COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

17 jun. 2026 09:13 às 10:28

Sobre o Evento

A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação debateu o potencial estratégico do setor espacial brasileiro, com ênfase na cooperação entre agências governamentais e instituições de pesquisa. O foco central foi a agricultura espacial como indutora de inovações tecnológicas que beneficiam tanto a exploração orbital quanto a produtividade agropecuária na Terra.

#1
Resumo Inteligente

O Deputado preside audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação para debater o impacto econômico e o desenvolvimento sustentável da agricultura espacial.

0:005:15
17 de jun, 09:13
#2
Presidente - Agência Espacial Brasileira (AEB) Marco Antonio Chamon
Marco Antonio Chamon

Presidente - Agência Espacial Brasileira (AEB)

Transcrição por IA

Alô, alô. É... Deputado Rodrigo Hollenberg. Bom dia. Bom dia, membros da mesa. senhoras e senhores, deputados que nos veem. Eu queria iniciar agradecendo o requerimento que foi feito, o deputado, pelo senhor, de maneira que nós pudéssemos apresentar aqui nessa comissão, as atividades que estão sendo desenvolvidas no âmbito desse tema de agricultura espacial. Então, muito obrigado por essa oportunidade. Eu queria rapidamente, não vou tomar muito tempo, nós temos especialistas aqui presentes hoje para fazer essa apresentação, queria apenas colocar muito rapidamente a perspectiva da Agência Espacial Brasileira nesse projeto. uh... Desde 2021, o Brasil assinou os chamados Acordos Artemis, que são pilotados, digamos assim, pelos Estados Unidos, mas que já reúnem mais de 60 países, conforme as bandeiras que vocês estão vendo ali. Nós chegaremos... a quase uma Copa do Mundo, Hein? A FIFA tem mais de 200 equipes cadastradas, nós chegaremos lá. Então, em junho de 2021, nós assinamos esses acordos. Os acordos em si... São acordos bastante genéricos. São acordos de grandes princípios para... Um... digamos assim, exploração lunar. Então são acordos que garantem a exploração pacífica da Lua, que garantem a troca de dados científicos que forem obtidos na Lua, que garantem a... a exploração não conflituosa de todas as áreas. Então, são acordos com princípios bastante gerais. Mas, a partir deles, nós começamos a pensar, desde 2021, nós começamos a pensar em como é que o Brasil... contribuiria para uma exploração lunar futura. Bem... lá na frente Hoje nós vemos que, cada vez mais depressa, E aí Tanto Estados Unidos quanto China lideram grandes projetos para bases permanentes humanas Na Lua. Isso vai acontecer. vai acontecer nos próximos anos. As bases começarão a ser construídas, pelo menos pelo lado americano, segundo os cronogramas atuais a partir de 2030. um pouquinho antes até. elas serão construídas e ao longo das próximas duas décadas nós teremos uma permanente população humana na lua que servirá como plataforma para ida a outros planetas, a outra exploração. Então, curiosamente, apesar de parecer ficção científica, nós nos tornaremos uma espécie interplanetária. Amém. Agricultura espacial, e aí eu passei muito rápido aqui, é alguma coisa que chamou rapidamente a nossa atenção na agência espacial, assim que nós assinamos os acordos. Por quê? Obrigado. por causa da experiência que temos na área de agricultura. Isso é inegável. O Brasil não é apenas um grande produtor do agro, mas é um grande especialista em ciência do agro. Nós temos a Embrapa no Brasil. Eu costumo brincar, já disse isso mais de uma vez aqui, eu preciso explicar para todo mundo quem é a Agência Espacial Brasileira. E graças à visibilidade que a Câmara tem nos proporcionado, obrigado mais uma vez, deputado, a agência tem ficado cada vez mais conhecida. Mas eu não preciso explicar para ninguém quem é a Embrapa. A Embrapa é a maior referência do mundo em agricultura tropical. A Embrapa é conhecida em qualquer lugar do mundo, não é apenas no Brasil. Então, nós nos aproximamos da Embrapa, para fazer agricultura espacial, que nós entendemos que poderia ser uma contribuição do Brasil para essa exploração lunar. Quando houver uma base permanente na Lua, e haverá, E, em breve, no nosso tempo de vida, e eu já sou bem velho, a Haverá necessidade de água, oxigênio, energia, todas as coisas que a gente precisa aqui. E comida. E eu acho que a gente pode alavancar essa capacidade que o Brasil tem na área do agro, para ter uma contribuição relevante para essa atividade. Obrigado. Obrigado. Então, desde o começo, um grupo de trabalho foi constituído dentro da Agência Espacial Brasileira para verificar quais eram essas contribuições. Nós identificamos duas Uma na área de pesquisa, ciência em torno da Lua, e a outra na área de agricultura espacial. Então, formamos esse grupo de trabalho, para verificar a participação no programa Artemis. E, a partir de um acordo assinado com a Embrapa, a Embrapa começou a organizar, junto com a gente, uma rede que hoje tem mais de 20 instituições envolvidas. A professora Alessandra aqui, vai nos contar mais a esse respeito, eu não vou arriscar nenhuma... alegação ou fala técnica aqui, diante dos especialistas que nós temos, mas a ideia é que foi criada uma rede uma rede brasileira de agricultura espacial, mas que já se tornou internacional. Nós temos participação de instituições de fora do país nessa rede também. E já fizemos. Um primeiro, isso foi em... no ano passado, em outubro, se não me engano, já fizemos um primeiro simpósio internacional de agricultura espacial. Qual é a ideia? A ideia é sair na frente. A ideia é tornar o Brasil o ponto de passagem obrigatória de todas as discussões a respeito de agricultura espacial. Agricultura espacial existe já, em outros países, mas de forma embrionária, de forma menor. Os países estão procurando outras atividades na Lua, não estão pensando ainda muito fortemente em agricultura espacial. comparativamente às outras coisas. E é nesse ponto que eu acho que está a nossa vantagem. Nós temos capacidade no país e saímos antes. E vamos tornar o Brasil... esse ponto de passagem obrigatório de todas as discussões a respeito de agricultura espacial. Então, esse é o ponto que eu queria trazer. Agradeço muitíssimo. esses minutos de atenção. Agradeço novamente ao deputado essa oportunidade de discutirmos a agricultura espacial. E eu termino dizendo basicamente o seguinte... Os interesses da Embrapa e da Agência Espacial são complementares E isso é que nos atraiu. para a agência espacial... O nosso primeiro interesse é a área de espaço e, portanto, fazer contribuições para como é que essa exploração lunar pode acontecer. para Embrapa. Além dessa... ideia, além dessa ambição, Além desse objetivo, a Embrapa também tem, e essa eu acho que é uma parte muito importante para o país, a Embrapa também tem a ambição de utilizar as técnicas, procedimentos que forem desenvolvidos para o espaço, e trazer isso de volta para o país, e aproveitar essas técnicas em ambientes que são muito inóspitos, muito agressivos, aproveitar essas técnicas para melhorar ainda mais aquilo que a gente faz em terra. Então, tem uma recaída, uma retomada desses processos em terra, Isso nos garante para um futuro que sabemos que será difícil para a agricultura no mundo como um todo, por causa das alterações climáticas, nós temos uma vantagem em já estudar, utilizando as técnicas no espaço, coisas que podem, eventualmente, nos ajudar mais. aqui na Terra. Muito obrigado. Aplausos. Obrigado. Obrigado.

