
Defensor Chefe da DPU agradece convite e destaca importância da participação em debates democráticos, oferecendo ajuda à Câmara.
Defensor Chefe da DPU afirma: población carcerária tem 15-25% de psicopatas, difícil diagnóstico médico e jurídico; psicopatia persiste ao longo do tempo, pouco tratável; direito penal brasileiro não resolve questão de culpabilidade de psicopatas; diagnóstico precoce e intervenção podem violar princípios democráticos.
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