COMISSÃO ESPECIAL SOBRE O FIM DA ESCALA 6X1 VIDA DIGNA AO TRABALHADOR (PEC 221/19)
Sobre o Evento
A comissão especial debateu a PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1, focando no impacto da redução da jornada de trabalho nos diversos setores econômicos. Representantes de entidades empresariais defenderam a manutenção da negociação coletiva e alertaram para os riscos de custos adicionais, enquanto parlamentares discutiram a necessidade de equilíbrio entre produtividade e qualidade de vida.
Deputado
O Deputado deu início à reunião de comissão especial para debater as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) nº 221/2019, sobre a reforma tributária, e nº 8/2025, que trata do fim da jornada de trabalho 6x1. O parlamentar ressaltou a importância do debate democrático e lamentou a ausência da Fiesp na audiência pública voltada a ouvir a perspectiva dos empregadores sobre a redução da jornada laboral. Devido ao grande número de inscritos para a fala, foram estabelecidos critérios de tempo e organização para garantir a participação dos convidados.
Diretor da Confederação Nacional da Indústria - CNI - Confederação Nacional da Indústria - CNI
O Diretor da Confederação Nacional da Indústria - CNI defende que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 deve ser amadurecida, considerando as peculiaridades de cada setor econômico. O representante argumenta que, embora a proposta seja politicamente sedutora, ela apresenta riscos econômicos significativos, como o aumento de custos para o consumidor final, o que prejudicaria o próprio trabalhador. Defende a negociação coletiva como o caminho para tratar o tema e ressalta que ganhos de produtividade e investimentos em educação e qualificação são as formas mais responsáveis de transformar o mercado de trabalho brasileiro.
Deputado
O Deputado cedeu a palavra para a representante da CNC para dar continuidade aos procedimentos da comissão.
Advogada da Diretoria Jurídica e Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo - CNC - Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo - CNC
A Advogada da Diretoria Jurídica e Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo - CNC - Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo - CNC defende a negociação coletiva como via ideal para tratar da jornada de trabalho, alertando que a redução forçada sem ganho de produtividade pode elevar custos, gerar inflação e estimular o trabalho intermitente, prejudicando pequenos negócios.
Deputado
O deputado solicita o encaminhamento de documentos a uma comissão e apresenta o presidente da Confederação Nacional do Transporte, Wander Francisco Costa.
Presidente da Confederação Nacional do Transporte - CNT - Confederação Nacional do Transporte - CNT
O Presidente da Confederação Nacional do Transporte - CNT defende a manutenção da legislação atual sobre jornadas de trabalho, priorizando negociações coletivas. Alerta para o impacto inflacionário e a redução do poder de compra caso haja aumento nos custos operacionais do setor, destacando a carência de mão de obra qualificada e a importância de períodos de transição gradual em eventuais mudanças na jornada.
Deputado
O Deputado reconhece a presença do coordenador trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil durante a sessão.
Coordenador Trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA
O Coordenador Trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA argumenta que a redução da jornada de trabalho, conforme proposto, é baseada em uma premissa equivocada. Defende que a produtividade é um pré-requisito para a redução da jornada e não uma consequência de leis ou emendas constitucionais. Ressalta que o setor rural, por lidar com seres vivos e ciclos biológicos contínuos, possui peculiaridades que inviabilizam a interrupção das atividades sem impactos negativos significativos, tanto na produção quanto na remuneração dos trabalhadores que recebem por desempenho. Alerta para a necessidade de um debate mais aprofundado, evitando decisões precipitadas baseadas em períodos eleitorais.
Deputado
O Deputado agradece a presença do Deputado Átila Lira e concede a palavra ao Diretor-Executivo da Confederação Nacional de Saúde, Genildo Lins de Albuquerque Neto, para suas considerações.
