 게 아니라 주변에 있는 지역이 너무 좋고 onde a ausência de energia confiável limita investimentos produtivos e o desenvolvimento econômico. 지금 말하는 게 아니라 사용이 있는 게 아니라 로지시키지 그리고 포로도의 사회가 없었을 때까지는 가장 큰 장소가 되었습니다. ou seja, os SMRs 안전한 방법은 없지만, 안전한 일정도 없지만 브라질이 필요한 것입니다 그리고, 신용품을 통해 주신 모든 분들께 진심으로 감사드립니다. 이 부분은 계속해서, 기획을 사용할 수 있는지에 대한 경험을 지지 못하고 있습니다. 그에 대한 감정에 대해서는 이 사회에 대해서는 두 가지를 의미하는 것입니다. 플� 1379 2023 그에 대해서는 이슈기까지 아니다라 뇌크래프 래 nuclear 그리고 PL 4836 2024, 그는 그의 제정한 곳을 제공하는 것입니다. 모두가 제작용으로서 주요. '끼리' do tema nuclear 우리의 회원님의 회원님 petróleo, gas, energia, ele é o vice-presidente ligado 센터 nuclear 감사합니다. 감사합니다. 플� 4836-1024 마지막으로, 이 부분은, 마지막으로, '마일'의 선택은 '마일'을 선택하는 것입니다. 아직도 계속해서 인ércia. 감사합니다. 저는 저는, MCTI 감사합니다. 고마워.

0:009:39
07 de abr, 16:25
#2
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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É uma satisfação muito grande estar nesse momento aqui, nessa audiência. representando o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a ministra está limitando as suas atividades, que está se recuperando de uma cirurgia, E pediu, então, para a presidenta que vem representar o Ministério nesse tema. importantíssimo como deputado. acabou de mencionar. A minha ideia aqui é fazer uma apresentação de algo que está na linha do que o deputado apresentou, desenvolver uma cadeia produtiva. É um produto fundamental para o país, no nosso entendimento, entendimento do projeto, que na realidade o produto é um micro-reator. Nós estamos falando de ASMRs, Mas um micro-reator é um tipo de SMR, só que uma escada menor. E nós chegamos à conclusão, nós, quando digo grupo que se uniu para... se envolver nessa... desse desafio de desenvolvimento desse projeto, é um grupo que entendeu que o Brasil tem hoje condições. tecnológicas de desenvolver esse produto e colocar no mercado. Eu gostaria de fazer uma... apresentação... São vários slides, mas eu vou passar muito rápido, porque a ideia é ilustrar a conversa. Por favor. Obrigado. Obrigado. surgiu de um contato entre um colega nosso do setor nuclear, o Adolfo Breit, com a empresa Diamante, que tem... Tem a melética carvão no sul, em Santa Catarina, mas ela está buscando uma alternativa. Deixa eu aproveitar, já que te interrompeu. Obrigado. uma senhora e

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07 de abr, 16:34
#3
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MBC 뉴스 김성현입니다. 다만, 다른 문제를 통해 공부한 것 같고 그리고, 마지막에 질문을 하자. 다음 질문에 질문을 하자. 앞으로도 전해드리도록 하겠습니다. - 혹은 특징이 있습니다 그래야 견고서 tornar 지금까지 뉴스 스토리였습니다. 안전을 - 자세히 알아보겠습니다. 그리고 이 부분에 대해 공유하는 것입니다. 감사합니다. 감사합니다.

0:000:51
07 de abr, 16:36
#4
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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Então, a empresa Diamante, interessada em buscar uma alternativa energética, teve contato com um profissional do setor, o Brais, que na realidade é o gerente técnico, e daí surgiu na realidade uma PPP, uma parceria público-privada, porque A Quilene foi convidada a apoiar o projeto com os seus institutos de pesquisa, A Diamante está financiando, o cara tem interesse nisso, conseguimos recursos do FNDCT, da FINEP, Então, hoje o projeto é para desenvolver o modelo, está da ordem de 50 milhões de reais, mais ou menos meio a meio. a Diamante e a Finep mas ele tem uma fase depois de... construir, vamos dizer assim, o reator, que é outra escala de grandeza de valores. Mas surgiu dessa ideia e é um trabalho que está envolvendo várias instituições públicas e privadas. É... Você vai... Pois é, está bem. O que é os atributos de um micro-reator? Ele é pequeno, 5 megawatts. Mas, fazendo uma comparação, por exemplo, com uma eólica ou uma fotovoltaica, a diferença de área ocupada é muito grande. 5 megawatts nesse micro-reator... equivale mais ou menos, ele ocupa um acre, Seria um... 3.500 acres de eólica, 80 acres de fotovoltaica. Então, há uma redução de área muito grande. Isso é um ganho interessante no contexto aí de... discussão de alternativas energéticas. E o micro-reator é esse que a gente está projetando, ele é de 5 megawatts, ele tem várias vantagens, ele tem operação remota, Tem um fator de capacidade de 100%, ou seja, ele funciona 24 horas, 7 dias da semana, 365 dias do ano. Ele está projetado para... ser montado num container, a dimensão dele é pequena, é micro mesmo, cabe dentro de um container desse de navio. E ele é plug and play. Você instala no município, em um sistema elétrico, ou na empresa, ou na indústria, E ele opera por 10 anos, apenas sendo supervisionado para qualquer questão de manutenção. Então, é uma solução de engenharia para... demanda energética pontual, impressionante. E a gente acredita Seriamente nesse projeto. Tá? Vou passar rápido, pegar outras características. é aparelho de fácil transporte, né? Não emite gases de efeito estufa, tem a vida útil de 10 anos, a instalação do tipo plug and play. e a vida útil do equilíbrio. equipamento como um todo está estimado em 60 aulas. Tá? e pode ser projetado, fabricado e operado no Brasil, deputado. Temos tecnologia hoje disponível nas nossas instituições para desenvolver esse produto. E a ideia do projeto é, a partir dele, promover o desenvolvimento de uma cadeia produtiva. Sim. Bom, Conforme o deputado mencionou, ele pode ser instalado para atender plataformas de petróleo, É... Pode ser, na própria plataforma, uma série de indústrias que são... altamente demandantes de suprimento de energia elétrica, tanto a parte industrial quanto de serviços. mobilidade elétrica e a questão dos data centers, que tem uma demanda muito grande E o micro-reator tem uma vantagem, ele não consome água. Então, hoje, um problema que está acontecendo com os data centers, com as alimentações, é um consumo de água muito grande. No caso da alimentação elétrica, isso não seria um problema. pelo microreator. E aqui uma ilustração bastante interessante. Pegando os... municípios do Brasil, 5.570 municípios, Repara que 22% tem uma população entre 1.000 e 5.000 habitantes. E um reator de 5 MW pode atender... a 5 mil habitantes. Então, isso significa que nós poderíamos atender com um reator... aquele primeiro número lá, 22% dos municípios do Brasil poderiam ser atendidos com um microreator. Se colocarmos quatro... Esse número vai para quase 70%. Quase 70% da demanda elétrica dos municípios do Brasil poderiam ser atendidos com uma bateria de 4 micro-reatores. pelo tamanho do município. É claro que se houver uma atividade industrial muito grande, você vai precisar de uma especificamente para aquela atividade industrial. Mas a versatilidade do equipamento, É muito grande. Bom, mas eu estou falando então de um sonho, isso é viável? É viável. Nós já começamos a desenvolver uma série de componentes. Por exemplo, no Instituto de Engenharia Nuclear... Então, o Instituto da Quiney é localizado na Ilha do Fundão, ele tem um reator argonauta, um reator que... funciona muito bem, apesar da sua idade, Mas ao lado dele, está ali assinalado, ele tem uma área que foi reservada para uma unidade crítica, um projeto lá de trás que nunca chegou a ser implementado. O que é a unidade crítica? É uma unidade que você desenvolve para testar combustíveis para reatores nucleares, para pequenos núcleos. Então, essa unidade vai ser reformulada agora, justo já está sendo, justamente para receber o núcleo experimental do reator... do pequeno reator, do micro reator. Então vai ser testado nessa unidade crítica para... parâmetros operacionais. e eficiência energética. É... E essa instalação já está lá, já está sendo... trabalhado. Está aqui só um detalhe, o reto ONI e a unidade crítica. tecnologia Nossa deputada. nosso, o que eu digo, do país. É... Avançando um pouco... Isso aqui é um detalhe do que seria a sanidade crítica, o reator vai ter... é barriga de combustível. São varetas. Produção na INB. Já estamos conseguindo um lote da INB para teste, então... Produção Nacional. Sim. E ele vai funcionar A ideia da unidade crítica é fazer os testes operacionais deste reator. deste... núcleo pro reator. Aqui seria o conjunto, uma vez gerada a energia, no núcleo do reator, como é que a gente extrai esse calor para poder gerar energia elétrica. Então tem um dispositivo chamado heatpiper, são tubos de calor que são usados em alguns segmentos específicos, onde ele retira o calor de uma fonte quente, transmite e entrega numa fonte fria. Esse calor é que vai gerar a energia elétrica. Então, o reator em si... ele tem um núcleo para gerar calor, Esse calor é retirado através desse dispositivo tubo de calor, é entregue num outro componente que gera energia elétrica. O que eu estou falando? Sim. Núcleo de um reator nuclear, de pequeno porte. uma sequência de tubos de calor e na ponta o que nós vamos ter? Nós vamos ter tipo uma turbina. uma turbina gás. Você entrega o calor na turbina gás e é a turbina de avião. ela, ao invés de propulsão, ela vai gerar calor. vai gerar energia, vai... produzir energia dentro de um gerador, por exemplo. Então, tecnologia disponível. e disponível no país. A gente só está integrando isso num complexo chamado microreator. Isso nunca foi feito, já existem. Poucos modelos de microreatores nessa linha, por exemplo, nos Estados Unidos tem uma. Nós fomos procurados por uma empresa francesa querendo fazer uma parceria no projeto, mas a tecnologia deles é um pouco diferente de combustível. O nosso combustível é do tipo ralil. enriquecido mais ou menos a 20%. Eles têm uma situação na clínica, não temos no Brasil, eles têm reprocessamento. Então, na realidade, eles vão extrair. o urânio do reprocessamento para produzir o combustível para o meu reator. Então, eu falei, olha... É interessante a gente trocar informações, mas... A linha de vocês está um pouco diferente da nossa. Mas é bom ter esse contato com parceiros estrangeiros interessados em... apoiar o projeto, conhecia. É... Então o que nós precisamos fazer? Nós precisamos desenvolver tubos de calor no país. fabricação nacional. E aí a gente tem uma parceria com a Universidade do Ceará. A Universidade do Ceará está pesquisando a confecção de tubos de calor... usando impressora 3D. É impressão aditiva. E já estão bem avançados, já tem alguns componentes que eles estão testando. tecnologia nacional. envolvendo uma universidade pública que está gerando um produto... para entregar para este projeto. é o professor Hamilton O objetivo é desenvolver tubo de calor para a fabricação no país Aí tem as características técnicas, né? Está aqui uma... experimentos, seria mais ou menos aquela última figura ali, Tá? E, por favor, o próximo... E como é que ele funciona? Bom, você com tubo de calor... Você já sabe fabricar o tubo de calor. Como é que você utiliza o tubo de calor? Aí nós estamos indo para a Unicamp. A Unicamp também tem um laboratório de estudos de eficiência, tubos de calor, E esse laboratório está desenvolvendo exatamente o projeto do tubo de calor. A fabricação está sendo desenvolvida lá na Universidade do Ceará. Mas o projeto em si... dimensões características operacionais estão sendo desenvolvidas na Unicamp. Então, é um cluster tecnológico. que o país está constituindo em torno desse projeto. um pouco desse... Então, o tubo de calor funciona assim. É um tubo ou, claro, ele tem um núcleo que é... completo com sódio, O sódio, ele... vai para a ponta que está dentro do núcleo do reator, evapora extraindo calor. Por convecção, ele gira dentro do tubo e entrega na ponta esse calor, vai para o condensador. Então, a diferença de temperatura entre uma fonte quente e uma fonte fria... faz o sódio circular, ele evapora, depois ele condensa e entrega o calor na outra ponta. E ali na outra ponta a gente coloca, por exemplo, uma turbina gás. que funciona basicamente com uma fonte de calor. E aí Isso é o que está sendo desenvolvido na Universidade de Campinas, essas características operacionais do tubo de calor para atender na dimensão do micro-injetor. Por exemplo, está sendo desenvolver tubos de 2 metros e meio, mais ou menos, porque não existe disponível. Então, ele está sendo desenvolvido através dos parâmetros. na Unicamp, e a fabricação na Unicamp, porque tem que se fabricar no dia, não pode fazer solta ou publica no dia. Obrigado. Uma pressão. Por favor. Bom, a ideia é essa, testar os parâmetros operacionais e... iniciar a construção da capacidade para fabricar e testar a HITPAP no Brasil. Isso contando com o apoio do laboratório da Unicamp. Não? Por favor. O que eu tenho aqui? Próximo. Aqui uma... Não, voltando... Uma ideia do cronograma, né, em 2021 foi o início do projeto, quando... As instituições sentaram, conversaram, isso tudo com trabalho feito pelo... pelo Braide, que é uma das empresas que participou do projeto, a diamante Em 2023 foi alcançada uma maturidade TR3-3. de tecnológica, em termos, olha, há informação tecnológica suficiente para avançar nesse projeto. Foi apresentado um projeto para a FINEP, E... A avaliação desse projeto, ele ganhou nota máxima em todos os parâmetros da FINEP. Ele estava perfeito em termos de descrição. dos passos e das características técnicas que se queria alcançar. Acho que foi o projeto de maior gradação, em termos de pontuação, na FINEP. E ele tem também um projeto da ANEL, Porque o projeto com financiamento da FINEP é para desenvolver o núcleo do reator e o tubo de calor. Mas lá na ponta tem que ter um... Uma turbina gás. Isso vai ser desenvolvido com recursos da ANEL. do fundo lá de P&D gerido pela DEL. Então nós vamos estar... cobrindo todas as etapas do... para o desenvolvimento do reator. Em 2028, a ideia... É conclusão. do desenho do protótipo, iniciar a construção do protótipo Em 2030... ele está pronto, o protótipo em si, e fazer o desenvolvimento. econômico, É... necessário para produzir comercial. A ideia ambiciosa é ter a conclusão da primeira unidade comercial em 2033. É ambiciosa? É. É possível? É. Tem financiamento? Tem. Tem tecnologia e tem gente trabalhando para isso. Então, é um desafio. que a gente está tocando... e acreditando seguramente que ele vai ser alcançado. E é um reator, a concepção é extremamente simples, né, foi um Itens tecnológicos já estão disponíveis. É uma questão de colocar junto, ajustar os parâmetros e botar para funcionar. Por isso que eu botei a última figura, por favor. que é o exemplo da BIC, que é o exemplo de simplicidade. Desde 1955, basicamente... o mesmo modelo funcionário. então O microreator é mais ou menos essa ideia, está certo? É um sistema simples, utilizando recursos já conhecidos, tecnológicos, É uma questão de colocar... essa capacidade para trabalhar junto e gerar o produto. É isso, eu estava.

0:0013:29
07 de abr, 16:37
#5
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Suspeito porque eu tô... aprendi demais hoje aqui e que era uma aula, né? eu acho que para quem não conhece o processo foi uma aula E eu tenho minhas dúvidas. Eu vou dar o golpe aqui na galera... E quero começar, já que eu estou aqui, né? Então... Obrigado. Então, primeira dúvida que eu quero fazer contigo. Gera calor... como resfria E... essa lógica do gerar e resfriar É diferente do que a gente conhece um pouco das usinas nucleares padrão? que usa água, etc.

0:000:36
07 de abr, 16:50
#6
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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It. He doesn't use water. The heat of heat is on the top of the condensator. So the heat is transported by sodium. and not for the air. Not for air. the heat is generated in the nucleus It generates heat, and this heat is what transmits heat, for example, in a turbine. In this one, There is no liquid. A sodium liquid. But he is completely blinded in the heat of the heat. It's 100% re-reproveitable. It evaporates and turns out. So the heat transport mechanism This mechanism is a property of sodium. So, not use water.

0:000:47
07 de abr, 16:51
#7
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Eu ia perguntar do projeto completo, está aqui o projeto completo, foi colocado. E seria muito interessante... que nós conseguíssemos garantir O orçamento do projeto. Isso. Porque, no final das contas, um cientista faz o projeto... o especialista de programa e projeto faz os seus subprojetos tudo isso aí está dentro de uma lógica com as pessoas e com a tecnologia Mas tem que ter um financiamento garantido. e eu vejo que o projeto começa lá em 2021 governo anterior Passa para o atual governo e provavelmente passa para os governos que virão em frente até 2033. A pergunta é... O que nós precisamos fazer para garantir o financiamento necessário para que isso funcione da maneira correta e encurte o prazo, se for possível, E coloco essa pergunta, porque é simplória, né? Ah, é orçamento. Sim. Mas... Tem várias maneiras de discutir isso. E tem também... As parcerias público-privadas. Então a gente está falando de tudo público, universidade pública, Unicamp, babab, babab, babab. mas Pergunto se nessa discussão do orçamento... também se discutem parcerias público-privadas. Isso é parte de orçamento. Te pergunto. não poderíamos caminhar para ter algo trabalhando no que já existe e a partir daí mostrar o funcionamento e desenvolver a ideia facilitar o processo decisório, Ou seja, nós importarmos uma solução não que a gente vai passar a usar só importadas que a gente tem mercado para 50 mil vezes. Mas... Isso tudo demonstra o processo. Demonstra e aumenta a vontade do decisor de botar o recurso. Volto a falar de recursos no final das conversas. E o resto... Está dentro da loja que você já respondeu. queria fazer as perguntas e depois abrir para perguntas da nossa auditória.