0:008:31
17 de jun, 09:19
#3
Transcrição por IA

Thank you. Thank you. Thank you very much, Mr. Marco Antonio Schermer. I here want to thank you again the presence of Heitor Chu, who is a great representative of the family agriculture and now also of the space agriculture. Passa a palavra a senhora Alessandra Pereira Favaro para fazer sua apresentação. Thank you. Thank you. What the book?

0:000:34
17 de jun, 09:27
#4
Pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, líder do projeto de agricultura espacial da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Alessandra Pereira Fávero
Alessandra Pereira Fávero

Pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, líder do projeto de agricultura espacial da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

Transcrição por IA

Bom dia, deputado Rodrigo Hollenberg, caros colegas... da mesa, caros senhores e senhoras. É uma grande alegria, uma grande honra estar aqui representando a Embrapa e mostrando um pouquinho sobre o que a gente, enquanto rede, está... planejando e quais são as nossas perspectivas, nesse tema tão novo e tão disruptivo, e que a Agência Espacial Brasileira, desde o começo, tem dado todo o apoio, o deputado Hollenberg, e, enfim, a gente sempre tem apoio aqui dessa casa. Então, meu nome é Alessandra Fávera, sou da Embrapa Pecuária Sudeste, e sou coordenadora da rede Space Farming Brasil, Obrigada. Como é que passa aqui? Você passa para mim? Isso. Então, eu trouxe algumas palavras-chave aqui para entender qual é a temática. Não colocou o tempo aqui para mim. Obrigada. A agricultura espacial. A primeira, saber o que é a agricultura espacial. A gente tem esse conceito de agricultura espacial ser o cultivo de plantas no espaço. Então, como o presidente falou muito bem, em 2021 o Brasil assinou esses acordos Artemis, em 2022 saíram os objetivos desses acordos, olhando, inclusive, como tema principal, o retorno dos seres humanos ao espaço, agora em bases permanentes. E pensando que serão construídas bases permanentes e as pessoas vão ficar mais longe por mais tempo, é impossível não pensar em comida para essas pessoas que vão estar nesses locais. Então, dado que o Brasil é reconhecido, não só a Embrapa, mas todos os parceiros, institutos estaduais, que são parceiros nossos de pesquisa, também são reconhecidos internacionalmente pela pesquisa agrícola, porque não podemos estar também contribuindo, não só nacionalmente, como internacionalmente. Então, por isso, nós abraçamos essa nova ideia e começamos a convidar vários colegas para compor essa rede. E trazendo, então, a agricultura espacial como um eixo estratégico na economia do espaço. no espaço. Então, como um dos objetivos também, E, como o presidente Chamon falou muito bem, desde a época do programa Apolo, Artemis é a irmã gêmea de Apolo. E, exatamente na época do programa Apolo, muitas tecnologias foram desenvolvidas. Hoje já é publicado no site da NASA mais de 2 mil tecnologias que antes eram espaciais e hoje nós temos no nosso dia a dia. Então, ferramentas sem fio, câmera de celular, comida desidratada. Então, hoje em dia, temos muitas tecnologias que impactam muito no nosso dia a dia. diversas tecnologias para o produtor rural, seja de que tamanho for, pequeno, médio ou grande. Então, trazendo uma foto de um spin-off da NASA, as fazendas verticais que conhecemos nos topos de prédios, a hidroponia que conhecemos, são tecnologias que começaram. LED, iluminação de LED. Tudo são tecnologias espaciais que usamos no nosso dia a dia. Então, se o espaço é um ambiente tão hostil, tão extremo, nesses locais, porque existem outros grupos também trabalhando nisso, e a ideia é contribuir e não competir. E eu sempre falo, a ideia é do prato colorido. Nós começamos com a batata doce roxa e o grão de bico, mas existem outros grupos que trabalham com tomate, com alface e todas as outras. Então, a ideia é juntar esforços, e por isso o Artemis é assim, com tecnologias. Próximo. Então, assim como teve o spin-off da Fazenda Vertical, a ideia é a gente ter tecnologias como robótica, automação, impressão 3D, inteligência artificial, machine learning. Por que não? Porque eu não posso ter uma câmera lá em um lugar remoto e eu ver as plantas da nossa sala e poder dar uma orientação. a uma fertilização diferente. Isso vai acontecer no espaço. O tempo de um astronauta é muito caro, então tudo vai ser automatizado. Então, por que não a agricultura de precisão, que a gente já tem tanto, e a ideia é dar essa continuidade e dar mais... produtividade para o produtor aqui. na Terra também. Então, quando a gente fala de ambientes fechados, no espaço não vai ser em céu aberto, vai ser um ambiente fechado, que precisa ter tudo, iluminação artificial, fertilização, etc. E a ideia é desenvolver protótipos desse