
Secretária SECADI/MEC anunciou dois lançamentos de políticas de equidade e convidou para eventos em Quilombo Kalunga e Museu da República. Ela discutiu a importância de considerar equidade em educação e debate sobre PAC como programa, em oposição ao novo plano nacional de educação como política de estado.
A educação integral é necessária, mas exige atenção para não comprometer modalidades como AEE e escolas quilombolas. O plano nacional de educação deve garantir universalização e qualidade com equidade. A coordenação entre estados e municípios é vital, especialmente em regiões como o norte. O novo plano deve promover um sistema nacional de educação e melhorar o monitoramento dos planos municipais, evitando cópias e promovendo implementação eficaz.
Agradeço ao deputado Kizai pelo convite e ressalto a importância do momento. O Plano Nacional de Educação deve ser visto como um mandamento constitucional, necessitando de implementação efetiva. É essencial analisar aprendizados anteriores para evitar erros. A universalização na educação deve considerar equidade, não apenas acesso. Dados mostram disparidades raciais e regionais no ensino fundamental e médio. A necessidade de infraestrutura adequada e financiamento é crucial. A educação inclusiva também precisa ser aprimorada, principalmente no que diz respeito ao atendimento educacional especializado. É fundamental repensar as bases do contrato social educacional para superar desigualdades.
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