0:002:06
07 de abr, 16:52
#8
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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Na realidade, já existe uma parceria público-privada. A empresa Diamante, uma empresa privada, está aportando 20 milhões de reais nessa fase inicial e a FINEP 30 milhões de reais. Tá? Então, está sendo... partiu do interesse de uma empresa privada em desenvolver esse produto. buscou agentes públicos que tinham conhecimento tecnológico Fechou esse... Esse consórcio, vamos dizer assim. E Anel com a outra parte. Anel com a outra parte. Tá? Então, é... É um projeto que tem todas as condições de... Ser atrativo para o investimento privado, a partir do momento, e que ele apresenta o produto no final com uma entrega clara. Mecanismo de financiamento... Pode ser o próprio BNDES. usar recursos do BNDESP, ele pode ser financiado, com juros subsidiados, mas não a fundo perdido. Isto é perfeitamente possível. A gente está estimando, vou dar aqui um... uma estimativa minha, muito assim por alto, que o custo de uma primeira... Unidade poderia estar em torno de 800 milhões de reais, entre 800 e 1 milhão. Mas isso é uma estimativa muito preliminada. Tá? E depois do custo operacional funcionando, talvez chegue em torno de 500 reais o megawatt/hora, ele é equivalente, por exemplo, a qualquer térmica convencional. E se fizer as contas direitinho... se considerar o fator de capacidade das renováveis, geóricas e solares, os custos se aproximam. Então... É um projeto que tem... condições de ter parâmetros econômicos que justificam o interesse na iniciativa privada. A própria Diamante está muito interessada. Provavelmente avançando nesse movimento ela vai buscar financiamento Junto, por exemplo, o BNDES. para poder iniciar a fabricação. E aí a gente vai ter que ter, deputado Qual? a cadeia produtiva que nós vamos encontrar, que vamos mobilizar o país para... para a construção de todas as peças. Mas existe. na questão de avançar um pouco mais nesse piloto E aí, promover reuniões com as empresas que têm esse perfil para atender o projeto. É um projeto perfeitamente... Tem um potencial muito grande de atrair o interesse de uma iniciativa privada como investimento para comercializar o produto. Perfeito. Boa noite, General.

0:002:18
07 de abr, 16:54
#9
Transcrição por IA

. Thank you. *clap*

0:000:04
07 de abr, 16:56
#10
Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN) Marco Aurélio Vieira
Marco Aurélio Vieira

Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN)

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Inicialmente, gostaria de dizer que foi muito elucidativa a sua apresentação... E muito estimulante também, ver que o Brasil... Está no caminho... para o desenvolvimento desse segmento. A minha pergunta é: É um protótipo. Consequentemente, teremos um protótipo com... todo o seu funcionamento acontecendo em 2033. Não... Obrigado. 2030. A partir do protótipo Ambicioso Então nós Podemos replicar o protótipo Em 3 anos, é isso? Podemos Essa era a pergunta que a gente ia fazer. Isso, podemos. Então, nós temos capacidade, basta que a cadeia produtiva se estabeleça, nós teríamos condições de em três em três anos entregar uma unidade.

0:000:53
07 de abr, 16:56
#11
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

Transcrição por IA

Isso, exatamente isso. Essa que é a proposta e que está... Nessa linha. Por favor.

0:000:07
07 de abr, 16:57
#12
Transcrição por IA

Obrigado. Agora de julho. Obrigado. Tá bom. Obrigado. Ai, eu acho que tem que ligar aqui. Peraí, vou lá, eu sou de aqui. Obrigado. Obrigada. Obrigado. Obrigado. Beleza. Agora, é isso. Nem vou tocar mais. Não, pode ir do programa.

0:000:24
07 de abr, 16:57
#13
Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria  Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill Ae Petrônio Augusto Siqueira
Ae Petrônio Augusto Siqueira

Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill

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forno per l'inquiamento, è un po' più lopi Io vorrei... Grazie a tutti. io entendo che è un progetto di desenvolvimento tecnologico che nasce Grazie. ma mia domanda sta un pochino a quella del general che è a partir de 2030, entre 2030 e 2033. è dove abbiamo un secondo vale della morte di un sviluppo tecnologico, che ci si va avere un prototipo e precisa... convencer Tutto il mondo. a producir è un prodotto o prodotto per questo ha di essere Comercialmente aceitabile. e per questo e lo so conhece molto bene La Agenza Internacional de Energia Atômica viene lavorando già alcuni anjo una iniciativa per harmonizzare la parte regolatória. Sperialmente con la sicurezza nucleare. e protezione fisica e sicuramente. Ma io volevo sapere se il seno si è un seno che è possibile in 2030 fino a 2033, a gente già ha una clarità una clarità, una clarificazione con relazione a salvaguarda. perché il Brasile è signatario del Tratato di Non Proliferazione e io queria saber sua opinione sobre questo, perché è una questione... che mi preoccupa, non solo nel progetto, ma in qualche... che il mondo sta a prendere, che è in relazione alla salvaguarda.

0:001:34
07 de abr, 16:58
#14
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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Claro, Aminete, importantíssimo. A gente já teve discussões na equipe, que está trabalhando no projeto, para a gente abordar esse tema. Nós temos aqui a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear... já tivemos alguma troca de informações E a ideia é porque esse é um projeto inovador. Então, a questão toda, por exemplo, de licenciamento, questões de segurança, como é que isso vai ser verificado? vai ter que ser quase uma parceria, no que for possível, com a NSN. Avançar um pouco e apresentar. Atendeu? Não atendeu? É isso. Alguma exigência. E salvaguardas, a mesma coisa. Ele vai estar sujeito a salvaguardas nucleares. em função do controle internacional. Isso a gente vai ter que também... apresentar e talvez aproveitar a INCN. Nós temos uma situação diferenciada no mundo, Brasil e Argentina têm uma agência para verificação. Eu acredito que em algum momento a gente vai envolver a BAC. nessa discussão para levar o tema para a área de salvaguardas da agência. É um processo que se expande. Sim. Vamos seguir nessa linha. A Autoridade Nacional... Sim, sem dúvida. Segurança, cedo e sequência. E agora? me pareceu

0:001:17
07 de abr, 16:59
#15
Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria  Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill Ae Petrônio Augusto Siqueira
Ae Petrônio Augusto Siqueira

Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill

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que esse projeto tem uma... possibilidade de virar produto e ser espalhado no território brasileiro. Tchau. 5.500 municípios. O senhor acha que é possível. A questão da salvaguarda, se este produto realmente virá... interesse comercial. da salvagada ser feita. pela Agência Internacional. em todos esses micro-reatores do Brasil. A agência internacional não vai dar conta.

0:000:31
07 de abr, 17:00
#16
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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Vai ter que ser feito um trabalho em conjunto com a INSN, com entidades nacionais. para poder fazer essa verificação. Ele tem uma vantagem que a identidade ele... Ele é hermético num container, está certo? Então, você tem que ver condições de segurança, de acesso nos municípios. Não, estou pensando em colocar no município de 2 mil habitantes no interior da Amazônia. Como é que você garante condições de segurança para que isso seja feito? Sistemas de anarme, de identificação, ter um sistema bem montado de deslocamento imediato, cada um haja qualquer alarme. ele tem a vantagem de ser, por gameplay, funcionar 10 anos se não der nenhum problema. E a gente está pensando em fazer funcionar sem dar nenhum problema. É um... mas... Uma tarefa boa. Uma tarefa boa. Mas essa que é a ideia. Mas certamente que é um desafio que vai ter que ser equacionado. Porque isso não pode ser deixado de lado. A questão de salvaguardas e a proteção...

0:000:56
07 de abr, 17:01
#17
Transcrição por IA

Obrigado. Almirante, por favor. Obrigado. Boa tarde a todos.

0:000:06
07 de abr, 17:02
#18
Participante Ney Zanella
Ney Zanella

Participante

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Saúdo aí a mesa e a iniciativa de a gente trazer aqui Um debate. um debate numa audiência pública sobre um smr um assunto que, como o senhor mesmo disse, é um assunto que, às vezes, falta direção. muita vontade, eu diria que a Marinha sabe o caminho dela, ela não perdeu o rumo, ela sabe a direção dela, que é o submarino. E tudo isso que está sendo falado depois, fora, é exatamente a falta de direção, porque nós temos institutos, capacitação, universidades e tal. Eu estou representando aqui, general, eu represento a outra parte... é o núcleo Brasil Energia, o setor nuclear do Grupo Diamante. Foi criado... junto com o microreator, a iniciativa desse grupo privado eles são ousados... eles têm apetite ao risco e eles acreditaram quando numa visita dessas do Ministério de Minas Energia, visitando as suas as suas geradoras e outros entes, eles foram lá em Santa Catarina, no complexo termoelétrico, Jorge Lacerda, a carvão. Aí o ministro Bento olhou aqui e falou, mas aqui é um lugar... espetacular para essa transição energética Vamos reduzir a emissão. desse carvão, sem extingui-lo, logicamente, porque ele está lá, né? E a gente consegue até crescer sem emitir mais. Se colocar o nuclear. É um crescimento econômico, num sítio espetacular, E... sem aumentar a emissão. E aí o grupo... endossou... Basicamente, o Bride, que é uma startup... oriundo da Marinha, do projeto da Marinha, Aí juntou com outro amigo também, oriundo da Marinha, que é o Hamilton, lá do Ceará... Não, você faz o hitpip, eu faço aqui o projeto... E a gente valida na que nem o projeto. Então, a iniciativa... de juntar o rumo que está faltando... foi muito bem arquitetado na que nem na época e depois na autoridade nuclear, porque estamos em evolução, né? E aí a autoridade também está participando. desde o início do projeto, aqui nem fazendo com seus institutos. a pesquisa, aí o senhor falou: e o privado? É esse o nosso dilema. Nós estamos procurando um supply chain que vai pegar da universidade, vai pegar lá da Unicamp, vai pegar de Santa Catarina, vai pegar daquele projeto Sirius, que está fazendo também a validação dos tubos, etc. a INB, que está fazendo combustível, E a gente está importando tudo... nesse primeiro protótipo. Então, na validação, a gente quer fazer isso para a ETI. Aí eu pergunto ao senhor... Não levando para uma resposta, mas para uma demanda. O que nos falta hoje é... marco legal. Do jeito que hoje está na nossa lei, eu acho que a gente vai ter que trabalhar muito. E essa iniciativa da Casa é fantástica, porque traz aqui o debate para entender, na hora que se entende exatamente o SMR como uma... uma unidade importantíssima para a segurança energética, o senhor falou tudo. Quem são os parceiros que nós estamos procurando, porque eu sou do setor privado agora, A Petrobras já está fazendo... falei hoje com o grupo... da Petrobras, que está dentro da UFRJ... fazendo não a pesquisa, mas a modelagem com o professor Aquilino, um amigo nosso aqui do setor. professor nuclear, a modelagem do SMR para a Petrobras. O que precisa a Petrobras se adequar para ter um SMR nas suas... refinarias e possivelmente nas FPSO, para poder aumentar a produção de petróleo sem aumentar a emissão. porque eles vão passar a consumir energia elétrica, da fonte nuclear que não emite. Com isso, eles crescem em produção de petróleo sem... É uma pegada fantástica. E outras, a Vale do Rio Doce, outras grandes minerais... Nós, privados, estamos correndo atrás para pegar o dinheiro. Mas precisamos... do marco legal, porque do jeito que hoje estamos... trabalhando muito, tem... projeto de lei que nós estamos sabendo, o senhor citou dois, foi semana passada, ouvimos ontem o deputado Arnaldo Jardim também falando do projeto... que é um insumo da cadeia, minerais críticos. Estamos todos trabalhando, mas agora a gente tem que... Precisa unificar isso no marco legal, né? Muito obrigado pela oportunidade. Eu acho que essa é a...

0:004:50
07 de abr, 17:02
#19
Transcrição por IA

uh, was the question and it was the same logic, idea of my initial discussion, When we talk about direction, it's a legal mark. The direction is necessary. - When we If You We can visualize it. This is a fantastic project, beautiful project. nice to be sold You can imagine? that, in addition to putting nuclear submarines here Man. in the central corridor, as we already mentioned several times, We put our mini Mini FMR there. the mock-up of her, with all the structure and all the projects, all the projects, so that you can convince them the entire sector, who will sign and vote legal So Tostines is too much because it's too much, so there's a... Novinho, the jargon, but it's the same thing. The more we put the mockup in front of the table, and show the project, and show to sell the idea, take photos and do what they have to do. the way we can get a to be able to be designed And then also comes the partnership between us, the Congress the It's a match. with the Minas and Energia we can design the legal marco as quickly as possible I have no doubt that this legal mark comes with the work of you It doesn't come from the head of my... my executive assistant. He comes exactly from specialists, from the Ministry, of all this group of people. The legal mark has been drawn to me half a dozen hands here. I think that it is a response to your question. I'll give you a little bit of a question here. I want to say that we are at the disposal to begin to treat it immediately. not that it is not being treated, but we started to make a strategy. the strategy of the mock-up. Why not? MOCAP Mocketsch. A maquete. Já com... with the projection, with digitalization, we mark the data, put here, and you launch the initial idea de puxar Marco and already with the drawing of the mark on the heads that are here. Yeah. So I'm going to give the order here to Denise, okay Denise? It You can contact the whole person We will already have a discussion on the IPGEM. I'm going to say We have in the front of the parliament, General Macorelli, President of the Institute, we will push to debate with you and our colleagues the design of the Marco. Or to conclude the design, if already there was a initial design, we will work it, conclude it. And we ask for Diamante to help make our mock-up here to go to the next. and will propose this exposure and we'll be able to run the road. So, who had asked? No, it was the senhor who asked. Sorry, I asked you before. Just a first debate. But look, I was in public audience that is blah, blah, blah until the end and almost nothing. I think that what he does is this. What? now now

0:003:48
07 de abr, 17:07
#20
Participante Abdel Hach
Abdel Hach

Participante

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Abdel Raj, da MBPAR. Tem algumas Algumas perguntas. Primeiro, parabenizo a iniciativa e o orgulho de ser uma tecnologia nossa, brasileira, e também ser debatida aqui dentro de uma Câmara, onde a legislação se faz. aonde eu quero chegar. Porque a velocidade da pesquisa, às vezes, ela é muito maior do que a velocidade da legislação. Então, a gente vai empacar nesse ponto, infelizmente. Então, se a gente tem essa iniciativa para 2033... estar tudo pronto. Eu acho que, deputado, nos tempos de correr na mesma velocidade. Que, infelizmente... Tomara que seja, porque infelizmente a gente vai ter essas velocidades não estão juntas. A segunda, seria interessante a gente procurar outras áreas dentro do nosso Brasil, que falam a mesma linguagem que a pesquisa que está caminhando. Com certeza temos outros núcleos que têm a mesma iniciativa, mas que se a gente juntar, a velocidade fica muito maior. A minha preocupação é, quando nós estamos caminhando em uma velocidade de 100 km por hora, Tem gente que está caminhando a 60, a 40 campos por hora. Mas se juntarmos todos eles, a velocidade vai ser acumulativa. E nós vamos chegar muito além. do que nós estamos esperando agora. Outra pergunta que eu queria se ver, como vai ser a questão de abordar esta energia dentro do sistema nacional? Se existe essa previsão também, se tem uma legislação específica, deputado, se você consegue interligar essa energia dentro do sistema. Ou vai ser mercado livre, como vai ser. Obrigado. Bom, vamos lá.