tipo para regiões remotas ou comunidades em grandes cidades, exatamente para dar apoio à segurança alimentar, aumentar a segurança alimentar dessas pessoas e mitigar mudanças climáticas, pensando que esses ambientes fechados vão ser como se fossem grandes fábricas. Então, são locais de produção de comida para essas pessoas, para garantir comida em situações de extremas de seca ou extremas de chuva, que isso vai acontecer e já está acontecendo. Então, é um jeito, ninguém vai substituir, mas vai dar um apoio ao que já acontece. Então, além dessa parte, é possível a gente pensar em desenvolvimento sustentável. Novas cultivares, pensando em melhoramento preventivo para daqui a tantos anos, ou agora, em termos de mudanças climáticas. Então, aqui são duas situações. A China já vem desenvolvendo cultivares, mais de 200 cultivares já foram lançadas, baseadas em tecnologia espacial. Então, as sementes vão dentro de foguetes, ficam orbitando a terra, voltam, são selecionadas. e são lançadas no mercado. Então, mais produtivas, mais resistentes a doenças, então tem muitas tecnologias que a gente pode trabalhar nesse sentido. Aqui é a logo da rede, Rede Space Farming Brasil. Nós somos 24 instituições, a grande maioria são brasileiras, sendo alguns brasileiros que estão no exterior, que também dão todo esse apoio e fazem parte da rede, como o professor Rafael Loureiro, que vai falar em seguida. E são mais de 60 pesquisadores envolvidos nessa rede, desde engenheiros físicos, químicos, economistas, etc., para fechar esse ciclo. Próximo. Aqui, então, a Embrapa, o principal polo do Brasil é em São José dos Campos, do setor aeroespacial, e a Embrapa não tem unidade em São José dos Campos. Então, a ideia foi criar uma unidade mista de pesquisa e inovação em São José dos Campos, em apoio à Agência Espacial Brasileira, parte de inovação tecnológica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. Próximo. Então, aqui eu só trazendo as fotos de algumas missões que nós já fomos convidados, e a rede é reconhecida internacionalmente, exatamente por ser tão multidisciplinar e multinstitucional. Algumas missões que nós tivemos convite, do voo da Blue Origin, junto com a época da Katy Perry. Nós tivemos dois experimentos lá, um de grão de bico e um de batata doce, a convite do professor Rafael Loureiro. Próximo. Então, em tão pouco tempo, nós conseguimos fazer tanta coisa. Então, nós tivemos, no ano passado, um voo para a Estação Espacial Internacional, em que as sementes ficaram lá por sete dias e retornaram, e agora elas estão voltando para o Brasil para a gente continuar as pesquisas com elas. Então, também, a convite de uma empresa americana, a Jaguar Space, eles entraram em contato com a gente para poder fazer esse voo. Próximo. E nós estamos muito felizes porque, em setembro, nós vamos ter a primeira missão suborbital nacional, a missão Potiguar. E nós estamos mandando micro-organismos, promotores de crescimento vegetal, da coleção da colega Maria Angelongria, da Embrapa Soja, biosensores e dosímetros, os biosensores da Universidade Federal do ABC e os dosímetros do Instituto de Estudos Avançados. institucionalidade que nós temos. E aí Então, já concluindo, são muitos os benefícios que a gente pode olhar em termos de agricultura espacial para o Brasil. Novas tecnologias, que a gente fala de cultivares a serem lançadas, que podem ser para grandes produtores, ao mesmo tempo, essa possibilidade de dar apoio à segurança alimentar em lugares remotos. Então, tem muitas oportunidades. Novas parcerias com pesquisas internacionais, novas oportunidades de negócios, olhando o espaço como uma nova economia espacial, uma nova economia do espaço. Isso vai acontecer, biofábricas, produção de remédios, compostos de plantas, tudo isso vai acontecer no espaço. Novas cultivares, mais eficientes no uso de água e energia, exatamente dando esse apoio aos efeitos das mudanças climáticas. Lanços em tecnologias, como a gente já falou, novos sensores, automação, etc. E tecnologias avançadas para esses produtores brasileiros e até trazendo as startups também para dentro do sistema, que as tecnologias que são desenvolvidas vão ser repassadas para startups ou para outras empresas para escalonamento. Então, tudo isso já faz parte da rede. Próximo. Então, eu deixo aqui o QR Code da rede Space Farm em Brasil. Eu agradeço, deixo o meu e-mail também. E deixo aqui alguns recados. Investir agora significa garantir a presença no futuro desse setor tão estratégico. Nós já tivemos perdas de oportunidades no passado. Então, a gente não pode mais perder oportunidades. A fronteira espacial impulsiona soluções inovadoras para a Terra. A agricultura será um dos pilares da economia espacial. pode ficar à margem desse movimento global. Então, muito obrigada. Obrigado.