Diretor Executivo da Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços- CNSaúde - Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços - CNSaúde
O Diretor Executivo da Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços- CNSaúde defende que, embora o setor não se oponha à mudança constitucional, é necessária uma implementação gradual para evitar impactos excessivos, dado o uso intensivo de mão de obra e a escassez de profissionais especializados. Destaca que o setor já possui elevada participação feminina e que a manutenção da oferta de serviços em hospitais é crucial. O Diretor Executivo da Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços- CNSaúde alerta para riscos de aumento nos custos — estimados entre 7 e 22 bilhões de reais — e sugere salvaguardas, como a manutenção da flexibilidade de carga horária via acordos coletivos, para preservar a sustentabilidade do setor e evitar aumentos de preços para os usuários da saúde privada.
Deputado
O Deputado posiciona-se contrariamente à PEC da redução da jornada de trabalho, argumentando que o setor agropecuário e atividades manuais possuem peculiaridades operacionais ininterruptas que inviabilizam ganhos automáticos de produtividade e ameaçam a remuneração dos trabalhadores.
Vice-Presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil - Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil
O Vice-Presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil - Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil destaca a relevância histórica do movimento associativista brasileiro, que remonta à fundação da Associação Comercial da Bahia. Reforça o papel das associações, federações e demais entidades como legítimos grupos de pressão em um Estado democrático, ressaltando que a classe produtiva, apesar de representar 96% das micro, pequenas e médias empresas, ainda necessita de maior articulação política, eficiência do gasto público e convergência em pautas de nação para garantir sua influência e contribuir para o desenvolvimento econômico do país.
Deputado
O Deputado cede a palavra à representante da Confederação Nacional de Estabelecimentos de Ensino para uma exposição durante a sessão.
Presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino - CONFENEN - Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino - CONFENEN
A Presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino - CONFENEN manifestou preocupação com a adoção da jornada de trabalho 5x2 no setor educacional. Defendeu que a transição deve ser feita com cautela e ressalvou a necessidade de manutenção do descanso semanal remunerado em um único dia (domingo), alertando que a redução da carga horária sem planejamento pode inviabilizar financeiramente pequenas escolas e sobrecarregar a rede pública de ensino.
Deputado
O deputado agradece a colaboração de um participante e convida a assessora jurídica da FecomercioSP para fazer uso da palavra.
Assessora Jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP - Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP
A Assessora Jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP defende que a redução da jornada de trabalho seja debatida com maior profundidade, dado o impacto heterogêneo sobre os diversos setores econômicos do Brasil. Defende a primazia das negociações coletivas como o instrumento adequado para customizar a redução da jornada, considerando a produtividade, a capacidade econômica e a natureza das atividades, a fim de evitar a inviabilidade de micro e pequenas empresas, as quais representam a maioria do setor produtivo e do emprego nacional.
Deputado
O Deputado agradece a contribuição da convidada e passa a palavra ao coordenador de relações trabalhistas e sindicais da entidade Secovi-SP para expor sua posição sobre o tema em discussão.
Coordenador de Relações Trabalhistas e Sindicais do Secovi-SP - Secovi-SP
O Coordenador de Relações Trabalhistas e Sindicais do Secovi-SP - Secovi-SP defende que o mercado imobiliário e a construção civil são motores econômicos que demandam alta mão de obra e promovem a inclusão social, inclusive de mulheres. Argumenta que o setor, por possuir ciclos produtivos longos (cerca de 60 meses), é altamente sensível a alterações legislativas abruptas na carga horária, o que desequilibra o planejamento financeiro, eleva custos para o adquirente e reduz a remuneração por produtividade dos trabalhadores. O orador propõe, como solução, o fortalecimento da negociação coletiva e a implementação de regimes de transição adequados às características do setor.
Deputado
O Deputado discute o impacto da redução da jornada de trabalho no setor de cooperativas, defendendo a autorregulação por meio de negociações coletivas e criticando a ausência de estudos técnicos do governo para uma mudança tão abrangente.