0:001:43
07 de abr, 17:11
#21
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

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Com relação à velocidade... Eu quero dizer o seguinte, a primeira reunião que eu tive para conversar sobre esse projeto, fui procurado pelo Bright, Quando ele me mostrou a ideia, eu falei assim, onde é que eu assino? porque estava claro para mim que esse Era um produto que eu queria que a Quinein participasse. Foi, foi, foi 21. Olha, vamos, vamos, estou junto. Então, tanto é que já envolvemos a Unicamp, a Universidade do Ceará... é a a a diamante com a porta o mcpi com o recurso do FNDCT, porque parte do recurso do FNDCT foi aprovado. no comitê gestor do fundo, e vai continuar tendo, vamos ter mais... aplicações. Então, a velocidade, eu acho que a gente já está numa velocidade boa. Ótimo encontrarmos outros parceiros. A Unicamp acompanhou a velocidade, a Universidade do Ceará também. E eu entendo que... na busca por outros parceiros Vai se dar mais adiante nas próximas etapas do projeto, como já estávamos falando de cadeia produtiva. Acho que isso vai acontecer dentro do ritmo esperado. A questão da legislação é importantíssima, verificar os entraves legais que nós temos hoje para possibilitar... colocar esse produto... Agora, com relação à inserção no grid... Aí... ele não vai ser um produto para fornecer para o grid. Na realidade, ele é complementar. A ideia, o Brasil tem uma situação diferenciada, ele tem um... uma rede, um sistema elétrico interligado Interliga. quase o país inteiro, E depende de... grandes fontes de geração de energia para poder distribuir. São as nossas hidrelétricas, são térmicas, agora são as eólicas, celulares. mas precisa também de um aporte de energia firme regulável, nós temos energias renováveis. Eu, do nuclear, digo que nós somos reguláveis. Já tive uma conversa com a ministra Marino, que eu falei, ministro, nós não somos renováveis, nós somos amigáveis. Nós queremos trabalhar juntos. E eu vejo o nuclear no Brasil como um complemento, mesmo os reatores de grande porte. Eu já escrevi, já falei, já participei de discussão, que eu vejo uma... Eu vejo uma... uma perspectiva para o Brasil, em função do nosso sistema, de 10, 12, 15 usinas de grande porte. que é o que o sistema precisa. Agora, nós precisamos ter essas gerações pontuais. Então, o município que montar lá o seu micro-reator, quando a gente chegar nessa situação, ele vai ficar um pouco independente da dependência da rede. mas ele vai ter uma segurança energética. Então, é uma questão de fazer a conta e juntar essas duas coisas. É complementar. Essa que é a ideia. Não vejo uma bateria de micro-reatores gerando energia para entregar na rede. Não vejo. Tá? Microreatores seriam geração pontual para consumo local. Tá? Bem, pessoal... eu vou pedir desculpa

0:003:06
07 de abr, 17:12
#22
Transcrição por IA

a quem quer perguntar ainda a Rodineli, vou... chamar outro debatedor e a gente continua a discussão depois, E mesmo que você esteja sentado ali, você vira alvo nas perguntas. Fica para aquilo que a gente acha já já. Porque senão a gente não vai poder ouvir o pessoal. Muito obrigado. chamar o marcelo gomes Coordenador de Segurança e Supervisão Independente da Eletronuclear, por favor. Obrigado. Esse debate parece que vai ser longo, hein? Está com cara de longo. Obrigado. Obrigado. Boa tarde

0:000:47
07 de abr, 17:15
#23
Coordenador de Segurança e Supervisão Independente - Eletronuclear Marcelo Gomes
Marcelo Gomes

Coordenador de Segurança e Supervisão Independente - Eletronuclear

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Gracias, entiendo. votado. para poder poder hablar mi microfono más cerca. Perfecto. la posición. Deputado General Pazuello, boa tarde. Buenas tardes a... y agradezco a todos los diputados y integrantes de la comisión. ¿Qué? Comprim también al almirante Petrónio. En nombre de quien cumprimento todos los oficios. presentes Y mi colega, amigo Rondinelli, en nombre de quien cumprimento todos los técnicos del sector nuclear. Y en nombre del Eletronuclear agradezco. la oportunidad de estar aquí y hablar un poco sobre el ASMR en la perspectiva de la empresa que opera las usinas nucleares en Brasil. Entonces, vamos Voy a hablar un poco de tecnología, siempre con nuestra audiencia de operador y hablar de perspectivas y del caso brasileño en particular. Entonces, yo traigo una presentación. Eh... Si pudieramos pasar. Yo tengo un pasador. Bueno, entonces, solo contextualizando, creo que sería necesario hablar en este slide, pero hoy aquí ya tuvimos la oportunidad de hablar sobre micro-reactores, este proyecto es interesante que el Rondinelli ha traído. En la siguiente potencia de 20 a 30 MW tenemos los SMR que son así... la vedette de momento, todo el mundo piensa en MSMR, pero Eh... Hay mucha gente en la fila para comprar, pero la partilera está vacía. No tenemos los proyectos que estamos esperando. Los primeros desarrollos. Los vetores de gran parte son los que estamos acostumados a ver el mundo. En términos de tecnologías englobando micro-reactores y SMLs, Este es un cuadro de la Agencia Internacional de Energía Atómica. Recuerden que el número de proyectos es muy grande. Argentina con Karen En breve podemos tener el proyecto de la Senem y Diamante. pero hay una cantidad impresionante de proyectos de las más diferentes tecnologías, agua pressurizada, molten salt, etc. es una frontera abierta, estamos viendo varias rotas tecnológicas que están se delineando Algunas serán vencedoras, otras van a seguir por el camino. A nosotros cabe a nosotros acompañar el desarrollo de esta industria y observar, porque estos proyectos están... en diferentes estágios de maduração. un slide de la Agencia Internacional de Energía Atómica de 2024, Eh... desde proyectos en estado privado, hasta que los proyectos ya están en línea de entrada y operación. Entonces vemos que están en varias fases de matura. Y, de nuevo, cabe a nosotros, brasileños, acompañar este proyecto. acompañar el desarrollo de esta industria y verificar, efectivamente, las rotas tecnológicas que van a se consolidar Lembrando que el uso de estos SMR no es apenas la generación de electricidad. Pero pueden estar acoplados a la generación de calor de la industria. y en función de la tecnología o del diseño, puede tener diferentes temperaturas de operación que pueden ser usadas desde la generación de energía eléctrica, hasta proyectos de uso directo del calor, como por ejemplo la generación de hidrógeno. el uso industrial. Y ahí empezamos a observar un interés muy grande de la industria internacional en estas tecnologías. Tenemos, por ejemplo, una parcería de Dow Chemical, que es una una gran productora de vidros de alta tecnología que está construyendo un reator nuclear en su planta en Estados Unidos. justamente acoplando... Ah, mira. y eso trae, entonces, el som se mejora, eso trae, entonces, un componente, dos complicadores, un almirante petróleo levantó la cuestión de salvaguardas, el control de este material nuclear para fines de no proliferação, porque ahora tendrá una cantidad muy grande de reatores. Y la segunda cuestión, se está traziendo para la tecnología nuclear un grupo de empresas cujo métier no es operación de usinas, son productores de vidro, productores de tecnología, son data centers, son siderúrgicos, Para ellos, energía eléctrica es un insumo, el calor es un insumo, pero no son operadores nucleares. Entonces, comenzamos a observar la oportunidad que el eléctronuclear enxerga de se colocar como un operador de energía nuclear en estas instalaciones. Gracias. de nuevo, solo un cuadro sobre los SMR, características, ya conversamos bastante por aquí, vamos a tener todavía bastante debate, creo que no vale mucho que nos damos sobre esto. Yo gustaría hablar sobre este cuadro aquí de la Agencia Internacional de Energía. No es la Agencia Internacional de Energía Atómica, es la Agencia Internacional de Energía, es un organismo neutro, que no tiene ningún viés pro o contra la energía atómica, energía nuclear, muy por lo contrario. Entonces, colocan que están viendo dentro del cuadro de Net Zero y de las intenciones declaradas por los países de descarbonización de sus matriz, una oportunidad muy grande. de crecimiento en las principales economías del mundo. Estamos hablando de gigawatt-hora a partir de 2030, ya entrando en operación. Ahora, yo llamo atención a la legenda del slide que dice inovação suporte del gobierno y nuevos modelos de negocios. Creo que son tres puntos que son fundamentales que comenzamos a hablar. Esto tangencia la cuestión de regulatario, marco regulatario, y todas las cuestiones de apoyo y de gubernamentales que son que son discutidas aquí en esta casa, deputado. pero creo que es lo que va a viabilizar esta evolución. también La Agencia Internacional de Energía. Eh... en términos de billones de dólares de investimiento y cantidad de reatores a ser producido. Voy a aprovechar que estamos hablando de Agencia Internacional de Energía, Deputado. Gracias por estar aquí. Vamos a lembrar que, en dos semanas, la Agencia Internacional de Energías pronunció de la siguiente forma: "Este conflito que estamos viendo en Irán puede deflagrar una crisis de petróleo mayor". que las crisis de la década de 1970. Recuerden que fue en la crisis de 1970 que la Francia construyó 50 usinas nucleares, los Estados Unidos construyeron 100, la Alemania construyó su programa nuclear, la Espanía. la necesidad aguda de seguridad energética de aquella época, se puede manifestarse a la manera de manifestarse quizá con una intensidad aún mayor en los próximos años. Y ahí podemos tener una aceleración de estas curvas de investimientos en estos sectores. Tenemos que estar prontos para eso. Por fin, la cuestión de los datos centers, que es una inovación. La inteligencia artificial viene surgiendo con una fuerza impresionante. Y yo trajo una foto de esta usina de Susquehanna. en el que fue construido un data center en la puerta de la usina. Y esta es la primera unidad. Hay otras unidades de este data center que están para entrar en construcción allí. Microsoft compró energía de Three Mile Island. Google está entrando también con contratos de compra de energía. Estas grandes empresas están en busca de una energía que sea associa a los valores de ellas. ¿Qué ellas necesitan? energía firme, barata y que sea alineada con los valores socioambientales. Y la arde nuclear surge en ese punto. Solo para hablar un poco del Brasil también, Es un cuadro de dezembro de 2025, con Daniel. de cómo la matriz está creciendo. No consigo apontar aquí, pero... tenemos tres gráficos en operación En construcción no iniciada, o sea, son licencias, autógrafos que son resucitadas y en construcción. El amarelo ahí abajo es solar fotovoltaico centralizado, no estamos hablando de MMGD, de esas pequeñas unidades que las personas colocan en el teto de casa. No, son grandes centros nucleares solares. Entonces, estamos viendo que tenemos aún un crecimiento muy grande de solar en el país. La eólica perdieron un poco de momento.

0:009:28
07 de abr, 17:16
#24
Transcrição por IA

da palestra Queria... passar a palavra para o senhor que pediu a palavra aquela hora. quiser agora fazer seu comentário. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado.

0:000:12
07 de abr, 17:30
#25
Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear Ailton Fernando Dias
Ailton Fernando Dias

Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

Transcrição por IA

Deputado, na verdade, eu queria só adiantar que alguns aspectos que foram levantados... inclusive pelo Almirante Petroni, em relação a salvaguardas. Isso a gente vai abordar na apresentação da NSN. Só para não deixar as perguntas em aberto, o próprio Marcelo também levantou alguns aspectos regulatórios. bem como o presidente da Kiney, Então, isso vai ser abordado na nossa apresentação. Por favor, não? Pois não, você queria fazer uma palavra?

0:000:28
07 de abr, 17:30
#26
Transcrição por IA

Dada palavra. Obrigado. O Marcelo Gomes me

0:000:04
07 de abr, 17:31
#27
Participante André
André

Participante

Transcrição por IA

Meu amigo da eletronuclear onde trabalhamos já esclareceu... os pontos que eu ia falar, porque eu achei que ele não fosse falar agora. Então ele tocou em todos os assuntos brilhantemente. Sem perguntas adicionais. Obrigado.

0:000:14
07 de abr, 17:31
#28
Transcrição por IA

Vamos chamar então o almirante Rabelo. Obrigado. Diretor-Geral do Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, por favor. Obrigado. Por favor. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Boa tarde a todos.

0:000:30
07 de abr, 17:31
#29
Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha - Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha Ae Alexandre Rabello de Faria
Ae Alexandre Rabello de Faria

Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha - Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha

Transcrição por IA

Boa tarde a todos. apresentar aqui uma Uma visão da Marinha para desenvolvimento... de reatores modulares... com base no projeto da Força. O projeto da força é... É o primeiro... projeto de um reator de potência, deputado. né? e todos os países que se fizeram, se lançaram na aventura nuclear começaram dessa forma. né? Então... Queria conversar sobre o programa nuclear da Marinha e os SMR no Brasil. Quando a gente fala de energia, é sobre isso que nós estamos falando. Esse é um artigo recente, do ano passado, da presidente da Petrobras. falando do nosso desafio de energia. O Brasil é um dos... das maiores economias do mundo, mas quando a gente transforma isso em consumo de energia per capita, Nós não somos ricos. E o nosso déficit segundo a presidenta da Petrobras, é da ordem de 50%. Ou seja, teríamos que aumentar em 50% nossa produção de energia para chegar a um patamar dos países que são as grandes economias mundiais. Então, a gente está falando de desenvolvimento econômico e social. E o Brasil tem a aventura de poder dispor de todas as formas de produção de energia. até a geotérmica. Aqui a gente vai dar um enfoque. na energia nuclear, Né? Porque o mundo, isso já foi dito, está caminhando para... para novas usinas nucleares, Mas grande parte desses investimentos... estão ocorrendo na Ásia. Quem identificou a necessidade de energia para o futuro, está correndo na frente. Quem não identificou a necessidade para um mundo mais demandante de energia no futuro, ficará ou já ficou para trás. Só estava falando de políticas e olhar o futuro... O Brasil também tem aventura. de dominar toda a cadeia do combustível nuclear, o ciclo do combustível nuclear, inclusive com jazidas importantes, do minério. que tem que ser tratado como terra rara, deputado. Porque, com a quantidade de investimento no mundo, em torno da energia nuclear, todos vão querer urânio. né? E no futuro, Tória. Hoje a Índia parece que anunciou da criticalização do seu reatoratório. E a Marinha tem o seu desenvolvimento. Nós já estamos há quase 50 anos. investindo tanto no domínio do ciclo do combustível nuclear, quanto na produção do nosso reator de propulsão nuclear. Obrigado. Em 2008, nós assinamos... um contrato com a França, para aprendermos a projetar submarinos, e vamos juntar esses dois projetos. para, a partir do ano que vem, começarmos a construção do nosso submarino nuclear. especificamente do nosso Laboratório de Geração Nucleo Elétrico, o Lab de Higiene. Ele... está sendo instalado em Aramar, E essa é a aventura, ou a aventura de Aramá, deputado? E fica já aqui registrado o nosso convite à comissão para nos visitar em Aramá? porque a partir do meio do ano a gente começa a montar o nosso reator em Aramã. E esse é o nosso laboratório. com as cores muito parecidas, se não iguais, das usinas de Angra. né Obrigado. E ele tende a ser, no nosso modo de ver, a referência... científica e tecnológica para desenvolvimento dos SMR nacionais. E aí Então, um projeto de defesa que é dual... em sua essência. Né? E um ponto que a Marinha tem discutido com muita veemência, é que todo esse desenvolvimento tem sido costeado exclusivamente... com recursos da defesa. A Marinha não faz isso sozinha para chegar onde nós chegamos, o setor de ciência e tecnologia nuclear com os institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear, do órgão regulador, inicialmente na CNEM, hoje na Autoridade Nacional, nos juntamos para conseguir chegar onde chegamos. Mas os recursos sempre custeados pela defesa, e no caso pela marinha. para entregarmos uma solução energética para o país. Esse modelo de financiamento, deputado, é uma coisa que preocupa a Marinha. Porque existem muitas necessidades da defesa e essa é uma delas. Talvez a mais importante. Né? E com combustível a gente tem autossuficiência para continuar esse negócio. Por muito tempo. né? Se não me engano, Santa Quitéria nos projeta em 50 anos, com Angra 1, 2 e 3. Talvez quatro. né? Obrigado. Então, nós temos... Um ponto importante que nós não podemos esquecer. que é a prontificação do nosso reator. De potência. em Aramar, E é uma infraestrutura que poucos países possuem no mundo. Se nós desenvolvermos o micro-reator... ou SMR, essa instalação em Aramar Em Aramás, nós temos o Labgene e o reator multipropósito. São... investimentos ou iniciativas que são vizinhas. Então, aquele sítio é o sítio para desenvolver as iniciativas e os testes com esses reatores. E nós podemos usar toda essa tecnologia. E se nós usássemos hoje o que nós temos, estamos falando aí de um reator de 5 a 150 megawatts, é o interesse da Marinha esse nível de potência. Tá? usando o que a gente conhece ou seja, enriquecimento isotópico até 5%. Mas podendo evoluir... até o nível de raleu, né? Nós podemos modular um negócio usando o legado do programa nuclear da Marinha, ou seja, aquilo que nós sabemos, conhecemos e dominamos. Sempre o custo do primeiro de série, é um custo maior, mas o enésimo da série É consolidado. E é muito competitivo com o nível de custo que a gente tem hoje para as outras formas de energia. né E essa energia, usando de forma estratégica, porque a gente está falando aqui de uma tecnologia muito estratégica, Pode ser estrategicamente destinado. aquilo que é estrategicamente importante para o país. como disse o doutor Rondinelli, é complementar as outras fontes. Mas complementar de uma maneira muito estratégica. Tá? Por exemplo... data centers, óleo e gás, mineração, produção de hidrogênio, Sistemas isolados E por aí vai. Mas isso tem que ser feito de uma forma estruturada. Né? com regulação, e com o desenvolvimento de cadeia de suprimentos. Hoje, quando a gente fala em Quando a gente fala de energia nuclear, a gente vai aos supridores nucleares que são internacionais. Então, a gente tem a capacidade e o conhecimento de desenvolver cadeia de alto valor agregado aqui no país. Então, essa, por exemplo, é um exercício que a Marinha fez com a Amazú. E nós trouxemos... Para cá, o cenário mais otimista. em termos de prazo. Aí vão me perguntar, qual é o pessimista? O pessimista... é não fazer. Ou seja, todo esse legado de conquistas... Nós não fazermos. Tá? Então, tem uma série de passos para nós chegarmos, por exemplo, em 2045, com o nosso reator pronto e exportável. Né? baseado em conquistas e em fatos que nós estamos conquistando, uma tecnologia que nós estamos provando ser possível a partir do nosso retor para embarcar nos submarinos. Sim. Obrigado. Eu concluo dizendo e reafirmando que o LabGenio é um marco estratégico para o país. muito importante. questiono muito questiono muito o financiamento desse projeto que é estratégico para isso exclusivamente pelo setor de defesa. Eu acho que nós temos que pensar isso de forma... com investimento de Estado, com projetos estruturantes, E nós podemos nos reunir Por exemplo, juntando eletronuclear, juntando, aqui nem seus institutos, eventualmente a iniciativa privada. em algum momento desse projeto. para começarmos a tocar isso, porque nós temos... uma base muito sólida de conhecimento, um processo de regulação que construímos juntos com a que nem hoje com a autoridade, Né? Para licenciar tudo isso, nós não estamos falando apenas de licenciamento de sítio, A gente está falando de licenciamento de tecnologias que desenvolvemos, E a criação que ele é. né? Então, me parece que esse seja um caminho natural. para o desenvolvimento de SMRs nacionais. Do contrário, deputado, é que nós conversávamos, né? A gente vai pegar o nosso dinheiro, E jogar todo ele para o exterior. E é muito dinheiro. sem trazer para o Brasil, todo esse desenvolvimento científico e tecnológico. Então, o Labigene é, sim, um marco importante, eu acho que é um ponto de inflexão na história nuclear do país. Era essa mensagem que a Marinha queria deixar com os senhores. E essa provocação com relação ao futuro energético do país.