0:0011:44
17 de jun, 09:28
#5
Transcrição por IA

Muito obrigado. Alessandra Fávero, pela apresentação, brilhante apresentação, passa a palavra... ao Sr. Jefferson, Xerigat. para fazer sua apresentação por 10 minutos.

0:000:16
17 de jun, 09:39
#6
REPRESENTANTE - Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PITSJC) Jeferson Cheriegate
Jeferson Cheriegate

REPRESENTANTE - Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PITSJC)

Transcrição por IA

- Thank you. There are only two slides. Thank you. Thank you. Good morning. and It's a pleasure, deputado Hollenberg, and a special thanks for bringing this conversation. this topic, to a public debate. Yeah. Good morning, colleagues at the table, good morning, gentlemen. My name is Jefferson. I am president of what today is the biggest technological park in Brazil. the most advanced and the most sophisticated. that was inaugurated 20 years ago in the municipality of São José dos Campos, by the way of a public policy of the municipality of São José dos Campos. but the light of a series of economic developments from the federal government, which go from the end of the World War II. when two technological innovations changed the economy of the region. The first was the use of the pelicinine in large scale, in the Second World War, which ended up with the "Ganha-Pão" of San Jose, which were sanatórios to take care of tuberculosis. And the second was the formation of the Brazilian Air Force, which came back from the war, understanding that the future of defense was going through the domain of the aerospace technologies. There, in 1945, was the presidential decree that gave birth to the biggest research center in the space space in the space space, which is the DCTA, which is in San José dos Campos. There was a Embraer, all the aeronautics industry, and today the region concentrates about 95% of all the space development in the Brazil. Not only the ITA, not only the INPE, but a series of companies that have this sector. And the Park of Technology Innovation Park has precisely this mission: the mission of Public policies with private initiative, with the development of science. The park today It has five centers, we inaugurated the fifth in August. It has 20 years of experience and almost 62.000 square meters of area built. We have today 200 companies of technology base, 5 universities, and we are doing public policies in the plural, in three levels of the federation. We are doing public policies for municipalities, for states and for different ministries of the Unions. What do we do? We gather this whole public and private public investment for the generation of what? technology. That's our name. took knowledge, together with the preparation for the great conference that we had here in Brasília, for science and technology, and the initiative of the Brazilian Agence Espacial Brasileira, the Embrapa, we said: "Well, it will be necessary a environment that can help in articulation with this triple hélice, and at the same time, that it is responsible or that it has the vision of capturing the economic value of this for our country." - Thank you. We're talking about allowing the human race For more... how I can say it, inspiratory that it is to colonize other atoms in our solar system, this is the dream. This is the part that moves with the imagination. This is the cereja of the bolo. But to allow the cereal of the bowl to be there, We will have to produce the boro. And what is the goal? The goal is all the knowledge and all the technology that the Brazil will acquire in this journey, that will allow us to improve the productivity, the rentability of the agronegócio in the Brazil. It's all the wealth that we will generate in Brazil, income, access to new markets, because we will be at the end of this technology. - The President and the President, the President, It seems bobo, but we think: "You're going to send a semente to a blue orange, with the Katy Perry, and will pass 6 minutes in microgravity." What changes? The number of genetic indicators that change in a semente is brutal, and the number of permutations that there is is huge. A Alessandra drew a photo of a Japanese astronomer who, just to take the sement of cerejeira, when they planted it back, it started to flower much faster. And at the same time, there are three different challenges. Produzir in the Moon is a challenge, produzir in Marte is another, and produzir in the nave between the Earth and Marte is a third. . Conta os livros, ou conta a brincadeira antiga, que se pergunta se os deuses eram astronautas. A gente pode debatir isso sempre. Mas, se a gente quiser ir nesses dois planetas, There's no way, astronauts will have to become rural producers. Producing food in space, astronauts say that to move with life production, to see that green thing growing, is something that brings them back to Earth. And one of the things they most feel in an orbital agency is the basic thing that we assume as very human and very simple, which is to get in the kitchen, get ingredients, prepare food, talk at the table. It's a social ritual, so intimate within the human culture, that it's difficult to associate. And perhaps one of the most important sources of stress will be for astronauts in these long-term missions in closed environments. The challenge for agriculture is huge. Why? because we completely change the agrarian parameters. This will allow us to develop new cultivars, new plants, more adapted to the climate change that are coming from there. It will allow us to help to produce food for the human race. Brazil will give a big leap into technological development. And as the President Chabot said, the Brazil has this "local" of talk, because we have these two capabilities. Tanto the technical and the agrarian space. It's very interesting that we're used to live in São José to live with many engineers. I'm also an engineer. And then there's something that you take all that stuff that you're going to take to space, and there's a series of tests that we need to do, that we generated here, will be a huge remelection in the cockpit, to get into space and continue to work well on the top. I'm simplifying. Then when the people came to the EMPRAA, they said: "So, now we have to take a sement, now we have to take a microorganism, now we have to take a plant." And they say: "Oh, this is another challenge." It's completely different. They change the parameters. All this development, and why we embraced this project so strong, and it is part of it, for the creation of a special agriculture laboratory, which will happen in the PIT. Not only to produce some things that all those scientific environments that are spread out by the Brazil will need, but also to be able to certify a series of instruments that we will use in these laboratories spread out by the Brazil. And then comes the beauty of this. It's not one area or another, it's not one state or another, And the idea is to connect this everything to a center where we have a large number of companies, new technologies, startups that come to get this knowledge and generate new businesses. Today, more than 160 companies in the aerospace and space sector are connected to us, and more than 100 companies in the technological base are connected to us. that Brazil will develop, because There is no human science that can allow it to do these things. It doesn't exist. It changes everything. It changes the lighting, all elements and others. We will have to take everything with us. To take a kilo of anything from the moon today, it's estimated to be something like a million dollars necessary. If we think about how we eat in a day or two or in a week, you will know how expensive it is. not only to use these benefits, but at the same time, to keep the food security for the whole planet. Thank you very much for the attention of the gentlemen and thank you for the support. Thank you.

