
Pesquisadora-ObservaPICS/Fiocruz se congratula com indígenas falando sobre medicina indígena, estressando importância do conhecimento indígena na saúde. Ela discute dificuldades de acessar conhecimento ancestral, necessidade de reconhecimento e espaço para cientistas indígenas, laços com OPAS e pesquisadores indígenas, desafios em dar visibilidade a essas vozes, e sugere uma abordagem integrativa na política indígena. Ela parabeniza a organização do evento.
Lutadora como mãe, resistir na luta para progresso em grupo.
A oradora se apresenta como mulher branca de ascendência indígena e destaca a importância da vacina e da ciência. Ela fala sobre práticas integrativas, a influência da ancestralidade e a necessidade de reconhecer saberes tradicionais. Aborda os desafios das práticas de saúde integrativas no Brasil, a falta de estrutura no ministério e a influência do mercado. Menciona a pesquisa em práticas integrativas e a importância de cuidar dos afetos. Conclui mencionando o crescimento de grupos de pesquisa e a necessidade de um diálogo efetivo com as realidades locais.
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