0:0011:11
07 de abr, 17:31
#30
Transcrição por IA

Antes de mais nada, queria que você ficasse aqui que eu tenha minhas perguntas também, a gente vai debater. Júlio, eu peço permissão para deixar o pessoal fazer as perguntas ao almirante, antes de passar a palavra. Só para não quebrar a lógica. Senão fica longo. E eu começo perguntando. É... Fica claro para mim, cadê o Roginelli? Fica claro para mim, que... Um projeto que veio lá de 1921... Está caminhando, é um cluster. Mas eu não vi naquele cluster a marinha. Eu não vim naquele clã de Estrada Marinha. E eu não tenho como não perguntar, porque é uma pergunta... Estamos aqui para debater. Se a Marinha tem todo esse processo... de desenvolvimento do reator nuclear para propulsão do submarino. tem a estrutura de Aramar. Desenvolve o enriquecimento de urânio. etc, etc, etc. Recebeu 30 bilhões, não a Marinha, a Base Industrial de Defesa. recebeu 30 bilhões de reais 30 bi. para os projetos estratégicos de defesa E eu pergunto. está se pensando em fazer uma Obrigado. uma integração desse trabalho. num projeto Amplo. e que possa estar incluso na defesa... Porque... A segurança energética... na minha visão passa a ser um item de estratégia de segurança nacional. nós não podemos mais olhar apenas para acender uma luz e fazer café. a energia É alvo de guerra O mundo hoje vive guerra Pela energia, pelo petróleo, pelo gás... pelo domínio distrito de Ormutz, pela Venezuela, pelos 300 bilhões de de barris reconhecido na Venezuela e por aí vai. Quando a gente vê... Bem, eu não vou aprofundar. Estou só colocando a você uma pergunta direta e queria aproveitar o almirante aqui para entender como isso está acontecendo. já interligado ou não, e o que precisa ser feito. para que isso tenha o mais rápido possível um trabalho em conjunto para que a gente possa aproveitar Também... a capacidade dos recursos que foram colocados... no final do ano passado. para a base industrial de defesa brasileira de 30 bilhões de reais eu fui o relator do projeto É por isso que eu estou cobrando. Lope e o outro. aos dois Obrigado.

0:002:44
07 de abr, 17:43
#31
Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha - Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha Ae Alexandre Rabello de Faria
Ae Alexandre Rabello de Faria

Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha - Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha

Transcrição por IA

tranquilizar o presidente da CNEM, porque a Marinha participa do projeto do micro-reator. Ótimo. não só com alguns de seus integrantes hoje. labutando na iniciativa privada, comandante Bright, comandante Hamilton, mais outros. Nós disponibilizamos todos os nossos laboratórios tanto em São Paulo quanto em Aramá. E há coisas muito especiais, sem querer falar muito sobre o tema, que só podem ser feitas lá, Né? para construir esse micro-reator. E... Acho que o programa nuclear da Marinha, deputado, ele é modelar para o Brasil porque ele... Hoje, e sempre foi, uma soma de competências. Nós desenvolvemos o programa, nós somos 30% militares nesse programa, 70% civis. E deu certo por causa disso. com os institutos, mas com Pouca participação da indústria nacional. Mas tivemos algumas boas vitórias, por exemplo... nós conseguimos desenvolver e receber todos os sistemas de monitoramento. Vigilância. Segurança... São quatro sistemas que operam, redundâncias, É quádrupla para esse tipo de sistema, desenvolvido por brasileiros. E no ano passado recebemos uma certificação internacional de que esse sistema de segurança, vigilância, monitoramento e operação Ele é superior a qualquer usina nuclear em operação no mundo. E ele foi copiado. para ser um modelo de referência para... desenvolvimento. Então, alguns países já estão recebendo essa tecnologia. que foi desenvolvida por nós. né? empresa brasileira junto com a Marinha. Então, é possível, é muito possível. E essa integração precisa acontecer não só dos entes do Estado, O Estado, como indutor disso, O investimento é grande. Né? Mas o mundo está caminhando para esse tipo de energia e o privado está muito interessado. E aqui a Diamante, por exemplo, está representada, a Petrobras tem falado com isso, É preciso entender que as empresas privadas o tempo da pesquisa, às vezes não atende a eles. Daí a importância do Estado. O Estado compra esse tempo. Empresa privada nem sempre. ele vai ao mercado e compra o pronto. E aí o projeto Desenvolvimento Nacional nem sempre é prioridade do privado. Nós participamos do micro-reator. desde o começo Tiramos 10 juntos, e essa integração ela é a chave do sucesso para o futuro. Nós estamos no momento, eu tenho falado isso com o doutor Andinelli, de pensar na governança, e acho que o deputado Júlio Lopes... reitero isso, na governança do setor nuclear. para construir o futuro. A partir dessa experiência exitosa, que é o programa nuclear da Marinha. no futuro o RMB e projetar o futuro, sem estruturar o setor nuclear, Nós corremos o risco de perder muito do que nós conquistamos. Obrigado. E tem mais deputado, porque... Estamos falando de combustível

0:003:30
07 de abr, 17:45
#32
Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); Francisco Rondinelli Junior
Francisco Rondinelli Junior

Presidente - Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

Transcrição por IA

Enriquecido. a quase 20%. Quem faz isso no Brasil? Amarinha. os combustíveis do RMB, eles são, que nem a indústria nuclear do Brasil e a marinha, desenvolveram uma cadeia produtiva voltada para o atendimento desse combustível. O urânio é enriquecido a 4% na INB, É enviado para a Marinha, lá para Aramar, onde ele é enriquecido a 19,75%. E daí vai para o centro de combustível do Ipen, onde é fabricado o elemento combustível. e o combustível do micro-gatom vai seguir vai ser beneficiada mesmo a cadeia produtiva. desde o início a gente tem a participação, contamos com a participação da Marinha. neste projeto, é importantíssimo. Não. fazer essa observação. Com a palavra, deputado Júlio Lopes.

0:000:53
07 de abr, 17:49
#33
Transcrição por IA

Pazuello, querido, eu só queria...

0:000:03
07 de abr, 17:50
#34
Deputado Julio Lopes
Julio Lopes

Deputado

Transcrição por IA

Cumprimentá-lo e cumprimentar todos os presentes, dizendo que para mim é uma honra ter você presidindo uma sessão tão importante para discutir um tema tão relevante para a ciência e tecnologia do Brasil. Acho que a gente tem empresas e pessoas, instituições que estão de parabéns e o Almirante Cabello representa isso. representa a ponta da tecnologia que o Brasil está avançando. Eu ontem tive o prazer, Pazuelo, de almoçar com a diretoria da Eneva, a respeito do leilão, que está se discutindo tanto o leilão de capacidade, e eu falava com eles da possibilidade e da necessidade deles também entrarem nesse setor dos microreatores de petróleo, porque eu acho que é muito importante, é muito convidativo, e a gente precisa de outras empresas trabalhando nesse setor, sobretudo eles que exploram aquela área central da Amazônia. São eles os detentores dos locais mais longínquos de energização do país, de energia. Então, acho, Pazuello, que aqui você cumpriu um papel importante hoje, e cumprimentar o nosso Danela, todos aqui, dizer que de fato, a gente precisa fazer um marco legal para não estar com o processo descasado do desenvolvimento tecnológico do Brasil. Então, a sua sugestão, a Marina já me falou, da gente fazer uma exposição em conjunto aqui, com o IPGEM, com todos nós, para agilizar e acelerar esse marco ilegal, dos microreatores brasileiros. Eu acho que é uma ideia extraordinária. Te parabenizo e te agradeço mais uma vez. Obrigado, Júlio. Obrigado. Obrigado.

0:001:38
07 de abr, 17:50
#35
Transcrição por IA

Passa, nossos debatedores, por favor. O senhor Carlos Alexandre Príncipe Pires, coordenador de projetos da Secretaria Nacional de Mudança do Clima. do Ministério de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. De clima, por favor. Olá! Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Bom, ainda bem.

0:000:44
07 de abr, 17:51
#36
Coordenador de Projeto da Secretaria Nacional de Mudança do Clima - Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima Carlos Alexandre Pires
Carlos Alexandre Pires

Coordenador de Projeto da Secretaria Nacional de Mudança do Clima - Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima

Transcrição por IA

Boa tarde a todos. Estamos quase às 18 horas. Meu nome é Carlos Príncipe, eu sou coordenador de projetos do Ministério do Meio Ambiente, na Secretaria Nacional de Mudança do Clima. Também sou gestor governamental, trabalhei durante muitos anos no Ministério de Minas e Energia. inclusive sob a administração do almirante Bento Albuquerque. É... Na ocasião, eu Eu chefiava o departamento de desenvolvimento energético, que lidava com eficiência energética, com energias renováveis. E hoje eu me encontro, então, na Secretaria de Mudança do Clima, falando e estudando... a esse fenômeno, que é um fenômeno da nossa geração, de lutar contra as mudanças climáticas. A minha tarefa hoje não é tão trivial assim, porque, a bem da verdade, esse tema de... pequenos reatores modulares, ele ainda não está permeado dentro do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, tampouco na minha secretaria onde eu trabalho, mas eu me permito aqui fazer algumas reflexões que eu acho que podem enriquecer esse debate. A primeira delas, assim, eu trago um conceito Já... bastante antigo, mas que é pouco falado. Talvez o nosso professor já tenha ouvido falar e já tenha conhecimento, mas há algum tempo criou-se uma escala chamada escala Kardashev. Essa escala se propôs a tentar compreender como a humanidade... ou como humanidades ao longo do universo poderiam se comportar, e como elas poderiam ser classificadas em termos de inteligência e de avanço científico, tecnológico, foi durante a época em que se buscava se nós éramos os únicos do universo. Por que nós estaríamos sós dentro de um universo tão grande? E essa escala de Kardashev, curiosamente, ela classifica as sociedades ou as humanidades de acordo com o uso da energia. E ela coloca... como civilização do tipo 1, aquela civilização que conseguiria utilizar de maneira completa ou na sua completude a energia proporcionada pelo próprio planeta em que ela habita. E uma civilização do tipo 2 faria isso, e também utilizaria a energia da sua estrela mais próxima, no caso nosso Sol. e a civilização do tipo 3, usaria da galáxia e por aí em diante. Se não me engano, na escala, ela termina em 5 ou ela até é aberta hoje em dia. Mas, enfim, tudo isso para dizer que hoje a nossa humanidade se encontra... alguma coisa perto de 0,7. Significa que nós já utilizamos bastante a energia do nosso planeta, muito pouco ou quase nada a energia que provém do Sol. Enfim, estamos ainda com um longo caminho pela frente. para que possamos ser enquadrados numa civilização do tipo 1. Agora, por que essa classificação? Essa classificação é basicamente no sentido de a gente fazer uma correlação entre energia e desenvolvimento. E quando a gente observa as palestras que foram feitas, foram feitas antes de mim, a gente percebe claramente essa correlação também como projeto de país. Um país que tem autonomia energética ou que tem um patrimônio... como o nosso, de uma diversificação energética, é um país que está numa posição superior... a média mundial. Isso porque, a gente sabe muito bem, já foi enfatizado pelo deputado, que energia sempre foi, na história da humanidade, um motivo de guerra, um motivo de desavenças, um motivo de conquistas, uma civilização que não tem acesso à energia. por essa correlação de Kardashev, ela não teria como se desenvolver. Isso é muito claro da gente perceber porque a energia tem a sua função exatamente na capacidade de realizar trabalho, de transformar alguma coisa em algo útil para a gente. Se nós comemos é porque essa energia dos alimentos é transformada em energia química e nos permite andar, correr, pensar, fazer tudo o que a gente faz. né? Então, energia é, e sempre foi e sempre vai ser, um elemento central na história da humanidade que a gente precisa trabalhar para que, tenhamos acesso universal, qualitário, e que possamos transformá-la, de alguma forma, em desenvolvimento. E aí, o que isso correlaciona com o meio ambiente? Correlaciona, e mais especificamente na secretaria onde eu atuo, que... É exatamente a nossa geração, a geração que enfrenta talvez o maior desafio de toda a história, que é da própria... da própria resistência, da própria permanência da civilização, em nosso planeta, porque enfrentamos um problema cuja solução ainda não é perceptível. Por quê? Porque as mudanças climáticas, longe de ser um problema... básico de aquecimento global, ela traz consequências ainda não percebíveis ou não conhecidos na sua plenitude. Por quê? Porque ela, literalmente, avacalha o sistema climatológico mundial, de tal maneira que eventos raros, ou antes raros, passam a ser mais frequentes e eventos extremos passam a ser mais corriqueiros. E esses eventos extremos, por uma deficiência de conhecimento nosso ainda, fazem com que as consequências sejam exacerbadas. A gente tem enfrentado mais recentemente enchentes no sul, seca, seca no norte, coisa que era impensável até algum tempo atrás. E isso é apenas a pontinha da pontinha do iceberg, o que a gente pode perceber de resultados mais imediatos. Quando... ou se a gente chegar a um ponto onde a mudança do clima vai se tornar... realmente uma... uma... um risco à sociedade ou um risco à humanidade se nós não tivermos uma solução de médio prazo, isso significará que todas as soluções possíveis e palpáveis e que estão à mão vão se tornar cada vez mais caras, né? E por conta disso e por consequência, é que eu acredito que a energia nuclear tem seu papel importante, sim. Ela tem um papel, primeiro, na própria diversificação e na capacidade que ela dá de ser mais uma solução à mão para qualquer... qualquer problema relacionado à oferta de energia, mas acima de tudo, porque quando nós tratamos de políticas públicas, a gente sabe que não há um... um elemento de uma política que não tenha rebatimento sobre outras políticas. E no caso da energia nuclear, é claramente também um projeto de soberania, um projeto de ciência e tecnologia, ela tem rebatimentos importantes que não somente o do uso energético. os valores, os custos iniciais de capex, capex principalmente, dos grandes projetos de energia nuclear, tanto os que já foram executados quanto os que ainda estão por vir, eles comparativamente a outras soluções energéticas, ele é muito mais caro. Eólica e solar hoje tem preços bastante competitivos, embora, já foi salientado aqui, oferta de energia por conta da intermitência. Mas... Da mesma forma, existem alternativas como bancos de baterias e tecnologias de armazenamento, que já estão também bastante consolidadas e com custos bastante competitivos. E quando não estão competitivos, estão caindo... vertiginosamente, fazendo com que essas soluções também estejam no radar como alternativas a intermitência das renováveis. Então, dito isso, a minha percepção e minha reflexão é de que não devemos abrir mão, óbvio, de uma tecnologia que tem rebatimentos importantes sobre outras políticas que não simplesmente é energética. A despeito disso, não podemos também abrir mão das questões relacionadas à... a as questões ambientais, Só um instantinho que tem... É que vocês não percebem, mas eu sou deficiente auditivo. Então, meu aparelho auditivo, tudo que toca no meu celular vai direto para o meu aparelho. Eu fico escutando, tocando aqui. Aí complica. Mas, enfim, tem as questões ambientais, a gente não pode abrir mão. E, pelo que eu pude perceber, principalmente na explicação do professor, os problemas pequenos reatores modulares, eles têm esse grande diferencial, que o impacto ambiental deles é bastante restrito. Talvez, eu estava imaginando ali sentado, talvez a gente possa considerá-lo guardado às dívidas proporções, do mesmo impacto ambiental que tem uma máquina de raio-x dentro de um hospital. e nem por isso isso deixa de ser utilizado por conta da segurança que nós já temos. Um grande desafio imagino, seja de quebrar esse preconceito que talvez haja ainda em grande parte da população, razões óbvias, uma guerra fria que a minha geração enfrentou, um acidente, um infeliz acidente de Goiânia, então existe todo um inconsciente coletivo que ainda se materializa sob a forma de um preconceito com relação à energia nuclear. Mas, de todo modo, ninguém vai a um hospital hoje pensando nisso quando vai tirar um raio-x. Ou pelo menos eu não fico preocupado quando vou tirar um raio-x. Então, a gente precisa ter esse tipo de debate, desse tipo de audiência e de troca de informações justamente para... trazer à população em geral informação necessária para tomada de decisão. E eu acho que, do ponto de vista do Ministério do Meio Ambiente, e mais especificamente da Secretaria de Mudança do Clima, eu considero sim a alternativa de quanto mais diversificada a nossa matriz energética e quanto mais soluções nós tivermos a mão para enfrentar o problema que é ultra perverso, que é o da mudança do clima, ou da abdicação, não digo abdicação, mas a diminuição da nossa dependência do combustível fóssil, que é um elemento que está sendo Não. debatido, eu começo o debate agora, o próprio despacho presidencial de 8 de dezembro do ano passado, que deu pontapé inicial a essa discussão no âmbito nacional, mas é uma discussão que está ocorrendo em âmbito internacional, foi uma das consequências da COP29, se eu não me engano, foi debatido agora na COP de Belém e possivelmente vai ser assunto nas próximas COPs, porque a redução da dependência de combustíveis fósseis, esse componente de fazer frente ao desafio gigantesco da humanidade com relação às mudanças do clima, mas também tem de evitar consequências desagradáveis como as próprias guerras que estão acontecendo hoje em nome dos combustíveis fósseis. Então quanto menos dependente uma nação é de um combustível que tem causa tantas guerras, mais pacífica e mais propensa a desenvolver suas tecnologias de forma e uso pacífico do que se envolver em conflitos que podem ter uma escala maior do que simplesmente o Estreito de Hormuz. Então essas são as minhas considerações e minhas reflexões. Eu fico à disposição para quaisquer questionamentos.