0:008:59
17 de jun, 09:40
#7
Transcrição por IA

Thank you. Thank you, Jefferson. I am absolutely amazed. with dispositions. here today. I will pass the word to Coronel Engenheiro Bruno Giordano to make his presentation.

0:000:20
17 de jun, 09:49
#8
Diretor do Instituto de Estudos Avançados do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) - Força Aérea Brasileira (FAB) Coronel Engenheiro Bruno Giordano
Coronel Engenheiro Bruno Giordano

Diretor do Instituto de Estudos Avançados do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) - Força Aérea Brasileira (FAB)

Resumo Inteligente

O Diretor do Instituto de Estudos Avançados do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial destaca o potencial do Brasil como protagonista em agricultura espacial, integrando competências científicas nacionais para o desenvolvimento de soluções aeroespaciais, testes em ambientes de radiação e microgravidade, e a aplicação dual dessas tecnologias para benefícios tanto em missões espaciais quanto em atividades terrestres.

0:0010:11
17 de jun, 09:49
#9
Transcrição por IA

Muitíssimo agradecido, coronel engenheiro Bruno Giordano. E agora nós temos um bom dia a todos, uma participação. via o sistema eletrônico, via o zoom. E passo a palavra para o senhor Rafael Loureiro. que vai fazer, então, também a sua apresentação para nós fecharmos esta mesa aqui. começou os trabalhos na presidência do colega deputado Rodrigo Rollemberg. Por favor, Rafael.

0:000:32
17 de jun, 10:00
#10
Pesquisador, professor associado de Botânica e Fisiologia Vegetal - Winston-Salem State University (WSSU)/United States Air Force Academy Rafael Loureiro
Rafael Loureiro

Pesquisador, professor associado de Botânica e Fisiologia Vegetal - Winston-Salem State University (WSSU)/United States Air Force Academy