Coordenador de Relações Trabalhistas e Sindicais do Sistema OCB - Sistema OCB
O Coordenador de Relações Trabalhistas e Sindicais do Sistema OCB abordou os impactos de uma possível redução da jornada de trabalho no setor cooperativista, destacando a importância da robustez do movimento, que conta com 28 milhões de cooperados e 600 mil empregos. Defendeu que mudanças dessa magnitude não podem ocorrer sem estudos técnicos profundos e que a via adequada para a modernização da jornada é a negociação coletiva. Ressaltou que o setor não é contrário ao debate, mas busca uma autorregulação equilibrada, mencionando que a legislação atual já permite instrumentos coletivos e mesas de negociação setoriais como caminho para tratar da modernização laboral.
Deputado
O Deputado define as regras para a participação de entidades externas em audiências públicas, estabelecendo que, após o encerramento do roteiro oficial e desde que não haja um número excessivo de interessados, a palavra poderá ser concedida a representantes adicionais mediante consulta prévia com a assessoria. Em seguida, o Deputado passa a palavra ao diretor do Instituto Brasileiro de Infraestrutura, Mário Povia.
Diretor Presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura - IBI - Instituto Brasileiro de Infraestrutura - IBI
O Diretor Presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura defende a importância da flexibilidade na legislação trabalhista ao discutir a redução da jornada de trabalho. Argumenta que setores essenciais de infraestrutura de transportes e logística, como o aéreo, ferroviário e portuário, exigem escalas de trabalho específicas (como 12x36 ou 4x4) construídas através de longa negociação coletiva. Aponta que propostas que proíbem jornadas superiores a 8 horas, sem considerar as particularidades desses serviços, podem gerar insegurança jurídica, custos logísticos adicionais e riscos à segurança operacional. Defende três pilares para qualquer transição normativa: prevalência do negociado sobre o legislado, tratamento diferenciado para atividades essenciais e períodos de transição com avaliação prévia de impacto.
Deputado
O Deputado convida o Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Marcelo Osório, para fazer uso da palavra.
Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA - Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA
O Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA manifestou preocupação com a discussão célere de propostas que possam afetar a jornada de trabalho no setor, argumentando que a produção de proteínas (aves, suínos e ovos) exige operação ininterrupta. O representante destacou que a indústria é uma grande geradora de empregos em cidades do interior, enfrentando dificuldades crônicas de contratação de mão de obra local e dependendo, inclusive, de trabalhadores estrangeiros para manter a produtividade. Alertou que uma redução abrupta na jornada poderia elevar custos, diminuir a oferta e pressionar a inflação de alimentos, finalizando com o pedido de que se garanta o poder de compra dos trabalhadores e a oferta de proteínas saudáveis na mesa dos brasileiros.
Deputado
O Deputado agradece a contribuição e a participação do Presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços, concedendo-lhe a palavra.
Presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços - UNECS - União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços - UNECS
O Presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços - UNECS realiza saudação inicial aos membros da Comissão de Constituição e Justiça.
Deputado
O deputado menciona a realização de uma comissão especial e faz referência a um possível desentendimento com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça.
Presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços - UNECS - União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços - UNECS
O Presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços defende a produtividade, infraestrutura e capacitação de trabalhadores, alertando para os impactos econômicos de mudanças na jornada de trabalho e criticando a concentração econômica no setor.
Deputado
O Deputado agradece a participação dos convidados e concede a palavra ao Presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, José César da Costa.
Presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas - CNDL - Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas - CNDL
O Presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas - CNDL enfatiza a importância econômica e social do setor varejista no Brasil, destacando a predominância de pequenas e microempresas que representam grande parte do PIB e da geração de empregos. O orador alerta para os impactos negativos de mudanças bruscas na jornada de trabalho, como a escala 6x1 para 5x2, argumentando que tais alterações, se não forem acompanhadas de mecanismos de compensação, podem inviabilizar pequenos negócios, elevar custos operacionais e encarecer produtos para o consumidor final, em um contexto já desafiador de alta carga tributária, juros e inadimplência.
Deputado
O Deputado realiza a condução de uma sessão ou evento, agradecendo a participação da CNDL e concedendo a palavra à representante da Firjan. Além disso, registra a ausência da Presidente Executiva da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, que precisou se retirar por motivos de saúde antes de realizar sua fala.
