
Diretora da Autoridade Nacional de Proteção de Dados considera problema de desinformação e ódio necessitar de soluções multidimensionais, com possível regulamentação ou autoregulação, fortalecida pelo poder público e em conjunto com outras propostas legislativas, utilizando expertise relevante de órgãos como Anatel e ANPD, com conceitos coerentes e valorização de órgãos existentes.
Diretora da ANPD destaca importância de regulamentar plataformas digitais, garantir direitos digitais e prevenir fragmentação regulatória. ANPD trabalha na segunda agenda regulatória, com foco em inteligência artificial e proteção de crianças e adolescentes online. Escolha de arranjo institucional depende do Poder Executivo, em coordenação com sociedade civil e Congresso Nacional.
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