Transcrição por IA

Bom dia a todos, eu vou precisar dividir a minha tela, hein? Só dois minutos... Poderia me dar a confirmação de que vocês conseguem ver a minha exibição? Perfeitamente. Obrigado. Bom dia a todos. Deputado Rodrigo Hollenbeck, senhores parlamentares, representantes da mesa, de todos os centros já participados. já fizeram sua exposição, É uma verdadeira honra como brasileiro radicado aqui nos Estados Unidos, fazer parte dessa... nessa audiência pública, principalmente algo que eu venho trabalhando há bastante tempo e vendo que o governo brasileiro tem um interesse com que isso se torne talvez até mesmo parte de política pública. Para aqueles que não me conhecem, meu nome é Rafael Loureiro, eu sou pesquisador brasileiro, radicado aqui nos Estados Unidos, a minha situação é como... em pesquisa de unifisiologia vegetal em ambientes extremos, focados em agricultura espacial. O meu laboratório aqui na universidade desde 2019 trabalha em conjunto com o Centro Espacial Kennedy na Flórida, através de um acordo direto com a NASA, em seleção de cultivares para cultivo em situ na lua, e em ambientes e atmosferas de exploração. Nesse meu tempo de fala, eu gostaria de defender uma ideia muito simples, que a agricultura espacial não é uma curiosidade distante, sci-fi, como foi apresentado pelos colegas. Ela é uma plataforma estratégica. para segurança alimentar e inovação agrícola e formação de capacidades. e direta inserção do Brasil na economia espacial. Quando a gente fala em presença humana sustentável na Lua, que é uma realidade, como o presidente da AIB apresentou, e futuramente em Marte, que agora é uma ideia bem futura. A gente não está só falando em foguetes e habitats, a gente está falando na capacidade real de manter seres humanos vivos, saudáveis e produtivos por longos períodos de tempo, completamente destacados da Terra com completa autonomia. E isso atualmente não é a realidade que a gente tem. Nesse contexto, as plantas deixam apenas ser alimento, elas também fazem parte integral dos sistemas fechados, que já foram apresentados pelos colegas, com o objetivo de não só produzir alimento, produzir uma biomassa viável, tanto diretamente como suplementar para suportar esses astronautas, mas também como reciclagem de água, reciclagem de ar, e também no bem-estar psicológico, como também já foi mencionado. E o ponto central disso também vem na eficiência. No espaço, cada litro d'água, cada boate de energia, cada centímetro ocupado, ele tem que dar dez vezes mais ali em retorno, o retorno tem que ser máximo. Por isso, a agricultura espacial força com que a ciência agrícola trabalhe no limite máximo de precisão e de retorno do que está sendo ali investido. E é exatamente por isso que a tecnologia... essas tecnologias não só interessam para o espaço, elas têm também muitas aplicações aqui na Terra. A agricultura espacial não é um investimento apenas para missões na Terra, ela acelera as tecnologias que a gente tem aqui e que precisa aqui. O ambiente extremo já é uma realidade, nós lidamos não só com secas, mas também ambientes que foram degradados por mineração, diretamente atingidos por desastres, com limitação de recursos, e progressiva perda de nutrientes no solo, tornando os solos pobres. as tecnologias desenvolvidas para o espaço, tanto em cultivo protegido, como a professora Alessandro já... já mencionou nessas indoor farms, né? como também reciclagem de água, uso preciso de nutrientes, automação e inteligência artificial, nesse setor para tentar solucionar esses problemas e oferecer alternativas não só para a agricultura espacial, mas também para a agricultura aqui na Terra. Essa conexão entre espaço e agricultura aqui na Terra é justamente onde o Brasil tomou oportunidade bem rara. Essa oportunidade, o Brasil pode contribuir para aquele controle espacial a partir de competências que já são... muito bem conhecidos no Brasil. Você tem estudos, por exemplo, como os estudos da professora Mariângela Hungria, que já foi mencionado pela Alessandra, que recentemente recebeu o Nobel de Agricultura em relação aos estudos que ela fez com engenharia de microbioma. E esses trabalhos, por exemplo, de engenharia de microbioma, são trabalhos que eu faço com o regulito nular, aqui no meu laboratório. Aqui no slide você tem a visão na parte da direita, de uma planta de tomate crescendo em regolito no lar, regolito análogo no lonar. E esse conhecimento só foi... É possível através da manipulação de micro-organismos que ajudaram essa planta de tomate a crescer em regolito no lar, utilizando uma ideia de utilizar recursos in situ e não diretamente usando nenhum tipo de insumo da terra para... estender a vida e a produção dessa planta de tomate. Uma das reflexões disso é que atualmente o meu grupo de pesquisa ganhou mais de 2 milhões de dólares para que a gente aplicasse essa tecnologia que foi desenvolvida para o espaço para ajudar produtores, pequenos produtores... aqui no estado da Carolina do Norte. deixando com que essa tecnologia fosse disponível para que eles pudessem produzir muito em pequenos espaços e de maneira muito mais rápida. Então, existem várias aplicações em que o Brasil já tem o expertise e poderia estar não só influenciando os caminhos de outros cultivares a serem cultivados em solo nunar, ou futuramente em solo marciano, mas também utilizando essa tecnologia para continuar ajudando o Brasil a produzir de maneira eficaz, e talvez em lugares menores, ajudando pequenos produtores. Como o presidente Naeber mencionou, Outro ponto estratégico é que o Brasil já é signatário dos acordos ártemis. Isso coloca o país em uma posição muito importante. Para a agricultura espacial isso é particularmente relevante, porque o Brasil pode usar essa posição como signatário para tomar fronte, para tomar a frente como o líder em sistemas alimentares, em bioinsumos, em geologia de microbiomas, e a reversão disso em aplicações terrestres. A mensagem já está na mesa, agora é precisar transformar. com que essa ligação que o Brasil tem nos Arcor dos Águas, se torna em projetos concretos. Aqui no exemplo nos Estados Unidos, onde eu estou trabalhando, A agricultura espacial pode ser organizada como política pública. A NASA não trata alimentos espaciais apenas como testes para que missões possam ser estabelecidas na Lua ou na estação espacial. Elas vêm diretamente às aplicações terrestres dessas tecnologias que são diretamente focadas no ambiente espacial, mas que possam ter ramificações aqui na Terra. Eu trouxe dados que eu acho importante colocar em números, que o orçamento da NASA não vê a agricultura espacial como um setor ali a ser aplicado de maneira independente. A maioria dos financiamentos que vem em termos de bolsa de pesquisa ou até mesmo financiamento direto para empresas privadas com contratos com a NASA, eles vêm de diferentes setores distribuídos, no financiamento anual. o que mostra a interdisciplinaridade do assunto. Por isso que é importante, por exemplo, como se sente como o PIT, que tragam, que venham a trazer a... pesquisadores da rede em conjunto para que novas tecnologias possam ser aplicadas e que a gente não faça mais do mesmo. E para que isso possa ser fato, E eu... Tenho talvez a audácia aqui de propor algum direcionamento para que isso se torne, talvez, políticas públicas. A primeira seria consolidar, um programa nacional de agricultura espacial com a coordenação da rede, com uma missão clara, um financiamento previsível, e para que esse programa possa não só concluir a agricultura espacial como um escopo geral, mas também com foco em bioassumos, microbiomas, e sistemas alimentares para ambientes extremos que tem uma direta aplicação na realidade brasileira. Segundo seria fortalecer A infraestrutura compartilhada, como já foi mencionado no pitch, e também universidades e setores privados com protocolos comuns, uma plataforma para que dados possam ser compartilhados entre os pesquisadores da rede, né? E uma capacidade tecnológica que possa ser testada por todos, né? um constante financiamento disso, um fluxo de recursos para que isso seja possível, Seria fantástico, porque muitos pesquisadores não têm acesso, mas eles têm boas ideias. E talvez essas boas ideias estejam sendo aplicadas por falta de recursos. o que é uma pena. Em terceiro, seria investir na formação de talentos e capacitação. Eu sou, talvez, um de quatro instituições internacionais que fazem parte da rede. Eu adoraria ter alunos brasileiros aqui no meu laboratório sendo capacitados para que aprendessem tecnologias e voltassem para o Brasil e aplicassem esse conhecimento em solo brasileiro. Atualmente, Existem alunos que fazem parte da rede que estão aqui nos Estados Unidos, em instituições parceiras, que com certeza tem essa vontade de voltar para o Brasil e aplicar essa tecnologia no setor, não só no setor de agricultura espacial, mas também no setor agrícola brasileiro. Então, a formação de editais específicos para a agricultura especial, para que alunos de mestrado, doutorado, pós-doutorado e até mesmo de capacitação de profissionais que pudessem vir até as nossas instituições, seria fantástico. E quarto e último seria usar os aportos átomos átomos e parcerias regionais, talvez com outros países da América Latina, como instrumento estratégico O Brasil tomando liderança, como já foi apontado por outros colégios.