0:0013:54
07 de abr, 17:52
#37
Transcrição por IA

Muito obrigado. Por favor. Mais um... Obrigado, Rodrigo.

0:000:06
07 de abr, 18:06
#38
Participante Ney Zanella
Ney Zanella

Participante

Transcrição por IA

Deputado, mais uma vez, fico muito satisfeito, muito contente em ouvir nesse debate. de ASMR e O nosso Ministério de Meio Ambiente, porque eu estive na COP30, representando o Nuclear for Climate, N4C a WNA, a WNE, a Agência Internacional de Energia, a Agência Internacional de Energia Atômica. Todos estávamos lá defendendo a... a... A fatia que nos cabe dentro dessa redução de emissão. não estamos defendendo a energia nuclear, estamos dizendo o uso o setor nuclear para contribuir com a redução das emissões. E a gente tem falado aqui, realmente... É um... É uma serenata para o meu ouvido ouvir essa participação do meio ambiente, porque eu estive com eles lá, eles aceitam notadamente. Quando a gente fala em energia nuclear, o pessoal todo pensa logo... Goiânia, Fukushima, Chernobyl, Three Mile Island. Isso mudou, isso já é coisa quase que do passado. Comparar uma televisão da década de 70 como a de agora é mais ou menos isso. Mas, quando a gente fala em energia nuclear, é... Um todo. A Marinha desenvolveu o ciclo do combustível, E a parte da mineração e o ciclo de combustível... É fundamental, porque ninguém... pode utilizar energia se não tiver o combustível. E o Brasil? É dono da quinta ou sexta reserva do mundo. Nem o petróleo nosso é a quinta reserva do mundo. Então, não preciso comparar mais o que nós temos de riqueza enterrado. Cabe a nós, como o senhor disse, o rumo das coisas, a direção das coisas, está na mão do nosso governo. trabalhando no serviço público 45 anos, sei exatamente, o grande dele dedicado ao setor nuclear, e a parte hoje da mineração... Ela, hoje, ela é um, digamos... é um ato que está dentro do Executivo, porque a... A mineração, de um modo geral, são os estados que dão as autoridades, as licenças. Mas como está na Constituição... um aspecto legal cabe ao Ministério do Meio Ambiente. E a gente tem visto grandes dificuldades dos setores. do governo empresas públicas do governo em obter licenças do IBAMA... do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente, apesar das reuniões, não vale a pena citar, mas é... E agora, com a entrada do setor privado em parceria, em lei aprovada, aqui nessa própria casa, permitindo a parceria com o governo, mesmo assim a gente tem sentido... muita restrição muita dificuldade. Eu pergunto ao senhor, como um defensor do clima com redução de emissão, o que a gente pode fazer para ajudar o senhor? nessa nessa jornada, nesse desafio. Almirante Sanella, obrigado pela pergunta.

0:003:22
07 de abr, 18:06
#39
Coordenador de Projeto da Secretaria Nacional de Mudança do Clima - Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima Carlos Alexandre Pires
Carlos Alexandre Pires

Coordenador de Projeto da Secretaria Nacional de Mudança do Clima - Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima

Transcrição por IA

Eu estou há três anos no Ministério do Meio Ambiente, é um mundo novo para mim. Como eu mencionei, eu fiquei quase 15 anos em Minas Energia e eu vi o outro lado. O outro lado da esplanada, literalmente. O que eu posso lhe dizer é o seguinte: Existe uma máxima dentro da engenharia, sou engenheiro, sou formado pela UFRJ no Rio de Janeiro, que diz que a gente nunca resolve um problema sem... causar outro. Isso é a máxima da engenharia. Então significa dizer que Efeitos colaterais de qualquer projeto existem e sempre vão existir. No caso dos problemas ambientais, e para isso acho que... serve o Ministério do Meio Ambiente para trazer luz a questões que, assim, se não houvesse, vamos imaginar um mundo hipotético em que não houvesse o Ministério do Meio Ambiente. E aí, as questões que envolvem o bem público, comum, né? poluição, poluição do ar, poluição dos rios, poluição em geral, fossem negligenciados. Em algum momento ia dar problema. Não é à toa. Eu vi ontem uma reportagem, achei interessantíssimo, de um... um ponto que ocorreu no final do século XIX nos Estados Unidos, em que por uma questão agrária eles decidiram não sei exatamente qual foi a região dos Estados Unidos, eles decidiram extinguir, matar todos os lobos daquela região. Assim, O conhecimento daquela época era um que permitia àqueles que tomaram a decisão, tomar uma decisão que hoje a gente sabe que é absurdamente equivocada. E dentro do nosso conhecimento, do que a gente tem hoje sobre conhecimento, dentro do que nós já acumulamos, o Ministério tem esse dever de fazer cumprir o que está na legislação em termos ambientais, com vistas à preservação, por exemplo, do nosso patrimônio genético, patrimônio da nossa biodiversidade. Existem diversas consequências importantes boas, benéficas, para se trabalhar uma política que visa preservar o meio ambiente. Isso é inegável. Agora, as dificuldades que existem e sempre vão existir, como eu mencionei, são de caráter de conhecimento. se nós tivermos o conhecimento se os americanos tivessem o conhecimento no final do século XIX da consequência de você extinguir uma espécie é porque eles só vinham o benefício daquilo, que é preservar o gado que dali não era morto por conta de ataques de lobos, se eles tivessem aquele conhecimento, eles não teriam tomado aquela decisão. Então, hoje, o conhecimento é tudo. Conhecimento é tudo. Então quanto menos nós, quanto mais nós diminuirmos essa lacuna de conhecimento, esse déficit de conhecimento acerca de qualquer assunto, melhor será a decisão a ser tomada. eu congratulo esse tipo de debate, porque ele traz realmente, e ao final, ao fim e ao cabo, conhecimento para o debate. quando houver algum tipo de... dificuldade de licenciamento ambiental, a minha sugestão é ampliemos o conhecimento, ampliemos o nível de informação para que as decisões sejam tomadas da melhor forma possível. Muito boa, muito boa.

0:003:48
07 de abr, 18:10
#40
Transcrição por IA

Essa resposta e... Queria dizer para o Carlos que muito... contribuiu muito aqui no nosso debate e eu Vou usar a tua ideia. Quando a gente sugere fazer o mock-up, Exatamente isso. é difundir conhecimento Porque a gente tem que mostrar para as pessoas, isso aí vai... radiando. Se a gente não criar essa base de conhecimento... para que se possa tomar decisões no futuro, Todas as decisões vão ficando cada vez mais difíceis de ser... tomadas de ser conseguidas. licenças recursos garantias E por aí vai. Eu acho que Volto a colocar... bate exatamente com o que o Carlos falou aqui. Eu acho que a gente precisa... divulgar mais fazer mais atores para dentro do processo prolongar o debate. E esse prolongamento do debate está diretamente também ligado ao que o Júlio falou aqui, Fundo Geral Marco Aurélio vamos trabalhando no marco Por que não, criando esse marco também... já com as posições do Ministério do Meio Ambiente, com o olhar correto, para fazer o marco alinhado. Se fizer o marco alinhado, vai facilitar o processo... de licenciamento no futuro. se fizer o marco desalinhado Vai chegar na hora do licenciamento, ah, o MMA não faz, porque o IBAMA, porque não sei o quê. Por que não discutiu antes? Por que não alinhou? antecipadamente não ouviu todo mundo e não Tirou as dúvidas e foi colocando da maneira correta. A construção sempre é o melhor caminho. Obrigado, Carlos. Muito obrigado pelas suas palavras. Se chamou agora... o nosso Combinante Petróleo Por favor. Muito obrigado. Obrigado. Muito obrigado. Muito rico o debate. Obrigado. Bom, boa noite às senhoras e senhores, mais uma vez.

0:002:13
07 de abr, 18:13
#41
Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria  Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill Ae Petrônio Augusto Siqueira
Ae Petrônio Augusto Siqueira

Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill - Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha do Brasill

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Eu gostaria inicialmente de agradecer O convite, general... para que a Secretaria Naval de Segurança Nuclear comparecesse essa audiência pública e mostrasse o que se faz e mostrar sua visão com relação ao desenvolvimento dos SMRs. Bom, eu vou... Eu não sei se já tem a... apresentação Obrigado. Bom, a secretaria é muito pouco conhecida, E para a gente, para mim, pessoalmente, eu estou há dois anos, a maior coisa que eu faço na vida é tentar divulgar É acilado... regulatório nuclear do nosso país, porque a lei é muito recente, de modo que eu gostaria de aproveitar inicialmente e rapidamente falar o que nós fazemos e depois entrar exatamente na parte da regulação no carnaval e as perspectivas e os desafios dos SMEs. Bom, eu vou seguir esse pequenininho roteiro falar sobre a regulação, a estrutura, os SMRs marítimos e as perspectivas e desafios. Bom, o Brasil... Ele tem essa estrutura regulatória... estabelecida. Obrigado. O país tem dois órgãos regulatórios na área nuclear, Um é a famosa e super conhecida Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, que está aqui do lado direito. responsável desde fonte de urânio até o descarte do lixo no cenário terrestre, E, do outro lado... a nossa secretaria, onde é responsável pela questão nos cenários marítimo e fluvial. Isso é uma lei que existe de 2021. naturalmente que essas duas entidades. Elas são extremamente cooperativas. e muito firmes, porque nós precisamos mostrar à sociedade que o Brasil tem segurança nuclear e tem órgãos reguladores que executam suas atividades normalmente. Bom, e como é que... O que cabe à secretaria efetivamente? É isso que está escrito aqui. cabe a regular, licenciar, fiscalizar e controlar Qualquer tipo de embarcação. seja ela comercial seja ela de defesa. seja ela privada ou seja ela estatal. Eu chamo a atenção que uma plataforma de petróleo é uma embarcação. não estamos falando só daqui de navios, mas uma plataforma é uma embarcação, que empregue reatores nucleares, é óbvio, para sua fonte de energia própria ou para terceiros. a fim de ser de assegurar toda a questão de proteção e segurança nuclear na área marítima e fluvial. Isso é que nós... fazemos dia a dia. Bom... É... Então, nesse contexto... Eu vou contar uma historinha para vocês sobre SMR Marítimos primeiro. Nós, temos o mundo possui. SMRs, Obrigado. Há quase 80 anos. Nós temos hoje... condições de contabilizar isso que está escrito aí. Nós temos 180, mais ou menos 180 reatores se movendo. no mar, com 140 navios e submarinos, de seis países específicos. Isso é que é a realidade. são tecnologias conhecidas há quase 80 anos. e ela se move Estão aí. De modo que, pessoalmente, às vezes eu tenho dificuldade de entender as centenas de desenvolvimentos tecnológicos que existem no mundo, e se chama Novas Tecnologias de SME. Essa eu tenho uma dificuldade que um dia eu vou descobrir. Agora, que nós temos, o mundo tem, ASMR tem, e são vários. O que acontece é que eles são empregados somente nos setores de defesa. de seis países. Estados Unidos, Reino Unido, França, China... Índia e Rússia. São esses seis países. Então eles têm o conhecimento da tecnologia, são tecnologias inclusive diferentes. Mas eles já possuem isso, porque são pequenos, suas potências são pequenas, muito parecida. com os tais SMEs das novas tecnologias, então ele existe há muito tempo. Mas está tudo na área de defesa ou estatal. Ou estatal. Na mão, a Federação Russa, como eu vou dizer... ela opera navios tanto militares como... de emprego civis, mas na mão do Estado. Bom... Nada, quando de 70... Houve... no mundo três iniciativas de usarem reatores nucleares embarcados em navios mercantes. O primeiro se chama o navio Savaná, que era um navio americano, o segundo, um japonês, que é o Mutsu, e o terceiro, o Otorran, que era alemão. esse empreendimento Não vingou. Foram só esses três navios comerciais traz... O objetivo desses navios era fazer o comércio barítimo, como se faz normalmente. E por que não vingou? Qual foi a razão de não vingar? Tem várias, mas uma delas foi a regulatória. porque não havia regulação internacional para que se tivesse... É... movimentos desse tipo que fosse economicamente viáveis. Um navio mercante tem que ter liberdade de navegação. Aliás... Para quem não sabe, 90% a 95%. do comércio, do transporte comercial do mundo é feito através do mar. Então, esses navios têm que ter liberdade, porque, senão, esse... É... esse tipo de negócio não vai se sustentar. Então foi essa uma das razões, uma delas, que isso não teve evolução. Porém, Hoje, a gente volta... a falar. das novas tecnologias de emprego, de novas tecnologias no transporte marítimo ou em plataformas estacionárias. E esses seis países, se não me engano são seis, um, dois, três, quatro, cinco, Seis, por acaso são seis? São os países que estão mais desenvolvidos, no desenvolvimento de novas tecnologias, para emprego nos cenários marítimos. Eu chamo a atenção... que dos seis, 3... China, Estados Unidos e Federação Russa, na verdade, eu entendo que eles estão evoluindo o que eles já conhecem. Então, esses seis países, naquele... mundo de quase 100 projetos são os que estão realmente muito próximos. e terão terão condições de poder desenvolver esse tipo de negócio, que seja... comercialmente viável. Bom, aqui é só um exemplo... Essa é uma fotografia de um verdadeiro SMR russo. Ele está desembarcando ou embarcando, eu não sei. de uma plataforma, de uma embarcação. Veja o tamanho desse SMR, realmente é pequeno. E ele existe, ele não é projeto, ele é produto. O que acontece na Federação Russa é que ela só consegue operar no seu território. Por quê? porque falta regulação. Esta é a questão. Ela não consegue ainda tornar... esse tipo de negócio, viável economicamente. Essa é a grande verdade. Obrigado. Então, o que a gente pode esperar disso? Como é que a gente vê essa questão? Bom, já se falou muito. aqui de transição energética. Aliás, ontem eu assisti um... uma entrevista com um dos diretores aqui da empresa... Foi uma excelente entrevista com... com a empresa... diamante E ele colocou uma questão que eu acho que eu vou mudar isso realmente. Eu não vou falar mais de transição energética, eu vou falar de evolução energética. Energete. Ou adição, ou evolução, Inês. Ele falou evolução, Anny. E eu achei interessantíssimo essa... Então, na verdade... O mundo, esse processo é irreversível. na minha opinião. A gente pode ir. viver com soluços, mas ele é irreversível. Muito bem. O comércio marítimo, ele é responsável por 3%. da pegada de gases e efeito de estufa do mundo. Então existe já Há quase 20 anos... uma discussão para as aplicações marítimas a redução desta... dessas emissões e tem uma vontade muito forte, mas muito difícil, de chegar a 2050 com emissões nulas. É o que se diz. E aí, essas novas tecnologias, elas entram com força, ou que as tecnologias que existem para ser empregado nessas plataformas de petróleo, navios ou plantas nucleares flutuantes. E o que está se fazendo isso no mundo? O que a gente está fazendo para que isso torne realidade? O que está se fazendo hoje, basicamente, no mundo é isso. De um lado esquerdo, existe já há cerca de cinco ou seis anos Se eu não me engano uma iniciativa da Agência Internacional de Energia Atômica, para a harmonização e para a padronização das regras. É difícil. mas nós, com cooperação internacional, a gente pode chegar lá. E nós, obviamente, participamos dessas discussões para que o Brasil seja muito bem representado. Na fotografia do meio, é uma fotografia que eu gosto muito, onde nós temos o diretor-geral da Agência Internacional e o secretário-geral da Organização Marítima Internacional. essas duas figuras, então, Eles entenderam o problema e isso é necessário. Porque, quando a gente fala do mar, a gente tem que falar de segurança marítima também, e segurança nuclear. para nós, Nós somos seres humanos terrestres. né A gente... tem muita dificuldade de entender a cultura marítima. Isso é natural. A não ser para poucos malucos como eu sou um deles, e outros aqui sentados, que resolvemos viver a nossa vida quase toda embarcados, ou navios, ou submarinos. E, com isso, a gente tem... o conhecimento, a cultura marítima, o sistema marítimo, ele é muito peculiar. como o sistema nuclear também é. Aqui, a maioria... do que eu posso ver aqui, conhece muito a área nuclear, mas não conhece tão bem a área marisco. Então, essas duas vertentes têm que trabalhar junto, e vai estar trabalhando. Então, nós temos iniciativas na Agência Internacional e iniciativas na Organização Marítima Internacional. onde começou um trabalho fundamental... de uma evolução de uma coisa chamada código nuclear. Lá de 1980... naquela época daqueles três navios, que está completamente furada. e precisa de uma evolução. Então, esse trabalho começa também. E, baseado nesses dois trabalhos, é que nós, como reguladores nucleares, do Brasil na área marítima, temos que nos adaptar e temos que evoluir. Como eu já tentei dar uma palhinha aqui numa pergunta que eu fiz... Eu não me preocupo com a segurança nuclear. Sinceramente. e com a segurança física, com a proteção física, não me preocupe, porque nós somos extremamente capazes de resolver nossos problemas. Obrigado. O que me preocupa é com a chamada salvaguarda. que é salvaguarda de desvio de material nuclear. Isso... Não tem acordo. O Brasil é obrigado... ele assinou um tratado de alto nível e que nós somos obrigados a sofrer inspeções. E sofremos de peções, tanto nas usinas nucleares ou, enfim, na parte civil, Como? na área de defesa. Nós somos o único país do mundo que somos inspecionados na nossa parte nuclear, na área de defesa. porque nós somos signatários do tratado. Isso não é. não é Não tem... Mais ou menos, nós somos obrigados. Então, isso. é um problema que as pessoas não estão querendo muito discutir, no meu ponto de vista, Mas que... Haverá necessidade de discussão. porque, senão, nenhum projeto francamente falando, vai ficar em pé. sob o ponto de vista econômico. se esta questão... não for colocada na equação e como é que nós vamos resolver isso. Bom, então essa é agora... quais são os desafios, eu praticamente falei todos. Regulação é a primeira. e a cooperação internacional. se não houver cooperação internacional, isso também não vai ficar em pé. Aceitação pública, lógico, e percepção de risco, Isso é não só na área marítima, mas em qualquer área, quando a gente fala de energia nuclear, é uma questão que todos nós, diariamente quando podemos debatermos, né? E o terceiro, e aí eu acho que fica muito direcionado ao nosso país, é a necessidade... de investimentos regulares, que já foi falado aqui, no desenvolvimento de nossas tecnologias e na nossa capacidade. capacitação de profissionais, que também é fundamental, porque senão a gente não vai em lugar nenhum. Então, era isso que eu queria, nesses poucos minutos que eu tinha, colocar, agradecer mais uma vez, Janel. sinceramente, essa oportunidade que o senhor me deu. de apresentar à secretaria o que a gente vem fazendo e como é que a gente Olha... Essa questão da regulação para o futuro, visando não a defesa, não a defesa. mas visando à questão comercial. porque nada vai ficar em pé. se a gente não resolver alguns problemas. Obrigado.