Gerente Jurídica Trabalhista da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN
A Gerente Jurídica Trabalhista da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN defende a manutenção da jornada legal de 44 horas semanais para garantir flexibilidade em escalas especiais e sazonalidade, ressaltando que a negociação coletiva é o meio eficaz para preservar empregos e atividades contínuas sem causar impactos econômicos negativos.
Deputado
O Deputado defende a flexibilidade das jornadas de trabalho e a manutenção das negociações coletivas para preservar a produtividade e a viabilidade das empresas diante de possíveis mudanças na legislação trabalhista.
Deputado
O Deputado defende a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, destacando a necessidade de mais tempo para qualificação profissional e convivência familiar, especialmente no contexto dos desafios do século XXI e do avanço tecnológico. O orador argumenta que a medida possui alta aprovação social, beneficia mulheres ao mitigar a dupla jornada e contribui para a formalização do mercado de trabalho, baseando-se em experiências setoriais bem-sucedidas. Defende também o fortalecimento de acordos coletivos e ressalta que o impacto da redução da jornada não é um problema ideológico, mas um ajuste necessário diante do adoecimento do trabalhador brasileiro e da busca por maior produtividade e equilíbrio nas relações laborais.
Deputado
O deputado discute o andamento de PECs sobre a redução da jornada de trabalho, ressaltando o histórico de debates na Câmara e a importância de ouvir setores econômicos e sindicatos. Defende o fortalecimento de convenções coletivas e a viabilidade econômica da proposta, reafirmando o compromisso com o diálogo contínuo antes da votação.
Participante
A participante, empresária e consultora, defende a adoção de escalas de trabalho mais humanas, como a 4 por 3, argumentando que a redução da rotatividade e do absenteísmo aumenta a produtividade, reduz custos operacionais e mantém a remuneração dos trabalhadores.
Deputado
O Deputado abre a palavra aos presentes para que contribuam com dados e informações adicionais sobre o tema em discussão na Comissão, solicitando que os interessados deixem registrados o nome da empresa e os respectivos dados.
Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA - Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA
O Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA - Associação Brasileira de Proteína Animal - ABPA refere-se a um processo de acesso ou comunicação, mencionando que algo não estava escrito e questionando a maneira como o interlocutor se expressou, além de enfatizar ações que tem realizado desde o início.
Deputado
O deputado organiza a participação de representantes de entidades em audiência, estabelecendo prazos de fala e orientando sobre a entrega de documentos necessários.
Participante
O participante defende a importância da negociação coletiva para definir escalas de trabalho, argumentando que a legislação atual já estabelece um teto de 44 horas semanais e que engessar jornadas de forma uniforme para todo o Brasil ignora as particularidades regionais e de diferentes setores. O parlamentar sustenta que os empregadores devem ter liberdade para pactuar jornadas distintas, como a escala 4 por 3, respeitando os limites legais existentes.
Deputado
O Deputado realiza um registro formal em plenário mencionando uma personalidade e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, além de ceder a palavra a outro parlamentar.
Coordenador Trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA
O Coordenador Trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA esclarece que a entidade não é contrária à redução da jornada de trabalho, desde que essa mudança ocorra por meio de negociação coletiva. Ele enfatiza que a CNA não apoia a imposição da redução por via de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ressaltando a necessidade de preservar a liberdade de negociação e, caso ocorram mudanças, que estas sejam acompanhadas de regras de transição responsáveis.
Deputado
O deputado solicita tempo adicional durante a sessão plenária para tratar de assuntos parlamentares.
Presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino - CONFENEN - Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino - CONFENEN
A Presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino defende a manutenção dos salários e carga horária, mencionando impactos de encargos sobre o descanso semanal remunerado.
Deputado
O Deputado conduz os trabalhos de uma comissão, tratando de pautas administrativas, votação de requerimentos em bloco e convocação de audiências públicas sobre saúde do trabalhador e negociações sindicais.