0:0012:06
17 de jun, 10:01
#11
Transcrição por IA

Muito obrigado. Eu quero aqui registrar a presença da Larissa Pereira de Castro Vendrami, pesquisadora da Embrapa Hortaliças, a Lucimeire Pilon, pesquisadora da Embrapa Hortaliças, a Nívia Maria Vicentini, da Embrapa Gado de Leite, e a Priscila Cordeiro Gomes, da Embrapa Milho e Sorgo. Eu agora passo... Com muita alegria, a palavra ao deputado Heitor Chu.

0:000:33
17 de jun, 10:16
#12
Transcrição por IA

Muito obrigado, colega deputado Rodrigo Rollemberg. a quem eu saúdo e cumprimento por esta audiência pública. Aproveitar o ensejo aqui de saudar um povo lá do Rio Grande do Sul, que está aqui, o seu Geraldo, esposa dele, Geraldo Ruzinho, lá de Encantado, filho Tiago, sejam bem-vindos. Cumprimentar também os expositores. E o senhor Rodrigo disse antes que estava impressionado, eu estou impressionadíssimo com o que vocês falaram. E... Quero parabenizar, portanto, por esse trabalho, por esse estudo. e por colocar o Brasil na vanguarda desse projeto. Acho que isso para nós é fundamental, essencial para o nosso desenvolvimento. E essas disposições de vocês todos, passou um filme aqui na minha cabeça, me lembrei do meu avô, que lá por 1960, Rodrigo, disse uma vez, lá nas colônias de Santa Cruz, onde eu nasci, me criei no Rio Grande do Sul, que depois que inventaram a máquina de bolhar milho à mão, tudo era possível. E eu estou vendo que está tudo sendo possível aqui, nessas tecnologias, inovação... tantas coisas importantes acontecendo e tantas mudanças que fazem parte do nosso dia a dia. A doutora Alessandra falou que o microfone sem fio... Foi uma experiência... que veio de lá Mas a gente nem sabe dessas coisas. Então, tantas outras questões que fazem parte disso. E aí, eu queria dizer que como agricultor de profissão que eu sou, e gaúcho, onde tem dado mais seca do que no Nordeste... E se não tem seca, tem calamidade, tem enchente, e o efeito climático é real, não tem como negar. Não tem como negar. O tempo está diferente. Aqui em Brasília choveu semana passada, mas quem é que viu isso? Só antes que eu nasci. Então, nós precisamos nos adaptar a essas novas realidades também com relação ao clima. E me animo quando ouço os expositores falar e dizer que podemos ter sementes mais resistentes, com maior produtividade. Isso soa como música no ouvido de quem é gaúcho. e que tem que pagar royalties para a baia que ganha mais do que o agricultor, enfim, acho que se abre uma cortina de oportunidades da gente poder avançar nisso e sabendo que é um projeto brasileiro, porque onde tem Embrapa... onde tem o nosso povo envolvido na agricultura, Os agricultores entendem do que nós estamos falando. É diferente, por exemplo, Jefferson, do que falar no cenário que você está, espacial, mas Embrapa, lá na colônia, todo mundo sabe o que é. E essa é a realidade. E, portanto, eu queria concluir aqui como... coordenador da Frente Parlamentar de Agricultura Familiar aqui nesta casa, já há 11 anos, deixar claro também para vocês Uma coisa que para nós é essencial. Agricultura familiar não vive sem política pública. Não tem como. precisa ter recurso para fazer financiamento de maquinário, de tecnologia, de equipamento, de sementes, de insumos agrícolas, porque o agricultor não tem o dinheiro no bolso nem debaixo do colchão para fazer essas compras com o recurso próprio. E depois de 30 anos que nós temos o Pronaf, nós conseguimos fazer uma grande revolução no setor da agricultura familiar, que o agricultor às vezes tem 15, 20, 30 hectares, às vezes menos. produz em termos por um hectare de uva do que era há 40 anos atrás, o que se produzia numa vaca de leite, Tirolemberg, há 30 anos atrás e o que ela produz hoje. É tecnologia, é investimento. Isso não caiu do céu. Então, eu quero parabenizar por isso, mas todo esse trabalho que vocês fizeram aqui, essas apresentações... Eu queria fazer um pedido em nome dessa nossa frente parlamentar, invistam em quem produz o alimento nosso de cada dia. Tem um ditado que diz, se o agricultor não planta cidade, não almoça e não janta. E isto é fato. E nós não vamos viver sem alimento, não tem como, a gente precisa dessa energia. E produzir ultimamente tem sido difícil até por causa dessas questões de clima, das dificuldades Outras que todos nós também sabemos, mas o clima tem nos... judiado bastante, como se diz lá na minha querência, na província de São Pedro, lá no Rio Grande do Sul. Parabéns, Lohlenberg, um grande abraço, aprendi muito aqui, saí daqui muito feliz e satisfeito com essa audiência que fala de agricultura espacial. Eu até achei uma hora dessas que você queria se mudar lá para a Lua. Desculpa a brincadeira, Orlenberg, mas a nossa amizade me permite isso.