0:0016:05
07 de abr, 18:16
#42
Transcrição por IA

Obrigado, dominante Petrônio. Senhores, vamos tocar... mas não vai ouvir as pessoas. Muito obrigado. Obrigado. O chão agora... de moto remoto, O senhor Miguel... Matar Neto, tecnologista sênior e orientador no Programa de Tecnologia Nuclear, do IPEM. Por favor. Obrigado. Boa tarde.

0:000:23
07 de abr, 18:32
#43
Tecnologista Sênior e Orientador no Programa de Tecnologia Nuclear - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN); Dr. Miguel Mattar Neto
Dr. Miguel Mattar Neto

Tecnologista Sênior e Orientador no Programa de Tecnologia Nuclear - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN);

Transcrição por IA

Boa tarde a todos. Eu estou aqui representando a diretora do IPEM, doutor Isolda Costa. para essa apresentação que vai ser bem breve. Eu pergunto, eu perguntei, eu posso fazer aqui, compartilhar a minha apresentação? e... Xero tem que enviar a vocês. Pode apresentar, Viaxé.

0:000:22
07 de abr, 18:32
#44
Transcrição por IA

Obrigado. está desabilitado. Por isso que eu estou... Obrigado. Estamos negociando aqui a habilitação. Obrigado. Obrigado.

0:000:23
07 de abr, 18:32
#45
Tecnologista Sênior e Orientador no Programa de Tecnologia Nuclear - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN); Dr. Miguel Mattar Neto
Dr. Miguel Mattar Neto

Tecnologista Sênior e Orientador no Programa de Tecnologia Nuclear - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN);

Transcrição por IA

Por favor, pode tentar fazer o share, por favor. Ok. Estão vendo? Por favor. Perfeitamente. Muito obrigado novamente. O objetivo da minha apresentação é bem direto, eu me foquei fundamentalmente no convite feito, que é uma apresentação nessa audiência pública, destinada a dar continuidade às discussões sobre SMRs com foco nos projetos, alterações regulatórias e estratégias. Ok. Obrigado. É... esse esse slide já foi apresentado, a separação entre os microreatores os reatores... modulares de porte, separando os grandes reatores. O que a gente vê no mundo? A gente vê no mundo que os reatores modulares, eles estão... com exceção dos reatores utilizados Uma parte... militar, né? Eles estão em grande parte em fase de projeto conceitual, um desenvolvimento muito grande, buscando... duas coisas fundamentalmente. é segurança e economia. Aqui temos uma figura dos diversos tipos... de reatores em desenvolvimento de vários conceitos, onde a gente tem reatores retirados à água, a gás... o metal líquido, sais fundidos e os pitpipes aí, como já foram mencionados. Por que toda essa diversidade? A diversidade vai do porte dos reatores e das eventuais vantagens que eles possam ter. Os pontos onde são focados, e já foram mencionados largamente, é o licenciamento, a localização... o financiamento da cadeia de sofrimentos a interação entre as partes aí e um ponto muito importante é o combustível. Eu passo para o final da minha apresentação aqui. mostrando o que que norteou os nossos estudos, né? Nós estamos trabalhando em dois projetos hoje aqui no IPEM, além dos projetos já mencionados aí da própria Senem. É um projeto de microreatores... nucleares submersos. É uma parceria da Petrobras com o IPEM, que iniciou em 2024, previsto para 2007, desenvolvimento de alternativas e de projeto conceitual. nesse momento, microreator submerso, nós estamos falando de reatores até 10 megawatts elétricos, ficando submerso na ordem de 10 anos, E... com diferentes alternativas estamos trabalhando hoje com alternativa de reator refrigerado por água leve e reator refrigerado ou A liga eutética chumbis mútuo. E o outro projeto que nós trabalhamos, que é um projeto de desenvolvimento de centrais nucleares de potência, Flute. que também é uma parceria da Petrobras com o IPEM, que é uma avaliação de alternativas de especificação para aquisição em 2024 e 2027. No primeiro caso, o projeto conceitual grande Grandes situações que nós estamos falando aqui são sempre buscando o desenvolvimento de alternativas nacionais, como... fundamental o desenvolvimento de um combustível nuclear que seja... possível de ser fabricado, desenvolvido e fabricado no Brasil. Voltando, então, à sequência da da apresentação, né? Nós temos aqui, como já foi também mencionado, uma parte em terra, da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, Temos o envolvimento do Ibama e a política nuclear, que foi desenvolvida originariamente para grandes PWRs, E ainda não existe um caminho claro para os SMRs. Está sendo aberto esse caminho. E na parte dos floats... como também foi falado aí, a licenciamento nuclear vai ser feito pela Secretaria Nacional de Segurança Nuclear e Qualidade, também haverá envolvimento do IBAMA, haverá envolvimento também de órgãos da Marinha, na parte... de navegação. E é uma política nuclear estrutural, normativa de licenciamento e de ruída para o submarino com proposição nuclear. Esse é o primeiro foco da secretaria, mas que ela está, como já foi falado aí, pelo Almirante, voltada também para o desenvolvimento de é... outras aplicações. com as dificuldades que já foram apresentadas também. No caso do Brasil, o nosso arcabouço regulatório, que a gente está vendo, a gente está... criando uma tem que criar uma categoria regulatória específica. potência diferente, a segurança ampliada e possibilidade de instalação remota e offshore, como foi mencionado também nas outras apresentações. O licenciamento modular e, eventualmente, escalonada. A licença por módulo e depois a expansão progressiva. São situações que estão sendo... verificadas caso a caso. Foi feito o projeto de lei 4.836.2024, que é a seleção de sítios. Ele propõe critérios de requisitos para a instalação de usinas nucleares, regulamenta a etapa crítica a seleção do sítio, né? Reafirma a exigência. de aprovação por lei federal da localização, isso está escrito nesse projeto de lei, E os principais critérios são segurança nuclear, condições geológicas, climáticas, impacto ambiental e mitigação de eventuais eventos acidentais, infraestrutura e acesso ao sistema elétrico e a sentabilidade social por meio de consultas públicas. O que a gente acha que teríamos que contribuir às limitações? Uma definição do que é pequena, usina nuclear menor que 300 megawatts, elétrica alinhada com o conselho de SMR, reconhece a necessidade de regulação específica para usinas móveis ou marítimas, que vai cair no âmbito de licenciamento da Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade, Então, a gente tem que ter uma base legal inicial para projetos pequenos portes. E nesse caso, também, diferente da base que existe hoje, que é mais voltada para reatores PWR, refrigerado por água leve. Temos que pensar em outros tipos de reatores. Uma integração do regulador nuclear com licenciamento ambiental, isso já existe, no caso dos PWRs e no caso dos reatores nucleares de pesquisa, E o que a gente... um processo estruturado entre a proposição, avaliação, consulta pública e a decisão. lacunas que nós identificamos hoje, que a gente tem que trabalhar. Não trate explicitamente o licenciamento modular ou seriado. Existe ausência da abordagem específica para padronização de projetos. e existe uma necessidade de regulamentação complementar, como já foi mencionado aí, e outras apresentações. Obrigado. Existe um avanço regulatório, que é a resolução da própria Autoridade Nuclear de Segurança Nuclear, número 11, 2006, bem recente. É um novo marco regulatório para assistenciamento nuclear. possibilita o licenciamento prévio de um local. estabelece diretrizes atualizadas para o licenciamento de instalações nucleares, Consolida a abordagem regulatória moderna com foco em segurança nuclear, proteção radiológica, defesa em profundidade e tem inovações relevantes que são a estruturação mais clara, do processo de licenciamento, e o maior alinhamento com práticas internacionais, e uma base para a incorporação de novas tecnologias, incluindo SMRs. Isso é muito interessante, mas demanda um trabalho adicional. E as implicações dessa resolução... para os SMEs seria. o licenciamento mais estruturado e previsível, Avaliação baseada em risco e desempenho, compatibilidade com características dos SMRs, modularidade, construção seriada e flexibilidade operacional, E tem as limitações que é. ausência, como já foi mencionado, volto a falar, de regulamentação específica dedicada a SMRs, A necessidade de adaptação de requisitos tradicionais, e eu insisto nisso porque os requisitos tradicionais foram feitos particularmente para reatores tipo PWR, e se foram utilizados reatores de outros tipos e outras... concepções, outras abordagens, essas adaptações serão necessárias. Integração com licenciamento ambiental ainda é um desafio. Por quê? Porque Vai depender... dá o porte... da condição. e da própria situação de operação desses reatores. Então, nós teremos que desenvolver normas específicas para SMRs, harmonização com reguladores internacionais e evolução para modelos de licenciamento em fases. A complementação. desse marco aleatório foi feito em outra resolução da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, também recente, de 12/2026. Cumprimento e detalhe o arcabouço anterior. Atualizando as normas, que era a antiga, a SENEM 1.04, é a norma ANSN 1.04, que define essas... diretrizes adicionais, né? que foram mencionados anteriormente, e a interação entre o regulador e o empreendedor. coisas que são muito importantes nesses reatores... SMS. E os principais avanços, maior clareza dos requisitos regulatórios, padronização de procedimentos, reforço, da previsibilidade no licenciamento. É um fato muito importante quando estamos falando em reatores, como foi mencionado inicialmente, um reator até que é um reator tipo protótipo. E as contribuições para a viabilização de SMS? É uma base regulatória mais organizada, Uma melhor definição de etapas e requisitos uma facilitação do diálogo regulador-empreendedor, uma aderência às necessidades para acomodar projetos modulares e permite para abordagens mais flexíveis, lacunas que nós identificamos. ausência de normas específicas, obviamente, necessidade de abordagem diferenciada para licenciamento seriado e padronização do projeto. integração com o licenciamento ambiental ainda em evolução. O que eu acrescentaria é exatamente... quando a gente fala nos reatores... Tipo float, onde... Ah... o tratamento. vai ser feito mais com a secretaria, mas tudo que foi mencionado em relação à autoridade para o empreendimento terrestre, existe essa mesma dificuldade mencionada. Eu fui rápido, já que eu não quis tomar tempo aí. da audiência, por uma razão muito simples, a maior parte dos assuntos que foram... E o Ian me estender já tinham sido tratados anteriormente. Eu procurei focar no objetivo fundamental... que era essa contribuição nesse aspecto de licenciamento Obrigado. e regulação que nós identificamos com mais detalhes. Um ponto muito importante das estratégias é que a gente não vê um programa nuclear amplo, que tenha aplicações também na em radioisódicos, mas sem ter uma solução muito clara para a energia, para a geração de energia nuclear. Ou seja... reatores nucleares de potência ou de geração de energia são o foco né o propulsor de um grande programa nuclear que é o que a gente está falando aí nessa... nessa audiência de hoje. Eu agradeço a atenção. dos senhores aí, estou à disposição para qualquer esclarecimento que se julgue necessário. Muito obrigado,

0:0011:43
07 de abr, 18:33
#46
Transcrição por IA

Obrigado pela paciência de esperar até agora para falar. A maioria do pessoal que já falou já teve que sair... O plenário está rolando lá, mas a gente vai até o final. E eu chamo agora... pela necessidade de embarque, o senhor Ailton Fernando Dias, diretor... de instalações nucleares de salvaguardas da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear. Obrigado. presencial conosco aqui. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Bom...

0:000:39
07 de abr, 18:44
#47
Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear Ailton Fernando Dias
Ailton Fernando Dias

Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

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Boa noite a todas, a todos. Obrigado, general Pazuello, pelo convite aqui, é honra de participar dessa audiência. Ser um dos últimos a falar tem vantagens e desvantagens. Uma delas é que parte dos temas que a gente prevê falar já foram, de alguma forma, abordados. Mas isso não invalida de forma nenhuma, a gente até aproveita isso, só... acionar a minha colinha aqui Obrigado. Bom, pois bem, vamos lá. Então, a gente teve uma sequência de apresentações muito ricas, muito interessantes, começando pelo presidente da Kiney, até a última apresentação feita pela Kiney e PEM, que, inclusive, adianta um pouco, adianta algumas reflexões do ponto de vista regulatório. Mas eu queria enfocar primeiro o seguinte, a motivação, de discutir o tema SMR, ela tem várias dimensões. A gente falou aqui da dimensão científica, tecnológica, econômica e o impacto social disso. Além disso, um aspecto indubitável que é a questão da soberania. Por tudo isso, desenvolvimento tecnológico, científico e independência em relação às soluções que estão sendo discutidas mundo afora. Importante salientar, o Brasil tem um papel de protagonista nuclear, nós não somos recém-chegados, nos anos 60, 70 a gente ocupava as primeiras posições do ranking em termos de desenvolvimento científico e tecnológico até então, infelizmente a gente perdeu essas posições por razões diversas, mas ainda assim somos muito reconhecidos na Agência Internacional de Energia Atômica como referências mineração, combustível e geração núcleo elétrica, mas principalmente nas aplicações. E aí, general, a gente não pode deixar de falar sobre as aplicações na área médica, na área industrial, que tem um papel social importantíssimo. A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, do alto dos seus seis meses de vida, mas é bom lembrar, esses seis meses é o marco legal, jurídico, 1957, ela nasce de uma demanda regulatória, que era a questão de controle de materiais nucleares na época, no pós-guerra. Então, a nossa experiência remonta a esses 70 anos, entre várias idas e vindas. E a função regulatória independente, como a gente conhece hoje, começou a ser discutida no governo Sarney, Ou seja, Esse ano faz 40 anos. Então, os nossos seis meses têm 40 de discussão regulatória, mais 70 de existência do próprio sistema. Então, a gente tem um ecossistema nuclear muito rico, desde a regulação até todos os agentes que estão participando dessa audiência, todas as universidades, as empresas. Ou seja, a gente tem um potencial muito grande na mão. que é o objeto aqui, vimos a apresentação da Marinha em relação aos LabGene, que tem um papel central, essa é a nossa figura protótipo de um SMR futuro, e o projeto apresentado pelo presidente da Quiney, pelo doutor Rondinelli, do microreator nacional. Ou seja, a gente tem iniciativas importantes, mas é importante lembrar que, mesmo com esse ecossistema rico, mesmo com esse reconhecimento internacional, atrasado nessa corrida. A gente deveria estar em um estágio mais avançado. Dos 80 ou 100 projetos de SMR mundiais, nós não participamos efetivamente de nenhum Então, tem um descasamento. E o risco é o risco de a gente se tornar dependente. Então, quando tem a iniciativa do LabGene, quando tem a iniciativa do projeto do Microreator Nacional, que é uma parceria público-privada, é um cluster, é uma tábua de salvação para a gente não ficar dependente, como outras corridas tecnológicas que a gente, infelizmente, já perdeu. e que é difícil recuperar. Não dá para não falar das iniciativas do GSI, do CDPNB, que estão muito alinhadas com esse nosso esforço aqui. Eu vou citar três GTs do GSI. Um é o de política de rejeitos. Rejeitos é um tema que a gente vai passar por ele na questão dos SMRs. Infraestrutura Nacional para SMRs. e estratégia nuclear brasileira. Quer dizer, esses três temas são temas que conversam diretamente com isso aqui. A gente está falando de políticas importantes e de preparação de infraestrutura para que isso aconteça de fato. Aí vem requisitos. O que a gente tem como requisito para que isso aconteça de verdade? Fortalecimento da regulação. Então, os nossos seis meses de vida já mostram algumas fragilidades que a gente tem. a custo zero, a partir de um processo de cisão da Quine. É um processo doloroso. A gente está vivendo isso. A gente precisa de estrutura, a gente precisa de pessoal, a gente precisa de orçamento, e a gente precisa de uma adequação nesse ambiente novo, que é um ambiente regulatório próprio. Ou seja, a última apresentação feita pela Quiney Pen mostra isso, a importância da regulação. Isso é crucial para que a gente avance. Então, nós estamos falando de previsibilidade, ter uma regulação forte, isso também foi dito antes de mim, você tem que ter um ambiente previsível para que o player privado entre nesse cenário com segurança. Sem previsibilidade, o privado não tem investimento. Harmonização regulatória, também foi citado aqui, existe uma iniciativa coordenada pela Agência Internacional de Energia Atômica, da qual a gente participa, exatamente para que, dentro dessas diversas vertentes pode estar descasada do projeto de engenharia que levou aquela solução. Então, a regulação, ela nasce com o projeto de engenharia, para que você tenha condições de avaliar os aspectos de segurança, os aspectos de operação daquela determinada planta. importantíssimo, também foi dito aqui, comunicação e aceitação pública. A nossa área, a gente se comunica mal, então não dá para não colocar dentro de todos os projetos da nossa área uma vertente forte de comunicação, uma vertente forte de aceitação pública, porque a aprovação de grande parte desses projetos depende de audiências onde a sociedade vai ser ouvida. dos ganhos e, como o Carlos do MMA disse, é uma questão assim: você soluciona um problema e cria outro, mas você tem que dizer que você também tem uma solução no radar para o próximo problema que foi criado. Então, outro aspecto: desenvolvimento de recursos humanos. A gente tem que ter, e aí fica até um convite, eu sei que esse tema já está no radar do GSI, mas assim, a área já teve um programa muito exitoso nos 70, 80, que foi o pró-nuclear, que formou a base tecnológica que está operando hoje, a base de especialistas. Se não se fizer isso, a gente corre um risco de colapso, porque a gente tem tido perdas relevantes, não recomposição, e aí o problema nem tem para quem transferir o conhecimento. Então, não ter uma base sólida, e em todos os aspectos, na regulação, na operação, no desenvolvimento, Então, Então, isso é importante. Capital intelectual foi dito aqui e gestão do conhecimento, daquilo que a gente já adquiriu. Muitas coisas que a gente desenvolveu nos últimos 40 anos já estão irremediavelmente perdidas, porque pessoas que se aposentaram, pessoas que faleceram, cujo conhecimento não foi transferido. É lamentável. O que acontece, nosso arcabouço é todo o público, então é a dificuldade, esse conhecimento está na esfera do público. Então, esse é um problema. Logo no início foi dito, na apresentação, sobre a questão dos três S, que é safety, security e salvaguardas. O aspecto de salvaguardas é crítico, sim, naquilo que diz respeito aos projetos do SMR, porque você passa a ter um sistema distribuído. Hoje você tem instalações mais centralizadas, é mais fácil atender os requisitos de salvaguardas. Então, o grande desafio que você tem no futuro é o seguinte, dos requisitos e dos acordos relacionados a salvaguardas, num modelo distribuído. Você pode pegar o reator, seja ele um micro-reator ou um SMR, como é a questão da gestão do combustível. Como que vai ser feita essa movimentação desse material e ser feito de forma segura e que atenda aos requisitos da Agência Internacional de Energia Atômica. são importantes, não há como olhar para uma questão de SMR e microreatores sem pensar em uma flexibilização do monopólio. A própria apresentação da eletronuclear, ela coloca isso em evidência. Esse agente público, uma empresa de economia, uma empresa pública, não sei se a eletronuclear é economia mista, não, é pública, Uma empresa pública teria muita dificuldade em viabilizar um cenário futuro de algumas dezenas de máquinas distribuídas no país, já tendo até o próprio desafio de terminar a Angra 3, que já é um desafio e tanto. Então, não dá para pensar. Agora, flexibilizar monopólio exige regulação forte. Não é possível fazer essa transição sem uma regulação forte. Aí volto para onde eu comecei. regulatória bem robusta. Aspectos legais e regulatórios, que também é um tema central. Toda essa discussão que é feita aqui na casa é uma via de mão dupla. Alguns aspectos regulatórios ou provocações regulatórias induzem a novos instrumentos legais, ou a própria legislação exige que o regulatório acompanhe. Mas isso tem que ser feito dessa de segurança nuclear, estamos à completa disposição dessa casa, no sentido de fazer esse alinhamento entre o legal e o regulatório. Licenciamento nuclear e ambiental. Isso é um esforço grande que a gente tem feito, inclusive de construir uma ponte de cooperação clara e constante com o MMA, com o IBAMA, que seria o nosso equivalente ali na ponta do licenciamento, para que essas coisas andem de forma harmônica. Esse alinhamento é super importante. O nosso objetivo, enquanto a Autoridade de Segurança Nuclear, é garantir que a população, os trabalhadores e o meio ambiente não sejam não corram risco, não sejam afetados pelo aspecto da proteção radiológica. Essa é a nossa grande preocupação. E, para isso, tem solução de engenharia. Então, pode custar um pouquinho mais, pode custar um pouquinho menos, mas tem solução de engenharia. E é isso que a gente precisa transmitir para a sociedade. O uso é possível e seguro. E nós, na área regulatória, temos esse papel. Desafio. Diferentes tecnologias. Foi citado na última apresentação. essas famílias diferentes de SMRs de microreatores no futuro, mas a nossa experiência regulatória está nos reatores do tipo PWR, água pressurizada. Se nós tivermos que incorporarmos novas tecnologias, vai ser um desafio regulatório, sim, porque a gente vai ter que aprender aquilo ali. Tudo bem que algumas coisas nós não estaremos aprendendo sozinhos, por isso que existe a iniciativa da Agência de Harmonização. Mas é um desafio a mais. Então, o próprio país, na formulação de uma política, tem que mais ou menos guiar aquilo que a gente é capaz de fazer. Porque senão a gente pode estar querendo adquirir uma tecnologia que, onde a função de licenciamento e de regulação é importante, mas que a gente vai ter que aprender tudo, isso vai atrasar o processo. Então, é importante ter esse olhar. Vamos fazer opções tecnológicas para as quais a gente tem a capacidade de reagir. Só um segundo... É que eu fiz as minhas notas no celular, gente, enquanto a gente está... Então, assim, mais ou menos para encerrar, a gente coloca a questão do papel do desafio da regulação em duas vertentes. Localização e infraestrutura e segurança e gestão técnica. Localização e infraestrutura. daquela instalação no entorno dela. Porque vamos lembrar que essa variação varia com o quadrado da distância da instalação, a área de impacto. Então, você começa a ter uma área de impacto menor. Isso é um grande ganho do ponto de vista de vender isso para a sociedade. É melhor você ter instalações menores distribuídas, onde você tem um impacto menor, uma área de abrangência menor. de emergência, onde a coisa pega, porque a sociedade fica muito preocupada, qual é o alcance, qual o risco que eu tenho diante de uma instalação dessa natureza, então, quanto menor, melhor. E aí ainda tem os impactos, você tem linhas de transmissão mais curtas, menor impacto ambiental para transmitir aquela energia, menos perdas, você tem uma usina como Itaipu, só o que você tem de perda Isso é física, é lei ômica, tem potência, tem perda. E a questão do transporte desses reatores carregados com combustível, que é um desafio pelo aspecto da security, da segurança física, da proteção física, e que impacta também nas salvaguardas. Você tem que ter um modelo muito seguro para poder fazer esse transporte de forma segura. três vertentes também, uma é a análise de segurança das novas tecnologias. Então, traga aquela minha outra fala. Para fazer esse estudo de avaliação de análise de segurança, você tem que conhecer bem a tecnologia em questão. E hoje a nossa experiência está calcada nos PWRs. Ao trazer uma tecnologia nova, é um desafio regulatório novo. A gente tem que aprender aquilo. Então, é preciso não perder isso de vista. Rejeitos. Rejeitos, gente. nuclear. Porque ele ataca em duas vertentes. É o que assusta as pessoas, quando o cara pensa no lixo radioativo, no lixo atômico. Então, isso já assusta. A outra ameaça é a questão do acidente, mas o lixo eu acho que tem... O lixo é inevitável. Mas a própria denominação é uma denominação infeliz, é de uma infelicidade total. E aí é onde eu falo, a questão da comunicação. A gente tem que se comunicar melhor, dizer o seguinte, não é um lixo, não é lixo atômico, é um material que tem controle regulatório, que existem várias metodologias para armazená-lo de forma segura, para gerenciá-lo de forma segura. Mas, quando a gente fala dessa expansão do parque, com diversas unidades espalhadas no território, você passa a ter um desafio maior para gerenciar esses rejeitos radioativos. Então, isso é uma preocupação concreta. A outra questão é a questão de fabricação e validação desse modelo modular, como foi colocado na própria apresentação feita pela Kiney e Pen, onde você tem que... Ou seja, a gente está partindo de um modelo diferente. Antes, a planta era construída on-site. Hoje, a ideia do SMR, dos micro-reatores, você tem uma linha de produção, a máquina é produzida lá e depois ela é montada, quer dizer, ela vem praticamente pronta no local. Então, a regulação tem que entrar no processo, inclusive, fabril desse processo. O que ela acompanhava em sítio vai estar acontecendo em uma planta industrial remota. Isso é um desafio muito grande. Isso, em vários, dependendo dos fornecedores. E, assim, de imediato, quando a gente fala... Agora, não é transição? Como é que é o termo? Sim. Adição, a gente tem um caso concreto aí, foi citado aqui algumas vezes, de plantas de carbono, é o projeto da Diamante, plantas a carvão, carvão natural, que tem um prazo de validade para operar em termos de licença, 2040, e até 2040 tem que ser feita essa conversão. E a ideia é muito interessante, porque é usar uma planta de geração de energia, que já tem toda a infraestrutura, linha de distribuição, geração e etc., energia e colocar ali, substituir uma planta carvão por uma planta nuclear. Então, isso é uma situação concreta e é um desafio que está ali. 2040 chega rápido, gente. Então, esse é o cenário, é isso, general. Obrigado, irmão. Obrigado.

0:0018:49
07 de abr, 18:45
#48
Transcrição por IA

...tum... Desculpa ter te colocado por fim. Eu vou abrir para perguntas ainda. Peço paciência para a gente, tem dois ainda expositores. Um ainda que está remoto. Que é o senhor... Caio? Tchau. O senhor caiu? Não, não caiu. É o Caio, mas não caiu. Está aí o Caio. e o general Marco Aurélio do IPGEM. que ainda fecha a apresentação. Então, por favor, pode fazer a sua pergunta.

0:000:29
07 de abr, 19:04
#49
Participante Adriana Reis
Adriana Reis

Participante

Transcrição por IA

Não, é só um esclarecimento, porque eu fiz uma informação errônea. Na verdade, a eletronuclear é uma sociedade de economia mista. Eu estou aqui representando a IBEPAR, que é a holding estratégica que controla a eletronuclear, a INB e também a Itaipu Binacional. E só para falar sobre a parte de comunicação social, aceitação social e essa necessidade, existe uma rede de comunicação que trata exatamente da política nuclear brasileira, onde Os assessores de comunicação conversam sobre isso. Eu, particularmente, sou representante da MBPAR no GT20, que é o do GT de formulação de estratégias, lá no GSI, e estou aqui só para me colocar à disposição para integrar também essa pauta, que é uma pauta que vai fazer diferença para a sociedade, como um todo. Energia nuclear é um caminho, como eu venho estudando bastante, uma adição é... energética, é um caminho que não tem mais volta e que a gente tem que encarar. Tá bom? Era só isso. Obrigado pela sua intervenção.

0:001:07
07 de abr, 19:04
#50
Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear Ailton Fernando Dias
Ailton Fernando Dias

Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

Transcrição por IA

A Eletro Nuclear tem um parceiro privado, inclusive, agora, que entrou na entrada da Eletrobras. Sim, amba, exato, exato. Não tem dúvida alguma. Foi falha, ato falho. Não, e eu também, então, está tudo certo. Agora, essa questão da comunicação, o desafio é o seguinte, a gente tem que parar de falar dentro da bolha. Exato. Assim, se não furar a bolha, a gente não alcança a sociedade. Entre nós... Está tudo ok, está todo mundo convencido. E, assim, gente, eu insisto, vamos trabalhar com criança e adolescente. É aí que a coisa acontece. É gerar material para criança e adolescente, porque eles vão influenciar os pais e, daqui a 20 anos, eles são adultos. Menos até, dependendo da idade. Eles são adultos e vão estar participando do processo social já com conhecimento de causa. Então, é gerar conteúdo para crianças e adolescentes. Para mim, isso é o que muda. Vamos olhar para fora. A França tem projetos incríveis de comunicação social nessa área. Não é à toa, tem 70% da geração elétrica de origem núcleo elétrica. Então, a aceitação pública lá... Mas não é por acaso, não é só por isso. É porque se comunicam bem. Então é isso, acho que tem que furar a bolha. Obrigado, Ailton.

0:001:10
07 de abr, 19:06
#51
Transcrição por IA

é eu vou fazer um comentário rápido aqui antes de passar que é o seguinte eu comecei a fazer aqui uma um desenho Obrigado. do trabalho para fazer quem a gente tinha que puxar para cá para fazer discussões sobre o marco regulatório a gente tem uma nova discussão ele colocando os números e comecei a descobrir que É todo mundo. Eu desisti, comecei a botar todo mundo, cheguei à conclusão que não tem como tirar ninguém, entendeu? Então, as propostas dessa audiência pública em termos de pessoas e entidades convidadas? ela é abrangente a nível de sim, Eu acho que todos que estão aqui... São peças fundamentais... inclusive a iniciativa privada, para discutir a proposta regulatória do marco regulatório para esse tipo de de de projeto E, obviamente, o futuro desse setor... que não tem volta. Então eu queria dizer só que Está muito bom a conversa e... Você, sim, Odessa... desse pessoal E aí eu vou te pedir que tenha uma ligação direta com o general Marco Aurélio, o mais rápido possível para a gente abrir... as primeiras discussões Porque tem duas maneiras de lidar isso. Criar um grupo de trabalho que não serve para nada. e fazer uma proposta inicial. Porque hoje, com todas as tecnologias de AI e de tudo, e que você consegue pegar um BI e fazer um trabalho fechado, com com uma customização... das visões de... se você pegar todas as apresentações que estão aqui, Essas apresentações estão aqui. Pegar um marco regulatório... que já existe. e colocar as ideias novas e colocar lá dentro, já sai um primeiro rascunho. Isso aí não precisa de um mês, nem dois meses, nem nada. Já sai um primeiro rascunho. que, na minha visão, Se faz, se pega todo esse grupo, divide em dois ou três subgrupos, e esses subgrupos se posicionam sobre o primeiro rascunho, sobre o primeiro draft. e aí nós vamos andando e depois que todo o conjunto passar faz uma segunda passagem para que todos possam se posicionar, e nós vamos ter um primeiro draft. do trabalho para discutir uma audiência pública similar a essa com as mesmas entidades e outras que a gente possa convocar. Então sim não é um trabalho impossível de ser feito nem difícil Porque hoje você tem uma cópia de tudo que foi apresentado aqui, você joga tudo dentro do jogo. esse jogo com mais a tua as suas considerações privadas e mais a lógica do que tem de fora e outros marcos regulatórios do setor, você sai com algo bem alinhado. Tá bom? Então... Passo as palavras agora para... Posso fazer uma sugestão? Desculpa, pois não. É só uma sugestão rápida.

0:002:59
07 de abr, 19:07
#52
Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear Ailton Fernando Dias
Ailton Fernando Dias

Diretor de Instalações Nucleares e Salvaguardas - Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

Transcrição por IA

Eu acho que é importante colocar no rol desses agentes O GSI, que coordena o Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro, e tem muita experiência transversal Ou seja, eles têm mais transversalidade que talvez todos os... os outros elementos juntos. Então, é uma sugestão. Eu acho que pode enriquecer a discussão. Obrigado. Obrigado. Vamos colocar aqui

0:000:27
07 de abr, 19:10
#53
Transcrição por IA

Bate embora. Muito obrigado. Parabéns pela apresentação. Campeão. Obrigado. Obrigado. Eu queria chamar de modo remoto o senhor Caio Monteiro Leocádio, superintendente adjunto de geração de energia da empresa de pesquisa energética. A EPE. Por favor, Caio.

