
Coordenadora - Frente Nacional de Mulheres com Deficiência agradece mesa por lutar contra violência, destaca necessidade de redes integradas, protocolo único, e escuta efetiva para combater violência.
Agradeceu a mesa e enfatizou a importância da colaboração masculina no combate à violência, destacando a necessidade de redes integradas, protocolo único, escuta qualificada e dispositivos disponíveis para enfrentar a violência.
A Coordenadora - Frente Nacional de Mulheres com Deficiência destacou a importância da colaboração masculina no combate à violência, a necessidade de redes integradas e protocolos unificados, além de uma escuta qualificada para enfrentar o problema.
Coordenadora da Frente Nacional de Mulheres com Deficiência fala sobre o projeto "Eu me Protejo", que trabalha na prevenção de violência contra crianças e mulheres com deficiência em vários países. Ela menciona a alta incidência de violações de direitos humanos contra essas crianças no Brasil e o desafio de enfrentar o capacitismo e a invisibilidade das vítimas. O projeto tem como objetivo transformar o ciclo de violência em um ciclo de prevenção, proteção e afetividade.
A Coordenadora - Frente Nacional de Mulheres com Deficiência destaca a importância do projeto "Eu me Protejo", focando na prevenção da violência contra crianças e mulheres com deficiência. O projeto trabalha na educação desde cedo, já atingiu mais de sessenta mil crianças e se espalhou por vários países. Ela evidencia a alta incidência de violência contra crianças negras e com deficiência, além da invisibilidade e silenciamento enfrentados por essas populações. A Coordenadora enfatiza a necessidade de quebrar tabus, combater o capacitismo e transformar o ciclo de violência em um ciclo de prevenção e proteção. O discurso termina com um poema que expressa o sofrimento de crianças que vivenciam abusos, ressaltando a urgência de ouvir essas vozes.
A Coordenadora - Frente Nacional de Mulheres com Deficiência destacou a importância do projeto "Eu Me Protejo", que visa a prevenção da violência contra crianças e mulheres, especialmente em áreas periféricas. Através do projeto, mais de sessenta mil crianças foram atendidas desde 2019, buscando quebrar tabus e promover a educação sobre violência. Além de formar adultos, o projeto atua na conscientização de direitos e no combate ao capacitismo, que dificulta a denúncia e acesso às políticas públicas. Ela enfatizou que a violência é evitável e que é essencial ouvir as vozes das crianças abusadas, promovendo um ambiente onde possam expressar seu sofrimento. O discurso concluiu com um poema que reflete a dor das vítimas.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.