0:005:03
17 de jun, 10:16
#13
Transcrição por IA

Obrigado. Muito obrigado. Então, Xuxu, te agradeço muito. a sua participação aqui, e vou pedir sua paciência, para você ficar mais um pouquinho, já estamos chegando ao final da nossa audiência pública, mas eu queria que você a encerrasse, porque depois dessa minha fala, eu vou para uma outra audiência, onde nós estamos homenageando a Tatiana Sampaio, em função do desenvolvimento da polilamenina. E eu digo isso, e esse dia eu considero hoje um dia muito especial para essa casa, demonstram o seguinte: se o Brasil investe em ciência, em tecnologia e inovação, com recursos regulares, com recursos robustos, a gente tem condições de mudar a realidade de muita gente. Aqui... Nessa mesa, são exemplos muito claros disso. Nós temos um representante da Agência Espacial Brasileira, nós temos um... um representante do Centro Tecnológico Aeroespacial, que o Brasil formou em São José dos Campos, ali a gente tem o ITA, ali nasceu a Embraer, aqui nós temos... representante da Embrapa, temos representante da Força Aérea Brasileira e instituições que transformaram de uma forma ou de outra esse país e abriram perspectivas fantásticas. Eu sou um grande admirador da Embrapa e um grande defensor da ciência, tecnologia e inovação nessa casa. Esse ano, das minhas emendas individuais e de bancada, nós destinamos 13 milhões e 900 mil reais para a Embrapa, dos quais 800 mil reais para o programa de agricultura global. espacial. E eu quero dizer que com tudo que eu vi aqui, que eu fiquei absolutamente, como disse, maravilhado, encantado, impressionado, nós vamos destinar cada vez mais, enquanto eu tiver como parlamentar. Porque eu vislumbrei uma oportunidade fantástica. para o futuro da humanidade. Não é para o futuro apenas do Brasil, é para o futuro da humanidade. Fiquei encantado com essa experiência... desse pesquisador japonês que uma semente submetida à radiação ou a falta de gravidade, enfim, a condições espaciais, antecipou a floração das cerejeiras. E eu fico imaginando o tanto que isso... poderá ter consequências positivas, o avanço dessas pesquisas, na resiliência da nossa agricultura, em função da emergência climática que nós estamos vivendo. E vejam que são questões que, ao mesmo tempo que é fundamental a gente preservar aqui a nossa biodiversidade, e eu sempre digo, e cito um pesquisador da Embrapa, Eduardo Assad, que ele diz que o Cerrado há milhões de anos, há grandes períodos de destiagem, há grandes mudanças de temperatura, que estará a sustentabilidade da agricultura, da agricultura familiar do futuro, num ambiente de mudanças climáticas. E agora, com todas essas questões que as experiências espaciais podem nos trazer, também em relação às sementes, ao desenvolvimento de plantas, a uma agricultura, eu confirmava que, com o Chamon Chamon, nós vamos ter estações, Obrigado. fixas na lua ainda, na nossa geração, ele falou assim, em 20 anos nós teremos, e aí teremos que ter uma agricultura controlada, enfim, tudo isso realmente abre um admirável mundo novo para todos nós, da mesma forma que ali, é... do outro lado, na comissão aqui ao lado, ao homenagear a pesquisadora Tatiana Sampaio, numa sessão conjunta da Comissão de Saúde com essa comissão, eu fui um dos autores desse requerimento, dessa moção de louvor, nós estamos vendo como vidas podem ser transformadas de pessoas, com problemas de locomoção, a partir também do desenvolvimento da pesquisa. Esse país precisa perceber que investir em ciência, tecnologia e inovação é fundamental. Isso não é gasto, isso é investimento para o futuro do país e para o futuro da humanidade. Muito obrigado, muito obrigado a vocês. Vocês proporcionaram hoje em um amanhã. Eu gostaria muito que nós tivéssemos mais espaços nessa casa como esse, com essa Câmara, pensando sobre o futuro do país, o futuro da humanidade e... Não sei se alguém quer fazer ainda alguma colocação aqui, se não quiser eu vou... encerrar a sessão, pois não. Jefferson. Eu gostaria de...

0:004:46
17 de jun, 10:21
#14
REPRESENTANTE - Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PITSJC) Jeferson Cheriegate
Jeferson Cheriegate

REPRESENTANTE - Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PITSJC)

Transcrição por IA

A gente vai fazer só uma, lembrando. que eu acho que a gente vai tocar na veia exatamente daquele pequeno produtor rural de pequena propriedade. aquelas propriedades são latifúndios, perto do que a gente vai encontrar. fora da terra. E no fundo, no fundo, a gente está falando que aquela comunidade é uma pequena família. que está em uma nave ou que está em uma base lunar ou em Marte. Então, no fundo, a agricultura espacial vai trazer muito avanço e muito desenvolvimento para a agricultura familiar, porque, em essência... Ela é uma. Obrigado, então.

0:000:32
17 de jun, 10:26
#15
Transcrição por IA

... há quantos anos atrás, quando eu estava no Ministério da Ciência e Tecnologia com o Eduardo Campos... Então, isso foi... em 2018 Obrigado. 2004 Eu conheci a Embrapa Instrumentação, lá em São Carlos. E conheci também a Embrapa Sudeste, que trabalha muito com gado de leite. Mas me impressionou, naquele momento, estão surgindo os primeiros grandes desenvolvimentos da agricultura de alta precisão. E agora a gente está falando de agricultura espacial. A agricultura de alta precisão mudou a grande agricultura, o grande agronegócio brasileiro. E hoje a gente percebe os horizontes que se abrem com a agricultura espacial. fantástico. Eu aqui parabenizo todas essas instituições que com muita emoção, eu Agradeço a presença dos parlamentares, dos assessores, dos profissionais da imprensa, de todos que nos prestigiaram nessa manhã, e mais uma vez aos senhores palestrantes e as senhoras palestrantes pelas importantes contribuições trazidas a esse debate. Nada mais havendo a tratar, declaro encerrados os trabalhos. Muito obrigado. Obrigado.

0:001:22
17 de jun, 10:26