0:000:22
07 de abr, 19:10
#54
Superintendente Adjunto de Geração de Energia - Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Caio Monteiro Leocadio
Caio Monteiro Leocadio

Superintendente Adjunto de Geração de Energia - Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

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Obrigado, deputado General Razuello. Vou compartilhar aqui a minha tela. Espero que já estejam vendo a minha tela. Ainda, a equilíbete e a lachudou. quase um só... Só um minuto que vai fazer mais uma liberação aqui. do compartilhamento. Ok. e melhorar a questão desse... Esse é o exemplo. Obrigado. Mossa amigo de hoje. um dos primeiros versos. Acho que foi agora sim, né? Obrigado. Obrigado, viu? Obrigado. Boa noite a todos. Gostaria novamente de cumprimentar o deputado General Cosuelo, os demais parlamentares, autoridades e todos os presentes nessa audiência. E em nome da empresa de pesquisa energética, a EPR, também agradecer o convite e a oportunidade de participar desse debate. sobre os SMS, sobre a... energia nuclear, Eu acho que depois das ótimas discussões aqui, trazidas pelos... expositores que me receberam, vou... Eu vou tentar trazer uma visão complementar e bastante objetiva, com a visão... do planejamento energético. é bom aí pela empresa pública vinculada ao Ministério das Energias e é responsável desenvolver estudos de planejamento energético de médio e longo prazo para subsidiar a formulação da política energética nacional. Então, é a partir dessa função que a gente acompanha de perto esse tema da energia nuclear, e também pegando um pouco o gancho do que foi comentado sobre a questão da comunicação a KPR tem uma função muito importante, que é reduzir a simetria de informa, a assimetria, ou seja, a gente equalizar as informações sobre o setor energético. Então, isso inclui a questão nuclear, a questão da energia nuclear. Então, a gente tenta sempre produzir documentos, estudos técnicos que tentam trazer de alguma forma informações para a sociedade sobre essa energia que é tão importante. É... Bom... basicamente acho que já foi comentado um pouco mas é bom reforçar essa posição diferenciada do Brasil na questão energética, em comparação ao cenário internacional. Então, a gente tem 50% da nossa matriz... renovável na sua matriz energética como um todo Então, a gente pôr muito acima de outros países, E quando a gente vai para o setor elétrico, no lado direito, essa característica é muito marcante. que a gente é líder em transição energética, com uma matriz de cerca de 90% de participação de renovável. Então, esse ponto é importante porque mostra que no Brasil, no nosso caso, a discussão sobre expandir a geração da energia, ela parte de uma base já bastante limpa. e que ainda ela precisa evoluir naturalmente em termos de segurança, confiabilidade, diversificação, robustez, né, para atender as demandas novas do futuro, né, como por exemplo, data centers. Então, é nesse contexto que o planejamento energético passa a olhar também para o papel de outras tecnologias como os SMRs, e a energia nuclear de uma forma geral. E para a EPE, esse tema precisa ser analisado de uma forma mais ampla, tomando como base, em especial, dois instrumentos de planejamento. que já foi comentado inclusive por alguns colegas anteriormente. que é o Plano Decenal de Expansão, PTE, né? Recentemente lançamos o IPDA 2035 em consulta pública e ele tem uma visão mais de médio prazo, um horizonte de até 10 anos. Enquanto que o Plano Nacional de Energia, à nossa esquerda, é o PNE 2055, que também foi colocado em consulta pública, ele organiza uma visão estratégica de mais longo prazo. Então, algo como... olhar assim algo mais 30 anos à frente é uma visão mais é de Estado. e esses dois planos eles ajudam a entender porque que a discussão nuclear e ASMR ela vem ganhando também mais espaço Então antes de falar um pouquinho mais dos planos, bem rapidamente, eu queria falar um pouco do papel da energia nuclear nessa transição energia, que já foi comentado aqui bastante. e na descarbonização. que do ponto de vista do planejamento, a energia nuclear é relevante porque ela combina diversas diretrizes importantes para o nosso sistema. Então, ela tem de segurança energética, confiabilidade... em especial nessa questão dos novos requisitos que o sistema tem apresentado como, por exemplo, além da energia, a gente precisa atender potência, aqueles momentos da ponta, a gente precisa de flexibilidade. Então, por exemplo, SMS, eles são capazes de prover todos esses atributos que o sistema precisa. Fora a questão da energia limpa, descarbonização, baixas emissões, diversificação da matriz, e um pouco dessa questão também que foi trazida sobre a questão de preservar a competência e o conhecimento tecnológico. Então, não tem os benefícios somente na questão energética, mas tem esses outros benefícios também. que transbordam aqui o setor. Então, é importante nessa questão realmente da comunicação, envolvendo os tivesses stakeholders. E aí falando um pouco do plano de cenário né de 2035 é o sinal da expansão nuclear né como uma política energética ele já aparece de alguma forma concreta. basicamente com a consideração de ANGRA III no horizonte tercional, a gente entende que a ANGRA III tem que ser concluída e é importante para contribuir com a expansão do sistema, e a gente trata também a tecnologia nuclear como uma candidata à expansão do sistema. Ainda que economicamente, também como já foi abordado, ela não apresente ali a viabilidade, mas é importante constar no plano como uma sinalização de que mesmo no horizonte de 10 anos, Para além de Angra 3, a gente pode contar também com outras fontes de energia que vão prover segurança, potência firme e diversificação tecnológica. Por outro lado, quando a gente vai numa visão mais de longo prazo, que é o PNE de 2055, que também está em consulta pública, E o Marcelo, da Eletro Nuclear, e o colega do Ministério do Meio Ambiente também trouxe Essa discussão já traz uma outra escala, né? Porque o plano trabalha com essa visão mais de longo prazo, onde tem uma componente importante, que é a eletrificação, né? e também acompanhada dessa questão dos data centers, novas demandas de hidrogênio, maior necessidade de robustez, metas de redução de emissões. Tudo isso, a gente tem cenários aqui no Plano Nacional de Energia, que mostram que a expansão nuclear pode chegar até 14 gigawatts, até 2002, bastante compatível com o que foi também comentado né de 14 15 plantas aí né pelo menos de cerca de um giga ou é ou menores plantas né é compatíveis com os smr elas podem atender essa demanda especial quando a gente está com essa ambição climática maior é de buscar energia limpa e firme que é o que a nuclear pode fornecer então a leitura do PN é não é de escolher uma fonte ou outra ela é muito mais de posicionar essas alternativas tá para o futuro dentro dessa complexidade da matriz e sinalizar que a importância especial da energia nuclear no longo prazo para orientar essa implementação de política energética e também sinalizar corretamente esse caminho para a sociedade. É... Eu passo aqui no final também, eu acho importante destacar essa atuação da EPE, o deputado-general Pazuello trouxe aqui essa questão de que tem vários entes envolvidos na questão da regulação, dessa visão de futuro para o nuclear. E a EPE tem participado também nesse comitê de desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro. é exatamente alguns alguns grupos de trabalho que envolvem tanto a infraestrutura para o smr como o grupo de trabalho que olha essa estratégia nuclear, que foi citada também anteriormente, que é importante, né? Ela tem total conexão com essa questão do planejamento energético, Então é importante aproximar o planejamento das discussões regulatórias, institucionais e estratégicas para a área nuclear. E para fechar a minha fala, eu gostaria também de reforçar que essa questão da transição energética, ela... realmente ela não acontece né de uma vez só ela é um processo E esse processo acaba exigindo planejamento, uma avaliação técnica e uma capacidade da gente olhar o sistema energético de uma forma mais ampla. E aí, nesse contexto, os SMS e a energia nuclear, ela pode realmente ter um papel relevante Seja para contribuir com a segurança energética, com a confinidade, com a questão do apoio à descarbonização e também gerar outros potenciais e efeitos positivos em termos tecnológicos e industriais. Então, a gente acredita também que esse é um tema que pode se conectar nessas também novas frentes, como hidrogênio, calor, industrial, mercado de carbono, enfim, tem várias frentes que o nuclear pode ser inserido também. E no caso dos SMEs, isso há também novas possibilidades. para o próprio desenvolvimento da indústria nuclear brasileira. então é acho que do ponto de vista e pé mais importante esse debate é que ele continua sendo feito e com planejamento também energético junto considerando esses desafios do país e a nossa posição estratégica da energia nuclear aqui no Brasil. e mantendo esse diálogo e participação de todos ao longo desse processo. Agradeço mais uma vez também o convite aqui dessa casa, de a gente participar dessa discussão, e fico também à disposição para eventuais perguntas e esclarecimentos aqui. Caio, obrigado.

0:009:44
07 de abr, 19:10
#55
Transcrição por IA

Tu não é o Francisco, né, cara? Se fosse o Francisco Victor, essa hora era uma loucura. O geral quer fazer uma pergunta a você, Caio. Obrigado.

0:000:13
07 de abr, 19:20
#56
Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN) Marco Aurélio Vieira
Marco Aurélio Vieira

Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN)

Transcrição por IA

Boa noite, Caio. Cumprimentando você pela apresentação. Eu tenho um respeito muito grande... pela EPE, ultimamente tem o baseado muito nos estudos da EPE, em todos os nossos trabalhos, mas eu gostaria de saber de você, E não é uma crítica é uma constatação, nós verificamos que muito do que a EPE produz não é aproveitado pelo governo. Muito do que a EPE produz não se traduz... em algum resultado. Eu perguntaria... Nós temos... Como transformar o que a EPE produz em política pública real? Temos conseguido isso? Pode ter uma pergunta, general. Bom...

0:000:47
07 de abr, 19:20
#57
Superintendente Adjunto de Geração de Energia - Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Caio Monteiro Leocadio
Caio Monteiro Leocadio

Superintendente Adjunto de Geração de Energia - Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

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é realmente se a IP ela trabalha nessa produção de estudos né especial por exemplo no caso específico do smr a gente teve uma parceria recente com com o laboratório de Idaho, dos Estados Unidos, para explorar perspectivas do SMR aqui no Brasil. A gente teve essa parceria com a EBDAM também para estudar uma perspectiva maior dos SMRs. Mas realmente, de forma geral, general, é a gente tem muitos estudos que não são ali de alguma maneira aproveitados na sua plenitude né pela pelo Ministério. Por vezes, pelas discussões, acabam vindo várias frentes Mas eu acho que uma maneira da gente poder ajudar nessa incorporação, nessa ampliação da discussão, é de fato essa questão que eu falei de reduzir a simetria de informação. Quanto mais a gente consegue trabalhar na comunicação para fora desses estudos, Eu acho que a gente consegue, digamos, angariar novos entrantes nessa área do setor energético, que podem, de fato, trazer mais contribuições, de alguma maneira também provocar ao Ministério que isso seja implementado. Então, acho que é isso um pouco do papel da EPE, a gente nivelar essa discussão né de todo o setor energético e aí a área nuclear também passa por esse nivelamento tá então acho que essa talvez seja a melhor forma E claro, contando com a ajuda também da casa aqui, acho que é muito importante esse tipo de espaço também. Obrigado, Caio. Passa a palavra.

0:001:34
07 de abr, 19:21
#58
Transcrição por IA

Agora para o nosso presidente do IPGEM. General Marco Aurélio. Nosso último debatedor. 30 segundos. Obrigado.

0:000:19
07 de abr, 19:23
#59
Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN) Marco Aurélio Vieira
Marco Aurélio Vieira

Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN)

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Boom. -Alô. Good evening to all. I would like to thank the deputado General Pazuello, I would like to thank the patience of all of them here until the end. There was a professor who said that when The word finally expressed in It was a way to exercise the religious side, everyone, thank God, God, everyone, everyone, I would be very objective. What was said here, practically, was what we had to present. I just will... I'll remember two or three data. and to put the position of the IPGEM in this problem. The Petroleum, Energy Energy Institute was born exactly with the objective, it is not a think tank, He's not a... a institute for studies, it is a institute for capturing what is happening in the sector of oil, gas and energy, and translate it into propositions legislatively and in contact with the government. Or, to make it that what is normally levant, problem with concern of the sector, transform it into a solution the most objective possible. We We give importance to this audience because here, here, can be a can't be able to get these solutions. Today energy is not just power, as was for example, the Earth. Today energy is a weapon. We have 36, more than 30 conflicts in the world today, and all of them directly or indirectly work with influence the energy, all, without excecção And The small reactors are a topic that is not more periférico, it is a solution that has to be adopted, not only economically and financially, but has to be thought of a strategy and in the national security. all the nuclear programs, all the world, work with the state support. are state programs. The only thing that is not is the American program. But even so, No ano passado. until this year, they already have $80 billion in construction of 10 reactors and US$ 60 billion in the combustion of fuel. So this means that even not being the only country a state-wide development It's a mixture, but the state has a very big weight. What is the solution for Brazil? So here our proposal as a institut It's exactly, listening to the sector, for this I'm just the last to say, what is our solution? I'll go ahead, deputado. We have to take a step back. The constatation that is made is that there is not Uma and a national strategy of energy. When I say in the national strategy, we have a nuclear energy, we have a political energy, but All energies are talking today. So we have to have a national policy and a national strategy. From there, we can start thinking about regulatory marco. Because today the big problem that exists is exactly the marco regulatory marco that they talk about themselves. Perfect. So, the energy regulator is LIMPA! and not talk about the electric energy that invested more than 30 years, and today is with containment, not able to put energy because it is being cut in the period in which more consumption is consumed. So why? It's not a lack of regulatory mark. It's that the regulatory system is not coordinated between themselves. It only can happen after we have a strategy or a national policy. We have, then, need to, in this strategy, and in this policy, of a But... a way to regulate the supply chain, which there is no longer, there was some part of this supply chain, we had to make, we had to make, we had to make, we had to make our products of reactor and how it enters the market, we had to think about a customization in the regulatory framework, of the fact including, as was said here, with intervening the international legislation, we had to think about resources. So, When it comes to a political a political political partidary, a political political super-governmental, we have a constant flux of resources. This flux of resources is not constant. Consequently, no program subsist. No. All of them live the language. - Thank you. We have to continue, therefore, to the program. to win the sustainability of sustainability. The professor said here about the society has to understand, etc. and so on. The society has a huge reaction to the nuclear energy. It's necessary to win this paradigm. I'm... This is the mark but The most important thing of what we have to think about in terms of solution. It's an innovation. We have to have support governmental, and we have to have new models of business. If we don't have new models of business, we don't have to support this is a supplement. Nobody invests if we don't have new models of business, that have a supply chain that is supported over 40, 50, 100 years. Okay? That's what I had to say. Thank you very much. Thank you. Thank you.

0:005:54
07 de abr, 19:23
#60
Transcrição por IA

General, com certeza é uma visão... de estado e O dia que nós tivemos a Política Nacional de Defesa, que nós não temos, Quem sabe a gente pode ter uma política nacional de energia? que nós não temos também, Porque o senhor está indo... num buraco, desculpa, numa ravina, que é a ravina da falta de planejamento de Estado, do nosso país. Exatamente. É uma conversa que nós já sabemos... Já tivemos essa conversa muitas vezes. e enquanto nós tivermos planejamento de governo, Apenas para cumprir os seus papéis políticos de manutenção de poder, ou de eleição de indicados Nós não vamos para lugar nenhum. como Estado em termos de indução de desenvolvimento. Então, esse fato é um fato conhecido, só replicado... com outras linhas. A nossa... Quando Mangabeira Unger ele discutiu a estratégia nacional de defesa, antes da política nacional de defesa, era porque realmente... Tinha que ter pelo menos uma base de raciocínio para começar. eu sugiro que A gente não perca a oportunidade de discutir à base do marco regulatório, Porque até para poder discutir, A política nacional, caso a gente consiga chegar nesse nível, talvez no ano que vem, com outras mudanças e outros desenhos eu coloco ao senhor que a gente tem que ter as discussões de base já prontas Porque aí, senão a gente não vai conseguir discutir nada de cima também. Então... como sugestão Que a gente... Aproveite! o embalo dessas duas audiências públicas que nós fizemos, Aproveito e embalo. da Diamante, que está aqui sentado, porque tem custos para fazer as coisas. e tem interesse privado, então pode ajudar nos custos básicos. de desenvolver o primeiro draft E... não paremos de fomentar a discussão de base É a minha sugestão? Com certeza. para que a gente tenha conhecimento e tenha todo esse arcabouço discutido embaixo. para que a gente possa até um dia sentar. para discutir um uma política nacional. ou uma estratégia nacional na sua sequência. se nós não tivermos isso ainda Como nós vamos discutir a política lá em cima, porque vai faltar conhecimento de base. Então... Sugiro que não percamos a a essa liga que foi criada aqui E a gente... o mais rápido possível possa fazer essas discussões e aprofundar o nível de conhecimento e criar um raciocínio inicial básico. se não virar o marco regulatório vira as bases de uma discussão para nós termos políticas e estratégias.

0:003:07
07 de abr, 19:29
#61
Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN) Marco Aurélio Vieira
Marco Aurélio Vieira

Presidente - Instituto de Petróleo, Gás e Energia (IPEGEN)

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... completamente construído o bottom-up. Ou seja, nós temos que ouvir o setor, eles constroem de baixo para cima essa política e a gente já chega com ela pronta lá em cima. Porque eles têm a dor do mercado. Obrigado.

0:000:13
07 de abr, 19:32
#62
Transcrição por IA

Onde é que está nosso encerramento? Obrigado. Obrigado. Pessoal, muito obrigado pela paciência. Eu faço aqui a minha... a minha data vênia, todos vocês aí por ter feito um convite a tantos debatedores e isso faz com que a audiência fique longa. E a gente não pode... Abrir mão de ouvir todo mundo. Muito obrigado pela paciência e eu... Queria agradecer ainda a presença dos colegas parlamentares, no caso do Hugo, do Júlio e do Max, que estiveram aqui, do Ed. das autoridades e dos demais presentes que tanto contribuíram para o êxito desse evento. E eu, nada mais havendo a tratar, está encerrada a presente reunião. Muito obrigado. Obrigado. Um saludo.

0:001:48
07 de abr, 19:32